É o que afirmou, no STF, Luiz Fernando Corrêa Barbosa, advogado de defesa de Roberto Jefferson, acrescentando que o ex-presidente é esperto e não um pateta que não soubesse de nada. Arrematou pedindo que Lula seja investigado – e prevendo um "festival de absolvições". Págs. 5 e 6
André Borges/Folhapress
SAFO?
PATETA?
– Lula não só sabia como ordenou o Mensalão.
Ano 87 - Nº 23.687
Página 4
Conclusão: 23h50
Jornal do empreendedor
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São Paulo, terça-feira, 14 de agosto de 2012
Luiz Prado/LUZ
Nacho Doce/Reuters
Na ACSP, Haddad fala em "redução drástica" de impostos. As propostas do candidato do PT à Prefeitura de SP. Pág. 10 Nelson Antoine/AE
Mais medalhas para as meninas do ouro Time de vôlei é aclamado em desfile pelas ruas de São Paulo e recebe medalhas no Palácio dos Bandeirantes. Pág. 28 L.C.Leite/LUZ
De braços cruzados, à espera de negociação. Enquanto policiais federais faziam manisfestação em São Paulo (foto), servidores armavam acampamento em Brasília. O governo decidiu fazer novas rodadas de negociação com cada categoria em separado. Os encontros devem ocorrer até sexta-feira. Pág. 10
A web banca boas ideias nascentes O crowdfunding, ou melhor dizendo, financiamento coletivo feito por usuários, é uma boa oportunidade para novos empreendedores colocarem em pé os seus projetos – e, claro, também para investidores. Veja na pág. 37 o que ambos devem fazer. Informática
Xô, Satanás! Autorizado pela Igreja, padre faz exorcismo em paróquia do Centro. Pág. 20
ISSN 1679-2688
23687
9 771679 268008
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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Estamos caminhando para um conflito entre o interesse geral e o interesse particular. Roberto Fendt
pinião
Christian Rizz/AE
PAULO SAAB
PERDIDO NA MATA, SEM REPORTAGEM.
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Greve da Anvisa e da Receita Federal causou transtornos e provocou o protesto de caminhoneiros em Foz do Iguaçu
Prioridades da senhora presidente
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isse bem a presidente Dilma Rousseff ao afirmar que tem outras prioridades que não a concessão de aumentos aos funcionários públicos federais arrancados no berro: "Tem que olhar o que é mais importante no País, e aí atendê-lo”, disse no último dia 10, em Minas Gerais. E completou: "O que meu governo vai fazer é assegurar empregos para aquela parte da população que é a mais frágil, que não tem direito à estabilidade". Em uma única frase a senhora presidente tratou de três questões-chave para a sociedade brasileira: o desemprego estrutural que temos; a precariedade do emprego no mercado de trabalho; a estabilidade de alguns, confrontada com a instabilidade da maioria. O desemprego é uma das maiores chagas da sociedade. Ele corrói o que toda pessoa aspira: a possibilidade de realização profissional, a capacidade de atender de forma estável as necessidades básicas da família, o desejo de investir em si próprio para crescer profissionalmente e realizar-se em uma profissão. Nossos estatísticas de desemprego, como aliás na maioria dos países, mascaram uma dura realidade. São obtidas perguntando-se as pessoas se estão empregadas e, em caso negativo, se procuraram emprego na ultima semana ou mês. Se, depois de meses sem emprego a pessoa diz que não está empregada nem procurou trabalho, ela simplesmente passa a não mais fazer parte da força de trabalho. É isso que explica porque temos um percentual tão pequeno de desempregados, quando nossos números são comparados com os seus cor-
ROBERTO FENDT respondentes da Espanha e de outros países europeus. Temos um grande número de desempregados, sim; apenas não os computamos nas estatísticas. O e m pre go qu e temos é também precário, isto é, de má qualidade. Continuamos a ter mais pessoas empregadas no mercado de trabalho informal do que com carteira assinada. A esses se soma o crescente número de trabalhadores autônomos em consequência da terceirização.
F
inalmente, há uma fundamental diferença entre o emprego dos servidores públicos e os trabalhadores do setor privado. Enquanto os primeiros não podem ser demitidos, exceto em casos excepcionais, a maioria dos trabalhadores no setor privado não goza da estabilidade no emprego, podendo a qualquer tempo perdê-lo – por justa causa ou sem ela, ou pelo encerramento das atividades da empresa. No passado argumentavase que o setor público pagava
mal e que a estabilidade e a aposentadoria especial compensariam essa diferença. O problema hoje é que os salários no setor público, para funções assemelhadas, superam seus correspondentes no setor privado, criando o que vem se tornando um privilégio para os servidores públicos. Tudo isso é fato, mas o que a senhora presidente não disse é que a firmeza da sua atitude tem certamente também outro objetivo: restabelecer a sua capacidade de manter a ordem pública e governar. Se a senhora presidente ceder diante de pressões que encurralam o governo, com a ameaça de paralisação da máquina publica, ficará refém desses e de outros grupos que buscam atender no berro suas pretensões, sem levar em conta os interesses da maioria do povo brasileiro. O direito de greve é garantido na Constituição. A greve é uma suspensão do trabalho como forma extrema, depois de esgotados todos os recursos de negociação, para preservar direitos dos trabalha-
Se a presidente ceder diante de pressões que encurralam o governo, ficará refém de grupos que buscam atender no berro suas pretensões, sem pensar nos interesses da maioria.
dores ou repelir ameaças a esses direitos. A defesa desses direitos não autoriza atos de vandalismo ou a supressão do direito daqueles que não são parte do conflito, como a população em geral. Bloquear a via pública, impedindo o livre trânsito das pessoas, e atos de vandalismo não estão previstos nem são sancionados por nossa Constituição.
A
firmeza do chefe do Executivo diante do risco de ameaça à ordem pública ou ao direito da maioria, dentro da lei, é parte da sua atribuição. Com firmeza, dentro da lei, o presidente Reagan, dos Estados Unidos, agiu diante da greve dos controladores de voo, em 1981. Naquele episódio, o Executivo aprovou no Congresso Americano uma lei que proibia greves de funcionários públicos capazes de paralisar o país. Com base nela, demitiu controladores de voos em greve e restabeleceu a governabilidade. Da mesma maneira agiu em 1985 a primeira-ministra Margaret Thatcher, com firmeza e ao amparo da lei, para impedir que os trabalhadores das minas de carvão paralisassem a Grã Bretanha. Estamos caminhando para um conflito entre o interesse geral e o interesse particular. Cabe ao Estado assegurar a ordem pública, o direito à propriedade, o daqueles que querem trabalhar e o direito de ir e vir ordeiramente a qualquer hora no País. A Nação apoiará a senhora presidente na escolha da prioridade ao emprego da maioria e no exercício de sua legítima autoridade caso persista em impedir, dentro da lei, que minorias imponham sua vontade sobre os interesses da maioria. ROBERTO FENDT É ECONOMISTA
Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Claudio Vaz Edy Luiz Kogut Érico Sodré Quirino Ferreira Francisco Mesquita Neto João de Almeida Sampaio Filho João de Favari Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Paulo Roberto Pisauro Renato Abucham Roberto Faldini Roberto Mateus Ordine
lguns fatos, de tão marcantes , ficam registrados em nossa memória. O episódio relatado abaixo, por exemplo, sai daquilo que, na música consagrada por Elis Regina, um dia se chamou de "parede da memória". Foi em meados da década de 70, entre 1973 e 1975 (não encontrei mais os registros da época). Eu cobria então, para a Jovem Pan, as atividades do governo do estado, sediado na Sala de Imprensa do Palácio dos Bandeirantes. Estava lá numa tarde, de terno e gravata, gravador e linha direta de transmissão em punho, quando a redação me chama . Em alguns minutos viria me pegar uma viatura com o cinegrafista Luis Carlos Simões, da TV Record. Um avião de pequeno porte da família Almeida Prado se chocara, minutos antes, contra a mata na Serra do Japi, perto de Jundiaí e minha missão seria transmitir boletins do local para a emissora de rádio e gravar o que fosse possível, na forma de entrevistas ou relato, em minitape, tecnologia da época, para a TV Record, associada da Jovem Pan .
Q
uando chegamos – o motorista , o cinegrafista e eu – ao local onde os bombeiros haviam montado uma base de busca para adentrar na mata, já era fim de tarde. Decidimos seguir a trilha dos bombeiros. Para resumir a ópera, não achamos a trilha. Escureceu. A bateria da cruzeta de iluminação se esgotou. Até a faísca do isqueiro do Simões acabou. Ficamos os dois perdidos na mata densa, sem iluminação e sem rumo. Meus óculos (usava na época) caíram e os perdi. Fiquei tateando no escuro. Perdi um sapato. Meu paletó rasgou. E o cinegrafista ainda tinha de carregar a pesada câmera e a cruzeta sem luz. Já eram sete e meia da noite quando avistamos um foco de luz. Aos trancos a barrancos chegamos a uma casinha, cujo dono nem sabia da queda do avião. Nos deu água de moringa com gosto de barro e nos levou por outra trilha até o pé do morro, de volta à base de onde saímos.
Marcos Peron/Virtual Photo
Serra do Japi ao fundo Uma vergonha só. Além do sabão dos bombeiros, ainda ficamos sabendo que haviam suspendido a busca até que surgisse a luz do dia. Para complicar, o sinal de transmissão da frequência modulada da rádio não pegava e não conseguimos gravar nada para a televisão. Fracasso total da missão.
Q
uando, já na estrada de volta, consegui contato com a rádio, estava acabando a Voz do Brasil e em seguida entraria o Projeto Minerva. Entre um programa e outro, ambos oficiais, obrigatórios, do governo, havia apenas um minuto de intervalo. Nem daria tempo de fazer um boletim. Ainda assim gravei e, do estúdio da rádio, o repórter Milton Parron o reproduziu em sua voz, devido à má qualidade da gravação. O avião foi encontrado; os passageiros estavam mortos, não havia dinheiro algum dentro
Durante muitos anos andei com uma lanterna no porta-malas do meu fusca. Peguei trauma de escuridão. dele (conforme boatos por ocasião do acidente), a TV ficou sem imagens e o meu relato sobre o acidente foi superado pelos fatos. Durante muitos anos andei com uma lanterna no porta-malas do meu fusca. Peguei trauma de escuridão, ainda mais mata adentro... E hoje em dia, qual Diógenes, de lanterna na mão, procuro honestidade, decência, dignidade em meu país – perdido na escuridão da mediocridade e da corrupção. E a Voz do Brasil está no ar até hoje. Excrescência. PAULO SAAB É JORNALISTA E ESCRITOR
Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, João de Scantimburgo, Marcel Solimeo Diretor-Responsável João de Scantimburgo (jscantimburgo@acsp.com.br) Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Edi tor-Chefe: José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br) Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br) Editores Seniores: Bob Jungmann (bob@dcomercio.com.br), Carlos de Oliveira (coliveira@dcomercio.com.br), chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), Estela Cangerana (ecangerana@dcomercio.com.br), Luciano de Carvalho Paço (luciano@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br), Luiz Antonio Maciel (maciel@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br) Editor de Fotografia: Alex Ribeiro Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Fernando Porto (fporto@dcomercio.com.br), Ricardo Ribas (rribas@dcomercio.com.br) e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br) Subeditores: Marcus Lopes e Rejane Aguiar Redatores: Adriana David, Eliana Haberli e Evelyn Schulke, Ricardo Osman, Tsuli Narimatsu Repórter Especial: Kleber Gutierrez (kgutierrez@dcomercio.com.br), .Repórteres: André de Almeida, Fátima Lourenço, Guilherme Calderazzo, Ivan Ventura, Karina Lignelli, Kelly Ferreira, Kety Shapazian, Lúcia Helena de Camargo, Mariana Missiaggia, Mário Tonocchi, Paula Cunha, , Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibelli, Rita Alves, Sandra Manfredini, Sílvia Pimentel, Vera Gomes e Wladimir Miranda. Gerente Executiva e de Publicidade Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações Valter Pereira de Souza (valter.pereira@dcomercio.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estado, Folhapress, Efe e Reuters Impressão OESP GRÁFICA S/A Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60
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ANÁLISE POLÍTICA SÉRIA PRESSUPÕE INFORMAÇÕES DE ALTO NIVEL E PROFUNDIDADE.
CREDIBILIDADE ZERO
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raticamente tudo o que se lê na mídia brasileira sob o rótulo de "análise política" não passa da elaboração apressada de fatos que o comentarista extraiu da própria mídia. É a imagem popular do mundo maquiada na linguagem do manual de redação. Nada mais. Não é uma coisa séria. É show business, é diversões públicas, é circo. Não existe para orientar o leitor, mas para mantê-lo satisfeito com um estado habitual de desorientação no qual ele se sente informadíssimo e repleto de certezas. Análise política séria supõe informações ao nível dos melhores serviços de inteligência, trabalhadas por uma consciência longamente adestrada na meditação da história, da filosofia e da ciência política. Isso está tão acima das possibilidades do comentarista vulgar que, confrontado com algo do gênero, o infeliz se sente perplexo ante o inusitado e reage com aquela típica irritação neurótica da burrice humilhada. Em tal circunstância, exclamações de "teoria da conspiração!" emergem da sua boca quase que por reflexo condicionado. Chamar uma ideia de "teoria da conspiração" não é refutá-la, é apenas xingá-la. Xingar é o que você faz quando chegou ao último limite da sua capacidade e não conseguiu nada. (Favor não confundir xingamento com palavrões humorísticos usados para fins de sátira nos momentos apropriados.)
D
iagnósticos de paranoia, de visão delirante, aos quais também muitos recorrem nessas ocasiões, só valem quando embasados em algum conhecimento de psicologia clínica, que invariavelmente falta a quem usa desses termos como descarga de um sentimento de in-
ferioridade insuportável. Não por coincidência, análises sérias, tão escassas nas páginas de política, não faltam naquele setor especializado do jornalismo que se dedica à economia e aos investimentos. É que o público dessa seção é exigente, conhece o assunto, paga bem e quer opiniões sólidas. Não se trata de um bando de sonsos em busca de alívio. Nenhum empresário ou investidor aceitaria como analista econômico um amador que tivesse como única ou predominante fonte de informações a própria mídia popular na q u a l e s c r eve. Mas o amador assim descrito é a própria definição do que se entende por "analista político" no Brasil. É um sujeito que não conhece os clássicos da filosofia política, não lê revistas científicas da sua área, não tem a menor ideia de como funcionam os serviços secretos dos diversos países, não pesquisa fontes de informação discretas, e, enfim, acredita que o mundo é realmente como sai na mídia. Pratica, em resumidas contas, aquilo que um jornalista de verdade, Rolf Kuntz, chamava de autofagia jornalística: escreve nos jornais aquilo que leu nos jornais. Quando digo que isso é "praticamente tudo", e não "tudo", é porque, descontados dois ou três sobreviventes do jornalismo às antigas, há ainda um segundo grupo de exceções notáveis: são os desinformantes profissionais ou agentes de influência. Pagos por organizações partidárias, por governos estrangeiros, por elites bilionárias ou por organizações revolucionárias internacionais
Análise política no Brasil não é coisa séria. É show business, é circo. O analista escreve no jornal aquilo que leu nos jornais.
(fontes que às vezes se mesclam e se confundem), mentem mais que a peste, mas mentem com método, segun-
do um plano racional, às vezes sofisticadíssimo, que o analista habilitado discerne nas entrelinhas e que é, por si, infor-
mação fidedigna, às vezes da mais alta qualidade. Esses profissionais da desconversa são raros, mas não inexistentes na mídia nacional. É preciso muita prática para distingui-los da massa dos seus papagaios e clones, que aceitam as mentiras deles por hábito e as repassam por automatismo. Quando uma informação falsa se tornou de domínio público, é quase impossível rastrearlhe a fonte, a qual só aparece, quando aparece, na rara hipótese de um agente arrependido dar com a língua nos dentes, quase sempre 30 ou 40 anos depois de a coisa ter perdido toda importância estratégica. A ocorrência desses casos permite medir a confiabilidade média do jornalismo político, quase matematicamente, pelo tempo decorrido entre o engodo inicial e o reconhecimento público do engano cometido quando o próprio autor da façanha, ou a revelação de documentos reservados, afinal fornece à classe jornalística os meios de corrigir-se. Por exemplo, a onda de pânico da mídia européia ante a "ameaça neonaz i s t a " n a A l em a n h a c e ssou quando, com a reunificação do país, os documentos da Stasi vieram à tona, mostrando que os principais movimentos neonazistas na Alemanha Ocidental e até mesmo alguns nas nações vizinhas eram fantoches criados e subsidiados
OLAVO DE CARVALHO pelo governo comunista da Alemanha Oriental para despistar operações de terrorismo e assassinatos políticos (o atentado ao Papa João Paulo II foi um caso típico: leiam The Time of the Assassins de Claire Sterling e Le KGB au Coeur du Vatican, de Pierre e Danièle de Villemarest).
E
no Brasil? Foi em 1973 que o ex-chefe da inteligência soviética no Rio de Janeiro, Ladislav Bittman, confessou ter sido, em 1964, o inventor e disseminador da lenda de que o golpe militar fora tramado e subsidiado pelo governo americano. Como, decorridos 28 anos da revelação, ninguém na mídia tupiniquim desse o menor sinal de desejar corrigir o engano geral, escrevi um artigo em Época para lembrar aos colegas que antes tarde do que nunca (v. http://www.olavode ca rv al ho .o rg /s em an a/ sugestao.htm). Mais 11 anos se passaram desde então – e até hoje a conversa de que "o golpe começou em Washington" ainda reaparece nos nossos "grandes jornais", a intervalos regulares, no tom de verdade consagrada. Credibilidade, neste país, é isso. OLAVO DE CARVALHO É ENSAÍSTA, JORNALISTA E PROFESSOR DE FILOSOFIA
NEIL
MINHA VIDA CORRE RISCO; CUT TENTA ME ASSASSINAR. U
correndo risco de morte
FERREIRA
Marcos Porto/Folhapress
ma coisa eu sei no meio desse monte de greves. A Constituição "Cidadã" de 88, que o lulopetismo lutou contra e expulsou seus "quadros" que votaram a favor, concedeu aos funcionários públicos o direito de greve, o que é legítimo; mas até hoje este não foi regulamentado, o que é um absurdo. Daí, a cumpanherada deitar e rolar. A greve da Anvisa é obrada pela CUT, que ameaçou obrar a mesma obra todos os dias, paralisando fábricas, transportes, portos, avenidas, tudo, como nunca antes "neçepaíz", se o Serra fosse eleito Presidente – não foi; sorte dele, azar nosso... Há atraentes teorias da conspiração para essa situação de guerrilha, que transforma o povo em refém dos servidores públicos. Curto muito essas teorias e quando tenho imaginação invento algumas. Mas voando hoje, de lamber os beiços, é o sindicalismo lulopetista querer amansar a Presidenta, cortando-lhe a crista, pois esta aparenta estar se descolando do seu Criador; 2014 é logo ali e seguindo as lições dos seus mentores, não quer largar o osso. É comum na história da humanidade a Criatura voltar-se contra o Criador. Como reação, os asseclas
do Criador cantam em uníssono na Praça dos Três Poderes o seu protesto, endereçado à Presidenta: "Você pagou com traição / A quem sempre te deu a mão.. (breque) Diz !." Ela não diz. Enfiam-lhe goela abaixo a cicuta que o seu partido sempre obrigou o povo a beber. Greves em serviços essenciais , sabe-se, são contra o povo. Criador e Criatura merecem a praga judaica: "Que cada um devore o outro e que os dois se engasguem" . Outra teoria conspiratória, de curto prazo, é o lulopetismodilmismo apostar no permanente estado de greve para distrair a atenção do "país dos mais de 80%" do julgamento do Mensalão, voltando a se preocupar com os "malfeitos" da Carminha e da Ritinha .
É
, porém, muita greve para pouco malefício; o julgamento do Mensalão já está decidido: 8 x 3 para a mensalerada . Essas teorias não me interessam nem um pouco. O que me interessa é o meu interesse pessoal; o que me interessa é o meu próprio umbigo, que por ser meu é o umbigo mais importante do mundo. Ao paralisar a Anvisa, a CUT paralisou a entrada no
camisa social também preta, uma Club Tie do meu clube em Baker Street, vizinho da pensão de Sherlock You Know Who, calço meus sapatos Saville Row, acomodo-me no caixão First Class, de madeira nobre, parte da devastação da Amazônia – que não me abala, já que morri e sigo em paz para o desconhecido.
M
Contêineres se acumulam nos portos devido à greve da Anvisa Brasil de componentes importados, essenciais para a fabricação de medicamentos de uso contínuo e obrigatório, cuja falta pode causar o risco de morte – morte dolorosa, pela falência de órgãos vitais. É o meu caso. Com essa greve da Anvisa, já há medicamentos em falta, inclusive os de que necessito. Minhas fontes bem informadas, as balconistas das farmácias, informam com
carinhas de pesar: "Com a greve, não recebemos os medicamentos". A CUT põe a minha vida em risco de morte. Tenho 69 anos, já sou mais velho que o meu avô, que nos deixou aos 60 anos, mas não desejo que a fila ande antes que chegue a minha vez, ainda por cima por obra da CUT . Se u Ômi Lá di Cima ô u Lá di Baixo me chamarem, ok, sem chance. Visto meu Armani preto "tenue de ville", coloco uma
as se a Cut continuar a paralisar a Anvisa, colocando minha vida em risco de morte, sua ação está capitulada no Código Penal: "Tentativa de Homicídio". O direito à vida é inalienável; sinto-me, com direito de sair dando tiro, como legítima defesa, em qualquer cutista de carteirinha que cruze o meu caminho, como corresponsável da ameaça de que estou sendo vítima. Não vai rolar. Não conheço cutista de carteirinha ao vivo nem sei atirar, sou legalista. Classe mérdia que sou, não tenho acesso aos escalões detentores das novíssimas fortunas, saídas "dus prano di incruzão" da cumpanherada . Não tenho revólver, não sei dar tiro e sou legalista: procuro um data venia disposto a iniciar o processo e a continuá-lo em caso de eu passar desta para melhor (ou pior?). Será contemplado no meu
testamento para que a batalha não se interrompa. Rezo para ser convidado por Deus, para ficar olhando lá de cima o Demo fritar uma frigideirada das partes carnudas mal passadas de sindicalistas, que merecem a punição. PS 1 : Duas Medalhas a mais em Londres custaram 100 milhões a mais do que em Pequim. A Prata no Futebol custou ter um jogador que ganha 3 milhões por mês. O Gari Sorriso e Pelé juntos, explodindo de felicidade na passarela, e Seo Jorge tirando Simonal do limbo, lá atirado pelos heroicos Ziraldo, Jaguar e turma do Pasquim, não têm preço. PS 2 : Medalha de Ouro de Maior Delegação: a da Presidenta, para curtir o show de Abertura, maior do que a da Dona Rainha e a dos Estados Unidos. PS 3 : Recebi com lágrimas nos olhos a homenagem que o COI me prestou, encerrando com 5 canções dos Beatles, a olografia de Fred Mercury e The Who ao vivíssimo no palco, cantando "Baba O´Riley", "Tommy" e "My Generation". Desejo que esses sindicalistas fritem nos quintos dos infernos. NEIL FERREIRA É PUBLICITÁRIO E SAI HOJE EXCEPCIONALMENTE.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
4
GibaUm
3 Para
quem pode: Ivete Sangalo lotou o Luna Park, em Buenos Aires, onde ingressos da pista premium custavam R$ 1.400.
gibaum@gibaum.com.br
k Todo mundo urina na piscina.
MICHAEL PHELPS // nadador americano, ganhador de três medalhas de ouro em Londres.
Foto: Paula Lima
Na campanha de Dilma Rousseff, com o então presidente Lula carregando sua candidata para cima e para baixo, em todos os cantos do país, em muitas regiões do interior, especialmente no Norte e Nordeste, a grande massa se referia a ela como Wilma e não era capaz de decorar seu sobrenome Rousseff. Agora, com Fernando Haddad, em São Paulo, acontece alguma coisa parecida: em bairros distantes e na periferia, ele é conhecido como Fernando Andrade. Nessas áreas, mesmo que o sobrenome do ex-ministro da Educação venha a ser digerido, exigir que o eleitorado saiba escrever Haddad só com milagre. 333
CONSELHO 333 A presidente Dilma Rousseff não pediu a Lula que entrasse, pessoalmente, na briga contra servidores públicos em greve. Só que tem conversado, regularmente, com o ex-chefe do Governo sobre a paralisação, que promete aumentar mais ainda. O expresidente, num encontro de dias atrás, repetiu um conselho já dado, há algum tempo, por Gilberto Carvalho, secretáriogeral da Presidência: “Não tem jeito. O governo e os empresários vão ter que ceder sem dar a impressão de que estão cedendo”. Pior: o governo não tem com quem negociar. Hoje, nem CUT, Força Sindical ou Conlutas, têm representatividade para segurar o descontrole dessas classes trabalhadoras.
Estourou no norte 333 As Empreguetes Cida (Isabelle Drummond), Rosário (Leandra Leal) e Penha (Taís Araujo) deverão se apresentar, dia 2 de setembro, no tradicional Brazilian Day, em Nova York. O show fará parte de cena que encerra a novela Cheias de Charme , retratando o triunfo do grupo musical. O evento comemora a independência fora do Brasil, é transmitindo pela Globo Internacional para 12 países e também se apresentarão lá a dupla Jorge e Mateus e o cantor Latino que, no passado, teve seu visto negado porque, quando era desconhecido, viveu um período ilegalmente nos Estados Unidos.
QUEM SABE 333 Um dos mais conhecidos fotógrafos brasileiros, Luiz Garrido, inaugura dia 28, na Galeria Tempo, em Copacabana, no Rio, a mostra Nudes, onde modelos profissionais foram registradas sem roupa. “Diante de uma mulher nua, você tem que pensar numa escultura. Pensar na posição da luz, na medição do fotômetro, nas formas, no foco. Se pensar naquilo , se ferra!” Luiz Garrido confessa que tem muita vontade de fotografar Dilma Rousseff ou outro personagem político no cenário brasileiro sem roupa. “Com a luz bem colocada e um pouco de photoshop , vale tudo”.
Lilia Cabral (na primeira foto à esquerda com a filha Giulia e o marido Iwan Figueiredo), cujo personagem Griselda (ou Pereirão) da novela Fina Estampa virou símbolo de conquistas femininas e até capa de revistas semanais, acaba de estrear em São Paulo, no Teatro Faap, a peça Maria do Caritó, de Newton Moreno, com direção de João Fonseca. No elenco, antigos colegas de Lilia da Escola de Arte Dramática. Maria do Caritó é solteira, quase cinquentona e virgem por conta de uma promessa do pai a São Djalminha. Também lá, na platéia, na noite de estréia, da segunda foto à esquerda para a direita, Gabriela Alves, Paloma Bernardi e Mariana Weickert.
3 MAIS:
Madonna também vai se apresentar no estádio, em dezembro e os mesmos ingressos custam cerca de R$ 610.
Periguete amada Nove entre dez estilistas de bom gosto consideram os figurinos de Fátima Bernardes e Patrícia Poeta um tanto cafonas. No caso da âncora do Jornal Nacional , colabora para o modelito, penteado e comprimento de seus cabelos. Só que nos telefonemas das brasileiras para a Central Globo de Atendimento, até uma medonha saia plissada de Fátima ganhou importância. Por outro lado, o que a periguete Suelen (Isis Valverde) usa na novela Avenida Brasil quase vira lei para a mulherada, cachorra ou não. 333
333
A noite de Lilia
333 Uma melhor análise de quanto o país gasta com servidores públicos e de suas vantagens, indica que o Brasil é, praticamente, refém da categoria. Não existe legislação sobre greve de servidores e essas longas paralisações são remuneradas. Na esfera judicial cada juiz decide de acordo com sua interpretação e cortar o ponto deles é quase impossível. O servidor público é o único trabalhador que pode entrar na justiça contra o patrão (governo) e continuar trabalhando normalmente, sem nenhuma punição. No ano passado, servidores públicos federais tiveram uma média salarial mensal de R$ 8.037,12, enquanto trabalhadores de empresas privadas tiveram uma média de R$ 1.650,00 (79,47% menor). De 2002 a 2010, o custo total do pessoal da União aumentou de R$ 75 bilhões para R$ 183,3 bilhões. Em 2011, o custo total da União saltou para R$ 197,4 bilhões.
Refém dos servidores
INSPIRAÇÃO A rede de lojas Marisa acaba de colocar no ar sua nova campanha da coleção primavera-verão 2013. O anúncio é inspirado no escândalo do vazamento das fotos intimas de Carolina Dieckmann, que aconteceu em maio. Na propaganda, uma modelo, loura como Carolina, vai tirando as peças da nova coleção e vai também batendo fotos do strip-tease com seu telefone celular, assim como aconteceu com a atriz. 333
MISTURA FINA ENQUANTO falsos índios com adereços luminosos davam o ar da graça nos oito minutos de Brasil na festa de encerramento dos Jogos Olímpicos de Londres, a população indígena voltou a crescer, segundo o IBGE. Agora, são 896,9 mil pessoas, de 305 etnias, que falam 274 línguas.
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A PRESIDENTE Dilma Rousseff deverá mesmo sancionar a emenda que isenta de impostos a cesta básica. A isenção foi incluída pelo PSDB na MP 563 de estimulo à economia. Os tucanos trabalharam pela aprovação e sonhavam em capitalizar em cima, apostando que, em ano eleitoral, Dilma vetaria a medida. Nem só vai sancionar, como igualmente deverá faturar politicamente em cima.
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333 Quando a irmã Penépole estava grávida, Monica Cruz foi sua substituta na seqüência de Piratas do Caribe: ela estudou na The Royal Academy of the Dance não apenas balê, mas especialmente flamenco. Monica, Penélope e o irmão Eduardo Cruz, cantor, nasceram e foram criados no bairro de Alcobendas, subúrbio da classe operária ao norte de Madri. Em 2005, ela começou a pensar em sua carreira de atriz, estreando em Un Paso Adelante, na TV espanhola. Agora, é a nova contratada da marca de lingerie Agent Provocateur, onde sucede Kate Moss.
Irmã de peixe
Fé e superstição 333 A mulher do técnico José Roberto Guimarães, que pilotou o bicampeonato da seleção feminina de vôlei em Londres, faz promessas: em 2008, prometeu que levaria o marido a fazer o caminho de Santiago de Compostela e ele foi pagar. Antes do jogo final, ela passou três horas e meia numa igreja. José Roberto, cujo contrato com a seleção feminina de vôlei terminou e tem lá suas superstições. Em Barcelona, passou a mão na corcunda de um garçom e garante que deu sorte. Nesses Jogos, sua credencial não passava no scanner da Vila. “Fiquei maluco”. Um auxiliar deu um pin do Brasil e ele presenteou outro corcunda (e aproveitou para passar a mão).
