São Paulo, quinta-feira, 15 de setembro de 2011
R$ 1,40
Dedo na ferida
Conclusão: 00h10
Ano 87 - Nº 23.458
www.dcomercio.com.br
Jornal do empreendedor
Pela 4ª vez, a presidente Dilma tocou na ferida que contagia a política ao demitir Pedro Novais, do Turismo. Ele (foto) resistiu, mas entregou sua demissão, indefeso após a trajetória de um motel ao chofer e à empregada pagos com dinheiro do eleitor. Sarney defendeu a "ilibada reputação" do ex-ministro, ainda deputado. No fim da noite, Dilma chamou o deputado Gastão Vieira (PMDB-MA) para o ministério. Págs. 5 e 6
Ed Ferreira/AE-17.08.2011
Andre Dusek/AE
Seis anos e dois meses de prisão para Valério
Mar ta por trás do painel congelado?
Réu no processo do mensalão, foi condenado por mentir ao BC. Pág. 6
Senadora petista nega. Jarbas Vasconcellos acusa: "Manobra perigosa". Pág. 6 Paulo Filgueiras/Estado de Minas/AE-01.02.2008
Clayton de Souza/AE-05.09.2011
Marcos de Paula/AE
Dilma diagnostica: a Saúde é grave Presidente admite que a área precisa de mais verbas, mas defende "uma melhor gestão dos recursos" e exemplifica: "Não temos todas as informações para saber quantas vezes o setor privado usa recursos do SUS". Pág. 7
Óculos: 45,31% Gravata: 35,48% Caneta: 47,49% Camisa: 34,67% Cinto: 40,62%
Wilson Dias/ABr-16.06.2011
Impostos embutidos Projeto que prevê discriminação dos impostos na nota fiscal "dorme" na Câmara presidida pelo deputado Marco Maia. www.horadeagir.com.br
Sapato: 36,17% HOJE Parcialmente nublado Máxima 22º C. Mínima 13º C.
AMANHÃ Parcialmente nublado Máxima 25º C. Mínima 12º C. ISSN 1679-2688
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9 771679 268008
Você ainda vai rir dos impostos E o negócio é aproveitar enquanto o riso não é taxado. Pág. 18
Jogo difícil. De assistir. Brasil, sem os "estrangeiros", e Argentina, com seu time B, empatam em 0 a 0, em Córdoba, no Superclássico das Américas. Os tradicionais adversários fizeram um jogo de "muy amigos", dentro do espírito da competição (na foto, Neymar). Pág. 10
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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quinta-feira, 15 de setembro de 2011
A sabedoria popular ensina que, se há necessidade de explicações demais, algo está fora do lugar. José Márcio Mendonça
pinião
LUIZ OLIVEIRA RIOS
TENSÕES PRÉ E PÓS
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ouve um bom tempo em que o Brasil dos negócios era tomado, primeiro a cada mês, depois a cada 45 dias, por uma espécie de TPC financeira: a expectativa de como o Copom, do Banco Central, agiria em relação à taxa básica de juros. Com o passar do tempo, manipulando bem os seus mecanismos de comunicação, o BC conseguiu reduzir apenas ao velho folclore a chamada "Tensão Pré-Copom." De repente, a partir da última reunião da diretoria do BC, com a decisão de reduzir a taxa Selic em 0,50 ponto percentual, o Copom não apenas reintroduziu na praça a TPC "tradicional", já perturbando os analistas 40 dias antes de sua próxima reunião, como inaugurou também uma outra modalidade, a TPC do B – no caso, uma Tensão Pós-Copom. É uma má formação que atinge o próprio BC, o Ministério da Fazenda e o governo como um todo. Hoje, as expectativas sobre o que vai acontecer nas próximas semanas na economia, interna e externa, estão tirando muito mais o sono do mundo oficial em Brasília e do mundo oficialesco fora da capital federal do que dos agentes do mercado financeiro e dos formadores de preços no setor privado. É visível o esforço do burocratismo estatal para tentar convencer quem está de fora de que quem está certo reside em Brasília e quem está errado radica na planície.
JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA Beto Barata/AE
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em nos tempos em que Henrique Meirelles e as diretorias que comandou eram contestados pelo PT de manhã, à tarde, à noite e até quando dormiam, o BC precisou, publicamente, dar tantas explicações. E isso para uma medida tão simpática como uma queda nos juros básicos. Em menos de uma semana, o próprio presidente da instituição, Alexandre Tombini, deu duas longas entrevistas a jornalistas econômicos para expor as mesmas razões já divulgadas na ata do Copom. Sem contar pelo menos duas idas à televisão – o que não é norma nem do seu estilo. Chama também a atenção, por também estar fora dos padrões de civilidade e humor com que argumentam, o estilo um tanto um quanto raivoso de alguns defensores não oficiais da medida ado-
Tombini precisou dar muitas explicações sobre a queda dos juros. tada pelo BC, alguns deles tidos como conselheiros de Dilma, de Mantega e do próprio BC. A mobilização nesse sentido é grande e demonstra claramente que há uma certa angústia no ar.
e todo modo, sem palpites e adivinhações, já é possível dizer que, mais uma vez, o governo e o BC perderam a batalha de comunicação, com efeitos negativos sobre quem faz a economia no dia a dia – produz, vende e compra. Inicialmente, por conta de línguas soltas demais, quem podia influenciar o BC – por ter mais poder do que ele – falou o que não devia, deixando claro as pressões para uma redução imediata dos juros. Lula, que também tinha ojeriza a juros altos, era mais discreto nos seus recados, mesmo quando levou o BC, no último ano de sua gestão, a ser um tanto leniente com a farra políticoeleitoral que se desenrolava em torno da instituição. Outra questão é que o próprio BC foi vacilante em seus comunicados no último mês. Sob visível bombardeio externo e interno, entre a penúltima e a última reunião do Copom, ora indicava dureza, ora ternura. Esqueceu a velha lição chacriniana: quem não comunica... E os frutos estão aí, um ambiente conturbado, no qual o maior risco é que as profecias negativas se autorealizem. E em longos dias de agonia, no ambiente árido da capital federal nesta época do ano. Não estranhem se alguns corpos oficiais começarem a se estranhar por causa disso. Se a aposta do BC der certo, terá vários pais. Se não der, alguns padrastos serão providenciados. Sussurros já há. Pedro Almodóvar, o cineasta espanhol, se aportasse nesse momento no Planalto Central, não teria a menor dificuldade em produzir, do ponto de vista político, um novo filme: "À beira de um ataque de nervos – 2". JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA É JORNALISTA E ESCRITOR
A HORA DA VERDADE CHEGOU PARA NÓS
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A sabedoria popular ensina que, se existe necessidade de explicações demais, é que alguma coisa ficou fora do lugar. Do ponto de vista econômico, de uma ciência que não é propria-
Só o tempo dirá se o BC foi precipitado, audacioso, autônomo ou enredado por um cabresto político quando nadou contra a corrente de boa parte dos especialistas.
ARISTÓTELES DRUMMOND
ão adianta tapar o sol com a peneira, costumava dizer Aureliano Chaves, quando diante de fatos e números. E assim deve ser, para não haver frustrações e não aumentar dificuldades em relação ao momento econômico. O Brasil está sem projetos em andamento. Os investidores estão
mente "científica", como gosta de lembrar o experiente ex-ministro Delfim Netto, só o tempo dirá se o BC foi precipitado, audacioso, visionário, autônomo ou enredado por um cabresto político quando nadou contra a corrente de boa parte dos especialistas nacionais. Só esta incerteza já justifica a TPC do B de seus defensores. As análises correntes, de um lado ou de outro, carregam uma certa dose de "tecnicalidades", mas também vigorosas migalhas de palpite e até de torcida.
desconfiados. A maioria das obras já licitadas está parada por falta de recursos ou problemas de licenciamento – quando não de suspeitas da AGU ou do Tribunal de Contas. Esta paralisia assusta. O Aeroporto de São Luís funciona numa cabana e, como as obras estão atrasadas, fizeram outra licitação que provocará
a desmontagem da atual. Seria de bom senso prorrogar o contrato existente, pelo mesmo preço. Aditar contratos tem sido prática abusiva e, quando é recomendável, não é feito.
B
asta uma onda de mercado e teremos dificuldades. A questão do álcool está mal explicada. O país do etanol não possui produção nem para seu mercado interno. O câmbio nos coloca como um dos lugares mais caros do mundo. A consequência é o déficit na conta-turismo, pois os brasileiros lotam os voos. E os gastos só não são maiores pela falta de oferta de assentos. Não há pragmatismo no debate nacional. Parte do governo ainda está preocupado com teses políticas e ideológicas para tumultuar a vida do Congresso e gerar crises.
A prioridade deve ser liberar os gargalos que limitam o crescimento e a competitividade do País. Reformas são inadiáveis. Veja-se a Europa: a demora foi fatal para Portugal e Espanha, que sabiam há tempos o que deveriam fazer. A presidente, mais executiva do que política, deve sofrer e muito. A situação é claramente percebida por ela, que acompanha o PAC. E ainda tem de ouvir as teses levianas de "companheiros" e ser contida na operação de limpeza ética. O senador Aécio Neves, porém, já deu sinal de que a oposição e outros segmentos da sociedade podem apoiar propostas vindas do Planalto para o bem do Brasil. DRUMMOND É JORNALISTA E VICE-PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO RIO DE JANEIRO
Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Cláudio Vaz Edy Luiz Kogut Érico Sodré Quirino Ferreira Francisco Mesquita Neto João de Almeida Sampaio Filho João de Favari Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Paulo Roberto Pisauro Renato Abucham Roberto Faldini Roberto Mateus Ordine
Mais cuidado com a imagem
Q
uando imaginávamos que as baixarias via televisão teriam batido no fundo do poço através de programetes estilo BBB – Big Boçalidade Brasil –, eis que agora surge uma excrescência denominada "A Fazenda" que consegue superar as bestialidades do outro. Tal "fazenda" (ou seria pocilga?) é exibida por uma emissora que pertence a uma denominação religiosa que vive deitando falação sobre um deus estranho – pois não é possível uma igreja se autoproclamar arauto do Deus bíblico e ao mesmo tempo possuir uma empresa de comunicação que transmite cenas que lembram um zoológico humano. Luz e trevas podem andar juntas? Parece que no desvalor dos dias atuais pode. O apresentador Gugu, por seu lado, vem se especializando cada vez mais em espetacularizar a miséria daqueles que, açoitados pelas vicissitudes da vida e desassistidos em seus direitos básicos por um Estado falido, recorrem em desespero ao apresentador que, insensível, vende espaço publicitário desses horrores para empresas que inserem seus merchandisings, pouco se lixando se a dignidade humana seja vilipendiada.
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eu "patrão", Senor Abravanel, mais conhecido como Silvio Santos, a meu ver o melhor vendedor do Brasil, prima pelo mau gosto nos seus quadros televisivos, sendo até ofensivo e indelicado. Silvio, reconhecidamente bom comunicador, merecia um pouco de autorrespeito e respeito pelos seus telespectadores. Passou do ponto, Silvio! As novelas alienantes da Globo dão um show de técnica sobre temas fúteis e mulheres turbinadas de toda sorte. Já Datena, sempre sem saber se fica nessa ou naquela emissora, vocifera contra as canalhices gerais. Certo, mas apenas sermões tonitruantes não resolvem problemas sociais. De vez em quando ele convida alguém que renderia uma boa reportagem, mas somente Datena fala. Fica uma pergunta no ar: não seria interessante que as empresas que patrocinam tais programas fizessem uma pesquisa séria sobre o abalo que pode sofrer sua logomarca, veiculada a esse lixo televisivo? No caso da "fazenda", por exemplo, uma marca de cerveja associou sua imagem a baladas internas e bebedeiras inconsequentes, com vinhetas eletrônicas do tipo "beba com moderação",
É hora de repensar a quem interessa o lixo cultural que a televisão aberta despeja sobre as mentes e corações dos telespectadores de todas as idades, como se tudo fosse só uma brincadeira inofensiva.
ou "se beber não dirija". Seria hilário se não fosse trágico. Uma marca, que leva tanto tempo para ser construída afirmativamente no mercado, deveria tomar vários cuidados antes de se expor em programas vazios de conteúdo e incentivadores de baixarias, da desvalorização do indivíduo e, principalmente, do corpo feminino.
H
oje, com os multimeios fantásticos à disposição também das micro, pequenas e médias empresas, existem "n" oportunidades de ótimos investimento em comunicação assertiva com público-alvo direto (target), buscando-se valorizar a imagem institucional e até o reposicionamento das vantagens e dos benefícios de seus produtos na mente dos consumidores, mas respeitando a legislação em vigor e as regras da Estética, balizadora do bom gosto. Já é passada a hora de repensar a quem interessa o lixo cultural que a televisão aberta despeja sobre mentes e corações dos telespectadores de todas as idades, como se tudo não passasse apenas de brincadeiras inofensivas. Estudiosos sérios já apontam os estragos que a televisão de baixo nível, games de extrema violência e ondas cibernéticas em networking da internet, nas quais muitos naufragam, inclusive famílias inteiras, vêm ocasionando na cabeça dos indivíduos e, por extensão, para a sociedade como um todo. As empresas anunciantes também possuem responsabilidade social. É bom que repensem onde fazem inserir o seu bem mais valioso: sua imagem. LUIZ OLIVEIRA RIOS É PROFISSIONAL DE MARKETING E
VENDAS E COLUNISTA DO DIÁRIO DO COMÉRCIO. E-MAIL: OLIVEIRA.RIOS@HOTMAIL.COM
Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, João de Scantimburgo, Marcel Solimeo Diretor-Responsável João de Scantimburgo (jscantimburgo@acsp.com.br) Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Edi tor - Ch e fe: José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br) Chefia de Reportagem: Teresinha Leite Matos (tmatos@acsp.com.br) Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br) Editores Seniores: Bob Jungmann (bob@dcomercio.com.br), Carlos de Oliveira (coliveira@dcomercio.com.br), chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), Estela Cangerana (ecangerana@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br), Luiz Antonio Maciel (maciel@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br) Editor de Fotografia: Alex Ribeiro (aribeiro@dcomercio.com.br) Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Ricardo Ribas (rribas@dcomercio.com.br) e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br) Subeditores: Fernanda Pressinott, Kleber Gutierrez, Marcus Lopes e Rejane Aguiar Redatores: Adriana David, Eliana Haberli, Evelyn Schulke, e Sérgio Siscaro Repórteres: Anderson Cavalcante (acavalcante@dcomercio.com.br), André de Almeida, Fátima Lourenço, Ivan Ventura, Kelly Ferreira, Kety Shapazian, Lúcia Helena de Camargo, Mário Tonocchi, Neide Martingo, Paula Cunha, Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibelli, Rita Alves, Sandra Manfredini, Sergio Leopoldo Rodrigues, Sílvia Pimentel, Vera Gomes e Wladimir Miranda. Gerente PL Arthur Gebara Jr. (agebara@acsp.com.br) Gerente Executiva Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações Valter Pereira de Souza (valter.pereira@dcomercio.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estado, Folhapress, Efe e Reuters Impressão OESP GRÁFICA S/A Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
o Avaliando Kadafi pinião
O
chefe de Estado há mais tempo no poder (Fidel Castro ocupava esse "posto") teria completado 42 anos como ditador da Líbia no dia 1º de setembro. Na medida em que deixa a cena, seu ignóbil regime merece uma avaliação. Kadafi tomou o poder aos 27 anos, nos dias do ocaso de Gamal Abdel Nasser, o imensamente influente líder pan-árabe. Ele se considerava acólito de Nasser, mas com uma ambição maior: enquanto Nasser sonhava com uma única nação árabe se estendendo do Atlântico ao Golfo Pérsico como um fim em si mesmo, Kadafi via a unidade árabe como um primeiro passo para a unidade muçulmana. Apesar de ter falhado na tentativa de obter qualquer unidade, e de sua "Terceira Teoria Internacional", detalhada em seu L iv ro Verde, de 1975, ter se provado outro retumbante fracasso, ele de fato teve um impacto inicial marcante sobre dois grandes acontecimentos. Primeiramente, Kadafi teve um papel chave no aumento dos preços do petróleo, que se iniciou em 1972 e continua até hoje. Ao desafiar o controle das multinacionais do petróleo quanto à produção e estabelecimento de preços, ele começou a transferir o poder dos conselhos administrativos das empresas ocidentais para os palácios do Oriente Médio. Especificamente, as oportunidades bem aproveitadas por Kadafi ajudaram a quadruplicar os preços do petróleo entre os anos de 1973-74. Em segundo lugar, ele deu o pontapé inicial naquilo que então era conhecido como o renascimento islâmico, que também
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O L O N G O E C R U E L R E G I M E D E K A D A F I P O D E S E R D I V I D I D O E M Q U AT R O E R A S .
DANIEL PIPES
continua. Numa época em que ninguém mais estava preparado para isso, Kadafi – provocativa e orgulhosamente – promoveu as causas islâmicas ao aplicar aspectos da lei islâmica, convocando os muçulmanos no mundo todo a fazerem o mesmo, e ao dar assistência aos muçulmanos em conflito com não muçulmanos.
taram na Líbia. A quarta e última era começou no início deste ano, com a rebelião iniciada em Benghazi, quando um Kadafi em recuo voltou aos métodos de brutalidade explícita do início de seu regime, jogando fora a imagem de alguém que dava atenção às expectativas internacionais. Com o seu regime em jogo, sua crueldade e ilusões tomaram o centro da cena – e os resultados foram devastadores, com um grande número de líbios rejeitando a ele, a sua família e a seu regime e legado.
O
longo regime de Kadafi pode ser dividido em quatro eras. A primeira e mais significativa, de 1969 a 1986, consistiu de uma atividade frenética, imiscuindo-se em questões e conflitos que iam da Irlanda do Norte ao sul das Filipinas. Uma lista incompleta de feitos incluiria quase aleijar a campanha de reeleição de Jimmy Carter ao fazer pagamentos a seu irmão Billy; declarar união política com a Síria; ajudar militarmente o Irã contra o Iraque; ameaçar Malta pela exploração de petróleo em águas disputadas; subornar o governo cipriota para que este aceitasse a instalação de um transmissor da rádio líbia; enviar tropas ao sul do Chade para controlar e unificar o país com a Líbia; e ajudar um grupo muçulmano na Nigéria, cuja violência deixou mais de cem mortos. Mas esses esforços não deram em nada. Tal como escrevi numa avaliação feita em 1981: "Nem sequer uma das tentativas de coup d'état de Kadafi derrubou algum governo, nenhuma força rebelde por ele apoiada obteve sucesso, nenhum grupo separatista estabeleceu um novo estado, nenhuma campanha terrorista abateu o ânimo de algum povo, nenhum plano de unificação foi realmente levado a cabo, e nenhum país, exceto a Líbia, segue a 'terceira
D
Após décadas de repressão e engodo, os líbios agora estão em face do desafio de se livrar desse legado asqueroso. Eles precisarão lutar para se libertar da paranoia e da corrupção.
teoria'. Kadafi colheu amargura e destruição sem atingir nenhum de seus objetivos. É difícil imaginar futilidade maior". Essa primeira era terminou quando do bombardeio americano em 1986, em retaliação a um
atentado a bomba numa discoteca em Berlim; tal bombardeio parece ter afetado a psique de Kadafi. Seu aventureirismo radical declinou dramaticamente, acompanhado de uma virada de atenção para a África e uma am-
bição de construir armas de destruição em massa. Na medida em que sua presença no palco mundial murchava, foi sendo considerado apenas mais um maluco. Um terceiro estágio começou em 2002, quando um Kadafi amansado pagou reparações pelo papel líbio na derrubada de um avião da Pan Am em 1988 e desistiu de suas ambições nucleares. Apesar de os princípios básicos de seu regime permanecerem em voga, ele então se tornou persona grata em países ocidentais, na medida em que o primeiro-ministro britânico e uma secretária de Estado norte-americana (Condoleeza Rice) o visi-
BOAS NOTÍCIAS DEVEM
LUIGI SER COMEMORADAS NESE
R
ecentemente, o IBGE divulgou os resultados da Pesquisa Anual de Serviços de 2009, a mais importante fonte de informações econômicas e financeiras sobre os serviços no Brasil. Muito embora os dados se refiram a um período considerado por muitos como longínquo para uma visão da conjuntura brasileira – e quem sabe por isso tenha havido pouco interesse pela pesquisa nos meios de comunicação –, as informações da PAS fornecem elementos importantíssimos para uma reflexão sobre o setor de serviços, seu papel na economia brasileira e suas virtudes em termos de sustentação das atividades. O ano de 2009 foi marcado pela crise internacional deflagrada nos Estados Unidos no final do ano anterior e que levou as economias desenvolvidas a uma profunda recessão. As economias dos Estados Unidos, epicentro da crise, União Europeia e Japão mergulharam em uma recessão que afetou o desempenho das exportações de todos os países, reduziu os fluxos globais de capital, fez cair os preços das commodities e acirrou a disputa comercial no comércio internacional. Em razão disso, o PIB da indústria extrativa mineral brasileira, atividade sustentada essencialmente pelas exportações, caiu 58% em 2009!
N
essa tempestade, o Brasil entrou preparado, com fundamentos econômicos consistentes e capacidades empresarial e governamental de
reação. O governo federal assumiu desde cedo uma postura otimista e adotou políticas anticíclicas acertadas para manter o nível de atividades, o emprego e a renda dos brasileiros. Impediu, com isso, que o Brasil mergulhasse fundo na recessão internacional, interrompendo o ciclo virtuoso de crescimento iniciado em 2006. Houve redução do ritmo de crescimento, mas ela foi pequena e passageira. Em 2009, o crescimento do PIB brasileiro foi de apenas 6,2% em termo nominais, ou 1,1% acima da variação do INPC. A indústria cortou pessoal e retraiu os investimentos. O PIB da indústria caiu 3,2% em termos nominais e 7,9% em termos reais. O desempenho da extrativa mineral, como visto anteriormente, foi desastroso. A agricultura andou para trás nos dois primeiros trimestres e apenas se recuperou no final do ano. Ao contrário dessa tendência, o setor de serviços brasileiro continuou a investir, apostando no crescimento sustentado do País. Em 2009, o PIB dos serviços cresceu 9,9%, o que equivale a uma expansão de 4,6 pontos percentuais acima da inflação.
O
s dados da PAS 2009 reforçam essa ideia e mostram, com riqueza de detalhes, como foi a reação dos serviços privados não financeiros à crise. Suas receitas cresceram 10,9% no ano, o que equivale a um aumento de 6,4 pontos
percentuais acima da inflação – de 4,31%, segundo o INPC. O PIB dos serviços cresceu ainda mais que as receitas: houve expansão de 12% em termos nominais e 6,4% em termos reais. Isso revela a enorme capacidade de geração e renda das empresas de serviços no Brasil, que foram capazes de aumentar de forma substancial seu valor adicionado num ano de estagnação. O emprego em serviços elevou-se 6,8%, passando de 9,067 milhões de postos de trabalho em 2008 para 9,682 milhões em 2009. Assim, houve a criação de 615 mil novos postos de trabalho nos serviços, o que representou 44% do total de empregos com carteira assinada criados em 2009 segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego. Segundo a PAS, a massa de salários pagos pelos serviços privados não financeiros observou expansão de 13,3% em termos nominais, o que equivale a um crescimento de 8,6% acima da inflação.
O
crescimento dos serviços no Brasil não foi apenas elevado em 2009. Ele foi bom, pois foi seguido de aumento da produtividade. O PIB por trabalhador dos serviços cresceu 0,6% em termos reais, o que permitiu o aumento 1,7% do salário médio real dos trabalhadores desses setores. Ou seja, durante a crise, as empresas e trabalhadores do setor de serviços contribuíram para evitar uma recessão profunda e elevaram a produtividade da
economia brasileira. Essa tendência de crescimento com aumento de produtividade se manteve nos últimos dois anos. Como indicam as informações do PIB trimestral do IBGE, os setores de serviços privados não financeiros tiveram expansão de 13,2% no segundo trimestre de 2011 em relação a igual período de 2010. Isso equivale a uma variação de 6,3 pontos percentuais acima da inflação acumulada no período. Considerando a variação de 5,3% do emprego, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego, a variação da produtividade foi de 0,9% nesses 12 meses. Ou seja, os serviços privados não financeiros continuam a crescer com qualidade e acima do PIB brasileiro – que acumulou crescimento de 5,5% acima da inflação. Agora que novas incertezas pairam sobre as perspectivas das economias desenvolvidas, e já se fala em uma nova recessão mundial, as boas notícias que a Pesquisa Anual de Serviços de 2009 nos trouxe há poucos dias não podem passar despercebidas. Temos uma economia doméstica ajustada e dinâmica e contamos com as empresas de serviços, que podem continuar o processo de desenvolvimento do País em
meio às turbulências, mantendo e gerando novos empregos, expandindo a renda e elevando a eficiência. LUIGI NESE É PRESIDENTE DA CONFEDERAÇÃO NACIONAL DE SERVIÇOS - CNS
epois de décadas de repressão e engodo, os líbios agora estão em face do desafio de se livrar desse legado asqueroso. Eles precisarão lutar para se libertar da paranoia, corrupção e desvio. Tal como foi resumido por Andrew Solomon, da revista New Yorker: "Os líbios podem se recuperar das fraudes, roubos e da brutalidade de Kadafi, mas a falsidade da vida no Grande Estado Socialista das Massas Líbias (Jamahiriya) levará ainda um longo tempo para desaparecer". De fato, bastante tempo. DANIEL PIPES É JORNALISTA E HISTORIADOR, ESPECIALISTA EM TEMAS RELACIONADOS AO ISLAMISMO E ORIENTE MÉDIO, MEMB RO DO U.S. INSTITUTE OF PEACE E COLUNISTA DO NEW YORK SUN E THE JERUSALEM POST. TRADUÇÃO: HENRIQUE DMYTERKO PUBLICADO POR WWW.MIDIAAMAIS .COM.BR
DIà RIO DO COMÉRCIO
4 -.GERAL
GibaUm
3 Hå três anos e quatro meses a 22ª Vara Civel de Maceió não consegue achar Fernando Collor para entregar uma citação.
k A UniĂŁo tem um cofrinho sĂł, nĂŁo ĂŠ bom abusar.
IDELI SALVATTI // ministra das Relaçþes Institucionais, sobre royalties de petróleo. Fotos: Paula Lima
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Na segunda-feira, Lula vai falar para empregados e empresĂĄrios de construção naval no estaleiro MauĂĄ, me NiterĂłi: repetirĂĄ que, quando assumiu o governo, o setor tinha dois mil empregados e hoje, caminha para 70 mil. No ano passado, na campanha, Lula e dilma inauguraram o petroleiro JoĂŁo Cândido, no porto de Suape, o primeiro construĂdo no paĂs depois de 13 anos. Era uma armação: o navio voltou ao estaleiro e nunca mais saiu de lĂĄ. A embarcação que custou Ă Petrobras R$ 336 milhĂľes (o dobro do valor de mercado) tinha soldas defeituosas, tubulaçþes que nĂŁo encaixavam e, se fosse lançado ao mar, afundaria. O Estaleiro Atlântico Sul era o responsĂĄvel pelo JoĂŁo Cândido e por mais 21 petroleiros, tudo com dinheiro do BNDES. Principais sĂłcios: as empreiteiras Camargo CorrĂŞa e Queiroz GalvĂŁo, que vivem patrocinando palestras de Lula.
NaufrĂĄgio em terra
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MEGA-RALO
AINDA Maria Paula: a revista Playboy ainda nĂŁo desistiu de ter a comediante em suas pĂĄginas. Agora, ela pediu novo tempo para pensar porque estĂĄ “com uns quilos a maisâ€?. TambĂŠm formam no cardĂĄpio de novos alvos da publicação a Miss Brasil Priscila Machado, Bianca Rinaldi e atĂŠ – quem diria – Val Marchiori, a rainha das emergentes. 333
O TÉCNICO da seleção brasileira de vĂ´lei, Bernardinho, tem confessado aos mais chegados que quer mesmo entregar o posto depois dos Jogos OlĂmpicos de Londres. Depois de tantas vitĂłrias, ele confessa que ĂŠ cada vez mais complicado obrigar os grandes nomes do vĂ´lei a sacrifĂcios para continuar vencendo. E entre os novos, o clima ĂŠ de falta de dedicação.
