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Diário do Comércio - 16/01/2014

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Inflação eleva o juro básico a 10,5% ao ano

Sugestões para rolezinhos bem-vindos

Jornal do empreendedor

São Paulo, quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

R$ 1,40

O presidente da ACSP e Facesp, Rogério Amato, espera que esta 7ª alta seguida da Selic seja a última. Pág. 11

Boa notícia: o mundo volta a crescer. O PIB mundial subirá 3,2%. Pág.11.

Shannon Fagan/Folhapress

Ernesto Rodrigues/Estadão Conteúdo

Conclusão: 23h40

www.dcomercio.com.br

Ano 90 - Nº 24.042

A onda de encontros de jovens em shoppings, os "rolezinhos", se espalha. Há pelo menos 11 marcados para os próximos dias em 9 capitais. Alguns organizadores falam em luta contra "a desigualdade social" e o Planalto teme que a atividade ganhe grandes dimensões. Mas se é para ganhar dimensão, sugerimos:

9 771679 268008

para doar sangue;

para limpar praias;

Estadão Conteúdo

Sandro Vox/Estadão Conteúdo

24042

Página 4

ISSN 1679-2688

de bike, para se divertir;

Márcio Fernandes/Estadão Conteúdo

rolezinho na biblioteca, para ler;

mutirão em enchentes;

Washington Alves/Light Press/Divulgação

hortas comunitárias. Pág. 8

Paulo Pampolin/Hype

22 anos depois, o maior livro do Brasil. O advogado Vinicios Leôncio resolveu reunir a legislação federal e de 5.565 municípios sobre impostos. Resultado: uma obra de quase 50 mil páginas, com 2 m de altura por 1,40 m de largura, que precisou de um novo parque gráfico – as gráficas do mercado não tinham como dar conta das normas da maior carga tributária do planeta. Pág. 6

J. Duran Machfee/Estadão Conteúdo

Olha aqui o inverno Feira Prêt-à-porter desfila tendências da estação no Expo Center Norte. Pág. 13

Como ampliar negócios na internet? Cinco respostas do Google na pág. 16


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

A política não é um jogo de ganha-ganha – mas o ganho de alguns geralmente reflete a perda de outros. Roberto Fendt

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rão para o Brasil. Um mundo onde o crescimento volta a ser multipolar pode induzir mudanças em nosso modelo de crescimento. Às exportações de matérias primas minerais e do agronegócio poderemos adicionar exportações de maior valor agregado, já que os Estados Unidos e a Europa são grandes compradores desse tipo de produtos. Os riscos estão presentes na travessia. Acumulamos um grande número de distorções em nossa economia, cuja conta virá em 2015 e 2016. Precis a re m o s d e re f o rm a s q u e mantenham, dentro de certos limites, os programas de inclusão social. Mas precisaremos de mais recursos para financiar a infraestrutura. E isso requer a retomada da confiança dos investidores, tanto internos como externos.

CENÁRIOS PARA OS PRÓXIMOS QUATRO ANOS

recisaremos corrigir os preços que estão represados para que eles reflitam adequadamente custos, como é o caso dos derivados de petróleo e dos transportes públicos. Precisaremos cortar subsídios ao crédito, favorecido aos amigos do rei e ao consumo de diversos bens e serviços. Levar a cabo tudo isso provocará turbulências políticas, por certo. Os atuais beneficiários das políticas em vigor não aceitarão passivamente as mudanças. A política não é um jogo de ganha-ganha – mas o ganho de alguns geralmente reflete a perda de outros.

P ROBERTO FENDT

ma leitora – a julgar pela indagação, gestora de ativos financeiros – escreve e pergunta: qual o seu cenário econômico para os quatro anos do próximo governo? Perguntinha difícil de responder, cara leitora. O mais bem sucedido dos futurólogos, Nostradamus, deve boa parte de seu sucesso ao fato de não especificar apropriadamente quando e onde suas profecias se realizariam. A verdade é que o futuro ainda está por vir, da mesma forma que o passado já não existe mais. O futuro é o que pudermos e desejarmos construir, dadas as circunstâncias que enfrentarmos. O máximo que posso fazer é explicitar algumas tendências que julgo reconhecer e, a partir delas, tentar formar um

quadro do possível. Nessa construção, há riscos a minimizar e oportunidades a aproveitar. A primeira tendência que observo é a da mudança do quadro externo ao longo dos próximos quatro anos – m udanças nas nossas circunstâncias, por constituírem algo que está além de nossa capacidade de moldar.

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possível que estejamos chegando ao fim do ciclo de rápido crescimento de nosso principal parceiro comercial, a China. Por muito tempo, foi possível à China transferir pessoas, cuja produtividade no campo era quase nula, para atividades de alta produtividade nas cidades. Vem desse aumento da produtividade o assombroso crescimento chinês.

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Entretanto, já é possível vislumbrar um arrefecimento nas taxas de crescimento da China, decorrentes da rápida urbanização do país, de sua demanda por infraestrutura, e por uma expansão exacerbada do crédito, agora em processo de arrefecimento. Vislumbro também, nos países industrializados do Ocidente – Estados Unidos e Europa Ocidental – uma segura retomada da atividade econô-

grande a expectativa dos milhares de visitantes interessados nas principais novidades e perspectivas do segmento na NRF Retail’s Big Show, o maior e mais tradicional evento de varejo do mundo, que acontece esta semana em Nova York. A feira reúne 520 expositores de mais de 80 países. Nesta edição de 2014, o Sebrae-SP levou uma missão de 160 empreendedores, que ao fim da viagem com certeza estarão mais aptos a desenvolver em seus negócios as tendências

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mundiais de gestão no varejo – o segmento que mais reflete a situação econômica dos países. Só para lembrar, em 2012,com o impacto das crises norteamericana e europeia, a edição da NRF teve por tema “Retail Means Jobs”, enfatizando a importância do setor na geração e manutenção dos empregos e seu protagonismo na recuperação econômica das nações. á em clima de pósrecessão a economia americana tem dado sinais

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m nosso país, tudo indica que a geração que assumiu o poder em 1985 poderá começar nos próximos quatro anos a passar o bastão a uma nova geração. Essa no-

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No Brasil, tudo indica que a geração que assumiu o poder em 1985 poderá começar, nos próximos quatro anos, a passar o bastão para uma nova geração.

Varejo mundial em destaque IVAN HUSSNI

mica, no caso dos primeiros, e lenta, mas inexorável, no caso da segunda. Isso implicará mudanças geopolíticas importantes, que afetarão o curso futuro da atividade econômica no Brasil.

evidentes de recuperação. Assim, a temática da NRF neste ano derivou deste sentimento de perspectivas elevadas para o varejo e sua importância na composição do PIB dos países. Ao longo dos últimos anos, a relação entre o mercado varejista e os consumidores passou por profundas transformações, o que impõe às empresas varejistas a necessidade de se abastecer de informações detalhadas e precisas para auxiliar na tomada de decisões com relação ao comportamento do consumidor. O desafio agora é como aproveitar todos esses dados e informações

geradas pela relação com o cliente na estratégia de relacionamento com eles. De nada adianta colher dados e não saber interpretá-los, ou não usá-los para melhorar um atendimento, aperfeiçoar um produto ou oferecer um serviço extra que atenda à necessidade deste consumidor. esta edição da NRF pudemos ver várias formas inovadoras de aperfeiçoar a experiência de compra dos consumidores, considerando os diversos segmentos e portes de lojas e como anda a integração dos diversos canais de comercialização nos principais varejistas ao redor do mundo. Em meio a tanta tecnologia e estratégias para colher dados, a mensagem central desta edição traduz uma espécie de retorno à verdadeira alma do varejo. Muitos varejistas

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va geração não é saudosista do desenvolvimentismo clientelista dos anos 50. Sua métrica é a eficiência, quer nas atividades privadas quer na provisão de serviços públicos. A nova geração – que esteve e provavelmente retornará às ruas ainda esse ano – , quer mudanças. É possivel que essas mudanças também modifiquem o quadro eleitoral nos estados, tornando a concentração do poder menor e constituindo freios ao inconteste poder do governo federal. É possível também que nessa desconcentração do poder o Congresso Nacional retome, pelo menos parcialmente, a iniciativa em matéria legislativa – atualmente quase um privilégio do Executivo. Se tudo isso se materializar, diversas oportunidades surgi-

nascidos no " boom" do ecommerce trouxeram suas experiências de resgate da loja física, mas repaginada da forma que o mercado exige; moderna, acessível e adaptada para propiciar ao cliente uma experiência de compra mágica na loja. Isso exige dos empreendedores adaptações constantes, com experiências p ersonalizadas e capazes de encantar e fidelizar um novo consumidor, cada vez mais exigente. s tecnologias apresentadas na feira também refletem esta nova realidade. São centenas de expositores, a maioria com vendedores falando em português e preparados para tirar as dúvidas dos empresários brasileiros, que trouxeram seus lançamentos voltados para mobilidade, interatividade e integração dos diversos

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e formos capazes de fazer o que é preciso fazer para sairmos de um marasmo de crescimento similar ao tivermos na década perdida de 1980, teremos a nosso favor um novo quadro internacional positivo. Podemos e devemos surfar nesta onda que se aproxima. Como pode ver, leitora, meu cenário para os próximos quatro anos é condicionalmente favorável. Depende apenas de nós tirarmos partido das oportunidades e minimizar os riscos para retomarmos o crescimento nacional.

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ROBERTO FENDT É ECONOMISTA

canais de venda, com o objetivo de fazer com que o cliente se sinta em casa, fique mais tempo nas lojas e isso se converta em vendas. iante de tanta tecnologia e sacadas dos grandes varejistas brasileiros, os empresários das micro e pequenas empresas paulistas participantes da nossa missão empresarial certamente têm muito dever de casa para fazer ao voltar ao Brasil e repensar seus negócios. Mas eles certamente voltarão mais confiantes por saber que o grande recado esta numa regrinha básica do varejo, que muitos já aprenderam: o cliente em primeiro lugar, mas com todo o carinho e atenção que ele merece.

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IVAN HUSSNI É DIRETOR TÉCNICO DO SEBRAE-SP

Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Cesário Ramalho da Silva Edy Luiz Kogut João Bico de Souza José Maria Chapina Alcazar Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Miguel Antonio de Moura Giacummo Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Renato Abucham Roberto Mateus Ordine Roberto Penteado de Camargo Ticoulat Sérgio Belleza Filho Walter Shindi Ilhoshi

Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, Marcel Solimeo Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Editor-Chefe: José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br). Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br). Editores Seniores: chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), José Roberto Nassar (jnassar@dcomercio.com.br), Luciano de Carvalho Paço (luciano@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br), Marcus Lopes (mlopes@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br). Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Heci Regina Candiani (hcandiani@dcomercio.com.br), Tsuli Narimatsu (tnarimatsu@dcomercio.com.br) e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br. Subeditores: Rejane Aguiar e Ricardo Osman. Redatores: Adriana David, Evelyn Schulke, Jaime Matos e Sandra Manfredini. Repórteres: André de Almeida, Karina Lignelli, Kety Shapazian, Lúcia Helena de Camargo, Mariana Missiaggia, Paula Cunha, Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibellis e Sílvia Pimentel. Editor de Fotografia: Agliberto Lima. Arte e Diagramação: José dos Santos Coelho (Editor), André Max, Evana Clicia Lisbôa Sutilo, Gerônimo Luna Junior, Hedilberto Monserrat Junior, Lino Fernandes, Paulo Zilberman e Sidnei Dourado. Gerente Executiva e de Publicidade Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações Valter Pereira de Souza (valter.pereira@dcomercio.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estadão Conteúdo, Folhapress, Efe e Reuters Impressão S.A. O Estado de S. Paulo. Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60

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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

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Havia na época do regime militar mais pluralismo politico e ideológico do que o existente hoje.

Estelionato histórico SÉRGIO PAULO MUNIZ COSTA magine um Brasil que elegesse adversários políticos para presidente e vicepresidente da República, para exercerem juntinhos os seus mandatos, como aconteceu com JK e Jânio Quadros com João Goulart. E no qual Carlos Prestes, o líder do ilegal Partido Comunista Brasileiro, com sua prisão decretada, submisso a uma potência estrangeira responsável pela morte de brasileiros – a hoje finada União das Repúblicas Socialistas Soviéticas – circulasse faceiro por aí, reunindo-se escondidinho com autoridades e afirmando estar "no governo". Some-se a isso um presidente anterior, Getúlio Vargas, que descobriu que o "mar de lama" que o cercava no palácio mandava matar opositores e, desesperado ante a perspectiva de ser alijado do poder, decidiu se matar. Subtraia então um presidente em exercício, Carlos Luz, decidindo dar um golpe para não deixar o sucessor eleito tomar posse, com o seu ministro da Guerra, o General Lott, dando um contragolpe com direito a correria de tropas pelo Rio de Janeiro e tiro de canhão em navio de guerra da Marinha apinhado de políticos.

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e ouviu falar, mas não entendeu nada de uma estória de marinheiros rebelados no Sindicato dos Metalúrgicos do Rio de Janeiro, extrapole para uma tragédia bem recente e visualize os controladores de voo da Aeronáutica, arrolados na investigação do acidente da aeronave da Gol em 2006, depois de presos por indisciplina, saírem libertos pelo presidente da República, em triunfo diante das câmeras, carregando nos ombros um "Brigadeiro do Povo", e que o ministro (ou comandante) da Aeronáutica que os puniu se demitisse. Volte um pouquinho para ver se entende o motim dos sargentos em Brasília e colo-

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tuídas por um racialismo que compromete a unidade nacional e a paz social. Impõe-se à população ordeira e trabalhadora uma legislação cada vez mais intrusiva e extorsiva, ao mesmo tempo que se transige no cumprimento da lei e da ordem por marginais individuais e coletivos. Um país que recentemente se orgulhou de universalizar o ensino elementar, queda-se perplexo diante da falência das escolas em ensinar o mínimo a muitos. A liberdade de ação que a esquerda dispõe atualmente para desgovernar o Brasil foi conquistada com a falsificação do passado. Algo tão eficaz que conseguiu calar a direita e o centro do espectro politico no debate sobre os rumos do País. Parte expressiva da dita oposição tem as mesmas origens esquerdistas dos grupos hegemônicos no poder e tem-se a impressão de que simplesmente gostaria de sê-los, em gênero, número e grau. Havia durante o regime militar mais pluralismo politico e ideológico do que existe hoje. Isso é um fato e assinala um retrocesso do qual muito pouca gente se dá conta.

que militares da ativa armados e entrincheirados num ministério da Esplanada, amotinados contra uma decisão do STF. Multiplique tudo pela renúncia de Jânio Quadros, eleito pela direita, e a convocação de João Goulart,que estava visitando a China comunista em plena Guerra Fria,para assumir o governo. ivida isso pela apresentação por um deputado no Congresso Nacional do documento dos ministros militares, alertando que aquilo não ia dar certo, e Leonel Brizola, cunhado de João Goulart, em resposta, promovendo um levante armado no Rio Grande do Sul, estado que governava. Eleve tudo ao quadrado com João Goulart, presidente em pleno poder,berrando num comício em frente ao Ministério da Guerra para uma multidão ensandecida que pedia "reformas de base" na "lei ou na marra", indo participar dias depois de uma assembleia de dois mil sargentos no Automóvel Clube do Brasil.

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omplicado não? Mas esse era o Brasil de cinco ou seis décadas atrás.O que aconteceu, só pode hoje ser imaginado, pois nada disso está nos livros. Foi apagado. Afinal, em sociedades não desenvolvidas, os poderosos do momento podem promover ou proibir os livros que bem entendem, pretendendo reescrever a história a seu bel prazer, e isso, por sinal, faz parte do desconhecimento que as caracteriza. Por incrível que pareça, não são livros que fazem a História. Eles podem ser elogiados, queimados ou ignorados. O que faz a História são os registros dos fatos e a memória dos acontecimentos, sujeitos ao reexame dos pesquisadores e às interpretações dos historiadores. Neste ano, não serão os incontáveis livros, filmes, peças teatrais, seminários, re-

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d i f e re n ç a entre o Brasil de 1964 e 1985 é abismal, não só do ponto de vista econômico e social. O arcabouço politico, jurídico e institucional da atual república é também o resultado do reformismo do regime militar, goste-se dele ou não. Apenas alguns ousarão afirmar isso ao longo de 2014, mas o mínimo que conseguirem servirá sempre para lembrar que aquiloque fazemos com nossa memória enquanto povo é o que definirá o que seremos como nação.

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portagens e programas de rádio e TV sobre 1964 -de cunho sectário e marxista mas pagos com o dinheiro de todos nós que irão alterar a memória e a História do Brasil. No entanto, o apagamento transitório da História, a recusa em examinar prudentemente os acontecimentos de nosso passado tem consequências, políticas. É difícil imaginar que o maniqueísmo esquerdista que se pratica hoje no País não afete a nossa capacidade de apreen-

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der a realidade. Emprega-se o Exército e as polícias para expulsarem milhares de brasileiros de suas terras em nome de supostos direitos posteriores, ao mesmo tempo em que se impede que defendam o in-

contrastável direito anterior de propriedade. miscigenação e a tolerância que marcaram nossa evoluçãohistórica foram descartadas, substi-

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SÉRGIO PAULO MUNIZ COSTA É HISTORIADOR

BRASIL 2020 – O RETORNO. m setembro/2012 escrevemos o artigo "Brasil: buraco 2020”, basicamente colocando que até lá não haverá mais País. Depois de alguns meses, com a carruagem andando e a economia degringolando, fomos criticados pela data "2020". É comum que em lugar de observar que o que escrevemos é real, nunca uma fantasia, sejamos taxados de pessimistas. Mas, neste caso em particular, passamos a ser otimistas demais para muitos. Começamos a ouvir que o que prevíamos acontecerá bem antes. Muitos leitores e amigos falaram em algo entre dois a três anos. Sabemos disso. Nosso primeiro rascunho era para 2017. Resolvemos ampliar o prazo para não chocar muito. O que todos estão percebendo agora, e que já falamos há mais de uma década, está assustando a muitos. Temos visto mais realidade nas pessoas agora. O País está numa situação crítica e a Ilha da Fantasia, com seus "nervosinhos" está enfeitando cada vez mais o Frankenstein.

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e já dizíamos que o país não tinha futuro, isso é mais real agora. Em 2020 não haverá recursos para nada. A máscara do País

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caiu, e não só os analistas internos estão percebendo isso. Os estrangeiros já perceberam a farsa. E também outra coisa que sempre dissemos: que nunca fomos do BRIC,pois este em realidade é apenas RIC. O mesmo já ocorreu na década de 70, quando éramos dos NICs – New industrialized Countries. É só ver onde estamos agora, e onde estão os antigos componentes daquele bloco, que eram nada menos que Hong Kong, Singapura, Coréia, Taiwan. Está cada vez mais sólida a mentira, fartamente divulgada, de que tiramos dezenas de milhões de brasileiros da pobreza. E que nossa classe média é de 54% da população. Deve mesmo ser classe média quem tem ganho mensal per capita de R$ 291,00 a R$ 1.019,00 segundo a SAE – Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência... Dá para criar os filhos, colocá-los filhos nas escolas e universidades, ter casa e carro próprio, etc! economia não cresce e o consumo está em baixa. As famílias, por culpa do (des)governo, estão endividadas. Tudo pela mal sucedida e insistente política de desenvolvimento pelo consumo. Desenvolvimento se faz basicamente com

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investimento. E investimento médio de 18% nos últimos 19 anos não indica essa política. Os empresários não estão investindo. Para investir é preciso ter claro o horizonte futuro de médio e longo prazo. Empresário só investe assim, se souber que vai ter retorno. Não é como as famílias, que compram sem pensar no futuro, apenas verificando se a prestação cabe no bolso naquele momento. O exterior também já percebeu a fraude brasileira. A vontade de investir está em baixa. E com a SXC recuperação da economia mundial, e os diversos acordos comerciais no mundo sem o Brasil, como vivemos denunciando, as coisas só tendem a piorar. E não é por falta de aviso, ós e muitos outros já avisamos isso há muitos anos. Em 2004 e 2007 concedemos entrevistas a jornalistas coreanos falando

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sobre o futuro, sobre qual era a realidade que seria vista em alguns anos. Não nos acreditaram à época; devem estar arrependidos agora. A dívida da União continua subindo expressivamente, e a economia para pagamento dos juros da dívida e do seu serviço continua muito abaixo do necessário. Isso fez com que a dívida tenha passado de 88 bilhões de reais, em 1994, para 1,1 trilhão de reais em 2002, daí para 2,4 trilhões em 2010 e hoje está em 3 trilhões. Será acima do PIB em 2020. A carga tributária cresce ano a ano, tendo passado de 13% em 1948 para 22% em 1989, estando hoje em 36%, segundo dados oficiais. De acordo com nossos cálculos, pelo seu retorno e pelo que temos que pagar daquilo que o governo deveria nos dar, ela é algo como 50 a 60% conforme explicamos em artigo anterior. E continuará subindo até a explosão final. Será impossível continuar

indefinidamente, mas isso ainda deve ocorrer por vários anos. E os gastos do governo continuam subindo acima do crescimento do PIB - Produto Interno Bruto. um determinado momento, se terá pouco para consumir. A renda disponível diminui na mesma proporção que sobe a carga tributária. E sem renda não há consumo, não há investimento, não há produção. Chegará o momento, o que é absolutamente inevitável, em que não haverá mais como aumentar a carga tributária. Também não se poderá mais pagar nada da dívida. Não haverá recursos para investimento, nem para pagamento das aposentadorias, mesmo elas caminhando célere para ser de um salário mínimo a todos os trabalhadores. Milhões já perderam boa parcela do benefício ao longo dos anos. A perda cessa ao se atingir o salário mínimo, inevitável a todos ao longo do tempo. Nem para a bolsa-esmola haverá recursos. Não se pode tirar recursos de onde não existem, de uma economia paralisada. Para aqueles que se assustarem, recomendo que façam algo. Para aqueles que não se assustarem, e considerarem isso apenas fantasia ou pessimismo,

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SAMIR KEEDI

sugerimos aguardar o futuro para nos dar razão. Já não há mais como evitar o juízo final nesses termos. A menos, é claro, que se dê um calote geral na economia, na dívida. claro que se pode amenizar o desastre, e vamos a ele. Um ponto é reduzir drasticamente o tamanho do Estado; outro é eliminar totalmente a corrupção endêmica do País e punir severamente quem fizer o que não deve, a começar pelo governo. Sem ações sérias não há como falar em algum futuro, o que ainda é possível se começarmos hoje.

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SAMIR KEEDI É BACHAREL EM ECONOMIA, PROFESSOR DE VÁRIAS UNIVERSIDADES E DA ADUANEIRAS E AUTOR DE VÁRIOS LIVROS EM COMÉRCIO EXTERIOR SAMIR@MULTIEDITORAS.COM.BR


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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Separado há meses de

Mônica Bellucci, Vincent Cassel está no Rio de Janeiro, depois de temporada na Bahia.

gibaum@gibaum.com.br

2 “No meu tipo de atividade não existe aposentadoria. Aposentadoria é a morte. Vou fazer o quê? Jogar dominó?”

MANOEL CARLOS // 80 anos, autor de novelas, que pretende continuar escrevendo.

Fotos: BusinessNews

Gran finale Uma das cenas finais de Amor à Vida criada por Walcyr Carrasco (poderá ser modificada) seria o casamento de Felix (Mateus Solano) com Niko (Thiago Fragoso) num cartório. Felix estaria todo de branco, lamentando não poder usar “véu e grinalda” e assinando no documento oficial, no local reservado a noiva . Poderia mesmo ter uma cena dos dois, no aeroporto, partindo para lua-de-mel. O próprio Walcyr, contudo, acha que tudo isso poderia se transformar numa grande caricatura.

EX-CONJUGE Há quem aposte que Sandro Pedroso, 30 anos, cujo relacionamento com Susana Vieira, 71 anos, durou quatro anos (ele morado com ela sob o mesmo teto), possa entrar com uma ação de indenização contra a atriz global. O período em que viveram maritalmente, dá a Sandro a posição de ex- cônjuge pela legislação vigente e ele poderia ir à justiça buscar algum tipo de recompensa material. Prevenida, Susana Vieira já consultou seus advogados sobre a possibilidade.

A baiana Adriana Lima, uma das angels da Victoria’s Secret, que também deu o ar da graça na festa da Bola de Ouro , em Zurique, é a estrela da campanha e do catálogo da marca de lingerie para o Dia dos Namorados. Nos Estados Unidos (e em grande parte do planeta, menos no Brasil que acontece dia 12 de junho), a data é festejada em 14 de fevereiro. É o Valentine’s Day, data em que a Igreja Católica celebra o dia de São Valentim, bispo e mártir do final da Idade Média. No catálogo, Adriana também sugere joguinhos íntimos para os namorados.

