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DC 17/04/2013

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Conclusão: 23h50

Meio trilhão na pança do Leão 17 dias antes

Shannon Stapleton/Reuters

Ano 87 - Nº 23.853

www.dcomercio.com.br

É. A marca registrada no Impostômetro da ACSP surgiu com larga antecedência em relação a 2012. Pág. 13

Jornal do empreendedor R$ 1,40

São Paulo, quarta-feira, 17 de abril de 2013

Página 4

MARATONA DO FBI SEM PISTA Chumbinho e pregos em panela de pressão: receita para o massacre. FBI está ainda sem pistas. Atenção agora é para a Maratona de Londres, domingo. Págs. 8 e 9

Christian Veron/Reuters

2º resultado da eleição de Maduro: sete mortos. Os distúrbios com sete mortos começaram após o presidente eleito, com pequena diferença de votos, Nicolás Maduro, se negar à exigência de recontagem do opositor Capriles. A passeata de protesto de hoje será reprimida, se sair. A oposição já anunciou que quer evitar a violência. Pág. 9

Newton Santos/Hype

Brasil, campeão de redução de PIB no FMI.

Inovação com cabelos grisalhos

O Fundo refez as as contas e, pela segunda vez, reduziu a previsão de crescimento (agora, de 3,5% para 3%). Nosso rebaixamento só não foi maior que o de países da ex-URSS como Armênia e Tajiquistão. Pág. 15

Nem só jovens são criativos, inovadores. É o que conclui o New York Times. Pág. 18 ISSN 1679-2688

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9 771679 268008

Esquadrilha alucinada sobre a rua da Quitanda Aviões, naves e até um navio dão rasantes no centro da Cidade, como comissão de frente da exposição do chinês Cai Guo Qiang, que será aberta sábado, no Centro Cultural Banco do Brasil. Pág. 10


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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quarta-feira, 17 de abril de 2013

O atentado é instrumento de guerra psicológica e tem efeito mais amplo quando atinge grande número de pessoas. Roberto Fendt

pinião

Reflexos econômicos do atentado em Boston N

ROBERTO FENDT

Shannon Stapleton/Reuters

ão se tem, até o momento, uma indicação de quem esteja por trás do atentado ocorrido na segunda-feira durante a maratona de Boston, nos EUA. Os suspeitos usuais vêm de pronto à mente, mas em assuntos como esse, tudo é possível. Os objetivos de qualquer atentado terrorista são conhecidos. Por definição (perdoem a definição com o objeto definido), pretendem instaurar o terror. Não se trata de impor ao suposto inimigo uma derrota ou a destruição de bens materiais detidos por ele. Trata-se de afetar o moral de quem se pretende atingir. O atentado é instrumento de guerra psicológica e tem efeito mais amplo quando atinge o maior número de pessoas – preferencialmente se transmitido ao vivo pela televisão. Não tratarei aqui da banalidade do mal, para usar a expressão da filósofa política Hannah Arendt em outro contexto. Tratarei das consequências do atentado sobre as expectativas dos agentes econômicos, nos Estados Unidos e no restante do mundo.

N

ão constitui segredo para ninguém que a economia mundial anda aos solavancos, abalada de tempos em tempos por cataclismos financeiros. Ora se trata da Grécia, ora da Espanha e de Portugal, ou ainda da pequena Chipre. Todos estão entrelaçados na globalização dos mercados financeiros – e mesmo eventos em um país pequeno podem ter repercussões globais. A atual etapa da globalização não se restringe a mostrar ao mundo a banalização do mal, ocorra ela nos Estados Unidos ou na Síria. Tampouco se restringe aos mercados financeiros, que operam em tempo real e em todos os fusos horários. Ela também impõe o contágio, tanto das boas como das más notícias, a todas as partes do mundo. O primeiro efeito do atentado no plano econômico já ocorreu. As bolsas de valores trazem para os preços dos títulos negociados toda a informação disponível a respeito do futuro. Na segunda-feira, as bolsas tiveram fortes quedas, indicando que as expectativas a respeito do desempenho das empresas no futuro se deterioraram.

a expectativa de uma queda no consumo levará inexoravelmente a uma redução do lucro das empresas e, nessa cadeia de eventos, à queda dos investimentos.

A

recuperação, já problemática, da economia americana, se materializada trará as consequências previsíveis sobre a economia mundial. Mais uma vez, a globalização dos mercados e a interdependência das economias contagiarão países distantes do atentado. Como reagirão os gestores da política econômica brasi-

E

sse primeiro impacto não conta toda a história. Se os consumidores norte-americanos esperarem uma recuperação mais lenta da economia, ou, pior, uma queda na atividade econômica e um possível aumento do desemprego, comprarão menos. O consumo é o grande motor da economia dos EUA e

leira diante do atentado em Boston? A experiência passada recomenda cautela nessa reação, já que o pior cenário descrito anteriormente pode não se materializar.

Mas se de fato a moral do povo americano cair diante da constatação da vulnerabilidade da superpotência, a reação da política econômica, aqui e alhures, pode ser esboçada.

O consumo é o grande motor da economia dos EUA. A expectativa de uma queda no consumo levará a uma redução do lucro das empresas e à diminuição dos investimentos.

Nossa capa no Top Ten O site Newseum, de Washington, que reúne as principais capas de jornais de todo o mundo, destacou ontem em seu Top Ten a primeira página do Diário do Comércio, sobre o atentado de segunda-feira em Boston. Veja em : http://goo.gl/D90rh

for, é possível que os sinais de aumento na taxa Selic em futuro incerto para conter a escalada da inflação sejam revertidos. A magnitude de um possível aumento na Selic, que já se esperava pequeno, pode simplesmente convergir para zero. Também aqui no Brasil a política fiscal persistirá expansionista, pela mesma razão que é expansionista nos EUA, União Europeia e Japão. No nosso caso, é preciso atentar para o fato de que a inflação ultrapassou nos últimos doze meses o teto da meta, simultaneamente com um crescimento extremamente baixo. Concorrem para esse quadro econômico a pouca disposição das empresas para investir e a elevação do custo da mão de obra, na esteira do aquecimento do mercado de serviços.

É

possível que o atentado em Boston não tenha raízes externas e que tenha por origem algum grupo extremista dentro do próprio país. É possível também que as repercussões do ato terrorista se limitem à dor e à perplexidade das vítimas de mais essa manifestação de estupidez. É pelo que esperamos, até por já termos razões suficientes para nos preocupar. ROBERTO FENDT É ECONOMISTA

Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Cesário Ramalho da Silva Edy Luiz Kogut João Bico de Souza José Maria Chapina Alcazar Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Miguel Antonio de Moura Giacummo Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Renato Abucham Roberto Mateus Ordine Roberto Penteado de Camargo Ticoulat Sérgio Belleza Filho Walter Shindi Ilhoshi

Persistirão as políticas de injeção de liquidez nas economias desenvolvidas, já praticadas nos Estados Unidos, União Europeia e, agora, no Japão. As taxas de juros continuarão baixas no exterior, refletindo o aumento da liquidez. E as políticas fiscais vão continuar expansionistas com o propósito de evitar quedas ainda maiores na atividade econômica. Se assim

Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, Marcel Solimeo Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Editor-Chefe: José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br). Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br). Editores Seniores: chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), José Roberto Nassar (jnassar@dcomercio.com.br), Luciano de Carvalho Paço (luciano@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br). Editor de Fotografia: Alex Ribeiro. Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Heci Regina Candiani (hcandiani@dcomercio.com.br), e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br. Subeditores: Marcus Lopes, Rejane Aguiar e Ricardo Osman. Redatores: Adriana David, Evelyn Schulke e Tsuli Narimatsu. Repórteres: André de Almeida, Karina Lignelli, Kety Shapazian, Lúcia Helena de Camargo, Mariana Missiaggia, Mário Tonocchi, Paula Cunha, Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibelli, Rita Alves, Sandra Manfredini, Sílvia Pimentel e Wladimir Miranda. Gerente Executiva e de Publicidade Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações Valter Pereira de Souza (valter.pereira@dcomercio.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estadão Conteúdo, Folhapress, Efe e Reuters Impressão S.A. O Estado de S. Paulo. Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60

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pinião

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DINHEIRO PÚBLICO VOA NAS ASAS DOS AVIÕES OFICIAIS E ÀS CUSTAS DOS CO N TR I BU IN T ES .

"Há alguma coisa no ar..."

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Divulgação

pparício Fernando de Brinkerhoff Torelly, ou Apporelly – ou mais especificamente ainda, o "nobre" Barão de Itararé, quase médico, escritor e jornalista, foi o pioneiro, no início dos anos 1920, do humorismo político brasileiro. Segundo alguns analistas, ele é igualado somente por Millôr Fernandes, também alcunhado Vão Gogo. Comunista ferrenho – chegou a ser eleito vereador pelo PCB no Rio de Janeiro, antiga capital da República –, o Barão de Itararé era crítico contumaz dos governos de plantão, em tempos agora já distantes, de crises políticas em série, ameaças de golpe e golpes de verdade, desde os primórdios da República até o fim das ditaduras militares inauguradas em 1964. Até golpes dentro do golpe já tivemos, exemplo de nossa capacidade de inovação neste campo.

JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA promissos do PMDB, do qual é presidente licenciado.

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Barão cunhou um aforismo, para anunciar, prenunciar ou denunciar em seu jornal A Manha a iminência, real ou imaginária, de uma dessas crises ou golpes em gestação. Ao sinal de que o ambiente político não andava lá dos melhores (o que, pessoalmente poderia render-lhe alguns dias atrás das grades), avisava: "Há qualquer coisa no ar, além dos aviões de carreira". No Brasil de hoje, felizmente imune a esse tipo de crise, continuam aparecendo também coisas no ar além dos aviões de carreira. O que ocorre é que, diferentemente das ameaças políticas daquela época, os objetos no céu são reais – e também aviões de fato. São os jatinhos da Força Aérea Brasileira (FAB), usados por Brasília para transportar pelos céus as autoridades do

primeiro escalão da República em suas aloucadas azáfamas pelo Brasil afora. E como andam congestionando os ares brasileiros estas aeronaves oficiais! E com extraordinário gasto de recursos públicos, como mostrou uma reportagem do jornal O Estado de S. Paulo na segunda-feira. Foram feitos até agora, no governo Dilma, em menos de 30 meses, 5.800 deslocamentos de ministros e do vice-presidente Michel Temer de Brasília para algum lugar do País, o que dá uma média de 215 voos por mês, mais de 7 por dia. Haja jatinho, gasolina, funcionário da

FAB e tudo mais. Mas também, com 40 ministros... Pode-se argumentar que os deslocamentos são necessários, que o País é continental, que o governo não pode ficar

isolado em Brasília e coisas tais. Argumentos aceitáveis. Mas no meio do útil, legal e legítimo há muita coisa inexplicável e inadmissível, com custos para o Tesouro – leia-se contribuinte –

Pode-se argumentar que os deslocamentos são necessários, mas no meio do legítimo há muita coisa inexplicável e inadmissível, com custos para o Tesouro, ou seja, para o contribuinte.

que deveriam ser bancados pelo próprio interessado ou pelo partido a que pertencem.

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eria o caso, por exemplo, do jatinho que levou o vice-presidente Michel Temer e família para uns dias de férias em Fernando de Noronha. Há justificativas? Há sempre o jeitinho, a coincidência de viagens com compromissos partidários e até particulares, "programas oficiais" no Estado de origem do ministro, na sexta-feira, para coincidir com o fim de semana. A reportagem está carregada desses casos. Temer mesmo já utilizou os jatinhos para com-

ministra Ideli Salvatti, das Relações Institucionais, por exemplo, como mostram os repórteres Débora Bergamasco, Fábio Fabrini e Mariângela Galucci, fez 78% das suas 186 viagens de jatinho da FAB para Santa Catarina. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, campeão de deslocamentos até agora, com 469 voos, tem grande parte dessas viagens para São Paulo, seu Estado de origem e onde é pré-candidato ao Palácio dos Bandeirantes, embora seu título de eleitor seja do Pará. Fernando Pimentel, do Desenvolvimento, fez 317 viagens pela FAB, mais da metade (170) para Belo Horizonte. Nenhuma viagem, ao que consta, de avião de carreira, carro particular ou ônibus (sem risos, por favor). Pimentel é candidatíssimo ao governo de Minas Gerais. É desse modo que se move a nave do dinheiro público: nas asas dos aviões oficiais e às custas do cidadão. JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA É JORNALISTA E ANALISTA POLÍTICO

CASO GIL RUGAI: COMO FICA A HERANÇA? Moacyr Lopes Júnior/Folhapress

G

il Rugai tinha 20 anos quando matou a tiros seu pai, o publicitário Luiz Carlos Rugai, de 40 anos, e a companheira dele, Alessandra Troitino, 33 anos. Pelo menos, essa foi a tese que o incriminou e culminou em sua condenação por "crime de duplo homicídio qualificado por motivo torpe", em julgamento ocorrido em fevereiro, nove anos após o crime. A pena de 33 anos e 9 meses é para ser cumprida em regime fechado, mas Gil pode recorrer em liberdade. Gil trabalhava no setor financeiro, na produtora do pai, a Referência Filmes. Um dos motivos da barbárie, dizem os jornais, foi Gil ter feito um desfalque de R$ 228 mil da empresa. Descoberto, o pai o demitiu e ameaçou denunciá-lo à polícia. O crime teria sido cometido para evitar a denúncia.

H

á também a tese – popular, é bom que se diga – de que o motivo seria Gil querer mais rapidamente sua parte na herança de um patrimônio avaliado em cerca de R$ 22 milhões. Entre os bens, alguns com valor reduzido devido ao tempo transcorrido entre o crime e o julgamento, estão a casa de quase mil metros quadrados em Perdizes, um avião pequeno, um carro "comum", digamos assim, além de uma MercedesBenz, ano 1996, um Dodge Fargo, 1947, e mais três motos, entre elas uma Harley-Davidson, ano 2001. Sobram boatos acerca dos

herdeiros. Alguns acreditam que por ter matado o pai e a madrasta, ou pelo menos ter sido condenado em primeira instância, Gil não terá direito a qualquer bem. Diz-se ainda que a mãe de Alessandra, viúva, vai requerer metade da herança. Alessandra vivia há dez anos em união estável com o publicitário. Gil tem um irmão mais novo, Léo. Os dois são filhos do primeiro casamento de Luiz Carlos. O que a lei determina, afinal?

IVONE ZEGGER "a companheira ou companheiro participará da sucessão do outro, quanto aos bens adquiridos onerosamente na vigência da união estável, nas seguintes condições", e no caso de Alessandra, cabe o inciso II: se concorrer só com descendentes do autor da herança, tocar-lhe-á a metade do que couber a cada um daqueles.

N

ão há indícios de que Luiz Carlos tenha deixado algum testamento, o que certamente facilitaria a partilha. Mesmo que houvesse testamento, ao menos metade da herança iria, obrigatoriamente, para os "herdeiros necessários", os descendentes: no caso, os filhos Gil e Léo. Essa parte da herança chama-se "legítima". Assim, se Alessandra estivesse viva e fosse casada, dependendo do regime de bens, os 50% do patrimônio seriam divididos em três partes iguais. A outra metade da herança seria destinada a quem Luiz Carlos desejasse, se tivesse realizado um testamento. Luiz Carlos poderia ter agido com "autonomia da vontade", expressão jurídica que diz respeito ao direito que o cidadão tem de reger-se por suas próprias convicções. Assim, ele poderia ter expressado sua vontade por meio de um testamento. Se não o fez, a integralidade do patrimônio

Acusado de matar o pai e a madrasta, Gil Rugai continua herdeiro. vai, teoricamente, para os herdeiros necessários, ou seja, Gil e Léo. Como a relação de Luiz Carlos e Alessandra se configura como união estável, para a lei ela não é uma herdeira necessária, uma vez que não era casada no civil. E fica a pergunta: o que vai para a família da Alessandra, no caso, para a mãe dela?

A

lessandra não deixou descendentes. Sendo assim, são os ascendentes – no caso a mãe dela – que receberiam a herança. Mas Alessandra não foi cônjuge,

foi companheira. Ora, a união estável é equiparada ao regime da comunhão parcial de bens, pelo menos se não houver nenhum documento que defina um regime de bens diferente. Assim, quando em união estável, no caso de morte ou separação os companheiros têm direito à metade do patrimônio construído ao longo do relacionamento, o que é chamado de “meação”. Se fosse viva, Alessandra receberia metade dos bens adquiridos ao longo da união estável. Mas não é só. O artigo 1790 do Código Civil, diz que

T

rocando em miúdos: para além da "meação" a que teria direito, ela também ficaria com a metade do que cada filho receberia. Entretanto, se além dos bens do casal, Luiz Carlos tiver "bens particulares", que são os adquiridos antes da união estável ou recebidos por meio de herança ou doação, estes não se "comunicam" com a companheira ou seus herdeiros. Ou seja, a mãe de Alessandra receberá o que seria o legado dela: metade dos bens adquiridos durante a união estável, mais a metade do que cada filho vier a receber.

Gil Rugai vai recorrer e quer provar que é inocente. E se não for, ele perde a herança? Sim e não. Vejamos: um filho que matou o pai pode ser excluído da herança por "indignidade" . O inciso I, do artigo 1.814 do Código Civil, define que: "são excluídos da sucessão os herdeiros ou legatários que houverem sido autores, coautores ou partícipes de homicídio doloso, ou tentativa deste, contra a pessoa de cuja sucessão se tratar, seu cônjuge, companheiro, ascendente ou descendente".

E

ntretanto, se ainda no desfecho do caso houver uma decisão judicial condenando Gil, e ainda que ele vá para a prisão, poderá receber a herança, pois são os demais herdeiros que devem entrar com ação judicial pleiteando a exclusão por indignidade. Até onde se sabe, Leo acredita na inocência do irmão. Assim, ao que tudo indica, Gil deve continuar herdeiro. Não se sabe, porém, qual será a reação da herdeira de Alessandra. Ou seja, essa história ainda está longe do fim! IVONE ZEGER É ADVOGADA ESPECIALISTA EM DIREITO DE FAMÍLIA E

SUCESSÃO. MEMBRO EFETIVO DA COMISSÃO DE DIREITO DE FAMÍLIA DA OAB/SP; É AUTORA DOS LIVROS "HERANÇA: PERGUNTAS E RESPOSTAS" E "FAMÍLIA: PERGUNTAS E RESPOSTAS" – WWW.IVONEZEGER.COM.BR


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O programa Olho no

Lance, com os veteranos Silvio Luiz, Luiz Ceará e Juarez Soares, volta este mês à RedeTV!.

gibaum@gibaum.com.br

2 “Pare de viajar tanto. Já estive na China e lá há um provérbio que diz: “Antes de aperfeiçoar o mundo, dê três voltas dentro de casa. A casa dela, o Brasil , não está arrumada”

LYGIA FAGUNDES TELLES // escritora, 90 anos, mandando um recado a Dilma Rousseff. Fotos: Paula Lima

Não foi apenas o Financial Times que dedicou matéria sobre a disparada do preço do tomate no Brasil, chegando a ironizar que “poderia ameaçar a reeleição de Dilma Rousseff”: a edição online do espanhol El País publica matéria semelhante e igualmente o The Wall Street Journal, numa pequena nota, na mesma edição que chama Bibi Ferreira (ele se apresentou no Lincoln Center, em Nova York) de “uma lenda da América Latina, mistura de Carol Channing e Charles Aznavour”. Na CNN, quase todos os dias, merecem comentários o alto preço não só do tomate no Brasil, mas também da farinha de mandioca.

A ESTRELA SOBE Dando conta da personagem Jô na novela Salve Jorge, Thammy Miranda, filha de Gretchen, vai estrelar no cinema no filme Confissões de Adolescente, de Daniel Filho. Será Anita, a vilã da história baseada na peça de Domingos de Oliveira. Embora não saiba ainda se será chamada para uma próxima novela, deverá ganhar novo contrato da Rede Globo. Para Salve Jorge , seu contrato vale até o final das gravações e o salário é de R$ 5 mil,brutos,comobrigatoriedade de participar, sem cachê, de outros programas da casa. Mais: no Instagram, Thammy procura namorada: “É muito dificil? Mulher independente, segura de si, que não beba, não fume e não se drogue? Não, não é difícil! É impossível!”

Dilma, milagrosa Nem se a presidente Dilma se transformasse, de repente, numa santa milagrosa da economia, conseguiria dobrar o PIB per capita até 2022, conforme suas projeções da semana passada. Para tanto, o país precisaria ter um crescimento médio de 8% ao ano pelos próximos dez, segundo economistas mais lúcidos. No período, estima-se que a população cresça em torno de 0,8% ao ano. Segundo dados do Focus, boletim do Banco Central, a economia brasileira deve crescer, este ano, perto de 3%. No ano passado, o PIB brasileiro subiu apenas 0,9%.

NOVO ROUND O presidente da CBF, José Maria Marin, ainda acaba ganhando um espaço no Guinness , o livro dos recordes: não passa um único dia sem que surjam novas denúncias sobre ele. Agora, está sendo questionada a compra da nova sede da CBF no Rio, na Barra, adquirida por R$ 70 milhões quando poderia ter custado R$ 39 milhões. No meio das contas, surgem, em datas diferentes, cerca de R$ 8,5 milhões pagos “em moeda corrente”, em dinheiro vivo.

Em seus dois primeiros dias, a Fashion Rio , menor e ocupando uma tenda na Marina da Glória, não mostrou o brilho e a empolgação de edições anteriores. Há uma nova safra de estilistas que misturam inspirações: na passarela, quem foi viu toques de Lichtenstein, de Andaluzia e até a ressurreição dos antigos safaris. Se o resultado não animou muito, os fotógrafos também ficavam procurando famosas. Poucas deram o ar da graça: na esquerda para a direita, Ellen Jabour, Lisandra Souto, Carol Castro, Agatha Moreira e Gisele Batista.

Menos brilho

Dois partidos pequenos, PPS e PMN, estão se fundindo e a nova legenda deverá ganhar importância nas eleições do ano que vem. De cara, a nova sigla vai favorecer a candidatura de Eduardo Campos ao Planalto e criar dificuldades para o PT e PSDB. Roberto Freire joga nesse “tabuleiro de xadrez” (a expressão é dele para justificar “jogadas pensadas e que provoquem surpresa nos adversários”) com poderes totais para movimentar as peças. No esquema sonhado por Freire, José Serra, cuja transferência é aguardada na nova sigla, não sai para o Planalto, nem para o governo de São Paulo: será candidato ao Senado. Se a nova agremiação se unir ao PSB de Eduardo Campos no plano nacional, poderá chegar a 70 deputados, 32 socialistas e o resto da sigla nova, que começa com 17 deputados e receberá dissidentes de outros partidos.

Tabuleiro de xadrez

a ex-miss Brasil Priscila Machado, indicação de Marcelo Carvalho, encantado com o talento dela.

Novo negócio O maior faturamento de artistas de novelas, hoje em dia, é aparecer em algum evento e cobrar de R$ 5 mil a R$ 30 mil por duas horas de presença no local. Os grandes podem chegar a R$ 70 mil, mas aí já fica difícil alguma empresa pagar. Agora, na nova edição da Fashion Rio, as grandes estrelas da Globo estão cobrando até R$ 25 mil para se sentarem na primeira fila de determinado desfile e no final, tirar fotos com o estilista da marca. Nos dois casos, tem as aspirantes à fama, que até batalham por um convite e, claro, vão de graça, torcendo para que algum fotógrafo note sua presença.

INFILTRADO Pouca gente sabe: o ator José de Abreu, hoje ligado ao pessoal do PT, há mais de 30 anos, era investigador do Departamento de Investigações de São Paulo (na época, era chamado de DI, depois virou Deic),noSetordeEntorpecentes. Naqueles tempos, como nos filmes, teria se infiltrado entre bandidos de Diadema, em São Paulo, onde aprendeu a fumar maconha. E também foi seminarista, quando (e ele próprio confessa) teria sofrido abuso sexual de um padre.

MISTURA FINA AS MOÇAS não estão resistindo: sob a desculpa de apresentar seu apoio à união homossexual de Daniela Mercury a Malu Verçosa, também a cantora Ivete Sangalo topou um selinho com Monica Iozzi, durante gravação de um quadro do CQC.

NELSON Calandra, presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros, não consegue agüentar discursos e posições firmadas por Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal. E atira: “O objetivo da vida dele não está dentro do Poder Judiciário. O Joaquim Barbosa acha que pode tudo, inclusive ser candidato à Presidência da República”.

NANDA Costa, a Morena de Salve Jorge, que já trabalhou em 13 longas, tão logo termine seu trabalho na Globo, começará a filmar Língua Seca , de Homero Olivetto.

Quem diria: o tomate, que virou objeto de desejo dos gourmets nacionais devido a seu alto preço, estréia como coadjuvante de um ensaio sensual, na capa e no recheio da nova Status, que mostra a revelação de Salve Jorge, Yanna Lavigne, a Tamar da história de Gloria Perez (é aquela personagem turca, dócil e caseira), fazendo sua primeira incursão no gênero. Ela já morou em Tóquio com os pais, onde começou como modelo. Aqui, sua primeira aparição na TV foi em Avenida Brasil , com uma participação de cinco minutos.

Tomate sensual

Embaixador Ao lado de Elias Figueiroa, Mano Menezes e Lucio, o ator mexicano Carlos Villagrán, criador do Kiko da série Chaves, será nomeado esta semana pelo prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, embaixador da Copa do Mundo 2014. Tudo porque ele confessou ser apaixonado pelo futebol brasileiro, tanto que batizou seus dois filhos com os nomes Edson e Paulo Cezar, referencias a Pelé e Paulo Cezar Caju.

A EMPRESA Condal, de São Gonçalo, no Rio, que fabrica, todos os anos, grande quantidade de máscaras de plástico de figuras famosas nacionais e internacionais, para serem usadas no carnaval, acaba de confeccionar, inicialmente apenas a titulo de teste, 70 mascaras reproduzindo o rosto do Papa Francisco – e exibindo um sorriso.

/ IN Tequila

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Tomate lá fora

MAIS: também participará

OUT

Vodca.

Novos tempos O ainda bilionário Eike Batista, que vem amargando grandes prejuízos nos últimos tempos, está reduzindo o ritmo das obras do novo Hotel Gloria, no Rio de Janeiro e só voltará a acelerá-las quando encontrar um sócio investidor. E justamente pela situação delicada que Eike enfrenta, ninguém quer entrar em sociedade com ele. Mais: os novos tempos de Eike alcançaram até sua namorada Flávia Sampaio, que está esperando um filho. Determinou um limite de gastos para os cartões de crédito dela, incluindo até enxoval do bebê. Providencias semelhantes foram tomadas também com gastos dos filhos Thor e Olin.

O PADRE Fábio de Melo compôs a música de abertura do disco oficial da Jornada Mundial da Juventude: é Seja Bem-Vindo e saúda a chegada do Papa Francisco. Os padres Marcelo Rossi e Reginaldo Manzotti também participam do álbum.

PAULINHO Pereira da Silva (PDT-SP), da Força Sindical, que apoiava Brizola Neto no Ministério do Trabalho, avisa que seu partido, o Solidariedade, não registrado ainda, deverá estrear com mais de 25 deputados federais. E está tentando convencer sindicatos da construção civil a fazer uma greve nas obras do PAC. Os trabalhadores do segmento estão em campanha para reajuste de salário e vantagens trabalhistas.

Colaboração: Paula Rodrigues / A.Favero

quarta-feira, 17 de abril de 2013


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DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira, 17 de abril de 2013

5 CASSAÇÃO DE PRESTES O plenário do Senado aprovou ontem, em votação simbólica, a anulação da cassação do mandato do ex-senador e líder comunista, Luiz Carlos Prestes (1898-1990), e do suplente dele, Abel Chermont.

olítica Ed Ferreira/ Estadão Conteúdo

'Inibir novos partidos é agressão', diz Campos.

Afif nega convite formal de Dilma

C

Para o Rede, de Marina, é golpe contra a democracia.

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governador de Per- cimento com direito a tempo nambuco, Eduardo de televisão e a fundo partidáCampos (PSB), cha- rio nesse momento, que o faça mou ontem de "ca- para a próxima legislatura. suísmo" e "agressão" uma Mas agora seria um casuísmo, manobra patrocinada pelo PT uma agressão", disse Came PMDB para acelerar a trami- pos, durante passagem pelo tação do projeto de lei que res- Congresso, no início da tarde. tringe a criação de novos parO governador não citou o tidos políticos. caso específico de Freire, As declarações de Campos mas fez referência direta à ocorrem um dia Rede Sustentadepois de o presibilidade, partido dente do PPS, Rode Marina Silva, berto Freire, afirque está em fase Se querem limimar que um de coleta de astar o crescimeneventual novo sinaturas. to com tempo de partido, fruto de A Rede acusa o tevê e fundo fusão com o governo de "golPMN, terá uma pe contra a departidário, que "tendência mamocracia". seja na próxima joritária" de A possibilidade legislatura. apoio a uma posde mais candidaEDUARDO CAMPOS (PSB) sível candidatuturas alternativas ra do pernambuà reeleição da cano. "O PSB vai se posicionar presidente Dilma Rousseff é contrariamente à inibição de vista como uma vantagem para novos partidos. Eu acho que levar a disputa de 2014 pelo foi dada a possibilidade, há Planalto ao segundo turno. tempos atrás, que surgisse Campos evitou polemizar um novo partido, que foi o com o ex-presidente Lula e PSD. Se querem limitar o cres- com o ex-ministro José Dirceu,

Governador de Pernambuco, Eduardo Campos, pode ser prejudicado com novas regras para partidos. condenado no Mensalão. Ambos fizeram referências irônicas, em ocasiões distintas, ao slogan informal lançado por Campos em inserções em rádio e tevê, de que "é possível fazer mais". Para Dirceu, "é possível fazer mais em Pernambuco". "O Lula é muito inteligente, conhece muito o povo brasileiro e sabe que é importante sempre a gente tentar fazer mais", afirmou. Sobre Dirceu, disse que não iria fazer comentários. "Eu não vou responder. Não é de hoje que eu divirjo do José Dirceu." Campos passou o dia em Brasília, em conversas políticas. Pela manhã, reuniu-se por mais de uma hora com senadores e deputados do PSB. Depois, foi recebido em almoço por senadores do PTB, PR e PSC – todos da base do governo Dilma.

Câmara vota fusão de legendas

A

proposta que impede que novos partidos tenham acesso proporcional ao tempo de tevê e ao fundo partidário de parlamentares de outras legendas que ingressam nessas novas siglas será votado esta semana. Segundo a proposta, os novos partidos terão que concorrer nas eleições seguintes à sua criação com o tempo mínimo de tevê reservado para cada legenda e com um pequeno porcentual do fundo partidário, sem serem beneficiados por eventuais parlamentares que a eles aderirem. A regra atual, usada com sucesso para criar o PSD pelo exprefeito Gilberto Kassab em 2011, permite que um novo partido "herde" tempo de TV e recursos do fundo partidário equivalente ao número de parlamentares que atrair. O projeto não deixa claro o que acontece no caso de fusão de partidos. O presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN)

disse que a discussão está sendo distorcida: "Isso não tem nada a ver com eleição. É do ano passado esse projeto. O que quer se evitar? Que se constituam partidos meramente efêmeros, passageiros, sem nenhum compromisso, baseado no fundo partidário e no tempo de televisão. Essa era a inspiração do passado." "Como acelerou do ponto de vista eleitoral estão distorcendo para questão eleitoral que não foi nem de perto a motivação", acrescentou Alves. A mudança atinge em cheio a ex-senadora Marina Silva, que pretende criar o Rede, pelo qual seria candidata à Presidência em 2014, e o deputado Paulo Pereira da Silva (PDTSP), o Paulinho da Força, que tenta criar o Solidariedade. E cria dúvidas no PPS, que articula fusão com o PMN. Em todos esses movimentos, se a brecha jurídica que atendeu o PSD for fechada, haverá mais dificuldades em atrair parlamentares de ou-

tros partidos, que não veriam vantagens eleitorais em trocar de legenda. Potencial prejudicado pela proposta, o governador de Pernambuco e presidente do PSB, Eduardo Campos, disse que seu partido é contra a mudança e defendeu que, caso ela ocorra, só deveria ser aplicada depois de 2014. "Mudar agora seria um casuísmo, uma agressão, acho que há partidos surgindo e tentando coletar o número de assinaturas. Já com parlamentares que desejam efetivamente tomar essa direção em torno da liderança, por exemplo, da ex-senadora Marina Silva, que tem expressão no pensamento brasileiro e no pensamento global." O projeto conta com o apoio de: PMDB, PT e PSD. Tem boas chances de ser aprovado. Henrique Alves disse que colocará a matéria em votação: "A proposta vai ao plenário, quem for a favor vota, quem for contra vota." (Reuters)

Alckmin descarta revoada de Serra

O

governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse ontem que "não têm procedência" os rumores de que o exgovernador José Serra pretende deixar o tucanato. Segundo Alckmin, Serra não vive um desgaste interno. "Ele é fundador do partido, uma das grandes lideranças, um dos melhores quadros da política brasileira." Questionado se apoia o vereador Andrea Matarazzo (PSDB) – um dos pré-candidatos da sigla à Prefeitura de São Paulo em 2016 – para comandar o diretório municipal da legenda de São Paulo, Alckmin desconversou. A medida seria um afago em Serra, que é aliado de Matarazzo. "Eu acho que vai ter um bom entendimento e o Andrea é um grande nome."

Serra foi convidado pelo presidente nacional do PPS, deputado Roberto Freire (SP), para fazer parte do novo partido que resultará da fusão com PMN e deve apoiar a candidatura do governador Eduardo Campos (PSB-PE) à Presidên-

cia da República. Em entrevista, Freire descartou que a fusão servirá para que Serra deixe o PSDB e dispute pela terceira vez o Planalto. A fusão entre PPS e PMN deve ser formalizada ainda hoje. (Folhapress)

Cidade de Deus - Companhia Comercial de Participações CNPJ no 61.529.343/0001-32 - NIRE 35.300.053.800 Assembleias Gerais Extraordinária e Ordinária Edital de Convocação Convidamos os senhores acionistas desta Sociedade a se reunirem em Assembleias Gerais Extraordinária e Ordinária, a serem realizadas cumulativamente no dia 29 de abril de 2013, às 11h, na sede social, Cidade de Deus, Vila Yara, Osasco, SP, Salão Nobre do 5 o andar, Prédio Vermelho, a fim de: Assembleia Geral Extraordinária: - examinar proposta do Conselho de Administração para aumentar o capital social em R$1.283.700.000,00, elevando-o de R$10.316.300.000,00 para R$11.600.000.000,00, sem emissão de ações, mediante a capitalização de parte do saldo das contas “Reserva de Lucros - Reserva Estatutária para Aumento de Capital” – R$324.593.748,83 e “Reserva de Lucros – Reserva Legal” – R$959.106.251,17, de acordo com o Parágrafo Primeiro do Artigo 169 da Lei no 6.404/76, com a consequente alteração do “caput” do Artigo 5o do Estatuto Social. Assembleia Geral Ordinária: 1. tomar conhecimento dos Relatórios da Administração e dos Auditores Independentes, e examinar, discutir e votar as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício social findo em 31.12.2012; 2. deliberar sobre proposta do Conselho de Administração para a destinação do lucro líquido do exercício de 2012 e ratificação da distribuição dos juros sobre o capital próprio e dividendos pagos; 3. eleger os membros do Conselho de Administração; 4. fixar o montante global anual da remuneração dos Administradores. Documentos à Disposição dos Acionistas: este Edital de Convocação, as Propostas do Conselho de Administração, bem como as demais informações exigidas pela regulamentação vigente, encontram-se à disposição dos acionistas na Sede da Sociedade e no Departamento de Ações e Custódia do Banco Bradesco S.A., Instituição Financeira Depositária das Ações da Sociedade, na Cidade de Deus, Prédio Amarelo, Vila Yara, Osasco, SP - CEP 06029-900. Cidade de Deus, Osasco, SP, 15 de abril de 2013. Lázaro de Mello Brandão Presidente do Conselho de Administração. 16, 17 e 18.4.2013

Nas conversas, avaliações do cenário econômico e sobre a tramitação de projetos estratégicos no Congresso deram a tônica. O pernambucano reforçou críticas que vem fazendo à gestão do governo e a gargalos econômicos e de infraestrutura. "Eu acho que os três meses poderiam ser melhores do que foram", disse, em resposta a um jornalista que o questionou sobre declaração dada por ele meses atrás, de que os três primeiros meses do ano mostrariam se a presidente Dilma Rousseff seria capaz de salvar o crescimento de 2013. Ministro – Um dos auxiliares mais próximos da presidente Dilma, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, disse ontem que o Palácio do Planalto não está preocupado com a criação de novos

partidos. "É um movimento natural, assim como surgiu o PSD, é normal que haja esses movimentos (de criação de novos partidos). PPS e PMN são dois partidos que não estão na base governista, não cabe nenhum comentário valorativo dessa questão", disse Carvalho a jornalistas, após participar de seminário no Palácio do Planalto. Questionado se o governo federal não estaria preocupado com a criação de novos partidos, respondeu: "O que nos preocupa é a gente trabalhar aqui dentro e realizar nosso programa. Não vejo (motivo de preocupação), (isso) é uma expressão do momento cultural do Brasil, da cultura política brasileira, a gente não tem que estar preocupado com isso. Insisto, a preocupação nossa é trabalhar muito aqui." (Estadão Conteúdo)

otado para comandar o recém-criado Ministério de Pequenas e Micro Empresas, o vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, voltou a negar que tenha sido formalmente convidado pela presidente Dilma Rousseff para assumir o cargo. Afif afirmou que todos os seus esforços, no momento, estão voltados para o seu cargo no Estado e que continua firme com sua bandeira de defesa ao contribuinte brasileiro. Afif tem um bom trânsito com Dilma e integraria sua cota pessoal na nomeação. "Todas as demandas que conversei com a presidente foram recebidas com atenção", destacou ele, ao lembrar a recente desoneração para verbas antecipadas em Parcerias Público e Privadas (PPPs) no Estado. O vice-governador destacou ainda a importância da implantação da Lei 12.741, sancionada pela presidente Dilma em dezembro, que permitirá ao consumidor brasileiro visualizar o total pago em imposto em suas notas e cupons fiscais. Segundo ele, a aprovação da lei só foi possível graças à articulação do PSD, partido do qual é fundador ao lado do ex-prefeito da capital Gilberto Kassab, e do deputado Guilherme Campos (PSD-SP), o relator. (Estadão Conteúdo)


p Dilma: governo vai colher o que plantou. DIÁRIO DO COMÉRCIO

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quarta-feira, 17 de abril de 2013

Esse pessimismo de plantão é um pessimismo que nunca olha o que já conquistamos. Presidente Dilma Rousseff

olítica

Presidente chama críticos de pessimistas e age como se já estivesse em plena campanha pela reeleição. Cumprimenta e beija a todos em Minas Gerais. Roberto Stuckert/PR

Dilma em Ribeirão das Neves (MG): "Uma parte dessa história que vocês escutam, é um pessimismo especializado, um pessimismo de plantão".

MST invade e fecha estradas

O

Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) promete fechar rodovias em 1,8 mil municípios de todo o País hoje, para cobrar da presidente Dilma Rousseff um plano emergencial de assentamentos para 150 mil famílias em todo o País. Desde o início de abril, integrantes do MST invadem fazendas e protestam em nove Estados. Ontem, invadiram as sedes do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e da Receita Federal em Porto Alegre (RS), ocuparam o Canal do Trabalhador, no Ceará, e fecharam estradas no interior de São Paulo e Mato Grosso. A jornada de lutas, conhecida como "abril

vermelho", lembra os 21 sem-terra mortos em confronto com a Polícia Militar em Eldorado dos Carajás (PA), em 1996. Segundo Rosana Fernandes, da coordenação nacional, a reforma agrária não avançou no governo Dilma. De acordo com números do MST, há 523 processos judiciais envolvendo a reforma agrária no Brasil, dos quais 234 estão parados na Justiça Federal. Em Porto Alegre, o MST mobilizou militantes para protestar na sede regional do Incra e no prédio da Receita Federal. Embora os prédios não tenham sido invadidos, os sem-terra tomaram estacionamentos e bloquearam acessos, impedindo a entrada de servidores e usuários.

No Ceará, cerca de mil sem-terra ocuparam o canal estadual para dar suporte à transposição das águas do rio São Francisco. Militantes queimaram pneus e fecharam por uma hora e meia a BR-116, em Pacajus, região metropolitana de Fortaleza. Grupos ligados ao MST bloquearam trecho da BR627, em Casa Verde, município de Nova Andradina, no leste do MS. Cerca de 2,5 mil militantes, segundo a Polícia Rodoviária Federal, cobram o assentamento de famílias acampadas em 54 municípios. Em Salvador, cinco mil integrantes do MST permanecem acampados desde quinta-feira na frente da sede do Incra, no Centro Administrativo da Bahia.

Em São Paulo, cerca de 300 militantes bloquearam duas estradas vicinais em Paraguaçu Paulista, oeste do Estado. Os sem-terra marcharão até a área urbana hoje. Na região de Presidente Prudente, dezenas de ônibus fretados pelo MST partiram em direção a Brasília, onde, na semana que vem, haverá grande concentração de sem-terra. Em Pernambuco, cinco fazendas foram invadidas desde domingo. Os sem-terra mantêm invadido o prédio da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) em Brasília. Militantes fizeram marchas e protestos no Rio de Janeiro, Bahia, Alagoas, Paraíba e Pará. (Estadão Conteúdo)

ABRIL INDÍGENA

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erca de 100 índios invadiram, na tarde de ontem, o plenário da Câmara dos Deputados e provocaram a suspensão da sessão que discutia a votação de uma medida provisória. A ação surpreendeu os deputados presentes. No momento da invasão, os índios começaram a dançar e gritar palavras de ordem e alguns até portavam tacapes nas mãos. Os trabalhos foram interrompidos. A Polícia Legislativa foi chamada e tentou, sem sucesso, conter o grupo de índios rebeldes. Os índios protestam contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 215/00, que transfere do Poder Executivo para o Congresso Nacional a decisão final sobre a demarcação de terras indígenas no Brasil. A PEC 215 foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara em março do ano passado. Em seguida, deveria ser analisada por uma comissão especial, criada na semana passada. Mas o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), anunciou a suspensão por 45 dias da escolha dos integrantes dessa comissão. O deputado Lincoln Portela (PR-MG) participou de uma reunião com os índios. E informou que um dos pontos acertados entre lideranças indígenas e parlamentares foi a criação de uma comissão especial para debater a PEC

Wilson Dias/ABr

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presidente Dilma górica ao afirmar que o goverRousseff voltou a no "não negociará a inflação". a t a c a r , o n t e m , o "Nós não teremos o menor " p e s s i m i s m o d e problema em atacá-la sisteplantão", uma referência às maticamente". críticas que vem recebendo Resposta a Aécio – A presida oposição em relação à con- dente Dilma respondeu ao sedução de combate à inflação e nador Aécio Neves (PSDBao baixo crescimento econô- MG), que a chamou de "esmico brasileiro. trangeira", por supostamente "Acredito que tem uma par- ter abandonado o Estado de te dessa história que vocês es- Minas Gerais. cutam, é um pessimismo es"Sou filha natural de Minas pecializado, um pessimismo Gerais. Sou daqui de Belo Hode plantão. Um pessimismo rizonte", afirmou Dilma, onque nunca olha o que nós já tem, para aproximadamente conquistamos e a situação em 3.000 pessoas que acompaque estamos, sempre olha nharam, em Ribeirão das Neachando que esse processo é ves, região metropolitana de um processo que tem sinaliza- Belo Horizonte, a entrega de ções indevidas." equipamentos para prefeitos Ela ressaltou que não há a e apartamentos do programa menor hipótese Minha Casa, Mide o Brasil não nha Vida. crescer este ano: O tucano já é "Nós vamos coconsiderado adQuando todo lher aquilo que versário de Dilmundo eleva plantamos e nós ma na próxima imposto, nós plantamos muieleição presidenreduzimos. Nós tas sementes." cial, em 2014. jamais voltaremos De manhã, ela " T e n h o c o mesteve no lançanaquele patamar p r o m i s s o c o m mento da retoMinas Gerais. de juros. mada da produNasci em Belo DILMA ROUSSEFF ção nacional de Horizonte. Com insulina humana 20 anos, saí para no Brasil, em Belo Horizonte. lutar contra a ditadura. Morei Infl ação – Ao discursar no no Rio de Janeiro, São Paulo e evento, Dilma afirmou que Rio Grande do sul. As mulhequalquer combate à inflação res e mães me entendem. É poderá ser feito com um pata- igual adotar um filho. Amamos mar de juro bem menor. a todos, mas temos nosso filho "Quando todo mundo eleva natural. Meu filho natural é Miimposto, nós reduzimos. Nós nas Gerais, mas adotei todos mantivemos a capacidade de os Estados brasileiros", disse a buscar um maior equilíbrio en- presidente no encerramento tre as variáveis macroeconô- do evento. micas, aproveitando para reiEm sua visita de dois dias a terar o esforço do governo fe- Minas Gerais, Dilma entregou deral para manter os juros bai- 108 máquinas (50 retroescaxos: Nós jamais voltaremos vadeiras e 58 motonivelados) naquele patamar de juros." e 19 ônibus para 127 prefeitos Ela lembrou que a taxa real de pequenas cidades do intede juro já chegou a 12%. Atual- rior do Estado. A presidente remente, a Selic está em 7,25% cebeu um por um no palanao ano e a expectativa do mer- que, abraçou, beijou e tirou focado é que o Comitê de Política tos com todos eles. O Estado Econômica (Copom) do Banco tem 853 municípios. Central eleve a taxa diante da "Fico muito satisfeita de trapersistente inflação, que já balhar com os prefeitos dos rompeu o teto da meta em 12 pequenos municípios que comeses. Ainda se referindo à in- nhecem melhor a população", flação, a presidente foi cate- afirmou Dilma. (Agências)

Índios contra a PEC que transfere do Executivo para o Congresso a decisão final sobre a demarcação de terras. Eles interrompem sessão na Câmara e Henrique Alves é obrigado a ouvi-los.

no segundo semestre do ano. Segundo ele, foi acordado que a PEC não será votada neste primeiro semestre. Irritação – De tarde, o presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN) conversou com os índios tentando explicar que, regimentalmente, não teria mais como cancelar a criação da comissão. Alves ouviu reivindicações e disse que conversaria sobre isso na reunião de líderes da Casa, mas insistiu que o tema não seria tratado ontem, o que

teria irritado os índios, que temem o poder da bancada ruralista. "Respeito tem que ser recíproco. Quem dá o respeito, recebe o respeito.

Respeito que esse plenário tem que ter e merece ter pelo seu presente e futuro", disse o presidente da Câmara. (Agências)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira, 17 de abril de 2013

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Bradesco Leasing S.A. - Arrendamento Mercantil

“Este anúncio é de caráter exclusivamente informativo, não se tratando de oferta de venda de debêntures.”