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Carolina Ferraz, 43 anos, a Amanda de O Astro e protagonista das cenas mais calientes da sĂŠrie com Herculano Quintanilha (Rodrigo Lombardi) aparece na nova edição da revista de Joyce Pascowitch, em ensaio sexy assinado por AndrĂŠ SchilirĂł. E fala sobre as famosas cenas: “NĂŁo ĂŠ confortĂĄvel para ninguĂŠm. É das coisas mais desagradĂĄveis que inventaram. Mas, tambĂŠm ĂŠ gravou, acabou!â€?. Na matĂŠria, confessa que jĂĄ foi traĂda “sabe-se lĂĄ quantas vezesâ€? e que – repete – nĂŁo vai colocar silicone no busto.
Gravou, acabou
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Superpoderosas 333 Quem gostou mais do rĂłtulo de “meninas superpoderosasâ€? dado pelo secretĂĄrio-geral da PresidĂŞncia, Gilberto Carvalho, na revista PiauĂ, Ă presidente Dilma e Ă s ministra Gleisi Hoffmann e Ideli Salvatti, foi mesmo a titular das Relaçþes Institucionais. Em qualquer conversa ou negociação com parlamentares da base aliada, que nĂŁo acreditam mais na liberação de emendas neste ano, Ideli recorre ao novo apelido: “Estou defendendo suas reivindicaçþes. NĂŁo desista e lembre-se de que sou uma menina superpoderosaâ€?. NĂŁo convence, mas gera clima de humor.
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Vestido curto e armado.
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O maior defensor e incentivador da candidatura de Marta Suplicy à prefeitura paulistana Ê seu atual titular Mårcio Toledo, ex-presidente do Jóquei Clube de São Paulo. Cada vez que ela vacila, atÊ estimulada pela perspectiva de ganhar um ministÊrio, caso decida sair do påreo, Toledo entra em cena, com todas suas armas, para convencêla do contrårio. Coletor de doaçþes da campanha de Marta ao Senado, Mårcio jå estå a postos para repetir a tarefa nas eleiçþes municipais do ano que vem.
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A EX-Casseta e atriz Maria Paula, que acaba de lançar um livro de crĂ´nicas, era uma das figuras saltitantes da festa de entrega dos prĂŞmios Contigo de Cinema. A uma repĂłrter de revista de celebridades, a ex-nora de Marta Suplicy, garantia estar numa fase “em que tudo ĂŠ muitoâ€?. E assinalava: “Muita comida, muita liberdade, muito sexo, muito tudoâ€?.
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Vestido curto e colado.
NegĂłcios espirituais O famoso Dalai Lama, 75 anos, agora aposentado do poder polĂtico no Tibete, faz palestra hoje, em SĂŁo Paulo, no WTC, para 500 empresĂĄrios que pagaram R$ 500 por convite enviado por Ozires Silva, organizador do evento. Tema: Nova consciĂŞncia nos negĂłcios, valores para um mundo sustentĂĄvel. Agora mais dedicado ao mundo espiritual, Dalai Lama forma no primeiro time dos palestrantes do planeta e tambĂŠm cobra seu cachĂŞ: US$ 100 mil. É metade do que cobra Al Gore para falar sobre economia sustentĂĄvel e um terço do que cobra Lula para contar suas histĂłrias, sempre na defesa dos interesses de empreiteiros amigos. 333
333 O DEPUTADO federal Gabriel Chalita (PMDB-SP) anda cada vez mais irritado com o ministro da Educação, Fernando Haddad, o queridinho de Lula para as eleiçþes municipais, ano que vem, em SĂŁo Paulo. Acha que ele estĂĄ exagerando no topete caĂdo na testa, que ĂŠ sua marca registrada hĂĄ muitos anos.
PARCEIROS no P.nera, rede social na internet para revelar novos jogadores, o veterano Zico e Ronaldo NazĂĄrio encontraramse, esta semana. Zico nĂŁo resistiu quando viu de perto a opulĂŞncia da barriga do ex-FenĂ´meno e brincou: “Para quando ĂŠ?â€? 333
QUEM diria: a entrada do exministro Mårcio Thomaz Bastos na defesa de JosÊ Roberto Salgado, ex-Banco Rural, no processo do mensalão, vem a suceder outro ex-ministro da Justiça que vinha atuando no caso. Era JosÊ Carlos Dias (governo FHC). Os dois são criminalistas. 333
Colaboração: Paula Rodrigues,Alexandre Favero
Solução
COLETOR
MISTURA FINA 333
JosĂŠ Dirceu, apontado pelo ex-procurador-geral da RepĂşblica, Antonio Fernando de Sousa, como coordenador de “organização criminosaâ€? no processo do mensalĂŁo, ĂŠ defendido de modo mais do que surpreendente nas alegaçþes finais apresentadas ao Supremo por seus advogados JosĂŠ Luis de Oliveira Lima, o Juca e Rodrigo Dall’Acqua. Eles garantem que Dirceu nĂŁo comandava os atos dos dirigentes do PT, nĂŁo tinha controle e nem sabia das atividades de DelĂşbio Soares, nĂŁo decidia nomeaçþes e nĂŁo mantinha qualquer vinculo com Marcos ValĂŠrio. 333
333 HĂĄ pouco tempo, a discutida ministra da Cultura, Ana de Hollanda, irmĂŁ de Chico Buarque, foi visitar a histĂłrica Cidade de GoiĂĄs, berço de Cora Coralina e foi recebida com grande festa. Na ocasiĂŁo, o prefeito de lĂĄ, tomado de emoção, na hora do discurso, acabou tropeçando e pediu uma grande salva de palmas “para a ministra Ana Caetano Velosoâ€?. Depois, ela acabou dando risada: “Bem, pelo menos nĂŁo foi Ana TimĂłteoâ€?.
Anjo de procissĂŁo
TUDO É MÚSICA
333 Numa ĂŠpoca em que a presidente reclama nova fonte de recursos para a SaĂşde, constatação de Tomadas de Contas da UniĂŁo, encaminhadas ao TCU – Tribunal de Contas da UniĂŁo, revela que, nos dois mandatos de Lula e mais seis meses de governo Dilma, foram desviados pelo ralo da corrupção nada menos do que R$ 2,3 bilhĂľes (3.205 fraudes) que deveriam ser aplicados nasaĂşdedosbrasileiros.Aotodo, no perĂodo, entre os 24 ministĂŠrios e prĂłpria PresidĂŞncia, perderam-se R$ 6,89 bilhĂľes em desvios.
Agora, nĂŁo ĂŠ mais apenas o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso que pode se orgulhar de ganhar beijinhos – um de cada lado do rosto – da presidente Dilma em eventos pĂşblicos. Esta semana, foram tambĂŠm agraciados com a beijação o governador Geraldo Alckmin e o ex-governador JosĂŠ Serra, numa cerimĂ´nia em SĂŁo Paulo. Geraldinho estĂĄ mais feliz ainda: soube que jĂĄ foi chamado por ela, ĂĄ distância, de “meu governadorâ€?. NinguĂŠm, contudo, chegou atĂŠ agora perto do diminutivo com o qual ela chama o prefeito Gilberto Kassab: Kassabinho. 333
“Se a moda pega, os deputados terĂŁo de aprovar um projeto estabelecendo sistema de cotas para homens no governoâ€?. A frase ĂŠ atribuĂda a Eduardo Nunes, que presidia o IBGE hĂĄ oito anos e que acaba de ser demitido, de repente, sob uma justificativa surpreendente da ministra Miriam Belchior, do Planejamento: “A presidente quer uma mulher no comandoâ€?. E ela jĂĄ estĂĄ escolhida: ĂŠ a WasmĂĄlia Bivar, amiga da ministra e da prĂłpria presidente, diretora de pesquisas da instituição e que, hĂĄ tempos, estava de olho na cadeira do chefe. Aliados de Nunes no Congresso, acham tambĂŠm que pesou na demissĂŁo o fato dele ser muito ligado a Lula. Nos corredores do Planalto, a histĂłria ĂŠ outra: Dilma quer ter maior controle e acesso Ă s pesquisas, especialmente as regionais. 333
Apesar do esforço do Shopping Cidade Jardim, em São Paulo e do Fashion Mall, no Rio, teve pouco efeito pråtico (e atÊ mesmo poucas celebridades circulando) as duas Fashion’s Night Out , com lojas abertas atÊ meia-noite para incentivar vendas. A iniciativa nasceu na Vogue AmÊrica, com Anna Wintour, depois da crise de 2008 e espalhou-se em algumas cidades. Em São Paulo, da esquerda para a direita, Luciana Vendramini (voltarå às påginas de Playboy), Maria Cândida, Jacqueline Delabona (com direito a caras e bocas), Rosangela Lyra, a sogra de Kakå e Gisele Bßndchen, vestindo Pedro Lourenço.
Força na moda
R$ 250 mil de pensão devida a ex-mulher Rosane Malta, conforme sentença judicial de 2007.
Controle de dados
3 MAIS: ele tem de pagar
Beijinho,beijinho
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gibaum@gibaum.com.br
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
5 NOVAIS NO TURISMO A sua confusa gestão começou num motel em São Luís (MA), antes da posse. Depois, a Operação Voucher, o salário da governanta, o motorista da mulher...
olítica
Cai Pedro Novais, o quinto elemento Antes, saíram Antonio Palocci (Casa Civil), Alfredo Nascimento (Transporte) e Wagner Rossi (Agricultura), por irregularidades. Só Nelson Jobim (Defesa) que não
O
ministro do Turis- Novais para o Turismo permimo, Pedro Novais tiu a posse do quinto suplente, (PMDB-MA), en- justamente Escórcio. Os dois tregou ontem a sua são muito ligados à família carta de demissão para a presi- Sarney e aliados incondiciodente Dilma Rousseff, após nais do patriarca, o presidente nova onda de denúncias. A d o S e n a d o , J o s é S a r n e y mais recente irregularidade (PMDB-AP), que ontem fez vedescoberta contra ele tratava emente defesa do ex-ministro. do uso de dinheiro público pa- "É um homem de reputação ilira o pagamento dos salários da bada", bradou Sarney. ex-governanta Doralice Bento Opinião à parte, Novais teve Sousa e do servidor Adão dos a reputação abalada por uma Santos Pereira, motorista que sucessão de escândalos. O prificava à disposição da mulher meiro, antes da posse como do então ministro, Maria Hele- ministro, por custear despesas na de Melo, funcionária públi- em um motel, em São Luís ca aposentada. (MA), com dinheiro da CâmaA governanta Dora, como é ra. Novais pediu ressarcimenchamada, recebeu, entre 2003 e to de R$ 2.156, a título de verba 2010, como seindenizatória. cretária parlaNo mês pasmentar, embosado, o secrera o seu expetário executiPedro Novais é um diente não fosvo do ministéhomem de se dado na rio, Frederico Câmara FedeCosta, nomeareputação ilibada. ral, mas na cad o p o r N oJOSÉ SARNEY, AO DEFENDER O sa do deputavais, foi preso EX-MINISTRO DO TURISMO, UM do. Ela lavava, com outras 37 ALIADO INCONDICIONAL DA passava, cozip e s s o a s d uFAMÍLIA NO MARANHÃO E NO n h a v a e N orante OperaCONGRESSO, MAS NEGANDO QUE ção Voucher, vais a pagava O APADRINHOU PARA O CARGO. com o dinheida Polícia Fero público. deral, sob susQuando aceitou a indicação peita de liberação irregular de para o ministério do Turismo, R$ 3 milhões em verbas públino fim do ano passado, Dora cas. Costa pediu demissão e virou recepcionista de empre- Novais continuou até o enconsa terceirizada do ministério. tro que manteve ontem com o Troca de favores – No final vice-presidente da República, do ano, Adão também deixou Michel Temer. de ser motorista de Novais e fiAntes de entrar, disse que cou lotado no gabinete do de- não sabia "qual reunião é" e putado federal Francisco Es- que só iria saber "ao chegar lá" córcio (PMDB-MA), num jogo ao conversar "com meu amigo cruzado de favores políticos e Temer". Então soube, pela voz fisiológicos comum no Con- do presidente do PMDB, senagresso. Tanto que Adão não dor Valdir Raupp (RO), tamtrabalhava na Câmara. Sua bém presente, que "não se pomissão era levar Maria Helena de comprometer uma legenda às compras. O carro, alugado e por causa de uma pessoa". com placa de Paço do Lumiar A nomeação de Novais nun(MA), continha adesivo da em- ca foi vista com entusiasmo pepresa que recebeu R$ 159 mil la presidente Dilma Rousseff, de verba indenizatória do ga- que o recebeu apenas uma vez binete de Novais para suposta em audiência no Planalto – no "locação de veículos". dia 21 de julho, seis meses e seis Quinto suplente – A ida de dias após a sua posse. A reu-
Sergio Lima/Folhapress - 23.08.11
Pedro Novais: quase nove meses como ministro do Turismo mais explicando as denúncias que o cercavam do que efetivamente trabalhando.
nião durou 30 minutos, metade do tempo previsto, pois Dilma atrasou os outros 30 minutos. Na ocasião, ele deixou o Palácio pela garagem. Por isso, a indicação só vingou porque Henrique Eduardo Alves, líder do PMDB e influente na bancada da Câmara, chancelou o nome do aliado. De acordo com Alves, a decisão de deixar o cargo foi de Novais. "Ele disse que tem razões de sobra para responder a essas indagações", contou o líder do PMDB. "Só que vai demandar aborrecimentos e constrangimentos e ele não quer que o ministério seja prejudicado, já que está nos preparativos para a Copa do Mundo". Alves frisou que o PMDB acatou e respeitou o gesto dele. No Planalto – A ministra da Secretaria de Comunicação
Social, Helena Chagas, revelou que o ministro pediu demissão no final da tarde. "Dilma recebeu a carta, aceitou e ainda não há um novo ministro", disse Helena, que descreveu a carta como "simples". Novais agradeceu pelo período em que ficou no cargo. Advogado, Pedro Novais Lima, antes de ingressar na política, foi auditor fiscal do Tesouro Nacional, função na qual se aposentou. Na política, começou apoiando o regime militar na década de 70 na antiga Arena. Em 80, passou para o PMDB, depois PDC e PPR, voltando em 1994. Com sua volta à Câmara, o próximo a cair será o 3º suplente da coligação, Costa Ferreira (PSC-MA). Quanto a Doralice, continua recepcionista. Adão foi exonerado. (Agências)
Gastão Vieira, o escolhido de Dilma (e de Sarney)
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deputado Gastão Vieira (PMDB-MA) é o novo ministro do Turismo. Ele foi chamado ao gabinete da presidente Dilma Rousseff, no fim da noite passada, para o convite ser formalizado. Vieira é ligado à família do senador José Sarney e vai substituir Pedro Novais (leia matéria ao lado). Mais cedo, Dilma pedira que os órgãos do governo levantassem informações sobre o paraibano Manoel Filho – do baixíssimo clero da Câmara. Os movimentos desconexos do governo indicam uma operação já considerada desastrada na substituição de Novais. A presidente demonstrou
contrariedade com a decisão do PMDB de deixar em aberto as indicações para a pasta. Ela gostaria de nomear um ministro que tivesse, desde o início, o respaldo da bancada do partido e lastro para ocupar a pasta que terá papel importante na Copa de 2014 e na Olimpíada de 2016. A avaliação de quem acompanhou os acontecimentos é que, diferentemente da rápida solução na troca do ministro da Agricultura, desta vez o PMDB se perdeu – deixou patente a fragilidade de quadros de sua bancada na Câmara. O episódio também teve o agravante de atrapalhar o processo de aproximação que Dilma buscava com o PMDB. (Agências)
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quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Ela (Marta Suplicy) deferiu um pedido do líder do governo sem consultar o plenário. Senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE)
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Oposição prepara recepção a Novais: mais denúncia
Valério é condenado por tentar ludibriar o BC Réu no processo do mensalão, publicitário recebeu pena de seis anos e dois meses da Justiça Federal em MG
Sergio Lima/Folhapress - 14.09.11
Rodrigo Clemente/O Tempo/AE
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Adão e Maria Helena: todos errados no lugar e no trabalho.
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oposição pretende ingressar no Conselho de Ética da Câmara com denúncia contra o ex-ministro Pedro Novais (PMDB-MA) e o deputado Francisco Escórcio (PMDBMA), por quebra de decoro parlamentar. Escórcio cedeu o ser vidor Adão dos Santos Pereira para trabalhar como motorista da mulher de Novais, Maria Helena de Melo. Pelas normas da Câmara, o desvio de função é ilegal e o secretário parlamentar deve atender o deputado no gabinete ou estado. O presidente nacional do PPS, deputado Rober to Freire (PE), comparou a situação a de José Dirceu. Exministro da Casa Civil no governo Lula, perdeu o mandato após envolvimento no escândalo do mensalão. O deputado Chico Alencar (PSol-RJ) lembrou que, neste caso, os fatos ocorreram no exercício do mandato.
Não haveria como repetir a alegação que livrou a deputada federal Jaqueline Roriz da cassação, flagrada em vídeo recebendo propina. "Entendemos a gravidade da situação. O Turismo se tornou o ministério dos escândalos", afirmou Alencar. O presidente do Conselho, deputado José Carlos Araújo (PDT-BA), disse que se o colegiado for acionado irá abrir investigação, pois Novais é deputado licenciado. A Justiça aceitou denúncia contra dois deputados que fizeram acordo semelhante, em 2009. Um cedeu funcionária para ser empregada doméstica do outro, que estava licenciado. Para a Justiça, quem cedeu cometeu falsidade ideológica (atestou trabalho de funcionário fantasma). O deputado licenciado responde por enriquecimento ilícito, pois se beneficiou do trabalho dela pago pela Câmara. (AE)
Marcos Valério: além Justiça Federal de da condenação, o STF Minas Gerais connegou retirada de denou o publicitáministro do caso. rio Marcos Valério por prestar informações falsas ao Banco Central. O delito está previsto em uma lei de 1986 que trata dos crimes financeiA decisão é do dia 1ª de seros, aponta a ação. tembro e foi só divulgada seTambém foi condenado o ex- mana passada. A pena detersócio de Valério na SMP&B minada a Valério foi de seis Cristiano Paz. Segundo a sen- anos e dois meses de prisão e a tença, eles prestaram declara- de Cristiano Paz, quatro anos e ções falsas em 1999 sobre as oito meses. operações e a situação finanOs dois também são réus da ceira da agênação penal do cia no Banco mensalão que Rural. tramita no STF Os dois alte(Supremo Triraram o capital b u n a l F e d eAs informações da SMP&B de ral). As defesas falsas permitiram R$ 150 mil para d o s d o i s n eque atuassem com gam as acusaR$ 4,5 milhões, grande liberdade e ções e dizem de acordo com a decisão. A alque já recorrefora do foco de teração fez com ram ao TRF – qualquer que Valério e Tr i b u n a l R einvestigação. Paz conseguisg i o n a l F e d eLEONARDO AUGUSTO AGUIAR sem justificar ral) da 1ª Redepósitos irregião, Brasília. gulares na conta e não levantar STF nega – O presidente do suspeita na fiscalização do Supremo Tribunal Federal, CeBanco Central. zar Peluso, negou ontem o pePara o juiz Leonardo Augus- dido da defesa do publicitário to de Almeida Aguiar, da 4ª Va- Marcos Valério para impedir a ra Federal de Minas Gerais, a participação do ministro Joamudança ajudou a encobrir de quim Barbosa no julgamento 1999 a 2005 o esquema que fi- do mensalão. cou conhecido durante o esOs advogados de Valério cândalo do mensalão. afirmaram que, em 2009 – L ib er da d e – "As informa- quando o tribunal analisava se ções falsas permitiram aos abriria ou não ação penal para operadores que atuassem com investigar o chamado valeriogrande liberdade e fora do foco duto tucano –, Barbosa teria de qualquer investigação", diz adiantado sua posição suposo juiz. tamente favorável à condena-
ção do publicitário. O esquema de caixa dois teria ocorrido em 1998 durante a campanha de Eduardo Azeredo (PSDB-MG) ao governo de seu Estado. Isso porque o ministro disse, "por três vezes", que Valério "é expert em atividades de lavagem de dinheiro, tem expertise em crime de lavagem de dinheiro e é pessoa notória e conhecida por essas atividades", segundo a defesa.
Improcedente – Peluso avaliou, no entanto, que o pedido é "manifestamente improcedente". De acordo com o presidente do Supremo, "a jurisprudência aturada da Corte não admite a criação de causas de impedimento por via da interpretação". O ministro ainda disse que os fatos relatados por Barbosa no julgamento não tinham relação com o que é investigado no mensalão (Folhapress)
MP denuncia 20 por fraude contra a Prefeitura Donos de construtoras, engenheiros, arquitetos e despachantes foram acusados
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Ministério Público Estadual (MPE) denunciou ontem 20 acusados de participar da fraude de R$ 70 milhões contra a Prefeitura no pagamento da taxa de outorga onerosa – que permite construir prédios acima do tamanho permitido em São Paulo. Donos de construtoras, engenheiros, arquitetos e despachantes são acusados de formação de quadrilha e estelionato. Quatro acusados devem responder ainda pelas acusações de uso de documento falso, falsidade ideológica e fraude
processual. Três deles estão presos e um quarto acusado devia ser solto hoje depois de ter recebido do Tribunal de Justiça um habeas corpus. A denúncia é de autoria do Grupo de Atuação especial e Repressão ao crime Organizado (Gaeco). Para o MPE, há evidencias de que os donos e diretores das construtoras financiavam a quadrilha e obtinham vantagem comercial. A apuração da CorregedoriaGeral do Município mostra que eles conseguiam documentos pagando a terceiros quantias entre 20% e
40% a menos do valor cobrado pela Prefeitura. "Dentro de um sistema organizado e hierarquizado, surgiram os 'despachantes', responsáveis por intermediar os interesses escusos dos proprietários das construtoras junto à Prefeitura; os 'arquitetos e engenheiros', cuja função era apresentar os 'despachantes' aos proprietários de construtoras interessados em se beneficiar fraudulentamente do erário municipal; e os 'empresários', proprietários das construtoras que financiavam a atividade", diz o texto. (AE)
Marta nega ter congelado painel. Jarbas confirma Senadora rebate queixa de colega e diz que só fez isso em duas outras vezes
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senadora Marta Suplicy (PT-SP) informou ontem, por meio de sua assessoria, que não foi ela quem congelou as informações do painel eletrônico do plenário do dia 1º ao dia 6 de setembro. Ela teria feito isso, sim, em "duas outras ocasiões" e não em setembro, segundo reiterou o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), que na terça-feira pediu providência ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), contra o procedimento que considera "uma manobra perigosa, sobretudo para a oposição". No caso, porque permitiria a votação de matérias pelo quórum eletrônico, mesmo que o plenário estivesse vazio. Jarbas disse que, nas duas vezes, Marta atendeu ao pedido do líder do governo Romero Jucá (PMDB-RR): "Na pri-
meira vez, eu comentei com o senador Álvaro Dias (PSDBPR). Na outra, falei com o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP). Ela deferiu um pedido do líder do governo sem consultar plenário ou o colégio de líderes". Além de mostrar o número
dos presentes, os dados do painel também servem para efeito de pagamento dos senadores. Jarbas citou o caso de ausências nas sessões deliberativas em que o abono do pagamento fica na dependência da justificativa do parlamentar. (AE)
Luciano Vicioni/AE - 05.09.11
Marta: manipulação do painel reafirmada por Jarbas Vasconcelos.
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
7 Não é possível ter saúde de qualidade sem mais dinheiro per capita. Não é. Presidente Dilma Rousseff
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Pedro Ladeira/AFP
Além de dinheiro, saúde carece de gestão, diz Dilma Presidente defende melhor utilização dos recursos e nega novos impostos
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Presidente aprova barcos de transporte escolar
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presidente Dilma Rousseff, elogiou ontem, em Brasília, o sistema usado pelo Ministério da Educação para aquisição de veículos de transporte escolar, uniformes, equipamentos hospitalares e de tecnologia e informação. Ao lado do ministro da Educação, Fernando Haddad, ela participou da abertura do seminário "Gestão de Compras Governamentais – a Experiência da Educação". "Para se ampliar a eficiência do Estado é preciso espalhar, difundir, criar, copiar as melhores práticas que a própria gestão pública do governo federal construiu", disse Dilma, que entrou em um carro-barco destinado a transportar os alunos das regiões ribeirinhas do interior do Brasil. Segundo o governo, "o mo-
delo de compra do MEC e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) – que usa pregão eletrônico para registro nacional de preços – permitiu uma economia de R$ 866 milhões, de 2008 a 2010, com redução média de 18% nos preços dos produtos". O seminário, promovido pelo FNDE, em parceria com a FGV, apresenta os modelos de aquisições desenvolvidos pelo fundo nos últimos anos. Para o ministro Fernando Haddad, a inovação na gestão de compras "é o fato de o MEC descobrir que tem clientela de 60 milhões de pessoas. Temos mais de 50 milhões de alunos matriculados na escola básica, mais de 6 milhões na educação superior e cerca de 4 milhões de profissionais que trabalham na educação". (Agências)
Pedido de vistas suspende votação do Código Florestal
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m pedido de vistas do senador Randolfe Rodrigues (PSol-AP) suspendeu ontem a votação da reforma no Código Florestal na CCJ (Comissão de Constituição de Justiça) do Senado. Nova votação foi marcada para a semana que vem. O pedido foi motivado pela alterações que o relator do projeto, senador Luiz Henrique (PMDB-SC), fez no texto, depois de sua apresentação, há duas semanas. Duas delas se deram a pedido do governo. Uma dizia respeito à competência dos governadores para fixar critérios de desmatamento nas áreas de preservação permanente. Na versão original, o texto de Luiz Henrique previa que os chefes do Poder Executivo federal ou estadual poderiam definir, por
decreto, quais atividades permitiriam desmatamento. Na semana passada, esse texto foi alterado em errata para "Chefe do Poder Executivo". Em negociação com a ministra Izabella Teixeira (Meio Ambiente), o senador concordou em especificar "Chefe do Poder Executivo federal" – ou seja, só decreto do Presidente da República poderá definir critérios de desmate nessas áreas. A outra alteração foi feita em artigo cuja redação, segundo o Ministério do Meio Ambiente, possibilitaria legalizar desmates ilegais mesmo sem o agricultor aderir a programas de regularização. "Só a errata já era motivo para o pedido de vistas. "Quando pedi vistas, tinha ainda mais razões: o global do projeto foi modificado", justificou Rodrigues. (Folhapress)
Dilma visita exposição 'Gestão de Compras Governamentais – a Experiência da Educação' e elogia o sistema do Ministério da Educação na aquisição de veículos de transporte escolar – como barco para crianças que moram perto de rios.
presidente Dilma Rousseff defendeu ontem uma "melhor gestão dos recursos da saúde", mas avisou que são necessários mais recursos para o setor, sem defender a recriação de um novo imposto, como a CPMF, para evitar desgastes públicos com o tema. Depois de comparar os investimentos em saúde per capita do Brasil, menores que na Argentina e no Chile, a presidente declarou: "Se você quiser um sistema universal, gratuito e de qualidade, vamos ter de colocar dinheiro na saúde e colocar gestão na saúde. As duas coisas". Dilma falou sobre a necessidade de se abrir uma discussão ampla sobre o tema, envolvendo todos os setores, mas não disse quanto a mais é preciso investir em saúde para melhorar os serviços. "Não sei se são os R$ 40 bilhões da CPMF. Talvez não precise disso de uma forma imediata. Mas eu acho que é necessário recurso para a saúde. Até chegar, vou brigar de manhã, de tarde e de noite, todos os dias da semana para melhorar a gestão da saúde", declarou ela em entrevista à imprensa, antes de participar do seminário sobre gestão de compras governamentais, em um hotel em Brasília "Temos de abrir a discussão, tem de falar", discursou. "O SECRETARIA DO VERDE E MEIO AMBIENTE
COMUNICADO DE LICITAÇÃO PREGÃO PRESENCIAL N° 066/SVMA/2011 PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 2011-0.056.337-3 OBJETO: CONTRATAÇÃO DE EMPRESA ESPECIALIZADA NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS TÉCNICOS DE MANEJO E CONSERVAÇÃO DOS PARQUES MUNICIPAIS DO GRUPO PINHEIRINHO D´ÁGUA: PARQUE PINHEIRINHO D´ÁGUA, PARQUE LINEAR DO FOGO, PARQUE SENHOR DO VALE E PARQUE JACINTO ALBERTO. A COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO - CPL.4 torna público que a sessão de Abertura do Pregão Presencial em epígrafe será realizada no dia 28 de SETEMBRO de 2011, às 14:00 horas, na Rua do Paraíso, 387/389, Térreo, no prédio da SECRETARIA MUNICIPAL DO VERDE E DO MEIO AMBIENTE. O caderno de licitação, composto de edital e dos anexos, poderá ser obtido sem custo, através da Internet pelo site http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br, onde os interessados deverão se cadastrar conforme orientações ou retirado, mediante a entrega de 1 (um) CD-R ou CD-RW sem uso, na Unidade de Licitação, situada na Rua do Paraíso, nº 387/389, 9º andar, Paraíso, nesta Capital, das 09h00 às 17h00, tel. 3396-3104/3396-3103 e fax 3396-3095.