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Lembrando Wilma
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h IN Periguete.
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Patricinha.
Marisa na vice Quem diria: além do filho Marcos Lula, o Lulinha, candidato a vereador em São Bernardo do Campo, quase que Marisa Letícia topa sair na vice do prefeito Luis Marinho, do PT, que concorre à reeleição na mesma cidade. O cantor Frank Aguiar, que foi vice de Marinho, não quer saber mais de política. Na época da eleição do ex-ministro e ex-presidente da CUT em São Bernardo, o cãozinho do teclado ajudou a puxar votos. Detalhe: Lula até ia topar. Marinho é seu candidato do coração ao governo de São Paulo em 2014 e quem sabe, a idéia de Marisa Letícia na vice acabe decolando. 333
OS EX-empregados da Rede TV! não mandaram emails de congratulações porque Amilcare Dallevo, dono da emissora, acaba de receber a medalha da Ordem do Mérito Trabalhista do Tribunal Superior do Trabalho.
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NESSAS conversas sobre greve que tem mantido com Dilma Rousseff, o ex-presidente Lula não esconde que se surpreende com as novas manifestações paredistas que chegam a aglutinar muito mais do que 12 mil pessoas, só para começo de conversa, em todo o país. É pouco diante de uma população de 190 milhões de brasileiros, mas Lula lembra que, em seus tempos de líder sindical, quando subia numa Kombi para discursar, conseguia reunir, no máximo, de 500 a 800 metalúrgicos. 333
DIA 19, no teatro da Hebraica, em São Paulo, três jornalistas participarão do evento Papo de Redação, que será transmitido via internet: Caio Blinder (Manhattan Connection), Diogo Mainardi, escritor, produtor e ex-colunista de Veja e Reynaldo Azevedo (Veja.com ) discutirão temas como Primavera Árabe, Israel, eleições nos Estados Unidos e antissemitismo. 333
Colaboração: Paula Rodrigues / A.Favero
CHARGE DO DIA
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5 LULA NO CASO Advogado de Jefferson garante: Lula é responsável pelo Mensalão.
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CAIXA 2 Advogados sustentam que dinheiro financiou campanhas.
Ed Ferreira/AE
Advogado acusa: Lula sabia de tudo. E pede processo contra ele. Defensor de Roberto Jefferson diz que o então presidente foi o mandante do esquema e prevê "festival de absolvições"
O
Luiz Francisco Corrêa Barbosa: na defesa, sustenta que foi Lula quem ordenou o Mensalão.
Para defesa, MP impede punição.
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advogado Luiz Francisco Corrêa Barbosa disse ontem, no intervalo da defesa oral de Roberto Jefferson no processo do Mensalão, no Supremo Tribunal Federal (STF), que brincara com seu cliente, dizendo-lhe que continuaria visitando-o, só que na cadeia. Barbosa se disse "seguro da absolvição de Roberto Jefferson" e afirmou que tivera uma conversa descontraída com o cliente, antes de falar em seu nome no STF. "Eu tive uma conversa com ele e falei para o Roberto Jefferson: vou te
levar cigarro na cadeia. Você vai ter uma bela cela em Bangu 8 e já arrumei pra você visitas íntimas trimestrais", disse de forma descontraída o advogado durante o intervalo da sessão no Supremo. Em sua exposição, Luiz Fernando Corrêa Barbosa criticou o trabalho do Ministério Público Federal e disse que não há como haver condenação porque o mandante do crime, que seria o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, está fora da ação penal. Ao chegar ao prédio do Supremo, para defender o ex-deputado cassado e
atual presidente do PTB, Barbosa disse que Jefferson assistiria à sua defesa "na frente da TV, comendo pipoca". Na semana passada, Jefferson, 59 anos, foi submetido a uma complexa cirurgia para a retirada de um tumor no pâncreas, que atingiu também outros órgãos a partir de um foco maligno. Convalescente, o presidente do PTB se recolheu e não tem dado mais entrevistas a respeito do caso e também não se manifestou sobre o andamento e os rumos do julgamento. (AE)
advogado Luiz Fernando Corrêa Barbosa afirmou ontem que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva era o mandante do esquema conhecido como Mensalão e pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que abra processo contra ele. Barbosa defende na Corte o ex-deputado e atual presidente do PTB, Roberto Jefferson, no processo, ou Ação Penal 470 . Barbosa destacou que três ex-ministros são réus – José Dirceu, Luiz Gushiken e Anderson Adauto –, mas ressaltou que eram apenas assessores. "Ele (Lula) é safo, doutor honoris causa e não só sabia como ordenou o desencadeamento de tudo que essa ação penal discute aqui. Aqueles ministros eram só auxiliares". O advogado citou a exposição de Roberto Gurgel, procurador-geral da República, de que o esquema ocorria no Palácio do Planalto. Para o advogado, dizer que Lula não sabia é uma ofensa ao ex-presidente. "Claro que sua excelência (Gurgel) não pode afirmar que o presidente da República fosse um pateta, um deficiente, que sob suas barbas estivesse acontecendo tenebrosas transações e ele não soubesse nada", disse o advogado. Barbosa destacou que Jefferson contou a Lula sobre o esquema e disse que ele não tomou nenhuma medida para investigá-lo. Destacou que uma certidão emitida pela en-
tão chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, atual presidente da República, dava conta de que nenhum procedimento foi aberto a mando de Lula. O advogado afirmou que as provas apresentadas pela PGR são fracas porque o "mandante" ficou de fora e previu um "festival de absolvições". Ressaltou que Lula responde a uma ação civil pública relativa
Mensalão As provas apresentadas pela PGR são fracas porque o mandante (Lula) ficou de fora (do processo do Mensalão). LUIZ FERNANDO BARBOSA a uma suposta ação em favor do banco BMG para a concessão de crédito consignado a aposentados e pensionistas. De acordo com Barbosa, um decreto presidencial de Lula que autorizou bancos privados a darem crédito consigna-
do beneficiou os bancos BMG e Rural, envolvidos no esquema do Mensalão. "A Caixa tem 2.289 agências. O BMG, ao tempo desse decreto, tinha 14. No período de um ano, o BMG fez cinco vezes mais negócios de crédito consignado do que a Caixa. Logo em seguida, deu empréstimos ao PT. Precisa mais?", perguntou o advogado. O defensor de Jefferson pediu que a ação penal do Mensalão seja convertida em diligência para que Lula seja investigado ou que se abra outro processo contra o ex-presidente. "Não é possível que um escândalo dessa dimensão passe lotado por essa Suprema Corte. Normas há, e essa decisão se pede". Por meio da assessoria de imprensa, Lula informou que não se manifestaria sobre as acusações de Barbosa. Já o líder do PT na Câmara, Jilmar Tatto, respondeu a Barbosa, ao dizer que a acusação "é defesa de cliente falido politicamente, cassado. É o fim de carreira de Roberto Jefferson". Melhor testemunha – Barbosa afirmou que seu cliente foi denunciado para ser silenciado. "Jefferson é acusado só para não abrir aquela boca enorme". Para ele, Jefferson seria a "melhor testemunha do escândalo". Ele é réu por lavagem de dinheiro e corrupção passiva por receber R$ 4 milhões do PT. Para o MP, era dinheiro para comprar apoio. Para a defesa, custear campanhas políticas. (Agências) Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr
Bispo usou dinheiro para campanhas políticas, argumenta defesa.
O
advogado do ex-deputado Bispo Rodrigues (PL, atual PR), Bruno Alves Pereira de Mascarenhas Braga, afirmou ontem, no Supremo Tribunal Federal (STF), que seu cliente teria usado os R$ 150 mil que recebeu de dirigentes do PT para quitar dívidas assumidas no final da da campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o Ministério Público, Bispo Rodrigues recebeu dinheiro do "valerioduto" para votar a favor do governo no Congresso. Usou para isso, segundo o MP, o motorista de outro parlamentar para sacar os recursos na "boca do caixa". "[O dinheiro tinha] destinação absolutamente diferente daquela imaginada e sustentada pela acusação. O valor de R$ 150 mil foi exclusivamente para o pagamento dos gastos com a campanha presidencial de 2002", defendeu Braga. À época, o antigo PL (atual PR) estava coligado ao PT, e era o partido do então candidato a vice-presidente José Alencar. Entre as despesas que teriam sido pagas com o recurso, o defensor relatou gastos com militantes, folhetos e santinhos na campanha. Braga enfatizou que Bispo Rodrigues nunca negou ter recebido o dinheiro. No entanto,
ele rechaça que os valores tenham sido oriundos do "valerioduto", e sim do PT. Romeu Queiroz – Também na sessão de ontem do julgamento do Mensalão o advogado Ronaldo Garcia Dias, que defende o ex-deputado Romeu Queiroz, que seu cliente só resolveu demandas internas do PTB ao pedir a um aliado para receber recursos de agências de Marcos Valério. Segundo a defesa, os recursos foram repassados para a direção nacional do PTB e não teriam nenhuma relação com votações no Congresso. "Ele foi resolver uma demanda do partido. Esses valores, em absoluto, não passaram pelo parlamentar, mas pelo dirigente partidário", disse Dias. Dias afirmou que três saques que teriam ocorrido por intermediação de Queiroz tiveram como destinação final a presidência do partido, ocupada por José Carlos Martinez, na primeira ocasião, e por Roberto Jefferson nas outras duas. Disse ainda que outro recurso sacado por outro auxiliar era na verdade uma doação por meio de caixa dois feita pela Usiminas, usando uma agência de Marcos Valério. Enfatizou que nesse caso na própria agência bancária já foram feitas transferências ele-
Bruno Alves Pereira, advogado do ex-deputado Bispo Rodrigues: garantia de que o valor de R$ 150 mil veio do PT, e não do "valerioduto", e foi usado para o pagamento dos gastos com a disputa eleitoral.
trônicas para candidatos a vereador e prefeitos pelo partido em cidades mineiras. Ele destacou que Queiroz foi absolvido no julgamento político a que foi submetido na Câmara dos Deputados. Pediu também que a conduta do cliente seja analisada de forma individualizada, sem que os ministros se deixassem levar por relações feitas pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel. Palmieri – No mesmo rito de alegar inocência para seu cliente, o advogado Itapuã Prestes de Messias, disse on-
tem no STF, em defesa de Emerson Palmieri, da direção do PTB e também réu no processo do Mensalão, que ele não tinha conhecimento dos repasses dos quais é acusado de intermediar. Além disso, Messias afirmou que houve uma confusão por parte do MP entre Mensalão e financiamento de campanha política. A defesa de Palmieri admite que o réu guardou milhões de reais entregues pelo publicitário Marcos Valério em um cofre no PTB, mas que desconhecia a origem ilícita do dinheiro. Acreditava que o dinheiro era
colaboração do PT para o financiamento de campanhas de vários petebistas. Palmieri é acusado de intermediar a compra de apoio político entre PTB e PT e responde pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele pode ser condenado de sete a 40 anos de prisão. Atualmente, ocupa o cargo de primeiro-secretário do PTB. José Borba – A defesa do prefeito de Jandaia do Sul (PR) e ex-deputado José Borba (PP) apostou em ataques ao trabalho do Ministério Público Federal no oitavo dia de julgamento
do mensalão no STF. Segundo o advogado Inocêncio Mártires Coelho, "os textos do Ministério Público estão cheios de furos e esparadrapos". De acordo com a denúncia, Borba recebeu R$ 200 mil do "valerioduto" para votar a favor do governo Lula no Congresso. Ele é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Coelho sustentou que não há provas contra seu cliente. (Agências) Mais sobre o Mensalão? Leia na página 6.
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As pesquisas eleitorais até agora mostram, como já disse, um sinal de alerta ao PT. José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil.
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Pedro Ladeira/Frame/Folhapress - 13.08.12
O enredo saiu da linha
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á na sessão de sexta-feira, os advogados defensores de três dos réus do Mensalão, Valdemar Costa Neto, Jacinto Lamas e Antonio Lamas, do antigo PL, atual PR, haviam citado em suas perorações jurídicas o ex-presidente Lula, sob a presidência ocorreram os fatos em julgamento. Mas foram referências leves. Ontem, como era esperado, pois em parte estava anunciado, mas em um tom acima do que se imaginava, o defensor do ex-deputado Roberto Jefferson, estopim de toda essa história, o penalista Luiz Francisco Corrêa Barbosa tentou colocar o ex-presidente da República no centro da rodada. Como já havia feito seu patrocinado em outras ocasiões e ele mesmo havia tentado durante o desenrolar das investigações e do andamento da denúncia, defendeu a inclusão de Lula no processo. Alegou, com uma ironia um tanto quanto desrespeitosa, que o expresidente não é um "pateta", pelo contrário, é "safo", "doutor honoris" e, portanto, não só sabia de tudo, bem como, chefe do governo, ordenou que as coisas fossem feitas daquela maneira. A defesa foi ataque sem direito a conta-ataques. Como Barbosa não falou sem anuência do cliente, infere-se que Jefferson ainda é fio desencapado. Jefferson e seu defensor, jogaram também no meio da liça, com uma virulência maior ainda do que a dirigida contra Lula, e sem nenhuma ironia, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, a quem acusaram de negligência, incompetência e coisas mais pesadas.
JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA Impossível imaginar que as perorações do causídico a serviço de Jefferson comovam os experientes ministros da Suprema Corte. São temas paralelos, desimportantes para a chamada formação da convicção dos julgadores. Mas dá o tom do clima político que, definitivamente, se formou em torno do julgamento. Nem todos os defensores seguem o roteiro de negar a existência do Mensalão e pôr em dúvidas as provas citadas pelo procuradorgeral em sua acusação. Este era e continua sendo o temor maior dos estrategistas das defesas. O bater de cabeça entre eles e alguns casos de franco atiradores entre os réus. Há sinais de que Marcos Valério, por exemplo, está infeliz inquieto. E ainda há mais oito defesas, entre elas a de Duda Medonça, o publicitário responsável pelo momento mais tenso da CPI dos Correios, origem das denúncias, quando admitiu ter recebido em dólares, em conta no exterior, o pagamento pelos serviços prestados na campanha eleitoral de Lula em 2002.
Finalmentes: previsão de que o relator do processo, ministro Joaquim Barbosa (ao centro), anuncie sua conclusão.
Julgamento entra na reta final esta semana Depois de ouvir mais 13 advogados de réus do processo, ministros Supremo começam a declarar seus votos.
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pós duas semanas, o julgamento do Mensalão entra na reta final esta semana, com o início dos votos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A previsão é que a partir de quarta ou quinta-feira o relator do processo, Joaquim Barbosa, comece a votar pela condenação ou absolvição dos 38 réus. Antes, o colegiado vai ouvir as sustentações orais de 13 advogados de acusados na ação penal. Até agora, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, e defensores de 25 réus fizeram suas sustentações orais. Gurgel pediu a condenação dos 36 réus que acusou e cobrou a prisão imediata. Gurgel disse que obteve "todas as provas possíveis" e que "o escândalo aconteceu entre quatro paredes no Palácio do Planalto", em referência ao ex-ministro José Dirceu. "O Mi-
nistério Público só não conse- petista Delúbio Soares conguiu provas impossíveis". fessou ter feito caixa dois, um Até agora, os advogados crime já prescrito, mas não se dos réus rejeitaram a existên- envolveu em corrupção. cia do Mensalão, admitiram Já os políticos beneficiários apenas que seus clientes re- do esquema disseram, por ceberam remeio dos adcursos "não vogados, que c o nt a b i li z as ó r e c e b ed o s " d o e sram ajuda do O escândalo q u e m a M a rPT para quiaconteceu entre as c o s V a l étar dívidas rio/Delúbio eleitorais. quatro paredes S o a r e s e O ex-diredentro do Palácio tr ans fe rir am tor de markedo Planalto. O MP responsabiliting do Banco só não conseguiu dades. do Brasil Henprovas impossíveis. rique PizzolaA defesa do ex-ministro to, donos de ROBERTO GURGEL da Casa Civil corretoras José Dirceu envolvidas afirmou que ele não participa- no esquema e ex-dirigentes va da vida partidária na época do Banco Rural ressaltaram, do Mensalão. A do ex-presi- de maneira geral, a legalidade dente do PT José Genoino dis- das operações que fizeram. se que ele não cuidava da adNo caso de Pizzolato, a defeministração das finanças par- sa negou o uso de dinheiro pútidárias. E a do ex-tesoureiro blico e, no caso dos dirigentes
do Rural, defendeu que os empréstimos eram legais e não fictícios – como acusa o Ministério Público. Apontou ainda o ex-vice-presidente do banco José Augusto Dumont como responsável pelo acerto inicial das transações. Dumont morreu em abril de 2004. O outro atrativo dessa semana é Antonio Carlos de Almeida Castro, Kakay, que defenderá o publicitário Duda Mendonça, na quarta-feira. E a grande dúvida entre os ministros é a participação do ministro Cezar Peluso na votação. Ele se aposenta em 3 de setembro, quando faz 70 anos. Advogados avaliam que não haverá tempo para o ministro votar. Ele é o 7º dos 11. O presidente do Supremo, Ayres Britto, trabalha nos bastidores para, se preciso, fazer sessões extras e garantir o voto de Peluso ou aceitar o pedido de antecipção do voto dele. (AE)
Isolado, Dirceu usa internet para participar de campanhas Recolhido, ex-ministro aconselha, avalia e critica candidatos adversários do PT .
CICLO DE DEBATES COM OS CANDIDATOS A PREFEITO DE SÃO PAULO Dia: 20 de agosto de 2012, segunda-feira
SONINHA FRANCINE Coligação “Um sinal verde para São Paulo”
I
solado e quieto em sua casa em Vinhedo, desde que começou o julgamento do Mensalão, José Dirceu tem usado a internet para participar das campanhas eleitorais avaliando cenários, orientando estratégias e disparando contra adversários. Ontem, afirmou que "a oito do início do horário de propaganda gratuita no rádio e TV, a campanha eleitoral deslancha paulatinamente no Brasil, mesmo que não esteja, ainda, no ritmo ideal" e que "dá para acelerar mais, melhorar a performance dos nossos candidatos nas pesquisas, sejam os aliados, sejam os do PT." "As pesquisas eleitorais até
agora mostram, como eu disse semana passada, um sinal de alerta ao PT", afirmou Dirceu, que tem um acordo com seu advogado de não dar entrevistas até o final do julgamento do Mensalão. Desde que se recolheu, dia 2, Dirceu avaliou o desempenho e as estratégias de campanha dos candidatos do PT no Nordeste, orientou as coordenações de candidaturas em todo Brasil a apresentarem os programas de governo antes do dia 21, quando começa a propaganda na TV e rádio, citou os cenários eleitorais de São Paulo e Belo Horizonte como exemplo, comemorou a entrada do ex-presidente Lula
na corrida sucessória e comentou o primeiro debate dos candidatos. De quebra, disparou contra os adversários Celso Russomanno e José Serra. Blog do Noblat – Em nota publicada no dia 11, o jornalista Ricardo Noblat relata, em seu blog, o seguinte episódio, comentado por Reinaldo Azevedo, de Veja online. "Saía ele de uma festa, em Brasília, quando, disse, foi colhido por uma metralhadora de impropérios disparados por José Antonio Dias Toffoli, ministro do STF". Toffoli teria dito que Noblat, criticara o blog de Dirceu". Essa teria sido a causa da saraivada de palavrões proferida pelo ministro. (Agências)
Andre Dusek/AE - 19.11.10
PPS – Partido Popular Socialista PMN – Partido da Mobilização Nacional
Local: Associação Comercial de São Paulo - ACSP Rua Boa Vista, 51 - 9º andar - Centro - SP Horário: 17 horas Assista ao vivo no site: www.acsp.com.br (clique no banner WebTV ACSP)
Em vez de falar, José Dirceu escreve. Ele avaliou, por exemplo, o desempenho e as estratégias de campanha do PT no Nordeste.
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Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários Empresa da Organização Bradesco CNPJ 61.855.045/0001-32 Sede: Av. Paulista, 1.450 - 7º Andar - Bela Vista - São Paulo - SP
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis do semestre findo em 30 de junho de 2012, da Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários (Bradesco Corretora), de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Estruturada para atender clientes locais e estrangeiros, a Bradesco Corretora destaca-se como uma das mais atuantes do mercado brasileiro, com significativa participação nos mercados de ações e futuros. Apresentou, no mercado de ações, marcante crescimento em operações pela Internet (Bradesco Home Broker). A Bradesco Corretora conquistou todos os quatro selos de Programa de Qualificação Operacional (PQO) da BM&FBOVESPA, no segmento Bovespa, totalizando 100% da certificação, considerando as conquistas obtidas dos cinco selos dos segmentos BM&F. A Bradesco Corretora oferece a seus clientes um serviço completo de análise de investimento com cobertura dos principais setores e empresas do mercado brasileiro. Nossa equipe de vinte e oito analistas é composta por especialistas setoriais (analistas seniores e assistentes), que divulgam suas opiniões aos clientes de modo equitativo, por meio de relatórios de acompanhamento e guias de ações, com ampla base de projeções e múltiplos de comparação. A Bradesco Corretora também possui uma equipe própria de economistas dedicada às demandas específicas dos clientes, focado no mercado de ações. São enviados mais de 500 relatórios mensalmente, em português e inglês, para os mais importantes investidores nos EUA, Europa e Ásia, além do Brasil. A Bradesco Corretora também coloca à disposição de seus clientes o Programa Tesouro Direto, que permite ao investidor pessoa física adquirir Títulos Públicos Federais pela Internet, sendo necessário apenas o cadastro no site www.bradesco.com.br, seção Investimentos. Com mais de 40 anos de tradição e eficiência no mercado de capitais, a Bradesco Corretora também foi a primeira no mercado a colocar à disposição de seus clientes o DMA - Direct Market Access (Acesso Direto ao Mercado). O DMA é um serviço pioneiro de roteamento de ordens pelo computador, que permite ao cliente investidor realizar operações de compra e venda de ativos diretamente nos mercados da BM&FBOVESPA, com toda comodidade e segurança, sem sair de sua casa ou escritório. Em sua área de varejo, deu sequência ao processo de qualificação do atendimento aos clientes, pessoa física, interessados em produto de Renda Variável, promovendo treinamento de pessoal e investimentos nos sistemas que subsidiam as suas atividades. Possui 16 Salas de Ações distribuídas pelo território nacional, criadas especialmente para orientar os clientes interessados em realizar compra e venda de ações.
As atividades internacionais, conduzidas por meio das mesas de operações de Nova York e Londres, apresentaram aumento significativo no número de clientes institucionais ativos, configurando um incremento na participação de mercado do Bradesco junto aos investidores globais. Desenvolvemos uma intensa agenda de Road Shows com analistas e com empresas de capital aberto, organizando reuniões com investidores institucionais nos principais centros financeiros dos Estados Unidos e Europa, incluindo Nova York, Boston, Washington, Chicago, Los Angeles, Londres, Edimburgo, Frankfurt e Paris. No encerramento do 1º semestre de 2012, a Bradesco Corretora ficou na 17ª posição do ranking dos mercados de renda variável da BM&FBovespa, dentre as 92 corretoras participantes. No período, a Corretora atendeu 34.522 investidores e executou 1.423.597 ordens de compra e venda de ações, o que resultou em um volume financeiro de R$ 38,028 bilhões. Observamos que os novos investidores demonstram, cada vez mais, interesse em conhecer o mercado de ações e a Internet é o principal e mais prático canal de acesso a este mercado, com menor custo. O Bradesco Home Broker, que permite ao cliente a compra e venda de ações pela Internet, obteve a cifra de R$ 5,323 bilhões em volume negociado no Mercado à Vista da BM&FBovespa no acumulado do 1º semestre de 2012, com o total de 1.822.060 ordens recebidas. Destas, 471.319 foram executadas, ocupando a 15ª posição do ranking anual das corretoras Home Broker nos mercados da BM&FBovespa. Em junho de 2012, a base de clientes registrada foi de 247.442 internautas, com evolução de 3,30% em relação ao período anterior, representando 7.900 novos cadastros. Nesse mesmo período, a Mesa de Operações atendeu 47.682 ligações telefônicas, efetuou 5.487 contatos por meio do Chat e respondeu 26.803 e-mails. No semestre, a Bradesco Corretora negociou 8.527.476 contratos nos mercados futuros da BM&FBovespa, com volume financeiro de R$ 798,018 bilhões, classificando-se na 14ª posição do ranking financeiro das 61 corretoras participantes. O Lucro Líquido acumulado do 1º semestre somou R$ 33,387 milhões, registrando Patrimônio Líquido de R$ 500,002 milhões, equivalente a 41,2% dos Ativos Totais, que somaram R$ 1,214 bilhão. Agradecemos aos nossos clientes pelo apoio e confiança e aos nossos funcionários e colaboradores pela dedicação ao trabalho. São Paulo, SP, 13 de agosto de 2012. Diretoria
BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil ATIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... DISPONIBILIDADES (Nota 4) ....................................................................................................................... APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ (Nota 5a) .................................................................... Aplicações no Mercado Aberto ..................................................................................................................... TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 6a) ....... Carteira Própria ............................................................................................................................................. Vinculados à Prestação de Garantias ........................................................................................................... OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Negociação e Intermediação de Valores (Nota 7) ......................................................................................... Rendas a Receber (Nota 8a)......................................................................................................................... Diversos (Nota 8b)......................................................................................................................................... Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa........................................................................................... OUTROS VALORES E BENS........................................................................................................................ Despesas Antecipadas..................................................................................................................................
2012 914.423 534 248.816 248.816 308.279 273.859 34.420 356.628 335.922 12.591 9.710 (1.595) 166 166
2011 631.363 503 230.380 230.380 156.478 156.478 243.903 225.000 11.999 9.152 (2.248) 99 99
REALIZÁVEL A LONGO PRAZO................................................................................................................. TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 6a) ....... Carteira Própria ............................................................................................................................................. Vinculados à Prestação de Garantias ........................................................................................................... OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Diversos (Nota 8b).........................................................................................................................................
259.891 216.047 216.047 43.844 43.844
262.718 225.910 736 225.174 36.808 36.808
PERMANENTE ............................................................................................................................................. INVESTIMENTOS (Nota 9) ........................................................................................................................... Participações em Coligadas: - No País........................................................................................................................................................ Outros Investimentos..................................................................................................................................... Provisões para Perdas .................................................................................................................................. IMOBILIZADO DE USO (Nota 10)................................................................................................................. Outras Imobilizações de Uso......................................................................................................................... Depreciações Acumuladas............................................................................................................................ DIFERIDO (Nota 11) ..................................................................................................................................... Gastos de Organização e Expansão............................................................................................................. Amortização Acumulada ............................................................................................................................... INTANGÍVEL (Nota 12).................................................................................................................................. Ativos Intangíveis........................................................................................................................................... Amortização Acumulada ...............................................................................................................................
39.957 32.657
38.828 32.297
11.371 23.345 (2.059) 2.675 6.677 (4.002) 103 2.446 (2.343) 4.522 5.664 (1.142)
10.605 23.751 (2.059) 3.108 6.547 (3.439) 253 2.447 (2.194) 3.170 3.742 (572)
TOTAL ...........................................................................................................................................................
1.214.271
932.909
PASSIVO CIRCULANTE ...............................................................................................................................................
2012 676.969
2011 475.131
OUTRAS OBRIGAÇÕES.............................................................................................................................. Sociais e Estatutárias .................................................................................................................................... Fiscais e Previdenciárias (Nota 14a)............................................................................................................. Negociação e Intermediação de Valores (Nota 7) ......................................................................................... Diversas (Nota 14b).......................................................................................................................................
676.969 951 16.688 634.029 25.301
475.131 1.119 15.733 435.817 22.462
EXIGÍVEL A LONGO PRAZO....................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 14a)............................................................................................................. Diversas (Nota 14b).......................................................................................................................................
37.300 37.300 35.133 2.167
29.638 29.638 28.426 1.212
PATRIMÔNIO LÍQUIDO (Nota 15) ................................................................................................................ Capital: - De Domiciliados no País ............................................................................................................................. Reservas de Lucros....................................................................................................................................... Ajustes de Avaliação Patrimonial...................................................................................................................
500.002
428.140
234.000 265.818 184
201.000 227.204 (64)
TOTAL ...........................................................................................................................................................
1.214.271
932.909
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil 2012 RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ........................................................................................ Operações de Crédito ................................................................................................................................... Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários (Nota 6b) ......................................................... Resultado com Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 6b) .................................................................. DESPESAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ...................................................................................... Operações de Empréstimos e Repasses ...................................................................................................... Reversão de Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa ..................................................................... RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA....................................................................... OUTRAS RECEITAS/(DESPESAS) OPERACIONAIS................................................................................. Receitas de Prestação de Serviços (Nota 16) .............................................................................................. Rendas de Tarifas Bancárias (Nota 16)......................................................................................................... Despesas de Pessoal (Nota 17) .................................................................................................................... Outras Despesas Administrativas (Nota 18).................................................................................................. Despesas Tributárias (Nota 19) ..................................................................................................................... Resultado de Participações em Coligadas (Nota 9a).................................................................................... Outras Receitas Operacionais (Nota 20)....................................................................................................... Outras Despesas Operacionais (Nota 21)..................................................................................................... RESULTADO OPERACIONAL ..................................................................................................................... RESULTADO NÃO OPERACIONAL (Nota 22) ............................................................................................ RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO ...................................................................... IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (Nota 24a e b) ........................................................... LUCRO LÍQUIDO..........................................................................................................................................
34.461 478 34.257 (274) 122 226 (104) 34.339 17.173 48.617 22.990 (22.728) (27.501) (8.538) 353 6.026 (2.046) 51.512 (3) 51.509 (18.122) 33.387
Número de ações (Nota 15a) ........................................................................................................................ Lucro por lote de mil ações em R$................................................................................................................
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Em Reais mil 2011
485.274.572 68,80
31.709 80 31.819 (190) 469 469 31.240 13.514 44.077 25.374 (25.078) (27.929) (8.389) 376 7.209 (2.126) 44.754 (25) 44.729 (16.883) 27.846 485.274.572 57,38
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
2012 Lucro Líquido antes do Imposto de Renda e Contribuição Social .......................................................
51.509
44.729
Ajustes ao Lucro Líquido antes do Imposto de Renda de Contribuição Social..................................
6.455
6.930
Depreciações e Amortizações ...................................................................................................................
689
590
Despesas com Provisões Cíveis, Trabalhistas e Fiscais ...........................................................................
6.220
6.691
Resultado de Participações em Coligadas ................................................................................................