ANÚNCIO DE ENCERRAMENTO DE DISTRIBUIÇÃO PÚBLICA DE DEBÊNTURES O BANCO BRADESCO BBI S.A., instituição financeira com escritório na Avenida Paulista, n° 1450, 8º andar, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 06.271.464/0073-93 (“Coordenador Líder”), comunica, nos termos do disposto na Instrução da Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”) nº 358, de 03 de janeiro de 2002, conforme alterada (“Instrução CVM 358”), e do artigo 29 da Instrução da CVM nº 400, de 29 de dezembro de 2003, conforme alterada (“Instrução CVM 400”), que foram subscritas e integralizadas 1.000.000.000 (um bilhão) debêntures, da forma nominativa escritural, não conversíveis em ações, da espécie subordinada, em série única, com valor nominal unitário de R$10,00 (dez reais) (“Debêntures” e “Emissão”), emitidas em 15 de outubro de 2012 (“Data de Emissão”), da sétima emissão pública da BRADESCO LEASING S.A. - ARRENDAMENTO MERCANTIL, Companhia Aberta de Capital Autorizado (Categoria “B”), CVM nº 19640, inscrito no CNPJ/MF sob o nº 60.746.948/0001-12, NIRE 35.300.151.381, com sede na Cidade de Deus, s/n, Prédio Prata, 2º andar, Cidade de Osasco, Estado de São Paulo, perfazendo o montante total de:

R$10.000.000.000,00 (DEZ BILHÕES DE REAIS) CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DAS DEBÊNTURES PELA

AUSTIN RATING E LIBERUM RATING

“AAA” REGISTRO DA OFERTA NA CVM/SRE/DEB/2012/023, CONCEDIDO EM 17 DE OUTUBRO DE 2012 CÓDIGO ISIN: BRBDLSDBS0A0 A Emissão foi aprovada com base nas deliberações da Reunião do Conselho de Administração da BRADESCO LEASING S.A. - ARRENDAMENTO MERCANTIL (“Emissora”) realizada em 12 de setembro de 2012 (“RCA da Emissora”), cuja ata foi devidamente arquivada na Junta Comercial do Estado de São Paulo (“JUCESP”) no dia 20 de setembro de 2012, sob o nº 412.134/12-3, e publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo (“DOESP”) e no jornal Diário do Comércio em 18 de setembro de 2012. A RCA da Emissora aprovou as características da Emissão e da Oferta e autorizou a Diretoria da Emissora a praticar todos os atos necessários para efetivar as deliberações lá consubstanciadas, incluindo a celebração da “Escritura Particular da 7ª Emissão de Debêntures Simples, Não Conversíveis em Ações, em Série Única, da Espécie Subordinada, para Distribuição Pública, da BRADESCO LEASING S.A.” (“Escritura de Emissão”). AGENTE FIDUCIÁRIO DA EMISSÃO O agente fiduciário das Debêntures é a OLIVEIRA TRUST DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S.A., instituição financeira com sede na Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, na Avenida das Américas, nº 500, bloco 13, grupo 205, Barra da Tijuca, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 36.113.876/0001-91. Conforme descrito na Escritura, o Agente Fiduciário presta serviço de agente fiduciário à 1ª emissão pública de debêntures simples, não conversíveis em ações, em série única, da espécie subordinada da Bradesco Leasing S.A. Arrendamento Mercantil, no volume total de R$ 4.000.000.000,00, na data de emissão, mediante emissão de 40.000.000 de debêntures, com vencimento em 1º de fevereiro de 2025. Os valores referentes à amortização e remuneração da referida emissão serão pagos na data de vencimento, ou seja, em 1º de fevereiro de 2025. Destaca-se ainda que até a presente data, não ocorreram eventos de resgate, amortização e repactuação na emissão mencionada acima; além disso, o Agente Fiduciário não tem ciência de qualquer inadimplemento na referida emissão. Além do informado acima, o Agente Fiduciário não atua como agente fiduciário em outra emissão de debênture ou de outros valores mobiliários realizada por sociedades coligadas, controladas, controladoras ou integrante do mesmo grupo econômico da Emissora. BANCO MANDATÁRIO E ESCRITURADOR DA EMISSÃO O Banco Mandatário e Escriturador da presente Emissão é o BANCO BRADESCO S.A., instituição financeira com sede na Cidade de Deus, s/n, Prédio Amarelo, 2º andar, Cidade de Osasco, Estado de São Paulo, inscrito no CNPJ/MF sob o nº 60.746.948/0001-12. LIQUIDAÇÃO A totalidade das Debêntures colocadas pelo Coordenador Líder foi liquidada no dia 10 de abril de 2013. DADOS FINAIS DE COLOCAÇÃO INVESTIDOR Pessoas Físicas Clubes de Investimentos Fundos de Investimento Entidades de Previdência Privada Companhias Seguradoras Investidores Estrangeiros Instituições Intermediárias Participantes do Consórcio de Distribuição Instituições Financeiras Ligadas à Emissora ou aos Participantes do Consórcio de Distribuição Demais instituições Financeiras Demais Pessoas Jurídicas Ligadas à Emissora ou aos Participantes do Consórcio de Distribuição Demais Pessoas Jurídicas Sócios, Administradores, Empregados, Prepostos e demais Pessoas Ligadas à Emissora ou aos Participantes do Consórcio de Distribuição Outros TOTAL

DEBÊNTURES SUBSCRITORES SUBSCRITAS 1 1.000.000.000 1 1.000.000.000

A Emissão foi previamente submetida à análise da ANBIMA - Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (“ANBIMA”), por meio do Convênio CVM/ANBID de Procedimento Simplificado para o Registro de Ofertas Públicas - regulado pela Instrução da CVM n° 471, de 8 de agosto de 2008, celebrado entre a CVM e a ANBIMA, em 20 de agosto de 2008, e demais disposições legais e regulamentares pertinentes. As Debêntures da presente Emissão foram registradas (i) para distribuição primária através do MDA - Módulo de Distribuição de Ativos (“MDA”), administrado e operacionalizado pela CETIP S.A. - Mercados Organizados (“CETIP”), e (ii) para negociação secundária no CETIP21 - Títulos e Valores Mobiliários (“CETIP21”), ambos administrados e operacionalizados pela CETIP, sendo a distribuição e as negociações liquidadas e as Debêntures custodiadas eletronicamente na CETIP. O registro da Oferta não implica, por parte da CVM, garantia de veracidade das informações prestadas ou julgamento sobre a qualidade da Emissora, bem como sobre as Debêntures distribuídas. A(O) presente oferta pública (programa) foi elaborada(o) de acordo com as normas de Regulação e Melhores Práticas da ANBIMA para as Ofertas Públicas de Distribuição e Aquisição de Valores Mobiliários, atendendo, assim, a(o) presente oferta pública (programa), aos padrões mínimos de informação exigidos pela ANBIMA, não cabendo à ANBIMA qualquer responsabilidade pelas referidas informações, pela qualidade da emissora e/ou ofertantes, das Instituições Participantes e dos valores mobiliários objeto da(o) oferta pública (programa). Este selo não implica recomendação de investimento. O registro ou análise prévia da presente distribuição não implica, por parte da ANBIMA, garantia da veracidade das informações prestadas ou julgamento sobre a qualidade da companhia emissora, bem como sobre os valores mobiliários a serem distribuídos.

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quarta-feira, 17 de abril de 2013

VENENO NO CONGRESSO A segurança do Congresso dos EUA encontrou veneno em um envelope enviado ao senador republicano Roger Wicker, do Mississippi. A substância foi identificada como ricina, uma toxina que não tem antídoto.

nternacional

Divulgação/Reuters

Na panela do terror, bombas. Pólvora, pregos e bolinhas de chumbo teriam sido usados nas explosões em Boston. Investigadores já recolheram 2 mil pistas e ofereceram recompensa, mas ainda não sabem quem são os autores dos atentados.

P

Divulgaçã

o/Reuter

CJ Gunther/EFE

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Krystle (no alto) e Martin: espectadores inocentes.

Tensão no ar. E em terra.

O Moradores de Boston participam de vigília em homenagem a Martin Richard, a vítima fatal mais jovem dos atentados de segunda-feira.

Homem pendura flores em uma árvore perto do local dos atentados contremos norte-americanos iremos matá-los, mas não temos nenhuma relação com as explosões em Boston", disse o porta-voz do grupo, Ihsanullah Ihsan. Vítimas - Dois mortos foram identificados, ambos espectadores na maratona, Martin Richard, de 8 anos, que aguardava o pai completar a prova; e Krystle Campbell, de 29 anos, gerente de restaurante. A terceira vítima foi identificada como um estudante da Universidade de Boston. A própria instituição confirmou a informação, mas não revelou o nome por não ter permissão da família para fazê-lo. Ele seria de nacionalidade chinesa, segundo as primeiras informações. (Agências) Leia mais na página 2

Que más notícias. Rezando por todos. USAIN BOLT, VELOCISTA.

Carlo Allegri/Reuters

Jessica Rinaldi/Reuters

anelas de pressão recheadas de pólvora, pregos e bolinhas de chumbo, deixadas em mochilas de nylon na calçada, são os mais prováveis artefatos utilizados na segunda-feira nos atentados durante a Maratona de Boston, revelou a polícia federal norte-americana (FBI, por sua iniciais em inglês). O presidente dos EUA, Barack Obama, afirmou que as explosões, que deixaram três mortos e 176 feridos, estão sendo tratadas como um ato de "terrorismo", apesar de ainda não estar claro quem foi o responsável pelo ataque ou seu motivo. Autoridades locais estão pedindo fotos e vídeos para a população para tentar descobrir como os explosivos chegaram perto da linha de chegada da maratona de Boston. Duas mil pistas já foram recolhidas. Além disso, a polícia de Boston e o sindicato de bombeiros da cidade ofereceram uma recompensa de US$ 50 mil por por informações que possam levar aos autores do atentado. De acordo com Obama, a investigação está no início e levará tempo para a análise de todas as evidências. "Continuamos a mobilizar todos os nossos recursos para proteger nossos cidadãos e investigar e responder esse ataque", disse Obama. "Sempre que bombas forem usadas para atacar civis inocentes, isso é um ato de terror." O mandatário, que visitará Boston na quinta-feira para uma cerimônia ecumênica em homenagem às vítimas, frisou que ainda não se sabe se o ataque foi executado por uma organização terrorista ou se por um indivíduo. Também não está claro se o ataque foi doméstico ou estrangeiro. O deputado republicano Michael McCaul, que preside a Comissão de Segurança da Câmara dos Representantes, disse que os explosivos são parecidos aos usados contra tropas norte-americanas no Afeganistão. Investigadores ouvidos pelo jornal The New York Times chamaram os artefatos de "rudimentares". No estilo, o atentado foi comparado às explosões em trens em Madri, na Espanha, em março de 2004, de autoria da Al-Qaeda. Ontem, o Taleban paquistanês, que ameaçou realizar ataques em território norte-americano por causa do apoio dos EUA ao governo do Paquistão, negou a autoria da tragédia. "Em qualquer lugar que en-

Filas no aeroporto de La Guardia após pacote suspeito no terminal

Pensamentos e orações para todas as pessoas e suas famílias em Boston neste momento de dor. ANDERSON SILVA, LUTADOR DE MMA.

#Unidade #paz #amor #oração. Corações com Boston. KOBE BRYANT, JOGADOR DE BASQUETE.

reforço na segurança dos aeroportos norteamericanos não evitou que passageiros demonstrassem nervosismo na hora de embarcar nas aeronaves ontem. Incidentes foram registrados em Boston e Nova York, onde o aeroporto de La Guardia chegou a ser esvaziado por alguns minutos após um pacote suspeito ter sido encontrado em um dos terminais. Na manhã de ontem, um esquadrão antibomba foi chamado pelas autoridades de Nova York para verificar um pacote que foi encontrado em um dos terminais de La Guardia, aeroporto que recebe voos domésticos e regionais. Segundo a emissora local WABC, o pacote tinha um equipamento elétrico que estava cercado de fios, dando a entender que era uma bomba. Ao lado do pacote, também foi encontrada uma quantidade pequena de maconha. O terminal foi esvaziado por 15 minutos e os voos ficaram paralisados por 1h30. As autoridades não confirmaram a existência de uma bomba. No aeroporto Logan, em Boston, a aeronave que fazia o voo 1716 da US Airways foi mantida em solo por medidas de segurança. Além disso, dois passageiros e suas malas foram retirados do voo 636 da United Airlines, com destino a Chicago, a pedido da tripulação, que solicitou que os suspeitos fossem examinados novamente pelos agentes de segurança. Segundo a rede C NN , uma conversa em árabe entre os dois passageiros teria provocado o incidente. (Agências)


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quarta-feira, 17 de abril de 2013

9 Pensei que fossem fogos, mas aí surgiu aquela fumaça, vi sangue por todos os lados, foi horrível. Carolina Feijó

nternacional

Toby Melville/Reuters

Londres: a maratona da superação. Corrida de domingo é mantida em solidariedade à cidade de Boston; segurança é reforçada.

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ecididos a demons- plosões de bombas)", completrar sua solidarieda- tou o ministro, ao assegurar de com a cidade de que Londres possui "os melhoBoston, os organiza- res profissionais em segurandores da Maratona de Londres ça no mundo". se recusam a ceder diante da Robertson disse que a políameaça do terrorismo e confir- cia e os militares britânicos maram a realização da prova, têm grande experiência em marcada para o próximo do- proteger grandes eventos. A mingo. A polícia britânica vai re- capital inglesa foi palco dos Joforçar a segurança não só para gos Olímpicos de 2012 e tama maratona, como também pa- bém foi alvo de atentados terra o funeral da ex-primeira-mi- roristas em 2005. nistra Margaret Thatcher, preA Maratona de Londres é visto para hoje, em Londres. considerada uma das seis Disposto a mostrar sua con- mais importantes do mundo, fiança na segurança, o príncipe ao lado das que acontecem Harry, neto da rainha Elizabeth em Tóquio, Boston, Berlim, II, divulgou que acompanhará a Chicago e Nova York, e contaMaratona de Londres neste do- rá com a participação de cerca mingo. O príncipe mantém uma de 37,5 mil atletas. fundação beneficente que paThatcher - Mais de 4 mil politrocina a corrida. No fim da pro- ciais foram escalados para trava, Harry cumprimentará os balhar na segurança do funeral vencedores das diferentes ca- da ex-primeira-ministra Margategorias disputadas. ret Thatcher, que morreu, aos O ministro do Esporte britâni- 87 anos, no último dia 8, em deco, Hugh Robertson, afirmou corrência de um derrame. que a Maratona de Londres, São esperadas cerca de 2 mil que atrai cerca de 500 mil es- pessoas para o funeral da "Dapectadores e cujo trajeto atra- ma de Ferro", entre familiares, vessa os pontos históricos mais políticos e personalidades de famosos da cidade, deve ser todo o mundo. A rainha Elizaberealizada co- Olivia Harris/Reuters mo planejado para mostrar que "nós não seremos acovardados por este tipo de c o m p o r t amento". "A melhor maneira de reagirmos (contra ameaças terroristas) é seguir Caixão de Thatcher foi levado ontem ao Parlamento em frente com a maratona no domingo, th II foi convidada, assim como para as pessoas nas ruas e para os ex-secretários de Estado dos celebrá-la como sempre faze- EUA Henry Kissinger, George mos em Londres", disse Ro- Schultz e James Baker. bertson à rede BBC. O corpo da ex-premiê foi ve"Estamos absolutamente lado ontem na capela do Paláconfiantes de que podemos cio de Westminster. Hoje, o manter o evento protegido e caixão será levado até a Cateseguro. Acho que este é um dral de St. Paul. daqueles incidentes nos quais A cerimônia terá todas as a melhor maneira de mostrar honras militares – para o dessolidariedade a Boston é con- gosto de muitos britânicos, tinuar com a prova e enviar que veem como seu legado uma mensagem muito clara um país divido econômica e aos responsáveis (pelas ex- socialmente. (Agências)

Policiais patrulham a cidade de Londres para o funeral da ex-premiê Margaret Thatcher, previsto para hoje, e para a maratona de domingo.

Rio promete providências

Shannon Staple

ton/Reuters

E o ministro Patriota torce para que elas garantam a segurança nos grandes eventos que se aproximam

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m dia após as explosões na Maratona de Boston, tratadas pela Casa Branca como "ato terrorista", o ministro Antonio Patriota (Relações Exteriores) e a Polícia Federal do Rio afirmaram que o Brasil está "tomando as providências necessárias" para garantir a segurança dos eventos internacionais que sediará. "Temos confiança de que serão providências que garantirão a segurança dos eventos e também acho muito importante acompanhar agora a apuração para sabemos exatamente qual foi a natureza e a motivação por trás desse ato hediondo", disse Patriota. De acordo com o Itamaraty, embaixadas e consulados nos EUA ainda não reforçaram a segurança. O consulado de Boston, próximo ao local das explosões, já está liberado e funciona normalmente. RIO – De acordo com a assessoria de imprensa da Superintendência Regional da PF do Rio, serão feitas "reavaliações de riscos" dos esquemas de segurança para a Jornada Mundial da Juventude, com a presença do papa

Francisco, e dos grandes eventos esportivos que virão. A Jornada Mundial acontecerá de 23 a 28 de julho e deverá receber 2,5 milhões de peregrinos do mundo todo. O comando estadual da segurança dos grandes eventos da PF no Rio, no entanto, está "acéfalo". O delegado federal Victor César Carvalho dos Santos, nomeado em maio de 2012 para a presidência da Comissão Estadual de Segurança para Grandes Eventos da Superintendência Regional, pediu para sair em março. Ainda não há substituto. No início do mês, a revista Época mostrou que Santos é sócio de duas empresas de segurança, setor interessado em contratos nos grandes eventos. A PF nega que a saída tenha ligação com a denúncia. Segundo a PF, ele pediu para deixar o cargo por conta de mudanças no comando. A PF do Rio diz que não vai se pronunciar agora sobre as "reavaliações de riscos". Só disse que conversará com o Vaticano e outras entidades envolvidas nos eventos para traçar planos. (Agências)

Maratonistas voltam ao local do atentado

Com a palavra, a brasileira ferida. Carolina Feijó teve perna atingida por estilhaços

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explosão perto da chegada da Maratona de Boston atingiu três amigas brasileiras, que trabalham no consulado do Brasil e tiravam uma foto no lugar do atentado. Carolina Feijó, 29 anos, nascida em Niterói (RJ), é oficialmente a única brasileira ferida no atentado. Estilhaços atingiram a sua perna. Ela ficou menos de uma hora em um hospital e foi liberada. Mas chorou diversas vezes e está abalada. "Pensei que fossem fogos, mas aí surgiu aquela fumaça, vi sangue por todos os lados, foi horrível. Fechei os olhos e botei a mão nos ouvidos. Não sabia para onde fugir. Fiquei com pena

da polícia, eles queriam ajudar, mas não sabiam o que fazer. O celular não funcionava, me perdi de uma das minhas amigas, não sabia o que fazer. Só fui pro hospital bem mais tarde, tinha tanta gente pior que eu". Cristina Pitanga, de 40 anos, teve uma experiência dolorosa. "Senti um pedaço de carne na minha mão e fui raspar numa parede", conta a carioca e começa a chorar. "Meu corpo está todo dolorido, estou cheia de tensão, não liguei a TV hoje (ontem). Quando cheguei em casa ontem (2ª-feira) e liguei a TV, fiquei muito traumatizada. Não tinha ideia da tragédia", diz Mary Mello, de 49 anos. (Agências)

Issac Urrutia/Reuters

, a l e u z e n e V Na s a n é a t u p a dis m é b m a t E . s a ru no grito. am -eleitorais deix Distúrbios pós a ando Capriles v le , s o rt o m te se . vista para hoje re p ta a e s s a p cancelar te radicalizar Maduro prome m me pegar'. a h n e 'V : o ã ç lu a revo

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pós distúrbios que deixaram ao menos sete mortos e 63 feridos, o presidente eleito da Venezuela, Nicolás Maduro, elevou o tom e ameaçou processar opositores que exigem a recontagem dos votos do pleito de domingo. O opositor Henrique Capriles cancelou uma marcha programada para hoje e disse estar disposto a dialogar com governo para que "crise" termine. Em cadeia nacional de rádio e TV, Maduro prometeu radicalizar a "revolução" e proibiu que Capriles, derrotado nas urnas, lidere a marcha prevista para hoje à sede do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), no centro de Caracas. "A passeata não será permitida", declarou Maduro. "Com a mão dura, vou fazer frente

ao fascismo, à intolerância. Se querem me derrubar, estou aqui. Venham me pegar." O presidente eleito acusou os Estados Unidos de fomentarem a tensão pós-eleitoral. "A Embaixada dos EUA financiou esses grupos neonazistas", prosseguiu. Pouco antes da acusação de Maduro, o governo norteamericano alegou não estar "em condições" de parabenizar o candidato por sua vitória sem a realização de uma recontagem dos votos. Segundo o CNE, o presidente eleito venceu com 50,75% dos votos contra 48,97% de seu opositor. Horas depois da declaração de Maduro, Capriles, governador de Miranda (que abarca parte da Grande Caracas), suspendeu a manifestação

Opositores pedem recontagem de votos em protesto em Maracaibo para hoje alegando não querer provocar mais violência. "Assim como vocês pedem que aqui se faça um apelo para que não haja violência, eu lhes exijo que cessem as perseguições contra pessoas que estão exercendo seu direito de pedir

uma auditoria e uma recontagem voto a voto", disse Capriles, que acusou o governo pelos episódios violentos. "Porque democracia é isso", prosseguiu, reiterando que o governo de Maduro é "ilegítimo". (Agências)


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10 -.CIDADES & ENTIDADES

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quarta-feira, 17 de abril de 2013

ENQUETE DC Site do DC realiza enquete para saber a opinião dos leitores sobre a possível redução da maioridade penal: www.dcomercio. com.br

idades

Fleury: invasão da PM era necessária. Em depoimento no julgamento dos responsáveis pelo massacre do Carandiru, ex-governador de São Paulo disse que a ordem de invasão era "necessária e legítima".

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ex-governador de São Paulo Luiz Antonio Fleury prestou depoimento ontem e afirmou que "a ordem para a entrada (no presídio do Carandiru) foi absolutamente necessária e legítima". A invasão do prédio ocorreu em 1992, quando ele ocupava o Palácio dos Bandeirantes, e resultou na morte de 111 presos na extinta Casa de Detenção, na zona norte da capital paulista. Fleury foi a quarta pessoa a ser ouvida no segundo dia de julgamento dos 26 policiais militares suspeitos de participar de mortes durante o massacre e falou por cerca de 40 minutos. Nesse tempo, o exgovernador disse que a decisão pela invasão do presídio cabia ao secretário de Segurança Pública da época, Pedro Franco de Campos. "Não dei ordem de entrada na cadeia, mas se estivesse no meu gabinete, teria dado. A entrada (da polícia) era extremamente necessária", afirmou o ex-governador.

"Quando soube das mortes, afastei de imediato os comandantes da ação e pedi que o Ministério Público apurasse os fatos", completou Fleury, que também exerceu o cargo de deputado federal. Ao ser questionado sobre a relação do massacre do Carandiru com o surgimento da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), Fleury afirmou: "Se usa essa justificativa para dar glamour à criação do PCC. O PCC era um time de futebol. Ele se intensificou durante as rebeliões ocorridas no governo do meu sucessor", afirmou Fleury. O ex-secretário Pedro Franco de Campos, que também depôs ontem, afirmou que "a necessidade de entrada da PM na Casa de Detenção era absolutamente incontestável". Campos disse que foi informado pelo falecido coronel Ubiratan Guimarães, líder da operação, de que era necessário invadir o pavilhão 9 do complexo penitenciário, devido à rebelião no local. (Folhapress)

MAIORIDADE PENAL

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projeto que o governador Geraldo Alckmin entregou ontem ao Congresso defendendo penas mais rígidas para menores infratores amplia para até oito anos a punição para jovens que cometerem delitos graves. A proposta quer alterar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Atualmente, a internação máxima prevista pelo estatuto é de três anos. Na semana passada, após a suspeita de que um rapaz reincidente de 17 anos matou um universitário durante um roubo na Capital, fez o governador reagir e defender penas mais duras. A internação de até oito anos será determinada por um juiz e visa principalmente os crimes hediondos.

Enquete DC – A maioria dos usuários do site do Diário do Comércio defende uma alteração no ECA que implique na redução da maioridade penal. Uma enquete disponível no site desde a segunda-feira pergunta: “O assassinato do estudante Victor Deppman, morto por um ladrão de 17 anos, trouxe de volta o debate sobre o limite de idade para a responsabilidade penal. Este limite deve ser reduzido?” Até o momento, 64,7% assinalaram a opção “Sim, para 14 anos”. 29,4% votaram “Sim, para 16 anos” e apenas 5,9% assinalaram a alternativa "Não”. A enquete deve ficar no ar por mais três dias no site www.dcomercio.com.br. (Agências)

Conselho Deliberativo Convocação Ficam convocados os senhores membros do Conselho Deliberativo para a reunião a realizar-se no dia 24 de abril de 2013, às 16h30, na sede da Associação Comercial de São Paulo - ACSP, na Rua Boa Vista, 51 - 9º andar, para deliberarem sobre a seguinte

Ordem do dia I. Votação da proposta da Diretoria Executiva, que fixa o valor do teto para alienação, aquisição e oneração de bens, nos termos do artigo 38, III, do Estatuto Social; II. Eleição da Comissão Fiscal nos termos do artigo 31, VII, do Estatuto Social; III. Outros assuntos. São Paulo, 16 de abril de 2013. Rogério Pinto Coelho Amato Presidente

Fotos: Newton Santos/Hype

Avião suspenso por fios que integra a mostra do artista chinês Cai Guo Qiang, no Centro Cultural Banco do Brasil, no Centro Velho.

Cultura faz um rasante no Centro José Maria dos Santos

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ma esquadrilha de aeronaves está pairando no Centro da cidade e quem olhar para cima notará como ela é estranha. Além de aviões antigos e outros despropositados por darem a impressão de voar dentro de um sonho, há um navio suspenso que lembra o cenário da ópera O Holandês Voador, de Richard Wagner. Não é à toa que as 15 peças, içadas a cerca de oito metros do solo na Rua da Quitanda, em frente ao Centro Cultural Banco do Brasil, se tornaram uma repentina atração turística. Instaladas anteontem à tarde, começaram a decolar nas suas sustentações de cabos metálicos, interrompendo o passo das pessoas e constituindo uma aglomeração de celulares batendo fotos. Essa esquadrilha alucinada é obra do artista chinês Cai Guo Qiang, 57 anos, e fará parte da exposição a ser inaugurada no próximo sábado. Mesmo quem jamais ouviu falar dele vai considerá-lo imediatamente uma celebridade ao saber que, do seu talento, saíram os maravilhosos efeitos especiais da abertura e encerramento das Olimpíadas de Pequim/2012. Cai Guo teve a quem puxar. Seu pai, o pintor Cai Ruiqim, dominava a técnica da caligrafia, o que não é pouca coisa na China, onde ideogramas bem feitos ga-

nham o status de arte. A exposição de Cai Guo se chama Da Vincis dos camponeses (Peasant Da Vincis), título que resume fielmente sua intenção de transportar a genialidade de Leonardo Da Vinci (1452-1519) para a zona rural da China, produzindo um delicioso sincretismo. Nesse sentido, convocou camponeses para ajudá-lo a desenvolver as engenhocas dependuradas na Rua da Quitanda, no melhor estilo do renascentista italiano. Não podemos esquecer que, em pleno século 16, não satisfeito em pintar a Mona Lisa, a Santa Ceia e muitos outros, Da Vinci inventou a catapulta, a drenagem de brejos através de canais e idealizou o pára-quedas e o helicóptero. Pólvora– Enquanto a esquadrilha – que também conta com submarinos aéreos – permanece fora, na rua, Cai Guo, dentro do prédio do Centro Cultural, exibe suas telas nascidas da pólvora. Trata-se de um processo criativo difícil de explicar. Os desenhos são feitos à base de pólvora e parece que há explosões. Por essa informação, é possível imaginar o que deve ter ocorrido no seu estúdio em East Village, Nova York, na fase de execução. Se for considerado que o artista pertence à geração da Revolução Cultural promovida por Mao Tsé-Tung em fins dos anos 1960, anticomunistas dirão que Cai Guo é um dos raros efeitos positivos daquela balbúrdia provocada pelo

Algumas montagens são inspiradas nas obras de Leonardo da Vinci grande timoneiro. Quem quiser conhecer esse curioso personagem não deve perder sua palestra, marcada para às 15h do sábado, no CCBB. Os espectadores vão encontrar um chinês comprido e magro, de cabeça assepticamente raspada nos lados que, em Hollywood, passaria facilmente por um extra nos filmes de Bruce Lee. Tal aparência não sugere que esse

artista tem no seu currículo o Leão de Ouro da Bienal de Veneza (1999) e o respeitado Praemium Imperiale (2012), tido como o Oscar das artes plásticas. A exposição de Cai Guo já esteve em Brasilia e depois irá para o Rio. Porém, é aqui que as aeronaves oníricas estão sendo exibidas pela primeira vez. Na capital federal, a esquadrilha ficou no solo.


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Cai Guo-Qiang desembarca no CCBB

cultura

Artista chinês Cai Guo-Qiang vai expor 170 obras. De suas tintas preparadas com pólvora nascem criações espetaculares. R. Álvares Penteado, 112. Tel.: 3113-3651. A partir de sábado (20). Grátis. (Pré-estreia na pág. 10.)

Fotos: Arquivo DC

Pedaços rasgados de revistas transformados em arte

Colagens de Vik Muniz Em nova exposição na Cidade, Vik Muniz faz releituras de obras emblemáticas de grandes mestres (entre eles, Gustave Coubert e Willem de Kooning) por intermédio da colagem de pedaços rasgados de revistas. Na galeria, há uma sequência de onze trabalhos escolhidos pelo próprio fotógrafo. Os preços (salgados) variam de US$ 39 mil a US$ 55 mil. Galeria Nara Roester. Avenida Europa, 655. Jardim Europa. Tel.: 3063-2344. Segunda a sexta. 10h às 19h. Sábado. 11h às 15h.

Sinfonieta: Banchiana Nº 5. O maestro João Maurício Galindo rege a Sinfonieta Tucca Fortíssima, com a participação dos atores Carlos Moreno e Jairo Mattos e da soprano Sheila Minatti. O espetáculo, sob a título de O Índio de Casaca, interpretará obras de Villa-Lobos (acima), entre elas, Bachiana Nº 5 e cirandas Terezinha de Jesus, Passa-Passa Gavião e O Cravo Brigou Com a Rosa. Texto e direção de Paulo Rodrigues Lopes. Sala São Paulo. Praça Júlio Prestes, 16. Tel.: 3223-3966. Sábado (20). 11h. R$ 55, R$ 60, R$ 55. M. Briquet/Divulgação

Abrindo a porta de uma poesia emocionante

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grande escritora, poeta, jornalista e militante feminista, libertária e nacionalista canadense Margaret Atwood, 74 anos, tinha 68 anos quando publicou este pequeno volume de poemas A Porta, em 2007, e agora, seis anos depois, o livro chega ao português brasileiro, pela Rocco, primorosamente traduzido pela escritora e poeta brasileira Adriana Lisboa, há tempo radicada nos EUA. O tom geral da poética de Margaret Atwood neste volume ao mesmo tempo uniforme e multiforme, unívoco e pluralista, é dado pelo poema-título, que significativamente é o que encerra o livro. Trata-se de cenas singelas e encantadoras do cotidiano - o preparo de uma refeição para pessoas amadas, a varrição de uma calçada coberta de neve, os cuidados com o cachorro - que se prolongam ao longo de anos e de décadas, mas que são cenas sempre entremeadas pela passagem diante de uma porta que a personagem, jovem, madura ou idosa, hesita em abrir, tem medo de abrir, mal se atreve a entreabrir e vê que lá dentro é tudo escuro, e logo, sucessivamente, a fecha. Deixemos ao leitor e leitora descobrir o que significa essa porta, bastando dizer que ela sempre nos acompanha a vida inteira, até que abrimos a porta e bravamente entramos no cômodo desconhecido. Assim faz, em todos os poemas deste livro, a grande poeta Margaret Atwood: transforma as vivências simples do dia a dia pelas quais todos nós passamos em experiências metafísicas, místicas e transcendentais, que transportam nos-

Reprodução

Renato Pompeu

Atwood: vigoroso talento. sas pequenas existências para o miraculoso mundo das essências perfeitas, o mundo das grandes tragédias do ser humano, da alma, do espírito, sem nunca esquecer, nessas altitudes rarefeitas, do corpo que dói e que sofre com o passar do tempo e com o passar por experiências gloriosas e doloridas. Margaret Atwood é uma pessoa extremamente bem-sucedida. Nascida em Ottawa, se formou em três prestigiosas universidades, a de Toronto, no Canadá, e as americanas Radcliffe e Harvard. Publicou mais de dez coleções de poemas, dez romances, dois volumes de crítica literária, três livros de contos, quatro de histórias infantis, duas antologias de poemas de outros autores, além de sua intensa colaboração em jornais de vários países, sempre em defesa dos direitos das mulheres em particular e dos direitos humanos em geral e sempre em defesa do Canadá, por ali se manter um modo de vida solidário, mais humano, na sua

opinião, do que nos vizinhos EUA, em que vigora um individualismo desenfreado. Por tudo isso ela já ganhou perto de 60 prêmios internacionais, entre eles os prestigiados Man Booker Prize e o Prêmio Príncipe das Astúrias. No livro A Porta, tudo ao mesmo tempo prepara o terreno para o leitor ou leitora fruir no final mais plenamente o poema de encerramento A Porta - e tudo culmina nesse poema. Assim se vai mudando mais ou menos cronologicamente de temática, passando da infância em que é importante a morte de um cachorro até a idade adulta, em que se discutem as vicissitudes da carreira de escritora e, muitos anos depois, a personagem volta a deparar com sua casa de boneca, o que lhe desperta um mundo de reminiscências. Depois, há as experiências de tomar conhecimento, pelo noticiário, de horrores da vida humana que nos fazem recordar que o paraíso que soubemos conquistar em nossas vidas privadas e com nossas vitoriosas carreiras, na verdade é um paraíso sustentado pelos infernos das torturas e massacres que se repetem a cada momento em todo o mundo. Em seguida, retornamos das grandes tragédias humanas para a pequenez reconfortante de nossas vidinhas, até que deparamos com... A Porta!!! Um hino à vida, cantado bem alto, e uma prece em murmúrio, pelos que sofrem ou pelos que já se foram. Mas emocionantes esses poemas não poderiam ser, além de sua técnica apurada e sonoramente gloriosa, mesmo traduzida, e muitíssimo bem traduzida.

Sottovento: tartar de atum fresco.

Com sabor e charme. Naturalmente. Lúcia Helena de Camargo

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volta à comida feita no fogo, sem técnicas complicadas ou equipamentos ultra tecnológicos na cozinha. Essa é a proposta do restaurante Sottovento, inaugurado há quatro meses no shopping Cidade Jardim. "Sempre que possível, procuro usar ingredientes orgânicos e não faço nem sous vide (técnica francesa que consiste em cozinhar em sacos plásticos selados a vácuo, em baixas temperaturas). É tudo feito do modo tradicional", diz Marcelo Laskani, o chef da casa. Antes de comandar a cozinha do Sottovendo, ele trabalhou no Girarrosto, Italy, Kaá, D.O.M., Brasserie Erick Jaquin e Tordesilhas e fez estágio no espanhol El Bulli. O cardápio criado por Laskani privilegia as receitas italianas, massas frescas e cocção de carnes e peixes no forno à lenha.

Para começar, aproveite o couvert composto de pão italiano, grissini de aliche, azeite extra virgem, alho assado, manteiga e flor de sal (R$ 9,60 por pessoa). Uma boa escolha de entrada pode ser o tartar de atum fresco, com pistache, amoras e mascarpone, servido com saladinha de ervas (R$ 37). Outra é o ravióli de gema defumado ao cacio e pepe (R$ 31), que chega à mesa soltando os aromas do preparo defumado. Se preferir uma massa, pode ir bem o agnoloti recheado de alcachofra ao molho de camarão, cogumelo shitake, manjerona, e um toque de creme (R$ 54). Entre as carnes, uma das estrelas é a bisteca à fiorentina no forno à lenha, servida com salada de rúcula e lascas de grana padano (R$ 72). Saboroso também é o filé mignon ao molho roti de limão siciliano e

tagliorini (massa artesanal que lembra o espaguete) na manteiga e sálvia (R$ 60). Para sobremesa, prove o creme brulê de limão siciliano. Sottovento é um empreendimento de Arthur Briquet - ex-proprietário do Gallery, Moinho Santo Antônio, Resumo da Ópera, e dos restaurantes Manhattan, Mezzaluna e Banana Café. O projeto teve consultoria de Mary Nigri (sócia do Quattrino e Ecco). Não é um restaurante barato. Um jantar para duas pessoas, com couvert, entrada, prato, sobremesa e vinho nacional chega facilmente aos R$ 500. Sua localização talvez justifique o custo, já que está instalado dentro de um dos centros de compras de luxo de São Paulo.

Sottovento. Av. Magalhães de Castro, 12.000. Shopping Cidade Jardim. 3º piso. Tel.: 3552-2812.


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Fauna de madeira

quarta-feira, 17 de abril de 2013

www.dcomercio.com.br

Os animais de madeira de Hakan Gürsu são pura diversão. Podem ser desmontados e remontados em outro formato. http://bit.ly/YtrMlx

Colmeia Móveis modulares são práticos, mas quase sempre têm o mesmo formato quadrado ou retangular. Honeycomb é uma tentativa de dar um toque criativo ao ambiente com um formato menos óbvio, ideal para áreas infantis. Pode ser usado em aparadores, divisórias, estantes e até bancos. http://bit.ly/Y3YsaB

S EGURANÇA M ODA

T IPOGRAFIA

Ciberataques crescem 42%

Vanessa carvalho/Estadão Conteúdo

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média diária mundial de ataques cibernéticos cresceu 42% em 2012 em relação a 2011, passando de 82 para 116. A conclusão é do relatório Ameaças à Segurança na Internet, divulgado ontem pela empresa de segurança da informação Symantec. O estudo também revelou que o Brasil manteve, em 2012, a quarta posição no ranking mundial de ameaças de ataques virtuais e o primeiro lugar na América Latina. O estudo contabiliza apenas ataques em que o criminoso conhece a identidade da vítima – o que geralmente acontece em ações de espionagem e de roubo de informações. O setor mais afetado por esse tipo de crime foi o de

manufatura, com 24%; em segundo lugar ficam os segmentos financeiro, de seguros e imobiliário, com 19%; serviços não tradicionais ficaram em terceiro, com 17%; governo somou 12%; energia sofreu 10% dos ataques; e outros totalizaram 15%. Segundo André Carreto, estrategista da Symantec, o setor de manufatura é o que possui mais informações que podem ser estratégicas para outros países, como dados sobre tecnologias específicas, projetos e pesquisas. Por isso, é o mais visado. Já o mercado financeiro ocupa o segundo lugar pelo grande interesse de criminosos em obter acesso a bancos para realizar operações financeiras fraudulentas.

As pequenas e médias empresas foram as mais afetadas pelos ataques. Elas foram alvo de 31% dos ataques em 2012 – em 2011, a proporção era de 18% dos casos registrados. "Pequenas empresas fazem menos investimentos em segurança da informação e têm menos pessoas do que as grandes para tratar desses problemas", afirma Carreto. "Além disso, existe a percepção de que esse segmento não é alvo de ataques." A popularização de plataformas móveis, como tablets e smartphones, é um dos motivos que explica a posição ocupada pelo País. Como o acesso à internet por meio dessas plataformas não é totalmente seguro, elas estão cada vez mais na mira dos criminosos virtuais.

Mazdak Radjainia/Reuters

PERIGO Falsas orcas na costa de Paihia, principal localidade da Baía das Ilhas, na Nova Zelândia. Espécie rara, as falsas orcas socializam com os golfinhos e são igualmente atacadas pelas verdadeiras baleias assassinas.

Praia chique Modelo apresenta maiô da coleção de verão da grife Blue Man durante a Fashion Rio, no Palácio de São Clemente, sede do Consulado Português, em Botafogo. S ELEÇÃO

Felipão mantém 'trio' em amistoso Os atacantes Neymar, Ronaldinho Gaúcho e Leandro Damião estarão novamente juntos no amistoso da seleção brasileira contra o Chile, na semana que vem, em Belo Horizonte. O trio, que se destacou na vitória do Brasil por 4 x 0 sobre a Bolívia no início do mês, foi convocado novamente ontem pelo técnico Luiz Felipe Scolari para a partida contra os

chilenos, que será realizada no estádio do Mineirão, no dia 24 de abril. A lista de 18 jogadores tem apenas atletas que atuam no Brasil e conta com três jogadores do Corinthians e três do AtléticoMG, times que têm se destacado na disputa da Copa Libertadores este ano. A convocação, feita através do site da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). www.cbf.com.br

A RTE

Sergio Moraes/Reuters

Bem-vindo, papa Francisco! Fábrica de robôs Tal Avitzur transforma tudo o que acha por aí – de restos de objetos de bronze e ferramentas a lâmpadas LED – em robôs. A ideia é criar objetos decorativos, mas com "carisma" de personagens ficcionais. http://cnet.co/XQa28O

O papa Francisco chega ao Rio de Janeiro apenas em julho, para a Jornada Mundial da Juventude da Igreja Católica, mas esta semana será visto no comércio da cidade. Um lote de 120 máscaras do papa será colocado à venda. Se a procura for grande, novas máscaras serão produzidas.

Todo tipo de amor tem uma fonte Usando o "3" e o símbolo de "menor que" das fontes mais tradicionais, Lim Heng Swee criou ícones do amor diferentes e divertidos. http://etsy.me/YgLyVI

I NTERNET

Spotify de olho na América Latina O serviço de transmissão de música Spotify anunciou ontem que está se expandindo para a América Latina e a Ásia. Com cerca de 24 milhões de usuários "ativos" (que usaram o serviço nos últimos 30 dias) e 6 milhões de assinantes pagantes, o serviço começará a expansão pelo México e, na Ásia, com Hong Kong, Malásia e Cingapura". Lançado em 2008, o Spotify é um serviço gratuito em que é possível ouvir músicas sem interrupção de publicidade e reproduzir uma seleção de áudios em qualquer qualquer dispositivo a qualquer momento. O Spotify paga 70% de sua receita aos detentores de direitos. L OTERIAS Concurso 1168 da DUPLA SENA Primeiro sorteio 04

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Concurso 3170 da QUINA 02

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quarta-feira, 17 de abril de 2013

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13 CHINESES NO MATO GROSSO DO SUL O grupo estatal chinês BBCA vai investir US$ 320 milhões na construção de uma usina em Mato Grosso do Sul com capacidade de processar 600 mil toneladas de milho por ano, informou o governador, André Puccinelli.

conomia

MEIO TRILHÃO DE REAIS

O Impostômetro, da ACSP, mostrou ontem à noite que R$ 500 bilhões (meio trilhão!!!) em impostos já foram arrecadados pelos municípios, estados e União desde o dia 1.º de janeiro deste ano. A marca foi atingida com 17 dias de antecedência em relação a 2012. Fotos Newton Santos/Hype

exemplo, gerou o acúmulo de Renato Carbonari Ibelli créditos tributários devido a dificuldade de compensá-los. Isso pode ser traduzido como Impostômetro, dinheiro de empresa parado painel eletrônico nos cofres do governo da Associação federal. Também houve Comercial de São aumento significativo na Paulo (ACSP), registrou meio arrecadação do Imposto trilhão de reais ontem, pouco sobre Circulação de depois das 19 horas, valor Mercadorias e Serviços que corresponde a (ICMS) em decorrência da arrecadação tributária da adoção da Margem de Valor União, estados e municípios Agregado (MVA) – que desde o início do ano. O costuma ser majorada – para número no painel, instalado calcular o imposto no regime no Centro, mostra a voracidade do Leão em 2013: de Substituição Tributária. Além disso, nos últimos anos o total de R$ 500 bilhões foi ocorreram aumentos alcançado pelo Fisco 17 dias recorrentes da alíquota do antes da data equivalente do Imposto de Importação. ano passado. Ou seja: o ritmo Alíquotas – O preocupante da arrecadação aumentou desta história é que estudos em 2013, reforçando o constatam que a arrecadação observado nas comparações tributária tem avançado mais entre anos anteriores. por conta das intervenções Os R$ 500 bilhões em alíquotas e nas fórmulas alcançados ontem, no início de cálculos deste dos impostos segundo do que pela trimestre, expansão equivalem a O montante de econômica. mais de 2/3 impostos Em 2012, do segundo o arrecadado arrecadados desde Instituto ao longo de o lançamento do Brasileiro de todo o ano de Impostômetro é Planejamento 2005 (R$ 730 assustador. Mais de Tributário bilhões), R$ 9 trilhões. (IBPT), primeiro ano enquanto, de operação ROGÉRIO AMATO nominalmente, do painel o Produto Impostômetro. Interno Bruto (PIB) avançou O Leão tem alargado a 6,26%, a arrecadação mordida de maneira tributária expandiu 7,03%. sistemática em parte pelo Em um período mais amplo crescimento econômico (o fica ainda mais evidente a lado bom), em parte pelo discrepância. Entre 2000 e aumento da eficiência do 2010, período no qual, Fisco (o que é justo), mas nominalmente, a também por causa de arrecadação tributária elevações de alíquotas e evoluiu 264,49%, o PIB variou mudanças na base de cálculo 212,34%. Por este motivo a de impostos (o que carga tributária – que é a preocupa). relação entre o PIB e a A adoção do Programa de arrecadação – saltou de 30% Integração Social (PIS) e da para 35% em 2010. Hoje ela é Contribuição para o maior. Pelos dados mais Financiamento da recentes do IBPT, que são de Seguridade Social (Cofins) março de 2013, a carga não cumulativo em 2001, por

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Marca histórica: o painel eletrônico Impostômetro, na fachada do prédio da ACSP, no Centro da Capital paulista. tributária brasileira atingiu 36,27%. Desonerações – Pode causar estranheza o fato de a carga tributária continuar avançando mesmo com as desonerações concedidas pelo governo federal, em especial para o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Para o IBPT, as desonerações pontuais não têm efeito diante da magnitude da arrecadação federal. Diante da escalada da carga tributária no Brasil, Rogério Amato, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), se diz surpreso com a velocidade com a qual o dinheiro que sai do bolso do contribuinte entra nos cofres públicos.

Temos um sistema tributário anacrônico no País. Embora seja eficiente para arrecadar, sua estrutura arcaica restringe o crescimento do Brasil. ROGÉRIO AMATO, PRESIDENTE DA ACSP E DA FACESP

"O montante de impostos arrecadados no País, desde o lançamento do Impostômetro em 2005 até agora, é assustador. Foram mais de

R$ 9 trilhões", afirma Rogério Amato, que reforça ser uma das metas da ACSP e da Facesp evidenciar essa realidade aos contribuintes. "Temos um sistema tributário anacrônico. Embora seja eficiente para arrecadar, sua estrutura arcaica restringe o crescimento do País", acrescenta o presidente. Nota fiscal – No dia 6 de julho deste ano começa a valer a obrigatoriedade de os empresários informarem na nota fiscal de compra o porcentual de tributos incidentes sobre o valor da aquisição de bens e serviços. Esta medida, que visa conscientizar o cidadão a respeito do peso dos impostos no cotidiano, nasceu dentro da ACSP, que fez expressiva campanha a fa vor de nova legislação. Para Amato, "somente quando a classe política perceber que o contribuinte é consciente da elevada carga tributária do País é que haverá medidas voltadas à reforma do sistema tributário". Outra ação da Associação Comercial voltada para conscientizar o cidadão a respeito da realidade tributária é o Gastômetro, projeto realizado em parceria com o IBPT. O Gastômetro é uma

ferramenta irmã do Impostômetro que apontará a destinação dos recursos públicos. Ou seja, além de ser informado sobre o avanço da arrecadação, o contribuinte poderá fiscalizar a destinação dada ao dinheiro público. Enquanto esta nova ferramenta não entra em funcionamento é possível estimar, no site do Impostômetro (www.impostometro.com.br), o que poderia ser feito com as somas bilionárias agarradas pelo Leão. Com os R$ 500 bilhões arrecadados até ontem, por exemplo, seria possível construir 1,5 milhão de casas populares no Estado de São Paulo – lembrando que o Estado de São Paulo fica com menos de 10% dos R$ 500 bilhões –, ou 41 mil quilômetros de estradas asfaltadas. História - O Impostômetro, painel eletrônico instalado na fachada do prédio da ACSP, completa 8 anos neste mês. O painel foi inaugurado em 20 de abril de 2005. Desde então, ele pode ser visto de dia e à noite. O acompanhamento da arrecadação pode ser feito por meio do site do painel. Ao todo, 140 milhões de pessoas já viram o Impostômetro por meio do site e oito milhões pelo Facebook.


14 -.ECONOMIA

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quarta-feira, 17 de abril de 2013


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quarta-feira, 17 de abril de 2013

e FMI projeta expansão econômica menor

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conomia

O Brasil é um dos países com maior revisão para baixo nas projeções para 2013

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Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu a projeção de crescimento da economia brasileira para 2013. A expectativa é de que o País cresça 3% neste ano, abaixo dos 3,5% previstos pelo Fundo em janeiro, de acordo com estimativas do relatório Projeção Econômica Mundial: Esperanças, Realidades e Riscos, divulgado ontem. Essa é a segunda revisão para baixo na estimativa de crescimento da economia brasileira para 2013. Em janeiro, o FMI já havia baixado a previsão, que era de expansão de 4% divulgada em um relatório feito em outubro pelos economistas do Fundo. O Brasil foi um dos países

com maior revisão para baixo nas estimativas de crescimento para 2013 no relatório. Só perde para um grupo de pequenos países formados por ex-repúblicas da União Soviética, como Armênia e Tajiquistão. Para essa região, excluindo a Rússia, a estimativa foi reduzida em 0,8 ponto, de 4,3% para 3,5%. Poucos países tiveram revisão para cima nas projeções de crescimento em 2013. Japão e Alemanha estão entre eles. Ao mesmo tempo em que reduziu a projeção do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro para 2013, o FMI elevou em 0,1 ponto a estimativa de 2014. Em janeiro, a previsão do Fundo era de que o País cresceria 3,9% no ano que vem, número

agora aumentado para 4%. O relatório projeta que a inflação brasileira ficará em 6,1% neste ano e 4,7% em 2014. A taxa de desemprego deve ficar em 6% em 2013 e subir para 6,5% no próximo ano. Já o déficit em contas correntes deve ficar em 2,4% em relação ao PIB neste ano e subir para 3,2% em 2014. Esse déficit representa o saldo de transações entre o Brasil e o resto do mundo.

