Paulo Filgueiras/AE
São Paulo, sexta-feira, 17 de agosto de 2012
R$ 1,40
Página 4
Alex Falcão/AE
No 1º voto do mensalão, Barbosa condena João Paulo Cunha, Marcos Valério e dois sócios por corrupção passiva e ativa.
Antes de começar a leitura de seu voto com mais de mil páginas, o ministro Barbosa (à esq.) e o revisor Lewandowski , do STF, protagonizaram novo bate-boca: avançar item a item ou tudo de uma vez no julgamento dos mensaleiros? Venceu o direito de cada um proceder como quiser. O primeiro voto abrangeu o capítulo publicitário, com o deputado João Paulo e Valério (acima, à dir.). Págs. 5 a 7
Uma quadrilha no tribunal Com trajes típicos, manifestantes dançaram diante do STF em protesto contra o Mensalão. "Não queremos que tudo acabe em pizza", disse um dos líderes do "bailão". No mesmo local, representantes de entidades anticorrupção fizeram o "casamento da impunidade com a Justiça". Pág. 6
Conclusão: 23h55
Ano 87 - Nº 23.690
www.dcomercio.com.br
Jornal do empreendedor
Valter Campanato/ABr
STF: nada de operação padrão nas polícias Federal e Rodoviária.
José Cruz/ABr
Decisão veio em dia de aeroportos, rodovias e portos "travados". Pág. 8 Daniel Teixeira/AE
Serra e Russomano empatados, mas candidato do PRB venceria 2º turno. É o que indica nova pesquisa do Ibope. O tucano e o rival aparecem com 26% das intenções de voto, mas Russomano bateria Serra por 42% a 35% no segundo turno. Haddad (PT) é o terceiro, com 9%. Pág. 8 Rubens Chaves/Folhapress
Vazamento de gás paralisa o Centro Quarteirões cercados, lojas fechadas, prédios esvaziados e gente com medo de explosão. Pág .15
História entre as praias de Santos e São Vicente Atrações do litoral independem do verão. Boa Viagem. Pág. 34
23690
9 771679 268008
quita/Divulg
ISSN 1679-2688
Marcos Mes
Divulgação
Um Peugeot para abraçar o sol
ação
A Broadway, que literalmente anda fazendo escola por aqui, ganha os palcos com preços populares.
Divulgação
O 308 CC cabriolé, que será lançado no Brasil nesta semana, combina elegância e velocidade. O preço da belezura? R$ 129.990. Pág. 32
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cultura
Rachel Weisz (à esq.) está em 360, de Fernando Meirelles, que chega hoje aos cinemas. Mas o que você deve fazer chegar aos seus são as 50 músicas do CD 100 Anos de Gonzagão. Ainda tem Pinóquio no Sesc, Tinhorão, dança, Roda do Vinho...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Assim, estamos indo para mais uma eleição com os mesmos vícios que deram origem ao Mensalão. José Márcio Mendonça
pinião
Agência Brasil
EYMAR MASCARO
ONDE SÓ CABEM 2, O 3º É UM INTRUSO
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Eliana Calmon: uma voz contra a letargia de criminalistas e da sociedade com relação aos crimes eleitorais.
A banalização do crime eleitoral
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iante de uma certa lassidão moral que perpassa parte dos defensores dos réus do Mensalão – para os quais confessar a aplicação e o uso de caixa dois em campanhas eleitorais não causa o maior rubor e serve para livrar seus clientes da imputação de crimes maiores como lavagem de dinheiro, corrupção ativa e um corolário de outros delitos – a ministra Eliana Calmon, do STJ e corregedora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), expressou indignação. E a indignação dela é tanto com o expediente dos criminalistas como com a letargia da sociedade em aceitar tais argumentos como normais. Adotam essa tese, disse, "como se fosse uma conduta corriqueira, socialmente consentida". De fato, no mundo político, não há quem não veja isso como um mal banal que a todos beneficia. Não foi isso, por sinal, o que disse o presidente Lula em Paris, em famosa entrevista, ainda quando corria solta em Brasília da CPI dos Correios, origem do processo, Ação Penal 470, também Mensalão, ora em julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF)? "O que o PT fez, do ponto de vista eleitoral, é o que é feito no Brasil sistematicamente”, disse o então presidente da República, dando seu aval direto a negócios desse tipo. Assim, estamos indo para mais uma eleição com os mesmos vícios que deram origem ao Mensalão e, direta ou indiretamente, também a outros escândalos, como o
JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA dos Anões do Orçamento. Assim resumindo: é preciso financiar as campanhas, cada vez mais caras; depois, de uma forma ou de outra, é preciso retribuir as contribuições. É aí que entram as irregularidades, de mão dupla: o velho "dar para receber".
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ostuma-se até, pelo lado dos financiados, em busca de penitência, dizer que não são delitos em causa própria, embora também os haja, mas em nome de uma causa, de um ideal. Os tais fins que justificam os meios. Pegamos o dinheiro ilegal para nos eleger e depois fazermos o bem para o País. Que emocionante! Lembram-se de ter ouvido tal argumento mais de uma vez, implícita e explicitamente, nesses dias de Mensalão na Suprema Corte?
Veja-se uma historinha tratada com toda a naturalidade pelo meio político. É de São Paulo e envolve dois partidos da coligação montada pelo PT para fazer Fernando Haddad prefeito de São Paulo – a própria legenda do candidato e o PC do B, que deu a vice para a chapa. Mas se trocarmos os nomes, os partidos e a cidade, será o mesmo. Ficou-se sabendo que o PC do B ameaça romper a aliança e tirar até a candidatura a vice porque o PT, até agora, não repassou ao partido os recursos prometidos para turbinar a campanha dos vereadores comunistas. Alguma semelhança para o dinheiro entregue a Roberto Jefferson e Valdemar da Costa Neto, nas "tenebrosas transações" do Mensalão, conforme confessado com os defensores dos dois, não é
No mundo político, não há quem não veja o caixa dois como um mal banal que a todos beneficia. Resumindo: é preciso financiar as campanhas e retribuir as contribuições.
mera coincidência. Voltemos um pouco mais no tempo. Foi didática, para dizer o mínimo, a narração no STF do esforço de um dirigente da empresa siderúrgica Usiminas para repassar dinheiro à campanha eleitoral do deputado Roberto Brant, então candidato de seu partido, o PTB, à prefeitura de Belo Horizonte. Segundo o relato de um criminalista do grupo de defensores dos réus do Mensalão, a contribuição chegou às mãos de Brant em dinheiro vivo, pela interposta pessoa de Marcos Valério e sua agência de publicidade, a DNA, para evitar o assédio de outros candidatos aos executivos da Usiminas. Ou seja, recursos não c ont a biliza dos e dinhe iro oculto. Não chega ser comovente, apenas um escárnio.
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ma terceira historinha. De acordo com o jornalista e escritor Fernando Morais (A Ilha), que foi secretário da Educação em São Paulo no governo Orestes Quércia e deputado estadual pelo PMDB, "até os paralelepípedos da Barra Funda sabem que todas as campanhas políticas do Brasil são feitas com caixa dois. (...) Você ia buscar dinheiro nos grandes comitês, dinheiro que era dado para os candidatos em sacos de dinheiro, pacotes, envelopes". Banal, meu caro Watson, como diria aquele famoso detetive de Baker Street. Só há mesmo uma coisa a pensar: nos veremos no próximo mensalão.
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etapa mais importante da campanha começa em quatro dias, quando os candidatos passam a se exibir na televisão. Serra e Haddad vão dispor de maior tempo na TV: oito minutos por dia cada um. Uma das evidências é que o tempo do candidato do PT na televisão será consumido por Lula. O ex-
presidente vai usar a mesma tática empregada eme 2010, quando levou Dilma Rousseff à vitória, graças à sua popularidade e à força da TV. Além disso, o petista vai jogar no vídeo um rosário de fotos com Dilma, clicadas no seu tempo de ministro. Mas o PSDB está pronto para enfrentar os chamados aloprados do PT. Há dias, pode ter sido um dos aloprados que lançou um site na internet exibindo Serra ao lado de Adolfo Hitler. O próprio candidato do PT, Fernando Haddad, reprovou a ação no site, determinando ao partido a demissão do assessor que baixou o nível da campanha.
Além disso, os tucanos continuam pesquisando para apurar até que ponto o rumoroso caso do Mensalão poderia prejudicar as campanhas de candidatos do PT às prefeituras das capitais. Diversos petistas estão sendo julgados pelo STF, após serem denunciados pelo Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, de terem ligações com um processo de compra de votos no Congresso para beneficiar votações que interessavam ao governo. Na ocasião, o PT estranhou que o presidente do Supremo, ministro Ayres Brito, tivesse iniciado o julgamento do episódio no auge da campanha e às vésperas das eleições. EYMAR MASCARO É JORNALISTA E COMENTARISTA POLÍTICO.
CAPAS DO DC EM DESTAQUE Hoje foi a gota d'água. Preciso escrever-lhes e elogiar as capas das edições de 15 e 16 de agosto. Sensacional o trabalho de arte no rosto da primeira página destas edições. Já vi excelentes capas no DC, mas as últimas se superaram. Parabéns aos diagramadores, diretores de arte e todos que participaram deste trabalho. Verdadeira revolução em capas de jornais, sem o estilo carrancudo de "Folha" e "Estadão", mas não menos informativo.
JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA É
Vanderlei Caña - São Paulo
JORNALISTA E ANALISTA POLÍTICO.
Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Claudio Vaz Edy Luiz Kogut Érico Sodré Quirino Ferreira Francisco Mesquita Neto João de Almeida Sampaio Filho João de Favari Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Paulo Roberto Pisauro Renato Abucham Roberto Faldini Roberto Mateus Ordine
m fantasma assombra os diretórios do PSDB e PRB, preocupados em saber qual dos dois candidatos que lideram as pesquisas para a Prefeitura, José Serra e Celso Russomano, podem perder pontos e ficar fora do 2º turno, na hipótese de Fernando Haddad crescer na proporção esperada pelo PT. Os dois partidos se preocupam, com razão, porque as pesquisas revelam que cerca de 40% dos entrevistados estariam dispostos a votar no candidato apoiado por Lula. O PSDB não acredita na queda de Serra, sobretudo porque sua campanha tem respaldo numa forte equipe de sustentação, sob comando do governador Geraldo Alckmin, do vicegovernador Guilherme Afif Domingos e do prefeito Gilberto Kassab, enquanto Russomano faz campanha, por ora, na base do "eu sozinho". Mesmo sem uma boa retaguarda, Russomano foi crescendo, crescendo, e já encosta em Serra. Um pesadelo para o PSDB é constatar que Serra estacionou no índice de intenção de voto e ainda amarga uma rejeição de 37%, que o partido espera superar com a campanha na TV. Caso Lula não opere o milagre de multiplicar os votos de Haddad, seu candidato não passará para o 2º turno.
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
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PESSOAS QUE SE SENTEM ATORDOADAS OU COM PROBLEMAS BUSCAM ALÍVIO NA NATUREZA.
pinião
Reprodução
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u ia dar como procedência deste artigo "na Trilha Pacific Crest, Oregon". Mas essa procedência não seria muito correta. Não deveria ser "na" Trilha porque minha filha e eu nos afastamos do caminho e terminamos completamente perdidos no meio de neve, montanhas e florestas. Sem telefone. Sem e-mail. Sem trabalho. Uma experiência perfeita para a relação entre pai e filha. As aventuras começaram após minha filha de 14 anos e eu termos iniciado uma caminhada de 322 quilômetros pela Trilha Pacific Crest, em julho passado. Fazer caminhadas é um dos rituais de verão de minha família, mas dessa vez nos deparamos com os picos altos excepcionalmente nevados para o mês de julho. Durante os primeiros 80 quilômetros conseguimos nos manter em cima de montes de neve de 1,5 metro e continuar na trilha. Mas, quando chegamos a elevações mais altas, na Three Sisters Wilderness e depois na Mount Jefferson Wilderness, a trilha desapareceu completamente sob trechos de neve que se estendiam por quilômetros. Desistimos da trilha e passamos a seguir o mapa e a bússola. Ficamos maravilhados ao descobrir algumas pegadas, que seguimos ansiosamente. Depois as pegadas se tornaram mais nítidas e percebemos que elas tinham dedos. E garras. "Papai, acho que é um urso o que você está seguindo!" Então voltamos ao mapa e à bússola, subindo cristas íngremes e tombando em encostas nevadas, passando por vastos campos de lava e pedregulhos, procurando faixas de terra nua para acampar quando caía a escuridão. Durante grande parte do caminho, fomos massacrados pelos bichos mais sanguinários da natureza norte-americana – não os ursos pardos, mas mosquitos. Minha filha tinha repelente e uma máscara protetora, mas não ajudaram muito. "Acabei de contar, papai! Tenho 49 picadas de mosquito só em minha testa!"
Perdidos e felizes NICHOLAS D. KRISTOF
A região onde se encontra a Trilha Pacific Crest: a natureza cada vez menos vivenciada pelos seres humanos Essa viagem, bem mais do que arrastar-se com uma mochila, foi uma lembrança de que nós, humanos, somos simples tijolos em uma enorme catedral natural. Quando tropeçávamos em montes de neve, quando a chuva batia em nós, refletíamos que não somos os donos de nosso planeta, nem mesmo seus inquilinos preferenciais. Somos apenas convidados.
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m resumo, a natureza nos torna humildes e é por isso que ela é indispensável. Em nossa sociedade moderna, estruturamos o mundo para que ele nos obedeça; muitas vezes usamos um teclado ou um controlo remoto para alterar o nosso meio. Mas todas essas engenhocas focadas em nosso conforto nem sempre nos deixam mais satisfeitos ou seguros. É impressionante o número de vezes que pessoas que estão se sentindo atordoadas ou
com problemas procuram alívio na natureza. Essa é a questão do novo best-seller W il d (Selvagem), de Cheryl Strayed, sobre como ela escapou da heroína e do luto pela morte da mãe caminhando pela Trilha Pacific Crest. Wild é uma história fantástica, que começa no momento em que Strayed perde uma essencial bota de caminhada em um precipício – e depois, com raiva, joga a outra fora. Com o tempo, as florestas a tornam humilde, fornecendo-lhe tera-
pia grátis e preparando-a para a maturidade. O livro de Strayed tem sido um sucesso, em grande parte pela divulgação boca a boca, mas também em parte porque reflete uma verdade reconhecível. Durante décadas, programas para jovens têm se mostrado bastante benéficos ao enviar adolescentes problemáticos para beber nos riachos da natureza e escutar verdades sobre si mesmos. A organização Outward Bound tem uma proposta do
Ficar perdido na natureza costumava ser rotina para gerações de americanos criadas entre caçadas e pescarias. Entretanto, esses passatempos tornam-se cada vez mais raros.
gênero, dirigida tanto para crianças em risco como para veteranos de guerra e executivos de empresa.
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alvez a natureza seja um antídoto para a nossa auto absorção. Trata-se de um local para sermos rebaixados, humilhados e admirados, tudo ao mesmo tempo. É uma janela para um mundo bem maior do que nós mesmos, um que não responde a controles remotos. É uma olimpíada para todos nós. Porém, cada vez mais, é só para uma minúscula minoria de nós. Ficar perdido na natureza costumava ser rotina para gerações criadas entre caçadas e pescarias; entretanto, esses passatempos tornamse cada vez mais raros. O Serviço de Pesca e da Natureza dos Estados Unidos informa que o número de norteamericanos pescadores caiu 15% entre tempos passados 1996 e 2006. No mesmo perío-
do, o número de caçadores caiu um pouco mais de 10%. Da mesma maneira, o número de campista nos nossos parques nacionais diminuiu cerca de 30% desde 1979. Vejam, caminhar morro acima passando por nuvens de mosquitos não é mesmo para todo mundo. Mas se desconectar por algum tempo, para encontrar a natureza, é menos assustador e mais fortalecedor do que as pessoas esperam. Minha filha e eu nunca corremos risco e eventualmente ficamos perdidos nos 322 quilômetros de nossa caminhada. Mas após 10 dias exaustivos e estimulantes, surgimos da floresta – e minha filha rapidamente contou a seus irmãos histórias de neve e percalços que os deixaram ansiosos por queimaduras de frio. Para respeitar a natureza no longo prazo primeiro precisamos garantir que haja clientes para ela. Ambientalistas focam em preservar a natureza porque essa é a prioridade imediata, mas eles talvez devessem ser tão enérgicos assim também para conseguir que os jovens interagissem com ela. Precisamos de mais norteamericanos se ocupando de seus desafios, como Cheryl Strayed, jogando suas botas no precipício. Precisamos que mais escolas e universidades ofereçam aulas na natureza – e com pontos extras para os estudantes que se perderem. NICHOLAS D. KRISTOF É COLUNISTA DO NEW YORK TIMES. TRADUÇÃO: RODRIGO GARCIA
PREFEITURA X SHOPPING CENTERS E
nquanto os números da criminalidade chegam a níveis alarmantes na capital paulista e a polícia é colocada contra a parede pela militância esquerdista que toma conta dos jornais, o governo municipal trava sua batalha pessoal contra alguns dos poucos locais onde os habitantes comuns ainda podem se sentir relativamente seguros. Ao agir contra os shopping centers paulistanos, a prefeitura de São Paulo só poderia estar fazendo-o a partir de duas motivações básicas (e teoricamente legítimas): ou age porque a lei assim determina, ou age "discricionariamente", porque entende ser do interesse público da população da cidade. O problema reside especialmente no fato de que, se a interdição dos shopping centers é legítima do ponto de vista legal (alternativa 1), evidencia-se o flagrante descompasso entre a legislação municipal e os interesses da população. Se, por outro lado, a legitimidade está na suposta "oportunidade" das interdições (alternativa 2), o descompasso é entre a administração e a população. Nos dois casos, a situação é grave e requer atenção dos paulistanos em geral – tanto comerciantes e prestadores de serviços quanto meros
Vagner Campos/Folhapress
Pátio Higienópolis, um dos shopping centers na mira da prefeitura paulistana: punição ao empreendedor.
consumidores/contribuintes. Há uma visível motivação punitiva na relação entre o Estado e os empreendedores de modo geral – parece ganhar corpo a ideia de que seria legítimo retaliar de alguma maneira quem produz e acumula riqueza pelas mazelas sociais aparentemente intransponíveis. A prosperidade brasileira da "era petista" mostra-se, a despeito do esforço publicitário levado a cabo pela grande mídia (oficial e particular), incapaz de operar certas transformações estruturais indispensáveis para uma melhoria efetiva na qualidade de vida dos brasileiros. Ainda que a renda pessoal e a possibilidade de
emprego possam ter crescido, são flagrantes as tragédias nacionais quando analisamos a situação da saúde, da segurança, da infraestrutura, do nível educacional etc.
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mbora devessem ser responsabilizados pela maior parcela do êxito brasileiro, são em especial às empresas (e, por consequência, aos empresários) que se voltam as baterias da militância por aquilo que não está funcionando. Ao produzir riqueza, os capitalistas tornam-se "culpados! pela pobreza – por mais absurdo que tal ideia possa parecer. A pressão cultural dos esquerdistas (nas universidades, na imprensa, nas organizações do 3º
setor, na própria máquina pública) tendo por motivação o princípio de que, aconteça o que acontecer, a "culpa sempre será dos capitalistas", voltase contra a sociedade por intermédio da intervenção estatal. No caso específico de prefeituras como a de SP, nas intermináveis exigências, regulações, proibições e contrapartidas exigidas para o exercício do comércio . O "caldo cultural" vira "ambiente jurídico" sob a mágica influência da varinha do Leviatã. O resultado disso é o crescente distanciamento entre as "regras" definidas por legisladores, governantes e burocratas para a vida nas cidades (e notadamente para a propriedade privada e os
empreendimentos comerciais) e o verdadeiro e legítimo interesse da população (empregadores, empregados e os consumidores).
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o sufocar empreendimentos com obstáculos burocráticos intransponíveis, governos empurram contribuintes para a ilegalidade. A punição a essas ilegalidades (muitas delas, é bom que se reitere, decorrentes do excesso de exigências) completa o círculo desenhado pela militância anticapitalista. Não deixa de ser uma triste ironia que, no ápice recente da violência urbana de São Paulo, seus governantes estejam mais ocupados em interditar e demolir shoppings –dentro dos quais a segurança é privada e os munícipes estão infinitamente mais seguros que fora, onde a segurança é monopólio estatal. Da mesma forma, numa cidade onde escasseiam dia a dia as vagas disponíveis para os motoristas particulares, a fiscalização mova todos os esforços para fechar shopping centers que oferecem vagas seguras e cobertas – eliminando ou inutilizando milhares de vagas de estacionamento que existem (na prática) com o pretexto de que tais shopping-centers não oferecem a quantidade de
PAULO DINIZ ZAMBONI vagas adequadas (na teoria)! Á população de São Paulo (e à de outras cidades) resta ficar atenta e desconfiar do discurso moralizador barato de "combate à corrupção". E detectar onde nasce a "possibilidade de corromper" – invariavelmente na interferência excessiva de agentes públicos em negócios e assuntos particulares. Deve ainda, de alguma maneira, lembrar e fazer lembrar aos políticos e burocratas que tanto governos quanto regras devem servir às pessoas – e não o contrário, como pensa e quer impor a esquerda. PAULO ZAMBONI É GRADUADO EM HISTÓRIA. PUBLICADO POR WWW.MIDIAAMAIS.COM.BR
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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GibaUm
3 A musa da CPI,
advogada e ex-assessora do senador Ciro Nogueira (PP-PI), Denise Rocha, acaba de capitular.
gibaum@gibaum.com.br
k Seria como comprar cerveja.
SONINHA FRANCINE // candidata a prefeita de São Paulo, defendendo a legalização da maconha.
Foto: Julian Marques / Divulgação
Até o calcanhar Os médicos de Lula já liberaram o ex-presidente para suas atividades políticas. Só recomendaram que, nas viagens, vá e volte no mesmo dia. O exchefe do Governo, contudo, se queixa da garganta, que dói, se ele fala durante muito tempo e eleva a voz. A bursite voltou a incomodá-lo e Lula tem, agora, sentido dor no calcanhar, que os médicos dizem que é efeito colateral de um medicamento. A anunciada vontade de reduzir a papada que ganhou, depois de emagrecer muito (está voltando a engordar) e que a falta de barba deixa à mostra, é apenas uma idéia de Marisa Letícia. Ela já pediu a opinião de seu cirurgião plástico favorito, Pedro Alburquerque – e ele teria aconselhado a deixar mais para a frente. 333
BIG BROTHER É no estilo de 1984 de George Orwell: a Câmara Federal decidiu instalar câmeras de vigilância no acesso aos apartamentos funcionais de todos os parlamentares em Brasília. O que conseguiu desapontar e mesmo irritar muitos deputados que não querem ter quaisquer provas sobre visitas especiais que recebem. Para algumas pessoas às quais não conseguem dispensar – e pelos mais diversos motivos – recomendam o uso de óculos escuros ou mesmo lenços escondendo metade do rosto. 333
Caças: precisa-se 333 A FAB tem, praticamente, metade de sua frota paralisada e espalhada em todo o país: aviões esperando peças, outros sucateados e terceiros quase aposentados. A Aeronáutica, agora, está conversando com o Planalto e sugerindo que, se não der para comprar caças novos, poderia ser comprada, a preços acessíveis, uma frota de Mirages usados dos Emirados Árabes. Na corrida pela preferência, um lote de 36 Rafales franceses, custa US$ 6,2 bilhões e a mesma quantidade dos modelos americanos F-18 Super Hornet, US$ 5,7 bilhões.
POR UM FIO A presidente Dilma Rousseff substituiu na liderança do governo o deputado Candido Vaccarezza (PT-SP)pelodeputadoArlindo Chinaglia (PT-SP), até por recomendação da ministra Ideli Salvatti. Agora, a mesma Dilma quer destituir Chinaglia do cargo: ele fala mal (e muito mais do que isso) de Ideli Salvatti, é arrogante com colegas petistas e mais ainda com os da base aliada, cria dificuldades e a própria Chefe do Governo confirma que ele é considerado um chato. E por isso que se nega a recebê-lo e, seguindo a chefe, a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, faz a mesma coisa.
Grande grupo de amigos – e especialmente amigas que dividiram com ela, entre os anos 70 e começo dos anos 80, as grandes festas e madrugadas que envolviam os circulos sociais da época – foram abraçar Vera Salem (no destaque, com Anna Schvartzman) no lançamento de seu livro de estréia Cartas e Cronicas a José, esta semana, na Livraria da Vila, no shopping Cidade Jardim,em São Paulo. São memórias, viagens, família, confidências, tudo regado a muito amor. Lá, entre tantos, da primeira foto à esquerda para a direita, Celinha Whitacker, Tania Berani, Andrea Moroni, Maria Zilda Araujo e José Maria Bordonalli, o José atual da vida da autora.
Memórias com amor
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Para analistas mais lúcidos, lançar pacotes (é o que Dilma Rousseff tem feito, na cola dos PACs do governo Lula) é a estratégia que a presidente escolheu para mostrar serviço, ganhar espaço na mídia e até mesmo, de certa maneira, fazer um contraponto ao julgamento do mensalão. Só que há dúvidas e a principal delas é torcer para que o novo pacote saia do papel. O estudo de viabilidade de sete lotes em 150 dias não vai dar, especialmente pelo processo burocrático. Há indefinições como as concessões e parcerias serão estruturadas, o que não permite avaliar se a iniciativa privada vai mesmo investir no pacote, orçado em R$ 133 bilhões até 2037, quando Dilma terá 90 anos. E, certamente, antes de pensar em outros projetos, a prioridade é terminar os que estão em andamento. E la nave va. 333
Pacotes de papel
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
3 MAIS:
reavaliou a proposta de Playboy e será capa e recheio da edição de setembro. Ou seja: Leona Cavalli só sai em outubro.
Pelo telefone 333 O ex-presidente Lula tem conversado, quase diariamente, com José Dirceu: fazem avaliações do andamento do julgamento do mensalão e, claro, prognósticos. Dirceu tem dito que, se não terminar preso e conseguir reaver seus direitos políticos (segundo juristas de plantão, uma chance remota) quer ir às urnas. Só acha que disputar uma vaga na Câmara Federal seria pouco. Ele estuda até a possibilidade de transferir seu título eleitoral para o Distrito Federal onde, por pesquisas, sua rejeição é menor.
TRIO TERNURA 333 Nesses dias de julgamento do mensalão, José Dirceu, trancado na casa de Vinhedo, estaria segurando a tensão com Rivotril. Já José Genoino, expresidente do PT e assessor do Ministério da Defesa, toma cloridrato de venlafaxina (Efexor), mais Lexotan e Delúbio Soares prefere mesmo uma cervejinha. Distante e olhando de longe o julgamento, Silvio Pereira, ex-secretario do partido que fez acordo, só toma guaraná no restaurante de família em Osasco.
MISTURA FINA 333 DIPLOMADOS pelas 1.240 faculdades de Direito espalhadas pelo país (é um recorde mundial), acabam de fazer o exame do OAB nada menos do que 109.649 bacharéis, dos quais passaram apenas 16.419.
333 A VANITY Fair de setembro publica a lista dos ícones de estilo do showbiz de todos os tempos. Nela, Fred Astaire, Grace Kelly, Marlon Brando, Audrey Hepburn, Marlene Dietrich, Bette Davis, Marilyn Monroe, Jean-Paul Belmondo, Joan Crawford, Harry Belafonte, Carole Lombard, Charlotte Rampling, Jean Harlow, Clark Gable e entre os novos, Cate Blanchett, Johnny Depp, Nicole Kidman, Penelope Cruz, Leonardo DiCaprio e George Clooney.
A nova edição da Vogue britanica dedica um ensaio às super-modelos de lá que desfilaram na festa de encerramento dos Jogos Olimpicos de Londres, usando vestido dourados (e agora, já copiados em todo o planeta), assinados por estilistas e grifes famosas. Kate Moss (esquerda) usava um modelo de Alexander McQueen; Lily Donaldson (centro) apresentava um dourado de Vivienne Westwood, com longa e rodada saia; e Georgia May Jagger (direita), filha de Mick Jagger e Jerry Hall, envergava uma criação de Victoria Beckham. 333
Golden fashion
Campeã Proibida de fechar novos negócios com a União, a Delta ainda tem a receber R$ 536 milhões de contratos com o Dnit, que considerou ser mais difícil substituir a empreiteira de Fernando Cavendish sem aumentar o custo das obras de manutenção em rodovias. Dessa forma, a Delta ainda é a empreiteira que mais recebe do governo federal. Mais: a companhia resolveu processar seu ex-diretor de Brasília, Cláudio Abreu, por prejuízos causados à empresa devido a seu relacionamento com Carlinhos Cachoeira. Na CPI, deverão depor também os ex-sócios de Cavendish, José Augusto Quintella e Romenio Marcelino Machado. 333
333 DIPLOMATAS e até governantes estrangeiros que foram à posse de Danilo Medina, novo presidente da República Dominicana, tiveram de correr ao alfaiate às vésperas do evento. É que o cerimonial da presidência dominicana pediu – e um tanto em cima da hora – que todos usassem ternos brancos. A iniciativa partiu de uma superstição do próprio Medina.
NOVA piada alimenta as eleições municipais em Salvador, especialmente os adversários do candidato ACM Neto. Herdeiro político de seu avô Antonio Carlos Magalhães, ele tem dito tanto que “é o candidato do século 21” que seu programa de governo já é chamado de “uma odisséia no espaço”. 333
O SITE da novela Avenida Brasil acaba de bater um recorde entre os sites de novelas: 5,7 milhões de visitantes únicos no mês de julho, maior marca na história da emissora. Agora, entrou no site um aplicativo para as pessoas congelarem suas fotos. A brincadeira vinha sendo feita nas redes sociais e está sendo oferecida um uma ferramenta exclusiva. 333
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Barcelona.
Os milhões de Duda Enquanto Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, se desdobrava no Supremo na defesa do publicitário Duda Mendonça, que acompanha o julgamento do mensalão enfiado em sua fazenda no Pará, balanço feito entre os contratos que ele tinha e continua tendo com o governo federal, revela que, até mesmo neste ano, sua empresa de propaganda recebeu R$ 90,5 mil (Ministério da Saúde). Essa cifra, contudo, representa apenas 0,05% do montante de R$ 195,2 milhões que a empresa recebeu do governo federal desde 2004. Duda é um dos réus do mensalão por ter recebido (ele confessou) cerca de R$ 10 milhões numa conta do Exterior por serviços prestados à campanha de Lula em 2002. 333
A CARTIER inaugura dia 22 próximo, no shopping Cidade Jardim, em São Paulo, sua nova loja, com cenário de veludo alemão vermelho e show de Marina De La Riva. 333
Colaboração: Paula Rodrigues / A.Favero
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sexta-feira, 17 de agosto de 2012
5 CONDENADOS Após sete anos e 50 mil páginas, surgem os pedidos de condenação.
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EGO FATIADO Minucia entre magistrados no plenário do STF gera discussão.
Relator pede condenação de mensaleiros Ministro Joaquim Barbosa enquadra o deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP) em três crimes, entre eles peculato, e grupo de Marcos Valério em outros dois. Nelson Jr./Sco/STF
Joaquim Barbosa, ao proferir o seu voto, rejeitou as teses sustentadas pelas defesas. Para o ministro, ficou evidente a corrupção entre João Paulo e o grupo de Valério.
Mensalão
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ministro Joaquim Barbosa, relator do processo do Mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF), votou ontem pela condenação do deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP), por crime de corrupção passiva (receber vantagens indevidas), e do publicitário Marcos Valério e seus sócios Ramon Hollerbach e Cristiano Paz por prática de corrupção ativa (oferecer vantagens indevidas) e peculato. Barbosa é o primeiro dos 11 ministros a fazer a leitura do
seu voto, indicando se condena ou absolve cada um dos 37 réus. O ministro também defendeu a condenação de Cunha pelo crime de lavagem de dinheiro e peculato. De acordo com o relator, Cunha e Valério praticaram atos de corrupção entre 2003 e 2004, época em que o petista
presidia a Câmara dos Deputados e assinou contratos de prestação de serviços com empresas de Marcos Valério. "Corrupção ativa e passiva ficam evidentes entre João Paulo, Marcos Valério e seus sócios", disse Barbosa. Na época das denúncias, Cunha foi absolvido no proces-
so de cassação na Câmara, em 2005. Reeleito em 2006 e 2010, hoje preside a Comissão de Constituição e Justiça. Segundo a acusação, Cunha "autorizou a subcontratação da empresa IFT – Idéias, Fatos e Textos, de propriedade do jornalista Luís Carlos Pinto, pela SMP&B Comunicação.
Na denúncia, a Procuradoria Geral da República (PGR) diz que os serviços não foram prestados e que a finalidade do contrato era permitir que o jornalista continuasse assessorando Cunha. A PGR também acusa Cunha de favorecer a empresas de Marcos Valério na Câmara.
Corrupção ativa e passiva ficam evidentes entre João Paulo, Marcos Valério e seus sócios. JOAQUIM BARBOSA
Ficou comprovado que a SPM&B só realizou 0,01% dos serviços para a qual foi contratada. JOAQUIM BARBOSA
Barbosa citou os R$ 50 mil recebidos por Cunha, após assinar contrato de R$ 11 milhões entre a Câmara e a SMP&B, de Valério. O dinheiro foi retirado pela mulher de Cunha, Márcia Cunha, em uma agência do Banco Rural, em Brasília. De acordo com o relator, Cunha mudou várias vezes a versão sobre o recebimento do dinheiro, conforme foram aparecendo denúncias contra ele. Por fim, apresentou a versão de que os R$ 50 mil não eram propina e sim para pagar uma campanha eleitoral. A defesa argumentou que se fosse propina, Cunha teria pego o dinheiro no dia anterior, já que esteve reunido com Valério em sua casa, em Brasília. O relator contestou a defesa e ratificou a versão da acusação, de que o montante recebido era propina paga por Valério em razão da sua agência ter vencido uma licitação na Câmara. O ministro lembrou que uma auditoria apontou que a agência não cumpria os requisitos mínimos exigidos pelo edital. Cunha teria desviado ainda R$ 252 mil do contrato com a agência para o pagamento de um assessor particular. Conforme o Ministério Público Federal, os desvios na Câmara somaram R$ 1,077 milhão, uma vez que a agência de Valério recebia sem executar os serviços. Lavagem e peculato – Para Barbosa, o saque de R$ 50 mil feito pela mulher de Cunha caracterizou a intenção de lavar dinheiro. Por esse mecanismo, o saque ficou "oculto" por quase dois anos. Ainda segundo Barbosa, Cunha e o grupo de Valério cometeram peculato porque atuaram no desvio de recursos públicos da Câmara. De acordo com o relator, "ficou comprovado que a SPM&B só realizou 0,01% dos serviços para a qual foi contratada". Para Barbosa, "a agência foi em essência mera recebedora de honorários". (Agências)
Barbosa e Lewandowski batem boca O relator queria votar item por item do Mensalão. Já o revisor foi contra "fatiar" o processo. E o clima ficou pesado no plenário do Supremo Tribunal Federal.
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discussão sobre a metodologia do julgamento do Mensalão provocou ontem novo embate entre os ministros Joaquim Barbosa, relator do processo, e Ricardo Lewandowski, o revisor. Barbosa, assim como fez em 2007, quando a denúncia foi recebida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), propôs fatiar o julgamento, dividindo réus e crimes em itens. O revisor rechaçou a proposta e sugeriu que cada ministro lesse integralmente o seu voto. O tema foi colocado em votação, o plenário se dividiu, a decisão gerou novas dúvidas e permaneceu a incerteza sobre a participação de Cezar Peluso, que completa 70 anos no dia 3 de setembro e terá de se aposentar. Ao final, os ministros decidiram que cada um votaria como quisesse. Porém, não ficou definido se o relator iria ler todo o seu voto, de mais de 1 mil páginas, antes de passar a palavra para o ministro revisor ou se iria ler apenas um item e o submeteria em seguida ao crivo dos colegas. Pelo resultado, conforme Carlos Ayres Britto, presidente do STF, Barbosa poderia votar no primeiro item, e o re-
Nelson Jr./SCO/STF
Nelson Jr./Sco/STF
Ministro Ricardo Lewandowski (ao lado) questionou metodologia do relator Joaquim Barbosa. Para serenar os ânimos, Ayres Britto precisou entrar na discussão.
visor poderia ler integralmente seu voto, antecipando-se ao relator. A confusão foi resumida por Britto: "É heterodoxo, mas não é ilícito ou antijurídico", disse. Assim que a sessão foi iniciada, Barbosa propôs um itinerário a ser cumprido por todos os colegas, o de julgar por itens. Lewandowski reagiu, pois entendera que o relator julgaria o processo por núcleos – político, publicitário e financeiro –, divisão feita pelo
Ministério Público Federal. "Eu me oponho à metodologia. Estaremos adotando a ótica do Ministério Público e admitindo que existem núcleos", argumentou. "Essa tentativa de fatiar a leitura do voto, isso é antiregimental", disse. Barbosa rebateu. "Isso é uma ofensa", disse. "Acho que houve uma compreensão errada do revisor. Eu não falei que votarei por núcleos. Disse que vou votar item por item. Só isso", explicou. E acrescen-
tou: "A ideia de o relator ler 1.200 páginas e depois o revisor ler mais 1.200 páginas, a meu ver, significa a aposta no caos". O ministro Marco Aurélio também se colocou contra. "Não vim à Corte para me pronunciar em doses homeopáticas", disse. (Agências)
Mais Mensalão nas páginas 6 e 7
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Viemos manifestar nossa indignação, afinal esses recursos poderiam ter sido aplicados em cultura e educação. Cláudio Ferreira, um dos líderes do grupo Caipiraba
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Quadrilha para a 'quadrilha' Manifestantes dançam em frente ao STF para ironizar suposta organização criminosa que comprava votos. Paulo Ladeira/Frame/AE
Nada decidido. Vai ferver no plenário.
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ministro relator do processo do Mensalão ainda está no início do seu voto, anunciado em cerca de mil páginas, mas já deixou claro alguns pontos de sua estratégia. Ele pode até mudar de rumo, mas ficou muito evidente a disposição de Joaquim Barbosa de contornar – ou fugir – das armadilhas jurídicas postas no Supremo Tribunal Federal por quase todos os advogados de defesa dos acusados. Não se referiu, em nenhum momento a um tema muito caro aos criminalistas das defesas, a respeito da validade das provas levantadas pela Comissão Mista Parlamentar de Inquérito (CPMI) dos Correios e, posteriormente, na fase de inquérito da Polícia Federal. Para os advogados essas provas não são válidas. Barbosa passou longe da contestação. Foi unindo as pontas das andanças dos primeiros réus que começou a analisar – os publicitários Marcos Valério, Cristiano Paz e Ramon Hollerbach, e o deputado João Paulo Cunha, na época, presidente da Câmara dos Deputados. Barbosa não se referiu também à contestação do defensores dos réus sobre a existência de um crime de formação de uma "organização criminosa", organização esta que teria sido comandada pelo ex-deputado e ex-ministro chefe da Casa Civil da Presidência da República nos primeiros anos do governo Lula. Essa tese é um dos pilares da denúncia da Procuradoria Geral da República, desde a representação inicial do procurador Antonio Fernando Souza até a acusação defi-
JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA nitiva do atual procuradorgeral Roberto Gurgel. O foco de Barbosa foi unicamente os réus listados no primeiro dos 8 itens em que anunciou vai dividir o seu voto, as relações entre eles e seus feitos. Não considerou, em vista disso, que neste caso, a alegação de que tenha havido o tal caixa 2. Para ele, o dinheiro das estripulias de Cunha, Valério e sócios relatadas, proveio inteiramente dos cofres da Câmara dos Deputados, de contratos da instituição legislativa com as empresa de Valério. Com esse enredo, Barbosa foi duro com os primeiros réus que caíram na sua malha. Não livrou nenhum dos 4 dos crimes que lhes forma imputados. Fato que havia sido intuído pelo ministro Ricardo Lewandowski quando sempre anunciou que seu voto será contraponto (e não apenas uma "revisão") do parecer de Barbosa. Tudo isso não quer dizer que há uma tendência para condenação generalizada – nem também de absolvição em massa. Está tudo em aberto. Vai ferver no plenário.
O casamento da impunidade
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epresentantes de diversas entidades anticorrupção aproveitaram para se manifestar em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF). Além da dança da quadrilha (leia acima), durante a manifestação, que durou 40 minutos, foi encenado o "casamento da impunidade com a Justiça", para mostrar que desse casamento pode nascer a corrupção, mas também a ética e a moral. As entidades participantes afirmaram que veem o julgamento do Mensalão
como "um teste para a democracia brasileira". Elas pedem que o veredito "seja não só o ponto final deste processo, mas também o ponto de partida para uma justiça democrática e republicana no Brasil". Ativistas de sofá – Apesar da intensa mobilização via internet, poucos manifestantes, cerca de 40, se contados os integrantes da quadrilha, foram ao STF. É o "ativista de sofá". Fervoroso, ético, mas que na hora de ir, só 10% vai, segundo os presentes. (Agências).
Grupo artístico de Goiás monta quadrilha junina para protestar contra o escândalo do Mensalão. A dança foi em frente ao Supremo.
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ara demonstrar a sua indignação com o escândalo do Mensalão, 24 integrantes de um grupo artístico de Planaltina de Goiás dançaram ontem a quadrilha em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF). A trupe, conhecida como Caipiraba, desembarcou na Praça dos Três Poderes para protestar contra o Mensalão. "Viemos manifestar nossa indignação, afinal esses recursos poderiam ter sido aplicados em cultura e educação. Não queremos que tudo acabe em pizza. Todo esse esforço não pode ser em vão", afirmou Cláudio Ferreira, um dos líderes do grupo. Trajes típicos – Vestidos com trajes típicos de festas juninas e segurando cópias de cédulas de R$ 50, os manifestantes usaram a dança da quadrilha para ironizar a suposta organização criminosa que teria se formado para comprar votos de parlamentares em troca de apoio político. Entre os dançarinos, também havia pessoas com máscaras de réus da ação penal, como a do ex-chefe da Casa Civil, José Dirceu; a do ex-presidente do PT, José Genoíno; a do delator do esquema, o exdeputado Roberto Jefferson (PTB-RJ), e a do publicitário Marcos Valério. Os manifestantes estenderam uma faixa na qual se lia "Acorda para votar, STF". "Queríamos tirar os ministros desse cochilo, eles já tiveram tempo para dormir", disse o bancário Rodrigo Montezuma, um dos organizadores do protesto que se formou com os dançarinos. (Agências)
Valter Campanato/ABr
Para os integrantes do Caipiraba, os recursos desviados poderiam ser aplicados em cultura e educação. André Dusek/AE
Manifestantes aproveitam julgamento do Mensalão para cobrar Justiça e pedir ao STF para não hesitar.
Advogados do Mensalão voltam ao Supremo Valter Campanato/ABr
Eles retornaram para acompanhar o voto do relator sobre os seus clientes
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Os criminalistas Márcio Thomaz Bastos e Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, na sessão do STF.
início dos votos no processo da Ação Penal 470, o Mensalão, trouxe de volta ao Supremo Tribunal Federal (STF) os principais advogados do caso, que haviam deixado de frequentar o plenário nos últimos dias de sustentações. Os principais criminalistas do País circulavam ontem pelo salão antes do início da sessão, enquanto aguardavam a retomada do julgamento. Entre os advogados que foram conferir pessoalmente estavam Márcio Thomaz Bastos, defensor de José Roberto Salgado; José Luís de Oliveira Lima, que representa o ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu; Antônio Carlos de Almei-
da Castro, o Kakay, que defende Duda Mendonça e Zilmar Fernandes; Arnaldo Malheiros Filho, que defende Delúbio Soares; Antonio Pitombo, que defende os réus Enivaldo Quadrado e Breno Fischberg; e José Carlos Dias, advogado de Kátia Rabello. Nesta fase do processo, uma das primeiras providências dos ministros será definir como será a sequência de votação, questão que pode interferir diretamente no resultado do julgamento, já que é preciso levar em conta a proximidade da aposentadoria do ministro Cezar Peluso, que irá ocorrer compulsoriamente dentro de 15 dias, e a sua participação só é garantida se ele puder
adiantar seu voto. Na ordem normal, ele será o sétimo magistrado a se pronunciar. De acordo com a tradição, é o relator que dá a configuração do julgamento seguindo a estrutura de seu voto. Após a sessão de ontem, jornalistas perguntaram ao relator se a disposição adotada poderia continuar causando polêmica. “Não creio", disse. A partir de ontem, o julgamento não terá mais sessões diárias, como na primeira fase, quando os advogados dos 38 réus apresentaram a defesa na tribuna. Daqui para frente, as sessões serão às segundas, quartas e quintas-feiras. Ainda não há previsão de conclusão do julgamento. (ABr)
p Mensalão: São Paulo engrossa protestos.
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7 Me prometeram mundos e fundos. Diziam que se eu aceitasse confessar, me dariam a liberdade. Elcyd Oliveira Brito, réu no Caso Celso Daniel.
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Divulgação
Assim como em Brasília, grupos fazem manifestação anticorrupção na cidade. Armando C. Serra Negra
em copinhos descartáveis ao final da tarde, formando a expressão "Lula Sabia". "É ilógis grupos anticor- co que diante de um mega esrupção manifesta- quema de corrupção desbararam-se ontem, em tado, como esse, o ex-chefe de São Paulo e Brasí- Governo continue com ares de lia, mostrando que a inquietu- desentendido", justifica ela. de social diante da corrupção "Seja qual for o resultado, só pública está longe de ser in- de ter havido o julgamento foi versamente proporcional. um ganho extraordinário para "Muito pelo contrário, não é a sociedade, que já entrou paporque estamos felizes com a ra a História e não será esqueadoção da Lei da Ficha Limpa cido", diz Maher. Na Esplanajá nas próximas eleições, e o da dos Ministérios, vários grujulgamento do Mensalão na pos se reuniram para dançar reta final, que ficaremos cala- uma folclórica quadrilha, em dos", diz a organizadora Carla alusão ao crime de que muitos Zambelli. dos réus são acusados. Ela representou a Justiça, Mais protestos – Depois de com olhos vendaescapar da manidos e balança na festação de gremão, sob o vão do vistas pela porta Museu de Arte de dos fundos do PaSeja qual for o São Paulo. Houve lácio do Planalto resultado, só de na quarta-feira, a um flashmob (moter havido o bilização relâmpapresidente Dilma go) em que ativisRousseff deverá julgamento foi tas se fantasiaram ser alvo de novos um ganho numa rápida enceextraordinário p r o t e s t o s n e s t a nação, de apenas sexta, quando viapara a sociedade. j a a o m u n i c í p i o três minutos, alguns deles reprealagoano de MareCARLA ZAMBELLI sentando o "povo chal Deodoro. maltrapilho" despejando O Sindicato dos Servidores moedas em um caixote de do Poder Judiciário Federal de "impostos", um "político" de Alagoas (Sindjus-AL), o Sinditerno e gravata com cédulas cato dos Trabalhadores do de dinheiro saindo das meias e Serviço Público Federal no Escueca, o personagem Lullalá, tado de Alagoas (Sintsep-AL), interpretado pelo imitador de professores e estudantes da sua voz Marcos Maher, ajoe- Universidade Federal de Alalhado aos pés da estátua, para goas (Ufal) e outras entidades ser declarado "culpado". preparam uma série de maniA 3ª "Vigília do Mensalão", festações para pressionar a realizada pelo grupo virtual presidente a conceder reajusNas Ruas, acendeu 500 velas tes salariais.
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Para lembrar: manifestantes escrevem com velas "Lula sabia", no vão do Masp, na avenida Paulista, em referência ao Mensalão.
Novo advogado admite: Cachoeira movimenta jogo ilegal.
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ecém contratado para fazer a defesa do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, o advogado Nabor Bulhões afirmou ontem ao portal G1 que seu cliente reconhece estar envolvido com a atividade de jogos. Cachoeira foi preso em fevereiro, durante a Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, apontado como chefe de uma organização que explorava jogos ilegal em Goiás e corrompia agentes públicos para manter o negócio. Nabor Bulhões – que recentemente assumiu a defesa de Cachoeira, depois que o advogado e ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos deixou o caso – até concorda que a atividade de jogos não é legalizada. Mas diz que a contravenção cometida por seu cliente é de "natureza menor". "Ele está muito abatido, profundamente abatido, mas
afirma que não cometeu crimes", contou o advogado. "Ele afirma e reafirma. Diz que estava envolvido com a atividade de jogos. Que, no máximo, isso configuraria contravenção penal, e é verdade. (...) Explorar atividade de jogo não é crime no Brasil. É contravenção penal. É uma infração de natureza menor (...) Não existe no Brasil a figura de organização criminosa". Segundo a Procuradoria Geral da República, a contravenção é uma infração penal classificada como um "crime menor". Por isso, é punida com pena de prisão simples e/ou de multa. Em entrevista ao Fantástico, a mulher de Carlos Cachoeira, Andressa Mendonça, disse desconhecer as supostas contravenções do marido e afirmou que ele "só opera negócios lícitos". Desde que assumiu a defesa do bicheiro, o advogado es-
Caso Celso Daniel: réu diz que foi torturado para confessar
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m dos acusados de participar na morte do prefeito de Santo André (SP) Celso Daniel (PT), o réu Elcyd Oliveira Brito (o John), negou a participação no crime. No julgamento que começou ontem no fórum de Itapecerica da Serra (SP), John também afirmou que foi torturado para confessar a participação no assassinato. Escolhido para coordenar a campanha que levou o ex-presidente Lula ao poder, Celso Daniel foi encontrado morto com oito tiros em Juquitiba (SP) após dois dias de sequestro, em janeiro de 2002. "Fui forçado a várias coisas que não deveria fazer nesse processo", afirmou o réu. "Me
prometeram mundos e fundos. Diziam que se eu aceitasse [a confessar] me dariam a liberdade, se negasse ficaria o resto da vida na cadeia". Ele disse ter sido torturado pela polícia com choques e socos. Anteriormente, em depoimentos na polícia, Ministério Público e Justiça, John confessou ter feito parte do sequestro que acabou na morte de Daniel. Antes de dar seu depoimento, duas testemunhas de defesa falaram que o réu e sua família são "pessoas de bem". Estava marcado para ontem o julgamento do réu Itamar Messias Silva dos Santos, mas seu júri foi remarcado para o dia 22 de novembro.
O advogado de Itamar, Airton Jacob Gonçalves Filho, alegou que não poderia participar do júri porque tem outro julgamento marcado para hoje em São Paulo. Ele também disse que, por motivo pessoal, não poderia fazer a defesa. Os dois acusados podem ser condenados a até 30 anos de prisão. Eles são acusados pelo Ministério Público (MP) de estarem envolvidos no sequestro que acabou com a morte do prefeito. Em maio, Itamar e John deveriam ser julgados com outros três réus, mas tiveram o júri remarcado depois que seus advogados se retiraram. Na oportunidade, eles alegaram que teriam menos tem-
Hélvio Romero/AE
Denúncia: Elcyd Oliveira Brito, o John, diz que sofreu coação e ameaças para que admitisse ter participado do crime.
po de defesa que a acusação. O júri de hoje é presidido pelo juiz Antonio Augusto Galvão de França Hristov e tem como promotor Marcio Augusto Friggi de Carvalho. Os dois participaram o julgamento que ocorreu em maio. Dos sete réus do caso, quatro já foram condenados. Ivan Rodrigues da Silva (Monstro), José Edison da Silva e Rodolfo Rodrigo dos Santos (Bozinho) foram condenados a 24, 20 e 18 anos de prisão, respectivamente. Em 2010, Marcos Bispo dos Santos foi condenado a 18 anos de prisão. Aguarda o julgamento o principal réu, Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, acusado de ser o mandante do crime. A defesa de Sombra nega todas as acusações. Ação cível – As condenações do caso serão usadas pelo Ministério Público no julgamento de outra ação que corre na Justiça, vinculando o crime a um suposto esquema de corrupção do PT. A Justiça aceitou a denúncia da Promotoria que tem como réus o partido e o atual ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência). A acusação é de desvio de R$ 5,3 milhões dos cofres de Santo André para financiar campanhas do PT. A ação de improbidade administrativa corre paralelamente à esfera criminal. (Folhapress)
teve em duas ocasiões com o contraventor na penitenciária da Papuda, em Brasília, onde Cachoeira está preso. Os encontros, ao todo, duraram cerca de três horas. "Não há ser humano que possa não ficar deprimido num ambiente daqueles. Na
minha avaliação, ele envelheceu uns 20 anos". Quanto ao caso, Bulhões disse que há "ilegalidades insanáveis" nas interceptações telefônicas. "Há vícios insuperáveis e a investigação está marcada pela ilegalidade, pela prova ilícita". (Agências)
Antonio Cruz/ABr
Crime não: "Explorar jogo é infração de natureza menor", diz Bulhões.
Jayme Rincón pede ao STF para ficar calado
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ex-tesoureiro da campanha do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), Jayme Rincón, pediu um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir o direito de ficar calado em depoimento, marcado para a próxima quarta-feira (22), na CPI que investiga as relações do bicheiro Carlinhos Cachoeira. A informação é do portal G1. Rincón é o atual presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas (Agetop). Ele já foi convocado outras duas vezes para prestar depoimento aos parlamentares da comissão, mas não compareceu após apresentar atestado médico. No atestado, ele alegou que estava submetido a "situação de estresse". Desta vez, Rincón alega que foi convocado como acusado e não como testemunha. O relator do pedido no Supremo é o ministro Joaquim Barbosa. Jayme Rincón foi citado em ligações telefônicas interceptadas pela Polícia Federal. Segundo as investigações, foram depositados R$ 600 mil pelo grupo de Cachoeira na conta da empresa Rental
Frota, que tem Jayme como um dos sócios, com 33% de participação. A Rental já confirmou o pagamento, mas diz que se refere à venda de 28 veículos usados. Da primeira vez que foi convocado, em 30 de maio, Jayme também alegou problemas de saúde para não comparecer. Recuperação – A construtora Delta, investigada na CPI do Cachoeira, entregou hoje ao Ministério Público do Rio de Janeiro o Plano de Recuperação Judicial elaborado pela consultoria Alvares & Marçal. A Delta informou que não vai se pronunciar até que o plano seja publicado no "Diário Oficial", o que só poderá ocorrer depois do despacho da juiza Maria da Penha Nobre Mauro, responsável pelo caso. De acordo com o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o Ministério Público tem cinco dias para emitir o parecer sobre o plano. Após o parecer, o documento será enviado à juíza, que decidirá se vai homologar ou não a proposta. O plano deve incluir também a demissão de mais 2.000 funcionários da empresa, cuja dívida está na casa dos R$ 400 milhões. (Agências)
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Não se aceita que o servidor, para pressionar o governo, abuse de sua função. Luís Inácio Adams, advogado geral da União.
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Superior Tribunal de Justiça (STJ) acatou ontem o pedido de liminar do governo e considerou ilegal a operação padrão dos servidores da Polícia Federal (PF) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Pouco antes da decisão do STJ, o advogado geral da União, Luís Inácio Adams, classificou a ação dos servidores da PF e da PRF como "sabotagem". Para ele, greve e operação-padrão das categorias levaram a uma situação "inaceitável". Por isso, o governo entrou com a ação no STJ. Na ação, o governo pede ainda a determinação de multa ao sindicato das categorias, no valor de R$ 200 mil por dia de paralisação e a declaração da ilegalidade da greve. Se insistirem no movimento, após a decisão do STJ, os sindicatos poderão ser multados. Segundo Adams, a ação não tem nada a ver com negociação salarial. "Está fora desse espectro. A prática da operação padrão é abusiva. Não é tolerável, aceitável, admissível. Não se aceita que o servidor, para pressionar o governo, abuse de sua função. Isso é desvio de função e desvios de função têm que ser punidos". Ontem, policiais federais de todo o País iniciaram sua Operação Blackout. Segundo eles, a medida desencadeia uma série de operações-padrão em portos, aeroportos e fronteiras de todos os estados do Brasil. A decisão foi tomada na última quarta-feira. A categoria quer reestruturação da carreira segundo os cargos em nível superior, além da contratação de novos servidores. Aproximadamente 350 mil servidores públicos federais de ao menos 36 categorias estão parados em todo o País. Filas – No aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, a operação já começou com atraso – parte dos agentes ficou presa no trânsito. A operação atingiu aeroportos de outras 12 cidades e do Distrito Federal ontem. Em Cumbica, os policiais dizem que geralmente 120 agentes trabalham no aeroporto, mas ontem o efetivo era de cerca de 400. A operaçãopadrão consiste numa vistoriar detalhada da bagagem e dos documentos de quase todos os passageiros – e não por amostragem. Demora mais. Em Pernambuco, os grevis-
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Pedro Ladeira/Frame/AE
Cardozo ameaça punir com medidas disciplinares
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Em Brasília, assim como nos aeroportos de Guarulhos e Recife, população sofreu com a paralisação da polícia.
Justiça declara greve da PF ilegal Apesar disso, aeroportos, portos e rodovias registraram horas de congestionamentos e filas.
A prática da operação padrão é abusiva. Não é tolerável, aceitável, admissível . Desvios de função têm que ser punidos. LUÍS INÁCIO ADAMS tas retomaram a operaçãopadrão nos aeroportos e suspenderam a solicitação e a renovação de passaportes. A Operação Blackout atingiu o Ceará no aeroporto internacional Pinto Martins, em Fortaleza. A paralisação naquele estado foi de 70%. O Aeroporto Internacional
Salgado Filho, de Porto Alegre, e o Aeroporto Internacional Afonso Pena, em Curitiba, também registraram filas e atrasos o dia todo. Polícia Rodoviária – A Operação Blackout também inclui vistorias nas rodovias de divisas entre os estados. A Polícia Rodoviária Federal bloqueou o tráfego na Régis Bittencourt, na altura do km 56, em Campina Grande do Sul, região metropolitana de Curitiba. Segundo a Autopista, concessionária que administra a rodovia, houve 14 km de filas nos dois sentidos. Hospitais prejudicados – A Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios (Abimo) pediu na Justiça
Esses insumos têm pouco tempo de validade, o que não permite número grande de estoque. Eles precisam ser liberados. MARCO AURÉLIO BRAGA mos têm pouco tempo de validade, não permite grande número de estoque. E esses produtos não precisam de inspeção da Anvisa, só precisam de liberação". No caso da liberação dos importados, a ideia é armazená-los nos pátios das empresas, para posterior inspeção sanitária. (Agências)
Russomanno venceria Serra no 2º turno, diz Ibope.
SECRETARIA DA SAÚDE DIVISÃO TÉCNICA DE SUPRIMENTOS - SMS.3 ABERTURA DE LICITAÇÕES Encontram-se abertos no Gabinete, os seguintes pregões: PREGÃO ELETRÔNICO 241/2012-SMS.G, processo 2012-0.077.288-8, destinado ao registro de preço para o fornecimento de MEDICAMENTOS DIVERSOS III, para a Divisão Técnica de Suprimentos - SMS.3/Grupo Técnico de Compras - GTC/Área Técnica de Medicamentos, do tipo menor preço. A abertura/realização da sessão pública de pregão ocorrerá a partir das 11 horas do dia 03 de setembro de 2012, pelo endereço www.comprasnet.gov.br, a cargo da 1ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. PREGÃO ELETRÔNICO 285/2012-SMS.G, processo 2012-0.090.496-2, destinado ao registro de preço para o fornecimento de ANTI-INFECCIOSOS III, para a Divisão Técnica de Suprimentos - SMS.3/Grupo Técnico de Compras - GTC/Área Técnica de Medicamentos, do tipo menor preço. A abertura/realização da sessão pública de pregão ocorrerá a partir das 11 horas do dia 30 de agosto de 2012, pelo endereço www.comprasnet.gov.br, a cargo da 1ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. PREGÃO ELETRÔNICO 286/2012-SMS.G, processo 2012-0.172.500-0, destinado ao registro de preço para o fornecimento de CLOBAZAN 10MG (URBANIL), CLOBAZAN 20MG (URBANIL) E CAPECITABINA 500MG (XELODA), para Atendimento de Determinações do Poder Judiciário, Ministério Público e Conselhos Tutelares - Ações Judiciais, para a Divisão Técnica de Suprimentos - SMS.3/Grupo Técnico de Compras - GTC/Área Técnica de Ação Judicial, do tipo menor preço. A abertura/realização da sessão pública de pregão ocorrerá a partir das 9 horas do dia 5 de setembro de 2012, pelo endereço www.comprasnet.gov.br, a cargo da 4ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. PREGÃO ELETRÔNICO 288/2012-SMS.G, processo 2012-0.152.217-6, destinado ao registro de preço para o fornecimento de RECIPIENTE PARA MATERIAIS PERFURO CORTANTES, para a Divisão Técnica de Suprimentos - SMS.3/ Grupo Técnico de Compras - GTC/Área Técnica de Material Médico Hospitalar, do tipo menor preço. A abertura/realização da sessão pública de pregão ocorrerá a partir das 11 horas do dia 10 de setembro de 2012, pelo endereço www.comprasnet.gov.br, a cargo da 1ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. PREGÃO ELETRÔNICO 298/2012-SMS.G, processo 2012-0.195.540-4, destinado ao registro de preço para o fornecimento de CURATIVO IMPREGNADO, para a Divisão Técnica de Suprimentos - SMS.3/Grupo Técnico de Compras - GTC/Área Técnica de Material Médico Hospitalar, do tipo menor preço. A abertura/realização da sessão pública de pregão ocorrerá a partir das 9 horas do dia 27 de agosto de 2012, pelo endereço www.comprasnet.gov.br, a cargo da 3ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. PREGÃO PRESENCIAL 300/2012-SMS.G, processo 2012-0.149.319-2, destinado à aquisição de Equipamento de Proteção Individual - EPI - Uniformes: Boné, Macacão e Blusão, para a Divisão Técnica de Fiscalização, Comunicações e Informações - DTFCI/Serviço de Atendimento Móvel de urgência - SAMU 192, do tipo menor preço. A sessão pública de pregão ocorrerá a partir das 10 horas do dia 6 de setembro de 2012, a cargo da 6ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. RETIRADA DE EDITAIS Os editais dos pregões acima poderão ser consultados e/ou obtidos nos endereços: http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br; www.comprasnet.gov.br, quando pregão eletrônico; ou, no gabinete da Secretaria Municipal da Saúde, na Rua General Jardim, 36 - 3º andar - Vila Buarque - São Paulo/SP - CEP 01223-010, mediante o recolhimento de taxa referente aos custos de reprografia do edital, através do DAMSP, Documento de Arrecadação do Município de São Paulo. DOCUMENTAÇÃO - PREGÃO ELETRÔNICO Os documentos referentes às propostas comerciais e anexos, das empresas interessadas, deverão ser encaminhados a partir da disponibilização do sistema, www.comprasnet.gov.br, até a data de abertura, conforme especificado no edital. DOCUMENTAÇÃO - PREGÃO PRESENCIAL Os documentos referentes ao credenciamento, os envelopes contendo as propostas comerciais e os documentos de habilitação das empresas interessadas, deverão ser entregues diretamente ao pregoeiro, no momento da abertura da sessão pública de pregão.
a liberação dos produtos retidos no aeroporto de Guarulhos. Os insumos e matériasprimas estão retidos no local, devido à paralisação dos servidores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que deveriam fiscalizar o material. Para tentar reverter os prejuízos, a associação impetrou mandado de segurança na Justiça Federal de Guarulhos ontem. Hoje a Abimo também vai entrar com o mesmo recurso para mais 8 aeroportos nos estados de SP, SC, ES, CE e RS. Segundo o advogado da associação, Marco Aurélio Braga, o mandado de segurança visa liberar os insumos e matérias-primas indevidamente retidos e licença antecipada de importação. "Esses insu-
rritado com a operação-padrão da Polícia Federal em aeroportos e estradas do País, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, anunciou ontem a intenção de punir "abusos e ilegalidades" com medidas disciplinares e, se necessário, judiciais. "Uma coisa é o direito à greve, o livre reivindicar. Outra coisa é o abuso, a ilegalidade. Na medida em que situações de ilegalidade se verificam e abusos ocorrem, tomaremos as medidas cabíveis. Quando o exercício de competências legais é usado para criar obstáculos à população, caracteriza abuso do poder e ilegalidade. Temos que tomar medidas disciplinares e judiciais, se for o caso", disse, em entrevista. Já em particular, rejeita o termo "operação-padrão" para definir o movimento dos policiais e diz que eles ultrapassaram os limites de pressionar o governo. Também considera além do aceitável as reivindicações dos grevistas. O ministro disse que aposentados foram chamados a reforçar a operação-padrão. "Em aeroportos e estradas temos situações que ultrapassam o limite da legalidade, como uma pessoa aposentada que vai a uma unidade exercer poder de polícia que não lhe cabe. É uma ilegalidade afrontosa. Quando utilizo expedientes aparentemente corretos para criar obstáculos à população, quando uso minha competência legal para criar tumultos, é ilegalidade. Posso chamar do que quiser, operação-padrão, o que for. Se estou usando minha competência legal, pela qual sou remunerado, para finalidade diversa, isso é abuso. Como ministro da Justiça eu tenho que garantir o direito de manifestação, o direito de greve, nos termos da lei, mas há situações ilícitas de desvio e abuso do poder inaceitáveis". As negociações continuam, disse ele, coordenadas pelo Ministério do Planejamento, com a colaboração do Ministério da Justiça e outros. (AE)
E o petista Fernando Haddad, que tinha 6% na pesquisa anterior, cresceu 3 pontos e se descolou de adversários.
À
s vésperas do início do horário eleitoral, os candidatos José Serra (PSDB) e Celso Russomanno (PRB) lideram a corrida eleitoral em São Paulo, empatados em 26%. Fernando Haddad (PT) aparece pela primeira vez isolado em 3º lugar, com 9%, segundo pesquisa Ibope/TV Globo/Estado. Serra e Russomanno mantiveram o empate da pesquisa anterior, feita no início deste mês. Os dois tinham 26% e 25%, respectivamente. Mas houve mudanças significativas na pesquisa espontânea: Russomanno subiu 7 pontos porcentuais, de 9% para 16%. E Serra foi de 11% para 15%. Em eventual confronto direto, Russomanno venceria Serra por 42% a 35%. Mas a expectativa dos paulistanos sobre quem será o próximo prefeito vai no caminho inverso: para 46%, Serra é o favorito, enquanto só 21% citam Russomanno como favorito. Haddad, que obtivera 6% na pesquisa estimulada anterior, oscilou 3 pontos para cima e se descolou de seus adversários Gabriel Chalita (PMDB), Soninha Francine (PPS) e Paulinho da Força (PDT). Agora, esses três candidatos aparecem empatados com 5%.
Empate confirmado Veja os números do Ibope para a pesquisa estimulada: Celso Russomanno (PRB) 26% das intenções de voto José Serra (PSDB) 26% Fernando Haddad (PT) 9% Gabriel Chalita (PMDB) 5% Paulinho da Força (PDT) 5% Soninha (PPS) 5% Ana Luiza (PSTU) 1% Carlos Giannazi (PSOL) 1% Eymael (PSDC) não pontuou Levy Fidelix (PRTB) não pontuou Miguel (PPL) não foi citado Anaí Caproni (PCO) não foi citada Em branco ou nulo 12% Alexandre Moreira/AE
Não sabe 10%
Werther Santana/AE
A pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 15 de agosto. Foram entrevistadas 805 pessoas na cidade de São Paulo. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP), sob o número 00311/2012.
A margem de erro máxima da pesquisa é de 3 pontos porcentuais, mas isso só se aplica quando um candidato tem 50% das intenções de voto. A margem é, de fato, proporcional à intenção de voto. No caso de Haddad, é de 2 pontos, e de 1,5 ponto no dos candidatos empatados com 5%. Isso significa que nomes que tiveram 5% das intenções de voto poderiam ter no máximo 6,5%, e
o petista, no mínimo, 7%. Rejeição – Haddad, que começa a ficar mais conhecido entre os eleitores após forte ofensiva de propaganda nas ruas da capital, também cresceu no item rejeição: 14% afirmam que não votariam nele de jeito algum. Eram 9% na pesquisa anterior. Mas o grande líder, no quesito rejeição, ainda é José Serra, o mais conhecido desses can-
didatos. Do total, 37% afirmam que não votariam nele de jeito algum – há 2 semanas, a taxa de rejeição era 34%. Renda e escolaridade – Na divisão do eleitorado por faixas de renda, Serra e Russomanno lideram, com 30% cada, entre os mais pobres, aqueles que ganham até um salário mínimo por mês. Nesse grupo, Haddad tem 13% – é o seu melhor resultado. (Agências)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
9
BRAM - Bradesco Asset Management S.A. Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Empresa da Organização Bradesco CNPJ 62.375.134/0001-44 Sede: Av. Paulista, 1.450 - 6º Andar - Bela Vista - São Paulo - SP
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO No encerramento do 1º semestre de 2012, a BRAM possuía sob gestão R$ 265,859 bilhões distribuídos em 582 Fundos de Investimento e 228 Carteiras Administradas, atendendo um total de 3.154.029 investidores. Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis do semestre findo em 30 de junho de 2012, da BRAM - Bradesco Asset No semestre, a BRAM registrou Lucro Líquido de R$ 11,006 milhões, correspondente a R$ 1.180,64 por lote de mil ações, Patrimônio Líquido de Management S.A. Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários (BRAM), de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições R$ 243,224 milhões, proporcionando rentabilidade anualizada de 9,25%. autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Agradecemos aos nossos clientes o apoio e confiança e aos nossos funcionários e colaboradores a dedicação ao trabalho. Senhores Acionistas,
São Paulo, SP, 13 de agosto de 2012. Diretoria
A BRAM, empresa controlada pelo Banco Bradesco BBI S.A., é especializada na gestão de recursos de terceiros de diversos segmentos do mercado, como Varejo, Bradesco Prime, Bradesco Private, Bradesco Empresas, Corporate e Investidores Institucionais, além dos Internacionais.
BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil ATIVO
2012
CIRCULANTE ............................................................................................................................................... DISPONIBILIDADES (Nota 4) ....................................................................................................................... TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 5) ......... Carteira Própria ............................................................................................................................................. OUTROS CRÉDITOS (Nota 6)...................................................................................................................... Rendas a Receber......................................................................................................................................... Diversos......................................................................................................................................................... OUTROS VALORES E BENS........................................................................................................................ Despesas Antecipadas.................................................................................................................................. REALIZÁVEL A LONGO PRAZO................................................................................................................. OUTROS CRÉDITOS (Nota 6)...................................................................................................................... Diversos......................................................................................................................................................... PERMANENTE ............................................................................................................................................. INVESTIMENTOS (Nota 7) ........................................................................................................................... Participações em Coligadas e Controladas: - No País........................................................................................................................................................ Outros Investimentos..................................................................................................................................... Provisões para Perdas .................................................................................................................................. IMOBILIZADO DE USO (Nota 8)................................................................................................................... Outras Imobilizações de Uso......................................................................................................................... Depreciações Acumuladas............................................................................................................................ DIFERIDO (Nota 9) ....................................................................................................................................... Gastos de Organização e Expansão............................................................................................................. Amortização Acumulada ............................................................................................................................... INTANGÍVEL (Nota 10).................................................................................................................................. Ativos Intangíveis........................................................................................................................................... Amortização Acumulada ............................................................................................................................... TOTAL ...........................................................................................................................................................
2011
257.524 7 247.430 247.430 10.063 7.558 2.505 24 24 3.142 3.142 3.142 4.404 501
232.559 53 222.069 222.069 10.437 7.762 2.675 3.144 3.144 3.144 6.037 2.014
379 334 (212) 2.418 6.271 (3.853) 16 263 (247) 1.469 2.544 (1.075) 265.070
1.485 741 (212) 2.156 5.482 (3.326) 65 263 (198) 1.802 2.378 (576) 241.740
PASSIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Sociais e Estatutárias (Nota 13d) .................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 12a)............................................................................................................. Diversas (Nota 12b).......................................................................................................................................
2012 15.543 15.543 322 7.553 7.668
2011 19.686 19.686 332 9.267 10.087
EXIGÍVEL A LONGO PRAZO....................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 12a)............................................................................................................. Diversas (Nota 12b).......................................................................................................................................
6.303 6.303 3.826 2.477
3.405 3.405 3.219 186
PATRIMÔNIO LÍQUIDO ................................................................................................................................ Capital: - De Domiciliados no País (Nota 13a) ........................................................................................................... Reservas de Lucros (Nota 13c).....................................................................................................................