Só para namorados

A auditoria realizada pela Controladoria-Geral da União, órgão vinculado à Presidência, que revelou que, em 2012, a Caixa Econômica Federal promoveu uma espécie de confisco de milhares de cadernetas de poupança (525 contas que engordaram o lucro em R$ 719 milhões), apurou também que, por conta da manobra, R$ 950 milhões foram distribuídos entre os funcionários a título de participação nos resultados , recebendo diretores, gerentes de divisão e demais funcionários do primeiro escalão generosos bônus. Até 14º e 15º salários teriam sido dados. Agora, a mesma Controladoria-Geral da União defende a devolução desse dinheiro recebido, mesmo que seja em parcelas, descontado mensalmente nos vencimentos. Diretores não querem devolver nada.

Dinheiro de volta

Por interferência pessoal e um tanto irritada do expresidente Lula, todo o pessoal da direção do PT que atuava na área do site do partido acaba de ser mudada. O exchefe do Governo exigiu de Rui Falcão providências rápidas, depois da publicação do texto A Balada de Eduardo Campos, desancando o candidato do PSB ao Planalto. Lula continua achando que é ideal “deixar uma janela aberta” nas relações com o socialista.

Cota pessoal Até por recomendação de Lula, criador da jogada de filiação de Josué Gomes da Silva, da Coteminas e filho do falecido vice-presidente José Alencar, ao PMDB mineiro, embora resida em São Paulo, Dilma Rousseff gostaria de ter o empresário no Ministério do Desenvolvimento, no lugar de Fernando Pimentel. E seria na sua cota pessoal – nada a ver com o PMDB.

A temporada de teatro no eixo Rio-São Paulo começa com um bom espetáculo, em cartaz no Teatro Leblon (sala Fernanda Montenegro): é Callas , de Fernando Duarte, sobre a vida da diva Maria Callas, desta vez vivida pela atriz e ex-modelo Silvia Pfeifer, 55 anos, na foto, com Cássio Reis, também no elenco e Marília Pêra, 71 anos, diretora do espetáculo. Quem foi aplaudiu de pé. E quem reviu Marília considerou sua plástica a melhor do showbiz .

Estréia de Callas

Champanhe com gelo A Möet et Chandon acaba de fazer uma parceria com o hotel Tivoli São Paulo-Mofarrej e vai promover restritos eventos à beira da piscina, nas tardes de sábado e domingo em São Paulo. E também está lançando a Möet Ice Imperial, o primeiro champanhe do mundo criado para ser bebido com pedras de gelo, o que acaba com as bolhinhas. Para os exigentes consumidores de marcas como Heidsieck, Perrier-Jouet, D. Perignon ou Krug, trata-se de um verdadeiro pecado mortal. Para quem não sabe: hoje, entre os jovens, nos barzinhos, vinho branco é tomado com gelo na maior.

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Dourado e preto.

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QUEM MANDA

to alugado e já tem sido visto circulando, muito animado, uma com uma bonita mulata do Salgueiro.

Encruzilhada O PMDB quer provar que não é nem um tigre de papel, depois da água gelada que o vice Michel Temer recebeu da presidente Dilma Rousseff com relação ao apetite do partido na reforma ministerial. Só que tem consciência de que não pode chutar o balde para valer, protagonizando uma retirada de seus homens de todos os cargos e ministérios que o partido ocupa. Caso fosse essa a alternativa seguida, a primeira super-sequela seria Michel Temer ser substituído como candidato a vicepresidente na chapa de Dilma.

ESCONDIDO Jorge Hereda, presidente da Caixa, não fala: até no caso dos rumores do fim do Bolsa Família, ficou escondido o maior tempo possível atrás de comunicados, até que Dilma Rousseff determinou que ele colocasse a cara para bater – e até hoje o episódio emite maus odores. Nesse confisco de cadernetas de poupança também não quer falar. Nos governos petistas, a presidência da Caixa acumula outros imbroglios: Hereda substituiu Jorge Mattoso no cargo. É aquele que teria autorizado a invasão na conta do caseiro Francenildo.

MISTURA FINA A MINISTRA Carmen Silvia é a presidente interina do Supremo, nas férias de Joaquim Barbosa e, na semana que vem, quem assume o posto será Ricardo Lewandovski. Os dois não assinarão mandato de prisão para o deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP). Acham que a tarefa é de Barbosa que só retornará a Alta Corte dia 3 de fevereiro.

A MARCA de produtos para casa Trousseau, criada por Romeu Trussardi e hoje tocada por Adriana e Romeu Trussardi Neto, está lançando a bicicleta Riviera, em edição limitada, produzida na Itália. Tem selim de couro e a pintura recebe banho de cromo com tons para proteger a peça contra riscos ou amassados. Como as bicicletas européias, tem cesta em vime à frente.

Flores na cabeça A nova moda neste verão são as tiaras de flores, que lembram nativas do Havaí nos antigos musicais do Metro nos anos 50 ou ainda os filmes de Dorothy Lamour. Só que tem muita gente também usando – e especialmente nas cidades de praia – uma única e grande flor nos cabelos, com inspiração na personagem Márcia, a vendedora de hot-dogs vivida por Elisabeth Savalla em Amor à Vida .

MAIS: fechou o apartamen-

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Prateado e preto.

O mágico Guido Nos sites de humor, na internet, proliferam as gozações em cima do ministro da Fazenda, Guido Mantega, rotulado de mágico, devido às suas constantes jogadas “para enganar a platéia”. Muitos chamam Mantega de Houdini , outros de David Copperfield tupiniquim. Alguns mostram Mantega escondendo ou tirando cartas da manga, e ao lado, exercendo as funções de ajudante do mágico, a presidente Dilma Rousseff. Também é profetizado o que o ministro faria depois de deixar a Fazenda e uma das alternativas seria o lançamento de um livro chamado Mágicas ao alcance de todos.

O EX-governador Paulo Souto (DEM) poderá concorrer ao governo na Bahia contra o PT e Geddel Vieira Lima, do PMDB, deverá ser candidato ao Senado. Numa grande aliança, a vice seria ocupada por um homem tucano.

A NOVA edição de Playboy com grande ensaio de Kate Moss teve (outra vez) vendas abaixo das esperadas, o que faz a tradicional publicação iniciar novo ano debaixo de nuvens cinzas. Foi às bancas, inclusive, com reduzido número de páginas, provocando novos boatos no mercado editorial. No passado, as vendas caíram por excesso de “mulheres-frutas”; agora a revista incursionaria pelo segmento de “assistentes de palco” de programas de TV.

FERNANDO Henrique Cardoso e sua namorada Patrícia Kundrat, que já rodaram por praias do Nordeste, estão agora em Trancoso. FHC fica se divertindo, enviando mensagens de texto para o senador Aécio Neves pelo celular e, de vez em quando, uma foto.

Colaboração:

Paula Rodrigues / Alexandre Favero

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GUERRA VIRTUAL Após ataque do PT a Eduardo Campos no Facebook, chamando-o de 'playboy mimado', o PSB deu o troco e chamou o PT de "seita fundamentalista" e de "covarde" na rede social.

MARANHÃO

reocupada com a rebelião no PMDB devido à reforma ministerial, a presidente Dilma Rousseff solicitou ontem uma conversa reservada com o vice-presidente da República, Michel Temer, antes do encontro de caciques peemedebistas previsto para a noite no Palácio do Jaburu. Insatisfeitos com os rumos da reforma ministerial e sem acordo para as disputas nos Estados, dirigentes do PMDB decidiram pedir socorro ao expresidente Luiz Inácio Lula da Silva para tentar apaziguar a relação com Dilma, o que a deixou bastante irritada. O clima de tensão entre o principal parceiro do PT na coalizão está escancarado com líderes do PMDB voltando antecipadamente das férias para discutir mais espaço no governo em troca de apoio para a reeleição da presidente. Lula está de férias, mas retornará às atividades no fim do mês. Para uma ala do PMDB, somente o ex-presidente – articulador político da campanha da reeleição de Dilma – pode solucionar o conflito.

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PRETENSÕES O PMDB ameaça antecipar para abril a convenção nacional do partido – na qual poderia deliberar sobre a saída do governo –, em retaliação à decisão de Dilma de não ampliar o espaço do partido no ministério, a fim de conseguir acomodar outras siglas aliadas. Os peemedebistas querem ganhar o Ministério da Integração Nacional, além de manter os que já têm (Minas e Energia, Previdência, Turismo, Agricultura e Aviação Civil). Mas Dilma chegou a avisar Temer que não ampliaria o espaço do partido. Nos bastidores, Lula já foi acionado para tentar contornar a crise com o maior partido aliado e garantir um ministério de peso. PSD DISPUTA FATIA O PSD do ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab está formalmente na disputa por mais espaço na Esplanada dos Mi-

Planalto tenta amenizar crise com tornozeleiras eletrônicas s tornozeleiras eletrônicas, equipamentos para monitorar presos que estão fora de unidades penitenciárias, começarão a ser utilizadas no Maranhão, que vive uma crise no sistema prisional do Estado. Os primeiros aparelhos chegam hoje a São Luís e fazem parte das medidas prometidas pelo ministro da Justiça José Eduardo Cardoso para conter a crise no Estado. Outros Estados, como São Paulo, já recorrem ao equipamento, que serve como alternativa para reduzir a superlotação nos presídios. Segundo o juiz da 2ª Vara de Execuções Penais de São Luís (MA), Fernando Mendonça, o aparelho poderá ser usado para controlar algumas categorias de presos, entre eles os provisórios e os que cumprem prisão domiciliar ou medidas cautelares (um homem que responde por agressão pela Lei Maria da Penha, por exemplo, e não pode se aproximar da vítima). Também poderá ser monitorado o preso condenado por estupro ou homicídio que adquire o direito de usufruir a liberdade condicional. " Po d e s e r u m a f o rm a d e acompanhá-lo no início, para que ele não fique completamente solto na rua, sem controle", disse Mendonça. A escolha dos detentos ficará a cargo dos juízes. Em visita ao Maranhão na semana passada, o ministro Eduardo Cardozo anunciou um comitê contra crise de segurança no Estado. O uso das tornozeleiras eletrônicas estava previsto entre as medidas de apoio anuncia-

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Lula, salvador do PMDB?

Líderes do partido esperam que ex-presidente interceda junto a Dilma nistérios. Kassab, que se deslocou na terça-feira para Brasília, conversou com a presidente Dilma e reivindicou a cota de participação no governo. "Para o PSD, que foi o primeiro a manifestar apoio formal à reeleição da presidente, (um ministério) seria o esperado", afirmou o deputado Guilherme Campos (PSD-SP), aliado do ex-prefeito de São Paulo. Especula-se que a Secretaria Especial de Portos (SEP) da

Presidência da República, que já esteve sob o domínio do PSB do governador de Pernambuco e pré-candidato a presidente, Eduardo Campos, possa ser destinada ao PSD na reforma ministerial esperada para ocorrer até março. Atualmente, o vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos (PSD), ocupa a Secretaria da Micro e Pequena Empresa da Presidência, mas é considerado da cota

pessoal de Dilma. Assim como o PMDB, os aliados de Kassab demonstram o interesse pelo Ministério das Cidades, que deve permanecer com o PP. No entanto, os kassabistas sabem que Cidades ainda é um sonho fora do alcance por seu orçamento e capilaridade tática. "O Ministério das Cidades é o sonho de todos os partidos. Para nós, hoje é só um sonho", disse Campos. (Agências)

das pelo ministério da Justiça, que foi escolhido pelo Planalto para ser o interlocutor da crise. Isso porque a presidente Dilma Rousseff não quer se indispor com o clã Sarney em ano eleitoral. Na opinião do juiz, o monitoramento eletrônico pode amenizar a crise penitenciária. "Ele poderá ajudar a distensionar o presídio por causa da superlotação." ESTUPROS O Ministério Público do Maranhão investigará as denúncias de violência sexual contra as mulheres dos detentos de Pedrinhas, e deu 10 dias para que os diretores desta e de outras prisões da região metropolitana de São Luís se pronunciem. A p ro m o t o r i a t a m b é m quer saber se as unidades contam com local específico para que os presos recebam visitas íntimas. A decisão é uma resposta às matérias "amplamente divulgadas" na imprensa sobre estupros dentro das prisões, após o relatório do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). "Irmãs e filhas dos presos que não estão vinculados às facções criminosas que dominam os presídios estariam sendo obrigadas a manter relações sexuais com os chefes das quadrilhas durante as visitas coletivas", disse a entidade. Aos estupros somam-se várias denúncias sobre a situação dos presos do Estado, onde, em 2013, morreram 62 detentos, e a divulgação de um vídeo em que podem ser vistos vários presos decapitados. (Agências)


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O Brasil erra é ao tributar o consumo e não a renda. Vinícios Leôncio, advogado. Washington Alves/ Light Press

.Ó..RBITA Carlos Humberto SCO/STF

ELLEN VICE

N

omeada ministra do Supremo Tribunal Federal pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso, em 2000, Ellen Gracie, a primeira mulher a fazer parte da mais alta corte do País, agora está nos planos eleitorais do PSDB. Ela é vista até como possível companheira de chapa do senador Aécio Neves (PSDB), embora a sigla tucana trabalhe para a escolha de um nome com densidade eleitoral em São Paulo. Ellen Gracie deixou o Supremo em 2011, aos 63 anos, sete anos antes da aposentadoria compulsória. A ex-ministra é cotada para concorrer ao Senado pelo Rio de Janeiro, sua terra natal. Os tucanos gostariam que Ellen

Gracie fosse um contraponto à possível candidatura do governador Sérgio Cabral (PMDB), que deixará o cargo no dia 31 de março. Cabral tem planos de concorrer ao Senado na chapa do vice-governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), que ficará oito meses no governo e disputará a reeleição. Em outubro, Ellen Gracie filiou-se ao PSDB.

CONFISCO

SINDICATOS

O

PSDB informou que vai acionar o Ministério Público Federal (MPF) para apurar as denúncias de que a Caixa Econômica Federal apropriouse dos recursos de 525.527 cadernetas de poupança para incorporar o dinheiro ao seu balanço anual. O partido quer que o MPF avalie se houve crime de gestão temerária e fraudulenta de instituição financeira, seja por parte dos diretores ou do conselho de administração da Caixa, ou do Ministério da Fazenda, caso tenha aprovado a medida. O partido pede ainda que MPF ajuíze ação civil pública para “assegurar os direitos dos poupadores".

O

s líderes das centrais sindicais pretendem se reunir com a presidente Dilma Rousseff o mais rápido possível para que possam ter um posicionamento do governo federal em torno da pauta de reivindicações que inclui, entre outros pleitos, a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais e o fim do fator previdenciário. Em abril deve começar uma grande mobilização das várias categorias de trabalhadores. A intenção é a de que a audiência com Dilma ocorra até o fim deste mês, segundo Sérgio Nobre, secretário-geral da CUT, após reunião de três horas com líderes trabalhistas.

BTG Pactual Oil & Gas Empreendimentos e Participações S.A. CNPJ/MF nº 17.020.505/0001-10 – NIRE 35.300.444.337 Ata da Assembleia Geral Extraordinária realizada em 19 de Dezembro de 2013 1.Data,horário e local:Aos 19/12/2013, às 14hs, na sede social da BTG Pactual Oil & Gas Empreendimentos e Participações S.A.(“Cia.”), na Av Brigadeiro Faria Lima, 3.477, 14º andar, parte, Itaim Bibi, em SP/SP. 2. Convocação: dispensadas as formalidades de convocação, considerando a presença de todos os acionistas da Cia., nos termos do § 4º do Art. 124, inciso I da Lei nº 6.404/76 (“Lei das S.As.”). 3. Presença: Presentes os acionistas representando a totalidade do capital social da Cia., conforme assinaturas constantes do Livro de Presença de Acionistas. 4. Composição da mesa: Presidente: Edwyn Neves; Secretária:Talita Nascimento. 5. Ordem do Dia: deliberar, nos termos dos Art.s 57 e seguintes da Lei das Sociedades por Ações, sobre: (i) a lavratura da Ata em forma sumária e publicação nos termos da Lei das Sociedades por Ações;(ii) a realização da 1ª emissão privada, pela Cia., de debêntures da forma nominativa, da espécie quirografária, não escritural, sem emissão de cautelas e certificados, conversíveis em ações ordinárias da Cia.(“Debêntures”), no valor total de R$ 10.000.000,00 com prazo de vencimento de 18 meses contados da data de emissão (“Emissão”), bem como a fixação dos termos e condições da Emissão e da conversibilidade;(iii) caso aprovada a Emissão, a aprovação da minuta da respectiva escritura de emissão;e (iv) caso aprovada a Emissão, a autorização à Diretoria da Cia.ou aos seus procuradores para a prática de todo e qualquer ato necessário à Emissão, incluindo, sem limitação, a celebração da respectiva escritura de emissão das Debêntures e quaisquer aditamentos aprovados pela unanimidade de debenturistas. 6. Deliberações: Por unanimidade de votos dos acionistas da Cia., foram tomadas as seguintes deliberações: 6.1. Autorizar a lavratura da presente ata em forma sumária, bem como sua publicação nos termos da Lei das Sociedades por Ações. 6.2. Aprovar a realização da Emissão, nos seguintes termos e condições: (i) Valor Total da Emissão: R$ 10.000.000,00; (ii) Valor Nominal Unitário:R$ 1.000.000,00 , na Data de Emissão (“Valor Nominal Unitário”);(iii) Quantidade de Debêntures e Número de Séries:10 debêntures, em série única; (iv) Destinação dos Recursos: Os recursos decorrentes da Emissão serão utilizados para reforço do capital de giro da Cia..(v) Espécie, Forma e Conversibilidade:as Debêntures serão da forma nominativa, da espécie quirografária, não escritural, sem emissão de cautelas e certificados, presumindo-se a propriedade das Debêntures pela inscrição do nome do debenturista no Livro de Registro de Debêntures, e conversíveis em ações ordinárias de emissão da Cia., de acordo com as condições previstas na escritura de emissão; (vi) Data de Emissão: para todos os efeitos legais, a data da emissão das Debêntures será 19/12/2013 (“Data de Emissão”); (vii) Prazo e Data de Vencimento: as debêntures vencerão em 18 (dezoito) meses a partir da Data de Emissão, vencendo, portanto, em 19/06/2015 (“Data deVencimento”), ressalvadas as hipóteses de vencimento antecipado previstas na escritura de emissão;(viii) Condições Suspensivas à Subscrição: as Debêntures serão subscritas na data em que todas as condições suspensivas descritas na escritura de emissão (“Condições Suspensivas”) forem cumpridas ou renunciadas pelo debenturista. Caso as Condições Suspensivas não sejam cumpridas pela Cia. ou renunciadas pelo debenturista, conforme o caso, no prazo de 90 (noventa) dias contados da Data de Emissão, a escritura de emissão será rescindida e as Debêntures serão canceladas; (ix) Preço e Forma de Subscrição e Integralização: a subscrição e integralização das Debêntures serão efetuadas em conformidade com os procedimentos previstos na escritura de emissão, e a integralização será realizada em até 1 Dia Útil (“Data de Integralização”) (entende-se por“Dia Útil”qualquer dia da semana, exceto sábados, domingos e feriados nacionais ou, ainda, quando não houver expediente bancário em SP/SP e na Cidade do RJ/RJ. Quando a indicação de prazo contado por dia não vier acompanhada da indicação de “Dia Útil”, entende-se que o prazo é contado em dias corridos) contado da data de subscrição das Debêntures, em moeda corrente nacional, mediante transferência para conta corrente de titularidade da Cia., conforme Boletim de Subscrição (conforme modelo anexo à escritura de emissão) a ser firmado na data de subscrição das Debêntures; (x) Forma de Pagamento do Valor Nominal Unitário: o Valor Nominal Unitário, os Juros Remuneratórios, os eventuais Encargos Moratórios e demais valores devidos pela Cia., nos termos da escritura de emissão, serão pagos pela Cia., em moeda corrente nacional, viaTransferência Eletrônica Disponível (TED) ou mediante outra forma de transferência de recursos admitida pelo Banco Central do Brasil, para a conta de titularidade do debenturista e indicada por ele, na Data de Vencimento; (xi) Juros Remuneratórios: sobre o Valor Nominal Unitário incidirão juros remuneratórios correspondentes à variação acumulada de 100% das taxas médias diárias do DI – Depósito Interfinanceiro de 1 dia, denominada “over extra-grupo”, expressas na forma percentual ao ano, base 252 Dias Úteis, calculadas e divulgadas diariamente pela CETIP S.A. – Mercados Organizados, acrescido de sobretaxa (spread) de 4,00% ao ano, base 252 Dias Úteis (“Juros Remuneratórios”). Os Juros Remuneratórios serão calculados de forma exponencial e cumulativa pro rata temporis por Dias Úteis decorridos desde a Data de Integralização, até a data do seu efetivo pagamento, conforme será detalhado na escritura de emissão.Os Juros Remuneratórios serão na Data de Vencimento; (xii) Data e Local de Pagamento: ressalvadas as hipóteses de vencimento antecipado previstas na escritura de emissão, os pagamentos de principal a que fizer jus o Debenturista com relação às Debêntures, incluindo o Valor Nominal Unitário e os Juros Remuneratórios devidos, bem como aqueles relativos a quaisquer outros valores devidos nos termos da escritura de emissão, serão efetuados no na Data de Vencimento, na proporção das Debêntures detidas pelo debenturista, em conta bancária de sua titularidade mantida no Brasil, utilizando-se os procedimentos adotados na escritura de emissão para o pagamento das Debêntures. Os Juros Remuneratórios serão pagos na Data de Vencimento. ”: (xiii) Aquisição Facultativa: não será facultada a aquisição de Debêntures pela Cia.; (xiv) Amortização Antecipada Facultativa e Resgate Antecipado Facultativo:a Cia.poderá, a seu exclusivo critério e a qualquer momento, observando-se sempre a gestão prudente do caixa da Cia., realizar o resgate antecipado facultativo total das Debêntures, ou a amortização total antecipada facultativa das Debêntures, utilizando-se os procedimentos adotados na escritura de emissão.No Resgate Antecipado Facultativo ou na Amortização Antecipada Facultativa, a Cia.pagará (i) oValor Nominal Unitário das Debêntures, acrescido dos (ii) Juros Remuneratórios calculados pro rata temporis desde a Data de Integralização até a data de Resgate Antecipado ou data de Amortização Antecipada, conforme o caso; (xv) Emissão Privada: a Emissão não será objeto de registro perante a Comissão de Valores Mobiliários ou perante a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais – ANBIMA, uma vez que as Debêntures desta Emissão serão objeto de colocação privada, sem qualquer esforço de venda perante investidores; (xvi) Encargos Moratórios: ocorrendo atraso no pagamento de qualquer quantia devida ao debenturista, o valor em atraso continuará a ser remunerado pelos Juros Remuneratórios e será acrescido de (a) juros de mora de 1% ao mês, calculados pro rata temporis, desde a data de inadimplemento até a data do efetivo pagamento, e (b) multa não compensatória de 2% sobre o valor devido, independentemente de aviso, notificação ou interpelação judicial ou extrajudicial (“Encargos Moratórios”), além das despesas incorridas pelo debenturista para cobrança e sem prejuízo do vencimento antecip das Debêntures;(xvii) ;( ) Prorrogação g ç dos Prazos:considerar-se-ão automaticamente pprorrogados g p pado os pprazos referentes ao cumprimento de qualquer obrigação prevista ou decorrente da escritura de emissão, até o 1º Dia Útil subsequente, sem acréscimo de juros ou de qualquer Encargo Moratório;(xviii) Conversibilidade das Debêntures:o debenturista terá o direito de exigir a conversão, total ou parcialmente, a seu exclusivo critério, dos valores devidos pela Cia.em ações ordinárias desta, conforme previsto neste item, livres e desembaraçadas de todos e quaisquer Gravames (conforme definido na escritura de emissão), imediatamente, caso quaisquer das seguintes hipóteses ocorra: (a) o pagamento do Valor Nominal Unitário e/ou Juros Remuneratórios não tenha sido realizado na Data de Vencimento; (b) um vencimento antecipado automático tenha ocorrido, conforme previsto na escritura de emissão, e os valores devidos pela Cia.em decorrência de tal vencimento antecipado não tenham sido pagos nos termos da escritura de emissão; (c) um vencimento antecipado tenha sido declarado pelo Debenturista, conforme previsto na escritura de emissão e os valores devidos não tenham sido pagos nos termos da escritura de emissão; (d) a Cia. deixe de pagar os Encargos Moratórios quando devido; e/ou (e) o pagamento Valor Nominal Unitário e/ou dos Juros Remuneratórios não tenha sido realizado na data do Resgate Antecipado ou na Datada Amortização Antecipada Facultativa, conforme previsto na escritura de emissão. Eventual aumento de capital decorrente de tal conversão e a emissão das ações ordinárias previstas na escritura de emissão deverão ser meramente homologados por assembleia geral de acionistas da Cia., uma vez que foi devidamente aprovada nos termos da lei.As ações ordinárias de emissão da Cia.resultantes da conversão das Debêntures:(a) terão as mesmas características e condições e gozarão dos mesmos direitos e vantagens estatutariamente atribuídos, atualmente e/ou no futuro, às demais ações ordinárias de emissão da Cia.;e (b) participarão em igualdade de condições com as demais ações ordinárias nos resultados da Emissora, inclusive dividendos e juros sobre capital próprio. Serão objeto da conversão o Valor Nominal Unitário total da Debêntures e dos Juros Remuneratórios devidos na respectiva data de conversão, bem como quaisquer outros valores devidos pela Cia. incluindo, sem limitação, eventuais Encargos Moratórios, nos termos da escritura de emissão (“Valor de Conversão”), devendo a conversão das Debêntures ser feita da forma prevista na Cláusula 6.2.1. abaixo. (xix) Vencimento Antecipado: todas as obrigações da Cia. relativas às Debêntures serão consideradas antecipadamente vencidas, podendo o debenturista exigir de imediato o pagamento da totalidade do saldo devedor em aberto, apurado na forma da lei e da escritura de emissão, conforme as seguintes hipóteses a serem detalhadas na escritura de emissão: (a) inadimplemento, pela Cia., de toda e qualquer obrigação não pecuniária prevista na escritura de emissão, não sanado no prazo de 10 Dias Úteis, contados (i) do recebimento, pela Cia., de aviso escrito noticiando o inadimplemento;ou (ii) da data em que a Cia.tomar ciência da ocorrência do evento de inadimplemento, o que ocorrer primeiro; (b) extinção, liquidação, dissolução, pedido de recuperação judicial ou apresentação de plano de recuperação extrajudicial a qualquer credor, independente de sua homologação judicial, pedido de autofalência, pedido de falência formulado por terceiros não elidido no respectivo prazo legal, de decretação de falência ou, ainda, ocorrência de qualquer procedimento análogo em relação à Cia. que venha a ser criado por lei, requerido pela ou contra a Cia.; (c) alienação ou cessão de ativos da Cia. e/ou suas sociedades e veículos controlados, sem a aprovação prévia do debenturista, em montante agregado superior a R$ 5.000.000,00, ou seu valor equivalente em outras moedas; (d) qualquer uso, pela Cia., dos recursos obtidos com a Emissão em finalidade diversa daquela prevista para as Debêntures;(e) caso as declarações feitas pela Cia.na escritura de emissão, de qualquer forma, sejam ou se tornem comprovadamente falsas ou enganosas ou, ainda, sejam comprovadamente incorretas ou incompletas em qualquer aspecto material; (f) caso (a) a validade, vigência ou eficácia de quaisquer das disposições constantes da escritura de emissão ou qualquer documentação correlata venha a ser questionada pela Cia., qualquer de suas subsidiárias, e/ou seus acionistas, ou (b) qualquer decisão judicial ou emitida por outra autoridade competente venha a contestar e/ou negar validade, vigência e/ou eficácia a quaisquer de tais disposições, cujos efeitos não tenham sido suspensos em 10 (dez) Dias Úteis contados da sua disponibilização a qualquer da partes da escritura de emissão; e (g) transformação da Cia. em sociedade limitada, nos termos do Art. 220 da Lei das Sociedades por Ações; 6.2.1. Fator de Conversibilidade. A Conversão das Debêntures será realizada considerando o Valor Nominal Unitário, que será convertido em Ações respeitando a razão de um real para cada Ação a ser emitida. (a “Razão de Conversão”): 6.2.1.1. Caso a Conversão das Debêntures resulte em número fracionário de Ação, a parcela correspondente a tal fração será arredondada para o próximo número inteiro para cima.6.2.1.2. A Razão de Conversão será ajustada em função de desdobramentos, grupamentos e bonificações em ações do capital da Emissora, a qualquer título, que vierem a ocorrer a partir da Data de Emissão, sem quaisquer ônus para o Debenturista e na mesma proporção estabelecida para tais eventos.6.2.1.3.Conversão das Debêntures, mediante a entrega de Ações ao Debenturista, independe de qualquer aprovação ou condição posterior à presente Escritura por parte da Emissora e/ou de seus acionistas. Nesse sentido, a Emissora obriga-se, desde já, de forma irrevogável e irretratável, tomar todas as medidas necessárias para a emissão de tais Ações resultantes de uma Conversão e para a inscrição e o registro de tais Ações em nome do Debênturista nos respectivos livros próprios da Emissora, de forma a assegurar os termos aqui constantes.A Emissora e os seus acionistas concordam que a presente obrigação é válida e exequível, nos exatos termos da presente Escritura. 6.3. Aprovar integral, irrevogável e irretratavelmente a minuta da escritura referente à Emissão a ser celebrada pela Diretoria da Cia., que se encontra arquivada na sede da Cia..6.4.Autorizar a Diretoria da Cia.a praticar todo e qualquer ato necessário para efetivar as deliberações consubstanciadas acima, incluindo, mas não se limitando a:(i) celebração de todos os documentos da Emissão, incluindo a respectiva escritura de emissão e documentos correlatos, bem como quaisquer dos respectivos aditamentos oriundos de exigências da Junta Comercial competente aprovados pela unanimidade de debenturistas, de acordo com as condições determinadas por esta Assembleia Geral Extraordinária; e (ii) ratificar todos os atos já praticados relacionados às deliberações acima.7. Renúncia ao Direito de Preferência: o acionista da Cia.NPA Empreendimentos e Participações S.A.renuncia neste ato a seu direito de preferência na subscrição das Debêntures em favor da BTG Pactual Principal Investments Fundo de Investimento em Participações. em caráter incondicional, irrevogável e irretratável. 8. Encerramento: nada mais havendo a tratar, foi a presente ata lavrada e, depois de lida e aprovada, assinada pelos membros da mesa e pelos acionistas presentes. 9. Mesa: Presidente: Edwyn Neves; Secretária: Talita Nascimento; Acionistas: NPA Empreendimentos e Participações S.A. e BTG Pactual Principal Investments Fundo de Investimento em Participações, neste ato representado por sua gestora BTG Pactual Gestora de Recursos Ltda..SP, 19/12/2013.Mesa:Edwyn Neves - Presidente;Talita Nascimento - Secretária.