(353)
Reversão de Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa....................................................................
(104) 3
(376) 25
Lucro Líquido Ajustado antes do Imposto de Renda e Contribuição Social.........................................
57.964
51.659
(Aumento)/Redução em Títulos para Negociação e Instrumentos Financeiros Derivativos........................
(94.551)
(44.908)
Aumento/(Redução) em Relações Interfinanceiras e Interdependências....................................................
-
(2)
(Aumento)/Redução em Outros Créditos ....................................................................................................
79.653
(8.354)
445
(3)
Aumento/(Redução) em Outras Obrigações ...............................................................................................
(87.172)
32.208
Imposto de Renda e Contribuição Social Pagos .........................................................................................
(28.504)
(24.196)
Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) das Atividades Operacionais .....................................................
(72.165)
6.404
(10.235)
(12.400)
Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos: (Aumento)/Redução em Títulos Disponíveis para Venda ............................................................................ Aquisição de Investimentos .........................................................................................................................
-
Aquisição de Imobilizado de Uso.................................................................................................................
(16)
(1) (345)
Alienação de Imobilizado de Uso ................................................................................................................
38
25
Aplicação no Intangível................................................................................................................................
(952)
(937)
Dividendos Recebidos .................................................................................................................................
Saldos em 31.12.2010.......................
168.000
-
15.851
Aumento de Capital ............................
-
33.000
-
Homologação de Aumento de Capital
33.000
(33.000)
-
-
Ajuste de Avaliação Patrimonial .........
-
-
-
-
216.772
Lucros Acumulados
(52)
(33.000)
Totais -
400.571
-
-
-
-
-
(12)
-
-
(12)
Lucro Líquido......................................
-
-
-
-
-
27.846
Destinações: - Reservas.....................
-
-
1.392
26.189
-
(27.581)
-
-
-
-
-
(265)
Saldos em 30.6.2011.........................
201.000
-
17.243
209.961
(64)
-
428.140
246.559
(27)
- Dividendos Propostos
Saldos em 31.12.2011.......................
201.000
-
19.189
Aumento de Capital ............................
-
33.000
-
Homologação de Aumento de Capital
33.000
(33.000)
-
Ajuste de Avaliação Patrimonial .........
-
-
-
-
466.721
-
-
-
-
-
-
-
211
-
211 33.387
-
-
-
-
-
33.387
Destinações: - Reservas.....................
-
-
1.669
31.401
-
(33.070)
-
-
-
-
-
(317)
234.000
-
20.858
244.960
184
Saldos em 30.6.2012.........................
(265)
-
(33.000)
Lucro Líquido...................................... - Dividendos Propostos
27.846
-
(317) 500.002
DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil 2011
Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais:
(Aumento)/Redução em Outros Valores e Bens ..........................................................................................
Eventos
Ajustes de Avaliação Patrimonial Próprias
Reservas de Lucros Legal Estatutárias
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil
(Ganho)/Perda na Alienação de Imobilizado .............................................................................................
Capital Social Capital Aumento Realizado de Capital
-
584
Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) nas Atividades de Investimentos...............................................
(11.165)
(13.074)
Redução de Caixa e Equivalentes de Caixa..............................................................................................
(83.330)
(6.670)
Caixa e Equivalentes de Caixa - Início do Período .......................................................................................
332.680
237.553
Caixa e Equivalentes de Caixa - Fim do Período ..........................................................................................
249.350
230.883
Redução Líquida de Caixa e Equivalentes de Caixa................................................................................
(83.330)
(6.670)
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
Descrição 1 - Receitas...................................................................................... 1.1) Intermediação Financeira.................................................. 1.2) Prestação de Serviços....................................................... 1.3) Reversão de Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa............................................................................. 1.4) Outras ................................................................................. 2 - Despesas de Intermediação Financeira .................................. 3 - Insumos Adquiridos de Terceiros............................................ Serviços do Sistema Financeiro ................................................. Comunicação .............................................................................. Viagens ....................................................................................... Serviços de Terceiros.................................................................. Serviços Técnicos Especializados .............................................. Propaganda, Promoções e Publicidade...................................... Processamento de Dados........................................................... Transporte ................................................................................... Manutenção e Conservação de Bens ......................................... Materiais, Energia e Outros ........................................................ Outras ......................................................................................... 4 - Valor Adicionado Bruto (1-2-3)................................................. 5 - Depreciação e Amortização ..................................................... 6 - Valor Adicionado Líquido Produzido pela Entidade (4-5)...... 7 - Valor Adicionado Recebido em Transferência ........................ Resultado de Participações em Coligadas ................................. 8 - Valor Adicionado a Distribuir (6+7).......................................... 9 - Distribuição do Valor Adicionado ............................................ 9.1) Pessoal ............................................................................... Proventos ............................................................................. Benefícios ............................................................................ FGTS ................................................................................... Outros Encargos .................................................................. 9.2) Impostos, Taxas e Contribuições ..................................... Federal ................................................................................. Municipal.............................................................................. 9.3) Remuneração de Capitais de Terceiros ........................... Aluguéis ............................................................................... 9.4) Remuneração de Capitais Próprios ................................. Dividendos ........................................................................... Lucros Retidos .....................................................................
2012 110.149 34.461 71.607 104 3.977 (226) (26.042) (11.304) (7.656) (1.668) (1.282) (1.171) (1.013) (937) (353) (220) (148) (290) 83.881 (689) 83.192 353 353 83.545 83.545 20.615 8.558 2.524 664 8.869 28.773 25.221 3.552 770 770 33.387 317 33.070
% 131,8 41,2 85,7 0,1 4,8 (0,3) (31,1) (13,5) (9,2) (2,0) (1,5) (1,4) (1,2) (1,1) (0,4) (0,3) (0,2) (0,3) 100,4 (0,8) 99,6 0,4 0,4 100,0 100,0 24,7 10,2 3,0 0,8 10,7 34,4 30,1 4,3 0,9 0,9 40,0 0,4 39,6
2011 106.218 31.709 69.451 5.058 (469) (26.798) (11.731) (8.118) (1.195) (1.791) (758) (1.282) (1.012) (235) (227) (225) (224) 78.951 (590) 78.361 376 376 78.737 78.737 23.121 7.903 2.882 618 11.718 27.229 23.756 3.473 541 541 27.846 265 27.581
% 134,9 40,3 88,2 6,4 (0,6) (34,1) (14,9) (10,3) (1,5) (2,3) (1,0) (1,6) (1,3) (0,3) (0,3) (0,3) (0,3) 100,2 (0,7) 99,5 0,5 0,5 100,0 100,0 29,4 10,0 3,7 0,8 14,9 34,6 30,2 4,4 0,7 0,7 35,3 0,3 35,0
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1) CONTEXTO OPERACIONAL A Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários (Bradesco Corretora) tem por objetivo principal intermediar operações de ações e de contratos futuros, admitidas às negociações na BM&FBovespa S.A. - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros, atuando também na custódia de títulos e valores mobiliários e é parte integrante da Organização Bradesco, utilizando-se de recursos administrativos e tecnológicos e suas demonstrações contábeis devem ser entendidas neste contexto. 2) APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As Demonstrações Contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas das Leis nos 4.595/64 (Lei do Sistema Financeiro Nacional) e 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações) com alterações introduzidas pelas Leis nos 11.638/07 e 11.941/09, para a contabilização das operações, associadas às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do Banco Central do Brasil (BACEN). Incluem, estimativas e premissas, tais como: estimativas do valor justo de determinados instrumentos financeiros; provisões cíveis, fiscais e trabalhistas; perdas por redução ao valor recuperável (impairment) de títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de títulos disponíveis para venda, mantidos até o vencimento e ativos não financeiros; e outras provisões. Os resultados efetivos podem ser diferentes daqueles estabelecidos por essas estimativas e premissas. As demonstrações contábeis foram aprovadas pela Administração em 13 de agosto de 2012. 3) PRINCIPAIS DIRETRIZES CONTÁBEIS a) Moeda funcional e de apresentação As demonstrações contábeis estão apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Instituição. b) Apuração do resultado O resultado é apurado de acordo com o regime de competência, que estabelece que as receitas e despesas devem ser incluídas na apuração dos resultados dos períodos em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. As operações com taxas prefixadas são registradas pelo valor de resgate, e as receitas e despesas correspondentes ao período futuro são apresentadas em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. As receitas e despesas de natureza financeira são contabilizadas pelo critério “pro rata” dia e calculadas com base no método exponencial. As operações com taxas pós-fixadas ou indexadas a moedas estrangeiras são atualizadas até a data do balanço. c) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades em moeda nacional, aplicações no mercado aberto e aplicações em depósitos interfinanceiros, cujo vencimento das operações, na data da efetiva aplicação, seja igual ou inferior a 90 dias e apresentem risco insignificante de mudança de valor justo, que são utilizados pela Instituição para gerenciamento de seus compromissos de curto prazo. d) Aplicações interfinanceiras de liquidez As operações compromissadas realizadas com acordo de livre movimentação são ajustadas pelo valor de mercado. As demais aplicações são registradas ao custo de aquisição, acrescidas dos rendimentos auferidos até a data do balanço, deduzidas de provisão para desvalorização, quando aplicável. e) Títulos e valores mobiliários - Classificação • Títulos para negociação - adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; • Títulos disponíveis para venda - são aqueles que não se enquadram como para negociação nem como mantidos até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários, os quais só serão reconhecidos no resultado quando da efetiva realização; e • Títulos mantidos até o vencimento - adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de negociação e disponível para venda, bem como os instrumentos financeiros derivativos, são demonstrados no balanço patrimonial pelo seu valor justo estimado. O valor justo geralmente baseia-se em cotações de preços de mercado ou cotações de preços de mercado para ativos ou passivos com características semelhantes. Se esses preços de mercado não estiverem disponíveis, os valores justos são baseados em cotações de operadores de mercado, modelos de precificação, fluxo de caixa descontado ou técnicas similares, para as quais a determinação do valor justo possa exigir julgamento ou estimativa significativa por parte da Administração.
f) Imposto de renda e contribuição social (ativo e passivo) Os créditos tributários de imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido, calculados sobre adições temporárias, são registrados na rubrica “Outros créditos - Diversos”, e a provisão para as obrigações fiscais diferidas são registrada na rubrica “Outras obrigações - Fiscais e previdenciárias”. Os créditos tributários sobre adições temporárias serão realizados quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram constituídos. Tais créditos tributários são reconhecidos contabilmente baseados nas expectativas atuais de realização, considerando os estudos técnicos e análises realizadas pela Administração. A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota-base de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10%. A contribuição social sobre o lucro é calculada considerando a alíquota de 15% para as empresas do segmento financeiro. Foram constituídas provisões para os demais impostos e contribuições sociais, de acordo com as respectivas legislações vigentes. De acordo com a Lei nº 11.941/09, as modificações no critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido do período, introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e pelos artigos 37 e 38 da Lei nº 11.941/09, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007. Para fins contábeis, os efeitos tributários da adoção das mencionadas Leis estão registrados nos ativos e passivos diferidos correspondentes. g) Investimentos Os investimentos em empresas controladas e coligadas com influência significativa ou participação de 20% ou mais do capital votante, são avaliados pelo método de equivalência patrimonial. Os incentivos fiscais e outros investimentos são avaliados pelo custo de aquisição, deduzidos de provisão para perdas/redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. h) Imobilizado Corresponde aos direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à manutenção das atividades ou exercidos com essa finalidade, inclusive os decorrentes de operações que transfiram os riscos, benefícios e controles dos bens para a entidade. É demonstrado ao custo de aquisição, líquido das respectivas depreciações acumuladas, calculadas pelo método linear de acordo com a vida útil-econômica estimada dos bens, sendo: móveis e utensílios, máquinas e equipamentos e benfeitorias em imóveis de terceiros - 10% ao ano; licenciamento de software 20% ao ano e sistemas de processamento de dados - de 20% ao ano e redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. i) Diferido Está registrado ao custo de aquisição ou formação, líquido das respectivas amortizações acumuladas de 20% ao ano, calculadas pelo método linear. A partir de 8 de dezembro de 2008 as novas operações passaram a ser registradas no ativo intangível de acordo com a Carta Circular nº 3.357/08 do BACEN. j) Intangível Corresponde aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da Instituição ou exercidos com essa finalidade. Composto basicamente por softwares, que são registrados ao custo, deduzido da amortização pelo método linear durante a vida útil estimada (20% ao ano), a partir da data da sua disponibilidade para uso e ajustados por redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. Gastos com o desenvolvimento interno de softwares são reconhecidos como ativo quando é possível demonstrar a intenção e a capacidade de concluir tal desenvolvimento, bem como mensurar com segurança os custos diretamente atribuíveis ao mesmo, que serão amortizados durante sua vida útil estimada, considerando os benefícios econômicos futuros gerados. k) Redução ao valor recuperável de ativos (impairment) Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias títulos disponíveis para venda e títulos mantidos até o vencimento e ativos não financeiros, exceto outros valores e bens e créditos tributários, são revistos no mínimo anualmente, para determinar se há alguma indicação de perda por redução ao valor recuperável (impairment), e caso seja detectada uma perda, esta é reconhecida no resultado do período quando o valor contábil do ativo exceder o seu valor recuperável apurado pelo: (i) potencial valor de venda, ou valor de realização deduzido das respectivas despesas ou (ii) valor em uso calculado pela unidade geradora de caixa, dos dois o maior. Uma unidade geradora de caixa é o menor grupo identificável de ativos que gera fluxos de caixa substancialmente independentes de outros ativos e grupos. l) Despesa antecipada São representadas pelas aplicações de recursos em pagamentos antecipados, cujos direitos de benefícios ou prestação de serviços ocorrerão em períodos futuros, sendo registrados no resultado de acordo com o principio da competência. continua...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
8
terça-feira, 14 de agosto de 2012
...continuação
Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários Empresa da Organização Bradesco CNPJ 61.855.045/0001-32 Sede: Av. Paulista, 1.450 - 7º Andar - Bela Vista - São Paulo - SP
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS m) Provisões, ativos e passivos contingentes e obrigações legais - fiscais e previdenciárias O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, das contingências ativas e passivas e também das obrigações legais são efetuados de acordo com os critérios definidos pelo CPC 25, o qual foi aprovado pela Resolução nº 3.823/09 do CMN, sendo: • Ativos Contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não caibam mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo e pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro passivo exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, são divulgados nas notas explicativas (Nota 13a); • Provisões: são constituídas levando em conta a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança; • Passivos Contingentes: de acordo com o CPC 25, o termo “contingente” é utilizado para passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência somente será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. Os passivos contingentes não satisfazem os critérios de reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo apenas ser divulgados em notas explicativas, quando relevantes. As obrigações classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas (Nota 13b e 13c); e • Obrigações Legais - Provisão para Riscos Fiscais: decorrem de processos judiciais, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas Demonstrações Contábeis (Nota 13b). n) Outros ativos e passivos Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos (em base “pro rata” dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos demonstrados incluem os valores conhecidos e mensuráveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias incorridos (em base “pro rata” dia). o) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das Demonstrações Contábeis e a data de autorização para sua emissão. São compostos por: • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das Demonstrações Contábeis; e • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das Demonstrações Contábeis. Não houve qualquer evento subsequente para essas Demonstrações Contábeis encerradas em 30 de junho de 2012.
c) Passivos Contingentes classificados como perdas possíveis A Instituição mantém um sistema de acompanhamento para todos os processos administrativos e judiciais em que a Instituição figura como “autora” ou “ré” e amparada na opinião dos assessores jurídicos, classifica as ações de acordo com a expectativa de insucesso. Periodicamente são realizadas análises sobre as tendências jurisprudências e efetivadas, se necessário, a reclassificação dos riscos desses processos. Neste contexto, os processos contingentes avaliados como de risco de perda possível não são reconhecidos contabilmente. O principal processo com essa classificação refere-se a autuação fiscal (IRPJ e CSLL) relativa às operações de desmutualização da BM&F e da BOVESPA, as quais, em síntese, consistiram na substituição dos títulos patrimoniais da BM&F e da BOVESPA, que pertenciam à empresa, por ações de emissão dessas entidades. Essa autuação, atualizada no 1º semestre de 2012, corresponde a R$ 17.363 mil (2011 - R$ 16.537 mil) para o IRPJ e R$ 6.251 mil (2011 - R$ 5.953 mil) para a CSLL. 14) OUTRAS OBRIGAÇÕES a) Fiscais e previdenciárias
Provisão para riscos fiscais (Nota 13b) ................................................................................................... Impostos e contribuições sobre lucros a pagar ....................................................................................... Provisão para imposto de renda e contribuição social diferidos (Nota 24c)............................................ Impostos e contribuições a recolher........................................................................................................ Total ........................................................................................................................................................ b) Diversas
Provisão para pagamentos a efetuar (1) ................................................................................................. Provisões cíveis e trabalhistas (Nota 13b) .............................................................................................. Outros...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
2012 35.133 11.915 2.710 2.063 51.821
Em 30 de junho - R$ mil 2011 28.433 12.107 1.492 2.127 44.159
2012 25.115 2.353 27.468
Em 30 de junho - R$ mil 2011 22.364 1.303 7 23.674
(1) Inclui Participações nos Lucros e Resultados/Bônus de empregados no montante de R$ 19.388 mil (2011 - R$ 16.403 mil).
15) PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Capital social O capital social no montante de R$ 234.000 mil (2011 - R$ 201.000 mil) totalmente subscrito e integralizado, é representado por 485.274.572 ações 2012 ordinárias nominativas escriturais, sem valor nominal. Disponibilidades em moeda nacional ...................................................................................................... 534 b) Movimentação do capital social Total de disponibilidades (caixa) ......................................................................................................... 534 Quantidade de ações R$ mil Aplicações interfinanceiras de liquidez (1) .............................................................................................. 248.816 Total caixa e equivalentes de caixa ..................................................................................................... 249.350 Em 31 de dezembro de 2011................................................................................................................. 485.274.572 201.000 Aumento com Reservas AGE de 13.4.2012 (1) .................................................................................... 33.000 (1) Refere-se a operações cujo vencimento na data da efetiva aplicação foi igual ou inferior a 90 dias e apresentem risco insignificante de mudança de Em 30 de junho de 2012........................................................................................................................ 485.274.572 234.000 valor justo.
4) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA
Em 30 de junho - R$ mil 2011 503 503 230.380 230.883
5) APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ a) Vencimentos 1 a 30 dias Aplicação no mercado aberto: Posição bancada ......................................................................................................... Letras do tesouro nacional ............................................................................................ Total em 2012 ............................................................................................................... Total em 2011 ............................................................................................................... b) Receitas de aplicações interfinanceiras de liquidez
2012
248.816 248.816 248.816 230.380
Em 30 de junho - R$ mil Total 2011
248.816 248.816 248.816
230.380 230.380 230.380
Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 Rendas de aplicações em operações compromissadas: Posição bancada (Nota 6b) ..................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
14.611 14.611
11.411 11.411
6) TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS a) Classificação por categoria e prazos 2012 Títulos (1) Títulos para negociação (3) ........... Letras financeiras do tesouro ........... Letras do tesouro nacional ............... Letras financeiras ............................. Notas do tesouro nacional................ Certificados de depósito bancários .. Notas promissórias........................... Debêntures ....................................... Outros............................................... Títulos disponíveis para venda (4) Letras financeiras do tesouro ........... Ações................................................ Total em 2012 .................................. Total em 2011 ..................................
1 a 30 dias 70.389 38.234 30.856 1.299 162 162 70.551 57.133
31 a 180 dias 27.991 16.228 6.282 3.767 1.714 34.420 34.420 62.411 4.650
181 a 360 dias 32.509 30.319 2.179 11 32.509 7.217
Valor de Valor Acima de mercado/ de custo 360 dias contábil (2) atualizado 142.808 273.697 273.697 99.963 130.282 130.282 6.392 44.626 44.626 21.295 37.523 37.523 30.856 30.856 13.322 21.783 21.783 3.767 3.767 1.836 3.561 3.561 1.299 1.299 216.047 250.629 250.322 216.047 250.467 250.154 162 168 358.855 524.326 524.019 313.388
Em 30 de junho - R$ mil 2011 Marcação Valor de Marcação a mercado/ a mercado contábil (2) mercado 155.927 143.484 9.757 2.686 307 226.461 (107) 313 225.910 (102) (6) 551 (5) 307 382.388 (107)
(1) As aplicações em cotas de fundos de investimento foram distribuídas de acordo com os papéis que compõem suas carteiras, preservando a classificação da categoria dos fundos. No encerramento do período, os investimentos em fundos exclusivos administrados pelo Conglomerado Bradesco somavam R$ 273.697 mil (2011 - R$ 155.927 mil). Na distribuição dos prazos, foram considerados os vencimentos dos papéis, independentemente de sua classificação contábil; (2) O valor de mercado dos títulos e valores mobiliários é apurado de acordo com a cotação de preço de mercado disponível na data do balanço. Se não houver cotação de preços de mercado disponível, os valores são estimados com base em cotações de distribuidores, modelos de precificações, modelos de cotações ou cotações de preços para instrumentos com características semelhantes. No caso das aplicações em fundos de investimento, o custo atualizado reflete o valor de mercado das respectivas cotas; (3) Para fins de apresentação do Balanço Patrimonial os títulos classificados como “para negociação” estão demonstrados no ativo circulante; e (4) No período, não foram realizadas perdas que não temporárias, para os títulos classificados na categoria de disponíveis para venda. b) Resultado de títulos e valores mobiliários Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 Rendas de aplicações interfinanceiras de liquidez (Nota 5b).................................................................. 14.611 11.411 Títulos de renda fixa ................................................................................................................................ 11.777 11.853 Fundos de investimentos......................................................................................................................... 8.193 7.347 Títulos de renda variável ......................................................................................................................... (324) 1.208 Resultados com instrumentos financeiros derivativos............................................................................. (274) (190) Total ........................................................................................................................................................ 33.983 31.629 c) A Bradesco Corretora não possuía operações próprias com instrumentos financeiros derivativos em 30 de junho de 2012 e de 2011.
(1) Em 4 de maio de 2012 foi homologada pelo BACEN a Assembleia Geral Extraordinária que deliberou o aumento do capital social da Instituição no montante de R$ 33.000 mil, sem emissão de ações, elevando-o de R$ 201.000 mil para R$ 234.000 mil, mediante a capitalização de parte do saldo registrado contabilmente em “Reserva de Lucros - Estatutária”, conforme disposto na Lei das Sociedades por Ações. c) Reservas de Lucros Em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 Reservas de Lucros .............................................................................................................................. 265.818 227.204 - Reserva Legal (1) ................................................................................................................................. 20.858 17.243 - Reserva Estatutária (2)......................................................................................................................... 244.960 209.961 (1) Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do exercício, até atingir 20% do capital social realizado, ou 30% do capital social, acrescido das reservas de capital. Após esse limite a apropriação não mais se faz obrigatória. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital ou para compensar prejuízos; e (2) Visando à manutenção de margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações ativas da Sociedade, pode ser constituída em 100% do lucro líquido remanescente após destinações estatutárias, sendo o saldo limitado a 95% do Capital Social Integralizado. d) Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio Aos acionistas estão assegurados juros sobre o capital próprio e/ou dividendo mínimo obrigatório, em cada exercício, que somados não seja inferior a 1% do lucro líquido ajustado, nos termos da legislação societária. Fica a Diretoria autorizada a declarar e pagar dividendos intermediários, especialmente semestrais e mensais, utilizando-se das contas de lucros Acumulados ou de Reservas de Lucros existentes, e, podendo ainda, autorizar a distribuição de lucros a título de juros sobre o capital próprio em substituição total ou parcial aos dividendos intermediários, ou, em adição aos mesmos. O cálculo dos dividendos relativos aos respectivos semestres findos em 30 de junho, está demonstrado a seguir: R$ mil 2012 2011 Lucro Líquido......................................................................................................................................... 33.387 27.846 (-) Reserva Legal - 5% sobre o lucro....................................................................................................... (1.669) (1.392) Base de cálculo ..................................................................................................................................... 31.718 26.454 Dividendos propostos .............................................................................................................................. 317 265 Percentual em relação ao lucro líquido ajustado ............................................................................... 1,0% 1,0% Valor em Reais por lote de mil ações .................................................................................................. 0,65 0,55 16) RECEITAS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS E RENDAS DE TARIFAS BANCÁRIAS
Corretagens de operações em bolsa ...................................................................................................... Rendas de tarifas bancárias - pessoas físicas ........................................................................................ Comissões de colocações de títulos ....................................................................................................... Serviços de custódia ............................................................................................................................... Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ 17) DESPESAS DE PESSOAL
Proventos................................................................................................................................................. Participação dos empregados nos lucros................................................................................................ Encargos sociais ..................................................................................................................................... Benefícios................................................................................................................................................ Provisões trabalhistas ............................................................................................................................. Treinamentos ........................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
Dividendos............................................................................................................................................... Serviços prestados - Taxa de custódia e de administração..................................................................... Comissões e corretagens........................................................................................................................ Total ........................................................................................................................................................ b) Diversos Depósitos para interposição de recursos fiscais ..................................................................................... Créditos tributários (Nota 24c)................................................................................................................. Títulos e créditos a receber ..................................................................................................................... Pagamentos a ressarcir........................................................................................................................... Impostos e contribuições a compensar ................................................................................................... Depósitos para interposição de recursos trabalhistas............................................................................. Outros...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
2012 11.147 1.413 31 12.591
2012 36.421 12.673 2.388 1.275 77 17 703 53.554
Em 30 de junho - R$ mil 2011 10.546 1.436 17 11.999 Em 30 de junho - R$ mil 2011 29.433 11.367 3.153 1.239 117 23 628 45.960
9) INVESTIMENTOS a) Os ajustes decorrentes da avaliação pelo método de equivalência patrimonial dos investimentos foram registrados em contas de resultado, sob a rubrica de “Resultado de participações em coligadas”. Em 30 de junho - R$ mil Quantidade de Particiações/cotas pação Patrimônio possuídas no capital Lucro Ajuste decorrente Capital líquido (em milhares) social líquido Valor contábil de avaliação (1) Empresas social ajustado Ações Cotas % ajustado 2012 2011 2012 2011 Marília Reflorestamento e Agropecuária Ltda. ..... 1.756 2.077 9 0,541 67 11 11 STVD Holdings S.A. ........ 912.000 1.394.060 77.027 0,815 43.300 11.360 10.594 353 376 Total ................................ 11.371 10.605 353 376 (1) Ajuste decorrente de avaliação considera os resultados apurados, periodicamente, pelas Companhias e inclui variações patrimoniais das investidas não decorrentes de resultados, quando aplicáveis. b) Composição de outros investimentos Em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 Ações e cotas .......................................................................................................................................... 20.641 21.047 Investimentos por incentivos fiscais ........................................................................................................ 2.701 2.701 Títulos patrimoniais ................................................................................................................................. 2 2 Obras de arte .......................................................................................................................................... 1 1 Subtotal .................................................................................................................................................. 23.345 23.751 Provisão para perdas .............................................................................................................................. (2.059) (2.059) Total ........................................................................................................................................................ 21.286 21.692 10) IMOBILIZADO DE USO Demonstrado ao custo de aquisição. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas anuais que contemplam a vida útil-econômica dos bens. Em 30 de junho - R$ mil Valor residual Taxa Custo Depreciação 2012 2011 Imóveis de uso: - Móveis e equipamentos de uso/instalações................................... 10% 3.296 (1.195) 2.101 2.383 - Sistema de processamento de dados ............................................ 20% 3.101 (2.683) 418 551 - Sistema de segurança e comunicação .......................................... 10% 280 (124) 156 174 Total em 2012 .................................................................................. 6.677 (4.002) 2.675 Total em 2011 .................................................................................. 6.547 (3.439) 3.108 11) DIFERIDO Os valores registrados no diferido referem-se a gastos com desenvolvimento de logística em implantação, e seu valor residual corresponde a R$ 103 mil (2011 - R$ 253 mil). A amortização acumulada corresponde a R$ 2.343 mil (2011 - R$ 2.194 mil). 12) INTANGÍVEL Os valores residuais com gastos de desenvolvimento de softwares correspondem a R$ 4.305 mil (2011 - R$ 2.964 mil) e de aquisição de softwares a R$ 217 mil (2011 - R$ 206 mil). A amortização acumulada corresponde a R$ 1.142 mil (2011 - R$ 572 mil). 13) PROVISÕES, ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS - FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS a) Ativos Contingentes Não são reconhecidos contabilmente ativos contingentes. b) Provisões classificadas como perdas prováveis e Obrigações Legais - Fiscais e Previdenciárias A Instituição é parte em processos judiciais, de natureza trabalhista, civil e fiscal, decorrentes do curso normal de suas atividades. As provisões foram constituídas levando em conta: a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável. A Administração da Instituição entende que a provisão constituída é suficiente para atender às perdas decorrentes dos respectivos processos. O passivo relacionado à obrigação legal em discussão judicial é mantido até o ganho definitivo da ação, representado por decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não cabem mais recursos, ou a sua prescrição. I - Processos Trabalhistas São ações ajuizadas por ex-empregados, visando a obter indenizações, em especial, o pagamento de “horas extras” em razão de interpretação do artigo 224 da Consolidação das Leis do Trabalho. Nos processos em que é exigido depósito judicial para garantia de execução, o valor das provisões trabalhistas é constituído considerando a efetiva perspectiva de perda destes depósitos. Para os demais processos, a provisão é constituída com base no valor médio apurado dos pagamentos efetuados de processos encerrados nos últimos 12 meses. II - Processos Cíveis São pleitos de indenização por dano moral e patrimonial. Essas ações são controladas individualmente e provisionadas sempre que a perda for avaliada como provável, considerando a opinião de assessores jurídicos, natureza das ações, similaridade com processos anteriores, complexidade e posicionamento de Tribunais. As questões discutidas nas ações normalmente não constituem eventos capazes de causar impacto representativo no resultado financeiro. III - Obrigações Legais - Provisão para Riscos Fiscais A Instituição vem discutindo judicialmente a legalidade e constitucionalidade de alguns tributos e contribuições, os quais estão totalmente provisionados não obstante as boas chances de êxito a médio e longo prazo, de acordo com a opinião dos assessores jurídicos. IV - Movimentação das Provisões Constituídas Em 30 de junho - R$ mil Fiscais e Trabalhistas Cíveis Previdenciárias (1) Saldos no início do 1º semestre de 2012 .............................................. 1.529 114 29.623 Constituições líquidas de reversões .......................................................... 637 73 4.210 Atualização monetária ............................................................................... 1.300 Saldos no final do 1º semestre de 2012 (Nota 14)................................ 2.166 187 35.133 Saldos no final do 1º semestre de 2011 (Nota 14)................................ 1.212 91 28.433 (1) Compreende, substancialmente, obrigações legais.
Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 8.558 7.903 8.208 11.156 2.777 2.575 2.524 2.882 637 538 24 24 22.728 25.078
18) OUTRAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS
Serviços do sistema financeiro................................................................................................................ Comunicação........................................................................................................................................... Viagens.................................................................................................................................................... Serviços de terceiros............................................................................................................................... Serviços técnicos especializados............................................................................................................ Propaganda, promoções e publicidade ................................................................................................... Processamento de dados........................................................................................................................ 7) NEGOCIAÇÃO E INTERMEDIAÇÃO DE VALORES Aluguéis................................................................................................................................................... Os saldos ativos e passivos referem-se às transações efetuadas por conta de clientes nas bolsas de valores e de mercadorias e futuros, cuja liquidação Depreciação e amortização..................................................................................................................... financeira é efetuada no mês seguinte, conforme composição demonstrada a seguir: Transportes.............................................................................................................................................. Em 30 de junho - R$ mil Manutenção e conservação de bens....................................................................................................... Outros Créditos Outras Obrigações Materiais, energia e outros ...................................................................................................................... 2012 2011 2012 2011 Outras...................................................................................................................................................... Devedores/credores por conta de liquidação pendente ................... 335.193 157.610 445.279 434.583 Total ........................................................................................................................................................ Caixa de registro e liquidação........................................................... 729 18.308 66.185 1.222 Operações com ativos financeiros e mercadorias a liquidar ............ 49.082 122.439 8 19) DESPESAS TRIBUTÁRIAS Credores por empréstimos de ações................................................ 126 4 Total ................................................................................................. 335.922 225.000 634.029 435.817 8) OUTROS CRÉDITOS a) Rendas a receber
Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 35.993 33.357 22.990 25.374 2.204 455 5.323 5.624 5.097 4.641 71.607 69.451
Contribuição à COFINS........................................................................................................................... Impostos sobre serviços - ISS................................................................................................................. Contribuição ao PIS................................................................................................................................. Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 11.304 11.731 7.656 8.118 1.668 1.195 1.282 1.791 1.171 758 1.013 1.282 937 1.012 770 541 689 590 353 235 220 227 148 225 290 224 27.501 27.929 Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 4.260 4.218 3.552 3.473 692 685 34 13 8.538 8.389
20) OUTRAS RECEITAS OPERACIONAIS
Dividendos/juros sobre o capital próprio recebidos................................................................................. Variação monetária ativa ......................................................................................................................... Reversão de provisão operacional .......................................................................................................... Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 4.115 5.402 1.337 1.716 564 10 91 6.026 7.209
21) OUTRAS DESPESAS OPERACIONAIS
Atualização de impostos e contribuições ................................................................................................ Variação monetária passiva .................................................................................................................... Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 1.691 1.753 65 64 290 309 2.046 2.126
22) RESULTADO NÃO OPERACIONAL Em 2012, R$ 3 mil (2011 - R$ 25 mil) referente à alienação do imobilizado de uso. 23) TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS a) As transações com o controlador e empresas coligadas, estão assim representadas: 2012 Ativos (passivos)
2011 Ativos (passivos)
Em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 Receitas Receitas (despesas) (despesas)
Disponibilidades: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 534 503 Aplicações no mercado aberto: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 248.816 230.380 14.611 11.411 Dividendos: Banco Bradesco BBI S.A. ................................................................ (951) (1.119) Miramar Holdings S.A. ..................................................................... 9.090 9.090 STVD Holdings S.A. ........................................................................ 8 6 Serviços prestados a pagar: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... (36) (32) Aluguel: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... (187) (243) Alvorada CCFI S.A. .......................................................................... (259) (188) Rendas de serviços: Banco Bradesco BBI S.A. ................................................................ 5 4 BRAM - Bradesco Asset Management S.A. .................................... 5 4 Serviços do sistema financeiro: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... (230) (217) b) Remuneração do pessoal-chave da Administração Anualmente na Assembleia Geral Ordinária é fixado: • O montante global anual da remuneração dos Administradores, que é definido em reunião do Conselho de Administração da Organização Bradesco, aos membros do próprio Conselho e da Diretoria, conforme determina o Estatuto Social; e • A verba destinada a custear Planos de Previdência Complementar aberta dos Administradores, dentro do Plano de Previdência destinado aos Funcionários e Administradores da Instituição. Para 2012, foi determinado o valor máximo de R$ 3.000 mil (2011 - R$ 4.000 mil) para remuneração dos Administradores (proventos e bônus) e de R$ 2.000 mil (2011 - R$ 2.500 mil) para custear planos de previdência complementar de contribuição definida. Benefícios de Curto Prazo a Administradores Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 Proventos................................................................................................................................................. 572 448 Bônus ...................................................................................................................................................... 1.039 Contribuição ao INSS .............................................................................................................................. 363 101 Total ........................................................................................................................................................ 1.974 549 Benefícios pós-emprego Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 Planos de previdência complementar de contribuição definida............................................................... 759 392 Total ........................................................................................................................................................ 759 392 Outras informações Conforme legislação em vigor, as instituições financeiras não podem conceder empréstimos ou adiantamentos para: a) Diretores e membros dos Conselhos consultivos ou administrativo, fiscais e semelhantes, bem como aos respectivos cônjuges e parentes até o 2º grau; b) Pessoas físicas ou jurídicas que participem de seu capital, com mais de 10%; e c) Pessoas jurídicas de cujo capital participem com mais de 10%, a própria instituição financeira, quaisquer diretores ou administradores da própria instituição, bem como seus cônjuges e respectivos parentes até o 2º grau. Dessa forma, não são efetuados pelas instituições financeiras empréstimos ou adiantamentos a qualquer subsidiária, membros do Conselho de Administração ou da Diretoria Executiva e seus familiares. 24) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL a) Demonstração do cálculo dos encargos com imposto de renda e contribuição social
Resultado antes do imposto de renda e contribuição social ................................................................... Encargo total do imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 15% ........................... Efeito das adições e exclusões no cálculo dos tributos: Despesas e provisões indedutíveis líquidas de receitas tributáveis........................................................ Participações em coligadas..................................................................................................................... Outros valores ......................................................................................................................................... Imposto de renda e contribuição social do semestre........................................................................ b) Composição da conta de resultado de imposto de renda e contribuição social
Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 51.509 44.729 (20.604) (17.892) 1.272 141 1.069 (18.122)
702 150 157 (16.883)
Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 Impostos correntes Imposto de renda e contribuição social devido........................................................................................ Impostos diferidos Constituição/Realização no semestre, sobre adições temporárias......................................................... Total dos impostos diferidos................................................................................................................ Imposto de renda e contribuição social do semestre........................................................................
(17.233)
(18.254)
(889) (889) (18.122)
1.371 1.371 (16.883) continua...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
terça-feira, 14 de agosto de 2012
9
...continuação
Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários Empresa da Organização Bradesco CNPJ 61.855.045/0001-32 Sede: Av. Paulista, 1.450 - 7º Andar - Bela Vista - São Paulo - SP
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS c) Origem dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social diferidos
Provisão para créditos de liquidação duvidosa ................................ Provisões cíveis................................................................................ Provisões fiscais............................................................................... Provisões trabalhistas ...................................................................... Provisão para desvalorização de títulos e investimentos ................. Ajuste a valor de mercado dos títulos para negociação................... Outros (1) ......................................................................................... Total dos créditos tributários sobre diferenças temporárias..... Ajuste a valor de mercado de títulos disponíveis para venda .......... Contribuição social - MP nº 2.158-35 de 24.8.2001 ......................... Total dos créditos tributários (Nota 8b)........................................ Obrigações fiscais diferidas (Nota 14a)............................................ Créditos tributários líquidos das obrigações fiscais diferidas..
Saldo em 31.12.2011 679 46 1.914 612 720 1 8.944 12.916 17 646 13.579 2.052 11.527
Constituição 3 29 4 254 3.897 4.187 4.187 658 3.529
Realização 44 5.032 5.076 17 5.093 5.093
R$ mil Saldo em 30.6.2012 638 75 1.918 866 720 1 7.809 12.027 646 12.673 2.710 9.963
(1) Basicamente corresponde a créditos tributários sobre a provisão constituída para pagamento da Participação nos Lucros e Resultados. d) Previsão de realização dos créditos tributários sobre diferenças temporárias e crédito tributário de contribuição social MP nº 2.158-35 Em 30 de junho de 2012 - R$ mil Diferenças temporárias Imposto Contribuição de renda social Total 2012............................................................................................................................... 993 405 1.398 2013............................................................................................................................... 1.881 774 2.655 2014............................................................................................................................... 3.554 1.907 5.461 2015............................................................................................................................... 1.368 821 2.189 2016 (1º semestre) ........................................................................................................ 221 103 324 Total .............................................................................................................................. 8.017 4.010 12.027 Em 30 de junho de 2012 - R$ mil Crédito tributário de contribuição social MP nº 2.158-35 2014 Total 646 646
Total ........................................................................................................................................................
A projeção de realização de crédito tributário trata-se de estimativa e não é diretamente relacionada à expectativa de lucros contábeis. O valor presente dos créditos tributários, calculados considerando a taxa média de captação, líquida dos efeitos tributários, somaram R$ 11.976 mil (2011 R$ 10.266 mil), sendo R$ 11.370 mil (2011 - R$ 9.701 mil) de diferenças temporárias e R$ 606 mil (2011 - R$ 565 mil) de crédito tributário de contribuição social MP nº 2.158-35. e) Obrigações fiscais diferidas A Instituição possui obrigações fiscais diferidas de imposto de renda e contribuição social no montante de R$ 2.710 mil (2011 - R$ 1.492 mil) relativas a juros sobre depósitos judiciais. 25) OUTRAS INFORMAÇÕES a) Gerenciamento de riscos A atividade de gerenciamento dos riscos é altamente estratégica em virtude da crescente complexidade dos serviços e produtos e da globalização dos negócios da Organização, motivo pelo qual está constantemente sendo aprimorada em seus processos. As decisões da Organização são pautadas em fatores que combinam o retorno sobre o risco previamente identificado, mensurado e avaliado, viabilizando o alcance de objetivos estratégicos e zelando pelo fortalecimento da Instituição. A Organização exerce o controle dos riscos de modo integrado e independente, proporcionando unicidade às políticas, processos, critérios e metodologias de controles de riscos por meio de um órgão estatutário, o Comitê de Gestão Integrada de Riscos e Alocação de Capital. A Bradesco Corretora como parte integrante da Organização Bradesco adota a estrutura de gerenciamento de riscos desta, no gerenciamento de risco de crédito, de mercado, de liquidez e operacional. b) Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, alguns procedimentos contábeis, suas interpretações e orientações foram emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), os quais serão aplicáveis às instituições financeiras somente quando aprovadas pelo CMN. Os pronunciamentos contábeis já aprovados foram: • Resolução nº 3.566/08 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos (CPC 01); • Resolução nº 3.604/08 - Demonstração do Fluxo de Caixa (CPC 03); • Resolução nº 3.750/09 - Divulgação sobre Partes Relacionadas (CPC 05); • Resolução nº 3.823/09 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (CPC 25); • Resolução nº 3.973/11 - Evento subsequente (CPC 24); • Resolução nº 3.989/11 - Pagamento baseado em Ações (CPC 10); e • Resolução nº 4.007/11 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (CPC 23). Atualmente, não é possível estimar quando o CMN irá aprovar os demais pronunciamentos contábeis do CPC e tampouco se a utilização dos mesmos será de maneira prospectiva ou retrospectiva.
A DIRETORIA Luiz Filipe Lopes Soares – Contador – CRC 1SP208127/O-5
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores da
também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a
Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários
avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.
São Paulo - SP
Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.
Examinamos as demonstrações contábeis da Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários (“Instituição”), que compreendem o balanço Opinião patrimonial em 30 de junho de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários em 30 de junho de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de
findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.
caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo
Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A Administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas
Banco Central do Brasil.
contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou Outros assuntos como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Demonstrações do valor adicionado Examinamos também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), elaborada sob a responsabilidade da Administração da Instituição, para o semestre
Responsabilidade dos auditores independentes
Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com findo em 30 de junho de 2012, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas
Osasco, 13 de agosto de 2012
demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são KPMG Auditores Independentes apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui, CRC 2SP014428/O-6
p
Zenko Nakassato
José Cláudio Costa
Contador CRC 1SP160769/O-0
Contador CRC 1SP167720/O-1
Posso afirmar que a organização está articulada e trabalha. E que o Carlinhos Cachoeira, mesmo preso, tem enviado mensageiros. Léa Batista de Souza, procuradora federal.
olítica
Sérgio Lima/Folhapress - 25.07.12
Alerta: procuradora adverte para a necessidade de manutenção da prisão de Carlinhos Cachoeira, que mesmo recolhido em sua cela comanda a quadrilha.
Organização de Cachoeira ainda está ativa Para procuradora Léa Batista, grupo age como a máfia para proteger contraventor e preservar o esquema.
A
procuradora da República Léa Batista, de Souza que atua na Operação Monte Carlo, afirmou ao portal G1 que a organização comandada por Carlinhos Cachoeira, preso desde fevereiro pela Polícia Federal, continua atuando. Carlos Augusto de Almeida Ramos foi detido durante a Operação Monte Carlo, que desbaratou uma rede de jogos ilegais em Goiás. Ele é tido como o comandante de uma quadrilha e acusado de corromper agentes públicos e
empresários para manter o negócio ilegal. "Todos os acontecimentos recentes demonstram que Carlinhos Cachoeira tem que permanecer preso, porque a organização criminosa não foi desarticulada. Está trabalhando, movimentando, ameaçando, chantageando, mandando recado", disse a procuradora, ela mesma vítima de ameaças por e-mail. Em entrevista ao programa Fan t ás t i co , da Rede Globo, a procuradora defendeu que Cachoeira seja condenado na
Antonio Cruz/ABr
Ameaça: mesmo preso, Cachoeira tem enviado mensagens.
Justiça a uma pena superior a 20 anos, por ser considerado o chefe do grupo que explorava uma rede de máquinas caçaníqueis em Goiás. Crimes – Segundo ela, além de atuar com jogos ilegais, o bicheiro e os integrantes da organização também realizavam outros crimes: "Por trás da jogatina, existe corrupção, violação de sigilo, lavagem de dinheiro, mortes". Léa disse que, mesmo preso, Cachoeira vem atuando. "Não tenho como falar quem estaria no comando agora. Mas eu posso afirmar que a organização está articulada e trabalha. E que o Carlinhos Cachoeira, mesmo preso, tem enviado mensageiros". Desde que foi preso, Cachoeira se nega a falar em sua defesa. Ele se calou em maio, quando convocado pela CPI do Congresso aberta para investigar suas relações com políticos e empresários. Em julho, também não abriu a boca em uma audiência da Justiça Federal em Goiás. Advogados do caso alegam que as investigações da PF são ilegais e as interceptações te-
lefônicas foram distorcidas. Perillo – O Superior Tribunal de Justiça (STJ) abriu inquérito para investigar as relações do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), com Carlinhos Cachoeira. No despacho autorizando as investigações, o ministro Humberto Martins também determinou a realização de diligências pedidas pelo Ministério Público, como a relação dos contratos da empreiteira Delta com o governo goiano. As investigações da PFtrazidas à tona pela CPI reforçaram as ligações de Perillo com o esquema. Escutas autorizadas judicialmente mostraram o contraventor com acesso a integrantes da cúpula do governo local e até mesmo como pagador de contas pessoais de secretários de Perillo. O contraventor chegou a receber uma ligação de Perillo parabenizando-o pelo aniversário. "É apenas a formalização de um pedido de investigação que eu mesmo fizera", comemorou o advogado de Perillo, Antonio Carlos de Almeida Castro o Kakay. (Agências)
Cachoeira tem que permanecer preso, porque a organização criminosa não foi desarticulada. Mesmo preso, está trabalhando.
Isso é um código silencioso próprio das organizações de parâmetro mafioso. Ninguém fala nada para proteger a organização.
LÉA BATISTA DE SOUZA
IDEM
Atlântica Capitalização S.A. CNPJ no 01.598.935/0001-84 - NIRE 35.300.148.240 Grupo Bradesco de Seguros e Previdência Ata das Assembleias Gerais Extraordinária e Ordinária realizadas cumulativamente em 29.3.2012 Data, Hora, Local: Aos 29 dias do mês de março de 2012, às 13h, na sede social, Avenida Paulista, 1.415, parte, Bela Vista, São Paulo, SP, CEP 01311-925. Presenças: Acionistas representando a totalidade do Capital Social, conforme se verifica de suas assinaturas no livro de presença. Verificou-se também a presença dos senhores Tarcísio José Massote de Godoy, Diretor, e Luciene Teixeira Magalhães, representante da empresa KPMG Auditores Independentes. Mesa: Presidente: Norton Glabes Labes; Secretário: Ivan Luiz Gontijo Júnior. Convocação: Dispensada a convocação por Edital, de conformidade com o disposto no Parágrafo Quarto do Artigo 124 da Lei no 6.404, de 1976. Ordem do Dia: Assembleia Geral Extraordinária: 1) examinar proposta da Diretoria para alterar o Estatuto Social, no Artigo 7o, transformando 1 (um) cargo de Diretor Gerente em mais 1 (um) cargo de Diretor, com a consequente alteração das letras “b” e “c” do Artigo 10, e na alínea “g” do Artigo 9 o, aprimorando a sua redação; 2) aprovar a alteração da redação do Anexo A da Convenção do Grupo Bradesco de Seguros e Previdência, referente ao rateio das despesas da administração financeira do referido Grupo. Assembleia Geral Ordinária: I) tomar conhecimento do Relatório da Administração, do Parecer Atuarial e do Relatório dos Auditores Independentes, e examinar, discutir e votar as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício social findo em 31.12.2011; II) deliberar sobre proposta da Diretoria para destinação do lucro líquido do exercício encerrado em 31.12.2011 e distribuição de dividendos; III) eleger os membros da Diretoria da Sociedade; IV) fixar o montante global anual da remuneração dos Administradores; V) ratificar as seguintes designações de Diretor: de Relações com a SUSEP; responsável pela Área Técnica de Capitalização; responsável pelo cumprimento do disposto na Lei n o 9.613, de 3.3.1998, que trata dos crimes de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores; responsável pelo acompanhamento, supervisão e cumprimento das normas e procedimentos de contabilidade; responsável administrativo-financeiro; responsável pelos controles internos específicos para a prevenção contra fraudes. IV) designar, perante à SUSEP – Superintendência de Seguros Privados, o Diretor responsável pela implementação de controles internos das atividades da Sociedade. Deliberações: Assembleia Geral Extraordinária: 1) aprovada, sem qualquer alteração ou ressalva, a Proposta da Diretoria, registrada na Reunião daquele Órgão, de 26.3.2012, a seguir transcrita: “alterar o Estatuto Social, no Artigo 7o, transformando 1 (um) cargo de Diretor Gerente em mais 1 (um) cargo de Diretor, com a consequente alteração das letras “b” e “c” do Artigo 10, e na alínea “g” do Artigo 9 o, aprimorando a sua redação. Se aprovada esta proposta, as redações do Artigo 7o , alínea “g” do Artigo 9 o e letras “b” e “c” do Artigo 10 do Estatuto Social passarão a ser as seguintes: Art. 7o) A Sociedade será administrada por uma Diretoria, eleita pela Assembleia Geral, com mandato de 1 (um) ano, composta de 3 (três) a 7 (sete) membros, sendo 1 (um) Diretor-Presidente, 1 (um) Diretor Gerente e de 1 (um) a 5 (cinco) Diretores; Art. 9o) - g) limitado ao montante global anual aprovado pela Assembleia Geral, realizar a distribuição das verbas de remuneração aos Administradores; Art. 10) – b) ao Diretor Gerente, desempenhar as funções que lhes forem atribuídas, reportando-se ao Diretor-Presidente; c) aos Diretores, colaborar com o Diretor-Presidente e o Diretor Gerente no desempenho de suas funções e coordenar e dirigir as atividades das áreas que lhes ficarem afetas.”; 2) aprovada a alteração da redação do Anexo A da Convenção do Grupo Bradesco de Seguros e Previdência, referente ao rateio das despesas da administração financeira do referido Grupo. A mencionada Convenção consolidada será registrada na Junta Comercial do Estado de São Paulo e ficará arquivada na sede da Sociedade, nos termos da alínea “a” do Parágrafo Primeiro do Artigo 130 da Lei no 6.404/76. Assembleia Geral Ordinária: I) tomaram conhecimento do Relatório da Administração, do Parecer Atuarial e do Relatório dos Auditores Independentes e aprovaram, sem ressalvas, as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício social findo em 31.12.2011, de conformidade com a publicação efetivada em 29.2.2012, nos jornais “Diário Oficial do Estado de São Paulo”, páginas 75 a 77 e “Diário do Comércio”, páginas 47 e 48; II) aprovada a proposta da Diretoria registrada na Reunião daquele Órgão, de 24.2.2012, para destinação do lucro líquido do exercício e distribuição de dividendos, conforme segue: “Tendo em vista que a Sociedade obteve no exercício social encerrado em 31.12.2011 lucro líquido de R$2.064.534,95, propomos que seja destinado da seguinte forma: R$103.226,75 para a conta “Reserva de Lucros - Reserva Legal”; R$1.470.981,15 para a conta “Reserva de Lucros - Estatutária”; e R$490.327,05 para pagamento de dividendos, o qual deverá ser feito até 31.12.2012.”; III) para composição da Diretoria, com mandato de 1 (um) ano, até 29.3.2013, foram reeleitos os senhores: Diretor-Presidente: Norton Glabes Labes, brasileiro, casado, securitário, RG 3.594.614-3/SSP-SP, CPF 111.610.008/87; Diretor Gerente: Ivan Luiz Gontijo Júnior, brasileiro, casado, advogado, OAB/RJ no 044.902, CPF 770.025.397/87; Diretores: Haydewaldo Roberto Chamberlain da Costa, brasileiro, casado, contador, CRC RJ075823/0-9, CPF 756.039.427/20; Ricardo Alahmar, brasileiro, casado, economista, RG 7.706.734-4/SSP-SP, CPF 033.677.718/30; Enrique Adan Y Coello, espanhol, casado, securitário, RNE-W 491.929-4-SE/DPMAF/DPF, CPF 037.520.188-28; e Tarcísio José Massote de Godoy, brasileiro, casado, securitário, RG 554.548/SSP-DF, CPF 316.688.601/04, todos com domicílio na Avenida Paulista, 1.415, parte, Bela Vista, São Paulo, SP, sendo que permanecerão em suas funções até que os nomes dos Diretores que forem eleitos em 2013 recebam a homologação da Superintendência de Seguros Privados - SUSEP e seja a Ata arquivada na Junta Comercial e publicada. Os Diretores reeleitos preenchem as condições previstas na Resolução n o 136, de 7.11.2005, da Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, e declararam, sob as penas da lei, que não estão impedidos de exercer a administração de sociedade mercantil em virtude de condenação criminal; IV) fixado o montante global anual da remuneração dos Administradores, no valor de até R$90.000,00 (noventa mil reais), a ser distribuída em Reunião da Diretoria, aos membros da própria Diretoria, conforme determina a letra “g” do Artigo 9o do Estatuto Social; V) ratificadas as seguintes designações de Diretor: senhor Norton Glabes Labes - de Relações com a SUSEP e responsável pela Área Técnica de Capitalização; senhor Ricardo Alahmar - responsável pelo cumprimento do disposto na Lei no 9.613, de 3.3.1998, que trata dos crimes de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores; e pelos controles internos específicos para a prevenção contra fraudes; senhor Haydewaldo Roberto Chamberlain da Costa responsável pelo acompanhamento, supervisão e cumprimento das normas e procedimentos de contabilidade; e responsável administrativo-financeiro; VI) designado o senhor Tarcísio José Massote de Godoy, em substituição ao senhor Marcos Suryan Neto, como Diretor responsável pela implementação de controles internos das atividades da Sociedade. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, o senhor Presidente esclareceu que para as deliberações tomadas, o Conselho Fiscal da Companhia não foi ouvido por não se encontrar instalado no período e encerrou os trabalhos, lavrando-se a presente Ata, que lida e achada conforme, foi aprovada por todos os presentes, que a subscrevem, inclusive pela representante da empresa KPMG Auditores Independentes. Assinaturas: Presidente: Norton Glabes Labes; Secretário: Ivan Luiz Gontijo Júnior; Administrador: Tarcísio José Massote de Godoy; Acionistas: Bradesco Capitalização S.A. e Bradesco Seg Prev Investimentos Ltda., representadas por seus procuradores, senhores Carlos Laurindo Barbosa e Johan Albino Ribeiro; Auditora: Luciene Teixeira Magalhães. Declaração: Declaramos para os devidos fins que a presente é cópia fiel da Ata lavrada no livro próprio e que são autênticas, no mesmo livro, as assinaturas nele apostas. aa) Ivan Luiz Gontijo Júnior e Tarcísio José Massote de Godoy. Certidão - Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia - Junta Comercial do Estado de São Paulo - Certifico o registro sob número 345.892/124, em 7.8.2012. a) Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.
p Haddad acena com 'redução drástica' de impostos e taxas DIÁRIO DO COMÉRCIO
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terça-feira, 14 de agosto de 2012
Se nós tivermos que zerar o IPTU por 50 anos, baixar o ISS e levar a zero a outorga onerosa, vamos fazer isso. Fernando Haddad, candidato petista à Prefeitura.
olítica
Mário Tonocchi
foco das regiões do centro e avenidas Faria Lima, Paulista e Luiz Carlos Berrini. Assim, as candidato petista à subprefeituras voltarão a ser prefeitura de São descentralizadas, como peP a u l o , F e r n a n d o quenas cidades". Haddad, disse onHaddad garantiu que não tem na Associação Comercial vai criar novas taxas ou imposde São Paulo (ACSP) que vai re- tos para cobrir a renúncia fisduzir drasticamente impostos cal pelos incentivos às empree taxas para estimular a redis- sas. Disse que esses incentitribuição de empresas pela ci- vos devem trazer novamente dade, principalmente as Zo- as empresas para a cidade, nas Leste e Sul. aumentando a arrecadação O petista quer levar as em- municipal em R$ 38 bilhões. presas para próximo das moNo encontro da ACSP, Hadradias dos trabalhadores. dad apresentou seu plano de Com isso, acredita Haddad, a governo que havia lançado prefeitura também ataca um ainda na manhã de ontem. Dedos piores problemas que afli- nominada "arco do futuro", a gem os moradores da Capital, proposta descentraliza a loa locomoção. gística urbana da cidade le"Se nós tivervando em conta mos que zerar o a Av. Cupecê (zoIPTU por 50 anos, na sul), além das baixar o ISS até m a r g i n a i s P iOs projetos da onde a Constituinheiros e do Tiecidade seguirão ção permite (de tê e fechando na essa visão 5% para 2%) e Av. Jacu Pêssego tirando o foco do (zona leste). O baixar a zero a outorga onerosa, plano prevê incentro, da Faria para estimular o vestimento de Lima, Paulista e d es en vo lv im enR$ 20 bilhões em Berrini. to e permitir o poobras viárias e FERNANDO HADDAD tencial construtiferroviárias nos vo, vamos fazer próximos quatro isso", disse Haddad. anos. O candidato do PT foi o priHaddad também falou someiro de seis principais con- bre educação, saúde e a conscorrentes convidados para trução de 150 km de corredoapresentar suas propostas res excluisivos de ônibus. Para aos empreendedores. O próxi- o Metrô, quer manter a parcemo encontro será dia 20, com ria na construção de linhas. Soninha Francine (PPS). Quer sugerir a extensão da Segundo o candidato, so- Linha 3 da Barra Funda à Lapa, mente 20% das subprefeitu- integração subterrânea entre ras oferecem 2/3 das ofertas Barra Funda e Brás, antecipade emprego da cidade, o que ção da inauguração da estaprovoca grandes desloca- ção Pirituba da Linha 6, extenmentos diários e congestiona- são da Linha 2 da Vila Madalementos. "Isso deixa a cidade na até Cerro Corá e ampliação desequilibrada e insustentá- da linha 5de Capão Redondo vel. Temos que pensar uma ci- até o Jardim Ângela. dade para o futuro", afirmou. O vice-presidente da ACSP, As demais ações do governo, Roberto Mateus Ordine, agradisse, estão baseadas no des- deceu a presença de Haddad e locamento das empresas. disse que o encontro é impor"Todos os projetos de educa- tante para o empresário coção, saúde e cultura da cidade nhecer os candidatos deste seguirão essa visão de desen- ano. O evento foi transmitido volvimento urbano tirando o pela Web TV ACSP.
Primeiro candidato a prefeito de São Paulo a falar na ACSP, petista diz que ideia é estimular a redistribuição da instalação de empresas pela cidade, principalmente nas zonas leste e sul da cidade, que são mal atendidas.
Luiz Prado/LUZ
O
Funcionários do INSS podem paralisar amanhã
S
egundo a federação que reúne os servidores federais da saúde e previdência, a orientação é suspender as atividades dos funcionários do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) por 24 horas onde for possível. Os funcionários serão orientados a trabalhar vestidos de preto. Ontem, representantes estaduais da categoria se reuniram com o comando central da Fenasps (Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho,
Previdência e Assistência Social), que representa a categoria em nível nacional, para levar os resultados das assembleias feitas nos estados e discutir as reivindicações. Eles tentam chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria, além de outros pedidos. A Fenasps garante que 30% dos trabalhadores trabalharão amanhã, segundo lei para serviços essenciais. As consultas que não forem realizadas serão remarcadas para outras datas. (Folhapress)
Haddad na ACSP, ontem: petista detalha lançamento do seu plano de governo, baseado em replanejamento urbanístico da cidade.