O relatório do FMI destaca que o Brasil ainda enfrenta problemas pelo lado da oferta, que pode comprometer o crescimento da economia no médio prazo. América Latina – Para a América Latina como um todo, a projeção de crescimento foi reduzida em 0,3 ponto percentual, para 3,4% em 2013. Já para 2014, o FMI segue esperando crescimento de 3,9%. O México deve ganhar do Brasil em crescimento neste ano, com expansão prevista

Adiada apreciação de alíquota única de ICMS

Estrangeiro vê alta da Selic

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conomistas e executivos de bancos internacionais avaliaram que o Banco Central (BC) deverá elevar os juros hoje. A ponderação reflete boa parte da percepção do mercado financeiro sobre o encontro deste mês do Comitê de Política Monetária (Copom). A dúvida para os profissionais do Citibank, HSBC, BNP Paribas e Deutsche Bank é só a magnitude da alta. Deutsche Bank e Citibank citam que o segundo ciclo de alta de juros do governo Dilma Rousseff começará com 0,25 ponto percentual (p.p.), enquanto o HSBC e o BNP Paribas estimam que a elevação terá início com 0,5 p.p. de acréscimo à Selic. "Será um movimento leve de elevação de juros, com um total de 0,75 p.p. neste ano", disse o economista-chefe do banco alemão, José de Faria. "A inflação não está fora de controle", afirmou. Para ele, a política de combate aos preços altos pelo Executivo perdeu credibilidade nos últimos meses. "A inflação está afetando investimento e consumo, como mostraram recentemente as vendas de varejo. E há a suspeita de que está afetando a renda das famílias", disse. O HSBC espera um aumento de 0,5 p.p. da Selic, que seria acompanhada por uma segunda

alta de 0,5 p.p.l em maio, e mais dois aumentos de 0,25 p.p. cada em julho e agosto. Conforme o diretor executivo de mercado de capitais para a América Latina, Alexei Remizov, a alta dos juros é inevitável, já que a inflação no Brasil tem avanço com oferta insuficiente. "O aumento dos gastos públicos pode até ser oportuno para a ampliação dos investimentos. O que não

A inflação está afetando investimento e consumo, como mostraram recentemente as vendas de varejo. JOSÉ DE FARIA, DEUTSCHE BANK

deveria ocorrer é elevação das despesas correntes", disse. Na avaliação do chefe de pesquisa econômica do BNP Paribas, Marcelo Carvalho, uma alta de 0,5 p.p. é necessária pois, além de a inflação estar muito alta, está disseminada. "Acredito até que a alta dos juros deveria ter sido adotada antes", declarou. "Há um problema de que a política fiscal não está ajudando a conter a alta dos preços. Portanto, fica um

trabalho muito mais pesado para a política monetária corrigir isso praticamente sozinha", opinou, lembrando que a falta de coordenação entre os dois fatores da economia lembra um carro sendo acelerado e freado ao mesmo tempo. O economista sênior do Citibank, Leonardo Porto de Almeida, acha que o possível aumento da Selic começará em 0,25 p.p., seguido de mais duas altas 0,5 p.p. cada, em maio e julho, e encerrado com mais 0,25 p.p. em agosto. Além da postura de combate à inflação, há um tema que pode preocupar o governo no curto prazo, que é um eventual ingresso de capitais no País pelo aumento da liquidez financeira. O movimento, disse Almeida, tende a crescer nos próximos meses com a política de afrouxamento do Japão, que pretende dobrar a base monetária em dois anos para debelar 15 anos de deflação. "O aumento da liquidez pode também colocar os preços de commodities para cima, o que seria benéfico para os termos de troca do Brasil", disse. Segundo ele, os dois fatores poderiam provocar apreciação do real ante o dólar. "A questão é saber se o governo permitirá isso ou se vai proteger o setor industrial". (Estadão Conteúdo)

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presidente da Comissão de te a discussão do projeto da ResoluAssuntos Econômicos (CAE) ção 13 – que acabou com a chamada d o S e n a d o , s e n a d o r L i n d- guerra dos portos – foi dada uma exbergh Farias (PT-RJ), rejeitou ontem ceção para levar a matéria para disum requerimento do senador Ricardo cussão na CCJ. Ferraço (PMDB-ES) que gostaria de Defensor do recurso, para o senalevar o projeto de resolução sobre as dor Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), a alíquotas do Imposto sobre Circula- proposta é de "extrema relevância" ção de Mercadorias e Serviços (ICMS) para os Estados do Brasil, particularsobre operações interestaduais para mente para os do Norte, Nordeste e as comissões de Constituição e Justi- Centro-Oeste. Ele disse estar com reça (CCJ) e Comissão de Desenvolvi- ceio de que se possa entrar "numa mento Regional aventura", aos mol(CDR). Após um pedides do que ocorre do de vista coletiva, a com os fundos de votação do projeto compensação da Lei de resolução do ICMS Kandir. "Não é toleficará para a terçarável, não é aceitáfeira. vel. Criou-se o estigpor cento do ICMS é Com o aval do Mima da guerra fiscal, a sugestão de nistério da Fazenda, mas a pergunta que Delcídio Amaral sunão quer calar é que Delcídio Amaral para geriu a adoção de alíum Estado como o os itens que saem do quota de 7% do imda Paraíba, o que seposto para os indusrá no processo de Norte, Nordeste, trializados que saem atração de investiCentro-Oeste e do das regiões Norte, mentos? É óbvio que Espírito Santo para o Nordeste, Centroterá uma concentraOeste e do Espírito ção mais absurda Sul e Sudeste. Santos para os Estan o s g r a n d e s c e ndos do Sul e Sudeste. tros", criticou Lima. Para as demais transações interestaDívidas – O senador Luiz Henrique duais, o ICMS será reduzido gradual- (PMDB-SC) anunciou a retirada da mente para 4%. Ao negar o recurso, pauta da CAE do seu parecer sobre o Lindbergh argumentou que, pelo re- projeto que trata da mudança do ingimento da Casa, a competência de dexador das dívidas de Estados e muse avaliar a matéria é da CAE. Ferraço nicípios com a União. A proposta predefendeu que a matéria seja mais dis- vê a quebra da exigência de unanimicutida no Senado. dade para a convalidação de incentiO senador Romero Jucá (PMDB- v o s c o n c e d i d o s v i a C o n s e l h o RR), contrário à sugestão do senador Nacional de Política Fazendária (Concapixaba, disse que, em 2012, duran- faz). (Estadão Conteúdo)

Cheque sem fundos é recorde

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o total de 68,8 milhões de cheques movimentados no País no mês de março houve devolução de 1,5 milhão por falta de fundos. O volume representa 2,31% do total, percentual mais alto desde maio de 2009 (2,46%) e maior também do que o registrado em março do ano passado, quando o número de cheques devolvidos atingiu a proporção de 2,14% do total, de acordo com dados divulgados ontem, pela Boa Vista Serviços, administradora do SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). Em fevereiro, a proporção de cheques devolvidos havia atingido 1,87% e em janeiro, 1,98%.

Segundo a Boa Vista, o número de cheques devolvidos em março aumentou 29,6% em relação a fevereiro de 2013 e também houve crescimento dos cheques movimentados (4,7%), o que contribuiu para a elevação do índice. Contra o mesmo mês de 2012, houve contração no número de cheques devolvidos (queda de 7,3%) e no número total de cheques movimentados (baixa de 14%). No acumulado deste ano, dos 210 milhões de cheques movimentados, 2,05%, ou 4,3 milhões foram devolvidos. No ano passado, nos três primeiros meses do ano, dos 235 milhões de cheques, 4,7 milhões

haviam sido devolvidos, uma proporção semelhante a deste ano (2%). Separando os cheques devolvidos de pessoas físicas e jurídicas, no primeiro trimestre de 2013 na comparação com o mesmo período de

de 3,4%, mas perde em 2014, ano em que deve crescer nos mesmos 3,4% de 2013. A economia brasileira deve se recuperar neste ano, após crescer apenas 0,9% em 2012, destaca o FMI. A recuperação é reflexo dos cortes de juros do passado recente e das fortes políticas de estímulo do governo, mas o investimento privado segue decepcionando, ressalta o relatório. Inflação – A inflação alta no Brasil é uma preocupação, sobretudo por ocorrer em um momento de baixo crescimento econômico, o que pode sinalizar que o País está próxi-

mo de seu potencial, conforme o relatório do FMI. Segundo o economista do fundo para a América Latina, Thomas Helbling, na medida em que o crescimento econômico se acelere, a atual política monetária do Banco Central (BC) pode ser questionada. "A inflação está no topo da banda mais alta da meta, o núcleo da inflação está relativamente elevado", disse. Helbling observa que o Brasil enfrenta problemas pelo lado da oferta e a infraestrutura é um dos principais gargalos, mas os investimentos que vêm sendo feitos podem trazer algum alívio. Outro ponto que vem ajudando na recuperação da economia, depois do crescimento de apenas 0,9% em 2012, é a melhora do mercado de trabalho, que tem aumentado a renda das famílias e estimulado o consumo. Mundial – O FMI prevê queda nos preços dos alimentos e de outras commodities neste ano, ajudando a manter a inflação sob controle na economia mundial. Em média, os preços das commodities devem cair 2% em 2013, em meio ao aumento da oferta e sem demanda excessiva. Em relação aos alimentos, o relatório fala em redução de "mais de 2%" nos preços, sem citar um número preciso, por conta da previsão de uma safra agrícola melhor e da expectativa de que não haja secas como as que ocorreram em 2011 e 2012 ao redor do mundo e que fizeram os preços subirem. (Estadão Conteúdo)

2012, a devolução para as pessoas físicas foi 9,4% menor e para as pessoas jurídicas a baixa foi de 5,5%. No total, os cheques devolvidos recuaram 8,4% no ano, enquanto que os movimentados recuaram 10,6%. (Estadão Conteúdo)

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quarta-feira, 17 de abril de 2013

e Estão chegando os novos smartphones 4G Governo admite que os pacotes de serviços 4G tendem a ser mais caros. Mas o preço cai com adesão dos consumidores.

conomia

Eduardo Knapp/Folhapress

Posse de celulares segue em alta

Apesar da expectativa de demora na decolagem do serviço de telefonia móvel de quarta geração, os fabricantes programam lançamentos.

O

serviço de telefonia móvel de quarta geração deve demorar para decolar no Brasil, mas as fabricantes de smartphones já se movimentam em direção desse mercado. Companhias como BlackBerry, LG, Samsung, e Sony Mobile lançarão novos modelos nos próximos meses, buscando adiantar-se às tendências que virão quando as redes 4G crescerem. As operadoras enfrentam um cronograma apertado de implementação do 4G, dificuldades de obter licenças para instalar equipamentos e a alta frequência de 2,5 gigahertz (GHz). Além disso, há uma baixa diversidade de smartphones compatíveis com o 4G na frequência de 2,5 GHz que já podem ser vendidos no País. Apenas 11 modelos estão homologados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), ante mais de 370 modelos de terceira geração (3G) de alto desempenho. Mundialmente, há 260 aparelhos no padrão LTE – o mais amplamente utilizado para o 4G – já disponíveis. A empresa de pesquisas IDC prevê que neste ano devem ser vendidos no Brasil cerca de 600 mil smartphones habilitados para conexão 4G, volume quase quatro vezes maior do que em 2012, embora devam representar apenas 2% dos cerca de 28 milhões de smart-

phones estimados para 2013. Num primeiro momento de menor demanda, os aparelhos atualmente homologados, que em sua maior parte devem começar a ser vendidos a partir de maio, devem ser suficientes para abastecer o mercado, dizem especialistas. "Para começar é um bom número, já que na faixa de 2,5 GHz a escala não é muito grande em outros mercados", diz Erasmo Rojas, diretor para América Latina da 4G Americas, sediada nos EUA, que representa operadoras e fornecedores. A 4G Americas trabalha com um cenário no Brasil de 900 mil a 1 milhão de assinaturas de serviços 4G até o fim de 2013, disse Rojas, em um universo de mais de 60 milhões de conexões de banda larga móvel no ano passado, pelas contas da Anatel. A expectativa é que 400 mil a 500 mil conexões sejam de smartphones, enquanto o restante será relativo a modems e outros dispositivos. A sul-coreana Samsung, maior fabricante de smartphones do mundo, afirma que terá mais aparelhos 4G no segundo semestre além dos quatro modelos já homologa-

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dos, segundo o gerente sênior de produtos, Ricardo Araújo. "Estamos avaliando a introdução desses (novos) produtos no mercado brasileiro, mas temos um plano (...) muito agressivo de ampliação da linha 4G no segundo semestre", diz. Os smartphones são fabricados no Brasil. Enquanto isso, a canadense BlackBerry planeja lançar mais dois modelos compatíveis com o 4G brasileiro em 2013, além do Z10, com tela sensível ao toque e do Q10, com teclado físico, segundo o diretor-geral para o Brasil, João Stricker.

A também sul-coreana LG, que já tem dois aparelhos 4G homologados pela Anatel, lançará nas próximas semanas o Optimus G, produzido no Brasil, além de mais dois ou três modelos compatíveis com a frequência de 2,5 GHz ainda neste semestre, conta o gerente geral de produtos e estratégia, Raphael Rocha. A Sony Mobile programa inicialmente dois smartphones 4G no Brasil, sendo um o Xperia ZQ, já homologado e em fase de pré-venda. O outro aparelho deve chegar "em breve", de acordo com a diretora de marketing para o Brasil, Ana

Peretti. Globalmente, a marca Sony Mobile lançou cinco modelos 4G em 2012. A Motorola Mobility não dá detalhes sobre lançamentos, mas segundo o diretor de marketing, Rodrigo Vidigal, haverá novidades no curto prazo. A empresa já homologou o modelo Razr HD para 4G. A Nokia tem dois aparelhos 4G homologados pela Anatel e o mais recente modelo iPhone da Apple é compatível com a frequência 700 MHz que o governo quer licitar no começo de 2014. Ambas preferiram não comentar o assunto. (Reuters)

número de aparelhos celulares ativos no Brasil chegou a 264 milhões; a internet móvel está ativa em 68,2 milhões de aparelhos. Com tais números, divulgados ontem pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a média nacional é de 1,3 aparelho por habitante. Apenas em março, as novas habilitações chegaram a quase um milhão, crescimento de 0,38% na base de assinantes em relação a fevereiro. A pesquisa da agência indica que a maior parte dessas linhas são contratos pré-pagos, 80% do total. Pós-pagos ficam com a diferença, 20%. O Distrito Federal lidera a lista de posse de celulares ativos, com a média é de 2,2 aparelhos/habitante, seguido por São Paulo e Rondônia (1,5) e Mato Grosso do Sul (1,4). A Anatel informou também que, até o fim do ano, 4 milhões de usuários da telefonia móvel devem ter celular 4G, ou seja, com possibilidade de acesso à internet até dez vezes mais rápido que pelo atual modelo 3G. (Folhapress)

Com banda larga, promessas de melhoria nos serviços Um das razões: público inicial será o mercado corporativo, que cobra qualidade.

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ministro das Comunicações, Paulo Bernardo disse ontem em Brasília, durante evento promovido pela Claro, que a qualidade da banda larga móvel no Brasil deve melhorar com o lançamento da internet 4G. "Nós apostamos que não apenas vamos ter 4G com desempenho melhor, mas também ele vai melhorar o desempenho do 3G porque uma parte significativa dos usuários vai migrar. Portanto, o serviço vai ficar menos congestionado", disse. O ministro admitiu que no primeiro momento os pacotes de serviços 4G disponíveis no mercado "tendem a ser mais caros do que a tecnologia anterior", mas em um segundo momento, a medida que a adesão dos consumidores cresça, o preço tenderá a cair. Ele destacou, finalmente, que pelo menos 11 fabricantes começaram ou iniciarão a produção de smartphones compatíveis com a nova tecnologia. "Temos fabricantes trabalhando com três ou quatro modelos diferentes; então, vamos ter um número razoável de aparelhos." Redes em teste Para o presidente da Anatel, João Rezende, também presente ao evento, o público-alvo da nova tecnologia inicialmente se restringirá ao mercado corporativo. "São essas as pessoas que mais cobram qualidade", diz Rezende. "Por isso as empresas terão de de investir na melhoria da infraestrutura à medida que entrarem novos clientes". Segundo o presidente da agência reguladora, a melhora virá "para não ocorrer o mesmo que houve com o 3G", se referindo à baixa qualidade da navegação experimentada pelos usuários da rede 3G e ao

Pedro Ladeira/Folhapress

Não apenas vamos ter 4G com desempenho melhor, mas também ele vai melhorar o desempenho do 3G. Parte dos usuários vai migrar e o serviço vai ficar menos congestionado. PAULO BERNARDO, MINISTRO DAS COMUNICAÇÕES

alto índice de reclamações registradas na Anatel contra a banda larga móvel. Rezende adiantou também que não há previsão de penalidades para as teles que inclua suspensão de vendas neste ano. Em até dois meses será divulgado novo relatório de acompanhamento da agência, que dessa vez analisará também a qualidade dos serviços de banda larga. Desde o ano passado estão sendo testadas as redes móveis (em celulares, tablets) e a rede fixa, e desde o fim de 2012 as empresas que prestam esses serviços precisam

obedecer a uma meta de entrega da velocidade prometida ao usuário pelo contrato. Até outubro, a velocidade mínima de conexão deve ser superior a 20% do total contratado. A partir desta data, as companhias terão de manter a velocidade mínima em 30% do estabelecido no ato da venda, percentual que aumentará para 40% a partir de outubro de 2014. Início de vendas O evento de ontem ao qual compareceram Paulo Bernardo e Rezende foi promovido pela Claro para divulgar o início das vendas comerciais de serviços de telefonia móvel 4G nas cidades-sede da Copa das Confederações. A companhia anunciou que terá cobertura de 90% dos serviços nas principais áreas daquelas cidades, superando meta do governo de oferta do serviço em pelo menos 50%. Segundo o presidente da operadora, Carlos Zenteno, a empresa já investiu R$ 510 milhões na instalação de infraestrutura para a primeira etapa de oferta de serviços 4G no País. (Agências)


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quarta-feira, 17 de abril de 2013

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ECONOMIA/LEGAIS - 17 O sistema climático não é tão simples quanto as pessoas acham. Bjon Lomborg, autor do livro 'O Ambientalista Cético'

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Alívio no aquecimento global Cientistas detectaram surpreendente desaceleração no aumento da temperatura no planeta. Até o momento, fato não tem explicação.

Nova soja resistente a insetos

AFP Photo/Nick Cobbing

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ientistas estão em dificuldades para explicar uma desaceleração do aquecimento global que expôs lacunas no seu conhecimento, e buscam entender as causas para determinar se esse alívio será breve ou se o fenômeno é duradouro. A maioria dos modelos climáticos, geralmente focados em tendências que duram séculos, foi incapaz de prever que a elevação das temperaturas iria se desacelerar a partir do ano 2000, aproximadamente. Isso é crucial para o planejamento em curto e médio prazo de governos e empresas em setores tão díspares quanto energia, construção, agricultura e seguros. Muitos cientistas preveem um novo aumento do aquecimento nos próximos anos. Uma das teorias para explicar essa pausa diz que os oceanos teriam absorvido mais calor pelo fato de sua superfície ficar mais fria do que se esperava. Outras especulam que a poluição industrial da Ásia ou nuvens estariam bloqueando o calor do sol, ou então que os gases do efeito estufa retêm menos calor do que se acreditava. A mudança pode também decorrer de um declínio já observado na presença de vapor de água (que absorve calor) na alta atmosfera, por razões desconhecidas. Os cientistas dizem que pode estar ocorrendo uma combinação de vários fatores, ou variações naturais no planeta ainda desconhecidas. O fraco crescimento econô-

A

Urso na calota polar: novas descobertas trazem mais esperança para o meio ambiente e os animais do planeta. mico mundial e a redução na tendência de aquecimento global estão afetando a disposição dos governos para fazerem uma rápida transição dos combustíveis fósseis para as energias renováveis, o que exige bilhões de dólares. Governos – Quase 200 governos já concordaram em definir até o ano de 2015 um plano estratégico para combater o aquecimento global. "O sistema climático não é tão simples quanto as pessoas acham", disse o estatístico dinamarquês Bjon Lomborg, autor do livro O Ambien-

talista Cético. Bjon Lomborg estima que um aquecimento moderado seria benéfico para as lavouras e para a saúde humana. C ar v ão – O químico sueco Svante Arrhenius mostrou pela primeira vez na década de 1890 como as emissões de dióxido de carbono a partir do carvão, por exemplo, prendem o calor na atmosfera. Muitos dos efeitos exatos ainda são desconhecidos. As emissões de gases do efeito estufa atingiram níveis recordes repetidamente com um crescimento anual de cer-

ca de 3% na maior parte da década até 2010, em parte alimentada por aumentos na China e na Índia. Emissões mundiais foram 75% maiores em 2010 do que em 1970, segundo dados da ONU. Um rápido aumento das temperaturas globais nos anos 1980 e 1990 – quando as leis de ar limpo em países desenvolvidos reduziram a poluição e deixaram o sol mais forte na superfície da Terra – serviu como um argumento convincente de que as emissões de gases do efeito estufa eram culpadas pelo aqueci-

mento global. O painel de especialistas sobre clima da Organização das Nações Unidas (ONU), conhecido por IPCC, vai procurar explicar a pausa atual no aquecimento em um relatório que será divulgado em três partes a partir do final de 2013. Esse relatório, segundo comunicado, tem o objetivo de servir como um roteiro científico principal para os governos de todo o mundo na mudança de combustíveis fósseis para as energias renováveis, como a energia solar ou eólica. (Reuters)

Monsanto e a Bayer CropScience anunciaram ontem vários acordos sobre licenciamento cruzado de tecnologias, incluindo um relacionado à nova soja transgênica Intacta RR2. A Bayer vai receber a licença da Intacta no Brasil mediante pagamento de royalties para a tecnologia. Essa variedade de soja desenvolvida especialmente para o Brasil, que ainda não foi lançada no mercado, protege as lavouras contra o ataque de insetos e também é resistente ao herbicida glifosato, o que permite o ataque a ervas daninhas nas plantações. A Monsanto aguarda a aprovação da Intacta pela China, maior importador global da soja, para lançar comercialmente a variedade, que já foi aprovada em diversos mercados, incluindo o Brasil. O presidente da Monsanto no Brasil disse que a empresa de sementes e biotecnologia espera lançar sua nova soja transgênica para plantio na próxima safra. No caso da tecnologia Intacta, a Bayer também terá uma opção para uma licença mediante pagamento de royalties em outros países latinoamericanos no futuro. "Estamos satisfeitos por termos conseguido alcançar um acordo com a Bayer CropScience que oferecerá mais benefícios aos agricultores e promoverá opções e inovações contínuas para o setor", disse o presidente da Monsanto, Brett Begemann. (Reuters)

Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer - GRAACC Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012 e 2011

Balanços patrimoniais - em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (em milhares de Reais) Ativos

2012

2011

Caixa e equivalentes de caixa Créditos a receber Estoques Outras contas a receber

10.884 3.143 3.829 409

19.650 4.171 2.279 311

Total do ativo circulante

18.265

26.411

Depósitos judiciais Imobilizado - construção em andamento Imobilizado - demais itens Intangível Diferido

145 24.956 22.631 9 -

99 6.739 19.583 48 19

Total do ativo não circulante

47.741

26.488

Total do ativo

66.006

52.899

2012

2011

Fornecedores Financiamentos Salários e encargos sociais Obrigações fiscais a recolher Contingências trabalhistas Outras obrigações

5.105 126 4.360 675 147

3.086 139 3.741 631 177 7

Total do passivo circulante

10.413

7.781

Contingências trabalhistas Financiamentos Receitas Diferidas

867 20.940

358 126 13.303

Total do passivo não circulante

21.807

13.787

Patrimônio líquido Patrimônio social Reservas de reavaliação Superávit do exercício

31.060 305 2.421

25.639 451 5.241

33.786

31.331

Total do passivo

66.006

52.899

DRE - Demostrações de resultados Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (em milhares de Reais) 2012

2011

Receitas com serviços prestados Custos hospitalares

17.553 (46.981)

18.511 (39.241)

(Déficit) bruto

(29.428)

(20.730)

Despesas administrativas Outras receitas (despesas) líquidas

(7.880) 39.485

(5.268) 30.876

2.177

4.878

244

363

Superávit do exercício

2.421

5.241

Resultado abrangente total

2.421

5.241

Financeiras líquidas

Demonstrações das mutações do patrimônio líquido Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (em milhares de Reais) Patrimônio social

Reservas de reavaliação

Superávit / (déficit)

Total do patrimônio social

Saldos em 31 de dezembro de 2010

22.569

648

2.873

26.090

Transferência para patrimônio social Realização da reserva de reavaliação Superávit do exercício

2.873 197 -

(197) -

(2.873) 5.241

5.241

Saldos em 31 de dezembro de 2011

25.639

451

5.241

31.331

Transferência para patrimônio social Realização da reserva de reavaliação Superávit do exercício

5.241 180 -

(146) -

(5.241) 2.421

34 2.421

Saldos em 31 de dezembro de 2012

31.060

305

2.421

33.786

Demonstrações dos fluxos de caixa Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (em milhares de Reais) 2012

2011

(7.879)

Assistência Governamentais, e na medida em que as atividades e ações previstas no plano de trabalho são executadas, as receitas são apropriadas no resultado do exercício. iii. Serviços A receita de serviços prestados é reconhecida no resultado com base no estágio de conclusão do serviço na data de apresentação das demonstrações financeiras. O estágio de conclusão é avaliado por referência à alta do paciente.

Fluxos de caixa das atividades de financiamento Amortização de financiamentos e arrendamento mercantil

(139)

(113)

Caixa líquido (aplicado nas) proveniente das atividades de financiamentos

(139)

(113)

(Redução) aumento líquido de caixa e equivalentes de caixa

(8.766)

7.403

Demonstração do aumento do caixa e equivalentes de caixa No início do exercício No fim do exercício

19.650 10.884

12.247 19.650

(Redução) aumento do caixa e equivalentes de caixa

(8.766)

7.403

Principais notas explicativas às demonstrações financeiras

Total do patrimônio líquido

Superávit operacional

(23.635)

Caixa líquido aplicado nas atividades de investimentos

Passivo

- (Em milhares de Reais)

O Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer (GRAACC) (“GRAACC” ou “Entidade”) foi constituído em 4 de novembro de 1991, como uma Entidade de interesse social, sob a forma de Associação Civil de direito privado, de caráter assistencial, beneficente, filantrópico, educacional e cultural, sem fins econômicos. O principal objetivo da Entidade é prestar assistência e tratamento a adolescentes e crianças portadoras de câncer, dando o necessário apoio a suas famílias, sem qualquer distinção quanto a sexo, raça, cor, religião ou condição econômica ou social dos beneficiários. Para alcançar seus fins e objetivos o GRAACC desdobra suas atividades em vários setores no campo da assistência médica, do ensino e da pesquisa. Para tanto, utiliza instalações hospitalares, ambulatoriais ou outras, próprias ou de terceiros. A principal instalação da Entidade é o imóvel hospitalar denominado Instituto de Oncologia Pediátrica (IOP), de sua propriedade, situado na Rua Botucatu, 743, São Paulo - SP, inaugurado em maio de 1998. Os recursos são obtidos por meio de receitas decorrentes de atendimento médico (Sistema Único de Saúde - SUS), convênio médico e particular e da captação de subvenções provenientes do primeiro setor (governamental), de doações provenientes do segundo setor (empresarial de fins econômicos), do terceiro setor (organizações não governamentais) e de pessoas físicas. O GRAACC também arrecada fundos por meio da realização de eventos.

• Título de Utilidade Pública Federal no 16.185/97-37, de 28 de agosto de 1997. • Título de Utilidade Pública Estadual no 1335 /2010 • Título de Utilidade Pública Municipal no 36.776, de 16 de março de 1997. • Conselho Municipal de Assistência Social (COMAS) no 227/2009, vencimento 20 de janeiro de 2014. • CEBAS - Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social no 44006.000118/1997-13. • Certidão do CNAS no 71010.001829/2009-03. • CMDA - Conselho Mun. Dos Direitos da Criança e Adolescente no 1083/04 Em 2007 o GRAACC inaugurou uma Casa de Apoio para hospedar crianças e adolescentes em tratamento no Instituto de Oncologia Pediátrica (IOP) e seus acompanhantes. O GRAACC firmou acordo com o Instituto Ronald McDonald para viabilização da assistência às crianças e os adolescentes em tratamento de câncer, que tem sido renovado anualmente. Para tanto, e a fim de atender ao referido acordo, à área de atuação da Casa de Apoio, a diretoria do GRAACC promoveu uma cisão parcial da Entidade em 31 de julho de 2006, criando uma nova associação decorrente desta cisão, denominada Associação Casa da Família, cujo objetivo exclusivo será a administração da Casa de Apoio.

5.241

2.342 291 (190) 359 333

2.440 8 (401) 218 (90)

Variação nas contas de ativo e passivo

5.556

7.416

(Aumento) redução dos ativos Créditos a receber Estoques Demais contas a receber

669 (1.550) (125)

(1.442) (128) 95

(Redução) aumento dos passivos Fornecedores Salários e encargos sociais Obrigações Fiscais a Recolher Outras Obrigações Receitas Diferidas

2.019 619 44 140 7.636

865 742 216 (7) 7.638

Caixa líquido proveniente das atividades operacionais

15.008

15.395

Fluxos de caixa das atividades de investimentos Aquisições de bens do ativo imobilizado

(23.635)

(7.879)

2012 3.123 4.447 9.612 3.758

2011 3.845 4.447 5.011 -

20.940

13.303

(a) No exercício de 2012, a Entidade recebeu da Prefeitura da cidade de São Paulo, por intermédio da Secretaria Municipal de Participação e Parceria, apoios financeiros nos montantes de R$ 8.790, para utilização no projeto de ampliação do hospital anexo, com objetivo de expandir os tratamentos das crianças com câncer no município de São Paulo. Adicionalmente, a Entidade recebeu da Secretaria Estadual da Saúde o montante de R$ 51 para aquisição de materiais e equipamentos. O valor de R$ 3.123 em 2012 representam os montantes já recebidos financeiramente pela Entidade que ainda não haviam sido empregados nos propósitos a que se destinavam. (b) Em 2010, a Entidade recebeu em doação da Prefeitura Municipal de São Paulo um terreno no valor justo total de R$ 4.447 sendo condicionada a edificação no local de instalações destinadas à prestação de assistência e tratamento a adolescentes e crianças portadoras de câncer. (c) Para a edificação mencionada o item (b) a Entidade utilizou de recursos recebidos da Prefeitura Municipal de São Paulo através dos Convênios - FUMCAD/SMPP o valor total de R$ 8.715 que, somados a doações de empresa privada no valor de R$ 487, totalizou R$ 9.202. Este montante foi empregado na construção da edificação no terreno recebido por doação da Prefeitura Municipal de São Paulo conforme nota (b) acima. A amortização das receitas será efetuada conforme a vida útil do edifício, quando entrar em operação. Além disso, montante de R$ 410 foi recebido de convênios recebidos até o ano 2011 do Fundo nacional da Saúde (MS) destinado a reforma do prédio (atual hospital Graacc) sito rua Botucatu, em andamento. (d) A Entidade utilizou recursos recebidos da prefeitura Municipal de São Paulo através do Convênio FUMCAD/SMPP o valor de R$ 3.550, para importação de equipamento de Radioterapia; houveram outras doações que sumarizam R$ 208 para compra equipamento para centro cirúrgico outros equipamentos., totalizando receitas diferidas de equipamentos em R$ 3.758.

4 Atendimento ao SUS 2 Base de preparação a. Declaração de conformidade As demonstrações financeiras foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais abrangem a legislação societária, os Pronunciamentos, as Orientações e as Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e as normas emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC). A presente demonstração financeira inclui dados não contábeis e dados contábeis como, operacionais, financeiros. Os dados não contábeis não foram objeto de auditoria e/ou outros procedimentos por parte dos auditores independentes. A emissão das demonstrações financeiras foi autorizada pelo Conselho Fiscal em 1º de abril de 2013.

As demonstrações financeiras foram preparadas com base no custo histórico com exceção aos instrumentos financeiros não-derivativos mensurados pelo valor justo por meio do resultado e ativo imobilizado recebido em doação mensurado ao valor justo.

2.421

Subvenções governamentais (a) Terreno (b) Edificações (c) Máquinas e Equipamentos (d)

O GRAACC, por ser Entidade de interesse social, possui os seguintes certificados:

b. Base de mensuração

Superávit do exercício

3. Receita diferida

1 Contexto operacional

Fluxo de caixa das atividades operacionais

Ajustes por: Depreciação e amortização Valor residual do ativo imobilizado baixado Receita com doação de bens do Imobilizado Provisão para créditos de liquidação duvidosa Provisão (reversão) para contingências trabalhistas

iv. Receitas com trabalhos voluntários As receitas com trabalhos voluntários são mensuradas ao seu valor justo levando-se em consideração os montantes que a Entidade haveria de pagar caso contratasse estes serviços em mercado similar. As receitas com trabalhos voluntários são reconhecidas no resultado do exercício em contra partida a outras despesas também no resultado do exercício. Em 31 de dezembro de 2012 a Entidade registrou o montante de R$ 905 mil referente a trabalhos voluntários.

c. Moeda funcional e moeda de apresentação Essas demonstrações financeiras são apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Entidade. Todas as informações financeiras apresentadas em Real foram arredondadas para o milhar mais próximo, exceto quando indicado de outra forma.

d. Imobilizado Imobilizado – construção em andamento São registrados nesse grupo os investimentos na ampliação do anexo I ao hospital sito a Rua Botucatu, que envolvem edificações, instalações, mão-de-obra, dentre outros, e que por estarem em andamento, não sofrem depreciação. Os valores serão transferidos para as respectivas rubricas do imobilizado quando da conclusão das obras e início das operações, quando também passarão a ser depreciado pela vida útil.

e. Receitas i. Doações As receitas de doações são registradas quando do recebimento em função da impossibilidade de prever os valores e os períodos de recebimentos e, consequentemente, registrar por competência a entrada de tais recursos. ii. Subvenção e assistência governamentais As receitas obtidas com a celebração e a execução de convênios de parceria entre Entidades governamentais e o GRAACC, são registradas em conta patrimonial específica em atendimento a CPC 07 Subvenção e

Em observância ao artigo 2o do Decreto no 4.327, de 8 de agosto de 2002 (que alterou o parágrafo 4o do artigo 3o do Decreto no 2.536, de 6 de abril de 1998), ao decreto 7.237 de 20 de julho de 2010 e a portaria 1.970 de 16 de agosto de 2011, o número de atendimentos a pacientes do SUS foi superior ao limite mínimo estabelecido de 60% em relação ao total de atendimentos efetivados pela Entidade, como segue: 2012 (Não auditado)

Atendimentos hospitalares SUS Convênios e particulares

Internações SUS Convênios e particulares

2011 (Não auditado)

Quantidade de atendimentos

Percentual

Quantidade de atendimentos

Percentual

84.329 12.378

87 13

75.150 13.262

85 15

96.707

100

88.412

100

1.124 201

85 15

1.022 194

84 16

1.325

100

1.216

100

As isenções das contribuições previdenciárias e sociais usufruídas no exercício foram de R$7.846, composta dos seguintes valores: Cota patronal ao INSS COFINS CSLL

5.815 1.749 282

Total

7.846

As demonstrações financeiras completas e notas explicativas, acompanhadas do parecer dos auditores independentes estão disponíveis no site do GRAACC: Http://www.graacc.org.br Sergio Antonio Garcia AmorosoPresidente do Conselho

Valdesir Galvan Superintendente Adm/Financ. - CEO

Gilberto Cipullo Presidente do Conselho Fiscal

Carlos Eduardo de Barros Contador CRC SP202835/O-8

Marcos Antonio Boscolo KPMG Auditores Independentes


DIÁRIO DO COMÉRCIO

18 -.ECONOMIA/LEGAIS

e

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Dois dos autores de ficção que mais venderam em 2012 – Suzanne Collins e E.L. James – estão na casa dos 50 anos.

conomia

Como o vinho, inovadores melhoram com o tempo. Empresas tendem a valorizar e reter jovens nas corporações, porém executivos deveriam prestar atenção aos funcionários mais experientes. Koren Shadmi/NYT

Tom Agan*

A

ntigamente, as pessoas diziam que precisavam de "cabelos grisalhos", quando estavam à procura de gente experiente, mas faz muito tempo que não escuto essa expressão. Na verdade, muitas empresas estão reduzindo intencionalmente a média de idade de suas equipes como forma de poupar dinheiro. Conforme um executivo me disse recentemente, "acho que ninguém gosta disso – afinal, todo mundo vai chegar aos 50 anos um dia". Há um fator surpreendentemente negativo em afastar ou, no caso de algumas companhias, praticamente expulsar funcionários mais velhos: quanto menos cabelos grisalhos, menor o potencial de inovação, muito mais importante do que os ganhos de curto prazo. A imagem mais comum de um inovador é a de um garoto com uma grande ideia em uma garagem, na faculdade ou em um escritório improvisado. Essa é a história de Mark Zuckerberg, do Facebook, de Bill Gates, da Microsoft, e de Steve Jobs e Steve Wozniak, da Apple. Em março, a Yahoo afirmou que comprou um aplicativo de leitura de notícias desenvolvido por Nick D'Aloisio, do alto de seus 17 anos. Contudo, esses exemplos são a exceção, não a regra. Considere o seguinte: os diretores dos cinco filmes mais assistidos de 2012 estão todos na casa dos 40 ou 50 anos de idade. Dois dos autores de ficção que mais venderam em 2012 – Suzanne Collins e E.L. James – estão na casa dos 50 anos. De acordo com uma pesquisa feita por Alex Mesoudi, da Universidade de Durham, na Inglaterra, os ganhadores do

prêmio Nobel no ano 2000 tinham em média 38 anos quando fizeram as descobertas ou invenções que os levaram a receber o prêmio, seis anos mais que a média em 1900. Há, no entanto, outra boa razão para manter os inovadores por perto: o tempo necessário entre o nascimento de uma ideia e o momento em que suas implicações são plenamente compreendidas e colocadas em prática. Afinal, este processo educacional geralmente é orientado pelos

próprios inovadores. Para ganhadores do prêmio Nobel, o processo geralmente demora 20 anos – ou seja, uma pessoa que tivesse 38 anos ao realizar uma grande descoberta, tinha quase 60 ao receber o prêmio. Para a maioria dos laureados, o intervalo é gasto em apresentações e conferências, fazendo networking com colegas, escrevendo artigos, editando revistas acadêmicas e conversando com a imprensa. Imaginemos que, com os re-

cursos de uma empresa, sejam necessários dez anos, em vez de 20, para que o inovador corporativo ensine os outros sobre a natureza, as implicações e as aplicações de uma nova ideia. Se isso for verdade, a meta de retenção deveria ser de 50 anos em média para os inovadores da companhia. Ainda assim, a despeito do envelhecimento geral da mão de obra, muitas empresas caminham na direção contrária. Um executivo de um grande

banco de investimento afirmou com preocupação que a média de idade dos funcionários de sua empresa era de 32 anos. Contudo, esse fenômeno não ocorre apenas no mundo corporativo. Muitas instituições médicas e universidades também passaram a adotar equipes mais jovens. Entretanto, de acordo com pesquisa realizada por Benjamin Jones, da Universidade Northwestern, perto de Chicago (EUA), profissionais com idades entre 55 e 65 anos pos-

suem potencial de inovação significativamente maior que os de 25 anos. Se uma empresa deseja que a inovação floresça, é preciso parar de pensar em acordos de demissão e criar bônus de retenção. Em vez de diminuir a idade média, as companhias deveriam começar a aumentá-la. Podemos agir onde trabalhamos para fazermos a diferença. Por exemplo, podemos extinguir políticas que limitem o tempo que as pessoas podem ficar em determinado nível ou em determinadas posições. Além disso, podemos parar de trocar gestores de alto potencial de lugar. Em vez disso, precisamos encorajar os melhores funcionários a acompanharem o ritmo, dando-lhes o tempo necessário – talvez até mesmo décadas – para gerarem inovações importantes, desde sua concepção até o lançamento comercial. Além disso, para encorajar as inovações precisamos fornecer incentivos econômicos aos principais executivos, conselhos diretivos e investidores por meio de mudanças fiscais que favoreçam retornos de longo prazo gerados pela inovação, em vez da pressão tacanha pela diminuição de custos. O jornalista A.J. Jacobs descreveu com perfeição nossa situação atual quando se trata da relação entre idade e inovação. No livro The Year of Living Biblically, ele escreve: "Tenho 38 anos, o que significa que estou a alguns anos da minha primeira angioplastia, mas – ao menos do ponto de vista da imprensa – já sou um velho decrépito. Espero que os editores de 26 anos tenham piedade de mim". Relaxe, A.J., você ainda tem alguns anos para emplacar um megabestseller. *The New York Times

PRA SP CONCESSIONÁRIA DE EXPLORAÇÃO DE MOBILIÁRIO URBANO S.A. CNPJ Nº 17.104.815/0001­13

RELATÓRIO DOS ADMINISTRADORES – 2012 Senhores Acionistas: Submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações financeiras relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2012, acompanhadas das respectivas notas explicativas e do relatório dos Auditores Independentes. São Paulo, 15 de março de 2013. A Administração.

Balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 (em milhares de reais) PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO ATIVO (PASSIVO A DESCOBERTO) Circulante 262 Circulante Caixa e equivalentes de caixa (Nota 2.2).......................................... 5.601 Fornecedores e contas a pagar (Nota 6)........................................... Despesas antecipadas (Nota 4) ........................................................ 5.863 Tributos a recolher............................................................................. Credor pela aquisição da concessão (Nota 7) .................................. Nao circulante Intangível (Nota 5) ............................................................................. 35.000 Patrimônio líquido (passivo a descoberto) (Nota 8) Capital social ..................................................................................... Prejuízos acumulados ....................................................................... Total do ativo ................................................................................... 40.863 Total do passivo e patrimônio líquido (passivo a descoberto)... As notas explicativas da Administração são parte integrante das demonstrações financeiras.

Demonstração do resultado do período de 19 de outubro a 31 de dezembro de 2012 1.860 74 40.601 42.535 801 (2.473) (1.672) 40.863

Notas explicativas da Administração às demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012 (em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 1 Informações gerais – A PRA SP – Concessionária de Exploração de Mo­ biliário Urbano S.A. (“Companhia”) é uma sociedade anônima de capital fechado, com sede em São Paulo, constituída em 19 de outubro de 2012, tendo como objeto social a prestação de serviços de utilidade pública, sob o regime de concessão, que inclui: limpeza, manutenção e conservação de abrigos localizados em pontos de ônibus ou em estações de embarque e desembarque de passageiros; criação, confecção, instalação e manutenção de novos mobiliários urbanos; realização de obras de infraestrutura neces­ sárias à instalação dos novos mobiliários urbanos; exploração publicitária. Em 17 de dezembro de 2012, foi firmado o contrato de concessão sob o nº 0141291600, decorrente do edital de concessão nº 014129160, entre a Prefeitura de São Paulo, por intermédio da empresa São Paulo Obras – SPO Obras, e a PRA SP – Concessionária de Exploração de Mobiliário Urbano S.A. que prevê pelo prazo de 25 anos a prestação de serviços de manutenção e conservação de abrigos em pontos de parada de ônibus ou em estações de embarque e desembarque e de pontos/totens indicativos de ponto de parada de ônibus existentes, bem como a criação, confecção, instalação e manutenção de totens indicativos de parada de ônibus, abrigos em ponto de parada de ônibus e estações de embarque e desembarque de passa­ geiros com exclusividade publicitária. A exclusividade permitirá, por meio do mobiliário urbano, o retorno dos anúncios e divulgação das marcas em São Paulo. A exploração desta atividade consistirá na concepção, desenvolvimento e implantação de serviços de propaganda e publicidade, inclusive promoção de vendas. Em 31 de dezembro de 2012, a Companhia apresentava excesso de passivos circulantes sobre ativos circulantes, no montante de R$ 36.672, em virtude do reconhecimento da antecipação da outorga no valor de R$ 5.601 e da outorga adicional no valor de R$ 35.000, sendo que a quitação dessas obrigações está prevista para ocorrer até o dia 15 de março de 2013. Os planos da Administração para o exercício de 2013 contemplam a captação de financiamentos de longo prazo no valor de R$ 50.000 e aportes dos acionistas no valor de R$ 29.429 (Nota 10). Desde sua constituição até a presente data, a Companhia encontra­se em fase pré­operacional. As presentes demonstrações financeiras foram aprovadas pela Diretoria da Companhia em 15 de março de 2013. 2 Resumo das principais políticas contábeis – As principais políticas contábeis aplicadas na preparação destas demonstrações financeiras estão definidas abaixo. Essas políticas vêm sendo aplicadas de modo consistente, salvo disposição em contrário. 2.1 Base de preparação – As demonstrações financeiras foram preparadas considerando o custo histórico como base de valor e determinados ativos e passivos financeiros mensurados a valor justo. As demonstrações financeiras foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, incluindo os pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). Em função de não haver outros resultados abrangentes no exercício findo em 31 de dezembro de 2012, a Companhia não está apresentando a demonstração do resultado abrangente nestas demonstrações financeiras. 2.2 Caixa e equivalentes de caixa – Compreendem apenas bancos, representados por depósitos bancários junto à CEF e HSBC cujos saldos em 31 de dezembro de 2012 totalizam R$ 262. 2.3 Despesas antecipadas – As despesas antecipadas correspondem à antecipação da remuneração à Prefeitura de São Paulo, estão avaliadas ao custo, sendo que as amortizações serão reconhecidas ao resultado no período de 12 meses, a partir do mês de início da prestação de serviços. 2.4 Ativos intangíveis – O direito de explorar a concessão foi reconhecido na rubrica “Direito de outorga da concessão”, no ativo intangível (Nota 5). As respectivas obrigações relacionadas aos pagamentos futuros (exigibilidades) estão registradas no passivo circulante. O direito de outorga da concessão foi

registrado a valor presente, sendo a amortização calculada pelo padrão de consumo dos benefícios econômicos futuros. A Companhia utiliza o método linear. 2.5 Fornecedores e contas a pagar – As contas a pagar aos fornecedores são obrigações a pagar por bens ou serviços que foram adquiridos no curso normal do negócio, sendo classificadas como passivos circulantes se o pagamento for devido no período de até um ano. Caso contrário, as contas a pagar são apresentadas como passivo não circulante. 2.6 Credor pela aquisição da concessão – Os credores pela concessão estão registrados no passivo circulante, serão amortizados pelos pagamentos que deverão ocorrer em até 88 dias da data de assinatura do contrato, ocorrido em 17 de dezembro de 2012. 2.7 Novas normas, alterações e interpretações de norma que ainda não estão em vigor – Não há novos pronunciamentos ou interpretações de CPC vigendo a partir de 2012, que poderiam gerar impactos significativos nas demonstrações financeiras da Companhia. 3 Gestão de risco financeiro. (a) Considerações gerais – A Companhia participa em operações envolvendo instrumentos financeiros, incluindo caixa e contas a pagar a fornecedores, com o objetivo de administrar a disponibilidade financeira de suas operações. (b) Caixa e equivalente de caixa e contas a pagar – Os valores contábeis dos instrumentos financeiros da Companhia aproximam­se dos seus valores de realização. (c) Derivativos – Durante o período findo em 31 de dezembro de 2012, a Companhia não operou com instrumentos financeiros derivativos. 4 Despesas antecipadas 2012 5.601 Antecipação da outorga................................................................ 5.601 Refere­se à antecipação da outorga mínima prevista no contrato de concessão. A amortização ocorrerá no prazo de 12 meses contados a partir do início da prestação de serviços que ocorrerá em janeiro de 2013. 2012 5 Intangível 35.000 Outorga adicional ......................................................................... 35.000 O valor referente à outorga adicional deverá ser amortizado no prazo de 25 anos contados a partir do início da prestação de serviços. 6 Fornecedores e contas a pagar 2012 Apex Participações e Empreendimentos (*)................................. 1.576 284 Outras contas apagar ................................................................... 1.860 (*) Serviços de consultoria em planejamento estratégico e elaboração de plano de negócios. 7 Credor pela aquisição da concessão 2012 Antecipação da outorga................................................................ 5.601 35.000 Outorga adicional ......................................................................... 40.601 De acordo com o contrato, o pagamento deverá ocorrer em até 88 dias contados a partir de 17 de dezembro de 2012, data da assinatura do contrato. 8 Patrimônio líquido – A Companhia foi constituída em 19 de outubro de 2012, mediante integralização do capital social no valor de R$ 1.000 reais, representado por 1.000 ações, emitidas pelo valor de R$ 1 real cada uma. As acionistas subscreveram capital da seguinte forma: Odebrecht TransPort Participações S.A. (“OTPP”) subscreveu 640 ações, tendo integralizado R$ 64 reais em moeda corrente, APMR Investimentos e Participações Ltda. (“APMR”) subscreveu 150 ações e integralizou R$ 15 reais em moeda corrente, Rádio e Televisão Bandeirantes de Minas Gerais Ltda. (“BAND”) subscreveu 150 ações e integralizou R$ 15 reais em moeda corrente e Kalítera Engenharia Ltda. (“Kalítera”) subscreveu 60 ações, sendo R$ 6 reais

(em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Despesas operacionais Gerais e administrativas (Nota 9)................................................... Prejuízo operacional ....................................................................... Prejuízo do período ......................................................................... Prejuízo por ação das operações continuadas atribuível aos acionistas no final do período (expresso em R$ por ação) .......................... As notas explicativas da Administração são parte integrante das demonstrações financeiras.

Demonstração dos fluxos de caixa do período de 19 de outubro a 31 de dezembro de 2012 (em milhares de reais) 2012 (2.473) (2.473) (2.473) (3,09)

Demonstração das mutações do patrimônio líquido (em milhares de reais) Capital social Prejuízos Subs- A inteacumucrito gralizar lados Total Em 19 de outubro de 2012 (Nota 1) 1 1 Subscrição e integralização de capital (Nota 8).............................................. 30.229 (29.429) 800 (2.473) (2.473) Prejuízo do período ........................... (2.473) (1.672) Em 31 de dezembro de 2012........... 30.230 (29.429) As notas explicativas da Administração são parte integrante das demonstrações financeiras. integralizado em moeda corrente. A parcela não integralizada nessa data, que soma o montante de R$ 900 reais, foi integralizada imediatamente após o ato de constituição pelos acionistas nas suas respectivas participações. Em 1 de novembro de 2012, os acionistas deliberaram aumento do capital social mediante Ata de Assembleia Geral Extraordinária. O capital social que era de R$ 1 aumentou para R$ 30.230, mediante a emissão de 30.229.900 novas ações e foram subscritas na proporção das respectivas participações no capital social da Companhia, conforme demonstrado a seguir: Capital social Capital Capital Capital Particisubs- integraa intepação Acionistas crito lizado gralizar (%) OTPP.......................................... 19.348 1 19.347 64,00 APMR ......................................... 4.534 4.534 15,00 BAND ......................................... 4.534 800 3.734 15,00 1.814 1.814 6,00 Kalítera ....................................... 30.230 801 29.429 100,00 9 Despesas administrativas Período de 19/10 a 31/12/2012 Serviços de consultoria financeira.............................................. (1.600) Serviços de advogados .............................................................. (800) Outros serviços de terceiros....................................................... (73) (2.473) 10 Eventos subsequentes. (a) Integralização de capital – Nos meses de janeiro e fevereiro de 2013, os acionistas integralizaram capital no montante de R$ 13.751, em cumprimento à ata assinada em 01 de novembro de 2012, a qual aumentou o capital social da Companhia para R$ 30.230 e definiu que a integralização deverá ocorrer em até 12 meses. A integralização ocorreu conforme quadro abaixo: Capital integralizado Acionistas OTPP...................................................................................... 8.804 APMR .................................................................................... 2.647 BAND...................................................................................... 1.400 900 Kalítera .................................................................................. 13.751 (b) Adiantamentos recebidos de clientes – Até fevereiro de 2013, a Compa­ nhia recebeu a quantia de R$ 18.000 de adiantamento de clientes, sendo R$ 6.000 da Globosat Programadora e R$ 12.000 da Companhia de Bebidas das Américas – AMBEV, referentes aos serviços que serão prestados de publicidade até 2014. (c) Pagamento da outorga – Em 15 de março de 2013, foi pago o valor de R$ 40.601 à SPO Obras referente a outorga prevista no contrato de concessão conforme descrito na Nota 7. (d) Contratação de empréstimo – Em 12 de março de 2013, foi contratado junto ao Banco Bradesco, empréstimo ponte com vencimento em 30 dias, remunerado pela taxa indexada ao CDI + 2,25% ao ano.