Um livro de peso: Vinícios Leôncio na frente de sua obra – quase 50 mil páginas, 2m de alt. por 1,40 m de largura. Investimento de R$ 1 milhão.

A maior carga tributária do mundo em livro recorde Para o advogado, no Brasil os impostos têm leis demais. É o que reflete sua obra, iniciada há 22 anos. Victória Brotto

Brasil é o país com maior carga tributária do mundo, segundo dados das Nações Unidas deste ano. Mas o que a ONU não imagina é que toda essa carga – de IPTU, ICMS, ISS e por aí fora – ocupa quase 50 mil páginas em um livro de dois metros de altura por 1,40 m de largura. E que foi preciso R$ 1 milhão para fazêlo, uma vez que nem as gráficas brasileiras davam conta de tanto imposto reunido num livro só. O autor, inclusive, precisou fazer um parque gráfico só para imprimir toda a legislação federal e de 5.565 municípios sobre os quase 106 impostos. Vinicios Leôncio, advogado tributarista, levou 22 anos para concluir a obra. Ele fala sobre o "custo da incerteza" que prejudica empresários e investidores, por tanto peso tributário.

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DC – Por que reunir essas legislações em um livro? VL – A ideia é que os brasileiros visualizem toda essa legislação. Ela é muito extensa e ninguém nunca viu o quanto de espaço ocupa. Comecei há 22 anos a reunir tudo, contratei pessoal, montei um parque gráfico, viajei até os mais de 5 mil municípios, gastei R$ 1 milhão. DC – Por que gastar R$ 1 milhão? VL – Como advogado tenho que fazer uma profunda reflexão, no sentido de que os resultados de meu ofício não podem ser frutos, apenas, dos efeitos da burocracia. A ciência jurídica não pode se prestar a esta tarefa. Tem uma função muito mais nobre. Fico constrangido em cobrar honorários para ajuizar uma medida judicial no caso em que uma empresa errou um código no preenchimento em uma guia de recolhimento de tributo. O livro busca esta reflexão. DC – Você pretende levar o

Leão atinge abocanhada de R$ 100 bilhões hoje impostômetro da Associação Comercial de São Paulo mostra que o Fisco não perde tempo. Depois de fechar o ano passado com R$ 1,7 trilhão em impostos, o governo volta a arrecadar em ritmo crescente.

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O Brasil não erra na quantidade de tributo. Erra é ao tributar o consumo e não a renda. A dívida tributária hoje é R$ 1 trilhão. VINICIOS LEÔNCIO livro à Presidência, ao Congresso Nacional? VL – Vou levar à Câmara dos Deputados este ano, até já recebi o convite formal. Os deputados, quando souberam do meu livro, no ano passado, se sensibilizaram com o tema e criaram uma Frente Parlamentar para a desburocratização. Estão analisando várias formas de simplificar a legislação tributária brasileira. DC– São quase 50 mil páginas só de legislação no seu livro. É para cumprir tudo isso? VL – Esse é o drama do empresário, o excesso de imposto, principalmente de tributo. Toda essa burocracia consome 2 mil e 600 horas de trabalho anuais. Isso atrapalha muito quem tem comércio e o comprador também. O preço vai refletir essa carga tributária. Outra coisa é que nós nem sabemos como pagar o imposto – é o custo da incerteza. A le-

Ontem, após somente 11 dias úteis de 2014 – descontando os feriados de 1º de janeiro e os dois finais de semana – o painel já superava os R$ 96 bilhões. Hoje chegará a marca dos R$ 100 bilhões, dois dias antes em relação a 2013.

gislação é tão dúbia que mesmo querendo fazer certo, o empresário às vezes não tem alternativa, não tem como pagar o tributo corrente. As leis de parcelamento por exemplo, o Brasil editou quatro grandes projetos de parcelamentos tributários nos últimos 13 anos. Um caminhoneiro que passa por cinco estados, ele tem que saber como adequar sua carga a seis legislações – uma exige nota carimbada, outra não. As leis não são claras nem objetivas. DC- Além de não serem claras, as leis mudam muito... VL – Sim, para você ter uma ideia, a cada ano são reformuladas 13 mil normas tributárias. São 13 mil por ano! Sem falar nos mais de 2 mil campos que um empresário tem que preencher de uma bateria de formulários, quando vai abrir uma empresa. DC– As empresas precisam gastar com escritórios de contabilidade e tributaristas. Como o senhor vê isso? VL – As empresas gastam 1,4% do PIB só para administrar a burocracia, somados a outros 1,3% que o Governo gasta para cobrar o tributo, temos quase 3% do PIB consumidos só com a tal burocracia. Isso não acontece em nenhum outro país. Este porcentual de 3% se elevará muito, na medi-

da em que a complicação abre espaço para sonegação e para a inadimplência do contribuinte. A partir daí a questão é submetida ao Poder Judiciário que gasta em média dez anos para emitir uma decisão , quase definitiva sobre o tema, o que envolve outros custos operacionais altíssimos. DC– Existe uma luz no fim do túnel? VL –Desburocratizar a legislação. Se o Brasil não fizer isso, vai ter uma queda acentuada de investimento em curtíssimo prazo, o que já está acontecendo. O investidor estrangeiro se depara com esse volume de legislação e vai embora. DC – Deveríamos ter um retorno do governo igual ao da Noruega, Dinamarca... VL – Não podemos comparar Brasil com esses países. O Brasil não erra na quantidade de tributo. O norueguês paga US$ 24 mil por ano de impostos e o brasileiro, US$ 4 mil. O Brasil erra é ao tributar o consumo e não a renda. O Brasil foi na contramão do mundo e quem sofre é o pobre. Quem ganha R$ 700 por mês, se gastar R$ 500 de alimentação, R$ 100 vão de imposto, ou 15% do que ele ganha de valor bruto. A classe C é extremamente tributada porque itens básicos como alimentação e energia têm altos tributos.

E o menino do rio virou editor dos tributos do País inicios Leôncio mentia para sua mãe toda a vez que ia visitá-la em um rancho na beira do Rio São Francisco, no interior de Minas Gerais. Dizia que morava em um barracão em Belo Horizonte. Pegava o lápis e desenhava a lona, as

V

toras de madeira e a vizinhança para a mãe, pescadora e analfabeta na cidade de Iguatama. Vinícios mentia porque morava na rua, onde morou por dois anos vendendo seguro e comendo raiz e resto de restaurante. Depois virou

auxiliar de contabilidade, dono de um escritório de advocacia que, de mesa e máquina de escrever, virou um imóvel grande em um dos bairros mais tradicionais, o Barro Preto, famoso por suas lojas de roupas de luxo.

Ele saiu da rua graças a um conhecido de Iguatama e, cinco anos depois, conseguiu alugar uma casinha para trabalhar por conta própria. Hoje, aos 53 anos, comanda uma equipe de 26 pessoas, entre elas estão suas duas irmãs. (VB)


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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

A Agência Nacional de Segurança dos EUA (NSA, na sigla em inglês) colocou um software em quase 100 mil computadores ao redor do mundo que possibilita realizar operações de vigilância nesses equipamentos e pode servir de caminho para ataques cibernéticos, revelou o jornal The New York Times ontem. A agência plantou o software na maioria dos casos por meio de acesso a redes de computadores, mas também usou uma centenária tecnologia adaptada aos tempos modernos: ondas de rádio transmitidas de placas de circuito e cartões USB secretamente inseridos nos computadores. Essa versão avançada de frequência de rádio, que a NSA utiliza pelo menos desde 2008 e que foi batizada de "Quantum", possibilita a invasão de computadores que n ã o e s t ã o c onectados à internet, disse o jornal, citando autoridades dos EUA, especialistas em informática e documentos vazados pelo ex-prestador de serviço da NSA Edward Snowden. Em alguns casos, a informação é recolhida por uma estação do tamanho de uma maleta que as agências de inteligência podem colocar a milhares de quilômetros do alvo. A rede de softwares também pode criar um caminho

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o ã i p s e m U a d a c em r o d a t u p com

digital para o lançamento de ataques cibernéticos. "A tecnologia de frequência de rádio ajudou a resolver um dos maiores problemas enfrentados pelas agências de inteligência norte-americanas por anos: entrar em computadores que adversários, e alguns parceiros dos EUA, tentavam tornar impermeáveis à

eleito papa, por ser demasiado próximo à criticada Cúria de Bento XVI. Por outro lado, ainda ontem, o papa ratificou dom Odilo como um dos membros da Pontifícia Comissão para a América Latina, em sinal de que inexiste punição específica ao brasileiro. Dos antigos membros nomeados por Bento XVI, ficou apenas o cardeal francês Jean-Louis Tauran. (Agências)

Como blindar os Jogos de Inverno Rússia realiza caça a militantes islâmicos antes de evento em Sochi Três membros das forças de segurança da Rússia e quatro suspeitos armados foram mortos em uma troca de tiros no sul da Rússia, ontem, durante uma operação de caça a militantes antes dos Jogos Olímpicos de Inverno em Sochi. O Comitê Nacional Antiterrorismo da Rússia disse que entre os suspeitos mortos está um homem acusado de realizar um ataque com um carro-bomba na cidade de Pyatigorsk, no fim do ano passado, que deixou três mortos. A Rússia está em alerta após dois atentados suicidas no sul do país no mês passado que aumentaram as preocupações de segurança antes dos Jogos de Inverno, que são alvo de ameaça de militantes islâmicos que travam uma insurgência no Cáucaso do Norte. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, colocou em jogo o prestígio pessoal e político com a realização dos Jogos, que começam em 7 de fe-

estão o Exército da China, as Forças Armadas da Rússia, a Polícia do México e os cartéis do tráfico de drogas, instituições de comércio da União Europeia e países aliados na luta contra o terrorismo como Arábia Saudita, Índia e Paquistão. O governo norte-americano tem acusado os chineses de lançarem ataques regulares

contra alvos industriais e militares dos EUA, geralmente para roubar segredos e propriedade intelectual. Mas quando os chineses instalaram softwares semelhantes em sistemas de empresas ou agências do governo norteamericano, autoridades dos Estados Unidos protestaram, lembrou o New York Times.

Stephanie McGehee/Reuters

Evelson de Freitas/Estadão - 09/12/13

Na faxina do Vaticano, sai dom Odilo. Em ato que marca o início de uma verdadeira reforma no Banco do Vaticano, o papa Francisco removeu da cúpula da instituição financeira o cardeal de São Paulo, dom Odilo Scherer. Outros três cardeais também foram substituídos e o pontífice argentino já avisou: se não conseguir reformar o banco, vai fechar a instituição que tem sido alvo de escândalos de lavagem de dinheiro e corrupção. Nos corredores do Vaticano, a saída dos quatro foi vista como um reforço no desejo do papa de demarcar o início de uma nova administração no banco, cujo nome oficial é Instituto para as Obras de Religião (IOR). O grupo foi alvo de duras críticas nos últimos anos por não conseguir conter uma série de escândalos financeiros no Banco do Vaticano, inclusive com suspeitas de lavagem de dinheiro do crime organizado. Dom Odilo (à dir.), nesse sentido, era visto como representante da gestão anterior. No conclave que escolheu Francisco, em março passado, o brasileiro fez veemente discurso em defesa da gestão recente do IOR. Na época, vaticanistas avaliaram que essa posição acabou com as suas chances de ser

espionagem ou ataques cibernéticos", disse o jornal. "Na maioria dos casos, o hardware de frequência de rádio precisa ser fisicamente instalado por um espião, uma fabricante ou um usuário sem intenção", acrescentou. Segundo o jornal, entre os alvos mais frequentes de vigilância através desse sistema

A NSA declarou que a tecnologia não é usada em computadores domésticos. "As atividades da NSA são concentradas e especificamente usadas contra - e apenas contra - alvos válidos de inteligência estrangeiros em resposta a pedidos da inteligência", disse Vanee Vines, porta-voz da agência, em comunicado. "Não usamos a capacidade de inteligência externa par a r o u b a r s egredos comerciais de empresas estrangeiras em nome de - ou fornecemos as informações para empresas dos EUA para aumentar sua competitividade internacional ou elevar seu faturamento." A espionagem por programas de vigilância em computadores foi uma das práticas criticadas pelo comitê de especialistas encarregados pelo presidente Barack Obama de analisar os sistemas de espionagem, após o escândalo gerado pelas revelações de Snowden. Obama anunciará nesta semana quais as medidas vai adotar na reforma dos sistemas de vigilância da NSA. As fontes do jornal na Casa Branca não revelaram detalhes sobre o que deve mudar na espionagem no resto do mundo, especialmente em relação aos governos e chefes de Estado estrangeiros que se queixaram da vigilância, como o Brasil. (Agências)

vereiro, e colocou as forças de segurança em alerta de combate em Sochi. O comitê antiterrorista disse que um grupo de militantes estava escondido em uma casa no vilarejo de Karlanyurt, no Daguestão, que fica no Cáucaso do Norte. Cinco oficiais ficaram feridos na operação. A operação de combate ao terrorismo em Karlanyurt não provocou vítimas entre a população civil, destacou o comitê. A capital do Daguestão, Makhachkala, fica cerca de 620 quilômetros a leste de Sochi. A região de maioria muçulmana sofre com ataques principalmente contra a polícia e autoridades públicas, como parte da luta dos militantes pela criação de um Estado islâmico. Ao menos 34 pessoas morreram no mês passado nos ataques suicidas na cidade de Volgogrado, no sul. (Agências)

Bilhões à Síria. Mas a paz ainda está distante. Países ocidentais e do Golfo Pérsico se comprometeram ontem a doar mais de US$ 2,4 bilhões para as ações de ajuda da Organização das Nações Unidas (ONU) na Síria, onde quase três anos de guerra civil deixaram milhões de pessoas com fome, doentes ou deslocadas de seus lares. A promessa surgiu após um apelo da ONU para doações de US$ 6,5 bilhões em 2014, o maior da história da entidade. A ONU estima que o conflito reverteu os ganhos de desenvolvimento da Síria em até 35 anos e que, agora, metade da população viva na pobreza. A violência já matou mais de 100 mil pessoas. "Metade da população síria, quase 9,3 milhões de pessoas, precisa urgentemente de ajuda", afirmou o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, salientando que mais de três milhões de pessoas deixaram o país. "Quando nos encontramos há um ano, quatro milhões de sírios precisavam de ajuda. Um ano depois enfrentamos uma crise regional e uma crise humanitária." Funcionários da ONU não esperam conseguir todo o montante na conferência, realizada no Kuwait (acima), mas acreditam que a reunião pode

chamar mais a atenção internacional para o conflito. O secretário de Estado dos EUA, John Kerry, pediu que o fórum ajude a buscar uma solução para a guerra civil. "Nós não temos a ilusão de que o nosso trabalho, ou qualquer um dos nossos trabalhos aqui, seja apenas enviar dinheiro", disse Kerry, culpando o presidente da Síria, Bashar al-Assad, por bloquear a ajuda humanitária internacional para as áreas mais atingidas. No início desta semana, Kerry se reuniu com países alia-

dos e o principal grupo de oposição moderada na Síria para se prepararem para a conferência de paz na próxima semana, que marcará o primeiro encontro entre opositores e o governo de Assad. Enquanto isso, em Damasco, Assad recebia o chanceler do Irã, Mohammad Javad Zarif, em reunião para reiterar o apoio iraniano ao regime sírio às vésperas das negociações. O chefe da diplomacia iraniana ressaltou que a solução do conflito deve partir dos próprios sírios. (Agências)

SECRETARIA DA SAÚDE DIVISÃO TÉCNICA DE SUPRIMENTOS - SMS.3 ABERTURA DE LICITAÇÃO Encontra-se aberto no Gabinete, o seguinte pregão: PREGÃO ELETRÔNICO 015/2014-SMS.G, processo 2013-0.348.652-7, destinado ao registro de preço para o fornecimento de FIOS CIRÚRGICOS CATEGUT, SIMPLES E FIO CIRÚRGICO DE POLIPROPILENO, para a Divisão Técnica de Suprimentos - SMS.3/Grupo Técnico de Compras - GTC/Área Técnica de Material Médico Hospitalar, do tipo menor preço. A abertura/realização da sessão pública de pregão ocorrerá a partir das 9 horas do dia 29 de janeiro de 2014, pelo endereço www.comprasnet.gov.br, a cargo da 2ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. RETIRADA DE EDITAL O edital do pregão acima poderá ser consultado e/ou obtido nos endereços: http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br; www.comprasnet.gov.br, quando pregão eletrônico; ou, no gabinete da Secretaria Municipal da Saúde, na Rua General Jardim, 36 - 3º andar - Vila Buarque - São Paulo/SP - CEP 01223-010, mediante o recolhimento de taxa referente aos custos de reprografia do edital, através do DAMSP, Documento de Arrecadação do Município de São Paulo. DOCUMENTAÇÃO - PREGÃO ELETRÔNICO Os documentos referentes às propostas comerciais e anexos, das empresas interessadas, deverão ser encaminhados a partir da disponibilização do sistema, www.comprasnet.gov.br, até a data de abertura, conforme especificado no edital.


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Que tal um rolezinho do bem? o n d a d e e ncontro de jov e n s e m shopping centers, os chamados "rolezinhos", se espalhou pelo País. Há pelo menos 11 mobilizações previstas em nove capitais, além de São Paulo, até feve-

A

reiro. Alguns organizadores assumem um discurso de luta contra "a desigualdade social" e "solidariedade aos pobres" nas redes sociais. O movimento mobilizou até o Palácio do Planalto, que teme que a atividade pro-

movida pelas redes sociais ganhe dimensões de grandes manifestações políticas e ganhem a adesão dos "black-blocs". O m e d o d a p re s idente Dilma Rousseff é que, além de atos de vandalismo, grupos ligados ao crime orga-

DOAR SANGUE

nizado se aproveitem dos encontros para cometer crimes. Segundo Dilma, é preciso entender o fenômeno para evitar que ele fuja do controle. Para evitar esse tipo de problema, o Diário do Comércio lança um desafio: por que os

grupos, em vez de marcarem reuniões n o s s h o p p i n g c e nters, não se mobilizam para um "rolezinho do bem"? Poderiam surgir ações interessantes, como grupos de jovens de tênis modernos e correntes no pescoço fa-

zendo fila para doar sangue, criar hortas comunitárias, ajudar vítimas de enchentes, pedalar por aí em grupos ou outras ações que, em vez de assustar a população, provocariam aplausos. Abaixo, seguem algumas sugestões.

CRIAR UMA HORTA COMUNITÁRIA Rubens Chaves/Folhapress

J. Duran Machffe/Estadão Conteúdo

Banco de sangue em hospital de São Paulo: doações em grupo aumentariam o estoque.