SECRETARIA DE COORDENAÇÃO DAS SUBPREFEITURAS COMUNICADO - ABERTURA DE LICITAÇÃO A Supervisão Geral de Abastecimento - ABAST, da Secretaria Municipal de Coordenação das Subprefeituras - SMSP, comunica às empresas interessadas, que estão abertas licitações, na modalidade de Concorrência, para preenchimento de área nos Sacolões da Prefeitura Avanhandava, Mercado de Flores do Largo do Arouche, Central de Abastecimento Leste e Mercado Municipal de Santo Amaro, através de Permissão de Uso concedida a título precário e oneroso, para o local e no horário abaixo relacionado. As empresas interessadas poderão obter o edital e seus anexos, até o penúltimo dia útil que anteceder à data da abertura do certame, na Assessoria Jurídica do Gabinete de ABAST, localizada na Rua da Cantareira, 216 - 1º andar - Centro, no horário das 09:30 às 15:00 horas, mediante a entrega de um “CD-R” não utilizado, com capa de proteção; ou nos endereços eletrônicos http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br e http://portal.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/abastecimento/mercados. Informações pelo tel. 3313-3365 - ramais 214 e 215. Sacolão da Prefeitura Avanhandava - Rua Avanhandava, nº 230 - São Paulo Concorrência nº 049/SMSP-ABAST/2011 - Processo 2011-0.225.296-0 - Ramo: FLORICULTURA - Boxe nº F01 - Área de 120,93 m² - Data de entrega do envelope 20/10/2011, até às 09:00 h/Abertura dia 20/10/2011 às 10:00 h. Concorrência nº 050/SMSP-ABAST/2011 - Processo 2011-0.225.298-7 - Ramo: FLORICULTURA - Boxe nº F02 - Área de 120,93 m² - Data de entrega do envelope 20/10/2011, até às 10:00 h/Abertura dia 20/10/2011 às 11:00 h. Mercado Municipal de Flores do Largo do Arouche - Largo do Arouche s/nº Vila Buarque - São Paulo Concorrência nº 051/SMSP-ABAST/2011 - Processo 2011-0.199.915-9 - Ramo: FLORICULTURA - Boxe nº 05 - Área de 48,00 m² - Data de entrega do envelope 20/10/2011, até às 12:00 h/Abertura dia 20/10/2011 às 13:30 h. Central de Abastecimento Leste - Avenida Imperador, nº 1.900 - São Miguel, São Paulo Concorrência nº 052/SMSP-ABAST/2011 - Processo 2011-0.247.113-1 - Ramo: MERCEARIA - Boxe nº V-39 - Área de 50,00 m² - Data de entrega do envelope 21/10/2011, até às 13:00 h/Abertura dia 20/10/2011 às 14:00 h. Mercado Municipal de Santo Amaro - Rua Ministro Roberto Cardoso Alves nº 359 - Santo Amaro - São Paulo Concorrência nº 053/SMSP-ABAST/2011 - Processo 2011-0.243.428-7 - Ramo: EMPÓRIO TÍPICO - PRODUTOS ORGÂNICOS - Boxe nº 21/22 - Área de 49,30 m² - Data de entrega do envelope 20/10/2011, até às 14:00 h/Abertura dia 20/10/2011 às 15:00 h.
que não é possível é a tese no Brasil de que é possível ter saúde de qualidade, sem mais dinheiro per capita. Não é. Isso é uma obrigação minha explicar. Porque eu não posso fazer demagogia com a população. Por isso é que a discussão tem que ser aberta, tem que contar com todo mundo e tem que ter esse compromisso legal: não se pode desviar dinheiro da saúde". Ela se referia, basicamente, ao modo com que os estados
Não vou discutir, em tese. Quero ver que imposto, que dinheiro, qual a fonte de recurso, e qual o impacto disso. DILMA ROUSSEFF usam recursos de outros setores e os identificam como gastos em saúde. Se a regulamentação da Emenda 29 passar no Congresso com um imposto novo, ela o vetaria? Dilma se esquivou: "Não posso responder teoricamente". Em seguida, falou sobre os problemas na área da saúde "Tem um problema na saúde. Tem um problema que é de gestão. Eu falo nele porque
passo todos os dias pensando nele. Qual é o problema de gestão? Hoje, nós não temos todas as informações para saber quantas vezes o setor privado usa recursos do SUS e qual é o nível de reembolso". Sobre novos impostos, disse: "Não vou discutir, em tese. Quero ver que imposto, que dinheiro, qual a fonte de recurso, qual o impacto disso". A CSS (Contribuição Social para a Saúde) a ser criada pela Emenda 29 terá alíquota de 0,1% sobre as movimentações financeiras. Mesmo errando, falou que a alíquota da CSS será de 0,0001% e afirmou que os gastos representarão um aumento da ordem de R$ 10 bilhões. Dilma mencionou que o setor público gasta duas vezes e meia menos que o setor privado na área de saúde. E insistiu que é preciso botar mais dinheiro e gestão na área. Mas nem tudo se resolve com mais gestão: "Resolve não. Conta-se nos dedos da mão o país desenvolvido que conseguiu fazer saúde universal com qualidade", lembrando que os EUA levaram dois anos discutindo o tema e que lá, os gastos são altos e a cobertura, muito baixa. "Temos de garantir saúde a quem precisar. Não podemos tergiversar quanto a isso. A saúde tem que ser fornecida para quem precisa e tem que ser de qualidade". (AE)
SECRETARIA DA SAÚDE DIVISÃO TÉCNICA DE SUPRIMENTOS - SMS.3 COMUNICADO 1ª Comissão Permanente de Licitações/SMS.G PROCESSO Nº 2011-0.190.120-5 PREGÃO ELETRÔNICO 243/2011 - SMS.G OBJETO: REGISTRO DE PREÇOS PARA FORNECIMENTO DE MEDICAMENTOS DIVERSOS X Com referência ao Pregão Eletrônico acima, informamos que, por motivos administrativos, fica ADIADA a sessão de abertura do mesmo para 05/10/2011 11:00 hs. As demais cláusulas e condições permanecem inalteradas.
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO PREGÃO PRESENCIAL Nº 27/SME/2011 - 2010-0.290.569-5 - REGISTRO DE PREÇOS PARA AQUISIÇÃO DE KIT DE MATERIAL ESCOLAR - SME/CONAE. Fica REDESIGNADA abertura da licitação em epígrafe. O credenciamento e os envelopes nº 01 (proposta) e envelopes nº 02 (documentação) deverão ser entregues até às 10:00 horas do dia 28/09/2011, no Auditório, situado na Rua Dr. Diogo de Faria, 1247 - 1º andar - Vila Clementino. O Edital e seus Anexos poderão ser obtidos, até o último dia que anteceder a abertura, mediante recolhimento de guia de arrecadação, ou através da apresentação de CD ROM gravável no Setor de Licitação - CONAE 151 - sala 318, ou no site http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br, bem como, as cópias do Edital estarão expostas no mural do Setor de Licitação.
SECRETARIA DA SAÚDE DIVISÃO TÉCNICA DE SUPRIMENTOS - SMS.3 ABERTURA DE LICITAÇÃO Encontram-se abertos no Gabinete: PREGÃO ELETRÔNICO 286/2011-SMS.G, processo 2011-0.102.607-0, destinado ao registro de preços para a AQUISIÇÃO de FILME TRANSPARENTE DE POLIURETANO, para a Divisão Técnica de Suprimentos - SMS.3/Área Técnica de Material Médico Hospitalar, do tipo menor preço. A abertura/realização da sessão pública de pregão ocorrerá a partir das 10 horas do dia 29 de setembro de 2011, a cargo da 5ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. DOCUMENTAÇÃO - PREGÃO ELETRÔNICO Os documentos referentes às propostas comerciais e anexos, das empresas interessadas, deverão ser encaminhados a partir da disponibilização do sistema, www.comprasnet.gov.br, até a data de abertura, conforme especificado no edital. RETIRADA DO EDITAL O edital do pregão acima poderá ser consultado e/ou obtido nos endereços: http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br, www.comprasnet.gov.br, ou, no gabinete da Secretaria Municipal da Saúde, na Rua General Jardim, 36 3º andar - Vila Buarque - São Paulo/SP - CEP 01223-010, mediante o recolhimento de taxa referente aos custos de reprografia do edital, através do DAMSP, Documento de Arrecadação do Município de São Paulo.
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quinta-feira, 15 de setembro de 2011
APAGÃO 1 Falha em linha de Itaipu causa blecaute em 70% do Paraguai
nternacional
APAGÃO 2 O Brasil, que compartilha a usina com o Paraguai, não foi afetado.
Goran Tomasevic/Reuters
Uma ajuda de peso aos rebeldes da Líbia ONU estuda aliviar sanções. Sarkozy e Cameron viajam a Trípoli.
Camelo passeia entre rebeldes perto da cidade de Abu Grein, cerca de 160 quilômetros de Sirte, um dos últimos bastiões das forças de Kadafi.
UMA VITÓRIA DO MEDO EUA reconhecem impacto dos ataques coordenados pelo Taleban em Cabul
O
comandante das forças norte-americanas e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) no Afeganistão, o general John Allen, reconheceu ontem que o Taleban obteve uma vitória de propaganda ao desfechar ataques contra alvos ocidentais e do governo afegão em Cabul – nos quais 27 pessoas foram mortas entre policiais, civis e insurgentes, todos afegãos. Os ataques começaram na terçafeira e duraram mais de 20 horas. Allen afirmou, porém, que a violência não é um sinal de vulnerabilidade na capital afegã. "Vou conceder que eles obtiveram uma vitória nas operações de informação", afirmou o general a jornalistas, usando um jargão militar para questões de relações públicas. Allen, negou que tenha havido erros por parte dos militares. O Taleban reivindicou o ataque, ainda que, segundo funcionários dos EUA, membros da Rede Haqqani tenham lançado a ação. Autoridades dos EUA dizem que a Rede Haqqani tem laços com a inteligência do Paquistão, o que esse país nega. O ataque contra a cidade começou na manhã de terça-feira e foi produzido por nove insurgentes: três deles perpetraram ataques suicidas em diferentes pontos de Cabul, e os outros seis subiram à cobertura de um prédio a partir do qual dispararam contra a embaixada dos EUA, o quartel-general da Otan e outros edifícios. Pelo menos 11 civis afegãos foram mortos – mais da metade crianças, segundo Allen. Cinco policiais também morreram nos ataques. (Agências)
Shah Marai/AFP
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Conselho de Segu- CNT em Benghazi. rança da OrganizaFontes francesas afirmam ç ã o d a s N a ç õ e s que mais de 160 oficiais recebeUnidas (ONU) po- ram a ordem de estarem de de votar ainda nesta semana prontidão desde a noite de onuma resolução que permitirá tem, com o objetivo de garantir enviar uma missão à Líbia e a segurança de diversos locais amenizar as sanções contra o em Trípoli antes da visita. país. Enquanto as potências esApoio - Em outra frente ditudam aliviar a situação para plomática de apoio ao CNT, dios novos dirigentes líbios, o plomatas britânicos elaborapresidente da França, Nicolas ram um rascunho de uma resoSarkozy, e o primeiro-ministro lução que prevê o envio de do Reino Unido, David Came- uma missão da ONU que ajude ron, devem demonstrar seu o novo governo líbio a reestaapoio aos rebeldes com uma belecer a segurança no país. visita pessoal ao país, inforO texto, que pode ser apremou o jornal Le Monde. Os go- sentado ainda nesta semana vernos francês e britânico não no Conselho de Segurança, confirmaram a viagem, pre- não prevê o envio de tropas tervista para hoje. restres ou policiais, mas sim O porta-voz do Conselho uma equipe civil de cerca de Nacional de Tran200 pessoas. sição (CNT) da Lí- AFP - 16/09/10 Além disso, o bia na cidade de alívio das sanções Misurata, Suleideve amenizar o man Fortia, conembargo de armas firmou à Associated e permitir que a Press que a visita é petroleira estatal e esperada. "Estao banco central mos muitos felizes voltem a funcioem receber aquenar em breve. les que nos ajudaApelo - O Conram, mesmo porselho de Seguranque serão os pri- Reuters - 12/09/11 ça da ONU tammeiros líderes a bém deve analivisitarem" a Líbia sar um outro peapós a queda de dido da Líbia, Muamar Kadafi, desta vez vindo disse Fortia. do líder deposto, Segundo ele, Muamar Kadafi. Sarkozy e CameEm carta lida ron visitarão Trípela emissora sípoli e Benghazi, ria de televisão seis meses do iníA r ra i , Kadafi pecio da intervenção de à entidade que Sarkozy (em cima) militar na Líbia. proteja sua cidae Cameron: apoio. "Nós também de-natal, Sirte, convidaremos os ainda controlada dois a visitarem Misurata por- por forças leais a ele, do que que foi esta cidade que mostrou chamou de "atrocidades" coa Kadafi o quanto a Líbia é for- metidas pela Otan. te", afirmou Fortia. Ele não sou"Se Sirte for isolada do resbe dizer se o convite para visitar tante do mundo para que atroMisurata será aceito. cidades sejam cometidas conA França e o Reino Unido es- tra ela, então o mundo tem a tativeram na frente da ofensiva refa de não ser ausente e vocês aérea da Organização do Tra- tem que ter responsabilidade tado do Atlântico Norte (Otan) internacional e intervir imecontra as forças de Kadafi, o diatamente para parar com esque ajudou os insurgentes em se crime", disse Kadafi. O paraseu avanço rumo a Trípoli, deiro do líder deposto é descobem como na instalação do nhecido. (Agências)
Soldados afegãos carregam colega ferido em ataque do Talibã em Cabul. Confrontos duraram mais de 20 horas.
Thony Belizaire/AFP
Haitianos pedem saída da ONU
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Cartaz de manifestante contra a permanência de missão da ONU diz: 'Brasil + Chile = ocupação'.
oliciais haitianos usaram gás lacrimogêneo em um confronto, ontem, com manifestantes que exigiam a retirada das tropas da Organização das Nações Unidas (ONU) do país, depois de soldados uruguaios serem acusados de violentarem sexualmente um homem. A missão da ONU no país é comandada por tropas brasileiras. O incidente ocorreu quando cerca de 300 pessoas tentavam chegar a uma praça em frente às ruínas do palácio presidencial de Porto Príncipe, onde ainda há sobreviventes do terremoto de 2010 acampados em barracas. Transeuntes e moradores do local, muitos deles segurando crianças pequenas, fugiram do
gás lacrimogêneo, e alguns manifestantes atiraram pedras contra os policiais. Os manifestantes protestaram não apenas contra a presença das tropas das Nações Unidas, como também reclamavam a respeito de uma suposta agressão sexual de fuzileiros navais do Uruguai contra um jovem haitiano de 18 anos, na cidade de PortSalut. A agressão teria ocorrido em 18 de julho e está sob investigação. O Uruguai já pediu desculpas formais ao Haiti e qualificou de "aberração" a conduta dos acusados. "Nós participamos de uma marcha pacífica para pedir a saída da Minustah do Haiti", disse Christo Junior Cadeta, referindo-se às forças de paz da ONU
no país caribenho, por sua sigla em francês. Aos gritos de "fora, Minustah" e "estupradores", os manifestantes fizeram uma passeata pelas ruas da devastada capital. Alguns levavam cartazes chamando as forças de paz da ONU de "força de ocupação". A missão da ONU já havia ficado malvista no Haiti por causa da suspeita de que soldados nepaleses introduziram uma epidemia de cólera no país, o que motivou distúrbios contra as forças estrangeiras no ano passado. O chefe civil chileno da missão disse que irá pedir ao Conselho de Segurança da ONU que autorize uma redução gradual do contingente estrangeiro no país. (Agências)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
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idades
PARA O FUTURO Na segunda fase do projeto da Linha 4 - Amarela do Metrô estão previstas outras quatro estações: Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, Fradique Coutinho, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia, com inaugurações previstas para 2014.
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Fotos de Paulo Liebert/AE
Retoques finais: a estação Luz (assim como a República) vai funcionar inicialmente entre 10h e 15h A estação Luz da Linha 4 Amarela caracteriza-se por amplos espaços e vai ajudar o Metrô a desafogar o intenso movimento de passageiros nas estações Sé e Paraíso
Serão entregues hoje aos paulistanos duas novas estações da Linha 4 - Amarela do Metrô: a Luz e a República. Apesar de um atraso de cinco anos em relação aos planos iniciais, as duas estações são de grande importância para o sistema como um todo, pois deverão aliviar o movimento nas estações Sé e Paraíso. Num primeiro momento, elas funcionarão das 10h às 15h.
Metrô: novas estações vão aliviar o movimento na Sé
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epois de cinco anos de atraso em relação aos cronogramas iniciais, as estações Luz e República da Linha 4Amarela do Metrô de São Paulo serão inauguradas hoje. A entrega das estações à operação comercial conclui a primeira fase do projeto, inicialmente previsto para ser entregue em 2006, segundo a primeira licitação das obras. Num primeiro momento, o funcionamento das duas estações estará limitado entre 10h e 15h. "O horário reduzido é estabelecido para que os usuários possam se adaptar às novidades, bem como para que a empresa e os funcionários possam fazer os devidos ajustes técnicos e logísticos das operações", explicou o diretor de Operações do Metrô, Mario Fioratti. A previsão, no entanto, é que o horário nas estações Luz e República seja ampliado em três semanas, conforme divulgou o presidente da ViaQuatro empresa responsável pela linha -, Luís Valença (veja arte). Não se sabe ainda se, assim como nas demais estações, a ampliação será gradativa ou integral. "Essa definição
O Metrô espera oferecer alternativas mais ágeis de locomoção
dependerá do resultado dos testes dessas três semanas", afirmou Fioratti. Com a inclusão das duas novas estações, a Linha 4Amarela passará a ter nove quilômetros de extensão em sua operação comercial. As inaugurações viabilizarão ainda a integração com a Linha 3-Vermelha e a Linha 1Azul e outras três linhas da CPTM: Linha 7-Rubi, Linha 11-Coral e Linha 10-Turquesa.
"Quando a linha estiver funcionando em horário pleno, viabilizará a redistribuição na malha do metrô e liberará o fluxo em trechos considerados superlotados, como é o caso da estação Paraíso (Linha 1Azul) e Sé (Linha 3Vermelha)", afirmou ontem o diretor de Operações da Companhia do Metrô. Fioratti prevê que as duas novas estações da linha
recebam cerca de 20 mil passageiros por dia. Além das integrações, Fioratti destacou a possibilidade de maior agilidade nos trajetos. "Um passageiro que tiver de sair do Tucuruvi, na zona norte da cidade, para a avenida Paulista, não precisará mais fazer a integração no Paraíso. Para tanto, bastará pegar a Linha Amarela", exemplificou ele, que também ressaltou o
tempo do trajeto entre as estações Luz e a Paulista. "Será possível percorrer esse caminho em cinco minutos." Próximas estações – Na segunda fase do projeto da Linha 4-Amarela estão previstas outras quatro estações: HigienópolisMackenzie, Oscar Freire, Fradique Coutinho, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia. As inaugurações estão previstas para 2014. (Agências)
Quem sair do Tucuruvi para a Paulista, não precisa mais da integração no Paraíso. Basta pegar a Linha Amarela. MARIO FIORATTI, DIRETOR DE OPERAÇÕES DO METRÔ
JB Neto/AE
Greve: Correios suspendem serviços de Sedex
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Assembleia de funcionários dos Correios em São Paulo: entrega de correspondências está prejudicada
pós a deflagração de uma nova greve, os Correios decidiriam suspender temporariamente três serviços com hora marcada de entrega – Sedex 10, Sedex Hoje e Disque Coleta. Segundo o presidente da empresa, Wagner Pinheiro, 32% dos 109 mil empregados aderiram ao movimento, o que vai levar a um crescente atraso na entrega de correspondências. Enquanto a paralisação persistir, a negociação deverá permanecer suspensa e os dias parados serão descontados, diz a estatal. Dos 35 milhões de objetos (cartas, encomendas, telegramas) entregues diariamente pelos Correios em todo o País, cerca de 5,3 milhões não chegaram ao destino ontem. Um plano de contingência está sendo organi-
zado pelas áreas operacionais para viabilizar o atendimento no menor espaço de tempo possível por meio da realocação de funcionários e pagamento de horas extras. A entrega de faturas será priorizada. A paralisação é maior na parte operacional – carteiros e operadores – do que na área administrativa, informou Pinheiro. Segundo ele, 18 mil carteiros deixaram de ir ao serviço ontem, o que representaria 60% do efetivo esperado para trabalhar. Os Correios ofereceram proposta que incluía R$ 800 de abono, reajuste de salário de 6,87%, cesta básica de R$ 140 e aumento linear de R$ 50 a partir de janeiro de 2012. Anteontem, 34 dos 35 sindicatos filiados à Federação Nacional dos Trabalhado-
res em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect) rejeitaram a oferta. Os funcionários querem, entre outras coisas, aumento real de R$ 400, piso salarial de R$ 1.635 e vale refeição/alimentação de R$ 30 – os Correios ofereceram R$ 25. Saul Gomes da Cruz, um dos integrantes do comando de negociação, calcula que 70% dos 110 mil funcionários aderiram ao movimento. Ele afirmou que 30% do quadro de pessoal deve continuar trabalhando, de acordo com a legislação. A greve interrompeu a entrega de correspondências na Grande São Paulo. Segundo a direção do sindicato paulistano, 97% dos operacionais (carteiros e separadores postais) estão parados. (Agências)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
10 -.LOGO
Canguru para sua mesa de trabalho Você sempre perde seus clips, bloquinhos de Post-it, cartões de visitas e pequenas anotações no meio da bagunça de sua mesa? Então, este simpático organizador vai facilitar sua vida. Feito em couro, o que garante que o objeto não quebre, tem espaço para lápis, canetas, moedas, pequenos pedaços de papel. E se você não for fã de cangurus, pode escolher outros animais: cachorro, burro, tartatuga, gato, porco, macaco, galinhas e muitos outros.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Logo Logo
Cabideiro cheio de estilo
www.dcomercio.com.br
Bonito e funcional, este cabideiro não é um mero suporte para roupas. Segundo sua criadora, a italiana Alice Rosignoli, trata-se de uma revisão do conceito de guarda-roupa. Para ela, o essencial é facilitar o cotidiano. http://bit.ly/qKmuID
http://bit.ly/qFkXQb
L UXO Sergei Karpukhin/Reuters
A RGENTINA X BRASIL M EIO AMBIENTE
Alejandro Pagni/AFP
Proteção para o rio Amazonas Os expedicionários que encontraram a nascente do rio Amazonas na cordilheira de Chila, no sul do Peru, em 1996, farão uma proposta para que a região seja declarada área natural protegida pelo Peru, com o objetivo de preservá-la da mineração. A expedição Amazon Source 96 encontrou a origem do rio Amazonas no desfiladeiro de Apacheta, a mais de cinco mil metros de altura. A Sociedade
Geográfica de Lima apresentará um estudo técnico às autoridades da província de Caylloma e do governo regional de Arequipa, onde Apacheta está localizado, para que eles façam a solicitação formal ao governo peruano. Para os geógrafos, a declaração de área protegida "se justifica porque representa a origem do maior rio do planeta e do maior sistema hidrográfico do mundo".
Um alozinho de ouro maciço Mathias Rajani, diretor comercial da empresa dinamarquesa Aesir, exibe um dos modelos de celular produzidos pela companhia e apresentado ontem em Moscou, Rússia. O celular não tem email, internet, câmera, jogos ou GPS, mas é feito em ouro maciço 18 quilates. A intenção é vender cada aparelho por US$ 57,400 para a elite russa da moda. A edição é limitadíssima.
E SPAÇO Nasa/AFP
A NIMAIS
De superclássico, só o nome. O Morre uma estrela Imagem da Nasa mostra um anel de gás e poeira ao redor de uma estrela que explodiu na Grande Nuvem de Magalhães, uma das galáxias satélites da Via Láctea. O fenômeno – conhecido como supernova – marca a "morte" da estrela. Nomeada Supernova 1987A, esta foi a explosão estelar mais próxima do Sistema Solar a ser registrada nos últimos 400 anos.
s lances que mais empolgaram no superclássico entre Brasil e Argentina, em Córdoba (Argentina), aconteceram antes de a partida começar – no aquecimento, Ronaldinho Gaúcho ficou acertando bolas no travessão e foi aplaudido pela torcida no estádio Mário Alberto Kempes. Depois do
apito, os pontos altos foram as duas bolas na trave de Leandro Damião. Com esse 0 a 0, o Brasil do técnico Mano Meneses continua sem vencer uma seleção de grande porte desde que ele assumiu – tudo bem que Mano não convocou os 'estrangeiros', mas os argentinos jogaram com o seu time B.
Agora, as duas seleções voltam a se enfrentar no dia 28, em Belém (PA). Quem vencer fatura o troféu do Superclássico das Américas. Um novo empate levará a decisão para os pênaltis. Ontem, o jogo foi morno, quase sem faltas duras. O Brasil só brilhou nas raras investidas de Neymar (foto), mas as tentativas foram improdutivas. (Agências)
C ELEBRIDADES Natalia Kolesnikova/AFP
A tartaruga mais sortuda da história
I NTERNET
Edição de vídeos online no YouTube
Facebook lança nova funcionalidade
O Google anunciou ontem uma ferramenta que permite editar um vídeo depois que ele for publicado no YouTube. Clicando no botão "Editar Vídeo", o usuário pode rotacionar a filmagem, fazer cortes, mudar as cores ou estabilizar imagens tremidas. Segundo a companhia, editar o vídeo depois de publicado vai permitir que o endereço permaneça o mesmo, além de manter o número de visitas e de comentários. De acordo com o Google, a funcionalidade vai ser liberada aos poucos para os usuários.
O Facebook anunciou ontem uma funcionalidade que permite que os usuários escolham o que querem ver publicado no seu mural. O botão "Assinar" permite escolher de que contatos os usuários querem ver atualizações, e também receber ou enviar notícias de outras pessoas, mesmo que não sejam amigos. Segundo a rede social, o botão "Assinar" vai aparecer no perfil dos amigos nos próximos dias, o que vai permitir ao usuário escolher se quer ver todas as atualizações, a maioria das atualizações ou somente as fotos, mudanças de status etc.