Fluxos de caixa das atividades operacionais Prejuízo do período .......................................................................... Variação dos ativos e passivos: Fornecedores e outras contas a pagar.......................................... Tributos a recolher......................................................................... Caixa líquido aplicado nas atividades operacionais................... Fluxos de caixa das atividades de financiamentos Integralização de capital................................................................... Caixa líquido proveniente das atividades de financiamentos ... Aumento de caixa e equivalentes de caixa, liquido .................... Caixa e equivalentes de caixa no início do período.................... Caixa e equivalentes de caixa no final do período...................... As notas explicativas da Administração são parte integrante das demonstrações financeiras.

(2.473) 1.860 74 (539) 801 801 262 262

DIRETORIA Violeta Kertész Noya – Diretora Presidente Fernando Colaço de Paiva – Diretor Financeiro Milton Fernando dos Santos – Contador CRC­SP 197754/O­0

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras Aos Administradores e Acionistas PRA SP – Concessionária de Exploração de Mobiliário Urbano S.A. Examinamos as demonstrações financeiras individuais da PRA SP – Concessionária de Exploração de Mobiliário Urbano S.A. (“Companhia” ou “PRA”) que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido (passivo a descoberto) e dos fluxos de caixa para o período de 19 de outubro a 31 de dezembro de 2012, assim como o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras – A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou por erro. Responsabilidade dos auditores independentes – Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelo auditor e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou por erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião – Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da PRA SP – Concessionária de Exploração de Mobiliário Urbano S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa, para o período entre 19 de outubro a 31 de dezembro de dezembro de 2012, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Salvador, 15 de março de 2013. PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes CRC 2SP000160/O­5

Felipe Edmond Ayoub Contador CRC 1SP187402/O­4


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira, 17 de abril de 2013

ECONOMIA/LEGAIS - 19

BAIRRO NOVO EMPREENDIMENTO IMOBILIÁRIO S.A. CNPJ/MF Nº 08.758.695/0001-87

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas: Submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, acompanhadas das notas explicativas e do parecer dos Auditores Independentes. Permanecemos à disposição de V.Sas. para quaisquer esclarecimentos necessários. São Paulo, 28 de março de 2013.

Balanços patrimoniais em 31 de dezembro (em milhares de reais) ATIVO Circulante Caixa e equivalentes de caixa (Nota 5)...................... Contas a receber (Nota 6) .......................................... Imóveis a comercializar e terrenos a incorporar (Nota 7) Estoque de materiais (Nota 2.6)................................. Adiantamentos a fornecedores................................... Tributos a recuperar ................................................... Outros ativos .............................................................. Não circulante Imóveis a comercializar e terrenos a incorporar (Nota 7) Outros ativos ..............................................................

Investimentos (Nota 8) ............................................... Imobilizado (Nota 9) ................................................... Intangível ....................................................................

Total do ativo ............................................................

2012

2011

3.403 68.608 867 5.311 3.816 4.154 617 86.776

2.227 46.030 31.103 4.319 1.023 3.778 1.925 90.405

12.159 238 12.397

2.374 60 2.434

28.300 199 40.896

61.021 28.731 213 92.399

127.672

182.804

PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Circulante Arrendamentos financeiros (Nota 2.11)...................... Fornecedores e subempreiteiros (Nota 2.10)............. Obrigações por compra de imóveis (Nota 7).............. Adiantamentos recebidos de clientes......................... Tributos a pagar ......................................................... Salários e encargos.................................................... Conta corrente consorciadas...................................... Outros passivos.......................................................... Não circulante Arrendamentos financeiros (Nota 2.11)...................... Sociedades ligadas (Nota 10) .................................... Provisão para perdas em investimentos (Nota 8) ...... Outros passivos.......................................................... Patrimônio líquido (Nota 11) Capital social .............................................................. Prejuízos acumulados ................................................ Total do passivo e patrimônio líquido....................

2012 4.446 12.306 2.786 2.926 3.960 311 3.331 30.066 4.078 34.021

2011 6.232 2.848 19.137 11.872 1.175 6.459 94 2.851 50.668

436 38.535

7.379 47.796 6.184 752 62.111

148.332 (89.261) 59.071 127.672

132.409 (62.384) 70.025 182.804

As notas explicativas da Administração são parte integrante das demonstrações financeiras.

Demonstrações dos resultados Exercícios findos em 31 de dezembro

Demonstrações das mutações do patrimônio líquido (em milhares de reais)

(em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 2012 Operações continuadas Receitas (Nota 12)......................................................... 93.930 Custos de incorporação e venda de imóveis................. (57.847) Lucro bruto .................................................................. 36.083 Despesas comerciais .................................................... (348) Honorários da Administração (Nota 10 (ii)) ................... (2.485) Gerais e administrativas (Nota 14) ................................ (43.045) Equivalência patrimonial (Nota 8).................................. Provisão para perda em investimentos (Nota 8) ........... (15.440) (258) Outras despesas, líquidas ............................................. Prejuízo operacional ................................................... (25.493) (1.006) Resultado financeiro, líquido (Nota 15) ......................... Prejuízo antes do imposto de renda e da contribuição social ..................................................................... (26.499) (378) Imposto de renda e contribuição social (Nota 2.15) ...... Prejuízo do exercício................................................... (26.877) Prejuízo por ação das operações continuadas durante (0,19) o exercício (expresso em R$ por ação)......................... As notas explicativas da Administração são parte integrante das demonstrações financeiras.

2011 189.827 (180.722) 9.105 (367) (1.160) (34.344) 10.184 (1.966) (125) (18.673) (1.579) (20.252) (665) (20.917) (0,26)

Notas explicativas da Administração às demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012 (em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 1 Informações gerais – A Bairro Novo Empreendimentos Imobiliários S.A. (“Bairro Novo” ou “Companhia”) tem como foco principal, o segmento popular no setor imobiliário e como objeto social: (a) a organização, promoção, administração, e comercialização de bens e serviços, próprios ou de terceiros; (b) a construção e reparo civil e incorporação civil e a prestação de serviços de engenharia e arquitetura; (c) o desenvolvimento e implementação de estratégias de marketing relativas a empreendimentos imobiliários próprios ou de terceiros; (d) a produção e a comercialização de materiais de construção e pré-fabricados; (e) a prestação de serviços relacionados às atividades supracitadas; (f) a prestação de serviços turísticos e hoteleiros; (g) locação de bens móveis, inclusive, maquinários e equipamentos destinados à construção civil; (h) a participação em outras sociedades ou consórcios. A Companhia é parte integrante da Organização Odebrecht, sendo controlada pela Odebrecht Realizações Imobiliárias e Participações S.A. (“OR”). (i) Reestruturação societária – Em linha com as diretrizes empresariais definidas pelos órgãos da Administração, iniciou-se um processo de reestruturação societária no âmbito do acionista OR, da própria Companhia e suas até então controladas, objetivando a simplificação de estruturas societárias, a eliminação de relações entre Companhias, a versão de participações societárias detidas pela Companhia para o acionista OR e a gradativa transferência das atividades empresariais ora realizadas pela Companhia para o acionista OR. Neste sentido, foram realizadas as seguintes principais movimentações em 2012: • em 6 de novembro de 2012, foi aprovada a incorporação da investida Zaurak Empreendimento Imobiliário Ltda. pela Companhia, a valor contábil. • nesta mesma data, foi aprovado o aumento de capital da controlada direta Jardins Mangueiral Empreendimentos Imobiliários S.A. (“Jardins Mangueiral”) no montante de R$ 79.000, mediante utilização de reservas de lucros. No mesmo ato societário, foi aprovada a cisão parcial da Jardins Mangueiral, a valor contábil, sendo o acervo cindido composto por participação societária e crédito de adiantamento para futuro aumento de capital em relação à investida Construtora Ipês Ltda. (“Ipês”), incorporado pela Companhia e pelos demais acionistas da Jardins Mangueiral. Como consequência da referida cisão, o capital social da Jardins Mangueiral foi reduzido em R$ 63.121, passando de R$ 88.142 para R$ 25.021. • em 8 de novembro de 2012, foi aprovado o aumento de capital da Ipês mediante aporte do crédito de adiantamento para futuro aumento de capital detido pelos seus acionistas no valor total de R$ 57.600. No mesmo ato societário, foi aprovada a cisão parcial da Ipês, a valor contábil, sendo o acervo cindido composto por terrenos, incorporado pela Gama Incorporação Imobiliária Ltda. (“Gama”), empresa que tem em seu quadro societário os mesmos acionistas da Jardins Mangueiral. Como resultado do evento de cisão parcial da Ipês, o seu capital social foi reduzido em R$ 16.959, passando de R$ 82.474 para R$ 65.515. • em 10 de novembro de 2012, foi aprovado o aumento de capital da Companhia mediante aporte de créditos detidos pelo acionista OR contra a própria Companhia, a valor contábil, no montante de R$ 63.477. No mesmo ato societário, foi aprovada a cisão parcial da Companhia, a valor contábil, sendo o acervo cindido composto por participações societárias em investidas da Companhia, abaixo discriminado, incorporado pelo acionista OR. Participação no capital social (%) Ativo não circulante Investimentos Bairro Novo Campinas 01 – Empreendimento Imobiliário S.A. ............................................................ 70,00 6.899 Construtora Ipês Ltda. ........................................... 53,00 24.201 Gama Incorporadora Imobiliária Ltda. ................... 53,00 8.985 Jardins Mangueiral Empreendimentos Imobiliários 20.345 S.A......................................................................... 53,00 60.430 Passivo não circulante Provisão para perdas em Investimentos 99,90 (57) Alya Empreendimento Imobiliário Ltda.................. Bairro Novo Campo Grande Empreendimentos Imobiliários Ltda. ......................................................... 99,90 (16) Bairro Novo Porto Velho Empreendimento Imobiliário S.A. ............................................................... 70,00 (4.419) Habilita Consultoria em Crédito Imobiliário Ltda. .. 99,90 (828) Bairro Novo Edu Chaves Empreendimento Imobiliário Ltda. .............................................................. 99,90 (39) Santo André Boulevard Jardim 1 Empreendimento Imobiliário Ltda. ..................................................... 99,80 (437) Santo André Boulevard Jardim 2 Empreendimento Imobiliário Ltda. ..................................................... 99,90 (23) (7.057) Zaniah Empreendimento Imobiliário Ltda.............. 99,90 (12.876) Acervo líquido incorporado pela OR ................. 47.554 Como resultado da referida cisão parcial, o capital social da Companhia foi reduzido em R$ 47.554, passando de R$ 195.886 para R$ 148.332. Após realização das movimentações de reestruturação societária, a expressão Bairro Novo (ou Companhia) e suas controladas deixa de ser utilizada, sendo tratada apenas por Bairro Novo ou Companhia. 2 Resumo das principais políticas contábeis – As principais políticas contábeis aplicadas na preparação destas demonstrações financeiras consolidadas estão definidas abaixo. Essas políticas vêm sendo aplicadas de modo consistente em todos os períodos apresentados, salvo disposição em contrário. 2.1 Base de preparação – As presentes demonstrações financeiras foram aprovadas pela Diretoria da Companhia em 28 de março de 2013. A preparação de demonstrações financeiras requer o uso de certas estimativas contábeis críticas e também o exercício de julgamento por parte da Administração da Companhia no processo de aplicação das políticas contábeis da Organização. Aquelas áreas que requerem maior nível de julgamento e possuem maior complexidade, bem como as áreas nas quais premissas e estimativas são significativas para as demonstrações financeiras consolidadas, estão divulgadas na Nota 3. Não houve outros elementos componentes de resultados abrangentes além do prejuízo nos exercícios apresentados, razão pela qual as demonstrações do resultado e do resultado abrangente apresentam os mesmos valores. 2.2 Caixa e equivalentes de caixa – Caixa e equivalentes de caixa incluem o caixa, os depósitos bancários, outros investimentos de curto prazo de alta liquidez e com risco insignificante de mudança de seu valor de mercado. 2.3 Ativos financeiros. 2.3.1 Classificação – A Companhia classifica seus ativos financeiros sob a categoria de empréstimos e recebíveis e ativos ao valor justo por meio do resultado. A classificação depende da finalidade para a qual os ativos financeiros foram adquiridos. A Administração determina a classificação de seus ativos financeiros no reconhecimento inicial. (a) Ativos ao valor justo por meio de resultado – Os ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado são ativos financeiros mantidos para negociação. Um ativo financeiro é classificado nessa categoria se foi adquirido, principalmente, para fins de venda no curto prazo. (b) Empréstimos e recebíveis – Os empréstimos e recebíveis são ativos financeiros não derivativos com pagamentos fixos ou determináveis, que não são cotados em um mercado ativo. São incluídos como ativo circulante, exceto aqueles com prazo de vencimento superior a 12 meses após a data de emissão do balanço (estes são classificados como ativos não circulantes). Os empréstimos e recebíveis da Companhia compreendem “Caixa e equivalentes de caixa” e “Contas a receber de clientes e adiantamentos recebidos de clientes” (Notas 5, 6 e 2.4, respectivamente). 2.3.2 Reconhecimento e mensuração – As compras e as vendas regulares de ativos financeiros são reconhecidas na data de negociação – data na qual a Companhia se comprometem a comprar ou vender o ativo. Os investimentos são, inicialmente, reconhecidos pelo valor justo, acrescidos dos custos da transação para todos os ativos financeiros não classificados como ao valor justo por meio do resultado. Os ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado são, inicialmente, reconhecidos pelo valor justo e os custos de transação são debitados à demonstração do resultado. Os ativos financeiros são baixados quando os direitos de receber fluxos de caixa dos investimentos tenham vencido ou tenham sido transferidos, neste último caso, desde que a Companhia tenha transferido significativamente todos os riscos e os benefícios da propriedade. Os empréstimos e recebíveis são contabilizados pelo custo amortizado, usando o método de taxa efetiva de juros. Os ganhos ou perdas decorrentes de variações no valor justo dos ativos financeiros mensurados ao valor justo através do resultado são apresentados na demonstração do resultado no período em que ocorrem. 2.3.3 Impairment de ativos financeiros e não financeiros. (a) Ativos mensurados ao custo amortizado – A Companhia avalia no final de cada período do relatório se há evidência objetiva de que o ativo financeiro ou o grupo de ativos financeiros está deteriorado. Um ativo ou grupo de ativos financeiros está deteriorado e os prejuízos de impairment são incorridos somente se há evidência objetiva de impairment como resultado de um ou mais eventos ocorridos após o reconhecimento inicial dos ativos (um “evento de perda”) e aquele evento (ou eventos) de perda tem um impacto nos fluxos de caixa futuros estimados do ativo financeiro ou grupo de ativos financeiros que pode ser estimado de maneira confiável. Para os ativos não financeiros que estão sujeitos à amortização, é feita uma revisão periódica pela Administração sempre que eventos ou mudanças nas circunstâncias indicarem que o valor contábil pode não ser recuperável. Uma perda por impairment é reconhecida pelo valor ao qual o valor contábil do ativo excede seu valor recuperável. Este último é o valor mais alto entre o valor justo de um ativo menos os custos de venda e o seu valor em uso. A Companhia avalia em primeiro lugar se existe evidência objetiva de impairment. Para o exercício findo em 31 de dezembro de 2012, não foram identificadas pela Companhia, evidências objetivas que pudessem justificar o registro de perdas de impairment tanto para ativos financeiros, quanto para os não financeiros. 2.4 Contas a receber de clientes e adiantamentos recebidos de clientes – As contas a receber de clientes são avaliadas no momento inicial pelo valor presente e acrescidas de atualização monetária até a data do balanço. As parcelas em aberto são atualizadas com base no Índice Nacional da Construção Civil (“INCC”) para a fase de construção do projeto, e pelo Índice Geral de Preços de Mercado (“IGP-M”), após a data de entrega das chaves das unidades concluídas. Tendo em vista os critérios utilizados para reconhecimento de receitas e correspondentes a custos de unidades não concluídas, descritos na Nota 2.16, o saldo das contas a receber não contempla o valor integral referente às unidades vendidas e não concluídas. Pagamentos realizados por clientes e referentes a essas operações são registrados como adiantamentos recebidos de clientes. 2.5 Imóveis a comercializar e terrenos a incorporar – Incluem os custos para a aquisição de terreno e dos imóveis não vendidos. O registro do terreno é efetuado no momento da assinatura do contrato ou da lavratura da escritura do imóvel. A Companhia adquire parte dos terrenos através de operações

de permutas, nas quais, em troca dos terrenos adquiridos, comprometem-se a entregar unidades imobiliárias de empreendimentos em construção. Os imóveis são demonstrados ao custo de aquisição, que não excede ao seu valor líquido realizável. 2.6 Estoque de materiais – Os estoques de materiais são destinados à aplicação direta nas diferentes etapas do processo de construção dos empreendimentos imobiliários. Os estoques de materiais são demonstrados ao custo médio de aquisição, inferior ao valor de reposição ou realização. 2.7 Adiantamentos a fornecedores – Os adiantamentos a fornecedores representam valores concedidos a fornecedores, em virtude de cumprimento de cláusulas contratuais. 2.8 Demais ativos – Os demais ativos são apresentados pelo valor de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidas ou, no caso de despesas do exercício seguinte, ao custo. 2.9 Imobilizado – Compreende as edificações e benfeitorias, equipamentos e instalações, móveis e utensílios, equipamentos de informática e estandes de vendas. O imobilizado é mensurado pelo seu custo histórico deduzido depreciação acumulada. O custo histórico inclui os gastos diretamente atribuíveis à aquisição dos itens e também inclui os custos de financiamento relacionados com a aquisição de ativos qualificados. Os custos subsequentes são incluídos no valor contábil do ativo ou reconhecidos como um ativo separado, conforme apropriado, somente quando for provável que fluam benefícios econômicos futuros associados ao item e que o custo do item possa ser mensurado com segurança. O valor contábil de itens ou peças substituídos é baixado. Todos os outros reparos e manutenções são lançados em contrapartida ao resultado do exercício, quando incorridos. A parcela de depreciação diretamente associada à construção dos empreendimentos é capitalizada no ativo circulante como “imóveis a comercializar e terrenos a incorporar”. A depreciação é calculada usando o método linear para alocar seus custos aos seus valores residuais durante a vida útil estimada. Os valores residuais e a vida útil dos ativos são revisados e ajustados, se apropriado, ao final de cada exercício. O valor contábil de um ativo é imediatamente baixado para seu valor recuperável se o valor contábil do ativo for maior do que seu valor recuperável estimado. Os ganhos e as perdas de alienações são determinados pela comparação dos resultados com o valor contábil e são reconhecidos na demonstração do resultado. 2.10 Fornecedores e subempreiteiros – As contas a pagar aos fornecedores e subempreiteiros são obrigações a pagar por bens ou serviços que foram adquiridos de fornecedores no curso normal dos negócios, sendo classificadas como passivos circulantes se o pagamento for devido no período de até um ano. Caso contrário, as contas a pagar são apresentadas como passivo não circulante. Elas são, inicialmente, reconhecidas pelo valor justo e, subsequentemente, mensuradas pelo custo amortizado com o uso do método de taxa efetiva de juros. Na prática, são normalmente reconhecidas ao valor da fatura correspondente. 2.11 Arrendamentos financeiros – Os arrendamentos nos quais uma parcela significativa dos riscos e benefícios da propriedade é retida pelo arrendador são classificados como arrendamentos operacionais. Os pagamentos efetuados para arrendamentos operacionais (líquidos de quaisquer incentivos recebidos do arrendador) são reconhecidos na demonstração do resultado pelo método linear, durante o período do arrendamento. A Companhia arrenda certos bens do imobilizado. Os arrendamentos, nos quais detém, substancialmente, todos os riscos e benefícios da propriedade, são classificados como arrendamentos financeiros. Estes são capitalizados no início do arrendamento pelo menor valor entre o valor justo do bem arrendado e o valor presente dos pagamentos mínimos do arrendamento. Cada parcela paga do arrendamento é alocada, parte ao passivo e parte aos encargos financeiros, para que, dessa forma, seja obtida uma taxa constante sobre o saldo da dívida em aberto. As obrigações correspondentes, líquidas dos encargos financeiros, são incluídas em arrendamentos financeiros não circulantes. Os juros das despesas financeiras são reconhecidos na demonstração do resultado durante o período do arrendamento, para produzir uma taxa periódica constante de juros sobre o saldo remanescente do passivo para cada período. O imobilizado adquirido por meio de arrendamentos financeiros é depreciado durante a vida útil do ativo. 2.12 Intangível – As licenças de software adquiridas são capitalizadas com base nos custos incorridos para adquirir os softwares e fazer com que eles estejam prontos para serem utilizados. Esses custos são amortizados durante sua vida útil estimável no prazo de até 10 anos. 2.13 Obrigações por compra de imóveis e adiantamentos de clientes – As obrigações por aquisições de imóveis e terrenos são reconhecidas pelos valores correspondentes às obrigações contratuais assumidas. Em seguida, são apresentadas pelo custo amortizado, acrescidas, quando aplicável, de encargos e juros proporcionais ao período incorrido (“pro rata temporis”). 2.14 Provisões – As provisões são reconhecidas quando a Companhia tem uma obrigação presente e é provável que uma saída de recursos seja necessária para liquidar a obrigação; e o valor tiver sido estimado com segurança. 2.15 Imposto de renda e contribuição social – O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro líquido são calculados observando-se suas alíquotas nominais de 25% e 9%, respectivamente. O imposto de renda diferido é calculado sobre todas as diferenças temporárias, inclusive aquelas decorrentes das mudanças das práticas contábeis. Algumas controladas optaram pelo recolhimento do imposto de renda e contribuição social sobre o lucro através do regime especial de tributação aplicando o percentual de 1% sobre as receitas mensais recebidas quando da apuração feita para pagamento através do regime especial de tributação. 2.16 Reconhecimento de receita – A receita compreende o valor justo da contraprestação recebida ou a receber pela prestação de serviços no curso normal das atividades da Companhia. A receita é apresentada líquida dos impostos, das devoluções, dos abatimentos e dos descontos. A Companhia reconhece a receita quando o valor da receita pode ser mensurado com segurança, é provável que benefícios econômicos futuros fluirão para a entidade e quando critérios específicos tiverem sido atendidos para cada uma das atividades da Companhia. A receita de contratos de construção é reconhecida levando-se em conta o estágio de execução de cada contrato na data base das demonstrações financeiras consolidadas. O método utilizado para determinar o estágio de execução considera a proporção entre os custos incorridos com os serviços até então executados e o total dos custos orçados de cada contrato. Caso determinados contratos não possam ter sua receita avaliada de maneira confiável em relação ao trabalho executado de acordo com esse método, a Companhia leva em consideração medições do trabalho executado com a finalidade de apurar a receita contábil. A receita de construção superior às receitas apropriadas é registrada na rubrica “Adiantamentos de clientes”, no passivo circulante e não circulante, de acordo com o prazo de execução da obra. 2.17 Despesas comerciais – Despesas comerciais, incluindo propaganda e publicidade, são apropriadas ao resultado quando incorridas, de acordo com 8 Investimentos

Investimentos avaliados por equivalência patrimonial Controladas Alya........................................................................................................... BN Campinas I ......................................................................................... BN Campinas Campo Grande.................................................................. BN Porto Velho......................................................................................... BN Santo André I...................................................................................... Zaniah....................................................................................................... Zaurak (*).................................................................................................. (*) Referente aos saldos da controlada direta. (i) Movimentação dos investimentos em sociedades controladas

o regime de competência. A Companhia registra no imobilizado os gastos incorridos e diretamente relacionados com a construção de estande de vendas e do apartamento-modelo, e estes itens são depreciados de acordo com o respectivo prazo de vida útil estimado, bem como aqueles para aquisição das mobílias e da decoração de cada empreendimento imobiliário. Quando a vida útil estimada é inferior a 12 meses, os gastos são reconhecidos diretamente no resultado como despesa de vendas. 3 Estimativas e julgamentos contábeis críticos – As estimativas e os julgamentos contábeis são continuamente avaliados e baseiam-se na expectativa histórica e em outros fatores, incluindo expectativas de eventos futuros, consideradas razoáveis para as circunstâncias. Com base em premissas, a Companhia faz estimativas com relação ao futuro. Por definição, as estimativas contábeis resultantes raramente serão iguais aos respectivos resultados reais. As estimativas e premissas que apresentam um risco significativo, com probabilidade de causar um ajuste relevante nos valores contábeis de ativos e passivos para o próximo exercício social, estão contempladas abaixo: (a) Reconhecimento de receita – A Companhia utiliza o método de porcentagem de conclusão (“PoC”) para contabilizar seus contratos de venda de unidades dos empreendimentos de incorporação imobiliária, conforme metodologia descrita no item 2.16. O uso do método PoC requer que a Companhia estime os custos a serem incorridos até o término da construção e entrega das chaves das unidades imobiliárias de cada empreendimento para estabelecer uma proporção em relação aos custos já incorridos. (b) Imposto de renda, contribuição social e outros impostos – A Companhia está sujeita ao imposto de renda. É necessário um julgamento significativo para determinar a provisão para impostos sobre a renda. Em muitas operações, a determinação final do imposto é incerta. A Companhia também reconhece provisões por conta de situações em que é provável que valores adicionais de impostos forem devidos. Quando o resultado final dessas questões é diferente dos valores inicialmente estimados e serão registrados, essas diferenças afetam os ativos e passivos fiscais atuais e diferidos no período em que o valor definitivo é determinado. 4 Gestão de risco financeiro. 4.1 Fatores de risco financeiro – A Companhia restringe sua exposição a riscos de créditos associados a bancos e a aplicações financeiras, efetuando seus investimentos em instituições financeiras de primeira linha e com remuneração em títulos de curto prazo. Com relação às contas a receber, a Companhia restringe a sua exposição a riscos de créditos por meio de vendas para uma base ampla de clientes e de análises de créditos contínuas. Em 31 de dezembro de 2012, não havia concentração de risco de crédito relevante associado a clientes. Os principais instrumentos financeiros mantidos pela Companhia são: caixa e equivalentes de caixa, contas a receber de clientes, fornecedores e subempreiteiros e arrendamentos financeiros. (a) Risco de liquidez – É o risco de a Companhia não dispor de recursos líquidos suficientes para honrar seus compromissos financeiros, em decorrência de descasamento de prazo ou de volume entre os recebimentos e pagamentos previstos. A Companhia possui e segue políticas financeiras que definem as diretrizes para o gerenciamento de riscos. Nos termos dessas políticas, a natureza e a posição geral dos riscos financeiros é regularmente monitorada e gerenciada a fim de avaliar os resultados e o impacto financeiro no fluxo de caixa e na liquidez de suas operações. 4.2 Gestão de capital – Os objetivos da Companhia ao administrar seu capital são os de salvaguardar a capacidade de continuidade da Companhia para oferecer retorno aos acionistas e benefícios às outras partes interessadas, além de manter uma estrutura de capital ideal para reduzir esse custo. Condizente com outras empresas do setor, a Companhia monitora o capital com base no índice de alavancagem financeira. Esse índice corresponde à dívida líquida dividida pelo capital total. A dívida líquida, por sua vez, corresponde ao total de financiamentos (incluindo financiamentos de curto e longo prazos), subtraído do montante de caixa e equivalentes de caixa. O capital total é apurado através da soma do patrimônio líquido com a dívida líquida. 31/12/2012 31/12/2011 Total de arrendamentos financeiros (Nota 2.11) 8.524 13.611 (3.403) (2.227) (-) Caixa e equivalentes de caixa (Nota 5) .......... Dívida líquida ...................................................... 5.121 11.384 59.071 70.025 Total do patrimônio líquido .................................. 64.192 81.409 Total do capital .................................................... Índice de alavancagem financeira – %................ 8 14 5 Caixa e equivalentes de caixa 31/12/2012 31/12/2011 Caixa ................................................................... 30 29 3.373 2.198 Bancos conta movimento .................................... 3.403 2.227 6 Contas a receber – Os valores de contas a receber de clientes totalizam os montantes a seguir demonstrados e estão apresentados em vistas dos critérios utilizados para reconhecimento de receitas descritos na Nota 2.16. 31/12/2012 31/12/2011 Contas a receber de clientes............................... 68.608 46.030 Em função do reconhecimento de receita dos contratos de construção ocorrer em função do andamento das obras, o saldo das contas a receber nesses casos pode ser superior à carteira total de recebíveis de clientes. A carteira total de recebíveis de clientes totaliza, em 31 de dezembro de 2012, R$ 18.963 (31 de dezembro de 2011 – R$ 926), podendo ser assim demonstrada por ano de vencimento: 31/12/2012 Vencidas.................................................................................... 6.038 A vencer .................................................................................... 12.925 2012........................................................................................... 6.038 2013........................................................................................... 12.360 565 2014........................................................................................... 18.963 7 Imóveis a comercializar e terrenos a incorporar 31/12/2012 31/12/2011 Terrenos a incorporar (a)..................................... 23.341 Imóveis em construção........................................ 10.651 10.136 2.375 Unidades concluídas ........................................... 13.026 33.477 (-) Ativo não circulante......................................... (12.159) (2.374) Ativo circulante .................................................... 867 31.103 (a) No segundo semestre de 2012, a Administração decidiu pela não continuidade do projeto Santa Cruz. Desta forma, os saldos reconhecidos nas rubricas de terrenos a incorporar e obrigações por compra de imóveis foram baixados no montante de R$ 19.137. O montante que foi pago a mais, relacionado a outros gastos, foi reconhecido como perda no resultado do exercício.

Participação no capital social (%) 31/12/2011

Ativo 31/12/2011

Passivo 31/12/2011

70,00 100,00 70,00 100,00 100,00 99,90

12.191 37.832 114.693 10.806 42.358 59.958

5.093 37.846 111.536 10.805 48.528 4.829

Saldo inicial Investimentos Alya (a) ..................................................................................................... Camorim ................................................................................................... Campinas I .............................................................................................. 3.681 Construtora Ipês (b).................................................................................. Habilita...................................................................................................... Jardins Mangueiral (b).............................................................................. Parque Edu Chaves ................................................................................. Porto Velho............................................................................................... 2.210 Santo André I............................................................................................ 1 Santo André II (c) ..................................................................................... Zaurak (b) ................................................................................................. 55.129 61.021 Provisão para perdas em investimentos Campinas Campo Grande........................................................................ (14) Zaniah....................................................................................................... (6.170) (6.184) Total em 31 de dezembro de 2012 ........................................................ 54.837 Total em 31 de dezembro de 2011 ........................................................ (733) (*) Investimentos incorporados pela OR em 10 de novembro de 2012, Nota 1 (i). (a) Alya: em 5 de dezembro de 2011, foram transferidas 999 quotas da Alya Empreendimento Imobiliário Ltda. da Odebrecht Realizações Imobiliárias Ltda. para a Bairro Novo. (b) Zaurak: Em 1º de novembro de 2012, a OR incorporou a Zaurak, passando a deter investimento direto nas SPEs Jardins Mangueiral e Ipês, até então controladas da Zaurak. (c ) BN Santo André II: em 20 de abril de 2012 a OR transferiu para a Bairro Novo 499 quotas do capital social da SPE, passando esta a deter 100% da participação. 9 Imobilizado Depreciação acuCusto Líquido % (*) mulada Edificações e instalações ........... 846 (181) 665 4 Equipamentos de informática ..... 1.094 (921) 173 20 Máquinas e equipamentos ......... 30.504 (3.944) 26.560 10 Móveis e utensílios ..................... 1.101 (200) 901 10 210 (209) 1 20 Veículos...................................... (5.455) 28.300 Em 31 de dezembro de 2012.... 33.755 (4.081) 28.731 Em 31 de dezembro de 2011.... 32.812 (*) Taxas anuais de depreciação

Adições

Baixas 1

1 3.270 33.460 1 53.799 1 6

(32)

1 90.539

90.539 47.352

(2) (33)

(33)

Patrimônio líquido (passivo a descoberto) 31/12/2011

Lucro líquido (prejuízo) do exercício 31/12/2011

7.098 (14) 3.157 1 (6.170) 55.129

Equivalência patrimonial (provisão para perda em investimentos) (58) (1) (20) (265) (829) (40) (6.635) (24) (438) (6.241) (14.551) (2) (887) (889) (15.440) 8.218

(3) (15) (1.823) (1.951) 22.555

Incorporações (*)

Saldo final

57 (6.899) (33.195) 828 (53.799) 39 4.419 23 437 (48.886) (136.976) 16 7.057 7.073 (129.903) 54.837

Movimentação do imobilizado Em 31 de dezembro de 2010................................................... 30.499 (+) Aquisições........................................................................... 1.673 (- ) Baixas ................................................................................. (711) (- ) Depreciação........................................................................ (2.730) Em 31 de dezembro de 2011................................................... 28.731 (+) Aquisições........................................................................... 5.422 (- ) Baixas ................................................................................. (2.318) (3.535) (- ) Depreciação........................................................................ 28.300 Em 31 de dezembro de 2012................................................... 10 Sociedades ligadas. (i) Saldos 31/12/2012 31/12/2011 Passivo não circulante 34.021 47.796 OR ....................................................................... 34.021 47.796 Os principais saldos mantidos com as sociedades ligadas referem-se a operações de repasses de recursos, cessões de créditos e assunções de obrigações, sem cobrança de juros e com prazo de vencimento indefinido. (ii) Remuneração do pessoal-chave da Administração – O pessoal-chave da administração contempla os conselheiros e diretores da Companhia. A remuneração referente ao pessoal-chave da Administração, por serviços de empregados, no exercício findo em 31 de dezembro de 2012 monta a R$ 2.485 (31 de dezembro de 2011 – R$ 1.160).

Capital Prejuízos social acumulados Em 31 de dezembro de 2010............ 80.674 (41.467) Aumento de capital social (Nota 11)... 51.735 Prejuízo do exercício .......................... (20.917) Efeito de não controladores sobre entidades consolidadas .......................... Em 31 de dezembro de 2011............ 132.409 (62.384) Aumento de capital social (Nota 11)... 63.477 Redução de capital social decorrente de cisão parcial (Nota 1(i)) ................. (47.554) (26.877) Prejuízo do exercício .......................... Em 31 de dezembro de 2012............ 148.332 (89.261) As notas explicativas da Administração são parte integrante das demonstrações financeiras.

Total 39.207 51.735 (20.917)

70.025 63.477 (47.554) (26.877) 59.071

Demonstrações dos fluxos de caixa Exercícios findos em 31 de dezembro (em milhares de reais) 2012 2011 Fluxo de caixa das atividades operacionais Prejuízo antes do imposto de renda e contribuição social ............................................................................. (26.499) (20.252) Ajustes para reconciliação do prejuízo do exercício Depreciação e amortização............................................ 3.550 2.991 Resultado de equivalência patrimonial........................... (10.184) Provisão para perda de investimentos ........................... 15.440 1.966 Ajuste de receita e custo pela evolução da obra............ (43.995) 25.652 1.970 Juros e variaçães monetárias, líquidas .......................... (51.504) 2.143 Variação nos ativos e passivos Contas a receber......................................................... 11.574 17.379 Imóveis a comercializar, terrenos a incorporar e outros estoques............................................................... (1.527) (1.022) Adiantamento a fornecedores, subempreiteiros e outros (2.793) 1.046 Tributos a recuperar.................................................... (376) (851) Outros ativos ............................................................... 1.130 1.529 Fornecedores e subempreiteiros ................................ 9.458 (12.957) Salários, encargos e contribuições sociais ................. (2.499) (993) Impostos, taxas econtribuições................................... 1.373 (2.279) Conta corrente com consorciadas .............................. 217 (4.501) 2.769 1.664 Outros passivos .......................................................... Caixa líquido proveniente (aplicado) nas operações (32.178) 1.158 (1.079) (1.528) Juros pagos .................................................................... Caixa líquido aplicado nas atividades operacionais (33.257) (370) Fluxos de caixa das atividades de investimento Aquisições de investimentos .......................................... (3,653) Aquisições de bens do ativo imobilizado........................ (5.422) (1.673) 2.318 711 Baixas de bens do ativo imobilizado .............................. Caixa líquido aplicado da atividade de investimento (3.104) (4.615) Fluxo de caixa das atividades de financiamento Amortizações de arrendamentos mercantis ................... (4.008) (11.387) 15.271 Sociedades ligadas ........................................................ 41.545 Caixa líquido proveniente da atividade de financia3.884 mento............................................................................. 37.537 Aumento líquido (redução) de caixa e equivalentes de caixa ......................................................................... 1.176 (1.101) 2.227 3.328 Caixa e equivalentes de caixa noinício do exercício 3.403 2.227 Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício . As notas explicativas da Administração são parte integrante das demonstrações financeiras. 11 Patrimônio líquido. Capital social – Em 28 de dezembro de 2011, foi aprovado, em Assembleia Geral Extraordinária, o aumento de capital social da Bairro Novo em R$ 51.735, passando de R$ 80.674 para R$ 132.409 com a emissão de 51.734.519 novas ações ordinárias nominativas, sem valor nominal, totalmente subscritas e integralizadas pela OR através de bens integrantes do seu ativo. Em 31 de dezembro de 2012, o capital social da Companhia é R$ 148.332 (2011 – R$ 132.409) subscrito e integralizado pela OR, sendo representado por 148.331.618 ações ordinárias (2011 – 96.597.099 ações ordinárias), todas sem valor nominal. Em 10 de novembro de 2012, foi aprovado o aumento de capital da Companhia,a valor contábil, no montante de R$ 63.477. No mesmo ato societário, foi aprovada a cisão parcial da Companhia, com redução de seu capital social em R$ 47.554 (Nota 1 (i)). 31/12/2012 31/12/2011 12 Receitas Receitas de serviços .......................................... 96.389 195.991 (2.459) (6.164) Tributos sobre vendas ........................................ 93.930 189.827 13 Resultado a apropriar – O saldo de receitas e custos a serem apropriados até a conclusão das obras e que não estão refletidos nas demonstrações contábeis são demonstrados a seguir: 31/12/2012 31/12/2011 Receita de venda a apropriar ............................. 172.983 27.302 (125.542) (25.586) Custo de venda a apropriar ................................ 47.441 1.716 Resultado de venda a apropriar ......................... 31/12/2012 31/12/2011 14 Despesas administrativas Despesas administrativas Consumos diversos ............................................ 4.034 6.977 Serviços de terceiros .......................................... 4.363 2.984 Despesas com pessoal e encargos.................... 32.636 22.900 2.012 1.483 Despesas com aluguéis ..................................... 43.045 34.344 15 Resultado financeiro, líquido 31/12/2012 31/12/2011 Receitas financeiras Descontos obtidos .............................................. 136 388 Receitas com juros ............................................. 3 Variações monetárias......................................... 7 3 Outros................................................................. 139 398 Despesas financeiras Comissões bancárias ......................................... (1.943) Despesas com juros ........................................... (1.106) (18) (39) (16) Outros................................................................. (1.145) (1.977) (1.006) (1.579) 16 Cobertura de seguros – A uniformidade no tratamento de riscos na Organização Odebrecht é assegurada através da sua Política de Seguros e Garantias (“Política”), que define os conceitos básicos, diretrizes gerais e competências para a contratação e administração dos mesmos e para o relacionamento com o mercado segurador. A Política, que inclui seguros e garantias contratados junto as seguradoras é: (i) observada pela ODB e suas controladas de capital fechado; (ii) serve de orientação à elaboração de Política de Seguros e Garantias das empresas de capital aberto controladas pela ODB; e (iii) como referência para voto dos seus representantes na aprovação de políticas semelhantes nas empresas com empresariamento ou controle compartilhado. A Odebrecht Corretora de Seguros Ltda., subsidiária integral da ODB com experiência internacional e atuação global, em alinhamento com a ODB, é responsável pela aplicação da Política e pelo apoio ao empresariamento do risco no âmbito da Organização Odebrecht, assegurando a contratação a preço certo das coberturas adequadas a cada contrato ou empreendimento do segmento de engenharia e construção. No exercício findo em 31 de dezembro de 2012, a Política de Seguros e Garantias foi cumprida em toda sua extensão, não havendo notícia de qualquer risco sob o amparo da Política que não tenha sido devidamente analisado e mitigado, ou de ocorrência de sinistro sem cobertura adequada. A Companhia mantém seguros de risco de engenharia, responsabilidade civil, garantia de permuta, garantia de término de obra e propriedades para estandes de vendas e escritórios. A cobertura contratada é considerada suficiente pela Administração para cobrir eventuais riscos sobre seus ativos e/ou responsabilidades. DIRETORIA Paul Elie Altit – Diretor Presidente; André Viana Portella – Diretor Ciro Barbosa de Pereira Cardoso – Diretor Daniel Bezerra Villar – Diretor Marcelo Brito Sinay Neves – Diretor Marcio Pellegrini Ribeiro – Diretor Mauricio Couri Ribeiro – Diretor Nelson Tadashi Tsunoda – Diretor Rodrigo José de Pontes Seabra Monteiro Salles – Diretor Sadinoel de Freitas Júnior – Diretor Sergio Kertész – Diretor Sergio Bernardi Benini – Contador CRC 1SP 172182/O-2

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras Aos Administradores e Acionistas Bairro Novo Empreendimentos Imobiliários S.A. Examinamos as demonstrações financeiras da Bairro Novo Empreendimentos Imobiliários S.A. (“Companhia”) que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, assim como o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras – A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou por erro. Responsabilidade dos auditores independentes – Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelo auditor e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou por erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar unia opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião – Em nossa opinião, as demonstrações financeiras anteriormente referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Bairro Novo Empreendimentos Imobiliários S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa, para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Salvador, 4 de abril de 2013.

PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes CRC 2SP000160/O-5

Felipe Edmond Ayoub Contador CRC 1SP187402/O-4


DIÁRIO DO COMÉRCIO

20 -.ECONOMIA/LEGAIS

quarta-feira, 17 de abril de 2013

e Calendário favorece vendas no varejo As vendas à vista nos primeiros 15 dias de abril tiveram alta de 3,7% sobre igual período do ano passado.

conomia

Dados da Boa Vista Serviços informam que as transações a prazo aumentaram 3,9% na primeira quinzena de abril. Paula Cunha

A

s vendas a prazo no varejo de São Paulo aumentaram 3,9% na primeira quinzena de abril ante a igual período de 2012. O mesmo aconteceu com as negociações à vista nos primeiros 15 dias do mês, com alta de 3,7% sobre igual período do ano passado. O re-

sultado positivo foi consequência do efeito calendário, já que se observou dois dias úteis a mais que em igual quinzena de 2012. O resultado poderia ser melhor, mas foi prejudicado pela ausência de datas comemorativas no início do mês. O estudo baseou-se na amostra de dados da Boa Vista Serviços, administradora do Serviço Central de Proteção

ao Crédito (SCPC). Rogério Amato, presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), analisou o resultado como consequência da sazonalidade do período na comparação com a primeira quinzena do mês de março deste ano, quando houve retrações de 17,4% nas vendas a prazo e de 11,7% na

modalidade de aquisição à vista. Para ele, "o efeito calendário prejudicou a leitura da quinzena. Será preciso aguardar o fim do mês para uma leitura mais clara do período". O economista da ACSP, Emílio Alfieri, ressaltou que o fato de a primeira quinzena de abril deste ano ter dois dias úteis a mais que o mesmo período de 2012 contribuiu para a alta nas vendas tanto a prazo

quanto à vista ante o início de abril do ano passado. Cauteloso, ele prefere não arriscar uma previsão para os próximos meses e esperar para observar como o consumidor vai reagir ao desempenho da economia a curto prazo. Inadimplência – O Indicador de Registro de Inandimplentes apresentou elevação de 2% no comparativo com a primeira quinzena de 2012. Na

avaliação de Alfieri, o resultado é consequência da forte base de comparação entre os dois períodos. Ele aponta que a inadimplência está estabilizada, pois a recuperação de crédito foi de 2,5% no mesmo período. Em relação aos primeiros 15 dias de março deste ano, o total de inadimplentes recuou 10,8%, enquanto o índice de recuperação de crédito apresentou baixa de 7%.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira, 17 de abril de 2013

ECONOMIA/LEGAIS - 21

BNDES financia produção de insulina A empresa Biomm recebe R$ 118,7 milhões para a retomada da fabricação do medicamento em Minas Gerais

A

e m p r e s a B i o m m dução local de insulina, conc o n s e g u i u u m f i- forme informações do BNn a n c i a m e n t o d e DES, contribuirá para o SUS R$ 118,7 milhões do (Sistema Único de Saúde), Banco Nacional de Desenvol- aumentando a oferta e povimento Econômico e Social dendo diminuir o custo da in(BNDES) que permitirá a reto- sulina. mada da produção de insulina Trata-se, de acordo com o no Brasil – até hoje 100% im- banco de fomento, de "um dos portada. primeiros A iniciativa projetos priintegra a imvados no Braplantação de sil de produuma unidade ção de fármaindustrial paco com base ra desenvolem biotecnopor cento da vimento, logia moderpopulação adulta no produção e na". venda de inTecnologia – mundo e 9,7% no s u l i n a e o uA companhia Brasil tem diabetes. t r o s f á r m autilizará teccos no muninologia brasiDoença é crônica e a cípio mineiro leira protegiinsulina é usada no d e N o v a L ida por patentratamento. m a , n a r ete internaciog i ã o m e t r onal para a politana de produção de Belo Horizonte (MG). proteínas, empregadas na faO medicamento é funda- bricação de insulina. mental no tratamento do diaAlém do financiamento, o betes, doença crônica que al- banco de fomento é acionista cança 8,3% de toda a popula- da companhia, com 14,36% ção adulta no mundo e 9,7% de seu capital, por meio do no Brasil. BNDESPar (seu braço de parO desenvolvimento e a pro- ticipação). (Folhapress)

8,3

Passagens da TAM mais caras para brasileiros

A

TAM vende passagens mais baratas para o mesmo voo no site da companhia em inglês ou espanhol, que pode ser acessado por brasileiros normalmente. A discrepância entre os preços cobrados em dólares e em reais chega a 300% – e o valor em real é sempre mais alto. Também acontece de alguns voos aparecerem como esgotados na versão brasileira do site, enquanto assentos do mesmo voo continuam sendo vendidos para quem paga em outra moeda. Procurada, a companhia disse que um erro, já corrigido, provocou "uma grande diferença nos preços, para iguais trechos, em nossos sites do Brasil e do exterior". Mas ressaltou que o valor das passagens é determinado pela demanda de cada perfil de passageiro e

a oferta disponível, "o que pode variar de acordo com cada mercado". A reportagem do jornal O Estado de S.Paulo fez a comparação entre os valores cobrados para um mesmo trecho em moedas diferentes. O voo 3226 (Congonhas – Confins), pesquisado para o dia 17 de abril, custava R$ 664 no site brasileiro. Mas, ao mudar o país de compra no topo do site da TAM para Estados Unidos, o mesmo voo passa a custar U$ 70 (aproximadamente R$ 140). Já no site da Gol, concorrente direta, os preços são equivalentes em reais e em dólares. A TAM informa, em nota, que "cada uma das versões (do site) só permite compras com cartões de crédito emitidos no país selecionado pelo cliente". (Estadão Conteúdo)

COOPERAÇÃO – COOPERATIVA REGIONAL DE COLETA SELETIVA E RECICLAGEM DA REGIÃO OESTE Edital de Convocação da Assembleia Extraordinaria De acordo com o estatuto da Cooperação – Cooperativa Regional de Coleta Seletiva e Reciclagem da Região Oeste. Capitulo III artigo sexto; capitulo IV do artigo décimo quarto ao artigo décimo nono, do artigo vigésimo ao artigo vigésimo sexto; capítulo VI, artigo, vigésimo sétimo; capítulo VII, artigo vigésimo novo;artigo trigésimo;capitulo IX, artigo trigésimo oitavo; capitulo X do artigo quadragésimo segundo ao quadragésimo nono, artigo quinquagésimo, do Estatuto da CooperAção - Cooperativa Regional de Coleta Seletiva e Reciclagem da Região Oeste, ficam convocados todos (as) Cooperados (as) desta Cooperativa para participarem da Assembleia Extraordinária a ser realizada no dia primeiro de maio de dois mil e treze dias,em primeira convocação às sete horas com 2/3 dos sócios com direito a voto e em segunda convocação às oito 50% dos sócio com direito a voto e em terceira convocação às nove horas com 20% dos sócios com direito a voto, a ser realizada à Rua Froben, 101, Vila Leopoldina, Município de São Paulo, conforme pauta abaixo. Pauta: 1) Prestação de contas da Administração, acompanhada do parecer do Conselho Fiscal: 1.1) Relatório da gestão; 1.2) Balanço; 1.3) Demonstrativo das sobras apuradas ou perdas decorrentes de insuficiência das contribuições na cobertura das despesas, acompanhado de parecer do Conselho Fiscal; 1.4) Recolhimento dos Fundos Obrigatórios; a) O Fundo de Reserva, constituído de 10% (dez por cento) da Sobras Líquidas do Exercício; b) O Fundo de Assistência - Técnica Educacional e Social (FATES) destinado à prestação de assistência aos associados, constituído de 5% (cinco por cento) das Sobras Líquidas apuradas no Exercício. 1.5) Rateio de Sobras do exercício de 2012 entre os cooperados. 2) Regulamentação do Fundo de descanso. 3) Eliminação e admissão de cooperados (as). 4) Discussão e eleição do Conselho Administrativo. 5) Discussão e eleição do Conselho Fiscal. 6) Outros assuntos. Atenciosamente, Regiane Rodrigues Farias - Diretora Presidente. Neilton César Polido - Diretor Secretário. São Paulo, 17 de abril de 2013.