243.224
218.649
117.000 126.224
105.000 113.649
TOTAL ...........................................................................................................................................................
265.070
241.740
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil 2012 RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ........................................................................................ Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários (Nota 5b) ........................................................ RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA....................................................................... OUTRAS RECEITAS/(DESPESAS) OPERACIONAIS................................................................................. Receitas de Prestação de Serviços (Notas 14 e 21)..................................................................................... Despesas de Pessoal (Nota 15) .................................................................................................................... Outras Despesas Administrativas (Nota 16).................................................................................................. Despesas Tributárias (Nota 17) ..................................................................................................................... Resultado de Participações em Coligadas e Controladas (Nota 7a) ............................................................ Outras Receitas Operacionais (Nota 18)....................................................................................................... Outras Despesas Operacionais (Nota 18)..................................................................................................... RESULTADO OPERACIONAL ..................................................................................................................... RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO ...................................................................... IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (Nota 20a e b) ........................................................... LUCRO LÍQUIDO..........................................................................................................................................
11.692 11.692 11.692 7.612 43.589 (24.658) (6.924) (3.256) (746) 187 (580) 19.304 19.304 (8.298) 11.006
Número de ações (Nota 13a) ........................................................................................................................ Lucro por lote de mil ações em R$................................................................................................................
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Em Reais mil 2011
9.322.059 1.180,64
11.985 11.985 11.985 6.548 41.011 (25.140) (6.069) (3.102) (691) 964 (425) 18.533 18.533 (9.340) 9.193 9.322.059 986,16
Capital Social
Eventos
Reservas de Lucros Legal Estatutárias
Lucros Acumulados
105.378
-
97.500
6.666
Aumento de Capital com Reservas ..................................................
7.500
-
Lucro Líquido....................................................................................
-
-
-
Destinações: - Reservas...................................................................
-
459
8.646
(9.105)
- Dividendos Propostos...............................................
-
-
-
(88)
Saldos em 30.6.2011.......................................................................
105.000
7.125
106.524
-
218.649
Saldos em 31.12.2011.....................................................................
105.000
7.816
119.506
-
232.322
Aumento de Capital com Reservas ..................................................
12.000
-
(12.000)
-
-
Lucro Líquido....................................................................................
-
-
-
11.006
11.006
Destinações: - Reservas...................................................................
-
550
10.352
(10.902)
- Dividendos Propostos...............................................
-
-
-
(104)
Saldos em 30.6.2012.......................................................................
117.000
8.366
117.858
(7.500)
-
9.193
9.193
-
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil
2012
2011
Lucro Líquido antes do Imposto de Renda e Contribuição Social .......................................................
19.304
18.533
Ajustes ao Lucro Líquido antes dos Impostos.......................................................................................
1.557
1.374
Despesas com Provisões Cíveis e Fiscais ................................................................................................
272
153
Depreciações e Amortizações ...................................................................................................................
539
530
Resultado de Participações em Coligadas e Controladas.........................................................................
746
691
Lucro Líquido ajustado antes do Imposto de Renda e Contribuição Social .......................................
20.861
19.907
(Aumento)/Redução em Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos ................
(1.715)
(7.628)
(Aumento)/Redução em Outros Créditos...................................................................................................
(318)
(Aumento)/Redução em Relações Interfinanceiras e Interdependências..................................................
-
Aumento/(Redução) em Outras Obrigações..............................................................................................
(3.511)
Imposto de Renda e Contribuição Social Pagos........................................................................................
(14.953)
Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) das Atividades Operacionais .....................................................
364
1.492 299 790 (14.290) 570
Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos: Alienação de Imobilizado de Uso ................................................................................................................
8
-
Aplicações no Imobilizado de Uso...............................................................................................................
(328)
(524)
Aplicações no Diferido/Intangível.................................................................................................................
(67)
(50)
Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio Recebido ................................................................................
-
44
Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) nas Atividades de Investimentos...............................................
(387)
(530)
Aumento/(Redução) de Caixa e Equivalentes de Caixa...........................................................................
(23)
40
Caixa e Equivalentes de Caixa - Início do Período .......................................................................................
30
13
Caixa e Equivalentes de Caixa - Fim do Período ..........................................................................................
7
53
Aumento/(Redução) Líquido, de Caixa e Equivalentes de Caixa ............................................................
(23)
40
Descrição 1 - RECEITAS .................................................................................. 1.1) Intermediação Financeira.................................................. 1.2) Prestação de Serviços....................................................... 1.3) Outras ................................................................................. 2 - INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS ................................ Materiais, Energia e Outros ........................................................ Serviços de Terceiros.................................................................. Comunicações ............................................................................ Serviços Técnicos Especializados .............................................. Propaganda, Promoções e Publicidade...................................... Transporte ................................................................................... Processamento de Dados........................................................... Manutenção e Conservação de Bens ......................................... Viagens ....................................................................................... Outras ......................................................................................... 3 - VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2) .......................................... 4 - DEPRECIAÇÕES E AMORTIZAÇÕES ...................................... 5 - VALOR ADICIONADO LÍQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE (3-4) ......................................................................... 6 - VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA ...... Resultado de Participações em Coligadas e Controladas .......... 7 - VALOR ADICIONADO A DISTRIBUIR ....................................... 8 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO............................... 8.1) Pessoal ............................................................................... Proventos ............................................................................. Benefícios ............................................................................ FGTS ................................................................................... Outros Encargos .................................................................. 8.2) Impostos, Taxas e Contribuições ..................................... Federal ................................................................................. Municipal.............................................................................. 8.3) Remuneração de Capitais de Terceiros ........................... Aluguéis ............................................................................... 8.4) Remuneração de Capitais Próprios ................................. Dividendos ........................................................................... Lucros Retidos .....................................................................
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
2012 54.888 11.692 43.589 (393) (5.782) (185) (332) (1.744) (677) (552) (232) (1.029) (221) (476) (334) 49.106 (539)
%
48.567 (746) (746) 47.821 47.821 22.018 10.230 3.746 752 7.290 14.194 13.431 763 603 603 11.006 104 10.902
209.544
-
DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais:
Totais
Saldos em 31.12.2010.....................................................................
114,8 24,4 91,2 (0,8) (12,1) (0,4) (0,7) (3,6) (1,4) (1,2) (0,5) (2,1) (0,5) (1,0) (0,7) 102,7 (1,1)
2011 53.535 11.985 41.011 539 (5.071) (139) (800) (843) (684) (693) (185) (820) (118) (488) (301) 48.464 (530)
101,6 (1,6) (1,6) 100,0 100,0 46,0 21,4 7,8 1,6 15,2 29,7 28,1 1,6 1,3 1,3 23,0 0,2 22,8
47.934 (691) (691) 47.243 47.243 22.497 10.661 4.014 764 7.058 15.085 14.214 871 468 468 9.193 88 9.105
(88)
(104) 243.224
% 113,3 25,4 86,8 1,1 (10,7) (0,3) (1,7) (1,8) (1,4) (1,5) (0,4) (1,7) (0,2) (1,0) (0,7) 102,6 (1,1) 101,5 (1,5) (1,5) 100,0 100,0 47,6 22,6 8,5 1,6 14,9 31,9 30,1 1,8 1,0 1,0 19,5 0,2 19,3
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1) CONTEXTO OPERACIONAL A BRAM - Bradesco Asset Management S.A. Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários (BRAM) tem como objetivo praticar operações e atividades atinentes às disposições legais e regulamentares aplicáveis às sociedades da espécie, inclusive a administração de carteira de valores mobiliários por intermédio de carteiras de fundos, clubes de investimentos e outros assemelhados, além da execução de outros serviços ou atividades correlacionados à administração de recursos, podendo, para tal fim, celebrar convênios, bem como comprar e vender participações societárias e participar como sócia ou acionista de outras Sociedades. É parte integrante da Organização Bradesco, sendo suas operações conduzidas de forma integrada a um conjunto de empresas, que atuam nos mercados financeiros e de capitais, utilizando-se de seus recursos administrativos e tecnológicos, e suas Demonstrações Contábeis devem ser entendidas neste contexto. 2) APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As Demonstrações Contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas das Leis nos 4.595/64 (Lei do Sistema Financeiro Nacional) e 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações) com alterações introduzidas pelas Leis nos 11.638/07 e 11.941/09, para a contabilização das operações, associadas às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do Banco Central do Brasil (BACEN). Incluem, estimativas e premissas, tais como: estimativas do valor justo de determinados instrumentos financeiros; provisões cíveis, fiscais e trabalhistas; perdas por redução ao valor recuperável (impairment) de títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de títulos disponíveis para venda, mantidos até o vencimento; e ativos não financeiros e outras provisões. Os resultados efetivos podem ser diferentes daqueles estabelecidos por essas estimativas e premissas. As Demonstrações Contábeis foram aprovadas pela Administração em 13 de agosto de 2012. 3) PRINCIPAIS DIRETRIZES CONTÁBEIS a) Moeda funcional e de apresentação As Demonstrações Contábeis estão apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Instituição. b) Apuração do resultado O resultado é apurado de acordo com o regime de competência, que estabelece que as receitas e despesas devem ser incluídas na apuração dos resultados dos períodos em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. As operações com taxas prefixadas são registradas pelo valor de resgate, e as receitas e despesas correspondentes ao período futuro são apresentadas em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. As receitas e despesas de natureza financeira são contabilizadas pelo critério “pro rata” dia e calculadas com base no método exponencial, exceto aquelas relativas a títulos descontados ou relacionadas a operações no exterior, que são calculadas com base no método linear. As operações com taxas pós-fixadas ou indexadas a moedas estrangeiras são atualizadas até a data do balanço. c) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades em moeda nacional, aplicações no mercado aberto e aplicações em depósitos interfinanceiros, cujo vencimento das operações, na data da efetiva aplicação, seja igual ou inferior a 90 dias e apresentem risco insignificante de mudança a valor justo, que são utilizados pela Instituição para gerenciamento de seus compromissos de curto prazo. d) Títulos e valores mobiliários - Classificação • Títulos para negociação - adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; • Títulos disponíveis para venda - são aqueles que não se enquadram como para negociação nem como mantidos até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários, os quais só serão reconhecidos no resultado quando da efetiva realização; e • Títulos mantidos até o vencimento - adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de negociação e disponível para venda, bem como os instrumentos financeiros derivativos, são demonstrados no balanço patrimonial pelo seu valor justo estimado. O valor justo geralmente baseia-se em cotações de preços de mercado ou cotações de preços de mercado para ativos ou passivos com características semelhantes. Se esses preços de mercado não estiverem disponíveis, os valores justos são baseados em cotações de operadores de mercado, modelos de precificação, fluxo de caixa descontado ou técnicas similares, para as quais a determinação do valor justo possa exigir julgamento ou estimativa significativa por parte da Administração. e) Imposto de renda e contribuição social (ativo e passivo) Os créditos tributários de imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido, calculados sobre adições temporárias, são registrados na rubrica “Outros Créditos - Diversos”. Os créditos tributários sobre as adições temporárias serão realizados quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram constituídos. Tais créditos tributários são reconhecidos contabilmente baseados nas expectativas atuais de realização, considerando os estudos técnicos e análises realizadas pela Administração. A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota-base de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10%. A contribuição social sobre o lucro é calculada considerando a alíquota de 15% para empresas do segmento financeiro. Foram constituídas provisões para os demais impostos e contribuições sociais, de acordo com as respectivas legislações vigentes. De acordo com a Lei nº 11.941/09, as modificações no critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido do período, introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e pelos artigos 37 e 38 da Lei nº 11.941/09, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real da pessoa jurídica optante pelo Regime Tributário de Transição - RTT, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007. Para fins contábeis, os efeitos tributários da adoção da Lei nº 11.638/07 estão registrados nos ativos e passivos diferidos correspondentes. f) Investimentos Os investimentos em empresas controladas e coligadas com influência significativa ou participação de 20% ou mais no capital votante, são avaliados pelo método de equivalência patrimonial. Os incentivos fiscais e outros investimentos são avaliados pelo custo de aquisição, deduzidos de provisão para perdas/redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. g) Imobilizado Corresponde aos direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à manutenção das atividades ou exercidos com essa finalidade, inclusive os decorrentes de operações que transfiram os riscos, benefícios e controles dos bens para a entidade. É demonstrado ao custo de aquisição, líquido das respectivas depreciações acumuladas, calculadas pelo método linear de acordo com a vida útileconômica estimada dos bens, sendo: móveis e utensílios e máquinas e equipamentos, sistemas de comunicação e segurança - 10% ao ano, sistemas de processamento de dados 20% ao ano e redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. h) Intangível Corresponde aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da entidade ou exercidos com essa finalidade. Compostos por softwares, que estão registrados ao custo, deduzidos da amortização pelo método linear durante a vida útil-estimada (20% ao ano), a partir da data da sua disponibilidade para uso e ajustados por redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. Gastos com o desenvolvimento interno de softwares são reconhecidos como ativo quando é possível demonstrar a intenção e a capacidade de concluir tal desenvolvimento, bem como mensurar com segurança os custos diretamente atribuíveis ao mesmo, que serão amortizados durante sua vida útil estimada, considerando os benefícios econômicos futuros gerados.
i) Redução ao valor recuperável de ativos (Impairment) Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias títulos disponíveis para venda e mantidos até o vencimento e ativos não financeiros, exceto outros valores e bens e créditos tributários, são revistos no mínimo anualmente, para determinar se há alguma indicação de perda por redução ao valor recuperável (impairment), e caso seja detectada uma perda, esta é reconhecida no resultado do período quando o valor contábil do ativo exceder o seu valor recuperável apurado pelo: (i) potencial valor de venda, ou valor de realização deduzido das respectivas despesas ou (ii) valor em uso calculado pela unidade geradora de caixa, dos dois o maior. Uma unidade geradora de caixa é o menor grupo identificável de ativos que gera fluxos de caixa substancialmente independentes de outros ativos e grupos. j) Provisões, ativos e passivos contingentes e obrigações legais - fiscais e previdenciárias O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, das contingências ativas e passivas e também das obrigações legais são efetuados de acordo com os critérios definidos pelo CPC 25, o qual foi aprovado pela Resolução nº 3.823/09 do CMN, sendo: • Ativos Contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não caibam mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo e pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro passivo exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, são divulgados nas notas explicativas (Nota 11a); • Provisões: são constituídas levando em conta a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança; • Passivos Contingentes: de acordo com o CPC 25, o termo “contingente” é utilizado para passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência somente será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. Os passivos contingentes não satisfazem os critérios de reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo apenas ser divulgados em notas explicativas, quando relevantes. As obrigações classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas (Nota 11b e c); e • Obrigações Legais - Provisão para Riscos Fiscais: decorrem de processos judiciais, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas Demonstrações Contábeis (Nota 11b). k) Outros ativos e passivos Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos (em base “pro rata” dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos demonstrados incluem os valores conhecidos e mensuráveis acrescidos dos encargos e das variações monetária incorridos (em base “pro rata” dia). l) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das Demonstrações Contábeis e a data de autorização para sua emissão. São compostos por: • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das Demonstrações Contábeis; e • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das Demonstrações Contábeis. Não houve qualquer evento subsequente para essas Demonstrações Contábeis encerradas em 30 de junho de 2012. 4) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA Em 30 de junho - R$ mil 2011 53 53
2012 Disponibilidades em moeda nacional ...................................................................................................... Total de disponibilidades (caixa) .........................................................................................................
7 7
5) TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS a) Classificação por categorias e prazos
Títulos (1) Títulos para negociação (3) Letras financeiras do tesouro ........... Letras do tesouro nacional ............... Notas do tesouro nacional................ Certificados de depósito bancário .... Debêntures ....................................... Fundos de investimento.................... Letras financeiras ............................. Notas Promissórias .......................... Total em 2012 .................................. Total em 2011 ..................................
1 a 30 dias 34.714 28.015 111 62.840 80.648
31 a 180 dias
181 a 360 dias
14.734 5.703 1.557 3.420 25.414 6.620
27.528 1.978 10 29.516 10.274
2012 Valor de Valor de Acima de mercado/ custo 360 dias contábil (2) atualizado 110.093 5.804 11.592 1.667 504 129.660 124.527
152.355 40.518 28.015 19.273 3.234 615 3.420 247.430
152.355 40.518 28.015 19.273 3.234 615 3.420 247.430
Em 30 de junho - R$ mil 2011 Marcação Valor de Marcação a mercado/ a mercado contábil (2) mercado -
120.348 3.025 78.721 1.872 4.112 101 13.890 -
-
222.069
-
(1) As aplicações em cotas de fundos de investimento foram distribuídas de acordo com os papéis que compõem suas carteiras, preservando a classificação da categoria dos fundos. No encerramento do período, os investimentos em fundos exclusivos administrados pelo Conglomerado Bradesco somavam R$ 247.319 mil (2011 - R$ 221.968 mil). Na distribuição dos prazos, foram considerados os vencimentos dos papéis, independentemente de sua classificação contábil; (2) Valor de mercado dos títulos e valores mobiliários é apurado de acordo com a cotação de preço de mercado disponível na data do balanço. Se não houver cotação de preços de mercado disponível, os valores são estimados com base em cotações de distribuidores, modelos de precificações, modelos de cotações ou cotações de preços para instrumentos com características semelhantes. No caso das aplicações em fundos de investimento, o custo atualizado reflete o valor de mercado das respectivas cotas; e (3) Para fins de apresentação do Balanço Patrimonial os títulos classificados como “para negociação” estão demonstrados no ativo circulante. b) Resultado de títulos e valores mobiliários Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 Aplicações em fundos de investimento ................................................................................................... 11.692 11.985 Total ........................................................................................................................................................ 11.692 11.985 c) A BRAM não possuía operações com instrumentos financeiros derivativos em 30 de junho de 2012 e de 2011. continua...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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sexta-feira, 17 de agosto de 2012
...continuação
BRAM - Bradesco Asset Management S.A. Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Empresa da Organização Bradesco CNPJ 62.375.134/0001-44 Sede: Av. Paulista, 1.450 - 6º Andar - Bela Vista - São Paulo - SP
NOTAS EXPLICATIVAS DA RELATÓRIO ADMINISTRAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 6) OUTROS CRÉDITOS a) Rendas a receber
16) OUTRAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS
1 7.557 2.267 5.290 7.558
Em 30 de junho - R$ mil 2011 58 7.704 2.681 5.023 7.762
4.031 753 801 8 54 5.647
Em 30 de junho - R$ mil 2011 4.522 488 604 156 49 5.819
2012 Dividendos a receber............................................................................................................................... Serviços prestados a receber.................................................................................................................. • Tarifa de serviços .................................................................................................................................. • Taxa de administração de fundos de investimentos .............................................................................. Total ........................................................................................................................................................ b) Diversos 2012 Créditos tributários (Nota 20c)................................................................................................................. Depósitos em garantia de recursos fiscais.............................................................................................. Adiantamentos e antecipações salariais ................................................................................................. Impostos e contribuições a compensar ................................................................................................... Outros...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
Comunicação........................................................................................................................................... Processamento de dados........................................................................................................................ Propaganda e publicidade....................................................................................................................... Serviços técnicos especializados............................................................................................................ Aluguéis................................................................................................................................................... Depreciações e amortizações ................................................................................................................. Viagens.................................................................................................................................................... Serviços de terceiros............................................................................................................................... Transportes.............................................................................................................................................. Manutenção e conservação de bens....................................................................................................... Despesas de material.............................................................................................................................. Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ 17) DESPESAS TRIBUTÁRIAS
7) INVESTIMENTOS a) Os ajustes decorrentes da avaliação pelo método de equivalência patrimonial dos investimentos, registrados em contas de resultado, sob a rubrica de “Resultado de participações em coligadas e controladas” Em 30 de junho - R$ mil Quantidade Patrimônio de ações Participação Ajuste decorrente Capital líquido Prejuízo possuídas no capital Valor contábil de avaliação (1) Empresa social ajustado ajustado (em milhares) social (%) 2012 2011 2012 2011 2BCapital S.A. .............................. 6.167 759 1.492 20.891 50,0 379 1.485 (746) (691) Total ............................................. 379 1.485 (746) (691)
Contribuição à COFINS........................................................................................................................... Impostos sobre serviços - ISS................................................................................................................. Contribuição ao PIS................................................................................................................................. Impostos e taxas ..................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
(1) Ajuste decorrente de avaliação considera os resultados apurados, periodicamente, pelas companhias e inclui variações patrimoniais das investidas não decorrentes de resultado, quando aplicáveis. b) Composição de Outros Investimentos Em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 Ações e cotas (1)..................................................................................................................................... 407 Investimentos por incentivos fiscais ........................................................................................................ 218 218 Certificados de investimentos.................................................................................................................. 100 100 Outros investimentos ............................................................................................................................... 16 16 Subtotal .................................................................................................................................................. 334 741 Provisão para perdas em investimentos por incentivos fiscais ....................................................... (212) (212) Total ........................................................................................................................................................ 122 529
Dividendos recebidos/Juros sobre o Capital Próprio............................................................................... Reversão de outras provisões operacionais............................................................................................ Recuperação de encargos e despesas ................................................................................................... Atualizações monetárias e variações cambiais....................................................................................... Provisão para indenizações cíveis .......................................................................................................... Ressarcimento a clientes ........................................................................................................................ Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
(1) Em novembro de 2011, foram alienadas as ações da CETIP S.A. 8) IMOBILIZADO DE USO Demonstrado ao custo de aquisição. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas anuais que contemplam a vida útil-econômica dos bens. Em 30 de junho - R$ mil Valor residual Taxa Custo Depreciação 2012 2011 Imóveis de uso: - Imobilizações em curso.................................................................. 99 - Móveis e equipamentos de uso...................................................... 10% 2.457 (941) 1.516 833 - Sistema de segurança e comunicação .......................................... 10% 949 (491) 458 520 - Sistema de processamento de dados ............................................ 20% 2.865 (2.421) 444 704 Total em 2012 .................................................................................. 6.271 (3.853) 2.418 Total em 2011 .................................................................................. 5.482 (3.326) 2.156 9) DIFERIDO Os valores registrados no diferido referem-se a gastos com desenvolvimento de logística em implantação, e seu valor residual corresponde a R$ 16 mil (2011 - R$ 65 mil), tendo como valor amortizado acumulado R$ 247 mil (2011 - R$ 198 mil). Os valores registrados até 8 de dezembro de 2008 foram mantidos neste grupo até a sua amortização, de acordo com a Carta-Circular BACEN nº 3.357/08, e a partir dessa data passou a ser registrado no ativo intangível. 10) INTANGÍVEL Os gastos com desenvolvimento de sistemas e softwares, com valor residual correspondente a R$ 1.469 mil (2011 - R$ 1.802 mil), tendo amortização acumulada R$ 1.075 mil (2011 - R$ 576 mil).
12) OUTRAS OBRIGAÇÕES a) Fiscais e previdenciárias 2012 Impostos e contribuições sobre lucros a pagar ....................................................................................... Provisão para riscos fiscais (Nota 11b) ................................................................................................... Impostos e contribuições a recolher........................................................................................................ Provisão para impostos e contribuições diferidos (Nota 20c).................................................................. Total ........................................................................................................................................................ b) Diversas
5.035 4.745 1.447 152 11.379
Em 30 de junho - R$ mil 2011 6.479 4.486 1.376 145 12.486 Em 30 de junho - R$ mil 2011 10.027 186 60 10.273
Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 2.086 1.905 763 871 344 311 63 15 3.256 3.102
18) OUTRAS RECEITAS (DESPESAS) OPERACIONAIS Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 2 83 27 871 137 1 (287) (305) (128) (45) (25) (10) (119) (56) (393) 539
19) TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS a) As transações com controlador e empresas coligadas estão assim representadas: 2012 Ativos (passivos)
2011 Ativos (passivos)
Em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 Receitas Receitas (despesas) (despesas)
Disponibilidades: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 7 53 Dividendos: Banco Bradesco BBI S.A. ................................................................ (322) (332) Aluguel: Alvorada Cartões, Crédito, Financiamento e Investimento S.A. ...... (259) (188) Serviços prestados: Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários ................ (5) (4) b) Remuneração do pessoal-chave da Administração Anualmente na Assembleia Geral Ordinária é fixado: • O montante global anual da remuneração dos Administradores, que é definido em reunião do Conselho de Administração da Organização Bradesco, aos membros do próprio Conselho e da Diretoria, conforme determina o Estatuto Social; e • A verba destinada a custear Planos de Previdência Complementar aberta dos Administradores, dentro do Plano de Previdência destinado aos Funcionários e Administradores da Instituição. Para 2012, foi determinado o valor máximo de R$ 5.500 mil (2011 - R$ 7.500 mil) para remuneração dos Administradores (proventos e bônus) e de R$ 4.600 mil (2011 - R$ 7.500 mil) para custear planos de previdência complementar de contribuição definida. Benefícios de Curto Prazo a Administradores Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 Proventos................................................................................................................................................. 1.251 2.280 Bônus ...................................................................................................................................................... 738 356 Contribuição ao INSS .............................................................................................................................. 447 593 Total ........................................................................................................................................................ 2.436 3.229 Benefícios pós-emprego Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 Planos de previdência complementar de contribuição definida............................................................... 1.737 1.994 Total ........................................................................................................................................................ 1.737 1.994 A Instituição não possui benefícios de longo prazo, de rescisão de contrato de trabalho ou remuneração baseada em ações para seu pessoal-chave da Administração. Outras informações Conforme legislação em vigor, as instituições financeiras não podem conceder empréstimos ou adiantamentos para: a) Diretores e membros dos Conselhos consultivos ou administrativo, fiscais e semelhantes, bem como aos respectivos cônjuges e parentes até o 2 º grau; b) Pessoas físicas ou jurídicas que participem de seu capital, com mais de 10%; e c) Pessoas jurídicas de cujo capital participem, com mais de 10%, a própria instituição financeira, quaisquer diretores ou administradores da própria instituição, bem como seus cônjuges e respectivos parentes até o 2º grau. Dessa forma, não são efetuados pelas instituições financeiras empréstimos ou adiantamentos a qualquer subsidiária, membros do Conselho de Administração ou da Diretoria Executiva e seus familiares.
11) PROVISÕES, ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS - FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS a) Ativos Contingentes Não são reconhecidos contabilmente ativos contingentes. b) Provisões classificadas como perdas prováveis e Obrigações Legais - Fiscais e Previdenciárias A Instituição é parte em processos judiciais, de natureza cível e fiscal, decorrentes do curso normal de suas atividades. As Provisões foram constituídas levando em conta: a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável. A Administração da Instituição entende que a provisão constituída é suficiente para atender as perdas decorrentes dos respectivos processos. O passivo relacionado à obrigação legal em discussão judicial é mantido até o ganho definitivo da ação, representado por decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não cabem mais recursos, ou a sua prescrição. I - Processos cíveis São pleitos de indenização por dano moral e patrimonial. Essas ações são controladas individualmente e provisionadas sempre que a perda for avaliada como provável, considerando a opinião de assessores jurídicos, natureza das ações, similaridade com processos anteriores, complexidade e posicionamento de Tribunais. Não existem em curso processos administrativos significativos por descumprimento de normas do Sistema Financeiro Nacional ou de pagamento de multas que possam causar impactos representativos no resultado financeiro da Instituição. II - Obrigações Legais - Provisão para riscos fiscais A Instituição vem discutindo judicialmente a legalidade e constitucionalidade de alguns tributos e contribuições, os quais estão totalmente provisionados não obstante as boas chances de êxito a médio e longo prazo, de acordo com a opinião dos assessores jurídicos. III - Movimentação das Provisões Em 30 de junho - R$ mil Fiscais e Cíveis Previdenciárias (1) Saldos no início do 1º semestre de 2012 ............................................................................................ 115 4.601 Atualização monetária............................................................................................................................. 97 20) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL Constituições líquidas de reversões ........................................................................................................ 128 47 a) Demonstração do cálculo dos encargos com imposto de renda e contribuição social Saldos no final do 1º semestre de 2012 (Nota 12).............................................................................. 243 4.745 Saldos no final do 1º semestre de 2011 (Nota 12).............................................................................. 186 4.486 (1) Compreende, substancialmente, obrigações legais. c) Passivos Contingentes classificados como perdas possíveis A Instituição mantém um sistema de acompanhamento para todos os processos administrativos e judiciais em que a Instituição figura como “autora” ou “ré” e amparada na opinião dos assessores jurídicos, classifica as ações de acordo com a expectativa de insucesso. Periodicamente são realizadas análises sobre as tendências jurisprudenciais e efetivadas, se necessário, a reclassificação dos riscos desses processos. Neste contexto, os processos contingentes avaliados como de risco de perda possível não são reconhecidos contabilmente. d) Em 30 de junho de 2012 e de 2011 não há processos contingentes avaliados como de perda possível de natureza relevante.
Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 1.744 843 1.029 820 552 693 677 684 603 468 539 530 476 488 332 800 232 185 221 118 185 139 334 301 6.924 6.069
Resultado antes do imposto de renda e contribuição social............................................................ Encargo total do imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 15%, respectivamente Participações em coligadas e controladas .............................................................................................. Efeito das adições e exclusões no cálculo dos tributos: Despesas indedutíveis líquidas de receitas não tributáveis .................................................................... Outras...................................................................................................................................................... Imposto de renda e contribuição social do semestre........................................................................ b) Composição da conta de resultado de imposto de renda e contribuição social
Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 19.304 18.533 (7.722) (7.413) (298) (276) (104) (174) (8.298)
(1.502) (149) (9.340)
Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 Impostos correntes Imposto de renda e contribuição social devidos...................................................................................... Impostos diferidos Constituição/(realização) no semestre, sobre adições temporárias........................................................ Imposto de renda e contribuição social do semestre........................................................................ c) Origem dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social
(7.570)
(9.231)
(728) (8.298)
(109) (9.340)
R$ mil Saldo em Saldo em 31.12.2011 Constituição Realização 30.6.2012 Provisões cíveis................................................................................ 46 51 97 Provisões fiscais............................................................................... 1.097 58 1.155 Provisão para desvalorização de títulos e investimentos ................. 89 89 13) PATRIMÔNIO LÍQUIDO Provisão para participação nos lucros/gratificações ........................ 3.392 2.576 3.392 2.576 a) Capital social Outros............................................................................................... 135 114 135 114 O capital social, no montante de R$ 117.000 mil (2011 - R$ 105.000 mil) totalmente subscrito e integralizado, é composto por 9.322.059 ações ordinárias, Total dos créditos tributários (Nota 6b)........................................ 4.759 2.799 3.527 4.031 nominativas escriturais, sem valor nominal. Obrigações fiscais diferidas (Nota 12a)............................................ 149 3 152 b) Movimentação do capital social Crédito tributário líquido das obrigações fiscais diferidas........ 4.610 2.796 3.527 3.879 Quantidade d) Previsão de realização dos créditos tributários sobre diferenças temporárias, prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social de ações R$ mil Em 30 de junho de 2012 - R$ mil Saldo inicial em 1.1.2012 ...................................................................................................................... 9.322.059 105.000 Diferenças temporárias Aumento de capital com reservas (1) .................................................................................................. 12.000 Imposto de renda Contribuição social Total Saldo final em 30.6.2012 ....................................................................................................................... 9.322.059 117.000 314 189 503 (1) Em 20 de abril de 2012, o Bacen homologou a AGO/E de 16 de março de 2012 que deliberou o aumento do capital social, mediante a utilização de 2012........................................................................................................... 2013........................................................................................................... 816 489 1.305 Reservas de Lucros - Estatutária no montante de R$ 12.000 mil, sem emissão de ações. 2014........................................................................................................... 593 356 949 c) Reservas de Lucros 2015........................................................................................................... 657 394 1.051 Em 30 de junho - R$ mil 2016........................................................................................................... 140 83 223 2012 2011 Total .......................................................................................................... 2.520 1.511 4.031 Reservas de Lucros .............................................................................................................................. 126.224 113.649 - Reserva Legal (1).................................................................................................................................. 8.366 7.125 A projeção de realização de crédito tributário trata-se de estimativa e não é diretamente relacionada à expectativa de lucros contábeis. 117.858 106.524 - Reserva Estatutária (2) ......................................................................................................................... O valor presente dos créditos tributários, calculados considerando a taxa média de captação, líquida dos efeitos tributários, no montante de R$ 3.811 mil (1) Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do período, até atingir 20% do capital social realizado, ou 30% do capital social, acrescido (2011 - R$ 4.112 mil) de diferenças temporárias. das reservas de capital. Após esse limite a apropriação não mais se faz obrigatória. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital 21) OUTRAS INFORMAÇÕES ou para compensar prejuízos; e (2) Visando à manutenção de margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações ativas da Sociedade, pode ser constituída em 100% a) Gerenciamento de riscos A atividade de gerenciamento dos riscos é altamente estratégica em virtude da crescente complexidade dos serviços e produtos e da globalização dos do lucro líquido remanescente após destinações estatutárias, sendo o saldo limitado a 95% do Capital Social Integralizado. negócios da Organização, motivo pelo qual está constantemente sendo aprimorada em seus processos. d) Dividendos e juros sobre o capital próprio Aos acionistas estão assegurados juros sobre o capital próprio e/ou dividendo mínimo obrigatório, em cada exercício, que somados não seja inferior a As decisões da Organização são pautadas em fatores que combinam o retorno sobre o risco previamente identificado, mensurado e avaliado, viabilizando o 1% do lucro líquido ajustado, nos termos da legislação societária. Fica a Diretoria autorizada a declarar e pagar dividendos intermediários, especialmente alcance de objetivos estratégicos e zelando pelo fortalecimento da Instituição. semestrais e mensais, utilizando-se das contas de lucros Acumulados ou de Reservas de Lucros existentes, e, podendo ainda, autorizar a distribuição de A Organização exerce o controle dos riscos de modo integrado e independente, proporcionando unicidade às políticas, processos, critérios e metodologias lucros a título de juros sobre o capital próprio em substituição total ou parcial aos dividendos intermediários, ou, em adição aos mesmos. de controles de riscos por meio de um órgão estatutário, o Comitê de Gestão Integrada de Riscos e Alocação de Capital. O cálculo dos dividendos relativos aos semestres findos em 30 de junho, está demonstrado a seguir: A BRAM como parte integrante da Organização Bradesco adota a estrutura de gerenciamento de riscos desta, no gerenciamento de risco de crédito, R$ mil de mercado, de liquidez e operacional. 2012 2011 b) A BRAM administra fundos de investimentos em Títulos e Valores Mobiliários, cujos patrimônios líquidos em 30 de junho de 2012, somaram 11.006 9.193 Lucro Líquido........................................................................................................................................... R$ 265.858.603 mil (2011 - R$ 216.265.046 mil), cuja receita de taxa de administração desses fundos no período foi de R$ 43.589 mil (2011 - R$ 41.011 mil), (550) (459) (-) Reserva Legal - 5% sobre o lucro....................................................................................................... registrado em receita de prestação de serviços. 10.456 8.734 Base de cálculo ....................................................................................................................................... c) Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, alguns procedimentos contábeis, suas interpretações e 104 88 Dividendos propostos .............................................................................................................................. orientações, foram emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), os quais serão aplicáveis às instituições financeiras somente quando 1,0% Percentual em relação ao lucro líquido ajustado..................................................................................... 1,0% aprovado pelo CMN. 11,16 9,44 Valor em Reais por lote de mil ações ...................................................................................................... Os pronunciamentos contábeis já aprovados foram: 14) RECEITAS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS • Resolução nº 3.566/08 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos (CPC 01); O valor de R$ 43.589 mil (2011 - R$ 41.011 mil) corresponde às receitas auferidas na gestão de recursos de terceiros, calculado com base em percentual • Resolução nº 3.604/08 - Demonstração do Fluxo de Caixa (CPC 03); definido em contrato de intermediação de negócios (Nota 21). • Resolução nº 3.750/09 - Divulgação sobre Partes Relacionadas (CPC 05); • Resolução nº 3.823/09 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (CPC 25); 15) DESPESAS DE PESSOAL Semestres findos em 30 de junho - R$ mil • Resolução nº 3.973/11 - Evento subsequente (CPC 24); 2012 2011 • Resolução nº 3.989/11 - Pagamento baseado em Ações (CPC 10); e Proventos................................................................................................................................................. 10.230 10.661 • Resolução nº 4.007/11 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (CPC 23). Encargos sociais ..................................................................................................................................... 3.392 3.407 Atualmente, não é possível estimar quando o CMN irá aprovar os demais pronunciamentos contábeis do CPC e tampouco se a utilização dos mesmos será Benefícios................................................................................................................................................ 3.746 4.014 de maneira prospectiva ou retrospectiva. Participação dos empregados nos lucros................................................................................................ 7.104 6.439 Provisão para processos trabalhistas...................................................................................................... 8 526 A DIRETORIA Treinamento............................................................................................................................................. 178 93 Luiz Filipe Lopes Soares – Contador – CRC 1SP 208127/O-5 Total ........................................................................................................................................................ 24.658 25.140 2012
Provisão para pagamentos a efetuar....................................................................................................... Provisão cíveis (Nota 11b)....................................................................................................................... Obrigações por aquisição de bens e direitos .......................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
9.798 243 104 10.145
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores da BRAM - Bradesco Asset Management S.A. Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários São Paulo - SP
também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.
Examinamos as demonstrações contábeis da BRAM - Bradesco Asset Management S.A. Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários (“Instituição”), que Opinião compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da BRAM - Bradesco Asset Management S.A. Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários em 30 de junho de 2012, o desempenho de suas de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. A Administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou Outros assuntos como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Demonstrações do valor adicionado Examinamos também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), elaborada sob a responsabilidade da Administração da Instituição, para o semestre Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com findo em 30 de junho de 2012, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Essas demonstrações foram as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são KPMG Auditores Independentes apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui, CRC 2SP014428/O-6
Osasco, 13 de agosto de 2012
Zenko Nakassato Contador CRC 1SP160769/O-0
José Cláudio Costa Contador CRC 1SP167720/O-1
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
11
Everest Leasing S.A. Arrendamento Mercantil Empresa da Organização Bradesco CNPJ 74.533.787/0001-93 Sede: Cidade de Deus - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas,
No semestre, a Everest Leasing registrou Lucro Líquido de R$ 8,727 milhões, correspondente a R$ 68,34 por lote de mil ações, Patrimônio Líquido
Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis do semestre findo em 30 de junho de 2012, da Everest Leasing S.A. de R$ 323,473 milhões e Ativos Totais de R$ 329,480 milhões. Arrendamento Mercantil (Everest Leasing), de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar
Osasco, SP, 13 de agosto de 2012.
pelo Banco Central do Brasil.
Diretoria
BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil ATIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... DISPONIBILIDADES (Nota 4) ....................................................................................................................... APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ (Nota 5) ...................................................................... p ç p Aplicações em Depósitos Interfinanceiros..................................................................................................... TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 6a) ....... Carteira Própria ............................................................................................................................................. Vinculados à Prestação de Garantias ........................................................................................................... OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Rendas a Receber......................................................................................................................................... Diversos (Nota 7)........................................................................................................................................... OUTROS VALORES E BENS........................................................................................................................ Outros Valores e Bens................................................................................................................................... Provisões para Desvalorizações ...................................................................................................................
2012 328.144 11 327.941 327.510 431 192 192 76 (76)
REALIZÁVEL A LONGO PRAZO................................................................................................................. OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Diversos (Nota 7)........................................................................................................................................... TOTAL ...........................................................................................................................................................
2011 310.095 16 275.414 275.414 34.418 34.029 389 247 1 246 76 (76)
1.336 1.336 1.336
1.174 1.174 1.174
329.480
311.269
PASSIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Sociais e Estatutárias (Nota 10c) .................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 9a)............................................................................................................... Diversas (Nota 9b).........................................................................................................................................
2012
2011 6.007 6.007 265 5.642 100
472 472 232 136 104
EXIGÍVEL A LONGO PRAZO....................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 9a)...............................................................................................................
-
6.028 6.028 6.028
PATRIMÔNIO LÍQUIDO ................................................................................................................................ Capital: - De Domiciliados no País (Nota 10a) ........................................................................................................... Reserva de Lucros (Nota 10b) ......................................................................................................................
323.473
304.769
172.000 151.473
172.000 132.769
TOTAL ...........................................................................................................................................................
329.480
311.269
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil 2012 RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ........................................................................................ Operações de Crédito ................................................................................................................................... Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários (Nota 6b) ......................................................... RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA....................................................................... OUTRAS RECEITAS/(DESPESAS) OPERACIONAIS................................................................................. Outras Despesas Administrativas (Nota 11).................................................................................................. Despesas Tributárias (Nota 12) ..................................................................................................................... Outras Receitas Operacionais (Nota 13)....................................................................................................... Outras Despesas Operacionais (Nota 13)..................................................................................................... RESULTADO OPERACIONAL ..................................................................................................................... RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO ...................................................................... IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (Nota 15) ................................................................... LUCRO LÍQUIDO..........................................................................................................................................
15.339 14 15.325 15.339 (815) (182) (739) 310 (204) 14.524 14.524 (5.797) 8.727
Número de ações (Nota 10a) ........................................................................................................................ Lucro por lote de mil ações em R$................................................................................................................
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Em Reais mil 2011
127.699.786 68,34
Reservas de Lucros
16.490 10 16.480 16.490 (1.501) (261) (766) 29 (503) 14.989 14.989 (5.983) 9.006 127.699.786 70,52
Capital Social
Eventos
Lucros Acumulados
Saldos em 31.12.2010..................................................................... Lucro Líquido.................................................................................... Destinações: - Reservas................................................................... - Dividendos Propostos...............................................
172.000 -
8.943 450 -
114.906 8.470 -
Saldos em 30.6.2011.......................................................................
172.000
9.393
123.376
Saldos em 31.12.2011..................................................................... Lucro Líquido.................................................................................... Destinações: - Reservas................................................................... - Dividendos Propostos...............................................
172.000 -
9.902 437 -
132.927 8.207 -
Saldos em 30.6.2012.......................................................................
172.000
10.339
141.134
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
Totais
9.006 (8.920) (86) 8.727 (8.644) (83) -
295.849 9.006 (86) 304.769 314.829 8.727 (83) 323.473
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil 2012 Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais: Lucro Líquido antes do Imposto de Renda e Contribuição Social ....................................................... Ajustes ao Lucro Líquido antes dos Impostos....................................................................................... Despesas/(Reversão) com Provisões Fiscais............................................................................................ Lucro Líquido Ajustado antes dos Impostos ........................................................................................... (Aumento)/Redução em Aplicações Interfinanceiras de Liquidez ............................................................... (Aumento)/Redução em Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos. ................. (Aumento)/Redução em Outros Créditos e Outros Valores e Bens............................................................. Aumento/(Redução) em Outras Obrigações ............................................................................................... Imposto de Renda e Contribuição Social Pagos ......................................................................................... Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) das Atividades Operacionais ..................................................... Aumento de Caixa e Equivalentes de Caixa .............................................................................................
Estatutárias
Legal
14.524 (211) (211) 14.313 (2.455) (95) 85 (11.844) 4 4
Caixa e Equivalentes de Caixa - Início do Período ....................................................................................... Caixa e Equivalentes de Caixa - Fim do Período .......................................................................................... Aumento/(Redução) Líquida de Caixa e Equivalentes de Caixa .............................................................
DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil 2011
7 11 4
Descrição
14.989 345 345 15.334 14.832 (20.670) (12) 74 (9.551) 7 7 9 16 7
2012
1 - RECEITAS .................................................................................. 1.1) Intermediação Financeira.................................................. 1.2) Outras ................................................................................. 2 - INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS ................................ Contribuição Sindical Patronal .................................................... Publicações................................................................................. Serviços Técnicos Especializados .............................................. Serviços do Sistema Financeiro ................................................. 3 - VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2) .......................................... 4 - VALOR ADICIONADO A DISTRIBUIR ....................................... 5 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO............................... 5.1) Impostos, Taxas e Contribuições ..................................... Federal ................................................................................. 5.2) Remuneração de Capitais Próprios ................................. Dividendos ........................................................................... Lucros Retidos .....................................................................
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
15.445 15.339 106 (182) (66) (88) (21) (7) 15.263 15.263 15.263 6.536 6.536 8.727 83 8.644
%
2011 101,2 100,5 0,7 (1,2) (0,4) (0,6) (0,2) 100,0 100,0 100,0 42,8 42,8 57,2 0,6 56,6
%
16.016 16.490 (474) (261) (63) (88) (104) (6) 15.755 15.755 15.755 6.749 6.749 9.006 86 8.920
101,7 104,7 (3,0) (1,7) (0,4) (0,6) (0,7) 100,0 100,0 100,0 42,8 42,8 57,2 0,6 56,6
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1) CONTEXTO OPERACIONAL 6) TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS A Everest Leasing S.A. Arrendamento Mercantil (Everest Leasing) tem como objetivo, exclusivamente, a prática das operações de arrendamento mercantil, a) Classificação por categorias e prazos observadas as disposições da legislação em vigor. É parte integrante da Organização Bradesco, sendo suas operações conduzidas de forma integrada a um Em 30 de junho - R$ mil conjunto de empresas que atuam nos mercados financeiro e de capitais, utilizando-se dos recursos administrativos e tecnológicos e na gestão de riscos, e 2012 2011 suas demonstrações contábeis devem ser entendidas neste contexto. Valor de Valor de Valor de 2) APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS mercado/ custo Marcação mercado/ Marcação As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas das Leis nos 4.595/64 (Lei do Sistema Financeiro Nacional) 1 a 30 31 a 180 181 a 360 Acima de contábil atuaa contábil a dias dias dias 360 dias (2) lizado mercado (2) mercado e 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações) com alterações introduzidas pelas Leis nos 11.638/07 e 11.941/09, para a contabilização das operações, Títulos (1) associadas às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do Banco Central do Brasil (BACEN). Incluem, estimativas e premissas, tais Títulos para negociação (3): 7.553 2.620 16.018 26.191 26.191 287 como: estimativas do valor justo de determinados instrumentos financeiros; provisões cíveis, fiscais e trabalhistas; perdas por redução ao valor recuperável Certificados de depósito bancário .... 2.061 14 2.207 4.282 4.282 630 (impairment) de títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de títulos disponíveis para venda, mantidos até o vencimento e ativos não Debêntures ....................................... Letras do tesouro nacional ............... 389 36.453 120.230 157.072 157.075 (3) 184 financeiros; e outras provisões. Os resultados efetivos podem ser diferentes daqueles estabelecidos por essas estimativas e premissas. Notas do tesouro nacional................ 37.099 37.099 37.099 12.348 As demonstrações contábeis foram aprovadas pela Administração em 13 de agosto de 2012. Letras financeiras do tesouro ........... 45.969 7.685 53.654 53.654 18.840 (3) Outros............................................... 24.040 25.603 49.643 49.643 2.129 3) PRINCIPAIS DIRETRIZES CONTÁBEIS Total em 2012 .................................. 83.068 34.043 39.087 171.743 327.941 327.944 (3) a) Moeda funcional e de apresentação Total em 2011 .................................. 12.348 1.015 1.575 19.480 34.418 (3) As demonstrações contábeis estão apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Instituição. (1) As aplicações em cotas de fundos de investimento exclusivo administrados pelo Conglomerado Bradesco, no montante de R$ 327.510 mil b) Apuração do resultado (2011 - R$ 34.028 mil) foram distribuídas de acordo com os papéis que compõem suas carteiras e no caso de operações compromissadas pelos O resultado é apurado de acordo com o regime de competência, que estabelece que as receitas e despesas devem ser incluídas na apuração dos resultados respectivos papéis que estão lastreando as operações, preservando a classificação da categoria dos fundos. Na distribuição dos prazos, foram dos períodos em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. As operações considerados os vencimentos dos papéis, independentemente de sua classificação contábil; com taxas prefixadas são registradas pelo valor de resgate, e as receitas e despesas correspondentes ao período futuro são apresentadas em conta (2) O valor de mercado dos títulos e valores mobiliários é apurado de acordo com a cotação de preço de mercado disponível na data do balanço. Se não redutora dos respectivos ativos e passivos. As receitas e despesas de natureza financeira são contabilizadas pelo critério “pro rata” dia e calculadas com houver cotação de preços de mercado disponível, os valores são estimados com base em cotações de distribuidores, modelos de precificação, modelos de cotações ou cotações de preços para instrumentos com características semelhantes. No caso das aplicações em fundos de investimentos, o custo base no método exponencial. As operações com taxas pós-fixadas ou indexadas a moedas estrangeiras são atualizadas até a data do balanço. atualizado reflete o valor de mercado das respectivas cotas; e c) Caixa e equivalentes de caixa (3) Para fins de apresentação do Balanço Patrimonial os títulos classificados como “para negociação” estão demonstrados no ativo circulante. Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades em moeda nacional, aplicações no mercado aberto e aplicações em depósitos interfi b) Resultado de operações com títulos e valores mobiliários nanceiros, cujo vencimento das operações, na data da efetiva aplicação, seja igual ou inferior a 90 dias e apresentem risco insignifi cante de mudança de Semestres findos em 30 de junho - R$ mil valor justo, que são utilizados pela Instituição para gerenciamento de seus compromissos de curto prazo. 2012 2011 d) Aplicações interfinanceiras de liquidez Aplicações interfinanceiras de liquidez (Nota 5b).................................................................................... 15.169 São registradas ao custo de aquisição, acrescidas dos rendimentos auferidos até a data do balanço, deduzidas de provisão para desvalorização, quando Títulos de renda fixa ................................................................................................................................ 19 20 aplicável. Fundos de investimento........................................................................................................................... 15.306 1.291 Total ........................................................................................................................................................ 15.325 16.480 e) Títulos e valores mobiliários - Classificação • Títulos para negociação - adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos c) A Everest Leasing não possuía operações com instrumentos financeiros derivativos em 30 de junho de 2012 e de 2011. dos rendimentos auferidos e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; 7) OUTROS CRÉDITOS - DIVERSOS • Títulos disponíveis para venda - são aqueles que não se enquadrem como para negociação nem como mantidos até o vencimento. São registrados pelo Em 30 de junho - R$ mil custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos, em contrapartida ao resultado do período e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida 2012 2011 ao patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários, os quais só serão reconhecidos no resultado quando da efetiva realização; e Devedores por depósitos em garantia..................................................................................................... 930 828 • Títulos mantidos até o vencimento - adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados Créditos tributários (Nota 15c)................................................................................................................. 559 562 pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Opções por incentivos fiscais .................................................................................................................. 26 26 13 4 Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de negociação e disponível para venda, bem como os instrumentos financeiros derivativos, são Outros...................................................................................................................................................... 1.528 1.420 demonstrados no balanço patrimonial pelo seu valor justo estimado. O valor justo geralmente baseia-se em cotações de preços de mercado ou cotações de Total ........................................................................................................................................................ preços de mercado para ativos ou passivos com características semelhantes. Se esses preços de mercado não estiverem disponíveis, os valores justos são 8) PROVISÕES, ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS - FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS baseados em cotações de operadores de mercado, modelos de precificação, fluxo de caixa descontado ou técnicas similares, para as quais a determinação a) Ativos contingentes do valor justo possa exigir julgamento ou estimativa significativa por parte da Administração. Não são reconhecidos contabilmente ativos contingentes. f) Imposto de renda e contribuição social (ativo e passivo) b) Provisões classificadas como perdas prováveis e obrigações legais - fiscais e previdenciárias Os créditos tributários de imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido, calculados sobre adições temporárias, são registrados na rubrica A Instituição é parte em processos judiciais, de natureza fiscal, decorrentes do curso normal de suas atividades. “Outros Créditos - Diversos”, e a provisão para as obrigações fiscais diferidas sobre ajustes a valor de mercado dos títulos e valores mobiliários é registrada Na constituição de provisões a Administração leva em conta: a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável. na rubrica “Outras Obrigações - Fiscais e Previdenciárias”. Os créditos tributários sobre adições temporárias serão realizados quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram A Administração da Instituição entende que a provisão constituída é suficiente para atender as perdas decorrentes dos respectivos processos. constituídos. Tais créditos tributários são reconhecidos contabilmente baseados nas expectativas atuais de realização, considerando os estudos técnicos e O passivo relacionado à obrigação legal em discussão judicial é mantido até o ganho definitivo da ação, representado por decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não cabem mais recursos, ou a sua prescrição. análises realizadas pela Administração. I - Obrigações legais - provisão para riscos fiscais A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota-base de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10%. A Instituição vem discutindo judicialmente a legalidade e constitucionalidade de alguns tributos e contribuições, os quais estão totalmente provisionados, não A contribuição social sobre o lucro é calculada considerando a alíquota de 15% para empresas do segmento financeiro. obstante as boas chances de êxito a médio e longo prazo, de acordo com a opinião dos assessores jurídicos. Foram constituídas provisões para os demais impostos e contribuições sociais, de acordo com as respectivas legislações vigentes. De acordo com a Lei nº 11.941/09, as modificações no critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido II - Movimentação das provisões constituídas R$ mil do período, introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e pelos artigos 37 e 38 da Lei nº 11.941/09, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real, devendo Fiscais e ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007. Para fins contábeis, os efeitos tributários da Previdenciárias (1) adoção das mencionadas Leis estão registrados nos ativos e passivos diferidos correspondentes. Saldos no início do 1º semestre de 2012 ..................................................................................................................................... 672 g) Redução ao valor recuperável de ativos (impairment) Constituições líquidas de reversões ................................................................................................................................................. (211) Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de títulos disponíveis para venda, títulos mantidos até o vencimento e ativos não financeiros, Pagamentos/baixas .......................................................................................................................................................................... (27) 434 exceto outros valores e bens e créditos tributários, são revistos no mínimo anualmente, para determinar se há alguma indicação de perda por redução ao Saldos no final do 1º semestre de 2012 (Nota 9a)....................................................................................................................... 616 valor recuperável (impairment), e caso seja detectada uma perda, esta é reconhecida no resultado do período quando o valor contábil do ativo exceder o Saldos no final do 1º semestre de 2011 (Nota 9a)....................................................................................................................... seu valor recuperável apurado pelo: (i) potencial valor de venda, ou valor de realização deduzido das respectivas despesas ou (ii) valor em uso calculado (1) Compreende, substancialmente, obrigações legais. pela unidade geradora de caixa, dos dois o maior. Uma unidade geradora de caixa é o menor grupo identificável de ativos que gera fluxos de caixa c) Passivos contingentes classificados como perdas possíveis substancialmente independentes de outros ativos e grupos. A Instituição mantém um sistema de acompanhamento para todos os processos administrativos e judiciais em que a Instituição figura como “autora” ou “ré” e, amparada na opinião dos assessores jurídicos, classifica as ações de acordo com a expectativa de insucesso. Periodicamente são realizadas análises h) Provisões, ativos e passivos contingentes e obrigações legais - fiscais e previdenciárias O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, das contingências ativas e passivas e também das obrigações legais são efetuados de sobre as tendências jurisprudenciais e efetivadas, se necessária, a reclassificação dos riscos desses processos. Neste contexto os processos contingentes avaliados como de risco de perda possível não são reconhecidos contabilmente. acordo com os critérios definidos pelo CPC 25, o qual foi aprovado pela Resolução nº 3.823/09 do CMN, sendo: • Ativos Contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui controle da situação ou quando há garantias reais d) Em 30 de junho de 2012 e de 2011, não há processos contingentes avaliados como de perda possível de natureza relevante. ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não caibam mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo, e pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro passivo exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, são divulgados nas notas explicativas (Nota 8a); • Provisões: são constituídas levando em conta a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações, e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança; • Passivos Contingentes: de acordo com o CPC 25, o termo “contingente” é utilizado para passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência somente será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. Os passivos contingentes não satisfazem os critérios de reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo apenas ser divulgados em notas explicativas, quando relevantes. As obrigações classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas (Nota 8c); e • Obrigações Legais - Provisão para Riscos Fiscais: decorrem de processos judiciais, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis (Nota 8b). i) Outros ativos e passivos Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos (em base “pro rata” dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos demonstrados incluem os valores conhecidos e mensuráveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias incorridos (em base “pro rata” dia). j) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para sua emissão. São compostos por: • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis. Não houve qualquer evento subsequente para essas demonstrações contábeis encerradas em 30 de junho de 2012. 4) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA 2012 Disponibilidades em moeda nacional ...................................................................................................... Total de disponibilidades (caixa) ......................................................................................................... Total caixa e equivalentes de caixa .....................................................................................................
11 11 11
5) APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ a) Classificação por categorias e prazos
1 a 30 dias 2012 Aplicações em depósitos interfinanceiros ..................................................................... Total em 2012 ............................................................................................................... Total em 2011 ............................................................................................................... 275.414 b) As receitas de aplicações interfinanceiras do 1º semestre de 2011, no montante de R$ 15.169 mil, foram registradas em títulos e valores mobiliários (Nota 6b).
9) OUTRAS OBRIGAÇÕES a) Fiscais e previdenciárias
4.997 434 98 113 5.642
Em 30 de junho - R$ mil 2011 5.323 616 136 89 6.164
84 16 100
Em 30 de junho - R$ mil 2011 104 104
2012 Impostos e contribuições sobre lucros a pagar ....................................................................................... Provisões fiscais (Nota 8b)...................................................................................................................... Impostos e contribuições a recolher........................................................................................................ Provisão para impostos e contribuições diferidas (Nota 15c).................................................................. Total ........................................................................................................................................................ b) Diversas 2012 Provisão para pagamento a efetuar ........................................................................................................ Credores diversos - país ......................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
10) PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) O capital social, totalmente subscrito e integralizado no montante de R$ 172.000 mil é composto por 127.699.786 ações ordinárias nominativas escriturais, sem valor nominal. b) Reservas de lucros Em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 Reservas de Lucros .............................................................................................................................. 151.473 132.769 - Reserva Legal (1).................................................................................................................................. 10.339 9.393 - Reserva Estatutária (2) ......................................................................................................................... 141.134 123.376
(1) Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do exercício, até atingir 20% do capital social realizado, ou 30% do capital social, acrescido das reservas de capital. Após esse limite a apropriação não mais se faz obrigatória. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital ou para compensar prejuízos; e (2) Visando à manutenção de margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações ativas da sociedade, pode ser constituída em 100% do lucro líquido remanescente após destinações estatutárias, sendo o saldo limitado a 95% do Capital Social Integralizado. c) Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio Aos acionistas estão assegurados juros sobre o capital próprio e/ou dividendo mínimo obrigatório, em cada exercício, que somados não seja inferior a 1% do lucro líquido ajustado, nos termos da legislação societária. Fica a Diretoria autorizada a declarar e pagar dividendos intermediários, especialmente semestrais e mensais, utilizando-se das contas de Lucros Acumulados ou de Reservas de Lucros existentes, e, podendo ainda, autorizar a distribuição de lucros a título de juros sobre o capital próprio em substituição total ou parcial aos dividendos intermediários, ou, em adição aos mesmos. Em 30 de junho - R$ mil O cálculo dos dividendos relativos aos semestres exercícios findos em 30 de junho, está demonstrado a seguir: Total R$ mil 2012 2011 2011 Lucro Líquido........................................................................................................................................... 8.727 9.006 275.414 (-) Reserva Legal - 5% sobre o lucro....................................................................................................... (437) (450) Base de cálculo ..................................................................................................................................... 8.290 8.556 275.414 Dividendos propostos .............................................................................................................................. 83 86 resultado de operações com Percentual em relação ao lucro líquido ajustado ............................................................................... 1,0% 1,0% Valor em Reais por lote de mil ações .................................................................................................. 0,65 0,67 Em 30 de junho - R$ mil 2011 16 16 16
continua...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
12
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
...continuação
Everest Leasing S.A. Arrendamento Mercantil Empresa da Organização Bradesco CNPJ 74.533.787/0001-93 Sede: Cidade de Deus - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 11) OUTRAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS
b) Composição da conta de resultado do imposto de renda e contribuição social Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 88 88 21 104 7 6 66 63 182 261
Propaganda e publicidade....................................................................................................................... Serviços técnicos especializados............................................................................................................ Sistema financeiro ................................................................................................................................... Donativos e contribuições ....................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ 12) DESPESAS TRIBUTÁRIAS
Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 613 659 100 107 26 739 766
COFINS ................................................................................................................................................... PIS........................................................................................................................................................... Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ 13) OUTRAS RECEITAS/(DESPESAS) OPERACIONAIS
Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 282 (160) (127) (12) (340) (4) (7) 106 (474)
Reversão de provisões operacionais....................................................................................................... Variações monetárias .............................................................................................................................. Despesas com ações cíveis .................................................................................................................... Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ 14) TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS a) As transações com o controlador e coligadas vigentes nas datas das operações estão assim representadas: 2012 Ativos (passivos)
Em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 Receitas Receitas (despesas) (despesas)
2011 Ativos (passivos)
Disponibilidades: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 11 16 Aplicações em depósitos interfinanceiros: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 275.414 15.169 Dividendos: Banco Bradesco Financiamentos S.A. ............................................ (265) (232) b) Remuneração do pessoal-chave da Administração Anualmente na Assembleia Geral Ordinária é fixado: • O montante global anual da remuneração dos Administradores, que é definida em reunião do Conselho de Administração da Organização Bradesco, aos membros do próprio Conselho e da Diretoria, conforme determina o Estatuto Social; e • A verba destinada a custear Planos de Previdência Complementar aberta dos Administradores, dentro do Plano de Previdência destinado aos Funcionários e Administradores da Instituição. A Instituição é parte integrante da organização Bradesco e seus administradores são remunerados pelos cargos que ocupam no Banco Bradesco S.A., controlador da Companhia. A Instituição não possui benefícios de longo prazo, de rescisão de contrato de trabalho ou remuneração baseada em ações para seu pessoal-chave da Administração. Outras informações Conforme legislação em vigor, as instituições financeiras não podem conceder empréstimos ou adiantamentos para: a) Diretores e membros dos Conselhos consultivos ou administrativo, fiscais e semelhantes, bem como aos respectivos cônjuges e parentes até o 2º grau; b) Pessoas físicas ou jurídicas que participem de seu capital, com mais de 10%; e c) Pessoas jurídicas de cujo capital participem, com mais de 10%, a própria instituição financeira, quaisquer diretores ou administradores da própria instituição, bem como seus cônjuges e respectivos parentes até o 2º grau. Dessa forma, não são efetuados pelas instituições financeiras empréstimos ou adiantamentos a qualquer subsidiária, membros do Conselho de Administração ou da Diretoria Executiva e seus familiares. 15) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL a) Demonstração do cálculo dos encargos com imposto de renda e contribuição social Exercícios findos em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 14.524 14.989 (5.810) (5.996)
Resultado antes do imposto de renda e contribuição social ................................................................... Encargo total do imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 15%, respectivamente Efeitos das adições e exclusões no cálculo dos tributos: Outros valores ......................................................................................................................................... Imposto de renda e contribuição social do semestre........................................................................
Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 Impostos correntes: Imposto de renda e contribuição social devidos...................................................................................... Impostos diferidos: Constituição/(realização) no semestre, sobre adições temporárias........................................................ Imposto de renda e contribuição social do semestre........................................................................ c) Origem dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social diferidos Saldo em 31.12.2011 256 30 256 48 590 102
Provisões para perda de investimentos............................................ Provisões para bens não de uso ...................................................... Provisões fiscais e trabalhistas ........................................................ Outros valores .................................................................................. Total dos créditos tributários (Nota 7).......................................... Obrigações fiscais diferidas (Nota 9a).............................................. Total dos créditos tributários líquido das obrigações fiscais diferidas............................................................................. 488 d) Previsão de realização dos créditos tributários sobre diferenças temporárias
(5.766)
(6.111)
(31) (5.797)
128 (5.983)
Constituição 76 34 110 11
Realização 101 40 141 -
R$ mil Saldo em 30.6.2012 231 30 256 42 559 113
99
141
446
Em 30 de junho de 2012 - R$ mil Diferenças temporárias Imposto Contribuição de renda social Total 2012............................................................................................................................... 60 36 96 2013............................................................................................................................... 111 66 177 2014............................................................................................................................... 164 98 262 2015............................................................................................................................... 12 8 20 2016............................................................................................................................... 2 2 4 Total .............................................................................................................................. 349 210 559 A projeção de realização de crédito tributário é uma estimativa e não está diretamente relacionada à expectativa de lucros contábeis. O valor presente dos créditos tributários, calculados considerando a taxa média de captação, líquida dos efeitos tributários, monta a R$ 534 mil (2011 - R$ 528 mil), de diferenças temporárias. 16) OUTRAS INFORMAÇÕES a) Gerenciamento de riscos A atividade de gerenciamento dos riscos é altamente estratégica em virtude da crescente complexidade dos serviços e produtos e da globalização dos negócios da Organização, motivo pelo qual está constantemente sendo aprimorada em seus processos. As decisões da Organização são pautadas em fatores que combinam o retorno sobre o risco previamente identificado, mensurado e avaliado, viabilizando o alcance de objetivos estratégicos e zelando pelo fortalecimento da Instituição. A Organização exerce o controle dos riscos de modo integrado e independente, proporcionando unicidade às políticas, processos, critérios e metodologias de controles de riscos por meio de um órgão estatutário, o Comitê de Gestão Integrada de Riscos e Alocação de Capital. A Everest Leasing como parte integrante da Organização Bradesco adota a estrutura de gerenciamento de riscos desta, no gerenciamento de risco de crédito, de mercado, de liquidez e operacional. b) Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, alguns pronunciamentos contábeis, suas interpretações e orientações foram emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), os quais serão aplicáveis às instituições financeiras somente quando aprovado pelo CMN. Os pronunciamentos contábeis já aprovados foram: • Resolução nº 3.566/08 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos (CPC 01); • Resolução nº 3.604/08 - Demonstração do Fluxo de Caixa (CPC 03); • Resolução nº 3.750/09 - Divulgação sobre Partes Relacionadas (CPC 05); • Resolução nº 3.823/09 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (CPC 25); • Resolução nº 3.973/11 - Evento subsequente (CPC 24); • Resolução nº 3.989/11 - Pagamento baseado em Ações (CPC 10); e • Resolução nº 4.007/11 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (CPC 23). Atualmente, não é possível estimar quando o CMN irá aprovar os demais pronunciamentos contábeis do CPC e tampouco se a utilização dos mesmos será de maneira prospectiva ou retrospectiva.
A DIRETORIA 13 (5.797)
13 (5.983)
Célio Magalhães – Contador – CRC 1SP199295/O-5
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores da Everest Leasing S.A. Arrendamento Mercantil Osasco - SP Examinamos as demonstrações contábeis da Everest Leasing S.A. Arrendamento Mercantil (“Instituição”), que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.
também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Everest Leasing S.A. Arrendamento Mercantil em 30 de junho de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para e semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.
Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A Administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou Outros assuntos como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Demonstrações do valor adicionado Examinamos também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), elaborada sob a responsabilidade da Administração da Instituição, para o semestre Responsabilidade dos auditores independentes findo em 30 de junho de 2012, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Essas demonstrações foram Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Osasco, 13 de agosto de 2012 Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são KPMG Auditores Independentes Zenko Nakassato José Cláudio Costa Contador CRC 1SP160769/O-0 Contador CRC 1SP167720/O-1 apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui, CRC 2SP014428/O-6
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Dalgas Frisch
DOCTOR PELÉ
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aso você tenha algum amigo uruguaio, não convém comentar com ele o quadro do pintor conterrâneo Joaquim Torres-Garcia (1874-1449), que pereceu no incêndio ocorrido na casa do colecionador Jean Boghici, em Copacabana. Nossos vizinhos 'orientales' são profundamente traumatizados a respeito. É que fogo, Torres-Garcia e o Rio de Janeiro não se dão bem. Em agosto de 1978, 80 telas do artista arderam no Museu de Arte Moderna, no aterro do Flamengo. O fato foi tido no Uruguai como a maior tragédia cultural da sua história. Imaginem como se sentiriam os brasileiros se perdessem dessa forma 80 obras de Cândido Portinari, por exemplo, numa exposição no estrangeiro? Acresce que, internamente, Torres-Garcia está num patamar superior. É, indiscutivelmente, o maior nome das artes plásticas uruguaias: é reconhecido internacionalmente como o criador de uma escola pictórica – a Escuela del Sur– associada ao Construtivismo. Uma característica do seu trabalho é a utilização apenas de vermelho, amarelo, preto, branco e azul.
T
alvez o título de doutor Honoris Causa – láurea dada a pessoas pelo seu conhecimento independentemente de diplomas universitários – recebido por Pelé na semana passada merecesse destaque maior do que lhe foi dado nos jornais. Salvo engano, não há notícia de que um jogador tenha sido homenageado dessa forma, principalmente por se tratar da Universidade de Edimburgo, Escócia. Em importância, ela se coloca com a quinta do Reino Unido, nona na Europa e quadragésima-sétima no mundo. Fundada em 1583, viu passar por lá alunos como Alexander Graham Bell, Robert Louis Stevenson, Charles Darwin, Conan Doyle e J.M. Barrie. A propósito desses dois, a forte amizade que os unia deve ter nascido na escola, onde foram contemporâneos. A conhecida paixão do pai de Sherlock Holmes, Conan Doyle (1859-1930), por assuntos de pirataria faz supor que Barrie (18601937) inspirou-se nela para criar o o Capitão Gancho, ao escrever o livro Peter Pan(à dir. cena do desenho da Disney). Enfim, a partir de agora, Pelé está autorizado a acrescentar a sigla Dr.h.c. na sua assinatura.
VISITA REPENTINA
O
ornitólogo Dalgas Frisch, consultor da coluna para assunto de penas e bicos, recebeu a surpreendente visita de um tucano no seu quarto, em Cidade Jardim, no Dia dos Pais. "Foi pelas seis e meia da manhã. Estava tomando café, quando um funcionário veio me avisar. Pensei que ele tinha enlouquecido", conta. O bicudo entrou pela meia banda aberta da vidraça, deu uns rasantes pelo recinto, interessou-se pela fiação do computador e se retirou, dando tempo suficiente para ser fotografado. Amigos que viram as imagens, acusaram Dalgas de haver tomado a ave (domesticada) emprestada dos índios do Xingu, onde ele esteve recentemente. "Pelo bico amarelo, é tucano próprio aqui do Sul", defendeu-se.
Dave Phillips/EFE-10/08/2012
HAJA FOGO!
A GRANDE GREVE
A
onda de greves do funcionalismo federal faz lembrar a célebre greve de Perus, no bairro do mesmo nome envolvendo cerca de mil trabalhadores, que está completando 50 anos agora. Foi a maior e a mais longa da história do País: durou de 1962 a 69 – sete anos! O movimento deixou várias marcas. Inspirou a fundação da Frente Nacional do Trabalho (FNT); cunhou eternamente J.J. Abdalla, presidente do grupo proprietário como "mau patrão"; deu novos ares ao sindicalismo brasileiro e; sobretudo, criou uma nova forma de embate tra-
balhista: quando acossados os grevistas reagiam em blocos, como fazem as queixadas, analogia que passou a designar os grevistas na mídia. (A queixada é aquela parenta do porco-do-mato, dele se diferenciando por possuir lábios brancos, porém superiormente agressiva). Os grevistas, que reivindicavam aumento salarial e outros direitos trabalhistas, foram vitoriosos na Justiça nos anos 70. E o grupo Abdalla teve aquele patrimônio confiscado. A indústria, que produzia os conhecidos cimentos Perus e Portland, estava combalida e fechou as portas na década de 80.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
13 IRAQUE Onda de atentados mata pelo menos 70 pessoas e fere dezenas
nternacional
ESTADOS UNIDOS Romney diz ter pago 13% de Imposto de Renda, como exige a lei.
Alívio para Assange. Sufoco para o Equador. ers eut
Erick Ilaquize/Reuters
/R rris Ha a i v i Ol
O governo de Rafael Correa concede asilo político para o fundador do WikiLeaks, refugiado na embaixada equatoriana em Londres desde junho. O Reino Unido insiste em extraditar o australiano à Suécia, onde é acusado de estupro, e garantiu que não permitirá que ele deixe o país. A crise diplomática se espalha para outros países, que decidem tomar partido.
Facundo Arrizabalaga/EFE
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O chanceler equatoriano, Ricardo Patiño (acima), alega que Assange enfrenta perseguição. Simpatizantes se reúnem diante da embaixada em Londres em apoio ao australiano.
O dilema do australiano: como sair sem ser preso.