Servidores armam acampamento de greve em Brasília Categorias paralisadas há mais de dois meses prometem fazer vigília em frente à Esplanada dos Ministérios
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Barraca armada: primeiros manifestantes chegam Brasília para estimular o aumento no movimento. Hoffmann (Casa Civil), , Gilberto Carvalho (Secretaria Geral) e o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams. O governo já iniciou o agend a m e n t o d e a l g u m a s r e uniões de negociação. Na terça-feira devem ocorrer duas reuniões. Pela manhã, a pauta será a Lei 12.277 de 2010, que cria uma tabela salarial diferenciada para cinco cargos de
nível superior do Executivo: estatístico, engenheiro, geólogo, economista e Arquiteto. De acordo com o diretor executivo da Condsef, Sérgio Ronaldo, ao menos 18 categorias de base da confederação têm interesse direto nesta primeira reunião. À tarde, representantes do ministério do Planejamento devem se reunir com servido-
res do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e do ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). O Incra está em greve em todos os Estados e representa 26 categorias de base da área agrária. Os docentes das universidades federais, em greve desde maio, também integrarão os protestos em Brasília. (AE)
PF faz ato para ressaltar greve
SECRETARIA DA SAÚDE DIVISÃO TÉCNICA DE SUPRIMENTOS - SMS.3 ABERTURA DE LICITAÇÕES Encontram-se abertos no Gabinete, os seguintes pregões: REABERTURA - PREGÃO PRESENCIAL 102/2012-SMS.G, processo 20110.168.350-0, destinado à Contratação de Empresa Especializada em Serviços de Locação de Veículos, incluindo Transporte, Captura e Remoção de Animais Domésticos (cães e gatos), de Interesse Econômico (equinos, bovinos) e Sinantrópicos, Mão de obra, Manutenção e Combustível, para o Centro de Controle de Zoonoses/Coordenação de Vigilância à Saúde - COVISA e das Supervisões de Vigilância à Saúde - SUVIS, da Secretaria Municipal da Saúde, do tipo menor preço. A sessão pública de pregão ocorrerá a partir das 09h30min do dia 27 de agosto de 2012, a cargo da 4ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. PREGÃO ELETRÔNICO 293/2012-SMS.G, processo 2012-0.160.860-7, destinado ao registro de preço para o fornecimento de FRALDA DESCARTÁVEL GERIÁTRICA, MARCA BIGFRAL PLUS TAMANHOS: - JUVENIL, P, M, G, XG, E BIGFRAL NOTURNAS TAMANHOS: M e G para Atendimento de Determinações do Poder Judiciário, Ministério Público e Conselhos Tutelares - Ações Judiciais, para a Divisão Técnica de Suprimentos - SMS.3/Grupo Técnico de Compras - GTC/Área Técnica de Ação Judicial, do tipo menor preço. A abertura/realização da sessão pública de pregão ocorrerá a partir das 9h30min do dia 27 de agosto de 2012, pelo endereço www.comprasnet.gov.br, a cargo da 5ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. RETIRADA DE EDITAIS Os editais dos pregões acima poderão ser consultados e/ou obtidos nos endereços: http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br; www.comprasnet.gov.br, quando pregão eletrônico; ou, no gabinete da Secretaria Municipal da Saúde, na Rua General Jardim, 36 - 3º andar - Vila Buarque - São Paulo/SP - CEP 01223-010, mediante o recolhimento de taxa referente aos custos de reprografia do edital, através do DAMSP, Documento de Arrecadação do Município de São Paulo. DOCUMENTAÇÃO - PREGÃO PRESENCIAL Os documentos referentes ao credenciamento, os envelopes contendo as propostas comerciais e os documentos de habilitação das empresas interessadas, deverão ser entregues diretamente ao pregoeiro, no momento da abertura da sessão pública de pregão.
Franco Rithele/Futura Press/AE
ara pressionar o governo, servidores públicos de todo o País montam a partir de hoje o acampamento de greve. O ato deve concentrar as categorias, algumas paralisadas há mais de dois meses, numa vigília em frente à Esplanada dos Ministérios, no Distrito Federal pelo menos até sexta-feira. A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), cujas categorias de base representam 80% de todos os servidores do Executivo federal, espera que 10 mil servidores participem do acampamento durante esta semana. Os grevistas pretendem realizar uma série de atos em frente aos ministérios para pressionar o governo e engajar a população à causa. Ontem, o governo afirmou que fará novas rodadas de negociação com os servidores em greve para discutir propostas com cada categoria, em separado, até sexta-feira. O assunto foi discutido durante reunião entre a presidente Dilma Rousseff e ministros, no Palácio do Planalto. Além da ministra do Planejamento, Miriam Belchior, estiveram presentes José Eduardo Cardozo (Justiça), Gleisi
Agenda da paralisação prevê doação de sangue para hoje e operação padrão amanhã no aeroporto de Guarulhos Leandro Martins/Futura Press/AE
P
oliciais federais, em greve há seis dias, fizeram na manhã de ontem uma manifestação em frente ao prédio da superintendência da Polícia Federal, na capital paulista. Hoje, os grevistas irão doar sangue e, na quintafeira farão operação padrão no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Segundo o presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia Federal d de São Paulo, Alexandre Sally, 70% dos 900 funcionários que trabalham na superintendência aderiram à greve, mas parte deles mantém o trabalho de escolta de presos. "Não estamos radicalizando no movimento. Entendemos certas necessidades do departamento, por isso estamos colaborando".
Braços cruzados: agentes participam de ato em frente ao prédio da Superintendência da Polícia Federal em São Paulo. Greve vai continuar, garantem eles.
Ele explicou que a emissão de passaportes opera normalmente porque a maioria dos funcionários é contratada. "No posto de passaporte em
um shopping há um policial e 12 contratados. Aqui na sede, são dois policiais e 30 contratados. Vamos respeitá-los". Os servidores pedem rea-
juste salarial, reestruturação da carreira e realização de concursos, além do aumento dos auxílios alimentação, saúde, creche e transporte. (ABr)
terça-feira, 14 de agosto de 2012
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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BANCO VOTORANTIM S.A. CNPJ 59.588.111/0001-03 Avenida das Nações Unidas, 14.171, Torre A, 18º andar - Vila Gertrudes - CEP 04794-000 - São Paulo - SP Tel. (11) 5171-1000 Fax (11) 5171-1900
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, apresentamos o Relatório da Administração e as Demonstrações Contábeis individuais e consolidadas do Banco Votorantim S.A. (Banco Votorantim) relativas aos semestres findos em 30 de junho de 2012 (1S12) e 2011 (1S11), acompanhadas das respectivas notas explicativas e do relatório dos auditores independentes. 1. Ambiente Econômico e Setor Bancário O 1S12 foi marcado pela instabilidade no mercado financeiro mundial, derivada da crise soberana e bancária européia. O Brasil continua sendo bem avaliado pelo resto do mundo, como atesta o fluxo cambial positivo do período, de US$ 22,9 bilhões, que ajudou a levar as reservas internacionais para o recorde de US$ 373,9 bilhões. Porém, o País não passou incólume por esta turbulência e alguns de seus indicadores ficaram mais fracos. A segunda onda da crise mundial de 2008/09 impactou a economia brasileira por dois canais principais: (i) o do comércio internacional, com a redução de 45,4% do superávit comercial sobre o mesmo período do ano passado; e (ii) o da confiança dos empresários locais, de forma que os investimentos em ampliação de capacidade produtiva foram significativamente reduzidos. Mesmo com as diversas medidas de estímulo para reanimar a economia, nível de desemprego em patamares mínimos históricos e renda em expansão, o aumento do endividamento das famílias e o consequente comprometimento de renda com essas dívidas impediram uma reação mais pronunciada do consumo. Paralelamente, e ainda como reflexo das mudanças no contexto econômico-regulatório a partir de 2010/11, que vêm impactando a atividade econômica brasileira desde então, a inadimplência do mercado de crédito para pessoas físicas seguiu em expansão e atingiu 7,8% em Jun.12 (7,4% em Dez.11). Esse crescimento foi impulsionado pela inadimplência de mercado do segmento de crédito para aquisição de veículos, nicho de atuação do Banco Votorantim, que alcançou 6,0% em Jun.12 (5,0% em Dez.11) e apresentou ritmo de elevação mais acelerado em relação às demais modalidades de crédito para pessoas físicas. O volume de concessão de crédito para operações de aquisição de veículos por pessoas físicas alcançou a média mensal de R$ 7,5 bilhões no 1S12, queda de 11,7% sobre a média mensal de 2011 (R$ 8,5 bilhões), quando ainda vigoravam as medidas macroprudenciais de restrição ao crédito. No 2S12, estima-se que a atividade econômica acelere, refletindo a significativa redução da taxa de juros básica da economia promovida nos últimos meses e as desonerações tributárias já efetivadas pelo governo, além do impulso que deverá ser dado no investimento público, de forma que se criem as condições para a redução gradual dos níveis de inadimplência. 2. Principais Informações - Posição consolidada 1S11 1S12 Variação RESULTADOS (R$ Milhões) Margem financeira bruta1 (a) 3.016 2.325 -22,9% Provisão para créditos de liquidação duvidosa - PDD (b) (1.268) (3.025) 138,5% Resultado bruto de intermediação financeira (a - b) 1.748 (700) -140,0% Receita de prestação de serviços 627 492 -21,5% Despesas administrativas e de pessoal2 (1.112) (1.213) 9,1% Resultado operacional 825 (1.808) -319,2% Lucro líquido (Prejuízo) 541 (1.132) -309,4% INDICADORES GERENCIAIS (%) Retorno sobre Patrimônio Líquido Médio3 (ROAE) 13,0 (25,4) -38,4 p.p. Retorno sobre Ativo Total Médio4 (ROAA) 1,0 (2,0) -2,9 p.p. 5 Índice de Eficiência (IE) - acumulado 12 meses 36,3 48,2 11,9 p.p. Índice de Basileia 13,9 15,5 1,6 p.p BALANÇO PATRIMONIAL (R$ Milhões) Total de ativos 119.190 113.610 -4,7% Carteira de crédito 61.213 58.809 -3,9% Segmento Atacado 20.443 20.484 0,2% Segmento Varejo 40.769 38.325 -6,0% Avais e fianças 10.598 12.634 19,2% Ativos cedidos com coobrigação 12.943 12.031 -7,0% Ativos cedidos para FIDCs6 2.926 3.345 14,3% Recursos captados 81.145 80.985 -0,2% Patrimônio líquido 8.706 9.304 6,9% Patrimônio de Referência 12.592 13.624 8,2% OUTRAS INFORMAÇÕES Recursos geridos (R$ Milhões) 37.839 43.203 14,2% 1 Equivale ao Resultado bruto de intermediação financeira antes da provisão para créditos de liquidação duvidosa (PDD); 2 Considera despesas pontuais associadas à reestruturação em curso e ao aumento de despesas com cobrança no Varejo; 3 Quociente entre o lucro líquido do período e o patrimônio líquido médio do período. O indicador está anualizado; 4 Quociente entre o lucro líquido do período e os ativos totais médios do período. O indicador está anualizado; 5 IE = despesas administrativas e de pessoal/(margem financeira bruta + receita de prestação de serviços + outras receitas operacionais + outras despesas operacionais + ajuste de hedge fiscal); 6 Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios nos quais o Banco Votorantim e a BV Financeira detêm 100% das cotas subordinadas. 3. Desempenho dos Negócios As operações do Banco Votorantim são conduzidas por meio de um conjunto de instituições controladas, que atuam integradamente no mercado financeiro, inclusive em relação ao gerenciamento de riscos. Entre essas empresas controladas estão a BV Financeira, BV Leasing, Votorantim Asset Management e Votorantim Corretora de Títulos e Valores Mobiliários. O Banco Votorantim conta com uma base robusta e comprometida de acionistas (Grupo Votorantim e Banco do Brasil - “BB”) e um portfólio diversificado de negócios de banco de atacado, financiamento ao consumo e gestão de patrimônio. Esses fatores, aliados à parceria estratégica com o BB, posicionam o Banco Votorantim de forma privilegiada para ocupar o espaço criado pela consolidação bancária e capturar oportunidades de negócios associadas à expansão da classe média, ampliação de investimentos em infraestrutura e o desenvolvimento do mercado local de capitais. A partir de 2011, mudanças econômico-regulatórias e o agravamento da crise internacional alteraram o contexto bancário brasileiro. Paralelamente, foi registrada uma elevação sistêmica da inadimplência de pessoas físicas, impondo desafios principalmente às instituições mais voltadas ao crédito ao consumo - como o Banco Votorantim. No mercado de financiamento de veículos, em que o Banco Votorantim possui forte presença, a inadimplência dobrou de patamar no ano passado (2,5% em Dez.10; 5,0% em Dez.11) e seguiu em elevação nesse 1S12, alcançando 6,0% em Jun.12. Adicionalmente, em Jan.12 entrou em vigor a Resolução 3.533/Bacen, alterando a forma de contabilização de operações de cessão de créditos com coobrigação. Essa nova mudança regulatória impactou o mercado de securitização e os resultados dos bancos que nele atuam. Nesse contexto, o Banco Votorantim deu continuidade ao seu processo de ajuste prudencial, iniciado no 4T11, avançando nas iniciativas da sua Agenda de Mudanças. Após um período de forte crescimento, com importante ganho de escala, o foco atual é aumentar a rentabilidade de todas as linhas de negócios no médio prazo. O resultado consolidado do Banco Votorantim no 1S12 totalizou R$ -1.132 milhões (R$ 541 milhões no 1S11). A variação do resultado do 1S12 em relação ao registrado no mesmo período do ano anterior é explicada por três fatores principais - todos ligados ao Varejo: (i) aumento das despesas com provisões de crédito, principalmente em razão da inadimplência superior à média histórica das carteiras de veículos originadas pela BV Financeira entre Jul.10 e Set.11; (ii) não realização de cessões de crédito com coobrigação no 1S12; e (iii) redução dos volumes de originação. No 1S12 também foi registrado aumento das despesas de pessoal e administrativas, justificado por despesas pontuais associadas à reestruturação em curso e ao aumento de despesas com cobrança no Varejo. O Atacado, composto pelos segmentos Corporate & Investment Banking (CIB), BV Empresas, Asset Management, Private Bank e Tesouraria, manteve seu histórico de bom desempenho, com geração consistente de receitas e inadimplência sob controle. O CIB encerrou Jun.12 com uma carteira de crédito ampliada (com avais e fianças) de R$ 32,7 bilhões, tendo fortalecido sua disciplina de capital e ampliado sua relevância junto aos clientes por meio da oferta de soluções financeiras integradas de crédito, produtos estruturados e serviços de banco de investimento. No BV Empresas, a carteira de crédito ampliada alcançou R$ 9,6 bilhões, crescimento de 30,0% em 12 meses, com ganhos de eficiência e inadimplência sob controle - 2,3% em Jun.12. O segmento de gestão de patrimônio de terceiros, por meio da Asset Management, atingiu R$ 43,2 bilhões de recursos geridos em Jun.12, crescimento de cerca de 14% em doze meses, aprofundando sua parceria com o BB e consolidando sua posição de 8ª maior Asset do mercado pelo ranking de gestores da Anbima. O Private Bank, por sua vez, manteve o foco no planejamento patrimonial de sua base de clientes, que no encerramento do 1S12 apresentou expansão de 17% em relação a Jun.11. No mesmo período, o volume de ativos sob gestão cresceu 12%. O Varejo totalizou carteira gerenciada de R$ 53,7 bilhões em Jun.12, incluindo ativos cedidos com coobrigação para outras instituições financeiras e os ativos cedidos para FIDCs - Fundos de Investimento em Direitos Creditórios. Conforme mencionado, o Varejo teve seus resultados pressionados principalmente pelo aumento sistêmico da inadimplência nas operações de financiamentos de veículos, segmento que corresponde a 80% de sua carteira de crédito gerenciada. Nesse contexto de resultados, o Banco Votorantim continuou a fortalecer a qualidade do seu risco de crédito. O índice de Basileia encerrou Jun.12 em 15,5%, 250 pontos base superior a Mar. 12, beneficiado pelo aporte de capital de R$ 2,0 bilhões realizado em Jun.12. Com essa medida, o BB e a Votorantim Finanças mantêm a capitalização do Banco Votorantim em níveis adequados, conforme previsto no Acordo de Acionistas. Para voltar a crescer com rentabilidade, o Banco Votorantim continuou avançando no 1S12 na implantação de uma série de iniciativas estratégicas da sua Agenda de Mudanças, com destaque para: • Modelo de atuação em veículos: intensificação do foco de atuação em revendas multimarcas (veículos usados) para originação voltada à carteira própria, além da adequação dos incentivos aos canais de distribuição (revendas e concessionárias); • Crédito: aprimoramentos das políticas, processos e modelos do Varejo. Após a significativa melhora no nível de risco dos créditos originados no 4T11, as produções do 1S12 mantiveram o patamar histórico de boa qualidade, evidenciado pelo comportamento do indicador antecedente “atraso da 1ª parcela” da produção de veículos; • Cobrança: revisão dos processos no Varejo, visando à redução de inadimplência e à recuperação e/ou minimização de perdas; • Eficiência: adequação das estruturas organizacionais ao novo patamar de produção do Varejo; e • Operações: continuidade dos trabalhos do Comitê de Revisão Operacional (CRO), composto por representantes dos acionistas, que tem atuado com equipes da BV Financeira na implantação de melhorias operacionais e aprimoramento dos controles internos. O avanço na Agenda de Mudanças cria as condições para que o Banco Votorantim possa retomar o crescimento com rentabilidade no médio prazo. Entretanto, os resultados no curto prazo continuarão pressionados pelos mesmos três fatores (ligados ao Varejo) anteriormente citados. As estratégias e iniciativas adotadas, cujos efeitos se evidenciam tanto na manutenção do bom desempenho do Atacado, quanto na geração de novos negócios de boa rentabilidade do Varejo, permitirão ao Banco Votorantim retomar a sua trajetória de crescimento sustentável e com rentabilidade no médio prazo. Esse processo de ajuste prudencial, iniciado no 4T11, conta com total apoio dos acionistas, comprometidos com a manutenção da estrutura de capital em níveis adequados, conforme previsto no Acordo de Acionistas. O compromisso dos acionistas se estende à preparação do Banco Votorantim ao novo ambiente regulatório de Basileia III. Para informações adicionais sobre o desempenho econômico-financeiro consolidado do Banco Votorantim, veja o “Relatório Gerencial de Resultados 2T12” no site de Relações com Investidores (www.bancovotorantim.com.br/ri). 4. Avanços na Parceria Estratégica com o Banco do Brasil O Banco Votorantim e o Banco do Brasil (BB) têm explorado oportunidades conjuntas de negócios em diversos segmentos, com avanços tangíveis alcançados, como os abaixo citados:
• Desenvolvimento de novo modelo de cessão sem coobrigação: diante do novo contexto econômico-regulatório, a BV Financeira tem priorizado a produção em revendas (veículos usados) para a carteira própria, no qual possui reconhecida expertise, e em 2012 tem avançado na estruturação de um novo modelo de cessão sem coobrigação para o BB (“BV Financeira Originadora”), com foco no canal concessionárias (veículos novos). No 2T12, foi realizada uma operação “piloto” para testar e aperfeiçoar os desenvolvimentos sistêmicos desse novo modelo, a ser consolidado no 2S12. • Oferta de produtos de investimento: a BB DTVM e a Votorantim Wealth Management & Services (VWM&S), estrutura consolidadora de gestão de recursos de terceiros do Banco Votorantim, têm atuado conjuntamente no desenvolvimento e distribuição de fundos de investimento inovadores e customizados de Direitos Creditórios (FIDCs), Imobiliários (FIIs), de Investimentos em Participações (FIPs) e Crédito Privado. No 1S12, a VWM&S deu continuidade à ampliação dos negócios em parceria com o BB, com o desenvolvimento de produtos estruturados exclusivamente voltados às necessidades do parceiro acionista cujo volume total, em Jun.12 atingiu cerca de R$ 2,2 bilhões. Outros projetos estão em fase de finalização e deverão ser concluídos ao longo do 2S12. • Ampliação dos negócios do CIB: aprofundamento da parceria com BB nos negócios do Corporate & Investment Banking, com foco em originação de crédito, produtos estruturados, derivativos (hedge), mandatos de emissões de ações e bonds no mercado internacional. No 1S12, vale destacar a atuação conjunta do Banco Votorantim e BB no IPO da Locamérica. • Ampliação dos negócios da Votorantim Corretora: maior utilização pelo BB da corretora do Banco Votorantim para a realização de transações de posições proprietárias, dos fundos de investimentos e do seu segmento varejo (via home broker do BB). 5. Agências de Rating O Banco Votorantim possui grau de investimento pelas três principais agências internacionais de rating, em reconhecimento à qualidade do seu risco de crédito. AGÊNCIAS DE RATING Nacional Internacional IDR Moeda Estrangeira (LP/CP) – BBB-/F3 IDR Moeda Local (LP/CP) – BBB-/F3 Escala Nacional (LP/CP) AA+(bra)/F1+(bra) – Senior Unsecured MTN - ME (LP/CP) – Baa2/P-2 Depósitos - Moeda Estrangeira (LP/CP) – Baa2/P-2 Moody’s Depósitos - Moeda Local (LP/CP) Aaa.br/BR-1 Baa2/P-2 Moeda Estrangeira (LP/CP) – BBB-/A-3 Moeda Local (LP/CP) – BBB-/A-3 Standard & Poor’s Escala Nacional (LP/CP) brAAA/brA-1 – Nota: LP = Longo Prazo; CP = Curto Prazo 6. Prêmios e Reconhecimentos Seguem os principais prêmios e reconhecimentos recebidos pelo Banco Votorantim e suas controladas no 1S12: • “Top 10 Assets”, classificação da Votorantim Asset Management entre as 10 maiores gestoras para os investidores institucionais, edição março de 2012, da Revista Investidor Institucional; • “Fundos Excelentes” do ranking “Os Melhores Fundos para Institucionais”, concedido a oito fundos da Votorantim Asset Management pela Revista Valor Investe em parceria com a Luz Engenharia Financeira, pela excelência e consistência na performance; • “20 Empresas Mais Admiradas pelos RHs”, “RHs Mais Admirados do Brasil” e “10 Melhores Empresas em IDHO - Indicador de Desenvolvimento Humano Organizacional”, premiações concedidas ao Banco Votorantim pela Gestão & RH Editora; • “10 Melhores Empresas em Cidadania Corporativa 2012”, prêmio concedido à BV Financeira pela Gestão & RH Editora. 7. Governança Corporativa A governança do Banco Votorantim é compartilhada entre os dois acionistas, com um modelo em contínuo aperfeiçoamento para alcançar mais robustez e transparência, assegurando agilidade nos processos decisórios - forte característica do Banco Votorantim. A governança está organizada em dois níveis complementares de alçada: o primeiro é composto pelo Conselho de Administração (CA) e seus Comitês de Assessoramento (Finanças, Produtos e Marketing, e de Remuneração e Recursos Humanos), e envolve os acionistas; o segundo é composto pelo Comitê Executivo e seus Comitês Operacionais e envolve as lideranças executivas do Banco Votorantim. Adicionalmente o Banco Votorantim conta com um Conselho Fiscal, órgão independente que tem a função de fiscalizar os atos de gestão administrativa do Banco Votorantim, e com um Comitê de Auditoria, órgão de assessoramento ao CA. Como parte de sua Agenda de Mudanças, a partir de Set.11, o Banco Votorantim promoveu a integração de áreas corporativas, como Crédito, Finanças e Jurídico e ainda criou dois comitês que têm contribuído para o aumento da eficiência e melhora da governança da instituição: • Comitê de Análise e Aprovação de Despesas (CAAD): composto por executivos corporativos, o CAAD tem entre suas atribuições auxiliar a administração na implantação de iniciativas visando maior eficiência na gestão de custos e despesas; e • Comitê de Revisão Operacional (CRO): composto por representantes dos acionistas, o CRO é um comitê temporário que tem atuado em conjunto com as equipes da BV Financeira na identificação e implantação de melhorias operacionais e de controles internos. No 1S12 o Banco Votorantim deu continuidade ao processo de aprimoramento de sua governança com a instituição do comitê de “Remuneração e Recursos Humanos” para assessoramento ao CA. Esse novo comitê conta com representantes de ambos os acionistas, além do Presidente do Banco Votorantim e um membro independente, que se reúnem trimestralmente para acompanhar e deliberar a respeito de questões relacionadas à Política de Remuneração de Administradores e práticas de RH de competência do CA. Ainda no 1S12, o Banco Votorantim agregou ao seu quadro de executivos diversos profissionais experientes de mercado em áreas como Crédito e Cobrança do Varejo, banco de Atacado, BV Empresas (segmento de médias empresas), entre outras. 8. Gestão de Pessoas Com o objetivo de apoiar a estratégia, bem como as ações que nortearão a organização rumo ao crescimento sustentável, o Banco Votorantim mantém três importantes frentes de atuação no âmbito de Recursos Humanos: • Planejamento e Desenvolvimento da Força de Trabalho: mapear ações para munir, adequar, treinar e capacitar os colaboradores às diretrizes estratégicas da organização; • Gestão de Talentos: monitorar a performance individual dos colaboradores, identificar talentos, criar mecanismos de retenção, e solidificá-los por meio do programa de sucessão; • Cultura e Clima: assegurar que o ambiente de trabalho esteja em consonância com a cultura, valores e diretrizes estratégicas da organização. Essas frentes possibilitaram a estruturação de ações e produtos alinhados às necessidades da empresa. Para isso, foram definidas iniciativas que suportarão as diretrizes da instituição, tais quais: • Atração e retenção: fortalecer a marca do Banco Votorantim, trazendo profissionais com diferenciais competitivos e proporcionar oportunidades de crescimento profissional; • Desenvolvimento: atender a necessidade da organização e ao mesmo tempo capacitar os colaboradores para a execução de seu trabalho, favorecendo o crescimento profissional e pessoal, por meio das Escolas de Negócios, da Escola de Liderança e programas de coaching executivo; • Cultura e Clima: assegurar que o ambiente de trabalho esteja em consonância com a cultura, valores e diretrizes estratégicas da organização, uma das condições prioritárias para a perenidade da empresa. O clima organizacional é monitorado continuamente por meio do programa “Falando Francamente”. Assim, é possível avaliar objetivamente a percepção dos colaboradores em relação às políticas e práticas, propiciando uma atuação pró-ativa para a melhoria do clima organizacional, além de favorecer o engajamento e satisfação de todos os colaboradores. A estratégia atual do Banco Votorantim visa a consolidar sua posição como um dos três principais bancos privados nacionais, reconhecido pela orientação em servir seus clientes e parceiros de forma sustentável e com relacionamentos de longo prazo, alavancando sinergias com o Banco do Brasil. Para que todos os colaboradores atuem em sinergia com as novas diretrizes da organização, é crucial que cada um conheça seu papel na organização. Pensando nisso, no 1S12 foram divulgados a toda organização os novos modelos de Gestão de Desempenho e Remuneração. O novo modelo de Gestão de Desempenho contempla: ciclo anual, avaliação quantitativa com contratação de metas e qualitativa que traduzem os comportamentos e as atitudes desejáveis para todos os colaboradores, pois tão importante quanto obter os resultados é a forma como são atingidos. O Banco Votorantim acredita que o sucesso e a perenidade de uma organização só são possíveis quando há uma equipe de trabalho preparada para os desafios futuros e que atue em sintonia com os objetivos da empresa. Todas estas iniciativas, em conjunto com os novos modelos de Gestão de Desempenho e Remuneração, têm o objetivo de manter uma gestão de pessoas coerente com os valores, a visão e a missão da empresa. 9. Sustentabilidade O conceito de Sustentabilidade está intrinsecamente ligado às práticas de negócios da instituição e ao cotidiano de suas operações. O Banco Votorantim visa estabelecer, em todas as suas áreas de atuação, relações éticas, transparentes e perenes respeitando os aspectos econômicos, sociais, ambientais e humanos em seus processos. O Comitê de Sustentabilidade, constituído em 2011, definiu as diretrizes para a inserção da Sustentabilidade em toda a organização, de acordo com a Política Corporativa de Sustentabilidade em vigor. Para que o Banco Votorantim atinja essas metas, a atuação da área de Sustentabilidade está pautada em três principais focos: Sustentabilidade nos Negócios, Consumo Consciente e Investimento Social. Sustentabilidade nos Negócios A sustentabilidade e a sua incorporação à estratégia de negócios é um movimento mundial que está se tornando cada vez mais relevante no mercado brasileiro. Com relação à inclusão da Sustentabilidade nos Negócios, foi priorizada a estruturação de ferramenta para a análise de risco socioambiental como fonte de informações para fundamentar a concessão de crédito para pessoa jurídica. A Votorantim Asset Management (VAM), controlada do Banco Votorantim, tornou-se signatária do PRI (Principles of Responsible Investment) em maio de 2012. Fato este que vem reforçar seu compromisso de incorporar critérios de governança corporativa, sociais e ambientais nos processos de análise e gestão de ativos. Consumo Consciente No 1S12 foram realizadas campanhas internas de divulgação de conceitos relativos à sustentabilidade e consumo consciente, utilizando-se de diversos meios de comunicação. A conscientização dos colaboradores com relação aos conceitos de Consumo Consciente está diretamente relacionada aos princípios estabelecidos pelo Protocolo Verde, do qual o Banco Votorantim é signatário desde 2009. Investimento Social De acordo com sua Política de Investimento Social, o Banco Votorantim destina recursos incentivados para projetos culturais, esportivos e sociais desenvolvidos por reconhecidas instituições do terceiro setor, priorizando projetos com cunho de democratização do acesso à cultura e esportes e atendimento de demandas de crianças e adolescentes. Na área cultural, foram destinados recursos para projetos desenvolvidos pelo MAM, OSESP, Mozarteum e Instituto Inhotim. Estes projetos contemplam a difusão cultural, valorizando as manifestações populares e a extensão do impacto social do projeto. Na área social, foram destinados recursos para Fundos Municipais da Criança e do Adolescente, em Itabuna, Maceió, Ouro Preto, Rio Branco e São José do Rio Preto, que apresentam demandas na área da infância e adolescência alinhadas às diretrizes do ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente e que contam com filiais do Banco Votorantim e/ou de suas controladas. Na área de esportes, foram destinados recursos incentivados para o Projeto do Instituto Reação, que oferece atividades esportivas e educacionais para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, no município do Rio de Janeiro. 10. Agradecimentos A Administração do Banco Votorantim agradece aos clientes e acionistas pela confiança depositada e aos colaboradores pelo contínuo empenho e dedicação. São Paulo, 02 de agosto de 2012 Fitch Ratings