Horta comunitária localizada na Praça do Ciclista, na Avenida Paulista, região central.

LIMPAR PICHAÇÕES

LER EM UMA BIBLIOTECA Werther Santana/Estadão Conteúdo

Image Source/Christopher Robbins

Limpeza de pichações em muros e paredes na cidade de São Paulo melhorariam o aspecto visual.

Grupos de adolescentes podem dar um "rolezinho" nas bibliotecas públicas e se dedicar à leitura.

AJUDAR VÍTIMAS DE ENCHENTES

MUTIRÃO PARA LIMPEZA NA PRAIA Mister Shadow/ASI

O trabalho voluntário ajudaria as vítimas das enchentes provocadas pelas chuvas, como no Espírito Santo.

Thales Stadler/ /Folhapress

Um rolezinho pelas praias recolhendo o lixo na areia contribuiria para melhorar o meio ambiente. Zanone Fraissat/Folhapress

PANCADÕES

Lei municipal deve diminuir o volume José Maria dos Santos barulho não está totalmente liberado em São Paulo. O vereador coronel Álvaro Camilo (PSD) esclarece que, para combater os "pancadões", foi aprovada e está em vigor na cidade de São Paulo a Lei 15.777/2013, que versa sobre a proibição do som alto emitido por equipamentos sonoros ou carros estacionados nas ruas e praças da cidade, inclusive em estaciona-

O

mentos de veículos particulares, principalmente durante a noite. A multa aos infratores é de R$ 1 mil na primeira autuação, podendo chegar a R$ 4 mil e a apreensão do veículo ou equipamento sonoro. Diário do Comércio – Por que essa confusão sobre os "pancadões" foi instalada? Álvaro Camilo - Ao assumir o mandato, no ano passado, eu tinha em mente proibir os pancadões irregulares e seu excesso de barulho, em cuja

Coronel Camilo: multa de R$ 1 mil para o som muito alto. esteira vem a droga e a marginalidade. Havia um projeto de lei coibindo reuniões públicas ao ar livre, assinado por Antonio Carlos Rodrigues e Dalton Silvano, que atendia aos meus propósitos. Desencavei-o e consultei os autores

no sentido de promover sua tramitação. Eles não só concordaram como me convidaram a assiná-lo também. Esse projeto de lei foi aprovado e remetido ao prefeito Haddad que o transformou na Lei nº 15.777, de 29 de maio de

2013. Aconteceu que, paralelamente, havia um segundo projeto de lei similar criado pelo vereador capitão Conte Lopes (PTB), que me convidou a assinar também. Este projeto de lei percorreu as comissões, foi aprovado e encaminhado ao prefeito. A comissão de justiça entendeu que ele não conflitava e, sim, complementava o anterior. Este segundo projeto foi vetado pelo prefeito na semana passada, não pelo mérito referente ao excesso de barulho e irregularidades, mas pelo fato de qualificar genericamente todas as reuniões acima citadas como baile funk. O prefeito entendeu, segundo li, que se tratava de proibição a uma manifestação cultural e nesse sentido conduziu sua decisão.

DC – Essa qualificação não constava no projeto aprovado? Não. E esta é a diferença básica entre eles. O primeiro projeto explicita o barulho. Versa sobre a proibição de som alto emitido por equipamentos sonoros ou carros estacionados em ruas ou praças da cidade, inclusive em estacionamentos particulares. Também deverá haver, como é de praxe nessas situações, a autorização necessária da autoridade competente – no caso a subprefeitura da área –, o respeito às regras de civilidade etc. Como disse, foi transformado em lei pelo prefeito, que, a propósito, foi regulamentada no dia 31 de dezembro de 2013. Portanto, passou a vigorar em 1º de janeiro. Está em plena vigência.


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Hitchcock sabia demais. Na TV. A dica de programação de hoje está imperdível. O grande clássico de Alfred Hitchcock: O Homem que Sabia Demais, com Leslie Banks, Edna Best e Peter Lore no elenco. Para conferir o longa-metragem é só ligar a televisão nesta sexta-feira (17), às 22h, no canal pago Arte 1.

DANÇA TEATRO

No ritmo dos migrantes nordestinos Ana Barella

João Caldas Filho/Divulgação

Cristiano Caniche

Um Réquiem para Antonio: inspiração circense para lembrar a polêmica Salieri/Mozart.

Sinfonia da inveja Sérgio Roveri oucos episódios ligados à música clássica resistiram tão bem ao tempo, e foram explorados de maneira tão apaixonada pelo cinema e literatura, quanto a figadal inveja que o músico italiano Antonio Salieri (17501825) teria nutrido pelo genial compositor austríaco Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791). É bem provável que a relação entre os dois tenha comportado sentimentos mais nobres, mas foi principalmente a inveja que a história fez questão de preservar. E é ela também, a inveja, que serve de combustível para a peça Um Réquiem Para Antonio, que entra em cartaz amanhã, 17, no Teatro Tuca Arena. No texto, escrito pelo jornalista e dramaturgo Dib Carneiro Neto, Salieri (papel do ator Elias Andreato) é flagrado em seus últimos dias de vida, já invadido pela loucura mas ainda determinado a acertar as contas com Mozart (Claudio Fontana), morto 34 anos antes. “De acordo com os fatos reais, Salieri não tinha motivos para ter essa inveja obsessiva e doentia da fama de Mozart, muito menos para querer envenená-lo”, diz Dib Carneiro. “Salieri foi muito respeitado nos meios musicais de sua época, o que é atestado pelas biografias mais sérias. O que de fato havia da parte dele era, muito mais, um grande ressentimento por saber que, apesar da fama que tinha e do respeito que conquistou por seu inegável talento, ele não nasceu com a genialidade de Mozart”. A montagem, dirigida por Gabriel Villela e que traz no elenco as atrizes-cantoras Nábia Vilela e Ma-

P

riana Elizabetsky e o pianista Fernando Esteves, é inspirada na linguagem circense – Mozart, retratado como um jovem ágil e irreverente, e Salieri, sisudo e sombrio, surgem em cena usando nariz de palhaço. O caráter lúdico da encenação é reforçado pelos figurinos de José Rosa e os adereços feitos pelo artista plástico potiguar Shicó do Mamulengo. A seguir, os principais trechos da entrevista concedida pelo dramaturgo Dib Carneiro Neto ao Diário do Comércio:

Diário do Comércio: Qual foi a grande descoberta, pessoal ou musical, que você encontrou ao pesquisar as vidas de Mozart e Salieri? Dib Carneiro Neto: Não sei se chamaria de descoberta, mas, quanto mais eu pesquisava os fatos reais e mais eu perseguia a verdade descrita por biógrafos e documentaristas, mais eu adorava constatar o poder avassalador da ficção eterna que se criou em torno da figura deles. As relações inventadas entre Mozart e Salieri são um caso apaixonante de hegemonia da imaginação. E tudo em nome de uma causa estupenda: retratar esse sentimento inquietante, universal e atemporal que é a inveja.

Você acredita que a história tenha sido injusta com Salieri? A lenda da inveja de Salieri por Mozart acabou predominando. Ganhou status de mito. Sempre que alguém quer citar um caso de inveja da criação artística, o primeiro exemplo que surge é esse. É um ca-

so típico de “imprima-se a lenda”. Mas Salieri foi, em seu tempo, um compositor e músico extremamente talentoso e com uma reputação de mestre, sendo patrocinado pela realeza da época e tendo ocupado os melhores cargos em grandes instituições musicais.

Seu texto exigiu que os atores aprendessem ou tivessem alguma noção de música? Todo bom ator sempre está preparado para os mais variados desafios artísticos de seu ofício, como saber cantar e tocar instrumentos, por exemplo. Aponto no meu texto a importância fundamental de se ter um piano em cena, mas minha sugestão não passa disso, deixando a decisão da parte musical inteiramente para a direção.

Você acredita que, caso tivesse vivido nos nossos dias, Mozart seria um ídolo pop em função da vida que ele levou? Acho que sim, muito embora hoje em dia, para se virar ídolo pop, o que menos conta é o talento. Mas é preciso tomar cuidado com a caricatura que se faz de Mozart, com os estereótipos que a ficção ajudou a criar sobre ele. Assim como a inveja de Salieri foi carregada nas tintas e virou mito, a personalidade exageradamente extrovertida e as atitudes inconsequentes de Mozart também não correspondem totalmente à realidade. Ele foi, digamos assim, “um menino maluquinho” de sua época, mas não tanto assim.

Qual foi o principal viés, ou achado, a partir do qual você sentiu que tinha uma história nas mãos? Minha peça é mais um produto ficcional, e não documental, sobre a vida dos dois. O texto bebe muito na fonte dessas lendas em torno deles, admito. Sem isso, o tema borbulhante e sempre atual da ‘inveja da criação’ e s ma e c eria, perderia a força. A realidade pode não ter sido tão forte quanto hoje é o mito, mas o fato é que esse imbróglio musical entre Mozart e Salieri terminou virando um dos mais belos e ricos tratados sobre a inveja.

Na sua opinião, qual foi o fator determinante para que Mozart se tornasse Mozart e Salieri se tornasse Salieri? A época em que viveram certamente determinou o que se tornaram. O gênero de música que ambos faziam era bem mais valorizado como forma de expressão, como tradução de sentimentos, do que hoje. A ópera era prestigiada mais amplamente, os valores artísticos eram mais altos e nobres. Estudar e se dedicar rendiam frutos e eram o único caminho para se perseguir a notoriedade e o reconhecimento. Ao longo dos séculos, o descartável, o fútil e o rasteiro roubaram o lugar do sublime na arte. Um Réquiem para Antônio. Sexta (17). Teatro Tucarena. Rua Monte Alegre, 1024, Tel.: 3670-8455. Sexta e sábado, 22h. Domingo, 19h. R$ 40 a R$ 50.

GASTRONOMIA Comidinhas leves. E chás. Lúcia Helena de Camargo Djan Chu/Divulgação

erão é época de comer com leveza. Nas lojas da rede The Gourmet Tea os pratos e comidinhas leves estão no cardápio o ano todo. Entre as sugestões para o café da manhã (servidas até meio-dia) estão ovo mexido com pão da casa (R$9,80), salada de frutas com granola (R$11,90) e tapioca caprese (R$13,90), que leva mussarela de búfala, tomate e manjericão. No almoço, pode-se pedir quiches de alho poro, brócolis e castanhas ou quatro queijos, acompanhados de salada verde orgânica com tomates cereja, por R$28,70 cada. As saladas são opções interessantes. Entre elas, a de queijo de cabra temperado com tomilho, tomate cereja e crouton artesanal (R$31). Há ainda peixes (salmão e St. Peter) grelhados, acompanhados de saladas e legumes. E mas-

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The Gourmet Tea: drinques com chá. sas, como fettucini com camarão e raviolli de brie com frutas da estação. Não há no cardápio da casa pratos à base de frango ou carne vermelha. Além dos legumes e frutas, aparecem apenas peixes e frutos do mar.

No copo, a sugestão é o chá gelado (R$6,90), que pode ser o chá branco com flores e frutas vermelhas. Todos os chás da marca são orgânicos. Ou ainda um drinque como o Black Plumberry Punch (R$17), que contém saquê,

chá Black Plumberry, Martini e suco de lichia. Para a sobremesa, fazem sucesso os cookies, feitos com chocolate orgânico AMMA 45% cacau. O grande sai por R$9,40 ou R$15,40 se servido com sorvete de baunilha (à base de fava natural) e o minicookie é vendido a R$4,90. Há ainda bolos de banana, limão siciliano, cenoura, entre outros. Se quiser levar um presente para um amante de chá a loja vende kits com xícaras, canecas, infusores, bules e latas de chás de sabores e origens diversas. As latas com 45 gramas custam R$31,90. Um kit com duas xícaras sai por R$80. The Gourmet Tea – Itaim. Rua Dr. Mário Ferraz, 213. Tel.: 25797850. E outros três endereços. www.thegourmettea.com.br

estreia da semana no Teatro Sérgio Cardoso é um espetáculo de dança.O espetáculo Canteiro de Obra, da Companhia Brasílica, tem direção de Tutti Madazzio e Deca Madureira e é inspirado na migração nordestina. A apresentação propõe reflexões sobre as características sociais, culturais e políticas da formação da Cidade. Através da dança, conta o que o migrante nordestino passa ao sair de sua cidade natal e chegar à grande São Paulo. A apresentação mostra diversas situações ligadas ao mercado de trabalho que esse cidadão enfrenta, como a inserção na área da construção civil, limpeza, entre outros. As apresentações acontecem durantes as quartas e quinta feiras de janeiro, na sala Paschoal Carlos Magno do teatro. Canteiro de Obra. Teatro Sérgio Cardoso. Rua Rui Barbosa, 153. Bela Vista. Nos dias 16, 22, 23, 29 e 30 de janeiro.Às 20h. R$ 20e R$10. Tel.: (11)3288-0136.

A

BTG Pactual Oil & Gas Empreendimentos e Participações S.A. CNPJ/MF nº 17.020.505/0001-10 – NIRE 35.300.444.337 Ata da Assembleia Geral Extraordinária realizada em 26 de Dezembro de 2013 1.Data,horário e local: Aos 26/12/2013, às 13 hs, na sede social da BTG Pactual Oil & Gas Empreendimentos e Participações S.A.(“Cia.”), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.477, 14º andar, parte, Itaim Bibi, em SP/SP. 2. Convocação: dispensadas as formalidades de convocação, considerando a presença de todos os acionistas da Cia., nos termos do § 4º do Art. 124, inciso I da Lei nº 6.404/76 (“Lei das S.As.”). 3. Presença: Presentes os acionistas representando a totalidade do capital social da Cia., conforme assinaturas constantes do Livro de Presença de Acionistas. 4. Composição da mesa: Presidente: Gabriel Fernando Barretti; Secretária: Talita Nascimento. 5. Ordem do Dia: deliberar, nos termos dos Art.s 57 e seguintes da Lei das Sociedades por Ações, sobre:(i) a lavratura da Ata em forma sumária e publicação nos termos da Lei das Sociedades por Ações; (ii) a realização da 2ª emissão privada, pela Cia., de debêntures da forma nominativa, da espécie quirografária, não escritural, sem emissão de cautelas e certificados, conversíveis em ações ordinárias da Cia. (“Debêntures”), no valor total de R$ 10.000.000,00 com prazo de vencimento de 18 meses contados da data de emissão (“Emissão”), bem como a fixação dos termos e condições da Emissão e da conversibilidade;(iii) caso aprovada a Emissão, a aprovação da minuta da respectiva escritura de emissão;e (iv) caso aprovada a Emissão, a autorização à Diretoria da Cia.ou aos seus procuradores para a prática de todo e qualquer ato necessário à Emissão, incluindo, sem limitação, a celebração da respectiva escritura de emissão das Debêntures e quaisquer aditamentos aprovados pela unanimidade de debenturistas. 6. Deliberações: Por unanimidade de votos dos acionistas da Cia., foram tomadas as seguintes deliberações:6.1.Autorizar a lavratura da presente ata em forma sumária, bem como sua publicação nos termos da Lei das Sociedades por Ações. 6.2. Aprovar a realização da Emissão, nos seguintes termos e condições: (i) Valor Total da Emissão: R$ 10.000.000,00; (ii) Valor Nominal Unitário: R$ 1.000.000,00, na Data de Emissão (“Valor Nominal Unitário”); (iii) Quantidade de Debêntures e Número de Séries:10 debêntures, em série única;(iv) Destinação dos Recursos:Os recursos decorrentes da Emissão serão utilizados para reforço do capital de giro da Cia.. (v) Espécie, Forma e Conversibilidade: as Debêntures serão da forma nominativa, da espécie quirografária, não escritural, sem emissão de cautelas e certificados, presumindo-se a propriedade das Debêntures pela inscrição do nome do debenturista no Livro de Registro de Debêntures, e conversíveis em ações ordinárias de emissão da Cia., de acordo com as condições previstas na escritura de emissão; (vi) Data de Emissão: para todos os efeitos legais, a data da emissão das Debêntures será 26/12/2013 (“Data de Emissão”); (vii) Prazo e Data de Vencimento: as debêntures vencerão em 18 meses a partir da Data de Emissão, vencendo, portanto, em 26/06/2015 (“Data deVencimento”), ressalvadas as hipóteses de vencimento antecipado previstas na escritura de emissão;(viii) Condições Suspensivas à Subscrição: as Debêntures serão subscritas na data em que todas as condições suspensivas descritas na escritura de emissão (“Condições Suspensivas”) forem cumpridas ou renunciadas pelo debenturista. Caso as Condições Suspensivas não sejam cumpridas pela Cia.ou renunciadas pelo debenturista, conforme o caso, no prazo de 90 dias contados da Data de Emissão, a escritura de emissão será rescindida e as Debêntures serão canceladas; (ix) Preço e Forma de Subscrição e Integralização: a subscrição e integralização das Debêntures serão efetuadas em conformidade com os procedimentos previstos na escritura de emissão, e a integralização será realizada em até 1 Dia Útil (“Data de Integralização”) (entende-se por “Dia Útil” qualquer dia da semana, exceto sábados, domingos e feriados nacionais ou, ainda, quando não houver expediente bancário em SP/SP e na Cidade do RJ/RJ.Quando a indicação de prazo contado por dia não vier acompanhada da indicação de “Dia Útil”, entende-se que o prazo é contado em dias corridos) contado da data de subscrição das Debêntures, em moeda corrente nacional, mediante transferência para conta corrente de titularidade da Cia., conforme Boletim de Subscrição a ser firmado na data de subscrição das Debêntures; (x) Forma de Pagamento do Valor Nominal Unitário: o Valor Nominal Unitário, os Juros Remuneratórios, os eventuais Encargos Moratórios e demais valores devidos pela Cia., nos termos da escritura de emissão, serão pagos pela Cia., em moeda corrente nacional, via Transferência Eletrônica Disponível (TED) ou mediante outra forma de transferência de recursos admitida pelo Banco Central do Brasil, para a conta de titularidade do debenturista e indicada por ele, na Data de Vencimento; (xi) Juros Remuneratórios: sobre o Valor Nominal Unitário incidirão juros remuneratórios correspondentes à variação acumulada de 100% das taxas médias diárias do DI – Depósito Interfinanceiro de 1 dia, denominada “over extra-grupo”, expressas na forma percentual ao ano, base 252 (duzentos e cinquenta e dois) Dias Úteis, calculadas e divulgadas diariamente pela CETIP S.A. – Mercados Organizados, acrescido de sobretaxa (spread) de 4,00% ao ano, base 252 Dias Úteis (“Juros Remuneratórios”).Os Juros Remuneratórios serão calculados de forma exponencial e cumulativa pro rata temporis por Dias Úteis decorridos desde a Data de Integralização, até a data do seu efetivo pagamento, conforme será detalhado na escritura de emissão.Os Juros Remuneratórios serão na Data de Vencimento;(xii) Data e Local de Pagamento: ressalvadas as hipóteses de vencimento antecipado previstas na escritura de emissão, os pagamentos de principal a que fizer jus o Debenturista com relação às Debêntures, incluindo o Valor Nominal Unitário e os Juros Remuneratórios devidos, bem como aqueles relativos a quaisquer outros valores devidos nos termos da escritura de emissão, serão efetuados no na Data de Vencimento, na proporção das Debêntures detidas pelo debenturista, em conta bancária de sua titularidade mantida no Brasil, utilizando-se os procedimentos adotados na escritura de emissão para o pagamento das Debêntures. Os Juros Remuneratórios serão pagos na Data de Vencimento.(xiii) Aquisição Facultativa:não será facultada a aquisição de Debêntures pela Cia.;(xiv) Amortização Antecipada Facultativa e Resgate Antecipado Facultativo: a Cia. poderá, a seu exclusivo critério e a qualquer momento, observando-se sempre a gestão prudente do caixa da Cia., realizar o resgate antecipado facultativo total das Debêntures, ou a amortização total antecipada facultativa das Debêntures, utilizando-se os procedimentos adotados na escritura de emissão. No Resgate Antecipado Facultativo ou na Amortização Antecipada Facultativa, a Cia.pagará (i) oValor Nominal Unitário das Debêntures, acrescido dos (ii) Juros Remuneratórios calculados pro rata temporis desde a Data de Integralização até a data de Resgate Antecipado ou data de Amortização Antecipada, conforme o caso; (xv) Emissão Privada:a Emissão não será objeto de registro perante a Comissão deValores Mobiliários ou perante a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais – ANBIMA, uma vez que as Debêntures desta Emissão serão objeto de colocação privada, sem qualquer esforço de venda perante investidores;(xvi) Encargos Moratórios:ocorrendo atraso no pagamento de qualquer quantia devida ao debenturista, o valor em atraso continuará a ser remunerado pelos Juros Remuneratórios e será acrescido de (a) juros de mora de 1% ao mês, calculados pro rata temporis, desde a data de inadimplemento até a data do efetivo pagamento, e (b) multa não compensatória de 2% sobre o valor devido, independentemente de aviso, notificação ou interpelação judicial ou extrajudicial (“Encargos Moratórios”), além das despesas incorridas pelo debenturista para cobrança e sem prejuízo do vencimento antecipado das Debêntures; (xvii) Prorrogação dos Prazos:considerar-se-ão automaticamente prorrogados os prazos referentes ao cumprimento de qualquer obrigação prevista ou decorrente da escritura de emissão, até o 1º Dia Útil subsequente, sem acréscimo de juros ou de qualquer Encargo Moratório; (xviii) Conversibilidade das Debêntures: o debenturista terá o direito de exigir a conversão, total ou parcialmente, a seu exclusivo critério, dos valores devidos pela Cia. em ações ordinárias desta, conforme previsto neste item, livres e desembaraçadas de todos e quaisquer Gravames (conforme definido na escritura de emissão), imediatamente, caso quaisquer das seguintes hipóteses ocorra: (a) o pagamento do Valor Nominal Unitário e/ou Juros Remuneratórios não tenha sido realizado na Data de Vencimento; (b) um vencimento antecipado automático tenha ocorrido, conforme previsto na escritura de emissão, e os valores devidos pela Cia. em decorrência de tal vencimento antecipado não tenham sido pagos nos termos da escritura de emissão; (c) um vencimento antecipado tenha sido declarado pelo Debenturista, conforme previsto na escritura de emissão e os valores devidos não tenham sido pagos nos termos da escritura de emissão;(d) a Cia.deixe de pagar os Encargos Moratórios quando devido; e/ou (e) o pagamento Valor Nominal Unitário e/ou dos Juros Remuneratórios não tenha sido realizado na data do Resgate Antecipado ou na Datada Amortização Antecipada Facultativa, conforme previsto na escritura de emissão. Eventual aumento de capital decorrente de tal conversão e a emissão das ações ordinárias previstas na escritura de emissão deverão ser meramente homologados por assembleia geral de acionistas da Cia., uma vez que foi devidamente aprovada nos termos da lei. As ações ordinárias de emissão da Cia. resultantes da conversão das Debêntures: (a) terão as mesmas características e condições e gozarão dos mesmos direitos e vantagens estatutariamente atribuídos, atualmente e/ou no futuro, às demais ações ordinárias de emissão da Cia.;e (b) participarão em igualdade de condições com as demais ações ordinárias nos resultados da Emissora, inclusive dividendos e juros sobre capital próprio.Serão objeto da conversão o Valor Nominal Unitário total da Debêntures e dos Juros Remuneratórios devidos na respectiva data de conversão, bem como quaisquer outros valores devidos pela Cia. incluindo, sem limitação, eventuais Encargos Moratórios, nos termos da escritura de emissão (“Valor de Conversão”), devendo a conversão das Debêntures ser feita da forma prevista na Cláusula 6.2.1. abaixo. (xix) Vencimento Antecipado: todas as obrigações da Cia. relativas às Debêntures serão consideradas antecipadamente vencidas, podendo o debenturista exigir de imediato o pagamento da totalidade do saldo devedor em aberto, apurado na forma da lei e da escritura de emissão, conforme as seguintes hipóteses a serem detalhadas na escritura de emissão: (a) inadimplemento, pela Cia., de toda e qualquer obrigação não pecuniária prevista na escritura de emissão, não sanado no prazo de 10 Dias Úteis, contados (i) do recebimento, pela Cia., de aviso escrito noticiando o inadimplemento; ou (ii) da data em que a Cia.tomar ciência da ocorrência do evento de inadimplemento, o que ocorrer primeiro;(b) extinção, liquidação, dissolução, pedido de recuperação judicial ou apresentação de plano de recuperação extrajudicial a qualquer credor, independente de sua homologação judicial, pedido de autofalência, pedido de falência formulado por terceiros não elidido no respectivo prazo legal, de decretação de falência ou, ainda, ocorrência de qualquer procedimento análogo em relação à Cia. que venha a ser criado por lei, requerido pela ou contra a Cia.; (c) alienação ou cessão de ativos da Cia. e/ou suas sociedades e veículos controlados, sem a aprovação prévia do debenturista, em montante agregado superior a R$ 5.000.000,00, ou seu valor equivalente em outras moedas; (d) qualquer uso, pela Cia., dos recursos obtidos com a Emissão em finalidade diversa daquela prevista para as Debêntures; (e) caso as declarações feitas pela Cia. na escritura de emissão, de qualquer forma, sejam ou se tornem comprovadamente falsas ou enganosas ou, ainda, sejam comprovadamente incorretas ou incompletas em qualquer aspecto material; (f) caso (a) a validade, vigência ou eficácia de quaisquer das disposições constantes da escritura de emissão ou qualquer documentação correlata venha a ser questionada pela Cia., qualquer de suas subsidiárias, e/ou seus acionistas, ou (b) qualquer decisão judicial ou emitida por outra autoridade competente venha a contestar e/ou negar validade, vigência e/ou eficácia a quaisquer de tais disposições, cujos efeitos não tenham sido suspensos em 10 Dias Úteis contados da sua disponibilização a qualquer da partes da escritura de emissão; e (g) transformação da Cia. em sociedade limitada, nos termos do Art.220 da Lei das Sociedades por Ações; 6.2.1.Fator de Conversibilidade.A Conversão das Debêntures será realizada considerando oValor Nominal Unitário, que será convertido em Ações respeitando a razão de um real para cada Ação a ser emitida. (a “Razão de Conversão”): 6.2.1.1. Caso a Conversão das Debêntures resulte em número fracionário de Ação, a parcela correspondente a tal fração será arredondada para o próximo número inteiro para cima.6.2.1.2.A Razão de Conversão será ajustada em função de desdobramentos, grupamentos e bonificações em ações do capital da Emissora, a qualquer título, que vierem a ocorrer a partir da Data de Emissão, sem quaisquer ônus para o Debenturista e na mesma proporção estabelecida para tais eventos. 6.2.1.3. Conversão das Debêntures, mediante a entrega de Ações ao Debenturista, independe de qualquer aprovação ou condição posterior à presente Escritura por parte da Emissora e/ou de seus acionistas. Nesse sentido, a Emissora obriga-se, desde já, de forma irrevogável e irretratável, tomar todas as medidas necessárias para a emissão de tais Ações resultantes de uma Conversão e para a inscrição e o registro de tais Ações em nome do Debênturista nos respectivos livros próprios da Emissora, de forma a assegurar os termos aqui constantes. A Emissora e os seus acionistas concordam que a presente obrigação é válida e exequível, nos exatos termos da presente Escritura.6.3.Aprovar integral, irrevogável e irretratavelmente a minuta da escritura referente à Emissão a ser celebrada pela Diretoria da Cia., e que se encontra arquivada na sede da Cia.. 6.4. Autorizar a Diretoria da Cia. a praticar todo e qualquer ato necessário para efetivar as deliberações consubstanciadas acima, incluindo, mas não se limitando a: (i) celebração de todos os documentos da Emissão, incluindo a respectiva escritura de emissão e documentos correlatos, bem como quaisquer dos respectivos aditamentos oriundos de exigências da Junta Comercial competente aprovados pela unanimidade de debenturistas, de acordo com as condições determinadas por esta Assembleia Geral Extraordinária; e (ii) ratificar todos os atos já praticados relacionados às deliberações acima. 7. Renúncia ao Direito de Preferência: o acionista da Cia. NPA Empreendimentos e Participações S.A. renuncia neste ato a seu direito de preferência na subscrição das Debêntures em favor da BTG Pactual Principal Investments Fundo de Investimento em Participações.em caráter incondicional, irrevogável e irretratável.8. Encerramento:nada mais havendo a tratar, foi a presente ata lavrada e, depois de lida e aprovada, assinada pelos membros da mesa e pelos acionistas presentes. 9. Mesa: Presidente: Edwyn Neves; Secretária: Talita Nascimento; Acionistas: NPA Empreendimentos e Participações S.A. e BTG Pactual Principal Investments Fundo de Investimento em Participações, neste ato representado por sua gestora BTG Pactual Gestora de Recursos Ltda.Certifico que a presente é cópia fiel da ata lavrada em livro próprio.SP, 26/12/2013.Mesa: Gabriel Fernando Barretti - Presidente; Talita Nascimento - Secretária.