C A R T A Z
VISUAIS
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Fotos: Reuters
O brilho de Liz Taylor rodando o mundo Mulher passa diante de um pôster anunciando a exposição das joias de Elizabeth Taylor na Praça Vermelha, em Moscou. A casa de leilões Christie's está realizando uma turnê com a exposição por oito cidades do mundo. A mostra passará ainda por Londres, Los Angeles, Dubai, Genebra, Paris e Hong Kong. Em dezembro, chega a Nova York, onde as peças serão leiloadas. A TÉ LOGO
Acesse www.dcomercio.com.br para ler a íntegra das notícias abaixo:
L OTERIAS Concurso 1175 da LOTOMANIA 10
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Concurso 1319 da MEGA-SENA
Anvisa aponta que 27% dos navios de cruzeiro tiveram problemas sanitários
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Desenho em nanquim do artista plástico Amâncio Chiodi integra a mostra coletiva 'Identidade 4 x 3'. Galeria PontoArt. Rua Inácio Pereira da Rocha, 246, Vila Madalena, tel.: 2548-1661. Grátis.
Uma tartaruga de cabeça grande, espécie protegida na costa dos EUA, foi liberada ao mar ontem em Florida Keys após se recuperar de um ferimento provocado por uma lança de quatro metros. A tartaruga foi atingida na cabeça pelo objeto no início de agosto e foi tratada por funcionários e voluntários do Turtle Hospital, em Marathon. Chamada de Sara, em homenagem à filha que do homem que a encontrou, a tartaruga foi submetida a uma cirurgia e é considerada um dos animais de sua espécie "mais sortudos da história". "Quatro polegadas de desvio em qualquer direção e o animal estaria morto", disse veterinário Doug Mader, responsável pela cirurgia.
Denilson será julgado no STJD hoje e pode desfalcar São Paulo no sábado
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Emerson tem futuro incerto e pode ser negociado para time do Catar
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Concurso 2696 da QUINA 28
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
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11 IPEA Cenário é de maior desaquecimento econômico em agosto e setembro
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FACEBOOK Oferta de ações pode sair no final de 2012 e atingir US$ 100 bilhões
José Manuel Ribeiro/Reuters
Febraban acredita que piora no cenário externo e menor expansão doméstica levam a uma postura mais cautelosa por parte das instituições financeiras presentes no País
Crise derruba projeções Analistas diminuíram suas previsões para a expansão da economia brasileira e elevaram as apostas para a inflação Rejane Tamoto
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piora do cenário externo, com incer- ções da carteira total de crédito do Sistema Fitezas em relação aos rumos da crise nanceiro Nacional (SFN) para este ano. Neste das dívidas soberanas na Europa e mês o número foi revisado para 16%. "Mesmo dos dados que indicam a lenta recu- que o cenário externo não piore e até melhore, é peração dos Estados Unidos, levaram os analis- razoável esperar que não haverá desaceleração tas dos bancos a reduzirem as da atividade, o que faz com que projeções para o crescimento da o risco sobre os preços aumente economia brasileira, para os ju– o que também traria restrição ros e o crédito, e aumentá-las paao crédito. De uma maneira ou ra a inflação, taxa de câmbio, bade outra, a sinalização é de creslança comercial, reservas intercimento moderado do crédito", nacionais e superávit primário. disse o economista. por cento do SFN Os dados constam na pesquisa No mesmo período, as projede projeções macroeconômicas e ções de alta para as operações de deverá ser o expectativas de mercado da Fecrédito com recursos direcionacrescimento das deração Brasileira de Bancos (Fedos caíram de 18,2% para 17,9% braban), que ouviu analistas de operações da carteira do SFN. As operações com re33 bancos no ínicio deste mês. cursos livres e para pessoas físitotal de crédito ao Segundo o economista-chefe cas devem, para cada segmento, longo deste ano, da entidade, Rubens Sardencrescer 14,9% do SFN, ante proberg, o crédito deve crescer mesegundo a Febraban. jeção anterior de 15,4%. nos neste ano. Na opinião dele, a A expectativa é de que o crépiora no cenário externo e o dito consignado cresça 15,7% do crescimento menor da economia doméstica le- SFN. As linhas voltadas para pessoas jurídicas vam a uma postura mais cautelosa por parte também tiveram os números revisados: devem dos bancos, na concessão, e de clientes, na toma- crescer 15%, e não os 15,5% do SFN previstos em da de recursos. As projeções realizadas em agosto. Segundo o estudo, a inadimplência deagosto indicavam aumento de 16,4% das opera- ve permanecer em 4,7%.
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governo federal vai se conta a inflação, e compatíveis esforçar para o com a necessidade de geração crescimento do de emprego e renda." Produto Interno Bruto (PIB) Dilma destacou medidas de chegar a 4% neste ano. A redução de impostos, como o afirmação foi feita ontem pela Supersimples, e observou que presidente Dilma Rousseff, "não temos um quadro de antes de discursar em evento restrição de consumo no Brasil", sobre gestão de compras em referência aos países em governamentais crise. Na sua em Brasília. "Esses opinião, é mecanismos de "impossível" que o revisão são Brasil sofra uma Temos todos absolutamente crise como a que os instrumentos normais. Tanto se ocorre nos no Brasil revisa pra baixo, Estados Unidos e para diminuir como pra cima. na zona do euro. Vamos fazer um "Temos todos os o impacto esforço pra chegar instrumentos no da crise. a 4%, ou 4% e Brasil para PRESIDENTE pouco", disse a diminuir o DILMA ROUSSEFF presidente. impacto da crise." Ela também A presidente ressaltou a necessidade de afirmou ainda que o Brasil está atenção tanto com relação ao sempre disposto a participar de desaquecimento quanto ao qualquer esforço internacional. superaquecimento da De acordo com ela, não seria economia. "Queremos o Brasil necessário utilizar o Fundo crescendo a taxas que sejam Soberano do Brasil (FSB) para compatíveis com a nossa conter os efeitos da crise economia – que levem em financeira no País. (AE)
IBC-Br apresenta alta de 0,46% entre junho e julho
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economia brasileira voltou a acelerar em julho na comparação com junho, conforme demonstrado pelo ndice de Atividade Econômica do Banco Central (IBCBr) – considerado um sinalizador do comportamento do Produto Interno Bruto (PIB), e divulgado ontem. Ele subiu 0,46% em julho na comparação mês a mês, de acordo com números dessazonalizados. A leitura de junho ante maio foi revisada para cima, mostrando queda de 0,25% na série livre de influências sazonais, ante baixa divulgada anteriormente de 0,26%. A leitura negativa do mês passado foi a primeira desde dezembro de 2008, no auge da crise financeira internacional. No ano, o IBC-Br acumula ganhos de 3,68% e, em 12 meses, o indicador subiu 4,52%. Na comparação com julho do ano passado, houve crescimento de 3,37%. No BC, a avaliação é de que o resultado do IBC-Br entre maio e julho mostra que a atividade econômica está crescendo em torno de 2%. (Reuters)
DC
Dilma quer crescimento do PIB em torno de 4%
PIB – De acordo com os dados da pesquisa, a ano – motivada pela pressão dos preços de aliexpectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) mentos e de serviços, e das commodities agrícaiu de 3,9% para 3,5%, entre agosto e setembro. colas. "A economia crescerá menos neste ano, Em todos os setores houve quedas moderadas mas o consumo continuará alto, o que fará nas expectativas, no crescimento do PIB agro- com que a inflação demore mais para converpecuário, industrial, serviços e gir para o centro da meta", disprodução industrial. Em razão se Sardenberg. da redução de meio ponto perSetor externo – Para o econocentual na taxa básica de juros mista, os números do saldo da (Selic), o mercado ajustou a probalança comercial, Investimento jeção para este indicador, que Estrangeiro Direto (IED) e reserera de 12,75% ao ano em agosto, vas internacionais continuam De uma maneira para 11% em setembro. A expecfavoráveis, apesar de pequenas tativa é de que haja duas quedas reduções na margem. A projeção ou de outra, a de 0,5 ponto percentual cada nas para a taxa de câmbio passou de sinalização próximas reuniões do Comitê de R$ 1,59 para R$ 1,63, entre agosto é de crescimento Política Monetária (Copom). e setembro. Segundo a pesquisa, moderado de Segundo Sardenberg, não há o saldo da balança comercial decrédito. espaço para uma redução maior ve fechar o ano em US$ 24,1 bidos juros. A taxa real para o ano, lhões, com IED de US$ 55,5 biRUBENS SARDENBERG, ou seja, descontando uma inflaECONOMISTA-CHEFE DA FEBRABAN lhões e reservas internacionais ção de cerca de 6,4%, seria de totalizando US$ 364,8 bilhões. 4,6%, na mesma média praticado N a a v a l i a ç ã o d e S a rd e ndurante a crise financeira internacional de 2008. berg, não há risco de deterioração no balanço A redução dos juros, que pegou o mercado de pagamentos do País, e os indicadores fisde surpresa, também contribuiu para a expec- cais aumentaram – com projeção de superávit tativa de inflação maior – com o Índice de Pre- primário de 3% do PIB, ante a previsão de ços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 6,4% ao 2,8% feita em agosto.
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12 -.ECONOMIA
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
e Turbulência não afetou companhias no Brasil
DIÁRIO DO COMÉRCIO
13 A taxa de sobrevivência das empresas foi de 77,8%. Isso quer dizer que 3,3 milhões das empresas ativas em 2009 eram sobreviventes.
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Em 2009, quase 950 mil companhias eram recémcriadas, de acordo com levantamento do IBGE.
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crise econômica mundial não afetou nem a criação nem a sobrevivência das empresas no Brasil em 2009. Na realidade, foram criadas mais empresas no período, segundo a pesquisa Demografia das Empresas 2009, divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A cada cinco empresas existentes no País em 2009, uma era nova. "Apesar de ser um ano de crise, houve um aumento na taxa de entrada de empresas em 2009, na comparação com 2008", ressaltou Denise Guichard, técnica do IBGE e responsável pelo estudo. Das 4,3 milhões de companhias ativas no período, 946,7 mil (22,2%) eram recém-criadas. Por outro lado, foram desativadas 755,2 mil empresas no ano, ou 17,7% do total. O número mostra um saldo positivo para a criação de empresas no período, com mais registros de entradas do que de saídas do mercado. Portanto, a taxa de sobrevivência foi de 77,8% – ou seja, 3,3 milhões das empresas ativas em
79,9 por cento das empresas que entraram no mercado em 2009 não tinham empregados e 18,4% tinham de um a nove funcionários 2009 eram sobreviventes. As empresas ativas no País ocupavam 34,4 milhões de pessoas, sendo 28,2 milhões (82,2%) de assalariados e 6,1 milhões (17,8%) de sócios ou proprietários. Os salários e outras remunerações somaram R$ 476,7 bilhões, uma média mensal de R$ 1.357,99 per capita (2,9 salários-mínimos). Na comparação com 2008, tanto o número de companhias quanto o de trabalhadores assalariados cresceram, 4,7% cada, o que representou um saldo de 191,3 mil empresas e de mais
1,3 milhão de assalariados. "No ano anterior (2008), você tinha tido um acréscimo de 1,6 milhão de postos de trabalho; então, teve um ritmo de crescimento menor na geração de emprego, apesar da abertura de mais empresas", explicou Denise. No entanto, a técnica do IBGE explicou que as corporações que foram desativadas ao longo de 2009 não afetaram os postos cria-
dos. "Você tem uma saída muito grande de empresas ou que não têm empregados, que são compostas só pelo sócio-proprietário, ou que são muito pequenininhas", ressaltou. De acordo com o levantamento do IBGE, 79,9% das empresas que entraram no mercado em 2009 não tinham empregados e 18,4% tinham de um a nove funcionários. Entre as companhias que foram fe-
chadas, 88,5% não tinham empregados e 10,8% tinham até nove trabalhadores. Entre as atividades econômicas, o comércio foi o setor que mais se destacou, com 464,6 mil novas empresas e 394,5 mil companhias fechadas. As corporações que entraram no mercado em 2009 eram, em sua maioria, voltadas para setores que atendem prioritariamente o mercado doméstico, como co-
mércio, alimentação e construção, segundo a pesquisa. Na opinião de Denise, esse perfil difere do de 2008, quando o ingresso de empresas se baseou em ramos mais voltados para o setor externo, como a indústria. Isso mostra a tendência de expansão do consumo interno como propulsor da economia do País em 2009 – a dinâmica de crescimento se manteve. (Agências)
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e Criação de postos perdeu força no mês passado conomia
O número de vagas de trabalho criadas em agosto caiu 36,4% em relação a igual período do ano passado
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saldo de empregos criados com carteira assinada em agosto deste ano somou 190.446, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados ontem pelo Ministério do Trabalho. Em agosto de 2010, o dado equivalente sem revisão apontou um total de 299.415 novas vagas, já descontadas as demissões do período – aquele foi o melhor mês de agosto da série histórica do Caged, iniciada em 1992. Com isso, houve uma diminuição de 36,4% do saldo líquido em relação a agosto do ano passado. As estimativas do mercado para o indicador eram de um saldo de 170 mil vagas a 219 mil vagas criadas. A mediana das previsões era de saldo líquido de 200 mil novos empregos com carteira assinada em agosto. Após revisão, o dado de julho do Caged apontou a abertura de 157 mil vagas. Carteira assinada – As contratações de trabalhadores com carteira assinada superaram as demissões em 1.825.382 postos no acumulado do ano até agosto, de acordo com os dados do Caged. Em igual período do ano passado, o saldo de geração de vagas formais foi de 2.195.370. No acumulado dos oito meses deste ano, houve uma redução na criação de empregos da ordem de 16,85% na comparação com o período de janeiro a agosto de 2010.
Marcello Casal Jr./ABr
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
3,5 mil trabalhadores da Samsung, em Campinas, entraram em greve ontem, segundo sindicato.
Metalúrgicos do ABC aprovam aviso de greve
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etalúrgicos da re- tre os metalúrgicos da reg i ã o d o A B C gião e as montadoras. Samsung – Funcionários aprovaram na noite de ontem, por unani- da Samsung em Campinas midade, aviso de greve, em entraram em greve ontem assembleia em Diadema, por tempo indeterminado. na Grande São Paulo, para Eles pedem reajuste de 11%, discutir propostas de rea- sendo 3,35% de aumento juste salarial para mais de r e a l , m a i s a b o n o d e 70 mil trabalhadores da in- R$ 2,8 mil. Segundo afirdústria de autopeças e má- mou o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de quinas e equipamentos. Segundo o sindicato que Campinas e Região, Jair dos Santos, a unirepresenta a dade tem 3,5 categoria, os mil trabalham e t a l ú r g idores. Tamcos irão enb é m n a r etregar o avigião, funcios o a o s e mnários da presários homil trabalhadores Benteler (auje e irão topeças) e da aguardar noda indústria de Mercedesvas proposautopeças e Benz (montatas das emmáquinas dora) estão presas por 48 paral isados horas. Neste podem cruzar desde segunperíodo, poos braços da-feira. São dem fazer 1,3 mil e 900 m a n i f e s t af u n c i o n áções ou atrasar a entrada no serviço, rios, respectivamente. Honda – Os trabalhadomas manterão o trabalho. Os metalúrgicos marca- res da unidade da Honda ram nova assembleia para a em Sumaré voltaram a trapróxima terça-feira, para balhar na tarde de ontem, outra avaliação. Se não con- depois de paralisarem as cordarem com a oferta das atividades da fábrica por empresas, irão decretar gre- um dia. Os trabalhadores ve por tempo indetermina- de dois turnos de produção aprovaram à tarde a do, segundo o sindicato. Segundo presidente do mesma proposta de reajussindicato, Sérgio Nobre, os te salarial que haviam retrabalhadores querem rea- jeitado no dia anterior. A montadora ofereceu juste de 10%, aumento real e acordo que se estenda por 11% e aumento no piso saladois anos, como foi feito en- rial para R$ 1,6 mil. (AE)
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O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, levou ontem à presidente Dilma esboço do 'Simples das Domésticas'.
Regiões – As regiões metropolitanas do País voltaram a empregar mais do que o interior em agosto, segundo as informações do Caged. De acordo com levantamento realizado em nove estados, os centros urbanos criaram 79.591 postos líquidos no mês passado ante 52.790 vagas verificadas no interior dos estados analisados, já descontadas as demissões. A tendência está em linha com os preparativos da indústria e do comércio para as festas de fim de ano e com a queda dos empregos no setor agrícola. As regiões metropolitanas que mais se destacaram em termos absolutos no mês passado foram São Paulo (32.177 pos-
tos), Rio de Janeiro (13.352) e Recife (8.098). Já no caso dos interiores dos estados, merecem atenção São Paulo (20.856) e Pernambuco (10.515). No geral, o Estado de São Paulo foi responsável pela criação de 53.033 postos em agosto. O resultado foi oriundo do setor de serviços (31.701 vagas), do comércio (22.767) e da construção civil (3.395). Estes saldos superaram a queda do emprego do setor agropecuário em São Paulo no mês passado, um total de 4.162. O cultivo de café suprimiu 3.611 postos no período e o de cana-de-açúcar, 1.041. Nos primeiros oito meses do ano, São Paulo acumula a cria-
ção de 641.237 postos. Na região Sudeste, foram criados 74.895 postos em agosto, na Nordeste 59.513. Na Sul, foram 27.457, na Centro-Oeste, 15.096, e na Norte, 13.485. D om é s ti c a s – O primeiro esboço do "Simples das Domésticas" foi apresentado ontem à presidente Dilma Rousseff pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi. Antes de ir ao encontro, ele adiantou que defenderia a redução da alíquota de contribuição para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) dessas profissionais e a possibilidade de se abater toda a contribuição patronal no Imposto de Renda (IR). (AE)
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quinta-feira, 15 de setembro de 2011
e Emprego na indústria tem pior agosto
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A queda de agosto será a primeira de uma série de variações negativas de porte na indústria. Paulo Francini, diretor da Fiesp
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O nível de trabalhadores ocupados no setor em São Paulo teve queda de 0,49% em agosto em relação a julho. É o mais grave resultado do período, segundo a Fiesp. Edson Silva/Folhapress
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nível de emprego Fiesp divide a indústria para na indústria pau- realizar a pesquisa, dez demilista caiu 0,49% em tiram, cinco contrataram e sete agosto ante julho, mantiveram seus quadros de com ajuste sazonal, segundo pessoal. Entre os setores que dados divulgados ontem pela mais dispensaram funcionáFederação das Indústrias do rios estão o de produtos aliEstado de São Paulo (Fiesp). mentícios, com 7.751 demisÉ o pior resultado do empre- sões, seguido pelo segmento go para meses de couro e calde agosto çados, com desde 2006, perda de quando tem 2.699 vagas, e início a série produtos têxhistórica. Em teis, com reagosto de dução de mil postos de trabalho 2 0 0 6 , o e m2.042 funcioforam fechados nas prego havia nários. caído 0,15%. A queda do indústrias de São No cálculo nível de emPaulo no mês sem o ajuste prego na insazonal, o nídústria em passado, de acordo vel de empreagosto não secom dados go caiu 0,47% rá um fato isode entidade. no mês passalado e deve se do, o que sigrepetir ao lonnificou a rego dos próxidução de 13 mil postos de tra- mos meses deste ano. balho. Esse desempenho tamVariações – De acordo com o bém foi o pior resultado da diretor do Departamento de série para meses de agosto des- Pesquisas e Estudos Econômide 2006, quando o indicador cos da Federação das Indúshavia recuado 0,1%. Já na com- trias do Estado de São Paulo paração com agosto de 2010, o (Fiesp), Paulo Francini, os nínível de emprego teve alta de veis de emprego nos meses de 1,46%. De janeiro a agosto de agosto costumam apresentar 2011, o emprego na indústria variações positivas, o que não tem alta de 4,13%. ocorreu neste ano. "Agosto não Dos 22 setores nos quais a é uma exceção. Esta queda será
O segmento de calçados e couro cortou 2.699 vagas no estado. Só perdeu para o ramo de produtos alimentícios, que teve 7.751 demissões.
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a primeira de uma série de variações negativas de porte que serão registradas em setembro, outubro, novembro e dezembro", disse Francini. Segundo ele, isso se deve aos fracos resultados da produção industrial brasileira, que tem sido afetada pela entrada de produtos importados no País.
"Uma hora isso ia acabar batendo no emprego", afirmou. De acordo com o dirigente, a Fiesp deve revisar para baixo ainda neste mês suas projeções para o resultado do emprego industrial. "Provavelmente vamos ter um resultado muito próximo de zero", disse, ao citar que na comparação com
agosto de 2010 o emprego registra alta de apenas 1,46%. Em agosto do ano passado, esse número era de 4,79% em relação a agosto de 2009. Da mesma forma, a projeção da Fiesp para o crescimento da atividade industrial brasileira neste ano (em 2,5%), deve ficar mais próxima de 2%.
Analisando os dados pelo lado positivo, Francini destacou a recente valorização do dólar no País, o que fez com que o câmbio se desvalorizasse em cerca de 11% nas últimas semanas, chegando ao nível de R$ 1,70. "Isso é uma injeção de ânimo na veia do exportador", disse o diretor da Fiesp. (AE)
Leandro Moraes/LUZ
Venda de carros importados dispara
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s vendas de veículos importados por empresas que não possuem fábricas no Brasil cresceram 104,1% em agosto em relação a igual mês do ano passado e 11,3% na comparação com julho. Segundo dados divulgados ontem pela Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva), foram emplacadas 20.420 unidades, ante 10.007 em agosto de 2010 e 18.346 em julho. Com esse resultado, a participação dos veículos importados pelas associadas da Abeiva no mercado ficou em 6,64% ante 6,37% em julho. No acumulado dos oito meses do ano, as vendas somaram 129.281 unidades, o que representa um aumento de 112,4% em relação a igual período de 2010. De janeiro a agosto foram comercializados 528.082 veículos que vieram do exterior no mercado brasileiro (considerando todas as empresas importadoras), sendo 24,5% desse total os tra-
zidos ao País por meio das associadas da Abeiva. Apesar do bom resultado de agosto, as vendas de veículos importados por empresas que não possuem fábricas no Brasil devem recuar nos próximos meses. "Devemos voltar para uma média mensal em torno de 15 mil veículos", afirmou José Luiz Gandini, presidente da entidade. A estimativa de 185 mil veículos vendidos em 2011 está mantida. Dólar – Segundo Gandini, a recente alta do dólar é um dos motivos para esse recuo. O executivo acrescentou que, devido à forte demanda, já há falta de alguns produtos e até fila de espera. Gandini, que também preside a Kia, disse que, no caso da marca coreana, a importadora encerrou o mês com cerca de 200 unidades em estoque, quando o normal é cerca de 18 mil unidades. "Não é possível aumentar de uma hora para outra as importações. Muitas vezes a montadora lá fora não tem
Lupi defende aumento de imposto
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ara garantir o quadro de trabalhadores nas montadoras nacionais, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, defendeu ontem o aumento do Imposto de Importação (II) para veículos estrangeiros. "Como tivemos um crescimento das importações muito grande, tem de subir o imposto e, se for o caso, baixar o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI)", argumentou ele. Na avaliação de Lupi, é preciso pensar "com cuidado" nos dois casos, mas ele deixou claro que a pasta responsável por examinar a situação é a Fazenda. "Temos de olhar com mais atenção o setor automotivo", afirmou. "O governo tem de analisar com carinho a redução de IPI, pois não temos capacidade de concorrer em condições iguais com o mercado internacional". Para o ministro, há dois indícios claros de que o setor
está passando por uma fase complicada, apesar de dados terem apresentado crescimento das vendas. "Aumentou muito a compra de carros importados e diminuiu muito a contratação", disse ele, lembrando dos anúncios de férias coletivas que as montadoras têm feito para esvaziar seus pátios. "São dois sinais de alerta." De acordo com Lupi, o estado que mais tem sofrido com esse desempenho é São Paulo, onde está concentrada grande parte da produção de automóveis do País. Dados do Ministério do Trabalho apontam que o setor automotivo gerou 3.366 postos de trabalho em agosto deste ano ante 5.606 de igual mês de 2010. O ministro disse que é preciso avaliar a possibilidade de sobretaxar as importações em outros segmentos, como o de calçados e o de suco de laranja. (AE)
veículos disponíveis e também não é fácil encontrar navios para trazer os carros para o Brasil", disse. Ele acredita que outras importadoras devem estar passando por situação parecida neste momento. Crédito – Com relação à queda na oferta de crédito para os veículos, Gandini acredita que o impacto é menor nas empresas associadas à Abeiva do que nas montadoras instaladas no Brasil. O presidente disse não ter números consolidados, mas acredita que cerca de 40% dos carros vendidos pelas importadoras são financiados, enquanto entre as montadoras brasileiras o percentual seria em torno de 70%. "Além disso, não é comum financiarmos 100% do veículo, o que é mais comum nos carros nacionais", disse. (AE) SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
A venda de automóveis importados no País aumentou 104,1% em agosto em relação a igual mês do ano passado GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
FDE AVISA: PREGÃO ELETRÔNICO Nº 56/00020/11/05 OBJETO: Contratação do direito de uso, não exclusivo, de licenças de softwares - licenças de uso Microsoft na Modalidade School Agreement. A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para Contratação do Direito de Uso, não exclusivo, de licenças de softwares - licenças de uso Microsoft na Modalidade School Agreement. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital a partir de 15/09/2011, no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br ou na sede da FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, ou verificar o edital na íntegra, através da Internet no endereço: http://www.fde.sp.gov.br. A sessão pública de processamento do Pregão Eletrônico será realizada no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br, no dia 29/09/2011, às 09:30 horas, e será conduzida pelo pregoeiro com o auxílio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epígrafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverão obedecer rigorosamente ao estabelecido no edital e seus anexos e serão encaminhadas, por meio eletrônico, após o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do início do prazo para envio da proposta eletrônica será de 15/09/ 2011, até o momento anterior ao início da sessão pública. JOSÉ BERNARDO ORTIZ Presidente
DECLARAÇÃO DE PROPÓSITO Clóvis Prince do Amaral, Portador RG nº 22.434.151-0 SSP/SP e do CPF nº 190.836.858-61. Declara sua intenção de exercer cargo de Administração no Banco Sumitomo Mitsui Brasileiro S.A., CNPJ 60.518.222/0001-22 e que preenche as condições estabelecidas no artigo 2º da Resolução nº 3.041, de 28 de novembro de 2002. Esclarece que, nos termos da regulamentação em vigor, eventuais objeções à presente declaração devem ser comunicadas diretamente ao Banco Central do Brasil, no endereço abaixo, no prazo de quinze dias contados da data da publicação desta, por meio formal em que os autores estejam devidamente identificados, acompanhado da documentação comprobatória, observado que o declarante pode, na forma da legislação em vigor, ter direito a vistas do processo respectivo. Banco Central do Brasil DEORF - Departamento de Organização do Sistema Financeiro Gerência Técnica em São Paulo Av. Paulista, nº 1804 - São Paulo - SP CEP: 01310-922
COOPERATIVA PAULISTA DE TEATRO Convocação da Assembleia Geral Extraordinária Dia 26 de setembro de 2011, no Studio 184, sito à Praça Roosevelt, 184 - Centro - São Paulo 1ª chamada: 17h00 - Quorum mínimo de 2/3 dos cooperados; 2ª chamada: 18h00 - Quorum mínimo de 50%, mais 1 dos cooperados; 3ª e última chamada: 19h00 (Quorum mínimo de 10 cooperados). Pauta: I. Parecer do Conselho Fiscal 2010; II. Discussão sobre tributos referentes ao cooperativismo; III. Aumento da taxa administrativa; IV. Outros assuntos e informes gerais. Número de sócios ativos: 3.574 em 14/09/2011. Ney Luiz Piacentini - Presidente do Conselho de Administração.
FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL
Conforme informação da Distribuição Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, foram ajuizados no dia 14 de setembro de 2011, na Comarca da Capital, os seguintes pedidos de falência, recuperação extrajudicial e recuperação judicial: Requerente: Flavia Yara Ramos Faria. Requerido: Prêmio Comércio de Máquina Aparelhos e Equipamentos Elétricos e Eletrônicos Ltda. Praça Carlos Gomes, 190 - 4° Andar - Conj. 41 - Liberdade - 2ª Vara de Falências.