CPD - Companhia Paulista de Desenvolvimento CNPJ: 67.646.422/0001-00 Convocação - Assembléia Geral Ordinária Ficam os Srs. Acionistas convocados a comparecer à Assembléia Geral Ordinária, no dia 30/04/2013, às 17:00 h, na sede social, à Av. Brigadeiro Faria Lima, 1.234 - 13 º andar - cj. 131, a qual deliberará sobre a seguinte ordem do dia: 1) Exame do Relatório da Diretoria e das demonstrações Financeiras da CPD de 31/12/12; 2) Eleição dos Membros efetivos e suplentes do Conselho de Administração; 3) Outros assuntos de interesse da sociedade. São Paulo, 09 de abril de 2013. Aldo NarcisiPresidente do Conselho de Administração. (17,18 e 19/4/2013)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

22 -.ECONOMIA/LEGAIS

quarta-feira, 17 de abril de 2013

CPD-COMPANHIA PAULISTA DE DESENVOLVIMENTO

CNPJ: 67.646.422/0001-00 Balanço Patrimonial Encerrado em 31 de dezembro de 2012 e 31 de dezembro de 2011 (Reais-1x R$ 1,00) Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líq. dos Exerc. Demonstração do Resultado do Exercício em 31/12/2012 e 2011 - (Reais-1XR$ 1,00) Findos em 31/12/2012 e 31/12/2011 - Valores em Reais-1 x R$ 1,00 Ativo 31/12/2012 31/12/2011 Passivo 31/12/2012 31/12/2011 Circulante Capital Lucros/Prej. Total Circulante 31/12/2012 31/12/2011 Caixas e Bancos 87.344 78.994 Fornecedores e Serviços a Pagar Social Acumulado Patrim. Líq. 220.239 201.636 Vendas Brutas Duplicatas a Receber-Clientes 151.864 144.619 Obrigações Tributárias 966.455 6.004.285 1.469.930 Saldo 31/12/2010 2.888.624 (1.922.169) 141.476 107.776 Receita Bruta s/ Serviços Aplicações Financeiras 100.000 6.004.285 1.469.930 Cancel. da nf.197, 360.787 303.049 Impostos a Recuperar 689.068 340.633 Obrigações Sociais Deduções das Vendas Brutas emitida em 26/05/2010 (100.371) (100.371) Provisão de Férias 34.289 26.421 Adiantamentos a Terceiros 255.933 83.875 (855.611) (209.465) Redução de Juros 806.138 25.633 Impostos s/ Vendas Outras Contas a Receber 1.515 - Outras Contas a Pagar (855.611) (209.465) s/Parcel. REFIS 1.562.929 664.515 Receita Líquida 1.285.724 648.121 5.148.674 1.260.465 Lei 11/941/2009 cf. Não Circulante Não Circulante Custos recibo consol. 26.415 26.415 Realizável a Longo Prazo Mútuos e Ctas. Pagar Terceiros 143.616 143.616 Custos dos Serviços (4.410.079) (1.071.673) Depósitos Judiciais 5.307 5.307 (4.410.079) (1.071.673) Result. Negat. ocorrido 143.616 143.616 Mútuos e Ctas. a Receber Terceiros 602.958 392.211 Patrimônio Líquido na baixa de Créd. Lucro Bruto 738.595 188.792 608.265 397.518 Tributários Prescritos (335.705) (335.705) 2.888.624 2.888.624 Despesas/Receitas Operacionais Imobilizado 7.428 258 Capital Social Subscrito Resultado Líq. (330.628) (20.340) (2.683.250) (2.641.726) Despesas Comerciais Intangível 10.502 9.132 Prejuízos Acumulados Despesas Administrativas (452.681) (554.227) do Exerc. 2011 (309.896) (309.896) 205.374 246.898 Despesas Tributárias 17.930 9.390 (24.005) (21.687) Saldo 31/12/2011 2.888.624 (2.641.726) 246.898 Total do Ativo 1.911.919 1.055.029 Total do Passivo 1.911.919 1.055.029 Resultado Financeiro Líquido 27.195 63.887 Resultado Líq. (780.119) (532.367) Demonstrações do Fluxo de Caixa Exercícios findos em 31/12/2012 e 2011 - Em Reais-1 x R$ 1,00 do Exerc. 2012 (41.524) (41.524) Outras Receitas / (Despesas) Resultado 2012 2011 (Aumento) Redução dos Investimentos Saldo 31/12/2012 2.888.624 (2.683.250) 205.374 33.679 (9.438) - Líquidas Resultado Líquido do Exercício (41.524) (309.896) Aquisição de imobilizado / intangível 2.888.624 (dois milhões, oitocentos e oitenta e oito mil, seiscentos 33.679 (9.438) Depreciação 556 86 Subtotal D Resultado antes do IRPJ e CSLL (41.524) (309.896) e vinte e quatro reais), representados por 103 (cento e três) ações Amortização 342 228 Aumento (Redução) em Virtude de Resultado Líquido do Exercício (41.524) (309.896) nominativas, sem valor nominal.3)Lucro/Prejuízo por ação:3.1.O Ajustes no Patrimônio Líquido Subtotal A (40.626) (309.582) Prejuízo por ação do exercício de 2011 é respectivamente de R$ Cancelamento em 2011 de Notas Explicativas ao Balanço Patrimonial 3.008,69 (três mil, oito reais e sessenta e nove centavos).3.2.O (Aumento) Redução dos Ativos nota fiscal emitida em 2010 - (100.371) e Demonstrações de 31/12/2012 e 31/12/2011 Prejuízo por ação do exercício de 2012 é respectivamente de R$ Duplicatas a receber-Clientes (7.245) (34.768) 1)Principais Práticas Contábeis:a)As demonstrações foram 403,15 (quatrocentos e três reais e quinze centavos).4)Abertura Impostos a recuperar (348.435) 280.431 Redução em 2011 de juros s/ parcelamento tributário - 26.415 preparadas com os critérios estabelecidos pela Lei 6.404/76. b) dos saldos do Ativo Permanente: 4.1. Exercício 2011: ImobiliAdiantamentos a terceiros (172.058) (78.875) Baixa em 2011 de créditos Os valores apresentados no Circulante referem-se a créditos zado de R$ 167.840 (-) Depreciação Acumulada de R$ 167.582, Adiantamentos e mútuostributários prescritos - (335.705) realizáveis e obrigações exigíveis até o final do exercício social com saldo líquido do Imobilizado = R$ 258 (duzentos e cinquenta Não circulante/L. prazo (210.747) 329.173 Subtotal E - (409.661) subseqüente. c)As receitas e despesas foram apropriadas pelo e oito reais). 4.2. Exercício 2011: Intangível de R$ 27.329 (-) AmorOutros ativos (1.515) - Total Aumento (Redução) no Caixa e regime de competência.d)As aplicações financeiras foram trata- tização Acumulada de R$ 18.197, com saldo líquido do Intangível Subtotal B (740.000) 495.961 Equivalentes de Caixa 108.350 (144.317) das ao custo acrescido dos rendimentos auferidos até a data do = R$ 9.132 (nove mil, cento e trinta e dois reais). 4.3. Exercício Aumento (Redução) dos Passivos Saldo inicial do caixa e balanço.e)As depreciações são calculadas pelo método linear, 2012: Imobilizado de R$ 175.566 (-) Depreciação Acumulada de Fornecedores 18.603 95.311 equivalentes de caixa 78.994 223.311 com base em taxas que levam em consideração a vida útil dos R$ 168.138, com saldo 7.428 (sete mil, quatrocentos e vinte e oito Obrigações tributárias 33.700 (28.224) Saldo final do caixa e bens, segundo parâmetros estabelecidos pela legislação tributá- reais). 4.4. Exercício 2012: Intangível de R$ 29.041 (-) Amortização Salários, encargos e obrigações sociais 57.738 46.537 equivalentes de caixa 187.344 78.994 ria. 2)Capital Social:O capital social subscrito e integralizado em Acumulada de R$ 18.539, com saldo líquido do Intangível = R$ Outros passivos 788.373 (34.659) Aumento (Redução) do Caixa 31 de dezembro de 2012 e 31 de dezembro de 2011 é de R$ 10.502 (dez mil, quinhentos e dois reais). Subtotal C 898.414 78.965 e Equiv. de Caixa 108.350 (144.317) Diretoria - Aldo Narcisi - Dir.Presidente - Mário Silvério - Dir.de Desenvolvimento - Anderson Capeletti Dias - TC-CRC 1SP236561/O-0

CARYOPOCEAE SP PARTICIPAÇÕES S.A.

CNPJ 09.719.920/0001-39 - NIRE 35.300.355.831 ATA DE ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA REALIZADA EM 22 DE JANEIRO DE 2013. 1. DATA, HORA E LOCAL: Aos 22 (vinte e dois) dias do mês de janeiro de 2013, às 12:30hs na sede social, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Paulista 2073 – sala 1221 (parte), Jardim Paulista, CEP 01311-300. 2. PRESENÇA: Presente a acionista detentora de ações representando a totalidade do capital social da Companhia. 3. MESA: Presidente: Alex Waldemar Zornig. Secretária: Luciana de Assis Serra Alves. 4. CONVOCAÇÃO: Dispensada, nos termos do §4º do art. 124 da Lei nº 6.404/76 (“Lei das S.A.”), face à presença de acionista detentora de ações representativas da totalidade do capital social da Companhia, conforme assinaturas constantes do Livro de Presença de Acionistas. 5. ORDEM DO DIA: Eleição do Diretor Presidente da Companhia. 6. DELIBERAÇÕES: Por proposta do Presidente, a acionista presente aprovou a lavratura da ata a que se refere esta Assembleia Geral Extraordinária em forma de sumário, bem como sua publicação com omissão das assinaturas da acionista presente, nos termos do artigo 130 da Lei das S.A. Com relação ao único item constante da Ordem do Dia, a acionista deliberou aprovar a eleição do Sr. JOSÉ MAURO METTRAU CARNEIRO DA CUNHA, brasileiro, casado, engenheiro, portador da carteira de identidade nº 02.549.734-8, expedida pelo IFP/RJ, inscrito no CPF/MF sob o nº 299.637.297-20, residente e domiciliado na Cidade e Estado do Rio de Janeiro, com endereço comercial à Praia de Botafogo, nº 300, 11º andar, sala 1101, em substituição ao Sr. FRANCISCO TOSTA VALIM FILHO, para o cargo de Diretor Presidente da Companhia, em complementação do mandato em curso, ou seja, até o dia 07 de agosto de 2015. 7. ENCERRAMENTO: Nada mais havendo a ser tratado, a presente ata foi lavrada e depois lida, aprovada e assinada pela acionista presente à Assembleia, autorizada a publicação da ata sem as assinaturas da mesma, na forma do art. 130, §2º, da Lei das S.A. ASSINATURAS: Alex Waldemar Zornig - Presidente; Luciana de Assis Serra Alves - Secretária. Acionista: Telemar Norte Leste S.A., neste ato representada por Alex Waldemar Zornig e Tarso Rebello Dias. A presente ata é cópia fiel da original lavrada em livro próprio. São Paulo, 22 de janeiro de 2013. Luciana de Assis Serra Alves - Secretária. JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO - JUCESP. Certifico o registro sob o nº 92.338/13-6 e data de 28/02/2013. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

FDE AVISA: Pregão Eletrônico de Registro de Preços nº 36/00342/13/05 OBJETO: ATA DE REGISTRO DE PREÇO PARA AQUISIÇÃO DE KIT DE EQUIPAMENTOS DE LABORATÓRIO DE BIOLOGIA. A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para: Registro de Preço para Aquisição de Kit de Equipamentos de Laboratório de Biologia. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital a partir de 17/04/2013, no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br ou na sede da FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 São Paulo/SP, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, ou verificar o edital na íntegra, através da Internet no endereço: http://www.fde.sp.gov.br. A sessão pública de processamento do Pregão Eletrônico será realizada no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br, no dia 30/04/2013, às 09:30 horas, e será conduzida pelo pregoeiro com o auxílio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epígrafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital e seus anexos e serão encaminhadas, por meio eletrônico, após o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do início do prazo para envio da proposta eletrônica será de 17/04/2013, até o momento anterior ao início da sessão pública. BARJAS NEGRI Presidente

BRYOPHYTA SP PARTICIPAÇÕES S.A. CNPJ/MF Nº 09.719.875/0001-12 - NIRE 35.300.355.776 ATA DE ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA REALIZADA EM 22 DE JANEIRO DE 2013. 1. DATA, HORA E LOCAL: Aos 22 (vinte e dois) dias do mês de janeiro de 2013, às 13:30h, na sede social, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida das Nações Unidas 13947, 9º andar, conjunto 91, parte, Market Place Center, CEP 04794-000. 2. PRESENÇA: Presente a acionista detentora de ações representativas da totalidade do capital social da Companhia. 3. MESA: Presidente: Alex Waldemar Zornig; Secretária: Luciana de Assis Serra Alves. 4. CONVOCAÇÃO: Dispensada, nos termos do §4º do art. 124 da Lei nº 6.404/76 (“Lei das S.A.”), face à presença de acionista detentora das ações representativas da totalidade do capital social da Companhia, conforme assinaturas constantes do Livro de Presença de Acionistas. 5. ORDEM DO DIA: Eleição do Diretor Presidente da Companhia. 6. DELIBERAÇÕES: Por proposta do Presidente da Mesa, a acionista presente aprovou a lavratura da ata a que se refere esta Assembleia Geral Extraordinária em forma de sumário, bem como sua publicação com omissão das assinaturas da acionista presente, nos termos do artigo 130 da Lei das S.A. Com relação ao único item constante da Ordem do Dia, a acionista deliberou aprovar a eleição do Sr. JOSÉ MAURO METTRAU CARNEIRO DA CUNHA, brasileiro, casado, engenheiro, portador da carteira de identidade nº 02.549.734-8, expedida pelo IFP/RJ, inscrito no CPF/MF sob o nº 299.637.297-20, residente e domiciliado na Cidade e Estado do Rio de Janeiro, com endereço comercial à Praia de Botafogo, nº 300, 11º andar, sala 1101, em substituição ao Sr. FRANCISCO TOSTA VALIM FILHO, para o cargo de Diretor Presidente da Companhia, em complementação do mandato em curso, ou seja, até o dia 07 (sete) de agosto de 2015. 7. ENCERRAMENTO: Nada mais havendo a ser tratado, a presente ata foi lavrada e depois lida, aprovada e assinada pela acionista presente, autorizada a publicação da ata sem as assinaturas da acionista presente, na forma do art. 130, §2º, da Lei das S.A.. ASSINATURAS: Alex Waldemar Zornig - Presidente; Luciana de Assis Serra Alves - Secretária. Acionista: TNL PCS S.A., neste ato representada por Alex Waldemar Zornig e Tarso Rebello Dias. A presente ata é cópia fiel da original lavrada em livro próprio. São Paulo, 22 de janeiro de 2013. Luciana de Assis Serra Alves - Secretária. JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO - JUCESP. Certifico o registro sob o nº 92.339/13-0 e data de 28/02/2013. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.

PREFEITURA MUNICIPAL DE OURINHOS AVISO DE LICITAÇÃO PROCESSO Nº 1375/2013 - PREGÃO PRESENCIAL Nº 71/2013 Objeto: Registro de preços para aquisição de gêneros alimentícios. Sessão de processamento do Pregão, recebimento e abertura dos envelopes “Proposta Comercial” e “Documentos de Habilitação”: 30 de abril de 2013, às 15:00 horas. Local: Sala de Licitações da Prefeitura Municipal de Ourinhos, sita à Travessa Vereador Abrahão Abujamra, nº 70, fundos, Centro. O Edital completo poderá ser retirado gratuitamente na Diretoria de Suprimento da Prefeitura Municipal de Ourinhos, sita à Rua Euclides da Cunha, nº 522, Centro, no horário comercial, no site da Prefeitura (www.ourinhos.sp.gov.br) no link licitações ou mediante requerimento da empresa enviado via e-mail para licitacoes.pmo@ig.com.br, sendo que quaisquer esclarecimentos a respeito da presente licitação poderão ser obtidos na mencionada Diretoria ou através do telefone (14) 3302-6000 – ramal 6076 e pelo fax (14) 3324-7945. Ourinhos, 15 de abril de 2013. Belkis Gonçalves Santos Fernandes – Prefeita Municipal BPMB I Participações S.A.

BANCO VOTORANTIM S.A. CNPJ/MF nº 59.588.111/0001-03 - NIRE 35.300.525.353 ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 31 DE OUTUBRO DE 2012 1. Data, Hora e Local: Dia 31 de outubro de 2012, às 17:00 horas, na sede social da Sociedade, localizada na Capital do Estado de São Paulo, na Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 18º andar. 2. Convocação e Presença: Convocação enviada por email, em 24 de outubro de 2012, aos membros do Conselho de Administração. O quorum de Conselheiros foi suficiente para deliberações válidas, estando presentes os Srs. José Ermírio de Moraes Neto, Ivan de Souza Monteiro, Paulo Rogério Caffarelli e Wang Wei Chang.A ausência do Sr.Aldemir Bendine foi justificada e aceita pelos demais Conselheiros.3. Mesa: Os trabalhos foram presididos pelo Sr. José Ermírio de Moraes Neto e secretariados pela Sra. Marta Cibella Knecht. 4. Ordem do Dia: Eleição de membro do Comitê de Auditoria do Banco Votorantim S.A. (“Banco”). 5. Deliberações: O Conselho de Administração, por unanimidade de votos, aprovou a eleição do Sr. José Danúbio Rozo, brasileiro, divorciado, economista, portador da Cédula de Identidade nº 10.034.838-05 e do CPF/MF nº 208.778.970-34, com endereço comercial na Cidade de Brasília, Distrito Federal, no Setor Bancário Sul, Quadra 01, Lote 32, Bloco C, Ed.Sede III, CEP 70073-901, como membro do Comitê de Auditoria do Banco, com mandato que vigorará até a primeira Reunião do Conselho de Administração que suceder a Assembleia Geral Ordinária a realizar-se em 2013.O membro do Comitê de Auditoria ora eleito declara que preenche os requisitos necessários à respectiva nomeação e não está incurso em nenhum dos crimes previstos em lei que o impeça de exercer atividade mercantil ou a administração de sociedades mercantis, sendo certo que a posse do mesmo em seu cargo fica condicionada à prévia homologação de seu nome pelo Banco Central do Brasil.6. Encerramento:O Sr.Presidente franqueou o uso da palavra, não havendo, todavia, nenhuma manifestação.Os trabalhos foram suspensos para a lavratura da presente ata, que, tendo sido lida e achada conforme, vai assinadapeloPresidente,SecretáriaedemaisConselheirospresentes.(aa)JoséErmíriodeMoraesNeto,Presidente;MartaCibellaKnecht,Secretária;JoséErmírio deMoraes;WangWeiChang;IvandeSouzaMonteiroePauloRogérioCaffarelli.Apresentetranscriçãoécópiafieldaatalavradanolivropróprio.SãoPaulo(SP), 31deoutubrode2012.MartaCibellaKnecht-Secretária.ArquivadonaJUCESPem28.03.13,sobnº125.724/13-5.GiselaSimiemaCeschin-SecretáriaGeral.

CNPJ/MF nº 15.483.430/0001-89 – NIRE nº 35.300.437.667 Ata de RCA, Realizada em 11 de Março de 2013 Data, Horário e Local: 11/03/13, às 16hs, na sede. Presença: A totalidade dos membros do Conselho de Administração. Composição da Mesa: Talita Nascimento - Secretária Deliberações: 1. Consignar que as Demonstrações Financeiras Individuais da BPMB I Participações S.A. relativas ao exercício findo em 31/12/12 foram objeto de: (a) relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras, sem ressalva, dos auditores independentes Ernst & Young; e (b) manifestação favorável da Diretoria, que reviu, discutiu e concordou com as referidas demonstrações financeiras e com a opinião expressa no parecer dos auditores independentes. 2. Aprovar, nos termos do Estatuto Social da Cia., as Demonstrações Financeiras individuais da BPMB I Participações S.A., relativas ao exercício findo em 31/12/12, elaboradas de acordo com o padrão internacional, conforme os pronunciamentos emitidos pelo International Accounting Standards Board (IASB) e demais regulamentação e legislação aplicáveis, as quais foram objeto de exame dos Auditores Independentes Ernst &Young; ficando desde já autorizados os membros da Diretoria Executiva da Cia. a tomarem todas as providências necessárias para divulgação dos documentos ora aprovados através de seu envio à Comissão de Valores Mobiliários – CVM, à Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros - BM&FBOVESPA S.A. Encerramento: Nada mais. Assinaturas: Talita Nascimento Secretária, Ricardo Froes Alves Ferreira, Roberto Martins de Souza e Edwyn Neves - Conselheiros Presentes. SP, 11/03/13. Talita Nascimento - Secretária. Jucesp nº 130.088/13-4 em 02/04/2013. Gisela Simiema Ceschin-Secretária Geral.

Brazil Realty - Companhia Securitizadora de Créditos Imobiliários p Ômega g Participações p ç Harpia S.A. CNPJ/MF nº 13.407.573/0001-86 – NIRE nº 35.300.391.942 Ata de Reunião de Diretoria, Realizada em 11 de Março de 2013 Data, Horário e Local: 11/03/13, às 12hs, na sede. Presença: A totalidade dos Diretores da Cia.. Composição da Mesa: Talita Nascimento - Secretária. Deliberações: 1. A totalidade dos Diretores da Cia. declara, nos termos dos incisos V e VI, § 1º, art. 25, da Instrução Normativa nº 480, editada pela Comissão de Valores Mobiliários em 07/12/2009, que: (i) reviu, discutiu e concorda com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes sobre o exame das demonstrações financeiras individuais da Harpia Ômega Participações S.A., relativas ao exercício findo em 31/12/2012, elaboradas de acordo com o padrão internacional, conforme os pronunciamentos emitidos pelo International Accounting Standards Board (IASB); e (ii) reviu, discutiu e concorda com as demonstrações financeiras individuais da Harpia Ômega Participações S.A., relativas ao exercício findo em 31/12/2012, elaboradas de acordo com o padrão internacional, conforme os pronunciamentos emitidos pelo International Accounting Standards Board (IASB). Encerramento: Nada mais. Assinaturas: Talita Nascimento - Secretária, Rafael Baldi de Moraes Horta e Edwyn Neves - Diretores da Cia.. SP, 11/03/2013. Talita Nascimento - Secretária. Jucesp nº 130.837/13-1 em 03/04/2013. Gisela Simiema Ceschin-Secretária Geral.

BPMB I Participações S.A. CNPJ/MF nº 15.483.430/0001-89 – NIRE nº 35.300.437.667 Ata de Reunião de Diretoria, Realizada em 11 de Março de 2013 Data, Horário e Local: 11/03/13, às 15hs, na sede. Presença: A totalidade dos Diretores da Cia.. Composição da Mesa: Talita Nascimento - Secretária. Deliberações: 1. A totalidade dos Diretores da Cia. declara, nos termos dos incisos V e VI, § 1º, art. 25, da Instrução Normativa nº 480, editada pela Comissão de Valores Mobiliários em 07/12/2009, que: (i) reviu, discutiu e concorda com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes sobre o exame das demonstrações financeiras individuais da BPMB I Participações S.A., relativas ao exercício findo em 31/12/2012, elaboradas de acordo com o padrão internacional, conforme os pronunciamentos emitidos pelo International Accounting Standards Board (IASB); e (ii) reviu, discutiu e concorda com as demonstrações financeiras individuais da BPMB I Participações S.A., relativas ao exercício findo em 31/12/2012, elaboradas de acordo com o padrão internacional, conforme os pronunciamentos emitidos pelo International Accounting Standards Board (IASB). Encerramento: Nada mais. Assinaturas: Talita Nascimento - Secretária, Rafael Baldi de Moraes Horta e Edwyn Neves - Diretores da Cia.. SP, 11/03/2013. Talita Nascimento - Secretária. Jucesp nº 130.087/13-0 em 02/04/2013. Gisela Simiema Ceschin-Secretária Geral.

Computel Computadores S.A. CNPJ/MF 27.089.572/0001-45 – NIRE 35300133056 Edital de Convocação – Assembléia Geral Extraordinária Ficam os Srs. Acionistas da Computel Computadores S.A convocados para a AGE da Companhia, a ser realizada na sede social da Companhia, na Rua Pacífico, nº 305, sala 01, na cidade de Cotia, Estado de São Paulo, às 8h do dia 27 de abril de 2013, para deliberarem sobre a reeleição dos membros da Diretoria e outros assuntos de interesse social; São Paulo, 16/04/2013. Oswaldo Lopes do Nascimento Filho - Diretor Presidente. (17, 18 e 19/04/2013)

NIRE 35.300.318.323 - CNPJ/MF nº 07.119.838/0001-48 Extrato da Ata de Reunião do Conselho de Administração Data, Hora e Local: 27/03/2013, às 14hs, na sede,Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 1455, 4º and., conj. 42,Vila Nova Conceição, SP/SP. Presença: Totalidade do Conselho de Administração. Mesa: Elie Horn - Presidente; Rafael Novellino Secretário. Deliberações Aprovadas por Unanimidade: (i) As demonstrações financeiras, relativas ao exercício social encerrado em 31/12/2012; (ii) A não distribuição de dividendos, sendo que o prejuízo apurado no exercício no montante de R$ 1.292.482 será destinado para a conta de prejuízos acumulados; (iii) a indicação dos candidatos a membros do Conselho de Administração que integrarão a proposta a ser submetida à AGO, contendo os nomes e as informações exigidas; e (iv) a convocação dos acionistas para realização da AGO para deliberar sobre os assuntos da lei. Encerramento: Nada mais, lavrou-se a ata. São Paulo 27/03/2013. Conselheiros: Elie Horn, Rafael Novellino e George Zausner. Rafael Novellino - Secretário. JUCESP nº 134.413/13-1 em 11.04.13. Gisela Simiema Ceschin - Sec. Geral.

Cetenco Engenharia S.A. CNPJ Nº 61.550.497/0001-06 – NIRE Nº 35.3.00024079 Assembléia Geral Ordinária – Edital de Convocação Ficam convocados os Srs. Acionistas desta Sociedade a se reunirem em Assembleia Geral Ordinária, no dia 25 de abril de 2013, às 11:00 horas, na sede social, Rua Maria Paula, 36 - 8º andar, nesta Capital, a fim de deliberarem sobre a seguinte Ordem do Dia: 1) Prestação de Contas dos Administradores, exame, discussão e votação das demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31/12/2012. 2) Destinação do Lucro Líquido do exercício encerrado em 31/12/2012. 3) Eleição do Conselho de Administração. São Paulo, 16 de abril de 2013. Ass. Conselho de Administração. (17, 18 e 19/04/2013)

GOLIN PARTICIPAÇÕES S/A CNPJ: 05.487.746/0001-95 - NIRE: 35300315189 Assembleia Geral Ordinária - Convocação Convocamos os Srs. Acionistas a se reunirem em sua sede social na Estr. Velha de Guarulhos-Arujá, 306-A - Bairro de Bonsucesso em Guarulhos - SP, para AGO, às 13h do dia 27/04/2013 para tomarem conhecimento e deliberarem sobre as seguintes ordens do dia: a) Examinar, discutir e deliberar quanto ao Rel. Anual da Diretoria, Bal. Patrimonial e demais Dem. Financ. referentes ao Exerc,Social encerrado em 31/12/2012; b)-Destinação do Resultado. Guarulhos, 27/03/2013. Carlos Antonio Golin - Diretor.

PREFEITURA MUNICIPAL DE PEREIRA BARRETO/SP PREGÃO Nº 008/2013 – RESUMO DE EDITAL ARNALDO SHIGUEYUKI ENOMOTO, Prefeito de Pereira Barreto-SP, faz saber que se acha aberto até as 14h00min do dia 07 de MAIO de 2013, o Pregão Presencial nº 008/2013, do tipo menor preço por item, que tem por objeto a CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA PRESTAÇÃO SERVIÇOS DE LAVAGEM, NOS VEÍCULOS PERTENCENTES À FROTA MUNICIPAL, sendo os veículos: leves, utilitários e pesados, conforme especificações contidas no Anexo I deste edital. Maiores informações no Dep. de Licitações pelo fone/fax (18) 3704-8505, pelo e-mail licitacao@pereirabarreto.sp.gov.br, ou ainda o Edital completo no website www.pereirabarreto.sp.gov.br. Pereira Barreto-SP, 16 de abril de 2013. Arnaldo Shigueyuki Enomoto - Prefeito Harpia Ômega Participações S.A. CNPJ/MF nº 13.407.573/0001-86 – NIRE nº 35.300.391.942 Ata de RCA, realizada em 11 de Março de 2013 Data, Horário e Local: 11/03/2013, às 11hs, na sede. Presença: A totalidade dos membros do Conselho de Administração. Composição da Mesa: Talita Nascimento - Secretária. Deliberações: 1. Consignar que as Demonstrações Financeiras Individuais da Harpia Ômega Participações S.A. relativas ao exercício findo em 31/12/2012 foram objeto de: (a) relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras, sem ressalva, dos auditores independentes Ernst & Young; e (b) manifestação favorável da Diretoria, que reviu, discutiu e concordou com as referidas demonstrações financeiras e com a opinião expressa no parecer dos auditores independentes. 2. Aprovar, nos termos do Estatuto Social da Cia., as Demonstrações Financeiras individuais da Harpia Ômega Participações S.A., relativas ao exercício findo em 31/12/2012, elaboradas de acordo com o padrão internacional, conforme os pronunciamentos emitidos pelo International Accounting Standards Board (IASB) e demais regulamentação e legislação aplicáveis, as quais foram objeto de exame dos Auditores Independentes Ernst & Young; ficando desde já autorizados os membros da Diretoria Executiva da Cia. a tomarem todas as providências necessárias para divulgação dos documentos ora aprovados através de seu envio à Comissão de Valores Mobiliários – CVM, à Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros - BM&FBOVESPA S.A.Encerramento: Nada mais. Assinaturas: Talita Nascimento - Secretária, Claudio Eugenio Stiller Galeazzi, Roberto Martins de Souza e Edwyn Neves - Conselheiros. SP, 11/03/2013. Talita Nascimento - Secretária. Jucesp nº 130.837/13-1 em 03/04/2013. Gisela Simiema Ceschin-Secretária Geral.

FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL Conforme informação da Distribuição Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, foram ajuizados no dia 16 de abril de 2013, na Comarca da Capital, os seguintes pedidos de falência, recuperação extrajudicial e recuperação judicial: Recuperação Judicial Requerente: Carlos Eduardo da Silva ME. Requerido: Carlos Eduardo da Silva ME. Rua Brigadeiro Henrique Fontenelle, 695 – Parque São Domingos - 1ª Vara de Falências. Requerente: Frato Ferramentas Ltda. Requerido: Frato Ferramentas Ltda. Rua Mário Regallo Pereira, 242 – Butantã - 2ª Vara de Falências.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira, 17 de abril de 2013