A
concessão de asilo político a Julian Assange pelo Equador desencadeou um impasse sem prazo para terminar. O governo do Reino Unido rejeita a possibilidade de conceder um salvo-conduto e pretende prender o fundador e editorchefe do site WikiLeaks assim que ele sair da embaixada equatoriana em Londres para extraditá-lo para a Suécia para responder a uma acusação de violência sexual. A falta de acordo entre os
dois países alimenta questões em relação a se existiria alguma maneira segura de Assange esquivar-se das autoridades britânicas e deixar o Reino Unido com destino a seu exílio no Equador. A Convenção de Relações Diplomáticas de Viena de 1961 estabelece a "regra de inviolabilidade", que proíbe a entrada das forças de segurança locais nas embaixadas, a não ser com a permissão do embaixador. Londres defende que uma
lei britânica de 1987 permite revogar a imunidade diplomática e entrar na embaixada para prender Assange. No entanto, as implicações diplomáticas poderiam ser importantes, já que outros países poderiam utilizá-la como precedente para entrar em embaixadas e deter dissidentes. Simpatizantes do australiano defendem que ele receba imunidade diplomática. Para tanto, Assange precisaria receber cidadania equatoriana e ser declarado membro do quadro diplomático. No entanto, ele precisaria do reconhecimento do governo britânico como diplomata, e é improvável que isso aconteça.
Uma possibilidade seria o Equador nomeá-lo representante na Organização das Nações Unidas (ONU). Isto o tornaria imune à prisão em deslocamentos para eventos da entidade ao redor do mundo. Ainda existe a hipótese de Assange tentar sair disfarçado da embaixada, mas ele estaria sujeito à imediata detenção caso fosse identificado. Existe um caso precedente que evidencia o quanto poderia durar o impasse: o cardeal Jozsef Mindszenty passou 15 anos na embaixada norteamericana em Budapeste após o fracasso da revolução anticomunista da Hungria em 1956. (Agências)
governo do Equador concedeu ontem asilo político ao fundador do site WikiLeaks, Julian Assange, que está refugiado na embaixada do país em Londres desde 19 de junho. Para as autoridades equatorianas, Assange pode ser vítima de uma perseguição política por seu trabalho como ativista da "liberdade de expressão". O reconhecimento foi considerado uma "vitória histórica" para o australiano de 41 anos, mas provocou uma escalada da tensão entre o Reino Unido e o Equador. Assange luta para não ser extraditado à Suécia, onde é acusado de abuso sexual e estupro. Ele nega as acusações. O australiano teme que, caso seja extraditado à Suécia, Estocolmo o entregue aos Estados Unidos, onde pode ser processado por ter divulgado documentos secretos do governo norte-americano no WikiLeaks. Assange fará um pronunciamento no domingo, diante da embaixada em Londres. Ontem, ele agradeceu "ao povo equatoriano, seu presidente Rafael Correa e seu governo". "Não é nem o Reino Unido nem meu país natal, a Austrália, que está me protegendo dessa perseguição, mas uma valente nação independente latino-americana", disse. O chanceler equatoriano, Ricardo Patiño, afirmou que Assange enfrenta uma perseguição real com a ameaça de ser extraditado aos EUA, onde, segundo o ministro, não terá um julgamento justo e pode ser condenado à morte. 'Decepção' - O Ministério de Relações Exteriores do Reino Unido afirmou que está "decep-
cionado" com a decisão do governo do Equador. O governo britânico disse ainda que planeja cumprir sua obrigação legal de extraditá-lo para a Suécia e que "a decisão do governo equatoriano não muda isso". Ontem, após o anúncio da concessão do asilo, o chanceler britânico, William Hague, declarou que o país não emitirá um salvo-conduto para que o fundador do WikiLeaks se desloque da embaixada ao aeroporto, como preveem as regras do asilo político. Hague afirmou que não há "base legal" para autorizar a saída de Assange e descartou a hipótese de que sua extradição para a Suécia esteja ligada ao vazamento de documentos diplomáticos e a um possível julgamento nos EUA. Reação - O Ministério de Relações Exteriores da Suécia convocou seu embaixador em Quito para discutir a situação. O porta-voz do ministério, Anders Jorle, disse que é "inaceitável que o Equador esteja tentando interromper o processo judicial sueco." Já o Departamento de Estado dos EUA se negou a comentar o asilo e apenas disse que não há informações que comprovem que Washington tenha pressionado o Reino Unido no caso de Assange. A crise diplomática levou a Organização dos Estados Americanos (OEA) a convocar uma reunião de emergência na noite de ontem. Até o fechamento desta edição, a entidade não se pronunciou sobre o assunto. Já os chanceleres da Aliança Bolivariana para as Américas (Alba) e a União das Nações Sulamericanas (Unasul) devem se reunir no domingo. (Agências)
Siphiwe Sibeko/Reuters
Comprar pão. Risco de vida na Síria. Pelo menos 40 pessoas morrem após ataque à fila de padaria em Alepo. A ONU decide retirar observadores.
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orças do governo da Síria que sitiam a cidade de Alepo atingiram pessoas que estavam em uma fila para comprar pão e mataram ao menos 40, disse a ativista Wed Al Hayat à agência Efe ontem. O grupo Observatório Sírio de Direitos Humanos confirmou este ataque, mas disse que ele provocou dez mortes. A escalada da violência ocorreu no mesmo dia em que a Organização das Nações Unidas (ONU) anunciou que encerrará a missão observadora no domingo, em outro golpe para os esforços da entidade na busca de uma solução mediada para o fim do conflito, que já dura 17 meses. Nas últimas três semanas, centenas de sírios foram vítimas da violência em Alepo, a maior cidade da Síria, com 2,5 milhões de habitantes. As tropas do regime tentam expulsar os rebeldes, que controlam diversos bairros. Faltam alimentos e os civis, incluídas muitas mulheres e crianças, se aglomeram em filas perto das padarias todas as
manhãs para tentar comprar pão. Ontem, quatro mísseis lançados pelas forças do governo atingiram uma multidão que esperava em frente a uma padaria no bairro de Qadi Askar, matando cerca de 40 pessoas e deixando feridas várias outras, disse a ativista Wed Al Hayat. Os combates não se restringem a Alepo, mas se espalharam 50 quilômetros para o
norte, até a fronteira turca, e também para o oeste, onde insurgentes, às vezes curdos, controlam cidades menores. O governo de Bashar al-Assad está usando cada vez mais helicópteros de ataque e caças MiG para bombardear cidades controladas por rebeldes, matando um número crescente de civis. Em Damasco, a chefe huma-
nitária da ONU, Valérie Amos, disse que a guerra civil síria está "virando mais intensa e a violência mais indiscriminada". Segundo ela, pelo menos 2,5 milhões de pessoas precisam de ajuda humanitária na Síria. Saída - Os intensos combates levaram o Conselho de Segurança da ONU a encerrar sua missão de observadores, em atividade há quatro meses, neste domingo. A organização deve estender sua presença na Síria mediante a criação de um escritório político. "As condições para a continuidade da Missão de Supervisão da ONU na Síria não foram cumpridas", justificou o embaixador da França e presidente rotativo do Conselho de Segurança, Gérard Araud. O fim da missão põe novamente em dúvida a viabilidade do plano de mediação do ex-secretário-geral da ONU Kofi Annan. Ele deixará a função de mediador em 31 de agosto e deve ser substituído pelo ex-chanceler da Argélia Lakhdar Brahimi. (Agências)
Mineiros com paus e facões entraram em choque com a polícia
Armados até os dentes
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polícia de choque da África do Sul abriu fogo contra mineiros grevistas armados com facões e paus na mina sulafricana de Lonmin Platinum, na província Noroeste, ontem, matando pelo menos uma dúzia de homens no episódio mais fatal de uma semana de violência sindical. A imprensa local diz que a polícia teve que abrir fogo contra manifestantes que ameaçavam os agentes. A polícia local confirmou que um confronto com mineiros em greve provocou "perdas de
vidas", mas não informou um número exato de vítimas. A agência de notícias Sapa disse que um de seus repórteres tinha contado 18 corpos. Os distúrbios começaram em 10 de agosto, quando 3 mil trabalhadores cruzaram os braços na mina, localizada na cidade de Marikana, a 70 quilômetros de Johannesburgo. A agitação obrigou a Lonmin a parar a produção em todas as suas operações sulafricanas, que representam 12% da produção de platina global. (Agências)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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sexta-feira, 17 de agosto de 2012
MANUAL Por medo da radiação emitida dos parelhos de raio X, algumas pessoas preferem ser examinadas manualmente nos aeroportos.
idades
Aeroportos: o medo começa no raio X.
Especialistas apontam cuidados com aparelhos por "retrodifusão", atualmente utilizados em 36 aeroportos dos Estados Unidos. Passageiros temem a radiação. Roni Caryn Rabin *
Bertrand Langlois/AFP - 22/02/2010
M
esmo antes de engravidar, Yolanda Marin-Czachor fazia o possível para evitar os aparelhos de raios X utilizados pelos agentes de segurança para examinar os passageiros dos aeroportos dos Estados Unidos. Agora ela é radical: ao invés de ser alvo de tanta radiação, ela prefere simplesmente ser revistada manualmente. "Antes dessa gravidez, eu já passei por dois abortos espontâneos", afirmou Marin-Czachor, mãe e professora de 34 anos na cidade de Green Bay, no Wisconsin, "e uma das primeiras coisas que meu médico disse foi: 'Não passe por essas máquinas. Ninguém fez estudos de longa duração com elas e eu prefiro que você fique longe delas'". Existem 244 aparelhos de raios X por "retrodifusão" sendo utilizados em 36 aeroportos dos Estados Unidos. Eles funcionam praticamente sem parar, de acordo com a Secretaria de Segurança no Transporte (TSA, sigla em inglês). Outros aeroportos utilizam aparelhos de ondas milimétricas, que se parecem com cabines de telefone e não utilizam radiação nem detectores de metal. A maior parte dos especialistas concorda que, enquanto os aparelhos de raios X por retrodifusão estiverem funcionando da maneira correta, eles expõem os passageiros a quantidades ínfimas de radiação ionizante. Mas alguns especialistas são menos enfáticos e ainda existem dúvidas sobre a segurança do uso dos aparelhos de raios X em uma escala tão grande. Um estudo recente relatou que a radiação desses aparelhos atravessa a pele e chega até os órgãos. Em outro relatório, pesquisadores estimaram que, a cada bilhão de exames de raios X por retrodifusão realizados por ano, cerca de 100 casos de câncer poderiam ser causados pela exposição à radiação. A união europeia baniu aparelhos de raios X que utilizem radiação nos aeroportos; além disso, em diversos países europeus é ilegal submeter pessoas a exames de raios X por razões que não sejam médicas. Fe i xe – Os aparelhos movem rapidamente um feixe estreito com alta intensidade de radiação através do corpo
Phil Noble/Reuters - 07/01/2010
e David Brenner, diretor do Centro de Pesquisa Radiológica no Centro Médico da Universidade de Columbia, nos EUA, se preocupa com a possibilidade de que problemas mecânicos possam fazer com que o feixe fique parado em um único local, causando uma grande exposição à radiação, mesmo que por poucos segundos. Por razões de segurança, existe um segredo em torno de como esses aparelhos funcionam. A TSA afirma que os aparelhos foram avaliados pela Agência Reguladora de Alimentos e Medicamentos, pelo Comando de Saúde Pública do Exército Americano e pelo Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins. Mas os pesquisadores dessas instituições nem sempre tiveram acesso direto aos aparelhos em uso, e alguns dos relatórios publicados sobre eles sofreram enormes edições e tiveram os nomes dos autores removidos. Cientistas independentes afirmam que a falta de acesso limitou sua capacidade de avaliar os sistemas. John Sedat, professor emé-
rito de bioquímica e biofísica na Universidade da Califórnia, em San Francisco, acredita que a dosagem verdadeira possa ser até 45 vezes mais alta do que a estimada pela TSA, ou cerca de 10% de um exame de raios X na caixa torácica. Autoridades da TSA negam a afirmação dos cientistas de que é difícil medir corretamente a dose de radiação recebida pelos passageiros, dizendo que os equipamentos são inspecionados pelo menos uma vez ao ano e que eles possuem sistemas de desligamento automático no caso de falhas. Falhas – Entretanto, os equipamentos já apresentaram problemas mecânicos. Um recente relatório da TSA afirmou que, entre maio de 2010 e maio de 2011, foram emitidas 3.778 ordens de serviço em função de problemas mecânicos nos aparelhos de raios X por retrodifusão. Foram realizadas análises de segurança em apenas 2 por cento dos casos. Em uma carta enviada à Secretaria de Saúde e Serviços Humanos em 12 de outubro de 2010, cientistas afirmaram que "a natureza casual da manutenção desses equipamentos causa preocupação. Essas má-
Acima e ao lado, passageiros passam por aparelhos de raio X antes do embarque nos aeroportos. Exposição à radiação preocupa técnicos.
quinas são capazes de irradiar grandes doses de raios X". Além disso, "os hospitais geralmente procuram diariamente por problemas em seus equipamentos de raios X". Boa parte daquilo que se sabe a respeito dos riscos da exposição à radiação se baseia nas doenças que acometeram o Japão após a Segunda Guerra Mundial. Autoridades da TSA afirmam que pequenas doses de radiação são seguras para
qualquer pessoa, incluindo mulheres grávidas, bebês e crianças pequenas, embora as crianças sejam significativamente mais sensíveis aos efeitos da radiação. Entretanto, as pessoas que correm o maior risco são os funcionários da TSA e as outras pessoas que trabalham nos terminais, uma vez que elas passam pela segurança diariamente. Detectores – Um estudo realizado pelo Instituto Nacional
de Segurança e Saúde no Trabalho com os equipamentos de raios X dos aeroportos, em 2004, pedia que a secretaria fornecesse detectores de radiação para seus funcionários, com o objetivo de monitorar de forma sistemática sua exposição à radiação, assim como muitos hospitais e laboratórios fazem, além de destacar melhor a presença dos equipamentos. A secretaria não acatou o pedido. New York Times News Service
Luiz Prado/Luz - 24/01/2006
Esgoto: todos os dias, bilhões de litros nos rios, córregos e mares.
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s novos prefeitos irão enfrentar grandes desafios para melhorar a qualidade de vida dos moradores de suas cidades. Um dos maiores é o precário serviço de saneamento básico, problema comum a praticamente todos os 5.565 municípios brasileiros, segundo pesquisa divulgada ontem pelo Instituto Trata Brasil. Quase a metade da população das cem maiores cidades do País ainda não conta com a coleta de esgotos. O Instituto Trata Brasil é uma Oscip - Organização da Sociedade Civil de Interesse Público - que tem o objetivo incentivar uma mobilização nacional para que o Brasil possa atingir a universalização do acesso à coleta e ao tratamento de esgoto. Segundo a pesquisa, diaria-
mente, são despejados em torno de 8 bilhões de litros de fezes, urina e outros dejetos nas águas dos córregos, dos rios e do mar. E pouco mais de um terço ou, 36,28% da coleta de esgoto, passa por tratamento. Com informações do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o estudo mostra que nessas 100 cidades vivem 40% dos brasileiros ou 77 milhões de pessoas. Mais de 31 milhões moram em lugares onde o esgoto corre a céu aberto. Em 34 cidades, mais de 80% da população têm o esgoto coletado e, entre estas, cinco atendem todo o município: Belo Horizonte (MG), Santos (SP), Jundiaí (SP), Piracicaba (SP) e Franca (SP). A pesquisa aponta que em 32 municípios a coleta varia
entre 0% a 40% e, em outras 34 cidades, de 41% a 80%. Quanto ao esgoto tratado foi verificado que em 40 localidades este serviço não ultrapassa a 20% da coleta. Já o nível de excelência ou acima de 81% só existe em seis localidades: Sorocaba (SP), Niterói (RJ), São José do Rio Preto (SP), Jundiaí (SP), Curitiba (PR) e Maringá, também no Paraná. Em outras nove, o índice supera os 70%: Ribeirão Preto (SP); Londrina (PR), Uberlândia (MG), Montes Claros (MG), Santos (SP), Franca (SP), Salvador (BA), Petrópolis (RJ) e Ponta Grossa (PR). Verbas – Na média, os 100 municípios destinaram 28% de sua receita em obras de saneamento. A maioria, num total de 60, não chegou a utili-
Quase metade da população brasileira, das cem maiores cidades, não conta com rede de coleta de esgotos. zar 20% dos recursos na ampliação dos serviços. E entre as oito cidades que aplicaram mais de 80% da verba os destaques são: Ribeirão das Neves (MG), Recife (PE), Teresi-
na (PI), Praia Grande (SP) e Vitória (ES). Água – Em relação à distribuição de água tratada, o serviço é oferecido por 90,94% das cidades, acima
da média nacional (81,1%). Mas a pesquisa mostra que ainda faltam melhorias porque em 11 cidades, o atendimento está abaixo de 80% da população. (Folhapress)
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sexta-feira, 17 de agosto de 2012
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15 Saí correndo, peguei só a bolsa e o caderno. Ariane Emerenciano, estagiária
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Daniel Teixeira/AE
Pedestres correm no calçadão da Rua Conselheiro Crispiniano, no Centro Velho da Capital. Vazamento de gás na tubulação da rua provocou pânico nos paulistanos que circulam na região. Daniel Teixeira/AE
Diogo Moreira/Folhapress
Mulher usa lenço para se proteger do forte cheiro de gás que tomou conta de toda a região: medo de explosão.
Corpo de Bombeiros foi acionado para tentar detectar as causas do vazamento e controlar possível explosão
Centro: vazamento de gás provoca pânico. Comércio na região da Praça Ramos de Azevedo baixou as portas após boato de explosão. Prédios de escritórios foram evacuados e Shopping Light fechou.
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essoas correndo pelas ruas, uma faculdade esvaziada às pressas pelos bombeiros, lojistas fechando as portas e a notícia de uma explosão na rua. O Centro Velho da capital paulista viveu momentos de pânico na tarde de ontem, após a notícia de vazamento de gás na região da Praça Ramos de Azevedo e do Viaduto do Chá. O vazamento ocorreu na tubulação de gás que passa na Rua Conselheiro Crispiniano e provocou a interdição de quatro quarteirões. O Corpo de Bombeiros foi chamado por volta das 17h, após as pessoas sentirem forte cheiro de gás. Além de uma quadra da própria Conselheiro Crispiniano, foram interditadas a Barão de Itapetininga e a 24 de Maio, na região próxima ao Teatro Municipal. Os prédios do entorno foram esvaziados. Na Conselheiro Crispiniano, em um único imóvel, havia mais de 2 mil pessoas trabalhando. Por volta das 19h15, o prédio da Câmara Municipal, a algumas quadras do local, também foi esvaziado.
Daniel Teixeira/AE
A Comgás (companhia de gás) interrompeu o fornecimento no local e a Eletropaulo foi acionada para suspender a eletricidade. O prédio de escritórios localizado na esquina das ruas Conselheiro Crispiniano e Barão de Itapetininga foi evacuado assim que os funcionários dispararam o alarme. "Achei que era uma brincadeira. Quando a gente viu tudo isolado e as pessoas reunidas na rua, vimos que a coisa era séria mesmo", disse a estagiária de Recursos Humanos Ariane Emerenciano, de 23 anos. "Saí correndo, peguei só a bolsa e o caderno", afirmou Ariane. Alguns computadores, a luz e a cafeteira foram deixados ligados. "Só deu tempo de fechar a porta." Quando ela e os colegas deixaram o escritório, os bombeiros ainda não tinham chegado. "Seguimos a orientação dada por uma colega, que já tinha trabalhado na brigada, de evitar o elevador." Em 15 minutos, todo o quarteirão foi evacuado. O zelador do prédio, Fernando Antônio da Silva, 55, que mora no local, não conseguiu pegar nada no mo-
Toda a área do Theatro Municipal foi isolada no período da tarde, por causa do risco de explosão.
mento da evacuação. Lojas – "Será que vai explodir?" questionava o segurança Sandro Silva, funcionário de uma das lojas que fechou às pressas. Os lojistas, aliás, baixaram as portas em movimento de manada, ao ver os colegas fazendo o mesmo. Shopping – O forte cheiro de gás que se instalou na região contribuiu para o medo de que realmente houvesse uma explosão. Até o comércio do Shop-
ping Light, no Viaduto do Chá, deixou de atender. "Meu patrão dispensou todos os funcionários. Era um pavor geral", disse o balconista Valdeci Cordeiro, de 56 anos, ajudante de uma loja de vitaminas. Quem mora na região também se assustou. O aposentado Lauro Queiroz Neto, de 72 anos, morador do Edifício Oswaldo Cruz, a 50 metros do ponto do vazamento, fugiu de casa. "Senti o cheiro e achei
que o vazamento era no meu apartamento." Faculdade – No prédio onde funciona a faculdade União das Instituições Educacionais do Estado de São Paulo (Uniesp), na Rua Álvares Penteado, cerca de três mil alunos que já estavam nas salas de aula foram obrigados a sair correndo pelos bombeiros. Os bombeiros afirmaram que o vazamento foi isolado às 18h40, pouco mais de uma ho-
ra depois do início do forte cheiro, mas o trânsito - e os bloqueios para pedestres instalados pela Polícia Militar continuaram até 20h. Curiosos – Com tanta gente impedida de ficar ao redor da Praça Ramos de Azevedo, uma grande aglomeração de curiosos se formou atrás dos bloqueios instalados pela Polícia Militar. Em um deles, na Rua Coronel Xavier de Toledo, três pessoas acabaram detidas pela PM ao tentar ultrapassar as faixas de segurança. Até o início da noite os bombeiros não sabiam apontar as causas do vazamento. O Metrô informou que a operação na Linha 3 - Vermelha não foi afetada e os trens circulavam normalmente nesta tarde. Segundo a SP Trans, as linhas de ônibus que passam pelo Centro também não foram afetadas, já que o bloqueio aconteceu apenas em vias exclusivas para pedestres. Após constatar que não havia qualquer risco de explosão, os bombeiros liberaram todas as ruas da região, com exceção da Conselheiro Crispiniano, por volta das 21h30. (Agências)
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Logo Logo
Metáfora
www.dcomercio.com.br
Série de fotos conceituais de Hugh Kretschmer, cria metáforas conceituais e ilusões de ótica. www.hughkretschmer.net
Arte de palito O artista escocês David Mach transforma palitos de fósforo coloridos em esculturas. Animais, personagens e celebridades fazem parte da série, que é produzida com palitos especiais produzidos no Japão. http://bit.ly/z2XMvm
Í CONE D ESIGN
Inesquecível há 35 anos. Divulgação
M
ais de 75 mil fãs de Elvis Presley amanheceram ontem em frente à casa do astro, Graceland, em Memphis, nos EUA, após passarem a madrugada em uma vigília à luz de velas. Esse ritual é uma homenagem ao rei do rock, morto há 35 anos, em 16 de agosto de 1977. Elvis tinha 42 anos. Neste ano, a filha de Elvis, Lisa Marie, e sua esposa Priscilla surpreenderam os fãs do artista e apareceram juntas pela primeira vez durante a vigília, realizada aos pés do túmulo do ídolo. Lisa Marie e Priscilla sempre marcam presença na "Elvis Week", mas ainda não haviam comparecido juntas. As homenagens ao rei do rock seguem até domingo.
Elvis Presley, no início dos anos 1970.
Pilar Olivares/Reuters
T ABAGISMO
Europa pode vetar marca em cigarro Uma proposta em análise pela Comissão Europeia sugere vetar as marcas e logotipos em maços de cigarros. A ideia é tirar as marcas e aumentar as imagens dos danos que o cigarro provoca na saúde. A proposta é um dos itens de uma ação para endurecer a lei antitabaco nos países europeus. A Austrália ratificou na quarta-feira a lei mais estrita do mundo contra o tabagismo, que proíbe marcas nos maços.
Cadeira-robô Uma cadeira de linhas simples, portátil e dobrável. Assim é a RoboChair, que cabe em qualquer cantinho. http://bonjourlife.com/robochair/
C IÊNCIA
Anticoncepcional masculino Cientistas do Dana-Farber Cancer Institute, de Boston, descobriram uma substância que poderá levar à criação de uma pílula anticoncepcional para homens. Ratos machos que receberam a substância
ficaram totalmente inférteis durante o tratamento, produzindo uma quantidade menor de espermatozóides e com menor mobilidade. A droga não afeta o sistema hormonal.
A STRONOMIA Nasa/Reuters
Menos violência, mais movimento.
T ECNOLOGIA Projeto atende cem crianças e jovens de 3 a 18 anos.
Projeto realizado por uma ONG no Rio de Janeiro oferece a jovens que vivem em áreas com elevados índices de violência social e doméstica a oportunidade de estudarem balé gratuitamente. A academia 'Ballet Santa Teresa' também realiza atividades de integração sócio-cultura.
Aulas de dança são diárias e, além do balé, incluem canto e inglês.
A TÉ LOGO
Em Marte, com um iPad. Um site para iPad e iPhone leva os internautas para um passeio virtual em Marte com fotos da Curiosity. O panorama de 360° exibe as imagens como se o usuário estivesse no próprio planeta. http://bit.ly/NtRpAv
Acesse www.dcomercio.com.br para ler a íntegra das notícias abaixo:
L OTERIAS
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Brasil sobe para 9º no ranking da FIBA após Londres-2012
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Museu do Grammy inaugura homenagem a Whitney Houston
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Imagem do telescópio Hubble, da Nasa, mostra a região de formação estelar 30 Doradus, a cerca de 170 mil anos-luz da Terra. A 30 Doradus pode ser a maior região ativa de formação de estrelas entre nossas galáxias vizinhas.
O primeiro beijo de Obama e Michelle, agora eternizado
Concurso 2971 da QUINA 13
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17 COMBUSTÍVEL Mistura do etanol à gasolina pode passar dos atuais 20% para 25%.
conomia
ARGENTINA Projeção de plantio do trigo 2012/13 cai para 3,7 milhões de hectares
Calor afetou vendas do Dia dos Pais
Comércio de calçados e vestuários foi prejudicado na primeira quinzena de agosto, na Capital, pelas altas temperaturas. Vendas à vista subiram apenas 0,1%. Marcelo Fonseca/AE
Fátima Lourenço
seia em amostra de dados de clientes da Boa Vista Serviços, empresa responsável pela ads t e m p e r a t u r a s ministração do Serviço Cenmais quentes da pri- tral de Proteção ao Crédito meira metade des- (SCPC). "A boa notícia do bate mês, em relação lanço da quinzena está no créa igual período do ano passa- dito", disse o economista do do, prejudicaram as vendas de IEGV, Emilio Alfieri. No períoroupas e calçados da coleção do, enquanto o Indicador de outono-inverno como alterna- Registro de Inadimplentes tivas de presente para o Dia (IRI) cresceu 3%, na comparados País. O balanço da movi- ção com a primeira quinzena mentação do comércio paulis- de agosto de 2011, o Indicador tano na primeira quinzena de de Recuperação de Crédito agosto, divulga(IRC) saltou 8,5%. do ontem pela As"Os dados ainda sociação Comersão preliminares, cial de São Paulo mas sugerem que O fato do (ACSP), mostra, a inadimplência governo como reflexo, alta caminha para incentivar os de apenas 0,1% uma redução", nas transações à investimentos na comentou o ecovista, ante igual nomista. infraestrutura quinzena de Alfieri lembrou garantirá o 2011, e de 2,7% que no acumulaaumento da nas compras à do de janeiro a juprodução. prazo, na mesma lho de 2012, os base de comparanovos registros ROGÉRIO AMATO, ção, com igual núde inadimplentes PRESIDENTE DA ACSP mero de dias (medidos pelo E DA FACESP úteis. IRI) cresceram "Embora o ritmo de vendas 8,1% e a regularização dos permaneça moderado, o fato carnês em atraso (IRC), 8,1%. do governo incentivar os inSegundo análise do econovestimentos na infraestrutura mista, o consumidor com pagarantirá também o aumento gamento de dívidas em atraso da produção, viabilizando a tem buscado renegociá-las, "o retomada da atividade econô- que explicaria um pouco o ritmica em bases permanen- mo moderado nas compras". tes", afirmou o presidente da Alfieri ressalva, no entanto, ACSP e da Federação das As- que os dados da quinzena sosociações Comerciais do Esta- bre inadimplência são consido de São Paulo (Facesp), Ro- derados preliminares e não gério Amato. podem ser projetados para o O balanço, elaborado pelo balanço mensal. Instituto de Economia Gastão O mesmo raciocínio vale paVidigal (IEGV), da ACSP, se ba- ra a comparação do desempe-
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nho dos primeiros quinze dias deste mês, com igual período de julho. No caso, porque o desempenho das vendas está influenciado pelo Dia dos Pais, independentemente da variável temperatura, presente na comparação anual. De acordo com o balanço da ACSP, o Indicador de Movimento do Comércio a prazo (IMC/SCPC) da primeira quinzena de agosto cresceu 5,2%, ante igual período do mês de julho.
Evolução – Já o Indicador de Movimento de Cheques (ICH/SCPC Cheque), parâmetro para as vendas à vista, apresentou evolução de 15,3%, na mesma base de comparação entre períodos. Nas vendas associadas ao Dia dos Pais prevalece, historicamente, a aquisição de bens de menor valor, como roupas, calçados e acessórios. "Neste ano, por causa da influência do clima, prevaleceram os livros, CDs, DVDs e acessórios",
ressalvou Alfieri. O economista também afirmou que o desempenho da primeira quinzena de agosto, ante igual período de julho, carregado pelo sazonalidade do Dia dos Pais, tende a desaparecer ao longo do mês. "Em setembro, com a chegada da coleção primeira-verão, o desempenho do comércio poderá retomar as médias históricas", disse Alfieri. Os prognósticos da meteorologia reforçam essa esperança.
Varejo da Grande SP fatura R$ 13,3 bi
Previsão do tempo é favorável à coleção primavera-verão
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Renato Cerqueira/AE
Temperaturas amenas do inverno podem antecipar a venda da próxima coleção. Lojistas devem ficar atentos à possibilidade de período com mais chuvas, por causa do El Ninõ.
A
s temperaturas mais quentes inibiram as vendas de roupas e calçados no último Dia dos Pais, mas a indicação da permanência deste clima para os meses de setembro e outubro chega como um alento à comercialização das coleções da moda primavera-verão, que já divide a cena, em muitas vitrinas, com as criações do outono-inverno. É hora de ficar atento às previsões climáticas, para otimizar as possibilidades de vendas. As previsões de setembro e outubro para o Estado de São Paulo indicam que as chuvas do período podem ficar, na maior parte da região, 20% acima da média histórica registrada nesses meses, com maior intensidade prevista para o litoral sul e Vale do Ribeira. No extremo norte, a tendência é prevalecerem os dias mais secos, típicos dessa época, mas com temperaturas ligeiramente acima da média. Para a região da Capital paulista e seu entorno, a previsão climática se traduz em dias ligeira-
Consumidores nos parques: sol e pouca umidade marcaram o clima na Capital paulista nas últimas semanas. mente chuvosos e quentes. A despeito da predominância de dias quentes, no entanto, o período entre agosto e outubro ainda comporta possíveis incursões de frentes frias nesta região. Oceano – As previsões levam em conta que o aquecimento das águas do Oceano Pacífico começou há cerca de três meses, explica o meteorologista do 7º Distrito do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) do Ministério
da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Marcelo Schneider. Esse gradativo aquecimento (com mudanças nas correntes atmosféricas) retém algumas frentes frias no sul do Estado de São Paulo. "Por isso a previsão de chuvas mais intensas por lá", disse. O fenômeno também poderá causar temperaturas mais altas, a partir, especialmente, da região central para a parte norte do estado.
Para a safra, boa notícia.
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região Sul do Brasil poderá se beneficiar do estabelecimento do fenômeno El Ninõ, com intensidade moderada nos meses de agosto, setembro e outubro. As chuvas acima da média, que o fenômeno poderá causar naquela parte do País, devem favorecer a safra de verão 2012-1013, castigada, no ano passado,
Nas lojas de rua ou shopping centers, o movimento foi menor. Boa notícia vem do Indicador de Recuperação de Crédito, que teve salto de 8,5% em relação aos primeiros 15 dias de agosto de 2011.
pela estiagem. Os detalhamentos dos prognósticos climáticos, conforme divulgou o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), também indicam chuvas acima da média na faixa que inclui o sul das regiões Centro-Oeste e Sudeste, além das zonas central e norte do Sul. (FL)
De acordo com Schneider, ainda não se pode afirmar que o próximo verão terá, na região, temperaturas mais quentes que as de igual estação de 2011/2012. "Se o El Ninõ se estabelecer, o verão tende a ficar mais quente", afirmou. A consolidação do fenômeno é reconhecida quando as águas do Pacífico permanecem de dois a três meses com temperatura meio grau acima da normal. O trimestre formado por agosto, setembro e outubro configura "meses de transição", acrescentou o especialista, porque o El Ninõ clássico aconteceria mais próximo do verão. "Neste ano, ele está antecipado", justificou Schneider, reforçando que o fenômeno poderá ou não se estabelecer. Aos empresários à frente de negócios suscetíveis aos humores do clima, o meteorologista lembrou que as previsões também podem se alterar por mudanças de "acasos", como um terromoto. As pesquisas junto ao Inmet, para acompanhar esses cenários, são gratuitas. (FL)
comércio varejista na Grande São Paulo faturou R$ 13,3 bilhões em junho, apontou pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). O montante é R$ 1,13 bilhão superior ao registrado em igual mês de 2011 e representa um aumento de 9,3%. Ao longo do primeiro semestre, o comércio da Grande São Paulo acumulou alta de 5,2% com relação a igual período do ano passado. Nesta mesma época, em 2011, o aumento com relação ao ano anterior era de 3,3%. Segundo nota divulgada ontem pela Federação, isso "demonstra que a esperada desaceleração do consumo ainda não se por cento é quanto manifestou". aumentaram as De acordo com a Pesquisa vendas do Conjuntural do comércio em junho Comércio Varejista (PCCV), deste ano em realizada em relação a igual parceria entre a período de 2011, FecomercioSP e a e-Bit, quase 63% diz FecomercioSP. do faturamento adicional registrado em junho se deve ao desempenho dos setores de Comércio Automotivo e Supermercados, que faturaram R$ 393,8 milhões e R$ 318,4 milhões a mais do que em junho de 2011, respectivamente. A assessoria técnica da FecomercioSP atribuiu o resultado, em parte, às medidas de estímulo fiscal concedidas pelo governo. Outros pontos ressaltados são o alto nível de ocupação da população, o incremento na massa real de rendimento dos trabalhadores na região metropolitana e a expansão do crédito. A perspectiva da Federação é de que, até o fim do ano, o tripé que engloba renda, crédito e estímulos deve continuar alavancando o consumo. (AE)
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19 Em relação a igual período de 2011, a alta nas vendas ficou em 9,5%, com influência das medidas de estímulo adotadas pelo governo, segundo o IBGE.
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Varejo do País cresce 1,5% em junho Expansão das vendas na comparação com desempenho de maio, apontado pelo IBGE, surpreende o mercado, que esperava perdas de 0,3% no período.
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s vendas no varejo brasileiro surpreend e r a m a o cr e scerem 1,5 % em junho ante maio, muito acima da expectativa do mercado. A leitura acendeu um sinal de alerta sobre os próximos passos de uma eventual política monetária mais agressiva, com mais cortes na taxa básica de juros, Selic. Na comparação mensal, o resultado foi o melhor desde janeiro, quando subiu 3,11%. Em relação a igual período de 2011, a alta nas vendas ficou em 9,5%, com influência das medidas de estímulo adotadas pelo governo, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Analistas previam que as vendas recuariam 0,3% em junho sobre maio e cresceriam 6,5% sobre um ano antes. As contas mensais variaram de queda de 0,9% a alta de 0,75%, enquanto que as anuais variaram de avanço de 5,5% a 8,7%. O desempenho de junho mostra que o principal motor da economia nos últimos trimestres voltou a mostrar força, já que em maio – quando comprado com o mês anterior – , as vendas haviam recuado 0,8%. No varejo ampliado, que
Leonardo Rodrigues/Hype
O grupo de móveis e eletrodomésticos registrou alta de 5,3% nos negócios em junho. Na comparação anual, o grupo teve aumento de 15,8% nas transações.
inclui as atividades de veículos e material de construção, a alta das vendas em junho ficou em 6,1 % frente a maio. Segundo o IBGE, todas as atividades pesquisadas tiveram resultados positivos em junho na comparação mensal, com exceção de equipamentos e material para escritório,
informática e comunicação (recuo de 8,9%). "O crescimento das vendas foi puxado por supermercados e hipermercados, além de móveis e eletrodomésticos. São segmentos importantes, com peso e que tiveram bom resultado", afirmou o economista do IBGE Reinaldo Pereira.
Os destaques para junho ficaram para veículos e motos, partes e peças (16,4%); móveis e eletrodomésticos (5,3%); e livros, jornais, revistas e papelaria (4,3 %). O segmento de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo subiu 0,8% em junho, depois de
Família gasta para se divertir em casa ceira melhorou nos últimos anos, principalmente os mais jovens (25 a 39 anos), com 77%. Além disso, 97% dos pesquisados acham que a situação irá melhorar, 75% esperam mudar de emprego ou ter um cargo melhor e 79% almejam viajar mais a lazer. O preço é atributo determinante no processo de compra. Prova disso é que apenas 29% dos consumidores disseram que ele é secundário. Já na hora de comparar os produtos, o preço foi apontado como principal atributo, com 91%. Em seguida vem marca, com 61%, e formas de pagamento, com 39%. Para Goes, um dos destaques do estudo é que a casa é
o centro de lazer desse consumidor, sendo que 49,5% dizem passar o tempo com a família, 40% veem TV e filmes no lar, mas a média cai para 29% quando falam em sair com amigos ou namorado. Segundo a pesquisa, 32% citaram que contrataram TV por assinatura há menos de dois anos, 30% compraram telefone celular pré-pago e 28%, internet. A pesquisa revela que, apesar de a loja física ser o principal canal de compra, outros são utilizados: 26% dos entrevistados já compraram produtos pela internet e 7%, por telefone. Dos que usaram a internet, 64% realizaram a compra no último ano. (AE)
Otimismo industrial ainda é baixo
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Marcos Peron/ Virtual Photo
Entre os consumidores que migraram de classe social, 28% contrataram serviços de internet. Nick White/Folhapress
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casa é o centro de lazer dos brasileiros que migraram de classe social nos últimos anos e a família é a principal referência na hora de decidir por uma compra, segundo a pesquisa O consumidor mais por menos redefine o varejo realizada pela GS&MD - Gouvêa de Souza, divulgada ontem no 15º Fórum de Varejo da América Latina, em São Paulo. O novo "consumidor mais por menos" tem aspirações claras de consumo, mas é ciente de suas limitações, afirmou o sócio-sênior da GS&MD, Luiz Goes. Segundo o estudo, dentre os entrevistados, 73% acharam que sua situação finan-
contrair 0,1 % em maio. "(Em veículos e móveis) f oi uma confluência da redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e expansão do crédito. Ainda há espaço para o consumo das famílias crescer", disse Queiroz, da Austin Rating. Na comparação anual, tam-
pós forte queda em julho em relação a junho, a confiança do empresário cresceu 1,2 ponto em agosto sobre o mês anterior e atingiu 54,4 pontos, divulgou ontem a Confederação Nacional da Indústria (CNI). O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), indicador da CNI que mede o humor do setor, vai de zero a 100 pontos – e valores acima de 50 indicam melhor condição ou expectativa otimista
bém houve contração nas vendas apenas para o segmento de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-14,6%). Na ponta oposta, vieram hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (11,3%); móveis e eletrodomésticos (15,8%); e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (11,3%). Incentivo – "As medidas de incentivo demonstram ter alcançado o resultado esperado. Agora temos de aguardar para ver se a aceleração será mantida", disse o economista do IBGE. Com os eletrodomésticos e automóveis sendo vendidos a preços menores, o consumidor deixou de comprar produtos de informática e comunicação, principalmente celulares, mudando o foco de interesse para os produtos que apresentaram queda de preço expressiva. Isso explica em parte o recuo do grupo equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação. Pereira ressaltou, porém, que essa atividade, a única com resultado negativo, apresentava desempenhos positivos de dois dígitos desde abril do ano passado. (Agências)
do empresariado industrial. Mesmo com o aumento, o otimismo ainda está 1,8 ponto abaixo dos 56,2 registrados em agosto do ano passado e 5 pontos da média histórica (59,5) do indicador. De acordo com a confederação, o aumento do otimismo dos empresários de um mês para o outro não assegura mudança na trajetória de diminuição do índice, que vem ocorrendo desde o início de 2010. Em janeiro daquele ano, o índice era de 68,5 pontos. Para o futuro, a expectativa dos empresários continua po-
sitiva. A perspectiva para os próximos seis meses cresceu 0,7 ponto, para 58,7 pontos. Nordeste – A confiança em agosto ante julho subiu para o empresariado de todos os portes de indústrias e de praticamente todas as regiões, com exceção do Nordeste. Apesar de o indicador ter ficado estável em agosto no Nordeste (57,7 pontos), a região é a mais otimista do Brasil. Na sequência vem CentroOeste (56,6), Norte (55,1), Sudeste (52,8) e Sul (51,6). Por porte da indústria, os grandes empresários são os mais otimistas (55 pontos),
seguidos pelos médios (54) e pelos pequenos (53,8). Segmentos – Entre os segmentos industriais, houve alta do otimismo na indústria de transformação (de 52,4 para 53,7 pontos) e na de construção (de 55,2 para 56,1 pontos), mas queda na expectativa da indústria extrativa (de 57,1 para 54,1 pontos). Dos 28 setores da indústria de transformação pesquisados, o madeireiro e o de manutenção e reparação registraram falta de confiança, com índices abaixo de 50 pontos – 49,6 e 44,1 pontos, respectivamente. (Folhapress)
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90 ANOS NO AR
O ALMANAQUE
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os campos e nas cidades, durante décadas, o Almanaque do Biotônico Fontoura invadiu os lares do País. Era aguardado e o produto anunciava no rádio a distribuição em farmácias e drogarias do esperado brinde. Nas rádios, o famoso biotônico dava informações curiosas, como a distância de voo de uma vespa e outras curiosidades, que chamavam a atenção do respeitável ouvinte.
O
rádio é o melhor exemplo da resistência de um meio de comunicação no Brasil. Implantado em 1922, está em nove a cada dez lares. E, melhor, está crescendo por força do congestionamento das cidades e conquistando cada vez mais ouvintes das classes A e B. De acordo com dados do Target Group Index, do Ibope Media, em casa, a predominância de ouvintes está entre as mulheres das classes CDE (36%). Já nos automóveis, são os homens das classes AB, entre 25 e 54 anos, os mais assíduos em sintonizar o meio (32%). Por outro lado, nos transportes públicos, os jovens entre 20 e 34 anos se destacam entre os ouvintes (63%). Aliás, a idade é outro fator importante que influencia na penetração do rádio entre a população, sendo maior entre os jovens de 12 a 24 anos (78%), seguida por um segmento mais adulto, com pessoas entre 25 e 49 anos (76%). Já entre as faixas etárias dos 50 a 75 anos, esse percentual cai para 69%. Outro dado importante da pesquisa está no fato de esse meio de comunicação oferecer muita mobilidade – o que permitiu uma migração suave e perfeita com novas plataformas, como os aparelhos celulares e os computadores portáteis, como os tablets. A gratuidade da programação musical é outro fator. E se as rainhas do rádio, que fizeram a alegria das tardes brasileiras da década
Fotos: Divulgação
A companhia alemã Basf acredita em crescimento de 5% a 6% nos mercados de agroquímicos e químicos na América do Sul neste ano.
conomia
CURIOSIDADES com Biotônico Fontoura
LAVA MAIS BRANCO
IMBATÍVEL na mobilidade, rádio se mantém. de 1950, saíram de cena, outras vão entrando na onda. Ainda nos anos 1950, muitos acreditavam que o rádio perderia espaço para a televisão. De fato, o meio que surgia levou do rádio suas estrelas e também suas novelas, mas o meio resistiu – hoje é complementar. Da mesma forma, muitos apregoam que a internet irá exterminar jornais e revistas, mas, na realidade, são os endereços eletrônicos dos meios impressos os mais acessados
atualmente, sobretudo pela credibilidade da informação. Há 90 anos, o rádio era uma novidade e soube durante essas nove décadas se manter na onda. Nas ondas do rádio o mundo continuará conectado. Simples assim. E para comemorar a imagem de propagandas que ganharam jingles e jargões que ainda resistem na memória e, como o rádio, não saíram de cartaz, esta coluna traz os reclames de sucesso dos tempos áureos do meio.
A
Lever virou Unilever e seu famoso sabão em pó Rinso cedeu lugar para Omo. Rinso esteve intimamente ligado ao rádio: patrocinava, nos anos 1960 e 1970, tardes musicais. E fez sucesso ao apostar na voz de Rita Pavone e promover shows pelo Brasil. Na memória radiofônica, Rinso continua lavando tão branco quanto Omo.
TARDES musicais patrocinadas
PELA MANHÃ
QUEM BEBE...
U
N
m jingle assinado por Archimedes Messina já faz parte da cultura popular brasileira. "Depois de um sono bom, a gente levanta, toma aquele banho, escova os dentinhos... Na hora de tomar café, é Café Seleto, que a mamãe prepara, com todo carinho..., Café Seleto tem, sabor delicioso, cafezinho gostoso...". Nos anos 1970, a campanha invadiu os rádios e nunca mais saiu da memória.
PARTE da cultura popular, jingle do café Seleto é inesquecível.
os anos 1950, Grapette era o refrigerante da moda. O jargão "quem bebe, repete" ficou em cartaz e adoça ainda hoje a memória de muitos. A bebida ficou tão famosa que ganhou até sobremesa: o crepe Suzette que se saboreava com Grapette – e com este se confundia.
GRAPETTE: moda nos anos 1950.
Google vai demitir 220 na Motorola de Jaguariúna
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uzentos e vinte funcionários da Motorola Mobility, em Jaguariúna (SP), aguardam a comunicado de demissão nos próximos dias, dentro do pacote de 4 mil dispensas que acontecerão pelo mundo, após a compra da empresa pelo Google. O gigante virtual tenta reestruturar a fabricante de celulares que por anos dominou o mercado, tirando de circulação alguns modelos e entrando com força nos negócios de smartphones, hoje liderados por Apple e Samsung. O Google informou que vai "fechar ou consolidar cerca de um terço de suas instalações" (94 ao todo, no mundo) dentro do pacote para acabar com os sucessivos prejuízos registrados na recémcomprada Motorola. Serão reduzidos em 20% os postos de trabalho. A empresa informou, em nota, que a estratégia deve ajudar "a unidade de dispositivos móveis a retornar à lucratividade", simplificando "seu portfólio de produtos
12,5 bilhões de dólares foi o valor total pago pelo Google pela Motorola Mobility, operação concluída no último mês de maio. móveis – mudando o foco de telefones celulares convencionais para modelos inovadores e lucrativos". No Brasil, as dispensas foram confirmadas ao Sindicato dos Metalúrgicos de Jaguariúna e Região (SindMetal) já na segundafeira. Elas reduzirão em 8% o número de trabalhadores na fábrica de Jaguariúna, a única unidade de produção no País. No escritório da Motorola, em São Paulo, não foram confirmadas demissões. Os cortes na fábrica do interior atingirão, segundo o
sindicato, as áreas administrativas e de engenharia e os supervisores das áreas de produção. "Hoje não recebemos notícias de dispensas ainda. Mas sabemos que haverá o corte e estamos na expectativa, porque ninguém sabe quem vai para a rua", afirmou Cesar Cardoso, funcionário da Motorola na fábrica, onde trabalham 2,6 mil pessoas. A Motorola e o SindMetal assinaram na quarta-feira um acordo coletivo, que prevê um pacote especial de benefícios para os demitidos até o dia 14 de setembro. O plano inclui indenização correspondente a 50% do salário-base por ano completo de contrato de trabalho do empregado, sendo que cada um poderá receber, no máximo, cinco salários. A proposta inicial da Google era pagar 20% do salário por ano trabalhado. Foi concedida também a extensão por quatro meses do plano médico. Seria criado um plano de demissão voluntária, mas a matriz insistiu nas demissões. (AE)
Basf: avanço na América do Sul.
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companhia alemã Basf a c r e d i t a e m c r e s c imento de 5% a 6% no mercado de agroquímicos e químicos na América do Sul em 2012, a despeito dos efeitos da crise na Europa. "O mercado na área de produtos para agricultura está bom, continua crescendo. No restante, houve uma certa desaceleração, mas ainda não uma crise", afirmou o presidente da empresa para América do Sul, Alfred Hackenberger. Maior fabricante de produtos químicos do mundo em receitas, a Basf tem meta de atingir vendas de 8 bilhões de euros na América do Sul em 2020. As vendas na América do Sul somaram 5,968 bilhões de euros em 2011, sendo 2,6 bilhões de euros apenas no Brasil, que abriga a sede regional. No País, a empresa terá um polo produtor de acrílicos que está sendo construído em Camaçari (BA), com previsão de investimentos de R$ 1,2 bilhão e que deve entrar em operação no segundo semestre de 2014. (Reuters)
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e Dilma muda rumo, diz 'The Economist'. O governo encontrou um caminho para investir e isso pode garantir o nosso crescimento como planejado. Marco Antônio Saltini, diretor de relações governamentais e institucionais da MAN Latin America
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Em editorial, revista inglesa analisa os desafios do País e o que levou a presidente brasileira a lançar um pacote de incentivo a investimento privado em infraestrutura
Piora clima econômico na AL
Reprodução de ilustração da revista The Economist
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lançamento de um pacote de concessões para estimular a infraestrutura logística no Brasil mostra uma decisão em direção à competitividade das companhias e ao crescimento econômico brasileiro, mas será preciso que a presidente da República, Dilma Rousseff, ataque outros problemas seculares do País, como o Custo Brasil, e faça mudanças na aposentadoria, de acordo com editorial intitulado "A hora da verdade para Dilma", publicado ontem pela revista inglesa The Economist. A publicação lembra que a falta de atenção à competitividade, a vantagem do País em relação às commodities, os altos custos de produção e de comercialização, além dos altos impostos já foram descritos há um século pelo historiador de economia Warren Dean. São problemas que persistem na realidade brasileira, e que não receberam atenção por causa do crescimento rápido do Brasil na última década, impulsionado pela alta demanda da China por minério de ferro e soja do País. Além disso, o texto lembra que o crescimento dos salários e o estímulo ao crédito incrementaram o poder de compra de milhões de brasileiros.
Agora, com a economia estagnada, o governo baixou a taxa de juros, continua a intervir para enfraquecer uma moeda sobrevalorizada e ofereceu incentivos fiscais e empréstimos de baixo custo a alguns setores, para que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça 4,5% em 2013. A reportagem lembra que esses instrumentos, usados
em 2008, ajudaram a recuperar a economia brasileira, por meio do estímulo à demanda, mas hoje eles parecem ter efeito reduzido por causa do desaquecimento da economia global, seja porque a maioria dos consumidores está pagando suas dívidas. Além disso, o Brasil é um lugar de alto custo para investir e produzir. O presidente da
Renault-Nissan, Carlos Ghosn, diz que é mais barato importar aço feito na Coreia do Sul a partir do minério de ferro brasileiro do que comprar localmente. O editorial lembra, também, que os salários têm crescido mesmo com a produtividade dos trabalhadores estagnada. O País tem fraca infraestrutura e os tributos
Governo assume riscos para atrair capital privado Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr
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Índice de Clima Econômico (ICE) da América Latina recuou no mês de julho após uma tendência ascendente desde outubro de 2011. O ICE de julho ficou em 4,8 pontos, frente 5,2 na leitura anterior feita em abril. O indicador trimestral, elaborado em parceria com o instituto alemão Ifo, foi divulgado ontem pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Houve piora nos dois indicadores componentes do ICE. O Índice da Situação Atual (ISA) recuou de 5,6 pontos, em abril, para 4,9, em julho. Já o Índice de Expectativas (IE) caiu de 4,8 pontos para 4,6, na mesma base de comparação. De acordo com a FGV, a leitura de ambos os indicadores componentes abaixo de 5 pontos indica que a região pode estar entrando na fase recessiva do ciclo econômico. A piora de percepção na América Latina reflete um movimento global, pois o ICE mundial recuou de 5,3 para 4,7 pontos, após dois trimestres consecutivos de alta. O Brasil tem 5,2 pontos, o maior nível dentro do grupo Bric (Brasil, Índia, Rússia e China). O índice da China ficou em 5, o da Rússia, em 4,5 e o da Índia, em 5. Na América Latina, o Brasil ocupa a quinta colocação no ranking do ICE médio dos últimos quatro trimestres, com 5,6 pontos. O ranking é liderado pelo Peru, com 6,4 pontos. A Colômbia, que na leitura de abril ficou em primeiro no ranking, caiu para quarto. O ICE é calculado trimestralmente na Sondagem Econômica da América Latina, que mede a expectativa de agentes econômicos na região. Em julho de 2012, foram consultados 147 especialistas em 18 países. (AE)
representam 36% do PIB, semelhante ao que é cobrado na Europa, mas sem o mesmo retorno em serviços públicos. A revista cita que metade dos brasileiros não têm acesso a saneamento básico e, embora o investimento público cresça, é irrisório. Mudança de rumos – Para a revista, Dilma parece entender que é preciso mudar e ata-
Plano deve incentivar venda de caminhões
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Para o ministro Fernando Pimentel, o setor privado está acostumado a uma situação confortável.
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pacote de investim e n t o s e c o n c e ssões de rodovias e ferrovias anunciado ontem pelo governo federal, de uma maneira geral, agradou a empresários e investidores. Como muitos trechos a serem concedidos, no entanto, estão em regiões onde o movimento de veículos e cargas não é alto o suficiente para torná-los rentáveis por si, as garantias oferecidas pelo governo terão que ser altas. "Estamos, de fato, assumindo os riscos, para reduzi-los ao capital privado e atrai-lo a vir", disse o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel, ontem em São Paulo. "O setor privado está acostumado a uma situação confortável, a um sistema financeiro de retornos fáceis. Não está acostumado aos riscos. Precisamos dele para realizar estes investimentos e temos que atraílos aos poucos", disse. O governo federal, por exemplo, por meio da estatal Valec, se compromete, no novo modelo, a comprar toda a capacidade das ferrovias construídas pelas futuras concessionárias para revendê-la ao mercado. Desta forma, arca com os eventuais prejuízos caso a recei-
ta com frete não pague os custos. "Não devem ser vistos como custos, ou prejuízos", pontuou Pimentel. "São investimentos, que precisam ser feitos." "Para os trechos que não são autossustentáveis financeiramente, deve ser adotado o modelo de PPP (parceria público-privada)", disse Mauro Borges, presi-
É um pacote que promete aumentar o nível de investimentos como um todo. ROBSON ANDRADE, CNI
dente da Associação Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). Em uma PPP, diferente das concessões integrais, o Estado entra com subsídios ou parte dos investimentos, como forma de manter a atratividade financeira ao parceiro privado. É a opção, por exemplo, para as rodovias mais afastadas dos grandes centros, como São Paulo, onde o movimento é mais baixo e a receita com
pedágios não é suficiente para pagar a conta. "Há trechos (inclusos no pa co te ) de alta demanda e altamente rentáveis", disse. "Mas há muitos onde isso não acontece, e o governo tem que entrar então com alguma contrapartida." Oportunidade – "É um pacote que promete aumentar o nível de investimentos como um todo", avaliou Robson Andrade, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), referindo-se não só à verba a ser investida diretamente no projeto, como à perspectiva de melhora na logística do País, um de seus maiores gargalos ao investimento. "Há hoje uma série de empresas privadas, com verba, à procura de bons projetos em que investir. É uma oportunidade para todos", disse. Para o ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, a iniciativa sinaliza para uma importante transição do Brasil a uma nova fase de competitividade. "A melhora na infraestrutura é essencial para que o crescimento e a competitividade se consolidem", disse. Para ele, o País começam a melhorar seus índices e deve recuperar os níveis de expansão dos últimos anos aos poucos. (Folhapress)
car o alto custo da oferta, embora seus esforços recentes tenham se concentrado na redução da taxa de juros e na desvalorização do real. A inflação, lembra, não subiu como alguns temiam, mas continua uma aposta. Os leilões de concessão para a modernização de quatro aeroportos foram tão agressivos que as melhorias podem ser lentas. O texto diz que a presidente do Brasil deu sinais de que está preparada para ser mais ousada, com o lançamento do pacote de concessões de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos, e com a intenção de reduzir impostos sobre a eletricidade e desonerar a folha de pagamento para todas as indústrias e não só a um grupo seleto. Para conseguir isso sem aumentar o déficit orçamentário, Dilma terá de conter o aumento da despesa pública e enfrentar desafios como a mudança das regras de aposentadoria, que permitem que trabalhadores se beneficiem de pensão aos 50 anos. "Isso levará tempo. No curto prazo, a presidente deverá controlar o custo da folha de pagamento e resistir às reivindicações salariais exorbitantes de funcionários públicos federais em greve", diz a revista. (DC)
plano de concessões de rodovias e ferrovias anunciado pela presidente da República, Dilma Rousseff, pode ser a garantia de um crescimento de 5% ao ano nas vendas de caminhões, que é o percentual buscado pelo setor, avaliou ontem o vicepresidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) e diretor de relações governamentais e institucionais da MAN Latin America, Marco Antônio Saltini. Ele disse que o pacote logístico mostra que haverá recursos para investimentos que vão estimular a economia brasileira e o segmento de caminhões, afirmou, está diretamente ligado ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). "O governo encontrou um caminho para investir e isso pode garantir o nosso crescimento como planejado", afirmou durante 22º Congresso da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), em São Paulo. Saltini disse, no entanto, que é fundamental para o segmento de veículos
pesados a manutenção das taxas de juros da linha Finame PSI (Programa de Sustentação dos Investimentos) em 5,5%, com previsão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) terminar no dia 31 deste mês. "O volume de desembolso do BNDES com essa linha foi menor que a expectativa", disse Saltini, em referência à retração das vendas no ano de 2012 em razão da crise econômica internacional e da introdução de nova tecnologia de motores para caminhões. "O governo deveria manter a taxa de juros nesse nível." De acordo com Saltini, as taxas de juros do Finame são as menores da história e precisam ser mantidas até quando o País retomar a trajetória de crescimento. "Venda de caminhão deveria ser um índice econômico porque se a economia vai bem, esse mercado também se sai bem." Saltini estima que em 2012 as montadoras venderão 130 mil caminhões e que a produção neste ano chegou a cair 45%. "É praticamente meia fábrica parada", declarou. (AE)
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e Pacote fiscal para os estados
É natural que alterem os critÊrios de juros. São contratos de 30 anos. Geraldo Alckmin, governador de São Paulo
conomia
Governo aumenta a capacidade de endividamento em 17 estados para elevar o fluxo de capital e os investimentos
O
ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou ontem o aumento na capacidade de endividamento de 17 estados no valor de R$ 42,225 bilhĂľes. O ministro, no entanto, fez questĂŁo de destacar que esse aumento nĂŁo significa uma deterioração das contas pĂşblicas. "O Brasil se distingue de vĂĄrios paĂses do mundo pela sua solidez fiscal. Estamos vendo vĂĄrios paĂses com descontrole fiscal e aqui avançamos cada vez mais na solidez das contas pĂşblicas. Em função disso, habilitamos o Estado brasileiro para que possa avançar em suas açþes e seus investimentos", afirmou. Ele disse ainda, que se observa hoje uma retração do investimento "Ă espera de boas notĂcias no âmbito internacional" e que, por isso, "o Estado deve agir para dar estĂmulos para que a economia possa avançar." Segundo Mantega, o espaço fiscal autorizado pelo Tesouro Nacional aos estados permitirĂĄ o avanço dos investimentos no PaĂs. Ele destacou que o cenĂĄrio econĂ´mico ĂŠ complicado no mundo por conta da crise internacional, o que tem intimidado a realização de investimentos. Por isso, ĂŠ nesse momento, disse o ministro, que o setor pĂşblico deve agir para garantir a retomada da economia e dos investimentos, seja por iniciativa do governo federal ou dos estados. Ele lembrou o lançamento do programa de investimentos em logĂstica, anunciado na Ăşltima quarta-feira pela presidente Dilma Rousseff, no valor de R$ 133 bilhĂľes. "É importante uma ação do governo federal e dos estados sinalizan-
Ed Ferreira/AE
Alckmin quer troca de indexador de dĂvidas
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do que os investimentos vĂŁo continuar ocorrendo no Brasil", disse o ministro. Queda no ICMS – "Sei que os governadores estĂŁo preocupados porque a arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nĂŁo foi tĂŁo boa no primeiro semestre. Quero dizer que o segundo semestre serĂĄ melhor. Com as vĂĄrias iniciativas que temos tomado, a atividade jĂĄ começa a reagir e jĂĄ temos indicadores de melhoria. A indĂşstria parou de cair e jĂĄ começa a recuperar o nĂvel de atividade. A Pesquisa Mensal do ComĂŠrcio mostra um resultado importante para o varejo", afirmou o ministro.
De acordo com o MinistĂŠrio da Fazenda, esse novo limite de endividamento vai possibilitar novos emprĂŠstimos para projetos, principalmente nas ĂĄreas de infraestrutura, saneamento ambiental, habitação e mobilidade urbana. Esse limite adicional, de acordo com a Fazenda, jĂĄ inclui as operaçþes do programa Proinvest, anunciado recentemente. O programa contempla uma linha de crĂŠdito de R$ 20 bilhĂľes para investimentos. Contemplados – Nesta primeira etapa, foram incluĂdos na revisĂŁo dos valores, que amplia a dĂvida em R$ 42,225 bilhĂľes, os estados do Acre, de Alagoas, do Amazonas, da Ba-
hia , do CearĂĄ, EspĂrito Santo, MaranhĂŁo, de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, do ParĂĄ, da ParaĂba, de Pernambuco, RondĂ´nia, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e SĂŁo Paulo. EntrarĂŁo na segunda etapa, alĂŠm do Distrito Federal, os estados de GoiĂĄs, Minas Gerais, do ParanĂĄ, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. "Outros virĂŁo na sequĂŞncia. Os estados estarĂŁo recebendo, talvez, o maior espaço fiscal que jamais foi concedido aos estados brasileiros. Os recursos sĂŁo para ser usados em investimento", disse Mantega em solenidade no MinistĂŠrio da Fazenda com governadores e representantes dos estados. (AE)
Guido Mantega: "Os estados estarão recebendo, talvez, o maior espaço fiscal que jamais foi concedido".
governador de SĂŁo Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), defendeu uma alteração no indexador de correção da dĂvida dos estados com o Tesouro e uma redução dos juros. Segundo ele, sĂŁo contratos da ĂŠpoca de 1990, quando era outro momento da economia brasileira. Para Alckmin, com a queda dos juros no PaĂs ĂŠ preciso que haja uma redução da taxa que remunera os contratos. Ele defendeu a troca do IGP-DI por IPCA ou Selic, mais 1% de juros. Atualmente SĂŁo Paulo paga IGP-DI mais 6%. Alguns Estados chegam a pagar atĂŠ 9%. "Os juros ficaram altos. Este ĂŠ o momento (de redução do indexador), porque houve uma queda na Selic", afirmou o governador, que participou ontem de encontro com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, para o anĂşncio da liberação de gastos nos Estados. Segundo Alckmin, a dĂvida hoje de SĂŁo Paulo com o Tesouro ĂŠ em torno de R$ 180 bilhĂľes, o que representa 1,4 vez a receita corrente lĂquida do Estado. O governador disse que a alteração nĂŁo traria efeito imediato no curto prazo no caixa do Tesouro. Ele tambĂŠm acredita que nĂŁo hĂĄ necessidade de mudança na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para essa alteração. "É natural que alterem os critĂŠrios de juros. SĂŁo contratos de 30 anos. É natural que sejam revistos a cada momento", disse. O governador de Sergipe, Marcelo DĂŠda (PT), tambĂŠm defendeu a alteração. "Essa ĂŠ uma segunda agenda que precisa ser negociada com o governo", disse. Nessa agenda, segundo DĂŠda, alĂŠm da questĂŁo do indexador estĂŁo a partilha dos royalties, mudança na distribuição do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e as novas regras para resolver a questĂŁo da guerra fiscal entre os estados. DĂŠda acredita que em algum momento os estados terĂŁo que sentar com o governo e com o Senado para discutir essa agenda. A primeira agenda, segundo DĂŠda, sĂŁo as medidas contracĂclicas que o governo vem adotando para alavancar os investimentos no PaĂs. (AE)
3ÂŞ VARA CĂ?VEL DO FORO REGIONAL VI - PENHA DE FRANÇA EDITAL DE CITAĂ‡ĂƒO - PRAZO DE 20 DIAS. PROCESSO NÂş 0201954-70.2009.8.26.0006. O(A) Doutor(a) Cristina Aparecida Faceira Medina Mogioni, MM. Juiz(a) de Direito da 3ÂŞ Vara CĂvel, do Foro Regional VI - Penha de França, da Comarca de SĂƒO PAULO, do Estado de SĂŁo Paulo, na forma da Lei, etc. FAZ SABER a VALDIR SARTORI, RG 13.504.082/SSP/SP, CPF/MF 067.142.728-80, que por parte do BANCO BRADESCO S/A lhe foi ajuizada AĂ‡ĂƒO DE EXECUĂ‡ĂƒO HIPOTECĂ RIA, alegando o exequente em sua inicial que por Instrumento Particular de Compra e Venda, MĂştuo, Pacto Adjeto de Hipoteca e Outras Avenças nÂş 502/ 399.377-9 celebrado em 17/08/1990, concedeu ao executado, um financiamento para aquisição do apartamento nÂş 14, localizado no 1Âş andar do EdifĂcio Venezia, integrante do CondomĂnio Residencial Villa D’Oeste, situado na Rua MandĂş, nÂş 285, e Rua Toutinegra, nÂş 380, no 3Âş Subdistrito Penha de França e a vaga de garagem nÂş 86, do tipo 03, localizada no subsolo do mencionado edifĂcio, estando a compra e venda registrada sob o nÂş 01 e a hipoteca sob o nÂş 02, nas matrĂculas nÂş 109.611 (aptÂş.) e nÂş 109.612 (vaga) do 12Âş CRI desta Capital. Ocorre que o executado deixou de efetuar o pagamento das prestaçþes vencidas a partir de 17/05/ 1999, inclusive, razĂŁo pela qual foi ajuizada a presente ação e, encontrando-se o executado em local ignorado, foi determinada a citação por edital, para que no prazo de 24 horas, a fluir apĂłs o prazo de 20 dias supra, efetue o pagamento do total do dĂŠbito, que importa em R$ 356.378,84 (a ser atualizado), facultandose- lhe, em igual prazo, purgar a mora, no importe de R$ 343.361,16 (a ser atualizada), correspondente ao crĂŠdito das parcelas vencidas e acrĂŠscimos legais, sob pena de penhora do imĂłvel dado em garantia hipotecĂĄria. SerĂĄ o presente edital, por extrato, afixado e publicado na forma da lei, sendo este FĂłrum localizado na Rua JoĂŁo Ribeiro, 433, 6Âş andar - Sala 617, Penha de França - CEP 03634-010, Fone: 11-20936612 r. 6302.