AQUAPOLO AMBIENTAL S/A
CNPJ/MF nº 11.399.666/0001 -80 - NIRE nº 35300374614 Ata de Assembléia Geral Extraordinária Dia, Hora e Local: 28/07/2011, 15hs, na sede da Cia.. Presenças: Totalidade. Convocação: Dispensada a publicação de Editais de Conv., na forma do art. 124, § 4º, e art. 133, § 4º, da Lei 6.404/76.Mesa: Luiz Fernando de Castro Santos, Pres.; Simone Eliza Martins Pereira Sahade, Secr..Deliberações:1) autorizada a lavratura da presente ata na forma de sumário dos fatos ocorridos, conforme faculta o art. 130, §1º da Lei 6.404/76; 2) tomar conhecimento da renúncia, ao cargo de membro do Cons. de Adm. da Cia., do Sr. Fernando Scharlack Marcato, RG 28.465.487-5 SSP/SP, e CPF/MF 265.227.628-03, o qual outorga e recebe da Cia. a mais ampla, plena, rasa, geral, irrevogável, irretratável e irrestrita quitação, para nada mais reclamar, pretender, haver ou exigir, hoje ou no futuro, em juízo ou fora dele, por si e seus sucessores, no que se refere ao cargo de membro do Cons.de Adm.;3) aprovar a eleição, ao cargo de membro do Cons.de Adm.da Cia., do Sr. José Sylvio Xavier, RG 7793344-8 SSP/SP, e CPF/MF 033.509.348-54.O membro do Cons.de Adm. ora eleito foi investido em seu cargo mediante a lavratura e assinatura de termo de posse no Livro de Atas de Reunião do Cons. de Adm.. Atendendo ao disposto no art. 1.011, §1° da Lei 10.406/2002 e art. 147 da Lei 6.404/76, o membro do Cons. de Adm. ora eleito declara, sob as penas de lei, não estar impedido de exercer a administração da Cia., por lei especial, ou em virtude de condenação criminal, ou por se encontrarem sob os efeitos dela, a pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos, ou por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato, ou contra a economia popular, contra o sistema financeiro nacional, contra normas de defesa de concorrência, contra as relações de consumo, fé pública, ou a propriedade.Como consequência, a composição do Cons. de Adm. até a AGO a ser realizada em 2013 passa a ser a seguinte: (i) Pres. do Cons. - Guilherme Pamplona Paschoal, RG 19673754 SSP/SP, e CPF/MF 462.632.921-72; (ii) Conselheiro - Rodrigo de Carvalho Pinto Bueno, OAB/SP 155036 e CPF/MF 248.520.578-77; (iii) Conselheiro - Luiz Fernando de Castro Santos, RG 032710485 IFP/RJ, e CPF/MF 693.125.917-20; (iv) Conselheiro - José Sylvio Xavier, RG 7793344-8 SSP/SP, e CPF/MF 033.509.348-54; e (v) Conselheiro - Roberval Tavares de Souza, RG 19.409.159-4, e CPF/MF 108.543.688-84; 4) aprovar o aumento do capital social da Cia.em R$ 4.979.591,84, mediante a emissão de 6.729.178 novas ações ordinárias nominativas e sem valor nominal, a valor patrimonial, subscritas e a ser integralizadas em até 20 dias, em moeda corrente nacional, da seguinte forma: a) a Acionista Foz do Brasil S.A. subscreveu, em moeda corrente nacional, 3.431.881 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal, a valor patrimonial, representativas do capital social, no valor total de R$ 2.539.591,84 a ser integralizado em até 20 dias, conforme Boletim de Subscrição que integra a presente ata como Anexo 1; b) a Acionista Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo - SABESP: subscreveu, em moeda corrente nacional, 3.297.297 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal, representativas do capital social, no valor total de R$ 2.440.000,00 a ser integralizado em até 20 dias, conforme Boletim de Subscrição que integra a presente ata como Anexo 1; 5) como consequência da deliberação aprovada no item acima, o capital social da Cia. passará dos atuais R$ 31.428.571,43, dividido em 35.684.420 ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, para R$ 36.408.163,27, dividido em 42.413.598 ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal; e 6) os acionistas resolvem aprovar a alteração do Art. 4º do Est. Social da Cia., que passará a vigorar com a seguinte redação: “Art. 4º - O capital social da Cia. é de R$ 36.408.163,27, dividido em 42.413.598 ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, subscritas e a ser integralizadas em moeda corrente nacional e bens.” Encerramento: Após lida e aprovada por unanimidade, a presente ata foi assinada por todos os presentes. SP, 28/07/11. Mesa: Luiz Fernando de Castro Santos, Pres.; Simone Eliza Martins Pereira Sahade, Secr.. Acionistas: Luiz Fernando de Castro Santos e Ticiana Vaz Sampaio Marianetti pela acionista Foz do Brasil S.A.; Dilma Seli Pena e Paulo MassatoYoshimoto pela acionista Companhia de Saneamento Báslco do Estado de São Paulo - SABESP. Simone Eliza Martins Pereira Sahad - Secr.. Jucesp 355.342/11-0, em 06/09/11. Kátia R. B. de Godoy - Secr. Geral.
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
FDE AVISA: PREGÃO ELETRÔNICO Nº 56/00004/11/05 OBJETO: CONTRATAÇÃO DO DIREITO DE USO DEFINITIVO, NÃO EXCLUSIVO, DE LICENÇAS DE SOFTWARES. A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para Contratação do Direito de Uso Definitivo, não exclusivo, de Licenças de Softwares. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital a partir de 15/09/2011, no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br ou na sede da FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, ou verificar o edital na íntegra, através da Internet no endereço: http://www.fde.sp.gov.br. A sessão pública de processamento do Pregão Eletrônico será realizada no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br, no dia 30/09/2011, às 09:30 horas, e será conduzida pelo pregoeiro com o auxílio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epígrafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverão obedecer rigorosamente ao estabelecido no edital e seus anexos e serão encaminhadas, por meio eletrônico, após o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do início do prazo para envio da proposta eletrônica será de 15/09/ 2011, até o momento anterior ao início da sessão pública. JOSÉ BERNARDO ORTIZ Presidente
Avnet Technology Solutions Brasil S.A. CNPJ 06.135.938/0001-03 - NIRE 35.300.314.131 Edital de Convocação de Assembleia Geral Extraordinária São convidados os acionistas da Avnet Technology Solutions Brasil S.A. (“Companhia”) a se reunirem em Assembleia Geral Extraordinária, que ocorrerá em 23 de setembro de 2011, às 10:00 horas, na sede social da Companhia, na rua Dr. Rafael de Barros, 209, 12º andar, Paraíso, CEP 04003-041, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, a fim de deliberar acerca dos seguintes assuntos: (i) a alteração do Artigo 4º do Estatuto Social da Companhia, relativo às disposições sobre a administração da Companhia, para formalizar a criação de um Conselho de Administração e alterar a denominação dos cargos da Diretoria da Companhia; (ii) a eleição dos membros do Conselho de Administração, cuja criação dependerá da aprovação da alteração mencionada no item “(i)” acima; (iii) a consolidação do Estatuto Social da Companhia; e (iv) a eleição dos membros da Diretoria da Companhia, que será realizada, de forma extraordinária, pela Assembleia Geral, não obstante a proposta de criação do Conselho de Administração mencionada no item “(i)” acima. São Paulo, 15 de setembro de 2011. Alexandre dos Santos Barbosa - Diretor Presidente.
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e Bird: economia global está em perigo. É ridículo que os emergentes façam o que nem os europeus querem fazer. Olivier Jakob, analista da consultoria Petromatrix
conomia
O presidente do Banco Mundial cobrou uma postura mais assertiva por parte dos países desenvolvidos para evitar que a crise contamine o resto do globo
O
presidente do BanA política de ajuste fiscal dos co Mundial, Ro- EUA irá contribuir pouco para bert Zoellick, afir- redução do déficit externo do mou ontem que o país, conforme afirmou o relamundo entrou em uma nova tório. De acordo com o docuzona de perigo, e que Europa, mento, um resultado melhor Japão e Estados Unidos preci- no longo prazo é conseguido sam tomar decisões difíceis quando existem medidas de para evitar um contágio na aperto fiscal permanentes. economia global. "A menos "A falta de medidas de conque Europa, Japão e EUA en- solidação mais permanente frentem suas responsabilida- nos EUA sugere que a política des, afundarão não somente fiscal, do modo como está plaeles mesmos, mas a economia nejada atualmente, irá contriglobal", afirmou durante dis- buir pouco para trazer para curso na Universidade de baixo o déficit externo do George Washington. país", disse o relatório. "Eles têm procrastinado Regiões – O FMI dividiu a por muito tempo para tomar economia global em seis prindecisões difíceis" completou, cipais grupos – EUA, Japão, de acordo com um texto pre- Alemanha, zona do euro (exparado antes das reuniões en- c l u i n d o A l e m a n h a ) , Á s i a tre Bird e Funemergente e do Monetário resto do munIntern acional do. Segundo o (FMI). Fundo, essas A menos que Relat ório – regiões juntas Europa, Japão e A política fispretendem cal tem tido promover um EUA enfrentem p ap el -c ha ve responsabilidades, ajuste fiscal de n o r e e q u i l í2010 a 2016 afundarão eles b r i o d a d eque varia de mesmos e a manda mun4,6% do PIB economia global. dial, e o ajuste nos EUA a fiscal será uma 1,6% na Ásia ROBERT ZOELLICK, DO BIRD das forças doemergente. minantes da "A difereneconomia global nos próximos ça importante nessas regiões, anos. A avaliação foi feita pe- no entanto, é saber quanto da lo FMI em seu relatório Pers- melhoria no balanço estrutupectiva Econômica Mundial, di- ral primário nos próximos vulgado ontem. anos é resultado de novas me"Para restaurar a sustentabi- didas permanentes de consolilidade fiscal, muitas econo- dação e quanto se deve à expimias avançadas precisam re- ração de medidas temporáduzir seu déficit no orçamen- rias, implementadas durante a to. Economias emergentes e crise", ponderou o relatório. De acordo com análise do em desenvolvimento estão promovendo aperto para me- FMI, uma consolidação fiscal lhorar a política fiscal e, em al- tem efeito de contração na atiguns casos, para evitar supera- vidade econômica. Um aperto fiscal equivalente a 1% do PIB quecimento", afirmou o FMI. Segundo o documento, o reduz a produção real do país ajuste fiscal tem efeito "subs- em 0,6% do PIB em dois anos. tancial e duradouro" na con- E a demanda doméstica conta-corrente. "Cortar o déficit trai mais de 1% em dois anos – do orçamento em 1% do Pro- o que tende a melhorar o baduto Interno Bruto (PIB) me- lanço da conta-corrente por lhora o balanço da conta-cor- meio de menor demanda de rente da economia em mais de importação e de investimento doméstico. (Agências) 0,5% do PIB", continuou.
Saul Loeb/AFP
Para o dirigente do Banco Mundial, os países mais ricos têm adiado por muito tempo a tomada de decisões difíceis – e isso poderá prejudicar a economia mundial.
Moody's rebaixa bancos franceses Decisão foi anunciada no mesmo dia em que se revelou relatório advertindo sobre colapso do crédito
A
agência de classificação de risco Moody's rebaixou ontem as notas dos bancos franceses Crédit Agricole (de Aa1 para Aa2) e Société Générale (de Aa2 para Aa3), e anunciou que manterá o rating do BNP Paribas em perspectiva negativa. A decisão pressionou ainda mais o sistema bancário europeu, e colocou mais peso sobre o governo francês para buscar soluções à crise de confiança na zona do euro. O presidente do Banco Central da França, Christian Noyer, destacou que "os bancos franceses conservam nota excelente e estão no nível dos grandes bancos europeus". Ele ressaltou ainda que não é preciso nenhuma intervenção do governo no setor. Colapso – Os ministros europeus de Finanças foram alertados confidencialmente do perigo de um novo colapso no mercado de crédito, com o contágio nos bancos da crise "sistêmica" na dívida soberana da zona do euro, segundo documentos obtidos pela agência de notícias Reuters. Em relatório preparado para uma reunião de ministros na Polônia, na sexta-feira e no sábado, autoridades da União Europeia (UE) disseram que os 17 países que dividem o euro enfrentam o "risco de um círculo vicioso entre dívida soberana, financiamento bancário e crescimento negativo". "Um reforço adicional dos recursos dos bancos é recomendável", afirmou o documento. Grécia – A chanceler alemã Angela Merkel e o presidente da França, Nicolas Sarkozy, reafirmaram ontem o compromisso dos dois países com a Grécia, anunciou o
Thomas Peter/Reuters
governo grego depois da teleconferência entre os dois líderes e o primeiro-ministro da Grécia, George Papandreou. "Em vista dos rumores dos últimos dias, foi enfatizado por todos (os participantes da teleconferência) que a Grécia é uma parte indivisível da zona do euro", afirmou Elias Mossialos por meio de nota. Em Berlim, Steffen Seibert, porta-voz de Merkel, disse que a chanceler alemã e Sarkozy enfatizaram a necessidade de que a Grécia coloque em prática o programa de austeridade atrelado ao resgate financeiro. Eurobônus – O presidente da Comissão Europeia (CE), José Manuel Barroso, afirmou que a instituição irá apresentar nas próximas semanas opções para a introdução de bônus comuns para os 17 membros da zona do euro. Ele também aumentou a pressão para que os países membros adotem reformas para conter a crise da dívida na região. "Esta é uma luta sobre o que a Europa representa no mundo. Fazer planos não é suficiente". As declarações de Barroso foram um dos fatores que fizeram os mercados europeus fecharem ontem em alta. Em Londres, o FTSE-100 avançou 1,02%, o CAC 40 de Paris ganhou 1,87%, e o Dax de Frankfurt subiu 3,36%. Itália – A Câmara dos Deputados italiana aprovou definitivamente o plano de ajuste de 54 bilhões de euros apresentado pelo governo. A iniciativa se soma ao plano de 79 bilhões de euros aprovado em julho, e eleva o imposto sobre valor agregado (IVA) para 21% – o que trará uma arrecadação anual de 4 bilhões de euros. (Agências)
A chanceler alemã Angela Merkel reafirmou ontem apoio à Grécia
Analistas questionam ajuda dos Brics à Europa
A
proposta de ajuda dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) à Europa aguçou a curiosidade da comunidade financeira internacional. Em uma mistura de ceticismo e interesse, especialistas se perguntam o que esses países poderiam oferecer à zona do euro e também o que pediriam em troca. Caso a intenção seja comprar títulos da dívida europeia, analistas avaliam que se trata de um mau negócio. O próprio criador do acrônimo e maior entusiasta dos emergentes, Jim O'Neill, tem dúvidas sobre a iniciativa. "Parece um pouco irreal, mas muito interessante", disse o economista do Goldman Sachs. "Não estou certo de que os países dos Brics poderiam realisticamente organizar isso, dependeria do seu apetite por risco." Atualmente, os investidores fogem do risco europeu. Os países encontram-se mergulhados em dívidas, e é cada vez maior a possibilidade de a Grécia deixar de pagar suas obrigações financeiras. Os bancos europeus também estão na berlinda, por sua exposição aos títulos da periferia da zona do euro.
"É insensato comprar dívida dos países da zona do euro. Eu não faria isso porque existe um sério risco de default ou de controle de capital na Europa", afirmou Jerome Booth, estrategista de emergentes da gestora de recursos Ashmore Investment Management, em Londres. Ele também não recomenda o uso das reservas internacionais para a aquisição de euros. O analista Olivier Jakob, da consultoria Petromatrix, lembrou que nem os europeus querem aumentar a exposição à periferia. Um exemplo é a resistência da Finlândia em emprestar mais recursos para a Grécia. "É um pouco ridículo esperar que os emergentes façam o que nem os europeus do norte querem fazer." Risco – A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, afirmou ontem esperar que um eventual investimento pelos Brics em bônus europeus não se limite a títulos de menor risco. "Esse interesse dos Brics é um desenvolvimento interessante, mas, se for limitado a Alemanha e Reino Unido, eles não tomarão grandes riscos", afirmou. (Agências)
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quinta-feira, 15 de setembro de 2011
ECONOMIA/LEGAIS - 17
BANCO PSA FINANCE BRASIL S.A. CNPJ 03.502.961/0001-92 Rua Miguel Yunes, 351 - CEP 04444-000 - São Paulo - SP RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas: Em cumprimento as disposições legais e estatutárias, submetemos a apreciação de V.Sas. o Balanço Patrimonial e as Demonstrações do Resultado e das Mutações do Patrimônio Líquido e das Demonstrações dos Fluxos de Caixa relativos aos semestres findos em 30 de junho de 2011 e 2010. POLÍTICA E GESTÃO DO RISCO OPERACIONAL Em atendimento à Resolução 3380/06 do BACEN, foi desenvolvido e implementado um Sistema de Controle do Risco Operacional – SCRO, objetivando monitorar as atividades, dar tratamento às ocorrências, mitigar os riscos operacionais e tratar de ações corretivas. Está definida e implantada uma Estrutura de Gerenciamento e Controle do Risco Operacional com atividades distribuídas em seus respectivos Riscos Operacionais que foram compilados em Matrizes de Gerenciamento e Controle do Risco Operacional.
A Diretoria tem por definição a revisão anual e a Política do SCRO com vistas às ações para correção das deficiências identificadas e não mitigadas, sempre que necessário. As ações corretivas a serem determinadas pela Diretoria ou Comitê, se traduziram em Planos de Ações onde estão definidos previamente os recursos necessários, os prazos, datas de início e término e a identificação dos responsáveis pela implementação. O Relatório mensal contendo a descrição da Estrutura de Gerenciamento e Controle do Risco Operacional aprovada formalmente em reunião do Comitê de Direção e Gestão de Riscos realizada em 06.2011. O Presidente do Banco PSA Finance Brasil S.A. responsável perante o Banco Central do Brasil é o Sr. Frédéric Roger Maurice Yannick Drouin, conta na Estrutura de Gerenciamento e Controle do ROP com o Sr. Julio Macedo, na qualidade de Gerente de Riscos Operacionais. Demais informações podem ser obtidas através dos sites: www.peugeot.com.br/
BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 30 DE JUNHO DE 2011 E 2010 (Em milhares de reais) ATIVO 2011 Circulante ..................................................................... 1.367.785 Disponibilidades ................................................................ 18.748 Aplicações interfinanceiras de liquidez ............................... 38.899 Aplicações em depósitos interfinanceiros ......................... 38.899 Títulos e valores mobiliários ............................................... 77.500 Títulos de renda fixa – cotas FIDC .................................... 77.500 Operações de crédito ......................................................... 1.182.827 Setor privado ................................................................... 1.201.395 Provisão para créditos de liquidação duvidosa ................. (18.568) Outros créditos ................................................................... 49.811 Diversos ........................................................................... 49.811 Outros valores e bens ......................................................... Outros valores e bens ....................................................... Realizável a longo prazo ............................................. 255.220 Aplicações interfinanceiras de liquidez ............................... 5.293 Aplicações em depósitos interfinanceiros ......................... 5.293 Operações de crédito ......................................................... 239.067 Setor privado ................................................................... 243.794 Provisão para créditos de liquidação duvidosa ................. (4.727) Outros créditos ................................................................... 10.860 Diversos ........................................................................... 10.860 Permanente ................................................................. 360 Investimentos .................................................................... 1 Outros investimentos ....................................................... 1 Imobilizado de uso ............................................................ 309 Outras imobilizações de uso ............................................. 1.236 Depreciações acumuladas ................................................ (927) Diferido .............................................................................. 50 Gastos de organização e expansão .................................. 225 Amortizações acumuladas ............................................... (175)
2010 1.418.092 16.351 341.683 341.683 23.255 23.255 1.008.030 1.031.384 (23.354) 28.719 28.719 54 54 263.607 259.004 265.005 (6.001) 4.603 4.603 347 1 1 346 1.184 (838) 141 (141)
PASSIVO 2011 Circulante ..................................................................... 963.938 Depósitos ........................................................................... 746.435 Depósitos interfinanceiros ................................................ 652.461 Depósitos a prazo ............................................................ 93.974 Obrigações por empréstimos e repasses ............................. 11.436 Empréstimos no exterior .................................................. 11.436 Instrumentos financeiros derivativos .................................. 1.223 Instrumentos financeiros derivativos ................................ 1.223 Outras obrigações .............................................................. 204.844 Cobrança e arrecadação de tributos e assemelhados ........ 4.006 Sociais e estatutárias ....................................................... 20.247 Fiscais e previdenciárias ................................................... 15.668 Diversas ........................................................................... 164.923 Exigível a longo prazo ................................................. 316.389 Depósitos ........................................................................... 216.350 Depósitos interfinanceiros ................................................ 35.331 Depósito a prazo .............................................................. 181.019 Obrigações por empréstimos e repasses ............................. 95.473 Empréstimos no exterior .................................................. 95.473 Instrumentos financeiros derivativos .................................. 2.418 Instrumentos financeiros derivativos ................................ 2.418 Outras obrigações .............................................................. 2.148 Diversas ........................................................................... 2.148 Resultados de exercícios futuros ............................... 57.630 Resultados de exercícios futuros ......................................... 57.630 Patrimônio líquido ...................................................... 285.408 Capital De domiciliados no país ................................................... 2 De domiciliados no exterior ............................................. 171.952 Reserva de capital .............................................................. 422 Reserva de lucros ............................................................... 70.269 Lucros acumulados ............................................................ 42.763 Total do ativo .............................................................. 1.623.365 1.682.046 Total do passivo .......................................................... 1.623.365 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
2010 1.025.570 846.672 767.196 79.476 92.780 92.780 2.879 2.879 83.239 2.236 9.448 71.555 369.188 368.055 175.000 193.055 1.133 1.133 5.985 5.985 281.303 2 171.952 422 66.164 42.763 1.682.046
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reflexos sobre a capacidade financeira da instituição em obter ativos e honrar suas obrigações. Em 2011 o gerenciamento do risco de liquidez foi efetivo, baseamos nossa estratégia na continuidade de nossa parceria, e aproveitamentos a medida MP442 editada pelo BACEN. RISCO DE MERCADO A política de gerenciamento de risco de mercado aprovado pela Alta Administração do Banco PSA está embasada nas orientações do Banco Central do Brasil e nos conceitos do Comitê de Basiléia, procurando proporcionar a permanente adequação do gerenciamento do risco à natureza das operações, à complexidade dos produtos e à dimensão da exposição a risco de mercado da Instituição. A política de gestão do risco de mercado é conservadora, sendo monitorado e acompanhado diariamente. São Paulo, 9 de setembro de 2011.
DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2011 E 2010 (Em milhares de reais, exceto lucro líquido por ação)
DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2011 E 2010 (Em milhares de reais)
...................................................................................... 2011 2010 Receitas da intermediação financeira ........................ 119.293 108.450 Operações de crédito ......................................................... 106.479 104.310 Resultado de operações com títulos e valores mobiliários .. 17.320 18.486 Resultado com instrumentos financeiros derivativos ........... (4.506) (14.346) Despesas da intermediação financeira ...................... (67.605) (78.646) Operações de captação no mercado ................................... (58.439) (69.957) Operações de empréstimos, cessões e repasses ................... (2.712) (1.020) Provisão para créditos de liquidação duvidosa ................... (6.454) (7.669) Resultado bruto da intermediação financeira .......... 51.688 29.804 Outras receitas (despesas) operacionais ................... (27.595) (14.192) Receitas de prestação de serviços ....................................... 20.850 4.793 Despesas de pessoal .......................................................... (5.488) (4.341) Despesas administrativas ................................................... (19.617) (15.881) Despesas tributárias ........................................................... (5.567) (2.794) Outras receitas operacionais .............................................. 5.901 11.991 Outras despesas operacionais ............................................ (23.674) (7.960) Resultado operacional ................................................ 24.093 15.612 Resultado não operacional ................................................... (415) (322) Resultado antes da tributação sobre o lucro e participações .............................................. 23.678 15.290 Imposto de renda e contribuição social ................................ (7.027) (6.171) Provisão para imposto de renda e contribuição social ........ (13.048) (8.636) Ativo fiscal diferido ............................................................ 6.021 2.465 Participações estatutárias no lucro ....................................... (708) (450) Lucro líquido do semestre .......................................... 15.943 8.669 Lucro líquido por ação– R$ .................................................. 92,72 50,41 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
DEMONSTRAÇÔES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2011 E 2010 (Em milhares de reais) Capital social 163.646 8.308 -
Reserva de capital 422 -
Reserva de lucros Reserva Reserva legal especial 7.133 50.362 -
Lucros acumulados 42.763 8.669
Total 264.326 8.308 8.669
8.236 58.598 54.600 -
(8.669) 42.763 42.763 15.943
281.303 277.904 15.943
6.706 61.306
(7.504) (8.439) 42.763
(8.439) 285.408
Em 31 de dezembro de 2009 ............................................... Aumento de capital ................................................................... Lucro líquido do semestre .......................................................... Destinação do lucro Constituição de reservas .......................................................... 433 Em 30 de junho de 2010 ...................................................... 171.954 422 7.566 Em 31 de dezembro de 2010 ............................................... 171.954 422 8.165 Lucro líquido do semestre .......................................................... Destinação do lucro Constituição de reservas .......................................................... 798 Juros sobre o capital próprio .................................................... Em 30 de junho de 2011 ...................................................... 171.954 422 8.963 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
c)
d)
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 30 DE JUNHO DE 2011 E 2010 (Em milhares de reais) VII. Em 30 de junho de 2011 o Banco PSA detém 50.882.819,07728200 cotas subordinadas Contexto operacional do FIDC totalizando R$ 77.500 (2010 – R$ 23.255). O Banco PSA Finance Brasil S.A. opera como banco múltiplo com as carteiras de investimento; crédito, financiamento e investimento. Foram realizados e assinados c) Ativos circulante e realizável a longo prazo Demonstrados pelos valores de aquisição, incluindo,os rendimentos calculados em base contratos com o Grupo Santander, nos quais esse se compromete com a prestação de “pro rata temporis” e as variações cambiais auferidas, e ajustados ao valor de mercado serviços relacionados à gestão/controle operacional das operações de crédito a serem ou de realização, quando aplicável. realizadas através do banco. d) Ativo permanente 2. Base de preparação e apresentação das demonstrações financeiras O imobilizado é demonstrado ao custo, é reduzido pela depreciação acumulada. A As demonstrações financeiras foram elaboradas a partir de diretrizes contábeis definidas depreciação do imobilizado é calculada pelo método linear, com base em taxas anuais pela Lei das Sociedades por Ações, sendo adotadas as alterações introduzidas pela Lei que contemplam a vida útil-econômica dos bens, sendo: móveis, utensílios e n° 11.638/2007 e Lei nº 11.941/09, com observância às normas e instruções do Conselho instalações - 10%; e sistema de processamento de dados e veículos - 20%. Monetário Nacional (CMN) e Banco Central do Brasil (BACEN). A elaboração das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis e) Passivos circulante e exigível a longo prazo Demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, inclusive, encargos. adotadas no Brasil requer que a Administração se utilize de premissas e julgamentos na determinação do valor e registro de estimativas contábeis, como provisão para créditos f) Depósitos e captações no mercado aberto São demonstrados pelos valores das exigibilidades e consideram os encargos exigíveis de liquidação duvidosa, imposto de renda diferido, provisão para contingências e até a data do balanço, reconhecidos em base “pro-rata”- dia. valorização de instrumentos derivativos ativos e passivos.A liquidação dessas transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados, devido g) Redução do valor recuperável de ativos não financeiros – (impairment) É reconhecida uma perda por impairment se o valor de contabilização de um ativo ou a imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. de sua unidade geradora de caixa excede seu valor recuperável. Uma unidade geradora 3. Sumário das principais práticas contábeis de caixa é o menor grupo identificável de ativos que gera fluxos de caixa a) Apuração do resultado substancialmente independentes de outros ativos e grupos. Perdas por impairment são É apurado pelo regime de competência de exercícios. reconhecidas no resultado do período. b) Títulos e valores mobiliários Os valores dos ativos não financeiros, exceto créditos tributários,são revistos, no mínimo, De acordo com o estabelecido pela Circular nº 3.068, de 08 de novembro de 2001, do anualmente para determinar se há alguma indicação de perda por impairment. Banco Central do Brasil, os títulos e valores mobiliários integrantes da carteira são Em 30 de junho de 2011 e 2010 não foram identificados ativos não financeiros registrados classificados em três categorias distintas, conforme a intenção da Administração, quais com indicação de perda por impairment. sejam: h) Imposto de renda e contribuição social • títulos para negociação; As provisões para o imposto de renda (IRPJ) e contribuição social (CSLL), quando devidas, • títulos disponíveis para venda; e são calculadas com base no lucro ou prejuízo contábil, ajustado pelas adições e exclusões • títulos mantidos até o vencimento. de caráter permanente e temporária, sendo o imposto de renda determinado pela Os títulos classificados como para negociação (apresentados no ativo circulante) e alíquota de 15%, acrescida de 10% sobre o lucro tributável excedente a R$ 240 no disponíveis para venda (segregados em ativo circulante e realizável a longo prazo) são exercício (R$ 120 no semestre) e a contribuição social pela alíquota de 15%. avaliados, na data do balanço, pelo seu valor de mercado e os classificados como títulos O imposto de renda e a contribuição social diferidos (ativo e passivo), quando a mantidos até o vencimento (segregados em ativo circulante e realizável a longo prazo), administração opta e são passíveis de registro contábil, são calculados sobre com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o prejuízo fiscal (IRPJ) e base negativa (CSLL) acumulados e sobre adições e vencimento, são avaliados pelo seu custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos exclusões temporárias. auferidos em contrapartida ao resultado do período. De acordo com a Lei nº 11.941/09, as modificações no critério de reconhecimento Os ajustes a valor de mercado dos títulos classificados para negociação são de receita, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido do contabilizados em contrapartida à adequada conta de receita ou despesa, no resultado exercício, introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e pelos artigos 37 e 38 da referida do período. Lei, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real das pessoas jurídicas Os ajustes a valor de mercado dos títulos classificados como disponíveis para venda que optarem pelo Regime Tributário de Transição – RTT, devendo ser considerados, são contabilizados em contrapartida à conta destacada do patrimônio líquido, líquido para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes no exercício findo dos efeitos tributários, sendo transferidos para o resultado do período quando da efetiva em 31 de dezembro de 2007. realização, através da venda definitiva ou da reclassificação dos respectivos títulos e i) Operações de crédito e provisão para créditos de liquidação duvidosa valores mobiliários para a categoria de “títulos para negociação”. As operações de crédito são classificadas de acordo com o julgamento daAdministração As operações com instrumentos financeiros derivativos são avaliadas,na data do balanço, quanto ao nível de risco, levando em consideração a conjuntura econômica,a experiência a valor de mercado, contabilizando a valorização ou a desvalorização em conta de passada e os riscos específicos em relação à operação, aos devedores e garantidores, receita ou despesa, no resultado do período. observando os parâmetros estabelecidos pela Resolução nº 2.682/99, do Banco Central De acordo com a Circular nº 3.082, de 30 de janeiro de 2002, e regulamentações do Brasil, que requer a análise periódica da carteira e sua classificação em nove níveis, posteriores, os instrumentos financeiros derivativos são classificados na data de sendo “AA” (risco mínimo) e “H” (risco máximo – perda). sua aquisição de acordo com a intenção da administração para fins ou não de As rendas das operações de crédito vencidas há mais de 59 dias, independentemente proteção (hedge). de seu nível de risco, somente são reconhecidas como receita, quando efetivamente As operações que utilizam instrumentos financeiros derivativos efetuadas por conta recebidas. própria, ou que não atendam aos critérios de proteção (principalmente derivativos As operações classificadas como nível “H” permanecem nessa classificação por seis utilizados para administrar a exposição global de risco), são contabilizadas pelo valor meses, quando então são baixadas contra a provisão existente e controladas em contas de mercado, com os ganhos e as perdas realizados e não realizados, reconhecidos de compensação, não mais figurando no balanço patrimonial. diretamente na demonstração do resultado. As operações renegociadas são mantidas, no mínimo, no mesmo nível em que estavam Os derivativos utilizados para proteger exposições a risco ou para modificar as classificadas. As renegociações de operações de crédito que já haviam sido baixadas características de ativos e passivos financeiros e que sejam (i) altamente correlacionados contra a provisão e que estavam em contas de compensação são classificadas como no que se refere às alterações no seu valor de mercado em relação ao valor de mercado nível “H”. do item que estiver sendo protegido, tanto no início quanto ao longo da vida do contrato A provisão para créditos de liquidação duvidosa, considerada suficiente pela e (ii) considerados efetivos na redução do risco associado à exposição a ser protegida, Administração,atende aos critérios estabelecidos pelo Banco Central do Brasil, conforme são classificados como “hedge” de acordo com sua natureza: demonstrado na nota 7. “Hedge” de risco de mercado – os ativos e passivos financeiros,bem como os respectivos instrumentos financeiros relacionados são contabilizados pelo valor de mercado com j) Contingências O reconhecimento, a mensuração e a divulgação dos ativos e passivos contingentes e os ganhos e as perdas realizadas e não realizadas, reconhecidos diretamente na obrigações legais são efetuados de acordo com os critérios definidos na Resolução nº demonstração do resultado. 3.823 de 16 de dezembro de 2009 e Carta Circular nº 3.429 de 11 de fevereiro de 2010 “Hedge” de fluxo de caixa – a parcela efetiva de “hedge” dos ativos e passivos do BACEN, obedecendo aos seguintes critérios: financeiros, bem como os respectivos instrumentos financeiros relacionados, são • Contingências ativas – Não são reconhecidas nas demonstrações financeiras, exceto contabilizados pelo valor de mercado com os ganhos e as perdas realizadas e não quando da existência de evidências que propiciem a garantia de sua realização realizadas, deduzidos quando aplicável, dos efeitos tributários, reconhecidos em conta sobre as quais não cabem mais recursos. específica de reserva no patrimônio líquido. A parcela não efetiva do “hedge” é • Contingências passivas – São reconhecidas nas demonstrações financeiras quando, reconhecida diretamente na demonstração do resultado. Fundos de investimento em direitos creditórios baseado na opinião de assessores jurídicos e da administração, for considerado Destacam-se, a seguir, as principais informações referentes ao FIDC Aberto PSA Finance provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa,com uma provável Brasil, doravante denominado“FIDC”, conforme requerido para divulgação na instrução saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes CVM n° 408/05: envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança.As contingências passivas I. Característica do FIDC classificadas como perda possível são apenas divulgadas em notas explicativas, Administrado pelo Banco Santander S.A. e constituído sob a forma de condomínio aberto enquanto aquelas classificadas como perda remota não requerem provisão, nem nos termos da regulamentação em vigor. O FIDC iniciou suas operações em 13 de abril divulgação. de 2010, com prazo indeterminado. • Obrigações legais – fiscais e previdenciárias - Referem-se a demandas judiciais II. Denominação, natureza, propósito e atividade pelo FIDC onde estão sendo contestadas a legalidade ou a inconstitucionalidade de alguns O objetivo do FIDC é proporcionar aos cotistas a valorização de suas cotas por meio da tributos (ou impostos e contribuições). O montante discutido é quantificado e aplicação preponderante dos recursos na aquisição de direitos creditórios do segmento registrado contabilmente. financeiro. Estes direitos creditórios serão oriundos de operações de crédito e operações k) Resultado de exercícios futuros de arrendamento mercantil. Está representado, principalmente, pelo valor das parcelas de receitas contratuais III. Participação no patrimônio líquido e nos resultados do FIDC recebidas antecipadamente que serão apropriadas ao resultado de acordo com os prazos Em conformidade com o artigo 24, inciso XV, da instrução CVM n° 356 e com a instrução dos contratos de financiamento aos quais se referem. CVM n° 393, o FIDC deve manter relação mínima entre o valor das cotas subordinadas 4. Caixa e equivalentes de caixa e o de seu patrimônio líquido. A demonstração dos fluxos de caixa foi elaborada em conformidade com a Resolução IV. Natureza do envolvimento do Banco com o FIDC e tipo de exposição a nº 3.604, do Conselho Monetário Nacional, de 29 de agosto de 2008, sendo considerados perdas, se houver, decorrentes desse envolvimento: como equivalentes de caixa as aplicações interfinanceiras de liquidez cujos prazos de A verificação do enquadramento dos direitos creditórios às condições da cessão é, na liquidação na data de contratação eram inferiores a 90 dias. O caixa e equivalentes de forma do contrato de cessão, de responsabilidade das partes, o Banco e o FIDC. caixa estão assim representados: V. Montante e natureza dos créditos, obrigações, entre o Banco e o FIDC. 2011 2010 Durante o semestre findo em 30 de junho de 2011, o Banco cedeu créditos ao FIDC com Disponibilidades .............................................................. 18.748 16.351 cláusula de coobrigação no montante de R$ 1.091.278 (2010 – R$ 211.872). Aplicações em depósitos interfinanceiros ......................... 30.700 334.065 VI. Em 30 de junho de 2011 o FIDC apresenta a seguinte situação patrimonial: Total de caixa e equivalentes de caixa .................. 49.448 350.416 No encerramento do trimestre findo em 30 de junho de 2011, o ativo total do FIDC era 5. Aplicações interfinanceiras de liquidez de R$ 1.829.246, com passivos no montante de R$ 2.851 e patrimônio líquido no As aplicações interfinanceiras de liquidez estão representadas por depósitos montante de R$ 1.826.395 (2010 – R$ 725.910). interfinanceiros e montam em 30 de junho de 2011 a R$ 44.192 (R$ 341.683 em 2010). 6. Instrumentos financeiros derivativos De acordo com a Circular 3.082, de 30 de janeiro de 2002, e regulamentações posteriores, o Banco vem registrando suas operações de “swap” como negociação. O quadro a seguir resume o valor referencial atualizado ao preço de mercado e as respectivas exposições líquidas no balanço patrimonial. 2011 Data Valor Valores de curva Valores de mercado Data início vencimento referencial Ativo Passivo Ativo Passivo Líquido EUR x CDI 03/06/2011 .................................. 04/06/2013 22.791 22.756 22.969 22.253 22.759 (506) 03/06/2011 .................................. 03/06/2014 72.931 72.823 73.509 70.944 72.856 (1.912) 22/03/2011 .................................. 20/03/2012 11.845 11.448 12.214 11.300 12.212 (912) PRE x CDI 19/08/2010 .................................. 19/08/2011 124.628 137.289 137.374 137.233 137.544 (311) 232.195 244.316 246.066 241.730 245.371 (3.641) 2010 Data Valor Valores de curva Valores de mercado Data início vencimento referencial Ativo Passivo Ativo Passivo Líquido EUR x CDI 02/06/2010 .................................. 02/06/2011 94.206 94.521 100.549 93.267 96.146 (2.879) ................................................. 94.206 94.521 100.549 93.267 96.146 (2.879) As operações com instrumentos financeiros derivativos resultaram ganhos e perdas no semestre findo em 30 de junho de 2011 no valor de R$ 4.699 e R$ 9.205, respectivamente (2010 perdas líquidas no valor de R$ 14.346). 7. Operações de crédito e provisão para créditos de liquidação duvidosa b) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento das parcelas a) Composição da carteira de crédito por tipo de operação 2011 2010 2011 2010 Descrição Descrição Vencidas .......................................................................... 62.429 57.069 Pessoa física .................................................................. 432.238 486.084 De 1 a 14 dias ................................................................ 3.583 3.312 Comércio ....................................................................... 1.012.951 810.305 Mais de 14 dias .............................................................. 58.846 53.757 .................................................................................. 1.445.189 1.296.389 1.
e)
10.
(1) (2)
(1) (2) 11. a) b) c)
d)
(i)
12.
13.
14. a)
b)
Atividades operacionais 2011 2010 Lucro líquido do semestre ........................................... 15.943 8.669 Ajustes ao lucro líquido ............................................... 6.512 7.718 Provisão para créditos de liquidação duvidosa ................... 6.454 7.669 Depreciações e amortizações ............................................ 58 49 Lucro líquido ajustado ................................................. 22.455 16.387 Variação de ativos e passivos ...................................... 16.759 12.948 Redução em aplicações interfinanceiras de liquidez ............. 6.056 39.695 Aumento em títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos .................................. (23.496) (23.255) Redução em operações de crédito ....................................... 5.832 68.066 Aumento em outros créditos ................................................ (6.679) (3.562) Redução/(aumento) em outros valores e bens ...................... 54 (4) Redução em depósitos interfinanceiros ................................ (115.641) (99.713) Aumento em obrigações por empréstimos e repasses ........... 11.758 11.042 Redução em instrumentos financeiros derivativos ................ (2.739) (9.439) Aumento/(redução) em outras obrigações ............................ 105.170 28.083 Aumento em resultados de exercícios futuros ....................... 36.444 2.035 Caixa líquido originado em atividades operacionais .. 39.214 29.335 Atividades de investimentos Aquisição de imobilizado de uso ......................................... (13) (26) Aplicação no diferido .......................................................... (56) Caixa líquido aplicado em atividades de investimentos (69) (26) Atividades de financiamentos Juros sobre capital próprio propostos e não pagos ................ (8.439) Aumento de capital ............................................................ 8.308 Caixa líquido originado das atividades de financiamentos ................................... (8.439) 8.308 Aumento em caixa e equivalentes de caixa ................ 30.706 37.617 Aumento em caixa e equivalentes de caixa Início do período ................................................................ 18.742 312.799 Fim do período ................................................................... 49.448 350.416 Aumento em caixa e equivalentes de caixa ................ 30.706 37.617 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
...continuação 2011 2010 f) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa no Descrição semestre A vencer ........................................................................... 1.382.760 1.239.320 2011 2010 De 0 a 30 dias ................................................................ 17.514 25.189 ............................ Carteira Carteira Carteira Carteira De 31 a 60 dias .............................................................. 17.586 23.986 ............................ Própria Cedida Própria cedida De 61 a 90 dias .............................................................. 977.602 776.064 Saldo inicial ........... 25.539 3.709 30.455 De 91 a 180 dias ............................................................ 44.009 55.282 Constituições ....... 26.217 4.795 24.659 1.111 De 181 a 360 dias .......................................................... 82.255 93.794 Reversões ............. (22.845) (1.713) (18.101) Mais de 360 dias ............................................................ 243.794 265.005 Créditos baixados .................................................................................. 1.445.189 1.296.389 para prejuízo ..... (5.616) (7.658) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento das operações Saldo final ............. 23.295 6.791 29.355 1.111 2011 2010 No semestre foram recuperados créditos baixados para prejuízo no montante de Descrição R$ 1.504 (2010 – R$ 1.399). Não houve renegociações nos semestres findos em Vencidas .......................................................................... 91.289 89.958 30 de junho de 2011 e 2010. De 1 a 14 dias ................................................................ 32.776 34.800 Mais de 14 dias .............................................................. 58.513 55.158 8. Outros créditos diversos 2011 2010 A vencer ........................................................................... 1.353.900 1.206.431 Créditos tributários (Nota 14b) ......................................... 33.936 23.086 Total ......................................................................... 1.445.189 1.296.389 Antecipações de imposto de renda e contribuição social .. 11.419 8.577 Concentração do risco de crédito Pagamentos a ressarcir ..................................................... 63 1.151 2011 2010 Previsão de subsídios ....................................................... 12.143 Descrição Outros créditos ................................................................. 3.110 508 Principal devedor ............................................................. 76.402 75.519 Total ......................................................................... 33.322 Percentual do total da carteira 60.671 de operações de crédito - % ........................................... 5,29 5,83 Curto prazo ...................................................................... 49.811 28.719 20 maiores devedores ...................................................... 496.268 380.486 Longo prazo ..................................................................... 10.860 4.603 Percentual do total da carteira 9. Depósitos de operações de crédito - % ........................................... 34,34 29,35 a) Diversificação de produtos e prazo Composição da carteira de operações de crédito e correspondente provisão para 2011 2010 devedores duvidosos nos prazos e níveis de risco estabelecidos pela Resolução Sem ven- Até 90 De 91 a Acima de nº 2.682 - em 30 de junho de 2011 e 2010. cimento dias 360 dias 361 dias Total Total 2011 2010 Depósitos a prazo .. - 29.607 64.367 181.019 274.993 272.531 Total das Provisão Total das Provisão Depósitos Nível de risco operações constituída operações constituída interfinanceiros ... - 371.920 280.541 35.331 687.792 942.196 A ............................ 1.365.089 6.825 1.217.049 6.085 ........................... - 401.527 344.908 216.350 962.785 1.214.727 B ............................ 25.656 257 19.802 198 b) Concentração C ............................ 19.238 577 25.556 767 2011 2010 D ............................ 11.146 1.115 9.505 950 % sobre % sobre E ............................ 10.126 3.038 2.545 764 Valor a carteira Valor a carteira F ............................ 3.680 1.840 1.894 947 10 maiores credores ............ 793.779 82% 1.037.900 85 G ........................... 2.036 1.425 1.314 919 Demais credores seguintes .. 169.006 18% 176.827 15 H ............................ 8.218 8.218 18.724 18.725 Total da carteira ............ 962.785 100% 1.214.727 100% 1.445.189 23.295 1.296.389 29.355 Obrigações por empréstimos e repasses O saldo é composto por captações para as operações de “floor plan” no montante de R$ 106.909. O quadro a seguir resume os valores e condições contratuais: 2011 Data Valor inicial Valor Encargos Variação Encargos Data início vencimento Reais Mil Euro Mil Contábil Juros Cambial dos contratos 03/06/2011 ................. 04/06/2013 23.000 10.000 72.743 (209) (1.066) 3,837% a.a + variação EURO 03/06/2011 ................. 03/06/2014 73.600 32.000 22.730 (63) (333) 3,737% a.a + variação EURO 21/03/2011 ................. 21/03/2012 11.846 5.000 11.436 (102) (512) 3,230% a.a. + variação EURO 108.446 47.000 106.909 (374) (1.911) 2010 Data Valor inicial Valor Encargos Variação Encargos Data início vencimento Reais Mil Euro Mil Contábil Juros Cambial dos contratos 03/06/2010 ................. 03/06/2011 111.227 42.000 92.780 (199) 18.646 2,872% a.a + variação EURO 111.227 42.000 92.780 (199) 18.646 instituição e indicadores econômicos financeiros, a valores presentes com base em taxas 2011 médias de captação e/ou custo de capital para os períodos projetados. Ativo/ Receita/ Operações ativas vinculadas ( 1 ) (passivo) (despesa) c) Projeção de realização e valor presente dos créditos sobre diferenças temporárias Financiamentos floor plan - SHC .............................. 106.909 4.890 Diferenças temporárias Banque PSA Finance S.A. - Holanda ( 2 ) e prejuízos fiscais 2010 Empréstimos no exterior .......................................... (106.909) 2.712 Imposto Contribuição Valor Valor Operações classificadas conforme circular nº 3.233 de 8 de abril de 2004 e atualizada de Renda Social Total presente(*) Total presente pela Circular nº 3.360 de 14 de setembro de 2007. 12 meses ... 14.422 8.654 23.076 20.512 18.483 16.213 Juros: (R$ 1.598) e variação cambial: (R$ 1.114). 2010 24 meses ... 5.834 3.500 9.334 7.375 3.339 2.569 Ativo/ Receita/ 36 meses ... 954 572 1.526 1.072 1.264 853 (passivo) (despesa) Total ....... 21.210 12.726 33.936 28.959 23.086 19.635 Operações ativas vinculadas ( 1 ) Em 30 de junho de 2011, o valor presente dos créditos tributários foi calculado Financiamentos floor plan - SHC ............................... 92.780 7.231 considerando a taxa média de captação (12,5% a.a.). Banque PSA Finance S.A. - Holanda ( 2 ) Empréstimos no exterior ........................................... (92.780) 9.066 15. Passivos contingentes O Banco constitui provisão para fazer face a passivos contingentes, referentes a Operações classificadas conforme circular nº 3.233 de 8 de abril de 2004 e atualizada processos Cíveis no montante de R$ 2.148 (2010 – R$ 1.133), PDD da carteira cedida pela Circular nº 3.360 de 14 de setembro de 2007. FIDC de R$ 6.791 (2010 – R$ 1.111), Trabalhistas no montante de R$ 210 (2010 – R$ Juros: (R$ 1.020) e variação cambial: R$ 10.086. 0) e Outros no montante de R$ 63 (2010 – R$ 0). Outras obrigações A provisão para contingência é avaliada periodicamente pela administração, com base Cobrança e arrecadação de tributos e assemelhados: Composta por IOF sobre nas opiniões dos consultores jurídicos da instituição, e é considerada suficiente para operações de crédito a recolher no valor de R$ 4.006 (2010 – R$ 2.236). cobrir eventuais perdas. Não existem processos administrativos em curso por parte dos Sociais e estatutárias: Composta por juros sobre o capital próprio a pagar no valor órgãos reguladores integrantes do Sistema Financeiro Nacional. de R$ 20.247 (2010 – R$ 0). Movimentação das contingências Fiscais e previdenciárias: 2011 2010 Saldo Inicial ConstiSaldo final Saldo Imposto de Renda ............................................................ 8.150 5.344 31/12/10 tuição Reversão 30/06/11 30/06/10 Contribuição Social .......................................................... 4.898 3.292 Trabalhistas .............. 210 210 Outros .............................................................................. 2.620 812 Cíveis ....................... 1.458 690 2.148 1.133 Total ......................................................................... 15.668 9.448 PDD carteira cedida .. 3.709 4.795 (1.713) 6.791 1.111 Outras obrigações - diversas: 2011 2010 Outros ...................... 63 63 Floor-Plan – Montadora PCBA .......................................... 141.012 62.007 Total ..................... 5.230 9.212 2.244 Despesas administrativas ................................................. 4.656 3.533 16. Transações com partes relacionadas Comissões a pagar ........................................................... 7.066 2.351 a) Remuneração de administradores A remuneração total do pessoal chave da administração para o semestre findo em 30 Passivos contingentes (nota 15) ....................................... 9.212 2.244 de junho de 2011 foi de R$ 543 (R$ 493 em 2010), a qual é considerada benefício de Outras (i) .......................................................................... 5.125 2.553 curto prazo. Total ......................................................................... 167.071 72.688 Curto prazo ...................................................................... 164.923 71.555 b) Transações com outras partes relacionadas 2011 2010 Longo prazo ..................................................................... 2.148 1.133 Ativo Receita Ativo Receita O saldo apresentado nessa conta é composto por outras obrigações no valor de PSA Finance (Passivo) (Despesa) (Passivo) (Despesa) R$ 1.836 e por sinistros e outros valores a pagar no montante de R$ 3.289, que Arrendamento Mercantil S.A. dependem de finalização de conciliação na data da publicação. Esses valores estão Aplicações em depósitos em segunda versão de conciliação e caso sejam confirmados serão lançados em interfinanceiros ............................. 13.492 1.012 20.927 11.686 despesa nos próximos meses. Depósitos interfinanceiros ............... (287) Resultado de exercícios futuros PSA Peugeot Citröen do Brasil O saldo registrado é referente aos subsídios de taxas de operações de crédito, recebidos Outras obrigações da PSA Peugeot Citröen do Brasil e suas concessionárias autorizadas, no montante Diversas (Nota 11c) ....................... (119.541) - (62.007) de R$ 57.630 (R$ 5.985 em 2010). Foram apropriados no semestre os montantes de Despesas com ressarcimento (Nota 20) (330) R$ 25.110 (R$ 5.670 em 2010). CDB pós fixado ............................... (49.600) (2.638) (47.074) (2.113) As Instituições Financeiras PSA no Brasil mantêm inalterados os diferimentos das Subsídios concedidos nas subvenções de juros que as marcas Peugeot e Citroën promovem nas vendas de veoperações de crédito ..................... (57.630) 25.110 (5.985) 5.670 ículos em campanhas comerciais, independentemente da existência ou não de cesPrevisão de Subsídios a receber ....... 12.143 sões de recebíveis. Esse procedimento conservador visa manter as curvas de juros Banque PSA Finance S.A. - Holanda constantes dos contratos ao longo de suas vidas úteis pois as cessões efetuadas são Empréstimos no exterior .................. (106.909) (2.712) (92.780) 9.066 de recebíveis com coobrigação e consolidação de risco no PSA. As transações com partes relacionadas foram contratadas a taxas compatíveis com as Patrimônio líquido praticadas com terceiros, vigentes nas datas das operações levando-se em consideração O capital social está dividido em 171.951 ações ordinárias nominativas, sem valor a redução de risco. nominal. Aos acionistas está assegurado um dividendo anual mínimo de 5% do lucro 17. Despesas administrativas 2011 2010 deduzido de reserva legal. Serviços prestados – Santander - (Nota 1) ........................ 7.622 3.652 Em conformidade com a Lei nº 9.249/1995, a Administração do Banco decidiu pelo Comunicações .................................................................. 3.066 870 provisionamento de juros sobre capital próprio, limitado na forma da legislação vigente. Processamento de dados .................................................. 1.175 620 Em 30 de junho de 2011, tal valor totalizava R$ 8.439, que permitiu a redução da Promoções e relações públicas ......................................... 2.906 617 despesa tributária em R$ 3.376. Seguros ............................................................................ 437 532 O resultado líquido do semestre no valor de R$ 7.504 foi destinado para constituição de Serviços do sistema financeiro .......................................... 493 414 Reservas de Lucros – outras. Serviços de terceiros ......................................................... 1.671 955 Imposto de renda e contribuição social Serviços técnicos especializados ....................................... 1.182 7.051 Os encargos com imposto de renda e contribuição social correntes Viagem ............................................................................ 380 195 incidentes sobre as operações do semestre são demonstrados a seguir Cartório ............................................................................ 58 144 Resultado antes do imposto de renda, 2011 2010 Depreciação e amortização .............................................. 59 52 Outras .............................................................................. 568 779 contribuição social e participações ................................. 23.678 15.290 Total ......................................................................... 19.617 15.881 Participações estatutárias nos lucros ................................ (708) (450) 2011 2010 Juros sobre o Capital Próprio ............................................ (8.439) - 18. Receita de prestação de serviços Tarifa de cadastro ............................................................ 19.479 3.707 Base de cálculo ................................................................ 14.531 14.840 Comissões de seguros ....................................................... 1.172 831 Adições temporárias ......................................................... 15.540 11.197 Outras .............................................................................. 199 255 Provisão para devedores duvidosos ................................ 6.454 7.669 Total ......................................................................... 20.850 4.793 Provisão para comissões ................................................ 5.723 517 2011 2010 Outras adições temporárias ............................................ 3.363 3.011 19. Outras receitas operacionais Variação cambial sobre obrigações Adições Permanentes ....................................................... 3.072 504 por empréstimos e repasses ............................................ 10.086 Exclusões temporárias ...................................................... (488) (266) Divisão resultados – Santander ........................................ 2.028 Exclusões Permanentes .................................................... (4.327) Lucro operações de vendas e transferência de ativos ........ 1.762 Dedução – Operações baixadas para prejuízo ................ (4.327) Taxa de cessão e substituição de bens .............................. 60 123 Base de Cálculo dos Impostos .......................................... 32.655 21.948 Recuperação de encargos e despesas ............................... 3.520 20 Imposto de renda à alíquota de 15% ................................ 4.898 3.292 Outras .............................................................................. 293 Imposto de renda adicional à alíquota de 10% ................ 3.254 2.183 Total ......................................................................... 5.901 11.991 Contribuição social à alíquota de 15% ............................. 4.898 3.292 20. Outras despesas operacionais 2011 2010 Deduções ......................................................................... (2) (131) Comissões por obtenção de operações crédito .................. 20.246 3.851 Total imposto de renda e contribuição social correntes 13.048 8.636 Divisão de resultados - Santander ..................................... 474 1.837 Origem dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social Ressarcimento Peugeot do Brasil ...................................... 429 330 diferidos Sinergia Floor Plan ........................................................... 1.699 1.940 Saldo em Saldo em Outras .............................................................................. 826 2 Provisão para créditos 31/12/2010 Constituição Reversão 30/06/2011 Total ......................................................................... 23.674 7.960 de liquidação duvidosa ..... 24.936 13.179 (10.598) 27.517 21. Outras informações Outros ................................. 2.979 6.419 (2.979) 6.419 a) O Banco é participante do PGBL do HSBC Vida e Previdência (Brasil) S.A, que tem por Total dos créditos tributários 27.915 19.598 (13.577) 33.936 objetivos principais a suplementação da aposentadoria dos empregados. Durante o Os créditos tributários são reconhecidos considerando a expectativa de geração de lucros semestre, o Banco contribuiu com R$ 66 (2010 – R$ 59). tributáveis futuros, baseada em estudo técnico que considera as expectativas da b) Em 30 de junho de 2011, o índice da Basiléia consolidado das empresas financeiras do Grupo Peugeot é de 25,6%. administração quanto à realização dos referidos créditos, projeções orçamentárias da continua...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
18 -.ECONOMIA/LEGAIS
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
...continuação
BANCO PSA FINANCE BRASIL S.A. A DIRETORIA
CONTADOR: Julio Takechi Katsuda - CRC 1SP 162781/O-4
RELA TÓRIO DOS AUDIT ORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS RELATÓRIO AUDITORES Ilmos. Srs. Diretores e Acionistas do Banco PSA Finance Brasil S.A. Introdução Examinamos as demonstrações financeiras do Banco PSA Finance Brasil S.A. (“Banco”) em 30 de junho de 2011, compreendendo o balanço patrimonial e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A Administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - BACEN e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzidas de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas
pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras do Banco para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva. Base para opinião com ressalva a) Conforme mencionado na nota explicativa 12, em 30 de junho de 2011 o Banco apresenta em seu resultado de exercícios futuros, saldos referentes aos subsídios de taxas de operações
e Dólar sobe, pelo décimo dia seguido, a R$ 1,72.
de crédito, recebidos da PSA Peugeot Citröen do Brasil e suas concessionárias autorizadas, no montante de R$ 57.630 mil. Nossos exames revelaram que o Banco não tem como prática apropriar ao resultado do exercício os valores dos subsídios quando das cessões de créditos ao FIDC Aberto PSA Finance Brasil, conforme prevê as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Efetuamos o levantamento dos valores dos subsídios que já deveriam ter sido baixados do resultado de exercícios futuros a crédito de receita, e chegamos a um valor aproximado de R$ 18.900 mil, sendo R$ 7.000 mil (receita) relativos a exercícios anteriores e R$ 11.900 mil (receita) relativos ao semestre findo em 30 de junho de 2011, líquidos dos efeitos tributários. Consequentemente, o patrimônio líquido em 30 de junho de 2011 e o resultado do semestre findo naquela data estão subavaliados em R$ 18.900 mil e R$ 11.900 mil, respectivamente, líquidos dos efeitos tributários. b) Conforme mencionado na nota explicativa 11 d), em 30 de junho de 2011 o Banco possui registrado na conta Outras obrigações – diversas, saldos a pagar de sinistros e outros no valor total de R$ 3.289 mil, os quais se encontram em processo de conciliação com a documentação suporte. Consequentemente, não nos foi possível concluir sobre a adequação desses saldos registrados na rubrica Outras obrigações - diversas no passivo circulante em 30 de junho de 2010, no valor acima mencionado.