OAS EMPREENDIMENTOS S.A. E CONTROLADAS

ECONOMIA/LEGAIS - 23

Demonstrações dos fluxos de caixa Exercícios findos na consolidação. Os detalhes a respeito das transações entre a Companhia e em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) partes relacionadas estão apresentados a seguir: 9.1 Recebíveis e empréstimos Controladora Consolidado entre partes relacionadas Atividades operacionais Nota 2012 2011 2012 2011 Controladora Consolidado (56.494) (58.350) (56.494) (58.350) Ativo não circulante Srs. Acionistas: A OAS Empreendimentos S.A. submete a V.Sas. o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2012, expressas em milhares de reais (R$ mil), acompa- Prejuízo do exercício 2012 2011 2012 2011 nhadas do parecer dos auditores independentes. Em 2012, a OAS Empreendimentos ampliou sua área de atuação, lançando os primeiros empreendimentos na região sul do país, na cidade de Porto Alegre. No ano foram lançados um total de 8 Aj. de itens sem des. de caixa OAS S.A. (a) 158.614 178.441 158.614 178.441 empreendimentos, sendo: 1 na Bahia, 1 no Distrito Federal, 1 no Rio de Janeiro, 2 em São Paulo e 3 no Rio Grande do Sul, somando um VGV de R$ 749 milhões (em 2011, R$ 473 milhões); enquanto as vendas no mesmo ano somaram R$ 640 p/con. do res. c/o fluxo de caixa Figueiredo Àvila Engenharia Ltda. 16.224 16.224 737 1.876 milhões (em 2011, R$ 415 milhões). Visando aperfeiçoar seus processos e controles internos, a Administração iniciou a implantação do novo Sistema de Gestão Integrada, o SAP R/3, que estará disponível para utilização a partir de julho de 2013. Partic. de acion. não control. 1.783 1.783 10 (61.310) (40.860) - Gafisa S/A Foram renovados os seus certificados de qualidade, Nível A do Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Hábitat (PBQP-H) e o ISO 9001:2008, o que confirma o compromisso com a qualidade dos seus produtos. Preocupada com o Equivalência patrimonial Manhattan Square Emp. 2.523 3.123 4.514 5.531 seu papel social perante as comunidades onde atua, a OAS Empreendimentos participa do Projeto Ambiental no TAMAR e inaugurou mais uma Escola Construindo o Saber, voltada para a educação básica dos operários. A Administração acredita Depreciações e amortiz. Imob. Residencial 01 SPE Ltda. 42.580 30.680 21.353 Imp. difer. que ao investir em projetos sociais contribui para a formação de uma sociedade mais justa e humana. A Administração (IR, CS, PIS e COFINS) (841) (8.003) 10.898 (1.786) 7 de Abril Emp. Imob. SPE Ltda. 41.449 43.048 Balanços Patrimoniais 31 de dezembro de 2012 e de 2011 (Em milhares de reais) Demonstrações dos resultados Exercícios findos Var. mon., cambiais e enc.- líq. 49.581 71.685 58.402 88.550 Marta Aguiar Residencial em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais, exceto Controladora Consolidado Controladora Consolidado Realiz. de rec. de permuta (2.448) (711) (18.518) (25.414) Emp. Imob. SPE Ltda. 6.910 9.569 lucro / prejuízo por lote de mil ações expresso em reais) Nota 2012 2011 2012 2011 Receita de serv. de const. - (41.514) (45.098) OAS 06 Emp. Imob. SPE Ltda. Ativo Nota 2012 2011 2012 2011 Passivo 13.590 11.261 Controladora Consolidado 342.846 265.777 605.220 382.694 Prov. p/créditos de liq. duv. 51 64 Circulante 207.400 259.262 1.169.349 902.832 Circulante Guarapiranga Nota 2012 2011 2012 2011 Fornecedores 6.292 7.392 17.382 19.328 Provisões 19 (1.563) 7.449 (1.401) 12.149 Caixa e equiv. de caixa 5 1.402 29.087 80.170 103.441 01 Emp. Imob. SPE Ltda. 1.262 8.475 Rec. líq. na venda de imóveis Empréstimos e financ. 11 130.152 114.237 308.494 157.266 Prov. p/bonif. de func. e diret. 10.000 10.000 10.000 10.000 Aplicações financeiras 6 52.040 41.447 53.688 58.615 Debêntures 10 4.311 12 148.664 79.684 148.664 79.684 e de serviços prestados 76.355 82.590 490.945 379.764 Real. de luc. na venda de imóv. 10 - (26.305) - OAS 08 Emp. Imob. SPE Ltda. Contas a rec.de clientes 7 57.461 78.098 542.947 284.370 Salários, prov. e contrib. soc. 24.415 8.774 18.803 18.035 24.740 21.412 Ajuste a valor presente (140) (930) (112) 1.376 Colina Ville Emp. Imob. SPE Ltda. Custo na venda de imóveis Estoques 8 79.427 77.088 463.628 412.672 Tributos a recolher 1.961 1.638 5.883 6.015 - (12.027) - Figueiredo Emp. Imob. Ltda. e dos serv. prestados (68.050) (110.902) (390.916) (340.798) Ganho e perda de part. em inv.. 18.522 15.185 Tributos a recuperar 12.049 14.886 20.717 22.330 Adiantamentos de clientes 16 8.332 5.991 40.219 24.734 Valor resid. do imob. baixado 557 141 2.152 141 OAS 10 Emp. Imob. SPE Ltda. Lucro bruto (prej.) operac. 21 8.305 (28.312) 100.029 38.966 19.590 4.896 9.795 Despesas antecipadas 7.647 1.265 7.782 Obrig.s p/compra de imóveis 14 18.972 25.058 35.780 44.097 Ganho na alien. da Novo Humaitá - (18.000) - (18.000) Receitas (desp.) operac. Citta Ipitanga SPE Emp. Imob. Ltda. 4.153 Outras contas a receber 5.021 11.009 6.934 13.622 Obrigações por compra de (40) - Outras Gerais e administrativas 22 (75.426) (81.058) (92.344) (95.778) Dividendos preferenciais 635 613 12.909 incorp. em andamento 1.351 2.063 12.581 16.203 (60.135) (72.828) (31.285) (28.961) Não circulante 865.276 723.279 416.086 420.858 Vendas (14.506) (16.848) (32.719) (28.368) Total 345.584 315.253 224.831 178.441 3.667 5.562 5.280 6.991 Aplicações financeiras 6 - 28.918 28.918 Outras contas a pagar Depreciação (1.671) (2.101) (1.718) (2.288) (Aum.) red. nos ativos operac.: Controladora Consolidado 19 4.652 6.117 6.197 6.964 Contas a rec. de clientes 29.356 45.644 (171.958) (99.661) Contas a rec. de clientes 7 2.077 10.206 87.022 108.148 Provisões Resultado de equiv. patrim. 10 61.310 40.860 2012 2011 2012 2011 382.037 450.624 628.565 671.736 Estoques 2.946 (21.630) (30.483) (81.712) Passivo não circulante Estoques 8 15.430 15.291 42.997 20.256 Não circulante Outras receitas e despesas OAS S.A 16.513 16.513 16.516 Empréstimos e financ.s 11 170.102 140.919 309.144 245.220 Impostos a recuperar 3.489 7.086 2.343 4.090 operacionais, líquidas 23 15.648 67.733 16.616 68.276 Transações c/ partes rela/ 9 345.584 315.253 224.831 178.441 Debêntures 12 143.405 286.617 143.405 286.617 Despesas antecipadas 7.647 (1.329) 6.493 596 Imbuí I SPE Emp. Imob. Ltda. 3.675 3.325 Prejuízo antes das receitas Tributos diferidos 15 12.672 13.219 17.169 14.676 Tributos diferidos 15 3.404 4.792 35.683 22.292 (3.475) (11.063) (3.839) (13.697) Citta Ipitanga SPE Emp. Imob. Ltda. 1.809 e despesas financeiras (6.340) (19.726) (10.136) (19.192) Juros recebidos Títulos a receber 26.675 26.675 26.675 26.675 Adiantamento de clientes 16 40.533 Créditos diversos 7.632 (26.992) 42.962 (40.425) Ondina Lodge Emp. SPE Ltda. 913 Receitas financeiras 24 24.411 28.605 27.706 33.829 Outras contas a receber 1.725 3.369 2.297 32.481 Transações c/partes relac. 9 58.069 4.238 48.295 16.516 Aum.(red.) nos passivos operac.: Cosbat Emp. Imobiliários Ltda. 7.600 7.600 Despesas financeiras 24 (74.018) (70.736) (65.318) (65.144) Investimentos 10 450.091 302.505 - Obrig. p/compra de imóveis 14 1.641 8.437 27.122 69.868 Fornecedores (1.100) (658) (1.770) 392 Resultado financeiro (49.607) (42.131) (37.612) (31.315) Salários, prov. e contrib. soc. Imobilizado 2.783 4.684 6.852 8.104 Provisões 19 1.608 1.706 4.925 5.559 (9.232) (11.975) (7.349) (10.716) Manhattan Square Emp. Imob. Prejuízo antes do imposto Residencial 01 SPE Ltda. 21.333 Intangível 8.239 3.159 8.243 3.159 Outras contas a pagar 3.808 3.915 19.458 25.664 Juros pagos (71.858) (74.251) (92.127) (85.259) de renda e da 2.203 18 347.793 266.140 351.650 269.260 Impostos a recolher 323 123 5.603 (5.318) OAS SPE 04 Emp. Imob. Ltda. Total do ativo 1.072.676 982.541 1.585.435 1.323.690 Patrimônio líquido contribuição social (55.947) (61.857) (47.748) (50.507) IR e contrib. social pagos Patamares 01 Emp. Imob. SPE Ltda. 18.437 Capital social 416.570 278.399 416.570 278.399 (5.631) (3.830) IR e contrib. social corrente 17 (6.680) (6.551) Obrig. s/compra de imóveis Demonstrações dos resultados abrangentes Exercícios findos Outros result. abrangentes 339 339 2.899 (4.575) 5.068 (10.211) Guarapiranga 01 Emp. Imob. SPE Ltda. 4.223 em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) 17 (547) 3.507 (1.329) 584 Prejuízos acumulados (68.777) (12.622) (68.777) (12.622) IR e contrib. social diferido Pagtos realiz. Ravello Emp. Imob. SPE Ltda. 2.166 Prejuízo do exercício (56.494) (58.350) (55.757) (56.474) 347.793 266.116 347.793 266.116 s/compra de imóveis 14 (9.181) - (17.161) - Outros Controladora Consolidado 1.443 2.849 Parc. do result. atribuída 24 24 Adiantamento de clientes (439) 29.140 - Total 2012 2011 2012 2011 Adiant. para futuro au.de capital 58.069 4.238 48.295 16.516 aos acionista não control. (737) (1.876) Patrimônio líquido atribuído à Outras obrig. e contas a pagar (2.002) 4.717 (11.858) 28.578 Prejuízo do exercício (56.494) (58.350) (55.757) (56.474) (a) Valor referente a: (i) recebível sobre a venda do investimento Novo Humaitá Prej. atribuído à partic. dos partic. dos acionistas control. 347.793 266.140 347.793 266.140 Fluxo de caixa líq. aplic. nas Realiz. de reserva de reavaliação (339) (339) acionistas controladores (56.494) (58.350) (56.494) (58.350) atividades operacionais (103.130) (167.731) (281.852) (346.134) para OAS S.A. no montante de R$ 145.643, conforme Nota 11; (ii) saldo incorTotal do resultado abrangente (56.833) (58.350) (56.096) (56.474) Patrim. líq. atribuído à partic. porado em 17 de dezembro de 2010 da Multicorp Patrimonial Ltda. no montante dos acionistas não control. 3.857 3.120 Prej. básico e diluído p/lote Atividades de investimento Atribuído a acion. controladores (56.096) (56.474) 1.072.676 982.541 1.585.435 1.323.690 (45.919) (9.798) (45.919) (9.798) de R$ 52.625 (R$ 47.363 em 2011). Estes valores referem-se a conta corrente de mil ações - Em reais (0,14) (0,21) (0,14) (0,21) Aplicações financeiras Atribuído a acion. não controladores (737) (1.876) Total do passivo e patr. líq. Resgate de aplic. financ. 67.067 108.401 82.869 139.413 ativa, não possuem encargos financeiros e estão sendo recebidos em 10 parceDemonstrações das mutações do patrimônio líquido Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 (Em milhares de reais) Aquisição de investimentos (18.860) (229) - las anuais de R$ 19.827, tendo sido a primeira quitada em dezembro de 2011. Reservas Adiant. Patrim. Alienação de investimentos 11.708 14.915 - Os demais saldos referem-se a mútuos da Companhia com suas controladas de lucro Reserva Outros result. p/ futuro líquido e Partic. dos Patrim. Aquisição de imobilizado (641) (568) (4.876) (2.204) e controladas em conjunto originados em função da necessidade de caixa Capital Reserva lucros a Retenção abrangente prejuízo Patrim. aum. de adiant.p/futuro acion. não líquido Alienação de imobilizado (22) (22) Notas social legal realizar de lucros Res. de reaval. acumulados líquido capital aum. de capital controladores consolidado Aquisição de intangível (5.618) (1.579) (5.622) (1.579) das controladas e controladas em conjunto para o desenvolvimento das suas Saldos em 31 de dezembro de 2010 148.358 1.290 5.893 38.585 339 194.465 46 194.511 1.240 195.751 Aum. de capital em control. (9.982) (31.921) - respectivas atividades. Estes mútuos estão sujeitos a encargos financeiros de Adiantamento para futuro aumento de capital 130.019 130.019 130.019 Adiant. p/fut. aum. de capital (58.650) (32.425) - acordo com as condições pactuadas entre as partes e são compatíveis com Aumento de capital 18 130.041 130.041 (130.041) Creditos c/partes relac. (9.626) (33.666) (44.640) (123.839) a prática de mercado. No exercício findo em 31 de dezembro de 2012 foram Prejuízo do exercício (58.350) (58.350) (58.350) 1.880 (56.470) Dividendos recebidos 3.150 8.000 - registradas receitas financeiras na controladora, decorrentes dos juros sobre Dividendos preferenciais (40) (40) (40) (40) Efeito de obtenção ou perda mútuos, no montante de R$ 12.011. 9.2 Transações comerciais - A seguir estão de controle em investidas - (11.682) - demonstradas as operações comerciais entre a Companhia e suas controladas Reverção de reservas de lucro (1.290) (5.893) (38.585) 45.768 Fluxo de caixa líq. (aplic. em) Saldos em 31 de dezembro de 2011 278.399 339 (12.622) 266.116 24 266.140 3.120 269.260 e controladas em conjunto: gerado pelas ativid. de invest. (67.371) 21.108 (29.870) 1.971 Adiantamento para futuro aumento de capital 138.147 138.147 138.147 Controladora Atividades de financiamento Aumento de capital 18 138.171 138.171 (138.171) Ativo circulante (a) 2012 2011 Captações de empréstimos 334.375 257.602 557.299 341.164 Reversão de reservas (339) 339 2.125 2.824 Pagamento de empréstimos (295.813) (226.842) (360.691) (234.781) Ondina Lodge Empreendimentos SPE Ltda. Prejuízo do líquido do exercício (56.494) (56.494) (56.494) 737 (55.757) Città Ipitanga Empreendimentos Imobiliários SPE Ltda. 84 Pagamento de debêntures (71.212) (71.212) Saldos em 31 de dezembro de 2012 416.570 (68.777) 347.793 347.793 3.857 351.650 Integralização de capital 138.147 130.019 138.147 130.019 Boulevard Empreendimentos Imobiliários Ltda. 271 Notas explicativas às demonstrações financeiras 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) Rec. rec. de emp. ligadas 41.212 3.329 31.766 - OAS 10 Empreendimentos Imobiliários SPE Ltda. 132 (3.893) - OAS 31 Empreendimentos Imobiliários SPE Ltda. 1. Contexto Operacional - A OAS Empreendimentos S.A.(“Companhia”) é uma contrato relacionado à referida transação. Os juros dos empréstimos e financia- Certificado de Depósito Interbancário - CDI. Os CDBs são classificados pela Rec. pagos a emp. ligadas 70 sociedade anônima de capital fechado, com sede na cidade de São Paulo - SP mentos diretamente ligados aos empreendimentos imobiliários são capitalizados Administração da Companhia e de suas controladas e controladas em conjunto Fluxo de caixa líq. ger. pelas Outras 39 14 em atividades de financ. 142.816 164.108 295.309 236.402 e tem por atividade principal a incorporação imobiliária, além da prestação de como custo dos imóveis a comercializar quando as atividades necessárias para na rubrica “Caixa e equivalentes de caixa”, por serem considerados ativos finanTotal 2.637 2.922 serviços de engenharia e participação em outras sociedades. A Companhia preparar o imóvel para comercialização e/ou construção estão em progresso. Os ceiros com possibilidade de resgate imediato e sujeitos a um insignificante risco Aumento (redução) líquido Consolidado (27.685) 17.485 (16.413) (107.761) está presente em 5 unidades federativas e os seus produtos são destinados aos juros capitalizados são apropriados ao resultado observando o mesmo critério de mudança de valor. A exposição da Companhia a riscos de taxas de juros e de caixa e equiv. de caixa Passivo (b) 2012 2011 diversos segmentos econômicos. As incorporações imobiliárias da Companhia, adotado para reconhecimento dos custos das unidades vendidas. A classificação uma análise de sensibilidade para ativos e passivos financeiros são divulgadas Efeito das mud. de partic. em 3.545 8.910 invest. no caixa e eq. de caixa (6.858) - CFA Engenharia e Participações quando realizadas com terceiros, são estruturadas por meio de participação de terrenos entre circulante e não circulante é realizada pela Administração com na Nota 20. No início do exercício 5 29.087 11.602 103.441 211.202 Circulante 1.904 7.090 em Sociedades de Propósito Específico (“SPE”) ou Consórcios. As presentes base na expectativa de prazo do lançamento dos empreendimentos imobiliários. 6. Aplicações Financeiras Controladora Consolidado No final do exercício 5 1.402 29.087 80.170 103.441 Não circulante demonstrações financeiras individuais e consolidadas foram autorizadas para A Administração revisa periodicamente as estimativas de lançamentos. f) Imobi1.641 1.820 2012 2011 2012 2011 Aumento (redução) líq. de divulgação pela Administração em 26 de março de 2013. lizado - É registrado pelo custo de aquisição e construção, deduzidos da depre- Caixa Econômica Federal (a) Controladora 51.965 70.290 53.613 87.458 caixa e equiv. de caixa (27.685) 17.485 (16.413) (107.761) Receita de prestação de serviços (a) 2. Sociedades do Grupo - As sociedades que a Companhia possui participação ciação calculada pelo método linear. As taxas de depreciação utilizadas pela 2012 2011 Outros títulos 75 75 75 75 estão relacionadas na Nota 11. Segue abaixo um breve relato das principais Companhia e suas controladas refletem adequadamente a melhor estimativa de 192 275 52.040 70.365 53.688 87.533 A composição da parcela não circulante, por ano de vencimento, é demonstrada Manhattan Square Emp. Imob. Residencial 01 SPE Ltda. sociedades do grupo: OAS Imóveis S.A. Trata-se de uma subsidiária integral da vida útil-econômica para os bens do ativo imobilizado. Em linha com a orientação Total Manhattan Square Emp. Imob. Comercial 01 SPE Ltda. 175 224 Ativo circulante 52.040 41.447 53.688 58.615 a seguir: Companhia, cuja atividade preponderante é a intermediação imobiliária, consul- do OCPC 01 (R1), os gastos incorridos com a construção dos estandes de ven- 28.918 28.918 Patamares 1 Empreendimentos Imobiliários SPE Ltda. 2.390 2.149 Controladora Consolidado toria, corretagem e a participação em outras sociedades. Karagounis Participa- das, apartamentos-modelo e respectivas mobílias, passam a incorporar o ativo Ativo não circulante a 798 781 ções S.A. A sociedade tem como atividade principal a realização de incorpora- imobilizado da Companhia e de suas controladas. Esses ativos são depreciados, (a) Esta aplicação encontra-se vinculada à 1 emissão de debêntures simples, Ano 2012 2011 2012 2011 City Park Acupe Empreendimentos Imobiliários SPE Ltda. 627 565 ções imobiliárias, diretamente ou através da participação em outras sociedades, sendo a depreciação registrada no resultado do exercício na rubrica de despe- não conversíveis em ações, de emissão da Companhia, conforme Nota 12. A 2013 5.107 84.699 Acupe Exclusive Empreendimentos Imobiliários SPE Ltda. na cidade de Porto Alegre/RS. A participação da Companhia nesta investida é de sas com vendas. g) Intangível - Gastos com softwares, representado basicamen- liberação desta aplicação financeira para utilização nos empreendimentos acom- 2014 City Park Brotas Empreendimentos Imobiliários SPE Ltda. 1.469 1.483 820 2.355 53.100 18.029 20% do capital social total. IOTA Empreendimentos Imobiliários Ltda. Empresa te pelos gastos com o software de informática são registrados pelo custo de panha critérios definidos em contrato junto ao banco em função de garantias 2015 2.778 3.218 562 1.568 11.723 4.949 Ondina Lodge Empreendimentos SPE Ltda. com objeto social voltado para realização de incorporação imobiliária na cidade aquisição, deduzido da amortização acumulada. Os ativos intangíveis com vida exigidas a exemplo de hipotecas sobre terrenos, direitos creditórios, execução 2016 em diante 695 1.269 25.949 5.521 Città Ville SPE Empreendimentos Imobiliários Ltda. 4 729 do Rio de Janeiro/RJ, cuja participação da Companhia é de 27,27%. Sociedades útil definida são amortizados de acordo com sua vida útil econômica estimada e, das obras etc. As aplicações financeiras possuem remuneração pela variação 2.077 10.299 90.772 113.198 Città Ipitanga SPE Empreendimentos Imobiliários Ltda. 42 484 de Propósito Específico (demais investidas). As demais sociedades investidas quando são identificadas indicações de perda de seu valor recuperável, subme- do Certificado de Depósito Interbancário - CDI a percentuais que variam de (-) Ajuste a valor presente (93) (3.750) (5.050) Città Itapuã Empreendimentos Imobiliários SPE Ltda. 8 2.735 têm propósitos específicos de realização de incorporações e comercialização de tidos a teste para análise de perda no seu valor recuperável. h) Avaliação do valor 99,5 % a 101% com prazo máximo de resgate equivalente ao da liquidação das Total 2.077 10.206 87.022 108.148 Boulevard Empreendimentos Imobiliários Ltda. 3.512 87 empreendimentos imobiliários. recuperável dos ativos - No final de cada exercício, a Companhia revisa o valor debêntures conforme Nota 12. A exposição da Companhia a riscos de taxas de OAS 10 Empreendimentos Imobiliários SPE Ltda. 1.178 3. Base de preparação das demonstrações financeiras - a) Declaração de contábil de seus ativos tangíveis e intangíveis de vida útil definida para determi- juros e uma análise de sensibilidade destes ativos estão divulgadas na Nota 20. Provisão para créditos de liquidação duvidosa e baixa de contas a receber Para o exercício findo em 31 dezembro de 2012, a Administração da Companhia OAS 31 Empreendimentos Imobiliários SPE Ltda. 1.615 conformidade (com relação às normas IFRS e às normas do CPC) - As demons- nar se há alguma indicação de que tais ativos sofreram alguma perda por redu- 7. Contas a receber de clientes Controladora Consolidado trações financeiras individuais foram preparadas de acordo com as práticas con- ção ao valor recuperável. Se houver tal indicação, o montante recuperável do Clientes por incorp. de imóveis 536 2012 2011 2012 2011 mantém registrada provisão para créditos de liquidação duvidosa no montan- OAS 06 Empreendimentos Imobiliários SPE Ltda. te de R$ 366 (R$ 315 em 2011) relativa a valores a receber de prestação de tábeis adotadas no Brasil, que compreendem os Pronunciamentos, Orientações ativo é estimado com a finalidade de mensurar o montante dessa perda, se Obras concluídas 40.602 25.522 105.895 85.233 Outras 367 225 e Interpretações emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (“CPC”). houver. Quando não for possível estimar o montante recuperável de um ativo in- Obras em construção 16.517 60.322 444.678 270.280 serviços a clientes de consultoria e corretagem imobiliária de sua controlada Total 15.691 12.955 OAS Imóveis S.A.. Para as demais contas a receber, a Administração considera As demonstrações financeiras consolidadas foram preparadas de acordo com as dividualmente, a Companhia calcula o montante recuperável da unidade gerado- Duplicatas a rec. (serv. prestados) (a) Trata-se de receita e contas a receber decorrentes da prestação de serviços práticas contábeis adotadas no Brasil que compreendem os Pronunciamentos, ra de caixa à qual pertence o ativo. Quando uma base de alocação razoável e Partes relacionadas desnecessária a constituição de provisão. No caso dos recebíveis de incorpora2.798 2.922 1.516 1.615 de gerenciamento financeiro e empreitada para empreendimentos imobiliários Orientações e Interpretações emitidos pelo CPC e estão em conformidade com consistente pode ser identificada, os ativos corporativos também são alocados Demais clientes 118 175 87.711 45.676 ção imobiliária, a Companhia possui instrumentos de garantia que permitem a de controladas da Companhia. (b) Trata-se de saldo de obrigações por compra as normas internacionais de contabilidade (International Financial Reporting às unidades geradoras de caixa individuais ou ao menor grupo de unidades ge- Subtotal retomada dos imóveis. A exposição da Companhia a riscos de crédito e a exposi60.035 88.941 639.800 402.804 de terrenos adquiridos junto a partes relacionadas, líquidos do efeito de ajuste a Standard – IFRS) aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária incluindo a radoras de caixa para o qual uma base de alocação razoável e consistente possa (-) Prov. p/crédito de liq. duvidosa (366) (315) ção de riscos de moeda e perdas por redução no valor recuperável relacionadas Orientação OCPC 04 Aplicação da Interpretação Técnica ICPC 02 às Entidades ser identificada. O montante recuperável é o maior valor entre o valor justo mevalor presente. 9.3 Remuneração do pessoal-chave da administração - A remu(497) (637) (9.465) (9.971) às contas a receber de clientes e a outras contas estão divulgadas na Nota 20. de Incorporação Imobiliária Brasileiras – no que diz respeito ao reconhecimen- nos os custos na venda e o valor em uso. Na avaliação do valor em uso, os fluxos (-) Ajuste a valor presente 8. Estoques - São representados substancialmente pelo custo de formação de neração anual do pessoal-chave da administração, representado pela Diretoria 59.538 88.304 629.969 392.518 to de receitas e respectivos custos e despesas decorrentes de operações de de caixa futuros estimados são descontados ao valor presente por uma taxa de Total Executiva, foi fixada em até R$ 540, conforme registrado em Ata de Assembleia imóveis a serem vendidos (concluídos e em construção) e terrenos para futuras 57.461 78.098 542.947 284.370 incorporação imobiliária durante o andamento da obra (método do percentual desconto, antes dos impostos, que reflita uma avaliação atual de mercado do Ativo circulante Geral Ordinária e Extraordinária de 30 de abril de 2011, a qual é válida até 30 2.077 10.206 87.022 108.148 incorporações, assim distribuídos: de conclusão – POC). Nas demonstrações contábeis individuais, os investimen- valor da moeda no tempo e dos riscos específicos do ativo para o qual a estima- Ativo não circulante de abril de 2014. Na mesma data, os membros desta Diretoria renunciaram ao Controladora Consolidado tos em controladas estão avaliados pelo método de equivalência patrimonial, tiva de fluxos de caixa futuros não foi ajustada. Se o montante recuperável de um Os valores relativos a contas a receber de imóveis com obras concluídas são ga2012 2011 2012 2011 direito de remuneração, através de carta endereçada aos acionistas. 9.4 Avais e mas para fins das normas internacionais de contabilidade emitidas pelo IASB, ativo (ou unidade geradora de caixa) for menor que seu valor contábil, o valor rantidos pelos próprios imóveis negociados. De acordo com as cláusulas contraImóveis em construção 39.256 40.161 263.374 195.089 garantias A Companhia possui as seguintes garantias: deveriam ser avaliados pelo custo ou valor justo. Desta forma, essas demons- contábil do ativo (ou unidade geradora de caixa) é reduzido ao seu valor recupe- tuais, estes recebíveis são atualizados pelo Índice Geral de Preços de Mercado 9.776 3.874 24.781 9.968 a) Recebidas de partes relacionadas (consolidado) trações financeiras não são consideradas como estando conforme as IFRSs, rável. A perda por redução ao valor recuperável é reconhecida imediatamente no (IGP-M), mais juros de 12% ao ano. O ajuste a valor presente foi calculado sobre Imóveis concluídos Terrenos em estoque 42.927 45.868 198.483 200.805 as unidades não concluídas, conforme CPC 12 e orientação OCPC 01 (R1), que exigem a avaliação desses investimentos nas demonstrações separadas da resultado do exercício. Quando a perda por redução ao valor recuperável é reverTipo de garantia 2012 2011 1.008 444 5.344 6.804 OAS S.A. controladora pelo seu valor justo ou pelo custo. b) Base de mensuração - As de- tida subsequentemente, ocorre o aumento do valor contábil do ativo (ou unidade utilizando-se como base a taxa de juros para remuneração de títulos públicos, Materiais para aplicação Aval 566.297 644.571 monstrações financeiras individuais e consolidadas foram preparadas com base geradora de caixa) para a estimativa revisada de seu valor recuperável, desde NTN-B–Nota do Tesouro Nacional, indexados pelo IPCA. Contas a receber por Adiantamentos a fornecedores 1.890 2.032 14.643 20.262 Construtora OAS Ltda. Aval 32.437 24.258 no custo histórico, exceto pela valorização de certos ativos e passivos como que não exceda o valor contábil que teria sido determinado caso nenhuma perda idade de vencimento: Total 94.857 92.379 506.625 432.928 OAS Empreendimentos S.A. Aval 80.419 instrumentos financeiros, os quais são mensurados pelo valor justo. c) Moeda por redução ao valor recuperável tivesse sido reconhecida para o ativo (ou uniControladora Consolidado Ativo circulante 79.427 77.088 463.628 412.672 Total 679.153 668.829 funcional e moeda de apresentação - As demonstrações financeiras individuais dade geradora de caixa) em exercícios anteriores. A reversão da perda por redu2012 2011 2012 2011 Ativo não circulante 15.430 15.291 42.997 20.256 b) Concedidas a partes relacionadas e consolidadas são apresentadas em milhares de reais, que é a moeda funcional ção ao valor recuperável é reconhecida imediatamente no resultado. i) Ajuste a Títulos a vencer 45.499 50.909 577.907 338.605 A Companhia possui compromissos de construção de unidades permutadas, Tipo de garantia 2012 2011 da Companhia. Todas as informações financeiras apresentadas em Real foram valor presente de ativos e passivos - Os saldos de contas a receber a prazo de Títulos vencidos até 30 dias 992 189 25.101 14.747 relativas à aquisição de terrenos, contabilizados com base no valor justo das Aval 25.950 25.100 arredondadas para milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma. d) unidades não concluídas e de fornecedores (obrigações por compra de imóveis) Títulos vencidos de 31 a 60 dias 2.836 30.040 6.028 30.965 unidades permutadas na data da aquisição. Em 31 de dezembro de 2012, o OAS 17 Empreendimentos Imobiliários SPE Ltda. Uso de estimativa e julgamento - A preparação das demonstrações financeiras foram calculados considerando o prazo até a entrega das chaves dos imóveis Títulos vencidos de 61 a 90 dias Ravello Empreendimentos Imobiliários SPE Ltda. Aval 8.469 1.676 670 590 5.900 2.120 saldo líquido de terrenos adquiridos por intermédio de permuta totaliza R$ 2.781 individuais e consolidadas, de acordo com as normas IFRS e as normas CPC, comercializados, utilizando como base a taxa de juros para remuneração de títu- Títulos vencidos de 91 a 180 dias Aval 46.000 1.901 1.330 2.529 4.757 7.502 (R$ 8.437 em 2011), na controladora, e R$ 59.723 (R$ 45.073 em 2011) no Sibipiruna Empreendimento Imobiliários Ltda. exige que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam los públicos, NTN-B–Nota do Tesouro Nacional, indexados pelo IPCA. A taxa Títulos vencidos de 181 a 360 dias 80.419 28.677 4.696 2.905 10.854 5.092 consolidado. Em 31 de dezembro de 2012, o montante de encargos financei- Total a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, utilizada pela Companhia é compatível com a natureza, o prazo e os riscos de Títulos vencidos a mais de 360 dias 4.012 1.779 9.253 3.773 ros capitalizados totaliza R$ 5.424 na controladora (R$ 10.519 em 2011), e R$ 10. Investimentos - O quadro abaixo apresenta um sumário das informações receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. Es- transações similares em condições de mercado. Os valores do ajuste a valor Subtotal 60.035 88.941 639.800 402.804 41.418 no consolidado (R$ 37.538 em 2011), conforme apresentado na Nota 13. financeiras em empresas controladas e empreendimentos controlados em contimativas e premissas são revistas de maneira contínua. Revisões com relação presente de contas a receber e fornecedores são registrados no resultado nas (366) (315) 9. Transações com partes relacionadas - A controladora imediata e final da junto. Os dados das investidas apresentados abaixo não estão ajustados pelo às estimativas contábeis são reconhecidas no período em que as mesmas são rubricas receita de vendas e custos das vendas, respectivamente, conforme a Provisão p/créditos de liq/ duvidosa (637) (9.465) (9.971) Companhia é a OAS S.A. As transações entre a Companhia e suas controladas percentual de participação mantido pela Companhia. A movimentação dos inAjuste a valor presente (497) revisadas e em quaisquer períodos futuros afetados. As informações sobre incer- orientação do OCPC 01 (R1). As reversões dos ajustes a valor presente de con59.538 88.304 629.969 392.518 tezas quanto às premissas e estimativas que possuam um risco significativo de tas a receber foram apropriadas como receitas financeiras e de fornecedores Total e controladas em conjunto, que são suas partes relacionadas, foram eliminadas vestimentos encontra-se a seguir demonstrada: resultar em um ajuste material dentro do próximo exercício estão relacionadas, apropriadas como despesas financeiras. j) Empréstimos, financiamentos e deDados das investidas Dados da controladora principalmente, aos seguintes aspectos: determinação de taxas de desconto a bêntures - Empréstimos e financiamentos são reconhecidos inicialmente pelo Em 31/12/2012 Em 31/12/2011 Saldos em 31/12/2011 Movimentação do exercício Saldos em 31/12/2012 valor presente utilizadas na mensuração de certos ativos e passivos de curto e valor justo, no momento do recebimento dos recursos, líquidos dos custos de Patrim. líq. Aquisição/ longo prazo, provisões para contingências fiscais, cíveis e trabalhistas e provi- transação nos casos aplicáveis. Em seguida, passam a ser mensurados pelo (passivo a Resultado Equiv. Equiv. Integral. Distrib. de Incorp./ (alienação) sões para garantias (passivos eventuais), custo orçado dos empreendimentos, e custo amortizado, isto é, acrescidos de encargos, juros e variações monetárias Participação descoberto) do exerc. patrim. Invest. AFAC Total patrim. de capital dividendos Cisão de investidas Invest. AFAC Total a elaboração de projeções para realização de imposto de renda e contribuição conforme previsto contratualmente, incorridos até as datas dos balanços, confor100% 710 (604) (3.740) (212) 201 (11) (604) 1.528 712 712 social diferidos, as quais, apesar de refletirem o julgamento da melhor estimativa me demonstrado nas Notas 12 e 13. k) Custo dos empréstimos e debêntures - OAS Imóveis S.A. 20.120 585 (233) 9.770 380 10.150 292 1.955 (12.017) possível por parte da Administração da Companhia e de suas controladas, rela- Os juros dos empréstimos e financiamentos vinculados à execução de empreen- Città Ville SPE Empr. Imobiliários Ltda.( c (ii)) Città Ipitanga SPE Empr. Imobiliários Ltda. 50% 12.887 621 523 6.135 2.208 8.343 310 6.445 2.208 8.653 cionadas à probabilidade de eventos futuros, podem eventualmente apresentar dimentos são capitalizados como custo dos imóveis em construção para poste50% 9.097 (153) (179) 4.624 4.624 (77) 4.547 4.547 variações em relação aos dados e valores reais. e) Pronunciamentos técnicos rior apropriação ao resultado, de acordo com o percentual de venda de cada Imbuí I SPE Empr. Imob. Ltda. 50% 11.490 329 (7.429) 5.581 8.463 14.044 164 5.745 8.305 14.050 ainda não em vigor em 31 de dezembro de 2012 - Alguns procedimentos técni- empreendimento, conforme demonstrado nas Notas 8 e 14. l) Instrumentos fi- Città Itapuã Empr. Imobiliários SPE Ltda. 100% 1.896 (58) (10) 951 12 963 (21) 28 940 1.898 258 2.156 cos e interpretações emitidas pelo CPC não haviam entrado em vigor até a data nanceiros - (i) Reconhecimento inicial e mensuração - Os instrumentos financei- Graça Empr. Imob. SPE Ltda. ( c (ii)) (29.760) (7.389) (10.193) (11.186) (11.186) (3.694) - (14.880) (14.880) de emissão das demonstrações financeiras da Companhia: IAS 1 Apresentação ros da Companhia são representados pelo caixa e equivalentes de caixa, aplica- Manhattan Square Empr. Imob. Res. 01 SPE Ltda. 50% Manhattan Square Empr. Imob. Com. 01 SPE Ltda. 50% 14.481 188 1.962 7.147 665 7.812 94 7.241 7.538 14.779 das Demonstrações Financeiras – Apresentação de Itens de Outros Resultados ções financeiras, contas a receber de clientes, créditos a receber, partes relacio2.783 (61) (110) 1.422 13 1.435 (30) 1.392 46 1.438 Abrangentes IAS 19 Benefícios aos Empregados (Emenda) IAS 28 Contabiliza- nadas, contas a pagar a fornecedores, debêntures, empréstimos e financiamen- Manhattan Square Empr. Imob. Res. 02 SPE Ltda. 50% 1.411 (185) (51) 798 5 803 (93) 705 62 767 ção de Investimentos em Associadas e Joint Ventures (revisado em 2011) IAS 32 tos. Os instrumentos são reconhecidos inicialmente pelo seu valor justo acresci- Manhattan Square Empr. Imob. Com. 02 SPE Ltda. 50% 100% 5.084 1.946 134 903 903 1.444 665 2.071 5.083 6.977 12.060 Compensação entre Ativos Financeiros e Passivos Financeiros – Revisões da do dos custos diretamente atribuíveis à sua aquisição ou emissão, exceto os City Park Acupe Empr. Imob. SPE Ltda. ( c (ii)) 100% 496 (872) (104) 77 608 685 (818) 608 630 497 6.943 7.440 IAS 32. IFRS 1 Empréstimos do Governo – Revisões da IFRS 1; IFRS 7 Divulga- instrumentos financeiros classificados na categoria de instrumentos avaliados ao Acupe Exclusive Empr. Imob. SPE Ltda. ( c (ii)) 100% 7.851 1.655 129 457 457 557 2.640 4.196 7.850 9.975 17.825 ções–Compensação entre Ativos Financeiros e Passivos Financeiros – Revisões valor justo por meio do resultado, para os quais os custos são registrados no City Park Brotas Empr. Imob. SPE Ltda. ( c (ii)) 100% 19.856 7.106 2.835 6.376 6.376 2.522 10.959 19.857 339 20.196 da IFRS 7; IFRS 9 Instrumentos Financeiros: Classificação e Mensuração; IFRS resultado do exercício. (ii) Mensuração subsequente - A mensuração dos ativos Patamares 1 Empr. Imob. SPE Ltda. 7 de Abril Empr. Imob. SPE Ltda. 100% (285) (1.397) (3.510) 1.111 1.111 (1.397) (286) 1.089 803 10 Demonstrações Financeiras Consolidadas; IFRS 11 Empreendimentos Con- e passivos financeiros depende da sua classificação, que pode ser da seguinte (689) (1.490) (1.989) 801 801 (1.490) (689) 280 (409) juntos; IFRS 12 Divulgação de Participações em Outras Entidades; IFRS 13 forma: • Ativos financeiros a valor justo por meio do resultado: incluem ativos fi- Marta Aguiar Residencial Empr. Imob. SPE Ltda. 100% 100% (2.718) (4.662) 627 1.944 1.944 (4.662) (2.718) 609 (2.109) Mensuração do Valor Justo; IFRIC 20 Custos de Remoção de Resíduos na Fase nanceiros mantidos para negociação e ativos financeiros designados no reco- Colina Ville Empr. Imob. SPE Ltda. 50% 24.979 11.514 4.137 6.733 6.733 5.757 - 12.490 12.490 de Produção de uma Mina de Superfície. A Administração da Companhia não nhecimento inicial a valor justo por meio do resultado. • Passivos financeiros a Ondina Lodge Empr. SPE Ltda. 100% 12.448 1.716 4.366 10.713 1.806 12.519 1.712 - 12.425 1.806 14.231 espera que essas normas e interpretações produzam impacto relevante nas di- valor justo por meio do resultado: incluem passivos financeiros para negociação Figueiredo Empr. Imob. Ltda. OAS SPE-03 Empr. Imobiliários Ltda. 100% 5.378 (1.040) (335) 8.050 20 8.070 (1.040) (1.632) (2.100) 3.278 2.033 5.311 e passivos financeiros designados no reconhecimento a valor justo por meio do vulgações, situação financeira ou desempenho mediante sua aplicação em data 100% 2.618 (449) (515) 3.067 470 3.537 (449) 2.618 110 2.728 futura, exceto pelos IFRS 10–Demonstrações Financeiras Consolidadas e IFRS resultado. A Companhia não apresentou nenhum passivo financeiro a valor justo OAS SPE-04 Empr. Imobiliários Ltda. 100% 1.257 864 280 275 4.345 4.620 918 64 1.257 10.212 11.469 11- Empreendimentos Conjuntos. O IFRS 10 introduz um novo enfoque para por meio de resultado. • Passivos financeiros mantidos para negociação: passi- OAS SPE-05 Empr. Imobiliários Ltda.( c (i)) OAS 06 Empr. Imob. SPE Ltda. 100% 3.816 (6.667) (536) 10.482 10.482 (6.667) 3.815 582 4.397 determinação de quais investidas devem ser consolidadas. Pelo pronunciamento, vos financeiros são classificados como mantidos para negociação quando forem 100% 10.910 135 2.630 10.775 10.775 135 - 10.910 614 11.524 o investidor detém controle sobre uma investida quando está exposto, ou tem di- adquiridos com o objetivo de venda no curto prazo. Ganhos e perdas de passivos Guarapiranga 01 Empr. Imobiliários SPE Ltda. OAS 08 Empr. Imob. SPE Ltda. 100% 1.769 (462) 887 2.231 2.231 (462) 1.769 249 2.018 para negociação são reconhecidos na demonstração do resultado. • Empréstireito, a retornos variáveis decorrentes de seu envolvimento com a investida e tem 100% (47) (50) (528) 4 3 7 (50) (46) 44 (2) a capacidade de afetar esses retornos devido ao seu poder sobre a investida. O mos e financiamentos: após reconhecimento inicial, empréstimos e financiamen- OAS 09 Empr. Imobiliários SPE Ltda. 99% 93 (12) (19) 105 105 (12) 93 10 103 IFRS 11 terá impacto sobre a posição patrimonial e financeira da Companhia, eli- tos sujeitos a juros são mensurados subsequentemente pelo custo amortizado, OAS 11 Empr. Imobiliários SPE Ltda. OAS 17 Empr. Imobiliários SPE Ltda. 100% 821 (892) (439) 1.712 4.144 5.856 (892) 820 7.825 8.645 minando a consolidação proporcional das sociedades controladas em conjunto utilizando o método da taxa de juros efetivos. Ganhos e perdas são reconhecidos 100% 10.857 (1) 10.879 1 10.880 (23) - 10.856 29 10.885 ((joint venture). Com a aplicação da nova norma, os investimentos serão contabi- na demonstração do resultado no momento da baixa dos passivos, bem como OAS 51 Participações Ltda. 100% 16.348 (1) 16.370 1 16.371 (23) - 16.347 29 16.376 lizados com base no método da equivalência patrimonial. Estas normas entram durante o processo de amortização pelo método da taxa de juros efetivos. m) OAS 53 Participações Ltda. OAS 54 Participações Ltda. 100% 536 (78) (34) 614 37 651 (78) 536 114 650 em vigor para períodos anuais com início a partir 1º de janeiro de 2013, e deverá Arrendamentos mercantis - A Companhia e suas controladas reconhecem como 70% 19.289 10.174 5.765 9.531 5.268 14.799 7.122 (3.150) - 13.503 846 14.349 ser aplicada retrospectivamente a empreendimentos conjuntos mantidos na data arrendamento financeiro os contratos nos quais se detêm, substancialmente, Sibipuruna Emp. Imobiliários Ltda. Ravello Incorporação SPE Ltda. 100% 8.633 4.278 348 4.310 4.310 4.269 8.579 1.098 9.677 da aplicação inicial. O impacto estimado da adoção dos IFRS 10 e 11 no perí- todos os riscos e benefícios da propriedade, com preço de aquisição fixado e 20% 170.130 (1.981) 1.228 60.688 60.688 (396) - 60.292 60.292 odo corrente (que corresponderá ao período comparativo nas demonstrações valor residual inferior ao valor de mercado, sendo capitalizados no balanço patri- Karagounis Participações S.A. (a) 99% (5.081) (1.767) (3.225) (3.281) 6.580 3.299 (1.750) (5.031) 6.039 1.008 financeiras em 31 de dezembro de 2013), está demonstrado no quadro abaixo: monial no início do arrendamento pelo menor valor entre o valor justo do bem OAS 13 Empr. Imobiliários SPE Ltda. OAS 14 Empr. Imobiliários SPE Ltda.(b (iii)) 50% (693) (1.029) (495) 336 200 536 (1.074) 347 (391) 1.323 932 arrendado e o valor presente dos pagamentos mínimos do arrendamento. n) Consolidado 50% 2.215 (497) (1) (1) (771) 246 (526) 2.295 1.769 Obrigações por compra de imóveis São demonstradas por obrigações contratu- OAS 15 Empr. Imobiliários SPE Ltda. (b (iii)) Efeitos OAS 18 Empr. Imobiliários SPE Ltda. 99% 793 (97) (102) 890 15 905 (97) 793 51 844 almente estabelecidas nas aquisições dos terrenos, acrescidas, quando aplicáAtivo Apresentado IFRS 10 e 11 70% 1.876 85 1.254 1.254 1.316 2.570 59 1.313 1.924 3.237 vel, dos correspondentes encargos e variações monetárias, ajustadas a valor OAS 22 Empr. Imobiliários Ltda. Ativo circulante 1.169.349 1.627.948 100% 94.484 41.440 45.029 51.223 51.223 41.440 16.513 (14.692) - 94.484 30 94.514 presente em conformidade com a orientação OCPC 01 (R1). o) Provisões - (i) OAS 26 Empr. Imobiliários SPE Ltda. Ativo não circulante 416.086 543.495 50% 2.435 601 (25) (25) 1 (24) 599 (284) 290 832 1.122 Provisões para garantia - Os custos com garantias para o período pós-obra fa- OAS 29 Empr. Imobiliários SPE Ltda. (b (iii)) Total do ativo 1.585.435 2.171.443 20% 14.684 (6) (2) (6) 14.692 14.686 14.686 zem parte do custo dos imóveis vendidos. (ii) Provisões para riscos cíveis e tra- OAS 32 Empr. Imobiliários SPE Ltda. (b (iv)) Passivo e patrimônio líquido OAS 34 Empr. Imobiliários SPE Ltda. 99% (1.239) (999) (239) (239) 2.254 2.015 (989) (1.228) 3.723 2.495 balhistas As provisões para ações judiciais são reconhecidas quando a CompaPassivo circulante 605.220 741.072 50% (1.274) (408) (434) (434) 1.463 1.029 (204) (638) 2.254 1.616 nhia e suas controladas e controladas em conjunto têm uma obrigação presente OAS 27 Empr. Imobiliários SPE Ltda. Passivo não circulante 628.565 778.556 100% (434) (433) (1) (429) 2.100 1.671 3 1.674 ou não formalizada como resultado de eventos passados, sendo provável que OAS 42 Empr. Imobiliários SPE Ltda. Patrimônio líquido 351.650 651.815 OAS 56 Empr. Imobiliários Ltda. 70% 23.738 23.857 (83) (83) 2.108 2.025 16.700 16.617 8.381 24.998 uma saída de recursos seja necessária para liquidar a obrigação e o valor possa Total do passivo e patrimônio líquido 1.585.435 2.171.443 70% (504) (377) (88) (88) 2.269 2.181 (264) (352) 2.123 1.771 ser estimado com segurança. As provisões são quantificadas ao valor presente OAS 57 Empr. Imobiliários Ltda. Resultado 27,27% 9.907 (6.807) (1.098) 367 367 (1.857) 4.192 2.702 2.702 do desembolso esperado para liquidar a obrigação, usando-se a taxa adequada IOTA Empr. Imobiliários Ltda. Lucro bruto operacional 100.029 135.948 50% 26.769 15.656 1.732 5.556 3.574 9.130 7.828 - 13.384 4.285 17.669 Receitas (despesas) operacionais (110.165) (132.013) de desconto de acordo com os riscos relacionados ao passivo. São atualizadas Group I Project SCP 2.742 5.313 49 5.362 (196) 5.120 763 5.883 até as datas dos balanços pelo montante estimado das perdas prováveis, obser- Outros investimentos Lucro antes das rec. e desp. financeiras (10.136) 3.935 40.860 254.026 48.479 302.505 61.310 26.497 (3.150) 7.152 345.835 104.256 450.091 Resultado financeiro (37.612) (24.610) vadas suas naturezas e apoiadas na opinião dos advogados da Companhia e de Total Prej. antes do IR e da contrib. social (47.748) (20.675) suas controladas e controladas em conjunto. Os fundamentos e a natureza das (a) Karagounis S.A. Em 28 de dezembro de 2010, a Novo Humaitá Empreendi- retrospectivamente os valores provisórios reconhecidos na data da transação C m AC m Impostos correntes e diferidos (8.009) (10.451) provisões para riscos tributários, cíveis e trabalhistas estão descritos na Nota 20. mentos Imobiliários S.A. alienou os Imóveis Arena e Residencial Humaitá para para refletir qualquer nova informação obtida relativa a fatos e circunstâncias m Prejuízo do exercício (55.757) (31.126) p) Apuração do resultado de incorporação e venda de imóveis e outros - As re- a coligada Karagounis por um preço total de R$ 177.500, definido com base em existentes na data da aquisição, a qual, se conhecidas antecipadamente, teriam m m Parc. do result. atrib. aos acion. não control. (737) (25.368) ceitas e os custos das vendas de imóveis obedecem aos procedimentos e nor- laudo de avaliação elaborado por peritos independentes. Por se tratar de um afetado a mensuração dos valores reconhecidos. (iii) Venda de quotas da SPE C Prej.do exerc. atrib. à partic. dos acion. control. (56.494) (56.494) mas estabelecidas pelas orientações OCPC 01 (R1) e OCPC 04 e são registra- lucro auferido na venda de ativos entre empresas do grupo, a Companhia elimi- 32 Empreendimentos Imobiliários SPE Ltda. Em 21 de dezembro de 2012, a C C Vale ressaltar que a Companhia está reavaliando todos os contratos e acordos dos da seguinte forma: • Vendas de imóveis concluídos–as receitas de vendas e nou naquela data o efeito do lucro não realizado proporcional à sua participação Companhia e a RB Capital Realty XV Empreendimentos Imobiliários Ltda. assiC C C C os custos incorridos são apropriados no resultado no momento da assinatura do de acionistas, atualmente em vigor, à luz das novas orientações, e os resultados na Karagounis (20%), no montante de R$ 26.305. Em 30 de junho de 2011, o naram Instrumento Particular de Compra e Venda de Quotas e Outras Avenças m m obtidos, os quais corresponderão ao exercício comparativo nas demonstrações título translativo (instrumento público ou particular de compra e venda), indepen- sócio Fundo de Investimento Imobiliário-FGTS (“FII”) integralizou cento e setenta para alienação de 80% das quotas da controlada OAS 32 Empreendimentos financeiras em 31 de dezembro de 2013, poderão divergir substancialmente das dentemente do recebimento do valor contratado. • Vendas de imóveis em cons- e duas ações ordinárias da Karagounis pelo valor total de R$ 87.500 (oitenta Imobiliários SPE Ltda. que, em função de características contratuais especificas, estimativas apresentadas acima. 4. Principais políticas contábeis - As princi- trução–as receitas de vendas e os custos dos imóveis vendidos são apropriados e sete milhões e quinhentos mil reais) e a Companhia integralizou quarenta e não geraram eventos que proporcionassem registro contábil nas demonstrações % % R % pais políticas contábeis adotadas pela Companhia e suas controladas na elabo- no resultado, como segue: (i) as receitas de vendas são apropriadas ao resulta- três ações ordinárias pelo valor total de R$ 43 (quarenta e três reais). O aporte financeiras de 31 de dezembro de 2012. % CD % % ração das demonstrações financeiras são: a) Base de consolidação - As de- do utilizando-se o método do percentual de conclusão de cada empreendimento, realizado pelo sócio gerou um ganho na Companhia de R$ 17.500, em função 11. Empréstimos e financiamentos monstrações financeiras consolidadas que compreendem a Companhia, suas sendo esse percentual mensurado em razão do custo incorrido em relação ao da variação do patrimônio líquido da investida. (b) Alienação de participações C m Controladora Consolidado controladas e suas controladas em conjunto, criadas para o propósito específico custo total orçado dos respectivos empreendimentos; (ii) as receitas de vendas societárias - i) Novo Humaitá S.A. Em 01 de abril de 2011, a Companhia alienou R R A Enc. financ. 2012 2011 2012 2011 de desenvolvimento do empreendimento imobiliário através de SPEs, foram pre- apuradas conforme o item (i), incluindo a atualização monetária, líquido das par- a totalidade de suas ações na Novo Humaitá em favor da OAS S.A. pelo preço m De 9,5% a paradas de acordo com os seguintes principais critérios: (i) eliminação dos sal- celas já recebidas, são contabilizadas como contas a receber, ou como adianta- total de R$ 145.643 gerando um ganho no valor de R$ 18.000. Tendo em vista a Apoio à prod. (a) E m m 11,5% a.a. dos entre as sociedades objeto da consolidação; (ii) eliminação dos investimen- mentos de clientes, em função da relação entre as receitas contabilizadas e os alienação de seu investimento, a Companhia reconheceu no resultado do exer+ TR 29.88 tos entre as sociedades consolidadas contra o respectivo patrimônio líquido da valores recebidos; (iii) os custos de terrenos e de construção inerentes às res- cício findo em 31 de dezembro de 2011 o lucro eliminado em 31 de dezembro C D % empresa investida; (iii) eliminação das receitas e despesas decorrentes de negó- pectivas incorporações são apropriados ao resultado utilizando-se o método do de 2010 na venda na venda do Imóvel Arena e Imóvel Residencial Humaitá para C D m CPC R C P m Em % CD cios entre as sociedades consolidadas; (iv) eliminação do lucro nos estoques, percentual de vendas de cada empreendimento, sendo esse percentual mensu- a Karagounis no montante de R$ 26.305. No quadro abaixo demonstramos um V M m m % quando aplicável, oriundo de vendas entre as sociedades consolidadas; e (v) rado em razão da fração ideal das unidades vendidas dos respectivos empreen- resumo do resultado auferido no exercício de 2011 em decorrência dos aportes m C A % m cálculo de participação de acionistas minoritários no patrimônio líquido e no re- dimentos. • Receitas com serviços e demais receitas e despesas são apropria- efetuados pelo FII, recebimento da parcela variável na venda do venda do Imóvel m m % sultado consolidado, quando relevante. A Companhia apresenta suas participa- das ao resultado do exercício de acordo com o regime de competência. • As re- Arena e Imóvel Residencial Humaitá para a Karagounis e a alienação da partici- C m m A O CD ções em entidades controladas em conjunto (“joint ventures”), nas suas demons- ceitas de vendas e o contas a receber de clientes foram ajustados a valor presen- pação na Novo Humaitá S.A. m m m A m D % trações financeiras consolidadas, usando o método de consolidação proporcio- te em conformidade com a orientação OCPC 01 (R1). q) Obrigações por com- Ganho na alienação do investimento da Novo Humaitá (Nota 24) 18.000 m A m m m m % CD nal. Foram eliminadas as parcelas correspondentes aos saldos proporcionais pras de terrenos - As obrigações na aquisição de imóveis são reconhecidas pe- Ganho na integralização do FII (Nota 24) 17.500 m m m N % dos ativos e passivos, bem como as receitas e despesas decorrentes de transa- los valores correspondentes às obrigações contratuais assumidas. Em seguida, Realização do lucro na venda do imóvel Arena e Resid. Humaitá 26.305 N m mS m N m m % m ções entre as sociedades. b) Caixa e equivalentes de caixa - Incluem saldos de são apresentados pelo custo amortizado, isto é, acrescidos, quando aplicável, de Total 61.805 m R caixa e saldos positivos em contas bancárias que possuem liquidez imediata, e encargos e juros proporcionais ao período incorrido até a data do balanço. As ii) OAS-GID Brazil - Em 10 de maio de 2011, a Companhia firmou parceria com C m estão apresentados ao seu valor de mercado, que equivale ao seu valor contábil obrigações relacionadas com as permutas de terrenos por unidades a serem a GID Brazil Participações Ltda. (“GID”), através da criação de uma Sociedade A m das datas dos balanços e com risco insignificante de mudança de seu valor de construídas estão mencionadas no item “4 e)”. r) Tributação - Correntes • Contro- em Conta de Participação (“SCP”), tendo como propósito investir, em conjunto, m O m mercado. Portanto, um investimento normalmente qualifica-se como equivalente ladora - A Companhia é optante pelo lucro real como forma de tributação do im- no desenvolvimento, construção e venda de empreendimentos residenciais em P m m de caixa somente quando tem vencimento de curto prazo, por exemplo, três me- posto de renda. Conforme facultado pela legislação fiscal vigente, o resultado na andamento. Na SCP, a Companhia atuará como sócia ostensiva e a GID atuará P m m A R m m S m ses ou menos, a contar da data da aquisição. c) Aplicações financeiras - As de- atividade de incorporação imobiliária é apurado pelo regime de competência, m m H mais aplicações financeiras que não se qualificam como caixa e equivalentes de mas pago pelo regime de caixa. A base tributável é o lucro contábil ajustado pe- como sócia participante, ambas com participação de 50% cada. A cessão da participação na OAS 10 Empreendimentos Imobiliarios SPE Ltda., Boulevard m m m m m m m P caixa foram classificadas como investimentos mantidos até o vencimento e são las adições e exclusões admitidas pela legislação fiscal. As alíquotas aplicáveis m m mensurados pelo custo amortizado utilizando o método de taxa de juros efetiva, são de 15% para imposto de renda, sendo que há um adicional de 10% caso a Empreendimentos Imobiliarios Ltda. e OAS 31 Empreendimentos Imobiliários m m m m EB m A AC deduzido de eventuais reduções em seu valor recuperável, quando aplicável. As base tributável exceda R$ 240 ao ano, e 9% para contribuição social sobre o lu- SPE Ltda. rendeu a Companhia um ganho de R$ 7.841 reconhecido no resultam m O m m aplicações financeiras estarão liberadas para utilização nos empreendimentos cro, vide Nota 18. • Investidas - As SPE’s são tributadas pelo lucro presumido, à do do exercício de 2011. Em de 10 maio de 2012, a Companhia reconheceu um m m m m quando a Companhia apresentar as garantias bancárias exigidas pelo contrato exceção das SPE´s Manhattan Comercial 01 e Residencial 01, que possuem os ganho adicional de R$ 424 decorrente da cessão de participação mencionada Em m m m C C assinado junto ao banco, conforme Nota 6. d) Contas a receber de clientes e mesmos critérios de apuração do imposto de renda e contribuição social da acima que foi registrada na rubrica “Resultado com venda de investimentos”, em A m m m G A provisão para créditos de liquidação duvidosa - Os créditos a receber de clientes Companhia. Qualificam-se para o regime de lucro presumido as sociedades cuja outras receitas e despesas operacionais líquidas. iii) OAS 14 Empreendimentos OAS S A Imobiliários SPE Ltda., OAS 15 Empreendimentos Imobiliários SPE Ltda. e OAS (circulante e não circulante) apresentados como contas a receber são provenien- receita bruta total, no ano-calendário anterior, tenha sido igual ou inferior a R$ SPE m m tes das vendas de unidades imobiliárias e prestação de serviços de gestão e 48.000. No regime de lucro presumido, a base de cálculo do imposto de renda é 29 Empreendimentos Imobiliários SPE Ltda. Em 06 de novembro de 2012, a H assessoria imobiliária e empreitada, sendo o valor do saldo devedor dos contra- calculada à razão de 8% e da contribuição social à razão de 12% sobre as recei- Companhia alienou 50% das quotas que detinha nas controladas OAS 14 EmSPE G Em m m OAS Em preendimentos Imobiliários SPE Ltda., OAS 15 Empreendimentos Imobiliários tos atualizado monetariamente em conformidade com suas respectivas cláusu- tas brutas de venda de imóveis e 32% sobre as receitas de prestação de servim m SPE OAS Em m m SPE las de reajuste e descontado a valor presente. A provisão para créditos de liqui- ços para ambos os tributos. Impostos sobre vendas - As receitas de vendas e SPE Ltda. e OAS 29 Empreendimentos Imobiliários SPE Ltda. ao GID e apurou M A Em m m SPE OAS Em dação duvidosa, quando necessária, é constituída em montante considerado serviços estão sujeitas aos seguintes impostos e contribuições, pelas alíquotas um resultado de R$ 1.314 com esta venda, conforme Nota 24. (c) Compra e Venm m SPE A Em m m D C da de quotas de empreendimentos controlados em conjunto- (i) OAS SPE 05 suficiente pela Administração, considerando os riscos envolvidos para cobrir as básicas: SPE C V Em m m SPE Lucro presumido Lucro real Empreendimentos Imobiliários Ltda. – Aquisição da participação. Em 04 de julho perdas prováveis na realização dos créditos. Pelo fato do saldo de contas a receEm m m SPE A R m V m de 2012 a Companhia, direta e indiretamente, adquiriu, pelo valor de R$ 1.500 a ber da Companhia e controladas de unidades imobiliárias estarem garantidos COFINS - Contribuição para o R C Em m S C Em P Financiamento da Seguridade social 3,00% 7,60% totalidade das quotas por sua única sócia, Cosbat Empreendimentos Imobiliários por seus correspondentes imóveis vendidos (garantia real), exceto quando da B N R m % % 0,65% 1,65% Ltda., nesta investida. Essa operação gerou uma perda para Companhia no valor prestação de serviço de assessoria imobiliária, a Administração da Companhia PIS - Programa de Integração Social C m m A m m R 5,00% 5,00% de R$ 592, que está registrada na rubrica de outras receitas e despesas operaentende que não há necessidade de constituição de provisão para devedores ISS - Imposto Sobre Serviços m m m m % CD duvidosos. Para os créditos decorrentes de contratos de venda de unidades não Esses encargos são apresentados como deduções de vendas na demonstração cionais. (ii) Compra e venda de quotas de empreendimentos em conjunto com A m % concluídas (em construção) são aplicados os critérios de apuração do resultado do resultado. Os créditos decorrentes da não cumulatividade do PIS e COFINS a Gafisa S.A. Em 14 de setembro de 2012, a Companhia assinou Instrumento m C de incorporação descritos na orientação OCPC 01 (R1) “Entidades de Incorpo- são apresentados reduzindo o custo dos produtos vendidos na demonstração do de Compra e Venda de Quotas de Sociedades de Propósitos Específicos – SPE C C m ração Imobiliária”, que trata de entidades de incorporação imobiliária e descritas resultado. Na atividade de incorporação imobiliária é estabelecido que a utiliza- que possuía em conjunto com a Gafisa S.A., adquirindo o controle de certas E no tópico “Apuração do resultado de incorporação e venda de imóveis e outros”. ção dos créditos de PIS e COFINS deve ser obtida somente a partir da data da investidas e alienando sua participação em um dos investimentos controlados m m Os montantes referentes à atualização monetária dos valores a receber são re- efetivação da venda. No caso de venda de unidades não concluídas a pessoa em conjunto. As investidas objeto da transação foram Città Ville SPE Empreen- C S gistrados no resultado do exercício, na rubrica “Receita de venda de imóveis” até jurídica poderá optar pela utilização do credito presumido de PIS e COFINS em dimentos Imobiliários Ltda., City Park Brotas Empreendimentos Imobiliários SPE N E m m a entrega das chaves e como “Receitas financeiras” (juros ativos) após a entrega relação ao custo orçado. Esses creditos são realizados na proporção da receita Ltda., City Park Acupe Empreendimentos Imobiliários SPE Ltda., Acupe Exclu- O m E m das chaves. e) Estoques - Incluem os imóveis em construção valorizados pelo relativa a venda da unidade imobiliária, a medida do recebimento. Diferidos - O sive Empreendimentos Imobiliários SPE Ltda., Patamares 1 Empreendimentos S C custo incorrido durante a fase de construção dos empreendimentos, unidades imposto de renda, a contribuição social sobre o lucro, o PIS e a COFINS diferidos Imobiliários SPE Ltda. e Graça Empreendimentos Imobiliários SPE Ltda. O valor E concluídas e ainda não vendidas e terrenos. Os saldos em aberto nas datas de são decorrentes da diferença entre os critérios societário (competência) e fiscal da transação, a quantidade de quotas adquiridas e alienadas, bem como seus A E S H encerramento dos exercícios não excedem os respectivos valores líquidos de (caixa). O saldo de imposto de renda e contribuição social sobre os lucros dife- efeitos preliminares no resultado da Companhia estão demonstrados a seguir: Quotas negoc. Tipo de trans. Valor da trans. realização. A Companhia e suas controladas adquirem parte dos terrenos atra- ridos incluem também os efeitos dos impostos sobre as diferenças temporárias, Investida A m 50% Venda 12.541 S vés de operações, nas quais, em troca dos terrenos adquiridos, compromete-se prejuízo fiscal e base negativa, reconhecidos com base no histórico de realização. Città Ville m m m C m Brotas 50% Compra 3.581 a: i) entregar unidades imobiliárias de empreendimentos em construção; ou ii) 5. Caixa e equivalentes de caixa R Controladora Consolidado entregar o percentual da parcela de contas a receber provenientes das vendas City Park Acupe 50% Compra 1.346 m m m m m m m m m m 2012 2011 2012 2011 das unidades imobiliárias dos empreendimentos. De acordo com a orientação Acupe Exclusive 50% Compra 1.142 A AC m m m 868 24.027 21.877 54.850 OCPC 01 (R1), na existência de permutas de unidades imobiliárias que não te- Caixa e bancos Patamares 50% Compra 3.336 m m m m m m m m nham a mesma natureza e valor, esta é considerada uma transação com subs- Aplicações financeiras Graça 50% Compra 1.354 O 534 5.060 58.293 48.591 m A m m m tância comercial e, portanto, gera ganho ou perda. A Companhia e suas contro- Certific.de Dep. Bancário – CDB Essa transação gerou preliminarmente um ganho para Companhia de R$ 8.038, m m m 1.402 29.087 80.170 103.441 ladas contabilizam a permuta pelo valor justo, como um componente de estoque Total m m A que foi registrada na rubrica de outras receitas operacionais. A Administração da O m m D m de terrenos a comercializar, em contrapartida a obrigações por compra de imó- Em 31 de dezembro de 2012, os CDBs foram remunerados por taxas que va- Companhia está concluindo a elaboração dos laudos de avaliação das investi- m m m m m veis no passivo, no momento da assinatura do instrumento particular ou do riaram entre 90% e 101% (75% e 101,5% em 31 de dezembro de 2011) do das e análise dos efeitos contábeis desta combinação de negócios e irá ajustar m C