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Motoplan, o carro desenhado em 1957 pelo engenheiro alemão Carl Jurisch vem sendo apontado por especialistas como o modelo ideal para o século XXI: compacto e menos poluente.

Sua música numa caixinha Nasa

O único exemplar existente do Motoplan foi leiloado em 2013 por mais de US$ 100 mil. goo.gl/XBKnmA Suas composições viram caixinhas de música com a Music Drop. Basta enviar o arquivo pela internet e escolher a cor. A caixinha é feita numa impressora 3D. musicdrop.leftfieldlabs.com

.I..NGLATERRA

FAXINA ESPACIAL A Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial (Jaxa) vai lançar em fevereiro uma gigante rede semelhante às de pesca no espaço. O objetivo é retirar parte dos mais de 100 milhões de restos de satélites que orbitam a Terra e ameaçam a Estação Espacial Internacional e a comunicação na Terra.

.C..IÊNCIA Ali Jarekji/Reuters

a virada de 2013 para 2014, enquanto quase todo mundo estava ocupado com as celebrações, uma gangue de ladrões de túmulos tentou roubar as cinzas de Sigmund Freud, o pai da psicanálise, e da sua esposa Martha do crematório de Golders Green no noroeste de Londres. A informação foi divulgada ontem pela polícia britânica. As cinzas estavam em uma urna antiga do século III a.C. que, segundo a polícia, foi bastante danificada durante a tentativa de roubo. A urna com os restos de Freud e Martha foi transferida para um local "seguro" e as medidas de segurança estão

sendo revisadas, informou o crematório. Segundo o detetive da Polícia Metropolitana de Londres responsável pelo caso, Daniel Chandler, para solucionar o

crime, que ele qualificou como "difícil de acreditar", a polícia contará com a ajuda da população. A polícia pediu que pessoas que tenham qualquer informação sobre a tentativa de roubo ou a identidade dos en-

volvidos entrem em contato. "Este é um ato desprezível por parte de um ladrão cruel. Inclusive deixando de lado o valor financeiro de uma urna insubstituível e o significado histórico da pessoa com a qual está relacionada, é incrível que alguém queira levar um objeto que contém os restos de uma pessoa", disse ele. Fr e u d , m é d i c o n e u ro l o g i s t a a u stríaco de origem jud a i c a , m o rre u e m Londres, em 1939. Ele se refugiou no Reino Unido depois da anexação da Áustria por parte da Alemanha nazista em 1938. O criador da psicanálise viveu com sua família em uma casa no bairro londrino de Hampstead, onde hoje funciona um museu. Martha, sua esporsa, morreu em 1951.

Akintunde Akinleye/Reuters

Tecnologia para salvar as abelhas

Roubando as cinzas de Freud N

.A..RQUEOLOGIA

Descobertos restos de faraó desconhecido Arqueólogos acreditam ter descoberto no Egito os restos de um faraó até então desconhecido que reinou há mais de 3.600 anos. O esqueleto do rei Senebkay foi encontrado em Abydos do Sul, na província de Sohag, cerca de 500 quilômetros ao sul do Cairo, por uma expedição da Universidade da Pensilvânia que estava trabalhando em coordenação com o governo, informou o ministério egípcio das antiguidades. Nunca antes mencionado na história antiga do Egito, o nome do rei Senebkay foi achado numa inscrição em hieróglifos dentro de uma cártula real. Os arqueólogos acreditam que seu sarcófago tenha sido violado em tempos antigos.

Cada abelha é identificada individualmente, e cada chip mede cerca de 2mm quadrados. A ideia é entender se o nível de pesticida encontrado em algumas colmeias afeta a saúde das abelhas. Até o momento, os cientistas têm três hipóteses para a redução no número de abelhas: desnutrição durante o outono, contaminação das colmeias por uma espécie de ácaro destruidor e intoxicação por pesticidas usados contra esse ácaro.

Seu nome numa cápsula espacial

Envie seu nome para a Nasa e ele será enviado ao asteroide Bennu em 2016. www.planetar y.org

s

Cientistas australianos estão utilizando a tecnologia de microchips para estudar a disseminação de doenças que têm provocado a redução drástica no número de abelhas no hemisfério norte. Os pequenos chips foram colocados em 5 mil abelhas a fim de monitorar seu movimento e comportamento dentro das colmeias saudáveis, onde não há qualquer contaminação por pesticidas, e também em colmeias com resíduos dessas substâncias.

RAINHAS DA ÁFRICA - Há 7 anos, Taofick Okoya não encontrou bonecas negras para comprar para a filha. Então, decidiu vestir várias bonecas com trajes típicos. Hoje, vende até 9 mil bonecas por ano.

.C..OPA 2014

Definido nome de árbitro brasileiro O brasileiro Sandro Meira Ricci foi o escolhido pela Fifa para apitar na Copa do Mundo-2014. O anúncio foi feito ontem após uma reunião do comitê de árbitros da entidade em Zurique, na Suíça. Os assistentes escolhidos foram Emerson de Carvalho e Marcelo Van Gasse. O trio apitou a final do Mundial de Clubes da Fifa, realizada no último dia 21, quando o Bayern de Munique sagrou-se campeão ao vencer o Raja Casablanca. Ricci já processou o atacante Neymar quando o jogador insinuou, em uma rede social, que o árbitro prejudicou sua ex-equipe, o Santos, em uma partida, em agosto de 2010. Neymar foi condenado pela Justiça a pagar R$ 15 mil.

.D..ESIGN

A reinvenção do piano

.C..INEMA

Brasil volta a competir em Berlim

Depois de uma ausência de seis anos, o cinema brasileiro foi novamente selecionado para a competição no Festival Internacional de Berlim, onde concorrerá com 19 filmes de nacionalidades diversas. Trata-se do filme Praia do Futuro, de Karim Ainouz, rodado em Fortaleza, Berlim e no Mar do Norte. O longa conta a história de Donato, um cearense que trabalha como salva-vidas numa praia turística em Fortaleza e emigra para a Alemanha levado pela paixão por um alemão (Conrad). Oito anos depois da partida de Donato, seu irmão, Ayrton, aprende rudimentos de alemão e vai a Berlim procurá-lo. No elenco, os atores Wagner Moura (Donato), Clemens Schick (Conrad) e o estreante Jesuita Barbosa (Ayrton). Karim Ainouz [na foto acima, junto ao elenco] vive atualmente em Berlim e considera o filme uma homenagem à cidade alemã, na qual vê semelhanças com a praia turística. Outros filmes brasileiros em Berlim, na mostra "Panorama", são: O Homem das Multidões, de Cao Guimarães e Hoje eu quero voltar sozinho, de Daniel Ribeiro. (Rui Martins)

.L..OTERIAS Concurso 1006 da LOTOFÁCIL

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Concurso 1418 da LOTOMANIA

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Concurso 1565 da MEGA-SENA

Como devem ser os pianos do futuro? O designer Apostol Tnokovski tem algumas ideias, uma delas esta, inspirada nas ondas do mar. www.behance.net/tnokovski

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Concurso 3391 da QUINA

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Virada nos EUA.

Sinais de recuperação na economia global. Banco Mundial afirma que a crise financeira iniciada em 2008 está ficando para trás e eleva previsão do crescimento mundial neste ano para 3,2%. Certo mesmo é a virada na economia norte-americana, com avanço previsto do PIB de 2,8% em 2014. Stephen Jaffe/Reuters

Banco Mundial elevou sua previsão de crescimento global pela primeira vez em três anos, na medida em que as economias avançadas começam a acelerar o ritmo, lideradas pelos Estados Unidos, onde há sinais crescentes de recuperação. A perspectiva mais otimista sugere que a economia global está finalmente se libertando de uma longa e lenta recuperação após a crise financeira global, iniciada em 2008. A instituição projetou que o Produto Interno Bruto (PIB) global irá crescer 3,2% neste ano, ante 2,4% em 2013, de acordo com seu relatório "Perspectivas Econômicas Globais". Na última estimativa do banco, em junho, ele esperava que o crescimento global atingisse 3% em 2014. O banco afirmou que a economia global chegou a um "ponto de inflexão", uma vez que a austeridade fiscal e as incertezas políticas não pesam mais com tanta força na maioria das economias mais ricas. O banco espera crescimento mais forte nos Estados Unidos em particular, de 2,8% em 2014, ante 1,8% no ano passado. "Pela primeira vez em cinco anos, há indicações de que uma recuperação autossustentável começou entre países de renda alta – sugerindo que eles podem agora se juntar a países em desenvolvimento como um segundo motor de crescimento na economia global", afirmou no relatório o economista-chefe do banco, Kaushik Basu. O banco mais uma vez cortou suas estimativas para países em desenvolvimento, pa-

O

ra 5,3% em 2014, ante 5,6% previstos em junho. Para o Brasil, a projeção é de crescimento de 2,4% em 2014, ante 2,2% estimados para o ano passado. Os mercados emergentes cresceram no ritmo mais lento em uma década nos últimos dois anos, depois de conseguirem taxas de crescimento de cerca de 7,5% antes da crise financeira global em 2008. Andrew Burns, principal autor do relatório, disse que o crescimento antes da crise reflete fatores cíclicos. "Estamos entrando em uma nova fase em que países em desenvolvimento estão crescendo a uma taxa muito mais próxima de sua taxa sustentável intrínseca de crescimento", disse. À medida que as economias avançadas se fortalecem, os países podem começar a retirar o forte estímulo monetário anunciado no auge da crise. O Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, co-

meçou a reduzir seu plano de compra mensal de ativos na virada do ano, embora tenha expectativa de manter as taxas de juros baixas pelo menos por mais um ano. O Banco Mundial informou que espera que as taxas mundo afora subam gradualmente, causando perturbações mínimas nos países em desenvolvimento conforme as entradas de capital desaceleram. "Qualquer que seja o peso que isso implica para o crescimento dos países em desenvolvimento, ele é mais do que compensado pela demanda maior de exportação devido ao crescimento mais forte da alta renda dos países", afirma o relatório. Entretanto, se as taxas saltarem de repente, os países com elevados níveis de

dívida ou com grandes déficits de conta corrente, como a Tailândia e a Malásia, seriam os mais vulneráveis. O banco informou que, embora os riscos à sua perspectiva global, incluindo a intensa reorganização na China, a proPaulo Pampolin/Hype longada recuperação da zona do euro e a

Taxa de juro sobe

É de se esperar que, agora, esse processo de elevação da taxa básica de juros seja interrompido.

a 10,5% ao ano. Vai parar aí?

ROGÉRIO AMATO, PRESIDENTE DA ACSP E FACESP

Rejane Tamoto Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu aumentar a taxa básica de juro (Selic) em 0,50 ponto percentual (p.p.) ontem, na primeira reunião de 2014. Esta é a sétima alta consecutiva da Selic, que está sendo ajustada para cima desde abril do ano passado. Agora, o juro básico voltou ao patamar de 10,50% ao ano, o mesmo de janeiro de 2012. Rogério Amato, presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), diz que ao elevar a Selic em 0,5 p.p. ontem, o Copom sinaliza sua preocupação com a resistência da inflação, que vem se mantendo elevada apesar do controle de alguns preços públicos e do nível fraco da atividade econômica. "É de se esperar que, agora,

incerteza da política fiscal nos EUA, não tenham sido eliminados, eles foram minimizados. FM I – "O otimismo está no ar", afirmou a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, ontem em Washington durante seu primeiro pronunciamento de 2014 sobre a economia mundial. A expectativa é que 2014 seja um ano de maior força para a economia global, puxado sobretudo pelos países desenvolvidos, mas com os países ainda crescendo abaixo do potencial, estimado em 4%. A diretora do FMI disse que 2014 marca o sétimo ano do início da crise financeira mundial de 2008 e que os efeitos ainda persistem na economia mundial. Na sua visão, 2014 pode marcar um período de transição, em que os "sete anos fracos" da economia no pós-crise ficaram para trás e agora os países podem experimentar "sete anos fortes". Esta mudança, porém, não vai ocorrer sozinha. "Ainda precisa um esforço substancial e sustentado de política econômica", declarou Lagarde. Com relação aos EUA, Lagarde diss e q u e o c re s c imento está se acelerando, puxado pela demanda interna e em 2014 o estresse pelo lado fiscal deve ser menor. Ela alertou para o risco de retirada "prematura" dos estímulos monetários do Federal Reserve e ainda para a necessidade de o governo resolver a questão do teto da dívida pública, que precisa ser elevado novamente em fevereiro. (Agências)

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esse processo de elevação da taxa básica de juros seja interrompido, tendo em vista seu impacto negativo sobre a atividade econômica nos próximos meses. Mais importante do que a alta da Selic para conter a inflação seria a definição, por parte do governo, de uma política fiscal mais apertada baseada na contenção de gastos de custeio", afirma Amato. Com a decisão, o Copom mostra que está empenhado no controle da inflação. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) encerrou 2013 em 5,91%, acima dos 5,84% de 2012. A alta dos preços no ano passado surpreendeu o governo e o

mercado. No comunicado de ontem, o Copom informou que "decidiu por unanimidade, neste momento, elevar a taxa Selic em 0,50 p.p., para 10,50% ao ano, sem viés". Emilio Alfieri, economista da ACSP, diz que a expressão "neste momento", indica que o comitê pode encerrar o ciclo de aumento da Selic nesta reunião de janeiro. As expressões no comunicado oficial trazem pistas dos próximos passos do Copom. Alfieri diz que o ajuste da Selic deve terminar antes da Copa do Mundo, ou o mais distante possível desse período. "Depois da Copa do Mundo, começa a campanha eleitoral e subir o juro nessa época traz problemas. Mas o controle de uma inflação alta é importante em termos políticos", diz. Para Alfieri, a decisão priorizou o controle do índice de preços. Se este for o último aumento na Selic neste ano, há também uma preocupação com o emprego e os indicadores de crescimento da economia.

Christine Lagarde, do FMI.

Federal Reserve já fala em expansão "moderada" economia dos Estados Unidos continuou a crescer em ritmo moderado entre o fim de novembro e o fim de 2013, com algumas regiões do país projetando aceleração do crescimento, informou ontem o Federal Reserve, o banco central norte-americano. No relatório Livro Bege, que traça um panorama sobre a atividade empresarial no país, o Fed informou que dois terços dos 12 distritos relataram aumento nas contratações. "A perspectiva econômica é positiva na maioria dos distritos, com alguns relatos citando expectativas de 'mais do mesmo' e alguns esperando retomada do crescimento", consta do relatório. As informações, compiladas pelo Fed de Boston a partir de dados coletados até 6 de janeiro, vieram amplamente em linha com indicadores como os gastos do consumidor e a produção industrial, que mostraram aumento na força da economia no fim de 2013. Os relatos de mais contratações amparam a tese de que a desaceleração no crescimento do emprego em dezembro foi resultante do clima frio que atingiu algumas partes do país. Obama – O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, reforçou em discurso que 2014 precisa ser um ano de ação. Segundo ele, a economia está mais forte e o país criou mais de oito milhões de novos empregos desde o fim da recessão. "Fizemos progresso. Este pode ser um ano inovador para os EUA", afirmou. (Reuters)

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Leia sobre o impacto nas Bolsas na página 14


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DIÁRIO DO COMÉRCIO

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DIÁRIO DO COMÉRCIO

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As confecções apostam em peças com o tema da Copa do Mundo para a coleção do próximo inverno

Bastidores da criação da moda

Fotos: Tina Cezaretti/Hype

Evento mostra tendências e detalhes da ampla cadeia produtiva do setor calçadista em São Paulo Rejane Aguiar uando vai a uma loja escolher uma sandália entre as diversas opções de uma coleção, a consumidora não faz ideia do tamanho da cadeia produtiva que está ajudando a movimentar. Pode não parecer, mas um calçado é como um carro: o produto final da combinação de uma série de peças, fabricadas por indústrias muito diferentes. No caso do setor calçadista, os fornecedores de matérias-primas e componentes são empresas tão diversas quanto multinacionais do ramo químico, pequenos curtumes que trabalham com peles de animais exóticos e especialistas em pedraria. Nesta semana, os representantes dessa cadeia de componentes apresentaram as novidades para o verão de 2015 na 9ª edição da Inspiramais, feira de negócios que terminou ontem no Centro de Convenções Frei Caneca, na capital paulista. "O Inspiramais comprova a integração que hoje existe na cadeia produtiva dos componentes no Brasil, o que é muito importante para o setor. É o resultado de um trabalho de muito tempo", afirma Ilse Guimarães, superintendente da Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), entidade que acaba de completar 30 anos de atuação. Com aproximadamente 2,8 mil empresas cadastradas e 340 associadas à Assintecal (responsáveis por 80% da produção nacional), o setor é

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Paulo Pampolin/Hype

Na Inspiramais, foram apresentadas cerca de 600 novidades em fitas, pedrarias, solados, couros, cabedais, tecidos e forros.

muito pulverizado e diversificado, com empresas dos mais variados portes espalhadas nos 24 polos calçadistas do País (com destaque para as regiões de Franca, Jaú e Birigui, no interior do Estado de São Paulo, e para o Rio Grande do Sul, tradicional região fabricante de calçados e outros artigos de couro). Unidas – Convencer tantas e diferentes empresas de que juntas têm mais força para traçar estratégias para competir com o s p re ç o s e xtremamente baixos dos componentes que vêm da Ásia é uma tarefa a que a Assintecal vem se dedicando há pelo men o s d e z anos, com o

apoio de entidades também interessadas na consolidação do mercado da moda no Brasil, como a Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Há diversos programas em andamento, como o que forma cons ó rc i o s d e e m p re s a s q u e seriam concorrentes no Brasil para apresentar seus produtos conjuntamente a compradores estrangeiros e rodadas de negócios que aproximam fabricantes de componentes e calçadistas. Pa d ro n i z a ç ão – Na Inspiramais, essa ideia do “conjunto” fica bem evidente com os es-

tandes padronizados – configuração bem diferente da adotada em grandes feiras de negócios em que as empresas mais capitalizadas montam estandes gigantes, em contraste com os espaços das empresas menores. Assim, a disposição das novidades na feira evidencia o mais importante, que é o produto. Nesta edição, foram apre-

Prêt-à-porter: a realidade das lojas. e nas passarelas da São Paulo Fashion Week (SPFW) os lojistas de confecções podem acompanhar a vanguarda das tendências de moda e conhecer as ideias que devem chegar às ruas algum tempo depois, é em eventos como a São Paulo Prêt-à-porter que eles podem encher as sacolas. Durante dois dias, milhares de lojistas de vários estados brasileiros e também estrangeiros circularam pelos corredores do Expo Center Norte para conhecer o que a indústria de confecções produziu para o próximo inverno. Como em um grande shopping, com vitrines elaboradas e atenciosos vendedores, os lojistas conheceram coleções muito variadas. Os expositores da São Paulo Prêt-à-porter são dos ra-

S

Coleções do próximo inverno no Expo Center Norte

Cipasa Santa Maria Empreendimentos Imobiliários S/A

mos de moda infantil, para festa, jovem (masculina e feminina) e camisarias. Como as coleções são de inverno, as peças têm muito preto (quase sempre com aplicações de metais e pedraria), vermelho fechado e marrom. Mas também há espaço para variações, como o couro sintético azul, verde e laranja. Também se destacaram entre as apostas dos fabricantes as peças com o tema da Copa do Mundo: o tema aparece em detalhes como pequenas bandeiras do Brasil e, evidentemente, no verde e amarelo de camisetas e bermudas. A expectativa da organização, a mesma da feira de calçados Couromoda, era de que 15 mil compradores únicos visitassem a São Paulo Prêt-à-porter, mas o balanço final dos dois eventos só deve sair hoje. (RA)