A Diretoria
BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) Ativo Circulante Disponibilidades Aplicações interfinanceiras de liquidez Aplicações no mercado aberto Aplicações em depósitos interfinanceiros Aplicações em moeda estrangeira Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Carteira própria Vinculados a compromissos de recompra Instrumentos financeiros derivativos Vinculados à prestação de garantias Relações interfinanceiras Pagamentos e recebimentos a liquidar Depósitos no Banco Central Repasses interfinanceiros Correspondentes Operações de crédito Setor público Setor privado Operações de crédito vinculadas a cessão Provisão para operações de créditos de liquidação duvidosa Operações de arrendamento mercantil Arrendamento a receber - Setor privado Rendas a apropriar de arrendamento mercantil Provisão para créditos de arrendamento mercantil de liquidação duvidosa Outros créditos Carteira de câmbio Rendas a receber Negociação e intermediação de valores Diversos Provisão para outros créditos de liquidação duvidosa Outros valores e bens Outros valores e bens Despesas antecipadas Realizável a longo prazo Aplicações interfinanceiras de liquidez Aplicações em depósitos interfinanceiros Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Carteira própria Vinculados a compromissos de recompra Instrumentos financeiros derivativos Vinculados à prestação de garantias Operações de crédito Setor público Setor privado Operações de crédito vinculadas a cessão Provisão para operações de créditos de liquidação duvidosa Operações de arrendamento mercantil Arrendamento a receber - Setor privado Rendas a apropriar de arrendamento mercantil Provisão para créditos de arrendamento mercantil de liquidação duvidosa Outros créditos Créditos por avais e fianças honrados Negociação e intermediação de valores Diversos Outros valores e bens Outros valores e bens Despesas antecipadas Permanente Investimentos Participações em controladas no País e no exterior Outros investimentos Provisão para perdas Imobilizado de uso Outras imobilizações de uso Depreciações acumuladas Intangível Ativos intangíveis Amortização acumulada Diferido Gastos de organização e expansão Amortização acumulada Total do ativo
Banco Consolidado Passivo 2012 2011 2012 2011 89.046.668 88.282.753 59.115.305 73.825.287 Circulante 90.451 62.452 162.873 151.625 Depósitos 42.925.411 35.158.994 14.157.961 16.680.548 Depósitos à vista 16.972.110 14.856.571 12.369.519 14.856.571 Depósitos interfinanceiros 25.757.552 20.177.468 1.580.257 1.699.022 Depósitos a prazo 195.749 124.955 208.185 124.955 Outros depósitos 31.890.577 35.728.429 10.744.443 19.586.785 Captações no mercado aberto 9.377.389 5.613.731 3.903.404 8.361.183 Carteira própria 19.714.107 26.236.672 4.417.299 7.372.660 Carteira de terceiros 1.754.565 815.904 1.332.424 751.409 Carteira de livre movimentação 1.044.516 3.062.122 1.091.316 3.101.533 Recursos de aceites e emissão de títulos 3.013.454 6.113.585 3.013.454 6.113.585 Recursos de letras imobiliárias, hipotecárias, de crédito e similares 544 1.494 544 1.494 Recursos de debêntures 2.835.795 6.048.845 2.835.795 6.048.845 Obrigações por títulos e valores mobiliários no exterior 176.199 61.119 176.199 61.119 Relações interfinanceiras 916 2.127 916 2.127 Pagamentos e recebimentos a liquidar 9.270.887 8.679.297 24.013.217 23.482.252 Relações interdependências 27.590 11.009 27.590 11.009 Recursos em trânsito de terceiros 9.567.933 8.778.872 26.411.236 24.429.429 Transferências internas de recursos – – 41.311 – Obrigações por empréstimos e repasses (324.636) (110.584) (2.466.920) (958.186) Empréstimos no País - Outras instituições – – 2.008.437 3.208.584 Empréstimos no exterior – – 3.196.343 4.542.013 Repasses do País - Instituições oficiais – – (1.083.625) (1.251.178) – – (104.281) (82.251) Tesouro nacional 1.791.072 2.478.276 4.743.308 3.796.856 BNDES 1.284.999 1.739.919 1.284.999 1.739.919 FINAME 43.704 112.710 65.711 131.034 Instrumentos financeiros derivativos 129.812 98.988 302.274 213.203 Instrumentos financeiros derivativos 383.850 573.388 3.141.617 1.759.429 Outras obrigações (51.293) (46.729) (51.293) (46.729) Cobrança e arrecadação de tributos e assemelhados 64.816 61.720 271.612 805.052 Carteira de câmbio 327 – 133.935 90.271 Sociais e estatutárias 64.489 61.720 137.677 714.781 Fiscais e previdenciárias 36.967.336 40.767.541 54.106.564 45.124.379 Negociação e intermediação de valores 13.809.216 19.085.059 526.750 382.820 Dívidas subordinadas 13.809.216 19.085.059 526.750 382.820 Diversas 12.620.447 10.305.895 20.260.001 10.190.727 Exigível a longo prazo 5.261.891 4.132.537 7.897.734 4.132.537 Depósitos 4.112.057 3.411.415 8.289.660 3.411.415 Depósitos interfinanceiros 1.177.658 1.009.986 828.802 894.818 Depósitos a prazo 2.068.841 1.751.957 3.243.805 1.751.957 Captações no mercado aberto 9.334.170 10.525.505 27.049.188 31.361.530 Carteira própria 25.329 50.658 25.329 50.658 Carteira de livre movimentação 9.747.250 10.722.286 28.706.550 32.081.952 Recursos de aceites e emissão de títulos – – 55.460 – Recursos de letras imobiliárias, hipotecárias, de crédito e similares (438.409) (247.439) (1.738.151) (771.080) Recursos de debêntures – – 228.319 213.357 Obrigações por títulos e valores mobiliários no exterior – – 1.408.119 2.073.795 – – (1.080.754) (1.758.683) Obrigações por empréstimos e repasses – – (99.046) (101.755) Empréstimos no País - Outras instituições 1.030.838 596.802 4.785.719 2.395.212 Empréstimos no exterior – 672 – 672 Repasses do País - Instituições oficiais 8.253 – 8.253 – Tesouro nacional 1.022.585 596.130 4.777.466 2.394.540 BNDES 172.665 254.280 1.256.587 580.733 FINAME 4.402 3.125 4.402 3.125 Instrumentos financeiros derivativos 168.263 251.155 1.252.185 577.608 Instrumentos financeiros derivativos 4.396.594 3.219.659 388.599 239.928 Outras obrigações 4.309.532 3.134.547 209.002 65.446 Fiscais e previdenciárias 4.283.254 3.109.160 140.030 432 Dívidas subordinadas 37.312 35.685 111.413 105.071 Diversas (11.034) (10.298) (42.441) (40.057) Resultados de exercícios futuros 33.290 39.377 103.565 109.339 Participações de acionistas não controladores 80.473 79.219 200.606 185.385 Patrimônio líquido (47.183) (39.842) (97.041) (76.046) Capital 25.423 14.803 47.359 32.338 De domiciliados no País 25.496 14.803 57.056 37.263 Reservas de capital (73) – (9.697) (4.925) Reservas de lucros 28.349 30.932 28.673 32.805 Ajustes de avaliação patrimonial 35.140 35.126 43.168 43.192 Lucros / (Prejuízos) acumulados (6.791) (4.194) (14.495) (10.387) Total do passivo 130.410.598 132.269.953 113.610.468 119.189.594 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
Banco 2012 2011 87.344.537 71.712.951 18.566.196 19.337.722 475.046 353.229 2.468.676 1.333.190 15.622.474 17.651.196 – 107 34.309.910 37.124.674 20.486.944 26.096.351 13.278.747 9.276.880 544.219 1.751.443 8.425.579 901.640 6.972.101 473.952 – – 1.453.478 427.688 5.532 11.518 5.532 11.518 124.564 113.618 124.564 113.618 – – 6.167.786 6.976.970 3.885 10.076 3.574.832 3.823.217 2.589.069 3.143.677 107.032 60.926 1.676.895 1.680.911 805.142 1.401.840 17.700.374 4.426.575 17.700.374 4.426.575 2.044.596 2.820.234 6.324 11.404 286.352 1.599.349 60.192 207.689 120.872 806.593 19.925 88.592 1.396.182 – 154.749 106.607 33.736.491 51.812.583 4.727.582 4.565.084 1.344.143 97.270 3.383.439 4.467.814 3.623.787 4.319.205 3.584.184 4.271.409 39.603 47.796 10.167.685 11.765.324 5.253.647 6.816.633 – – 4.914.038 4.948.691 4.829.613 5.698.632 9.451 – 1.804.048 1.727.895 3.016.114 3.970.737 20.781 7.500 1.328.919 2.165.275 1.666.414 1.797.962 3.174.590 19.765.160 3.174.590 19.765.160 7.213.234 5.699.178 783.399 18.950 6.429.835 5.680.228 – – 25.759 38.872 – – 9.303.811 8.705.547 7.026.841 585.104 2.504.820 319.208 (1.132.162) 130.410.598
4.026.841 585.104 3.861.317 (152.882) 385.167 132.269.953
Consolidado 2012 2011 71.875.504 74.979.474 18.334.321 19.134.161 479.795 374.282 2.243.302 1.130.510 15.611.224 17.629.262 – 107 28.660.349 35.612.070 20.489.520 24.994.865 7.626.610 8.865.762 544.219 1.751.443 11.258.791 2.148.045 6.972.101 473.952 2.833.212 1.478.978 1.453.478 195.115 5.532 11.518 5.532 11.518 124.588 113.621 124.564 113.618 24 3 6.169.341 6.977.821 3.885 10.076 3.574.832 3.823.217 2.590.624 3.144.528 107.032 60.926 1.676.895 1.680.911 806.697 1.402.691 2.110.731 5.260.500 2.110.731 5.260.500 5.211.851 5.721.738 12.864 34.278 286.352 1.599.349 114.489 323.994 1.525.891 2.265.513 211.885 180.189 1.396.182 – 1.664.188 1.318.415 32.405.394 35.465.642 4.634.226 4.498.250 1.261.559 30.436 3.372.667 4.467.814 3.629.051 4.319.289 3.589.448 4.271.493 39.603 47.796 10.168.115 13.527.134 5.253.647 6.816.633 430 1.529.237 4.914.038 5.181.264 4.847.204 5.721.618 9.451 – 1.804.048 1.727.895 3.033.705 3.993.723 20.781 7.500 1.328.919 2.165.275 1.684.005 1.820.948 736.048 1.075.943 736.048 1.075.943 8.390.750 6.323.408 1.801.849 531.431 6.429.835 5.680.228 159.066 111.749 25.759 38.872 – 59 9.303.811 8.705.547 7.026.841 585.104 2.504.820 319.208 (1.132.162) 113.610.468
4.026.841 585.104 3.861.317 (152.882) 385.167 119.189.594
DIÁRIO DO COMÉRCIO
12
terça-feira, 14 de agosto de 2012
BANCO VOTORANTIM S.A. CNPJ 59.588.111/0001-03 Avenida das Nações Unidas, 14.171, Torre A, 18º andar - Vila Gertrudes - CEP 04794-000 - São Paulo - SP Tel. (11) 5171-1000 Fax (11) 5171-1900
DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS - SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais, exceto o Lucro líquido / (Prejuízo) do período por lote de mil ações) Banco 2012 2011 5.744.269 4.780.477 Receitas da intermediação financeira Operações de crédito 1.286.601 1.030.210 Resultado de operações de arrendamento mercantil – – Resultado de operações com títulos e valores mobiliários 5.046.342 5.242.787 Resultado com instrumentos financeiros derivativos (860.693) (1.834.781) Resultado de operações de câmbio 87.025 15.344 Resultado das aplicações compulsórias 184.994 326.917 Operação de venda ou transferência de ativo financeiro – – (5.276.680) (3.878.202) Despesas da intermediação financeira Operações de captação no mercado (4.537.925) (3.751.221) Operações de empréstimos, cessões e repasses (488.527) 14.145 Provisão para créditos de liquidação duvidosa (250.228) (141.126) 467.589 902.275 Resultado bruto da intermediação financeira (1.546.758) (210.508) Outras receitas / (despesas) operacionais Receitas de prestação de serviços 139.326 112.557 Rendas de tarifas bancárias 1.476 4.778 Despesas de pessoal (181.815) (160.731) Outras despesas administrativas (120.954) (143.520) Despesas tributárias (58.411) (100.807) Resultado de participações em controladas (1.373.980) 109.013 Outras receitas operacionais 58.473 16.723 Outras despesas operacionais (10.873) (48.521) (1.079.169) 691.767 Resultado operacional 1.531 1.983 Resultado não operacional (1.077.638) 693.750 Resultado antes da tributação sobre o lucro e participações 20.121 (68.171) Imposto de renda e contribuição social Provisão para imposto de renda (2.572) (3.540) Provisão para contribuição social 37 (6.004) Ativo fiscal diferido 22.656 (58.627) (74.645) (84.994) Participações nos lucros e resultados (1.132.162) 540.585 Lucro líquido / (Prejuízo) antes da participação de acionistas não controladores – – Participação de acionistas não controladores (1.132.162) 540.585 Lucro líquido / (Prejuízo) do período Lucro líquido / (Prejuízo) por lote de mil ações - R$ (10,89) 6,63 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA - SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais)
Consolidado 2012 2011 7.331.755 6.797.009 4.819.928 4.959.533 211.518 280.680 2.467.012 2.308.984 (439.773) (1.094.427) 87.008 15.322 184.994 326.917 1.068 – (8.031.398) (5.049.292) (4.517.077) (3.794.258) (489.276) 13.399 (3.025.045) (1.268.433) (699.643) 1.747.717 (1.107.885) (923.178) 244.363 225.555 247.889 401.876 (478.822) (414.900) (734.052) (696.994) (222.006) (330.282) 30.145 (170) 97.521 45.611 (292.923) (153.874) (1.807.528) 824.539 (72.378) 17.002 (1.879.906) 841.541 954.724 (110.574) (242.530) 43.694 (145.085) (105.230) 1.342.339 (49.038) (206.980) (190.381) (1.132.162) 540.586 – (1) (1.132.162) 540.585
Banco 2012 2011 Fluxos de caixa provenientes das operações Lucro líquido / (Prejuízo) (1.132.162) 540.585 Ajustes ao Lucro líquido / (Prejuízo): 1.654.072 76.984 Depreciações e amortizações 5.538 5.232 Resultado de equivalência patrimonial 1.373.980 (109.013) Provisão para crédito de liquidação duvidosa 250.228 141.126 Provisão para passivos contingentes / obrig. legais 26.021 41.757 Resultado não operacional (1.695) (2.118) Variações patrimoniais Aplicações interfinanceiras de liquidez (4.249.692) (4.756.654) Títulos para negociação e instrumentos financeiros derivativos (6.432.189) 814.605 Relações interfinanceiras e interdependências 3.026.822 289.934 Operações de crédito / arrendamento 547.753 (516.249) Outros créditos (464.403) (809.162) Outros valores e bens 32.434 (292.877) Depósitos (2.594.764) 43.747 Captações no mercado aberto 4.408.146 5.768.322 Recursos de aceites e emissão de títulos 3.857.768 5.382.400 Obrigações por empréstimos e repasses (456.872) 1.449.586 Outras obrigações 290.665 (92.474) Resultados de exercícios futuros (16.107) (2.888) Caixa gerado / (utilizado) pelas operações (1.528.529) 7.895.859 Fluxos de caixa provenientes das atividades de financiamento Aumento de capital 2.000.000 – Dividendos pagos – (128.301) Participações de acionistas não controladores – – Dívidas subordinadas 428.707 227.041 Caixa gerado / (utilizado) pelas atividades de financiamento 2.428.707 98.740 Fluxos de caixa provenientes das atividades de investimento Títulos disponíveis para venda (1.229.382) (6.437.713) Alienação de imobilizado de uso 2.564 23 Alienação de diferido – 3 Alienação no intangível 1.453 604 Aquisição de investimentos (3.260.016) 69.707 Aquisição de imobilizado de uso (2.060) (1.394) Aplicações no intangível (6.899) (8.372) Dividendos recebidos 8.079 80.835 Caixa gerado / (utilizado) pelas atividades de investimento (4.486.261) (6.296.307) Variação líquida de caixa e equivalentes de caixa (3.586.083) 1.698.292 Caixa e equivalentes de caixa no início do período 5.444.251 816.961 Caixa e equivalentes de caixa no fim do período 1.858.168 2.515.253 Aumento / (Redução) no caixa e equivalentes de caixa (3.586.083) 1.698.292 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
Consolidado 2012 2011 (1.132.162) 3.221.960 15.424 (30.145) 3.025.045 218.825 (7.189)
540.585 1.379.490 22.179 170 1.268.433 117.343 (28.635)
(1.988.524) (1.843.496) 3.026.628 (1.477.389) (2.948.780) (20.325) (2.656.096) (1.245.595) 3.560.262 (461.817) 623.366 (16.107) (3.358.075)
(340.944) 1.620.433 289.934 (4.361.817) (1.083.816) (744.360) 33.955 5.551.439 5.377.048 1.444.959 (251.176) (2.888) 9.452.842
2.000.000 – (10) 428.707 2.428.697
– (128.301) – (1.224.034) (1.352.335)
(2.590.388) 2.787 – 2.812 (109.605) (7.005) (12.357) 8.079 (2.705.677) (3.635.055) 5.594.048 1.958.993 (3.635.055)
(6.415.016) 2.748 586 804 (518) (34.111) (14.317) 80.835 (6.378.989) 1.721.518 906.219 2.627.737 1.721.518
DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) Saldos em 31 de dezembro de 2010 Aumento de Capital Ajustes de avaliação patrimonial Lucro líquido do período Destinações do lucro líquido Reserva legal Dividendos Saldos em 30 de junho de 2011 Saldos em 31 de dezembro de 2011 Aumento de Capital Ajustes de avaliação patrimonial Prejuízo do período Saldos em 30 de junho de 2012
Capital Social Capital realizado Aumento de Capital 3.994.896 31.945 31.945 (31.945) – – – – – – 4.026.841 4.026.841 3.000.000 – – 7.026.841
Reservas de Capital 585.104 – – –
– – 27.029 – – – – 585.104 421.612 1.000.000 585.104 421.612 (1.000.000) – – – – – – – – – 585.104 421.612 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
DEMONSTRAÇÕES DOS VALORES ADICIONADOS - SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) Banco 2012 2011 Receitas 5.683.974 4.726.871 Receitas da intermediação financeira 5.744.269 4.780.477 Receitas de prestação de serviços e tarifas bancárias 140.802 117.335 Provisão para créditos de liquidação duvidosa (250.228) (141.126) Outras receitas / (despesas) 47.600 (31.798) Resultado não operacional 1.531 1.983 Despesas da intermediação financeira (5.026.452) (3.737.076) Insumos adquiridos de terceiros (94.241) (117.868) Materiais, energia e outros (1.440) (1.605) Serviços de terceiros (1.989) (1.869) Outras (90.812) (114.394) Comunicações (4.824) (6.021) Manutenção e conservação de bens (2.361) (2.318) Processamento de dados (24.497) (32.840) Promoções e relações públicas (1.706) (7.051) Publicações (431) (632) Propaganda e publicidade (263) (1.140) Serviços do sistema financeiro (18.348) (16.781) Serviços técnicos especializados (25.402) (32.904) Transportes (2.336) (2.367) Outras (10.644) (12.340) Valor adicionado bruto 563.281 871.927 Despesas de amortização / depreciação (5.538) (5.232) Valor adicionado líquido produzido pela Entidade 557.743 866.695 Valor adicionado recebido em transferência (1.373.980) 109.013 Resultado de participações em coligadas e controladas (1.373.980) 109.013 Valor adicionado a distribuir (816.237) 975.708 Valor adicionado distribuído (816.237) 975.708 Pessoal 228.387 219.235 Salários e honorários 113.761 106.648 Participação no lucro 74.645 84.994 Benefícios e treinamentos 30.254 18.359 FGTS 9.717 9.165 Outros 10 69 Impostos, taxas e contribuições 66.363 195.468 INSS sobre salários 28.073 26.490 Despesas tributárias (exceto IR e CS) 58.411 100.807 Imposto de renda / contribuição social (20.121) 68.171 Remuneração de capitais de terceiros 21.175 20.420 Alugueis 21.175 20.420 Remuneração de capitais próprios (1.132.162) 540.585 Dividendos – 128.389 Lucro / (Prejuízo) retido (1.132.162) 412.196 Participações minoritárias no lucro retido – – As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
Consolidado 2012 2011 4.531.182 6.064.746 7.331.755 6.797.009 492.252 627.431 (3.025.045) (1.268.433) (195.402) (108.263) (72.378) 17.002 (5.006.353) (3.780.859) (652.887) (609.013) (3.822) (5.505) (6.170) (8.583) (642.895) (594.925) (38.541) (47.370) (7.253) (9.268) (80.112) (72.767) (2.861) (10.322) (868) (737) (1.993) (4.227) (87.893) (75.222) (220.037) (202.361) (9.251) (11.683) (194.086) (160.968) (1.128.058) 1.674.874 (15.424) (22.179) (1.143.482) 1.652.695 30.145 (170) 30.145 (170) (1.113.337) 1.652.525 (1.113.337) 1.652.525 622.506 539.652 298.729 263.962 206.980 190.381 88.960 61.394 27.679 23.799 158 116 (669.422) 506.485 63.296 65.629 222.006 330.282 (954.724) 110.574 65.741 65.802 65.741 65.802 (1.132.162) 540.586 – 128.389 (1.132.162) 412.196 – 1
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 1
2
3
Reservas de Lucros Legal Expansão 394.583 3.439.705 – – – – – –
Contexto operacional O Banco Votorantim S.A. é uma Companhia de Capital fechado que, operando na forma de Banco Múltiplo, desenvolve atividades bancárias em modalidades autorizadas, por meio de suas carteiras comercial, de financiamento e de operações de câmbio. Por intermédio de suas controladas, a Companhia atua também em diversas outras modalidades, com destaque para as atividades de crédito ao consumidor, de arrendamento mercantil, de administração de fundos de investimento e de cartões de crédito. As operações são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam integradamente no mercado financeiro, inclusive em relação ao gerenciamento de riscos, e certas operações tem a coparticipação ou a intermediação de instituições associadas, integrantes do sistema financeiro. Os benefícios dos serviços prestados entre essas instituições e os custos da estrutura operacional e administrativa são absorvidos segundo a praticabilidade e a razoabilidade de lhes serem atribuídos em conjunto ou individualmente. Apresentação das demonstrações contábeis As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas da Lei das Sociedades por Ações e normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN). Em 28 de dezembro de 2007 foi promulgada a Lei n°11.638/07, complementada pela Lei n°11.941/09, as quais alteraram a Lei das Sociedades por Ações quanto às práticas contábeis adotadas no Brasil. Embora a referida lei já tenha entrado em vigor, algumas alterações por ela introduzidas dependem de normatização por parte do CMN. As alterações aprovadas pelo CMN foram: • os procedimentos de mensuração do valor recuperável de ativos; • a elaboração do fluxo de caixa em substituição da demonstração das origens e aplicações de recursos; • a divulgação em notas explicativas às demonstrações contábeis de informações sobre partes relacionadas; • pagamento baseado em ações; • definição de critérios para a seleção, alteração e divulgação de políticas contábeis, para as alterações nas estimativas contábeis e para as retificações de erros; • eventos subsequentes; e • os procedimentos de reconhecimento, mensuração e divulgações de provisões, passivos e ativos contingentes. Foi aplicado ainda o seguinte pronunciamento que não é conflitante com as normas do Banco Central do Brasil, conforme determina regulamentação vigente: • Demonstração do valor adicionado. As demonstrações contábeis consolidadas compreendem o Banco Votorantim e as controladas diretas, no País e no exterior, a seguir relacionadas: Percentual de participação 30/06/2012 30/06/2011 Controladas diretas no País Votorantim Corretora de Títulos e Valores Mob. Ltda. 99,99% 99,98% Votorantim Asset Management Distrib. de TVM Ltda. 99,99% 99,99% BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento 100% 100% BV Leasing Arrendamento Mercantil S.A. 100% 99,99% Controladas diretas no exterior Votorantim Bank Limited 100% 100% Banco Votorantim Securities Inc. 100% 100% Banco Votorantim Securities (UK) Limited 100% – As participações em Sociedades Anônimas demonstradas no quadro acima são compostas somente por ações ordinárias. As demonstrações contábeis consolidadas foram elaboradas em conformidade com as normas de consolidação e instruções do CMN. Os principais procedimentos adotados no processo de consolidação das demonstrações contábeis do Conglomerado Financeiro são: a. Eliminação dos saldos das contas de ativos, passivos, receitas e despesas entre controladora e controladas; b. Eliminação das participações no Capital, reservas e lucros acumulados das empresas controladas; c. Apresentação das operações de arrendamento mercantil pelo método financeiro, reclassificando o imobilizado de arrendamento para a rubrica de operações de arrendamento mercantil, reduzido do valor residual recebido antecipadamente; d. Os saldos contábeis das controladas diretas no exterior, que são preparados de acordo com as normas internacionais de contabilidade, foram convertidos para reais, utilizando-se a cotação do dólar norte-americano na data do encerramento do período, e foram ajustados conforme práticas contábeis descritas na nota explicativa nº 4; e. A variação cambial das operações da agência e das empresas controladas no exterior foi distribuída nas linhas da demonstração de resultado, de acordo com os respectivos ativos e passivos que lhes deram origem; e f. O processo de consolidação não inclui a consolidação dos fundos de investimentos exclusivos e dos fundos de investimentos em direitos creditórios, de acordo com as normas de consolidação estabelecidas pelo CMN. Foram efetuadas reclassificações nos saldos de 30 de junho de 2011 da demonstração de resultado, visando permitir a comparabilidade das demonstrações contábeis, em decorrência da alteração da política interna de aglutinação de contas de receitas e despesas, tendo como objetivo principal proporcionar ao usuário das demonstrações contábeis o melhor entendimento do resultado da Companhia. As principais reclassificações foram: a) Saldos anteriormente apresentados na rubrica de “Resultado de participações em coligadas e controladas”, no montante de R$ 43.512, substancialmente reclassificados para a rubrica “Outras despesas operacionais”. Banco Divulgação anterior Reclassificação Saldo reclassificado Resultado de operações com títulos e valores mobiliários 5.245.316 (2.529) 5.242.787 Resultado de instrumentos financeiros derivativos (1.822.454) (12.327) (1.834.781) Outras despesas administrativas (158.376) 14.856 (143.520) Resultado de participações em coligadas e controladas 65.501 43.512 109.013 Outras despesas operacionais (5.009) (43.512) (48.521) b) Saldos anteriormente apresentados na rubrica de “Outras despesas administrativas”, no montante de R$ 15.011, substancialmente reclassificados para as rubricas “Resultado de operações com títulos e valores mobiliários” no montante de R$ 2.684 e “Resultado de instrumentos financeiros derivativos” no montante de R$ 12.327. Consolidado Divulgação anterior Reclassificação Saldo reclassificado Operações de crédito 4.960.874 (1.341) 4.959.533 Resultado de operações com títulos e valores mobiliários 2.311.668 (2.684) 2.308.984 Resultado de instrumentos financeiros derivativos (1.082.100) (12.327) (1.094.427) Resultado de operações de arrendamento mercantil 279.339 1.341 280.680 Despesas de pessoal (414.909) 9 (414.900) Outras despesas administrativas (712.005) 15.011 (696.994) Resultado não operacional 17.011 (9) 17.002 c) Saldos anteriormente apresentados em “Despesas de intermediação financeira - Operações de arrendamento mercantil”, foram reclassificados para “Receita de intermediação financeira - Resultado de arrendamento mercantil”. A emissão das demonstrações contábeis foi autorizada pela Diretoria em 02 de agosto de 2012. Gerenciamento de riscos A gestão de riscos tem suas políticas aderentes às melhores práticas de mercado e está em linha com as diretrizes definidas pelo CMN. Sua abrangência é no âmbito das instituições que compõem o Conglomerado Financeiro Votorantim (“Conglomerado”). Foram implementadas políticas, procedimentos e sistemas de gestão capazes de gerir, avaliar e mitigar os riscos inerentes aos seus negócios, proporcionando à Administração uma visão de todos os riscos. Risco de mercado Risco de mercado é definido como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas. A gestão é feita de forma centralizada por uma área que mantém independência em relação à mesa de operações. Os procedimentos básicos adotados para o gerenciamento deste risco são: (a) integridade na precificação de ativos e derivativos; (b) avaliação do risco pela metodologia Value at Risk e pela simulação de cenários; e (c) acompanhamento de resultados diários com testes de aderência da metodologia back-test. O Conglomerado realiza operações que envolvem instrumentos financeiros derivativos, atuando em mercados organizados e de balcão, com o objetivo de possibilitar uma gestão de risco de mercado adequada à sua política. Estes instrumentos são utilizados para hedge de posições, para atender demanda de contrapartes e como meio de reversão de posições em momentos de grandes oscilações.