CNP N


DIÁRIO DO COMÉRCIO

24 -.ECONOMIA/LEGAIS >>>Continuação Controladora Consolidado Saldos em 31 de dezembro de 2010 50.506 167.457 Aquisições de terrenos no exercício 17.304 63.222 Atualização monetária 2.564 4.010 (-) Pagamentos efetuados (21.881) (39.652) (-) Baixas de permutas (711) (25.414) (-) Transferências (1.560) (-) Por movimentação societária (14.503) (53.691) Ajuste a valor presente 216 (407) Saldos em 31 de dezembro de 2011 33.495 113.965 Aquisições de terrenos no exercício 2.900 5.772 Atualização monetária 1.498 3.676 (-) Pagamentos efetuados (9.181) (17.161) (-) Transferências para adiant.o de clientes (5.228) (45.073) (-) Por movimentação societária (2.871) 1.118 Ajuste a valor presente 605 Saldos em 31 de dezembro de 2012 20.613 62.902 Circulante 18.972 35.780 Não circulante 1.641 27.122 Os saldos de contratos de compra e venda dos terrenos são indexados, quando aplicável, ao INCC – Índice Nacional da Construção Civil e ao IGP-M. Em 31 de dezembro de 2012 as controladas possuíam contabilizado o valor de R$ 402 de AVP sobre compra de terrenos (R$ 1.007 em 31 de dezembro de 2011). 15. Impostos diferidos Controladora Consolidado Ativo 2012 2011 2012 2011 Imposto de renda e contrib. social Base de cálculo Diferenças temporais 16.260 17.823 17.148 18.687 Diferença entre regimes - lucro real 21.012 21.055 33.352 24.476 Total 37.272 38.878 50.500 43.163 Imposto de renda Diferenças temporais 4.065 4.456 4.287 4.672 Diferença entre regimes - lucro real 5.253 5.264 8.337 6.119 Total 9.318 9.720 12.624 10.791 Contribuição social Diferenças temporais 1.463 1.604 1.543 1.682 Diferença entre regimes - lucro real 1.891 1.895 3.002 2.203 Total 3.354 3.499 4.545 3.885 Total 12.672 13.219 17.169 14.676 Passivo Imposto de renda e contrib. social Base de cálculo Difer. entre regimes - lucro real 304 3.753 Difer. entre reg. - lucro presumido - 410.189 235.600 - 410.493 239.353 PIS e COFINS Base de cálculo Difer. entre regimes - lucro real 36.797 51.805 84.088 72.500 Difer. entre reg. - lucro presumido - 415.555 212.504 36.797 51.805 499.643 285.004 Imposto de renda Diferença entre regimes - lucro real 76 938 Difer.entre reg. - lucro presumido 8.204 4.712 8.280 5.650 Contribuição social Difer. entre regimes - lucro real 27 338 Difer. entre reg. - lucro presumido 4.430 2.544 4.457 2.882 PIS e COFINS Difer. entre regimes - lucro real 3.404 4.792 7.778 6.706 Difer. entre reg. - lucro presumido 15.168 7.054 3.404 4.792 22.946 13.760 Total 3.404 4.792 35.683 22.292 Os impostos e contribuições diferidos são registrados para refletir contabilmente os efeitos das diferenças de critérios entre a base fiscal e a base societária. Conforme orientação constante no OCPC 01 (R1) e no OCPC (04), a base societária para apuração dos impostos é obtida através do regime de competência, o qual é apurado mediante o percentual de evolução de execução de obra. Já a base fiscal, conforme prevê a Instrução Normativa SRF nº 84/79, é obtida pelo regime de caixa. 16. Adiantamento de clientes Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 Adiantamentos por recebimentos (a) 5.551 5.991 17.159 24.734 Adiantamentos por permutas (b) 2.781 63.593 8.332 5.991 80.752 24.734 Circulante 8.332 5.991 40.219 24.734 Não circulante 40.533 (a) Nas vendas de unidades não concluídas, o resultado é apropriado de acordo com os procedimentos e orientações estabelecidas pela Orientação OCPC 04, que trata da aplicação da Interpretação Técnica ICPC 02 às entidades de incorporação imobiliária brasileiras, para reconhecimento contábil dos resultados auferidos nas operações imobiliárias realizadas. Os recebimentos superiores ao valor das receitas de vendas apropriadas são registrados na rubrica adiantamento de clientes, classificado no passivo circulante e não circulante, conforme demonstrado acima, de acordo com a expectativa de execução da obra. Estes saldos não tem incidência de encargos financeiros, tendo a Companhia o compromisso de construção do imóvel. (b) Os saldos de adiantamentos por permutas referem-se a compromissos assumidos na compra de terrenos em estoque para incorporação de empreendimentos imobiliários, sendo que a liquidação ocorre ao longo da evolução da obra até a entrega das unidades imobiliárias concluídas, de acordo com o contrato. 17. Despesa com imposto de renda e contribuição social - Reconciliação da despesa efetiva de imposto de renda e contribuição social. Os valores de imposto de renda e contribuição social que afetaram o resultado do exercício são demonstrados como segue:

Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 Prej. contábil antes do imposto de renda e contribuição social (55.947) (61.857) (47.748) (50.507) Aj. que afetam o result. do exerc.: Adições permanentes: Despesas não dedutíveis 202 543 216 641 Reserva de reavaliação 339 339 Perdas em participações societárias 592 852 592 852 Outras adições 2.197 953 1.490 Exclusões permanentes: Ganho em partic. societárias - (44.289) - (44.289) Resultado de equiv. patrimonial (61.310) (40.860) Trib. p/reg. do luc. pres. utiliz. a rec. bruta de vendas c/base p/o calculo - (43.069) (58.852) Outras (2.749) - (11.690) (-) Ativos fiscais dif. não reconhec. 120.483 133.098 123.963 133.114 Base de cálculo 1.610 (10.316) 23.556 (17.551) Alíquota 34% 34% 34% 34% Imposto de renda e contrib. social (547) 3.507 (8.009) (5.967) Correntes (6.680) (6.551) Diferidos (547) 3.507 (1.329) 584 18 Patrimônio líquido - Capital social - O capital social subscrito e integralizado em 31 de dezembro de 2012 é de R$ 416.570 (R$ 278.399 em 2011) e está representado por 416.569.725 (278.399.126 em 2011) ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, todas de propriedade da OAS S.A. (controladora). Aumentos de capital - Em 13 de junho e 30 de dezembro de 2011, a Companhia realizou dois aumentos de capital através da integralização de adiantamento para futuro aumento de capital realizado pela controladora, nos montantes de R$ 24.096 e R$ 105.945, respectivamente. Em 31 de dezembro de 2012 a Assembleia Geral Extraordinária de Acionistas aprovou o aumento de capital de R$ 138.147, através da integralização de adiantamento para futuro aumento de capital. Destinação dos lucros - O estatuto social da Companhia prevê a seguinte destinação dos lucros apurados no final de cada exercício, após deduzidas as participações no resultado: (a) 5% para a reserva legal, que não excederá 20% do capital social; (b) formação de reservas para contingências, caso haja necessidade; (c) constituição de reservas de lucro a realizar, se for o caso, na forma prevista pela legislação; (d) pagamento de dividendos anuais obrigatórios de, no mínimo, 25% sobre o lucro líquido do exercício, ajustado na forma da lei de acordo com as deduções previstas “a”, “b”, “c” anteriores; e (e) a Assembleia Geral resolverá sobre o destino do saldo remanescente do lucro líquido do exercício. Reserva de lucros a realizar - No exercício em que o montante do dividendo obrigatório, calculado nos termos do estatuto social da Companhia ultrapassar a parcela realizada de lucro líquido do exercício, a Assembleia Geral poderá, por proposta dos órgãos da administração, destinar o excesso à constituição de reserva de lucros a realizar. Considera-se realizada a parcela do lucro líquido do exercício que exceder a soma dos seguintes valores: (i) O resultado líquido de equivalência patrimonial; (ii) O lucro, rendimento ou ganho líquido em operações ou contabilização de ativo e passivo, cujo prazo de realização financeira ocorra após o término do exercício social. A Companhia apurou prejuízo nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011. 19. Provisões Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 Provisão para garantias (a) 2.711 2.478 7.359 6.967 Prov. p/perdas em emp. descont. (b) 3.105 4.957 3.319 5.168 Prov. p/ proc. trabalhistas e cíveis (c) 444 388 444 388 Total 6.260 7.823 11.122 12.523 Circulante 4.652 6.117 6.197 6.964 Não circulante 1.608 1.706 4.925 5.559 (a) Provisão para garantia - Os custos com garantias para o período pós-obra fazem parte do custo dos imóveis vendidos. Para empreendimentos com construção própria, a Companhia registra provisão baseada no orçamento e histórico de gastos. Para os empreendimentos em que a Companhia contrata terceiros para a construção, estes assumem a responsabilidade pelas garantias para o período pós-obras. Em 31 de dezembro de 2012, o saldo provisionado para garantia é de R$ 2.711 (R$ 2.478 em 2011) e R$ 7.359 (R$ 6.967 em 2011) na controladora e consolidado, respectivamente. (b) Provisão para perdas em empreendimentos descontinuados A Companhia constituiu uma provisão para cobrir possíveis perdas em empreendimentos descontinuados. Em 31 de dezembro de 2012, o montante considerado suficiente pela Administração para cobrir essas perdas foi de R$ R$ 3.105 (R$ 4.957 em 2011) e R$ 3.319 (R$ 5.168 em 2011) na controladora e no consolidado, respectivamente. (c) Provisão para riscos trabalhistas e cíveis - A Companhia e suas controladas são parte em ações judiciais envolvendo questões trabalhistas e cíveis no montante de R$ 5.443. A Administração, com base em informações de seus assessores jurídicos, constituiu provisão no montante de R$ 444, valor considerado suficiente para cobrir as perdas estimadas com as ações em curso. Trabalhistas - Os principais processos de natureza trabalhista contra a Companhia e suas controladas são movidos por ex- funcionários de terceiros (responsabilidade subsidiária), cujos objetos importam, em sua maioria, em pedidos de reintegração, verbas rescisórias, horas extraordinárias, dentre outros. Cíveis - Os principais processos de natureza cível contra a Companhia e suas controladas são movidos por clientes decorrentes de atrasos de obras e cobranças financeiras. Demandas judiciais com probabilidade de perda possível - Adicionalmente, a Companhia e suas controladas tem conhecimento em 31 de dezembro de 2012, de outros processos e riscos cíveis, trabalhistas e tributários. Com base na avaliação dos consultores jurídicos, a Companhia estima uma probabilidade de perda como possível no valor de R$ 4.999 (R$ 2.037 em 2011), baseado na média histórica de acompanhamento dos processos ajustado a estimativas atuais. A Administração da Companhia entende não ser necessária a constituição de provisão para eventuais perdas.(d) Ambiental - Há uma diversidade de legislação ambiental nas esferas federal, estadual e municipal. A observância das leis ambientais, nos três níveis, requer uma adequação dos negócios da Companhia envolvendo custos e podem resultar em graves penalidades quando não atendidas. Para a aquisição de um terreno, a Companhia adota como prática o levantamento e análise das restrições ambientais aplicáveis ao imóvel, incluindo: a existência de materiais perigosos ou tóxicos e substância residual; vegetação

quarta-feira, 17 de abril de 2013

com restrições de supressão, áreas de preservação permanente, reserva legal e unidades de conservação. Antes da implantação de um empreendimento a Companhia obtém todas as aprovações dos órgãos públicos, incluindo licenças ambientais e autorização de supressão e alvarás de construção. A legislação ambiental prevê a responsabilidade criminal, civil e administrativa pela pratica de condutas irregulares e a ocorrência de danos ambientais, para pessoas físicas e jurídicas, de direito público e privado. As penalidades administrativas incluem interdição das atividades, embargo de obra, multa, entre outras e as sanções penais incluem a perda de benefícios fiscais, reclusão e multa. 20. Instrumentos financeiros - Os instrumentos financeiros da Companhia constantes nas contas do ativo e do passivo encontram-se atualizados na forma contratada até 31 de dezembro de 2012 e estão representados substancialmente por: (a) caixa e equivalentes de caixa, (b) aplicações financeiras (c) recebíveis de clientes, (d) créditos com partes relacionadas, (e) créditos a receber, (f) títulos a receber, (g) empréstimos e financiamentos, (h) debêntures e (i) obrigações por compra de imóveis. A Companhia não possuía instrumentos financeiros, inclusive instrumentos financeiros derivativos em 31 de dezembro de 2012 e 2011. Estrutura do gerenciamento de risco - As políticas de gerenciamento de risco da Companhia são estabelecidas para identificar e analisar os riscos enfrentados por esta, definir limites e controles de riscos apropriados, e para monitorar riscos e aderência aos limites. As políticas e sistemas de gerenciamento de riscos são revisados frequentemente para refletir mudanças nas condições de mercado e em suas atividades. A Companhia, através de suas normas e procedimentos de treinamento e gerenciamento, objetiva desenvolver um ambiente de controle disciplinado e construtivo, no qual todos os empregados entendem os seus papéis e obrigações. O atendimento às políticas e aos limites de exposição é revisado pela Administração da Companhia periodicamente. A Tesouraria Corporativa da Companhia coordena o acesso aos mercados financeiros além de monitorar e administrar os riscos financeiros relacionados às operações da Companhia por meio de relatórios internos sobre os riscos que analisam a exposição de acordo com grau e magnitude dos riscos. A Diretoria financeira recebe semestralmente relatórios para fins de monitoramento de riscos e avaliação das políticas implementadas para mitigar a exposição aos riscos. Gerenciamento do risco financeiro - A Companhia apresenta exposição aos seguintes riscos advindos do uso de instrumentos financeiros: risco de crédito, risco de liquidez e risco de mercado. (a) Risco de crédito - Instrumentos financeiros que potencialmente sujeitam a Companhia e suas controladas a risco de crédito consistem, primariamente, em caixa, bancos e aplicações financeiras, contas a receber de clientes, créditos a receber e títulos a receber. Com relação às disponibilidades e equivalentes, a Companhia mantém contas correntes bancárias e aplicações financeiras em diversas instituições financeiras, de acordo com as estratégias previamente aprovada pela Diretoria. Estas operações são realizadas com bancos de reconhecida solidez, minimizando assim os riscos. No que tange os recebíveis de clientes, para minimizar o risco de crédito, a Companhia possui uma política rigorosa de análise de crédito no ato da venda, realizando uma minuciosa análise da capacidade de pagamento do cliente, baseada nos requerimentos de aprovação das instituições financeiras. São realizadas também consultas a instituições de proteção ao crédito. Para reduzir esse tipo de risco, a Companhia possui garantias reais que permitem a rescisão do contrato no caso de imóveis em construção ou a retomada dos imóveis no caso de empreendimentos concluídos. Em 31 de dezembro de 2012 e 2011 não havia concentração de risco de crédito associado a clientes. Os demais títulos e créditos a receber são garantidos por cláusulas contratuais. (b) Risco de liquidez - A Companhia gerencia o risco de liquidez mantendo adequadas reservas, linhas de crédito bancárias e linhas de crédito para captação de empréstimos que julgue adequados, através do monitoramento contínuo dos fluxos de caixa previstos e reais, e pela combinação dos perfis de vencimento dos ativos e passivos financeiros. (c) Risco de taxa de juros - Este risco decorre da possibilidade da Companhia vir a incorrer em perdas por conta das flutuações nas taxas de juros. A Companhia e suas controladas possuem aplicações financeiras expostas a taxas de juros flutuantes, taxa que também está vinculada às debêntures e a maior parte dos seus empréstimos, conforme Notas 12 e 13, em sua maioria, vinculadas à variação do CDI. As taxas de juros das debêntures dos empréstimos e financiamentos também estão vinculadas às variações daTR.Como já mencionado anteriormente, a Companhia pratica estudos sistemáticos e periódicos sobre sua exposição às taxas de juros praticadas pelo mercado. Análise de sensibilidade de variação nas taxas de juros - A Companhia mantém parte substancial dos equivalentes de caixa indexada à variação do CDI. A expectativa de mercado, conforme dados retirados no informe do Banco Central do Brasil (Relatório Focus), com data base de 03 de janeiro de 2013, indicaram uma taxa mediana (Top 5) efetiva da Selic estimada em 7,25%, cenário provável para o ano de 2013, ante a taxa atual de 7,50%. Os números atuais da Selic representam as medidas econômicas adotadas pelo governo federal que visam reduzir a taxa de juros do país com o principal objetivo de proteger a economia das crises financeiras de crédito internacionais. Além do cenário provável, o Conselho Federal de Contabilidade (CFC), através da resolução nº 1.198/09, determinou que fossem apresentados mais dois cenários com deterioração de 25% (cenário III) e 50% (cenário IV) da variável do risco considerado. Além disso, apresentamos os cenários de aumento de taxas: 25% (cenário I) e 50% (cenário II). Riscos Taxa de Cenário Cenário Cenário Cenário de taxas fechamento Cenário I II III IV de juros 31/12/ provável aum. aum. redução redução 2012 (a.a.) (12/2013) de 25% de 50% de 25% de 50% CDI 8,40% 7,15% 10,50% 12,60% 6,30% 4,20% TR 0,30% 0,36% 0,38% 0,45% 0,23% 0,15% Despesas financ. Emprest. - CDI 21.018 21.732 22.178 20.838 20.391 Emprest. - TR 56.770 56.779 56.821 56.694 56.651 Receitas financ. Aplic. financ. - CDI 5.747 5.942 6.064 5.698 5.576 Valor de mercado dos instrumentos financeiros - Para determinar o valor estimado de mercado dos instrumentos financeiros, foram utilizadas as informações disponíveis no mercado e metodologias apropriadas de avaliação. As estimativas não indicam, necessariamente, que tais instrumentos possam ser operados no mercado diferentemente das taxas utilizadas. O uso de diferentes informações de mercado e/ou metodologias de avaliação poderão ter um efeito relevante no montante do valor estimado de mercado. A Companhia tem como prática não ficar exposta aos riscos de mercado, operando apenas instrumentos que lhe permitam o controle desses riscos. Os valores constantes nas contas do ativo e

Aos Administradores e acionistas da OAS Empreendimentos S.A. São Paulo - SP - Introdução - Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da OAS Empreendimentos S.A. (“Companhia”), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem os balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras - A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), assim como pelos controles internos que a Administração determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes - Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações financeiras preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil - Em nossa opinião, as demonstrações financeiras, individuais (controladora) e consolidadas, acima referidas apresentam adequa-

passivo como instrumentos financeiros (exceto mútuos com as partes relacionadas mencionadas abaixo) encontram-se atualizados na forma contratada até 31 de dezembro de 2012 e correspondem, aproximadamente, ao seu valor de mercado. Conforme mencionado na Nota 10 (item 10.1) às demonstrações financeiras, em 31 de dezembro de 2012 existem operações com partes relacionadas no montante de R$ 158.614 (ativo) e R$ 16.513 (passivo), sem incidência de juros. Apresentamos a seguir os principais instrumentos financeiros ativos e passivos: 2012 Controladora Consolidado Ativo Val. Cont. Val. Justo Val. Cont. Val. Justo Caixa e equival. de caixa 1.402 1.402 80.170 80.170 Aplicações financeiras 52.040 52.040 53.688 53.688 Contas a receber 59.538 59.538 629.969 629.969 Títulos a receber 26.675 26.675 26.675 26.675 Partes relacionadas 345.548 345.548 224.831 224.831 Passivo Fornecedores 6.292 6.292 17.382 17.382 Empréstimos 300.254 300.254 617.638 617.638 Debêntures 292.069 292.069 292.069 292.069 Obrig. p/compra de imóveis 20.613 20.613 62.902 62.902 Partes relacionadas 58.069 58.069 48.295 48.295 2011 Controladora Consolidado Ativo Val. Cont. Val. Justo Val. Cont. Val. Justo Caixa e equival. de caixa 29.087 29.087 103.441 103.441 Aplicações financeiras 70.365 70.365 87.533 87.533 Contas a receber 88.304 88.304 392.518 392.518 Títulos a receber 26.675 26.675 26.675 26.675 Partes relacionadas 315.253 315.253 178.441 178.441 Passivo/Fornecedores 7.392 7.392 19.328 19.328 Empréstimos 255.156 255.156 402.486 402.486 Debêntures 366.301 366.301 366.301 366.301 Obrig. p/compra de imóveis 28.267 28.267 68.892 68.892 Partes relacionadas 4.238 4.238 48.295 48.295 (d) Gestão do capital social - O objetivo da gestão do capital social da Companhia é assegurar que se mantenha uma classificação de crédito forte perante as instituições e uma relação de capital ótima, a fim de suportar os negócios da Companhia e maximizar o valor aos acionistas. A Companhia controla sua estrutura de capital fazendo ajuste e adequação às condições econômicas atuais. Para manter ajustada esta estrutura, a Companhia pode efetuar pagamento de dividendos, retorno de capital aos acionistas, captação de novos empréstimos, emissões de debêntures, entre outros. Não houve alterações quanto aos objetivos, políticas ou processos durante os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011. A Companhia inclui dentro da estrutura de dívida líquida: empréstimos e financiamentos (exceto apoio a produção), debêntures da 2ª emissão e obrigações com compra de imóveis menos disponibilidades (caixa e equivalentes de caixa e aplicações financeiras caucionadas): Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 Empréstimos e financ.s (Nota 12) 270.366 233.989 270.308 233.846 Debêntures 2a emissão (Nota 13) 50.222 63.977 50.222 63.977 Obrig. p/comp. de imóveis (Nota 15) 20.613 33.495 62.902 113.965 (–) Caixa e equiv. de caixa (Nota 5) (12.041) (29.087) (90.808) (103.441) (–) Aplicações financeiras (Nota 6) (41.400) (70.365) (43.049) (87.533) Subtotal 287.760 232.009 249.575 220.814 Patrimônio líquido 406.043 266.140 409.900 269.260 Patrimônio líquido e dívida líquida 693.803 498.149 659.475 490.074 21. Lucro (prejuízo) bruto operacional Controladora Consolidado Receita operacional bruta: 2012 2011 2012 2011 Receita de incorp. imobiliária 71.770 83.100 520.104 370.222 Receita de serviços prestados 17.331 16.433 54.374 58.287 Receita de venda de terrenos 7.800 8.414 7.800 5.239 Total 96.901 107.947 585.278 433.748 Deduções da receita: Devoluções e cancelamentos (12.710) (17.559) (68.658) (36.327) Impostos incidentes s/ as vendas (7.836) (7.798) (22.675) (17.657) Total (20.546) (25.357) (91.333) (53.984) Receita líquida 76.355 82.590 490.945 379.764 Custo das vendas e dos serv. prest.: Custos de incorp. imobiliária (57.597) (93.449) (379.579) (320.063) Custos dos serviços prestados (5.470) (7.354) (6.586) (9.194) Custo dos imóveis vendidos (4.611) (7.634) (4.611) (4.461) Provisão para garantia (372) (2.465) (140) (7.080) Total (68.050) (110.902) (390.916) (340.798) Lucro bruto (prej.) operacional 8.305 (28.312) 100.029 38.966 Os serviços prestados pela Companhia são os de gerenciamento financeiro e empreitada de construção. Adicionalmente, a controlada OAS Imóveis S.A. presta serviços de intermediação imobiliária, consultoria e corretagem. As transações entre as investidas são eliminadas na consolidação. 22. Despesas gerais e administrativas Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 Despesa com pessoal (46.838) (50.760) (46.348) (52.332) Utilidades e serviços (7.791) (3.578) (9.945) (4.022) Despesas gerais (2.229) (2.850) (5.181) (6.204) Serviços de terceiros (11.008) (9.458) (20.350) (16.766) Viagens e representações (2.436) (2.824) (2.641) (2.964) Manutenção e reparos (1.059) (4.365) (1.846) (5.056) Outros (4.065) (7.223) (6.033) (8.434) Total (75.426) (81.058) (92.344) (95.778)

23. Outras receitas e despesas operacionais - líquidas Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 Ganhos (perdas) na aquisição de investimentos (Nota 11) 7.446 7.446 Ganho na alienação do investimento da NH (Nota 11) - 18.000 18.000 Resultado com a venda do investimento GID (Nota 11) 1.738 7.841 1.728 7.841 Ganho na integ. do FII (Nota 11) - 17.500 17.500 Realiz. do lucro na venda do imóvel Arena e Resid. Humaitá (Nota 11) - 26.305 26.305 Indenizações contratuais (a) 6.492 6.492 Outros (28) (1.913) 950 (1.370) Total 15.648 67.733 16.616 68.276 (a) Em janeiro de 2012 a Companhia firmou um instrumento de parceria para desenvolvimento futuro de empreendimento, cujo parceiro possuía uma opção de compra do terreno objeto da incorporação. A opção de compra não foi exercida pela parceira e o contrato com a Companhia foi desfeito. Em consequência do desfazimento do contrato, a parceira se obrigou a pagar a título de indenização o valor correspondente a 50% do VGV total do projeto, que totalizou na data do distrato o montante de R$ 6.492. 24. Resultado financeiro líquido Controladora Consolidado Receitas financeiras 2012 2011 2012 2011 Juros sobre mútuos 16.046 10.127 4.035 1.924 Rendimentos de aplic. financeiras 4.890 13.368 8.166 20.174 Ajuste a valor presente 756 1.748 8.785 7.550 Juros remuneratórios 1.162 2.176 3.827 2.392 Outros 1.557 1.186 2.893 1.789 Subtotal 24.411 28.605 27.706 33.829 Despesas financeiras 2012 2011 2012 2011 Juros sobre emprést. e financ. (66.745) (67.137) (54.896) (58.998) Ajuste a valor presente (315) (761) (1.142) Despesas bancárias (2.751) (927) (3.127) (1.445) Outros (4.522) (2.357) (6.534) (3.559) Subtotal (74.018) (70.736) (65.318) (65.144) Total (49.607) (42.131) (37.612) (31.315) 25. Seguros - Riscos de engenharia e outros - Em 31 de dezembro de 2012 a Companhia e suas controladas possuíam coberturas de seguros contra riscos de engenharia e responsabilidade civil, no montante de R$ 488.879 (R$ 583.202 em 2011), com validade até maio de 2015 e cobertura de equipamentos no montante de R$ 657 (R$ 657 em 2011) com validade até setembro de 2013. O seguro contra riscos de engenharia visa cobrir danos materiais à própria obra e o seguro de responsabilidade civil visa cobrir danos que o processo de execução das obras ocasione involuntariamente a terceiros. A cobertura contratada é considerada suficiente pela Administração para cobrir eventuais riscos sobre seus ativos e/ou responsabilidades. As premissas adotadas, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo dos trabalhos de nossos auditores independentes. 26. Compromissos assumidos - (a) Contratos de locação de imóveis - A Companhia possui contratos de locação de imóveis para fins comerciais, com vigência de 5 de fevereiro de 2007 a 30 de novembro de 2017. O valor mensal contratado é de R$ 305 (controladora e consolidado), os quais são atualizados anualmente pela variação do IGP-M. As despesas registradas no exercício correspondem a R$ 2.911 e R$ 3.104 na controladora e no consolidado, respectivamente. (b) Aquisição de terrenos - Em 31 de dezembro de 2012, a Companhia possui promessas de compra e venda de terrenos localizados em Brasília-DF que serão liquidadas através de permutas de unidades imobiliárias. A Companhia deverá contratar seguro garantia com o objetivo de assegurar a entrega das unidades permutadas. 27. Contratos de construção do setor imobiliário - A Companhia possui contratos de venda de unidades imobiliárias nos quais ocorre a transferência contínua dos riscos e benefícios significativos sobre tais bens permitindo o reconhecimento das receitas e custos à medida que ocorrem essas transferências. Sendo assim, as receitas de vendas são apropriadas ao resultado utilizando-se o método do percentual de evolução da obra de cada empreendimento o qual é mensurado em razão do custo incorrido das obras em relação ao custo total orçado dos respectivos empreendimentos. Em 31 de dezembro de 2012, a Companhia e suas controladas apresentavam as seguintes composições dos empreendimentos: Consolidado 2012 2011 Receita no período (a) 527.798 380.700 Custo no período (b) (379.946) (321.062) Lucros reconhecidos no período 147.852 59.638 Custos incorridos acumulados 1.517.413 1.009.197 Receita acumulada 1.378.658 916.527 Custo acumulado (1.022.280) (831.757) Lucros acumulados 356.378 84.770 Adiantamentos recebidos 80.752 24.737 (a) A receita no período representa os ganhos reconhecidos com a venda de unidades imobiliárias, líquida dos distratos e não contempla os efeitos do ajuste a valor presente - AVP no montante de R$ 7.694 em 31 de dezembro de 2012 (R$ 10.478 em 31 de dezembro de 2011); (b) O custo do período representa os gastos reconhecidos no período decorrente da venda de unidades imobiliárias e não contempla os efeitos do ajuste a valor presente - AVP no montante de R$ 367 em 31 de dezembro de 2012 (R$ 999 em 31 de dezembro de 2011). A Diretoria Contador Rodrigo Pinheiro Andrade - CRC: SE006529/O-0-T-BA

damente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da OAS Empreendimentos S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas preparadas de acordo com o IAS 34 que considera a Orientação OCPC 04 sobre a aplicação da Interpretação Técnica ICPC 02 às Entidades de Incorporação Imobiliária no Brasil, emitida pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e aprovada pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC). Em nossa opinião, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que as demonstrações financeiras consolidadas não foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com a Orientação OCPC 04 sobre a aplicação da Interpretação Técnica ICPC 02 às Entidades de Incorporação Imobiliária no Brasil, emitida pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e aprovada pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC). Ênfase - Conforme descrito na Nota 3, as demonstrações financeiras individuais (controladora) e consolidadas foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. As demonstrações financeiras intermediárias consolidadas preparadas de acordo com as IFRS aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária consideram adicionalmente a Orientação OCPC 04 editada pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis. Essa orientação trata do reconhecimento da receita desse setor e envolve assuntos relacionados ao significado e aplicação do conceito de transferência contínua de riscos, benefícios e de controle na venda de unidades imobiliárias. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto. Conforme descrito nas Notas explicativas 9 e 10, a Companhia e suas controladas têm operações relevantes com partes relacionadas, incluindo transação de venda de participação acionária de entidade que passou a ter controle compartilhado com o Fundo de Investimento Imobiliário-FGTS (FII), detalhadas nas referidas notas. Os resultados decorrentes de transações com partes relacionadas levam em consideração as condições pactuadas entre as partes e poderiam ser diferentes caso realizados com terceiros. São Paulo, 26 de março de 2013

e

ERNST & YOUNG TERCO Auditores Independentes S/S CRC 2SP 015199/O-6

Shirley Nara S. Silva Contadora CRC-1BA 022.650-O-0-“S”-SP

As debêntures de infraestrutura, emitidas de meados do ano passado até agora por meio de seis operações, totalizam cerca de R$ 1 bilhão.

conomia

Debêntures para as elétricas Emissões para financiar projetos de infraestrutura devem ficar entre R$ 5 bilhões e R$ 10 bilhões neste ano

E

m estimativa "conservadora", as emissões de debêntures de infraestrutura no mercado brasileiro em 2013 devem ficar entre R$ 5 bilhões e R$ 10 bilhões, anunciou ontem o gerente executivo do Banco do Brasil, Agui-

naldo Barbieri. No ano passado, o mercado de debêntures somou cerca de R$ 100 bilhões. As debêntures de infraestrutura emitidas até agora, a partir de meados do ano passado, ocorreram por meio de seis operações, totalizando cerca

Severo Villares Projetos e Construções S/A

de R$ 1 bilhão. A emissão deste ano pode aumentar caso saia a regulamentação desse tipo de operação para o segmento de distribuição. Esses papeis podem ser emitidos para financiar projetos desse segmento e possuem isenção tri-

butária, mas portarias do Ministério de Minas e Energia não abrangem investimentos em distribuição, segundo o executivo. Segundo o diretor de Finanças da Cemig, Luiz Fernando Rolla, a empresa deixou de emitir debêntures pa-

CNPJ/MF nº 61.432.472/0001-08

Relatório da Administração Senhores Acionistas:Em cumprimento aos dispositivos legais e estatutários, temos o prazer de submeter ao exame e apreciação de V.Sas., as Demonstrações Financeiras relativas as atividades da empresa do exercício social referente ao período de 01 de Janeiro de 2012 a 31 de Dezembro de 2012 compreendendo o Balanço Patrimonial e as correspondentes Demonstrações de Resultado do Exercício, da Movimentação nas contas do Patrimônio Líquido e das Demonstrações do Fluxo de Caixa. São Paulo, 31 de dezembro de 2012 A Diretoria Balanços Patrimoniais em 31 de dezembro de 2012 (Em Reais) Demonstração de Fluxo de Caixa – Fluxo das Operações (Em Reais) Ativo 2012 2011 Passivo 2012 2011 Fluxo de Caixa Atividades Operacionais 2012 2011 Circulante 31.346.951 33.971.021 Circulante 1.372.868 1.624.006 Lucro do Exercicio 275.245 336.752 Disponível 87.637 360.646 Fornecedores 855.537 759.162 Clientes 6.214.324 2.706.817 Caixa/Bancos 87.637 360.646 Obrigações com Pessoal 382.473 622.475 Impostos a Recuperar 80.910 (196.031) Créditos 31.259.314 33.610.375 Obrigações Tributárias 40.171 39.439 Estoques (229.409) (83.277) Clientes 3.293.092 9.507.416 96.375 (397.620) Outras Contas a Pagar 39.108 129.247 Fornecedores Outros Créditos 18.321.496 14.606.732 (240.002) 197.787 Provisão Contribuição Social 34.736 25.857 Obrigações com Pessoal Impostos a Recuperar 861.376 942.286 733 (6.969) Provisão Imposto de Renda 20.842 47.826 Obrigações Tributárias Estoques 8.783.350 8.553.941 Não Circulante (18.105) (178.597) 8.564.837 11.551.895 Imposto de Renda/Contribuição Social Não Circulante 1.759.910 2.098.791 Exigível a Longo Prazo (90.138) (565.521) 8.564.837 11.551.895 Outros Créditos Realizável a Longo Prazo – 55.574 (3.714.764) (80.617) Refis 519.407 712.560 Outras Contas a Pagar Outros Créditos – 55.574 – 152.175 Adiantamento de Cliente 1.425.794 7.590.000 Despesas Exercicio Seguinte Imobilizado 1.738.962 2.022.268 2.375.168 1.884.900 Outras Contas a Pagar 6.619.636 3.249.335 (=) Caixa Líquido Operacional Imobilizado Líquido 1.738.962 2.022.268 Patrimônio Líquido 23.169.157 22.893.911 Fluxo de Caixa Atividades Investimento Intangível 20.948 20.948 283.306 325.893 Capital Social 28.340.000 28.340.000 Aquisições/Baixa de Imobilizado e Intangivel Intangível 20.948 20.948 55.574 14.981 Reserva de Capital 1.580 1.580 Outros Créditos Total do Ativo 33.106.861 36.069.812 (=) Caixa Líquido de Investimento 338.881 340.875 Adiantamento Aumento Capital 91.695 91.695 Prejuízos Acumulados (5.264.118) (5.539.364) Fluxo de Caixa Atividades Financiamentos Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis em 31/12/2012 (6.164.206) 600.000 33.106.861 36.069.812 Controladas e Coligadas 1) Contexto Operacional: A Severo Villares Projetos e Construções S/A Total do Passivo Refis (193.154) (67.924) é uma sociedade por ações de capital fechado 2) Apresentação das Demonstração dos Resultados (Em Reais) Outras Contas a Pagar 3.370.301 (3.184.820) Demonstrações Contábeis: As demonstrações contábeis foram elabora- Receita 2012 2011 (=) Caixa Líquido de Financiamento (2.987.058) (2.652.744) das com base nas práticas contábeis emanada da lei das sociedades por Vendas e Serviços 4.687.846 5.915.219 Redução Líquida de Caixa (273.009) (426.970) ações 6404/76, sendo adotadas pela primeira vez no exercício de 2008, Impostos (476.752) (454.938) Caixa Equival. ao Início do Per. – Disponibilid. 360.646 787.616 as alterações introduzidas pela lei 11638/07 e MP nº 449/08 bem como os Receita Líquida de Serviços 4.211.094 5.460.282 Caixa Equival. ao Final do Per. – Disponibilid. 87.637 360.646 pronunciamentos do Comitê Contábil (CPC) quando aplicáveis; 3) Sumário Custo das Vendas e Serviços (2.529.565) (5.554.769) das Principais Práticas Contábeis: As demonstrações contábeis foram Lucro Bruto Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (Em Reais) 1.681.528 (94.487) elaboradas com observância ás práticas contábeis adotadas no Brasil. 3.1) Despesas e Receitas Res. Capital Prej. Patrim. A conta caixa e bancos representam valores monetários em moeda nacio- Despesas Operacionais Capital Capital a Realizar Acumul. Líquido (2.854.377) (5.119.019) nal que são utilizados para gerenciamento de seus compromissos a curto Despesas Administrativas (1.013.271) (551.793) Saldo em prazo. 3.2) Os demais ativos são demonstrados pelo valor de custo. 3.3) Despesas Financeiras 508 91.695 1.072 (5.876.115) 22.557.160 (187.334) (490.083) 31/12/2010 28.340.000 Imobilizados são demonstrados ao custo de aquisição subtraído das depre- Receitas Financeiras – – – – 336.752 – 81.298 143.150 Res. do Exerc. ciações acumuladas a serem amortizados a longo prazo.4) Capital Social é Outras Receitas e Despesas Operacionais 2.622.979 6.522.668 Saldo em de R$ 28.340.000,00 representadas por 28.340.000 ações ordinárias nomi- Lucro Antes da C.S.L.L e do IRPJ 31/12/2011 28.340.000 508 91.695 1.072 (5.539.364) 22.893.911 330.824 410.435 nativas de classe única e sem valor nominal. – – – – 275.245 – Provisão p/ Contribuição Social (20.842) (25.857) Res. do Exerc. Mozes Agamenon Mellado de Queiroz – Contador – CRC Provisão p/ Imposto de Renda (34.736) (47.826) Saldo em nº 1SP0224966/O-6; Rebeca da Silva Rodrigues dos Santos – Diretora Lucro Líquido do Exercício 31/12/2012 28.340.000 508 91.695 1.072 (5.264.118) 23.169.157 275.245 336.752

Patru’s Empreendimentos e Participações S/A CNPJ/MF nº 11.089.868/0001-26 Relatório da Administração Srs. Acionistas : Em cumprimento aos dispositivos legais e estatutários, temos o prazer de submeter ao exame e apreciação de V.Sas., as Demonstr. Demonstração dos Resultados dos Exercícios Financeiras relativas as atividades da empresa do exercício social referente ao período de 01 de Janeiro de 2012 a 31 de Dezembro de 2012 comprefindos em 31 de dezembro (Em Reais) endendo o Balanço Patrimonial e as correspondentes Demonstrações de Resultado do Exercício, da Movimentação nas contas do Patrimônio Líquido e 2012 2011 das Demonstrações do Fluxo de Caixa. São Paulo, 31 de Dezembro de 2012 – A Diretoria Receita: Receita Bruta de Vendas – – Impostos – – Balanços Patrimoniais em 31 de dezembro (Em Reais) – – Ativo 2012 2011 Passivo 2012 2011 Receitas: Receitas Financeiras Resultado Partic. Societária – – Circulante – – Circulante – – Despesas: Despesas Administrativas – – Caixa/Bancos – – Fornecedores Despesas Financeiras – – Clientes – – Salários a Pagar – – – – Estoques – – Obrigações Tributarias – – Prejuízo do Exercício Outros Créditos – – Não Circulante – – Demonstração de Fluxo de Caixa - Fluxo das Operações Não Circulante 2.539.854 2.539.854 Exigível a Longo Prazo – – dos exercícios findos em 31 de dezembro (Em Reais) Realizável a Longo Prazo – – Fornecedores Fluxo de Caixa Atividades Operacionais 2012 2011 Depósitos Judiciais – – Financiamentos Lucro/Prejuízo do Exercício – – Outros Créditos – – Outras Contas Depreciação – – Investimentos – – Patrimônio Líquido 2.539.854 2.539.854 Fornecedores – – Participações em Sociedade – – Capital Social 2.539.854 2.539.854 Obrigações Trabalhistas – – Outros Investimentos – – Reserva de Capital – – Outros Créditos – – Imobilizado 2.539.854 2.539.854 Prejuízos Acumulados – – Outras Contas – – Imobilizado Liquido 2.539.854 2.539.854 Recurso para Aumento Capital – – (=) Caixa Líquido Operacional – – Total do Ativo 2.539.854 2.539.854 Total do Passivo 2.539.854 2.539.854 Fluxo de Caixa Atividades de Investimentos Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido dos exercícios findos em 31 de dezembro (Em Reais) Outros Créditos – – – – Capital C. Monet. Res. Legal Res. Reaval. Outras Prej. Acum. Total Aquisição de Imobilizado – – Saldo em 31/12/2010 2.539.854 – – – – – 2.539.854 (=) Caixa Líquido de Investimento Fluxo de Caixa Atividades de Financiamentos Resultado do Exercício – – Saldo em 31/12/2011 2.539.854 – – – – – 2.539.854 Obrigações Tributárias Outras Obrigações – – Resultado do Exercício – – Saldo em 31/12/2012 2.539.854 – – – – – 2.539.854 (=) Caixa Líquido de Financiamento Redução Líquida de Caixa – – Diretoria Caixa Equivalentes ao Inicio do Período Lidia Leida da Silva Disponibilidades 0 0 Diretora Caixa Equivalentes ao Final do Período Disponibilidades – – Mozes Agamenon Mellado de Queiroz – Contador CRC nº 1SP224966/0

ra investimentos em distribuição, por turbulências de mercado. A empresa optou por uma emissão no Novo Mercado, ao justificar que as debêntures de infraestrutura ainda são uma novidade para os investidores. ( R e uters)

Aneel não renova concessão de usina da Cemig

A

Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) recomendou ao Ministério de Minas e Energia (MME) que negue a renovação da concessão da usina de Jaguara, controlada pela Cemig Geração. A companhia mineira tenta prorrogar o contrato da hidrelétrica de 424 MW de potência por mais 20 anos pelas regras antigas, mas o órgão regulador entendeu que a empresa deveria ter solicitado a renovação segundo a nova legislação do setor, alterada em setembro. A Aneel considerou intempestiva a solicitação apresentada pela Cemig em fevereiro deste ano, quando o prazo estipulado no pacote que alterou as regras do setor elétrico determinava que os pedidos de renovação de concessões de usinas deveriam ser apresentados até outubro de 2012. A diretora jurídica da Cemig, Maria Celeste Guimarães, alegou que o contrato da usina de Jaguara, assinado em 1997, garantia à companhia a renovação da concessão por um período de 20 anos. Ela citou a renovação da usina de Serra

da Mesa, controlada por Furnas, meses antes da edição do pacote pelo governo e argumentou que a mudança de regras prejudicava os fundamentos da confiança e da boa fé nas relações entre a Cemig e o poder concedente. "A lei nova não altera uma situação préconstituída O novo regime jurídico não pode retirar o direito da companhia em solicitar prorrogação", disse. Já o diretor-geral da Aneel e relator do caso, Romeu Rufino, seguiu os pareceres da Superintendência de Concessões e Autorizações de Geração e da Procuradoria-Geral e decidiu por orientar o MME a indeferir o pedido da Cemig, pois o mesmo foi realizado fora do prazo previsto no novo regime jurídico do setor. Maria Celeste informou que a Cemig esperará pronunciamento final do MME. O presidente da companhia, Djalma Bastos de Morais, disse que a empresa irá lutar na Justiça pela renovação da usina de Jaguara. A Cemig tentará prorrogar pelas regras antigas os contratos de Miranda e São Simão. (EC)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira, 17 de abril de 2013 VANGUARDA AGRO S.A.- Companhia Aberta de Capital Autorizado - CNPJ/MF sob nº 05.799.312/0001-20 NIRE 35.300.380.657 FATO RELEVANTE A administração da Vanguarda Agro S.A. (“Companhia”) em complemento ao Fato Relevante publicado em 27 de março de 2013, vem a público, em atendimento ao disposto no § 4º do artigo 157 da Lei 6.404/76 (“Lei das S.A.”) e na Instrução CVM nº 358/02, informar aos seus acionistas, ao mercado em geral e demais interessados, que em Assembleia Geral Extraordinária (“AGE”) da Companhia realizada no dia 15 de abril de 2013, foi aprovada a Proposta da Administração de grupamento da totalidade das ações representativas do seu capital social, conforme os seguintes termos e condições: (I) Grupamento de Ações. As 3.486.812.005 (três bilhões, quatrocentas e oitenta e seis milhões, oitocentas e doze mil e cinco) ações ordinárias de emissão da Companhia serão grupadas na proporção de 9 (nove) para 1 (uma). Assim, o capital social da Companhia passará a ser representado por 387.423.556 (trezentos e oitenta e sete milhões, quatrocentas e vinte e três mil, quinhentas e cinquenta e seis) ações ordinárias, sem que haja qualquer alteração no valor total do capital social ou nos direitos conferidos por essas ações aos seus titulares. (II) Prazo para ajuste das posições acionárias. Os acionistas da Companhia poderão, no prazo de 16 de abril de 2013 até 15 de maio de 2013, a seu livre e exclusivo critério, ajustar suas posições de ações em lotes múltiplos de 9 (nove), por meio de negociações privadas ou através de sociedades corretoras de sua livre escolha, autorizadas a operar pela BM&FBOVESPA S.A. - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (“BM&FBOVESPA”) de modo que essas posições acionárias não gerem frações após o processo de grupamento. (III) Ações Grupadas. A partir de 16 de maio de 2013, tendo transcorrido o prazo para ajuste das posições acionárias apresentado no item “II”, as ações representativas do capital social da Companhia passarão a ser negociadas grupadas.(IV) Alienação das Frações Remanescentes.As eventuais frações de ações ainda detidas pelos acionistas, após o decurso do período de ajuste de posições, descritos no item “ii” acima, serão grupadas em números inteiros e vendidas em leilão a ser realizado na BM&FBOVESPA. Todas as informações relativas ao procedimento de venda serão oportunamente divulgadas por meio de Aviso aos Acionistas a ser publicado pela Companhia. (V) Alterações Estatutárias. Em decorrência da aprovação do grupamento de ações de emissão da Companhia, foi igualmente aprovada, na AGE, a nova redação do artigo 5º do seu Estatuto Social, devidamente ajustado para refletir a nova quantidade de ações ordinárias representativas do seu capital social. São Paulo, 16 de abril de 2013 Eduardo de Come Diretor Financeiro e de Relações com Investidores

CONVOCAÇÃO REUNIÃO ANUAL DE SÓCIOS DA EDITORA REFERÊNCIA LTDA. Em cumprimento ao art. 1.078, inciso I, do Código Civil, ficam os sócios da Editora Referência Ltda., CNPJ nº 62.630.777/0001-97, convocados para REUNIÃO DE SÓCIOS a se realizar no dia 25 (vinte e cinco) de abril de 2013, na própria sede da empresa, na Rua François Coty, 228, São Paulo, SP, na sala de reunião, às 10h em primeira chamada, com a presença de todos os sócios, ou às 10h30 em segunda chamada, com qualquer número de presentes, para deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: - Tomar as contas dos administradores e deliberar sobre o balanço patrimonial e o de resultado econômico em relação ao exercício de 2012. Nos termos do art. 1.078, § 1º, do Código Civil, os documentos relativos às contas dos administradores e o balanço patrimonial do exercício de 2012 já se encontram à disposição dos sócios na sede da sociedade, desde o dia 25 de março de 2013.