– CNPJ/MF nº 07.681.721/0001-53 Relatório da Diretoria Srs. Acionistas: Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Financeiras condensadas da Sociedade, referente ao exercício findo em 31/12/2012. A Diretoria Balanços Patrimoniais (Em milhares de Reais) Demonstrações do Resultado (Em milhares de Reais) 2012 2011 2012 2011 Ativo 2012 2011 796 5.141 Resultado antes das receitas e despesas financeiras 1.555 (1.913) Circulante 11.452 8.032 Receita líquida na venda de imóveis (365) (6.513) Despesas financeiras – (22) Caixa e equivalentes de caixa 1.338 1.922 Custo dos imóveis vendidos 431 (1.372) Receitas financeiras 30 94 Contas a receber de clientes 3.660 4.437 Lucro bruto (480) (541) Resultado antes da provisão para o IRPJ e CSLL 1.585 (1.841) Imóveis destinados à venda 71 250 Receitas/(despesas): Administr., comerciais e gerais Equivalência patrimonial 1.604 – Imposto de renda e contribuição social (27) (203) Sociedades controladas 5.000 – 1.124 (541) Lucro líquido do exercício 1.558 (2.044) Demais ativos 1.383 1.423 Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido para os exercícios findos em 31 de dezembro (Em milhares de Reais) Ativo não circulante 1.604 3.017 Reservas de lucros Realizável a longo prazo – 3.017 Capital social Reserva de capital Legal Retenção de lucros Total Lucros acumulados Total Contas a receber de clientes – 3.017 1.300 97 489 8.943 9.431 (3.494) 7.334 Investimentos 1.604 – Saldos em 31 de dezembro de 2011 Aumento de capital 2.850 – – – – – 2.850 Total do ativo 13.056 11.049 Reserva de ágio na emissão de ações – 502 – – – – 502 Passivo 2012 2011 Destinação do lucro líquido Circulante 740 898 Lucro do exercício – – – – – 1.558 1.558 Fornecedores 89 82 Reserva Legal – – 78 – 78 (78) – Obrigações trabalhistas e tributárias 322 434 Dividendos distribuídos – – – (4.950) (4.950) 22 (6.408) Provisões para garantia de obra 315 379 Apropriação para reserva de lucros – – – 1.480 1.480 (1.480) 1.480 Outras contas a pagar 14 3 Saldos em 31 de dezembro de 2012 4.150 599 566 5.473 6.039 (3.472) 7.316 Passivo não circulante 5.000 2.817 Demonstrações dos Fluxos de Caixa (Em milhares de Reais) Obrigações tributárias diferidas – 238 Das atividades operacionais 2012 2011 2012 2011 Débitos com partes relacionadas – 2.579 Resultado antes da provisão para o IRPJ e CSLL 1.585 (1.841) Caixa prov. das (aplicados nas) ativid. operacionais 1.047 1.766 Sociedades controladas 5.000 – Ajustes para conciliar o resultado às disponibilidades Imposto de renda e contribuição social pagos (134) (142) Patrimônio líquido 7.316 7.334 geradas pelas atividades operacionais Caixa líq. prov. das (aplic. nas) atividad. operacionais 913 1.624 Capital social 4.150 1.300 Resultado de equivalência patrimonial (1.605) – Fluxo de caixa das ativid. de investim.: Investimentos 1 – Reservas de ágio 600 110 Provisões para garantia de obra (64) – Fluxo de caixa das ativ. de financ.: Aumento de capital 3.352 – Reserva de lucros 2.566 5.924 Decrésc./(acréscimo) em ativos: Contas a rec. de clientes 3.794 679 Dividendos distrib. (4.850) (1.450) Total do passivo e patrimônio líquido 13.056 11.049 Imóveis destin. à venda 179 (250) Partes relacionadas – 1.748 Demais ativos 42 3.269 Caixa líquido gerado pelas ativid. de financiamento (1.498) 298 As Demonstrações Financeiras completas estão à disposição (Decréscimo)/acréscimo em passivos: Fornecedores 7 79 Aumento de caixa e equivalente de caixa (584) 1.922 dos Srs. Acionistas na sede da Companhia. Obrig. trab. e tribut. (112) 30 Caixa e equivalentes de caixa: No início do exercício 1.922 – Pedro Lodovici – Diretor Partes relacion. (2.817) – No final do exercício 1.338 1.922 Clay Regazzoni Monteiro – Contador CRC 1SP 216.321/O-1 Demais passivos 38 (200) Aumento de caixa e equivalente de caixa (584) 1.922

sentadas aproximadamente 600 novidades em fitas, pedrarias, solados, couros, cabedais (que são a parte superior dos calçados, a que protege o pé), tecidos e forros, entre muitos outros componentes (a cadeia é, de fato, muito segmentada: é até difícil imaginar que o fornecedor do cadarço de um sapato não seja o mesmo que fabrica o círculo de

metal por onde passa o cadarço). Entre as tendências, fica visível a aposta em cores variadas e brilhos, preferências dos consumidores brasileiros – principalmente das consumidoras. E o setor está sempre um passo à frente: com o fórum de discussão de tendências, já está pensando no inverno... de 2015.


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DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Até aqui, tudo bem com os lucros dos bancos nesta temporada David Kelly, estrategista para o JPMorgan Funds

Petrobras sustenta bom desempenho da Bovespa A

Dólar sobe, seguindo toada da economia norte-americana.

Brendan McDermid / Reuters

principal índice da Bovespa teve ontem a segunda alta consecutiva, levantado pelas ações da Petrobras em meio a expectativas de um novo aumento dos combustíveis e em linha com o viés positivo dos mercados externos. O Ibovespa subiu 0,81%, a 50.105 pontos, após encerrar quatro pregões abaixo desse nível psicológico. O giro financeiro do pregão somou R$ 5,5 bilhões. O índice acelerou ganhos durante a tarde e chegou a subir 1% diante da guinada da Petrobras. O papel preferencial da petroleira exibiu alta de 2,86% na máxima, após reportagem no site do jornal "Folha de S.Paulo" afirmar que o governo e a estatal estimam para junho um novo aumento da gasolina e do diesel. Em nota divulgada após o fechamento do mercado, o Ministério de Minas e Energia (MME) negou a veracidade da notícia, acrescentando que o

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O resultado positivo no mercado norte-americano ajudou a Bovespa tema não foi tratado pelo governo e é privativo da Petrobras. O MME disse que pedirá à Comissão de Valores Mobiliários que investigue o episódio devido à valorização das ações da petroleira. Além disso, a Bovespa seguiu o movimento positivo dos mercados europeus e norteamericanos. "Estamos novamente pegando carona nas bolsas lá de fora. E será uma carona enquanto ainda não tivermos números melhores da economia (doméstica)", afir-

mou o sócio da Órama Investimentos, Álvaro Bandeira. Animou os mercados europeus a notícia de que o Banco Mundial elevou sua previsão de crescimento global pela primeira vez em três anos, na medida em que as economias avançadas começam a acelerar o ritmo. Nos Estados Unidos, dados econômicos fortes como o índice de preços ao produtor e o resultado trimestral do Bank of America sinalizaram sequência da melhora na economia.

Para o gerente de renda variável da H.Commcor, Ariovaldo Santos, também deu força ao Ibovespa a proximidade do vencimento de opções sobre ações, na segunda-feira. "Alguns (investidores) vendidos acabam encerrando posições para evitar mais perdas quando eles (os preços) superam determinado patamar", afirmou, referindo-se ao fato de a preferencial da Petrobras ter superado a casa dos R$ 16. A preferencial da mineradora Vale, um dos papéis com opções mais negociadas, subiu 1,44%. A ação da empresa do ramo de insumos para construção civil Duratex teve a maior alta do Ibovespa, de 3,64%, após recomendação de compra pelo banco Credit Suisse. No outro sentido, as preferenciais e ordinárias da Eletrobras exibiram as maiores quedas do Ibovespa, depois da agência reguladora do setor determinar que a empresa devolva cerca de R$ 2 bilhões a uma conta de encargo setorial por ela administrada. (Reuters)

Nos EUA, ações em alta e alívio. s ações dos Estados Unidos fecharam ontem em alta, com o índice S&P 500 alcançando o maior nível de fechamento da história, após fortes lucros divulgados pelo Bank of America e dados que mostram aceleração da economia. O Dow Jones subiu 0,66%, para 16.481 pontos, o S&P 500 avançou 0,52%, para 1.848 pontos e o índice tecnológico Nasdaq teve variação positiva de 0,76%, para 4.214 pontos. Os papéis do Bank of America subiram 2,3%, para US$ 17,15, e foram responsáveis por um dos maiores impulsos para o S&P 500. O segundo maior banco dos EUA

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informou que o lucro trimestral subiu quase US$ 3 bilhões devido ao aumento da receita. O resultado foi divulgado um dia depois de o JPMorgan Chase e Wells Fargo registrarem lucro melhor que o esperado, apesar de os empréstimos hipotecários da Wells Fargo terem caído para o nível mais baixo em cinco anos. "Até aqui tudo bem com os lucros dos bancos nesta temporada, e é muito positivo que estamos vendo quedas nas execução de hipotecas, o que é muito positivo para a economia", disse o estrategista-chefe global para JPMorgan Funds, David Kelly.

Nos últimos dados econômicos, o índice de preços ao produtor ajustado sazonalmente subiu 0,4% no mês passado, o maior aumento desde junho, embora as pressões inflacionárias permanecerem benignas. O índice "Empire State" do Federal Reserve de Nova York, que mede as condições gerais de negócios, subiu para seu nível mais alto em 20 meses. Os dados tranquilizaram investidores sobre a capacidade da economia de se sustentar, mesmo diante do início da redução dos estímulos pelo Federal Reserve, que é o banco central norte-americano. (Reuters)

pós passar quase todo o pregão em queda, o dólar fechou ontem praticamente estável ante o real, mesmo diante da possibilidade de mais entradas de divisas na economia brasileira e sob a constante atuação do Banco Central. A moeda norte-americana fechou com leve alta de 0,06%, a R$ 2,3574 na venda, após bater R$ 2,3410 na mínima do dia e R$ 2,3590 na máxima. Segundo dados da BM&F, o volume financeiro ficou em torno US$ 1,2 bilhão. Segundo operadores, o movimento de queda perdeu força a poucos minutos do fechamento dessa sessão sem um motivo muito forte aparente, apenas vendo algum fluxo de saída de recursos do País. De modo geral, o mercado enxerga que o patamar de R$ 2,35 é um piso de resistência porque ainda ajuda nas exportações brasileiras. "Com todos esses anúncios de emissões (no exterior), criou-se um humor positivo para o curto prazo que não havia antes no mercado", explicou o operador de um banco internacional. A retomada das captações internacionais teve mais um capítulo, com o anúncio de que o Conselho de Administração do Santander Brasil aprovou emissão no exterior de notes equivalentes a R$ 6 bilhões. Na segunda-feira, o BNDES lançou bônus de 650 milhões de euros e, na semana passada, a Petrobras precificou emissões de 3,05 bilhões de euros e 600 milhões de libras. As captações alimentaram a expectativa de entrada de recursos na economia brasileira, após o fluxo cambial doméstico registrar no ano passado o pior resultado em mais de uma década. O cenário começou 2014,

pelo menos por enquanto, com a mesma toada de saídas. Na semana passada, o Brasil registrou fluxo cambial negativo de US$ 737 milhões, acumulando no mês déficit de US$ 1,217 bilhão, segundo o Banco Central. O Banco Central deu continuidade, às suas intervenções diárias, vendendo a oferta total de 4 mil contratos de swap cambial tradicional – equivalentes a venda futura de dólares – com vencimento em 1º de setembro. Já os swaps com vencimento em 2 de maio, que também foram ofertados, não foram vendidos. A operação teve volume equivalente a US$ 197,9 milhões. Sobe-desce – Durante a tarde de ontem, o dólar chegou a anular momentaneamente a queda ante o real após divulgação de que a inflação ao produtor nos Estados Unidos em dezembro havia acelerado, alimentando as preocupações com o futuro da política monetária norte-americana. " O d ó l a r a c a b o u a c o m p anhando lá fora após a divulgação dos dados dos EUA, que deram um pouco de força para a moeda", afirmou o gerente de câmbio da Treviso Corretora, Reginaldo Galhardo. Os preços ao produtor nos Estados Unidos registraram o maior aumento em seis meses no mês de dezembro, mas as pressões inflacionárias permanecem benignas. O número levantou a possibilidade de que a redução das compras de títulos do Federal Reserve – o Banco Central Norte-Americano – seja acelerada, reduzindo ainda mais a oferta global de liquidez. No exterior, o dólar subia frente a outras moedas. Sobre uma cesta de divisas, tinha alta de cerca de 0,50% no final da tarde de ontem. (Reuters)


ECONOMIA/LEGAIS - 15

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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

CÂMARA MUNICIPAL DE ARUJÁ/SP - CNPJ nº 58.478.652/0001-16 AVISO DE LICITAÇÃO TOMADA DE PREÇOS N° 001/2014 Acha-se aberta, na Câmara Municipal de Arujá, CNPJ nº 58.478.652/0001-16, Tomada de Preço nº 001/2014, objetivando a “Aquisição de 55.000 (cinquenta e cinco mil) litros de gasolina comum”. O edital completo poderá ser obtido no link www.camaraaruja.sp.gov.br ou na Câmara Municipal de Arujá, sita na Rua Rodrigues Alves, nº 51, Centro, Arujá/ SP, mediante a apresentação de um pen-drive ou CD/DVD/Rom. Maiores informações poderão ser obtidas pelo telefone (11) 4652-7000 – através da COPEL – Comissão Permanente de Licitações, das 8h30min às 11h30min e das 14h às 16h. WAGNER JOSÉ DA SILVA – Presidente da COPEL.

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PEDRO/SP AVISO DE LICITAÇÃO Comunicamos que está aberta a Licitação relacionada abaixo: MODALIDADE: Pregão Presencial 003/ 2014. PROCESSO: 003/2014. OBJETO: CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA FORNECIMENTO PARCELADO DE CESTAS BÁSICAS DE ALIMENTOS PARA OS FUNCIONÁRIOS AFASTADOS, INATIVOS E PENSIONISTAS DA PREFEITURA DE SÃO PEDRO E PARA DISTRIBUIÇÃO GRATUITA PELA ASSISTÊNCIA SOCIAL. INÍCIO DA SESSÃO PÚBLICA: 29/01/2014, às 14:00h, na sala de Licitações da Prefeitura do Município de São Pedro, sita à Rua Valentim Amaral, n° 748, Centro, São Pedro/SP. O edital completo encontra-se à disposição no Departamento de Compras e Licitações, sito à Rua Valentim Amaral 748, no horário das 08:00h às 17:00h. Fone: (19) 3481-9223 ou através do site: www.saopedro.sp.gov.br. São Pedro, 15 de janeiro de 2014. Valdemir Antonio Malaguetta - Pregoeiro

AVISO DE LICITAÇÃO. MODALIDADE: Pregão Presencial 06/2014, PROCESSO: 14/2014, OBJETO RESUMIDO: AQUISIÇÃO DE 1 (UMA) PÁ CARREGADEIRA SOBRE PNEUS, ARTICULADA, MODELO W130 Z-BAR, DATA E HORA DA LICITAÇÃO: 29/01/2014 as 9h00, LOCAL DA LICITAÇÃO: Sala de Licitações do Paço Municipal, na Praça Cel. Brasílio Fonseca, 35, Centro, Guararema – SP. O Edital poderá ser lido e obtido na íntegra no Paço Municipal de Guararema, no período das 08h30min às 16h00. Os interessados poderão obter o Edital por e-mail, enviando mensagem eletrônica para o endereço licitacao@guararema.sp.gov.br, informando os dados da empresa, a modalidade e o número da licitação. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 4693-8016. MARCIO LUIZ ALVINO DE SOUZA, Prefeito Municipal.

DACUNHA S/A - CNPJ nº 59.172.676/0001-05 (Companhia Fechada) NIRE 35300042140 - Extrato da Ata de Reunião da Diretoria, em 20/11/2013 - Data, Hora e Local: 20/11/2013, às 17h, em SBC/SP Quórum: Totalidade. Mesa: Presidente - Vittorio Medioli, Secretário - Alberto Medioli. Deliberações por unanimidade: Aprovação da venda do imóvel: Casa nº 146, Tipo 03, do “Cond. Vila Alto das Figueiras I, sob matrícula nº 46.422, no Cartório de 2º Oficial de Registro de Imóveis de SBC/SP, com cadastro na PSBC, contribuinte nº 023.051.080.048, com o valor venal de R$151.211,16. Encerramento: Nada mais. JUCESP nº 20.749/14-4 em 13/01/2014.