4
– – 3.439.705 2.083.208 – – – 2.083.208
Ajustes de valor patrimonial (57.356) – (95.526) –
Lucros / (Prejuízos) acumulados – – – 540.585
Total 8.388.877 – (95.526) 540.585
– – (152.882) (75.346) – 394.554 – 319.208
(27.029) (128.389) 385.167 – – – (1.132.162) (1.132.162)
– (128.389) 8.705.547 8.041.419 2.000.000 394.554 (1.132.162) 9.303.811
Risco operacional Risco operacional é definido como o risco de perda resultante de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas ou de eventos externos à Instituição - inclui o risco legal, porém exclui o risco estratégico e o risco de imagem. Os princípios básicos observados pela Instituição na gestão e controle do risco operacional estão em conformidade com a regulamentação vigente do Banco Central do Brasil e com as melhores práticas de mercado: • envolvimento da alta Administração na supervisão global da tomada de riscos através dos comitês e comissões estabelecidos; • mapeamento dos processos operacionais e sistêmicos, mapeamento de controles existentes e análise dos riscos inerentes e residuais; • avaliação do impacto financeiro potencial e da possibilidade de ocorrência dos riscos mapeados; • a partir dessa avaliação, define-se a exposição ao risco operacional, de acordo com a matriz de risco padronizada para toda Instituição; • captura de perdas operacionais e manutenção de base de dados estruturada com informações referentes aos eventos; • análise, comunicação e implantação de planos de ação para melhoria de processos e controles para mitigação dos riscos incorridos; e • cálculo de Capital alocado para risco operacional a partir de metodologias estruturadas, baseadas nas melhores práticas de mercado e adequadas em relação às exigências regulatórias. Risco de crédito Risco de crédito consiste na possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, bem como à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, às vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação. Como parte do processo de gestão do risco de crédito, são realizados acompanhamentos das políticas, normas, processos, limites estabelecidos, além da análise dos riscos e submissão às alçadas e aos comitês aprovadores. A política de crédito é formulada com base em análise de indicadores internos da carteira e dos processos de precificação e avaliação de empresas, e em fatores externos, relacionados à situação financeira das empresas e à conjuntura econômica do País e do exterior. O Conglomerado realiza avaliações de risco de crédito das operações, determinadas através de modelos julgamentais e estatísticos. Ressalta-se que na identificação de deterioração da qualidade da carteira de crédito, são tomadas ações de mitigação de riscos, tais como reavaliação do perfil de risco dos clientes e análises setoriais que influenciam na gestão de limites até a gestão e controle de garantias. Gestão de ativos e passivos O Comitê Operacional de ALM, Riscos e Capital, é responsável pela gestão dos riscos estruturais de taxas de juros, taxas de câmbio e de liquidez, bem como a gestão do Capital que busca otimizar a relação risco versus retorno e a maior eficiência na composição dos fatores que impactam no Índice de Solvabilidade (Basileia). Índice de Basileia 30/06/2012 30/06/2011 Patrimônio de Referência Total (PR) 13.624.297 12.592.040 Patrimônio de Referência Nível I 8.948.314 8.825.463 Patrimônio líquido 9.303.811 8.705.547 Ativo permanente diferido (36.289) (32.966) Ajustes ao valor de mercado (319.208) 152.882 Patrimônio de Referência Nível II 4.675.983 3.766.577 Ajustes ao valor de mercado 319.208 (152.882) Dívidas subordinadas elegíveis a Capital 4.356.775 3.919.459 Patrimônio de Referência Exigido (PRE) 9.669.244 9.999.931 Risco de crédito 9.109.878 9.106.298 Risco de mercado 239.420 530.641 Risco operacional 319.946 362.992 Excesso de Patrimônio de Referência 3.955.053 2.592.109 Índice (PR x 100) / (PRE / 0,11) 15,5% 13,9% Limite de imobilização Limite para imobilização 6.812.147 12.592.040 Valor da situação para o limite de imobilização 352.307 6.296.020 Valor da margem ou insuficiência 6.459.840 6.077.203 Em atendimento à Circular nº3.477/09 do Bacen, o Banco Votorantim mantém informações adicionais de seu processo de gestão de riscos disponibilizadas no website: www.bancovotorantim.com.br/ri. Principais práticas contábeis a. Apuração do resultado As receitas e despesas são registradas de acordo com o regime de competência e são contabilizadas pelo critério “pro rata” dia, calculadas com base no método exponencial, exceto aquelas relacionadas a operações com o exterior, as quais são calculadas com base no método linear. b. Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades, aplicações em depósitos interfinanceiros, aplicações em moedas estrangeiras com alta liquidez e risco insignificante de mudança de valor e aplicações em operações compromissadas - posição bancada cujo vencimento das operações, na data da aplicação, seja de até 90 dias. c. Aplicações interfinanceiras de liquidez As aplicações interfinanceiras são registradas pelo valor de aplicação, acrescido dos rendimentos auferidos até a data do balanço, calculados “pro rata” dia com base na variação do indexador e nas taxas de juros pactuados. d. Títulos e valores mobiliários Os títulos e valores mobiliários são registrados pelo valor efetivamente pago e classificados em função da intenção da Administração em três categorias distintas: i. Títulos para negociação - Títulos adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São ajustados pelo seu valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; ii. Títulos disponíveis para venda - Títulos que não se enquadrem para negociação nem como mantidos até o vencimento. São ajustados pelo seu valor de mercado em contrapartida à conta destacada do patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários; e iii. Títulos mantidos até o vencimento - Títulos adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Nesta categoria, os títulos não são ajustados ao seu valor de mercado. A metodologia de avaliação a mercado foi estabelecida com observância de critérios consistentes e verificáveis, que levam em consideração o preço médio de negociação no dia da apuração, ou na falta deste, o valor de ajuste diário das operações de mercado futuro divulgados por fontes externas ou o valor líquido provável de realização obtido com a utilização de curvas de valores futuros de taxas de juros, taxas de câmbio, índices de preços e moedas, além de eventuais ajustes nos preços de títulos de baixa liquidez. Os rendimentos auferidos com os títulos e valores mobiliários, independentemente da categoria em que estão classificados, são calculados “pro rata” dia com base na variação do indexador e nas taxas de juros pactuados, pelo método exponencial ou linear, até a data do vencimento ou da venda definitiva do título, sendo reconhecidos diretamente no resultado do período. e. Instrumentos financeiros derivativos Os instrumentos financeiros derivativos são avaliados pelo seu valor de mercado, com critérios consistentes e verificáveis, considerando o preço médio de negociação no dia da apuração, ou na falta deste, metodologias convencionais e consagradas. Os instrumentos financeiros derivativos são classificados de acordo com a intenção da Administração, levando-se em consideração a sua finalidade. Os instrumentos financeiros utilizados para compensar, no todo ou em parte, os riscos decorrentes das exposições às variações no valor de mercado de ativos ou passivos são considerados instrumentos de proteção (hedge) e são classificados de acordo com a sua natureza em: i. Hedge de risco de mercado - Os instrumentos financeiros derivativos classificados nessa categoria, bem como o item objeto de hedge, tem seus ajustes a valor de mercado registrados em contrapartida ao resultado do período; e ii. Hedge de fluxo de caixa - Os instrumentos financeiros derivativos classificados nesta categoria tem seus ajustes a valor de mercado registrados em conta destacada do patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários. Os instrumentos financeiros derivativos que não atendam aos critérios de hedge tem seus ajustes a valor de mercado registrados diretamente no resultado do período. Para os instrumentos financeiros derivativos negociados em associação com operações de captação, tanto o derivativo como a captação estão contabilizados pelas condições intrínsecas contratadas, não sendo ajustados pelo valor de mercado. f. Hedge contábil O Conglomerado mantém instrumentos derivativos de hedge financeiro para proteger suas exposições de risco de variação de moeda estrangeira e de taxas de juros. No momento da designação inicial do hedge, a Administração formalmente documenta o relacionamento entre os instrumentos e os itens objeto de hedge, incluindo os objetivos de gerenciamento de riscos e a estratégia na condução da transação, juntamente com os métodos que serão utilizados para avaliar a efetividade do relacionamento de hedge, considerando métodos de cálculo convencionais e consagrados. A Administração faz uma avaliação, tanto no início do relacionamento, como continuamente, para verificar se existe uma expectativa que os instrumentos sejam altamente eficazes na compensação de variações no valor justo dos respectivos itens objeto de hedge durante o período para o qual é designado, e se os resultados reais estão dentro da faixa de 80-125 por cento, conforme previsto na regulamentação vigente. g. Operações de crédito, de arrendamento mercantil, adiantamentos sobre contratos de câmbio, outros créditos com características de concessão de crédito e provisão para créditos de liquidação duvidosa As operações de crédito, de arrendamento mercantil, adiantamentos sobre contratos de câmbio e outros créditos com características de concessão de crédito são classificadas de acordo com o julgamento da Administração quanto ao nível de risco, levando em consideração a conjuntura econômica, a experiência passada e os riscos específicos em relação à operação, aos devedores e garantidores, períodos de atraso, grupo econômico observando os parâmetros estabelecidos pelo CMN, que requer a análise da carteira e sua classificação em nove níveis, sendo AA (risco mínimo) e H (risco máximo). Com relação ao período de atraso verificado nas operações de varejo com prazo a decorrer superior a 36 (trinta e seis) meses, admite-se a contagem em dobro sobre os intervalos de atraso definidos para os nove níveis. As rendas das operações de crédito vencidas há mais de 60 (sessenta) dias, independentemente de seu nível de risco, somente são reconhecidas como receita quando efetivamente recebidas. As operações classificadas como nível H permanecem nessa classificação por 180 (cento e oitenta) dias, quando então são baixadas contra a provisão existente e controladas em contas de compensação. As operações renegociadas são mantidas, no mínimo, no mesmo nível em que estavam classificadas, observado as regras da Resolução nº 2.682/CMN. As renegociações de operações de crédito que já haviam sido baixadas contra a provisão e que estavam em contas de compensação são classificadas como H, e os eventuais ganhos provenientes da renegociação são reconhecidos como receita quando efetivamente recebidos. As operações de crédito e arrendamento mercantil, que são objetos de hedge de instrumentos financeiros derivativos, são avaliadas pelo seu valor de mercado utilizando critério consistente e verificável. Os ajustes de avaliação a valor de mercado dessas operações são registrados, quando positivos, em Outros créditos - Diversos, e, quando negativos, em Outras obrigações - Diversas, em contrapartida de Resultado com instrumentos financeiros derivativos e Receitas de arrendamento mercantil. As cessões de operações de crédito realizadas até 31 de dezembro de 2011, foram contabilizadas através do reconhecimento do resultado no momento da realização da cessão, independente da retenção ou não do risco. A partir de 01 de janeiro de 2012, os ativos financeiros cedidos consideram o grau de transferência dos riscos e benefícios dos ativos transferidos para uma outra entidade: • quando são transferidos ativos financeiros para uma outra entidade, mas não são transferidos substancialmente todos os riscos e benefícios relacionados aos ativos transferidos, os ativos permanecem reconhecidos no balanço da Companhia; e • quando são transferidos substancialmente todos os riscos e benefícios relacionados aos ativos transferidos para uma entidade, os ativos são baixados do balanço da Companhia. Para a carteira de operações de crédito cedida com coobrigação, a Administração constitui provisão para perdas, registrada em Outras obrigações - Diversas. h. Despesas antecipadas São contabilizadas as aplicações de recursos em pagamentos antecipados, cujos benefícios ou prestação de serviços ocorrerão em períodos futuros. As despesas antecipadas são registradas ao custo e amortizadas à medida que forem sendo realizadas. i. Estimativas contábeis A elaboração de demonstrações contábeis requer que a Administração use de julgamento na determinação e registro de estimativas contábeis. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados, devido a imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. Itens significativos sujeitos a essas estimativas e premissas incluem avaliação de ativos e passivos financeiros e instrumentos financeiros derivativos pelo seu valor justo, análise de risco de crédito para determinação da provisão para créditos de liquidação duvidosa, assim como da análise sobre passivos contingentes. A Administração revisa as estimativas e premissas regularmente. Os principais valores reconhecidos nas demonstrações contábeis por meio das estimativas estão incluídos nas seguintes notas explicativas: nº 8 - Títulos e valores mobiliários; nº 9 - Instrumentos financeiros derivativos; nº 12 - Operações de crédito; e nº 49 - Ativos e passivos contingentes e obrigações legais. j. Ativo permanente i. Os investimentos em participações societárias são avaliados pelo método da equivalência patrimonial. Os demais investimentos permanentes são demonstrados pelo seu custo de aquisição e deduzidos de provisão para perda, quando aplicável;
terça-feira, 14 de agosto de 2012
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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BANCO VOTORANTIM S.A. CNPJ 59.588.111/0001-03 Avenida das Nações Unidas, 14.171, Torre A, 18º andar - Vila Gertrudes - CEP 04794-000 - São Paulo - SP Tel. (11) 5171-1000 Fax (11) 5171-1900
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) ii.
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O imobilizado é demonstrado pelo custo de aquisição, deduzido da respectiva conta de depreciação. A depreciação é calculada pelo método linear, com base nas seguintes taxas anuais, de acordo com a vida útil-econômica estimada dos bens, sendo: • instalações, móveis e equipamentos de uso - 10%; • sistema de comunicação, segurança e transporte - 10%; e • sistemas de processamento de dados - 20%. iii. O ativo diferido é demonstrado pelo custo de aquisição ou formação, deduzido da respectiva amortização, composto, basicamente, por gastos em imóveis de terceiros até 30 de setembro de 2008. A amortização é calculada pelo método linear, com base no prazo que o benefício é gerado. Durante o período, não houve aquisições em decorrência da regulamentação vigente. As perdas em arrendamentos são amortizadas pelo prazo remanescente de vida útil dos bens objeto dos contratos de arrendamento e de acordo com a regulamentação vigente; e iv. O ativo intangível inclui os direitos que tenham por objeto os bens incorpóreos, destinados à manutenção da Companhia ou exercidos com essa finalidade. A amortização é calculada pelo método linear, com base no prazo que o benefício é gerado. Os ativos não financeiros estão sujeitos à avaliação do valor recuperável em períodos anuais. k. Tributos O imposto de renda foi apurado com base na alíquota de 15%, acrescido do adicional de 10% e a contribuição social foi apurada com base na alíquota de 15%, ambos aplicáveis sobre o lucro tributável. Na controlada BV Leasing, é reconhecido o imposto de renda diferido, calculado à alíquota de 25%, sobre o ajuste da superveniência de depreciação da carteira de arrendamento mercantil. A constituição do crédito tributário do imposto de renda e da contribuição social está fundamentada em estudo técnico comprobatório da capacidade de sua realização preparado pela Administração. O PIS (Programa de integração social) foi apurado com base na alíquota de 0,65% e a COFINS (Contribuição para financiamento da seguridade social) foi apurada com base na alíquota de 4%, ambos aplicáveis sobre as receitas auferidas pela Companhia, reduzida das exclusões e deduções permitidas pela legislação em vigor. O ISS (Imposto sobre serviços) foi apurado considerando alíquota de 2% até 5% (alíquota varia de acordo com cada município) sobre as receitas de serviços prestados pela Companhia. l. Ativos e passivos contingentes e obrigações legais O reconhecimento, a mensuração e a divulgação dos ativos contingentes, contingências passivas e obrigações legais são efetuados de acordo com os seguintes critérios: i. Ativos contingentes - São reconhecidos nas demonstrações contábeis somente quando da existência de evidências que propiciem a garantia de sua realização, sobre as quais não cabem mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo; ii. Passivos contingentes - São reconhecidos nas demonstrações contábeis quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e da Administração, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, com uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes classificados como de perdas possíveis não são reconhecidos contabilmente, devendo ser apenas divulgados nas notas explicativas, e os classificados como remotos não requerem provisão e divulgação; e iii. Obrigações legais - São processos judiciais relacionados a obrigações tributárias, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade, que independentemente da probabilidade de sucesso dos processos judiciais em andamento, tem os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis. m. Outros ativos e passivos Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias e cambiais auferidas (em base “pro rata” dia) e a provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos estão demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias e cambiais incorridas (em base “pro rata” dia). Composição de caixa e equivalentes de caixa Banco Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Disponibilidades 90.451 62.452 162.873 151.625 Aplicações interfinanceiras de liquidez Oper. comprom. - Posição bancada 1.177.416 1.636.099 1.177.416 1.636.099 Aplic. em depósitos interfinanceiros 394.552 691.747 410.519 715.058 Aplicações em moedas estrangeiras 195.749 124.955 208.185 124.955 Total 1.858.168 2.515.253 1.958.993 2.627.737 Disponibilidades Banco Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Caixa 327 242 359 288 Depósitos bancários 91 34 58.505 78.219 Reservas livres 54.841 15.768 54.841 15.768 Disponibilidades em moeda estrangeira 35.192 46.408 49.168 57.350 Total 90.451 62.452 162.873 151.625 Aplicações interfinanceiras de liquidez Banco Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Oper. comprom. - Posição bancada 3.241.444 3.833.461 2.473.518 3.833.461 Letras Financeiras do Tesouro – 332.800 – 332.800 Letras do Tesouro Nacional 827.897 746.276 59.971 746.276 Notas do Tesouro Nacional 2.397.460 2.635.917 2.397.460 2.635.917 Outros 16.087 118.468 16.087 118.468 Oper. comprom. - Posição financiada 13.220.953 9.289.985 9.386.288 9.289.985 Letras Financeiras do Tesouro – 2.148.390 – 2.148.390 Letras do Tesouro Nacional 13.162.948 7.005.469 9.328.283 7.005.469 Notas do Tesouro Nacional 58.005 136.126 58.005 136.126 Oper. comprom. - Posição vendida 509.713 1.733.125 509.713 1.733.125 Letras do Tesouro Nacional 211.894 196.276 211.894 196.276 Notas do Tesouro Nacional 297.819 1.536.849 297.819 1.536.849 Aplic. depósitos interfinanceiros 39.566.768 39.262.527 2.107.007 2.081.842 Aplic. em moeda estrangeira 195.749 124.955 208.185 124.955 Total 56.734.627 54.244.053 14.684.711 17.063.368 Estratégias de hedge contábil Banco e Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 Valor de Valor de Ganho / (Perda) Valor de Valor de Ganho / (Perda) custo mercado não realizado custo mercado não realizado Operações compromissadas 4.066.854 4.072.502 5.648 – – – Total 4.066.854 4.072.502 5.648 – – – Para proteger os riscos da taxa pré-fixada de parte das operações compromissadas, o Conglomerado negociou contratos no mercado futuro de DI junto a BM&FBOVESPA, de acordo com o vencimento das operações compromissadas. O valor de mercado desses derivativos totalizam R$ 3.610.941. A efetividade verificada na carteira de hedge encontrava-se em conformidade com o estabelecido na regulamentação vigente. Títulos e valores mobiliários Composição por categoria, no País e no exterior Banco 30/06/2012 30/06/2011 Valor de mercado Ganho / (Perda) Valor de mercado Ganho / (Perda) (contábil) não realizado Valor de custo (contábil) não realizado Valor de custo Títulos para negociação No País 25.879.265 25.924.895 45.630 28.124.856 28.093.209 (31.647) Letras Financeiras do Tesouro 1.223.884 1.227.974 4.090 1.188.623 1.188.598 (25) Letras do Tesouro Nacional 461.581 462.904 1.323 2.297.521 2.288.140 (9.381) Notas do Tesouro Nacional 2.398.617 2.409.507 10.890 4.366.115 4.301.683 (64.432) Debêntures 21.239.040 21.239.049 9 19.458.122 19.490.683 32.561 Títulos da Dívida Agrária – – – 35.328 36.408 1.080 Cédulas de Produto Rural 534.988 564.239 29.251 561.661 569.414 7.753 Notas Promissórias – – – 169.510 169.354 (156) Ações de Cias. Abertas 21.155 21.222 67 47.976 48.929 953 No exterior 354.497 355.797 1.300 1.151.286 1.101.320 (49.966) Dívida externa brasileira – – – 74.755 77.817 3.062 Governos estrangeiros – – – 562.038 561.234 (804) Tesouro Nacional 165.046 165.043 (3) 120.192 112.812 (7.380) Outros títulos 189.451 190.754 1.303 394.301 349.457 (44.844) Total 26.233.762 26.280.692 46.930 29.276.142 29.194.529 (81.613) Banco 30/06/2012 30/06/2011 Valor de mercado Ganho / (Perda) Valor de mercado Ganho / (Perda) (contábil) não realizado Valor de custo (contábil) não realizado Títulos disponíveis para venda Valor de custo No País 12.734.055 13.071.558 337.503 11.902.003 11.686.041 (215.962) Letras do Tesouro Nacional 1.211.137 1.219.686 8.549 1.171.539 1.168.574 (2.965) Notas do Tesouro Nacional 5.656.125 5.936.009 279.884 5.861.338 5.733.512 (127.826) Certif. de Receb. Imobiliários 44.267 45.559 1.292 13.277 14.709 1.432 Debêntures 2.394.272 2.403.700 9.428 1.533.743 1.549.646 15.903 Títulos da Dívida Agrária 30.996 33.203 2.207 – – – Notas Promissórias 437.315 432.661 (4.654) 150.773 150.773 – Cotas de Fundos de Invest. 890.980 890.980 – – – – Cotas de FIDC 341.922 341.922 – 457.486 457.479 (7) Cotas de FIP – – – 675.205 675.205 – Ações de Cias. Abertas 69.521 50.666 (18.855) 314.562 288.839 (25.723) Ações de Cias. Fechadas 1.606.543 1.666.195 59.652 1.724.080 1.647.304 (76.776) Outros títulos 50.977 50.977 – – – – No exterior 2.241.010 2.226.551 (14.459) 3.334.934 3.327.864 (7.070) Governos estrangeiros 1.350.819 1.365.487 14.668 2.299.282 2.304.036 4.754 Outros títulos 890.191 861.064 (29.127) 1.035.652 1.023.828 (11.824) Total 14.975.065 15.298.109 323.044 15.236.937 15.013.905 (223.032) 30/06/2012 30/06/2011 Consolidado Valor de mercado Ganho / (Perda) Valor de mercado Ganho / (Perda) (contábil) não realizado Valor de custo (contábil) não realizado Valor de custo Títulos para negociação No País 4.967.520 5.018.755 51.235 11.511.828 11.487.699 (24.129) Letras Financeiras do Tesouro 1.492.894 1.497.537 4.643 1.253.713 1.253.687 (26) Letras do Tesouro Nacional 461.581 462.904 1.323 2.297.521 2.288.140 (9.381) Notas do Tesouro Nacional 2.444.000 2.459.943 15.943 4.417.680 4.360.767 (56.913) Debêntures 6.104 6.112 8 264.812 297.373 32.561 Títulos da Dívida Agrária – – – 35.328 36.408 1.080 Cédulas de Produto Rural 534.988 564.239 29.251 561.661 569.414 7.753 Notas Promissórias – – – 169.510 169.354 (156) Cotas de Fundos de Invest. 6.798 6.798 – 1.591.368 1.591.368 – Cotas de FIDC – – – 872.259 872.259 – Ações de Cias. Abertas 21.155 21.222 67 47.976 48.929 953 No exterior 374.709 376.009 1.300 1.173.140 1.122.938 (50.202) Dívida externa brasileira – – – 74.755 77.817 3.062 Governos estrangeiros 20.213 20.212 (1) 576.244 575.440 (804) Tesouro Nacional 165.046 165.043 (3) 120.192 112.812 (7.380) Outros títulos 189.450 190.754 1.304 401.949 356.869 (45.080) Total 5.342.229 5.394.764 52.535 12.684.968 12.610.637 (74.331) Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 Valor de mercado Ganho / (Perda) Valor de mercado Ganho / (Perda) (contábil) não realizado Valor de custo (contábil) não realizado Títulos disponíveis para venda Valor de custo No País 20.636.668 21.221.902 585.234 12.408.745 12.192.784 (215.961) Letras do Tesouro Nacional 7.028.545 7.254.198 225.653 1.171.539 1.168.574 (2.965) Notas do Tesouro Nacional 6.163.017 6.473.527 310.510 5.861.338 5.733.512 (127.826) Certif. de Receb. Imobiliários 44.267 45.559 1.292 13.277 14.709 1.432 Debêntures 2.035.471 2.044.901 9.430 1.533.743 1.549.646 15.903 Títulos da Dívida Agrária 30.996 33.203 2.207 – – – Notas Promissórias 437.315 432.661 (4.654) 150.773 150.773 – Cotas de Fundos de Invest. 2.794.830 2.794.830 – 4.572 4.572 – Cotas de FIDC 375.186 375.185 (1) 959.656 959.650 (6) Cotas de FIP – – – 675.205 675.205 – Ações de Cias. Abertas 69.521 50.666 (18.855) 314.562 288.839 (25.723) Ações de Cias. Fechadas 1.606.543 1.666.195 59.652 1.724.080 1.647.304 (76.776) Outros títulos 50.977 50.977 – – – – No exterior 2.241.010 2.226.551 (14.459) 3.334.934 3.327.864 (7.070) Governos estrangeiros 1.350.819 1.365.487 14.668 2.299.282 2.304.036 4.754 Outros títulos 890.191 861.064 (29.127) 1.035.652 1.023.828 (11.824) Total 22.877.678 23.448.453 570.775 15.743.679 15.520.648 (223.031) Em 30 de junho de 2012 não existem títulos classificados na categoria “mantidos até o vencimento”. Em 30 de junho de 2012 ocorreu a reclassificação de Títulos da Dívida Agrária, passando da categoria “Negociação” para a categoria “Disponível para venda”, em decorrência da revisão da intenção da Administração sobre os respectivos títulos. A reclassificação destes títulos não gera impacto no resultado e no patrimônio líquido na respectiva data-base. Valor de custo Valor de mercado Ganho / (Perda) não realizado Títulos da Dívida Agrária 19.077 20.403 1.326 Estratégias de hedge contábil Banco e Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 Valor de Ganho / (Perda) Valor de Ganho / (Perda) não realizado Valor de custo mercado não realizado Valor de custo mercado Debêntures - Com variação cambial 282.233 305.300 23.067 – – – Total 282.233 305.300 23.067 – – – Para proteger os riscos da variação cambial de parte das debêntures, o Conglomerado negociou contratos no mercado futuro de DDI junto a BM&FBOVESPA, de acordo com o vencimento das debêntures. O valor de mercado desses derivativos totalizam R$ 336.122. A efetividade verificada na carteira de hedge encontrava-se em conformidade com o estabelecido na regulamentação vigente. Instrumentos financeiros derivativos a. Composição em contas patrimoniais Banco Consolidado Ativo 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Diferencial a receber de swap 2.107.905 1.177.850 1.336.908 998.187 Contratos de termo de moeda 784 1.482 784 1.482 Compra de opções de compra - Ações 176 1.551 176 1.551 Compra de opções de venda - Ações 4.005 5.352 4.005 5.352 Compra de opções de compra - Ativo fin. / merc. 520.960 130.408 520.960 130.408 Compra de opções de venda - Ativo fin. / merc. 29.296 76.503 29.296 76.503 Derivativos de crédito 24.050 320.904 24.050 320.904 Non Deliverable Forward - NDF 245.047 111.836 245.047 111.836 Outros – 4 – 4 Total 2.932.223 1.825.890 2.161.226 1.646.227 Passivo Diferencial a pagar de swap 1.335.583 1.700.557 1.208.767 2.543.655 Contratos de termo de moeda 758 866 758 866 Venda de opções de compra - Ações 236 4.051 236 4.051 Venda de opções de venda - Ações 4.128 10.305 4.128 10.305 Venda de opções de compra - Ativo fin. / merc. 474.195 146.702 474.195 146.702 Venda de opções de venda - Ativo fin. / merc. 47.530 109.033 47.530 109.033 Box de opção - Estratégia de renda fixa 18.923.872 21.912.399 1.022.503 3.214.009 Derivativos de crédito 22.992 171.731 22.992 171.731 Non Deliverable Forward - NDF 65.670 136.091 65.670 136.091 Total 20.874.964 24.191.735 2.846.779 6.336.443