2ÂŞ VARA CĂ?VEL, DO FORO REGIONAL VIII - TATUAPÉ EDITAL DE CITAĂ‡ĂƒO - PRAZO DE 20 DIAS. PROCESSO NÂş 0006667-95.2011.8.26.0008. O(A) Doutor(a) Antonio Manssur Filho, MM. Juiz(a) de Direito da 2ÂŞ Vara CĂvel, do Foro Regional VIII - TatuapĂŠ, da Comarca de SĂƒO PAULO, do Estado de SĂŁo Paulo, na forma da Lei, etc. FAZ SABER a ESTAĂ‡ĂƒO DAS MARCAS COMÉRCIO DE ARTIGOS DO VESTUĂ RIO E ACESSĂ“RIOS LTDA-ME, CNPJ/MF 08.842.691/0001-82, na pessoa de seu representante legal; WANDERLEY ROBERTO BONIFĂ CIO, RG 11.006.265-SSP/SP, CPF/MF 012.415.208-28 e ANDRÉA MARIA THOMAZINI BONIFĂ CIO, RG 17.269.861-3-SSP/SP, CPF/MF 074.041.618-94, que CENTERLESTE EMPREENDIMENTOS COMERCIAIS LTDA lhes ajuizou AĂ‡ĂƒO DE EXECUĂ‡ĂƒO, para cobrança da quantia de R$ 146.973,24, dĂvida esta oriunda do Contrato de Locação firmado em 27/06/ 2008, subordinado Ă Escritura DeclaratĂłria de Normas Gerais Regedoras do Funcionamento, Utilização e das Locaçþes, objeto da ĂĄrea comercial designada por Arco 254, integrante do Shopping Leste Aricanduva, situado na Avenida Aricanduva nÂş 5.555, nesta Capital. Encontrandose os executados em lugar ignorado, foi determinada a citação e intimação por edital, nos termos da decisĂŁo: “Cite-se para pagamento voluntĂĄrio em 03 dias, sob pena de ser convertido o arresto em penhora ou oferecimento de embargos, que somente poderĂĄ ser ofertada por advogado no prazo de 15 dias, neste Ăşltimo caso, sob pena de serem pressumidos verdadeiros os fatos articulados Ă inicial. Fixo em 10% a verba honorĂĄria, montante que serĂĄ reduzido Ă metade em caso de pagamento voluntĂĄrio no prazo acima mencionado (03 dias). Advirta-se o devedor que o reconhecimento do crĂŠdito e o depĂłsito de 30% do valor em execução, incluindose custas e honorĂĄrios integrais, no prazo para oferecimento de embargos (15 dias) permitirĂĄ o parcelamento do saldo remanescente em 06 meses, acrescidos de correção monetĂĄria e juros de 1% ao mĂŞs. No caso de nĂŁo pagamento, o arresto procedido sobre o bem a seguir descrito, serĂĄ convertido, em penhora, passando a fluir, automaticamente, o prazo de 15 dias para oferecimento de embargos Ă execução, a contar o tĂŠrmino do prazo da citação. Arresto procedido (sobre o apartamento nÂş 61, do tipo “A”, localizado no 6Âş andar do EdifĂcio Monte Vettore, situado na Rua Emilio Mallet, nÂş 465, no 27Âş Subdistrito TatuapĂŠ, com direito a utilização de duas vagas para a guarda de veĂculos de passeio, com auxĂlio de manobrista, na garagem localizada nos sub-solos do edifĂcio, matriculado sob nÂş 149.693 no 9Âş CRI da Capital/SP). SerĂĄ o presente edital, por extrato, afixado e publicado na forma da lei. SĂŁo Paulo, 06 de julho de 2012. (GLWDO 'H &LWDomR 'R 5HTXHULGR 0RDF\U $QWX QHV )LOKR &RP 3UD]R 'H 7ULQWD 'LDV ([SHGLGR 1RV $XWRV 'D $omR 'H 3URFHGLPHQWR 2UGLQiULR 5HTXHULGD 3RU ,167,7872 0(72',67$ '( (16,12 683(5,25 &RQWUD 0RDF\U $QWX QHV )LOKR 3URFHVVR 1ž 2 'RXWRU /XLV )HUQDQGR &DUGLQDOH 2SGHEHHFN 0P -XL] 'H 'LUHLWR 'D 6HJXQGD 9DUD &tYHO 'HVWD &LGDGH ( &RPDUFD 'H 6DQWR $QGUp (VWDGR 'H 6mR 3DXOR 1D )RUPD 'D /HL (WF )$= 6$%(5 D WRGRV TXDQWR R SUHVHQWH HGLWDO YLUHP RX GHOH FRQKHFLPHQWR WLYHUHP HVSHFLDOPHQWH R UHTXHULGR 0RDF\U $QWX QHV )LOKR TXDOLILFDomR LJQRUDGD SRUWDGRU GR 5* Qž 663 63 LQVFULWR QR &3) 0) Qž SURFHVVR Qž RUGHP Qž H FRQVWDQGR GRV DXWRV TXH HVJRWDUDP VH RV PHLRV SDUD ORFDOL]DomR GR UHTXHULGR H[SHGLX VH R SUHVHQWH HGLWDO SHOR TXDO ILFD R PHVPR &,7$'2 GR WHRU GD SHWLomR LQLFLDO DTXL UHSURGX]LGD GH IRUPD VLQWHWL]DGD D VDEHU ÂłR UHTXHULGR GHL[RX GH VDOGDU HQFDUJRV ILQDQFHLURV HGXFDFLRQDLV QR DQR OHWLYR GH UHIHUHQWH jV PHQVDOLGDGHV HVFRODUHV GRV PHVHV GH DJRVWR D GH]HPEUR WRWDOL]DQGR R YDORU GH 5 WUrV PLO H TXDWURFHQWRV H WULQWD H TXDWUR UHDLV H YLQWH FHQWDYRV ,QVLVWHQWHPHQWH FREUDGR R UpX QHJD VH D HIHWXDU R SDJDPHQWR H R DXWRU VHUYH VH GH DomR SUySULD SDUD KDYHU VHX FUpGLWR 2 DXWRU UHTXHU D FLWDomR GR GHYHGRU SDUD TXH HIHWXH R SDJDPHQWR GR SULQFLSDO DWXDOL]DGR PRQHWDULDPHQWH VRPDGR jV FXVWDV MXGLFLDLV KRQRUiULRV DGYRFDWtFLRV H GHPDLV FRPLQDo}HV GH HVWLOR WRWDOL]DQGR R GpELWR GR UpX DWp 2XWXEUR GH HP 5 4XDWUR PLO H RLWRFHQWRV H QRYHQWD UHDLV H WUH]H FHQWDYRV ´ 6HUi R SUHVHQWH HGLWDO DIL[DGR H SXEOLFDGR QD IRUPD GD OHL 6DQWR $QGUp GH DJRVWR GH Ƈ
1ÂŞ VARA DE FALĂŠNCIAS E RECUPERAÇÕES JUDICIAIS 1Âş OFĂ?CIO DE FALĂŠNCIAS E RECUPERAÇÕES JUDICIAIS CITAĂ‡ĂƒO. PRAZO 20 DIAS. PROC. NÂş 0021169-54.2011.8.26.0100. O Dr. Daniel Carnio Costa, Juiz de Direito da 1ÂŞ Vara de FalĂŞncias e Recuperaçþes Judiciais, FAZ SABER a Pupecar ComĂŠrcio de Ă“leo Lubrificante Ltda.-ME, CNPJ/MF 04.642.920/ 0001-64, que BANCO SAFRA S/A. lhe ajuizou PEDIDO DE FALĂŠNCIA, por ser credor de R$ 53.210,09, dĂvida esta oriunda da CĂŠdula de CrĂŠdito BancĂĄrio nÂş 000018821. Estando a rĂŠ em lugar ignorado, foi deferida a citação por edital, para que em 10 dias, a fluir apĂłs os 20 dias supra, conteste ou deposite o valor total do crĂŠdito, acrescido de juros, correção monetĂĄria e honorĂĄrios advocatĂcios (art. 98, § Ăşnico da Lei 11.101/ 05), sob pena de Decretação de FalĂŞncia. SĂŁo Paulo, 08 de agosto de 2012. (GLWDO GH FLWDomR SUD]R GH GLDV H[SHGLGR QRV DXWRV GD $omR GH 8VXFDSLmR SURFHVVR Qž 2 $ 'RXWRU D 5HQDWD 0RWD 0DFLHO 0DGHLUD 'H]HP 00 -XL] D GH 'LUHLWR GD Â? 9DUD GH 5HJLVWURV 3~EOLFRV GR )RUR &HQWUDO &tYHO GD &RPDUFD GH 6mR 3DXOR GR (VWDGR GH 6mR 3DXOR QD IRUPD GD /HL HWF )D] VDEHU D $XUHOLDQR 3RO\FDUSR GH $OPHLGD RX $XUHOLDQR &RUGHLUR GH $OPHLGD 3ROLFDUSR H V P %UDQFD 3HUHLUD 3LQWR 5LEHLUR 0DULD -RVH 3RQFH GH /HmR 3ROLFDUSR 5RVDQJHOD 0DULD GH 6RX]D 5HVHPH\UH 0DULD GH 6RX]D $UPDQGR GD 6LOYD $OH[DQGUH GD 6LOYD (OL]DEHWK GD 6LOYD )UDQFR )UHLWDV H V P -RVH 3HGUR )UDQFR )UHLWDV 'XUYDOLQR GD 6LOYD 0DFLHO 5RJpULR $OYHV GD &RVWD H V P 0DULD $SDUHFLGD 5DSRVR GD &RVWD /XL] 0RQWHLUR UpXV DXVHQWHV LQFHUWRV GHVFRQKHFLGRV HYHQWXDLV LQWHUHVVDGRV EHP FRPR HYHQWXDLV F{QMXJHV HVSyOLRV H RX VXFHVVRUHV TXH 6RODQJH *XD]]R 5L]]R :ODPLU GRV 6DQWRV 5L]]R DMXL]RX UDP
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Edital de Citação - Prazo de 20 dias. Processo nÂş 0009985-23.2010.8.26.0008 Controle 966/10(1). O Dr. ClĂĄudio Pereira França, MM. Juiz de Direito da 2ÂŞ Vara CĂvel, do Foro Regional VIII - TatuapĂŠ, da Comarca de SĂŁo Paulo/SP, na forma da Lei, etc. Faz Saber a Deltacon Administração de Bens SS Ltda, CNPJ 01.253.573/000190, na pessoa de seu representante. Legal, que lhe foi proposta uma ação de Procedimento OrdinĂĄrio por parte de HSBC Bank Brasil S/A Banco MĂşltiplo, CNPJ 01.701.201/0001-89, objetivando a cobrança da importância de R$ 34.680,82 (19.05.2010), ref aos contratos de Giro FĂĄcil nÂşs 20000052906, 20000052507, 20000051101 e 20000048240, acrescido de custas, honorĂĄrios e demais cominaçþes. Estando a rĂŠ em lugar ignorado, foi deferida a citação por edital, para que em 15 dias, a fluir apĂłs os 20 dias supra, querendo, apresentar a defesa, que somente poderĂĄ ser ofertada por advogado, sob pena de serem presumidos como verdadeiros os fatos articulados na inicial, nos termos do art. 285, CPC, mantidos os demais pressupostos do rito sumĂĄrio. SerĂĄ o presente edital, por extrato, afixado e publicado na forma da lei, sendo este FĂłrum localizado na Rua Santa (15 e 16) Maria, 257 - CEP 03085-000, SĂŁo Paulo-SP.
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5ÂŞ VARA CĂ?VEL DO FORO REGIONAL II - SANTO AMARO EDITAL DE CITAĂ‡ĂƒO - PRAZO DE 20 DIAS. PROCESSO NÂş 0207411-95.2009.8.26.0002. O(A) Doutor(a) Antonio Carlos Santoro Filho, MM. Juiz(a) de Direito da 5ÂŞ Vara CĂvel, do Foro Regional II - Santo Amaro, da Comarca de SĂƒO PAULO, do Estado de SĂŁo Paulo, na forma da Lei, etc. FAZ SABER a NEIDE APARECIDA MATIAS ANTON, CPF/MF 571.036.158-53, que ALEXANDRE CUNHA RYAN lhe ajuizou AĂ‡ĂƒO MONITĂ“RIA, para cobrança de R$ 3.367,70, a tĂtulo de diĂĄrias em aberto, alĂŠm de 2 contas de luz, do imĂłvel que lhe foi cedido em hospedagem. Estando a rĂŠ em lugar ignorado, foi determinada a citação por edital, para que em 15 dias, apĂłs o prazo supra, pague o dĂŠbito livre de custas e honorĂĄrios, ou ofereça embargos, sob pena de nĂŁo o fazendo, constituir-se de pleno direito o tĂtulo executivo judicial, presumindo-se verdadeiros os fatos alegados. SerĂĄ o presente edital, por extrato, afixado e publicado na forma da lei, sendo este FĂłrum localizado na Rua Alexandre Dumas, 206 - CEP 04717-000, SĂŁo Paulo-SP. &LWDomR 3UD]R GLDV 3URF 2UGHP 2 'U /XLV )HUQDQGR &DUGLQDOH 2SGHEHHFN -XL] GH 'LUHLWR GD Â? 9DUD &tYHO GD &RPDUFD GH 6DQWR $QGUp 63 )D] 6DEHU D )iELR 'LDV GH $YHODU 5* TXH 0RDFLU /pVVLR OKH DMXL]RX XPD DomR SHOR ULWR 2UGLQiULR REMHWLYDQGR VHMD D SUHVHQWH DomR MXOJDGD WRWDOPHQWH SURFHGHQWH SDUD FRQGHQDU R UpX QR SDJDPHQWR GH GDQRV PRUDLV D VHUHP DUELWUDGR FRQVRDQWH R SUXGHQWH DUEtWULR GHVWH 00 -Xt]R EHP FRPR SHORV GDQRV SDWULPRQLDLV HVWLPDGRV HP 5 FRP WRGRV RV DFUpVFLPRV OHJDLV UHIHUHQWH DR UHVVDUFLPHQWR DR DXWRU SHODV GHVSHVDV VXSRUWDGDV HP VHX WUDWDPHQWR RGRQWROyJLFR GHFRUUHQWH GDV OHV}HV VRIULGDV HP VXD ERFD H GHQWHV RFDVLRQDGDV SHOR UpX FRQGHQDQGR DLQGD R UpX DR SDJDPHQWR GDV FXVWDV SURFHVVXDLV KRQRUiULRV DGYRFDWtFLRV H QDV GHPDLV FRPLQDo}HV OHJDLV (VWDQGR R UpX HP OXJDU LJQRUDGR IRL GHIHULGD D VXD FLWDomR SRU HGLWDO SDUD TXH HP GLDV D IOXLU DSyV RV GLDV VXSUD FRQWHVWH R IHLWR VRE SHQD GH SUHVXPLUHP VH FRPR YHUGDGHLURV RV IDWRV DOHJDGRV SHOR DXWRU 6HUi R SUHVHQWH HGLWDO DIL[DGR H SXEOLFDGR QD IRUPD GD OHL Ćˆ
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5ÂŞ Vara CĂvel do Foro Regional III – Jabaquara Citação e Intimação. Prazo 10 dias. Proc. 0112680-41.2008.8.26.0003. O Dr. Marcos Gozzo, Juiz de Direito da 5ÂŞ Vara CĂvel do Foro Regional III – Jabaquara . Faz Saber a Diodeto de Brito Matricardi, RG. 17.385.272-5 e CPF. 125.268.178-03, que Banco ItaĂş S/A lhe ajuizou uma ação de Execução HipotecĂĄria (Lei 5.741/71), para cobrança de R$ 23.707,14 (27/05/2008). Arrestado para garantia da dĂvida: um prĂŠdio e seu respectivo terreno situado na Rua Mocoembu, nÂş 280, atual n° 91, parte dos lotes 31 e 32 da quadra A da Vila Arens, em IndianĂłpolis, 24Âş Subdistrito, matr. nÂş 76.686 do 14Âş CRI da Capital/SP. Estando o executado em local ignorado, foi deferida sua citação por edital, para em 24h, a fluir apĂłs os 10 dias supra, pagar o dĂŠbito atualizado, acrescido das cominaçþes legais, sob pena de conversĂŁo do arresto em penhora, passando a fluir independente de qualquer outra intimação, o prazo de 10 dias, para oferecer Embargos, na ausĂŞncia dos quais, prosseguirĂĄ a execução atĂŠ o final; ficando ainda, pelo presente edital intimada da constrição, a esposa do executado, se casado for. SerĂĄ o edital, afixado e publicado na forma da lei. SĂŁo Paulo, 07 de março de 2012.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
ECONOMIA/LEGAIS - 23
Banco Itaú BBA S.A. RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas: Apresentamos as Demonstrações Contábeis do Banco Itaú BBA S.A. (ITAÚ BBA) relativas aos períodos de 01/01 a 30/06 de 2012 e de 2011, as quais seguem os dispositivos estabelecidos pelo Banco Central do Brasil (BACEN) e do Conselho Monetário Nacional (CMN). RESULTADO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO O lucro líquido do ITAÚ BBA no período alcançou R$ 922 milhões e o patrimônio líquido R$ 6.143 milhões. O lucro líquido por ação foi de R$ 87,21, enquanto seu valor patrimonial por ação atingiu R$ 581,19. ATIVOS E RECURSOS CAPTADOS Os ativos totalizaram R$ 205.813 milhões e estavam substancialmente formados por R$ 87.861 milhões de Aplicações Interfinanceiras de Liquidez, Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos e R$ 101.884 milhões de Operações de Crédito, Operações de Arrendamento Mercantil Financeiro e Carteira de Câmbio. Os Recursos Captados representaram R$ 179.904 milhões. BALANÇO PATRIMONIAL (Em Milhares de Reais) ATIVO CIRCULANTE ........................................................................................................ DISPONIBILIDADES....................................................................................... APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ.............................. Aplicações no Mercado Aberto............................................................... Aplicações em Depósitos Interfinanceiros ......................................... TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS................................................................. Carteira Própria............................................................................................. Vinculados a Compromissos de Recompra ........................................ Vinculados a Prestação de Garantias .................................................... Títulos Objeto de Operações Compromissadas com Livre Movimentação ................................................................................ Instrumentos Financeiros Derivativos.................................................. RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS............................................................... Pagamentos e Recebimentos a Liquidar ............................................. Depósitos no Banco Central..................................................................... Correspondentes.......................................................................................... Repasses Interfinanceiros ......................................................................... RELAÇÕES INTERDEPENDÊNCIAS - Transferências Internas de Recursos................................................................................................... OPERAÇÕES DE CRÉDITO ........................................................................... Operações de Crédito................................................................................. (Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa). OPERAÇÕES DE ARRENDAMENTO MERCANTIL............................... Arrendamentos a Receber e Valor Residual Garantido .................. (Rendas a Apropriar e Valor Residual a Balancear)........................... (Provisão para Créditos de Arrendamento Mercantil de Liquidação Duvidosa).............................................................................. OUTROS CRÉDITOS ....................................................................................... Carteira de Câmbio...................................................................................... Rendas a Receber......................................................................................... Negociação e Intermediação de Valores ............................................. Diversos ........................................................................................................... (Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa)............. OUTROS VALORES E BENS ......................................................................... Outros Valores e Bens ................................................................................. Despesas Antecipadas ............................................................................... REALIZÁVEL A LONGO PRAZO .................................................................... APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ.............................. Aplicações no Mercado Aberto............................................................... Aplicações em Depósitos Interfinanceiros ......................................... TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS................................................................. Carteira Própria............................................................................................. Vinculados a Compromissos de Recompra ........................................ Vinculados a Prestação de Garantias .................................................... Instrumentos Financeiros Derivativos.................................................. OPERAÇÕES DE CRÉDITO ........................................................................... Operações de Crédito................................................................................. (Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa). OPERAÇÕES DE ARRENDAMENTO MERCANTIL............................... Arrendamentos a Receber e Valor Residual Garantido .................. (Rendas a Apropriar e Valor Residual a Balancear)........................... (Provisão para Créditos de Arrendamento Mercantil de Liquidação Duvidosa).............................................................................. OUTROS CRÉDITOS ....................................................................................... Carteira de Câmbio...................................................................................... Rendas a Receber......................................................................................... Diversos ........................................................................................................... (Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa)............. OUTROS VALORES E BENS - Despesas Antecipadas ...................... PERMANENTE...................................................................................................... INVESTIMENTOS............................................................................................. Participação em Coligadas e Controladas........................................... No País .......................................................................................................... No Exterior................................................................................................... Outros Investimentos ................................................................................. (Provisões para Perdas) .............................................................................. IMOBILIZADO DE USO ................................................................................. Imóveis de Uso.............................................................................................. Outras Imobilizações de Uso.................................................................... (Depreciações Acumuladas)..................................................................... IMOBILIZADO DE ARRENDAMENTO ..................................................... Bens Arrendados .......................................................................................... (Depreciações Acumuladas)..................................................................... INTANGÍVEL...................................................................................................... Direitos por Aquisição de Folhas de Pagamento.............................. Outros Ativos Intangíveis .......................................................................... (Amortização Acumulada) ........................................................................ TOTAL DO ATIVO................................................................................................
CNPJ nº 17.298.092/0001-30 CIRCULAR 3.068/01 - BACEN O ITAÚ BBA declara ter capacidade financeira e intenção de manter até o vencimento os títulos assim classificados, no montante de R$ 48 milhões, representando 0,1% do total de títulos e valores mobiliários. AGRADECIMENTOS Agradecemos aos senhores acionistas a confiança e apoio indispensáveis para o desenvolvimento contínuo alcançado pelo ITAÚ BBA. Aos funcionários e colaboradores expressamos reconhecimento por seu empenho e dedicação. Aos clientes, nossos agradecimentos pela confiança e fidelidade, que procuramos retribuir com produtos, serviços e atendimento diferenciados. São Paulo, 15 de agosto de 2012. A Administração DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Em Milhares de Reais)
NOTAS 3a e 4 3a, 3b e 5
3c, 3d e 6
3e, 3g e 7
3f, 3g e 7
8
11a 3g e 7e 3h
3b e 5
3c, 3d e 6
3e, 3g e 7
3f, 3g e 7
30/06/2012 30/06/2011 124.074.187 107.472.326 1.648.518 480.831 24.040.733 25.599.270 8.463.517 9.325.106 15.577.216 16.274.164 26.186.938 7.961.087 12.244.394 2.117.290
35.638.996 9.884.431 18.848.034 2.594.859
–.– 3.864.167 4.685.114 132 4.586.031 64.983 33.968
3.935 4.307.737 3.585.500 97 3.415.439 169.964 –.–
–.– 34.433.588 34.721.015 (287.427) (15.730) 1.345.260 (1.294.540)
1.165 25.639.672 25.930.370 (290.698) 3.103 1.358.892 (1.292.354)
(66.450) 33.013.423 29.017.622 105.946 1.377.110 2.536.067 (23.322) 81.603 109 81.494 71.159.186 3.974.012 3.234.093 739.919
(63.435) 16.490.136 13.529.328 66.773 1.251.825 1.811.747 (169.537) 33.653 4.189 29.464 57.064.409 5.562.520 5.012.678 549.842
33.659.370 4.284.929 26.461.845 367.879 2.544.717 30.928.726 31.412.970 (484.244) 15.271 2.252.135 (2.218.451)
23.308.359 6.717.156 13.646.437 331.273 2.613.493 26.551.985 26.945.312 (393.327) 47.180 3.555.344 (3.484.417)
(18.413) (23.747) 2.576.287 1.582.612 8 1.690.674 750.092 5.542 2.604 11a 880.653 833.013 3g e 7e (582) (3.097) 3h 5.520 11.753 10.579.146 5.596.586 3i 6.526.998 206.921 13 I 6.438.062 71.923 6.424.474 69.945 13.588 1.978 115.779 149.805 (26.843) (14.807) 3j 148.847 123.449 4.958 4.958 270.783 214.510 (126.894) (96.019) 3k, 3l e 7d 3.156.662 4.111.095 3.008.780 3.903.088 147.882 208.007 3m e 13 II 746.639 1.155.121 270 270 1.743.968 2.479.213 (997.599) (1.324.362) 205.812.519 170.133.321
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (Nota 14) (Em Milhares de Reais) Capital Social SALDOS EM 01/01/2011......................................................................................................................... 4.224.086 Variação do Ajuste ao Valor de Mercado ............................................................................................ –.– Outorga de Opções Reconhecidas de Controladas........................................................................ –.– Dividendos Pagos........................................................................................................................................ –.– Lucro Líquido................................................................................................................................................ –.– Destinação: Reserva Legal .......................................................................................................................................... –.– Reserva Estatutária................................................................................................................................ –.– SALDOS EM 30/06/2011......................................................................................................................... 4.224.086
PASSIVO NOTAS CIRCULANTE .................................................................................................... DEPÓSITOS.................................................................................................... 3b e 9 Depósitos à Vista ...................................................................................... Depósitos Interfinanceiros ................................................................... Depósitos a Prazo..................................................................................... CAPTAÇÕES NO MERCADO ABERTO................................................. 3b e 9 Carteira Própria......................................................................................... Carteira de Terceiros................................................................................ Carteira Livre Movimentação............................................................... RECURSOS DE ACEITES E EMISSÃO DE TÍTULOS ......................... 3b e 9 Recursos de Letras Imobiliárias, Hipotecárias, de Crédito e Similares................................................................................................ Obrigações por Títulos e Valores Mobiliários no Exterior.......... RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS........................................................... Recebimentos e Pagamentos a Liquidar ......................................... Repasses Interfinanceiros ..................................................................... RELAÇÕES INTERDEPENDÊNCIAS ...................................................... Recursos em Trânsito de Terceiros ..................................................... Transferências Internas de Recursos ................................................. OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS - Empréstimos no Exterior................................................................................................. 3b e 9 OBRIGAÇÕES POR REPASSES DO PAÍS............................................. 3b e 9 Tesouro Nacional...................................................................................... BNDES........................................................................................................... CEF................................................................................................................. FINAME ........................................................................................................ Outras Instituições................................................................................... INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS ............................. 3d e 6 OUTRAS OBRIGAÇÕES............................................................................. Cobrança e Arrecadação de Tributos e Assemelhados .............. Carteira de Câmbio.................................................................................. 8 Sociais e Estatutárias............................................................................... Fiscais e Previdenciárias......................................................................... 3o, 3p e 12c Negociação e Intermediação de Valores ......................................... Credores por Antecipação de Valor Residual................................. 3f e 7d Diversas........................................................................................................ 11b EXIGÍVEL A LONGO PRAZO....................................................................... DEPÓSITOS.................................................................................................... 3b e 9 Depósitos Interfinanceiros ................................................................... Depósitos a Prazo..................................................................................... CAPTAÇÕES NO MERCADO ABERTO................................................. 3b e 9 Carteira Própria......................................................................................... Carteira Livre Movimentação............................................................... RECURSOS DE ACEITES E EMISSÃO DE TÍTULOS ......................... 3b e 9 Recursos de Letras Imobiliárias, Hipotecárias, de Crédito e Similares................................................................................................ Obrigações por Títulos e Valores Mobiliários no Exterior.......... RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS - Repasses Interfinanceiros OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS ..................................................... 3b e 9 Empréstimos no País - Outras Instituições...................................... Empréstimos no Exterior....................................................................... OBRIGAÇÕES POR REPASSES DO PAÍS............................................. 3b e 9 Tesouro Nacional...................................................................................... BNDES........................................................................................................... CEF................................................................................................................. FINAME ........................................................................................................ Outras Instituições................................................................................... INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS ............................. 3d e 6 OUTRAS OBRIGAÇÕES............................................................................. Carteira de Câmbio.................................................................................. 8 Sociais e Estatutárias............................................................................... Fiscais e Previdenciárias......................................................................... 3o, 3p e 12c Credores por Antecipação de Valor Residual................................. 3f e 7d Diversas........................................................................................................ 11b
30/06/2012 30/06/2011 144.377.673 119.546.007 67.208.767 51.500.749 5.350.324 2.164.900 46.146.909 28.428.012 15.711.534 20.907.837 20.325.507 28.498.352 16.810.336 18.580.850 3.515.171 8.748.691 –.– 1.168.811 2.202.321 4.262.010 1.339.740 862.581 8.668 –.– 8.668 1.411.242 1.400.263 10.979
747.888 3.514.122 8.718 4 8.714 1.427.850 1.427.850 –.–
12.156.990 6.407.060 575 1.148.718 17.476 5.198.349 41.942 5.124.914 29.532.204 12.121 24.903.156 253.736 303.409 3.168.052 666.355 225.375
9.867.982 4.886.767 548 1.268.595 15.026 3.527.150 75.448 3.824.825 15.268.754 319.916 11.463.915 683.935 1.035.120 1.062.239 552.996 150.633
55.144.239 11.612.122 832.958 10.779.164 21.791.510 21.791.510 –.– 3.801.126
44.591.847 8.029.614 1.534.555 6.495.059 17.348.833 15.856.213 1.492.620 2.502.861
2.550.060 1.251.066 4.312 2.132.306 1.579 2.130.727 9.564.487 1.723 4.612.204 43.383 4.876.782 30.395 2.065.268 4.173.108 1.690.845 42.202 982.732 1.182.318 275.011
1.488.621 1.014.240 12.938 1.075.469 1.564 1.073.905 11.044.402 2.193 3.900.792 55.937 7.085.480 –.– 1.695.511 2.882.219 749.824 83.287 461.398 1.519.172 68.538
RESULTADOS DE EXERCÍCIOS FUTUROS ............................................
3q
147.996
113.823
PATRIMÔNIO LÍQUIDO................................................................................ Capital Social ................................................................................................. Reservas de Capital...................................................................................... Reservas de Lucros ...................................................................................... Ajustes de Avaliação Patrimonial ...........................................................
14
6.142.611 4.224.086 15.372 1.748.015 155.138
5.881.644 4.224.086 15.372 1.605.771 36.415
TOTAL DO PASSIVO ......................................................................................
3c e 6a
205.812.519 170.133.321
Reservas de Capital 16.907 –.– (1.535) –.– –.–
Reservas de Lucros 3.734.468 –.– –.– (2.900.000) –.–
Ajustes de Avaliação Patrimonial 76.999 (40.584) –.– –.– –.–
Lucros Acumulados –.– –.– –.– –.– 771.303
Total 8.052.460 (40.584) (1.535) (2.900.000) 771.303
–.– –.– 15.372
38.565 732.738 1.605.771
–.– –.– 36.415
(38.565) (732.738) –.–
–.– –.– 5.881.644
MUTAÇÕES DO PERÍODO.......................................................................................................................
–.–
(1.535)
(2.128.697)
(40.584)
–.–
(2.170.816)
SALDOS EM 01/01/2012......................................................................................................................... Variação do Ajuste ao Valor de Mercado ............................................................................................ Dividendos Pagos (Nota 14b) ................................................................................................................. Lucro Líquido................................................................................................................................................ Destinação: Reserva Legal .......................................................................................................................................... Reserva Estatutária................................................................................................................................ SALDOS EM 30/06/2012.........................................................................................................................
4.224.086 –.– –.– –.–
15.372 –.– –.– –.–
2.471.291 –.– (1.645.000) –.–
121.042 34.096 –.– –.–
–.– –.– –.– 921.724
6.831.791 34.096 (1.645.000) 921.724
–.– –.– 4.224.086
–.– –.– 15.372
46.086 875.638 1.748.015
–.– –.– 155.138
(46.086) (875.638) –.–
–.– –.– 6.142.611
MUTAÇÕES DO PERÍODO.......................................................................................................................
–.–
–.–
34.096
–.–
(689.180)
(723.276)
NOTAS RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ........................................ Operações de Crédito....................................................................................... 3e Operações de Arrendamento Mercantil .................................................... 3f Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários ............... Resultado das Aplicações Compulsórias ................................................... DESPESAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA....................................... Operações de Captação no Mercado.......................................................... Operações de Empréstimos e Repasses..................................................... Operações de Arrendamento Mercantil .................................................... 3f Resultado de Operações de Câmbio........................................................... Resultado com Instrumentos Financeiros Derivativos ......................... 6b IV Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa .................................... 3g e 7e RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ................... OUTRAS RECEITAS (DESPESAS) OPERACIONAIS.................................. Receitas de Prestação de Serviços ............................................................... 11c Despesas de Pessoal ......................................................................................... Outras Despesas Administrativas................................................................. 11d Despesas Tributárias ......................................................................................... 3p e 12a II Resultado de Participação em Coligadas e Controladas ..................... 3i e 13 I Outras Receitas Operacionais........................................................................ Outras Despesas Operacionais...................................................................... 11e RESULTADO OPERACIONAL ........................................................................... RESULTADO NÃO OPERACIONAL................................................................. 11f RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO E PARTICIPAÇÕES............................................................................................. IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL ................................... 3p e 12a I Devidos sobre Operações do Período ........................................................ Referentes a Diferenças Temporárias.......................................................... PARTICIPAÇÕES NO LUCRO ............................................................................ 15b LUCRO LÍQUIDO................................................................................................... Nº DE AÇÕES.......................................................................................................... LUCRO POR AÇÃO - R$ ...................................................................................... VALOR PATRIMONIAL POR AÇÃO - R$ .......................................................
14a
01/01 a 01/01 a 30/06/2012 30/06/2011 7.836.115 6.367.639 2.924.976 2.167.417 415.998 693.354 4.232.362 3.326.335 262.779 180.533 (6.530.032) (4.584.089) (5.090.318) (5.014.717) (353.677) (427.525) (305.325) (502.331) (154.302) 121.253 (268.032) 1.336.375 (358.378) (97.144) 1.306.083 1.783.550 (282.180) (513.678) 614.788 486.007 (499.446) (365.877) (313.203) (252.787) (109.396) (134.497) 245.688 (3.572) 43.005 57.443 (263.616) (300.395) 1.023.903 1.269.872 26.552 33.886 1.050.455 (107.792) (277.018) 169.226 (20.939) 921.724 10.569.053 87,21 581,19
1.303.758 (490.003) (520.193) 30.190 (42.452) 771.303 10.569.053 72,98 556,50
DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (Em Milhares de Reais) 01/01 a 01/01 a 30/06/2012 30/06/2011 LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO...................................................................................................... (1.526.025) 246.073 Lucro Líquido.................................................................................................................................. 921.724 771.303 Ajustes ao Lucro Líquido: ........................................................................................................... (2.447.749) (525.230) Ajustes ao Valor de Mercado de T.V.M. e Instrumentos Financeiros Derivativos (Ativos/Passivos) ............................................................................................. 406.856 14.702 Efeito das Mudanças das Taxas de Câmbio em Caixa e Equivalentes de Caixa .. (1.482.338) 460.453 Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa ........................................................... 358.378 97.144 Depreciações e Amortizações .............................................................................................. 35.549 25.907 186.730 209.394 Amortização de Ágio ............................................................................................................... (169.226) (30.190) Tributos Diferidos...................................................................................................................... Resultado de Participação em Coligadas e Controladas ............................................ (245.688) 3.572 Rendas de Títulos e Valores Mobiliários Disponíveis para Venda ............................ (1.504.186) (1.272.619) Rendas de Títulos e Valores Mobiliários Mantidos até o Vencimento.................... (5.832) 62 (Ganho) na Alienação de Investimentos........................................................................... (26.349) (33.845) Outros............................................................................................................................................ (1.643) 190 VARIAÇÃO DE ATIVOS E OBRIGAÇÕES ................................................................................. 2.443.931 (7.640.478) (Aumento) Redução em Aplicações Interfinanceiras de Liquidez .............................. (2.601.900) 12.937.975 (Aumento) Redução em Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos (Ativos/Passivos) ........................................................................ 27.948.724 8.306.511 (Aumento) Redução em Depósitos Compulsórios no Banco Central do Brasil ...... 2.235.384 (1.003.204) (Aumento) Redução em Relações Interfinanceiras e Relações Interdependências (Ativos/Passivos) ................................................................................. 114.574 315.609 (Aumento) Redução em Operações de Crédito e Arrendamento Mercantil (3.968.937) Financeiro .................................................................................................................................... (4.874.883) (Aumento) Redução em Outros Créditos e Outros Valores e Bens.............................. (1.119.013) (684.575) (Aumento) Redução em Operações de Câmbio e Negociação e Intermediação (256.140) de Valores (Ativos/Passivos) .................................................................................................. (1.016.811) (Redução) Aumento em Depósitos ........................................................................................ (1.950.042) (12.762.591) (Redução) Aumento em Captações no Mercado Aberto................................................ (13.353.135) (14.902.504) (Redução) Aumento em Recursos por Emissão de Títulos............................................. (5.760.091) 1.095.974 (Redução) Aumento em Obrigações por Empréstimos e Repasses............................ 861.316 2.990.959 (Redução) Aumento em Outras Obrigações ....................................................................... 2.470.164 672.257 Variação nos Resultados de Exercícios Futuros.................................................................. 15.303 15.857 Pagamento de Imposto de Renda e Contribuição Social............................................... (525.659) (397.669) CAIXA LÍQUIDO PROVENIENTE/(APLICADO) NAS ATIVIDADES OPERACIONAIS ............................................................................................................................ 917.906 (7.394.405) Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio Recebidos................................................... 293.270 31 Recursos da Venda de Títulos e Valores Mobiliários Disponíveis para Venda ......... (1.130.783) 10.634.945 Recursos de Juros de Títulos e Valores Mobiliários Mantidos até o Vencimento... 11.282 10.875 Alienação de Investimentos...................................................................................................... 34.413 79.259 (Aquisição) de Títulos e Valores Mobiliários Disponíveis para Venda......................... (8.142.930) (10.684.752) Aumento de Capital em Controladas .................................................................................... (1.385) (826) (Aquisição) de Imobilizado de Uso ......................................................................................... (15.163) (12.207) Alienação de Imobilizado de Uso............................................................................................ 32 –.– (Aquisição) Alienação de Intangível....................................................................................... (16.537) (300.000) CAIXA LÍQUIDO PROVENIENTE/(APLICADO) NAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO ............................................................................................................................ (8.967.801) (272.675) Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio Pagos ........................................................... (2.172.117) (3.164.000) CAIXA LÍQUIDO PROVENIENTE/(APLICADO) NAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO ................................................................................................................. (2.172.117) (3.164.000) AUMENTO/(REDUÇÃO) LÍQUIDO EM CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA (Notas 3a e 4)..................................................................................................................(10.222.012) (10.831.080) Início do Período ........................................................................................................................... 24.705.931 19.834.017 Efeito das Mudanças das Taxas de Câmbio em Caixa e Equivalentes de Caixa ...... 1.482.338 (460.453) Final do Período............................................................................................................................. 15.966.257 8.542.484
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - PERÍODOS DE 01/01 A 30/06 DE 2012 E DE 2011 (Em Milhares de Reais) NOTA 1 - CONTEXTO OPERACIONAL ambos apresentados pelas condições pactuadas. O VRG recebido antecipadamente é registrado em Outras análise tanto qualitativa quanto quantitativa, sendo que todos os ativos são avaliados, no mínimo, uma vez Obrigações - Credores por Antecipação de Valores Residuais até a data do término contratual. O ajuste a valor por ano. O Banco Itaú BBA S.A. (ITAÚ BBA) tem por objeto a atividade bancária, inclusive a de operações de câmbio, nas presente das contraprestações e do VRG a receber das operações de arrendamento mercantil é reconhecido De acordo com a Resolução BACEN nº 3.566/08, perdas por reduções ao valor recuperável são reconhecidas modalidades autorizadas para banco múltiplo, com carteiras comercial, de investimentos, de arrendamento como superveniência/insuficiência de depreciação no imobilizado de arrendamento mercantil, conforme mercantil, de crédito imobiliário e de crédito, financiamento e investimento. pelo montante no qual o valor contábil do ativo (ou grupo de ativos) excede seu valor recuperável. O valor Circular nº 1.429, de 20/01/1989, do BACEN. As operações de arrendamento mercantil são atualizadas As Demonstrações Contábeis elaboradas para os períodos findos em 30 de junho de 2012 e de 2011 foram recuperável de cada ativo é calculado como o maior valor entre o valor em uso (soma dos fluxos de caixa (“accrual”) até o 60º dia de atraso. Após o 60º dia, o reconhecimento no resultado ocorre quando do efetivo aprovadas pela Diretoria em 15 de agosto de 2012. antes de imposto estimados descontados à data presente) e o valor justo menos seu custo de venda (preço de recebimento das prestações e a receita decorrente da recuperação de operações levadas anteriormente mercado subtraído das despesas de transação). Para fins de avaliar a redução ao valor recuperável, os ativos NOTA 2 - APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS a prejuízo (“write-offs”) está classificada na linha de Receitas de Operações de Arrendamento Mercantil. são agrupados ao nível mínimo para o qual podem ser identificados fluxos de caixa independentes (unidades As Demonstrações Contábeis do ITAÚ BBA foram elaboradas de acordo com a Lei das Sociedades por Ações, As tarifas na contratação dessas operações são classificadas em Rendas de Tarifas Bancárias e as apropriações geradoras de caixa). A avaliação pode ser feita ao nível de um ativo individual quando o valor justo menos seu em consonância, quando aplicável, com os normativos do Banco Central do Brasil (BACEN) e do Conselho em resultado das operações de arrendamento mercantil operacional ocorrem na data da exigibilidade da custo de venda possa ser determinado de forma confiável. Monetário Nacional (CMN), que incluem práticas e estimativas contábeis no que se refere à constituição de contraprestação. Nos períodos findos em 30/06/2012 e 30/06/2011 não houve indicação de redução ao valor recuperável de provisões. g) Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa - Constituída com base na análise dos riscos de Conforme determinado no parágrafo 1º, do artigo 2º, da Circular no 2.804, de 11/02/1998, do BACEN, as ativos. realização dos créditos, em montante considerado suficiente para cobertura de eventuais perdas, conforme as Demonstrações Contábeis do ITAÚ BBA abrangem a consolidação de suas subsidiárias no exterior (Nota 16d). o) Ativos e Passivos Contingentes e Obrigações Legais - Fiscais e Previdenciárias - São avaliados, normas estabelecidas pela Resolução nº 2.682, de 21/12/1999, do CMN, alterada pelo artigo 2º da Resolução Conforme determina o parágrafo único do artigo 7º da Circular no 3.068, de 08/11/2001, do BACEN, os títulos reconhecidos e divulgados de acordo com as determinações estabelecidas na Resolução nº 3.823, de nº 2.697, de 24/02/2000, dentre as quais se destacam: e valores mobiliários classificados como títulos para negociação (Nota 6a) são apresentados no Balanço 16/12/2009 do CMN e Carta Circular nº 3.429 de 11/02/2010 do BACEN. • As provisões são constituídas a partir da concessão do crédito, baseadas nas classificações de risco do cliente, Patrimonial, no Ativo Circulante, independentemente de suas datas de vencimentos. I - Ativos e Passivos Contingentes em função da análise periódica da qualidade do cliente e dos setores de atividade e não apenas quando da NOTA 3 - RESUMO DAS PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS Referem-se a direitos e obrigações potenciais decorrentes de eventos passados e cuja ocorrência depende de ocorrência de inadimplência; eventos futuros. a) Caixa e Equivalentes de Caixa - O ITAÚ BBA define como caixa e equivalentes de caixa as disponibilidades • Considerando-se exclusivamente a inadimplência, os “write-offs” são efetuados após 360 dias do vencimento que compreendem o caixa e contas correntes em bancos (considerados na rubrica de Disponibilidades), • Ativos Contingentes - Não são reconhecidos, exceto quando da existência de evidências que assegurem do crédito ou após 540 dias, para as operações com o prazo a decorrer superior a 36 meses. Aplicações em Depósitos Interfinanceiros e Aplicações em Operações Compromissadas - Posição Bancada com elevado grau de confiabilidade de realização, usualmente representado pelo trânsito em julgado da ação e h) Outros Valores e Bens - Compostos basicamente por Bens Não Destinados a Uso, correspondentes prazo original igual ou inferior a 90 dias. pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro exigível; a imóveis disponíveis para venda e recebidos em dação de pagamento, os quais são ajustados a valor de b) Aplicações Interfinanceiras de Liquidez, Créditos Vinculados no BACEN, Depósitos Remunerados, • Passivos Contingentes - Decorrem basicamente de processos judiciais e administrativos, inerentes ao curso mercado através da constituição de provisão, de acordo com as normas vigentes; e Despesas Antecipadas, Captações no Mercado Aberto, Recursos de Aceites e Emissão de Títulos, Obrigações por Empréstimos normal dos negócios, movidos por terceiros, ex-funcionários e órgãos públicos, em ações cíveis, trabalhistas, correspondentes a aplicações de recursos cujos benefícios decorrentes ocorrerão em exercícios futuros e e Repasses e Demais Operações Ativas e Passivas - As operações com cláusula de atualização monetária/ de natureza fiscal e previdenciária e outros riscos. Essas contingências, coerentes com práticas conservadoras comissões pagas aos revendedores na concessão de financiamento ou leasing de veículos. cambial e as operações com encargos prefixados estão registradas a valor presente, líquidas dos custos i) Investimentos - Em controladas e coligadas estão avaliados pelo método de equivalência patrimonial, adotadas, são avaliadas por assessores legais e levam em consideração a probabilidade que recursos de transação incorridos, calculadas “pro rata die” com base na taxa efetiva das operações, de acordo com a sendo as demonstrações contábeis das subsidiárias no exterior adaptadas aos critérios contábeis vigentes financeiros sejam exigidos para liquidar as obrigações e que o montante das obrigações possa ser estimado Deliberação nº 556, de 12/11/2008, da CVM. no Brasil e convertidas para reais. Os demais estão registrados pelo valor de custo e são ajustados a valor de com suficiente segurança. As contingências são classificadas como prováveis, para as quais são constituídas c) Títulos e Valores Mobiliários - Registrados pelo custo de aquisição atualizado pelo indexador e/ou taxa de mercado através da constituição de provisão, de acordo com as normas vigentes. Os ágios originados nas provisões; possíveis, que somente são divulgadas sem que sejam provisionadas; e remotas, que não requerem juros efetiva e apresentados no Balanço Patrimonial conforme a Circular nº 3.068, de 08/11/2001, do BACEN. aquisições de investimentos são amortizados com base na expectativa de rentabilidade futura (10 anos) ou provisão e divulgação. Os valores das contingências são quantificados utilizando-se modelos e critérios que São classificados nas seguintes categorias: por sua realização. permitam a sua mensuração de forma adequada, apesar da incerteza inerente ao prazo e valor. • Títulos para Negociação - Títulos e valores mobiliários adquiridos com o propósito de serem ativa e j) Imobilizado de Uso - Demonstrado ao custo de aquisição ou construção, menos depreciação acumulada. Os Depósitos Judiciais em Garantia correspondentes são atualizados de acordo com a regulamentação vigente. frequentemente negociados, avaliados pelo valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; Corresponde aos direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à manutenção das atividades da Contingências garantidas por cláusulas de indenização em processos de privatização e outros e com liquidez • Títulos Disponíveis para Venda - Títulos e valores mobiliários que poderão ser negociados, porém não são companhia ou exercidos com essa finalidade, inclusive os bens decorrentes de operações que transfiram à são reconhecidas quando da notificação judicial, sendo reconhecidos simultaneamente os valores a receber, adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados, avaliados pelo valor de mercado em companhia os benefícios, riscos e controles desses bens. As depreciações são calculadas pelo método linear, não gerando efeito no resultado. contrapartida à conta destacada do Patrimônio Líquido; sobre o custo corrigido e às seguintes taxas anuais: II - Obrigações Legais - Fiscais e Previdenciárias • Títulos Mantidos até o Vencimento - Títulos e valores mobiliários, exceto ações não resgatáveis, para Imóveis de Uso ................................................................................................................................................................... 4% a 8% Representadas por exigíveis relativos às obrigações tributárias, cuja legalidade ou constitucionalidade é objeto os quais haja intenção ou obrigatoriedade e capacidade financeira da instituição para sua manutenção Benfeitorias em Imóveis de Terceiros......................................................................................................................... Até 10% em carteira até o vencimento, registrados pelo custo de aquisição ou pelo valor de mercado quando da de contestação judicial, constituídas pelo valor integral em discussão. Instalações, Móveis e Equipamentos de Uso e Sistemas de Segurança e Transporte transferência de outra categoria. Os títulos são atualizados até a data de vencimento, não sendo avaliados Os Exigíveis e os Depósitos Judiciais correspondentes são atualizados de acordo com a regulamentação e Comunicações .............................................................................................................................................................. 10% a 20% pelo valor de mercado. vigente. Sistemas de Processamentos de Dados.................................................................................................................... 20% a 50% Os ganhos e perdas de títulos disponíveis para venda, quando realizados, serão reconhecidos na data de p) Tributos - Calculados às alíquotas abaixo demonstradas, consideram, para efeito das respectivas bases de negociação na Demonstração do Resultado, em contrapartida de conta específica do Patrimônio Líquido. k) Imobilizado de Arrendamento - Os bens arrendados são registrados no ativo imobilizado ao custo de cálculo, a legislação vigente pertinente a cada encargo. Os declínios no valor de mercado dos títulos e valores mobiliários disponíveis para venda e dos mantidos aquisição. A depreciação dos bens arrendados é reconhecida pelo método linear no prazo de vida útil usual, Imposto de Renda........................................................................................................................................................... 15,00% até o vencimento, abaixo dos seus respectivos custos atualizados, relacionados a razões consideradas não considerando uma redução de 30% na vida útil do bem, se enquadrada nas condições previstas na Portaria Adicional de Imposto de Renda................................................................................................................................. 10,00% temporárias, serão refletidos no resultado como perdas realizadas. nº 113, de 26/02/1988, do Ministério da Fazenda. As taxas anuais de depreciação, sem consideração da referida Contribuição Social......................................................................................................................................................... 15,00% Os efeitos da aplicação dos procedimentos descritos anteriormente, nas coligadas e controladas do ITAÚ BBA, redução, são: edificações 4%, móveis e utensílios e instalações 10%, máquinas e equipamentos de 10% a 50%, PIS ......................................................................................................................................................................................... 0,65% refletidos por estas em conta destacada dos seus Patrimônios Líquidos ou em contas de resultado, foram veículos e afins de 20% a 25% e outros bens de 10% a 20%. COFINS ................................................................................................................................................................................ 4,00% igualmente registrados diretamente no Patrimônio Líquido ou no Resultado de Equivalência Patrimonial da l) Perdas em Arrendamento a Amortizar - A diferença apurada ao final do contrato, entre o valor residual controladora proporcionalmente ao percentual de participação. ISS.......................................................................................................................................................................................... até 5,00% atribuído e o valor residual garantido, quando devedora, é debitada ao ativo diferido para amortização no d) Instrumentos Financeiros Derivativos - São classificados, na data de sua aquisição, de acordo com a q) Resultados de Exercícios Futuros - Referem-se basicamente as rendas recebidas antes do cumprimento prazo restante de vida útil do bem. Para fins de publicação o saldo do ativo diferido está sendo classificado em intenção da administração em utilizá-los como instrumento de proteção (hedge) ou não, conforme a Circular do prazo da obrigação que lhes deu origem, sobre as quais não haja quaisquer perspectivas de exigibilidade e Imobilizado de Arrendamento. nº 3.082, de 30/01/2002, do BACEN. As operações que utilizam instrumentos financeiros, efetuadas por cuja apropriação, como renda efetiva, depende apenas da fluência do prazo. m) Intangível - Corresponde aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados solicitação de clientes, por conta própria, ou que não atendam aos critérios de proteção (principalmente à manutenção da entidade ou exercidos com essa finalidade, de acordo com a Resolução nº 3.642, de NOTA 4 - CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA derivativos utilizados para administrar a exposição global de risco), são contabilizadas pelo valor de mercado, 26/11/2008, do CMN. Está composto por ágios de incorporação correspondente ao valor pago na aquisição de 30/06/2012 30/06/2011 com os ganhos e as perdas realizados e não realizados, reconhecidos diretamente na Demonstração do sociedade, transferido para o ativo intangível em razão da incorporação do patrimônio da sociedade, conforme Disponibilidades............................................................................................................................. 1.648.518 480.831 Resultado. determina a Lei nº 9.532/97, amortizados conforme prazos estipulados em laudos de avaliação, e direitos na Aplicações em Operações Compromissadas - Posição Bancada .................................. 2.202.121 355.960 Os derivativos utilizados para proteger exposições a risco ou para modificar as características de ativos aquisição de folhas de pagamento, amortizados de acordo com os prazos dos contratos. e passivos financeiros que sejam altamente correlacionados no que se refere às alterações no seu valor de Aplicações em Depósitos Interfinanceiros............................................................................ 12.115.618 7.705.693 n) Redução ao Valor Recuperável de Ativos - O ITAÚ BBA avalia os ativos a fim de verificar se seus valores mercado em relação ao valor de mercado do item que estiver sendo protegido, tanto no início quanto ao TOTAL................................................................................................................................................. 15.966.257 8.542.484 contábeis são plenamente recuperáveis. Este procedimento, realizado semestralmente, submete os ativos à longo da vida do contrato e considerado efetivo na redução do risco associado à exposição a ser protegida, são classificados como hedge de acordo com sua natureza: NOTA 5 - APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ • Hedge de Risco de Mercado - Os ativos e passivos financeiros, bem como os respectivos instrumentos 30/06/2012 30/06/2011 financeiros relacionados, são contabilizados pelo valor de mercado com os ganhos e as perdas realizados e não 0 - 30 31 - 180 181 - 365 Acima de 365 Total % Total % realizados, reconhecidos diretamente na Demonstração do Resultado; • Hedge de Fluxo de Caixa - A parcela efetiva de hedge dos ativos e passivos financeiros, bem como os Aplicações no Mercado Aberto ............................................................................ 1.830.544 3.869.193 2.763.780 3.234.093 11.697.610 41,8 14.337.784 46,0 respectivos instrumentos financeiros relacionados, são contabilizados pelo valor de mercado com os ganhos Posição Bancada (*) ................................................................................................. 1.400.468 3.869.193 2.645.667 147.541 8.062.869 28,8 2.771.629 8,9 e as perdas realizados e não realizados, deduzidos quando aplicável, dos efeitos tributários, reconhecidos Posição Financiada................................................................................................... 430.076 –.– 118.113 3.086.552 3.634.741 13,0 8.920.292 28,6 em conta específica do Patrimônio Líquido. A parcela não efetiva do hedge é reconhecida diretamente na Posição Vendida ........................................................................................................ –.– –.– –.– –.– –.– –.– 2.645.863 8,5 Demonstração do Resultado. Aplicações em Depósitos Interfinanceiros..................................................... 13.162.261 1.472.416 942.539 739.919 16.317.135 58,2 16.824.006 54,0 e) Operações de Crédito e Outros Créditos (Operações com Características de Concessão de Crédito) TOTAL................................................................................................................................ 14.992.805 5.341.609 3.706.319 3.974.012 28.014.745 100,0 31.161.790 100,0 - Registradas a valor presente, calculadas “pro rata die” com base na variação do indexador e na taxa de juros % por prazo de vencimento ...................................................................................... 53,5 19,1 13,2 14,2 pactuados, sendo atualizadas “accrual” até o 60º dia de atraso. Após o 60º dia, o reconhecimento no resultado ocorre quando do efetivo recebimento das prestações. As receitas decorrentes da recuperação de operações TOTAL - 30/06/2011.................................................................................................... 16.796.225 7.696.015 1.107.030 5.562.520 31.161.790 100,0 levadas anteriormente a prejuízo (“write-offs”), estão classificadas na linha de Receitas de Operações de Crédito % por prazo de vencimento ...................................................................................... 53,8 24,7 3,6 17,9 e as tarifas na contratação dessas operações são classificadas em Receitas de Prestação de Serviços. (*) Inclui R$ 6.633.650 (R$ 1.186.004 em 30/06/2011) referente a Aplicação no Mercado Aberto com livre movimentação, cujos títulos estão vinculados à garantia de operações na Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros f) Arrendamentos a Receber e Valor Residual Garantido (VRG) - Registrados pelo valor contratual, em BM&FBOVESPA e BACEN. contrapartida às contas retificadoras de rendas de arrendamento a apropriar e valor residual a balancear,
DIÁRIO DO COMÉRCIO
24 -.ECONOMIA/LEGAIS
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Banco Itaú BBA S.A. NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - PERÍODOS DE 01/01 A 30/06 DE 2012 E DE 2011 (Em Milhares de Reais) (Continuação) NOTA 6 - TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (ATIVOS E PASSIVOS) Apresentamos a seguir a composição por tipo de papel e prazo de vencimento dos Títulos e Valores Mobiliários e de Instrumentos Financeiros Derivativos, já ajustados aos respectivos valores de mercado. a) Resumo por Vencimento 30/06/2012
TÍTULOS PÚBLICOS - BRASIL.............................................................................................................................................................. Letras Financeiras do Tesouro........................................................................................................................................................... Letras do Tesouro Nacional................................................................................................................................................................ Notas do Tesouro Nacional ................................................................................................................................................................ Títulos da Dívida Externa Brasileira................................................................................................................................................. Outros........................................................................................................................................................................................................ TÍTULOS PÚBLICOS - OUTROS PAÍSES........................................................................................................................................... Dinamarca................................................................................................................................................................................................ Espanha .................................................................................................................................................................................................... Coreia......................................................................................................................................................................................................... Uruguai ..................................................................................................................................................................................................... Estados Unidos....................................................................................................................................................................................... TÍTULOS DE EMPRESAS........................................................................................................................................................................ Euro Bonds e Assemelhados ............................................................................................................................................................. Ações.......................................................................................................................................................................................................... Debêntures (1)........................................................................................................................................................................................ Notas Promissórias................................................................................................................................................................................ Cotas de Fundos .................................................................................................................................................................................... Renda Fixa............................................................................................................................................................................................ Direitos Creditórios........................................................................................................................................................................... Outros.................................................................................................................................................................................................... Certificados de Recebíveis Imobiliários......................................................................................................................................... Outros........................................................................................................................................................................................................ SUBTOTAL - TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS ....................................................................................................................... Títulos para Negociação ..................................................................................................................................................................... Títulos Disponíveis para Venda ........................................................................................................................................................ Títulos Mantidos até o Vencimento (2).......................................................................................................................................... INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS........................................................................................................................... TOTAL DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (ATIVO)....... Impostos Diferidos................................................................................................................................................................................ Ajuste de coligadas e controladas .................................................................................................................................................. AJUSTE AO VALOR DE MERCADO - TVM....................................................................................................................................... INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (PASSIVO)....................................................................................................
Provisão para Ajuste a Valor de Mercado refletida no: Patrimônio Resultado Líquido 1.435 (1.696) 2 –.– 153 –.– 1.280 5 –.– (1.804) –.– 103 –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– 12.981 247.843 (599) 37.962 788 3.532 4.865 151.139 –.– 297 6.372 –.– (665) –.– –.– –.– 7.037 –.– 1.555 37.429 –.– 17.484 14.419 246.147 14.419 –.– –.– 246.147 –.– –.– 834.055 –.– 848.474 246.147
Custo 2.368.328 4.022 32.493 205.814 2.125.321 678 3.117.725 1.445.772 –.– 1.671.953 –.– –.– 47.690.808 1.161.804 1.218.200 37.703.116 965.645 3.229.177 2.363.104 719.688 146.385 851.120 2.561.746 53.176.858 12.418.566 40.709.804 48.488 5.574.829 58.751.687
(5.654.074)
(101.707) 10.698 155.138 –.–
(1.536.108)
Valor de Mercado 2.368.067 4.024 32.646 207.099 2.123.517 781 3.117.725 1.445.772 –.– 1.671.953 –.– –.– 47.951.632 1.199.167 1.222.520 37.859.120 965.942 3.235.549 2.362.439 719.688 153.422 890.104 2.579.230 53.437.424 12.432.985 40.955.951 48.488 6.408.884 59.846.308
% 3,9 –.– 0,1 0,3 3,5 –.– 5,2 2,4 –.– 2,8 –.– –.– 80,2 2,0 2,0 63,3 1,6 5,4 3,9 1,2 0,3 1,5 4,4 89,3 20,8 68,4 0,1 10,7 100,0
(7.190.182)
30/06/2011
0 - 30 4.211 –.– 4.211 –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– 4.471.576 –.– 1.222.520 2.610 –.– 3.235.549 2.362.439 719.688 153.422 –.– 10.897 4.475.786 748.537 3.727.249 –.– 901.491 5.377.277 9,0
31 - 90 296 –.– –.– –.– –.– 296 –.– –.– –.– –.– –.– –.– 517.977 –.– –.– 471.422 40.545 –.– –.– –.– –.– –.– 6.010 518.273 20.796 497.477 –.– 1.262.370 1.780.643 3,0
91 - 180 20 –.– –.– 20 –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– 1.035.751 36.040 –.– 9.982 925.397 –.– –.– –.– –.– –.– 64.332 1.035.769 –.– 1.035.027 742 526.803 1.562.572 2,6
181 - 365 95.190 3.023 21.454 70.713 –.– –.– 3.117.725 1.445.772 –.– 1.671.953 –.– –.– 1.511.549 558.177 –.– 686.370 –.– –.– –.– –.– –.– –.– 267.002 4.724.464 95.173 4.629.291 –.– 1.173.503 5.897.967 9,9
366 - 720 28.915 –.– 287 28.143 –.– 485 –.– –.– –.– –.– –.– –.– 3.534.507 5.202 –.– 1.915.634 –.– –.– –.– –.– –.– 227.178 1.386.493 3.563.425 91.915 3.443.388 28.122 678.692 4.242.117 7,1
Acima de 720 dias 2.239.435 1.001 6.694 108.223 2.123.517 –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– 36.880.272 599.748 –.– 34.773.102 –.– –.– –.– –.– –.– 662.926 844.496 39.119.707 11.476.564 27.623.519 19.624 1.866.025 40.985.732 68,4
Valor de Mercado 6.791.507 2.729 1.543.164 4.367.207 876.558 1.849 3.268.139 2.046.780 418.250 294.972 15.280 492.857 41.966.479 1.010.561 1.656.986 33.375.409 672.757 2.132.996 1.301.552 667.134 164.310 2.844.438 273.332 52.026.125 24.034.976 27.938.709 52.440 6.921.230 58.947.355
(1.747.071) 24,3
(1.069.143) 14,9
(570.953) 7,9
(1.737.747) 24,2
(797.966) 11,1
(1.267.302) 17,6
(5.520.336)
(1) Inclui basicamente títulos emitidos pela Dibens Leasing S.A. - Arrendamento Mercantil e pela BFB Leasing S.A. Arrendamento Mercantil; (2) Os títulos classificados nesta categoria, se avaliados a valor de mercado, apresentariam um ajuste positivo no valor de R$ 2.636 (R$ 5.164 em 30/06/2011). b) Instrumentos Financeiros Derivativos A globalização dos mercados nos últimos anos proporcionou um crescente nível de sofisticação dos produtos financeiros utilizados. Como consequência deste processo, houve uma crescente demanda por instrumentos financeiros derivativos para administrar riscos de mercado, resultantes basicamente de flutuações em taxas de juros, câmbio, commodities e demais preços de ativos. Desta forma o ITAÚ BBA opera nos mercados derivativos, tanto no atendimento às crescentes necessidades de seus clientes, como na execução de sua política de gestão de riscos. Tal política baseia-se na utilização dos instrumentos derivativos como forma de minimização dos riscos resultantes das operações comerciais e financeiras. A comercialização de instrumentos financeiros derivativos junto a clientes é precedida da aprovação de limites de crédito. O processo de aprovação dos limites também leva em consideração potenciais cenários de stress. O conhecimento do cliente, do setor em que atua e do seu perfil de apetite a riscos, assim como a prestação de informações sobre os riscos envolvidos na operação e sobre as condições negociadas, asseguram a transparência na relação entre as partes e permitem que se ofereça ao cliente o produto mais adequado às suas necessidades. As operações de derivativos efetuadas pelo ITAÚ BBA junto a clientes são neutralizadas de modo a eliminar os riscos de mercado. A maior parte dos contratos de derivativos negociados pela instituição com clientes no Brasil refere-se a operações de swap, termos, opções e futuros, registradas na BM&FBovespa ou na CETIP S.A. - Balcão Organizado de Ativos e Derivativos. No exterior, realizam-se operações com contratos derivativos de futuros, termos, opções, swaps com registro principalmente nas Bolsas de Chicago, Nova York e Londres. Importante destacar que no exterior existem operações de balcão, mas seus riscos são
baixos em relação ao total da instituição. Ressaltamos, também, que na carteira da instituição não existem operações estruturadas com base em ativos subprime e todas estas operações são baseadas em fatores de risco negociados em bolsa. Os principais fatores de risco dos derivativos assumidos em 30/06/2012 eram relacionados a taxas de câmbio, taxas de juros, commodities, cupons de dólar e de TR, Libor e renda variável. O gerenciamento destes e de outros fatores de risco de mercado está apoiado em modelos determinísticos e estatísticos sofisticados. Com base neste modelo de gestão, a instituição tem conseguido, com a utilização de operações envolvendo derivativos, otimizar a relação risco-retorno mesmo em situações de grande volatilidade. A maioria dos derivativos da carteira da instituição é negociada em bolsa. Para estes derivativos são utilizados os preços divulgados pelas próprias bolsas, exceto em casos em que se identifique baixa representatividade do preço por iliquidez de seu contrato específico. Os derivativos tipicamente apreçados desta forma são os contratos futuros. Da mesma forma, existem outros instrumentos que possuem cotações (preços justos) diretamente divulgadas por instituições independentes e que são apreçados utilizando estas informações diretas. Caem nesta situação grande parte dos títulos públicos brasileiros, títulos (públicos e privados) internacionais de alta liquidez e ações. Para derivativos que não têm preços diretamente divulgados por bolsas, os preços justos são obtidos por meio de modelos de apreçamento que utilizam informações de mercado, inferidas a partir de preços divulgados de ativos de maior liquidez. Destes preços são extraídas as curvas de juros e as volatilidades de mercado que servem de dados de entrada para os modelos. Nesta situação, encontram-se os derivativos de balcão, contratos a termos e títulos pouco líquidos. O valor total das margens dadas em garantia é de R$ 305.800 (R$ 2.648.895 em 30/06/2011).
I - Abaixo, composição da carteira de Instrumentos Financeiros (Ativos e Passivos) por tipo de instrumento e indexador de referência, demonstrada pelo seu valor referencial, valor de custo e valor de mercado. Conta de Compensação Valor Referencial 30/06/2012 30/06/2011 Contratos de Futuros.......................................... Compromissos de Compra ........................... Moeda Estrangeira .......................................... Mercado Interfinanceiro................................ Prefixados ........................................................... Índices.................................................................. Títulos................................................................... Commodities ...................................................... Compromissos de Venda............................... Moeda Estrangeira .......................................... Mercado Interfinanceiro................................ Índices.................................................................. Títulos................................................................... Commodities ...................................................... Contratos de Swaps ............................................ Posição Ativa....................................................... Moeda Estrangeira .......................................... Mercado Interfinanceiro................................ Prefixados ........................................................... Pós-Fixados ........................................................ Índices.................................................................. Títulos................................................................... Commodities ...................................................... Posição Passiva .................................................. Moeda Estrangeira .......................................... Mercado Interfinanceiro................................ Prefixados ........................................................... Pós-Fixados ........................................................ Índices.................................................................. Títulos................................................................... Commodities ...................................................... Outros .................................................................. Contratos de Opções .......................................... De Compra - Posição Comprada ................ Moeda Estrangeira .......................................... Mercado Interfinanceiro................................ Pós-Fixados ........................................................ Índices.................................................................. Títulos................................................................... Commodities ...................................................... Outros .................................................................. De Venda - Posição Comprada.................... Moeda Estrangeira .......................................... Mercado Interfinanceiro................................ Pós-Fixados ........................................................ Índices.................................................................. Títulos................................................................... Commodities ...................................................... De Compra - Posição Vendida..................... Moeda Estrangeira .......................................... Mercado Interfinanceiro................................ Pós-Fixados ........................................................ Índices.................................................................. Títulos................................................................... Commodities ......................................................
173.188.510 107.492.513 781.506 90.949.358 –.– 14.738.867 467.595 555.187 65.695.997 7.399.258 39.205.526 18.084.958 677.944 328.311 200.201.979 99.496.889 16.658.384 46.724.213 26.532.819 5.732.206 3.844.776 –.– 4.491 100.705.090 33.944.439 29.066.837 21.582.143 7.239.901 8.686.306 113.559 71.905 –.– 1.215.477.781 304.780.962 14.809.623 63.420.743 322.811 225.221.758 2.719 994.835 8.473 361.589.599 11.514.445 16.146.166 1.059.142 330.440.695 1.242.694 1.186.457 175.615.849 10.666.762 35.915.178 79.599 128.640.534 9.902 303.874
Valor Patrimonial a Receber/(Recebido) (A Pagar)/Pago 30/06/2012
164.463.503 94.803.073 5.775.801 79.852.526 1.873.320 6.373.362 377.006 551.058 69.660.430 5.408.916 49.875.756 13.548.862 88.765 738.131 173.098.185 86.932.561 12.679.611 47.223.304 17.711.668 2.878.872 6.308.448 18 130.640 86.165.624 20.946.750 32.881.146 16.321.352 3.719.600 12.017.224 57.360 203.834 18.358 2.430.417.577 955.532.197 15.220.578 907.198.273 262.022 32.513.737 28.264 309.323 –.– 499.398.963 11.664.466 463.441.230 239.052 22.237.749 1.095.176 721.290 600.041.613 9.063.100 570.441.720 –.– 20.341.343 7.550 187.900
Ajustes ao Valor de Mercado (no Resultado) 30/06/2012
177.156 (349.762) (58.303) (16.084) –.– (274.415) –.– (960) 526.918 256.885 3.139 266.472 –.– 422 (1.208.201) 1.837.619 1.029.370 166.312 398.391 10.778 232.761 –.– 7 (3.045.820) (1.777.745) (100.442) (568.825) (99.473) (407.711) (91.369) (255) –.– 274.437 511.814 284.966 78.340 1.608 121.668 1.042 24.023 167 1.305.685 160.171 41.680 1.314 367.761 708.011 26.748 (610.940) (406.891) (65.037) (90) (127.647) (1.104) (10.171)
Os contratos de derivativos possuem os seguintes vencimentos em dias: Compensação Valor Referencial 0 - 30 31 - 180 Futuros ..................................................................................... 34.614.296 22.101.493 Swaps ........................................................................................ 14.653.610 31.653.110 Opções ..................................................................................... 232.038.612 104.213.838 Termo........................................................................................ 3.392.382 6.505.269 Derivativos de Crédito........................................................ –.– 10.107 Forwards.................................................................................. 24.445.729 16.906.558 Swaps com Verificação........................................................ –.– –.– Verificação de Swap............................................................. –.– –.–
Valor de Mercado 30/06/2012 30/06/2011
(13.497) 34.894 201 (45) –.– 7.452 (8.213) 35.499 (48.391) 2.434 4 (5.368) 1.727 (47.188) (16.806) 681.157 19.815 27.310 405.025 1.804 227.210 –.– (7) (697.963) 35.395 2.544 (404.005) (712) (357.994) 26.968 (159) –.– (774.066) (247.028) (65.890) (65.608) (1.521) (105.969) 32 (7.911) (161) 331.981 (31.473) 55.124 (345) 256.339 58.509 (6.173) (65.144) (202.574) 49.996 56 86.525 (658) 1.511
163.659 (314.868) (58.102) (16.129) –.– (266.963) (8.213) 34.539 478.527 259.319 3.143 261.104 1.727 (46.766) (1.225.007) 2.518.776 1.049.185 193.622 803.416 12.582 459.971 –.– –.– (3.743.783) (1.742.350) (97.898) (972.830) (100.185) (765.705) (64.401) (414) –.– (499.629) 264.786 219.076 12.732 87 15.699 1.074 16.112 6 1.637.666 128.698 96.804 969 624.100 766.520 20.575 (676.084) (609.465) (15.041) (34) (41.122) (1.762) (8.660)
(2.352) 6.364 (1.715) 108 8 1.683 (1.834) 8.114 (8.716) (1.335) 33 (3.587) 364 (4.191) 950.709 3.196.933 50.290 1.793.545 970.608 1.562 380.004 –.– 924 (2.246.224) (50.100) (945.156) (801.432) (619) (430.177) (3.480) (15.260) –.– 656.001 628.505 223.907 339.984 773 42.140 964 20.737 –.– 1.344.834 658.049 24.602 394 14.657 635.652 11.480 (575.483) (212.724) (322.178) –.– (34.077) (21) (6.483)
164.463.503
83.904.665
2.430.417.577
65.157
–.–
65.349 73.808 73.808
–.– –.– –.– ATIVO PASSIVO TOTAL
Valor Patrimonial a Receber/(Recebido) (A Pagar)/Pago 30/06/2012 (932.122) (180.790) (123.381) (1.546) (450.973) (144.070) (31.195) (167) 474.700 743.134 663.287 32.331 47.294 38 184 (132.714) (44.895) –.– (32.331) (47.294) –.– –.– (7.997) (197) 124.483 32.273 –.– 32.333 47.298 12.050 529 (260.203) (177.326) (32.333) (47.298) (3.246) 172.744 192.251 192.251 –.– (19.507) (19.507) –.– 30.111 682.687 682.687 –.– (652.576) (652.576) –.– (192)
Ajustes ao Valor de Mercado (no Resultado) 30/06/2012 (793.875) 80.104 (454.974) 828 (316.725) (112.390) 9.217 65 (48.060) (74.259) (75.378) 1.027 (37) 42 87 (1.553) (1.251) –.– (1.027) 37 –.– –.– 652 36 1.030 4.737 2 1.025 (41) (4.549) (144) 26.722 28.387 (1.025) 41 (681) 148.896 151.365 151.365 –.– (2.469) (2.469) –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– (1.826)
–.– (192) –.– –.– 5.574.829 (5.654.074) (79.245)
Valor de Mercado 30/06/2012 30/06/2011 (1.725.997) (741.855) (100.686) (498.254) (578.355) (56.226) (718) (406) (767.698) (7.581) (256.460) (175.417) (21.978) (3.971) (102) –.– 426.640 (307.783) 668.875 51.407 587.909 924 33.358 48.184 47.257 –.– 80 2.299 271 –.– (134.267) (596.253) (46.146) (534.604) –.– (48.184) (33.358) –.– (47.257) –.– –.– (19) –.– (2.832) (7.345) (10.614) (161) –.– 125.513 308.978 37.010 260.118 2 –.– 33.358 48.184 47.257 –.– 7.501 676 385 –.– (233.481) (71.915) (148.939) (6.261) (33.358) (48.184) (47.257) –.– (3.927) (17.470) 321.640 238.364 343.616 255.444 343.616 255.444 –.– –.– (21.976) (17.080) (21.976) (17.080) –.– –.– 30.111 (134.045) 682.687 1.137.481 682.687 561.746 –.– 575.735 (652.576) (1.271.526) (652.576) (688.708) –.– (582.818) (2.018) –.–
–.–
–.–
(1.826) 3.306 3.306 834.055 (1.536.108) (702.053)
(2.018) 3.306 3.306 6.408.884 (7.190.182) (781.298)
–.– –.– –.– –.– 6.921.230 (5.520.336) 1.400.894
IV - Resultado Realizado e não Realizado na Carteira de Instrumentos Financeiros Derivativos 181 - 365 73.460.413 17.916.326 852.317.929 2.704.500 86.513 3.161.733 –.– –.–
Acima de 365 43.012.308 33.436.224 26.907.402 1.992.790 2.409.150 3.621.344 65.157 73.808
30/06/2012 173.188.510 97.659.270 1.215.477.781 14.594.941 2.505.770 48.135.364 65.157 73.808
30/06/2011 164.463.503 83.904.665 2.430.417.577 12.713.838 3.028.989 19.530.866 –.– –.–
II - Abaixo, composição da carteira de Instrumentos Financeiros Derivativos por tipo de instrumento, demonstrada pelo seu valor referencial, por local de negociação (mercado organizado ou balcão) e contrapartes: 30/06/2012 Derivativos Swap com Verificação Futuros Swaps Opções Termo de Crédito Forward Verificação de Swap BM&F/Bovespa......................... 151.670.712 11.608.699 1.167.491.864 504.362 –.– –.– –.– –.– Balcão ........................................... 21.517.798 86.050.571 47.985.917 14.090.579 2.505.770 48.135.364 65.157 73.808 Instituições Financeiras........ 7.692.242 66.594.367 40.926.679 898.912 1.498.657 46.307.258 –.– –.– Empresas ................................... 13.825.556 19.398.784 7.059.238 13.177.082 1.007.113 1.828.106 65.157 73.808 Pessoas Físicas......................... –.– 57.420 –.– 14.585 –.– –.– –.– –.– Total............................................... 173.188.510 97.659.270 1.215.477.781 14.594.941 2.505.770 48.135.364 65.157 73.808 Total em 30/06/2011..............