BTG Pactual Seguradora S.A. CNPJ/MF nº 15.437.885/0001-68 – NIRE nº 35.300.44982-7 Ata da Assembleia Geral Extraordinária realizada em 28 de Junho de 2013 1. Data, Hora e Local da Assembleia: Aos 28/06/2013, às 10hs, na sede social da BTG Pactual Seguradora S.A. (“Cia.”), em SP/SP, na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.477, 14º andar - parte, Itaim Bibi. 2. Acionistas e demais Presentes: Acionistas representando a totalidade do capital social da Cia., conforme se verifica das assinaturas no Livro de Presença de Acionistas. 3. Mesa: Presidente: Bruno Duque Horta Nogueira; Secretária: Carolina Cury Maia Costa. 4. Convocação: Dispensada a convocação prévia, tendo em vista a presença da totalidade dos acionistas, conforme o disposto no § 4º do art. 124 da Lei nº 6.404/76, conforme alterada (“Lei das S.A.”). 5. Ordem do Dia: Deliberar sobre: (i) a alteração do § único do art. 15 do Estatuto Social da Cia.; (ii) o aumento do capital social da Cia., mediante subscrição em dinheiro; (iii) a reforma do Estatuto Social da Cia., com o propósito de refletir a alteração consubstanciadas no item (i) e (ii) acima e a aprovação da alteração do endereço da sede da Cia. deliberada pela Reunião da Diretoria datada de 01/02/2013; e (iv) outros assuntos de interesse geral da Cia.. 6. Deliberações: As seguintes deliberações foram tomadas por unanimidade de votos, sem quaisquer ressalvas ou restrições: (i) aprovar a alteração do § Único do Art. 15 do Estatuto Social da Cia.. Em razão desta deliberação, o § Único do Art. 15º do Estatuto Social da Cia. passa a vigorar com a seguinte nova redação: “Art. 15ª – (...) § Único - O Diretor de Relações com a SUSEP poderá indicar os funcionários da sede da Cia. e de cada uma de suas dependências, para fins de contato perante a SUSEP.” (ii) aprovar o aumento de capital social da Cia., que passa de R$ 50.000.000,00 para R$ 57.000.000,00, aumento esse de R$ 7.000.000,00, mediante a emissão de 7. 802.920. novas ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, a um preço total de emissão de R$ 0.8971 por ação. O presente aumento é totalmente subscrito e integralizado pelo acionista BTG Pactual Holding de Seguros S.A., conforme pertinente boletim de subscrição constante do Anexo I à presente ata. O acionista BTG Pactual WM Gestão de Recursos Ltda. renuncia expressamente ao seu direito de preferência na subscrição de novas ações. Em decorrência do aumento de capital social ora deliberado e de outras questões entendidas pertinentes pelos acionistas da Cia., o Art. 5º do Estatuto Social passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. 5º - O Capital Social da Cia. é de R$ 57.000.000,00, dividido em 57.802.920 de ações, todas ordinárias, nominativas e sem valor nominal. § Único - A cada ação ordinária corresponderá um voto nas deliberações em Assembleia Geral.” (iii) tendo em vista as deliberações acima, bem como outras entendidas necessárias pelos acionistas da Cia., aprovar a reforma integral do Estatuto Social da Cia., que passa a vigorar na forma disposta no Anexo II à presente ata; (iv) finalmente, resolver por autorizar a lavratura da ata que se refere a esta Assembléia na forma sumária, nos termos do Art. 130, § 1º da Lei n.º 6.404/76. 7. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, a Assembleia foi suspensa para elaboração da presente ata, que foi lida e aprovada pela unanimidade dos acionistas da Cia., BTG Pactual Holding de Seguros Ltda., representada por seus procuradores Bruno Duque Horta Nogueira e Carolina Cury Maia Costa e BTG Pactual WM Gestão de Recursos Ltda., representada por seus procuradores, Bruno Duque Horta Nogueira e Carolina Cury Maia Costa. Bruno Duque Horta Nogueira - Presidente da Assembleia; Carolina Cury Maia Costa Secretária da Assembleia Acionistas: BTG Pactual Holding de Seguros Ltda. - Bruno Duque Horta Nogueira/ Carolina Cury Maia Costa BTG Pactual WM Gestão de Recursos Ltda. - Bruno Duque Horta Nogueira/ Carolina Cury Maia Costa. Anexo II - Estatuto Social - Capítulo I - Da Denominação, Sede, Objeto, Duração - Art. 1º - A BTG Pactual Seguradora S.A. é uma sociedade anônima (a “Cia.”) que se rege pelo presente Estatuto Social e pelos dispositivos legais que lhe forem aplicáveis. Art. 2º - A Cia. tem sede e foro jurídico em São Paulo, Estado de São Paulo, na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.477, 14º andar, parte, Itaim Bibi, CEP 04538-133. § Único - A Cia. poderá, por deliberação da Diretoria, abrir, transferir e/ou encerrar sucursais, filiais, agências, departamentos, escritórios, depósitos ou quaisquer outros estabelecimentos em qualquer parte do território nacional ou do exterior, em conformidade com as normas estabelecidas pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), fixando, para os fins legais, o capital de cada uma delas, a ser destacado do capital social. Art. 3º - A Cia. tem prazo de duração indeterminado. Art. 4º - A Cia. tem por objeto social (a) a realização de operações de seguros de pessoas e de seguros de danos, tais como definidos na legislação em vigor, em todo o território nacional; (b) todas as atividades necessárias ao desenvolvimento das atividades previstas no item (a); e (c) a participação em outras sociedades, na qualidade de sócia ou acionista, observada a legislação em vigor. Capítulo II - Do Capital Social - Art. 5º - O Capital Social da Cia. é de R$ 57.000.000,00, dividido em 57.802.920 de ações, todas ordinárias, nominativas e sem valor nominal. § Único - A cada ação ordinária corresponderá um voto nas deliberações em Assembleia Geral. Art. 6º - Na proporção do número de ações que possuírem, os acionistas terão direito de preferência para a subscrição de novas ações resultantes de aumento do capital social, observado o disposto no Art. 171 e §s, da Lei 6.404/76, que será exercido no prazo de 30 dias, contados da data da publicação da ata da respectiva assembleia, sob pena de decadência. Capitulo III - Da Administração - Art. 7º - A Cia. será administrada por uma Diretoria, com os poderes e atribuições conferidos por lei e por este Estatuto Social. Art. 8º - A Diretoria será composta de, no mínimo, 02 e, no máximo, 05 membros, acionistas ou não, sendo (i) 01 Diretor Presidente; e (ii) 04 Diretores com cargos específicos, sendo, 01 Diretor de Relações com a SUSEP, 01 Diretor Técnico, 01 Diretor Administrativo-Financeiro e 01 Diretor de Supervisão, todos eleitos pela Assembleia Geral, para mandatos de 01 ano, sendo permitida a reeleição ou destituição antes do término do mandato. § Único - Os diretores poderão acumular, no máximo, 02 dos cargos específicos referidos no caput. Art. 9º - Os diretores serão investidos em seus cargos após a homologação de seus nomes pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, independentemente de caução, como permitido por lei, e cada diretor se sujeitará aos deveres e responsabilidades impostos por lei e pelo presente Estatuto Social. § 1º - Ao final de seus mandatos, os diretores permanecerão em seus cargos até que os novos diretores tomem posse. § 2º - O valor global destinado à remuneração dos membros da Diretoria será fixado pela Assembleia Geral e o critério de sua distribuição ficará a cargo dos Diretores, conforme estes venham a decidir em reunião da Diretoria. Art. 10º - No caso de vacância ou de impedimento temporário do cargo de Diretor, a Diretoria designará um substituto. § 1º - No caso de impedimento temporário, o substituto substituirá o licenciado pelo prazo do afastamento. § 2º - No caso de vacância, o substituto completará o mandato do substituído. Art. 11º - Em caso de ausência ou impedimento permanente de qualquer diretor, a Assembleia Geral indicará um dentre os demais diretores para desempenhar as funções do diretor ausente ou impedido pelo tempo de mandato que faltar ao diretor substituído ou elegerá um novo diretor para ocupar a vaga do diretor ausente ou impedido. Art. 12º - A Diretoria reunir-se-á sempre que os interesses sociais o exigirem, sendo que suas deliberações serão tomadas por maioria de votos. Em caso de empate, caberá ao Diretor Presidente decidir sobre a matéria. § 1º - As reuniões da Diretoria serão convocadas pelo Diretor Presidente, através de carta registrada, e-mail, fax, telegrama ou aviso entregue pessoalmente, contra recibo, a todos os diretores. Considerar-se-á dispensada a convocação a uma reunião em que comparecer a totalidade dos diretores. § 2º - As reuniões da Diretoria serão instaladas com a presença de, pelo menos, 2 Diretores. § 3º - Um Diretor poderá fazer-se representar nas reuniões por outro Diretor, e poderá votar por carta, e-mail, telegrama, fax ou procuração. Os diretores que enviarem seus votos ou se fizerem representar, na forma supra, serão considerados presentes à reunião. § 4º - Das reuniões da Diretoria serão lavradas atas em livro próprio, as quais serão assinadas pelos diretores presentes. Art. 13º - A Diretoria terá poderes de representação, administração e gestão dos negócios sociais, podendo, na forma prevista neste Estatuto Social, validamente obrigar a Cia., praticando todos os atos e operações necessários à consecução dos objetivos sociais, e deliberar sobre todas as questões que não tenham sido previstas neste Estatuto Social e que não sejam de competência exclusiva da Assembleia Geral. Art. 14º - Compete ao Diretor Presidente: a) convocar e presidir as Assembleias Gerais; b) convocar as reuniões da Diretoria, coordenando a ação desta; c) formular a estratégia de negócios e gerenciamento de sua implementação, dirigindo os negócios da Cia. e fixando as normas gerais a serem observadas pela Diretoria; d) executar e dar cumprimento à política de administração da Cia.; e) organizar os serviços da Cia., prover seus cargos e funções; f) elaborar, com os demais Diretores, o relatório anual da administração; e g) fixar os critérios básicos da administração do pessoal. Art. 15º - Compete ao Diretor de Relações com a SUSEP responder pelo relacionamento com a referida autarquia, prestando, em conjunto com outros diretores, todas e quaisquer informações que venham a ser solicitadas e/ou exigidas. § Único - O Diretor de Relações com a SUSEP poderá indicar os funcionários da sede da Cia. e de cada uma de suas dependências, para fins de contato perante a SUSEP. Art. 16º - Compete ao Diretor Técnico a supervisão das atividades técnicas, atuando no acompanhamento da elaboração de produtos, contratos, suas cláusulas e precificação, regulamentos, condições gerais e notas técnicas. Art. 17º - Compete ao Diretor Administrativo-Financeiro: a) a supervisão das atividades administrativas e econômico-financeiras, englobando o cumprimento de toda a legislação societária e aquela aplicável à consecução dos respectivos objetivos sociais; b) o acompanhamento, supervisão e cumprimento das normas e procedimentos de contabilidade previstos na regulamentação em vigor; c) o acompanhamento, supervisão e cumprimento das normas e procedimentos de auditoria independente previstos na regulamentação em vigor; d) a assinatura de documentos, requerimentos, firmas, compromissos ou acordos, contratos, petições, recibos e correspondências em conjunto com o Diretor Presidente ou com qualquer outro Diretor; e) abrir e movimentar contas bancárias da Cia., emitir cheques, requisitar saldos, extratos e talões de cheques; endossar cheques, autorizar débitos, autorizar investimentos e aplicações financeiras, transferências e pagamentos em conjunto com o Diretor Presidente ou com qualquer outro Diretor; f) receber importâncias devidas à Cia., assinando recibos e dando quitação em conjunto com o Diretor Presidente ou com qualquer outro Diretor; g) assinar quaisquer contratos, inclusive contratos de câmbio em conjunto com o Diretor Presidente ou com qualquer outro Diretor; h) representar a Cia. perante o Banco Central do Brasil e instituições financeiras, assinando todo e qualquer documento julgado necessário e/ou conveniente, em conjunto com o Diretor Presidente ou com qualquer outro Diretor; e i) admitir e demitir funcionários, em conjunto com o Diretor Presidente ou com qualquer outro Diretor. Art. 18º Compete ao Diretor de Supervisão o cumprimento do disposto na Lei nº 9.613 de 3 de março de 1998, bem como zelar pela sua observância e da respectiva regulamentação complementar. Art. 19º - Observado o disposto no Art. 20 deste Estatuto Social, a Cia. será representada e obrigar-se-á: (a) pela assinatura conjunta de quaisquer 2 diretores; (b) pela assinatura de 1 diretor em conjunto com a assinatura de 1 procurador devidamente constituído para representar a Cia., este último desde que assim previsto no respectivo instrumento de mandato e de acordo com a extensão dos poderes nele contidos; (c) pela assinatura conjunta de 2 procuradores devidamente constituídos para representar a Cia., desde que assim previsto no respectivo instrumento de mandato e de acordo com a extensão dos poderes nele contidos; ou (d) pela assinatura isolada de qualquer 1 dos diretores ou de 1 procurador devidamente constituído para representar a Cia., este último desde que assim previsto no respectivo instrumento de mandato e de acordo com a extensão dos poderes nele contidos, ficando, porém, ressalvado que tal representação individual da Cia. será limitada à prática de atos de rotina perante repartições públicas, inclusive a Receita Federal do Brasil, suas delegacias, inspetorias, postos, agências e outras autarquias. § Único - As procurações outorgadas pela Cia. serão assinadas por 2 diretores e, com exceção daquelas outorgadas a advogados para representação judicial ou em procedimentos administrativos, terão prazo de validade determinado e vedarão o substabelecimento. Art. 20º - São expressamente proibidos e serão nulos de pleno direito quaisquer atos praticados por diretores, por procuradores ou por empregados da Cia. que sejam estranhos ao objeto social e aos negócios da Cia., tais como avais, fianças, endossos e outras garantias de favor, a menos que tais atos tenham sido previamente aprovados pela Assembleia Geral. Art. 21º - É vedado aos membros da Diretoria exercer funções administrativas em outras sociedades, ressalvadas as empresas integrantes do grupo empresarial do qual a Cia. faz parte. Capitulo IV - Da Assembleia Geral - Art. 22º - A Assembleia Geral reunir-se-á, ordinariamente, até 31 de março de cada ano e, extraordinariamente, sempre que o interesse social o exigir, observadas as prescrições legais que disciplinam a matéria. Art. 23º - A Assembleia Geral, convocada e instalada com observância das formalidades legais, será presidida pelo Diretor Presidente, que convidará um dos presentes para servir como Secretário. Art. 24º - As deliberações da Assembleia Geral, ressalvadas as hipóteses especiais previstas em lei, serão tomadas por maioria de votos dos presentes. Capítulo V - Do Conselho Fiscal - Art. 25º - O Conselho Fiscal, que não funcionará em caráter permanente, será constituído por 03 membros efetivos e igual número de suplentes e será instalado apenas nos exercícios sociais em que seu funcionamento for solicitado por acionistas, na forma e condições previstas em lei. § Único - Os membros do Conselho Fiscal terão a qualificação, competência, deveres, prazo de mandato e remuneração estabelecidos pela lei. Capítulo VI - Do Exercício Social, Demonstrações Financeiras e Destinação dDos Lucros - Art. 26º - O exercício social terá duração de 12 meses, iniciando-se no dia 01 de janeiro e encerrando-se no dia 31 de dezembro de cada ano. As demonstrações financeiras previstas em lei deverão ser elaboradas ao final de cada exercício social, e deverão incluir uma proposta de alocação para o lucro líquido do exercício. Art. 27º - Previamente a qualquer deliberação acerca da alocação de lucros, quaisquer perdas ou provisões de impostos deverão ser deduzidas do resultado anual. Quaisquer perdas no exercício deverão ser absorvidas pelos lucros acumulados, pela reserva de lucros e pela reserva legal, nesta ordem. § 1º - O lucro líquido apurado no exercício, após as deduções previstas no caput deste Art. 27, deverá ser alocado da seguinte maneira: (a) 5% para reserva legal, até que esta atinja o montante igual a 20% do capital social da Cia.. A constituição da reserva legal deverá ser dispensada em qualquer exercício social em que montante da reserva, quando adicionado às demais reservas (b) de capital previstas no § primeiro do Art. 182 da Lei 6.404/76, exceda 30% do capital social; e (b) 1% do lucro líquido auferido no exercício, depois de deduzidos os montantes referidos no § anterior, deverá ser alocado para o pagamento do dividendo mínimo obrigatório aos acionistas. § 2º - Após as deduções previstas no caput deste Art. 27 e as destinações previstas nos itens (a) e (b) do § 1º, até 100% do saldo do lucro líquido do exercício será alocado para a Reserva de Investimentos, até o limite máximo permitido por lei, exceto se de outra maneira deliberado pelos acionistas. O propósito da Reserva de Investimentos deverá ser prover fundos que garantam investimentos em atividades relacionadas com o objeto social da Cia.. Os fundos da Reserva de Investimentos deverão ser utilizados conforme determinação da Assembleia Geral. Quando a Assembleia Geral entender que o valor da Reserva de Investimentos é suficiente, poderá determinar (i) a distribuição do excesso para os acionistas; ou (ii) a sua capitalização, mediante aumento de capital social, sem a necessidade de emissão de novas ações. § 3º - Os Dividendos declarados deverão ser pagos respeitando-se o período estabelecido em lei e deverão sujeitar-se às correções monetárias e/ou juros somente quando a Assembleia Geral o decidir expressamente. Dividendos não reclamados dentro do prazo de 03 anos contados de sua disponibilização aos acionistas deverão ser revertidos em favor da Cia.. Art. 28º - Mediante deliberação da Diretoria, a Cia. poderá (i) levantar balanços semestrais, trimestrais ou mensais e pagar dividendos ou juros sobre capital próprio à conta do lucro apurado em referidos balanços; e/ou (ii) pagar dividendos intermediários à conta de lucros acumulados ou de reservas de lucros existentes no último balanço anual ou semestral. § 1º - Dividendos distribuídos em conformidade com as disposições deste Art. deverão ser imputados ao dividendo mínimo obrigatório referido no Art. 27 deste Estatuto Social. § 2º - A Cia. poderá pagar juros sobre o capital próprio e alocar este montante ao dividendo mínimo obrigatório, nos termos da legislação em vigor. Capítulo VII Liquidação - Art. 29º - A Cia. será dissolvida e entrará em liquidação nos casos previstos em lei, sendo que a forma de liquidação, a nomeação do liquidante e a condução da Cia. durante o período de liquidação seguirão as normas legais e regulatórias em vigor.Capítulo VIII - Disposições Gerais - Art. 30º - Os casos omissos serão resolvidos pela Assembleia Geral da Cia..” SP, 28/06/2013 BTG Pactual Holding de Seguros Ltda. - Bruno Duque Horta Nogueira/Carolina Cury Maia Costa; BTG Pactual WM Gestão De Recursos Ltda. - Bruno Duque Horta Nogueira/Carolina Cury Maia Costa. Jucesp nº 10.819/14-9 em 08/01/2014. Gisela Simiema Ceschin-Secretária Geral.

FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL

Conforme informação da Distribuição Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, foram ajuizados no dia 15 de janeiro de 2014, na Comarca da Capital, os seguintes pedidos de falência, recuperação extrajudicial e recuperação judicial: Requerente: Francesco de Marchi Gherini - Requerido: Brasil Partners Engenharia Ltda. - Alameda Santos, 1.827 - Conjunto 111 - Cerqueira César - 2ª Vara de Falências

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE ANDRADINA

EXTRATO DE HOMOLOGAÇÃO. PROCESSO Nº 126/13 – PREGÃO Nº 66/ 13. Objeto: Contratação de instituição bancária para confecção, entrega e recebimento de carnês do IPTU – Imposto Predial Territorial Urbano, num total estimado em 27.000 carnês, para o exercício de 2014, em conformidade com o Anexo I – Termo de Referência. Considerando a regularidade do procedimento, hei por bem, com base na lei federal nº 10.520, de 17 de julho de 2002, Homologar, o item do objeto licitado, à empresa: BANCO DO BRASIL S.A.(item 01). Andradina, 15 de janeiro de 2014. JAMIL AKIO ONO – Prefeito. QUESTÃO DE BELEZA COMÉRCIO E SERVIÇOS DE BELEZA LTDA.-ME, CNPJ 04.174.935/000145, Inscrição Municipal 73665, Empresa de São Caetano do Sul, comunica o extravio das Notas Fiscais Modelo 2 - 001 a 500 - Série A - 1628 a 1670 - 2612 a 2746 - e 2747 a 2800 - Em Branco.

SINCOMED – SINDICATO DO COMÉRCIO VAREJISTA DE MATERIAL MÉDICO, HOSPITALAR E CIENTÍFICO NO ESTADO DE SÃO PAULO.

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

FDE AVISA Pregão Eletrônico Nº 54/00306/13/05 OBJETO: AQUISIÇÃO DE MESA DE TÊNIS E KIT PARA MESA DE TÊNIS. A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para: Aquisição de Mesa de Tênis e Kit para Mesa de Tênis. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital a partir de 16/01/2014, no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br ou na sede da FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP, de segunda a sextafeira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, ou verificar o edital na íntegra, através da Internet no endereço: http://www.fde.sp.gov.br. A sessão pública de processamento do Pregão Eletrônico será realizada no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br, no dia 29/01/2014, às 10:00 horas, e será conduzida pelo pregoeiro com o auxílio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epígrafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital e seus anexos e serão encaminhadas, por meio eletrônico, após o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do início do prazo para envio da proposta eletrônica será de 16/01/2014, até o momento anterior ao início da sessão pública. BARJAS NEGRI Presidente

PREFEITURA MUNICIPAL DE PEREIRA BARRETO/SP

PREGÃO Nº 003/2014 RESUMO DE EDITAL ARNALDO SHIGUEYUKI ENOMOTO, Prefeito de Pereira Barreto, Estado de São Paulo, Faz saber que se acha aberta nesta Prefeitura de Pereira Barreto, até as 09h00min do dia 27/01/2014, a licitação na modalidade PREGÃO PRESENCIAL nº 003/2014, do tipo menor preço por item, objetivando O REGISTRO DE PREÇO para o fornecimento futuro e eventual de gêneros alimentícios não perecíveis, para uso no Programa Municipal de Merenda Escolar, conforme especificações constantes do Anexo I, de acordo com a Lei Federal 10.520/2002. Para maiores informações ou o edital completo, os interessados poderão procurar o Departamento de Licitações desta Prefeitura Municipal, ou pelo telefone/fax (18)3704-8505, no horário de expediente normal ou acessar o site www.pereirabarreto.sp.gov.br, ou ainda enviar e-mail para licitacao@pereirabarreto.sp.gov.br. Pereira Barreto, 15 de janeiro de 2014. Arnaldo Shigueyuki Enomoto - Prefeito.

SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO DE PEREIRA BARRETO TOMADA DE PREÇOS 001/2014 O Diretor do Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Pereira Barreto faz saber a quem possa interessar que se encontra aberto a TOMADA DE PREÇOS nº 01/2014, que tem por finalidade a contratação de empresa qualificada, para prestação de serviços de operação e manutenção no sistema elevação e tratamento de Esgotamento Sanitário de Pereira Barreto, compreendendo 07 Estações Elevatórias de Esgoto (EEE) e 01 Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), tudo conforme as disposições técnicas constantes do Termo de Referência Anexo II e demais anexos previstas no Edital. e que a abertura dos envelopes do certame se dará às 15:00h do dia 04/02/ 2014 nas dependências do SAAE, sito na Av. Coronel Jonas Alves de Melo nº 2.026, em Pereira Barreto-SP. Maiores informações através do e-mail: saaepb@bol.com.br ou Fone: 18-3704-2373. Pereira Barreto-SP, 14 de janeiro de 2014. Jose Carlos Fernandes - Diretor

CNPJ (MF) nº 62.803.069/0001-00 – Edital Contribuição Sindical Patronal - 2014 O Sindicato do Comércio Varejista de Material Médico, Hospitalar e Científico no Estado de São Paulo, com base no Estado de São Paulo, exceto Itú e Atibaia informa a todas as empresas integrantes da categoria econômica do comércio varejista de material Médico, que o vencimento da contribuição sindical patronal do exercício/2014, conforme tabela progressiva por faixa de capital social, conforme obrigatoriedade estabelecida pelo art. 578 e seguintes da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, será no dia 31/01/2014. Informações sobre valores da tabela e guias de recolhimento poderão ser obtidas através dos telefones (11) 3107-7490, pelo e-mail: sincomedsp@sincomedsp.com.br. Walter Costa Júnior – Presidente (16, 17, 18/01/2014)

O Sindicato do Comércio Varejista de Material Elétrico e Aparelhos Eletrodomésticos no Estado de São Paulo, com base estadual informa a todas as empresas integrantes da categoria econômica do comércio varejista de material elétrico, eletro-eletrônicos, informática, telecomunicações, iluminação em geral, aparelhos eletrodomésticos, telefonia fixa e móvel, no Estado de São Paulo que o vencimento da Contribuição Sindical Patronal relativa ao exercício de 2014, de acordo com a tabela progressiva por faixa de capital social, conforme obrigatoriedade estabelecida pelos Artigos 578/591 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, será no dia 31 de janeiro de 2014. Informações sobre valores da tabela e guias de recolhimento poderão ser obtidas através dos tel.: (11) 3333-8377, Fax (11) 3333-8370, ou pelo e-mail: contribuicao@sincoeletrico.com.br e www.sincoeletrico.com.br. São Paulo, 14 de janeiro de 2014. Marco Aurélio Sprovieri Rodrigues - Presidente. (14, 15 e 16)

17º OFICIAL DE REGISTRO DE IMÓVEIS DE SÃO PAULO - CAPITAL - EDITAL DE NOTIFICAÇÃO DE JOSÉ CALIL THOMÉ e BENEDITA MANICARDI THOMÉ. O 17º Oficial de Registro de Imóveis da Capital de São Paulo faz saber a JOSÉ CALIL THOMÉ e BENEDITA MANICARDI THOMÉ, seus eventuais herdeiros e sucessores, que com fundamento no art. 213, II, da Lei de Registros Públicos, foi requerida por TETSUO TANOUE, RG nº 8.216.164-SP, CPF nº 857.306.028-04, do comércio, e sua mulher AIDA LUIZA DE CAMARGO MOREIRA TANOUE, RG nº 12.837,147-SP, CPF nº 128.594.548-45, brasileiros, casados sob o regime da comunhão parcial de bens na vigência da Lei nº 6.515/77, residentes nesta Capital na Avenida General Ataliba Leonel nº 2.798, Vila Guilherme, a retificação da matrícula nº 51.491, a qual tem por objeto terreno com área total de 294,46 metros quadrados, situado na Rua Amanagés nºs 64 e 68, inscrito no cadastro municipal sob nºs 304.002.00616/0062-4. E constando que os notificados são confrontantes desse imóvel, expede-se este edital, para que, querendo, impugnem o requerimento no prazo de quinze dias, contados da primeira publicação. A planta e o memorial descritivo do imóvel estão à disposição, para consulta, em cartório, na Rua Japurá, nº 43, 1º subsolo, Bairro Bela Vista, das 9:00 às 16:00h, nos dias úteis, mesmo local em que eventual impugnação deverá ser apresentada. O não oferecimento da impugnação estabelecerá a presunção de que os notificados estão de acordo com o pedido. São Paulo, 14 de janeiro de 2014. A escrevente autorizada, _____________________ (Maria Cristina Claudio).

ATENTO BRASIL S.A. CNPJ/MF nº 02.879.250/0001-79 - NIRE 35.300.172.884 ATA DA REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO (Realizada em 26 de setembro de 2013) 1. Data, Hora e Local: Realizada em 26 de setembro de 2013, às 13h00, na sede social da empresa. 2. Presença: Presentes todos os membros do Conselho de Administração. 3. Mesa: Assumiu a presidência dos trabalhos a Sra. Maria Reyes Cerezo Rodríguez-Sedano, que convidou como secretária a Sra. Luciana Maria Lopes Kapitaniec. 4. Ordem do Dia: (i) Destituir membros da Diretoria Executiva da Sociedade; (ii) Aprovar eleição de membro para o cargo de Diretor Executivo Corporativo de Finanças; (iii) Ratificar a composição da Diretoria Executiva da Sociedade. 5. Deliberação: Tendo em vista a Assembleia Geral Extraordinária realizada nesta data que, dentre outros assuntos, deliberou e aprovou a alteração da composição da Diretoria Executiva da Sociedade, extinguindo-se parte dos cargos designados estatutariamente e criou novo cargo de Diretor Executivo Corporativo de Finanças, os Conselheiros deliberaram, unanimemente, o quanto segue: (i) Destituir pela extinção dos respectivos cargos os Srs: Mário Mota Câmara - Diretor Executivo de Clientes - Setor Financeiro SP; Luís Ricardo Ferreira - Diretor Executivo de Clientes - Telefônica; Antonio da Cruz Filho - Diretor Executivo de Tecnologia da Informação, Administração e Eficiência; Heitor Nascimento Salvador - Diretor Executivo de Clientes - Negócios Multissetor e Novos Negócios, agradecendo-lhes pelos inestimáveis serviços prestados à Sociedade; (ii) Aprovar eleição de membro para o cargo de Diretor Executivo Corporativo de Finanças, o Sr. Mauricio Teles Montilha, brasileiro, casado, contador, portador da cédula de identidade RG sob nº 11.785.317-3, inscrito no CPF/MF sob nº 048.273.028-55, com endereço profissional na Avenida das Nações Unidas, 14.171, 4º andar, Torre Ebony, Vila Gertrudes, São Paulo/SP, CEP: 04794-000; (iii) Ratificar a composição da Diretoria Executiva da Sociedade, com mandato até 9 de maio de 2014, consolidando-se, como segue: Diretor Regional Brasil, o Sr. Nelson Armbrust, brasileiro, casado, engenheiro, portador da cédula de identidade RG sob número 38.763.083-SSP/SP, inscrito no CPF/MF sob número 916.220.857-87, com endereço profissional na Avenida das Nações Unidas, 14.171, 4º andar, Torre Ebony, Vila Gertrudes, São Paulo/SP, CEP: 04794-000; Diretor Executivo Corporativo de Finanças, o Sr. Mauricio Teles Montilha, brasileiro, casado, contador, portador da cédula de identidade RG sob número 11.785.317-3, inscrito no CPF/MF sob número 048.273.028-55, com endereço profissional na Avenida das Nações Unidas, 14.171, 4º andar, Torre Ebony, Vila Gertrudes, São Paulo/SP, CEP: 04794-000; Diretora Executivo de Finanças, a Sra. Stephanie Helena Jerg Fazis, venezuelana, casada, economista, portadora do documento de identidade RNE V882845-S e inscrita no CPF/MF sob número 235.944.598-70, com domicílio na Avenida das Nações Unidas, 14.171, 4º andar, Torre Ebony, Vila Gertrudes, São Paulo/ SP, CEP: 04794-000; 6. Encerramento: Nada mais havendo a ser tratado, os Conselheiros encerraram a reunião, da qual se lavrou a presente ata, que lida e achada conforme, foi por todos assinada. São Paulo, 26 de setembro de 2013. Mesa: Presidente - Maria Reyes Cerezo Rodriguez-Sedano. Secretário - Luciana Maria Lopes Kapitaniec. Conselheiros: (a) Sra. Maria Reyes Cerezo Rodríguez-Sedano; (b) Sra. Maria Del Carmen Ingelmo de La Mata; e (c) Sr. Nelson Armbrust. Confere com o original, lavrada em livro próprio. Luciana Maria Lopes Kapitaniec - OAB/SP 168.364 - Secretária. JUCESP nº 472.366/13-0 em 12.12.2013. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.