ECONOMIA/LEGAIS - 25

S. Magalhães S.A. Logística em Comércio Exterior CNPJ nº 58.130.089/0001-90 Relatório da Diretoria Senhores Acionistas: Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012 ficando esta Diretoria à disposição para quaisquer esclarecimentos que julgarem necessários ao perfeito conhecimento das contas apresentadas. Santos, 23 de março de 2013. A Diretoria. Balanço Patrimonial Encerrado em 31 de Dezembro de 2012 (Em Reais) Demonstração do Resultado A T I V O Consolidado P A S S I V O Consolidado Consolidado 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 Circulante 9.423.850 11.713.724 8.652.412 11.843.243 Circulante 10.374.552 5.715.780 20.799.206 10.285.634 Receita Oper. Bruta 43.921.401 40.546.267 107.809.531109.971.424 Disponibilidades 534.369 2.210.225 1.011.750 2.596.060 Fornecedores 4.615.827 3.951.630 13.707.629 12.380.614 1.862.417 1.743.979 4.217.372 4.863.439 (-)Impostos Contas a Receber 5.136.938 2.587.825 1.187.596 313.821 Despachos em Proces. 4.325.269 3.104.786 4.325.269 3.104.786 Receita Oper. Líquida 39.305.574 36.594.638 94.101.902 97.590.810 Clientes 822.628 832.437 3.523.151 2.850.124 Obrig. Previd. e Tribut. 12.269.010 12.764.838 31.362.362 38.956.255 1.081.132 742.916 2.093.400 2.053.232 (-)Custos Operacionais Títulos e Vlrs Mobiliários 2.726.932 5.622.358 2.726.932 5.622.358 Obrig. c/ Terceiros (Finame) 1.911.177 - 7.423.451 - Result. Operac. Bruto 27.036.564 23.829.800 62.739.540 58.634.555 Tributos a Compensar 202.983 460.879 202.983 460.879 Provisão de Férias+Enc. 24.867.530 20.894.235 53.138.362 48.196.105 1.194.558 124.101 2.739.715 264.177 Desp. Adm., Soc. Trib. Não Circulante 16.774.273 3.117.855 31.826.068 21.646.378 546.995 - 1.752.182 Não Circulante 2.734.257 - 6.592.683 14.088.456 Arrendamento Mercantil Valores em Litigio 809.648 810.237 986.174 890.397 196.165 157.760 5.187.502 4.164.740 Obrig. c/ Terceiros (Finame) 2.003.823 - 5.319.250 14.088.456 Depreciações Recursos Trabalhistas 140.777 280.821 423.673 411.884 306.601 130.875 (945.162) (1.249.161) Prov. Processos Trabalh. 370.000 913.000 - Rec./Desp. Financ. Estoque Fiscal Diferido 118.698 - 1.741.813 402.198 2.547.749 298.998 360.434 360.434 - Outras Receitas e Desp. 3.210.272 Títulos e Vlrs Mobiliários 6.556.338 - 6.556.338 - Provisão Fiscal Res. Oper. antes Ir/Csll 5.489.742 1.959.487 6.016.263 3.571.365 13.089.315 9.115.799 13.086.589 9.115.531 Investimentos 3.203.117 330.940 163.066 122.019 Patrimônio Líquido (-)Provisão p/ Ir e Csll 736.430 538.962 1.686.675 789.740 2.812.600 2.812.600 2.812.600 2.812.600 Imobilizado 5.624.708 1.695.857 21.561.101 20.222.078 Capital Social (-)Prov. Prej. Fisc.Irpj/Csll 118.698 - 1.741.813 664.406 664.406 (-)Processos Trab. Conting. 370.000 Intangivel 320.986 393.902 - Reservas de Capital 913.000 10.676.715 6.038.793 10.676.715 6.038.793 Result. Líquido Exerc. TOTAL 26.198.123 14.831.579 40.478.479 33.489.621 Reservas de Lucros 4.502.010 1.420.525 5.158.401 2.781.626 Ações em Tesouraria (400.000) (400.000) (400.000) (400.000) Lucro p/ Ação Dem. de Fluxo de Caixa - Método Indireto 1,601 0,505 1,834 0,989 Part. dos Acionistas ñ Control. Consolidado Res. Atrib. aos Control 5.158.344 2.781.611 (2.726) (268) Res. Atrib. aos ñ Control. 2012 2011 2012 2011 no PL das Controladas 57 15 Fluxo cx. ativ. operac. 4.502.010 1.420.525 8.030.679 2.334.187 T O T A L 26.198.123 14.831.579 40.478.479 33.489.621 José Antonio Gotti TC - CRC -1SP092525/O-2 Lucro líquido do exercício 4.502.010 1.420.525 8.030.679 2.334.187 Demonstrativo das Mutações do Patrimônio Líquido/2012 Aj. p/rec. luc. liq. ao cx. Capital Social Res. de Capital Res. de Lucros Result. do Exercício Ações em Tesouraria Patrim. Líquido gerado pela atividades (1.945.578) 559.958 1.448.695 4.313.181 Saldos em 31.12.11 2.812.600 664.406 4.618.267 1.420.525 (400.000) 9.115.799 Depreciações 196.165 157.760 5.187.502 4.164.740 Distribuição de Lucro (528.493) (528.493) Ganho Cap. Venda Imob. (45.241) (2.140.063) (298.998) Resultado de 2011 1.420.525 (1.420.525) Res. Equiv. Patrimonial (2.872.177) 447.439 (2.872.177) 447.439 Resultado de 2012 4.502.010 4.502.010 Prov. Trabalh. e Fiscais 730.434 - 1.273.434 - Saldos em 31.12.12 2.812.600 664.406 5.510.299 4.502.010 (400.000) 13.089.315 Notas Explic. às Dem. Financ. Exerc. findos em 31/12/11 e 12 (Em R$) amortizações acumuladas estão calculadas pelo método linear, a taxas Distribuição de Lucros (554.257) Var. nos ativos e passiv. 347.389 43.053 (6.211.450) (1.307.122) 1. Contexto operacional: A S. Magalhães S.A. Logística em Comércio estabelecidas em função do tempo de vida útil dos bens. d) Passivo Contas a receber (2.068.108) (2.431.769) (2.152.432) (2.425.015) Exterior, tem como objetivo a prestação de serviços no mercado interno Circulante e Não Circulante: Demonstrado os valores conhecidos e Clientes 9.808 (77.516) (673.027) (53.546) com as atividades de Despachos Aduaneiros, Terminais de Containeres, calculáveis acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e Titulos e Vlrs. Mobiliários 2.895.426 (1.427.769) 2.895.426 (1.427.769) REDEX e Armazéns Gerais. Sua controlada Essemaga Logistica e Transportes das variações monetárias incorridas até a data do encerramento do exercício, Tributos a Compensar 257.896 (197.202) 257.896 (190.361) Ltda. tem como objetivo a prestação de serviços de Transportes Rodoviários levando em consideração a legislação vigência e as clausulas contratuais. Ativos não Circulante (6.534.404) 1.885.593 (8.405.717) 1.260.756 de Cargas. 2. Apresentação das Demonstrações Financeiras: Na e) Impostos e Contribuições são reconhecidos obedecendo ao principio da Fornecedores 136.063 1.201.199 (465.158) 1.569.682 preparação das suas demonstrações financeiras individuais a Sociedade Competência. O regime adotado para a apuração do IR e Contribuição Social Contas à Pagar 17.375 - (251.952) - elaborou de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Os é o do Lucro Real cujas alíquotas incidem sobre o resultado apurado. 4. Despachos em Processam. 344.659 1.094.626 344.659 1.094.626 pronunciamentos e respectivas interpretações e orientações técnicas emitidas Capital Social: É de R$ 2.812.600,00 dividido 2.812.600 ações ordinárias Obrig. Previdenc. e Tribut. 303.216 (29.957) 5.168 (1.185.194) pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis-CPC, os quais, juntamente com nominativas. 5.Obrigações legais, fiscais e previdenciárias: Foram Financ. a Curto Prazo 1.911.177 - (5.561.101) - as práticas contábeis encontram-se devidamente incluídas na legislação constituídas levando-se em conta a legislação em vigor e provisionadas em Prov. 13. sal. e 1/3 férias 1.070.457 25.848 2.475.538 49.699 societária brasileira. 3. Resumo das principais práticas contábeis: a) obediência ao regime de competência. Outras Informações: a) Outras Passivo não Circulante 2.003.823 - 5.319.250 - Apuração de Resultado: As despesas e receitas foram apropriadas pelo Receitas e Despesas: O saldo apresentado de R$ 3.210.272 representa o Rec. líq. Ger. Ativ. Oper. 2.349.565 2.023.536 3.267.924 5.340.247 regime de competência. b) Ativo Circulante e Não Circulante: Demonstrado vlr. do resultado obtido pela venda e baixa de bens móveis do ativo imobilizado Fluxo cx. ativ. invest. (4.025.420) (559.960) (4.297.976) (4.313.183) pelos valores de realização e, quando aplicável, acrescido dos rendimentos no vlr. de R$ 300.000, recebimento de outras rendas no valor de R$ 38.095, Aum. líq. de cx. e bancos (1.675.856) 1.463.576 (1.584.309) 1.027.064 auferidos até a data do balanço. c) Imobilizado: Demonstrado ao custo bem como referente a contabilização positiva do Resultado de Equivalência Cx. bancos inicio exerc. 2.210.225 746.649 2.596.060 1.568.996 corrigido monetário, relativamente aos bens adquiridos até 31.12.95, e pelo Patrimonial no valor de R$ 2.872.176 referente a participação de 99,94% no Cx. bancos final exerc. 534.369 2.210.225 1.011.750 2.596.060 custo de aquisição dos bens adquiridos após esta data. As depreciações e Capital Social da Empresa Essemaga Logistica e Transportes Ltda.

Crilimóveis Empreendimentos Imobiliários S/A

OTIMA – CONCESSIONÁRIA DE EXPLORAÇÃO DE MOBILIÁRIO URBANO S.A. Atual razão social da PRA SP – CONCESSIONÁRIA DE EXPLORAÇÃO DE MOBILIÁRIO URBANO S.A. CNPJ 17.104.815/0001-13 – NIRE 35300446747

Edital de Convocação Assembleia Geral Ordinária Ficam convocados os Senhores Acionistas da Otima – Concessionária de Exploração de Mobiliário Urbano S.A. (atual razão social da PRA SP – Concessionária de Exploração de Mobiliário Urbano S.A.) para se reunirem em Assembleia Geral Ordinária que será realizada no dia 23 de abril de 2013, às 09:30 horas, na sede social da Companhia, na Avenida Pedroso de Moraes, nº 1.553, conjuntos 71, 72, 73 e 74, Ed. Capital Plaza, Pinheiros, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, a fim de deliberarem sobre os seguintes assuntos que compõem a ordem do dia: (i) relatório da Administração, balanço patrimonial e demais demonstrações financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31.12.2012; (ii) destinação do resultado apurado no exercício social encerrado em 31.12.2012; e (iii) fixação do montante global da remuneração da Administração para o exercício de 2013. São Paulo, 13 de abril de 2013. Michael Machado – Presidente do Conselho de Administração.

Cel-Lep Ensino de Idiomas S.A CNPJ/MF nº 10.772.420/0001-40 – NIRE 35.300.367.570 Edital de Convocação Assembleia Geral Extraordinária Ficam convocados os Srs. acionistas de Cel-Lep Ensino de Idiomas S.A. (a “Cia.”) a se reunirem em AGE, que se realizará no dia 25.04.2013, às 10:00 hs., na sede da Cia. localizada na Av. Paulista, 2006,1º andar, São Paulo-SP, para, nos termos dos Arts. 121 e seguintes da Lei nº 6.404/76, conforme alterada e em vigor (a “Lei das S.A.”), deliberarem sobre a versão retificada do laudo de avaliação do patrimônio líquido da Potteri Ensino de Idiomas Ltda. e, em ato contínuo, aprovar a retificação do valor do aumento do capital social da Cia., aprovado na AGE da Cia. realizada em 21.12.2012, e, por fim, ratificar todas as demais deliberações tomadas na AGE da Cia. realizada em 21.12.2012. Informações Gerais: Os acionistas da Cia. deverão comparecer à Assembleia munidos da seguinte documentação: (a) documentos hábeis de sua identidade; e (b) se for o caso, instrumento de mandato, na hipótese de representação do acionista por procurador, outorgado nos termos do Art. 126, § 1º, da Lei das S.A.. O representante legal deverá comparecer à Assembleia Geral munido dos documentos hábeis de sua identidade. Os documentos e informações relativos às matérias a serem discutidas na Assembleia, ora convocada, inclusive o laudo de avaliação contábil da Potteri Ensino de Idiomas Ltda., encontram-se à disposição dos acionistas na sede da Cia.. São Paulo, 12/04/2013. (ass.) Fernando Marques de Oliveira – Presidente do Conselho de Administração. (13,16 e 17/04/2013)

CNPJ/MF nº 13.741.033/0001-34 Relatório da Administração Srs. Acionistas : Em cumprimento aos dispositivos legais e estatutários, temos o prazer de submeter ao exame e apreciação de V.Sas., as Demonstr. Demonstração dos Resultados Financeiras relativas as atividades da empresa do exercício social referente ao período de 01 de Janeiro de 2012 a 31 de Dezembro de 2012 compredos exercícios findos em 31 de dezembro (Em Reais) endendo o Balanço Patrimonial e as correspondentes Demonstrações de Resultado do Exercício, da Movimentação nas contas do Patrimônio Líquido e 2012 2011 das Demonstrações do Fluxo de Caixa. São Paulo, 31 de Dezembro de 2012 – A Diretoria Receita: Receita Bruta de Vendas – – Impostos – – Balanços Patrimoniais em 31 de dezembro (Em Reais) – – Ativo 2012 2011 Passivo 2012 2011 Receitas: Receitas Financeiras Resultado Partic. Societária – – Circulante 2 2 Circulante – – Despesas: Despesas Administrativas – – Caixa/Bancos 2 2 Fornecedores Despesas Financeiras – – Clientes – – Salários a Pagar – – Prejuízo do Exercício – – Estoques – – Outras Contas – – Demonstração de Fluxo de Caixa – Fluxo das operações dos Outros Créditos – – Não Circulante – – exercícios findos em 31 de dezembro (Em Reais) Não Circulante 11.100.000 11.100.000 Exigível a Longo Prazo – – Fluxo de Caixa Atividades Operacionais 2012 2011 Realizável a Longo Prazo – – Fornecedores Lucro/Prejuízo do Exercício – – Depósitos Judiciais – – Financiamentos Depreciação – – Outros Créditos – – Outras Contas Fornecedores – – Investimentos – – Refis – – Participações em Sociedade – – Patrimônio Líquido 11.100.002 11.100.002 Obrigações Trabalhistas Outros Créditos – – Outros Investimentos – – Capital Social 11.100.002 11.100.002 Outras Contas – – Imobilizado 11.100.000 11.100.000 Reserva de Capital – – (=) Caixa Líquido Operacional – – Imobilizado Liquido 11.100.000 11.100.000 Prejuízos Acumulados – – Fluxo de Caixa Atividades de Investimentos Recurso para Aumento Capital – – Outros Créditos – – Total do Ativo 11.100.002 11.100.002 Total do Passivo 11.100.002 11.100.002 Aquisição de Imobilizado – – (=) Caixa Líquido de Investimento – – Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido dos exercícios findos em 31 de dezembro (Em Reais) Fluxo de Caixa Atividades de Financiamentos Capital C. Monet. Res. Legal Res. Reaval. Outras Prej. Acum. Total Obrigações Tributárias – – Saldo em 31/12/2011 11.100.002 – – – – – 11.100.002 Outras Obrigações – – – – Saldo em 31/12/2012 11.100.002 – – – – – 11.100.002 (=) Caixa Líquido de Financiamento Redução Líquida de Caixa – – Diretoria Caixa Equivalentes ao Inicio do Período Rebeca da Silva Rodrigues dos Santos Disponibilidades 2 0 Diretora Caixa Equivalentes ao Final do Período Disponibilidades 2 – Mozes Agamenon Mellado de Queiroz – Contador CRC nº 1SP 224.966/0

Casa Santa Luzia Empreendimentos S/A CNPJ/MF nº 00.899.277/0001-06 Demonstrações Financeiras Srs. Acionistas, em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos apreciação de V. Sas., o Balanço Patrimonial levantado em 31/12/12

Fortec S/A Participações e Empreendimentos CNPJ/MF nº 50.615.301/0001-06 - NIRE nº 35.300.000.871 Assembléia Geral Ordinária e Extraordinária - Edital de Convocação Na qualidade de Diretor Presidente da Fortec S/A Participações e Empreendimentos, venho pela presente convocar os Srs. Acionistas a se reunirem no dia 28 de maio de 2013, às 14:30 horas, na Rua Cel. José Rufino Freire, 453, São Paulo, SP (sede social), para a realização de Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária na qual será deliberado sobre a seguinte Ordem do Dia: 1. Exame, discussão e aprovação das contas, das demonstrações financeiras e do balanço patrimonial do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, a serem publicados no Diário Oficial do Estado de São Paulo e no Diário do Comércio, na forma e prazos dos artigos 124 e 133 da Lei 6.404/ 76; 2. Deliberar sobre o resultado do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2012; 3. Definição da remuneração anual global dos membros da Diretoria; e 4. Deliberação sobre auditoria independente para o ano de 2013. As demonstrações financeiras e demais relatórios e pareceres estarão à disposição dos acionistas na sede da companhia, a partir do dia 28/04/2013, na forma do art. 133 da Lei 6.404/76. Thales Lobo Peçanha - Diretor Presidente. (16, 17 e 18/04/2013)

Mitsubishi Corporation do Brasil S/A - CNPJ nº 61.090.619/0001-29 - NIRE n° 35300019032 Extrato da Ata da Reunião da Diretoria Realizada em 28/03/2013 Data, Hora e Local: 28/03/2013, às 09hs, na sede social, Av. Paulista, nº 1294, 23º and, SP/SP, deliberação e votação eletrônica pela Diretoria. Mesa: Masaki Kondo - Presidente, Emi Fujio Hirata - Secretária. Deliberações Aprovadas: A designação de Diretor Gerente, o Sr. Shugo Okabayashi, japonês, casado, bacharel em economia, RNE nº V214683-S, CPF/MF nº 215.850.728-42, para que, temporariamente acumule as seguintes funções que são exclusivas do cargo de Diretor Presidente: (i) presidir as assembleias gerais e as reuniões da Diretoria, (ii) dirigir todas as atividades sociais, (iii) adquirir, alienar, onerar bens móveis e imóveis de qualquer natureza e (iv) coordenar a ação dos demais membros da Diretoria, a partir de 01/04/2013 até a data da eleição do novo Diretor Presidente, que será eleito pela AGE a ser realizada com esta finalidade. Encerramento: Nada mais, lavrou-se a ata. Diretores Gerente: Shugo Okabayashi; Yoshifumi Hachiya; Yu Shiobara; Emi Fujio Hirata; Takuya Hirakuri; Atsushi Sakurai; Shogo Takeda; Junji Nakanishi; Diretores: Ryosuke Bessho; Hideto Matsuzaki; Jose Renato França de Almeida; Tetsuro Senokuchi; Goro Shiraishi; Kana Hasegawa; Takuya Fujioka; Yuki Hisada; Teppei Otsu e Yasumasa Shinkai. SP, 28/03/2013. Emi Fujio Hirata - Secretária, Maria Murad Paccini - OAB/SP nº 249.333. JUCESP 134.412/13-8 em 11.04.2013. Gisela Simiema Ceschin - Sec. Geral.

Ativo 2011 2012 Ativo Circulante 282.152,38 344.203,51 Disponível 176.160,06 250.129,31 Bancos Conta Movimento 1,00 176,00 Aplicações Financeiras 176.159,06 249.953,31 Outros Valores de Créditos 105.992,32 94.074,20 IRRF à Compensar 62.458,61 61.819,42 IRPJ Antecipado p/ estimativa à compensar 9.442,26 0,00 CSLL Antecipado p/ estimativa à compensar 6.442,87 4.606,20 IRPJ/CSLL à Compensar 27.648,58 27.648,58 Ativo Não-Circulante Realizável À Longo Prazo Investimentos 74.026.868,24 85.800.228,80 Invest.–Casa Santa Luzia Imp. Ltda. 71.684.419,35 83.457.779,91 Ágio Inv.Casa Santa Luzia Imp. Ltda 2.342.448,89 2.342.448,89 Total do Ativo 74.309.020,62 86.144.432,31

Receitas Receitas de Equivalência Patrimonial Receitas de Juros S/ Capital Próprio Receitas Financeiras Despesas Despesas de Juros S/ Capital Próprio Despesas Financeiras Outras Despesas Operacionais Lucro Operacional Resultado Antes da Contribuição Social Provisão p/ Contribuição Social Resultado Antes do Imposto de Renda Provisão p/ Imposto De Renda Lucro Líquido do Exercício

2011 29.639.021,58 26.795.222,97 2.839.391,89 4.406,72 (2.752.499,47) (2.361.000,00) (95.644,29) (295.855,18) 26.886.522,11 26.886.522,11 (6.442,87) 26.880.079,24 (15.340,17) 26.864.739,07

2012 30.379.018,69 26.950.727,74 3.423.401,61 4.889,34 (3.359.488,10) (3.014.000,00) (1.851,46) (343.636,64) 27.019.530,59 27.019.530,59 (4.606,20) 27.014.924,39 (10.967,14) 27.003.957,25

Passivo Passivo Circulante Encargos Fiscais CSLL Estimativa à Recolher Provisão de I.R.P.J Provisão Contribuição Social Encargos Sociais I.N.S.S à Recolher PIS/COFINS à Recolher Honorários Diretores Outras Contas / Passivo Não-Circulante Patrimônio Líquido Capital Reservas de Capital Reservas de Lucros Reserva Legal Reserva de Lucros à Realizar Total do Passivo + P. L.

2011 153.751,22 24.260,16 2477,12 15.340,17 6.442,87 129.491,06 337,90 128.183,06 970,10

2012 166.707,78 17.896,28 2.322,94 10.967,14 4.606,20 148.811,50 385,64 147.318,70 1.107,16

19.800.000,00 242.557,78 54.112.711,62 3.561.209,50 50.551.502,12 74.309.020,62

19.800.000,00 242.557,78 65.935.166,75 3.960.000,00 61.975.166,75 86.144.432,31

Contexto Operacional: A Empresa tem como atividade preponderante a Gestão de Participações Societárias (Holdings). A apresentação do Balanço Patrimonial foi elaborada em observância às práticas contábeis adotadas no Brasil e atendendo às Resoluções do Conselho Federal de Contabilidade - CFC nº 1.152/2009 que aprovou a NBC T 19.18. Adoção inicial da Lei 11.638/2007 e da Medida Provisória nº 449/2008 que alterou os artigos da Lei 6.404/76, que estabelece critérios e procedimentos específicos de avaliação, de registros dos componentes e variações patrimoniais e de estruturação das Demonstrações Contábeis. Investimentos - A Empresa mantém seus investimentos em Empresas Controladas, e efetua a Equivalência Patrimonial em cumprimento ao que dispõe o Artigo 328 do Decreto 1041 de 11/01/94.

Fluxos de Caixa das Ativ. Operac. 2011 2012 Lucro Líquido Antes do IR. 26.886.522,11 27.019.530,59 Itens Que Não Afetam o Caixa: Equivalência Patrimonial (26.795.222,97) (26.950.727,74) Aumento / Redução em Ativos Valores de Créditos (Ativos) (13.573,31) 11.918,12 Aumento / Redução em Passivos Encargos à Recolher 21.793,96 12.956,56 Contas à Pagar 0,00 0,00 Caixa Gerado Pelas Ativ. Operac. 99.519,79 93.677,53 Fluxos de Caixa das Ativ. de Invest. Investimentos em Empresas Coligadas 11.861.385,48 15.177.367,18 Caixa Gerado Pelas Ativ. de Invest. 11.861.385,48 15.177.367,18 Fluxos de Caixa das Ativ. de Financ. 2011 2012 Reservas de Capital / Res. de Lucros 14.864.260,65 11.822.455,13 Receitas Juros s/ Capital Próprio (2.839.391,89) (3.423.401,61) Receitas Financeiras (4.406,72) (4.889,34) Demais Despesas 391.499,47 345.488,10 Divid. Rec., Desp. Juros s/ Cap. Próprio (24.434.222,97) (23.936.727,74) Caixa Gerado Pelas Ativ. de Financ. (12.022.261,46) (15.197.075,46) Aumento / Red. do Caixa no Exerc. (61.356,19) 73.969,25 Saldo Inicial do Caixa 237.516,25 176.160,06 Saldo Final do Caixa 176.160,06 250.129,31

Álvaro Lopes - Diretor Gerente Jorge da Conceição Lopes - Diretor Gerente José F. Barros Junior Contador C.R.C. SP-220.538/O-1

Shopping Center Ibirapuera S/A CNPJ/MF nº 58.579.467/0001-18 Pelo presente, ficam convidados os Srs. Acionistas da Shopping Center Ibirapuera S/A para se reunirem em Assembleia Geral Ordinária no próximo dia 26 (vinte e seis) de abril de 2013, às 09:30 hs (nove horas e trinta minutos), em primeira convocação, no auditório localizado no Piso C 41/2, com acesso pelo hall dos elevadores nºs 5 e 6, do Shopping Center Ibirapuera, na Av. Ibirapuera nº 3.103, nesta Capital, com a finalidade de tomarem conhecimento e deliberarem sobre a seguinte “ordem do dia”: a) leitura, discussão e aprovação do relatório da administração e demonstrações financeiras, acompanhadas de parecer favorável do Conselho Fiscal, relativos ao exercício social encerrado em 31 de Dezembro de 2012; b) proposta da administração, objetivando o pagamento escalonado dos dividendos provenientes do mesmo exercício. São Paulo, 10 de abril de 2013. Armando de Angelis Filho - Presidente do Conselho de Administração.

Richard Saigh Indústria e Comércio S.A. Companhia Fechada - CNPJ nº 61.206.397/0001-67 - NIRE 35.300.042.174 Ficam convocados os senhores acionistas da Richard Saigh Indústria e Comércio S.A. (a “Companhia”) a se reunirem em Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária a ser realizada em sua sede social, na cidade de São Caetano do Sul, Estado de São Paulo, na Rua Heloísa Pamplona, nº 842, Bairro Fundação, CEP 09520-310, no dia 25 de abril de 2013, às 09:30 horas, para deliberarem sobre a seguinte Ordem do dia: em Assembleia Geral Ordinária: i) tomar as contas dos administradores, examinar, discutir e votar as demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012;ii) deliberar sobre a destinação do lucro líquido do exercício e a distribuição de dividendos; e, em Assembleia Geral Extraordinária: i) fixar a remuneração global dos administradores da Companhia;ii) aprovar a Proposta de Aumento de Capital mediante capitalização de parte da reserva de investimentos;iii) caso seja aprovado o item (ii) da Ordem do Dia, aprovar a alteração do art. 5º e a consolidação do Estatuto Social. Os documentos a que se refere o art. 135, §3º da Lei nº 6.404/76 se encontram à disposição dos acionistas na sede social da Companhia. Edgard Nassif Saigh - Diretor Presidente

O 20º notário de São Paulo -André Ribeiro Jeremias - comunica a quem possa interessar que fará o descarte de fichas-padrão depositadas no acervo sob sua responsabilidade antes de 1980, conforme autorização correcional. Interessados nestes documentos, por motivos afetivos - ou por qualquer outro, devem procurar esta serventia e realizar um pedido de busca em até sessenta dias à partir da data desta publicação. Endereço da serventia: Rua Joaquim Floriano, 889, bairro Itaim Bibi, cidade e Estado de São Paulo. Caravelas Negócios Imobiliários S.A. CNPJ/MF nº 13.019.760/0001-92 Edital de Convocação - Assembléia Geral Ordinária Ficam convocados os Srs. Acionistas a comparecerem à Assembléia Geral Ordinária da Sociedade, a ser realizada na sede social, à Avenida Presidente Altino, 603, cj. nº 31, SP/SP, no dia 24/4/2013, às 10hs, a fim de deliberarem a seguinte Ordem do Dia: (i) Tomar conhecimento do relatório da administração, examinar e deliberar sobre as contas da diretoria, o balanço patrimonial e demais demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31/12/2012; (ii) Eleger os membros titulares e suplentes do Conselho de Administração; e (iii) Fixar a remuneração global anual da administração. São Paulo, 12/4/2013. Luiz Martins - Presidente do Conselho de Administração. (13, 16 e 17/04/2013)

Rádio Panamericana S.A.

CNPJ 60.628.922/0001-70 - NIRE 35300029763 - Companhia Fechada Assembleia Geral Ordinária - Convocação Convocamos os acionistas da Rádio Panamericana S.A., para a Assembleia Geral Ordinária a se realizar no dia 26 de abril de 2013, às 11:00 horas, na sede à Av. Paulista, 807, 24º andar, São Paulo/SP, para deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: I) aprovação das demonstrações nanceiras de 31/12/12, publicadas no Diário O cial do Estado de São Paulo e no Diário do Comércio, ambos de 12/4/13, II) Aprovação da distribuição de Juros sobre o Capital e Dividendos, III) Abertura de lial na Cidade de São José do Rio Preto/SP, IV) Outros assuntos de interesse social. São Paulo, 13 de abril de 2013. Antonio Augusto Amaral de Carvalho - Diretor-Presidente. (15, 16, 17)

METALURGICA GOLIN S/A

CNPJ: 49.034.275/0001-35 – NIRE: 35300045955 Assembléias Gerais Ordinária e Extraordinária – Convocação Convocamos os Senhores Acionistas a se reunirem em sua sede social na Estrada Velha de Guarulhos-Arujá, 306 – Bairro dos Fontes, Guarulhos – SP, para AGO/AGE, cumulativamente às 09:00 horas do dia 27/04/2013 para tomarem conhecimento e deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: I - Em AGO: a)-Examinar, discutir e deliberar quanto ao Relatório Anual da Diretoria, Balanço Patrimonial e demais Demonstrações Financeiras referentes ao Exercício Social encerrado em 31/12/2012; b)-Destinação do Resultado; c)-Fixação dos Honorários dos Membros da Diretoria e do Conselho de Administração; II – Em AGE: a)- Outros assuntos de interesse extraordinário. Guarulhos, 27/03/2013. Lourival Odécio Golin – Presidente do Conselho de Administração.

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE ANGATUBA Pregão nº 016/2013 – Processo nº 037/2013 Objeto: serviço de transporte de alunos utilizando veículo tipo ônibus com 40 lugares. Encerramento: 29 de abril de 2013 às 14.00 horas. Informações (15) 3255-9500 – ramal 516 ou 518. Angatuba, 16 de abril de 2013.

Fra Mar Posto de Serviço Ltda, torna público que recebeu da Cetesb a Licença de Operação,45005572, valida até 11/04/2018 para com. varejista de combustiveis p/ veic. automores(postos reve) sito à Av.Santo Amaro, 699, Vl Nova Conceição - São Paulo-SP Auto Posto Nova Itapevi Ltda, torna público que requereu da Cetesb a Renovação da Licença de Operação para com. varejista de combustíevis e lubrificantes, sito à R Professor Dimarães Antonio Sandei, 674, Cidade da Saude-Itapevi-SP Conquista de Mairiporã Com.Varejista de Combustiveis Ltda, torna público que recebeu da Cetesb a Licença de Operação, 15006332, valida até 15/04/2018 para com. varejista de comb. e lubrificantes, sito à R Boa Ventura Pinto da Silva, 77, Centro- São Paulo-SP

Brassinter S/A Indústria e Comércio

CNPJ nº 56.994.460/0001-37 Relatório da Diretoria Senhores acionistas: Em cumprimento as disposições legais e estaturárias, submetemos à apreciação de V.Sas, as demonstrações contábeis referente ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2012. São Paulo, 16/4/2013. Balanços patrimoniais em 31 de dezembro (Em reais) 2012 2011 Ativo 2012 2011 Passivo e Patrimônio Líquido Circulante Circulante Fornecedores 998 1.084 Caixa e equivalentes de caixa 1.994 1.639 Salários, provisões e contribuições sociais 1.864 2.306 Contas a receber de clientes 4.908 4.937 Dividendos a pagar 600 Estoques 6.066 7.766 Empréstimos e f inanciamentos 161 253 Impostos a recolher 606 467 Impostos a recuperar 514 423 270 270 Outras contas a receber 53 176 Impostos parcelados - CP Outras contas a pagar 149 205 Despesas antecipadas 15 45 Total do passivo circulante 4.047 5.185 Total do ativo circulante 13.549 14.986 Não Circulante Não Circulante Impostos parcelados - LP 436 463 23 23 Depósitos para recursos 766 519 Provisão para riscos fiscais 459 486 Impostos a recuperar 250 260 Total do passivo não circulante Patrimônio Líquido Créditos diversos 278 Capital social 26.000 26.000 Imobilizado, líquido 25.612 27.512 Reserva de lucros 9.671 11.884 Total do ativo não circulante 26.627 28.569 Total do patrimônio líquido 35.671 37.884 Total do Ativo 40.177 43.555 Total do Passivo e Patrimônio Líquido 40.177 43.555 Demonstração do Resultado para o Exercício Findo em 31 de dezembro de 2012 (Em milhares de reais - R$) 2012 2011 Lucro Operac.antes do Resultado Financeiro (1.441) 1.173 Receita Líquida de Vendas 43.886 50.534 Resultado Financeiro Custo dos Produtos Vendidos (35.558) (37.813) Receitas financeiras 287 576 Lucro Bruto 8.328 12.721 Despesas financeiras (142) (88) Receitas (Despesas) Operacionais Variação cambial, líquida 9 (113) Despesas comerciais (2.081) (2.360) Lucro Antes do IRPJ e CSLL (1.287) 1.548 Despesas gerais e administrativas (6.085) (7.577) (860) Remuneração dos administradores (1.597) (1.786) Imposto renda e contribuição social (1.287) 688 Outras receitas (despesas), líquidas (7) 174 Lucro Líquido do Exercício A Diretoria:

Brassinter S/A Indústria e Comércio

José Henrique Bonin - Contador CRC SP 1SP 207678

Demonstração dos fluxos de caixa dos exercícios findos em 31 de dezembro 2012 (Em milhares de reais - R$) Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais 2012 2011 Fluxo de caixa das atividades de investimento Lucro Líquido do exercício (1.287) 688 Aquisição de imobilizado (2.612) (2.492) Ajustes p/ reconciliar o lucro líq. do exercício c/ o Caixa líq. aplicado nas ativid. de caíxa líq. gerado pelas atividades operacionais: investimento (2.612) (2.492) Ajustes do exercício anterior (216) (306) Depreciação 4.252 4.202 Fluxo de caixa das atividades de financiamento Valor residual dos ativos permanentes baixados 260 Contas a receber de clientes 29 128 Empréstimos e financiamentos pagos (principal) (92) (1.546) Estoques 1.700 150 Impostos a recuperar (81) (36) Empréstimos e financiamentos pagos (juros) (24) Depósitos Judiciais (247) de dividendos (1.310) (1.150) Outras contas a receber 432 (259) Pagamentos Caixa líq. aplicado nas atividades Fornecedores (86) (855) de financiamento (1.402) (2.720) Impostos a recolher 139 (292) Redução do saldo de caixa e Salários, provisões e contribuições sociais (442) 63 equivalentes de caixa 355 (1.700) Outras contas a pagar (56) 23 Caixa e equivalentes de caixa Impostos parcelados (27) - Saldo inicial 1.639 3.339 Outras obrigações e contasa pagar 6 Saldo final 1.994 1.639 Caixa líquido gerado pelas atividades Redução do saldo de caixa e operacionais 4.369 3.512 equivalentes de caixa 355 (1.700) Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido para o Exercício Findo em 31 de dezembro de 2012 - (Em milhares de reais - R$) Reserva de lucros Capital social Reserva legal Lucros acumulados Total Saldos em 31/12/010 26.000 2.003 11.249 39.252 Ajuste de exercício anterior (306) (306) Lucro líquido do exercício 688 688 Reserva legal 38 (38) Distribuição de dividendos (1.150) (1.150) Dividendos propostos (600) (600) Saldos em 31/12/2011 26.000 2.041 9.843 37.884 Dividendos distribuídos (710) (710) Resultado do exercício (1.287) (1.287) Resultado de Anos Anteriores (216) (216) Saldos em 31/12/2012 26.000 2.041 7.630 35.671 As Notas Explicativas e o parecer dos Auditores estão arquivadas na Companhia e a disposição dos Acionistas

REC Pátio Maceió S.A. CNPJ/MF nº 10.212.749/0001-56 Relatório da Diretoria Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Financeiras condensadas da Sociedade, referentes aos exercícios findos em 31/12/2012 e de 2011. A Diretoria Demonstração dos Fluxos de Caixa Exercícios Balanço Patrimonial em 31 de dezembro - Em milhares de reais findos em 31 de dezembro - Em milhares de reais 2012 2011 Ativo 2012 2011 Passivo e patrimônio líquido Fluxo de caixa das atividades operacionais 2012 2011 Circulante Circulante 5 9 (110) (152) 2 31 Prejuízo do exercício Caixa e equivalentes de caixa (Nota 3) 5 8 Fornecedores (Nota 6) Ajustes de receitas e despesas não envolvendo o caixa Impostos e contribuições 1 1 Impostos a recuperar 1 Atualização de depósitos judiciais (1) (1) Outras obrigações 13 6 Não circulante 13 6 Var. nas contas de ativo e passivo: Impostos a recuperar 1 (1) Total do passivo 16 38 Realizável a longo prazo Depósitos judiciais (7) Patrimônio líquido (Nota 7) 5.181 5.156 Depósitos judiciais (Nota 4) 13 6 Capital social (Nota 7a) Fornecedores (28) 11 5.496 5.300 Propriedades para investimentos (Nota 5) 5.179 5.179 Adiantamentos p/futuro aumento de capital (Nota 7b) Outras obrigações 7 135 196 (138) (143) Prejuízos acumulados (450) (340) Caixa líquido consumido das atividades operacionais Total do ativo 5.197 5.194 Total do passivo e patrimônio líquido 5.197 5.194 Fluxo de caixa das atividades de investimento 54 Demonstração do Resultado Exercícios findos em 31 de dezembro Demonstração das Mutações do Patrim. Líquido - Em milhares de reais Ativos financeiros ao valor justo por meio de resultado Caixa líquido consumido nas atividades de investimento 54 Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma Capital Adiant.p/futuro Prejuízos Despesas operacionais 2012 2011 social aum. de cap. acumul. Total Fluxo de caixa das atividades de financiamento Adiantamentos para futuro aumento de capital 135 95 Despesas gerais e administrativas (Nota 8) (92) (135) Em 31 de dezembro de 2010 5.300 101 (188) 5.213 135 95 Despesas tributárias (Nota 9) (18) (18) Adiant. p/futuro aum.de cap. 95 95 Caixa líq. proveniente das atividades de financiamento (3) 6 Prejuízo operacional antes do resultado financeiro (110) (153) Prejuízo do exercício (152) (152) Aum. (redução) líq. de caixa e equivalentes de caixa 8 2 Resultado financeiro (Nota 10): Receitas financeiras 1 1 Em 31 de dezembro de 2011 5.300 196 (340) 5.156 Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício 5 8 Despesas financeiras (1) Aumento de capital (Nota 7a) 196 (196) - Caixa e equivalentes de caixa no fim do exercício Jorge Carlos Nuñez-Diretor, Bianca C. Micheloni-CRC 1SP253.163/O-7 Prejuízo do exercício (110) (152) Adiant. p/futuro aum.de cap. 135 135 Ações em circulação no final do exercício (em milhares) 5.496 5.300 Prejuízo do exercício (110) (110) As dem. financ., acompanhadas das Notas Explic. e do Relatório dos AudiPrej. por ação do cap. social no fim do exerc. - R$ (0,02) (0,03) Em 31 de dezembro de 2012 5.496 135 (450) 5.181 tores Independentes estão à disposição dos Acionistas na sede da Cia.

Crilipar Participações e Empreendimentos S/A CNPJ/MF nº 07.667.683/0001-84 Demonstrações Financeiras referentes aos exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em Reais) Balanço Patrimonial Demonstração de Resultado 2012 Ativo 31/12/2012 31/12/2011 Passivo + Patrimônio Líquido 31/12/2012 31/12/2011 – Circulante 47.589.241,19 3.532.051,67 Circulante 3.396,32 124.709,17 Rec. operac. bruta/Rec. bruta da extr. mineral – Disponível 54.258,54 557.188,48 Salário, pro-labore e autônomos a pagar 2.345,56 – Deduções das receitas/Rec. operac. líquida Custos: Custos da prestação de serviços – Caixa e bancos 54.258,54 190.364,72 Impostos terceiros retidos na fonte 114,88 – Custo da locação de bens – Aplicacações financeiras – 366.823,76 Impostos e contribuições sobre o lucro – 2.709,17 Custo da extração mineral – 935,88 122.000,00 Créditos 13.222.182,65 2.974.863,19 Outras obrigações tributárias Custo da constr. e incorporação – Impostos e contribuições a compensar 13.939,12 16.540,47 – Adiantamentos 12.757.384,83 2.590.000,00 Exigível a longo prazo – – Lucro ou prejuízo operacional bruto Despesas operacionais (1.172.948,17) Outras contas a receber 450.858,70 368.322,72 (42.000,00) Estoques 34.312.800,00 – Resultado do exerc. s futuros – – Despesas trabalhistas Encargos sociais (6.480,00) Estoque 34.312.800,00 – (19.279,50) Realizável a longo prazo 55.901.804,77 101.546.195,38 Patrimônio líquido 129.425.450,18 130.605.198,30 Serviços de terceiros (30.537,98) Depósitos judiciais 7.872,00 7.872,00 Capital social subscrito 2.500.000,00 2.500.000,00 Despesas gerais 8.178,85 Títulos a receber 55.893.932,77 101.538.323,38 Lucros ou prejuízos acumulados 565.198,30 (487.464,51) Receitas financeiras (698,61) Permanente 25.937.800,54 25.651.660,42 Lucros ou prejuízos do exercício (1.179.748,12) 1.052.662,81 Despesas financeiras Resultado com participação societária 273.676,10 Investimentos 25.937.800,54 25.651.660,42 Recursos para aumento de capital 127.540.000,00 127.540.000,00 Impostos e taxas (1.355.807,03) Participações em sociedades 25.834.300,80 25.465.624,70 Lucro ou prejuízo operacional líquido (1.172.948,17) Bens móveis e imóveis 103.499,74 186.035,72 Resultado não operacional (6.799,95) Imobilizado – – Despesas não operacionais (6.799,95 D Total do ativo 129.428.846,50 130.729.907,47 Total do passivo 129.428.846,50 130.729.907,47 Resultado antes da CSLL e IRPJ (1.179.748,12) Diretoria: Rebeca da Silva Rodrigues dos Santos Erico de Lima Azevedo – Contador CRC 1SP 224.223/O-7 Resultado do exercício (1.179.748,12)

2011 – – – – – – – 1.056.458,56 (30.076,51) (6.480,00) (10.727,50) (22.998,56) 30.248,19 (162,22) 1.238.216,70 (141.561,54) 1.056.458,56 (3.795,75) (3.795,75 D 1.052.662,81 1.052.662,81


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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e Quando a franquia está aberta às boas ideias

quarta-feira, 17 de abril de 2013

O ideal sempre é incentivar a participação, para trazer referências, dividir experiências, melhorar processos e experimentar mudanças. Cláudia Bittencourt, do Grupo Bittencourt

conomia

Paulo Pampolin/Hype

Maciel, da Casa do Construtor, fez parceria com lojas vizinhas e apresentou um sistema inovador para acondicionar materiais.

Algumas marcas se dispõem a ouvir seus franqueados e, melhor que isso, colocar em prática suas sugestões. Os resultados são tão bons que incentivam crescentemente esse movimento, afirmam especialistas.

N

ão basta ser franqueado: tem que participar. Desenvolver uma forma de ampliar a divulgação dos serviços em parceria com outras lojas do entorno foi a ideia que teve Francisco Maciel, dono da franquia da rede Casa do Construtor no Mandaqui (Zona Norte de São Paulo). Colocada em prática, resultou em bom negócio por ajudar a trazer mais clientes a todos os envolvidos. Outro sucesso foi a invenção, pelos colaboradores dele, de um processo de acondicionamento de materiais que reduz custos, melhora a organização do trabalho e facilita a contagem de peças para fins de inventário. Já a sugestão de Edilene Raquel da Costa Mancin, franqueada da rede Restaura Jeans na cidade de Pirassununga (SP), de criar uma espécie de universidade corporativa – onde fosse possível aprender e desenvolver melhorias para uniformizar os processos de conserto e customização de roupas, "além de compartilhar coisas que deram certo no dia a dia de cada loja", conforme disse – acabou se transformando no Projeto FOCO. O e n g a j a m e n t o d e f r a n-

queados como Francisco e Edilene que, por estarem na ponta da operação invent a m , d esenvolvem ou simplesm e n t e s ug e r e m ideias úteis e i n o v a d oras que podem melhorar o modelo de negócio n o q u a l a t u a m – a ssim como a expressiva aceitação dessas ideias pelos franqueadores, por meio de fóruns, encontros regionais e outros canais de comunicação – têm sido um movimento cada vez mais presente no setor de franchising nos últimos anos, afirmam especialistas. A mudança no perfil de quem se interessa em abrir uma franquia vem influenciando esse movimento: segundo a sócia do Grupo Cherto, Filomena Garcia, o setor atrai empreendedores preparados, com histórico de sucesso na carreira, que antes assumiam funções de liderança ou têm conhecimentos específi-

Especialistas aconselham atenção aos critérios

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Divulgação

Karina Lignelli

A Restaura Jeans agregou ao negócio a venda de produtos

Edilene (primeira à direita) sugeriu aos franqueadores a criação de uma espécie de universidade corporativa para desenvolver melhorias cos em finanças e marketing. "Não entra só quem quer 'trocar um emprego por um negócio', mas gente que quer empreender, abrir quatro, cinco, dez lojas. Aplicar esses conhecimentos ajudam a agregar muito à rede, e todo mundo ganha com isso", ressalta. A diretora do Grupo Bittencourt, Cláudia Bittencourt, tem opinião semelhante. Hoje, segundo ela, é tônica nas redes de franquias, principalmente nas empresas já consolidadas, trabalhar com essa participação dos franqueados nas decisões estratégicas. Isso ajuda a olhar sua unidade como parte importante do todo, e mostra o quanto se pode contribuir pela melhoria do negócio. A especialista lembra, inclusive, que nos Fóruns Internacionais de Franquias (IFAs) sempre se aborda a conscientização pelo franqueador de que o franqueado não é um cliente, mas um parceiro que trabalha para atender melhor o consumidor, que consegue perceber sua postura, como pensa e como compra. "Assimilar esse pensamento (de ter um franqueado participativo) estabelece relação de con-

fiança entre as partes, e ajuda a criar uma verdadeira engrenagem, a tirar o melhor da rede para todos". Bons resultados – A transparência na relação franqueadofranqueador tem sido considerada um dos grandes pilares de sustentação em redes como Restaura Jeans e Casa do Construtor, na opinião de seus executivos. Na primeira, o projeto FOCO (sigla para Filosofia Oculta de Concentração de Objetivos) – nascido a partir da sugestão da franqueada Edilene – além de melhorar aspectos profissionais e pessoais dos franqueados, promove encontros mensais onde se discute a gestão estratégica e operacional da franquia através de conceitos de administração comercial, financeira, marketing e de pessoas. Outra ideia, sugerida há três anos por um franqueado de Salvador (BA) que deu certo, segundo o diretor de operações da Restaura Jeans, Ramón Guedes: agregar ao negócio original da rede – serviços de tingimento, reparos e customização de roupas – a venda de produtos para conservação dessas roupas, desodorantes para calçados, ca-

Do cotidiano pode sair a inovação

O

que leva uma fisioterapeuta e um profissional com 35 anos na área financeira a migrarem para o franchising? Além do desafio de atuar em áreas diferentes, Edilene Raquel da Costa Mancin e Francisco Maciel viram no setor uma boa oportunidade de colocar ideias em prática pelo modelo participativo do setor. A franqueada da Restaura Jeans, por exemplo, que decidiu empreender na área de reparos e customização de roupas pela falta desse serviço em sua cidade (Pirassununga), percebeu que o contato diário com os clientes, bastante seletivos e que procuram sempre novidades, era uma forma de criar e compartilhar processos mais fáceis de trabalhar. Edilene conta que, quando começou, há dois anos, percebeu que a rede tinha dire-

cionamento e ideias claras. Porém, muita coisa que acontecia nas lojas era comentada nas reuniões mas nunca idealizada. “Sugeri mais encontros regionais, inclusive de costureiras, ou algo como uma universidade corporativa para melhorar e incorporar as estratégias do dia a dia, para unificar o processo a quem vive as necessidades de cada lugar”, diz ela, que lembra que o “negócio cresceu mais de 50%” quando, através do projeto FOCO, criado a partir de sua ideia, passou a tomar as rédeas do negócio, agregando até serviços como lavanderia e tratamento de couro, por exemplo. “Também comecei a divulgar mais, e passei até a oferecer cafezinho para os clientes após descobrir, em pesquisas de pós venda, que eles esperavam isso”, conta,

animada. “Atingi meu objetivo: ser bem falada na cidade pelo meu empreendimento, e continuar a fidelizar clientes, sempre compartilhando o que for melhor para a rede toda”, comemora. Já Francisco, que tem uma loja da Casa do Construtor há quatro anos e se prepara para abrir a próxima, enxergou no boom da construção civil não só uma forma de ganhar dinheiro, mas um ramo promissor de atuação onde as operações cotidianas podem ajudar a melhorar a eficiência do trabalho – inclusive com ideias inovadoras de colaboradores. Além de aproveitar a ideia de um mecânico de sua unidade – de acondicionar rodizios que ficavam soltos embaixo dos andaimes, no próprio pallet que sustenta os equipamentos – o franqueado criou um sistema de divulgação de

produtos e serviços que transforma os lojistas do entorno em parceiros comerciais. Francisco também procurou fazer cursos específicos com fabricantes dos equipamentos que loca para orientar os clientes sobre a melhor utilização de máquinas politrizes de piso, por exemplo – mesmo que o serviço não faça parte do seu negócio. “A rede já tem um cultura que estimula esse tipo de participação, e tudo o que entra na linha do 'faça você mesmo' sempre engrandece o negócio. Divido o sucesso com a equipe, e assim todo mundo fica satisfeito e trabalha melhor. É dentro dessa lógica que tento administrar”, conta Francisco, cuja loja já recebeu o Prêmio Inovação e também o de Melhor Empresa para Trabalhar (o “Great Place to Work”) da rede. (KL)

oas ideias são sempre bem vindas, mas é preciso tomar cuidado ao aplicá-las dentro do franchising, onde a regra é seguir direitos e deveres dentro de um modelo de negócio já formatado. Segundo Filomena Garcia, do Grupo Cherto, a pior coisa que pode acontecer é o franqueado colocar uma ideia em prática sem combinar antes com o franqueador, para fazer as devidas adaptações. “Pode ser que (a ideia) não seja válida, por mudar não só o modelo de negócio, mas também o posicionamento da marca. A ideia pode até ser boa, mas o fato de colocá-la en prática sem permissão leva o franqueador a avaliá-la diretamente com uma visão crítica, e não aberta”, explica a especialista, lembrando da importância de o franqueador criar canais para ouvir a rede, fazer consultorias de campo ou criar fóruns regionais para o franqueado apresentar suas ideias. “A Associação Brasileira de Franchising (ABF), inclusive, destaca anualmente aqueles que criaram algo positivo que pôde ser replicado em toda a rede”, lembra. Cláudia Bittencourt, do Grupo Bittencourt, reforça que sempre é preciso atender a critérios para apresentar ideias e projetos, já que a decisão

darços, amaciantes de couro e até protetores para os pés, entre outros do tipo. “Além de conseguir fornecedores de atacado que atendem a rede como um todo, a venda de produtos foi um grande diferencial que agregou pelo menos 10% ao faturamento nas lojas”, conta. Guedes afirma que, por vivenciar o dia a dia do negócio, os franqueados enxergam uma série de oportunidades que os franqueadores não percebem. "Por isso trabalhamos essa participação deles na intranet, em fóruns específicos ou na convenção anual, onde é possível ter essa interação e saber o que acontece em relação às tendências de mercado", explica, lembrando porque aproveitar essas ideias é uma via de mão dupla: após participarem do projeto FOCO, alguns franqueados relataram ter dobrado o faturamento. Outros melhoraram a ótica de gestão por aprender a controlar cada centavo que entra e sai do caixa. “É questão de sobrevivência. Quando se controla, já não é fácil ter lucro. Mas se não controla, o prejuízo vem fácil”. Já na Casa do Construtor, de serviços de locação de equipa-

maior sempre será do franqueador. Caso contrário, se perde o controle da rede – o que não é saudável. “O ideal sempre é incentivar a participação – desde que não interfira no conceito do negócio – para trazer referências, dividir experiências, melhorar processos e experimentar mudanças”, orienta. A especialista lembra que essa é uma tendência natural, já que quanto mais o sistema evolui e mais existe nível de consolidação nas unidades, mais o franqueado participa. "Mas a característica dessa evolução do início é atuar dentro desses processos e controles mais rígidos de forma que, sem quebrar a confiança entre as partes, se agregue melhorias importantes ao negócio", conclui. (KL) Divulgação

Filomena, do Grupo Cherto: é preciso combinar antes.

mentos para construção civil, além de existir um importante instrumento de gestão de caráter consultivo – o Conselho de Franqueados, diz o diretor de operações e produtos Expedito Arena –, há o Prêmio Inovação, que não só premia as melhores ideias, mas orienta e autoriza sua aplicação na rede. O executivo menciona inovações como a criação de um guarda-corpo metálico para andaimes, guinchos adaptáveis a caminhões de menor porte e até a criação de uma ferramenta onde a fatura é o próprio boleto, que além de economizar papel, dá mais rapidez ao processo de cobrança. “Se os palpites são bons, porque não aproveitar para todos? Com a troca de experiências, tudo vira um lado só querendo dar certo”, ressalta. Mesmo dizendo que não dá para medir em números o impacto dessas ideias, Arena afirma que são elas que ajudam a rede a se destacar como marca premium, conhecida fora dos limites normais do mercado em que atua. “O cliente aceita até pagar mais pela qualidade do nosso trabalho. E isso não tem preço”, acredita.


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DC 17/04/2013 by Diário do Comércio - Issuu