De Venda - Posição Vendida ........................ Moeda Estrangeira .......................................... Mercado Interfinanceiro................................ Pós-Fixados ........................................................ Índices.................................................................. Títulos................................................................... Commodities ...................................................... Outros .................................................................. Contratos a Termo................................................ Compras a Receber .......................................... Moeda Estrangeira .......................................... Prefixados ........................................................... Pós-Fixados ........................................................ Commodities ...................................................... Outros .................................................................. Obrigações por Compra a Pagar ............... Moeda Estrangeira .......................................... Mercado Interfinanceiro................................ Prefixados ........................................................... Pós-Fixados ........................................................ Índices.................................................................. Títulos................................................................... Commodities ...................................................... Outros .................................................................. Vendas a Receber.............................................. Moeda Estrangeira .......................................... Mercado Interfinanceiro................................ Prefixados ........................................................... Pós-Fixados ........................................................ Commodities ...................................................... Outros .................................................................. Obrigações por Venda a Entregar............. Moeda Estrangeira .......................................... Prefixados ........................................................... Pós-Fixados ........................................................ Commodities ...................................................... Derivativos de Crédito....................................... Posição Ativa....................................................... Prefixados ........................................................... Títulos................................................................... Posição Passiva .................................................. Prefixados ........................................................... Títulos................................................................... Operações de Forwards .................................... Posição Ativa....................................................... Moeda Estrangeira .......................................... Prefixados ........................................................... Posição Passiva .................................................. Moeda Estrangeira .......................................... Mercado Interfinanceiro................................ Swap com Verificação ........................................ Posição Ativa - Mercado Interfinanceiro................................................ Posição Passiva - Mercado Interfinanceiro................................................ Verificação de Swap............................................ Posição Ativa - Moeda Estrangeira...........
Conta de Compensação Valor Referencial 30/06/2012 30/06/2011 373.491.371 375.444.804 8.176.611 10.600.556 61.874.679 344.198.049 1.065.508 251.227 300.452.922 19.366.857 909.585 812.118 1.004.212 215.997 7.854 –.– 14.594.941 12.713.838 6.888.675 164.428 6.788.471 48.948 33.358 48.184 47.257 –.– 3.386 67.296 16.203 –.– 2.472.911 7.125.255 2.425.752 6.933.793 –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– 1.029 –.– 21.013 39.415 169.420 7.744 –.– 2.695.894 5.313.296 1.962.156 5.240.303 504.362 48.184 33.358 –.– 47.257 –.– 134.149 24.809 14.612 –.– 2.537.461 110.859 2.522.629 54.704 –.– –.– –.– –.– 14.832 56.155 2.505.770 3.028.989 1.303.702 2.450.552 1.293.937 2.450.552 9.765 –.– 1.202.068 578.437 1.202.068 570.895 –.– 7.542 48.135.364 19.530.866 25.473.955 8.950.113 25.473.955 8.338.142 –.– 611.971 22.661.409 10.580.753 22.661.409 10.580.753 –.– –.– 130.506 –.–
12.713.838
3.028.989
19.530.866
–.–
–.–
III - Derivativos de Crédito Abaixo, composição da carteira de Derivativos de Crédito (Ativos e Passivos), demonstrada pelo seu valor referencial:
Transferidos....................................................................................................................................................................................................................................... Swaps de créditos cujos ativos subjacentes são: Títulos e Valores Mobiliários.................................................................................................................................................................................................. Swap de taxa de retorno total cujos ativos subjacentes são: Títulos e Valores Mobiliários.................................................................................................................................................................................................. Recebidos............................................................................................................................................................................................................................................ Swaps de créditos cujos ativos subjacentes são: Títulos e Valores Mobiliários.................................................................................................................................................................................................. Total.......................................................................................................................................................................................................................................................
Valor do Risco de Crédito 30/06/2012 30/06/2011 (1.303.702) (2.450.552) (1.293.937)
(2.450.552)
(9.765) 1.202.068 1.202.068 (101.634)
–.– 578.437 578.437 (1.872.115)
Durante o período não houve ocorrência de evento de crédito relativo a fatos geradores previstos nos contratos.
Swap....................................................................................................................................................................................................................................................... Termo..................................................................................................................................................................................................................................................... Futuro .................................................................................................................................................................................................................................................... Opções .................................................................................................................................................................................................................................................. Derivativos de Crédito..................................................................................................................................................................................................................... Outros....................................................................................................................................................................................................................................................
01/01 a 30/06/2012 (615.033) –.– 228.141 5.700 (20.775) 133.935
01/01 a 30/06/2011 1.015.573 (35.906) 518.197 101.061 (1.981) (260.569)
Total.......................................................................................................................................................................................................................................................
(268.032)
1.336.375
01/01 a 30/06/2012 (71.807)
01/01 a 30/06/2011 455.814
c) Evolução do Ajuste a Valor de Mercado do Período
Saldo Inicial ....................................................................................................................................................................................................................................... Ajustes com efeitos no: Resultado......................................................................................................................................................................................................................................... Títulos para Negociação .......................................................................................................................................................................................................... Instrumentos Financeiros Derivativos (Ativo e Passivo)............................................................................................................................................... Patrimônio Líquido..................................................................................................................................................................................................................... Disponíveis para Venda............................................................................................................................................................................................................ Saldo Final.......................................................................................................................................................................................................................................... Ajuste a Valor de Mercado.......................................................................................................................................................................................................... Títulos para Negociação .............................................................................................................................................................................................................. Títulos Disponíveis para Venda ................................................................................................................................................................................................. Instrumentos Financeiros Derivativos....................................................................................................................................................................................
(406.856) 1.415 (408.271) 37.176 37.176 (441.487) (441.487) 14.419 246.147 (702.053)
O quadro abaixo demonstra, para melhor entendimento, o resultado não realizado de títulos disponíveis para venda e dos mantidos até o vencimento: 30/06/2012 Ajuste de Títulos Disponíveis para Venda - Patrimônio Líquido....................................................................................................................................... 246.147 Ajuste de Títulos Mantidos até o Vencimento ........................................................................................................................................................................ 2.636 Total de Resultado Não Realizado ..........................................................................................................................................................................................
248.783
(14.702) (72.498) 57.796 (68.170) (68.170) 372.942 372.942 (21.697) 65.091 329.548 30/06/2011 65.091 5.164 70.255
d) Reclassificação de Títulos e Valores Mobiliários (artigo 5º da Circular nº 3.068, de 08/11/2001, do BACEN) A Administração determina diretrizes para a classificação de Títulos e Valores Mobiliários. As classificações dos títulos existentes na carteira, assim como aqueles adquiridos no período, são periódica e sistematicamente avaliadas de acordo com tais diretrizes. Conforme estabelecido no artigo 5º da Circular nº 3.068, de 08/11/2008, do BACEN, a reavaliação quanto à classificação de títulos e valores mobiliários só pode ser efetuada por ocasião dos balancetes semestrais. Além disso, no caso da transferência da categoria “mantidos até o vencimento” para as demais, essa só poderá ocorrer por motivo isolado, não usual, não recorrente e não previsto, que tenha ocorrido após a data da classificação. No período, não foram realizadas reclassificações ou alterações nas diretrizes existentes.
NOTA 7 - OPERAÇÕES DE CRÉDITO, ARRENDAMENTO MERCANTIL E OUTROS CRÉDITOS a) Composição da Carteira de Crédito por Tipo de Operação e Níveis de Risco Níveis de Risco Operações de Crédito ........................................................................................................................................... Empréstimos e Títulos Descontados .............................................................................................................. Financiamentos...................................................................................................................................................... Financiamentos Rurais e Agroindustriais ..................................................................................................... Operações de Arrendamento Mercantil Financeiro (Nota 7d).......................................................... Adiantamentos sobre Contratos de Câmbio (1)....................................................................................... Outros Créditos - Diversos (2)........................................................................................................................... Total Operações com Características de Concessão de Crédito .......................................................
AA 53.434.414 25.709.487 24.872.283 2.852.644 91.533 2.675.218 –.– 56.201.165
A 7.721.501 4.532.472 2.985.180 203.849 954.940 873.815 –.– 9.550.256
B 3.259.408 2.217.532 1.002.827 39.049 103.265 156.350 –.– 3.519.023
C 640.229 620.251 4.695 15.283 94.759 259.969 8.524 1.003.481
30/06/2012 D 172.191 104.621 40.753 26.817 44.866 –.– 7.344 224.401
E 5.751 5.649 48 54 24.605 –.– –.– 30.356
F 573.499 570.099 3.283 117 18.137 2.860 9.019 603.515
G 30.960 30.960 –.– –.– 15.212 –.– –.– 46.172
H 296.032 263.687 32.345 –.– 45.185 1.276 1.967 344.460
Total 66.133.985 34.054.758 28.941.414 3.137.813 1.392.502 3.969.488 26.854 71.522.829
30/06/2011 Total 52.875.682 24.822.625 24.495.821 3.557.236 2.176.501 2.387.037 311.024 57.750.244
Avais e Fianças (3)................................................................................................................................................... Total com Avais e Fianças....................................................................................................................................
–.– 56.201.165
–.– 9.550.256
–.– 3.519.023
–.– 1.003.481
–.– 224.401
–.– 30.356
–.– 603.515
–.– 46.172
–.– 344.460
42.474.875 113.997.704
28.341.157 86.091.401
Total - 30/06/2011...................................................................................................................................................
44.366.875
8.850.501
2.143.778
799.180
585.867
212.663
412.415
87.799
291.166
57.750.244
(1) Compostos por Rendas a Receber de Adiantamentos Concedidos e Adiant. sobre Contratos de Câmbio e Imp. Fin. - Câmbio Contratado, contabilizados em Outros Créditos/Obrigações - Carteira de Câmbio (Nota 8); (2) Compostos por Títulos e Créditos a Receber, Devedores por Compra de Valores e Bens e Avais e Fianças Honrados (Nota 11a); (3) Contabilizados em Contas de Compensação.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
ECONOMIA/LEGAIS - 25
Banco Itaú BBA S.A. NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - PERÍODOS DE 01/01 A 30/06 DE 2012 E DE 2011 (Em Milhares de Reais) (Continuação) b) Composição da Carteira por Faixas de Vencimento e Níveis de Risco
Parcelas Vincendas..................................................................................................................................... 01 a 60 ............................................................................................................................................................... 61 a 90 ............................................................................................................................................................... 91 a 180............................................................................................................................................................. 181 a 365 .......................................................................................................................................................... Acima de 365 .................................................................................................................................................. Parcelas Vencidas (em Atraso) .............................................................................................................. 01 a 60 ............................................................................................................................................................... 61 a 90 ............................................................................................................................................................... 91 a 180............................................................................................................................................................. 181 a 365 .......................................................................................................................................................... Acima de 365 ..................................................................................................................................................
AA –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.–
A 15 –.– –.– –.– –.– 15 59 59 –.– –.– –.– –.–
B 155.571 8.625 4.514 21.679 30.998 89.755 19.399 19.399 –.– –.– –.– –.–
C 171.996 10.246 4.312 12.095 35.198 110.145 30.511 28.873 1.402 236 –.– –.–
D 32.879 3.490 1.679 4.879 9.708 13.123 6.525 3.663 2.240 622 –.– –.–
Subtotal ...........................................................................................................................................................
–.–
74
174.970
202.507
39.404
C 794.288 106.134 91.147 104.167 78.673 414.167 6.686
D 174.533 47.953 10.196 11.264 17.579 87.541 10.464
Curso Anormal (*) E 19.535 2.586 1.266 3.307 5.276 7.100 6.929 2.691 1.390 2.081 767 –.–
F 188.394 10.336 826 11.036 22.423 143.773 94.651 19.683 30.331 21.541 23.096 –.–
G 15.477 6.700 445 1.978 3.273 3.081 27.923 968 6.326 19.483 1.146 –.–
H 104.518 6.227 4.667 9.832 18.558 65.234 96.201 9.332 6.319 24.952 52.663 2.935
Total 688.385 48.210 17.709 64.806 125.434 432.226 282.198 84.668 48.008 68.915 77.672 2.935
% 0,96% 0,07% 0,02% 0,09% 0,18% 0,60% 0,40% 0,12% 0,07% 0,10% 0,11% 0,00%
26.464
283.045
43.400
200.719
970.583
1,36%
Curso Normal E 3.840 253 143 387 891 2.166 52
F 319.772 16.541 100 4.220 3.084 295.827 698
G 2.738 169 91 253 568 1.657 34
H 141.642 1.906 34.996 1.688 5.748 97.304 2.099
Total 70.445.968 14.230.475 4.484.747 8.188.703 12.018.144 31.523.899 106.278
% 98,49% 19,89% 6,27% 11,45% 16,80% 44,08% 0,15%
Parcelas Vincendas..................................................................................................................................... 01 a 60 ............................................................................................................................................................... 61 a 90 ............................................................................................................................................................... 91 a 180............................................................................................................................................................. 181 a 365 .......................................................................................................................................................... Acima de 365 .................................................................................................................................................. Parcelas Vencidas até 14 dias................................................................................................................
AA 56.145.390 11.091.466 3.635.783 6.310.067 9.410.396 25.697.678 55.775
A 9.526.392 2.113.204 505.972 1.210.881 2.002.010 3.694.325 23.790
B 3.337.373 852.849 206.319 545.776 499.195 1.233.234 6.680
Subtotal ...........................................................................................................................................................
56.201.165
9.550.182
3.344.053
800.974
184.997
3.892
320.470
2.772
143.741
70.552.246
98,65%
TOTAL GERAL ................................................................................................................................................ PDD....................................................................................................................................................................
56.201.165 –.–
9.550.256 (47.751)
3.519.023 (35.190)
1.003.481 (30.105)
224.401 (22.440)
30.356 (9.107)
603.515 (345.217)
46.172 (46.168)
344.460 (344.460)
71.522.829 (880.438)
100,00%
TOTAL GERAL EM 30/06/2011 ............................................................................................................... PDD....................................................................................................................................................................
44.366.875 –.–
8.850.501 (44.252)
2.143.778 (21.438)
799.180 (23.975)
585.867 (80.260)
212.663 (106.310)
412.415 (288.650)
87.799 (87.790)
291.166 (291.166)
57.750.244 (943.841)
(*) Para as operações que apresentem parcelas vencidas há mais de 14 dias ou com composições efetuadas ou de responsabilidade de empresas concordatárias ou em processo de falência. c) Composição por Setores de Atividade Setor Público..................................................................................................................................................................................................................................... Setor Privado .................................................................................................................................................................................................................................... Pessoa Jurídica.............................................................................................................................................................................................................................. Pessoa Física...................................................................................................................................................................................................................................
30/06/2012 633.571 70.889.258 69.513.128 1.376.130
30/06/2011 350.991 57.399.253 55.157.403 2.241.850
Total.......................................................................................................................................................................................................................................................
71.522.829
57.750.244
Operações de Arrendamento Financeiro ............................................................................................................................................................................ Arrendamentos a Receber e Valor Residual Garantido........................................................................................................................................................ (Rendas a Apropriar e Valor Residual a Balancear) ................................................................................................................................................................ Outros Valores e Bens - Bens Reintegrados ....................................................................................................................................................................... Imobilizado de Arrendamento................................................................................................................................................................................................. Bens Arrendados.......................................................................................................................................................................................................................... Veículos.......................................................................................................................................................................................................................................... Perdas em Arrendamento a Amortizar (Nota 3l) ............................................................................................................................................................ Depreciação Acumulada .......................................................................................................................................................................................................... (Depreciação Acumulada)....................................................................................................................................................................................................... Superveniência de Depreciação........................................................................................................................................................................................... (Credores por Antecipação do Valor Residual).................................................................................................................................................................
30/06/2012 84.404 3.597.395 (3.512.991) 109 3.156.662 3.008.780 3.008.770 10 147.882 (2.159.042) 2.306.924 (1.848.673)
30/06/2011 137.574 4.914.236 (4.776.771) 109 4.111.095 3.903.088 3.903.069 19 208.007 (2.220.040) 2.428.047 (2.072.168)
Total.......................................................................................................................................................................................................................................................
1.392.502
2.176.501
01/01 a 30/06/2012 (602.616) (358.378) (373.033) 14.655 80.556 (880.438) (823.131) (57.307)
01/01 a 30/06/2011 (930.366) (97.144) (97.144) –.– 83.669 (943.841) (770.884) (172.957)
d) Composição do Valor Presente das Operações de Arrendamento Mercantil Financeiro
e) Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa
Saldo Inicial ....................................................................................................................................................................................................................................... Constituição Líquida do Período.............................................................................................................................................................................................. Requerida pela Resolução nº 2.682/99............................................................................................................................................................................... Complementar............................................................................................................................................................................................................................ “Write-Offs” ....................................................................................................................................................................................................................................... Saldo Final.......................................................................................................................................................................................................................................... Provisão Requerida pela Resolução nº 2.682/99 (Nota 3g)............................................................................................................................................. Provisão Complementar(*) .........................................................................................................................................................................................................
(*) Refere-se à provisão complementar aos percentuais mínimos requeridos pela Resolução nº 2.682, de 21/12/1999, do CMN, utilizando-se da metodologia de perda esperada, adotada na gestão de risco de crédito da instituição. Em 30/06/2012, o saldo da provisão em relação à carteira de crédito equivale a 1,23% (1,63% em 30/06/2011). f) Recuperação e Renegociação de Créditos I - No período foram recuperados créditos baixados (“write-off”) contra a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa no valor de R$ 38.209 (R$ 96.079 de 01/01 a 30/06/2011), que se encontram registrados em Receitas de Operações de Crédito e Arrendamento Mercantil. II - Em 30/06/2012 o saldo de créditos renegociados totalizava R$ 412.237 (R$ 98.775 em 30/06/2011), sendo a respectiva Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa de R$ 151.487 (R$ 46.166 em 30/06/2011). g) Operações de Venda ou Transferência de Ativos Financeiros A partir de janeiro de 2012, conforme determinação da Resolução CMN 3.533/08 e normatizações complementares, os registros contábeis passaram a ser efetuados considerando a retenção ou não dos riscos e benefícios nas operações de venda ou transferência de ativos financeiros. O ITAÚ BBA realizou operações de venda ou transferência de ativos financeiros em que houve a retenção dos riscos de crédito dos ativos financeiros transferidos, por meio de aquisição de cotas subordinadas de fundos de direitos creditórios. Por conta disso, tais créditos permaneceram registrados como operações de crédito e estão representados pelas seguintes informações em 30/06/2012. Ativo Passivo Natureza da Operação................................................................................................................................ Contábil Valor Justo Contábil Valor Justo Grandes Empresas - Capital de Giro ......................................................................................................... 28.509 31.426 28.509 31.426 As operações de venda ou transferência de ativos financeiros sem retenção de riscos e benefícios é de R$ 163.545 sem efeito no resultado. h) Operações Ativas Vinculadas Apresentamos abaixo informações relativas a operações ativas vinculadas, realizadas na forma prevista na Resolução nº 2.921, de 17/01/2002, do CMN. 30/06/2012
Operações Ativas Vinculadas Operações de Crédito............................................................................................................................... Obrigações por Operações Ativas Vinculadas Obrigações por Títulos e Valores Mobiliários no Exterior............................................................ Resultado Líquido das Operações Vinculadas
01/01 a 30/06/2012 Receitas (Despesas)
0 - 30
31 - 180
Acima de 365
Total
28.815
1.400
118.246
148.461
13.374
28.815
1.400
118.246
148.461
(13.374)
NOTA 8 - CARTEIRA DE CÂMBIO ATIVO - OUTROS CRÉDITOS........................................................................................................................................................................................................ Câmbio Comprado a Liquidar - ME.......................................................................................................................................................................................... Direitos sobre Vendas de Câmbio - MN.................................................................................................................................................................................. (-) Adiantamentos em Moeda Nacional Recebidos - MN................................................................................................................................................. Rendas a Receber de Adiantamentos Concedidos............................................................................................................................................................ PASSIVO - OUTRAS OBRIGAÇÕES............................................................................................................................................................................................ Câmbio Vendido a Liquidar - ME .............................................................................................................................................................................................. Obrigações por Compras de Câmbio - MN........................................................................................................................................................................... (-) Adiant. sobre Contratos de Câmbio e Imp. Fin. - Câmbio Contratado................................................................................................................... Outras................................................................................................................................................................................................................................................. CONTAS DE COMPENSAÇÃO...................................................................................................................................................................................................... Créditos Abertos para Importação - ME ................................................................................................................................................................................ Créditos de Exportação Confirmados - ME...........................................................................................................................................................................
30/06/2012 30.708.296 15.840.326 15.138.231 (347.290) 77.029 26.594.001 15.080.772 15.405.142 (3.892.459) 546 1.188.316 1.149.583 38.733
30/06/2011 14.279.420 10.083.213 4.306.119 (153.240) 43.328 12.213.739 4.316.380 10.240.214 (2.343.709) 854 248.645 242.904 5.741
NOTA 9 - CAPTAÇÃO DE RECURSOS E OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS E REPASSES
Depósitos em Garantia Saldo Inicial .............................................................................................................................................................. Apropriação de Rendas.......................................................................................................................................... Movimentação do Período ................................................................................................................................... Depósitos Efetuados ............................................................................................................................................ Levantamentos Efetuados ................................................................................................................................. Reclassificação para ativos dados em garantia de contingências.......................................................... Saldo Final.................................................................................................................................................................
01/01 a 30/06/2012 Obrigação Legal Contingência 443.035 3.177 13.159 –.– –.– (2.774) –.– –.– –.– (2.774) –.– (403) 456.194 –.–
Total 446.212 13.159 (2.774) –.– (2.774) (403) 456.194
01/01 a 30/06/2011 Total 456.720 20.184 26.633 26.633 –.– –.– 503.537
Os ativos dados em garantia de contingências são relativos a processos de passivos contingentes e estão vinculados ou depositados, sendo o montante dos Depósitos em Garantia R$ 61.967 (R$ 77 em 30/06/2011). A principal natureza está descrita a seguir: • PIS - Anterioridade Nonagesimal e Irretroatividade - R$ 27.609 - Pleiteamos o afastamento das Emendas Constitucionais 10/96 e 17/97, dado o princípio da anterioridade e irretroatividade, visando recolhimento pela Lei Complementar 07/70. O saldo do depósito em garantia correspondente totaliza R$ 19.163. II - Contingências classificadas como possíveis: Não são reconhecidas contabilmente e estão representadas por Processos Cíveis no valor de R$ 13.935, Processos Trabalhistas no valor de R$ 58.724 e Processos Fiscais e Previdenciários no valor de R$ 498.319, relativos basicamente a: • INSS - Verbas não Remuneratórias - R$ 271.166: Defendemos a não incidência do tributo sobre essas verbas, principalmente participação nos lucros, nos resultados, vale transporte e abono único; • IRPJ/CSLL/PIS/COFINS - 100% Decaído - R$ 97.206: Extinção do crédito tributário por meio de decadência e/ou prescrição. O ITAÚ BBA, com base na opinião de assessores legais, não está envolvido em quaisquer outros processos administrativos ou judiciais que possam afetar significativamente os resultados de suas operações. NOTA 11 - DETALHAMENTO DE CONTAS a) Outros Créditos - Diversos Títulos a Receber sem Característica de Concessão de Crédito ....................................................................................................................................... Créditos Tributários (Nota 12b I).................................................................................................................................................................................................. Depósitos em Garantia (Nota 10b).............................................................................................................................................................................................. Impostos e Contribuições a Compensar................................................................................................................................................................................... Avais e Fianças Honrados (Nota 7a)............................................................................................................................................................................................ Operações com Característica de Concessão de Crédito (Nota 7a) ................................................................................................................................ Outros....................................................................................................................................................................................................................................................
30/06/2012 1.432.951 1.099.160 546.727 231.786 17.543 9.311 79.242
30/06/2011 841.583 724.456 516.236 176.392 –.– 311.024 75.069
Total.......................................................................................................................................................................................................................................................
3.416.720
2.644.760
Provisão para Passivos Contingentes (Nota 10b)................................................................................................................................................................... Provisão para Despesas de Pessoal............................................................................................................................................................................................. Provisão para Pagamentos a Efetuar.......................................................................................................................................................................................... Credores Diversos no País .............................................................................................................................................................................................................. Obrigações por Operações Vinculadas a Cessão de Crédito ............................................................................................................................................. Outras ....................................................................................................................................................................................................................................................
30/06/2012 257.905 107.163 33.638 49.465 28.509 23.706
30/06/2011 102.729 45.143 25.514 39.555 –.– 6.230
Total.......................................................................................................................................................................................................................................................
500.386
219.171
Garantias Prestadas .......................................................................................................................................................................................................................... Serviços de Assessoria Econômica e Financeira..................................................................................................................................................................... Serviços de Cobrança....................................................................................................................................................................................................................... Comissões ............................................................................................................................................................................................................................................ Rendas de Corretagem/Colocação de Títulos......................................................................................................................................................................... Outros....................................................................................................................................................................................................................................................
01/01 a 30/06/2012 291.350 215.743 50.999 37.548 14.790 4.358
01/01 a 30/06/2011 207.972 176.522 42.722 23.864 27.862 7.065
Total.......................................................................................................................................................................................................................................................
614.788
486.007
Processamento de Dados e Telecomunicações...................................................................................................................................................................... Despesas com Serviços do Sistema Financeiro...................................................................................................................................................................... Instalações ........................................................................................................................................................................................................................................... Serviços de Terceiros ........................................................................................................................................................................................................................ Convênio de Rateio de Custos Comuns (Nota 15a) .............................................................................................................................................................. Depreciação e Amortização .......................................................................................................................................................................................................... Despesas com Sociedades Ligadas ............................................................................................................................................................................................ Despesas com Viagens .................................................................................................................................................................................................................... Despesas com Confraternizações/Decoração ........................................................................................................................................................................ Propaganda, Promoções e Publicações .................................................................................................................................................................................... Outras ....................................................................................................................................................................................................................................................
01/01 a 30/06/2012 (81.898) (45.624) (43.729) (41.360) (29.373) (16.772) (15.236) (7.650) (7.286) (3.789) (20.486)
01/01 a 30/06/2011 (75.572) (26.024) (42.945) (40.789) (24.562) (13.380) (345) (7.384) (4.060) (1.290) (16.436)
Total.......................................................................................................................................................................................................................................................
(313.203)
(252.787)
Amortização de Ágios de Incorporação (Nota 13 II)............................................................................................................................................................. Outras Despesas com Operações de Crédito.......................................................................................................................................................................... Provisão para Perdas em Títulos a Receber sem Característica de Concessão de Crédito...................................................................................... Comissões ............................................................................................................................................................................................................................................ Outras ....................................................................................................................................................................................................................................................
01/01 a 30/06/2012 (186.730) (24.655) (14.676) (4.230) (33.325)
01/01 a 30/06/2011 (209.394) (12.862) (7.710) (4.975) (23.059)
(263.616)
(258.000)
b) Outras Obrigações - Diversas
c) Receitas de Prestação de Serviços
d) Outras Despesas Administrativas
e) Outras Despesas Operacionais
30/06/2011
Total.......................................................................................................................................................................................................................................................
Depósitos............................................................................... Captações no Mercado Aberto.................................... Recursos de Aceites e Emissão de Títulos: ............. Recursos de Crédito Agronegócio .............................. Recursos de Crédito Imobiliário................................... Emitidos no Exterior......................................................... Brazil Risk Note Programme....................................... Fixed Rate Notes............................................................. Euro Certificates of Deposits...................................... Medium Term Note ....................................................... Euro Bonds ....................................................................... Euro Notes ........................................................................ Euro Medium Term Note Programme..................... Structure Note Issued................................................... Outros ................................................................................ Obrigações por Empréstimos e Repasses(*).........
0 - 30 28.433.804 6.360.434 376.640 358.206 –.– 18.435 14.070 3.355 –.– –.– 986 –.– –.– –.– 23 1.415.834
31 - 180 10.637.771 4.740.220 741.642 498.577 –.– 243.065 234.572 5.559 –.– –.– 2.858 –.– –.– –.– 76 3.906.643
181 - 365 28.137.192 9.224.853 1.084.039 482.957 –.– 601.082 600.793 289 –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– 13.241.573
Acima de 365 11.612.122 21.791.510 3.801.126 2.523.274 26.786 1.251.066 1.171.216 79.850 –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– 11.696.793
Total 78.820.889 42.117.017 6.003.447 3.863.014 26.786 2.113.647 2.020.651 89.053 –.– –.– 3.844 –.– –.– –.– 99 30.260.843
Total 59.530.363 45.847.185 6.764.871 2.236.509 –.– 4.528.362 77.608 –.– 3.046.317 87.716 –.– 13.628 397.327 905.766 –.– 26.874.620
f) Resultado não Operacional - Totaliza R$ 26.552 (R$ 33.886 de 01/01 a 30/06/2011) e está representado basicamente pelo lucro na alienação de investimentos em sociedades de propósitos específicos e de ações da BM&F BOVESPA no montante de R$ 26.349 (R$ 33.845 de 01/01a 30/06/2011).
TOTAL.......................................................................................
36.586.712
20.026.276
51.687.657
48.901.551
157.202.196
139.017.039
30/06/2012
(*) Os Empréstimos no Exterior estão representados, basicamente, por aplicações em operações comerciais de câmbio, relativas a pré-financiamentos à Exportação e Financiamentos à Importação. NOTA 10 - ATIVOS, PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS - FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS O ITAÚ BBA, na execução de suas atividades normais, encontra-se envolvido em contingências como segue: a) Ativos Contingentes: Não existem ativos contingentes contabilizados. b) Passivos Contingentes: São quantificados e classificados conforme segue: Critérios de quantificação e de provisionamento: - Ações Cíveis, Trabalhistas e Fiscais e Previdenciárias: São analisadas e controladas de forma individual, caso a caso, pelo valor envolvido na demanda, atualizado mensalmente, a partir da análise concreta do caso, realizada por advogados externos que cuidam das ações e/ou pelos advogados internos do ITAÚ BBA, levando-se em conta os subsídios fáticos levantados no caso em si, provas produzidas nos autos, jurisprudência atual em casos similares e, finalmente, as decisões judiciais que vierem a ser proferidas na própria ação. Esse conjunto de dados é usado para a indicação do valor financeiro de risco da ação e, ainda, definição da chance de perda da ação por parte do ITAÚ BBA, que pode ser: Provável, Possível ou Remota. I - Contingências classificadas como prováveis: São reconhecidas contabilmente e estão representadas principalmente por Ações Cíveis, Trabalhistas, Fiscais e Previdenciárias. Abaixo demonstramos a movimentação das respectivas provisões para passivos contingentes e os saldos dos respectivos depósitos em garantia de recursos: 01/01 a 01/01 a 30/06/2012 30/06/2011 Provisões para Passivos Contingentes Cíveis Trabalhistas Total Total Saldo Inicial .............................................................................................................................................................. 76.863 44.119 120.982 83.002 Atualização/Encargos ............................................................................................................................................. 2.557 2.252 4.809 11.172 Movimentação do Período Refletida no Resultado ..................................................................................... 411 5.921 6.332 2.895 Constituição ............................................................................................................................................................ 535 5.921 6.456 3.034 Baixas por Reversão.............................................................................................................................................. (124) –.– (124) (139) Baixas por Pagamento............................................................................................................................................ –.– (438) (438) –.– Saldo Final (Nota 11b) ......................................................................................................................................... 79.831 51.854 131.685 97.069 Depósitos em Garantia de Recursos em 30/06/2012............................................................................ 19.399 9.167 28.566 Depósitos em Garantia de Recursos em 30/06/2011............................................................................
4.773
7.849
12.622
Obrigações Legais-Fiscais e Previdenciárias e Depósitos em Garantia para Interposição de Recursos: São passivos constituídos pelo valor integral em discussão e respectivos depósitos em garantia conforme abaixo: 01/01 a 01/01 a 30/06/2012 30/06/2011 Obrigação Legal Contingência Provisões (Nota 12c) (Nota 11b) Total Total Saldo Inicial .............................................................................................................................................................. 31.693 99.840 131.533 35.962 Atualização/Encargos ............................................................................................................................................. 484 1.281 1.765 569 Movimentação do Período Refletida no Resultado ..................................................................................... –.– 25.099 25.099 253 Constituição ............................................................................................................................................................ –.– 47.433 47.433 253 Reversão ................................................................................................................................................................... –.– (22.334) (22.334) –.– Saldo Final................................................................................................................................................................. 32.177 126.220 158.397 36.784
NOTA 12 - TRIBUTOS a) Composição das Despesas com Impostos e Contribuições I - Demonstração do cálculo com Imposto de Renda e Contribuição Social: Devidos sobre Operações do Período Resultado Antes do Imposto de Renda e Contribuição Social.................................................................................................................................. Encargos (Imposto de Renda e Contribuição Social) às alíquotas vigentes (Nota 3p)............................................................................................. Contribuição Social decorrentes de: Participação em Coligadas e Controladas............................................................................................................................................................................. Variação Cambial de Investimentos no Exterior ................................................................................................................................................................. Juros sobre Título da Dívida Externa e Dividendos............................................................................................................................................................ Outras................................................................................................................................................................................................................................................. Total de Imposto de Renda e Contribuição Social ..........................................................................................................................................................
Empresas No País.......................................................................................................................................................................................... Intrag-Part Administração e Participações Ltda. ..................................................................................................... Itauseg Participações S.A. ................................................................................................................................................ Itaú BBA Trading S.A. ......................................................................................................................................................... No Exterior ................................................................................................................................................................................. Itaú BBA SAS. ........................................................................................................................................................................ Banco Itaú Argentina S.A. (2)........................................................................................................................................... TOTAL GERAL ............................................................................................................................................................................
Saldos em 31/12/2011 6.449.884 4.846.245 1.524.230 79.409 19.454 16.426 3.028 6.469.338
(1) Inclui variação cambial no montante de R$ 1.844; (2) O resultado de participação não reflete a participação atual no resultado da coligada, por variação de participação durante o período.
01/01 a 30/06/2011 1.303.758 (521.503)
98.275 128.732 80.484 4.899 (107.792)
(1.429) (108.075) 47.637 93.367 (490.003)
II - As despesas tributárias estão representadas basicamente por PIS, COFINS e ISS. b) Créditos Tributários I - O saldo de Créditos Tributários (Imposto de Renda e Contribuição Social), segregado em função das origens e desembolsos efetuados, está representados por: 31/12/2011 Realização Constituição 30/06/2012 30/06/2011 Prejuízo Fiscal e Base Negativa de Contribuição Social................................................... 642 (30) –.– 612 60 Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa................................................................ 298.671 (2.370) 65.640 361.941 402.404 Ajuste ao Valor de Mercado de Títulos para Negociação de Instrumentos Financeiros Derivativos............................................................................................................ 256.431 (256.431) 424.707 424.707 38.000 Obrigações Legais, Fiscais e Previdenciárias e Passivos Contingentes ...................... 64.800 (4.034) 8.501 69.267 54.835 Outras Provisões Indedutíveis .................................................................................................. 290.736 (189.803) 141.700 242.633 229.157 Total...................................................................................................................................................
911.280
(452.668)
640.548
1.099.160
724.456
II - A estimativa de realização e o valor presente dos créditos tributários, da contribuição social a compensar decorrente da Medida Provisória nº 2.158-35 de 24/08/2001 e da Provisão para Impostos e Contribuições Diferidos existentes em 30/06/2012, de acordo com a expectativa de geração de lucros tributáveis futuros, com base no histórico de rentabilidade e em estudo técnico de viabilidade, são: Ano de Realização Diferenças Temporárias % 2012 620.447 56% 2013 341.361 31% 2014 27.859 3% 2015 16.336 1% 2016 51.944 5% acima de 2016 41.213 4% Total 1.099.160 100% Valor Presente(1)
992.685
(1) Para o ajuste a valor presente foi utilizada a taxa média de captação. As projeções de lucros tributáveis futuros incluem estimativas referentes a variáveis macroeconômicas, taxas de câmbio, taxas de juros, volume de operações financeiras e tarifas de serviços, entre outros, que podem apresentar variações em relação aos dados e valores reais. O lucro líquido contábil não tem relação direta com o lucro tributável para o imposto de renda e contribuição social, em função das diferenças existentes entre os critérios contábeis e a legislação fiscal pertinente, além de aspectos societários. Portanto, recomendamos que a evolução da realização dos créditos tributários decorrentes das diferenças temporárias não seja tomada como indicativo de lucros líquidos futuros. III - Em 30/06/2012 e 30/06/2011 não existiam Créditos Tributários não contabilizados. c) Obrigações Fiscais e Previdenciárias O saldo das Obrigações Fiscais e Previdenciárias está representado por: 30/06/2012 30/06/2011 Provisão para Impostos e Contribuições Diferidos(1).......................................................................................................................................................... 946.336 860.550 Impostos e Contribuições sobre Lucros a Pagar .................................................................................................................................................................... 234.804 455.046 Impostos e Contribuições a Recolher (2) .................................................................................................................................................................................. 72.824 149.798 Obrigações Legais - Fiscais e Previdenciárias (Nota 10b).................................................................................................................................................... 32.177 31.124 Total.......................................................................................................................................................................................................................................................
1.286.141
1.496.518
Resultado de Equivalência Patrimonial de Coligadas e Controladas de 01/01 a 30/06/2011 (3.234) –.– –.– (3.234) (338) –.– (338) (3.572)
Saldos em 30/06/2012 69.945 –.– –.– 69.945 1.978 –.– 1.978 71.923
(1) Representado principalmente por Superveniência de Arrendamento Mercantil Financeiro.
NOTA 13 - INVESTIMENTOS E INTANGÍVEL I - Participação em Coligadas e Controladas Resultado de Equivalência Patrimonial de Coligadas e Controladas (1) 252.939 174.397 74.324 4.218 (7.251) (7.466) 215 245.688
01/01 a 30/06/2012 1.050.455 (420.182)
Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 9.739 6 9.733 –.– –.– –.– –.– 9.739
Dividendos Pagos (288.088) (77.238) (210.850) –.– –.– –.– –.– (288.088)
Aumento de Capital –.– –.– –.– –.– 1.385 –.– 1.385 1.385
Saldos em 30/06/2012 6.424.474 4.943.410 1.397.437 83.627 13.588 8.960 4.628 6.438.062
DIÁRIO DO COMÉRCIO
26 -.ECONOMIA/LEGAIS
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Banco Itaú BBA S.A. NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - PERÍODOS DE 01/01 A 30/06 DE 2012 E DE 2011 (Em Milhares de Reais) (Continuação) I - Participação em Coligadas e Controladas (Continuação) Empresas No País Intrag-Part Administração e Participações Ltda. ...................................................................................... Itauseg Participações S.A. ................................................................................................................................. Itaú BBA Trading S.A. .......................................................................................................................................... No Exterior Itaú BBA SAS. ......................................................................................................................................................... Banco Itaú Argentina S.A. ................................................................................................................................. II - Intangível
Taxas Anuais de depreciação/ amortização (%) Ágios de Incorporação (1)..................................................... 20 Banco Único S.A. ...................................................................... Itausaga Corretora de Seguros S.A. ................................... Banco Itaú S.A. .......................................................................... Direitos por Aquisição de Folhas de Pagamento....... até 9 Gastos com Aquisição de Softwares................................ 20 Outros Ativos Intangíveis (2)...............................................
Saldo em 31/12/2011 658.072 504.190 45.327 108.555 129 9.123 268.750
Total.................................................................................................
936.074
Patrimônio Líquido
Lucro Líquido/ (Prejuízo) do Período
Nº de Ações Ordinárias de Propriedade do ITAÚ BBA
Nº de Cotas de Propriedade do ITAÚ BBA
Participação no Capital Social %
Participação no Capital Votante %
5.950.679 10.182.908 46.442
6.770.940 12.771.152 83.627
238.870 679.255 4.218
–.– 554.902.067 3.938.518.832
60.816.478 –.– –.–
73,01% 10,94% 100,00%
73,01% 10,94% 100,00%
21.285 332.225
8.960 460.742
(9.183) 8.447
1.880.288 7.469.046
–.– –.–
100,00% 1,00%
100,00% 1,02%
Capital
Movimentações Despesa Depreciação Aquisições e Amortização –.– (186.730) –.– (116.352) –.– (45.327) –.– (25.051) –.– (27) 16.537 (465) –.– (18.750) 16.537
(205.972)
Ativos/(Passivos) Saldo em 30/06/2012 471.342 387.838 –.– 83.504 102 25.195 250.000
Saldo em 30/06/2011 867.465 620.541 113.318 133.606 156 –.– 287.500
746.639
1.155.121
(1) Refere-se basicamente a ágio na aquisição de ações relativo à associação Itaú Unibanco, que foram incorporadas em 2009. (2) Contrato celebrado com a Tele Norte Leste Participações que garante o direito de recebimento do fluxo de juros sobre capital próprio/dividendos referentes às ações da Telemar Norte Leste S.A. NOTA 14 - PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Capital Social - Está representado por 10.569.053 ações nominativas, sem valor nominal, sendo 5.284.526 ações ordinárias da classe “A”, 1 ação ordinária da classe “B” e 5.284.526 ações preferenciais. b) Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio - Os acionistas têm direito de receber como dividendo mínimo obrigatório, em cada exercício, importância não inferior a 25% (vinte e cinco por cento) do lucro líquido ajustado, conforme disposto na Lei das Sociedades por Ações. Em Reunião do Conselho de Administração de 30/03/2012 e ratificado pela AGE/O de mesma data, foi deliberada a distribuição de dividendos extraordinários, no montante de R$ 1.645.000, pagos na mesma data, a razão de R$ 155,643 por ação. c) Reservas 30/06/2012 30/06/2011 Reservas de Capital - Atualização de Títulos Patrimoniais............................................................................................................................................. 15.372 15.372 Reservas de Lucros............................................................................................................................................................................................................................. 1.748.015 1.605.771 Legal........................................................................................................................................................................................................................................................ 668.901 550.408 Estatutária(*) ........................................................................................................................................................................................................................................ 1.079.114 1.055.363 (*) Constituída para assegurar à sociedade adequada margem operacional, conforme previsto em estatuto. NOTA 15 - PARTES RELACIONADAS a) As operações realizadas entre partes relacionadas, são divulgadas em atendimento à Resolução nº 3.750, de 30/06/2009, do CMN. Essas operações são efetuadas a valores, prazos e taxas médias usuais de mercado, vigentes nas respectivas datas e em condições de comutatividade. Ativos/(Passivos) Receitas/(Despesas) 01/01 a 01/01 a Taxa Anual 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Aplicações Interfinanceiras de Liquidez.................................... 24.103.658 22.215.065 372.359 1.348.710 8,19 a 19,83% prefixada - Média 14,04% 99,75 a 108,5% do CDI - Média 102,22% - Itaú Unibanco S.A. ............................................................................... 100% SELIC 11.685.812 13.335.943 293.165 1.292.139 0,2 a 0,6% prefixada - Média 0,48% - Itaú Unibanco S.A. - Agência Grand Cayman.............................. LIBOR + 2,37% 10.788.738 7.751.167 56.688 26.821 0,2% prefixada - Itaú Unibanco S.A. - Agência New York......................................... 70 a 100% do CDI - Média 80% 1.069.512 –.– 10.216 2.829 0,21% prefixada - Itau Bank Ltd. ......................................................................................... LIBOR + 1,94% 314.378 197.367 7.744 22.334 1,0% prefixada - Outras........................................................................................................ LIBOR + 2,40 a 2,71% - Média 2,52% 245.218 930.588 4.546 4.587 Títulos e Valores Mobiliários ........................................................... 27.522.254 26.424.642 1.075.574 1.496.206 - Dibens Leasing S.A. Arrendamento Mercantil............................ 100% CDI 27.522.254 23.538.347 1.075.574 1.291.781 - BFB Leasing S.A. Arrendamento Mercantil .................................. –.– 2.886.295 –.– 204.425 Instrumentos Financeiros Derivativos - Posição Ativa ....... 1.470.040 1.929.051 3.355.210 3.620.965 - Itaú Unibanco S.A. ............................................................................... 794.542 1.357.319 2.939.682 1.404.513 - Licania Fund Limited ........................................................................... 492.843 512.594 16.322 2.013.925 - Itau Bank Ltd. ......................................................................................... 127.103 46.290 353.839 153.352 - Outras........................................................................................................ 55.552 12.848 45.367 49.175 Negociação e Intermediação de Valores - Posição Ativa ... 188.352 278.428 –.– 30.712 - Itaú Corretora de Valores S.A. .......................................................... 188.352 –.– –.– –.– - Licania Fund Limited ........................................................................... –.– 277.963 –.– 30.712 - Outras........................................................................................................ –.– 465 –.– –.– Carteira de Câmbio - Posição Ativa .............................................. 8.994.328 5.653.514 93.375 267.260 - Itaú Unibanco S.A. ............................................................................... 5.902.375 2.881.685 43.715 32.652 - Itaú Unibanco S.A. - Agência Grand Cayman.............................. 3.091.953 2.328.167 49.660 228.799 - Banco Itaú BBA International S.A. .................................................. –.– 411.069 –.– 5.808 - Outras........................................................................................................ –.– 32.593 –.– 1 Valores a Receber de Sociedades Ligadas ................................ 1.373.520 774.797 28.611 15.066 - Itaú Unibanco S.A. - Agência New York (*)................................... 1.373.520 766.437 28.583 15.029 - Outras........................................................................................................ –.– 8.360 28 37 Depósitos Interfinanceiros............................................................... (38.101.704) (28.617.968) (1.326.493) (1.540.372) - Itaú Unibanco S.A. ................................................................................ (34.388.821) (28.617.968) (1.294.545) (1.540.372) - Dibens Leasing S.A. Arrendamento Mercantil............................ (2.929.035) –.– (24.035) –.– - Itaú Unibanco S.A. - Agência Grand Cayman.............................. (387.451) –.– (3.158) –.– - Itaú Unibanco S.A. - Agência New York......................................... (225.735) –.– (4.207) –.– - Outras........................................................................................................ (170.662) –.– (548) –.– Depósitos a Prazo ................................................................................. (53.377) (1.375.668) (2.709) (22.730) - Itaú Unibanco S.A. - Agência Grand Cayman.............................. –.– (677.529) –.– (6.488) - Itaú Unibanco S.A. - Agência New York......................................... –.– (560.353) –.– (7.324) - Outras........................................................................................................ (53.377) (137.786) (2.709) (8.918) Negociação e Intermediação de Bens (Posição Passiva).... (23.101) (31.361) –.– –.– - Licania Fund Limited ........................................................................... –.– (30.712) –.– –.– - Itau Bank Ltd. ......................................................................................... (23.101) (73) –.– –.– - Outras........................................................................................................ –.– (576) –.– –.– Instrumentos Financeiros Derivativos - (Posição Passiva) (2.153.975) (1.831.347) (3.471.523) (2.569.759) - Itaú Unibanco S.A. ............................................................................... (1.259.698) (1.370.148) (3.122.049) (1.059.875) - Licania Fund Limited ........................................................................... (686.600) (219.650) (11.651) (1.297.670) - Itau Bank Ltd. ......................................................................................... (175.506) (208.004) (299.345) (181.094) - Banco Itaú BBA International S.A. .................................................. (21.037) –.– (34.538) (27.129) - Outras........................................................................................................ (11.134) (33.545) (3.940) (3.991) CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Presidente ROBERTO EGYDIO SETUBAL
DIRETORIA Diretor Presidente CANDIDO BOTELHO BRACHER
Vice-Presidentes ALFREDO EGYDIO SETUBAL (*) FERNÃO CARLOS BOTELHO BRACHER
Diretores Vice-Presidentes ALBERTO FERNANDES DANIEL LUIZ GLEIZER JEAN-MARC ROBERT NOGUEIRA BAPTISTA ETLIN
Conselheiros ANTONIO CARLOS BARBOSA DE OLIVEIRA CANDIDO BOTELHO BRACHER EDUARDO MAZZILLI DE VASSIMON HENRI PENCHAS JOÃO DIONÍSIO FILGUEIRA BARRETO AMOÊDO JOSÉ ROBERTO HAYM (*) SÉRGIO RIBEIRO DA COSTA WERLANG
Diretores Executivos ALEXANDRE JADALLAH AOUDE ANDRÉ LUÍS TEIXEIRA RODRIGUES ELAINE CRISTINA ZANATTA RODRIGUES VASQUINHO FERNANDO FONTES IUNES MARCELO TREVISAN MARANGON MILTON MALUHY FILHO Diretores ADRIANO LIMA BORGES ALBERTO ZOFFMANN DO ESPÍRITO SANTO ALEXANDRE ENRICO SILVA FIGLIOLINO ÁLVARO DE ALVARENGA FREIRE PIMENTEL ANDRÉ CARVALHO WHYTE GAILEY ANDRÉ DEL BEL CURY ANDRÉ FERRARI ANTONIO JOSÉ CALHEIROS RIBEIRO FERREIRA
ANTONIO SANCHEZ JUNIOR EDUARDO CARDOSO ARMONIA EDUARDO CORSETTI EMERSON SAVI JUNQUEIRA FABIO MASSASHI OKUMURA FERNANDO HENRIQUE MEIRA DE CASTRO FLÁVIO DELFINO JUNIOR GILBERTO FRUSSA GUSTAVO HENRIQUE PENHA TAVARES HENRIQUE RUTHER ILAN GOLDFAJN JOÃO CARLOS DE GÊNOVA JOÃO MARCOS PEQUENO DE BIASE JORGE BEDRAN JETTAR JOSÉ AUGUSTO DURAND LILIAN SALA PULZATTO KIEFER LUIZ FELIPE MONTEIRO ARCURI TREVISAN (**) MARCELLO PECCININI DE CHIARO MARCELO ARIEL ROSENHEK MARCO ANTONIO SUDANO MARCOS AUGUSTO CAETANO DA SILVA FILHO MÁRIO LÚCIO GURGEL PIRES MÁRIO LUÍS BRUGNETTI PAULO DE PAULA ABREU RODERICK SINCLAIR GREENLEES THALES FERREIRA SILVA
(*) Eleitos em AGE/O de 30/04/2012 - Homologada pelo BACEN em 19/06/2012. (**) Eleito em RCA de 30/04/2012 - Homologada pelo BACEN em 19/06/2012.
Taxa Anual Carteira de Câmbio - (Posição Passiva)....................................... - Itaú Unibanco S.A. ............................................................................... - Itaú Unibanco S.A. - Agência Grand Cayman.............................. - Banco Itaú BBA International S.A. .................................................. - Outras........................................................................................................ Obrigações por Operações Compromissadas......................... - Dibens Leasing S.A. Arrendamento Mercantil............................ - Itaú Unibanco S.A. ............................................................................... - BFB Leasing S.A. Arrendamento Mercantil .................................. - Outras........................................................................................................ Obrigações por Títulos e Valores Mobiliários.......................... - Itau Bank Ltd. ......................................................................................... Valores a Pagar de Sociedades Ligadas ..................................... - Itaú Unibanco S.A. ............................................................................... - Itaú BBA USA SEC.................................................................................. - Itaú Corretora de Valores S.A. .......................................................... - Itaú Seguros S.A. ................................................................................... - Itautec S.A. .............................................................................................. - Fináustria Ass., Adm., Serv.Crédito e Partic. S.A. ....................... - Fina Promoção e Serviços S.A. ......................................................... - Mundostar S.A. ......................................................................................
(*) Refere-se, principalmente a contrato de cessão de empréstimo no qual o ITAÚ BBA partilha os riscos e os resultados inerentes a operação R$ 1.362.209 (R$ 766.437 em 30/06/2011). Além das operações acima discriminadas, o ITAÚ BBA, como parte integrante do Convênio de Rateio de Custos Comuns do Conglomerado Itaú, foi ressarcido pelas demais empresas do Conglomerado em R$ 49.397 (R$ 93.216 de 01/01 a 30/06/2011) e registrou em Outras Despesas Administrativas R$ 29.373 (R$ 24.562 de 01/01 a 30/06/2011) em função da utilização da estrutura comum. b) Remuneração do Pessoal-Chave da Administração - Os honorários atribuídos no período aos Administradores do ITAÚ BBA são compostos conforme segue: 30/06/2012 30/06/2011 Remuneração Administradores ....................................................................................................................................................................................................... 63.930 62.136 Participações no Lucro ........................................................................................................................................................................................................................ 20.939 42.452 Total...........................................................................................................................................................................................................................................................
84.869
104.588
NOTA 16 - INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES a) Gerenciamento de Riscos - O ITAÚ BBA, por intermédio da instituição líder Itaú Unibanco Holding S.A., aderiu à estrutura de gerenciamento de risco operacional, de mercado e de crédito, em atendimento às Resoluções nº 3.380, de 29/06/2006, nº 3.464, de 26/06/2007 e nº 3.721, de 30/04/2009, do CMN. As descrições dessas estruturas de gerenciamento de riscos, e dos demais riscos inerentes ao negócio, estão disponibilizadas no site de Relacionamento com Investidores da instituição líder (www.itau.com.br/ri) na rota: Governança Corporativa/Gerenciamento de Riscos. b) Acordos para compensação e liquidação de obrigações no âmbito do Sistema Financeiro Nacional - Foram firmados alguns acordos para compensação e liquidação de obrigações ao amparo da Resolução nº 3.263, de 24 de fevereiro de 2005, do CMN, por meio de instrumentos públicos cujo objetivo é permitir a compensação de créditos e débitos mantidos com uma mesma contraparte, onde os vencimentos dos direitos e obrigações podem ser antecipados para a data em que ocorrer o evento de inadimplência por uma das partes ou em caso de falência do devedor. c) Comitê de Auditoria Único - Em atendimento à Resolução nº 3.198, de 27/05/2004, do CMN, o ITAÚ BBA aderiu ao Comitê de Auditoria Único instituido pelo Conglomerado Financeiro Itaú Unibanco, por intermédio da instituição lider, Itaú Unibanco Holding S.A.. O resumo do relatório do referido Comitê é divulgado em conjunto com as Demonstrações Contábeis da instituição líder Itaú Unibanco Holding S.A.. d) Informações de Subsidiárias no Exterior - O ITAÚ BBA realiza operações por meio de sua agência em Nassau, Bahamas. Os saldos das contas patrimoniais são os seguintes: Ativo 30/06/2012 30/06/2011 Circulante e Realizável a Longo Prazo ...................................................................................................................................................................................... 70.839.801 49.661.145 Disponibilidades................................................................................................................................................................................................................................. 1.050.865 25.611 Aplicações Interfinanceiras de Liquidez .................................................................................................................................................................................... 12.839.577 18.743.787 Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos............................................................................................................................ 11.244.483 8.678.688 Operações de Crédito, Arrendamento Mercantil e Outros Créditos................................................................................................................................ 24.491.189 13.233.271 Carteira de Câmbio............................................................................................................................................................................................................................ 18.785.841 7.004.858 Outros Ativos ....................................................................................................................................................................................................................................... 2.427.846 1.974.930 Permanente ........................................................................................................................................................................................................................................... 25.079 25.637 Outros Investimentos ....................................................................................................................................................................................................................... 23.689 25.614 Imobilizado........................................................................................................................................................................................................................................... 1.390 23 Total........................................................................................................................................................................................................................................................... 70.864.880 49.686.782 Passivo Circulante e Exigível a Longo Prazo........................................................................................................................................................................................... Depósitos .............................................................................................................................................................................................................................................. Depósitos à Vista ............................................................................................................................................................................................................................ Depósitos Interfinanceiros ......................................................................................................................................................................................................... Depósitos a Prazo........................................................................................................................................................................................................................... Captações no Mercado Aberto ..................................................................................................................................................................................................... Recursos de Aceites e Emissão de Títulos.................................................................................................................................................................................. Obrigações por Empréstimos........................................................................................................................................................................................................ Instrumentos Financeiros Derivativos........................................................................................................................................................................................ Carteira de Câmbio............................................................................................................................................................................................................................ Outras Obrigações............................................................................................................................................................................................................................. Resultado de Exercícios Futuros.................................................................................................................................................................................................. Patrimônio Líquido ............................................................................................................................................................................................................................ Capital Social e Reservas ................................................................................................................................................................................................................. Resultado do Período ....................................................................................................................................................................................................................... Total...........................................................................................................................................................................................................................................................
64.974.258 26.044.124 5.286.827 9.331.569 11.425.728 417.400 2.021.519 13.263.140 1.772.526 18.818.358 2.637.191 46.082 5.844.540 5.646.328 198.212 70.864.880
45.213.166 18.186.024 2.121.803 –.– 16.064.221 2.892.691 4.440.655 9.989.303 1.846.885 6.960.813 896.795 37.900 4.435.716 4.011.588 424.128 49.686.782
Demonstração do Resultado Receitas da Intermediação Financeira........................................................................................................................................................................................ Despesas da Intermediação Financeira ..................................................................................................................................................................................... Resultado Bruto da Intermediação Financeira..................................................................................................................................................................... Outras Receitas/Despesas Operacionais ................................................................................................................................................................................... Resultado Operacional..................................................................................................................................................................................................................... Resultado Antes da Tributação sobre Lucros e Participações....................................................................................................................................... Imposto sobre a Renda e Contribuição Social ...................................................................................................................................................................... Lucro Líquido ........................................................................................................................................................................................................................................
01/01 a 30/06/2012 731.775 (564.909) 166.866 31.346 198.212 198.212 –.– 198.212
01/01 a 30/06/2011 681.336 (308.514) 372.822 51.383 424.205 424.205 (77) 424.128
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES Aos Administradores e Acionistas Banco Itaú BBA S.A. Examinamos as demonstrações contábeis individuais do Banco Itaú BBA S.A. (“Banco”) que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo nessa data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e as demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - BACEN e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou por erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelo auditor e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou por erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis do Banco para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos do Banco. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Base para opinião com ressalva O Banco registra as suas operações e elabora suas demonstrações contábeis com a observância das diretrizes contábeis estabelecidas pelo Banco Central do Brasil, que requerem que o ajuste a valor presente da carteira de arrendamento mercantil seja classificado no ativo permanente como superveniência/insuficiência de depreciação. Essas diretrizes não requerem a reclassificação das operações, que permanecem registradas de acordo com a Lei n° 6.099/74, para as rubricas de ativos circulante e realizável a longo prazo e receitas/despesas de intermediação financeira - operações de arrendamento mercantil, mas resultam na apresentação do resultado e do patrimônio líquido de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião com ressalva Em nossa opinião, exceto pela não reclassificação descrita no parágrafo acima, as demonstrações contábeis referidas anteriormente apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco Itaú BBA S.A. em 30 de junho de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.
PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes CRC 2SP000160/O-5
Sede: Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400 - 3º ao 8º, 11º e 12º andares - Itaim Bibi - São Paulo - SP
e
Paulo Sergio Miron Contador CRC 1SP173647/O-5
O rendimento dos brasileiros tem favorecido as MPEs. Bruno Caetano, diretor-superintendente do Sebrae-SP
conomia
Faturamento das MPEs sobe 1,8% Pequenos negócios faturaram R$ 244,4 bilhões no 1º semestre, alta de 7,6% em relação ao mesmo período de 2011.
A
Receitas/(Despesas) 01/01 a 01/01 a 30/06/2012 30/06/2011 (43.043) (227.412) (27.857) (37.978) (15.186) (184.689) –.– (4.745) –.– –.– (796.015) (901.722) (472.207) (173.780) (323.808) (614.107) –.– (113.361) –.– (474) (581) –.– (581) –.– (18.709) (5.211) –.– –.– (11.947) –.– (3.293) –.– 8 –.– –.– (4.201) (392) –.– (56) (665) (3.029) (345)
São Paulo, 15 de agosto de 2012
Contador Carlos Andre Hermesindo da Silva CRC - 1SP - 281.528/O-1
s micro e pequenas empresas (MPEs) paulistas fecharam o primeiro semestre de 2012 com uma receita de R$ 244,4 bilhões, um aumento de 7,6% (mais R$ 17, 4 bilhões) em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados são da pesquisa de conjuntura do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de São Paulo (Sebrae-SP), feita com apoio da Fundação Seade, que realizou o estudo com cerca de 2.716 empresas. Em junho, o aumento de faturamento foi de 1,8% em relação ao mesmo mês em 2011 (+R$ 701 milhões). Por setores, os resultados foram: indústria (+ 2,8%), serviços (+2,1%) e comércio (+1,3%). O resultado foi positivo, mas
100% do CDI 100% do CDI
30/06/2012 30/06/2011 (8.923.782) (5.626.111) (5.805.287) (2.889.170) (3.118.495) (2.285.609) –.– (414.949) –.– (36.383) (12.511.293) (13.550.224) (12.483.545) (3.686.459) (27.748) (6.925.986) –.– (1.446.095) –.– (1.491.684) –.– –.– –.– –.– (20.711) (409) (146) (146) (20.562) –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– (3) (129) –.– (134) –.– –.–
Paulo Pampolim/Hype
Pequenos empresários: 54% apostam na manutenção do faturamento. inferior aos registrados nos meses anteriores: março/12 (+9,9%), abril/12 (+10,3 %) e maio/12 (+10,3%). Evolução – "O mercado de trabalho vem tendo bom desempenho, com a ocupação e
o rendimento dos brasileiros apresentando evolução positiva, o que tem favorecido as vendas das MPEs, particularmente nos setores de serviços e comércio", explica Bruno Caetano, diretor-superinten-
dente do Sebrae-SP. Por regiões, na comparação entre junho de 2012 e 2011, os resultados foram: região metropolitana de São Paulo (-4,5%), interior (+9%), Grande ABC (+1,9%) e município de São Paulo (-5,5%). Na comparação entre junho e maio deste ano, a receita dos micro e pequenos negócios caiu 8,2%. "Em maio, as MPEs costumam ser beneficiadas pelas vendas do Dia das Mães. Além disso, junho teve dois dias úteis a menos que maio", explicou Caetano. Em relação à expectativa dos para os próximos seis meses, 54% dos empresários apostam na manutenção no faturamento da empresa tal como está hoje por conta da crise internacional. (Agências)
Zero IOF para seguro-garantia
U
m dia depois de anunciar a concessão de rodovias e ferrovias à iniciativa privada, o governo editou uma medida para baratear os projetos de infraestrutura. O Diário Oficial da União publicou ontem decreto que zera o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para o segurogarantia, exigido nos financiamentos para esses empreendimentos. A medida entrará em vigor daqui a 90 dias. Essas operações pagavam 7,38% de IOF. De acordo com o Ministério da Fazenda, o governo deixará de arrecadar R$ 60 milhões por ano com a desoneração. O seguro-garantia é muito usado em contratações do serviço público, pois pode ser utilizado como caução para a participação em licitações e como garantia de cumprimento de contratos de aquisição
de bens e serviços, nos termos previstos na Lei de Licitações (nº 8.666), de 1993. Quando um consórcio ou uma construtora pegam financiamentos públicos e privados para os projetos de infraestrutura, eles são obrigados a oferecer garantias às instituições financeiras. Isso pode ser feito de duas formas: por meio do seguro-garantia, que envolve a contratação de uma apólice de seguro, ou pela fiança bancária, no qual não incide imposto. Com a medida, os investidores poderão contratar seguros mais baratos, o que reduz o custo final dos empreendimentos. A medida beneficiará ainda outras fases das obras que também precisam de financiamento, como a licitação, a elaboração de projetos e os estudos de risco ambiental e de engenharia. (ABr)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
e Alemanha reforça apoio ao BCE
ECONOMIA/LEGAIS - 27 Nos sentimos comprometidos a fazer tudo o que pudermos a fim de manter a moeda comum. Angela Merkel, chanceler da Alemanha
conomia
Blair Gable/Reuters
Chanceler do país europeu, Angela Merkel, reafirma compromisso com o euro.
A
chanceler da Alemanha, Angela Merkel, disse ontem que seu país está comprometido a fazer tudo o que puder para manter o euro, repetindo uma declaração feita pelo presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, em evento realizado em Londres no mês passado. Após reunir-se com o primeiro-ministro do Canadá, Stephen Harper, Merkel disse que "o que Draghi falou é algo que nós repetimos o tempo todo" desde que a crise na Grécia começou, há mais de dois anos. "O que viemos repetindo desde então é que nos sentimos comprometidos a fazer tudo o que pudermos a fim de manter a moeda comum", disse Merkel. "Os comentários de Draghi estão completamente em linha com o que estamos
dizendo o tempo todo." Sustentável– Merkel, que está em viagem oficial ao Canadá, disse que quer uma solução sustentável de longo prazo para a crise na zona do euro, mas alertou que uma união monetária exige maior responsabilidade política. "Precisamos de solidariedade na Europa", defendeu. Para ela, os primeiros passos do pacto fiscal compacto estão na direção certa. Os comentários da chanceler alemã foram feitos após a publicação de críticas de diversos políticos alemães em um jornal da Alemanha às políticas do BCE . A declaração teve impacto nos mercados. Os índices de ações de Nova York fecharam em alta ontem, impulsionados por indicadores econômicos positivos nos Estados Unidos, notícias cor-
porativas animadoras e os comentários feitos pela chanceler Merkel. O índice Dow Jones subiu 85,33 pontos (0,65%). O Nasdaq avançou 31,46 pontos (1,04%). E o S&P 500 ganhou 9,98 pontos (0,71%). Coalização – Políticos da coalizão governista da Alemanha estão exigindo que o país tenha mais influência no processo decisório do BCE, informou hoje o jornal alemão Handelsblatt. "Como principal credor, a Alemanha precisa ter poder de veto em todas as decisões", defendeu Klaus-Peter Willsch, membro do parlamento e especialista em orçamento da União Democrata Cristã (CDU, na sigla em alemão), da chanceler Angela Merkel. A frustração de políticos da Alemanha com as decisões do BCE ocorre enquanto o BC europeu, a União Europeia e o
A chanceler Angela Merkel foi recebida ontem pelo primeiro-ministro do Canadá, Stephen Harper. Fundo Monetário Internacional (FMI) ponderam se devem conceder mais ajuda à Grécia. Além disso, o presidente do BCE recentemente sinalizou que a instituição está preparada para retomar as compras de títulos soberanos da zona
do euro para ajudar a reduzir os custos de financiamento de alguns países da região. "Sob o comando de Draghi, o BCE está se transformando em um financiador de dívida soberana e em um banco ruim, indo contra a legislação
do tratado europeu", afirmou Willsch. Frank Schaeffler, especialista de finanças da CDU, também criticou duramente o BCE. "As regras ainda estão no papel, mas na prática elas foram destruídas", disse. (AE)
Grandpar Intermediação de Negócios e Participações S/A SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
FDE AVISA: TOMADAS DE PREÇOS A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para execução de Obras: TOMADA DE PREÇOS Nº - OBJETO - PRÉDIO - LOCALIZAÇÃO - PRAZO - ÁREA (se houver) - PATRIMÔNIO LÍQUIDO MÍNIMO P/ PARTICIPAR - GARANTIA DE PARTICIPAÇÃO - ABERTURA DA LICITAÇÃO (HORA E DIA) 72/00150/12/02 - Construção de Cobertura de Quadra em Estrutura Mista e Reforma de Prédio Escolar - EE Santinho Carnavale - Rua Regente Feijó, 670 - Cep: 09411-240 - Jd. Ribeirão Pires - Ribeirão Pires/SP - 150 - R$ 45.649,00 - R$ 4.564,00 - 09:30 - 04/09/2012. 72/00151/12/02 - Construção de Cobertura de Quadra (Mini) em Estrutura Mista - EE Recanto Campo Belo - Rua Adão Cabral Neto, 38 - Cep: 04880-090 - Recanto Campo Belo - São Paulo/SP - 150 - R$ 22.439,00 - R$ 2.243,00 - 10:00 - 04/09/2012. 72/00152/12/02 - Construção de Cobertura de Quadra em Estrutura Mista e Reforma de Prédio Escolar - EE Profa Branca Baumann do Amaral - Rua Guarapiranga, 55 - Cep: 08760-340 - Jd. Layr II - Mogi das Cruzes/SP - 150 - R$ 41.618,00 R$ 4.161,00 - 10:30 - 04/09/2012. 73/00252/12/02 - Construção de Cobertura de Quadra (Mini) em Estrutura Mista e Reforma de Prédio Escolar - EE Prof Plínio Paulo Braga - Av Octavio Braga de Mesquita, 3998 - Cep: 07140-230 - Taboão - Guarulhos/SP - 150 - R$ 39.648,00 - R$ 3.964,00 - 11:00 - 04/09/2012. 73/00253/12/02 - Construção de Cobertura de Quadra em Estrutura Mista - EE Profa Ludovina Credidio Peixoto - Rua Jesuino Arruda, 205 - Cep- 04532-080 Itaim Bibi - São Paulo/SP - 150 - R$ 37.739,00 - R$ 3.773,00 - 11:30 - 04/09/2012. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital e o respectivo Caderno de Encargos e Composição do BDI na SEDE DA FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP ou através da Internet pelo endereço eletrônico www.fde.sp.gov.br. Os interessados poderão adquirir o Edital completo através de CD-ROM a partir de 10/08/2012, na SEDE DA FDE, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, mediante pagamento não reembolsável de R$ 40,00 (quarenta reais). Todas as propostas deverão estar acompanhadas de garantia de participação, a ser apresentada à Supervisão de Licitações da FDE, conforme valor indicado acima. Os invólucros contendo a PROPOSTA COMERCIAL e os DOCUMENTOS DE HABILITAÇÃO deverão ser entregues, juntamente com a Solicitação de Participação, a Declaração de Pleno Atendimento aos Requisitos de Habilitação e a garantia de participação, no Setor de Protocolo da Supervisão de Licitações - SLI na SEDE DA FDE, até 30 minutos antes da abertura da licitação. Esta Licitação será processada em conformidade com a LEI FEDERAL nº 8.666/93 e suas alterações, e com o disposto nas CONDIÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DE LICITAÇÕES E CONTRATAÇÕES DA FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE. As propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital. JOSÉ BERNARDO ORTIZ Presidente
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
CNPJ/MF nº 01.625.297/0001-43 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS BALANÇOS PATRIMONIAiS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E DE 2010 - (Em milhares de Reais) ATIVO Ativo circulante Ativo não circulante Partes relacionadas Depósitos judiciais Investimentos e imob. líq. Total do ativo não circulante Total do ativo
2011 3.548
2010 87
13.192 14 68.591 81.797 85.345
2.279 14 54.013 56.306 56.393
DEMONSTRAÇÕES DO FLUXO DE CAIXA Das atividades operacionais Lucro (prejuízo) líquido do exercício Decréscimo (acréscimo) em ativos Contas a receber de clientes Outros créditos Decréscimo (acréscimo) em passivos Fornecedores Contas a pagar e outros débitos Disponibilidades líquidas geradas pelas atividades operacionais
31/12/2011 4.149 (2.964) (340) 30 194 1.129
PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Passivo circulante Passivo não circulante Partes relacionadas Empréstimos e financiamentos Total do passivo não circulante Patrimônio Líquido Capital social Reservas de capital Reserva legal Reserva de lucros Total do Passivo e Patrimônio Líquido
2011 4.734
2010 1.883
18.178 14.915 33.093
1.287 9.167 10.454
DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS PARA OS EXERCÍCIOS 2011 2010 (3.910) (328) 2.342 5 5.717 12.310 4.149 11.987 4.149 11.987
(+/-) Despesas adm., com., financeiras e gerais Receitas financeiras Outras receitas operacionais Lucro operacional Lucro líquido do exercício
Das atividades de financ. com acionistas e pessoas ligadas Distribuição de Dividendos (688) Contas a receber de partes relacionadas (10.913) Contas a pagar para partes relacionadas 16.891 Caixa líquido utilizado pelas atividades de financiamento com acionistas 5.231 Aumento (redução) das disponibilidades 157 (14.583) Disponibilidades No início do exercício 2 5 159 (14.578) No fim do exercício Aumento (redução) das disponibilidades (157) 8.376 A DIRETORIA Anderson Ribeiro Caresma - Contador - CRC 1SP 221043/O-9 8.376
12.953 2.200 1.819 30.546 85.345
12.953 2.200 1.612 27.292 56.393
Das atividades de investimento Acréscimo de investimento Acréscimo do imobilizado Caixa líquido utilizado pelas atividades de investimento Das atividades de financiamento com terceiros Empréstimos e financiamentos - captação líquida Caixa líquido gerado pelas atividades de financiamento com terceiros
Sarfaty Empreendimentos S/A CNPJ nº 71.930.663/0001-53 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E DE 2010 - (Em milhares de Reais) ATIVO Ativo circulante Ativo não circulante Partes relacionadas Investimentos Imobilizado líquido Total do ativo não circulante Total do ativo
2011 1.806
2010 104
150 25.566 4.482 30.198 32.004
162 22.739 4.482 27.383 27.487
DEMONSTRAÇÕES DO FLUXO DE CAIXA Das atividades operacionais Lucro (prejuízo) líquido do exercício Decréscimo (acréscimo) em ativos - Outros créditos Disponibilidades líquidas geradas pelas atividades operacionais
PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Passivo circulante Passivo não circulante Partes relacionadas Total do passivo não circulante Patrimônio líquido Capital social Reserva legal Reserva de lucros Total do passivo e patrimônio líquido
2011 1.903
2010 1.903
6.594 6.594
6.594 6.594
4.350 1.048 18.109 32.004
4.350 872 13.767 27.487
DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS PARA OS EXERCÍCIOS 2011 2010 (18) (39) 4.536 4.520 4.518 4.481 4.518 4.481
(+/-)Despesas adm., comerciais, financ. e gerais Outras receitas operacionais Lucro operacional Lucro líquido do exercício
Caixa líquido utilizado pelas atividades de financiamento com acionistas 12 Aumento (redução) das disponibilidades 527 Disponibilidades No início do exercício 94 No fim do exercício 621 (2.828) Aumento (redução) das disponibilidades 527 (2.828) A DIRETORIA 12 Anderson Ribeiro Caresma - Contador - CRC 1SP 221043/O-9
31/12/11 Das atividades de investimento 4.518 Acréscimo de investimento (1.175) Caixa líq. utilizado pelas atividades de investimento Das ativ. de financ. c/ acionistas e pessoas ligadas Contas a receber de partes relacionadas 3.343
Betacar Administração de Bens e Participação S.A FDE AVISA: PREGÃO ELETRÔNICO DE REGISTRO DE PREÇOS Nº 21/00411/12/05 OBJETO : PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE DE PASSAGEIROS COM MOTORISTA, SOB O REGIME DE FRETAMENTO EVENTUAL EM ÔNIBUS COM CAPACIDADE DE NO MÍNIMO 24 (VINTE E QUATRO) PASSAGEIROS, DESTINADO AO TRANSPORTE DE ALUNOS, PROFESSORES, FUNCIONÁRIOS, DIRIGENTES, PRESTADORES DE SERVIÇOS E COLABORADORES DA REDE ESTADUAL DE ENSINO E DA FDE - FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para : Prestação de serviços de transporte de passageiros com motorista, sob o regime de fretamento eventual em micro-ônibus tipo van com capacidade de no mínimo 15 (quinze) passageiros, destinado ao transporte de alunos, professores, funcionários, dirigentes, prestadores de serviços e colaboradores da Rede Estadual de Ensino e da FDE Fundação para o Desenvolvimento da Educação. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital a partir de 17/08/2012, no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br ou na sede da FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 São Paulo/SP, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, ou verificar o edital na íntegra, através da Internet no endereço: http://www.fde.sp.gov.br. A sessão pública de processamento do Pregão Eletrônico será realizada no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br, no dia 04/09/2012, às 09:30 horas, e será conduzida pelo pregoeiro com o auxílio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epígrafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital e seus anexos e serão encaminhadas, por meio eletrônico, após o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do início do prazo para envio da proposta eletrônica será de 17/08/2012, até o momento anterior ao início da sessão pública. JOSÉ BERNARDO ORTIZ Presidente
CNPJ/MF nº 08.077.875/0001-01 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E DE 2010 - (Em milhares de Reais) Ativo Ativo Circulante Ativo não circulante I nvestimentos Total do ativo não circulante Total do Ativo
2011 15
2010 53
23.366 23.366 23.381
20.539 20.539 20.592
DEMONSTRAÇÕES DO FLUXO DE CAIXA Das atividades operacionais Lucro (prejuízo) líquido do exercício Outros créditos Disp. líquidas geradas pelas atividades operacionais Das atividades de investimento
31/12/11 4.147 30 4.177
PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Passivo circulante Patrimônio líquido Capital social Reserva legal Reserva de lucros Total do passivo e patrimônio líquido
2011 2.031
2010 2.031
3.323 997 17.031 23.381
3.323 883 14.356 20.592
Acréscimo de investimento Caixa líquido utilizado pelas atividades de investimento Das atividades de financiamento com acionistas e pessoas ligadas Distribuição de Dividendos Caixa líq. utilizado pelas ativ. de financiamento c/ acionistas
BV FINANCEIRA S.A. - CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO CNPJ/MF Nº 01.149.953/0001-89 - NIRE Nº 35.300.145.399 ATA DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA, REALIZADA EM 23 DE JULHO DE 2012 1.Data,Hora e Local: Dia 23 de julho de 2012, às 09:00 horas, na sede social, localizada na Avenida das Nações Unidas, nº 14.171,Torre A, 8º andar, Conjunto 82, na Capital do Estado de São Paulo. 2. Convocação e Presença: Dispensada a convocação, em virtude da presença dos Acionistas representando a totalidade do capital social. 3. Mesa Dirigente: João Roberto Gonçalves Teixeira, Presidente; Marta Cibella Knecht, Secretária. 4. Ordem do Dia: Aprovar (i) o aumento do capital social da Sociedade; e (ii) alteração do artigo 5º do Estatuto Social da Sociedade. 5. Deliberações: Por unanimidade de votos, foram aprovados:(i) O aumento do capital social da Sociedade de R$ 3.845.718.780,86 (três bilhões, oitocentos e quarenta e cinco milhões, setecentos e dezoito mil, setecentos e oitenta reais e oitenta e seis centavos) para R$ 5.845.718.780,86 (cinco bilhões, oitocentos e quarenta e cinco milhões, setecentos e dezoito mil, setecentos e oitenta reais e oitenta e seis centavos), mediante a emissão de 1.358.407 (um milhão, trezentas e cinquenta e oito mil, quatrocentas e sete) novas ações ordinárias, sem valor nominal, todas totalmente subscritas e integralizadas na presente data em moeda corrente nacional pelo único acionista da Sociedade, Banco Votorantim S.A., conforme consta do boletim de subscrição que constitui o Anexo I à presente ata. (ii) Em virtude da deliberação (i) acima, a alteração do Artigo 5º do Estatuto Social da Sociedade, que passa a ter a seguinte e nova redação: “Artigo 5º - O capital social, totalmente subscrito e integralizado, é de R$ 5.845.718.780,86 (cinco bilhões, oitocentos e quarenta e cinco milhões, setecentos e dezoito mil, setecentos e oitenta reais e oitenta e seis centavos), dividido em 2.999.516 (dois milhões, novecentas e noventa e nove mil, quinhentas e dezesseis) ações ordinárias, sem valor nominal, obrigatoriamente nominativas. Parágrafo Único - Cada ação ordinária dará direito a um voto nas deliberações das Assembléias Gerais.” (iii) Permanecem em vigor e inalterados os demais artigos do Estatuto Social da Sociedade não alterados por este instrumento. 6. Encerramento: O Sr. Presidente franqueou o uso da palavra, não havendo, todavia, nenhuma manifestação. Os trabalhos foram suspensos para a lavratura da presente ata, que tendo sido lida e achada conforme, vai assinada pelo Presidente, Secretária e demais acionistas presentes.(aa) João Roberto GonçalvesTeixeira, Presidente;Marta Cibella Knecht, Secretária;p.BancoVotorantim S.A., João Roberto Gonçalves Teixeira e Álvaro Jorge Fontes de Azevedo. A presente transcrição é cópia fiel da ata lavrada no livro próprio. São Paulo, 23 de julho de 2012. Marta Cibella Knecht - Secretária. Arquivado na JUCESP em 02.08.12, sob nº 341.141/12-4. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral. ANEXO I - BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento - CNPJ/MF Nº 01.149.953/0001-89 - NIRE Nº 35.300.145.399 Boletim de Subscrição de Ações - Emissora: BV Financeira S.A. – Crédito, Financiamento e Investimento (“Sociedade Emissora”), instituição financeira constituída e existente de acordo com as leis do Brasil, com sede na Avenida das Nações Unidas, nº 14.171,Torre A, 8º andar, Conjunto 82, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo.Subscritor: BancoVotorantim S.A., instituição financeira constituída de acordo com as leis do Brasil, com sede na Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 18º andar, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo. Deliberação: Assembléia Geral Extraordinária da Sociedade Emissora realizada em 23/07/2012. Subscrição: Subscrição de 1.358.407 (um milhão, trezentas e cinquenta e oito mil, quatrocentas e sete) ações ordinárias, sem valor nominal, emitidas pela Sociedade Emissora (“Subscrição”). Preço de Emissão: O preço de emissão de cada ação ordinária é de R$ 1.472,3127899076.Prazo e PreçoTotal de Subscrição:O preço total da Subscrição realizada neste ato é de R$ 2.000.000.000,00 (dois bilhões de reais) (“PreçoTotal da Subscrição”).Integralização:Em moeda corrente nacional, mediante o pagamento, nesta data, de 100% (cem por cento) do PreçoTotal da Subscrição.São Paulo, 23 de julho de 2012.BANCOVOTORANTIM S.A.
DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS PARA OS EXERCÍCIOS 2011 2010 (+/-) Despesas adm., comerciais, financeiras e gerais (17) (10) Outras receitas operacionais 4.164 5.767 Lucro operacional 4.147 5.757 Lucro líquido do exercício 4.147 5.757
Aumento (redução) das disponibilidades Disponibilidades No início do exercício (2.828) No fim do exercício (2.828) Aumento (redução) das disponibilidades
(1.359) (1.359)
(9) 11 3 (9)
A DIRETORIA Anderson Ribeiro Caresma - Contador - CRC 1SP 221043/O-9
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
FDE AVISA: PREGÃO ELETRÔNICO DE REGISTRO DE PREÇOS Nº 21/00412/12/05 OBJETO : PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE DE PASSAGEIROS COM MOTORISTA, SOB O REGIME DE FRETAMENTO EVENTUAL EM MICRO-ÔNIBUS TIPO VAN COM CAPACIDADE DE NO MÍNIMO 15 (QUINZE) PASSAGEIROS, DESTINADO AO TRANSPORTE DE ALUNOS, PROFESSORES, FUNCIONÁRIOS, DIRIGENTES, PRESTADORES DE SERVIÇOS E COLABORADORES DA REDE ESTADUAL DE ENSINO E DA FDE - FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para : Prestação de serviços de transporte de passageiros com motorista, sob o regime de fretamento eventual em micro-ônibus tipo van com capacidade de no mínimo 15 (quinze) passageiros, destinado ao transporte de alunos, professores, funcionários, dirigentes, prestadores de serviços e colaboradores da Rede Estadual de Ensino e da FDE Fundação para o Desenvolvimento da Educação. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital a partir de 17/08/2012, no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br ou na sede da FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 São Paulo/SP, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, ou verificar o edital na íntegra, através da Internet no endereço: http://www.fde.sp.gov.br. A sessão pública de processamento do Pregão Eletrônico será realizada no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br, no dia 31/08/2012, às 09:30 horas, e será conduzida pelo pregoeiro com o auxílio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epígrafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital e seus anexos e serão encaminhadas, por meio eletrônico, após o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do início do prazo para envio da proposta eletrônica será de 17/08/2012, até o momento anterior ao início da sessão pública. JOSÉ BERNARDO ORTIZ Presidente
GENPRO ENGENHARIA S.A. CNPJ n˚ 00.753.622/0001-90 - NIRE 35300350456 - Ata da Assembléia Geral Ordinária, realizada em 06 de Julho de 2012 - Data, hora e local: 06 de julho de 2012, às 10 horas, na sede social. Presenças: acionistas representando 100% (cem por cento) do capital social da Companhia. Convocação e Publicações: dispensada a prova da convocação, consoante o p g 4º do artigo g 124 da Lei das Sociedades ppor Ações. ç As Demonstrações ç Financeiras relativas ao exercício social encerdisposto no pparágrafo rado em 31 de dezembro de 2011 foram publicadas no “Diário Oficial do Estado de São Paulo” e no “Diário do Comércio” no dia 29 de maio de 2012.Composição da Mesa: Presidente - Carlos Eduardo Pugliese, Secretário – Nelson José Duarte Fernandes. Ordem do dia: ç do relatório da Administração ç e das Demonstrações ç Financeiras, relativo ao exercício social deliberar sobre: (1) exame, discussão e votação encerrado em 31/12/2011; (2) Exame, discussão e votação da proposta de destinação do lucro líquido do exercício social encerrado em 31/12/2011. Deliberação: (1) Aprovados, p sem quaisquer q q restrições ç ou ressalvas, por p unanimidade de votos, o relatório da administração, p , sem o balanço patrimonial e as demais demonstrações financeiras referente ao exercício social encerrado em 31/12/2011, e (2) Aprovada, quaisquer restrições ou ressalvas, por unanimidade de votos, a destinação do lucro líquido do exercício, no valor total de R$ 14.684.103,01 (quatorze milhões e seiscentos e oitenta e quatro mil e cento e três reais e um centavo) à distribuição de dividendos aos acionistas, na pproporção p ç de suas respectivas p pparticipações, p ç observando-se as condições ç legais g para p os pagamentos. pg ç ao disposto p p g Em atenção no parágrafo primeiro do artigo 193 da Lei nº 6.404/76, cumpre ressaltar que não foram destinados os 5% (cinco por cento) do lucro líquido do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011 para a constituição da Reserva Legal, g tendo em vista o saldo desta já j ter atingido g 20% (vinte por cento) do valor do capital social da empresa. Encerramento: nada mais havendo a tratar, foram os trabalhos encerrados, lavrando-se a presente ata que, após lida e aprovada, foi assinada por todos os presentes. Assinaturas Acionistas: Carlos Eduardo Pugliese; g g Toshihico Miyamoto. y q a presente p p fiel da ata lavrada no livro de Atas Nelson José Duarte Fernandes e Sergio Declaramos que é cópia de Assembléia Geral da Companhia, devidamente assinada pelos presentes acima mencionados. São Paulo/SP, 06 de julho j de 2012. Carlos Eduardo Pugliese - Presidente da Mesa. Nelson José Duarte Fernandes - Secretário. JUCESP nº 321.953/12-5 em 25/07/2012.
PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO CARLOS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE - FUNDO MUNICIPAL DE SAÚDE PREGÃO ELETRÔNICO FMS Nº 091/2012 - PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 2039/2012 Faço público, de ordem do Senhor Secretário Municipal de Saúde, que se encontra aberto o Pregão Eletrônico FMS nº 091/2012, tendo como objeto o registro de preços de medicamentos não padronizados, para atender processos autorizados, incluindo demandas administrativas para Defensoria Pública e processos judiciais, conforme descrição, especificações e quantidades constantes nos Anexos II e V do edital. O Edital na íntegra poderá ser obtido nos sites: www.licitacoes-e.com.br e www.saocarlos.sp.gov.br, opção Licitações. O recebimento e a abertura das propostas dar-se-ão até às 08 horas e 30 minutos do dia 31 de agosto de 2012, e o início da sessão de disputa de preços será às 09 horas e 30 minutos do dia 31 de agosto de 2012. Maiores informações pelo telefone (16) 3362-1350. São Carlos, 16 de agosto de 2012. Chayana Antonio de Moura - Pregoeira
FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL NOS TERMOS DO PROVIMENTO CSM CXC/84, INFORMAMOS QUE NO DIA 16/08/2012 NÃO HOUVE PEDIDO DE FALÊNCIA NA COMARCA DA CAPITAL.
PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO CARLOS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE - FUNDO MUNICIPAL DE SAÚDE PREGÃO ELETRÔNICO FMS Nº 090/2012 - PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 1297/2012 Faço público, de ordem do Senhor Secretário Municipal de Saúde, que se encontra aberto o Pregão Eletrônico FMS nº 090/2012, tendo como objeto o registro dos preços de instrumentais odontológicos, conforme descrição, especificações e quantidades constantes nos Anexos II e V do edital. O Edital na íntegra poderá ser obtido nos sites: www.licitacoes-e.com.br e www.saocarlos.sp.gov.br, opção Licitações. O recebimento e a abertura das propostas darse-ão até às 08 horas e 30 minutos do dia 31 de agosto de 2012, e o início da sessão de disputa de preços será às 09 horas e 30 minutos do dia 31 de agosto de 2012. Maiores informações pelo telefone (16) 3362-1350. São Carlos, 16 de agosto de 2012. Chayana Antonio de Moura - Pregoeira
A TERRA PRETA REFORMADORA, COMÉRCIO DE PNEUS E COMPONENTES AUTOMOTIVOS LTDA. torna público que requereu na CETESB a Renovação de Licença de Operação para Pneus (recondicionamento, recauchutagem, etc.), à Avenida Desidério Serafim, nº 100, Bairro Jardim Nippon, Distrito Industrial Terra Preta, Município de Mairiporã, Estado São Paulo.
DECLARAÇÃO DE PROPÓSITO ALSIMAR DA COSTA NESI, portador da cédula de identidade nº 8.709.404 9-SSP/PR e inscrito no CPF/ MF sob o nº 925.137.277-20, DECLARA sua intenção de exercer cargo de administração no BANCO PETRA S.A. e que preenche as condições estabelecidas no Anexo II, do artigo 2º, da Resolução 4.122, de 2 de agosto de 2012. ESCLARECE que, nos termos da regulamentação em vigor, eventuais objeções à presente declaração devem ser comunicadas diretamente ao Banco Central do Brasil, no endereço abaixo, no prazo de quinze dias contados da data da publicação desta, por meio formal em que os autores estejam devidamente identificados, acompanhado da documentação comprobatória, observado que os declarantes podem, na forma da legislação em vigor, ter direito a vistas do processo respectivo. BANCO CENTRAL DO BRASIL: Deorf – Departamento de Organização do Sistema Financeiro – Gerência Técnica em Curitiba – Rua Carlos Pioli, 133 – Bom Retiro – CEP 80520-170 – Curitiba – Paraná. Telefones: (41) 3313-2981, 3313-2982 e 3313-2980. FAX (41) 3313-2990. Email:gtcur.deorf@bcb.gov.br.
Publicidade Legal
Fone: 11 3180 3175
DIÁRIO DO COMÉRCIO
28 -.ECONOMIA/LEGAIS
e
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Com a crise na Europa, o Brasil passou a ser o foco de muitas empresas chinesas. Tang Wei, vice-presidente da Câmara Brasil-China
conomia
Empresários de Hiuzhou buscam parceiros no Brasil O comércio bilateral entre a cidade chinesa e o Brasil já alcança R$ 570 milhões Sílvia Pimentel
s/ Hype Newton Santo
A Cheng Yiwei, prefeito de Hiuzhou, convida empresas brasileiras a fazer negócios.
utoridades da cidade chinesa de Hiuzhou, da província Guangdong, participaram anteontem de um seminário na capital paulista, promovido pela São Paulo Chamber of Commerce, para apresentar a empresários brasileiros as oportunidades de negócios na região. Em sua primeira visita ao Brasil, o prefeito de Hiuzhou, Cheng Yiwei, informou que há boas oportunidades de investimentos e que, do ran-
king das 500 maiores empresas do mundo, pelo menos 30 se instalaram na cidade, que fica a 60 km de Hong Kong e vem sendo considerada "uma estrela industrial em acensão", com destaque nas áreas de informática e petroquímica. " A China é a principal parceira comercial do Brasil. Os dois países têm muitos pontos em comum. Esperamos estabelecer parcerias com empresários brasileiros", disse Cheng Yiwei. De acordo com prefeito de Huizhou, no ano passado, o co-
Romano S.A. Materiais para Construção
– CNPJ/MF nº 61.300.042/0001-32 Relatório da Administração Atendendo às disposições legais e estatutárias, a Administração da Romano S/A Materiais para Construção apresenta aos seus acionistas o Relatório da Administração juntamente com as respectivas Demonstrações Financeiras findas em 31 de dezembro de 2007 e 2006. São Paulo, 23 de Julho de 2012. A Administração Balanços Patrimoniais 31 de dezembro de 2007 e 2006 (Em milhares de reais) Demonstrações do Resultado 31 de dezembro de 2007 e 2006 (Em milhares de reais) Nota 31/12/2007 31/12/2006 Nota 31/12/2007 31/12/2006 Ativo Passivo Nota 31/12/2007 31/12/2006 Circulante Circulante Receita liquida 12 4.883 8.386 – – Caixa e equivalentes de caixa 4 11.044 5.457 Contas a pagar 8 2.210 2.210 (-) Custo dos serviços prestados 4.883 8.386 Clientes 5 6.385 12.441 IRPJ e contribuição social a recolher 9 292 126 Lucro bruto Receitas (despesas) operacionais IRPJ e contribuição social a recuperar 118 118 Impostos a recolher 10 728 1.430 (432) (670) Impostos a recuperar 178 178 Salários a pagar 29 43 – Despesa com pessoal (9) (6) Adiantamentos diversos 11 1 Obrigações sociais a recolher 29 34 – Benefícios a funcionários Encargos sociais (110) (253) Despesas pagas antecipadamente 79 79 Provisões trabalhistas 15 – – (46) (8) Adiantamento de distribuição de lucros 251 251 3.303 3.843 Provisões trabalhistas Serviços prestados por terceiros (139) (2.005) 18.066 18.525 Não circulante Despesas com ocupação (104) (20) Não circulante Débitos com pessoas ligadas 140 140 Despesas gerais e administrativas (403) (3.309) Créditos com pessoas ligadas – – 140 140 Despesas tributárias (848) (3.341) Depósitos judiciais 25 18 Patrimônio líquido 11 Depreciação e amortização (333) (495) Outros créditos 276 276 Capital social 6.190 2 Outras receitas (despesas) operacionais 17 3.143 Investimento 6 178 178 Reserva de capital 1.678 7.866 Lucro antes das receitas e despesas Imobilizado 7 5.737 6.068 Reserva de lucros 12.971 13.214 financeiras e do IRPJ e contrib. social 2.476 1.422 6.216 6.540 20.839 21.082 Receitas financeiras 13 823 1.638 Total do ativo 24.282 25.065 Total do passivo e patrimônio líquido 24.282 25.065 Despesas financeiras 13 (5) (16) Lucro antes do IRPJ e contrib. social 3.294 3.044 Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras 31 de dezembro de 2007 e 2006 (Em milhares de reais) (971) (1.664) 1. Contexto operacional – O objeto da Romano S/A Materiais para Cons- equivalência patrimonial, quando atendido as normas do comitê de pronun- Prov. para IRPJ e contribuição social 2.323 1.380 trução (“Sociedade”) contempla as seguintes atividades: • Fabricação de ciamentos contábeis. Outros investimentos que não se enquadrem na cate- Lucro do exercício Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido tintas, esmaltes, lacas, vernizes, solventes, secantes, impermeabilizantes, goria acima são avaliados pelo custo de aquisição, deduzido de provisão massa preparadas para pintura e acabamento. • Fabricação de aparelhos para desvalorização, quando aplicável. • Imobilizado: Registrado ao custo 31 de dezembro de 2007 e 2006 (Em milhares de reais) e utensílios elétricos para fins industriais e de comercio e fornos elétricos de aquisição. A depreciação dos ativos é calculada pelo método linear às Capital Reserva Reserva Patripara metal, estufa, esteril, fogões industriais e comerciais, máquina para taxas mencionadas na Nota Explicativa nº 7 e leva em consideração o tempo social de de mônio coar café, maquinas e aparelhagem de solda elétrica, dispositivo de partida, de vida útil estimado dos bens. f. Passivo circulante e não circulante: Subscrito capital lucros Líquido regulador de velocidade, freios eletros-magnéticos. • Comércio atacadista Demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando Em 31/12/2005 2 7.866 14.234 22.102 de ferragens, ferramentas, produtos metalúrgicos e artigos de cutelaria (ara- aplicável, dos correspondentes encargos e variações monetárias incorridos Resultado do exercício – – 1.380 1.380 mes, canos, tubos, enxadas, pás, alicates, serrotes, tesouras, canivetes, etc) até a data do balanço patrimonial. Uma provisão é reconhecida no balanço Dividendos propostos do exercício – – (2.400) (2.400) inclusive cofres e extintores de incêndio. • Comércio atacadista de madeira patrimonial quando a Cia. possui uma obrigação legal ou constituída como Em 31/12/2006 2 7.866 13.214 21.082 beneficiada e artefatos de madeira (madeira serrada, folheada, compen- resultado de um evento passado, e é provável que um recurso econômico Aumento de capital 6.188 (6.188) – – sada, aglomerada, tabuas, tacos, portas, etc.). • Importação e comércio seja requerido para saldar a obrigação. As provisões são registradas tendo Resultado do exercício – – 2.323 2.323 atacadista de produtos importados; e • Locação de espaço. 2. Apresen- como base as melhores estimativas do risco envolvido. g. Imposto de renda Dividendos propostos do exercício – – (2.566) (2.566) tação das demonstrações financeiras – As demonstrações financeiras e contribuição social: O imposto de renda e a contribuição social, do exer- Em 31/12/2007 6.190 1.678 12.971 20.839 foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, cício corrente e diferido, são calculados com base nas alíquotas de 15% 2006 2007 as quais abrangem a legislação societária, os pronunciamentos técnicos, as acrescida do adicional de 10% sobre o a presunção de lucro excedente Custo de AdiCusto de orientações e as interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos de R$ 240 para imposto de renda e 9% sobre a presunção de o lucro para aquisição ções Baixas Transf. aquisição Contábeis e as normas emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade contribuição social. 2 – – – 2 (CFC). A autorização para conclusão destas demonstrações financeiras foi 4. Caixa e equivalentes de caixa 31/12/2007 31/12/2006 Móveis e utensílios Veículos 83 – – – 83 dada pela diretoria em 23/07/2012. 3. Resumo das principais práticas Caixa e bancos 7.455 1 (154) – 7.301 1 1 contábeis – a. Apuração do resultado: O resultado das operações é apu- Caixa fundo fixo rado em conformidade com o regime contábil de competência. b. Estimati- Banco Itaú S.A. 74 900 8. Contas a pagar – O saldo de contas a pagar se resume em, basicamente, – 1 contas a pagar oriundo a atividade da Cia.. Em 31/12/2007, o saldo estava vas contábeis: A elaboração de demonstrações financeiras de acordo com Banco do Brasil S.A. 1 1 representado por R$2.210 (R$2.210 em 31/12/2006). as práticas contábeis adotadas no Brasil requer que a Administração da Cia. Banco Bradesco S.A. 31/12/2007 31/12/2006 e suas controladas use de julgamentos na determinação e no registro de Total caixas e bancos 76 903 9. IRPJ e contribuição social a recolher Imposto de renda a recolher 218 111 estimativas contábeis. Ativos e passivos sujeitos a estimativas e premissas Aplicações financeiras 74 15 10.910 4.512 Contribuição social a recolher incluem, entre outras, valor residual do ativo imobilizado, imposto de renda Banco Itaú S.A. Total IRPJ e contrib. social a recolher 292 126 e contribuição social diferidos ativo e passivo, provisão para contingências Banco do Brasil S.A. 1 1 31/12/2007 31/12/2006 57 41 10. Impostos a recolher e mensuração de instrumentos financeiros. A liquidação das transações Banco Safra S.A. 5 76 envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos Total aplicações financeiras 10.968 4.554 Pis a recolher 718 1.344 11.044 5.457 Cofins a recolher estimados em razão de imprecisões inerentes ao processo da sua determi- Total caixa e equivalentes de caixa IRRF sobre salários a recolher 5 10 nação. A Cia. revisa as estimativas e as premissas anualmente. c. Moeda 5. Clientes – O saldo de clientes representa, em suma, valores de venda de 728 1.430 funcional: A Administração da Cia. definiu que sua moeda funcional é o mercadorias e prestação de serviços de aluguel. Em 31/12/2007 o saldo de Total de impostos a recolher real. d. Instrumentos financeiros: Instrumentos financeiros não-derivativos clientes representava R$6.385 (R$12.441 em 31/12/2006). 6. Investimen- 11. Patrimônio líquido – a. Capital social: O capital social em 31/12/2006 31/12/2007 31/12/2006 é R$ 2 está representado por 4.459.781.442 ações ordinárias ou comuns incluem aplicações financeiras, contas a receber e outros recebíveis, caixa e tos – equivalentes de caixa, arrendamento financeiro, assim como contas a pagar Investimento – Romasul 7 7 nominativas. Durante o exercício social de 2007, a Cia. aumentou o capital 171 171 social para R$6.190 utilizando a totalidade do aumento, R$6.188 de sua e outras dívidas. Instrumentos financeiros não-derivativos são reconhecidos Titulos e valores mobil. – Mant. até o venc. 178 178 reserva de capital. O saldo do capital social em 31/12/2007 esta represeninicialmente pelo valor justo acrescido, para instrumentos que não sejam Total investimentos tado por 6.190.032 ações ordinárias ou comuns nominativas. b. Reserva de reconhecidos pelo valor justo através de resultado, quaisquer custos de tran- 7. Imobilizado – a. Composição do imobilizado: 2007 2006 capital: O saldo de reserva de capital foi reduzido mediante a aumento de sação diretamente atribuíveis. Posteriormente ao reconhecimento inicial, os capital, de R$7.866 para R$1.678 durante o exercício social de 2007. instrumentos financeiros não derivativos são mensurados conforme descrito Custo de Depreciação 31/12/2007 31/12/2006 abaixo: • Instrumentos mantidos até o vencimento: São ativos financeiros aquisição acumulada Líquido Líquido 12. Receita líquida 5.147 9.139 4.462 (177) 4.285 4.462 Receita de aluguel não derivativos com pagamentos fixos ou determináveis com vencimentos Benfeitorias (-) Pis (47) (143) 10 (9) 1 – definidos e para os quais a Cia. tem a intenção positiva e capacidade de Computadores e periféricos (-) Cofins (217) (610) 2.741 (1.292) 1.449 1.604 manter até o vencimento seus instrumentos de dívida, esses são classifica- Imóvéis Receita liquida 4.883 8.386 3 (2) 1 1 dos como mantidos até o vencimento. Investimentos mantidos até o venci- Instalações e Equipamentos 13. Receitas e despesas financeiras 31/12/2007 31/12/2006 2 (1) 1 1 mento são mensurados pelo custo amortizado utilizando o método de taxa Móveis e utensílios 83 (83) – – Receitas financeiras de juros efetiva, deduzido de eventuais reduções em seu valor recuperável. • Veículos 823 1.638 7.301 (1.564) 5.737 6.068 Rendimento de aplicação financeira Empréstimos e recebíveis: Os empréstimos e recebíveis devem ser menTotal receitas financeiras 823 1.638 surados pelo custo amortizado por meio da utilização do método de taxa b. Movimentação do custo de aquisição: Despesas financeiras 2006 2007 de juros efetiva, reduzidos por eventuais reduções no valor recuperável. • (1) (2) Custo de AdiCusto de Tarifas bancárias Instrumentos financeiros derivativos: Em 31/12/2007 e 2006, a Cia. não (4) (14) aquisição ções Baixas Transf. aquisição Juros incorridos possuía saldos em aberto de instrumentos financeiros derivativos. e. Ativo Total despesas financeiras (5) (16) 4.462 – – – 4.462 circulante e não circulante: • Contas a receber de clientes: As contas Benfeitorias 818 1.622 9 1 – – 10 Resultado financeiro líquido a receber de clientes são registradas pelo valor do contrato de aluguel, Computadores e periféricos incluindo os respectivos impostos diretos de responsabilidade tributária da Imóvéis Cia.. • Investimentos: Os investimentos em controladas são avaliados por Instalações e Equipamentos
2.896 3
– –
(154) –
Romano S.A. Materiais para Construção
– –
2.741 3
Osvaldo Romano – Diretor Presidente Carlos Masetti Junior – Contador – CRC 1SP179400/O-5
– CNPJ/MF nº 61.300.042/0001-32 Relatório da Administração Atendendo às disposições legais e estatutárias, a Administração da Romano S/A Materiais para Construção apresenta aos seus acionistas o Relatório da Administração juntamente com as respectivas Demonstrações Financeiras findas em 31 de dezembro de 2006 e 2005. São Paulo, 23 de Julho de 2012. A Administração Balanços patrimoniais 31 de dezembro de 2006 e 2005 (Em milhares de reais) Demonstrações do Resultado 31/12/2006 e 2005 (Em milhares de reais) Ativo Nota 31/12/2006 31/12/2005 Passivo Nota 31/12/2006 31/12/2005 Nota 31/12/2006 31/12/2005 Receita liquida 12 8.386 8.101 Circulante Circulante 8.386 8.101 Caixa e equivalentes de caixa 4 5.457 10.689 Contas a pagar 8 2.210 273 Lucro bruto Clientes 5 12.441 1.499 IR e contribuição social a recolher 9 126 661 Receitas (despesas) operacionais (670) (1.302) IR e contribuição social a recuperar 118 – Impostos a recolher 10 1.430 246 Despesa com pessoal (6) (6) Impostos a recuperar 178 178 Salários a pagar 43 44 Benefícios a funcionários (253) (303) Adiantamentos diversos 1 24 Obrigações sociais a recolher 34 – Encargos sociais (8) (12) Despesas pagas antecipadamente 79 – 3.843 1.224 Provisões trabalhistas Serviços prestados por terceiros (2.005) (100) Adiantamento de distribuição de lucros 251 – Não circulante (20) (23) 18.525 12.390 Débitos com pessoas ligadas 140 180 Despesas com ocupação (3.309) (102) Não circulante 140 180 Despesas gerais e administrativas Despesas tributárias (3.341) (268) Créditos com pessoas ligadas Patrimônio líquido 11 (495) (518) Depósitos judiciais 18 – Capital social 2 2 Depreciação e amortização 3.143 – Outros créditos 276 254 Reserva de capital 7.866 7.866 Outras receitas (despesas) operacionais Lucro antes das receitas e despesas Investimento 6 178 178 Reserva de lucros 13.214 14.234 financeiras e do IR e contrib. social 1.422 5.467 Imobilizado 7 6.068 10.684 21.082 22.102 Receitas financeiras 13 1.638 1.455 6.540 11.116 Despesas financeiras 13 (16) (68) Total do ativo 25.065 23.506 Total do passivo e patrimônio líquido 25.065 23.506 Lucro antes do IR e contribuição social 3.044 6.854 Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras 31 de dezembro de 2006 e 2005 (Em milhares de reais) Provisão para IR e contribuição social (1.664) (2.489) 1. Contexto operacional – O objeto da Romano S/A Materiais para Cons- e. Ativo circulante e não circulante • Contas a receber de clientes: As Lucro do exercício 1.380 4.365 trução (“Sociedade”) contempla as seguintes atividades: • Fabricação de contas a receber de clientes são registradas pelo valor do contrato de aluDemonstração das Mutações do Patrimônio Líquido tintas, esmaltes, lacas, vernizes, solventes, secantes, impermeabilizantes, guel, incluindo os respectivos impostos diretos de responsabilidade tributá31 de dezembro de 2006 e 2005 (Em milhares de reais) massa preparadas para pintura e acabamento. • Fabricação de aparelhos ria da Cia.. • Investimentos: Os investimentos em controladas são avaliaCap. soc. Res. Res. de Res. de Patrim. e utensílios elétricos para fins industriais e de comercio e fornos elétricos dos por equivalência patrimonial, quando atendido as normas do comitê de Subscr. legal capital lucros Liquido para metal, estufa, esteril, fogões industriais e comerciais, máquina para pronunciamentos contábeis. Outros investimentos que não se enquadrem Em 31/12/2004 2 – 7.866 11.269 19.137 coar café, maquinas e aparelhagem de solda elétrica, dispositivo de partida, na categoria acima são avaliados pelo custo de aquisição, deduzido de pro- Resultado do exercício – – – 4.365 4.365 regulador de velocidade, freios eletros-magnéticos. • Comércio atacadista visão para desvalorização, quando aplicável. • Imobilizado: Registrado ao Dividendos prop. do exercício – – – (1.400) (1.400) de ferragens, ferramentas, produtos metalúrgicos e artigos de cutelaria (ara- custo de aquisição. A depreciação dos ativos é calculada pelo método linear Em 31/12/2005 2 – 7.866 14.234 22.102 mes, canos, tubos, enxadas, pás, alicates, serrotes, tesouras, canivetes, etc) às taxas mencionadas na Nota Explicativa nº 7 e leva em consideração o Resultado do exercício – – – 1.380 1.380 inclusive cofres e extintores de incêndio. • Comércio atacadista de madeira tempo de vida útil estimado dos bens. f. Passivo circulante e não circu- Dividendos prop. do exercício – – – (2.400) (2.400) beneficiada e artefatos de madeira (madeira serrada, folheada, compen- lante: Demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, Em 31/12/2006 2 – 7.866 13.214 21.082 sada, aglomerada, tabuas, tacos, portas, etc.). • Importação e comércio ata- quando aplicável, dos correspondentes encargos e variações monetárias cadista de produtos importados; e • Locação de espaço. incorridos até a data do balanço patrimonial. Uma provisão é reconhe- b. Movimentação do custo de aquisição 2005 2006 2. Apresentação das demonstrações financeiras – As demonstrações cida no balanço patrimonial quando a Cia. possui uma obrigação legal ou Custo de Custo de financeiras foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas constituída como resultado de um evento passado, e é provável que um aquisição Adições Baixas Transf. aquisição no Brasil, as quais abrangem a legislação societária, os pronunciamentos recurso econômico seja requerido para saldar a obrigação. As provisões são 4.802 – (340) – 4.462 técnicos, as orientações e as interpretações emitidas pelo Comitê de Pro- registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. Benfeitorias 9 – – – 9 nunciamentos Contábeis e as normas emitidas pelo Conselho Federal de g. Imposto de renda e contribuição social: O imposto de renda e a contri- Comput. e periféricos 11.869 – (8.973) – 2.896 Contabilidade (CFC). A autorização para conclusão destas demonstrações buição social, do exercício corrente e diferido, são calculados com base nas Imóvéis Instal. e Equipamentos 3 – – – 3 financeiras foi dada pela diretoria em 23/07/2012. alíquotas de 15% acrescida do adicional de 10% sobre o a presunção de 2 – – – 2 3. Resumo das principais práticas contábeis – a. Apuração do resul- lucro excedente de R$ 240 para imposto de renda e 9% sobre a presunção Móveis e utensílios Veículos 83 – – – 83 tado: O resultado das operações é apurado em conformidade com o regime de o lucro para contribuição social. 16.768 – (9.313) – 7.455 contábil de competência. b. Estimativas contábeis: A elaboração de 4. Caixa e equivalentes de caixa 31/12/2006 31/12/2005 8. Contas a pagar – O saldo de contas a pagar se resume em, basicamente, demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas Caixa e bancos contas a pagar oriundo a atividade da Cia.. Em 31/12/2006, o saldo estava no Brasil requer que a Administração da Cia. e suas controladas use de Caixa fundo fixo 1 1 representado por R$2.210 (R$273 em 31/12/2005). julgamentos na determinação e no registro de estimativas contábeis. Ativos Banco Itaú S.A. 900 627 9. IR e contribuição social a recolher 31/12/2006 31/12/2005 e passivos sujeitos a estimativas e premissas incluem, entre outras, valor Banco do Brasil S.A. 1 1 Imposto de renda a recolher 111 485 residual do ativo imobilizado, imposto de renda e contribuição social difeBanco Bradesco S.A. 1 1 Contribuição social a recolher 15 176 ridos ativo e passivo, provisão para contingências e mensuração de ins903 630 Total IR e contribuição social a recolher 126 661 trumentos financeiros. A liquidação das transações envolvendo essas esti- Total caixas e bancos 10. Impostos a recolher 31/12/2006 31/12/2005 mativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados em razão de Aplicações financeiras 4.512 10.017 Pis a recolher 76 56 imprecisões inerentes ao processo da sua determinação. A Cia. revisa as Banco Itaú S.A. Banco do Brasil S.A. 1 1 Cofins a recolher 1.344 179 estimativas e as premissas anualmente. c. Moeda funcional: A Adminis41 41 IRRF sobre salários a recolher 10 11 tração da Cia. definiu que sua moeda funcional é o real, moeda vigente no Banco Safra S.A. 4.554 10.059 Total de impostos a recolher 1.430 246 Brasil. d. Instrumentos financeiros: Instrumentos financeiros não-deriva- Total aplicações financeiras Total caixa e equivalentes de caixa 5.457 10.689 11. Patrimônio líquido – a. Capital social: O capital social em 31/12/2006 tivos incluem aplicações financeiras, contas a receber e outros recebíveis, caixa e equivalentes de caixa, arrendamento financeiro, assim como contas 5. Clientes – O saldo de clientes representa, em suma, valores de venda de é R$ 2 está representado por 4.459.781.442 ações ordinárias ou comuns a pagar e outras dívidas. Instrumentos financeiros não-derivativos são reco- mercadorias e prestação de serviços de aluguel. Em 31/12/2006 o saldo de nominativas. b. Reserva de capital: O saldo de reserva de capital, em 31/12/2006 é de R$7.866. nhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido, para instrumentos que não clientes representava R$12.441 (R$1.499 em 31/12/2005). 31/12/2006 31/12/2005 12. Receita líquida 31/12/2006 31/12/2005 sejam reconhecidos pelo valor justo através de resultado, quaisquer custos 6. Investimentos 7 7 Receita de aluguel 9.139 8.886 de transação diretamente atribuíveis. Posteriormente ao reconhecimento ini- Investimento - Romasul 171 (-) Pis (143) (139) cial, os instrumentos financeiros não derivativos são mensurados conforme Titulos e valores mobiliários - Mantidos até o vencimento 171 (-) Cofins (610) (646) Total investimentos 178 178 descrito abaixo: • Instrumentos mantidos até o vencimento: São ativos Receita liquida 8.386 8.101 financeiros não derivativos com pagamentos fixos ou determináveis com 7. Imobilizado – a. Composição do imobilizado 13. Receitas e despesas financeiras 31/12/2006 31/12/2005 2006 2005 vencimentos definidos e para os quais a Cia. tem a intenção positiva e capaReceitas financeiras Custo de Depreciação cidade de manter até o vencimento seus instrumentos de dívida, esses são 1.638 1.455 aquisição acumulada Líquido Líquido Rendimento de aplicação financeira classificados como mantidos até o vencimento. Investimentos mantidos até 1.638 1.455 4.462 – 4.462 8.833 Total receitas financeiras o vencimento são mensurados pelo custo amortizado utilizando o método Benfeitorias (2) (2) 9 (9) – 1 Despesas financeiras Tarifas bancárias de taxa de juros efetiva, deduzido de eventuais reduções em seu valor recu- Computadores e periféricos Juros incorridos (14) (66) 2.896 (1.292) 1.604 1.848 perável. • Empréstimos e recebíveis: Os empréstimos e recebíveis devem Imóvéis (16) (68) 3 (2) 1 1 Total despesas financeiras ser mensurados pelo custo amortizado por meio da utilização do método de Instalações e Equipamentos 1.622 1.387 2 (1) 1 1 Resultado financeiro líquido taxa de juros efetiva, reduzidos por eventuais reduções no valor recuperável. Móveis e utensílios 83 (83) – – • Instrumentos financeiros derivativos: Em 31/12/2006 e 2005, a Cia. não Veículos Osvaldo Romano – Diretor Presidente possuía saldos em aberto de instrumentos financeiros derivativos. 7.455 (1.387) 6.068 10.684 Carlos Masetti Junior – Contador CRC 1SP179400/O-5
mércio bilateral entre a cidade chinesa e o Brasil alcançou R$ 570 milhões. Representando o presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) e a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Rogério Amato, o vicepresidente da ACSP, Roberto Mateus Ordine, destacou que a mesma importância econômica que Huizhou representa para a China, São Paulo desperta para o Brasil. "É uma honra para a ACSP, que tem mais de 117 anos, promover um encontro entre empresários como este", afirmou. O secretário de Relações Internacionais da Cidade de São Paulo, Alfredo Cotait, elogiou o esforço empreendido pelos chineses para aumentar o comércio entre os dois países. "Entre os mais de 90 consulados e representações comerciais, o consulado chinês é sem dúvida um dos mais ativos", disse. Apesar do salto positivo da balança comercial, Cotait ressaltou que o Brasil – o 10º maior parceiro comercial daquele País – precisa melhorar sua colocação. No ano passado, o Brasil exportou US$ 44 bilhões para a China e comprou dos chineses, US$ 33 bilhões. "Dependendo do nível de queda de preço das commodities, a balança pode se tornar desfavorável para o Brasil, que tem produtos com qualidade para exportar para a China", alertou Cotait.
O vice-presidente da Câmara Brasil-China de Desenvolvimento Econômico, Tang Wei, também defendeu que há espaço para incrementar o intercâmbio comercial entre as duas nações. "Com a crise na Europa, a maior parceira comercial da China, o Brasil passou a ser o foco de muitas empresas chinesas", disse, ao informar que as trocas comerciais no primeiro semestre de ano atingiram US$ 37 bilhões, o que representou um aumento de 7% na comparação com o mesmo período do ano passado. "Os brasileiros precisaram olhar a China como um grande cliente e não como um supermercado de produtos baratos", disse. De acordo com Tang Wei, no ano passado, as importações da China somaram US$ 1,75 trilhão. Entre os produtos comprados pelos chineses estão o café – o mais conhecido pelos chineses é o colombiano – e leite em pó, originário da Nova Zelândia. Participaram do seminário, o vice-presidente da ACSP, Luiz Roberto Gonçalves; o presidente do Conselho das Empresas Comerciais Importadoras e Exportadoras (CeCiex) Roberto Ticoulat; o CônsulGeral do Consulado da República Popular da China em São Paulo, Sun Rongmao; o diretor-geral do Departamento de Comércio Exterior e Cooperação Econômica de Guangdong, Ma Hua e o diretor de vendas da TCL, Hao Yi.
Newton Santos/ Hype
Delegação chinesa com Roberto Mateus Ordine, da ACSP (no centro).
Duplicação de ferrovia até o Porto de Santos sai em 2012 Newton Santos/ Hype
Fátima Lourenço
A
América Latina Logística (ALL) conclui, até o final do ano, 221 km do projeto de duplicação da ferrovia que liga Campinas ao Porto de Santos. Os restantes 45 km do percurso a ser duplicado (entre Embu e Cubatão, com licenciamento ainda pendente) devem ser finalizados até 2013. "O trecho totalmente duplicado elevará a capacidade do transporte de carga para 150 milhões de toneladas/ano", afirmou o gerente de projetos de infraestrutura da ALL, Sildomar Tavares de Arruda. Atualmente, a capacidade anual do percurso é da ordem de 28 milhões de toneladas. O projeto completo demandará R$ 1,2 bilhão. Arruda apresentou detalhes do projeto de duplicação da ferrovia Campinas – Santos como palestrante convidado da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), para a reunião conjunta do Comitê de Usuários dos Portos e Aeroportos do Estado de São Paulo (Comus) e do Conselho de Comércio Exterior (CComex), coordenados por José Cândido Senna e Roberto Ticoulat. O trecho ferroviário em fase de duplicação compõe o maior gargalo operacional do trajeto entre o Porto de Santos e Ron-
Sildomar de Arruda, da ALL donópolis, no estado do Mato Grosso – um trajeto ferroviário total de 1560 km . "É uma linha singela, com vários entroncamentos", afirmou. Entre os benefícios da duplicação, percurso Campinas – Santos deverá proporcionar aumento da velocidade média dos trens de 7 km/hora para 22 km/hora; e o tempo do trem parado de 28 horas para duas horas. Além disso, os trens de carga poderão ser mais longos, com redução do número de locomotivas de 296 para 96. Ao ser concluído, o projeto permitirá trens transitando pela Serra do Mar a cada oito minutos, com alívio nas operações do Porto de Santos. "A implementação dos projetos de ferrovias é uma grande aliada do Porto 24 Horas", destacou José Cândido Senna, do Comus.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
ECONOMIA/LEGAIS - 29
e Brasil criou 142.496 empregos formais O cooperado pode trabalhar nas instalações do prestador de serviço. Mauro Toureiro, gerente de contratos da Tecnodata
conomia
O número é relativo ao mês de julho e superou as expectativas. No entanto, secretário do Trabalho diz que ainda é cedo para falar em recuperação.
O
s a l d o l í q u i d o d e relly, o resultado do mês de juempregos formais lho foi positivo. ""É um bom recriados em julho foi sultado. Não podemos dizer de 142.496 postos, que é o início da recuperação, informou ontem o Ministério mas há vários fatores positido Trabalho e Emprego, com vos", explicou. base nos dados do Cadastro Um dos sinais, segundo ele, Geral de Empregados e De- é que o resultado do mês de jusempregados (Caged). lho costuma ser pior do que o O resultado corresponde à de junho e, desta vez, houve admissão de 1.753.241 em- uma inversão. "Todos os Estapregados com carteira assina- dos, regiões e setores foram d a e a o d e s l i g a m e n t o d e positivos", comemorou. 1.610.745 trabalhadores. Torelly destacou ainda que As 142.496 vagas criadas a geração de emprego no mês no mês passado também re- passado ficou próxima da mépresentam dia mensal uma alta de para julho fei1,37% sobre ta a partir de o resultado 2003, de O dado de julho apurado em 144.674, sem causou surpresa. j u l h o d e ajuste. "O da2011, de do de julho Esperávamos a 140.563 vac a u s o u s u rcriação de 100 mil gas formais. presa. Espea 120 mil vagas , No acumularávamos a no máximo. do do ano até criação de julho, o saldo 100 mil a 120 RODOLFO TORELLY, DIRETOR líquido de mil vagas, no DO MINISTÉRIO DO TRABALHO empregos fimáximo", c o u e m disse. 1.232.843 postos. Serviços – O setor de serviOs dados são sem ajuste, ou ços criou 39.060 postos de traseja, não incluem as informa- balho com carteira assinada ções passadas pelas empre- em julho. A construção civil sas fora do prazo. Com ajuste, respondeu pela geração de o volume de empregos for- 25.433 postos e a indústria de mais criados no mês de julho transformação, por 24.718. foi 19,62% menor do que em Um dos pontos positivos julho de 2011. Em julho do ano identificados no resultado de passado, com a série ajusta- julho foi a geração de emprego da, o resultado foi de 177.282 no setor agrícola. "A agricultunovos postos. ra já esteve ruim, mas começa Para o diretor do departa- a dar sinais de recuperação", mento de Emprego e Salários afirmou Torelly. O saldo de do Ministério do Trabalho e emprego formal no mês pasEmprego (MTE), Rodolfo To- sado na agricultura foi de Newton Santos/Hype
Setor de serviços criou 39 mil postos de trabalho no mês passado
Cooperativas de trabalho ganham nova legislação Sílvia Pimentel
A
presidente Dilma Rousseff assinou recentemente a Lei nº 12.690, que define normas para a organização e funcionamento das cooperativas de trabalho no Brasil. Foram oito anos de debates sobre o assunto no Congresso Nacional até a elaboração da lei. De acordo com a Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo (Ocesp), existem no País cerca de mil cooperativas do trabalho. Para especialistas no assunto, a nova legislação deverá coibir a atividade de "empresas" que usam essa modalidade jurídica para violar direitos trabalhistas. De acordo com o advogado Ricardo Nacim Saad, na prática, não há alterações profundas para as empresas que contratam cooperativas de trabalho, que deverão continuar atentas à forma de atuação dessas empresas na hora de assinar um contrato. "A fiscalização do Ministério do Trabalho e Ministério Público do Trabalho tem sido cada vez mais rígida no sentido de combater as cooperativas de fachada. Mais do que nunca, as empresas que desejam contratar uma cooperativa precisam checar a sua idoneidade, desde a origem,
e zelar pela sua conduta pelo período em que mantiver contrato de prestação de serviço", recomenda. O advogado chama a atenção para o artigo 9 da lei, que estabelece que o contratante da cooperativa de trabalho responde solidariamente pelo cumprimento das normas de saúde e segurança do trabalho quando os serviços forem prestados no seu estabelecimento ou em local por ele determinado. O gerente de contratos da Tecnodata, Mauro Toureiro, vêm com bons olhos a Lei nº 12.690 porque acredita que ela vai eliminar a precarização das relação de trabalho. "É positiva para os dois lados da relação. A norma prevê, por exemplo, a possibilidade de o cooperado trabalhar nas instalações do prestador de serviço. Antes, havia uma discussão sobre o assunto, o que gerava insegurança jurídica", afirma Toureiro. Licitações – Outro ponto positivo é que, com a nova legislação, as cooperativas de trabalho poderão participar de licitações. "Até a assinatura da Lei 12.690, havia uma legislação para todas as cooperativas (são 13 ramos de atividade) . Acho que a legislação agora está adequada às normas internacionais do trabalho", conclui ele.
23.951 vagas, enquanto no comércio foi de 22.847 postos. A extrativa mineral absorveu 1.717 mais trabalhadores do que demitiu e os serviços industriais, 1.598.