Power Financial do Brasil S.A. CNPJ n° 13.057.174/0001-32 Demonstrações Financeiras Passivo Passivo Circulante Fornecedores a Pagar Fornecedores Diversos Serviços Tomados a Pagar Empréstimos e Financiamentos Empréstimos de Pessoas Ligadas Obrigações Trabalhistas Encargos Sociais a Pagar Provisões s/ Folha de Pagamento Obrigações Tributárias Impostos Retidos a Recolher Impostos e Contribuições s/Lucro Impostos e Contribuições s/Receitas Contas a Pagar Contas a Pagar Reconhecemos a exatidão do presente balanço patrimonial, cuja Outras Obrigações os valores do ativo e passivo importam em 4.072.743,28 em 2012 Outras Obrigações e 1.649.124,20 em 2011. Patrimônio Líquido Lucros ou Prejuízos Acumulados Lucros ou Prejuízos Acumulados Lucro ou Prejuízo do Exercício Total Passivo

Ativo Ativo Circulante Disponibilidades Caixa Bancos Conta Movimento Aplicações de Liquidez Imediata Direitos Realizáveis a Curto Prazo Títulos a Receber Adiantamentos Tributos e Contribuições a Compensar Empréstimos Total Ativo

2012 4.072.743,28 260.028,15 33.100,00 1.936,43 224.991,72 3.812.715,13 16.790,71 3.008.507,25 1.414,37 786.002,80 4.072.743,28

2011 1.649.124,20 303.748,70 – 10,01 303.738,69 1.345.375,50 9.803,80 1.136.893,69 – 198.678,01 1.649.124,20

2012 198.412,32 51.937,04 6.379,65 45.557,39 38.207,12 38.207,12 5.729,74 3.712,24 2.017,50 60.965,95 3.634,02 49.479,02 7.852,91 2.276,75 2.276,75 39.295,72 39.295,72 3.874.330,96 3.874.330,96 36.102,38 3.838.228,58 4.072.743,28

2011 175.365,79 8.434,00 – 8.434,00 15.114,40 15.114,40 1.351,60 1.351,60 – 77.708,68 3.366,20 73.981,31 361,17 – – 72.757,11 72.757,11 1.473.758,41 1.473.758,41 (382.614,51) 1.856.372,92 1.649.124,20

Receita Operacional Bruta Receita com Vendas de Produtos Receita com Serviços (-) Deduções da Receita Bruta Impostos s/ Vendas e Serviços Receitas Diversas Receita Operacional Líquida Custo e Despesa Custos Despesas c/ Pessoal e Diretoria Serviços de Terceiros Despesas Gerais Lucro Operacional Bruto Outras Receitas/Despesas Operacionais Despesas Financeiras Lucro Líquido Provisões s/ Lucro Provisão p/ IRPJ Provisão p/ CSLL Lucro do Exercício

2012

2011

5.438.985,13 1.927,97 5.437.057,16 (308.189,00) (308.189,00) 2.072,30 5.132.868,43 (724.656,63) – (154.263,14) (291.565,65) (278.827,84) 4.408.211,80 (5.246,79) (5.246,79) 4.402.965,01 (564.736,43) (408.128,36) (156.608,07) 3.838.228,58

2.946.561,12 – 2.946.561,12 (147.747,08) (147.747,08) – 2.798.814,04 (640.578,02) (131.879,96) (49.146,09) (284.397,50) (175.154,47) 2.158.236,02 (2.712,00) (2.712,00) 2.155.524,02 (299.151,10) (214.290,14) (84.860,96) 1.856.372,92

ATENTO BRASIL S.A. CNPJ 02.879.250/0001-79 - NIRE 35.300.172.884 Ata de Assembleia Geral Extraordinária realizada em 26 de setembro de 2013 1. Data, Hora e Local: Realizada em 26 de setembro de 2013, às 12h00, na sede social da empresa. 2. Convo- cente do mandato. § quarto - A investidura no cargo de membro da Diretoria Executiva dar-se-á pela assinacação: Dispensada a publicação de Editais de Convocação, conforme o disposto no artigo 124, § 4º, da Lei nº tura do termo lavrado no livro de Atas respectivo. § quinto - Expirado o prazo original do mandato para o qual 6.404, de 15 de dezembro de 1976, em decorrência de estarem presentes os acionistas representando a totali- foram eleitos os membros da Diretoria Executiva, o prazo de gestão se extenderá até a investidura dos novos dade do capital social. 3. Presença: Abertos os trabalhos pela Sra. Maria Reyes Cerezo Rodríguez-Sedano e administradores eleitos pelo Conselho de Administração. Art. 13. São atribuições da Diretoria Executiva admisecretariados por Luciana Maria Lopes Kapitaniec. 4. Ordem do Dia: Alteração da redação dos artigos 3º, 8º, nistrar e gerir os negócios sociais, dando fiel cumprimento ao presente Estatuto e às deliberações da Assembleia 9º, 12, 13, 14 e 15 do Estatuto Social da Sociedade. 5. Deliberação: Os Acionistas presentes deliberaram, por Geral e do Conselho de Administração, podendo executar todas as medidas necessárias à eficiente condução dos unanimidade aprovar a alteração da redação dos artigos 3º, 8º, 9º, 12, 13, 14 e 15 do Estatuto Social, passando negócios da Sociedade, de modo a assegurar seu regular funcionamento. § único. Compete à Diretoria Execureferidas cláusulas a vigerem com a seguinte redação: (...) Art. 3º. A Sociedade tem por objeto social as seguin- tiva e aos Diretores Executivos com poderes outorgados pela Sociedade por meio de instrumento público lavrates atividades: (a) prestação de serviços de teleatendimento ativo e receptivo, telesserviços e atendimento em do em tabelião de notas, a autorização para a venda e transferência, alienação, disposição ou criação de geral, utilizando plataforma tecnológica Multicanal (rede de telecomunicações, telefone, fax, web, carta, celular, qualquer gravame relacionado aos bens do ativo não circulante da Sociedade, especificamente no que se refere entre outros), bem como atendimentos personalizados e presenciais em lojas, vendas presenciais, representação, aos veículos, móveis e utensílios, computadores, equipamentos de informática e equipamentos elétricos. Art. distribuição de produtos e atividades correlatas para sua consecução, pela Sociedade ou por qualquer empresa 14. A Diretoria Executiva é o órgão de representação ativa e passiva da Sociedade, cabendo aos seus membros do Grupo Atento; (b) prestação de serviços de tecnologia da informação, tais como armazenagem de dados a prática de todos os atos necessários ou convenientes à gestão dos negócios sociais. § primeiro - Observadas (back-up) e sistemas, gestão de dados, administração, gerenciamento (service desk) e desenvolvimento de siste- as disposições contidas neste Estatuto Social, serão necessárias, para vincular a sociedade, respeitando-se os mas, gerenciamento de redes de sistema e atividades de segurança de dados; serviços de áudio conferência, de itens de aprovação específicos por parte do Conselho de Administração: (i) assinatura conjunta do Diretor Remonitoramento de qualidade, hospedagem de infra-estrutura (data center), suporte técnico e atividades correla- gional Brasil, com o Diretor Executivo Corporativo de Finanças, ou com o Diretor Executivo de Finanças ou tas para sua consecução; (c) prestação de serviços de atendimento pessoal virtual (APV) por meio da integração destes entre si; (ii) assinatura de um dos membros da Diretoria Executiva em conjunto com um dos Diretores de elementos tecnológicos e operacionais de Contact Center, cujo conteúdo e disposição permitem o atendimento Executivos com poderes outorgados pela Sociedade por meio de instrumento público lavrado em tabelião de personalizado, visual e a distância ou a obtenção de um bem ou serviço, permitindo uma interação em tempo notas, ou de dois desses Diretores Executivos entre si; (iii) assinatura de um dos membros da Diretoria Execureal, com documentos públicos ou privados e/ou transações com moeda e meios de pagamento de curso legal; tiva ou, ainda, de um dos Diretores Executivos com poderes outorgados pela Sociedade por meio de instrumen(d) prestação de serviços de consultoria e assessoria técnica especializada em telemarketing e teleserviços, to público lavrado em tabelião de notas, em conjunto com um Procurador, desde que investido de poderes escompreendendo treinamento e desenvolvimento de pessoal técnico, gestão e fornecimento de profissionais técni- pecíficos; (iv) a assinatura de dois procuradores em conjunto, desde que investidos de poderes específicos. § cos especializados, elaboração de projetos de atendimento, gestão de serviços de fullfilment e suas atividades segundo - As procurações outorgadas em nome da Sociedade o serão sempre mediante assinatura em conjunto correlatas; (e) locação e projetos de arquitetura de infra-estrutura para serviços de telemarketing e telesserviços do Diretor Regional Brasil com o Diretor Executivo Corporativo de Finanças, ou com o Diretor Executivo de Fie administração de infra-estruturas; (f) prestação de serviços de valor adicionado relativos aos serviços de tele- nanças, ou de um ou outro em conjunto com um dos Diretores Executivos com poderes outorgados por instrucomunicações, especificamente quanto a serviço limitado especializado; (g) consultoria, assessoria técnica e mento público, devendo especificar os poderes conferidos, as quais deverão ter um período máximo de validade gestão financeira em geral, bem como prestação de serviços de análises de crédito, gestão de recebíveis, paga- não superior a um ano. § terceiro - As procurações outorgadas para fins judiciais ou similares não terão prazo mentos e cobrança; (h) prestação de serviços de correspondente bancário e atividades correlatas; (i) prestação máximo de validade sendo que os profissionais assim nomeados poderão representar a sociedade individualde serviços de consultoria, assessoria técnica e gestão em recursos humanos, bem como a realização de treina- mente, independentemente da ordem de nomeação, podendo inclusive substabelecer, sendo ratificados todos mentos específicos; (j) consultoria empresarial para gestão de negócios e empresas; (k) prestação de serviços os atos praticados e mandatos anteriormente outorgados pela Sociedade. § quarto - A Sociedade poderá ser assemelhados de suporte para regulação e liquidação de sinistros, gestão e cadastro de sistemas de controles representada por apenas 1 (um) membro da Diretoria Executiva ou 1 (um) procurador, nos casos que não crie internos das sociedades seguradoras, capitalização, entidade de previdência complementar, no atendimento ao obrigações para a Sociedade e ou nos casos que tenham poderes específicos para representá-la, de forma solipúblico e venda direta de seguro, capitalização e previdência complementar; (l) prestação de serviços de supor- dária. § quinto - A representação da Sociedade através das procurações outorgadas por meio de instrumento te técnico via teleatendimento e/ou presencial para manutenção preventiva ou corretiva, bem como reparo de público não suprime as atribuições e poderes conferidos por lei aos órgãos de administração da Sociedade. Art. equipamentos e serviços correlatos para sua consecução; (m) prestação de serviços de retaguarda (back office), 15. São competências dos membros da Diretoria Executiva: Diretor Regional Brasil: I) Representar a sociedaenvolvendo o controle, a análise e a automatizaçao de procedimentos e apoio, sejam estas atividades adminis- de, em juízo ou fora dele, bem como delegar competência aos demais diretores para a prática de atos específitrativas ou produtivas e serviços correlatos para sua consecução; (n) participação em sociedades civis ou comer- cos; II) Supervisionar todas as atividades da sociedade e aprovar as propostas relativas as diretrizes sociais para ciais, nacionais ou estrangeiras, na qualidade de sócia, acionista ou quotista, bem como a formação de joint o desenvolvimento estratégico da mesma; III) Acompanhar e fiscalizar a implementação das determinações do venture e associações destinadas à implementação de serviços e projetos. (...) Art. 8º. O Conselho de Adminis- Conselho de Administração; IV) Supervisionar e direcionar as atividades relacionadas à orientação ou assessoria tração reunir-se-á sempre que convocado por seu Presidente, ou por dois de seus membros, ou eventualmente e representação jurídica da sociedade; V) Supervisionar e orientar as atividades de política institucional e copelo Diretor Regional Brasil. § primeiro - As convocações serão dispensadas em caso de presença da totalidade municação interna e externa, de comunicação com a imprensa de forma geral, de marketing inclusive publicidos membros, ou dos procuradores legalmente habilitados. § segundo - As reuniões de Conselho de Adminis- dade, patrocínios e desenvolvimento da imagem relativas a sociedade; VI) Supervisionar e orientar as atividatração somente serão realizadas com a presença da maioria dos seus membros em exercício, ou procuradores des da sociedade na área econômico-financeira, demonstrações contábeis e financeiras da companhia, na geslegalmente habilitados. § terceiro - As deliberações do Conselho de Administração, dentro dos limites de sua tão financeira dos recursos e as atividades de auditoria interna; VII) Convocar as reuniões de diretoria; VIII) competência, serão tomadas mediante o voto da maioria dos membros do Conselho presentes à respectiva reu- Decidir sobre matéria específica de sua área de competência. Diretor Executivo Corporativo de Finanças: I) nião, da qual serão lavradas atas no livro próprio. § quarto - O voto do Presidente do Conselho, ou de quem às Organizar e dirigir as funções financeiras de gestão de Tesouraria, Contabilidade, Investimentos, Compras e vezes estiver substituindo-o, terá voto de qualidade, no caso de empate em qualquer votação. Art. 9º. Compe- Fiscal da companha assim como os processos de coordinação, controle e suporte às atividades financeiras reate ao Conselho de Administração decidir sobre: (i) a orientação geral de diretrizes para os negócios sociais, bem lizadas fora do âmbito nacional, conforme as políticas de negócio do grupo Atento, as estratégias emanadas como aprovar abertura, alteração ou extinção de filiais, sucursais, agências ou escritórios de representação; (ii) dos órgãos de administração da organização e de acordo com as diretrizes do CEO, e a legalidade vigente. II) a eleição, destituição, bem como a supervisão dos Diretores Executivos; (iii) a prestação de qualquer garantia Participar, como membro permanente do Comitê de Direção Global, nas análises e definições estratégicas do pela sociedade a obrigações de terceiros, qualquer que seja o valor; (iv) a venda, hipoteca, disposição ou Grupo Atento, traduzindo as mesmas Políticas relacionadas com a definição e planejamento financeiro, com o criação de qualquer gravame relacionado aos bens imóveis da Sociedade; (v) definir a política de dividendos ou objetivo de estabelecer o marco de atuação que conduza ao desenvolvimento da Organização. III) Analizar e qualquer outra forma de distribuição de recursos aos acionistas, bem como deliberar sobre a distribuição de planejar as necessidades financeiras a curto, médio e longo prazo do Grupo Atento, definir e propor as políticas dividendos intercalares e intermediários, e sobre a aplicação de resultados propostos pela Diretoria; (vi) a para sua cobertura, com o fim de estabelecer a estrutura financeira mais adequada. IV) Supervisionar a elaboapreciação e a emissão de parecer sobre o relatório da Diretoria Executiva e as demonstrações financeiras, po- ração do reporte consolidado do Grupo Atento, coordenando e supervisionando o correto tratamento dos prodendo, para tal finalidade, solicitar dos Diretores Executivos quaisquer informações relativas a tais documen- cessos contábeis por parte de cada uma das regiões e do Corporativo. Diretor Executivo de Finanças: I) Detos; (vii) a convocação de Assembleia Geral quando julgar conveniente ou quando solicitado por qualquer senvolver políticas, diretrizes, supervisionar e gerir diretamente as atividades relativas às áreas de controle e acionista, na forma prevista neste Estatuto Social e na legislação aplicável; e (viii) a escolha e a destituição gestão, contabilidade e finanças, a responsabilidade operacional e funcional de intervenção, bem como ativide auditores independentes. § único - Não terão eficácia e não obrigarão a Sociedade, pelo que dela não pode- dades outras que se façam necessárias no que se refere ao apoio em geral à atuação das demais áreas da emrão ser exigidas, quaisquer obrigações assumidas com infração ou não atendimento das normas contidas neste presa; II) Acompanhar junto às áreas competentes a execução das atividades da sociedade na área econômicoartigo. (...) Art. 12. A Diretoria Executiva será constituída de no mínimo 2 (dois) e no máximo 9 (nove) dire- -financeira, no que se refere à contabilidade, à elaboração das demonstrações financeiras da Sociedade, balantores executivos, com mandato de 3 (três) anos, facultada a reeleição, sendo designados o Diretor Regional ços, balancetes e análises de resultados; bem como a gestão e administração dos compromissos financeiros, a Brasil, o Diretor Executivo Corporativo de Finanças e o Diretor Executivo de Finanças, pessoas físicas residentes captação e aplicação de recursos e o controle de gestão dos recursos da sociedade; III) Implementar as políticas, e domiciliadas no Brasil, conforme previsão legal. § primeiro - Os membros da Diretoria Executiva serão eleitos diretrizes e estratégias relativas à gestão e administração de compras no território brasileiro; IV) Exercer outras e destituíveis a qualquer tempo pelo Conselho de Administração. § segundo - O Diretor Regional Brasil será atribuições que lhe sejam determinadas pelo Conselho de Administração, pelo Diretor Regional Brasil ou pelo substituído em suas funções, em ausências ou impedimentos temporários, pelo Diretor Executivo de Finanças, Diretor Executivo Corporativo de Finanças. (...) 6. Encerramento: Nada mais havendo a ser tratado, os Acioou por qualquer Diretor Executivo, com poderes outorgados pela Sociedade por meio de instrumento público nistas encerraram a assembleia, da qual se lavrou a presente ata que, lida e achada conforme, foi por todos lavrado em tabelião de notas, indicado pelo Diretor Regional Brasil ou, na sua impossibilidade, pelo Presidente aprovada e assinada. São Paulo, 26 de setembro de 2013. Assinaturas: Maria Reyes Cerezo Rodríguez-Sedano do Conselho de Administração. Em caso de vacância, a substituição será feita em caráter provisório, da mesma Presidente da mesa; Luciana Maria Lopes Kapitaniec - Secretária; Maria Reyes Cerezo Rodríguez-Sedano - repreforma, até a primeira Reunião do Conselho de Administração subsequente, a qual elegerá novo Diretor Regional sentante do acionista Atento Spain Holdco 4, S.A.U.; e Aurelien Vasseur - representante do acionista Atento Brasil para o período remanescente do mandato. § terceiro - No caso de vacância em cargo da Diretoria Execu- Luxco 1; Nós certificamos que esta ata é cópia fiel da ata original registrada no livro de Assembleias Gerais da tiva, a Sociedade, ou o Diretor Regional Brasil, indicará substituto que o Conselho de Administração poderá Companhia. Confere com o original, lavrada em livro próprio. Luciana Maria Lopes Kapitaniec OAB/SP 168.364 eleger ou não. O novo membro da Diretoria Executiva assim escolhido exercerá tal cargo pelo período remanes- - Secretária. JUCESP nº 446.350/13-8 em 21/11/13. Gisela S. Ceschin - Secr. Geral.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Pequenos empresários têm à disposição ferramentas de marketing que as grandes empresas utilizam

DICAS DO GOOGLE PARA EMPREENDEDORES

Como ampliar negócios com a internet Luciano Santos* s micro e pequenas empresas respondem hoje por 20% do Produto Interno Bruto (PIB) e por 60% dos postos de trabalho no Brasil; seu sucesso é fundamental para o desenvolvimento econômico do País. Mas hoje, abrir um pequeno negócio é mais do que alugar um espaço e esperar que os clientes apareçam: com a internet, os pequenos empresários têm a sua disposição ferramentas de marketing que as grandes empresas utilizam. Por meio da web, os negócios de pequeno porte podem ter acesso a ferramentas de marketing de alto alcance, que permitem atingir um público tão amplo quanto o das grandes empresas: mais de 100 milhões de brasileiros têm acesso à internet e 7 em cada 10 usuários consulta a internet regularmente para avaliar suas opções de compra. E esses são dados do presente – a tendência que se apresenta com o aumento do uso de internet através de dispositivos móveis e do barateamento de smartphones apontam para um Brasil ainda mais conectado. Para aproveitar ainda melhor o potencial deste mercado, além de garantir uma presença online, é essencial para empresas que buscam ter crescimento a longo prazo saber como tirar o melhor proveito deste veículo tão dinâmico. Conseguir fazer anúncios e conteúdos relevantes pode

A

ser muito mais simples do que se imagina. Veja a seguir cinco dicas que não podem sair da mira de empreendedores das mais diversas áreas: 1. Crie um site Para entrar no mundo online, o primeiro passo é ter uma página de internet própria com a cara do seu negócio. O programa Conecte seu Negócio é uma alternativa gratuita para criar e hospedar um site. Depois, basta personalizar o layout com conteúdo e fotos atraentes. Outra dica essencial é manter o site atualizado para assim ser sempre um local atraente para visitas de seus clientes. 2. Coloque seu negócio no mapa Um cliente chama o outro. E para uma empresa de serviços, receber indicações é uma das melhores maneiras de ganhar credibilidade e aumentar a clientela. O boca-a-boca hoje está na web e é lá que seu negócio precisa estar. A página de Lugar do Google+ pode ser um grande aliado do seu negócio. Sempre que alguém procurar na internet pelo seu estabelecimento ou por um serviço que você oferece, sua empresa aparecerá no mapa. 3. Divulgue seu site Propaganda é a alma do ne-

gócio – essa frase tão conhecida significa na prática que dá para sentir os efeitos de uma boa divulgação nos rendimentos da empresa. Na internet uma forma simples de anunciar é por meio do Google AdWords. Assim, seu produto ou serviço poderá aparecer no momento em que as pessoas estiverem pesquisando o assunto no Google. A melhor parte é que você só se paga quando alguém se interessa pelo seu negócio e clica no seu anúncio, além de poder escolher quanto está disposto a gastar. 4. Meça os resultados e aperfeiçoe sua estratégia O aprendizado e evolução precisam ser diários na administração de um negócio e é preciso aprender com acertos e erros. Quanto mais informações tiver na mão, melhor a chance de evoluir. É aí que entra o Google Analytics,

ferramenta gratuita que analisa quem são seus os clientes, se a página é atrativa e se os internautas passam muito tempo em suas páginas. Com as informações geradas pelos relatórios é possível identificar mercados promissores, segmentar propagandas e intensificar estratégias para atrair novos clientes. 5. Engaje seu público com vídeo online Não é a toa que a publicida-

de e o entretenimento usam e abusam dos vídeos há décadas. É uma das melhores ferramentas para engajar público e consumidores e hoje é possível se fazer o mesmo por seu negócio. Com o vídeo online é possível abrir uma vitrine para todo o Brasil e para o mundo, apresentando produtos, formas de utilização e receitas. Você só precisa de criatividade e uma câ-

mera. Criar uma conta no YouTube é fácil, e uma vez que você tenha uma conta é possível postar vídeos sempre em um mesmo canal, que pode ser personalizado e divulgado a seus consumidores. Para mais dicas e histórias d e s u c e s s o a c e s s e y o u t ube.com/tvsebrae *Gerente de vendas para PMEs do Google

Cursos para a clientela, nova estratégia dos varejistas. Fotos: Divulgação

Paula Cunha ara fixar e ampliar a imagem no mercado, estabelecer vínculos mais profundos com o cliente e fidelizá-los e naturalmente, atrair mais gente às lojas, alguns varejistas estão oferecendo cursos aos consumidores, relacionados ao ramo onde atuam. A resposta, segundo os empresários que adotam a estratégia tem sido positiva. A Livraria Cultura, por exemplo, está bem adiantada nessa atividade: criou um espaço específico, batizado de “Cultura em Curso” para desenvolver temas – tanto os sugeridos por clientes quanto os elaborados por uma equipe especialmente formada para a tarefa. Ele é considerado uma evolução natural do campo de atuação do grupo, que já oferece bens culturais como livros, CDs e DVDs. Hamilton Correa, diretor geral do projeto conta que a iniciativa foi colocada em prática em diversas lojas, mas a decisão de criar uma unidade para cuidar os cursos foi tomada quando foi adquirido um espaço específico para isso no shopping Iguatemi, na capital paulista. De acordo com Correa, antes da criação do espaço no Iguatemi foram realiza-

P

A Livraria Cultura decidiu criar uma unidade só para cuidar dos cursos quando adquiriu um espaço específico para isso no shopping Iguatemi, na capital paulista dos de 20 a 25 cursos nos teatros das outras unidades em São Paulo e eles podem continuar acontecendo nelas conforme a demanda. Os primeiros foram destinados ao público interno –funcionários e colaboradores –, depois para convidados e em seguida para o público em geral. Os participantes sugerem temas e os mais abordados são de cinema, literatura, filosofia e história. Correa ressalta que as sugestões da equipe de atendimento também serão importantes, pois ela está em contato direto com os clientes e sabe detectar quando

existe crescimento de demanda por determinados conteúdos. A Cultura, por enquanto, não se preocupa com retorno financeiro dos cursos. Neste estágio inicial o objetivo é tornar a iniciativa viável. "É ela mesma quem nos mostrará o caminho a seguir para alcançar sustentabilidade", diz Correa. Atualmente, os preços dos cursos variam de R$ 130 a R$ 135 por aula; podem custar um pouco se houver necessidade de tradução simultânea ou de utilização de material adicional – como ocorre nos de gastronomia. Os clientes que fazem

parte do projeto Mais Cultura, que estabelece uma pontuação a cada compra realizada, também recebem mais pontos ao participar dos cursos. Na construção – Atuando no segmento de materiais de construção, a C&C Casa e Construção também decidiu oferecer cursos de decoração e reforma à clientela, tanto para manter o bom relacionamento quanto para conseguir mais retorno de vendas. Os cursos são práticos e gratuitos e por enquanto são ministrados nas lojas da rede nos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro.

A ideia de criá-los surgiu quando a C&C notou a demanda por informações em um espaço de seu site, no qual engenheiros e técnicos respondem dúvidas e perguntas sobre reformas e manutenção da casa. Esse espaço recebe diariamente cerca de sete perguntas, diz a coordenadora de Serviços Técnicos, Tânia Borba de Lima e, por isso, o programa é permanente. Entre os temas mais abordados destacam-se impermeabilização, técnicas de revestimento, pequenas reformas e, mais recentemente, técnicas voltadas para a sustentabi-

lidade, como uso de materiais de maior durabilidade e com possibilidade de reciclagem, como as técnicas de decoração de garrafas pet com barbante e lã, por exemplo. Jefersson Fernandes, diretor de marketing, explica que a equipe técnica orienta os clientes em suas dúvidas durante a realização cós cursos e recomenda o material adequado. Se o aluno tiver alguma dificuldade, a rede indica profissionais que podem realizar diversos tipos de serviços. O executivo ressalta que o objetivo é fazer com que o cliente ao participar do curso passe a visitar as lojas com mais frequência para adquirir material. Por isso, ele não divulga os custos com essas atividades e as considera uma estratégia importante para estreitar o re l a c i o n a m e n t o c o m a clientela. As vagas oferecidas em cada curso variam de acordo com o interesse e o espaço físico disponível na unidade em que será realizado. O objetivo do grupo é estender a oferta dos cursos todas as unidades da rede, incluindo as do Espírito Santo, outro estado onde a rede atua. Para isso, a C&C procura profissionais de diversas áreas e a expectativa é de oferecer mais opções nos próximos meses.


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Diário do Comércio - 16/01/2014 by Diário do Comércio - Issuu