Opinião com ressalva Em nossa opinião, exceto pelos efeitos do assunto descrito no item a) e pelos possíveis efeitos do assunto descrito no item b) do parágrafo Base para opinião com ressalva,as demonstrações financeiras acima referidas representam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco PSA Finance Brasil S.A. em 30 de junho de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Outros assuntos Auditoria dos valores correspondentes ao semestre anterior As demonstrações financeiras referentes ao semestre findo em 30 de junho de 2010, apresentadas para fins de comparação,foram examinadas por outros auditores independentes, que emitiram parecer, sem ressalvas, datado de 16 de agosto de 2010. São Paulo, 9 de setembro de 2011. Auditores Independentes S.S. CRC-2SP015199/O-6
Vivemos hoje em um cenário de anarquia cambial. Rubens Ricupero, diretor da Faap
conomia
Paulo Pampolin/Hype
Ricupero: mundo vive anarquia cambial.
O
Moeda acumula uma valorização de 3,5% neste ano. Para mercado, taxa pode chegar a R$ 1,75 no curto prazo.
A
taxa de câmbio doméstica bateu ontem novamente o maior patamar do ano, voltando a valores que não eram vistos desde novembro do ano passado. Em seu décimo dia consecutivo de alta, o dólar comercial chegou a ser negociado no mercado por R$ 1,74 por alguns poucos minutos. Logo em seguida a divisa cedeu para R$ 1,724 (o que representa uma alta de 0,58%) nas operações finais do dia. Já o dólar turismo foi vendido por R$ 1,84 e comprado por R$ 1,66 nas casas de câmbio paulistas. Desde o dia 30 de agosto, última data em que a taxa cambial se desvalorizou, a cotação da moeda norte-americana já ficou 8,5% mais valorizada, e neste ano acumula uma variação positiva de 3,5%. Por enquanto, parece haver um consenso nas mesas de operações de que a taxa de câmbio poderá chegar ao valor de R$ 1,75 no curto prazo, antes que a divisa experimente uma queda mais significativa. A crise da dívida em alguns países da zona do euro e o medo de que a Grécia anuncie um "default" (calote) têm assustado os agentes financeiros. Se uma parcela dos investidores acredita que as autoridades europeias "no último minuto" vão chegar a alguma solução para evitar o pior cenário, e por esse motivo tem renovado suas apostas nas bolsas de valores, outro grupo tem corrido para o dólar, o habitual refúgio em momentos de incerteza. "O mercado ainda tem muitas incertezas sobre essa crise, e há a impressão de que não será ainda nesta semana que vamos ver alguma solução", afirmou ontem Vanderley Muniz, sócio-diretor da corretora de câmbio Onnix. Esse profissional observa que algumas operações pe-
quenas já conseguiram mexer com os preços. Ele também, até o momento, não observou um movimento maciço de exportadores no sentido de trazer dólares para o Brasil de modo a aproveitar a elevação das taxas. "Acho que boa parte (dos exportadores) ainda está esperando (um preço mais alto)", acrescentou Muniz. Juros futuros – No mercado futuro de juros da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&FBovespa), as taxas projetadas voltaram a subir com força nos contratos de prazo mais longo. Para janeiro de 2013, o juro previsto avançou de 10,72% para 10,78%. Para janeiro de 2012, no entanto, a taxa projetada foi mantida em 11,36%. Esses números são preliminares e ainda estão sujeitos a ajustes. (Folhapress)
Desde o dia 30 de agosto, data da última valorização, o dólar já registrou variação positiva de 8,5%.
Fluxo está em US$ 8,12 bilhões
O
fluxo cambial registrou ingresso líquido de US$ 8,12 bilhões no mês de setembro, até o dia 9, de acordo com o Banco Central (BC). Na segunda semana do mês, entre os dias 5 e 9 de agosto, o fluxo cambial registrou entrada líquida de US$ 2,848 bilhões. No acumulado deste ano, o fluxo cambial apresenta entrada líquida de US$ 67,933 bilhões, com saldo positivo de US$ 34,504 bilhões na conta financeira e um superávit de US$ 33,429 bilhões na conta comercial. A corrida dos bancos brasileiros para liquidar suas apostas na queda do dólar, segundo analistas, explica porque a moeda subiu em um período em que houve forte entrada de recursos estrangeiros no País.
Leilão – Devido à instabilidade neste mercado, pela primeira vez desde o dia 22 de dezembro do ano passado, o BC não fez leilão de compra de dólares. De acordo com cálculos do mercado financeiro com base em dados do BC, os bancos usaram o dinheiro que entrou no Brasil para cobrir suas dívidas e estão agora com moeda estrangeira em caixa, o que significa que apostam no aumento da dívida. No jargão do mercado financeiro, se diz que as instituições estão "compradas" em dólar, em volume superior a US$ 1 bilhão. Entre abril de 2010 e agosto deste ano, elas estiveram sempre "vendidas" – como se vendessem o dinheiro hoje, a uma taxa mais alta, para entregar no futuro, adquirindo
EUA: críticas ao teto da dívida.
A
Câmara dos Representantes dos Estados Unidos (equivalente à Câmara dos Deputados no Brasil) aprovou ontem uma resolução criticando o último aumento do limite de endividamento do país. Por 232 votos a favor e 186 contra, a Câmara passou a "resolução de desaprovação" para o último aumento
de US$ 500 bilhões no teto da dívida. De qualquer forma, o limite de endividamento foi elevado, uma vez que o Senado norte-americano já havia bloqueado uma tentativa de iniciar o debate de uma moção de teor semelhante na semana passada. O representante democrata Lloyd Dogget disse que um novo debate sobre o au-
Eduardo Braga Perdigão Contador CRC-1CE013803/O-8 “S”-SP
mento do limite do endividamento do país prejudicaria a economia dos EUA e levaria o país a considerar seriamente um possível não pagamento de suas contas. "Os republicanos estão tentando fazer o Halloween chegar mais cedo. Eles querem trazer de volta o espectro de um default", afirmou, momentos antes de votar. (AE)
a moeda no mercado por um custo menor. Ou seja, apostavam e ganhavam com a queda nas cotações. Essas apostas chegaram a quase US$ 17 bilhões no final do ano passado. Desde então, o Banco Central impôs limites a essa especulação, que havia caído para US$ 6 bilhões no fim de agosto. Sem essa redução, o efeito da piora na crise internacional sobre o mercado de câmbio teria sido maior, pois haveria mais demanda dos bancos por dólares. "O BC não comprou dólares porque o dinheiro entrou e ficou nos bancos", afirma o gerente de câmbio da Treviso Corretora, Reginaldo Gal h a rd o . P a r a e l e , a p e n a s quando o mercado avaliar que possui dólares suficientes para atender à demanda
sem ter prejuízo com a alta da moeda haverá uma reversão das cotações. Futuro – "Vamos ver o dólar voltando para R$ 1,65 ou R$ 1,60, mas não vai ser tão rápido assim. Em setembro e outubro ainda haverá um pouco dessa pressão." Sidnei Nehme, da corretora NGO, avalia que a mudança nas apostas no mercado de contratos de dólar também está contribuindo para puxar as cotações para cima. Fundos estrangeiros, por exemplo, precisam reduzir suas apostas nas quais ganhavam com a queda do dólar e a elevação dos juros no Brasil. Atualmente, há US$ 14 bilhões em contratos que podem ser liquidados, movimento que pode "contagiar" o preço do dólar no mercado à vista. (Agências)
mundo vive em um cenário de "anarquia cambial" onde cada país "faz o que bem entende" com suas moedas. A crítica partiu do embaixador e diretor da Faculdade de Economia da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), Rubens Ricupero. Ele fez o comentário durante sessão especial do Fórum Nacional, promovido pelo ex-ministro do Planejamento, João Paulo dos Reis Velloso hoje, na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio de Janeiro. Ricupero criticou ainda a ausência de mecanismos legais para coibir excessivas volatilidades cambiais no mundo, e apontou a concorrência com importados como causa do fraco desempenho da indústria brasileira nos últimos anos, mesmo em um mercado interno aquecido como o do Brasil. "Hoje, não há nenhum mecanismo, nenhuma medida legal nos âmbitos da Organização Mundial do Comércio (OMC) para coibir isso", avaliou. Para o especialista, a recente decisão da Suíça de fixar o câmbio mostra a gravidade desse cenário no mundo. "Morei durante anos na Suíça, um país cauteloso. E estou dizendo que, para a Suíça ter decidido fixar câmbio, é porque a situação está ruim", afirmou. "O que nós precisamos não é cenário de incerteza e volatilidade. Precisamos de solução para este problema do câmbio no mundo, porque vivemos hoje em um cenário de anarquia cambial", afirmou. Na análise do diretor-geral do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), Júlio Sérgio Gomes de Almeida, efeitos negativos originados do câmbio "dilaceram qualquer setor produtivo da economia". Para ele, o Brasil poderia tentar equilibrar o impacto negativo do câmbio na atividade industrial voltandose mais para desenvolver melhor sua economia de serviços. Mas, para isso, defendeu uma participação maior do Estado, no sentido de prover estímulos para este desenvolvimento. O ex-ministro do Planejamento defendeu mais investimentos em educação. Para ele, isso na prática conduz a um desenvolvimento maior do capital humano no Brasil. (AE)
Mais recursos para o Revitaliza
O
Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu onte m, em reunião extraordinária, aumentar em R$ 6,7 bilhões o volume de recursos para o Revitaliza – programa do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) de incentivo a investimentos e exportações. Também foi autorizada a in-
clusão da indústria de autopeças no programa. Essa inserção, segundo a chefe da assessoria econômica do Tesouro Nacional, Viviane Silva, foi autorizada em agosto, na medida provisória 541 – que criou o programa Brasil Maior de estímulo à indústria. A inclusão, no entanto, ainda precisava ser regulamentada por meio
de resolução do CMN. Os financiamentos, tanto para exportação quanto para investimento, serão concedidos com juros de 9% ao ano. Para operações de investimento, o prazo para pagamento será de 96 meses, com carência de 36 meses. Já no caso de exportação, o prazo será de 36 meses, com carência de 18 meses. (Folhapress)
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ECONOMIA/LEGAIS - 19
PSA FINANCE ARRENDAMENTO MERCANTIL S.A. CNPJ 03.502.968/0001-04 Rua Miguel Yunes, 351 - CEP 04444-000 - São Paulo - SP RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas: Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. o Balanço Patrimonial, as Demonstrações do Resultado, Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido e Demonstrações dos Fluxos de Caixa, relativo aos semestres findos em 30 de junho de 2011 e 2010. São Paulo, 09 de setembro de 2011 A Administração BALANÇOS PATRIMONIAIS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2011 E 2010
DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2011 E 2010 (Em milhares de reais, exceto lucro líquido por ação)
(Em milhares de reais) ATIVO 2011 2010 PASSIVO Circulante .................................................................... 167.385 184.055 Circulante .................................................................... Disponibilidades ................................................................ 1.792 13.976 Depósitos .......................................................................... Aplicações interfinanceiras de liquidez ............................. 12.600 84.300 Depósitos interfinanceiros ............................................... Aplicações em depósitos interfinanceiros ....................... 12.600 84.300 Outras obrigações ............................................................. Títulos e valores mobiliários .............................................. 114.989 49.859 Sociais e estatutárias ...................................................... Carteira própria ............................................................... 114.989 49.859 Fiscais e previdenciárias .................................................. Operações de arrendamento mercantil .............................. (5.215) 3.376 Diversas ........................................................................... Setor privado ................................................................... 97.344 242.473 Exigível a longo prazo ................................................ Rendas a apropriar de arrendamento mercantil .............. (97.337) (231.904) Depósitos .......................................................................... Provisão para créditos de arrendamento Depósitos interfinanceiros ............................................... mercantil de liquidação duvidosa ................................. (5.222) (7.193) Outras obrigações ............................................................. Outros créditos .................................................................. 43.219 32.544 Diversas ........................................................................... Diversos ........................................................................... 43.219 32.544 Resultados de exercícios futuros .............................. Realizável a longo prazo ............................................ 117.601 150.982 Resultados de exercícios futuros ....................................... Operações de arrendamento mercantil .............................. (2.892) (5.856) Patrimônio líquido ...................................................... Setor privado ................................................................... 53.889 197.224 Capital social: Rendas a apropriar de arrendamento mercantil .............. (53.889) (197.224) De domiciliados no país .................................................. Provisão para créditos de arrendamento De domiciliados no exterior ............................................ mercantil de liquidação duvidosa ................................. (2.892) (5.856) Reservas de lucros ............................................................. Outros créditos .................................................................. 120.493 156.838 Lucros acumulados ............................................................ Diversos ........................................................................... 120.493 156.838 Permanente ................................................................. 455.708 2.549.884 Imobilizado de uso ............................................................ 2 2 Outras imobilizações de uso ........................................... 3 3 Depreciações acumuladas ............................................... (1) (1) Imobilizado de arrendamento ........................................... 455.157 2.549.882 Bens arrendados .............................................................. 523.886 2.629.216 Superveniência de depreciação ....................................... 187.692 736.765 Depreciações acumuladas ............................................... (256.421) (816.099) Diferido ............................................................................. 549 Perdas em arrendamento a amortizar ............................. 565 Amortizações acumuladas .............................................. (16) Total do ativo .............................................................. 740.694 2.884.921 Total do passivo .......................................................... As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
2011 300.754 12.065 12.065 288.689 5.467 182.861 100.361 195.556 6.177 6.177 189.379 189.379 11.602 11.602 232.782
2010 1.902.439 556.669 556.669 1.345.770 200.209 1.145.561 723.943 4.938 4.938 719.005 719.005 62.908 62.908 195.631
2 146.848 75.243 10.689
2 146.848 38.092 10.689
DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2011 E 2010 (Em milhares de reais)
Receitas da intermediação financeira ........................
2011 272.554
2010 473.348
Operações de arrendamento mercantil ...............................
248.756
473.265
Resultado de operações com títulos e valores mobiliários ..
23.798
Despesas da intermediação financeira ......................
(215.170)
83 (472.942)
Operações de captação no mercado ...................................
(1.584)
(48.925)
Operações de arrendamento mercantil ...............................
(212.052)
(423.799) (218)
Provisão para créditos de liquidação duvidosa ...................
(1.534)
Resultado bruto da intermediação financeira ..........
57.384
Outras receitas (despesas) operacionais ...................
(20.292)
406 (22.617)
Receitas de prestação de serviços .......................................
96
3.774
Outras despesas administrativas ........................................
(3.652)
(12.297)
Despesas tributárias ...........................................................
(9.448)
(8.837)
Outras receitas operacionais ..............................................
368
6.097
Outras despesas operacionais ............................................
(7.656)
(11.354)
Resultado operacional ................................................
37.092
(22.211)
Resultado não operacional .........................................
-
21.835
Resultado antes da tributação
740.694
2.884.921
sobre o lucro e participações ...................................
37.092
Imposto de renda e contribuição social ....................
(12.273)
(376) 85
Provisão para imposto de renda e contribuição social ........
(3.063)
(28.395)
Ativo fiscal diferido ............................................................
(9.210)
28.480
Lucro líquido (prejuízo) do semestre .........................
24.819
(291)
Lucro líquido (prejuízo) por ação – R$ .................................. 169,01 (1,98) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 30 DE JUNHO DE 2011 E 2010 (Em milhares de reais) 1.
Contexto operacional A PSA Finance Arrendamento Mercantil S.A. (“Companhia”) tem como objetivo a realização de operações de arrendamento mercantil, principalmente de veículos das marcas Peugeot e Citröen. Foram realizados e assinados contratos com o Grupo Santander, nos quais esse se compromete com a prestação de serviços relacionados à gestão/controle operacional das operações de arrendamento mercantil realizadas através da PSA Finance Arrendamento Mercantil S.A. 2. Base de preparação e apresentação das demonstrações financeiras As demonstrações financeiras foram elaboradas a partir de diretrizes contábeis definidas pela Lei das Sociedades por Ações, sendo adotadas as alterações introduzidas pela Lei n° 11.638/2007 e Lei nº 11.941/09, com observância às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e Banco Central do Brasil (BACEN). A elaboração das demonstrações financeiras requer que a Administração se utilize de premissas e julgamentos na determinação do valor e registro de estimativas contábeis, como provisão para créditos de liquidação duvidosa, imposto de renda diferido, provisão para contingências e valorização de instrumentos derivativos ativos e passivos. A liquidação dessas transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados, devido a imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. 3. Sumário das principais práticas contábeis a) Apuração do resultado É apurado pelo regime de competência de exercícios e segundo a Portaria MF nº 140/84, que considera: • As receitas de arrendamento mercantil, calculadas e apropriadas mensalmente pela exigibilidade das contraprestações no período; • O ajuste ao valor presente das operações de arrendamento mercantil; • Os rendimentos, encargos e variações monetárias, a índices e taxas oficiais incidentes sobre ativos e passivos circulantes e a longo prazo. b) Títulos e valores mobiliários De acordo com o estabelecido pela Circular nº 3.068, de 08 de novembro de 2001, do Banco Central do Brasil, os títulos e valores mobiliários integrantes da carteira são classificados em três categorias distintas, conforme a intenção da Administração, quais sejam: • títulos para negociação; • títulos disponíveis para venda; e • títulos mantidos até o vencimento. Os títulos classificados como para negociação (apresentados no ativo circulante) e disponíveis para venda (segregados em ativo circulante e realizável a longo prazo) são avaliados, na data do balanço, pelo seu valor de mercado e os classificados como títulos mantidos até o vencimento (segregados em ativo circulante e realizável a longo prazo), com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento, são avaliados pelo seu custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Os ajustes a valor de mercado dos títulos classificados para negociação são contabilizados em contrapartida à adequada conta de receita ou despesa, no resultado do período. Os ajustes a valor de mercado dos títulos classificados como disponíveis para venda são contabilizados em contrapartida à conta destacada do patrimônio líquido, líquido dos efeitos tributários, sendo transferidos para o resultado do período quando da efetiva realização, através da venda definitiva ou da reclassificação dos respectivos títulos e valores mobiliários para a categoria de “títulos para negociação”. Fundos de investimento em direitos creditórios Destacam-se, a seguir, as principais informações referentes ao FIDC Aberto PSA Finance Brasil, doravante denominado “FIDC”, conforme requerido para divulgação na instrução CVM n° 408/05: I. Característica do FIDC Administrado pelo Banco Santander S.A. e constituído sob a forma de condomínio aberto nos termos da regulamentação em vigor. O FIDC iniciou suas operações em 13 de abril de 2010, com prazo indeterminado. II. Denominação, natureza, propósito e atividade pelo FIDC O objetivo do FIDC é proporcionar aos cotistas a valorização de suas cotas por meio da aplicação preponderante dos recursos na aquisição de direitos creditórios do segmento financeiro. Estes direitos creditórios serão oriundos de operações de crédito e operações de arrendamento mercantil. III. Participação no patrimônio líquido e nos resultados do FIDC Em conformidade com o artigo 24, inciso XV, da instrução CVM n° 356 e com a instrução CVM n° 393, o FIDC deve manter relação mínima entre o valor das cotas subordinadas e o de seu patrimônio líquido. IV. Natureza do envolvimento da Leasing com o FIDC e tipo de exposição a perdas, se houver, decorrentes desse envolvimento: A verificação do enquadramento dos direitos creditórios às condições da cessão é, na forma do contrato de cessão, de responsabilidade das partes, a Companhia e o FIDC. V. Montante e natureza dos créditos, obrigações, entre a Companhia e o FIDC. Durante o semestre findo em 30 de junho de 2011, não houve cessão ao FIDC (2010 - R$ 471.806). VI. Em 30 de junho de 2011 o FIDC apresenta a seguinte situação patrimonial: No encerramento do semestre em 30 de junho de 2011, o ativo total do FIDC era de R$ 1.829.246 (2010 - R$ 726.020), com passivos no montante de R$ 2.851 (2010 R$ 110) e patrimônio líquido no montante de R$ 1.826.395 (2010 - R$ 725.910). VII. Em 30 de junho de 2011 a Companhia detém 75.496.182,34640800 cotas subordinadas do FIDC, totalizando R$ 114.989 (2010 - R$ 49.859). c) Ativos circulante e realizável a longo prazo Demonstrados pelos valores de aquisição, incluindo, os rendimentos calculados em base “pro rata temporis” e as variações cambiais auferidas, e ajustado ao valor de mercado ou de realização, quando aplicável. d) Operações de arrendamento mercantil e provisão para créditos de arrendamento Os registros contábeis da Companhia são mantidos conforme exigências legais. Os procedimentos adotados e sumariados na nota explicativa 4, diferem das práticas contábeis adotadas no Brasil, principalmente por não adotarem o regime de competência no registro das receitas e despesas relacionadas aos contratos de arrendamento mercantil. No sentido de considerar esses efeitos, de acordo com a Circular nº 1.429 do Banco Central do Brasil, foi calculado o valor atual das contraprestações em aberto, utilizando-se a taxa interna de retorno de cada contrato. As operações de crédito são classificadas de acordo com o julgamento da Administração quanto ao nível de risco, levando em consideração a conjuntura econômica, a experiência passada e os riscos específicos em relação à operação, aos devedores e garantidores, observando os parâmetros estabelecidos pela Resolução nº 2.682/ 99, do Banco Central do Brasil, que requer a análise periódica da carteira e sua classificação em nove níveis, sendo “AA” (risco mínimo) e “H” (risco máximo). As rendas das operações de crédito vencidas há mais de 59 dias, independentemente de seu nível de risco, somente são reconhecidas como receita, quando efetivamente recebidas. As operações classificadas como nível “H” permanecem nessa classificação por seis meses, quando então são baixadas contra a provisão existente e controladas em contas de compensação, não mais figurando no balanço patrimonial. As operações renegociadas são mantidas, no mínimo, no mesmo nível em que estavam classificadas. As renegociações de operações de crédito que já haviam sido baixadas contra a provisão e que estavam em contas de compensação são classificadas como nível “H”. A provisão para créditos de liquidação duvidosa, considerada suficiente pela Administração, atende aos critérios estabelecidos pelo Banco Central do Brasil, conforme demonstrado na nota 5. e) Imobilizado de arrendamento O imobilizado de arrendamento, demonstrado ao custo, é reduzido pela depreciação acumulada, quando aplicável, calculada de forma acelerada e segundo determinação da Portaria MF nº 140/84 com redução de 30% da vida útil. f) Passivos circulante e exigível a longo prazo Demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, inclusive encargos. g) Depósitos e captações no mercado aberto São demonstrados pelos valores das exigibilidades e consideram os encargos exigíveis até a data do balanço, reconhecidos em base “pro-rata”- dia. h) Redução do valor recuperável de ativos não financeiros - (impairment) É reconhecida uma perda por impairment se o valor de contabilização de um ativo ou de sua unidade geradora de caixa excede seu valor recuperável. Uma unidade geradora de caixa é o menor grupo identificável de ativos que gera fluxos de caixa substancialmente independentes de outros ativos e grupos. Perdas por impairment são reconhecidas no resultado do período. Os valores dos ativos não financeiros, exceto créditos tributários, são revistos, no mínimo, anualmente para determinar se há alguma indicação de perda por impairment. Em 30 junho de 2011 não foram identificados ativos não financeiros registrados com indicação de perda por impairment.
i)
j)
k)
4.
5.
6.