Perspectivas – O diretor lembrou que o resultado de agosto costuma ser mais favorável para o emprego do que em julho, o que pode ser um indicativo da continuidade de me-
lhora do mercado de trabalho, "apenas um indicativo". Em agosto do ano passado, o saldo de empregos formais foi de 190 446, sem ajuste, e de 229.707 se considerados
os dados ajustados com as informações entregues pelas empresas fora do prazo. Em julho de 2011, esses números foram respectivamente de 140 563 e 177.282. (Agências)
Romano S.A. Materiais para Construção
– CNPJ/MF nº 61.300.042/0001-32 Relatório da Administração Atendendo às disposições legais e estatutárias, a Administração da Romano S/A Materiais para Construção apresenta aos seus acionistas o Relatório da Administração juntamente com as respectivas Demonstrações Financeiras findas em 31 de dezembro de 2008 e 2007. São Paulo, 23 de Julho de 2012. A Administração Balanços Patrimoniais – 31 de dezembro de 2008 e 2007 (Em milhares de reais) Demonstrações do Resultado – 31 de dezembro de 2008 e 2007 Ativo Nota 31/12/2008 31/12/2007 Passivo Nota 31/12/2008 31/12/2007 (Em milhares de reais) Circulante Circulante Nota 31/12/2008 31/12/2007 Caixa e equivalentes de caixa 4 17.193 11.044 Contas a pagar 8 2.915 2.210 Receita liquida 12 8.137 4.883 Clientes 5 1.946 6.385 IRPJ e contribuição social a recolher 9 352 292 Lucro bruto 8.137 4.883 IRPJ e contribuição social a recuperar 137 118 Impostos a recolher 10 742 728 Receitas (despesas) operacionais Impostos a recuperar 189 178 Salários a pagar 24 29 Despesa com pessoal (384) (432) Adiantamentos diversos 15 11 Obrigações sociais a recolher 9 29 Benefícios a funcionários (6) (9) Despesas pagas antecipadamente 79 79 Provisões trabalhistas 13 15 Encargos sociais (122) (110) Adiantamento de distribuição de lucros 251 251 4.055 3.303 Provisões trabalhistas (22) (46) 19.810 18.066 Não circulante Serviços prestados por terceiros (142) (139) Não circulante Débitos com pessoas ligadas 140 140 Despesas com ocupação (127) (104) Depósitos judiciais 203 25 140 140 Despesas gerais e administrativas (91) (403) Outros créditos 276 276 Patrimônio líquido 11 Despesas tributárias (286) (848) Investimento 6 3.369 178 Capital social 6.190 6.190 Depreciação e amortização (178) (333) Imobilizado 7 5.561 5.737 Reserva de capital 1.678 1.678 Outras (despesas) operacionais 990 17 9.409 6.216 Reserva de lucros 17.156 12.971 Lucro antes das receitas e despesas 25.024 20.839 financeiras e do IRPJ e contrib. social 7.769 2.476 Total do ativo 29.219 24.282 Total do passivo e patrimônio líquido 29.219 24.282 Receitas financeiras 13 1.165 823 Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras – 31 de dezembro de 2008 e 2007 (Em milhares de reais) Despesas financeiras 13 (2) (5) 8.932 3.294 1. Contexto operacional – O objeto da Romano S/A Materiais para Cons- As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do Lucro antes do IRPJ e contrib. social (1.291) (971) trução (“Sociedade”) contempla as seguintes atividades: • Fabricação de risco envolvido. g. Imposto de renda e contribuição social: O imposto de Provisão para IRPJ e contribuição social 7.641 2.323 tintas, esmaltes, lacas, vernizes, solventes, secantes, impermeabilizantes, renda e a contribuição social, do exercício corrente e diferido, são calculados Lucro do exercício massa preparadas para pintura e acabamento. • Fabricação de aparelhos com base nas alíquotas de 15% acrescida do adicional de 10% sobre o a Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido e utensílios elétricos para fins industriais e de comercio e fornos elétricos presunção de lucro excedente de R$ 240 para imposto de renda e 9% sobre 31 de dezembro de 2008 e 2007 (Em milhares de reais) para metal, estufa, esteril, fogões industriais e comerciais, máquina para a presunção de o lucro para contribuição social. Capital Reserva Reserva Patricoar café, maquinas e aparelhagem de solda elétrica, dispositivo de partida, 4. Caixa e equivalentes de caixa 31/12/2008 31/12/2007 social de de mônio regulador de velocidade, freios eletros-magnéticos. • Comércio atacadista Caixa e bancos Subscrito capital lucros Líquido de ferragens, ferramentas, produtos metalúrgicos e artigos de cutelaria (ara- Caixa fundo fixo – 1 Em 31/12/2006 2 7.866 13.214 21.082 mes, canos, tubos, enxadas, pás, alicates, serrotes, tesouras, canivetes, etc) Banco Itaú S.A. 254 74 Aumento de capital 6.188 (6.188) – – inclusive cofres e extintores de incêndio. • Comércio atacadista de madeira Banco do Brasil S.A. 1 – Resultado do exercício – – 2.323 2.323 beneficiada e artefatos de madeira (madeira serrada, folheada, compen- Banco Bradesco S.A. – 1 Dividendos propostos do exercício – – (2.566) (2.566) sada, aglomerada, tabuas, tacos, portas, etc.). • Importação e comércio Total caixas e bancos 255 76 Em 31/12/2007 6.190 1.678 12.971 20.839 atacadista de produtos importados; e • Locação de espaço. 2. Apresen- Aplicações financeiras Resultado do exercício – – 7.640 7.640 tação das demonstrações financeiras – As demonstrações financeiras Banco Itaú S.A. 16.877 10.910 Dividendos propostos do exercício – – (3.455) (3.455) foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, Banco do Brasil S.A. 1 1 Em 31/12/2008 6.190 1.678 17.156 25.024 as quais abrangem a legislação societária, os pronunciamentos técnicos, as Banco Safra S.A. 60 57 Demonstração dos Fluxos de Caixa – Método indireto orientações e as interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Total aplicações financeiras 16.938 10.968 31 de dezembro de 2008 e 2007 (Em milhares de reais) Contábeis e as normas emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade Total caixa e equivalentes de caixa 17.193 11.044 Nota 31/12/2008 31/12/2007 (CFC). A autorização para conclusão destas demonstrações financeiras foi 5. Clientes – O saldo de clientes representa, em suma, valores de venda de Fluxo de caixa das ativ. operacionais 7.640 2.323 dada pela diretoria em 23/07/2012. 3. Resumo das principais práticas mercadorias e prestação de serviços de aluguel. Em 31/12/2008 o saldo de Lucro do período Depreciação e amortização 178 333 contábeis – a. Apuração do resultado: O resultado das operações é apu- clientes representava R$1.946 (R$6.385 em 31/12/2007). 22 46 rado em conformidade com o regime contábil de competência. b. Estimati- 6. Investimentos 31/12/2008 31/12/2007 Provisões trabalhistas Caixa líquido gerado pelas ativ. operacionais 7.840 2.702 vas contábeis: A elaboração de demonstrações financeiras de acordo com Investimento – Astana * 136 – as práticas contábeis adotadas no Brasil requer que a Administração da Cia. Investimento – Romasul 7 7 Variação de ativos e passivos 4.439 6.057 e suas controladas use de julgamentos na determinação e no registro de Investimento em SCP – LW Corporate Center* 3.054 – Clientes IRPJ e contribuição social a recuperar (19) – estimativas contábeis. Ativos e passivos sujeitos a estimativas e premissas Titulos e valores mobiliários – Mantidos até (11) – incluem, entre outras, valor residual do ativo imobilizado, imposto de renda o vencimento 171 171 Impostos a recuperar Adiantamentos (4) (11) e contribuição social diferidos ativo e passivo, provisão para contingências Total investimentos 3.368 178 (178) (6) e mensuração de instrumentos financeiros. A liquidação das transações * Durante o exercício de 2008, a Cia. efetuou investimentos no montante de Depósitos judiciais 705 – envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos R$3.190 em empresas distintas. O investimento esta avaliado pelo custo por Contas a pagar 60 166 estimados em razão de imprecisões inerentes ao processo da sua determi- a empresa não possuir a maioria do capital votante e nem ter influencia na IRPJ e contribuição social a recolher Impostos a recolher 14 (702) nação. A Cia. revisa as estimativas e as premissas anualmente. c. Moeda administração. 7. Imobilizado – a.Composição do imobilizado (4) (15) funcional: A Administração da Cia. definiu que sua moeda funcional é o real 2008 2007 Salários a pagar Obrigações sociais a recolher (46) (36) de acordo com as normas descritas no CPC 02 – Efeitos nas Mudanças Custo de Depreciação Disponibilidade proveniente das nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis, aprovado aquisição acumulada Líquido Líquido (aplicada nas) atividades operacionais 12.796 8.155 pela Deliberação CVM nº 534. d. Instrumentos financeiros: Instrumentos Benfeitorias 4.462 (355) 4.107 4.285 financeiros não-derivativos incluem aplicações financeiras, contas a receber Computadores e periféricos 12 (10) 2 1 Fluxo de caixa das ativ. de investimento 6 (3.190) – e outros recebíveis, caixa e equivalentes de caixa, arrendamento financeiro, Imóveis 2.373 (923) 1.450 1.450 Adições ao investimento 7b (2) (2) assim como contas a pagar e outras dívidas. Instrumentos financeiros não- Instalações e Equipamentos 3 (2) 1 1 Adições ao imobilizado (3.192) (2) -derivativos são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido, para Móveis e utensílios 2 (1) 1 1 instrumentos que não sejam reconhecidos pelo valor justo através de resul- Veículos 83 (83) – – Fluxo de caixa das ativ. de financiamento (3.455) (2.566) tado, quaisquer custos de transação diretamente atribuíveis. Posteriormente 6.935 (1.375) 5.561 5.737 Pagamento de dividendos aos acionistas (3.455) (2.566) ao reconhecimento inicial, os instrumentos financeiros não derivativos são b. Movimentação do custo de aquisição Aumento no caixa e equivalentes de caixa 6.149 5.587 mensurados conforme descrito abaixo: • Instrumentos mantidos até o 2007 2008 Caixa e equiv. de caixa no início do período 11.044 5.457 vencimento: São ativos financeiros não derivativos com pagamentos fixos Custo de AdiCusto de 17.193 11.044 ou determináveis com vencimentos definidos e para os quais a Cia. tem aquisição ções Baixas Transf. aquisição Caixa e equiv. de caixa no fim do período Aumento (dimin.) do caixa e equiv. de caixa 6149 5.587 a intenção positiva e capacidade de manter até o vencimento seus instru- Benfeitorias 4.462 – – – 4.462 mentos de dívida, esses são classificados como mantidos até o vencimento. Computadores e periféricos 10 2 – – 12 nominativas. Durante o exercício social de 2007, a Cia. aumentou o capital Investimentos mantidos até o vencimento são mensurados pelo custo Imóveis 2.741 – (368) – 2.373 social para R$6.190 utilizando a totalidade do aumento, R$6.188 de sua amortizado utilizando o método de taxa de juros efetiva, deduzido de even- Instalações e Equipamentos 3 – – – 3 reserva de capital. O saldo do capital social em 31/12/2007 esta representuais reduções em seu valor recuperável. • Empréstimos e recebíveis: Os Móveis e utensílios 2 – – – 2 tado por 6.190.032 ações ordinárias ou comuns nominativas. Para o exercíempréstimos e recebíveis devem ser mensurados pelo custo amortizado por Veículos 83 – – – 83 cio social findo em 31/12/2008 não ocorreram alterações, mantendo o total meio da utilização do método de taxa de juros efetiva, reduzidos por even7.301 2 (368) – 6.935 de R$6.190, representado por 6.190.032 ações ordinárias. b. Reserva de tuais reduções no valor recuperável. • Instrumentos financeiros derivati- 8. Contas a pagar – O saldo de contas a pagar se resume em, basicamente, capital: O saldo de reserva de capital foi reduzido mediante a aumento de vos: Em 31/12/2008 e 2007, a Cia. não possuía saldos em aberto de instru- contas a pagar oriundo a atividade da Cia. e contas a pagar referente a capital, de R$7.866 para R$1.678. mentos financeiros derivativos. e. Ativo circulante e não circulante: • Con- aquisição de investimentos. Abaixo é demonstrado o detalhe das operações: 12. Receita líquida 31/12/2008 31/12/2007 tas a receber de clientes: As contas a receber de clientes são registradas 31/12/2008 31/12/2007 Receita de aluguel 8.445 5.147 pelo valor do contrato de aluguel, incluindo os respectivos impostos diretos Contas a pagar – Investimento em (-) Pis (55) (47) de responsabilidade tributária da Cia.. • Investimentos: Os investimentos SCP LW Corporate Center 2.492 – (-) Cofins (253) (217) em controladas são avaliados por equivalência patrimonial, quando atendido Contas a pagar – Diversos 423 2.210 Receita liquida 8.137 4.883 as normas do comitê de pronunciamentos contábeis. Outros investimentos Total contas a pagar 2.915 2.210 13. Receitas e despesas financeiras 31/12/2008 31/12/2007 que não se enquadrem na categoria acima são avaliados pelo custo de 9. IRPJ e contribuição social a recolher 31/12/2008 31/12/2007 Receitas financeiras aquisição, deduzido de provisão para desvalorização, quando aplicável. • Imposto de renda a recolher 268 218 Rendimento de aplicação financeira 1.165 823 Imobilizado: Registrado ao custo de aquisição. A depreciação dos ativos é Contribuição social a recolher 84 74 Total receitas financeiras 1.165 823 calculada pelo método linear às taxas mencionadas na Nota Explicativa nº 7 Total IRPJ e contribuição social a recolher 352 292 Despesas financeiras e leva em consideração o tempo de vida útil estimado dos bens. f. Passivo 10. Impostos a recolher 31/12/2008 31/12/2007 Tarifas bancárias (1) (1) circulante e não circulante: Demonstrados pelos valores conhecidos ou Pis a recolher 11 5 Juros incorridos (1) (4) calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos Cofins a recolher 722 718 Total despesas financeiras (2) (5) e variações monetárias incorridos até a data do balanço patrimonial. Uma IRRF sobre salários a recolher 9 5 Resultado financeiro líquido 1.163 818 provisão é reconhecida no balanço patrimonial quando a Cia. possui uma Total de impostos a recolher 742 728 Osvaldo Romano – Diretor Presidente obrigação legal ou constituída como resultado de um evento passado, e é 11. Patrimônio líquido – a. Capital social: O capital social em 31/12/2006 provável que um recurso econômico seja requerido para saldar a obrigação. é R$ 2 está representado por 4.459.781.442 ações ordinárias ou comuns Carlos Masetti Junior – Contador – CRC 1SP179400/O-5
Romano S.A. Materiais para Construção – CNPJ/MF nº 61.300.042/0001-32 Relatório da Administração Atendendo às disposições legais e estatutárias, a Administração da Romano S/A Materiais para Construção apresenta aos seus acionistas o Relatório da Administração juntamente com as respectivas Demonstrações Financeiras findas em 31 de dezembro de 2009 e 2008. São Paulo, 23 de Julho de 2012. A Administração Demonstrações do Resultado 31 de dezembro de 2009 e 2008 Balanços Patrimoniais 31 de dezembro de 2009 e 2008 (Em milhares de reais) (Em milhares de reais) Ativo Nota 31/12/2009 31/12/2008 Passivo Nota 31/12/2009 31/12/2008 Nota 31/12/2009 31/12/2008 Circulante Circulante 12 8.682 8.137 Caixa e equivalentes de caixa 4 20.859 17.193 Contas a pagar 8 1.580 2.915 Receita liquida 8.682 8.137 Clientes 5 1.317 1.946 IR e contribuição social a recolher 9 355 352 Lucro bruto IR e contribuição social a recuperar 148 137 Impostos a recolher 10 737 742 Receitas (despesas) operacionais (361) (384) Impostos a recuperar 190 189 Salários a pagar 25 24 Despesa com pessoal (4) (6) Adiantamentos diversos 22 15 Obrigações sociais a recolher 9 9 Benefícios a funcionários (83) (122) Despesas pagas antecipadamente 79 79 Provisões trabalhistas 12 13 Encargos sociais Provisões trabalhistas (11) (22) Adiantamento de distribuição de lucros 251 251 2.718 4.055 Serviços prestados por terceiros (339) (142) 22.866 19.810 Não circulante (133) (127) Não circulante Débitos com pessoas ligadas 140 140 Despesas com ocupação (143) (91) Depósitos judiciais 203 203 140 140 Despesas gerais e administrativas Despesas tributárias (163) (286) Outros créditos 276 276 Patrimônio líquido 11 Depreciação e amortização (178) (178) Investimento 6 3.415 3.369 Capital social 6.190 6.190 55 990 Imobilizado 7 5.383 5.561 Reserva de capital 1.678 1.678 Outras receitas (despesas) operacionais 9.277 9.409 Reserva de lucros 21.417 17.156 Lucro antes das receitas e despesas financeiras e do IR e contrib. social 7.322 7.769 29.285 25.024 13 1.814 1.165 Total do ativo 32.143 29.219 Total do passivo e patrimônio líquido 32.143 29.219 Receitas financeiras Despesas financeiras 13 (12) (2) Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras 31 de dezembro de 2009 e 2008 (Em milhares de reais) Lucro antes do IR e contrib. social 9.124 8.932 1. Contexto operacional – O objeto da Romano S/A Materiais para Cons- resultado de um evento passado, e é provável que um recurso econômico Provisão para IR e contribuição social (1.272) (1.291) trução (“Sociedade”) contempla as seguintes atividades: • Fabricação de seja requerido para saldar a obrigação. As provisões são registradas tendo Lucro do exercício 7.852 7.641 tintas, esmaltes, lacas, vernizes, solventes, secantes, impermeabilizantes, como base as melhores estimativas do risco envolvido. g. Imposto de renda Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido massa preparadas para pintura e acabamento. • Fabricação de aparelhos e contribuição social: O imposto de renda e a contribuição social, do exer31 de dezembro de 2009 e 2008 (Em milhares de reais) e utensílios elétricos para fins industriais e de comercio e fornos elétricos cício corrente e diferido, são calculados com base nas alíquotas de 15% Capital social Reserva Reserva Patrimônio para metal, estufa, esteril, fogões industriais e comerciais, máquina para acrescida do adicional de 10% sobre o a presunção de lucro excedente Subscrito de capital de lucros Liquido coar café, maquinas e aparelhagem de solda elétrica, dispositivo de partida, de R$ 240 para imposto de renda e 9% sobre a presunção de o lucro para Em 31/12/2007 6.190 1.678 12.971 20.839 regulador de velocidade, freios eletros-magnéticos. • Comércio atacadista contribuição social. Result. do exercício – – 7.641 7.641 31/12/2009 31/12/2008 de ferragens, ferramentas, produtos metalúrgicos e artigos de cutelaria (ara- 4. Caixa e equivalentes de caixa Divid. prop. do exerc. – – (3.456) (3.456) mes, canos, tubos, enxadas, pás, alicates, serrotes, tesouras, canivetes, etc) Caixa e bancos Em 31/12/2008 6.190 1.678 17.156 25.024 1 – inclusive cofres e extintores de incêndio. • Comércio atacadista de madeira Caixa fundo fixo – – 7.852 7.852 442 254 Result. do exercício beneficiada e artefatos de madeira (madeira serrada, folheada, compen- Banco Itaú S.A. – – (3.591) (3.591) 1 1 Divid. prop. do exerc. sada, aglomerada, tabuas, tacos, portas, etc.). • Importação e comércio ata- Banco do Brasil S.A. Em 31/12/2009 6.190 1.678 21.417 29.285 Banco Bradesco S.A. 1 – cadista de produtos importados; e • Locação de espaço. Demonstração dos Fluxos de Caixa 31 de dezembro de 2009 e 2008 445 255 2. Apresentação das demonstrações financeiras – As demonstrações Total caixas e bancos (Em milhares de reais) 20.350 16.877 financeiras foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas Aplicações financeiras: Banco Itaú S.A. Banco do Brasil S.A. 1 1 Fluxo de caixa das ativid. operacionais Nota 31/12/2009 31/12/2008 no Brasil, as quais abrangem a legislação societária, os pronunciamentos Banco Safra S.A. 63 60 Lucro do período técnicos, as orientações e as interpretações emitidas pelo Comitê de Pro7.852 7.640 20.414 16.938 Depreciação e amortização nunciamentos Contábeis e as normas emitidas pelo Conselho Federal de Total aplicações financeiras 178 178 20.859 17.193 Provisões trabalhistas Contabilidade (CFC). A autorização para conclusão destas demonstrações Total caixa e equivalentes de caixa 11 22 5. Clientes – O saldo de clientes representa, em suma, valores de venda de Caixa líq. gerado p/ ativid. operacionais financeiras foi dada pela diretoria em 23/07/2012. 8.041 7.840 3. Resumo das principais práticas contábeis – a. Apuração do resul- mercadorias e prestação de serviços de aluguel. Em 31/12/2009 o saldo de Variação de ativos e passivos tado: O resultado das operações é apurado em conformidade com o regime clientes representava R$1.317 (R$1.945 em 31/12/2008). Clientes 629 4.439 31/12/2009 31/12/2008 Imp. Renda e contrib. social a recuperar contábil de competência. b. Estimativas contábeis: A elaboração de 6. Investimentos (11) (19) 183 136 Impostos a recuperar demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas Investimento – Astana * – (11) 7 7 Adiantamentos no Brasil requer que a Administração da Cia. e suas controladas use de jul- Investimento – Romasul (7) (4) 3.054 3.054 Depósitos judiciais gamentos na determinação e no registro de estimativas contábeis. Ativos e Investimento em SCP – LW Corporate Center – (178) 171 171 Contas a pagar passivos sujeitos a estimativas e premissas incluem, entre outras, valor resi- Titulos e val. mobil. – Mantidos até o vencimento (1.336) 705 3.415 3.368 Imp. de renda e contrib. social a recolher dual do ativo imobilizado, imposto de renda e contribuição social diferidos Total investimentos 3 60 ativo e passivo, provisão para contingências e mensuração de instrumen- * Para o exercício social de 2009, a Cia. aumentou somente R$47 em inves- Impostos a recolher (5) 14 tos financeiros. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas timento na Astana. Salários a pagar – (4) poderá resultar em valores diferentes dos estimados em razão de impreci- 7. Imobilizado – a. Composição do imobilizado Obrigações sociais a recolher (11) (46) 2009 2008 Disp. prov. das(aplic. nas) ativid. operac. sões inerentes ao processo da sua determinação. A Cia. revisa as estima7.303 12.796 Custo de Depreciação tivas e as premissas anualmente. c. Moeda funcional: A Administração da Fluxo de caixa das ativid. de investimento aquisição acumulada Líquido Líquido Adições ao investimento Cia. definiu que sua moeda funcional é o real de acordo com as normas 6 (46) (3.190) descritas no CPC 02 – Efeitos nas Mudanças nas Taxas de Câmbio e Con- Benfeitorias 4.462 (532) 3.930 4.107 Adições ao imobilizado 7b – (2) versão de Demonstrações Contábeis, aprovado pela Deliberação CVM nº Computadores e periféricos 12 (10) 2 2 (46) (3.192) 534. d. Instrumentos financeiros: Instrumentos financeiros não-derivativos Imóvéis 2.373 (923) 1.450 1.450 Fluxo de caixa das ativid. de financiamento incluem aplicações financeiras, contas a receber e outros recebíveis, caixa e Instalações e Equipamentos 3 (3) – 1 (3.591) (3.455) equivalentes de caixa, arrendamento financeiro, assim como contas a pagar Móveis e utensílios 2 (1) 1 1 Pagamento de dividendos aos acionistas (3.591) (3.455) e outras dívidas. Instrumentos financeiros não-derivativos são reconhecidos Veículos 83 (83) – – Aumento no caixa e equival. de caixa 3.666 6.149 inicialmente pelo valor justo acrescido, para instrumentos que não sejam 6.935 (1.552) 5.383 5.561 Caixa e equival. de caixa no início do período 17.193 11.044 reconhecidos pelo valor justo através de resultado, quaisquer custos de b. Movimentação do custo de aquisição 20.859 17.193 transação diretamente atribuíveis. Posteriormente ao reconhecimento ini2008 2009 Caixa e equival. de caixa no fim do período 3.666 6.149 cial, os instrumentos financeiros não derivativos são mensurados conforme Custo Custo Aum. (dimin.) do caixa e equival. de caixa descrito abaixo: • Instrumentos mantidos até o vencimento: São ativos de aquis. Adições Baixas Transf. de aquis. social para R$6.190 utilizando a totalidade do aumento, R$6.188 de sua financeiros não derivativos com pagamentos fixos ou determináveis com Benfeitorias 4.462 – – – 4.462 reserva de capital. O saldo do capital social em 31/12/2007 esta represenvencimentos definidos e para os quais a Cia. tem a intenção positiva e capa- Comput. e periféricos 12 – – – 12 tado por 6.190.032 ações ordinárias ou comuns nominativas. Para o exercidade de manter até o vencimento seus instrumentos de dívida, esses são Imóvéis 2.373 – – – 2.373 cício social findo em 31/12/2008 e 31/12/2009 não ocorreram alterações, classificados como mantidos até o vencimento. Investimentos mantidos até Instal. e Equipamentos 3 – – – 3 mantendo o total de R$6.190, representado por 6.190.032 ações ordinárias. o vencimento são mensurados pelo custo amortizado utilizando o método Móveis e utensílios 2 – – – 2 b. Reserva de capital: O saldo de reserva de capital foi reduzido mediante a de taxa de juros efetiva, deduzido de eventuais reduções em seu valor recu- Veículos 83 – – – 83 aumento de capital, de R$7.866 para R$1.678 em 2007, e, a partir de então perável. • Empréstimos e recebíveis: Os empréstimos e recebíveis devem 6.935 – – – 6.935 não houve alteração. ser mensurados pelo custo amortizado por meio da utilização do método de 8. Contas a pagar – O saldo de contas a pagar se resume em, basicamente, 12. Receita líquida taxa de juros efetiva, reduzidos por eventuais reduções no valor recuperá- contas a pagar oriundo a atividade da Cia. e contas a pagar referente a 31/12/2009 31/12/2008 vel. • Instrumentos financeiros derivativos: Em 31/12/2009 e 2008, a Cia. aquisição de investimentos. Abaixo é demonstrado o detalhe das operações: Receita de aluguel 9.010 8.445 não possuía saldos em aberto de instrumentos financeiros derivativos. e. 31/12/2009 31/12/2008 (-) Pis (58) (55) Ativo circulante e não circulante • Contas a receber de clientes: As con- Contas a pagar/Invest. em SCP LW Corp. Center 1.319 2.492 (-) Cofins (270) (253) tas a receber de clientes são registradas pelo valor do contrato de aluguel, Contas a pagar – Diversos 261 423 Receita liquida 8.682 8.137 incluindo os respectivos impostos diretos de responsabilidade tributária da Total contas a pagar 1.580 2.915 13. Receitas e despesas financeiras Cia.. • Investimentos: Os investimentos em controladas são avaliados por 9. IR e contribuição social a recolher 31/12/2009 31/12/2008 31/12/2009 31/12/2008 equivalência patrimonial, quando atendido as normas do comitê de pronun- Imposto de renda a recolher 275 268 Receitas financeiras ciamentos contábeis. Outros investimentos que não se enquadrem na cate- Contribuição social a recolher 80 84 Rendimento de aplicação financeira 1.814 1.165 goria acima são avaliados pelo custo de aquisição, deduzido de provisão Total IR e contribuição social a recolher 355 352 Total receitas financeiras 1.814 1.165 para desvalorização, quando aplicável. • Imobilizado: Registrado ao custo 10. Impostos a recolher 31/12/2009 31/12/2008 Despesas financeiras de aquisição. A depreciação dos ativos é calculada pelo método linear às Pis a recolher 10 11 Tarifas bancárias (1) (1) taxas mencionadas na Nota Explicativa nº 7 e leva em consideração o tempo Cofins a recolher 719 722 Juros incorridos (10) (1) de vida útil estimado dos bens. f. Passivo circulante e não circulante: IRRF sobre salários a recolher 8 9 Total despesas financeiras (12) (2) Demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando Total de impostos a recolher 737 742 Resultado financeiro líquido 1.802 1.163 aplicável, dos correspondentes encargos e variações monetárias incorridos 11. Patrimônio líquido – a. Capital social: O capital social em 31/12/2006 Osvaldo Romano – Diretor Presidente até a data do balanço patrimonial. Uma provisão é reconhecida no balanço é R$ 2 está representado por 4.459.781.442 ações ordinárias ou comuns patrimonial quando a Cia. possui uma obrigação legal ou constituída como nominativas. Durante o exercício social de 2007, a Cia. aumentou o capital Carlos Masetti Junior – Contador CRC 1SP179400/O-5
DIÁRIO DO COMÉRCIO
30 -.ECONOMIA/LEGAIS
e Milho e soja elevam IGP-10 de agosto conomia
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Vamos levar até o meio do ano que vem para começar a voltar a níveis mais confortáveis de estoques (de soja). Salomão Quadros, pesquisador da FGV Larry Downing/Reuters
Quebra da safra norte-americana continua impactando preços no Brasil
O
s efeitos da seca dos Estados Unidos sobre a produção de soja e milho foram os principais impactos na alta de 1,59% da inflação medida pelo Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) em agosto. Em julho, a taxa foi de 0,96%. Juntos, a soja e o milho responderam por 1,37 ponto percentual da alta de 2,21% do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA, que responde por 60% do índice geral) no mês, frente ao 1,24% de julho. De acordo com o coordenador dos IGPs da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Salomão
Quadros, essa foi a maior variação do IGP-10 e do IPA-10 na margem desde julho de 2008, época pré-crise em que os índices tiveram altas de 2% e 2,54%, respectivamente. No acumulado de 12 meses, a elevação de agosto foi a maior do IGP-10 desde setembro do ano passado (7,79%). A gr on eg óc i o – A inflação agropecuária foi a que mais pressionou o índice medido pela FGV no atacado. Os produtos agrícolas atacadistas subiram 6,23%, em comparação com a alta de 1,94% apurada em julho. A soja já vinha em alta em julho (10,17%) e foi
a maior influência positiva no mês, com variação de 15,62%. Já o milho saltou 22,17%, após uma taxa positiva de apenas 0,5% no mês anterior. As consequências dos problemas climáticos já aparecem em derivados como o farelo de soja (18,36%) e rações (4,55%). Perdas – Nos últimos 12 meses, o preço da soja subiu 73,45%. Quadros avalia que a cotação do produto já está próxima ao teto e deve entrar em uma fase de moderação, mas sem retornar aos patamares de preço anteriores à seca pelo quadro de forte de-
Romano S.A. Materiais para Construção
Plantação de milho perdida nos Estados Unidos: impacto direto na alta de 1,59% do IGP-10 em agosto. manda e baixos estoques. "O preço só vai começar a cair quando conseguirmos repor essas perdas, o que não é automático. Vamos levar até o
– CNPJ/MF nº 61.300.042/0001-32 Relatório da Administração Atendendo às disposições legais e estatutárias, a Administração da Romano S/A Materiais para Construção apresenta aos seus acionistas o Relatório da Administração juntamente com as respectivas Demonstrações Financeiras findas em 31 de dezembro de 2011 e 2010. São Paulo, 23 de Julho de 2012. A Administração Balanços Patrimoniais – 31 de dezembro de 2011 e 2010 (Em milhares de reais) Demonstrações do Resultado Ativo Nota 31/12/2011 31/12/2010 Passivo Nota 31/12/2011 31/12/2010 31 de dezembro de 2011 e 2010 (Em milhares de reais) Circulante Circulante Nota 31/12/2011 31/12/2010 Caixa e equivalentes de caixa 4 22.923 23.469 Contas a pagar 8 3.465 1.650 Receita liquida 12 9.633 8.995 Clientes 5 – 1.317 IRPJ e contribuição social a recolher 9 322 245 (-) Custo dos serviços prestados – – IRPJ e contribuição social a recuperar 26 148 Impostos a recolher 10 42 739 Lucro bruto 9.633 8.995 Impostos a recuperar – 190 Salários a pagar 23 23 Receitas (despesas) operacionais Adiantamentos diversos – 39 Obrigações sociais a recolher 10 9 Despesa com pessoal (370) (364) Despesas pagas antecipadamente – 79 Provisões trabalhistas 16 13 Benefícios a funcionários (3) (4) Adiantamento de distribuição de lucros 106 – 3.878 2.679 Encargos sociais (87) (85) 23.055 25.242 Não circulante Provisões trabalhistas (13) (12) Não circulante Patrimônio líquido 11 Serviços prestados por terceiros (278) (136) Depósitos judiciais 3 203 Capital social 6.190 6.190 Despesas com ocupação (148) (130) Outros créditos 276 276 Reserva de capital 1.678 1.678 Despesas gerais e administrativas (338) (190) Investimento 6 10.651 3.736 Reserva de lucros 27.271 24.115 Despesas tributárias (35) (52) Imobilizado 7 5.032 5.205 35.139 31.983 Depreciação e amortização (178) (178) 15.962 9.420 Lucro antes das receitas e despesas Total do ativo 39.017 34.662 Total do passivo e patrimônio líquido 39.017 34.662 financeiras e do IRPJ e contrib. social 8.183 7.844 Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras – 31 de dezembro de 2011 e 2010 (Em milhares de reais) Receitas financeiras 13 2.473 2.108 13 – (2) 1. Contexto operacional – O objeto da Romano S/A Materiais para Cons- rável - Impairment: A Cia. efetuou a análise de possível perda por redução Despesas financeiras 10.656 9.950 trução (“Sociedade”) contempla as seguintes atividades: • Fabricação de ao valor recuperável e, em 31/12/2011 não encontrou nenhum indicio em Lucro antes do IRPJ e contrib. social Provisão IRPJ e contribuição social 14 (1.903) (1.707) tintas, esmaltes, lacas, vernizes, solventes, secantes, impermeabilizantes, suas rubricas do balanço que tal redução pudesse ser aplicada, portanto 8.753 8.243 massa preparadas para pintura e acabamento. • Fabricação de aparelhos e não realizou a aplicação do Impairment. g. Benefícios a empregados: Lucro do exercício utensílios elétricos para fins industriais e de comercio e fornos elétricos para • Benefícios de término de vínculo empregatício: Os benefícios de término Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido metal, estufa, esteril, fogões industriais e comerciais, máquina para coar de vínculo empregatício são reconhecidos como uma despesa quando a 31 de dezembro de 2011 e 2010 (Em milhares de reais) café, maquinas e aparelhagem de solda elétrica, dispositivo de partida, Cia. está comprovadamente comprometida, sem possibilidade realista de Capital Reserva Reserva Patriregulador de velocidade, freios eletros-magnéticos. • Comércio atacadista retrocesso, com um plano formal detalhado para rescindir o contrato de trasocial de de mônio de ferragens, ferramentas, produtos metalúrgicos e artigos de cutelaria (ara- balho antes da data de aposentadoria normal ou prover benefícios de térSubscrito capital lucros Liquido mes, canos, tubos, enxadas, pás, alicates, serrotes, tesouras, canivetes, mino de vínculo empregatício em função de uma oferta feita para estimular Em 31/12/2009 6.190 1.678 21.417 29.285 etc) inclusive cofres e extintores de incêndio. • Comércio atacadista de a demissão voluntária. • Benefícios de curto prazo a empregados: Obriga- Resultado do exercício – – 8.243 8.243 madeira beneficiada e artefatos de madeira (madeira serrada, folheada, ções de benefícios de curto prazo a empregados são mensuradas em uma Dividendos propostos do exercício – – (5.545) (5.545) compensada, aglomerada, tabuas, tacos, portas, etc.). • Importação e base não descontada e são incorridas como despesas conforme o serviço Em 31/12/2010 6.190 1.678 24.115 31.983 comércio atacadista de produtos importados; e • Locação de espaço. 2. relacionado seja prestado. h. Provisões: Uma provisão é reconhecida no Resultado do exercício – – 8.753 8.753 Base de preparação das demonstrações financeiras – 2.1 Declaração balanço patrimonial quando a Cia. possui uma obrigação legal ou constitu- Dividendos propostos do exercício – – (5.597) (5.597) de conformidade (com relação às normas IFRS e às normas do BR ída como resultado de um evento passado, e é provável que um recurso Em 31/12/2011 6.190 1.678 27.271 35.139 GAAP): As presentes demonstrações financeiras incluem: • As demonstra- econômico seja requerido para saldar a obrigação. As provisões são regisDemonstração dos Fluxos de Caixa ções financeiras preparadas conforme as Normas Internacionais de Relató- tradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. i. 31 de dezembro de 2011 e 2010 (Em milhares de reais) rio Financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Imposto de renda e contribuição social: O imposto de renda e a contribuiFluxo de caixa das ativid. operacionais Nota 31/12/2011 31/12/2010 Board (IASB) e também de acordo com as práticas contábeis adotadas no ção social do exercício corrente e diferido são calculados com base nas 8.753 8.243 Brasil (BR GAAP); e As demonstrações financeiras foram elaboradas de alíquotas de 15%, acrescidas do adicional de 10% sobre o lucro tributável Lucro do período 178 178 acordo com o BR GAAP e, para o caso da Cia., essas práticas diferem das excedente de R$ 240 para imposto de renda e 9% sobre o lucro tributável Depreciação e amortização 13 12 IFRS aplicáveis para demonstrações financeiras separadas em função da para contribuição social sobre o lucro líquido. O imposto corrente é o imposto Provisões trabalhistas 8.944 8.433 avaliação dos investimentos em controladas pelo método de equivalência a pagar ou a receber esperado sobre o lucro ou prejuízo tributável do exer- Caixa líq. gerado pelas ativ. operacionais Variação de ativos e passivos patrimonial no BR GAAP, enquanto para fins de IFRS seria pelo custo ou cício, a taxas de impostos decretadas ou substantivamente decretadas na 1.317 – valor justo. As demonstrações de resultados abrangentes individuais não data de apresentação das demonstrações financeiras e qualquer ajuste aos Clientes 122 – estão sendo apresentadas, pois não há valores a serem apresentados impostos a pagar com relação aos exercícios anteriores. O imposto diferido IRPJ e contribuição social a recuperar 190 – sobre esse conceito, ou seja, o resultado do exercício é igual ao resultado é reconhecido com relação às diferenças temporárias entre os valores con- Impostos a recuperar (67) 234 abrangente total. 3. A autorização para conclusão destas demonstrações tábeis de ativos e passivos para fins contábeis e os correspondentes valores Adiantamentos Despesas pagas antecipadamente 79 – financeiras foi dada pela diretoria em 23/07/2012. 3.1 Base de mensura- usados para fins de tributação. O imposto diferido é mensurado pelas alí200 – ção: As demonstrações financeiras foram preparadas com base no custo quotas que se espera serem aplicadas às diferenças temporárias quando Depósitos judiciais 1.815 70 histórico, sem exceção. 3.2 Moeda funcional e moeda de apresentação: elas revertem, baseando-se nas leis que foram decretadas ou substantiva- Contas a pagar 77 (110) As demonstrações financeiras são apresentadas em Real, que é a moeda mente decretadas até a data de apresentação das demonstrações financei- IRPJ e contribuição social a recolher (697) 1 funcional da Cia.. Todas as informações financeiras apresentadas em Real ras. Os ativos e passivos fiscais diferidos são compensados caso haja um Impostos a recolher – (1) foram arredondadas para o milhar mais próximo, exceto quando indicado de direito legal de compensar passivos e ativos fiscais correntes, e eles se Salários a pagar (10) (11) outra forma. 3.3 Uso de estimativas e julgamentos: A preparação das relacionam a impostos de renda lançados pela mesma autoridade tributária Obrigações sociais a recolher 11.970 8.616 demonstrações de acordo com as normas IFRS e os normas CPC exige que sobre a mesma entidade sujeita à tributação. Um ativo de imposto de renda Dispon. proven. das (aplic. nas) ativ. operac. a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a e contribuição social diferido é reconhecido por perdas fiscais, créditos fis- Fluxo de caixa das ativ. de investimento 6 (6.915) (321) aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, cais e diferenças temporárias dedutíveis não utilizadas quando é provável Adições ao investimento 7b (4) – receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. que lucros futuros sujeitos à tributação estarão disponíveis e contra os quais Adições ao imobilizado (6.919) (321) Estimativas e premissas são revistas de uma maneira contínua. Revisões serão utilizados. Ativos de imposto de renda e contribuição social diferido Fluxo de caixa das ativ. de financiamento com relação a estimativas contábeis são reconhecidas no período em que são revisados a cada data de relatório e serão reduzidos na medida em que – (140) as estimativas são revisadas e em quaisquer períodos futuros afetados. 3. sua realização não seja mais provável. A Cia. para fins de apuração do lucro Pagam. de emprés. com pessoas ligadas (5.597) (5.545) Principais políticas contábeis – As políticas contábeis descritas em deta- tributável e seus efeitos sobre as demonstrações financeiras, consideraram Pagamento de dividendos aos acionistas (5.597) (5.685) lhes abaixo têm sido aplicadas de maneira consistente a todos os períodos a adoção do Regime Tributário Transitório (RTT), conforme determinado na (546) 2.610 apresentados nessas demonstrações financeiras. a. Instrumentos finan- MP nº 449/08 (Lei nº 11.941/09) cuja opção foi confirmada quando da Aumento no caixa e equivalentes de caixa 23.469 20.859 ceiros: • Ativos financeiros não derivativos: A Cia. reconhece os emprésti- entrega da Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurí- Caixa e equiv. de caixa no início do período 22.923 23.469 mos e recebíveis e depósitos inicialmente na data em que foram originados. dica (DIPJ) do ano calendário 2009. Para 2011 e 2010, a Cia. optou pelo Caixa e equivalente de caixa no fim do período (546) 2.610 Todos os outros ativos financeiros (incluindo os ativos designados pelo valor regime de tributação do lucro presumido. Em 31/12/2011, a Cia. não possui Aumento (diminuição) do caixa e equivalentes justo por meio do resultado) são reconhecidos inicialmente na data da nego- imposto de renda e contribuição social diferido ativo e passivo registrado. j. 2010 2011 ciação na qual a Cia. se torna uma das partes das disposições contratuais Capital social: Ações ordinárias: Ações ordinárias são classificadas como Custo de AdiCusto de do instrumento. A Cia. reconhece um ativo financeiro quando os direitos patrimônio líquido. Ações preferenciais: A Cia. não possui ações preferenaquisição ções Baixas Transf. aquisição contratuais aos fluxos de caixa do ativo expiram, ou quando a Cia. transfere ciais. k. Receita: A receita de aluguel é reconhecida no resultado utilizando Benfeitorias 4.462 – – – 4.462 os direitos ao recebimento dos fluxos de caixa contratuais sobre um ativo o principio da competência, mensalmente ou pró rate tempore, de acordo Computadores e periféricos 12 2 – – 14 financeiro em uma transação no qual essencialmente todos os riscos e com a quantidade de meses (ou dias) que o inquilino locou o imóvel. l. Imóvéis 2.373 – – – 2.373 benefícios da titularidade do ativo financeiro são transferidos. Eventual par- Receitas e despesas financeiras: As receitas financeiras abrangem recei- Instalações e Equipamentos 3 2 – – 5 ticipação que seja criada ou retida pela Cia. nos ativos financeiros é reco- tas de juros sobre aplicações financeiras. A receita de juros é reconhecida Móveis e utensílios 6 – – – 6 nhecida como um ativo ou passivo individual. Os ativos ou passivos financei- no resultado, através do método dos juros efetivos. As despesas financeiras Veículos 83 – – – 83 ros são compensados e o valor líquido apresentado no balanço patrimonial abrangem despesas com juros sobre empréstimos e utilizações de limites 6.939 4 – – 6.943 quando, somente quando, a Cia. tenha o direito legal de compensar os valo- de cheques especiais, os quais são mensurados no resultado através do c. Movimentação da depreciação: res e tenha a intenção de liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo método de juros efetivos. m. Resultado por ação: O resultado por ação 2009 2010 e liquidar o passivo simultaneamente. A Cia. tem ativos financeiros não deri- básico é calculado por meio do resultado do período atribuível aos acionisDeprec. AdiDeprec. vativos: caixas e equivalentes de caixa. A perda por redução no valor recu- tas controladores e não controladores da Cia. n. Novas normas e interpreacumul. ções Baixas Transf. acumul. perável de ativos financeiros é reconhecida na demonstração de resultado, tações ainda não adotadas: Diversas normas, emendas a normas e interBenfeitorias (535) (177) – – (712) se aplicável. • Empréstimos e recebíveis: Empréstimos e recebíveis são ati- pretações IFRS emitidas pelo IASB ainda não entraram em vigor para o Computadores e periféricos (10) (1) – – (11) vos financeiros com pagamentos fixos ou calculáveis que não são cotados exercício encerrado em 31/12/2011, sendo essas: Novos Standards, emenImóvéis (923) – – – (923) no mercado ativo. Tais ativos são reconhecidos inicialmente pelo valor regis- das aos Standards e interpretações são efetivos para os períodos anuais Instalações e Equipamentos (3) – – – (3) trado em contrato acrescido de quaisquer custos de transação diretamente iniciados a partir de 01/01/2012, e não foram aplicados na preparação des(1) – – – (1) atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, os empréstimos e recebíveis são tas demonstrações financeiras. É esperado que nenhum desses novos Móveis e utensílios (83) – – – (83) medidos pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos, Standards tenha efeito material sobre as demonstrações financeiras do Veículos (1.554) (178) – – (1.733) decrescidos de qualquer perda por redução ao valor recuperável. Os Grupo exceto pelo IFRS 9 Financial Instruments que pode modificar a clas2010 2011 empréstimos e recebíveis abrangem clientes e outros créditos, incluindo os sificação e mensuração de ativos financeiros mantidos pela Cia.. O CPC Deprec. AdiDeprec. recebíveis oriundos de contratos de alugueis firmados entre as partes. ainda não emitiu pronunciamentos equivalentes aos IFRSs acima citados, acumul. ções Baixas Transf. acumul. Caixa e equivalentes de caixa abrangem saldos de caixa e investimentos mas existe expectativa de que o faça antes da data requerida de sua entrada (712) (177) – – (889) financeiros com vencimento original de três meses ou menos a partir da em vigor. A adoção antecipada dos pronunciamentos do IFRSs está condi- Benfeitorias (11) (1) – – (12) data da contratação (liquidez imeditada). • Caixa e equivalente de caixa: cionada à aprovação prévia em ato normativo da Comissão de Valores Mo- Computadores e periféricos Imóvéis (923) – – – (923) Caixa e equivalentes de caixa abrangem saldos de caixa e investimentos biliários ou Conselho Federal de Contabilidade. Instalações e Equipamentos (3) – – – (3) financeiros com vencimento original de três meses ou menos a partir da 4. Caixa e equivalentes de caixa 31/12/2011 31/12/2010 Móveis e utensílios (1) – – – (1) data da contratação. Os quais são sujeitos a um risco insignificante de alte- Caixa e bancos (83) – – – (83) ração no valor, e são utilizadas na gestão das obrigações de curto prazo. Caixa fundo fixo 1 1 Veículos (1.733) (178) – – (1.911) • Passivos financeiros não derivativos: Os ativos e passivos financeiros são Banco Itaú S.A. 1 622 compensados e o valor líquido é apresentado no balanço patrimonial Banco do Brasil S.A. 1 – 8. Contas a pagar – O saldo de contas a pagar se resume em, basicamente, quando, e somente quando, a Cia. tenha o direito legal de compensar os Banco Bradesco S.A. – – contas a pagar oriundo a atividade da Cia. e contas a pagar referente a valores e tenha a intenção de liquidar em uma base líquida ou de realizar o Total caixas e bancos 3 623 aquisição de investimentos. Abaixo é demonstrado o detalhe das operações: Contas a pagar – Investimento em 31/12/2011 31/12/2010 ativo e quitar o passivo simultaneamente. A Cia. tem os seguintes passivos Aplicações financeiras SCP LW Corporate Center – 739 financeiros não derivativos: Limite de cheque especial bancário, fornecedo- Banco Itaú S.A. 22.920 22.779 res e outras contas a pagar. Tais passivos financeiros são reconhecidos ini- Banco do Brasil S.A. – 1 Contas a pagar – Investimento em SCP Conceição de Monte Alegre 3.446 – cialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atri- Banco Safra S.A. – 66 19 911 buíveis. Após o reconhecimento inicial, esses passivos financeiros são Total aplicações financeiras 22.920 22.846 Contas a pagar – Diversos 3.465 1.650 medidos pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos. Total caixa e equivalentes de caixa 22.923 23.469 Total contas a pagar 31/12/2011 31/12/2010 • Redução ao Valor Recuperável (Impairment) – Ativos financeiros (incluindo 5. Clientes – O saldo de clientes representa, em suma, valores de venda de 9. IRPJ e contribuição social a recolher 192 127 recebíveis) A Cia. revisou e concluiu que não possui ativos financeiros pas- mercadorias e prestação de serviços de aluguel. Em 31/12/2011 o saldo de Imposto de renda a recolher 130 118 sivos de redução ao valor recuperável 31/12/2011. • Ativos e passivos finan- clientes encontra-se zero, pois todo o saldo proveniente a exercícios ante- Contribuição social a recolher Total IRPJ e contribuição social a recolher 322 245 ceiros derivativos: A Cia. não possui em aberto em 31/12/2011 transações riores foi recebido. com instrumentos financeiros derivativos. b. Contas a receber de clientes: 6. Investimentos 31/12/2011 31/12/2010 10. Impostos a recolher 31/12/2011 31/12/2010 As contas a receber de clientes correspondem aos valores a receber de Investimento – Astana * 613 504 5 10 clientes oriundos de contratos de aluguel firmado entre as partes. Se o Investimento - Romasul 7 7 Pis a recolher 26 720 prazo de recebimento é equivalente a um ano ou menos (ou outro que Invest. em SCP – LW Corporate Center 3.361 3.054 Cofins a recolher 11 9 atenda o ciclo normal da Cia.), as contas a receber são classificadas como Invest. em SCP – Conceição de Monte Alegre 6.499 – IRRF sobre salários a recolher 42 739 ativo circulante. Caso contrário, estão apresentados no ativo não circulante. Titulos e val. mob. – Mantidos até o vencimento 171 171 Total de impostos a recolher 11. Patrimônio líquido – a. Capital social: O capital social em 31/12/2006 A provisão para créditos de liquidação duvidosa não foi constituída pois a Total investimentos 10.651 3.736 Cia. considerou que seus clientes não atrasam o pagamento nem ocorreu * Para o exercício social de 2011, a Cia. aumentou seus investimentos em é R$ 2 está representado por 4.459.781.442 ações ordinárias ou comuns nenhum tipo de inadimplência superior a 90 dias. Conforme disposto no R$ 6.915, sendo aquisição de um novo investimento em SCP Conceição nominativas. Durante o exercício social de 2007, a Cia. aumentou o capital CPC 12, o ajuste a valor presente não foi registrado em virtude de não ter de Monte Alegre no montante de R$6.499, aumento de investimento por social para R$6.190 utilizando a totalidade do aumento, R$6.188 de sua efeito relevante nas demonstrações financeiras. c. Investimentos: Os inves- elevação de custo de obra em LW Corporate Center em R$307 e R$109 em reserva de capital. O saldo do capital social em 31/12/2007 esta representado por 6.190.032 ações ordinárias ou comuns nominativas. Para o exertimentos em controladas com participação no capital votante superior a 20% Astana (R$321 no total em 2010). cício social findo em 31/12/2008 e 31/12/2011 não ocorreram alterações, ou com influência significativa, e em demais sociedades que fazem parte de 7. Imobilizado – a. Composição do imobilizado: um mesmo grupo ou que estejam sob controle comum, são avaliados por 2010 2009 mantendo o total de R$6.190, representado por 6.190.032 ações ordinárias. b. Reserva de capital: O saldo de reserva de capital foi reduzido mediante a equivalência patrimonial. Outros investimentos que não se enquadrem na Custo de Depreciação categoria acima são avaliados pelo custo de aquisição, deduzido de proviaquisição acumulada Líquido Líquido aumento de capital, de R$7.866 para R$1.678 em 2007, e, a partir de então são para desvalorização, quando aplicável. Em 31/12/2010, a Cia. possui Benfeitorias 4.462 (710) 3.752 3.930 não houve alteração. 31/12/2011 31/12/2010 investimentos, porém que não atendem as expectativas descritas acima, Computadores e periféricos 12 (12) – 2 12. Receita líquida 9.998 9.335 portanto, todo o investimento está avaliado pelo custo de aquisição. d. Ativo Imóvéis 2.373 (924) 1.449 1.450 Receita de aluguel (65) (61) imobilizado: • Reconhecimento e mensuração: Itens do imobilizado são Instalações e Equipamentos 3 (3) – – (-) Pis (300) (280) mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção, deduzido de Móveis e utensílios 6 (2) 4 1 (-) Cofins Receita liquida 9.633 8.994 depreciação acumulada e perdas de redução ao valor recuperável (impair- Veículos 83 (83) – – 31/12/2011 31/12/2010 ment) acumuladas. A Cia. optou por não reavaliar os ativos imobilizados 6.939 (1.734) 5.205 5.383 13. Receitas e despesas financeiras pelo custo atribuído (deemed cost) na data de abertura do exercício de 2011 2010 Receitas financeiras Rendimento de aplicação financeira 2.473 2.108 2009. O software comprado que seja parte integrante da funcionalidade de Custo de Depreciação 2.473 2.108 um equipamento é capitalizado como parte daquele equipamento. • Custos aquisição acumulada Líquido Líquido Total receitas financeiras Despesas financeiras subsequentes: O custo de reposição de um componente do imobilizado é Benfeitorias 4.462 (889) 3.573 3.752 – (2) reconhecido no valor contábil do item caso seja provável que os benefícios Computadores e periféricos 14 (12) 2 – Tarifas bancárias econômicos incorporados dentro do componente irão fluir para a Cia. e que Imóvéis – – 2.373 (923) 1.450 1.449 Juros incorridos o seu custo pode ser medido de forma confiável. O valor contábil do compo- Instalações e Equipamentos – (2) 5 (3) 2 – Total despesas financeiras nente que tenha sido reposto por outro é baixado. Os custos de manutenção Móveis e utensílios 2.473 2.106 6 (1) 5 4 Resultado financeiro líquido no dia-a-dia do imobilizado são reconhecidos no resultado conforme incorri- Veículos 83 (83) – – 14. Imposto de renda e contribuição social dos. • Depreciação: A depreciação é calculada sobre o valor depreciável, Formulas 31/12/2011 31/12/2010 6.943 (1.911) 5.032 5.205 que é o custo de um ativo, ou outro valor substituto do custo, deduzido do b. Movimentação do custo de aquisição: Receita de locação A 9.998 9.335 valor residual. A depreciação é reconhecida no resultado baseando-se no B 32% 32% 2009 2010 Percentual de presunção método linear com relação às vidas úteis estimadas de cada parte de um Custo de AdiCusto de Receita financeira C 2.473 2.108 item do imobilizado, já que esse método é o que mais perto reflete o padrão aquisição ções Baixas Transf. aquisição Base de para IRPJ e contrib. social D = (A x B) + C 5.672 5.095 de consumo de benefícios econômicos futuros incorporados no ativo. Terre- Benfeitorias 4.462 – – – 4.462 Imposto de renda (15%) E = D x 15% 851 763 nos não são depreciados. As vidas úteis estimadas para os períodos corren- Computadores e periféricos 12 – – – 12 (-) Dedução de IRPJ adicional F (240) (240) tes e comparativos estão descritos na Nota Explicativa nº 7. Os métodos de Imóvéis 2.373 – – – 2.373 Base p/ imposto de renda adicional G=D–F 5.432 4.855 depreciação, as vidas úteis e os valores residuais serão revistos a cada Instalações e Equipamentos 3 – – – 3 Imposto de renda adicional (10%) H = G x 10% 542 485 encerramento de exercício financeiro e eventuais ajustes são reconhecidos Móveis e utensílios 2 4 – – 6 Total imposto de renda I=E+H 1.393 1.248 como mudança de estimativas contábeis registrado ao custo de aquisição, Veículos 83 – – – 83 Total contribuição social (9%) J = D x 9% 510 459 deduzido da depreciação acumulada. e. Ativos intangíveis: • Outros ativos 6.935 4 – – 6.939 Total IRPJ e contribuição social K=I+J 1.903 1.707 intangíveis: Outros ativos intangíveis que são adquiridos pela Cia. e que têm Osvaldo Romano – Diretor Presidente Carlos Masetti Junior – Contador – CRC 1SP179400/O-5 vidas úteis finitas são mensurados pelo custo. f. Redução ao valor recupe-
meio do ano que vem, após a colheita da safra brasileira, para começar a voltar a níveis mais confortáveis de estoques", disse. Ainda no atacado, os repasses da alta de farelo de soja e rações já chegaram aos preços das aves e dos suínos. Esses subiram 11,44% neste mês, ante 3,49% em julho, impulsionados pela retomada das vendas para a Argentina. Consumidor – O economista alerta que esse efeito soja tende a contaminar o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) nos próximos dois meses (leia matéria abaixo). A alimentação já aparece em agosto como o item mais pressionado graças a hortaliças e legumes. Além das carnes, o óleo de soja é outro item que promete altas
mais fortes no varejo. O efeito do reajuste da gasolina mostrou que vem perdendo força, com o item combustíveis para consumo subindo 1,65%, depois do aumento de 3,29% em julho. Já os combustíveis para a produção saltaram 5,01% graças ao aumento do diesel. Quadros destaca que, se confirmado um novo reajuste da gasolina, será mais um fator de pressão sobre a inflação ao consumidor, já que não há mais espaço para retirar a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide). As atuais preocupações inflacionárias apontam para a necessidade do fim do ciclo de cortes da taxa básica de juros (Selic), acrescentou o especialista da FGV. (AE)
Tomate mantém o título de vilão da inflação
O
tomate está tentando se desvencilhar do papel de vilão da inflação ao consumidor, mas ainda é o destaque de alta no Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) da segunda quadrissemana de agosto. "Embora esteja subindo menos, ainda é o principal responsável por manter o IPC no nível em que está", destacou o coordenador do IPC-S da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Paulo Picchetti, sobre o índice, que passou de 0,4% para 0,39% entre a primeira e a segunda leituras deste mês. Os avanços de preços do tomate recuaram para 48,05%, ante 68,15% na apuração anterior, movimento que contribuiu com menos 0,07 ponto percentual para diferença entre o IPC na primeira e na segunda quadrissemanas. Por influência do tomate, o segmento de Hortaliças e Legumes passou de 26,26% para 19,17%. A inflação do grupo Alimentação caiu de 1,62% para 1,27%. "Mas, como o índice ficou praticamente estável ante o anterior, vemos outros componentes indo na direção contrária", ponderou Picchetti. "E não é um item só, são vários a contrabalançar o efeito da desaceleração do tomate. Alguns estão caindo menos, co-
mo batata (queda de 3,13%) e automóvel novo (de 0,5%), e outros estão subindo mesmo", observou. Ele deu como exemplo as tarifas – a taxa de água e esgoto residencial subiu 0,68% e excursão, 3,55%. No grupo Transportes (queda de 0,48% para menos 0,34%), o coordenador destacou a perda de força de deflação dos combustíveis – etanol passou de menos 1,27% para menos 1,17% e gasolina, de menos 0,52% para menos 0,31% – e dos automóveis (usados passaram de menos 3,13% para menos 2,5%), como resultado da dissipação do efeito benigno da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros sobre os preços. "Ao final do mês, a deflação do grupo deve ser bem pequena", previu Picchetti, para quem o governo deverá optar por prorrogar o benefício ao setor automotivo que expira este mês. Picchetti manteve sua expectativa de 0,4% para a inflação medida pelo indicador ao final de agosto. "A projeção para o mês, a princípio, está mantida. O índice vem andando em torno deste número". Para o final de 2012, Picchetti mantém sua estimativa de alta de 5,2% para o IPC. (AE)
Valor dos aluguéis sobe 11,87% em São Paulo
O
valor dos contratos de locação de imóveis residenciais na cidade de São Paulo subiu 11,87% nos últimos 12 meses encerrados em julho, segundo pesquisa divulgada ontem pelo Sindicato da Habitação (Secovi-SP). O resultado acumulado em um ano confirmou a trajetória de desaceleração verificada nos últimos meses e é o menor registrado pela pesquisa desde outubro de 2010, quando atingiu o patamar de 11,77%. "Apesar da alta acumulada ainda ser superior aos principais índices de inflação, observa-se uma nítida tendência de
desaceleração dos preços dos contratos de locação residencial", afirmou, em nota, Walter Cardoso, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Secovi-SP. Nos últimos 12 meses, a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi de 5,2%. Na comparação mensal, o valor dos contratos de aluguel permaneceu estável em julho ante junho, com variação de 0,1%. No mês passado, os imóveis que tiveram o maior aumento foram as unidades de dois dormitórios, com alta média de 0,3%. (AE)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
e LLX encerra capital na bolsa
ECONOMIA/LEGAIS - 31
Entre as empresas do setor de construção na BM&FBovespa, PDG ganhou 10,29%, Gafisa subiu 5,8% e MRV registrou alta de 5,48%.
conomia
Fábio Pozzebom/ABr
Acionistas da empresa de logística aprovaram fechamento de capital na BM&FBovespa em assembleia realizada ontem
O
s acionistas da LLX mentar as participações na (LLXL3), do bilioná- empresa. rio Eike Batista, Bilionários – O empresário fiaprovaram em as- cou US$ 166,4 milhões mais sembleia realizada ontem o "pobre" de um dia para o oufechamento de capital da em- tro. O ranking dos maiores bipresa de logística do empresá- lionários do mundo elaborado rio Eike Batista, mediante rea- pela agência de notícias Blolização de oferta pública de ombergmostra que a perda foi aquisição de ações (OPA), can- de 2,9% e aconteceu entre escelamento de registro de com- ta terça e quarta-feira. panhia aberta e saída do Novo A fortuna pessoal de Eike Mercado da agora está Bolsa de Mercotada em cadorias, VaUS$ 21,9 bilores e Futulhões, conforros (BM&FBome a Bloomvespa). berg. A lista Também tem 40 biliobilhões de dólares é a foi aprovada nários. Eike fortuna pessoal de a escolha do está em 22º Bank of Amelugar. O priEike Batista. Agora, o rica Merrill meiro é o meempresário ocupa o Lynch para a xicano Carlos elaboração Slim, dono da 22º lugar da lista dos do laudo de Claro no Bra40 maiores bilionários avaliação das sil. Ele tem do mundo. ações da emUS$ 73,3 bipresa, para lhões. apuração do Entre os invalor a ser atribuído na OPA. tegrantes da lista, quem perA OPA que Eike Batista fará deu mais dinheiro no dia foi Jim para fechar o capital da com- C. Walton, do Walmart, que viu panhia pode movimentar em sua fortuna ser reduzida em torno de R$ 620 milhões, em US$ 236,3 milhões (queda de uma estratégia conjunta com 22,7%). um fundo de pensão de proAs perdas de Eike estão ligafessores do Canadá para au- das ao resultado ruim das suas
21,9
Ibovespa fecha próximo dos 60 mil pontos
I
ndicadores domésticos bons, expectativa de que a Espanha se prepara para pedir um pacote de ajuda e dados mistos nos Estados Unidos deram o tom otimista aos negócios. Assim, o Ibovespa, o principal indicador brasileiro, encostou nos 60 mil pontos e retornou a patamares de três meses atrás. O otimismo atingiu, principalmente, os papéis da Petrobras, Vale e os setores de siderurgia e construção. O Ibovespa encerrou com ganho 2,16%, aos 59.445 pontos – na mesma pontuação de 11 de maio. Com isso, o ganho no mês chegou a 5,97% e, no ano, em 4,74%. Na semana, a valorização é de somente 0,28%. No entanto, caso este cenário se repita hoje, será a quarta semana seguida de valorização do índice. O giro financeiro do pregão totalizou R$ 6,525 bilhões. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) informou que as vendas do comércio varejista restrito subiram 1,5% em junho ante maio, na série com ajuste sazonal. Na comparação com junho de 2011, a alta foi de 9,5%. "O resultado animou os investidores, que estão ávidos por notícias positivas. Como não teve nada negativo lá fora, o investidor focou o mercado doméstico, buscando superar os 60 mil pontos", disse um operador. As ações da Petrobras fecharam com valorização de 2,09% a ON e 1,95% a PN, em linha com o comportamento do petróleo no exterior. Na Nymex, o contrato da commodity com vencimento no mês de setembro encerrou com ganho de 1,35%, a US$ 95,60 o barril. Já Vale ON avançou 1,38% e a PNA, teve variação de 1,18%. Os contratos futuros dos metais básicos fecharam em alta na sua maioria na London Metal Exchange (LME). Entre as siderúrgicas, Gerdau PN subiu 2,72%, Gerdau Metalúrgica PN, avanço de 2,18%), Usiminas PNA, valorização de 2,55% e CSN ON, aumento de 4,06%. Entre as empresas do setor de construção, PDG ganhou 10,29%, Gafisa subiu 5,8% e
MRV registrou alta de 5,48%, todas figuraram entre os destaques de valorização do Ibovespa. Já o lado negativo foi comandado apenas por três companhias – Ultrapar, Cosan e Vivo –, aliás, as únicas de toda a carteira Ibovespa que fecharam em queda. Na Europa, circularam rumores de que a Espanha se prepara para pedir um pacote de ajuda e de que o Banco Central Europeu (BCE), consequentemente, retomará as compras de títulos soberanos da zona do euro, a fim de reduzir os custos de financiamento da região. Isso impulsionou os mercados internacionais. Nos Estados Unidos, a alta acima do esperado nas permissões para novas construções de moradias, para o maior nível desde agosto de 2008, foi positiva. Mas, o número de obras de imóveis residenciais iniciadas diminuiu 1,1% no mês passado. A queda foi maior que o declínio de 0,5% esperado pelos economistas. Em Nova York, o índice Dow Jones encerrou com avanço de 0,65%, S&P 500 subiu 0,71% e o Nasdaq, teve alta de 1,04%. Câmbio – O dólar à vista fechou com queda de 0,15%, a R$ 2,019, no balcão. No mercado à vista, a perda foi de 0,14% a R$ 2,0184. O comportamento do mercado doméstico de moedas contrastou com o ritmo de negócios com contratos de juros futuros e com ações, onde o noticiário interno positivo alavancou volumes e provocou variações significativas nos preços. Ao final da sessão regular da BM&F, a taxa dos contratos futuros de juros com vencimento em janeiro de 2013 (385.290 contratos) marcava 7,31%, na máxima, ante ajuste de 7,25% de anteontem. A taxa do DI para janeiro de 2014 (595.140 contratos) estava em 7,87%, ante ajuste de 7,75%. Na ponta mais longa, o DI para janeiro de 2017 (94.475 contratos) tinha taxa de 9,28%, ante ajuste de 9,15%, e o DI para janeiro de 2021 (3.660 contratos) marcava 9,92%, de 9,78%. (AE)
empresas de capital aberto (LLX, MMX, MPX, OGX, OSX Brasil e PortX). Juntas, elas têm prejuízo acumulado de R$ 1,16 bilhão no primeiro semestre de 2012. O valor supera todo o prejuízo do ano passado, quando as mesmas empresas tiveram R$ 1,02 bilhão de perdas. Os dados são da consultoria Economatica. Só no segundo trimestre de 2012, as empresas acumulam prejuízo de R$ 976,8 milhões, segundo o levantamento. A MMX lidera as perdas no período, com R$ 392,3 milhões de
prejuízo, seguida pela OGX, com R$ 390 milhões. As empresas de Eike perderam neste ano R$ 24,5 bilhões em valor de mercado, ainda segundo a Economatica. Elas valiam R$ 38,6 bilhões em 14 de agosto de 2012, ante R$ 63 bilhões em dezembro de 2011. Para o comparativo, a consultoria considerou o valor de mercado da CCX em 25 de maio de 2012, data do inicio das negociações na Bovespa, e não em 31 de dezembro do ano passado. (Agências)
Eike Batista ficou US$ 166,4 milhões mais "pobre", segundo ranking da Bloomberg.
Romano S.A. Materiais para Construção
– CNPJ/MF nº 61.300.042/0001-32 Relatório da Administração Atendendo às disposições legais e estatutárias, a Administração da Romano S/A Materiais para Construção apresenta aos seus acionistas o Relatório da Administração juntamente com as respectivas Demonstrações Financeiras findas em 31 de dezembro de 2010, 2009 e 01 de janeiro de 2009. São Paulo, 23 de Julho de 2012. A Administração Balanços Patrimoniais – 31/12/2010, 2009 e 01/01/2009 (Em milhares de reais) Demonstrações do Resultado Ativo Nota 31/12/2010 31/12/2009 01/01/2009 Passivo Nota 31/12/2010 31/12/2009 01/01/2009 31/12/2010, 2009 e 01/01/2009 (Em milhares de reais) Circulante Circulante Nota 31/12/2010 31/12/2009 01/01/2009 Caixa e equivalentes de caixa 4 23.469 20.859 17.193 Contas a pagar 8 1.650 1.580 2.915 Receita liquida 12 8.995 8.682 8.137 Clientes 5 1.317 1.317 1.946 IRPJ e contrib. social a recolher 9 245 355 352 Lucro bruto 8.995 8.682 8.137 IRPJ e contribuição social a recuperar 148 148 137 Impostos a recolher 10 739 737 742 Receitas (desp.) operacionais Impostos a recuperar 190 190 189 Salários a pagar 23 25 24 Despesa com pessoal (364) (361) (384) Adiantamentos diversos 39 22 15 Obrigações sociais a recolher 9 9 9 Benefícios a funcionários (4) (4) (6) Despesas pagas antecipadamente 79 79 79 Provisões trabalhistas 13 12 13 Encargos sociais (85) (83) (122) Adiantamento de distribuição de lucros – 251 251 2.679 2.718 4.055 Provisões trabalhistas (12) (11) (22) 25.242 22.866 19.810 Não circulante Serviços prestados por terceiros (136) (339) (142) Não circulante Débitos com pessoas ligadas – 140 140 Despesas com ocupação (130) (133) (127) Depósitos judiciais 203 203 203 – 140 140 Desp. gerais e administrativas (190) (143) (91) Outros créditos 276 276 276 Patrimônio líquido 11 Despesas tributárias (52) (163) (286) Investimento 6 3.736 3.415 3.369 Capital social 6.190 6.190 6.190 Depreciação e amortização (178) (178) (178) Imobilizado 7 5.205 5.383 5.561 Reserva de capital 1.678 1.678 1.678 Outras rec. (desp.) operacionais – 55 990 9.420 9.277 9.409 Reserva de lucros 24.115 21.417 17.156 Lucro antes das rec. e desp. fin. 31.983 29.285 25.024 e do IRPJ e contrib. social 7.844 7.322 7.769 34.662 32.143 29.219 Receitas financeiras Total do ativo 34.662 32.143 29.219 Total do passivo e patrim. líquido 13 2.108 1.814 1.165 Despesas financeiras 13 (2) (12) (2) Notas explicativas às demonstrações financeiras – 31/12/2010, 2009 e 01/01/2009 (Em milhares de reais) 1. Contexto operacional – O objeto da Romano S/A Materiais para Cons- os valores residuais serão revistos a cada encerramento de exercício finan- Lucro antes do IRPJ e contribuição social 9.950 9.124 8.932 trução (“Sociedade”) contempla as seguintes atividades: • Fabricação de ceiro e eventuais ajustes são reconhecidos como mudança de estimativas (1.707) (1.272) (1.291) tintas, esmaltes, lacas, vernizes, solventes, secantes, impermeabilizantes, contábeis registrado ao custo de aquisição, deduzido da depreciação acu- Provisão IRPJ e contrib. social 8.243 7.852 7.641 massa preparadas para pintura e acabamento. • Fabricação de aparelhos mulada. e. Ativos intangíveis: • Outros ativos intangíveis: Outros ativos Lucro do exercício Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido e utensílios elétricos para fins industriais e de comercio e fornos elétricos intangíveis que são adquiridos pela Cia. e que têm vidas úteis finitas são 31/12/2010, 2009 e 01/01/2009 (Em milhares de reais) para metal, estufa, esteril, fogões industriais e comerciais, máquina para mensurados pelo custo. f. Redução ao valor recuperável – Impairment: A Capital Reserva Reserva Patricoar café, maquinas e aparelhagem de solda elétrica, dispositivo de partida, Cia. efetuou a análise de possível perda por redução ao valor recuperável e, social de de mônio regulador de velocidade, freios eletros-magnéticos. • Comércio atacadista em 31/12/2010 não encontrou nenhum indicio em suas rubricas do balanço Subscrito capital lucros Liquido de ferragens, ferramentas, produtos metalúrgicos e artigos de cutelaria (ara- que tal redução pudesse ser aplicada, portanto não realizou a aplicação do 6.190 1.678 17.156 25.024 mes, canos, tubos, enxadas, pás, alicates, serrotes, tesouras, canivetes, etc) Impairment. g. Benefícios a empregados: • Benefícios de término de vín- Em 01/01/2009 – – 7.852 7.852 inclusive cofres e extintores de incêndio. • Comércio atacadista de madeira culo empregatício: Os benefícios de término de vínculo empregatício são Resultado do exercício – – (3.591) (3.591) beneficiada e artefatos de madeira (madeira serrada, folheada, compen- reconhecidos como uma despesa quando a Cia. está comprovadamente Dividendos propostos do exercício Em 31/12/2009 6.190 1.678 21.417 29.285 sada, aglomerada, tabuas, tacos, portas, etc.). • Importação e comércio ata- comprometida, sem possibilidade realista de retrocesso, com um plano for– – 8.243 8.243 mal detalhado para rescindir o contrato de trabalho antes da data de apo- Resultado do exercício cadista de produtos importados; e • Locação de espaço. – – (5.545) (5.545) 2. Base de preparação das demonstrações financeiras – 2.1. Declara- sentadoria normal ou prover benefícios de término de vínculo empregatício Dividendos propostos do exercício 6.190 1.678 24.115 31.983 ção de conformidade (com relação às normas IFRS e às normas do em função de uma oferta feita para estimular a demissão voluntária. • Bene- Em 31/12/2010 Demonstração dos Fluxos de Caixa CPC): As presentes demonstrações financeiras incluem: • As demonstra- fícios de curto prazo a empregados: Obrigações de benefícios de curto ções financeiras individuais são preparadas de acordo com o CPCs. As prazo a empregados são mensuradas em uma base não descontada e são 31/12/2010, 2009 e 01/01/2009 (Em milhares de reais) demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com o incorridas como despesas conforme o serviço relacionado seja prestado. h. Nota 31/12/2010 31/12/2009 01/01/2009 CPC e, para o caso da Cia., essas práticas diferem das IFRS aplicáveis para Provisões: Uma provisão é reconhecida no balanço patrimonial quando a Fluxo de caixa das ativ. operac. demonstrações financeiras separadas em função da avaliação dos investi- Cia. possui uma obrigação legal ou constituída como resultado de um evento Lucro do período 8.243 7.852 7.640 mentos em controladas pelo método de equivalência patrimonial no CPC, passado, e é provável que um recurso econômico seja requerido para saldar Depreciação e amortização 178 178 178 enquanto para fins de IFRS seria pelo custo ou valor justo. Essas são as pri- a obrigação. As provisões são registradas tendo como base as melhores Provisões trabalhistas 12 11 22 meiras demonstrações preparadas conforme as IFRS nas quais o CPC 37 estimativas do risco envolvido. i. Imposto de renda e contribuição social: Caixa líquido gerado pelas foi aplicado. As demonstrações de resultados abrangentes individuais não O imposto de renda e a contribuição social do exercício corrente e diferido atividades operacionais 8.433 8.041 7.840 estão sendo apresentadas, pois não há valores a serem apresentados sobre são calculados com base nas alíquotas de 15%, acrescidas do adicional de Variação de ativos e passivos esse conceito, ou seja, o resultado do exercício é igual ao resultado abran- 10% sobre o lucro tributável excedente de R$ 240 para imposto de renda e Clientes – 629 4.439 gente total. A autorização para conclusão destas demonstrações financei- 9% sobre o lucro tributável para contribuição social sobre o lucro líquido. O IRPJ e contrib. social a recuperar – (11) (19) ras foi dada pela diretoria em 23/07/2012. 2.2. Base de mensuração: As imposto corrente é o imposto a pagar ou a receber esperado sobre o lucro Impostos a recuperar – – (11) demonstrações financeiras individuais foram preparadas com base no custo ou prejuízo tributável do exercício, a taxas de impostos decretadas ou subs- Adiantamentos 234 (7) (4) histórico, sem exceção. 2.3. Moeda funcional e moeda de apresentação: tantivamente decretadas na data de apresentação das demonstrações Depósitos judiciais – (178) As demonstrações financeiras são apresentadas em Real, que é a moeda financeiras e qualquer ajuste aos impostos a pagar com relação aos exercí- Contas a pagar 70 (1.336) 705 funcional da Cia.. Todas as informações financeiras apresentadas em Real cios anteriores. O imposto diferido é reconhecido com relação às diferenças IRPJ e contrib. social a recolher (110) 3 60 foram arredondadas para o milhar mais próximo, exceto quando indicado temporárias entre os valores contábeis de ativos e passivos para fins contá- Impostos a recolher 1 (5) 14 de outra forma. 2.4. Uso de estimativas e julgamentos: A preparação das beis e os correspondentes valores usados para fins de tributação. O imposto Salários a pagar (1) – (4) demonstrações financeiras individuais de acordo com as normas IFRS e diferido é mensurado pelas alíquotas que se espera serem aplicadas às Obrigações sociais a recolher (11) (11) (46) os normas CPC exige que a Administração faça julgamentos, estimativas diferenças temporárias quando elas revertem, baseando-se nas leis que Disponibil. proveniente das e premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores foram decretadas ou substantivamente decretadas até a data de apresenta- (aplic. nas) ativ. operacionais 8.616 7.303 12.796 reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais ção das demonstrações financeiras. Os ativos e passivos fiscais diferidos Fluxo de caixa das ativ. de invest. podem divergir dessas estimativas. Estimativas e premissas são revistos de são compensados caso haja um direito legal de compensar passivos e ati- Adições ao investimento 6 (321) (46) (3.190) uma maneira contínua, anualmente. 2.5. Transição para IFRS – Normas vos fiscais correntes, e eles se relacionam a impostos de renda lançados Adições ao imobilizado 7b – – (2) Internacionais de Relatório Financeiro e Adoção dos novos CPCs: A pela mesma autoridade tributária sobre a mesma entidade sujeita à tributa(321) (46) (3.192) Cia. adotou como data de transição para o IFRS, 01/01/2009. O balanço de ção. Um ativo de imposto de renda e contribuição social diferido é reconhe- Fluxo de caixa das ativ. de financ. abertura reflete todos os pronunciamentos e interpretações do IFRS efetivos cido por perdas fiscais, créditos fiscais e diferenças temporárias dedutíveis Pagam. de emprést. c/pessoas ligadas (140) em 31/12/2010, exceto quanto às isenções e exceções permitidas na apli- não utilizadas quando é provável que lucros futuros sujeitos à tributação Pagam. de divid. aos acionistas (5.545) (3.591) (3.455) cação do IFRS 1 “First Time Adoption of Internacional Reporting Standards” estarão disponíveis e contra os quais serão utilizados. Ativos de imposto de (5.685) (3.591) (3.455) 2.610 3.666 6.149 e CPC 37. Abaixo estão destacados os principais pronunciamentos e inter- renda e contribuição social diferido são revisados a cada data de relatório e Aum. no caixa e equiv. de caixa pretações que impactaram as demonstrações financeiras da Cia.: • CPC 24/ serão reduzidos na medida em que sua realização não seja mais provável. Caixa e equivalente de caixa no 20.859 17.193 11.044 IAS 10 – Eventos Subsequentes • CPC 25/IAS 37 – Provisões, Passivos A Cia. para fins de apuração do lucro tributável e seus efeitos sobre as início do período Contingentes e Ativos Contingentes • CPC 26/IAS 1 – Apresentação das demonstrações financeiras, consideraram a adoção do Regime Tributário Caixa e equivalente de caixa no 23.469 20.859 17.193 Demonstrações Contábeis • CPC 27/IAS 16 – Ativo Imobilizado • CPC 30/ Transitório (RTT), conforme determinado na MP nº 449/08 (Lei nº 11.941/09) fim do período 2.610 3.666 6.149 IAS 18 – Receitas • CPC 32/IAS 12 – Tributos sobre o Lucro • CPC 37/IFRS cuja opção foi confirmada quando da entrega da Declaração de Informações Aum. (dimin.) do caixa e equiv. 1 – Adoção Inicial das Normas Internacionais de Contabilidade • CPC 38/ Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ) do ano calendário 2009. Para 01/01/2009 2009 IAS 39 – Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração • CPC 2010, 2009 e 01/01/2009, a empresa optou pelo regime de tributação do Custo de AdiCusto de 39/IAS 32 – Instrumentos Financeiros: Apresentação • CPC 40/IFRS 7 – Ins- lucro presumido. Em 31/12/2010, a Cia. não possui imposto de renda e conaquisição ções Baixas Transf. aquisição trumentos Financeiros: Evidenciação • CPC 43 – Adoção Inicial dos Pronun- tribuição social diferido ativo e passivo registrado. j. Capital social: Ações Benfeitorias 4.462 – – – 4.462 ciamentos Técnicos CPC 15 ao 41 • OCPC 03 – Instrumentos Financeiros: ordinárias: Ações ordinárias são classificadas como patrimônio líquido. Computadores e periféricos 12 – – – 12 Reconhecimento, Mensuração e Evidenciação • ICPC 10 – Interpretação Ações preferenciais: A Cia. não possui ações preferenciais. k. Receita: A Imóvéis 2.373 – – – 2.373 sobre adoção inicial ao ativo imobilizado e à propriedade para investimentos receita de aluguel é reconhecida no resultado utilizando o principio da com- Instalações e Equipamentos 3 – – – 3 dos pronunciamentos técnicos CPC 27, CPC 28, CPC 37 e CPC 43. No petência, mensalmente ou pró rate tempore, de acordo com a quantidade de Móveis e utensílios 2 – – – 2 âmbito do processo de convergência das práticas contábeis adotadas no meses (ou dias) que o inquilino locou o imóvel. l. Receitas e despesas Veículos 83 – – – 83 Brasil para as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (“IFRS”), a Cia. financeiras: As receitas financeiras abrangem receitas de juros sobre apli6.935 – – – 6.935 implementou os pronunciamentos, interpretações e orientações emitidos ao cações financeiras. A receita de juros é reconhecida no resultado, através do 2009 2010 longo do exercício de 2009, com aplicação mandatória para os exercícios método dos juros efetivos. As despesas financeiras abrangem despesas Custo de AdiCusto de sociais iniciados em ou após 01/01/2010. A Cia. avaliou os impactos dos com juros sobre empréstimos e utilizações de limites de cheques especiais, aquisição ções Baixas Transf. aquisição pronunciamentos, interpretações e orientações emitidos, conforme eviden- os quais são mensurados no resultado através do método de juros efetivos. Benfeitorias 4.462 – – – 4.462 m. Resultado por ação: O resultado por ação básico é calculado por meio Computadores e periféricos ciado na Nota Explicativa nº 3. Resumo das principais práticas contábeis. 12 – – – 12 3. Resumo das principais práticas contábeis – As políticas contábeis do resultado do período atribuível aos acionistas controladores e não contro- Imóvéis 2.373 – – – 2.373 descritas em detalhes abaixo têm sido aplicadas de maneira consistente a ladores da Cia. n. Novas normas e interpretações ainda não adotadas: Instalações e Equipamentos 3 – – – 3 todos os períodos apresentados nessas demonstrações financeiras e na Diversas normas, emendas a normas e interpretações IFRS emitidas pelo Móveis e utensílios 2 4 – – 6 preparação do balanço patrimonial de abertura apurado em 01/01/2009 com IASB ainda não entraram em vigor para o exercício encerrado em Veículos 83 – – – 83 a finalidade da transição para as normas IFRS e normas CPC, exceto nos 31/12/2010, sendo essas: • Improvements to IFRS 2010 (IAS 24); • IFRS 9 6.935 4 – – 6.939 casos indicados em contrário. a. Instrumentos financeiros: • Ativos finan- Financial Instruments; • Prepayment of a minimum fund requirement (Amen- c. Movimentação da 2007 01/01/2009 ceiros não derivativos: A Cia. desreconhece um ativo financeiro quando os dment to IFRIC 14); • Amendments to IAS 32 Classification of rights issues. depreciação Deprec. AdiDeprec. direitos contratuais aos fluxos de caixa do ativo expiram, ou quando a Cia. O CPC ainda não emitiu pronunciamentos equivalentes às IFRSs acima Acumul. ções Baixas Transf. Acumul. transfere os direitos ao recebimento dos fluxos de caixa contratuais sobre citados, mas existe expectativa de que o faça antes da data requerida de sua Benfeitorias (178) (177) – – (355) um ativo financeiro em uma transação no qual essencialmente todos os ris- entrada em vigor. A adoção antecipada dos pronunciamentos das IFRSs Computadores e periféricos (9) (1) – – (10) cos e benefícios da titularidade do ativo financeiro são transferidos. Eventual está condicionada à aprovação prévia em ato normativo da Comissão de 2007 01/01/2009 participação que seja criada ou retida pela Cia. nos ativos financeiros são Valores Mobiliários. A Cia. não estimou a extensão do impacto destas novas Deprec. AdiDeprec. reconhecidos como um ativo ou passivo individual. Os ativos ou passivos normas em suas demonstrações financeiras. Acumul. ções Baixas Transf. Acumul. financeiros são compensados e o valor líquido apresentado no balanço 4. Caixa e equivalentes de caixa 31/12/2010 31/12/2009 01/01/2009 Imóvéis (1.291) – 368 – (923) patrimonial quando, somente quando, a Cia. tenha o direito legal de com- Caixa e bancos Instalações e Equipamentos (2) – – – (2) 1 1 – Móveis e utensílios pensar os valores e tenha a intenção de liquidar em uma base líquida ou de Caixa fundo fixo (1) – – – (1) 622 442 254 Veículos realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. A Cia. tem ativos finan- Banco Itaú S.A. (83) – – – (83) – 1 1 ceiros não derivativos: caixas e equivalentes de caixa. • Empréstimos e rece- Banco do Brasil S.A. (1.564) (178) 368 – (1.374) – 1 – bíveis: Empréstimos e recebíveis são ativos financeiros com pagamentos Banco Bradesco S.A. 01/01/2009 2009 623 445 255 fixos ou calculáveis que não são cotados no mercado ativo. Tais ativos são Total caixas e bancos Deprec. AdiDeprec. reconhecidos inicialmente pelo valor registrado em contrato acrescido de Aplicações financeiras Acumul. ções Baixas Transf. acumul. 22.779 20.350 16.877 quaisquer custos de transação diretamente atribuíveis. Após o reconheci- Banco Itaú S.A. Benfeitorias (355) (177) – – (532) 1 1 1 mento inicial, os empréstimos e recebíveis são medidos pelo custo amorti- Banco do Brasil S.A. Computadores e periféricos (10) – – – (10) 66 63 60 zado através do método dos juros efetivos, decrescidos de qualquer perda Banco Safra S.A. Imóvéis (923) – – – (923) 22.846 20.414 16.938 por redução ao valor recuperável. Os empréstimos e recebíveis abrangem Total aplicações financeiras Instalações e Equipamentos (2) (1) – – (3) 23.469 20.859 17.193 clientes e outros créditos, incluindo os recebíveis oriundos de contratos de Total caixa e equivalentes de caixa Móveis e utensílios (1) – – – (1) alugueis firmados entre as partes. Caixa e equivalentes de caixa abrangem 5. Clientes – O saldo de clientes representa, em suma, valores de venda Veículos (83) – – – (83) saldos de caixa e investimentos financeiros com vencimento original de três de mercadorias e prestação de serviços de aluguel. Em 31/12/2010 o saldo (1.374) (178) – – (1.552) meses ou menos a partir da data da contratação (liquidez imeditada). • Pas- de clientes representava R$1.317 (R$1.317 em 31/12/2009 e R$1.946 em 2009 2010 sivos financeiros não derivativos: Os ativos e passivos financeiros são com- 01/01/2009). Deprec. AdiDeprec. pensados e o valor líquido é apresentado no balanço patrimonial quando, e 6. Investimentos 31/12/2010 31/12/2009 01/01/2009 Acumul. ções Baixas Transf. Acumul. somente quando, a Cia. tenha o direito legal de compensar os valores e Investimento – Astana * 504 183 136 Benfeitorias (532) (177) – – (709) tenha a intenção de liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e Investimento – Romasul 7 7 7 Computadores e periféricos (10) (1) – – (11) quitar o passivo simultaneamente. A Cia. tem os seguintes passivos finan- Investimento em SCP – Imóvéis (923) – – – (923) ceiros não derivativos: Limite de cheque especial bancário, fornecedores e LW Corporate Center 3.054 3.054 3.054 Instalações e Equipamentos (3) – – – (3) outras contas a pagar. Tais passivos financeiros são reconhecidos inicial- Titulos e valores mobiliários – Móveis e utensílios (1) – – – (1) mente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuí- Mantidos até o vencimento 171 171 171 Veículos (83) – – – (83) veis. Após o reconhecimento inicial, esses passivos financeiros são medidos Total investimentos 3.736 3.415 3.368 (1.552) (178) – – (1.730) pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos. • Redução ao * Para o exercício social de 2010, a Cia. aumentou R$321 em investimento 8. Contas a pagar – O saldo de contas a pagar se resume em, basicamente, Valor Recuperável (Impairment) – Ativos financeiros (incluindo recebíveis): A na Astana (R$47 em 2009). contas a pagar oriundo a atividade da Cia. e contas a pagar referente a aquiCia. revisou e concluiu que não possui ativos financeiros passivos de redusição de investimentos. Abaixo é demonstrado o detalhe das operações: ção ao valor recuperável 31/12/2010. • Ativos e passivos financeiros deriva- 7. Imobilizado – a. Composição do imobilizado 31/12/2010 31/12/2009 01/01/2009 01/01/2009 2007 tivos: A Cia. não possui em aberto em 31/12/2010 transações com instruContas a pagar – Investimento em Custo de Depreciação mentos financeiros derivativos. b. Contas a receber de clientes: As contas SCP LW Corporate Center 739 1.319 2.492 aquisição acumulada Líquido Líquido a receber de clientes correspondem aos valores a receber de clientes oriun911 261 423 4.462 (355) 4.107 4.285 Contas a pagar – Diversos dos de contratos de aluguel firmado entre as partes. Se o prazo de recebi- Benfeitorias 1.650 1.580 2.915 12 (10) 2 1 Total contas a pagar mento é equivalente a um ano ou menos (ou outro que atenda o ciclo normal Computadores e periféricos 9. IRPJ e contrib. social a recolher 31/12/2010 31/12/2009 01/01/2009 2.373 (923) 1.450 1.450 da Cia.), as contas a receber são classificadas como ativo circulante. Caso Imóvéis 127 275 268 3 (2) 1 1 Imposto de renda a recolher contrário, estão apresentados no ativo não circulante. A provisão para crédi- Instalações e Equipamentos 118 80 84 2 (1) 1 1 Contribuição social a recolher tos de liquidação duvidosa não foi constituída pois a Cia. considerou que Móveis e utensílios Total IRPJ e contrib. social a recolher 245 355 352 83 (83) – – seus clientes não atrasam o pagamento nem ocorreu nenhum tipo de Veículos 10. Impostos a recolher 31/12/2010 31/12/2009 01/01/2009 6.935 (1.374) 5.561 5.737 inadimplência superior a 90 dias. Conforme disposto no CPC 12, o ajuste a 10 10 11 2009 01/01/2009 PIS a recolher valor presente não foi registrado em virtude de não ter efeito relevante nas Cofins a recolher 720 719 722 Custo de Depreciação demonstrações financeiras. c. Investimentos: Os investimentos em contro9 8 9 aquisição acumulada Líquido Líquido IRRF sobre salários a recolher ladas com participação no capital votante superior a 20% ou com influência 739 737 742 4.462 (532) 3.930 4.107 Total de impostos a recolher significativa, e em demais sociedades que fazem parte de um mesmo grupo Benfeitorias 11. Patrimônio líquido – a. Capital social: O capital social em 31/12/2006 é Computadores e periféricos 12 (10) 2 2 ou que estejam sob controle comum, são avaliados por equivalência patri2.373 (923) 1.450 1.450 R$ 2 está representado por 4.459.781.442 ações ordinárias ou comuns nomimonial. Outros investimentos que não se enquadrem na categoria acima são Imóvéis 3 (3) – 1 nativas. Durante o exercício social de 2007, a Cia. aumentou o capital social avaliados pelo custo de aquisição, deduzido de provisão para desvaloriza- Instalações e Equipamentos 2 (1) 1 1 para R$6.190 utilizando a totalidade do aumento, R$6.188 de sua reserva ção, quando aplicável. Em 31/12/2010, a Cia. possui investimentos, porém Móveis e utensílios 83 (83) – – de capital. O saldo do capital social em 31/12/2007 esta representado por que não atendem as expectativas descritas acima, portanto, todo o investi- Veículos 6.935 (1.552) 5.383 5.561 6.190.032 ações ordinárias ou comuns nominativas. Para o exercício social mento está avaliado pelo custo de aquisição. d. Ativo imobilizado: • Recofindo em 31/12/2008 e 31 de dezembro de 2010 não ocorreram alterações, nhecimento e mensuração: Itens do imobilizado são mensurados pelo custo 2010 2009 mantendo o total de R$6.190, representado por 6.190.032 ações ordinárias. histórico de aquisição ou construção, deduzido de depreciação acumulada e Custo de Depreciação b. Reserva de capital: O saldo de reserva de capital foi reduzido mediante a perdas de redução ao valor recuperável (impairment) acumuladas. A Cia. aquisição acumulada Líquido Líquido aumento de capital, de R$7.866 para R$1.678 em 2007, e, a partir de então optou por não reavaliar os ativos imobilizados pelo custo atribuído (deemed Benfeitorias 4.462 (710) 3.752 3.930 não houve alteração. cost) na data de abertura do exercício de 2009. O software comprado que Computadores e periféricos 12 (12) – 2 12. Receita líquida 31/12/2010 31/12/2009 01/01/2009 seja parte integrante da funcionalidade de um equipamento é capitalizado Imóvéis 2.373 (924) 1.449 1.450 Receita de aluguel 9.335 9.010 8.445 como parte daquele equipamento. • Custos subsequentes: O custo de repo- Instalações e Equipamentos 3 (3) – – (-) Pis (61) (58) (55) sição de um componente do imobilizado é reconhecido no valor contábil do Móveis e utensílios 6 (2) 4 1 (-) Cofins (280) (270) (253) item caso seja provável que os benefícios econômicos incorporados dentro Veículos 83 (83) – – Receita liquida 8.994 8.682 8.137 do componente irão fluir para a Cia. e que o seu custo pode ser medido de 6.939 (1.734) 5.205 5.383 13. Receitas e despesas financeiras forma confiável. O valor contábil do componente que tenha sido reposto por b. Movimentação do custo de aquisição Receitas financeiras 31/12/2010 31/12/2009 01/01/2009 outro é baixado. Os custos de manutenção no dia-a-dia do imobilizado são 2007 01/01/2009 Rendimento de aplicação financeira 2.108 1.814 1.165 reconhecidos no resultado conforme incorridos. • Depreciação: A depreciaCusto de AdiCusto de Total receitas financeiras 2.108 1.814 1.165 ção é calculada sobre o valor depreciável, que é o custo de um ativo, ou aquisição ções Baixas Transf. aquisição Despesas financeiras outro valor substituto do custo, deduzido do valor residual. A depreciação é Benfeitorias 4.462 – – – 4.462 Tarifas bancárias (2) (1) (1) reconhecida no resultado baseando-se no método linear com relação às Computadores e periféricos 10 2 – – 12 Juros incorridos – (10) (1) vidas úteis estimadas de cada parte de um item do imobilizado, já que esse Imóvéis 2.741 – (368) – 2.373 Total despesas financeiras (2) (12) (2) método é o que mais perto reflete o padrão de consumo de benefícios eco- Instalações e Equipamentos 3 – – – 3 Resultado financeiro líquido 2.106 1.802 1.163 nômicos futuros incorporados no ativo. Terrenos não são depreciados. As Móveis e utensílios 2 – – – 2 Osvaldo Romano – Diretor Presidente vidas úteis estimadas para os períodos correntes e comparativos estão des- Veículos 83 – – – 83 Carlos Masetti Junior – Contador – CRC 1SP179400/O-5 critos na Nota Explicativa nº 7. Os métodos de depreciação, as vidas úteis e 7.301 2 (368) – 6.935
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Nº 430
DCARR PEUGEOT 308 CC
Cabriolé surpreende pela beleza e potência do seu motor de 165cv, turbo.
Reserve seu lugar ao sol
CHICOLELIS
É
certo que o verão ainda demora – ele só virá após a primavera, em dezembro – mas não custa sonhar desde já em aproveitar o sol que virá com ele a bordo do 308 CC que a Peugeot está lançando esta semana no Brasil por R$ 129.990. E, enquanto o verão não chega, também dá para aproveitar dias de calor como os que tomam conta da cidade há mais de duas semanas.
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e charmoso também ao apresentar-se como um cupê. O interior ganhou requinte e conforto. Na traseira, por exemplo, para duas pessoas, os bancos são "cavados", o que garante conforto e segurança. E para entrar facilmente, contam com o escorregamento elétrico dos bancos dianteiros. Na frente, mais espaço para motorista e acompanhante, com bancos elétricos reguláveis na altura e profundidade. E o do condutor tem memória, voltando ao ponto escolhido. No portamalas, 465 litros na versão cupê e 266 na cabriolé. E no tanque de combustível, 60 litros de gasolina.
Beleza do 308 CC chama atenção Fotos: Divulgação
Segurança em alta - Air bags frontais para motorista e passageiros, bem como laterais tórax/bacia e cabeça. Um alarme avisa quando passageiros teimosos do banco traseiro não colocam o cinto de segurança. Se houver capotamento, arcos retráteis, que ficam escondidos nos apoios de cabeça traseiros, formam um santo antônio em apenas 20 milissegundos,
tempo inferior a um piscar de olhos (e aí Bolt perde longe). A ação ocorre quando os sensores instalados no carro detectam uma situação de risco, calculando velocidade e inclinação do mesmo. O ESP (Electronic Stability Program), de última geração, garante a segurança na condução do 308 CC, detectando e corrigindo os eventuais riscos de perda de
Interlagos 22, muitas vitórias com Bird Clemente, o piloto que usava óculos.
RENAULT ALPINE
aderência nas curvas fechadas, desvios bruscos e pisos escorregadios, controlando freio e acelerador. Tem ainda ABS, claro, mais CDS e ASR. O sistema pode ser desligado para garantir motricidade, mas é conectado novamente a partir dos 50 km/h. Então, prepare-se para o 308 CC, com sua capota rebaixada, para aproveitar o sol que vem por aí.
Renault Alpine, a origem, ganhou novo design e motor de campeão. Divulgação
O "IRMÃO" DO INTERLAGOS Novo Alpine promete ser carro tão emocionante quanto o anterior
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uitos carros que fizeram grande sucesso no passado estão voltando ao mercado reestilizados. Já vieram o Fiat Cinquecento, o Volkswagen New Beetle, o Chevrolet Camaro e o Ford Mustang, entre outros. Agora, chegou a vez do lendário Renault Alpine, conhecido entre nós como Willys Interlagos, nosso mais famoso esportivo. Lançado nos anos 60, o Renault Alpine A108, e logo depois o A110, era oferecido com o mesmo motor de mil e cem centímetros cúbicos do Renault Gordini que desenvolvia 95 cv a 6.500 rpm. Leve, principalmente graças à carroceria de fibra de vidro, e com excelente dirigibilidade, o A110 fez muito sucesso em competições, vencendo, entre outras provas, o difícil e charmoso Rali de Monte Carlo, em 1971, pilotado pelo sueco Ove Andersson. O velho Alpine encerrou sua carreira em 1977. Agora ele ressurge com sua história e o melhor dos apelos: motor V6 de 3.5 litros com mais de 400 cv de potência. Além disso, o chassi é tubular, como os carros de competição, e o desempenho digno de um esportivo. Aqui - No Brasil, também nos anos 60, surgiu o "irmão" do Alpine, produzido com o mesmo motor da França, do Gordini: o Willys Interlagos. A fábrica teve a mais
famosa equipe de competição, que levava o seu nome (Willys). Ela foi a primeira profissional da história do automobilismo brasileiro, com Bird Clemente ao volante de um dos modelos, o número 22. Bird tinha uma característica especial. Ele foi um dos únicos pilotos na história – passada e atual – a pilotar usando óculos. Além disso, fazia a maioria das curvas com o carro de lado, o que lhe valia a brincadeira do amigo, e também piloto, o saudoso Luiz Pereira Bueno que dizia: "Bird, não se faz curva de lado, use o volante como se deve". Apagando luzes - Participante das provas de Mil Milhas e 500 Milhas de Interlagos, entre outras tantas, Bird desenvolveu um sistema simples para continuar com o "pé embaixo", mesmo nas noites de neblina que "cegava" os pilotos. Na reta – extinta na infeliz reforma da pista de Interlagos – a partir de um determinado ponto ainda visível, ele contava até 20 e virava o volante para esquerda na também extinta curva 3, mesmo sem nada enxergar. E lá vinham todos os demais atrás – talvez acreditando que o óculos lhe dava alguma vantagem sob a neblina. Quando percebeu que tinha virado guia, passou a desligar as luzes do carro para não ser seguido. Muita gente entrou no barranco no final do "retão". Antônio Fraga/chicolelis
FAZER 250, A MOTO FLEX DA YAMAHA – A fábrica acaba de lançar a motorização flex para a linha Fazer 250. Feita para a cidade e pequenas viagens, o novo modelo, batizado de Fazer 250 Blueflex, tem preço sugerido de R$ 11.690,00 e está disponível nas cores prata ou preta. O motor monocilíndrico quatro tempos de 249 cc desenvolve 21cv. O tanque tem capacidade para 19,2 litros – 4,5 reserva. A montadora não divulgou o consumo com etanol ou gasolina.
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DCARR QUEM VEM?
Range Rover Vogue 2013
Land Rover divulga fotos do seu modelo mais luxuoso Divulgação
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s fotos mostram o Range Rover Evoque 2013, que chegará ao mercado europeu via Salão do Automóvel de Paris, em setembro, e ao Brasil, muito provavelmente, até o final deste ano. Com estrutura totalmente produzida em alumínio, o inglês fora de estrada (off-road) mais luxuoso do mercado vem pesando 420 quilos menos que a versão atual. Com isso, o modelo passa também a ser mais econômico. Sistema de direção fora de estrada (Adaptive Dynamics)
de última geração e segunda geração do Terrain Response, que garante desempenho ainda mais seguro, o Range Rover Vogue 2013 oferece mais segurança e conforto para seus ocupantes. A Land Rover, empresa inglesa, produz veículos para fora de estrada, com características para quem busca grandes dificuldades sem se importar muito com a questão do conforto e reserva a marca Range Rover para atender aos que buscam sofisticação, sem abrir mão do prazer de fazer uso de um bom off-road.
Fotos de Lucas Della Iglezia
O ciclista respeitando a placa
POBRES PEDESTRES
VEÍCULOS ASSUSTAM. E BICICLETAS ANDAM NA CONTRA MÃO. Perigos para quem caminha nos calçadões do Centro
E
m qualquer cidade realmente civilizada, qualquer veículo que trafegue pelos seus calçadões é obrigado a usar equipamento que emite um sinal sonoro intermitente para alertar os pedestres sobre sua presença. Como sabe qualquer paulistano acostumado a caminhar pelos calçadões do Centro, como a Rua XV de Novembro, aqui esta obrigatoriedade não existe. Caminhões de entrega e especialmente os de
transporte de valores, com suas toneladas e toneladas de peso, assustam as pessoas acelerando forte para que elas saiam da frente (caso não saiam, lá vai a buzina assustadora). Além disso, viaturas policiais usam suas estridentes sirenes. E, pasmem, é oficial: bicicletas podem andar na contramão (atenção à placa acima). Um pouco de disciplina nos calçadões seria de bom tom. chicolelis
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sexta-feira, 17 de agosto de 2012 André Alves
PASSEIO DE BONDE Importado da Escócia, o meio de transporte percorre os principais pontos turísticos de Santos.
urismo
Volta ao passado no litoral paulista Quem pensa em Santos e São Vicente tem logo a lembrança das praias e dos enormes jardins cheios de turistas durante o verão. Pois essas cidades do litoral de São Paulo ficam ainda melhores fora de temporada. Além das areias mais vazias, há boa gastronomia e muitos pontos turísticos que contam não só sua história, mas um pouco da formação do Brasil. Paula Cunha Fotos: Paula Cunha
São Vicente
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primeira cidade do Brasil ainda conserva, durante o dia, o ar tranquilo de vila mesmo em pontos turísticos. Quem percorre suas ruas encontra a estrutura de uma cidade capaz de oferecer todos os confortos da vida atual e, ao mesmo tempo, os monumentos que contam a trajetória dos colonizadores portugueses. Engana-se quem pensa que as atividades oferecidas se restringem aos esportes náuticos, apesar de eles poderem ser praticados em outras estações do ano que não o verão. Assim, se destaca, por exem-
plo, o voo livre, que pode ser observado pelos menos corajosos no passeio de teleférico. De cima, uma visão de toda a cidade e até de Santos. Perto do centro, os turistas podem começar a visita pelo Parque Cultural Vila de São Vicente, que reproduz a vila na época de sua fundação, em 1532. Nele, é possível acompanhar as encenações da chegada dos colonizadores portugueses por grupos teatrais. Elas ocorrem periodicamente durante o ano e são gratuitas. E para os que apreciam monumentos históricos, há um roteiro que inclui a casa do fun-
Primeira cidade do País, datada de 1532, reúne muitas atrações históricas: Estátua e Biquinha de Anchieta (ao lado); e Matriz de São Vicente Mártir (abaixo), a igreja erguida por Martim Afonso de Souza.
dador da cidade, Martim Afonso de Souza, onde ele viveu durante os anos de 1532 e 1533, localizada na Praça 22 de Janeiro. Entre os pontos turísticos preservados, há a Ponte Pênsil, inaugurada em 1914, e a Biquinha de Anchieta. Esta última foi construída em 1553 pelos jesuítas e também se encontra na Praça 22 de Janeiro, junto à Avenida Getúlio Vargas. Outro marco é a Matriz de São Vicente Mártir, igreja erguida pelo fundador da cidade, na Praça João Pessoa. Na Ilha Porchat, há o monumento projetado por Oscar Nie-
mayer e a visita ao Mirante também proporciona uma vista privilegiada de todo o litoral santista. Um local que atrai os fãs de esportes radicais é o Morro do Voturná, o preferido dos adeptos dos saltos de asa-delta. Além disso, a orla marítima abriga 18 marinas, garagens e clubes náuticos com espaços especialmente destinados a quem deseja praticar mergulho. Os que preferem atividades menos agitadas podem pescar nos Rios Piaçabuçu, Branco e Mariana. Juntos, eles somam 11 quilometros navegáveis que possibilitam passeios muito interessantes.
Divulgação
Santos RAIO X
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gitada e beneficiada e c o no m i c a me n t e pelas recentes descobertas de petróleo em seu litoral, Santos cresceu significativamente, tornandose a maior cidade do litoral paulista do ponto de vista econômico, sem deixar de oferecer diversas opções de lazer e turismo durante todo o ano para quem pro- Jonne Roriz/AE cura fugir da agitação das grandes metrópoles. O s f a m osos jardins de sua orla marítima (são sete quilômetros de praias) possibilitam longos passeios durante o dia e a noite. E a cidade apresenta muitas alternativas além dos esportes aquáticos, que são praticados nas praias de José Menino (asadelta, no morro de mesmo nome), Pompéia, Gonzaga (onde são realizados os eventos oficiais da cidade), Boqueirão, Embaré (a mais procurada pelos surfistas durante todo o ano), Aparecida (que concen-
André Alves
tra o comércio e opções de lazer como restaurantes) e Ponta da Praia (que abriga o Aquário Municipal de Santos). Santos preservou diversos inúmeros monumentos e marcos históricos. A Santa Casa, criada pelo fundador da cidade, Brás Cubas, teve seu prédio preservado e pode ser visitado. Outro prédio público é o Palácio Saturnino de Brito, responsável pela construção dos canais da cidade. Além disso, quem quer realmente conhecer um pouco da história de Santos e de um período importante da economia do Brasil deve reservar algumas horas para visitar o Museu do Café Brasileiro, antiga Bolsa do Café. Fundada em 1902, com início das atividades em 1914 e interrompidas pela eclosão da Primeira Guerra Mundial, foi a partir de 1917 que os grandes produtores negociavam nela sua produção com compradores brasileiros
Museu do Café (abaixo e no detalhe à esq.) – antiga Bolsa do Café, fundada em 1902 – abriga a sala dos pregões e preserva pinturas, lustres e vitrais. Na cafeteria, drinques elaborados com café.
COMO CHEGAR A partir de São Paulo, Sistema Anchieta (SP 150) e Imigrantes (SP 160). Na capital, os ônibus que vão para Santos e São Vicente saem do Terminal Rodoviário do Jabaquara, conectado à estação Jabaquara do Metrô. A viagem dura uma hora. ONDE DORMIR São Vicente Palais Hotel: Rua Pero Correa, 595, Itararé. Diária para casal a partir de R$ 199. Ilha Porchat Hotel: Alameda Paulo Gonçalves, 264, Ilha Porchat, tel. (13) 3468-3437. Diária para casal entre R$ 180 e R$ 385. Santos Monte Serrat Comfort Hotel: Rua Bittencourt, 130, Centro, tel. (13) 3232-6624,
www.monteserrathotel.com.br/. Diária média para casal a R$ 190; R$ 214, de 1 a 17/9. ONDE COMER São Vicente Ao Mirante: Praia de Itararé, Morro do Voo Livre, tel. (13) 3468-0326. Terraço do Chopp: Alameda Ary Barroso, 274. Ilha Porchat: tel. (13) 3468-7527. Santos Quinta da XV: Rua XV de Novembro, 18, tel. (13) 3219-4280. Museu do Café: Rua XV de Novembro, 95, tel. (13) 3219-7069. Funciona de terça a sábado, das 9h às 17h; domingo, das 10h às 17h. Ao Chopp do Gonzaga: Avenida Ana Costa, 512, Gonzaga, tel. (13) 3284-8940.
Salão do Ao Chopp do Gonzaga.
e estrangeiros. Ela abriga a sala dos pregões onde os corretores negociavam os preços do produto e um balcão onde os donos acompanhavam as negociações. Deste setor do
edifício, pode-se observar as pinturas de Benedito Calixto, que contam a história de Santos, e t a m b é m v itrais e lustres de cristal belga. Na cafeteria, os turistas degustam drinques elaborados a partir de café, vinho e outras bebidas, que ficam deliciosos com os doces ou salgados do menu.
Quem quer ter uma visão mais ampla da cidade deve fazer o tradicional passeio de bonde. Com dois pontos, um na Praça Padre Bartolomeu de Gusmão e outro na Igreja Nossa Senhora do Rosário, o meio de transporte importado da Escócia proporciona um passeio pelos pontos turísticos mais importantes de Santos, como a Rua do Comércio, as ruínas da casa que já abrigou a prefeitura e será sede futuramente do Museu Pelé, o Prédio São Paulo (que foi sede da Ferroviária de Santos), a Associa-
ção Comercial, a Alfândega e o Outeiro de Santa Catarina. Santos foi a segunda cidade do país a ter instalado o serviço de bondes, depois do Rio de Janeiro. A primeira linha santista foi inaugurada em 1871. O sistema foi desativado em 1971 e em 2000 a primeira linha turística entrou em circulação com um dos bondes doado pela cidade do Porto, em Portugal, e o outro importado da Escócia, em 1911. Viagem a convite do Palais Hotel
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cultura
Luiz Gonzaga em 3 volumes: danado de bom.
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André Domingues
m grande acontecimento no calendário musical do ano é o centenário de Luiz Gonzaga, comemorado em 13 de dezembro. Em meio a tantos centenários celebrados nos últimos anos – Noel Rosa, Adoniran Barbosa, Ataulfo Alves e outros –, este tem atraído mais e melhores homenagens. Sintoma disso é o álbum triplo 100 anos de Gonzagão, da Lua Music. O lançamento 100 Anos de Gonzagão, produzido por Thiago Marques Luiz, vem com 50 faixas divididas em três volumes: Sertão, de temática regionalista; Xamêgo, composto por temas amorosos; Baião, dedicado a canções dançantes (é preciso avisar, porém, que não se restringe ao ritmo do título, incorporando também xote, quadrilha e outros). Os intérpretes vão desde os consagrados Chico César, Fafá de Belém, Zeca Baleiro, Elba Ramalho e Dominguinhos até uma legião de jovens promessas, entre as quais Karina Buhr, Gaby Amarantos, Thaís Gulin e Verônica Ferriani. Tem, ainda, um legítimo herdeiro da linhagem dos Gonzaga, o neto Daniel Gonzaga, que se sai muito bem na pungente Juazeiro. Nessa variada seleção, os acertos vêm de lados diversos, a começar pelo da tradição, representado pelo maior herdeiro musical de Gonzaga, Dominguinhos, a quem o álbum é dedicado. Dominguinhos, que domina a linguagem do forró como ninguém, atinge um resultado irretocável em Daquele Jeito, além de participar bem da faixa de abertura, Asa Branca (com citação de Hora do Adeus), dividida com Amelinha, Geraldo Azevedo, Ednardo e Anastácia. Ainda entre os mais conhecidos, Zé Ramalho e Geraldo Azevedo chamam a atenção por releituras muito pessoais: o primeiro, imprimindo aquela dramaticidade soturna em A Morte do Vaqueiro; o segundo, fazendo Estrada de Canindé passar pelos caminhos folk de seu consistente violão. Não tão famosa, mas igualmente competente, a cantora Célia merece destaque especial por sua defesa
precisa, afinada e elegante de Roendo a Unha. Simplesmente brilhante. Em meio a diversos convidados, é natural que um ou outro não entre bem, como Elke Maravilha, em Xote das Meninas, e Ângela Ro Ro, em Qui Nem Jiló. Contudo, a proposta plural, com sua farta oportunidade para novos talentos, compensa qualquer deslize. Duas das melhores faixas do álbum, inclusive, vêm de jovens de grande valor: Filipe Catto, que faz uma saborosa versão agridoce para A Sorte é Cega, e Ela, que dá um divertido ar kitsch de lambada para Deixa a Tanga Voar. Por questões de praticidade e coesão, a maior parte dos convidados canta sobre arranjos criados por uma mesma dupla, Rovilson Paschoal e André Bedurê. Essa opção deu a cara pop e econômica dos arranjos sem, felizmente, cair numa pasteurização empobrecedora. Algumas das faixas mais interessantes devem bastante à criatividade dos dois, tais como Imbalança, cantada por Paulo Neto, e Orélia, por Ylana Queiroga. A roupagem pop, aliás, parece ser uma tendência no trato atual de Luiz Gonzaga, já que também é partilhada em arranjos alheios, como Siri Jogando Bola, interpretado por China, e o pot-pourri Dezessete e setecentos/ O Torrado/Calango da lacraia, tocado pelo redescoberto Edy Star com a banda Monomotor. Aos puristas que se apressarem em condenar o estrangeirismo dessa modernização, vale lembrar que o próprio Gonzagão nunca torceu o nariz para isso. Os desenhos blueseiros do clássico Baião que o digam.
Fotos: Thiago Marques Luiz/Divulgação
Karina Buhr
Divulgação
Fafá de Belém
Chambinho do Acordeon
E vêm aí mais CDs, filme, shows, curso...
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lém do álbum triplo 10 0 anos de Gonzagão, as comemorações do centenário de Luiz Gonzaga estão sendo marcadas por iniciativas muito expressivas, tais como os discos As Sanfonas do Rei, do grupo Falamansa, e Que se Deseja Rever, de Mateus Sartori e Guilherme Ribeiro, e, sobretudo o prometido relançamento em CD, pela Sony Music, de todos os LPs de Luiz Gonzaga e mais 16 coletâneas feitas a
partir de discos de 78 rpm. Outra homenagem que vai dar o que falar é a cinebiografia Gonzaga, de Pai para Filho, de Breno Silveira (diretor de Dois Filhos de Francisco), que estreia em outubro e tem boas chances de ser transformado em minissérie televisiva. Estrelado pelo paulistano Chambinho do Acordeon, o filme recontará a comovente e gloriosa trajetória de Gonzaga e Gonzaguinha.
Além disso, no Vale do Anhangabaú, nos dias 25 e 26 deste mês, haverá uma grande série de shows em homenagem a Gonzaga, com participações de Dominguinhos, Elba Ramalho, Bicho de Pé, Falamansa e outros. Em setembro, ainda, começará um curso de dois meses sobre a obra do mestre, ministrado pelo autor desta reportagem no Centro Cultural Aúthos Pagano (Rua Thomé de Souza, 997. Tel.: 3836-4316). (AD)
Nesta edição:. Em Leitura, a cultura negra, por Tinhorão; a Curiosidade em Marte e cartas de Paulo Mendes Campos. Cinema: estreia 360, de Fernando Meirelles e Um Divã para Dois, com Meryl Streep e Tommy Lee Jones. Livros em Gastronomia e Roda do Vinho; Pinóquio no Sesc Belenzinho em Visuais. E Musicais: a Broadway desembarca em São Paulo.
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Tinhorão, de maldito a reconhecido. Renato Pompeu
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Aos 84 anos, o
cultura jornalista, crítico
musical e historiador da música popular brasileira, o santista, radicado primeiro no Rio de Janeiro e desde 1968 em São Paulo, José Ramos Tinhorão, pode ser julgado um vencedor, apesar de seus gostos musicais, francamente minoritários nos setores mais estratégicos da população, no que se refere à chamada opinião pública culta, parecerem ter sido derrotados na batalha pela MPB. Como crítico musical, ele sempre defendeu o que se considera "música de raiz" e, por isso, atacou como heresias estrangeirizadas tanto a Bossa Nova como o Tropicalismo, quanto mais a Jovem Guarda e o rock dito brasileiro. Isso lhe valeu ser chamado de "reacionário" e "conservador" por músicos como Caetano Velloso, que lamentou ter de suportar "os
tinhorões da vida". Mas Tinhorão também vinha sendo tradicionalmente malvisto pelos meios universitários. Tendo se aventurado, desde os anos 1950, a pesquisar e a narrar a história da música popular brasileira, era sempre criticado por professores universitários por não seguir os parâmetros acadêmicos de citação de obras e de fontes. Mas agora ele alcançou o triunfo: depois de anos em que seus livros tinham de ser editados em Portugal, tanto por abordar temas portugueses como por dificuldades com as editoras brasileiras, seu mais recente livro, Festa de Negro em Devoção de Branco – Do Carnaval na Procissão ao Teatro no Círio, foi publicado por, nada mais nada menos, uma editora universitária brasileira, a Editora Unesp, da Universidade Estadual de São Paulo. De um lado, Tinhorão concordou em utilizar o padrão acadêmico nas
citações e bibliografias, de outro lado é como se os meios universitários, finalmente, o tenham adotado como um pesquisador profundo e respeitável, que é o que ele sempre foi. Tinhorão foi pioneiro, décadas atrás, em discutir a produção cultural, principalmente a musical, dos negros levados a Portugal já desde o século 15, ainda antes de o Brasil ser descoberto. Na verdade, mesmo a grande maioria dos historiadores portugueses sequer mencionava a grande população negra do país desde os anos medievais de 1400, quanto mais a cultura, a visão de mundo e os modos de vida desses negros. No novo livro, ele se volta
dos negros – já constatado no século 14 pelo famoso historiador árabe Ibn Khaldun –, os levou, nessas procissões, a influenciar duradouramente a coreografia do desfile de cada corporação, bem como o desenho das bandeiras e das roupas. Usando-se uma expressão algo audaciosa, se pode dizer que os negros, literalmente, carnavalizaram em Portugal a procissão de Corpus Christi. Chama a atenção a semelhança entre a estruturação da procissão de Corpus Christi na Lisboa do século XVII e a estruturação do desfile das escolas de samba no Carnaval brasileiro desde o século XX. Tanto a procissão como o desfile são divididos em blocos e alas com trajes e alegorias específicas e transmitem cenas teatrais e mesmo dramáticas. Na verdade, Tinhorão retraça as fontes longínquas das procissões católicas tal como evoluíram a
outra vez para o universo negro de Lisboa, mas já principalmente nos séculos XVII e XVIII. Tinhorão assinala notadamente a presença não só de negros "animistas", como também de judeus, mouros e ciganos, igualmente não cristãos, nas procissões de Corpus Christi em Lisboa desde o século XVII. A explicação é que todas as corporações de ofícios deveriam estar representadas em cada procissão e em praticamente todas as profissões havia negros, judeus, mouros e ciganos. O proverbial gosto pela música, e principalmente pela dança em ritmos acelerados, característico
partir de manifestações festivas pagãs. Também nota como as procissões portuguesas tiveram como inspiração mais direta as procissões na França e na Itália do século XV, estas mais aristocráticas, mas Tinhorão observa que o caráter da procissão portuguesa era muito mais popular, tanto na composição social como, principalmente, na escolha das músicas, das coreografias e no colorido das vestes, alegorias e estandartes. Em seu precioso novo livro, Tinhorão resgata ainda a presença negra na lírica e na dramaturgia da Lisboa da época. Acima de tudo, ele resgata a esperança popular, particularmente entre os negros, em transformar cada momento da vida num motivo de festa. São as raízes de nossa cultura popular, que sempre tendeu a ser democrática e igualitária.
Nasa-07/08/2012
Nós, os extraterrestres.
O 'jipe' Curiosidade diante da marca do pouso em Marte, após uma jornada de 254 dias e 225 milhões de quilômetros até a órbita do planeta vermelho: como Jasão e Ulisses, ele pode nos dizer mais sobre nós mesmos.
Roberto Taddei
C
uriosidade, o jipe que pousou em Marte, tem tudo para suplantar as crenças de gerações que atualizaram o eterno desejo humano de lançar-se no espaço atrás do desconhecido assistindo às sequências de Guerra e de Jornada nas Estrelas. Não é o primeiro a chegar a Marte, estão lá ainda o Mars Pathfinder, o Spirit e o Opportunity. Mas o Curiosidade é diferente. O aparato tecnológico com nome tão facilmente traduzido para o português desceu sobre o solo marciano não como uma bomba grosseira. Não é a obra de atrapalhados colonialistas fazendo barulho para assustar. Cu rio si dad e pousou como uma nave espacial, ou como seria o pouso que inventamos ser o dos muitos extraterrestres que, imaginamos, chegam à Terra com regular frequência. Do pouso, vimos as imagens que Curiosidade gravou e uma animação que projeta um olhar narrador sobre o espetáculo da descida: acompanhamos de longe, como se a consciência humana já habitasse Marte, só faltando chegarmos lá com o corpo.
Primeiro, o conjunto que carregava o C u ri o s i da d e viajou por 254 dias os 225 milhões de quilômetros até a órbita de Marte. Na aproximação, uma queda de 125 mil metros a 21 mil km/h que dura quatro minutos. Então, como uma mágica, a velocidade diminui para apenas 1,7 mil km/h. A 10 mil metros de altitude, para-quedas se abrem. Perto do solo, a cápsula perde sua placa de proteção e de dentro sai um objeto voador não identificado, um guindaste voador com propulsores capaz de deslizar sobre o planeta. Enquanto paira no ar, nosso ovni baixa, como uma marionete, um jipe desengonçado. Não, não é um objeto com design da Califórnia e partes montadas na China ou Jundiaí. É uma feia engenhoca de fios, lâminas, metais e derivados de combustível fóssil terrestre, que pesa 899 quilos, mede mais de dois metros de altura e tem manual de instruções duas vezes mais extenso do que toda a Enciclopédia Britânica.
Quando o jipe enfim aciona as rodas contra o chão, a nave que o levou da Terra a Marte voa novamente, ninguém sabe muito bem para onde, para cumprir seu destino. Essa é a primeira vez que chegamos a outro planeta como extraterrestres. Com ciência e poesia. Todas as outras missões espaciais guardam o mesmo pecado original: o propósito de construir bases de ex-
nave Argo. Já a descida de Curiosidade em Marte deveria ser comparada à descida de Ulisses ao submundo, a Hades, para perguntar ao cego Tirésias qual é, enfim, o caminho de casa. É preciso ir muito longe para chegar perto de si. Cu ri os ida de viaja então a essa cratera, formada pela queda de um meteoro, em Marte. No meio dessa depressão de 150 quilômetros de diâmetro levanta-se uma montanha de A descida de Curiosidade deveria ser 5.000 metros, o monte Afiado (S ha rp). Uma montanha feita comparada à descida de Ulisses ao de camadas que se sedimentasubmundo, a Hades, para perguntar ao cego ram ao longo de milhões, ou Tirésias qual é, enfim, o caminho de casa. mesmo bilhões de anos, e que forma um mapa da história do ploração do espaço, como uma nova con- planeta vermelho, com pistas sobre o quista territorial. A conquista da Lua, para Sistema Solar e o universo. E o que procura o Curiosidade ali? Relembrar, é fruto da Guerra Fria. Curiosidade é diferente. John Grotzin- gistros de bauxita para exploração? ger é o chefe do Laboratório de Ciências Selênio? Petróleo? Especiarias? Panos de Marte, nome do grupo de controle da da Costa? Bons Selvagens? Novos Meroperação. A missão que ele gerencia de- cados? Com funis, tubos de ensaio, luve ser comparada à viagem de Jasão em pas, espectômetros de massa, analisabusca do velocino de ouro a bordo de sua dores de gases, fornos e uma broca ca-
paz de furar concreto, mais 17 câmeras, com vídeo e imagem em alta definição, Curiosidade quer descobrir de onde, afinal, viemos. As amostras colhidas pelo jipe podem nos dizer, por exemplo, se Marte foi um dia como a Terra, com uma civilização que se extinguiu, talvez por aquecimento, guerra atômica, ou pelo inefável apocalipse interplanetário que não livra ninguém. Descobriremos talvez quais foram os motivos do "declínio inexorável" do planeta vermelho e, por tabela, poderemos entender o "florescimento" do planeta azul e verde que chamamos de Terra, nas palavras de Grotzinger. Ao fazer isso, como Jasão e Ulisses, Cu ri os ida de pode nos dizer mais sobre nós mesmos, humanos, que entramos no século 21 caminhando para nos tornamos extraterrestres. Como opção, ou como única saída. Caminhando rumo ao monte Afiado, Curiosi dade pro mete criar novos mitos, ou ao menos deve acrescentar possibilidades aos mitos pretéritos que nos dão sentido.
Carta a Otto Lara Resende Marcus Lopes
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e onde venho meu velho, e para onde vou? Não é de hoje que as pessoas se fazem essa pergunta. Em meados de 1945, o escritor Paulo Mendes Campos começou justamente com essa frase a carta ao amigo Otto Lara Resende. Recém-chegado de Minas Gerais ao Rio de Janeiro, Campos padecia da solidão típica de quem ainda não havia se acostumado com a nova cidade e tampouco feito muitos amigos. Para amenizar a dor da alma, resolveu escrever uma longa carta ao amigo Otto Lara Resende, que havia ficado em Belo Horizonte. Pinçada pelo Instituto Moreira Salles (IMS) no amplo cabedal de
correspondências de Paulo Mendes Campos, a carta ganhou uma reprodução fac-símile sob o título Paulo Mendes Campos - Carta a Otto ou um Coração em Agosto (40 páginas, R$ 19,50). Trata-se do pontapé inicial para levar ao público o acervo do autor de livros como O Cego de Ipanema e O Anjo Bêbado. A carta segue um estilo sóbrio e melancólico, muito diferente das crônicas que o tornariam, ao lado dos amigos Otto e Fernando Sabino, um dos titulares do principal time de cronistas da imprensa brasileira entre as décadas de 60 e 90. "O coração pesa e se refugia silencioso entre possibilidades e apreensões. Dir-se-ia um cora-
ção cansado", diz o missivista, em um trecho da carta. "A informalidade e o coloquialismo da correspondência habitual dão lugar a um estilo epistolar diferente, em que a frase não é sempre direta, as metáforas são abundantes e os sentimentos adquirem dramaticidade incomum", explica, no posfácio, Elvia Bezerra, organizadora do volume. "Não se vê aqui o bom humor com que o remetente sempre amenizou qualquer melancolia em sua correspondência", completa Elvia. A carta se encerra com um poema ao amigo, que permanecia inédito. "Otto, mermãozinho, às
ulgação
Fotos: Div
6 horas parnasianas de uma tarde carioca me canso de 'literatura' e resolvo fazer literatura. Mas não sei. Então, escreverei um poema. E escrevo pra você", diz Campos sobre a poesia, intitulada Poema a Otto Lara Resende ou Vinte e Três Agostos no Coração.
Reproduç
ão
Solidão de Paulo Mendes Campos: escrita para amenizar a dor da alma.
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ernando Meirelles, nas entrevistas que vem concedendo mundo afora para o lançamento de 360, diz que 80% do filme pode ser creditado ao roteirista, Peter Morgan. O longa, dirigido pelo brasileiro, chega nesta sexta (17) aos cinemas brasileiros, depois de estrear nos Estados Unidos quase despercebido, no formato vídeo sob demanda e só depois (no dia 3 deste mês), chegar às salas de exibição. A bilheteria por lá vem sendo minguada. Até agora rendeu apenas US$ 45 milhões, número considerado pífio para uma produção desse porte. O roteirista (que escreveu A Rainha; Frost/Nixon e O Último Rei da Escócia, baseou o argumento na peça do dramaturgo austríaco Arthur Schnitzler. Com Anthony Hopkins, Jude Law, Rachel Weisz e Ben Foster no elenco, 360 traz também os brasileiros Maria Flor (Marina, no filme Xingu) e Juliano Cazarré (o personagem Adauto na novela Avenida Brasil, da TV Globo). O longa é falado em alemão, inglês, francês, árabe, português, russo e esloveno, com cenas filmadas na Hungria, França, Inglaterra, Aústria e Estados Unidos. A profusão de idiomas se estende à
trilha sonora, que inclui rock americano, canções eslavas e a brasileiríssima bossa nova. Brasil - Maria Flor está à vontade no papel da brasileira que deixa o namorado (Cazarré) – que a trai – para voltar ao Brasil. No avião e no aeroporto fechado pela neve, conta com a companhia do senhor distinto (Hopkins), a quem ela leva nacos de inspiração. E o rapaz que lhe desperta o interesse é vivido por Foster – no papel de um condenado por crime sexual que acabou de ser solto. Jude Law e Rachel Weisz formam um casal inglês mais escondem do que mostram. Solidão a dois, pode ser o epíteto para o casamento. Pais de uma menina pequena, eles se esforçam para se manter juntos. E vão descobrindo até que ponto são capazes de tentar. Mazelas - Em meio aos encontros e desencontros, trafegam pelos fotogramas prostitutas, ricaços, executivos, bandidos, alcoólatras em reuniões do AA. Mazelas da sociedade, marginalizados e elite se misturam. Há a moça que só pensa em ler livros e sonha encontrar seu príncipe dia desses, e sua irmã que quer ganhar muito dinheiro e sumir do mapa; um dentista apaixonado pela assistente,
Paris Filmes/Divulgação
Lúcia Helena de Camargo
Jude Law e Rachel Weisz: casal que vive na cidade de Londres, ponto de partida e chegada dos 360 graus. mas impedido de se declarar por motivos religiosos. Todos esses recortes vão se entrelaçando planeta afora até formar os tais 360 graus do título. Mas talvez haja personagens demais para lidar em um filme com menos de duas horas de duração. O resultado é uma trama que soa algo superficial. Nenhum dos episódios consegue ter a profundidade para conquistar o espectador ou fazêlo se identificar a ponto de partilhar dos sentimentos desses homens e mulheres retratados. Babel - Não é difícil chegar a uma comparação com o ótimo Bab el (2006), dirigido por Alejandro Gonzalez Iñarittú, com roteiro de Guillermo Arriaga. No filme do mexicano também se faz uso de muitas línguas e as histórias se inter-
ligam de maneira a formar uma unidade, com objetivo de refletir sobre globalização e como nossos atos afetam toda uma sequência de eventos futuros e vidas de pessoas de quem poderemos jamais ouvir falar. A diferença é que Iñarittú conseguiu ir mais fundo em cada uma das histórias, possibilitando melhor entendimento das intenções, alegrias e medos de cada personagem.
360 (Reino Unido, Áustria, Brasil, França, 2011, 117 minutos). Direção: Fernando Meirelles. Com Anthony Hopkins, Jude Law, Rachel Weisz, Maria Flor, Ben Foster, Juliano Cazarré, Jamel Debbouze, Moritz Bleibtreu.
Imagem Filmes/Divulgação
Um divã. E boas brigas.
Califórnia Filmes/Divulgação
Varilux traz novos franceses
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Festival Varilux de Cinema Francês, que começou na quarta (15) e segue até dia 23 em São Paulo, traz uma seleção de filmes franceses de produção atual. Com 45 mil espectadores no ano passado, este ano chega também a outras 30 cidades brasileiras. Entre os filmes exibidos está Intocáveis (Intouchables), de Olivier Nakache e Éric Toledano, com François Cluzet e Omar Sy. O longa foi um fenômeno de bilheteria na França em 2011, levando mais 20 milhões de pessoas. A estreia do filme na Cidade está programada para o dia 31. Outra atração será O Monge (Le Moine, foto).
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eryl Streep e Tommy Lee Jones como protagonistas já garantem a graça da comédia. Um Divã para Dois (Hope Springs, 2012, EUA, 112 minutos), que estreia nesta sexta (17), conta ainda com Steve Carell no elenco. O casal Kay e Arnold, de meia idade, que já não vê graça no casamento, acaba no consultório do psicanalista Dr. Bernie (Carell). Idiossincrasias, manias variadas e toda a bagagem acumulada em décadas de rotina vão desencadear em discussões – e brigas, muitas, variadas e engraçadíssimas – até que tentem começar a acertar os ponteiros. Ou, ainda dentro da metáfora, jogar o relógio no lixo. A direção é de David Frankel. (LHC)
Adaptado do romance homônimo, conta a história de padre Ambrósio, pregador famoso que, convencido de sua virtude, acredita ser imune à tentação, até que eventos misteriosos começam a aterrorizá-lo. Dirigido por Dominik Moll, com Vincent Cassel. Na programação entraram ainda Adeus Berthe ou o Enterro da Vovó (Adieu Berthe, de Bruno Podalydes); Alyah, de Elie Wajeman; La Pirogue, de Moussa Touré; Uma Garrafa no Mar de Gaza (Une bouteille à la mer), de Thierry Binisti; Um Evento Feliz (Un heureux événement), de Remy Bezançon, entre outros. www.variluxcinefrances.com
Tipos bizarros e comédias, de um lado a outro de SP. Sérgio Roveri
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e um lado da cidade, no Teatro Geo, um grupo de atores enfrenta o desafio, neste caso inglório, de concluir os ensaios de uma peça que deve estrear em dois dias. Do outro, no Teatro União Cultural, é um grupo de mulheres que se vê diante de uma tarefa igualmente
espinhosa: fazer as pazes com a beleza em uma clínica de estética, mesmo que para isso tenham de enfrentar sacrifícios físicos e privação alimentar. Estes são os temas de duas comédias que entram em cartaz esta semana em São Paulo. A primeira delas é Chá com Limão, texto francês que
João Caldas/Divulgação
Chá com Limão: correria antes da estreia de uma peça.
chega ao Brasil com a chancela do sucesso obtido em Paris. A segunda é O Incrível Dr. Green, escrito pela dramaturga Gisela Marques, como forma de satirizar a obsessão não somente feminina pelo corpo ideal. De autoria do casal Danielle Navarro-Haudecoeur e Patrick Haudecoeur, Chá com Limão ganha direção de Alexandre Reinecke, que ultimamente tem se dedicado a garimpar textos da comédia francesa contemporânea, como To c Toc, sucesso de público há vários anos. Chá com Limão, que ganhou o Prêmio Molière de Melhor Comédia de 2011 na Franca, mostra os bastidores de um teatro onde um grupo de atores pouco entrosado está a 48 horas de estrear um vaudeville. Tudo sinaliza para o fracasso da empreitada: a diretora é insegura e confusa, a principal atriz da companhia já teve seus dias de glória e ainda insiste em viver deles, embora o presente de-
monstre o quanto ela está ultrapassada e o galã é um exemplo muito bem acabado da falta de talento – só foi convocado porque é filho do produtor. O resto do elenco e da equipe técnica é movido apenas por rabugices, intolerância e intrigas. Reinecke vê, neste serpentário reunido sobre o mesmo palco, um mostruário das mazelas humanas. No elenco de Chá com Limão estão os atores Gorete Milagres, Sérgio Guizé, Angela Dippe e Theodoro Cochrane. Mais bizarros Os tipos reunidos na Clínica Afrodite-se, cenário da peça O Incrível Dr. Green, são igualmente bizarros, ainda que por outros motivos. Quatro mulheres revelam, enquanto aguardam pela consulta com um renomado cirurgião plástico, os dramas pessoais que as empurraram para aquela sala de espera. Há desde uma jovem
Gal Oppido/Divulgação
O Incrível Dr. Green: sátira à obsessão pelo corpo ideal. publicitária que cismou em reduzir a barriga após a primeira gravidez até uma ex-gorda que, depois de perder mais de 100 quilos, pretende agora ter uma aparência completamente nova. A peça, que é dirigida por Ricardo Severo, traz no elenco as atrizes Nyrce Levin, Nany People, Amanda Acosta e Gabriela Alves.
Chá com Limão. Estreia nesta sexta (17). Teatro Geo. Rua Coropés, 88. Tel.: 3728-4930. Sexta às 21h30. Sábado às 21h. Domingo às 19h. R$ 60 a R$ 70. O Incrível Dr. Green, estreia nesta sexta (17). Teatro União Cultural. Rua Mário Amaral, 209. Tel.: 2148-2905. Sexta e sábado às 21h. Domingo às 19h30. R$ 30 a R$ 40.
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Os vinhos e as línguas
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O bauru do Ponto Chic, que será degustado no espaço Cozinhando com Palavras, e Angelo Iacocca, que fala sobre a relação da lanchonete com a Semana de Arte Moderna.
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José Guilherme R. Ferreira
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Suflê de letrinhas. Com sal a gosto. Lúcia Helena de Camargo
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uem aprecia a boa mesa muitas vezes também gosta de cozinhar. E o interesse por assuntos gastronômicos cresce no País. Prova disso é a profusão de livros relacionados à culinária lançados nos últimos tempos. Nesta 22ª Bienal do Livro de São Paulo, que segue até domingo (19), no Parque Anhembi, as editoras fazem promoções e levam autores e chefs ao Cozinhando com Palavras, espaço no qual acontecem palestras, workshops e degustações. A curadoria do espaço é de André Bocatto. Degustação de bauru
No alto, espetinhos de verão, de Ducasse; Jamie Oliver e suas receitas de 30 minutos e a trajetória do hambúrguer. À direita, mexilhões em Alimento com História.
Uma das principais atrações deste final de semana, no sábado (18), às 10h30, será Angelo Iaccoca, autor do livro Ponto Chic - Um Bar na História de São Paulo. Além de autografar a obra, ele vai falar sobre a trajetória do bar e sua relação com a Semana de Arte Moderna, que está completando 90 anos. Entre as curiosidades, o fato de modernistas como Oswald e Mario de Andrade frequentarem as mesas da lanchonete, assim como alguns anti-modernistas – Monteiro Lobato entre eles. Ao final haverá degustação do famoso bauru do Ponto Chic. Embora não existam números oficiais sobre os lançamentos, algumas editoras se sobressaem, como a Senac, que chegou à feira com 14 novos títulos na área de gastronomia. Com um total de 174 livros desse gênero no catálogo, é a brasileira mais premiada pelo Gourmand Cookbook Awards (grande prêmio da literatura gastronômica mundial), com 54 Gourma nd s. O selo Senac já vendeu mais de 800 mil exemplares nesse segmento, apresentando um crescimento de 24% em 2011. Entre os lançamentos estão Natural Simples, Saudável e Saboroso (160 páginas, R$ 50 em média), assinado por Alain Ducasse em conjunto com a nutricionista Paule Neyrat. A caprichada edição traz 85 receitas executadas por Christophe Saintagne, como carpaccio de pêssego, damasco e amêndoa; melão gelado e granulado ao vinho sauternes e espetinhos de ve-
rão, com morangos, cerejas e outras frutas. Outro na mesma linha é A Cozinha da Saúde - Hábitos e Receitas para uma Vida Saudável (360 páginas, R$ 54,90), do festejado Ferran Adrià, com Valentín Fuster e Josep Corbella. Já Hambúrguer uma História Global (191 páginas, R$ 44,90), de Andrew F. Smith, e Pizza - uma História Global (182 páginas, R$ 44,90), de Carol Helstosky, são obras para quem quer entender a trajetória desses alimentos, da origem do preparo ao consumo. Todos os livros da editora estão sendo vendidos na Bienal com 30% de desconto. A editora Globo, que oferece em seu estande 20% de desconto, chega com diversos títulos do famoso cozinheiro inglês Jamie Oliver, como 30 Minutos e Pronto (288 páginas, R$ 69,90), com receitas práticas derivadas do programa de TV apresentado por ele.
tenta à crescente globalização da enogastronomia, a jornalista Roberta Malta Saldanha acaba de lançar seu Minidicionário de Enologia em 6 Idiomas,uma publicação da Editora SenacRio, obra de apoio não só aos apreciadores de vinho interessados na rica terminologia da área, mas também de utilidade para estudantes, sommeliers e demais profissionais. Roberta já havia dado suas contribuições à gastronomia nacional quando organizou, em 1995, o primeiro grande evento internacional do gênero, o Boa Mesa. Mais tarde, escreveu o precioso Dicionário Tradutor de Gastronomia em Seis Línguas, que com edição revista e atualizada, será relançado em breve também pela mesma editora. No dicionário enológico, os verbetes têm breve entrada em português, seguidos das traduções em inglês, espanhol, francês, italiano e alemão. Os mais renomados especialistas brasileiros dão respaldo aos conceitos. O primeiro verbete traz a palavra abacaxi, tratado como aroma característico de alguns vinhos brancos jovens. O último, na letra "z", apresenta a zurrapa, o vinho estragado, de má qualidade, seguido das traduções: pricked wine, paint stripper, vino (inglês dos EUA) ou plonk (Reino Unido). Vinucho, zupia
e peleón (Espanha); vinasse, vinelle, pinard, pipi de chat (França); vinaccio (Itália) e krätzergros (Alemanha). Em "Adamado", aprendemos que o termo é usado em Portugal para designar um vinho doce e suave, próprio para as damas. Como tradução temos, respectivamente: sweetish, dulce e suave, doux, dolce e morbido e süs und sanft.
José Guilherme R. Ferreira é membro da Academia Brasileira de Gastronomia (ABG) e autor do livro Vinhos no Mar Azul – Viagens Enogastronômicas(Terceiro Nome)
SACA-ROLHAS Apaixonado por vinhos, o californiano Alykhan Karim, 28 anos, no Brasil há dois, acaba de lançar o Sonoma, modelo inovador de venda de vinhos no País. Os membros cadastrados no Sonoma.com.br recebem ofertas semanais de vinhos, negociadas direto com produtores, com preços até 60%
abaixo dos de mercado. Karim tem como sócio Edson Barbosa, que foi CEO da primeira grande loja virtual de vinhos no Brasil, a Estação do Vinho. "O Sonoma quer dispensar intermediários e ser o link entre produtor, ou importador, e consumidor final", explica Jô Barros, a sommelière do Sonoma.
Livros a R$ 1 Se procurar bem, o leitor gourmet encontra pechinchas. Alimento com História, por exemplo, pode ser comprado por R$ 10. O livro, com capa dura e fartamente ilustrado, é uma compilação de fascículos da VIP e traz preparos de salgados e doces acompanhados da "sugestão" de que seja usada esta ou aquela marca de ingrediente. Por conter propaganda embutida, o preço é tão interessante. E ainda mais atraente são os livrinhos leves como Acompanhamentos Práticos; Carnes Práticas e Receitas de Pri nc es a, da Melhoramentos, os três a R$ 1. A editora divulga ter vendido mais de 30 milhões de exemplares desses pockets. www.bienaldolivrosp.com.br
Manual de cozinha
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Melhoramentos, com 200 títulos gastronômicos no catálogo, lançou na Bienal O Que Cozinhar & Como Cozinhar (416 páginas, R$ 129), da britânica Jane Hornby. Com 100 mil cópias vendidas nos Estados Unidos, o livro é um manual que traz receitas simples e complicadas, ensinando o passo a passo de maneira didática e ilustrada. De itens para se ter na despensa básica, passando por lanches leves, saladas, combinação de alimentos para servir juntos, tudo bem explicadinho. Entre as receitas, quiche de cebola, contra-filé com manteiga de alho e torta de limão.
Choro e samba concretos Aquiles Rique Reis
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Brasilis lançou o seu primeiro disco, que tem como título apenas o nome do grupo: Camerata Brasilis, Acari Records (www.acari.com.br). Mas é bom saber que ela é mais do que uma galera de jovens apaixonados por Pixinguinha e Radamés Gnattali: é um conceito, uma concreta e clara significação de estilos expressos na prática de tocar choro e samba. Seus integrantes, todos alunos, ex-alunos e atuais professores da Escola Portátil de Música, do Rio de Janeiro, têm em si o espírito de gêneros musicais que marcaram um tempo que se irradia até hoje. Graças aos jovens, a renovação se oferece a ouvidos ávidos por novidades. Refeitas à semelhança do que já era considerado moderno desde o início do século XX. Com Maria Souto (flautas e sax tenor), Aline Gonçalves (flautas e clarinete), Vitor Macedo (clarinete), Luis Barcelos (bandolim), Marcos Tannuri (cavaquinho), Glauber Seixas (violão sete cordas), João Gabriel Souto (violão sete cordas), Pedro Aune (contrabaixo acústico) e Gabriel Leite (percussão e bateria), a Camerata inspirou-se na Camerata Carioca, na qual tocavam os professores da moçada da Brasilis. Para a gravação, mestres e alunos se ajuntaram pela música. Nada, então, poderia impedir que o trabalho ficasse esplêndido. E, de fato, ficou o máximo. O álbum tem um som popular de requintada inquietude harmônica; de reverente, mas saudável rebeldia na homenagem aos mestres; de sábia busca de refazer as belezas aprendidas com seus ídolos de ontem e de hoje. Tudo resulta em sólido e belo repertório, em virtuosismo individual e em riqueza orquestral. Uma delicada introdução inicia Benjamin Seja Bem-Vindo (Pedro Paes), que abre o álbum. O arranjo, do próprio Pedro, se vale das nuanças sonoras do bandolim e do cavaquinho, e também da flauta e dos
clarinetes, do baixo e do sete cordas. O pandeiro impulsiona quando o choro se faz mais repinicado. Choro de Outono (Paulo Aragão) tem arranjo do autor e inicia com flauta e clarinetes. O cavaquinho sola, o contrabaixo com arco apoia. Vem o pandeiro e chama o choro. O bandolim sola. As paletas seguem. A flauta dá o ar de brejeira graça. O violão improvisa... Meu Deus! Mauricio Carrilho compôs dois lundus (Oxaguiã e Lundu de Ojó) e uma valsa (Olhos d'Água), todos apresentados em
forma de suíte. A Camerata Brasilis se vale do seu talento para dar modernidade à interpretação. Fechando o CD, Lembranças do Coreto, de Nailor Proveta, autor também do arranjo. À instrumentação da Camerata acrescentou-se o sax alto e o clarinete de Nailor, o flugelhorn de Aquiles Moraes e o bombardino de Everson Moraes. O que já tinha sabor no passado agora ganha nova vida e se faz mais faceiro com bombardino, flautim e tuba. Com arranjo de Maria Souto, o violão chora na valsa Vaidosa Nº 1, de Radamés Gnattali. Flauta, flautim e clarinete seguem... Lindo! Pixinguinha está presente com Minha Vez. Animada como só ela, a polca pulsa ligeira, radiante. Vivam Pixinguinha e Radamés!
Aquiles Rique Reis, músico e vocalista do MPB4.
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Touriga: a Identidade de Portugal (2 de 2). Carlos Celso Orcesi da Costa
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o artigo anterior aplaudi a iniciativa da ViniPortugal de promover, para fins de marketing, a Touriga Nacional como a castaprincipal do país. Flagship, bandeira das caravelas cheias de novas especiarias – vinhos – na conquista dos mercados globais. Argumentei, principalmente sob a ótica do consumidor, que a tão celebrada pluri-identidade das 300 castas (sem contar os clones) tem dificultado a compreensão do vinho português. Como degustar vinho é algo prazeiroso, nem sempre o consumidor se dispõe a entender as misturas de Jaen com Encruzado, Baga com Antão Vaz, Castelão com Tinto Cão, para nem mencionar as mais conhecidas Tinta Roriz, Touriga Franca, Trincadeira, Tinta Barroca e agora algumas francesas como Syrah, Alicante Bouchet e Petit Verdot partícipes do puzzle ou quebra-cabeça. Tanto é que os cardápios dos restaurantes e revistas especializadas informam a região, o produtor, o grau alcoólico, mas não o blend das uvas. Aliás, raramente os produtores divulgam a mistura no contra-rótulo, muitas vezes porque... nem sabem! Sim, isso é histórico, faz parte da cultura, todavia dificulta a compreensão do consumidor comum... inglês, americano, brasileiro. A multivariedade de uvas concorre para a desinformação. Não há risco de se re-
Quinta do Vallado de D. Ferreirinha e, ao lado Herdade do Esporão. no Alentejo
petir o fenômeno Syrah na Austrália e Malbec na Argentina, mas tão somente um certo foco na TN, uma espécie de abertura ao mundo vínico português. Resta agora provar a Touriga Nacional. Meu périplo TN começou em fevereiro, em Lisboa, no restaurante "João do Grão": (1) Quinta do Vallado TN 2008, 94 pontos na Wine Spectator e 7º na lista dos Top 100 de 2010. Nota 95. Explosão e paixão ao primeiro gole. Recentemente (preparando-me para escrever este artigo) há 2 anos na adega, retirei (2) um Quinta Seara D'Ordens TN 2004: puro frescor, contraste de taninos vivos, concentrado, muito bom com nota 91
(Expand R$ 120), excelente custo-benefício. Pulei ao Dão, origem da casta, com o (3) Quinta da Falorca TN 2005, frutas vermelhas, corpo médio, 14% de álcool, sem defeitos mas sem brilho, nota 85 (World Wine, R$ 162). Da "Regional Beiras", provei o (4) João Pato 2009 (do grande Luis Pato), com taninos adstringentes, pouco corpo e preço menor, nota 81 (Mistral R$ 65). Daí saltei ao Alentejo, com o (5) Esporão TN 2008, abaunilhado, volumoso, embora com taninos redondos, como sempre sério, prazeiroso, uma das três melhores vinícolas nacionais, com nota 93 (Qualimpor R$ 160). Então voltei ao Douro (6) com o bom TN Pôpa 2007
de cor viva, taninos domados, uva bem integrada em corpo médio, 13,5% de álcool e nota 86 (Mistral R$ 146). Depois o (7) T-Nac by Falorca 2008, mais nervoso que o Quinta (nº 3 acima, talvez seja até o mesmo vinho com novo nome, da safra 2005) nota 88 (W. Wine a bom preço R$ 100). E na última 6ª feira, com bacalhau, (8) o Churchill's Estates TN 2008, também a fruta negra e nota 88 (Expand – R$ 135). Por fim, voltando ao ponto de partida, abri na última 5ª feira, com os amigos da Confraria Opus, no Varanda Grill, um (7) Quinta do Vallado TN, desta vez da safra 2009. Caso sério: quem gosta de vinho deve prová-lo. Aromático a fruta
preta, mineral, acidez e untuosidade à boca, notas de cacau, requintado e forte sem ser agressivo (14,5%), volumoso e com grande final. A Wine Spectator atribuiu 95 pontos ao 2009. Minha nota é igual. Embora ao custo de R$ 137 na Ville Du Vin, vale cada gole. Como resumir a Touriga Nacional? Frescor, equilíbrio e tensão. São vinhos mais para elegantes do que potentes, embora com álcool na casa dos 14%. Os melhores também revelam força. O importante é que, em quase todas as provas dessa pequena amostra encontrei o mesmo DNA ou i de n ti d ad e . Percebem os leitores? Em Bordeaux prevalece a
Cab Sauvignon, misturada com Merlot Cab Franc e Petit Verdot, há exemplares fracos no meio dos caros e brilhantes, mas um Bordeaux será sempre Bordô. Assim como o Borgonha e o Malbec argentino de entrada doce na boca e corpo viril continuam inconfundíveis. A divulgação da TN serve como passo de convergência dos olhos do mundo a Portugal. Para isso serve o marketing. Depois do consumidor mundial entender um pouco da TN sua compreensão sobre a multiplicidade de castas autócnes se abrirá. E o futuro continuará sem camisade-força; será ajuste de rota sem alterar o destino.
Fotos: Divulgação
No alto, obra integrante do Ateliê do Pinóquio, localizado na Área de Exposições. E, a instalação O Peixe Gigante, no Galpão Cultural.
PINÓQUIO no Belenzinho, em 'carne e osso'. Rita Alves
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arece mentira, mas não é: Pinóquio está no Sesc Belenzinho. Logo na entrada da unidade já é possível vê-lo em tamanho gigante, retratado na chamativa escultura criada pelo artista Maurizio Zelada. Ela é apenas um indício do que o público vai encontrar pela frente, dentro da divertida exposição Pinóquio: Uma Bela Arte, em cartaz até 18 de novembro. A mostra inspirada no livro As
Aventuras de Pinóquio, do italiano Carlo Collodi, foi idealizada pela artista ítalo-brasileira Vera Uberti e homenageia o clássico da literatura infanto-juvenil com diversas instalações, abrigadas em dois espaços, e uma programação especial (até o próximo fim de semana). Os momentos importantes da trajetória do boneco Pinóquio, criado pelo carpinteiro Geppeto, até sua transformação em menino, es-
tão representados em cada instalação, dentro do Galpão Cultural. Em todo o percurso, a instalação sonora O Som da História, criada pelo Ultrassom Music Ideas, acompanha o visitante com diálogos do livro. Na primeira obra Floresta Susp en s a , criada pelo Studio CTRLZAK, o público manipula troncos de madeira pendurados no teto que, quando movimentados, iluminam os objetos usados por Geppeto, de-
Exposição Pinóquio: Uma Bela Arte mostra a história do boneco criado pelo marceneiro Geppeto, retratada em diversas instalações.
Olaria: fantástica fábrica de samba.
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e samba para a gente sambar... O grupo Brasilidades, que forma a roda aos sábados, das 15h às 20h (couvert artístico a R$ 10), no Olaria Bar e Grill, é para lá de bom. Há um toque melódico, clássico e suave no ritmo, convidando cantores e cantoras diferentes para soltarem a voz, a cada apresentação. O nome do bar adequa-se à construção, dois amplos barracões formando um salão, forra-
do de tijolos envernizados que se abrem como os arcos da Lapa carioca, chão de terra batida, madeirame de demolição amparando o teto alto de armazém – será de zinco? À direita, singela nota musical fixada na parede sustenta atabaque, pandeiro, percussão, prato, violão e cavaquinho rasgando a melodia. Mesas confortáveis para degustar a excelente feijoada na cumbuca (pequena, R$ 29;
Chico Ferreira/LUZ
Armando C. Serra Negra
Bom som, mesas confortáveis. E 25 tipos de espetinho. média, R$ 35; grande, R$ 46) em ambiente refrescante, à prova de suor. Balada de segundo turno, até a meia-noite, revezam-se bandas de MPB: "Fechamos à 1h, em paz e tranquilidade com a vizinhança", avisa Claudio Rabelo,
um dos sócios. À esquerda, balcãozão, garrafas e cadeirões de madeira rústicos, ótimo para solitários admirarem o belo jardim de flores dançando. É infalível: gingado animado, paquera, namoro e casamento na partitura.
senhados no chão. Mas isso é só o começo da aventura. Bom mesmo é aproveitar todas as obras e na última ser surpreendido pela companhia de Pinóquio. Não acredita? Então vá ao Sesc Belenzinho. Galpão Cultural e Área de Exposições. Rua Padre Adelino, 1000, Belenzinho, tel.: 2076-9700. Terça a sexta, das 10h às 21h30. Sábados, das 10h às 21h. Domingos e feriados, das 10h às 19h30. Grátis.
Rodas de carroça feito luminárias, ferraduras, entalhes caboclos, cabaças, sinos bovinos, emolduram a grelha (25 tipos de espetinho: simples, R$ 3,80; especiais – R$ 7,20), dois degraus alçam o deque, equipado para receber grupos maiores, destacando uma mesa circular de centro giratória para melhor degustar os petiscos. Infalíveis quadrinhos de São Paulo antiga – fordecos no corso carnavalesco dos anos 20 retornando na Rua da Consolação, para continuar a marchinha na Avenida Paulista – e outros de cerveja Brahma do lado oposto (R$ 6). Caipirinha (R$ 15) e caipiroska (R$ 13). Janelões envidraçados em toda extensão dão vista para o que lembra uma floresta tropical; não é difícil imaginar gatos do mato, bugios e tamanduás espreitan-
do. Contudo, achegando-se nota-se estar em um nível bem mais alto à rua, de três ou quatro andares, de onde brotam as folhagens – daí a impressão. Até às 22h, observa-se, por entre os galhos, tenistas batendo bola nas quadras lindeiras do Tênis Clube Paulista. Amanhã, sábado (18), o Olaria oferecerá um prato especial: o grupo Alma, mesclando samba e música caribenha (couvert artístico a R$ 15), vai embalar Alex – "o garçom mais famoso do Brasil" – a servir um Mojito (rum, soda, suco de limão e folhas de hortelã – R$ 15), em sua folga do Programa do Jô. Não deixe o samba morrer, não deixe o samba acabar...
Olaria Bar e Grill. Rua Apeninos, 637. Paraíso. Tel.: 3289-0822. www.olariabar.com.br
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Broadway a preços populares New York, New York e Priscila, Rainha do Deserto em curta temporada promocional. E crescem escolas para formação de atores. Ana Barella
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Fotos: Divulgação
Miss Saygon, interpretado pelos alunos do curso Making Musical da escola de atores Wolf Maya.
Kiara Sasso, Juan Alba e Juliane Daud, estrelas do musical New York, New York, em sua primeira adaptação no País.
Marcos Mesquita/Divulgação
ão tantas as estreias de mu- perproduções como o australiano Os jovens atores com talento sicais nos teatros brasileiros, Priscila, Rainha do Deserto, que abpara cantar e dançar podem esprincipalmente no Rio de Ja- sorveu R$ 7 milhões. tar com o futuro garantido no neiro e em São Paulo, que é melhor País, já que o público aderiu à a Broadway tomar cuidado com taEscolas de musicais onda dos espetáculos e lota as manha concorrência. O mercado casas de shows. Segundo Stenacional vem crescendo desde a Com tantos espetáculos em carphanie Mayorkis, diretora de Faprimeira adaptação original para taz, a demanda por mão de obra mily Entertainment da Time For português de Os Miseráveis, em especializada cresce, e o número Fun – produtora de A Família Ad2001. Segundo a grande produtora de cursos voltados para a formadams –, o espetáculo já vendeu mundial Time For Fun, hoje, o Brasil ção de artistas do showbiz, tam200 mil ingressos em uma única já é o terceiro do mundo em núme- bém. Escolas de atores, como a temporada. "A demanda por ros de produções, somente atrás Wolf Maya e a Casa de Artes Operária, parte do público também audos Estados Unidos e da Inglaterra. organizam cursos que preparam mentou graças à melhora da Os preços costumam ser salga- os alunos para esse novo mercado. economia brasileira e a ascendos, não raro batendo na casa dos Com duração de até seis meses, insão da classe C", avalia. R$ 500. Mas quem não João Caldas/Divulgação pode ou não quer pagar tanto por um ingresso pode se animar porque esta semana começam temporadas de peças a preços populares. O espetáculo New York, New York ficará em cartaz até 7 de outubro no teatro Sergio Cardoso com entradas a R$ 40. E Priscila, Rainha do Deserto terá ingressos de R$ 20 a R$ 50. A peça está em cartaz no Teatro Bradesco do shopping Bourbon. As apreCena do musical A Família Addams: sentações pupulares 200 mil já assistiram. acontecem no dias 29 deste mês; 12 de setembro, 17 de outubro e 7 de no- vestem em aulas de dança, canto e New York, New York. Teatro vembro. Melhor correr porque interpretação. No final do curso, os Sérgio Cardoso. Rua Rui eles já estão esgotando. alunos montam um espetáculo do Barbosa, 153. Tel.: 3288-0136. A lista de estreias deste ano é gênero, que costuma atrair "olheiDe quinta á domingo. Até 7 de extensa. Além de Pr i s c i l a e New ros" das grandes produções. Cataoutubro. R$ 40. Yo r k , chegaram aos palcos Tim rina Milani, 20 anos, está prestanMaia - Vale Tudo; Hair; Fama; O Vio- do vestibular para Artes Cênicas. Priscila, Rainha do Deserto. linista no Telhado; A Família Ad- Ela fez o curso de musicais e finad am s, entre outros. E as produ- lizou com um papel em uma verTeatro Bradesco. Shopping ções são grandiosas. A Família Ad- são de Hair. "O legal dessa expeBourbon. Rua Turiassu, 2100. dams, por exemplo, entre ceno- riência é que se aproxima muito Tel.: 4003-1212. Dia 29. grafia, figurino, atores e direitos do dia a dia das grandes compa12 de setembro. 17 de outubro. autorais, custou R$ 25 milhões. nhias. Agora me sinto mais pre7 de novembro. R$ 20 a R$ 50. Número alto se comparado a su- parada para o mercado", diz.
Dos palcos à telinha
D
epois do sucesso de programas de televisão que giram em torno da indústria fonográfica, como Ídolos e The Voice, chegou a vez da Broadway ditar as tendências na telinha. O gênero musical, que é adaptado constantemente para o cinema, também está sendo explorado em grandes produções para a TV. A série americana Smash é um bom exemplo de que o formato pode ser sucesso de audiência. A trama gira em torno da produção de um musical sobre a vida da atriz Marilyn Monroe, desde a escolha do tema da peça até o dia de estreia. Com produção impecável de Steven Spielberg e grandes nomes no elenco como Anjelica Huston, Uma Thurman e Debra Messing, a série já tem segunda temporada confirmada. Quem quiser checar a primeira pode acompanhar a série pelo canal pago Universal, todos os domingos, às 18h. O canal pago Multishow também aproveitou a onda do teatro musical e estreou um reality
Ivy Lynn (loira) e Karen Cartwright disputam o papel em Smash . show do gênero no começo do mês. Em Dançando na Broadway, todas as sextas às 21h30, a apresentadora Didi Wagner acompanha o dia a dia de seis brasileiros que tentam um espaço no showbiz Nova Iorquino Durante
a temporada, os participantes farão apresentações de musicais famosos e concorrerão a uma bolsa de estudos na Broadway Dance Center e na New York Film Academy. Vale a pena conferir. (AB) Rogério Ortiz
Plateia em movimento Rita Alves
A
partir desta sexta-feira (17) a Cia. Damas em Trânsito e os Bucaneiros exibe no subsolo do Paço das Artes o espetáculo Lugar do Outro. Dirigido por Alex Ratton, o grupo apresenta dessa vez um elemento inovador: a movimentação do público durante o espetáculo. Acomodados em cadeiras presas em pranchas móveis, o espectador tem a chance de ver as cenas por meio de vários ângulos. É possível, por exemplo, ficar diante de um único bailarino, enquanto o
restante dança. "Os diferentes pontos de vista devem intensificar a experiência do público em relação às cenas", diz Alex Ratton. Outro elemento que deve chamar a atenção da plateia é a trilha sonora, executada ao vivo pelos próprios bailarinos, que tocam cello, violino, acordeom e percussão, acompanhados pelo pianista Gregory Slivar. Lugar do Outro é o quinto espetáculo de dança da companhia e o segundo criado para ser apresentado em um lugar fechado – fato incomum,
já que a maioria das apresentações do grupo aconteceram em locais de grande circulação de pessoas. No Paço das Artes, subsolo. Avenida da Universidade, 1 (entrada pelo portão principal da Cidade Universitária), Butantã, tel.: 3814-4832. De sexta (17) a domingo (19) e de quinta (23) a domingo (26). Capacidade: 32 lugares. Duração: 50 minutos. Grátis.
Lugar do Outro: espectador vê apresentação de vários ângulos.