7.
a)
b)
Imposto de renda e contribuição social Os créditos tributários são reconhecidos considerando a expectativa de geração de lucros tributáveis futuros no prazo de até 20 anos, baseado em estudo técnico que considera as expectativas da administração quanto à realização dos referidos créditos, projeções orçamentárias da Companhia e indicadores econômicos financeiros. O prazo de realização dos créditos tributários leva em consideração as disposições específicas do BACEN sobre os créditos originados de prejuízos fiscais ocasionados pela exclusão das receitas de superveniência, até o limite das obrigações fiscais diferidas correspondentes. As provisões para o imposto de renda e contribuição social, quando devidas, são calculadas com base no lucro ou prejuízo contábil, ajustado pelas adições e exclusões de caráter permanente e temporária, sendo o imposto de renda determinado pela alíquota de 15%, acrescida de 10% sobre o lucro tributável excedente a R$ 240 no exercício (R$120 no semestre) e a contribuição social pela alíquota de 15%. O imposto de renda e a contribuição social diferidos (ativo e passivo), quando a administração opta e são passíveis de registro contábil, são calculados sobre prejuízo fiscal e base negativa acumulados e sobre adições e exclusões temporárias, principalmente sobre a superveniência ou insuficiência de depreciação. De acordo com a Lei nº 11.941/09, as modificações no critério de reconhecimento de receita, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido do exercício, introduzidas pela Lei 11.638/07 e pelos artigos 37 e 38 da referida Lei, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real das pessoas jurídicas que optarem pelo Regime Tributário de Transição - RTT, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes no exercício findo em 31 de dezembro de 2007. Contingências O reconhecimento, a mensuração e a divulgação dos ativos e passivos contingentes e obrigações legais são efetuados de acordo com os critérios definidos na Resolução nº 3.823 de 16 de dezembro de 2009 e Carta Circular nº 3.429 de 11 de fevereiro de 2010 do BACEN, obedecendo aos seguintes critérios: • Contingências ativas - Não são reconhecidas nas demonstrações financeiras, exceto quando da existência de evidências que propiciem a garantia de sua realização sobre as quais não cabem mais recursos. • Contingências passivas - São reconhecidas nas demonstrações financeiras quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e da administração, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, com uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. As contingências passivas classificadas como perda possível são apenas divulgadas em notas explicativas, enquanto aquelas classificadas como perda remota não requerem provisão, nem divulgação. • Obrigações legais – fiscais e previdenciárias - Referem-se a demandas judiciais onde estão sendo contestadas a legalidade ou a inconstitucionalidade de alguns tributos (ou impostos e contribuições). O montante discutido é quantificado e registrado contabilmente. Resultados de exercícios futuros Está representado, principalmente, pelo valor das parcelas de receitas contratuais recebidas antecipadamente que serão apropriadas ao resultado de acordo com os prazos de vigência dos contratos de arrendamento mercantil aos quais se referem. Ajustes nas operações de arrendamento mercantil Os registros contábeis da Companhia são mantidos conforme exigências legais. Os procedimentos adotados e sumariados na nota explicativa 3 d) diferem das práticas contábeis adotadas no Brasil, principalmente por não adotarem o regime de competência no registro das receitas e despesas relacionadas aos contratos de arrendamento mercantil. No sentido de considerar esses efeitos, de acordo com a Circular nº 1.429 do Banco Central do Brasil, foi calculado o valor atual das contraprestações em aberto, utilizando-se a taxa interna de retorno de cada contrato. No semestre este ajuste gerou uma despesa com a redução do saldo de superveniência de depreciação no montante de R$ 147.852 (2010 - R$ 62.137). Em decorrência do registro contábil desse ajuste, o lucro líquido e o patrimônio líquido estão apresentados de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, porém as rubricas de ativo e resultado permanecem inadequadamente apresentadas. Caixa e equivalentes de caixa As demonstrações dos fluxos de caixa foram elaboradas em conformidade com a Resolução n° 3.604, do Conselho Monetário Nacional, de 29 de agosto de 2008, sendo considerados como equivalentes de caixa as aplicações interfinanceiras de liquidez cujos prazos de liquidação na data de contratação eram inferiores a 90 dias. O caixa e equivalentes de caixa estão assim representados: 2011 2010 Disponibilidades ................................................... 1.792 13.976 Aplicações em depósitos interfinanceiros ............. 12.600 84.300 Total de caixa e equivalentes de caixa ....... 14.392 98.276 Títulos e valores mobiliários Resumo da composição da carteira de títulos: 2011 2010 Valor Valor de Valor Valor de Descrição contábil mercado contábil mercado FIDC Aberto PSA Finance Brasil ... 114.989 114.989 49.859 49.859 114.989 114.989 49.859 49.859 Classificação por categoria e prazo: 2011 Valor contábil por vencimento Custo Valor de Valor Até De 91 a Acima de Categoria atualizado mercado contábil 90 dias 365 dias 365 dias FIDC .............. 114.989 114.989 114.989 - 114.989 Negociação ... 114.989 114.989 114.989 114.989 114.989 114.989 - 114.989 2010 ............. 49.859 49.859 49.859 49.859 As aplicações em Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) estão relacionadas com cotas subordinadas adquiridas, cujos valores contábeis correspondem ao respectivo valor da cota subordinada divulgada pelo administrador para o último dia útil do mês. Operações de arrendamento mercantil e provisão para créditos de liquidação duvidosa As operações de arrendamento mercantil são contratadas de acordo com a opção feita pelo arrendatário, com cláusulas de atualização pós-fixada ou com taxa de juros prefixada, tendo o arrendatário a opção contratual de compra do bem, renovação do arrendamento ou devolução ao final do contrato. A garantia dos arrendamentos a receber está suportada pelos próprios bens arrendados. Esses valores, em atendimento às normas do Banco Central do Brasil, são apresentados em diversas rubricas patrimoniais, as quais são resumidas a seguir: Descrição 2011 2010 Arrendamentos a receber ...................................... 151.233 439.697 Rendas a apropriar de arrendamento mercantil .... (151.226) (429.128) Bens arrendados ................................................... 523.886 2.629.216 Superveniência de depreciação ............................ 187.692 736.765 Depreciação acumulada ....................................... (256.421) (816.099) Credores por antecipação de valores residuais ...... (279.944) (1.848.410) Diferido ................................................................ 549 175.769 712.041 O valor dos contratos de arrendamento mercantil é representado pelo seu respectivo valor presente, apurado com base na taxa interna de cada contrato. Composição da carteira de arrendamentos a receber por tipo de operação Descrição 2011 2010 Pessoa física ......................................................... 805 678.749 Indústria ............................................................... 165.082 2.507 Comércio .............................................................. 4.185 13.037 Outros serviços ..................................................... 5.697 17.748 Total .............................................................. 175.769 712.041 Composição da carteira de arrendamentos a receber por faixa de vencimento das parcelas Descrição 2011 2010 Vencidas ........................................................ 12.912 11.263 De 1 a 14 dias .................................................... 2.755 3.284 Mais de 14 dias .................................................. 10.157 7.979 A vencer ........................................................ 162.857 700.778 De 0 a 30 dias .................................................... 12.316 36.639 De 31 a 60 dias .................................................. 11.886 41.714 De 61 a 90 dias .................................................. 11.066 39.282 De 91 a 180 dias ................................................ 30.306 105.584 De 181 a 360 dias .............................................. 37.355 199.281 Mais de 360 dias .................................................. 59.928 278.278 Total .............................................................. 175.769 712.041
A DIRETORIA
c)
d)
e)
f)
8.
9.
10. a)
b)
c)
Composição da carteira de arrendamentos a receber por faixa de vencimento das operações Descrição 2011 2010 Vencidas ........................................................ 40.885 90.154 De 1 a 14 dias .................................................... 14.740 43.168 Mais de 14 dias .................................................. 26.145 46.986 A vencer ............................................................... 134.884 621.887 Total .............................................................. 175.769 712.041 Concentração do risco de crédito Descrição 2011 2010 Principal devedor ................................................. 103 452 Percentual do total da carteira de operações de crédito - % ............................... 0,06 0,06 20 maiores devedores .......................................... 1.668 2.301 Percentual do total da carteira de operações de crédito - % ............................... 0,95 0,32 Composição da carteira de arrendamentos a receber e correspondente provisão para devedores duvidosos nos prazos e níveis de risco estabelecidos pela Resolução nº 2.682 em 30 de junho de 2011 e 2010: 2011 2010 Total das Provisão Total das Provisão Nível de risco operações Constituída operações constituída A ......................... 144.811 724 655.016 3.275 B ......................... 9.899 99 22.420 224 C ......................... 8.583 257 16.821 505 D ......................... 3.711 371 5.977 598 E ......................... 1.513 454 2.538 761 F ......................... 1.363 682 2.067 1.034 G ......................... 1.207 845 1.832 1.282 H ......................... 4.682 4.682 5.370 5.370 Total ................ 175.769 8.114 712.041 13.049 Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa 2011 2010 Carteira Carteira Carteira Carteira Própria Cedida Própria cedida Saldo inicial ............................... 10.472 2.620 15.365 Constituições ............................ 6.362 88 9.887 2.384 Reversões ................................. (3.497) (1.419) (12.053) Créditos baixados para prejuízo (5.223) (150) Saldo final ............................. 8.114 1.289 13.049 2.384 No semestre findo em 30 de junho de 2011 foram recuperados créditos baixados para prejuízos no montante de R$ 1.152 (2010 - R$ 379). Outros créditos - diversos 2011 2010 Créditos tributários (Nota 10b) ............................. 144.696 184.300 Antecipações de IR e CS ....................................... 6.654 4.634 Valores a ressarcir ................................................ 6.779 245 Outros créditos ..................................................... 5.583 203 Total .............................................................. 163.712 189.382 Curto prazo .......................................................... 43.219 32.544 Longo prazo ......................................................... 120.493 156.838 O saldo apresentado nessa conta é composto por outros créditos no valor de R$ 700 e por saldos a receber de questionamentos de sinistros e outros no montante de R$ 4.883, que dependem de finalização de conciliação na data da publicação e estão em processo de apuração junto ao Parceiro Comercial Santander para conclusão. Imobilizado de arrendamento 2011 2010 Veículos e afins (taxa de depreciação - 20% a.a.) . 523.886 2.629.216 Superveniência de depreciação ............................ 187.692 736.765 Depreciação acumulada ....................................... (256.421) (816.099) Total .............................................................. 455.157 2.549.882 As operações de arrendamento têm cláusulas de opção de compra, de taxas de juros prefixadas ou pós-fixadas e de seguros dos bens objetos de arrendamento, a favor do arrendador. Os valores residuais de opção de compra antecipados pelos clientes em 30 de junho de 2011, somam R$ 90.565 (2010 - R$ 1.131.964), registrado em “Outras obrigações - diversas” no passivo circulante e R$ 189.379 (2010 - R$ 716.446), registrado em “Outras obrigações - diversas” no exigível a longo prazo. Imposto de renda e contribuição social Os encargos com imposto de renda e contribuição social incidentes sobre as operações do semestre estão demonstrados a seguir: 2011 2010 Imposto Contribuição Imposto Contribuição de Renda Social de Renda Social Resultado antes do imposto de renda, contribuição social e participações ....... 37.092 37.092 (376) (376) Juros sobre o Capital Próprio (6.432) (6.432) Base de cálculo .................. 30.660 30.660 (376) (376) Adições temporárias ........... 153.287 11.661 24.017 4.348 Provisão para devedores duvidosos ....................... 1.534 1.534 218 218 Provisão para contingências 7.658 7.658 1.108 1.108 Insuficiência de Depreciação .............. 141.608 19.669 Outras adições temporárias .................... 2.487 2.469 3.022 3.022 Exclusões temporárias ........ (197) (197) (133.121) (1.132) Superveniência de Depreciação .............. - (131.989) Outras exclusões temporárias (197) (197) (1.132) (1.132) Exclusões Permanentes ...... (55.125) Dedução - Operações baixadas para prejuízo ... (55.125) Base de Cálculo dos Impostos .................... 128.625 42.124 (109.480) 2.840 Imposto de renda à alíquota de 15% ........... (19.294) Imposto de renda adicional à alíquota de 10% ........... (12.852) Contribuição social à alíquota de 15% ........... (6.319) (426) (-) Obrigações Fiscais diferidas - Insuficiência de depreciação ............... 35.402 - (27.969) Total imposto de renda e contribuição social correntes ................... 3.256 (6.319) (27.969) (426) Origem dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social diferidos Saldo em Saldo em 31/12/2011 Constituição Reversão 30/06/2011 Provisão para créditos de liquidação duvidosa .... 5.473 4.394 (3.780) 6.087 Outros ................................ 3.824 13.907 (9.927) 7.804 Total dos créditos tributários s/diferenças temporárias ...................... 9.297 18.301 (13.707) 13.891 Prejuízos fiscais .................. 144.609 - (13.804) 130.805 Total dos créditos tributários ................... 153.906 18.301 (27.511) 144.696 Os créditos tributários são reconhecidos considerando a expectativa de geração de lucros tributáveis futuros, baseada em estudo técnico que considera as expectativas da administração quanto à realização dos referidos créditos, projeções orçamentárias da instituição e indicadores econômicos financeiros, a valores presentes com base em taxas médias de captação e/ou custo de capital para os períodos projetados. Projeção de realização e valor presente dos créditos sobre diferenças temporárias e prejuízos fiscais na PSA Arrendamento: Diferenças temporárias e prejuízos fiscais Valor 2010 Imposto Contribuição 2010 presente Valor de renda Social Total Total (*) Presente 12 meses ..... 19.849 4.354 24.203 27.462 21.514 24.089 24 meses ..... 5.687 704 6.391 10.593 5.050 8.151 36 meses ..... 10.659 151 10.810 13.976 7.592 9.433 Acima de 48 meses (**) 103.292 - 103.292 132.269 28.652 25.550 Total ......... 139.487 5.209 144.696 184.300 62.808 67.223
2011 2010 Atividades operacionais Lucro líquido (prejuízo) do semestre ......................... 24.819 (291) Ajuste ao lucro líquido (prejuízo) ............................... 212.551 25.250 Provisão para créditos de liquidação duvidosa ................... 1.534 3.537 Depreciações e amortizações ............................................. 63.165 83.850 Insuficiência / Superveniência de depreciação .................... 147.852 (62.137) Lucro líquido (prejuízo) ajustado ............................... 237.370 24.959 Variação de ativos e passivos: .................................... (413.368) (1.055.912) Aumento em títulos e valores mobiliários ........................... (22.081) (49.859) (Aumento)/redução em operações de arrendamento mercantil (2.311) 6.740 Aumento em outros créditos ............................................... (3.849) (13.585) Redução em depósitos ....................................................... (24.280) (500.724) Redução em outras obrigações ........................................... (339.895) (494.731) Redução em resultados de exercícios futuros ...................... (20.952) (3.753) Caixa líquido aplicado em atividades operacionais .. (175.998) (1.030.953) Atividades de investimentos Alienação de imobilizado de uso e de arrendamento ......... 195.192 1.120.631 Aplicação no diferido ......................................................... (549) Caixa líquido originado em atividades de investimento ........................................................ 194.643 1.120.631 Atividades de financiamento Juros sobre capital próprio propostos e não pagos .............. (6.432) Caixa líquido aplicado nas atividades de financiamentos ..................................................... (6.432) Aumento em caixa e equivalentes de caixa .............. 12.213 89.678 Caixa e equivalentes de caixa Início do semestre .............................................................. 2.179 8.598 Fim do semestre ................................................................. 14.392 98.276 Aumento em caixa e equivalentes de caixa .............. 12.213 89.678 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
DEMONSTRAÇÔES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2011 E 2010 (Em milhares de reais) Reserva de lucros Capital Reserva Reserva Lucros social legal especial acumulados Total Em 31 de dezembro de 2009 146.850 2.820 35.563 10.689 195.922 Prejuízo do semestre ................. (291) (291) Destinação do lucro Constituição de reservas ............ (291) 291 Em 30 de junho de 2010 ....... 146.850 2.820 35.272 10.689 195.631 Em 31 de dezembro de 2010 146.850 3.743 53.113 10.689 214.395 Lucro líquido do semestre ......... 24.819 24.819 Destinação do lucro: Constituição de reservas ........ 1.241 17.146 (18.387) Juros sobre o capital próprio ... (6.432) (6.432) Em 30 de junho de 2011 ....... 146.850 4.984 70.259 10.689 232.782 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. (*)
11. a) b)
c)
12. a)
b)
13.
14.
15.
16.
17.
18.
19.
20. a) b) c)
Em 30 de junho de 2011, o valor presente dos créditos tributários foi calculado considerando a taxa média de captação (12,5% a.a.). (**) Os créditos tributários “acima de 48 meses” são oriundos do prejuízo fiscal ocasionados pela superveniência de depreciação das operações de arrendamento mercantil no valor de R$ 130.805. Outras obrigações Sociais e estatutárias: Composta por juros sobre o capital próprio a pagar no valor de R$ 5.467 (2010 – R$ 0). Fiscais e previdenciárias: 2011 2010 Imposto de Renda ................................................ 32.144 Imposto de Renda - Diferido ................................. 133.059 196.540 Contribuição Social .............................................. 6.322 426 Imposto sobre serviços ......................................... 7.481 999 Outros .................................................................. 3.855 2.244 Total .............................................................. 182.861 200.209 Outras obrigações - diversas 2011 2010 Despesas administrativas ..................................... 9.796 16.156 Credores por antecipação de VRG ......................... 279.944 1.848.410 Total .............................................................. 289.740 1.864.566 Curto prazo .......................................................... 100.361 1.145.561 Longo prazo ......................................................... 189.379 719.005 Depósitos Diversificação de produtos e prazo 2011 2010 Sem Até 90 De 91 a Acima de vencimento dias 360 dias 361 dias Total Total Depósitos interfinanceiros .... - 3.568 8.612 6.062 18.242 561.607 - 3.568 8.612 6.062 18.242 561.607 Concentração 2011 2010 % sobre % sobre Valor a carteira Valor a carteira 10 maiores credores ................ 18.242 100% 561.607 100% Total da carteira ................. 18.242 100% 561.607 100% Transações com partes relacionadas 2011 2010 Ativo Receitas Ativo Receitas (Passivo) (Despesas) (Passivo) (Despesas) Banco PSA Finance Brasil S.A. Aplicações em depósitos interfinanceiros ................... 290 Depósitos interfinanceiros ..... (13.492) (1.015) (20.927) (11.686) PSA Peugeot Citröen do Brasil Subsídios concedidos nas operações de crédito ........... (11.602) 20.952 (62.908) 53.310 As transações com partes relacionadas foram contratadas a taxas compatíveis com as praticadas com terceiros, vigentes nas datas das operações, levando-se em consideração a redução de risco. Resultados de exercícios futuros Referem-se aos subsídios de taxas de operações de crédito, recebidos da PSA Peugeot Citröen do Brasil e suas concessionárias autorizadas, no montante de R$ 11.602 (R$ 62.908 em 2010). Foram apropriados no semestre o montante de R$ 20.952 (R$ 53.310 em 2010). As Instituições Financeiras PSA no Brasil mantêm inalterados os diferimentos das subvenções de juros que as marcas Peugeot e Citroën promovem nas vendas de veículos em campanhas comerciais, independentemente da existência ou não de cessões de recebíveis. Esse procedimento conservador visa manter as curvas de juros constantes dos contratos ao longo de suas vidas úteis pois as cessões efetuadas são de recebíveis com coobrigação e consolidação de risco no PSA. Patrimônio líquido O capital social está dividido em 146.848 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal. Aos acionistas está assegurado um dividendo anual mínimo de 5% do lucro deduzido da reserva legal. Em conformidade com a Lei nº 9.249/1995, a Administração da Companhia decidiu pelo provisionamento de juros sobre capital próprio, limitado na forma da legislação vigente. Em 30 de junho de 2011, tal valor totalizava R$ 6.432, que permitiu a redução da despesa tributária em R$ 2.573. A Companhia poderá deixar de destinar a parcela de 5% do lucro líquido para a reserva legal no exercício em que o saldo desta reserva, acrescido do montante das reservas de capital, exceder 30% do capital social. O resultado líquido do semestre no valor de R$ 18.387 foi integralmente destinado para constituição de Reservas de Lucros - Outras, sem constituição de reserva legal. Outras despesas administrativas 2011 2010 Serviços prestados – Santander (Nota 1) ............... 1.763 5.206 IPVA de contratos de Leasing ................................ 1.000 Serviços técnicos especializados ........................... 234 5.769 Despesas com FIDC .............................................. 162 Despesas de serviços do sistema financeiro .......... 23 89 Outras .................................................................. 470 1.233 Total .............................................................. 3.652 12.297 Outras receitas operacionais 2011 2010 Juros de mora sobre contratos de arrendamento ... 2.224 Recuperação de Encargos PIS / Cofins .................. 327 Taxa de cessão e substituição de bens .................. 41 176 Recuperação de encargos e despesas ................... 2.814 Outras .................................................................. 883 Total .............................................................. 368 6.097 Outras despesas operacionais 2011 2010 Comissões por obtenção de operações de arrendamento ................................................ 303 1.813 Divisão de resultados - Santander (Nota 1) ........... 6.138 7.003 Outras .................................................................. 1.215 2.538 Total .............................................................. 7.656 11.354 Passivos contingentes A Companhia constitui provisão para fazer face a passivos contingentes referentes a processos fiscais no montante de R$ 9.935 (R$ 4.268 em 2010), IPVA no montante de R$ 2.327 (R$ 0 em 2010), cíveis no montante de R$ 377 (R$ 0 em 2010) e PDD da carteira cedida FIDC no montante de R$ 1.289 (R$ 2.384 em 2010), respectivamente. A provisão para contingência é avaliada periodicamente pela administração, com base nas opiniões dos consultores jurídicos da instituição, e é considerada suficiente para cobrir eventuais perdas. Não existem processos administrativos em curso por parte dos órgãos reguladores integrantes do Sistema Financeiro Nacional. Movimentação das contingências Saldo Saldo Inicial Constifinal Saldo 31/12/10 tuição Reversão 30/06/11 30/06/10 Provisão para riscos fiscais ................ 4.268 5.667 9.935 1.108 Imposto sobre serviços - ISS ............. 1.937 5.544 7.481 ISS - Ações diversos municípios ................ 2.331 123 2.454 1.108 Provisão para passivos contingentes ............... 3.650 1.177 (2.123) 2.704 1.451 IPVA ............................ 1.650 1.000 (323) 2.327 1.451 Cíveis .......................... 2.000 177 (1.800) 377 ISS - Essas ações discutem R$ 11.535. Em 30 de junho de 2011 existem depósitos judiciais no montante de R$ 6.779 (2010 - R$ 75). Outras informações Não existiam instrumentos financeiros derivativos registrados em 30 de junho de 2011 cuja divulgação seria requerida pelo BACEN. Em 30 de junho de 2011, o índice da Basiléia consolidado das empresas financeiras do Grupo é de 25,6%. Resultado não operacional refere-se ao resultado da alienação de bens recuperados de contratos de arrendamento mercantil.
CONTADOR: Julio Takechi Katsuda - CRC 1SP 162781/O-4
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Ilmos. Srs. Diretores e Acionistas da PSA Finance Arrendamento Mercantil S.A. Introdução Examinamos as demonstrações financeiras da PSA Finance Arrendamento Mercantil S.A. (“Companhia”) em 30 de junho de 2011, compreendendo o balanço patrimonial e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - BACEN e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzidas de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avalia-
ção dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva. Base para opinião com ressalva a) A Companhia registra as suas operações e elabora as suas demonstrações financeiras com observância das diretrizes contábeis estabelecidas pelo Banco Central do Brasil, que requerem o ajuste ao valor presente da carteira de arrendamento mercantil como provisão para superveniência de depreciação, classificada no ativo permanente (Nota 4). Essas diretrizes não requerem a reclassificação das operações, que permanecem registradas de acordo com a disposição da Lei nº. 6.099/74, para as rubricas do ativo circulante, realizável a longo prazo e rendas de arrendamento, mas resultam na adequada apresentação do resultado e do patrimônio líquido de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. b) Conforme mencionado na nota explicativa 14, em 30 de junho de 2011 a Companhia apresenta em seu resultado de exercícios futuros, saldos referentes aos subsídios de taxas de operações de crédito, recebidos da PSA Peugeot Citröen do Brasil e suas concessionárias autorizadas, no montante de R$ 11.602 mil. Nossos exames revelaram que a Companhia não tem como prática apropriar ao resultado do exercício os valores dos subsídios quando
das cessões de créditos ao FIDC Aberto PSA Finance Brasil, conforme prevê as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Efetuamos o levantamento dos valores dos subsídios que já deveriam ter sido baixados do resultado de exercícios futuros a crédito de receita, e chegamos a um valor aproximado de R$ 5.400 mil, sendo R$ 16.500 mil (receita) relativos a exercícios anteriores e R$ 11.100 mil (despesa) relativos ao semestre findo em 30 de junho de 2011, líquidos dos efeitos tributários. Consequentemente, o patrimônio líquido em 30 de junho de 2011 está subavaliado em R$ 5.400 mil e o resultado do semestre findo naquela data está superavaliado em R$ 11.100 mil, líquidos dos efeitos tributários. c) Nossos exames relevaram inconsistências no relatório de imobilizado de arrendamento em 30 de junho de 2011 relativas a bens não baixados do imobilizado de arrendamento quando da baixa para prejuízo ou liquidação de operações de arrendamento recompradas no valor de custo de R$ 30.200 mil e depreciações acumuladas de R$ 19.300 mil. Consequentemente, em 30 de junho de 2011 a rubrica Imobilizado de arrendamento – bens arrendados está superavaliada em R$ 30.200 mil, a rubrica Imobilizado de arrendamento – depreciações acumuladas está superavaliada em R$ 19.300 e a rubrica Imobilizado de arrendamento - superveniência de depreciação está subavaliada em R$ 10.900 mil. Esses ajustes não impactam o patrimônio líquido em 30 de junho de 2011 e o resultado do semestre findo naquela data. d) Conforme mencionado na nota explicativa 8, em 30 de junho de 2011 a Companhia possui registrado na conta Outros créditos - diversos, saldos a receber de questionamentos de sinistros e outros no valor total de R$ 4.883 mil, os quais se encontram em processo de conciliação com a documentação suporte. Consequentemente, não nos foi possível concluir
sobre a adequação desses saldos registrados na rubrica Outros créditos - diversos no ativo circulante em 30 de junho de 2010, no valor acima mencionado. Opinião com ressalva Em nossa opinião, exceto pela não reclassificação referida no item a), pelos efeitos dos assuntos descritos nos itens b) e c) e pelos possíveis efeitos do assunto descrito no item d) do parágrafo Base para opinião com ressalva, as demonstrações financeiras acima referidas representam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da PSA Finance Arrendamento Mercantil S.A. em 30 de junho de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Outros assuntos Auditoria dos valores correspondentes ao semestre anterior As demonstrações financeiras referentes ao semestre findo em 30 de junho de 2010, apresentadas para fins de comparação, foram examinadas por outros auditores independentes, que emitiram parecer, datado de 16 de agosto de 2010, contendo a mesma ressalva mencionada acima, no item a) do parágrafo Base para opinião com ressalva. São Paulo, 9 de setembro de 2011. Auditores Independentes S.S. CRC-2SP015199/O-6
Eduardo Braga Perdigão Contador CRC- 1CE013803/O-8 “S”-SP
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e
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Veículos e imóveis poderão ser adquiridos sem o valor dos tributos nos feirões do imposto que serão realizados em 20 estados brasileiros.
conomia
Paulo Pampolin/Hype
Rir não paga imposto. Ainda. (As charges são todas internacionais, do New York Times. No Brasil, imposto não tem graça.)
Objetivo da campanha é conscientizar a população sobre tributos
Caravana tributária percorrerá o País Jovens empresários se mobilizam para divulgar a carga de tributos incidente em produtos e serviços Renato Carbonari Ibelli
O
r o s em i m p o s t o. c o m . b r . Em méFeirão do Imposto dia, 40% do preço de tudo o será levado para que se adquire são tributos. mais de 100 cidades, Para o presidente da Conade 20 estados do País, a parje, o Feirão tem o papel de tir do próximo sábado, dia conscientizar a população do 17. Em algumas delas, o conp e s o d o s i mtribuinte popostos no cotiderá comprar diano, algo itens desoneque está se disrados de imCom essa seminando enposto. Serão t re o s c o n t r iveículos e consciência, o buintes. "Com imóveis que cidadão terá mais essa consciênpoderão ser fundamento para se cia, o cidadão adquiridos mobilizar e cobrar terá mais funsem o valor do governo a damento para dos tributos. Segundo contenção de gastos cobrar do gov e r n o a c o nM a r d u k públicos. tenção de gasDuarte, presiMARDUK DUARTE, CONAJE tos públicos e a dente da Consi mpl ifi caç ão federação Nado sistema tributário,por cional dos Jovens Empresáexemplo", afirma. rios (Conaje) e organizador Caso queira participar da do Feirão do Imposto nos campanha, envie seu manidiferentes estados, a profesto em áudio ou vídeo pelo posta será fazer o cidadão site www.horadeagir.com.br. sentir o peso dos impostos do seu dia a dia. Para obter mais detalhes sobre a campanha acesse o site www.feiraodoimposto.com.br. Um dos itens vendidos sem tributos será um automóvel Gol, cujo valor de tamil reais é o valor que bela é R$ 31 mil. Sem a inciserá vendido um dência de impostos, o veículo poderá ser adquirido veículo da marca Gol por R$ 20 mil. Duarte expliem campanha pela ca que os interessados em conscientização comprar os bens desonerados terão de participar de tributária um sorteio. Mais informações estão no site www.car-
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Evandro Monteiro/Hype
Em média, 40% do valor de tudo que adquirimos são impostos.