b. Composição dos contratos de swap por indexador Banco 30/06/2012 30/06/2011 Valor original Valor de custo Valor de mercado Valor original Valor de custo Valor de mercado Posição ativa 48.381.597 55.699.897 57.784.531 54.516.358 59.374.609 59.244.865 DI 13.422.274 14.545.859 15.716.679 13.206.992 15.116.857 15.120.817 Dólar 4.643.783 5.614.951 5.740.111 6.669.055 6.178.266 6.192.310 Euro 461.391 518.395 522.059 475.781 467.136 453.884 IGPM 1.070.857 1.435.979 1.525.866 1.095.141 1.403.290 1.406.216 IPCA 5.045.032 5.638.048 5.783.089 2.764.920 3.056.577 3.024.569 Pré-fixado 21.603.653 25.640.786 26.208.037 28.129.432 30.997.713 30.896.971 Libor 1.388.557 1.458.217 1.436.958 1.471.148 1.412.756 1.414.511 Iene – – – 23.982 23.463 23.380 Commodities 1.808 1.808 1.569 2.976 2.953 3.144 Franco Suíço 441.047 542.659 553.396 441.047 479.715 474.889 Outros 303.195 303.195 296.767 235.884 235.883 234.174 Posição passiva 48.381.597 54.928.633 57.012.209 54.516.358 59.816.307 59.767.572 DI 27.738.461 32.268.483 32.291.714 31.387.401 34.525.843 34.515.750 Dólar 2.531.409 2.930.266 2.955.211 2.802.071 2.621.853 2.615.861 Euro 31.781 32.157 32.098 10.732 10.953 10.874 IGPM 613.570 900.680 969.679 917.270 1.257.463 1.264.985 IPCA 6.146.638 7.853.642 8.227.103 5.427.149 6.647.838 6.575.026 Pré-fixado 10.764.893 10.374.445 11.992.030 13.223.779 14.005.687 14.037.505 Libor 282.195 276.293 250.692 653.975 641.501 642.058 Iene – – – 39.736 39.449 39.309 TJLP 257.890 270.282 270.439 37.790 44.069 44.171 Commodities 2.855 2.824 2.423 2.882 2.723 2.573 Outros 11.905 19.561 20.820 13.573 18.928 19.460 Diferencial líquido – 771.264 772.322 – (441.698) (522.707) Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 Valor original Valor de custo Valor de mercado Valor original Valor de custo Valor de mercado Posição ativa 27.025.478 30.191.189 31.766.188 29.912.820 32.320.810 32.302.272 DI 11.499.002 12.290.654 13.461.474 10.907.168 12.454.866 12.458.826 Dólar 4.588.397 5.545.987 5.671.178 7.711.086 7.540.171 7.556.348 Euro 461.391 518.395 522.059 475.781 467.136 453.884 IGPM 1.070.857 1.435.979 1.525.866 1.095.141 1.403.290 1.406.216 IPCA 5.045.032 5.638.048 5.783.089 2.764.920 3.056.577 3.024.569 Pré-fixado 2.226.192 2.456.247 2.513.832 4.783.687 5.244.000 5.252.331 Libor 1.388.557 1.458.217 1.436.958 1.471.148 1.412.756 1.414.511 Iene – – – 23.982 23.463 23.380 Commodities 1.808 1.808 1.569 2.976 2.953 3.144 Franco Suíço 441.047 542.659 553.396 441.047 479.715 474.889 Outros 303.195 303.195 296.767 235.884 235.883 234.174 Posição passiva 27.025.478 29.629.840 31.638.047 29.912.820 33.878.731 33.847.740 DI 8.305.614 9.276.194 9.299.425 9.083.687 11.283.590 11.273.470 Dólar 2.516.109 2.911.790 2.936.757 2.689.780 2.515.783 2.511.212 Euro 31.781 32.157 32.098 10.732 10.953 10.874 IGPM 613.570 900.680 969.679 917.270 1.257.463 1.264.985 IPCA 6.146.638 7.853.642 8.227.103 5.427.149 6.647.838 6.575.026 Pré-fixado 8.856.921 8.086.417 9.628.611 11.036.246 11.416.434 11.464.602 Libor 282.195 276.293 250.692 653.975 641.501 642.058 Iene – – – 39.736 39.449 39.309 TJLP 257.890 270.282 270.439 37.790 44.069 44.171 Commodities 2.855 2.824 2.423 2.882 2.723 2.573 Outros 11.905 19.561 20.820 13.573 18.928 19.460 Diferencial líquido – 561.349 128.141 – (1.557.921) (1.545.468) c. Composição dos contratos de termo por indexador Banco e Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 Valor original Valor de custo Valor de mercado Valor original Valor de custo Valor de mercado Posição ativa Termo de moeda 30.493 986 784 59.324 1.482 1.482 Total 30.493 986 784 59.324 1.482 1.482 Posição passiva Termo de moeda 30.493 5.092 758 59.324 866 866 Total 30.493 5.092 758 59.324 866 866 d. Composição dos contratos de opções por indexador Banco e Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 Posição Comprada Valor contratado Valor de mercado (contábil) Valor contratado Valor de mercado (contábil) Dólar 5.536.488 465.032 7.451.886 81.310 Índice 11.708.281 8.655 549.853.347 842 DI – – 26 106.681 Ações 454.151 4.181 434.241 6.903 Commodities 2.922 563 8.955 7.131 Flexíveis 1.407.175 76.006 598.046 10.947 Total 19.109.017 554.437 558.346.501 213.814 Posição Vendida Dólar 8.207.531 480.642 8.788.017 86.874 Índice 11.476.436 6.211 591.110.985 100.901 DI – – 57 641 Ações 459.800 4.364 569.027 14.356 Commodities 42.679 2.688 34.537 1.874 Flexíveis 1.168.629 32.184 2.588.641 65.445 Total 21.355.075 526.089 603.091.264 270.091 e. Composição dos contratos de futuros por indexador Banco Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Compromisso de compra 48.202.252 41.058.362 48.202.252 41.058.362 DDI 13.139.042 12.578.598 13.139.042 12.578.598 Dólar 1.880.268 1.507.327 1.880.268 1.869.015 DI 32.895.058 25.902.914 32.895.058 25.902.914 Cupom Cambial 7.533 361.688 7.533 – Commodities 1.603 3.975 1.603 3.975 Índice 22.371 228.459 22.371 228.459 SCC 256.377 475.401 256.377 475.401 Compromisso de venda 32.895.665 58.710.024 75.825.605 98.403.187 DDI 14.886.597 11.749.711 14.886.597 11.791.842 Dólar 409.384 16.793 409.384 16.793 DI 17.246.117 434.090 60.176.057 434.090 Cupom Cambial 412 45.966.556 412 85.578.763 Commodities 30.033 28.200 30.033 67.025 T-Note – 38.193 – 38.193 Índice 71.203 632 71.203 632 Euro 502 – 502 – BGI 3.901 4.475 3.901 4.475 SCC 247.516 471.374 247.516 471.374 Total 15.306.587 (17.651.662) (27.623.353) (57.344.825) f. Composição dos contratos de NDF por indexador Banco e Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 Valor contratado Valor de mercado (contábil) Valor contratado Valor de mercado (contábil) Ativo Dólar 3.582.699 149.959 1.200.784 29.677 Euro 9.063 193 970 680 Outros 1.272.203 94.895 149.479 81.479 Subtotal 4.863.965 245.047 1.351.233 111.836 Passivo Dólar 587.483 33.149 470.704 118.945 Euro – 4 13.194 13 Outros 1.123.754 32.517 239.125 17.133 Subtotal 1.711.237 65.670 723.023 136.091 Total 3.152.728 179.377 628.210 (24.255) g. Derivativos de crédito Banco e Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 Valor de referência Valor de mercado Valor de referência Valor de mercado Risco recebido Swaps de crédito 3.264.400 (8.866) 3.293.921 43.322 Credit linked notes – – 285.681 302.703 Total 3.264.400 (8.866) 3.579.602 346.025 Risco transferido Swaps de crédito 811.612 9.924 1.311.324 6.091 Credit linked notes – – 107.732 113.262 Equity linked notes – – 27.319 27.257 Total 811.612 9.924 1.446.375 146.610 h. Derivativos de crédito por indexador Banco e Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 Valor original Valor de custo Valor de mercado Valor original Valor de custo Valor de mercado Posição ativa Pré-fixado 3.335.145 16.716 24.050 1.987.280 295.882 320.904 Total 3.335.145 16.716 24.050 1.987.280 295.882 320.904 Posição passiva Pré-fixado 740.867 5.370 22.992 3.038.697 138.650 171.731 Total 740.867 5.370 22.992 3.038.697 138.650 171.731 i. Composição dos contratos de Box de opção - Estratégia de renda fixa Banco 30/06/2012 30/06/2011 Valor de mercado / Valor de mercado / exposição a risco Valor contratado exposição a risco Valor contratado Risco pré-fixado Posição passiva Venda de Call com limite de alta 5.456.850 6.872.299 7.102.043 5.047.879 Venda de Put com limite de baixa 10.340.657 12.051.573 13.211.823 16.864.520 Total 15.797.507 18.923.872 20.313.866 21.912.399 Risco dólar Posição ativa Venda de Put com limite de baixa – 16.465.615 – 16.674.292 Subtotal – 16.465.615 – 16.674.292 Posição passiva Venda de Call com limite de alta – 16.465.615 – 16.674.292 Subtotal – 16.465.615 – 16.674.292 Total – – – – Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 Valor de mercado / Valor de mercado / exposição a risco Valor contratado exposição a risco Valor contratado Risco pré-fixado Posição passiva Venda de Call com limite de alta 303.772 354.235 1.003.414 662.359 Venda de Put com limite de baixa 667.765 668.268 1.962.337 2.551.650 Total 971.537 1.022.503 2.965.751 3.214.009 Risco dólar Posição ativa Venda de Put com limite de baixa – 841.437 – 2.518.724 Subtotal – 841.437 – 2.518.724 Posição passiva Venda de Call com limite de alta – 841.437 – 2.518.724 Subtotal – 841.437 – 2.518.724 Total – – – – j. Títulos dados em garantia Banco Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Operações em Bolsa 763.715 1.087.786 1.960.374 1.111.302 Notas do Tesouro Nacional 763.715 905.351 785.410 928.867 Letras Financeiras do Tesouro – 23.733 – 23.733 Letras do Tesouro Nacional – 158.702 1.174.964 158.702 Operações Câmara Comp. 101.876 117.489 101.876 117.489 Notas do Tesouro Nacional 101.876 49.702 101.876 49.702 Letras do Tesouro Nacional – 67.787 – 67.787 Outros 2.247.766 3.608.804 2.272.871 3.624.699 Notas do Tesouro Nacional 503.860 812.302 503.860 812.302 Letras Financeiras do Tesouro 16.027 1.340 41.132 17.235 Outros (a) 1.727.879 2.795.162 1.727.879 2.795.162 Total 3.113.357 4.814.079 4.335.121 4.853.490 (a) Em 2012, referem-se, basicamente, a títulos de governos estrangeiros, no montante de R$ 1.365.487 (R$ 1.879.453 em 2011), e outros títulos no exterior no montante de R$ 355.146 (R$ 915.709 em 2011). k. Instrumentos financeiros derivativos segregados por local de negociação e contraparte Banco Consolidado Posição ativa 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Operações em Bolsa 554.437 213.814 554.437 213.814 Balcão 2.377.786 1.612.076 1.606.789 1.432.413 Instituições financeiras 2.043.925 1.388.851 1.272.928 1.175.501 Clientes 333.861 223.225 333.861 256.912 Total 2.932.223 1.825.890 2.161.226 1.646.227 Banco Consolidado Posição passiva 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Operações em Bolsa 526.089 270.091 526.089 270.091 Balcão 20.348.875 23.921.644 2.320.690 6.066.352 Instituições financeiras 20.250.246 23.854.316 2.222.061 5.879.831 Clientes 98.629 67.328 98.629 186.521 Total 20.874.964 24.191.735 2.846.779 6.336.443
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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terça-feira, 14 de agosto de 2012
BANCO VOTORANTIM S.A. CNPJ 59.588.111/0001-03 Avenida das Nações Unidas, 14.171, Torre A, 18º andar - Vila Gertrudes - CEP 04794-000 - São Paulo - SP Tel. (11) 5171-1000 Fax (11) 5171-1900
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) l. Composição de instrumentos financeiros derivativos utilizados em estratégias de hedge
10
Instrumentos de hedge Hedge de risco de mercado Ativo Futuros Swap Opções Passivo Futuros Swap Opções Hedge de risco de fluxo de caixa Ativo Swap Itens objeto de hedge Ativo Operações de crédito Títulos e valores mobiliários Operações de arrendamento mercantil Investimentos externos Outros ativos Passivo Outros passivos Relações interfinanceiras Ativo Pagamentos e recebimentos a liquidar Reservas compulsórias BACEN Compulsório sobre depósito à vista Compulsório sobre recursos a prazo Compulsório sobre exigibilidade adicional Compulsório sobre op. de microfinanças Repasses interfinanceiros Relações com correspondentes Total Passivo
11
Pagamentos e recebimentos a liquidar Total Relações interdependências
Banco 30/06/2012 30/06/2011
Consolidado 30/06/2012 30/06/2011
23.980.773 18.903.915 3.759.298 1.317.560 21.297.783 16.248.003 2.943.237 2.106.543
24.302.715 14.087.540 4.686.024 5.529.151 21.811.773 12.773.072 2.545.089 6.493.612
20.221.475 18.903.915 – 1.317.560 59.880.934 57.774.391 – 2.106.543
26.498.278 14.087.540 6.881.587 5.529.151 83.997.298 50.206.471 27.297.215 6.493.612
883.305 883.305
– –
883.305 883.305
– –
4.748.508 2.304.280 380.362 – 731.065 1.332.801 7.828.056 7.828.056
4.442.066 1.726.405 757.765 – 656.192 1.301.704 6.960.057 6.960.057
50.453.233 45.207.907 430.798 2.750.662 731.065 1.332.801 7.828.056 7.828.056
65.231.402 39.715.670 19.515.248 4.042.588 656.192 1.301.704 6.960.057 6.960.057
Banco e Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 544 1.494 2.835.795 6.048.845 116.105 116.374 1.548.222 3.393.397 1.165.625 2.533.857 5.843 5.217 176.199 61.119 916 2.127 3.013.454 6.113.585 Banco e Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 5.532 11.518 5.532 11.518
Banco 30/06/2012 30/06/2011 4.749 12.576 513 10 119.302 101.032 124.564 113.618 Consolidado Passivo 30/06/2012 30/06/2011 Recursos em trânsito - Sociedades ligadas 4.749 12.576 Recebimentos em trânsito - Terceiros 513 10 Ordens de pagamento em moeda estrangeira 119.302 101.032 Transferência interna de recursos 24 3 Total 124.588 113.621 Operações de crédito, de arrendamento mercantil, adiantamentos sobre contratos de câmbio, outros créditos com características de concessão de crédito e provisão para créditos de liquidação duvidosa a. Composição das operações por modalidade e parcelas vencidas e vincendas Banco Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Adiantamentos a depositantes 641 982 641 982 Empréstimos 9.447.695 9.054.059 16.706.306 15.066.711 Títulos descontados 65.302 41.465 65.302 41.465 Financiamentos 4.693.012 5.880.854 33.237.004 36.878.425 Financiamentos a exportação 3.559.919 2.813.195 3.559.919 2.813.195 Financiamentos em moeda estrangeira 631.911 300.643 631.911 300.643 Financiamentos rurais 556.426 1.291.456 556.426 1.291.456 Financiamentos imobiliários 413.196 180.171 413.196 180.171 Operações de crédito vinculadas a cessões – – 96.771 – Subtotal 19.368.102 19.562.825 55.267.476 56.573.048 Adiant. sobre contratos de câmbio 915.352 733.248 915.352 733.248 Operações de arrendamento mercantil – – 2.440.083 3.605.947 Créditos por avais e fianças honrados – 672 – 672 Títulos e créditos a receber – – 186.199 299.867 Total de operações de crédito 20.283.454 20.296.745 58.809.110 61.212.782 Parcelas vencidas (a partir de 15 dias) 226.234 83.233 2.219.666 1.194.658 Parcelas vincendas 20.057.220 20.213.512 56.589.444 60.018.124 Total de parcelas 20.283.454 20.296.745 58.809.110 61.212.782 b. Concentração das operações Banco Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Dez maiores devedores 2.957.037 2.880.019 3.046.802 2.938.187 Cinquenta seguintes maiores devedores 4.095.018 4.181.908 4.187.632 4.261.170 Cem seguintes maiores devedores 3.106.930 3.333.792 3.167.985 3.394.856 Demais clientes 10.124.469 9.901.026 48.406.691 50.618.569 Total 20.283.454 20.296.745 58.809.110 61.212.782 c. Composição das operações por setor de atividade econômica Banco Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Pessoas jurídicas 19.901.313 19.519.672 21.719.119 21.314.407 Setor público estadual Serviços 52.919 61.667 52.919 61.667 Setor privado Indústria 10.410.037 10.116.783 10.573.947 10.263.942 Comércio 3.138.904 2.919.925 3.866.042 3.756.348 Rural 556.426 1.291.456 556.426 1.291.456 Serviços 5.743.027 5.129.841 6.669.785 5.940.994 Pessoas físicas 382.141 777.073 37.089.991 39.898.375 Total 20.283.454 20.296.745 58.809.110 61.212.782 d. Composição das operações nos correspondentes níveis de risco Banco 30/06/2012 30/06/2011 Nível de risco Curso normal Operações vencidas Total das operações Curso normal Operações vencidas Total das operações AA 9.249.735 – 9.249.735 11.100.121 – 11.100.121 A 4.832.204 – 4.832.204 5.459.891 – 5.459.891 B 3.459.253 25.714 3.484.967 2.230.716 13.828 2.244.544 C 1.074.135 45.620 1.119.755 519.446 24.921 544.367 D 504.653 77.318 581.971 553.725 25.683 579.408 E 449.986 35.276 485.262 10.784 4.888 15.672 F 15.788 33.689 49.477 105.655 31.117 136.772 G 16.162 48.190 64.352 19.642 8.093 27.735 H 104.739 310.992 415.731 7.039 181.196 188.235 Total 19.706.655 576.799 20.283.454 20.007.019 289.726 20.296.745 Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 Nível de risco Curso normal Operações vencidas Total das operações Curso normal Operações vencidas Total das operações AA 9.598.830 – 9.598.830 11.399.387 – 11.399.387 A 33.441.152 – 33.441.152 39.958.354 – 39.958.354 B 4.209.718 1.699.678 5.909.396 2.375.168 1.853.158 4.228.326 C 1.376.160 1.619.195 2.995.355 593.147 1.434.494 2.027.641 D 556.817 1.015.072 1.571.889 585.170 807.319 1.392.489 E 458.861 678.690 1.137.551 28.270 491.680 519.950 F 23.409 625.193 648.602 116.512 370.328 486.840 G 76.427 650.251 726.678 28.029 243.143 271.172 H 191.065 2.588.592 2.779.657 57.465 871.158 928.623 Total 49.932.439 8.876.671 58.809.110 55.141.502 6.071.280 61.212.782 e. Composição da provisão para créditos de liquidação duvidosa por nível de risco e tipo de carteira Banco Consolidado Nível de risco % Provisão 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 A 0,5 24.160 27.300 167.206 199.792 B 1 34.849 22.445 59.094 42.283 C 3 33.592 16.331 89.861 60.829 D 10 58.197 57.940 157.189 139.249 E 30 178.024 4.701 373.709 155.985 F 50 24.739 68.386 324.301 243.421 G 70 45.046 19.414 508.674 189.819 H 100 415.731 188.235 2.779.657 928.623 Total 814.338 404.752 4.459.691 1.960.001 Percentual sobre carteira 4,01% 1,99% 7,58% 3,20% Banco Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Provisão para empréstimos e títulos descontados 495.682 184.200 1.079.472 484.527 Provisão para financiamentos 258.547 167.016 3.116.298 1.237.932 Provisão para financiamentos rurais e agroindustriais 5.759 6.509 5.759 6.509 Provisão para financiamento imobiliário 3.057 297 3.057 297 Provisão para arrendamentos financeiros – – 187.282 184.006 Provisão para operações de crédito cedidas – – 484 – Provisão para outros créditos 51.293 46.730 67.339 46.730 Total 814.338 404.752 4.459.691 1.960.001 f. Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa no período Banco Consolidado 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Saldo inicial 652.592 285.684 3.206.327 1.153.336 Constituições / (Reversões) 250.228 141.126 3.025.045 1.268.433 Baixas para prejuízo (88.482) (22.058) (1.771.681) (461.768) Saldo final 814.338 404.752 4.459.691 1.960.001 g. Informações sobre cessões de crédito realizadas até 30 de junho de 2011 30/06/2011 Valor de transferência dos ativos cedidos no período 7.045.324 Valor contábil dos ativos cedidos no período (6.243.399) Resultado bruto das cessões 801.925 Despesas de liquidação antecipada de contratos cedidos (288.398) Provisão para perdas com contratos cedidos (90.792) Resultado das cessões antes dos custos e tributos 422.735 Aceleração do reconhecimento em resultado dos custos associados ao ativo cedido (180.951) Resultado das cessões antes dos tributos 241.784 Efeitos tributários (108.907) Resultado líquido das cessões 132.877 Em 30 de junho de 2012, o Banco apurou despesas de liquidação antecipada reconhecido integralmente em contas de resultado de R$ 131.874, e provisão para perdas de R$ 23.198, referente às cessões realizadas até 31 de dezembro de 2011. 30/06/2012 30/06/2011 Saldo das coobrigações com cessões de crédito Instituições Financeiras - Partes relacionadas 13.205.999 13.496.615 Outras Instituições Financeiras 534.354 1.343.840 Total 13.740.353 14.840.455 O Banco Votorantim e a sua controlada BV Financeira detêm 100% das cotas subordinadas dos fundos de investimento em direitos creditórios descritos a seguir: 30/06/2012 30/06/2011 BV Financeira FIDC I 278.066 262.888 BV Financeira FIDC II 128.467 164.803 BV Financeira FIDC III 179.711 160.123 BV Financeira FIDC IV 423.176 284.445 BV Financeira FIDC V 820.995 441.843 Total das aplicações em cotas 1.830.415 1.314.102 h. Informações sobre cessões de crédito realizadas a partir de 01 de janeiro de 2012 No primeiro semestre de 2012, foram realizadas transferências de ativos financeiros (operações de crédito - CDC), com retenção substancial dos riscos e benefícios, para fundos de investimento em direitos creditórios, dos quais a BV Financeira detém 100% das cotas subordinadas, demonstrados abaixo: Ativo financeiro Passivo referente à objeto da venda obrigação assumida BV Financeira FIDC III 80.465 85.698 BV Financeira FIDC IV 4.582 4.824 BV Financeira FIDC VI 11.724 12.662 Total 96.711 103.184 As receitas do ativo objeto de venda ou transferência totalizaram R$ 8.006 e as despesas com obrigação por operações de venda ou de transferência de ativos financeiros totalizaram R$ 7.622. Ainda em 2012, o Banco não adotou a opção prevista na Resolução nº 4.036/11 sobre o tratamento das perdas de liquidações antecipadas. i. Estratégias de hedge contábil Foi procedida a avaliação a valor de mercado da carteira de crédito, conforme determina a Resolução nº 3.082/02 do BACEN. A referida avaliação considera o respectivo hedge em instrumentos financeiros derivativos, refletindo os efeitos da variação das taxas de juros na carteira de crédito, de acordo com o fluxo de vencimento das parcelas, em contrapartida aos ajustes ocorridos no referido mercado de derivativos. Banco 30/06/2012 30/06/2011 Ganho / (Perda) Ganho / (Perda) não realizado Valor de custo Valor de mercado não realizado Valor de custo Valor de mercado Operações de crédito 5.576.176 5.812.595 236.419 2.243.403 2.319.724 76.321 Total 5.576.176 5.812.595 236.419 2.243.403 2.319.724 76.321 Em 30 de junho de 2012, a avaliação desses ativos gerou ajuste positivo não realizado no montante de R$ 236.419 (R$ 76.321 em 2011), registrados em Outros créditos - Diversos. Para proteger os riscos de taxas de juros pré-fixada dos empréstimos e cessões, o Banco negociou contratos no mercado futuro de DI junto a BM&FBOVESPA, de acordo com o fluxo de vencimento das parcelas. O valor de mercado desses derivativos totalizou R$ 2.931.649 em 30 de junho de 2012. Para proteger os riscos da variação cambial (Dólar) dos financiamentos à exportação, o Banco negociou contratos no mercado futuro de DDI junto
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Passivo Recursos em trânsito - Sociedades ligadas Recebimentos em trânsito - Terceiros Ordens de pagamento em moeda estrangeira Total
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a BM&FBOVESPA, de acordo com o fluxo de vencimento das parcelas. O valor de mercado desses derivativos totalizou R$ 2.746.871 em 30 de junho de 2012. Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 Ganho / (Perda) Ganho / (Perda) não realizado Valor de custo Valor de mercado não realizado Valor de custo Valor de mercado Operações de crédito e arrend. mercantil 44.005.061 45.973.350 1.968.289 46.618.312 46.758.257 139.945 Total 44.005.061 45.973.350 1.968.289 46.618.312 46.758.257 139.945 Em 30 de junho de 2012, a avaliação desses ativos gerou ajuste positivo não realizado no montante de R$ 1.968.289 (R$ 139.945 em 2011), registrados em Outros créditos - Diversos. Para proteger os riscos de taxas de juros pré-fixada dos empréstimos, financiamentos e operações de arrendamento mercantil (não inclui as operações de venda ou transferência de ativos com retenção substancial de riscos e benefícios), o Conglomerado negociou contratos no mercado futuro de DI junto a BM&FBOVESPA, de acordo com o fluxo de vencimento das parcelas. O valor de mercado desses derivativos totalizou R$ 47.231.101. Para proteger os riscos da variação cambial (Dólar) dos financiamentos à exportação, o Conglomerado negociou contratos no mercado futuro de DDI junto a BM&FBOVESPA, de acordo com o fluxo de vencimento das parcelas. O valor de mercado desses derivativos totalizou R$ 2.746.871. A efetividade verificada na carteira de hedge encontrava-se em conformidade com o estabelecido na regulamentação vigente. j. Informações complementares Banco Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Montante de créditos renegociados no período 3.333.014 5.891.661 3.500.320 6.036.033 Montante de créditos recuperados, baixados como prejuízo 7.939 2.323 95.511 95.948 Carteira de câmbio Banco e Consolidado Outros créditos 30/06/2012 30/06/2011 Câmbio comprado a liquidar 1.091.537 1.719.932 Direitos sobre vendas de câmbio 168.887 555.086 Adiantamentos em moeda nacional recebidos (1.513) (5.137) Adiantamentos em moeda estrangeira recebidos (141) (546.105) Rendas a receber de adiantamentos concedidos 26.229 16.143 Total 1.284.999 1.739.919 Outras obrigações Câmbio vendido a liquidar 164.374 554.099 Obrigações por compras de câmbio 1.011.093 1.762.353 Adiantamentos sobre contrato de câmbio (889.123) (717.105) Valores em moedas estrangeiras a pagar 8 2 Total 286.352 1.599.349 Posição líquida de câmbio 998.647 140.570 Negociação e intermediação de valores Banco Consolidado Outros créditos 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Caixa de registro e liquidação 129 1.842 5.994 1.842 Devedores conta liquidação pendentes 16.695 – 145.326 81.280 Oper. com ativos financeiros e merc. a liquidar 21.789 29.307 59.226 61.842 Outros créditos 99.452 67.839 99.981 68.239 Total 138.065 98.988 310.527 213.203 Banco Consolidado Outras obrigações 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Caixa de registro e liquidação 420 9.933 475 32.433 Comissões e corretagens a pagar 500 1.085 1.025 2.955 Credores conta liquidação pendentes 129 223 191.509 67.450 Credores por empréstimos de ações 18.863 47.366 18.863 47.366 Oper. com ativos financeiros e merc. a liquidar 13 29.985 13 29.985 Total 19.925 88.592 211.885 180.189 Outros créditos - Diversos Banco Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Adiantamentos e antecipações salariais 5.445 5.060 12.386 13.129 Adiantamentos a fornecedores 1.954 2.015 2.174 2.521 Crédito tributário de impostos e contribuições 693.103 520.995 4.223.358 2.141.648 Devedores por depósitos em garantia 166.510 146.927 519.008 438.647 Impostos e contribuições a compensar 107.600 128.240 299.637 385.875 Transações de cartão de crédito – – 297.547 209.017 Ajuste ao mercado op. de crédito e arrendamento mercantil 236.419 76.321 1.968.289 139.945 Créditos a receber de op. arred. mercantil – – 186.199 299.867 Liquidações de títulos no exterior 158.158 253.525 158.158 253.525 Outros 37.246 36.435 252.327 269.795 Total 1.406.435 1.169.518 7.919.083 4.153.969 Outros valores e bens Banco Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Despesas de seguros 227 566 5.809 5.155 Despesas de processamento de dados 4.558 2.945 5.183 3.435 Comissões por intermediação de operações (a) – – 1.086.925 915.564 Despesas de emissão de títulos – 1.294 – 2.855 Despesas de serviços do sistema financeiro 6.788 8.096 61.133 45.181 Despesas de serviços técnicos especializados 4.895 30.814 12.214 38.400 Bens não de uso próprio - Imóveis 4.041 2.769 4.041 2.769 Bens não de uso próprio - Veículos e afins 327 70 142.826 98.542 Provisão para desvalorização de outros valores e bens – – (9.473) (8.201) Direito de usufruto de ações 213.637 268.678 213.637 268.678 Outros 3.008 768 5.904 13.407 Total 237.481 316.000 1.528.199 1.385.785 (a) Referem-se ao diferimento dos custos associados às operações de crédito concedidas na BV Financeira como, por exemplo, custos com comissões e acordos comerciais. Investimentos a. Participação em controladas no País e no exterior Saldo em Recebto. Aumento de Capital / Resultado de Ajuste de avaliação Saldo em 31/12/2011 dividendos aquisição de invest. equivalência patrimonial 30/06/2012 No País 2.337.943 (8.079) 3.109.604 (1.379.300) 158.490 4.218.658 Votorantim CTVM Ltda. 257.116 (1.807) – 4.534 – 259.843 Votorantim Asset DTVM Ltda. 83.869 (6.272) – 10.230 – 87.827 BV Financeira S.A. 700.830 – 3.000.000 (1.443.095) 158.490 2.416.225 BV Leasing Arrend. Merc. S.A. 1.295.847 – – 18.886 – 1.314.733 BVIP - BV Inv. e Partic. S.A. 109 – – (59) – 50 BVIA - BV Inv. Alt. Gestão S.A. 172 – – (52) – 120 Votorantim Corretora de Seguros S.A. (a) – – 109.604 30.256 – 139.860 No exterior 59.276 – – 5.320 – 64.596 Votorantim Bank Limited 36.590 – – 2.346 – 38.936 Banco Votorantim Securities 11.019 – – 2.256 – 13.275 Votorantim Securities (UK) Limited 11.667 – – 718 – 12.385 Total 2.397.219 (8.079) 3.109.604 (1.373.980) 158.490 4.283.254 (a) No primeiro semestre de 2012, o Banco Votorantim adquiriu da BV Participações S.A. a totalidade de 200.000 ações ordinárias da Votorantim Corretora de Seguros S.A. pelo valor de R$ 109.604. A participação está registrada em Investimentos em controladas no País e avaliada pelo método de equivalência patrimonial. 30/06/2012 Nº de ações ordinárias / quotas de propriedade do Banco em unidades Capital Social Patrimônio Líquido Lucro Líquido No País Votorantim CTVM Ltda. 169.280 259.841 4.534 16.928.021.130 Votorantim Asset DTVM Ltda. 46.536 87.826 10.230 4.653.477.324 BV Financeira S.A. 3.845.719 2.416.225 (1.443.095) 1.641.109 BV Leasing Arrend. Merc. S.A. 998.800 1.314.733 18.878 510.404 BVIP - BV Inv. e Partic. S.A. 301 50 (59) 301.000 BVIA - BV Inv. Alt. Gestão S.A. 301 120 (52) 301.000 Votorantim Corretora de Seguros S.A. 54.802 139.860 30.255 200.000 No exterior Votorantim Bank Limited 83.461 38.936 (492) 6.002.120 Banco Votorantim Securities 24.256 13.275 1.401 4.000.000 Votorantim Securities (UK) Limited 12.682 12.385 (306) 4.000.000 b. Outros investimentos Banco Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Investimentos por incentivos fiscais 37.031 35.405 111.102 104.760 Títulos patrimoniais 175 175 176 176 Ações e cotas 6 6 6 6 Outros 100 99 129 129 Subtotal 37.312 35.685 111.413 105.071 Provisão para perdas de invest. incentivos fiscais (11.034) (10.298) (42.441) (40.057) Total 26.278 25.387 68.972 65.014 Imobilizado de uso Banco 30/06/2012 30/06/2011 Valor de custo Depreciação acumulada Saldo líquido Saldo líquido Imobilizado em curso – – – 111 Móveis e equipamentos de uso 33.163 (12.368) 20.795 22.104 Sistema de comunicação 7.319 (4.858) 2.461 2.994 Sistema de processamento de dados 37.101 (28.556) 8.545 12.554 Sistema de segurança 2.289 (800) 1.489 1.596 Sistema de transporte 601 (601) – 18 Total 80.473 (47.183) 33.290 39.377 Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 Valor de custo Depreciação acumulada Saldo líquido Saldo líquido Imobilizado em curso – – – 111 Instalações 53.629 (8.849) 44.780 38.531 Móveis e equipamentos de uso 55.826 (21.326) 34.500 37.349 Sistema de comunicação 11.979 (7.573) 4.406 5.247 Sistema de processamento de dados 75.722 (57.494) 18.228 26.174 Sistema de segurança 2.337 (814) 1.523 1.629 Sistema de transporte 1.113 (985) 128 298 Total 200.606 (97.041) 103.565 109.339 Banco Consolidado 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Saldo inicial 37.947 41.979 110.436 87.786 Aquisições 2.060 1.394 7.005 34.111 Alienações (2.564) (23) (2.787) (2.748) Depreciação (4.153) (3.973) (11.089) (9.810) Saldo final 33.290 39.377 103.565 109.339 Em 30 de junho de 2012, não foi verificada a existência de ativos relevantes que indique perda de desvalorização. Intangível Banco 30/06/2012 30/06/2011 Valor de custo Amortização acumulada Saldo líquido Saldo líquido Software 829 (73) 756 – Projetos corporativos 24.667 – 24.667 14.803 Total 25.496 (73) 25.423 14.803 Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 Valor de custo Amortização acumulada Saldo líquido Saldo líquido SISBEX BM&FBOVESPA – – – 200 Software 2.584 (867) 1.717 894 Licenças 21.280 (7.290) 13.990 12.231 Acordos de direitos de comercialização 5.000 (1.540) 3.460 4.210 Projetos corporativos 28.192 – 28.192 14.803 Total 57.056 (9.697) 47.359 32.338 Banco Consolidado 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Saldo inicial 20.050 7.035 40.250 20.691 Aquisições 6.899 8.372 12.357 14.317 Baixas (1.453) (604) (2.812) (804) Amortização (73) – (2.436) (1.866) Saldo final 25.423 14.803 47.359 32.338 Estimativa de amortização de software, licenças e acordos de direitos de comercialização 30/06/2012 Banco Consolidado Em 2012 76 2.757 Em 2013 151 5.513 Em 2014 151 5.542 Em 2015 151 4.260 Em 2016 151 892 Acima de 5 anos 24.743 28.395 Total 25.423 47.359 Em 30 de junho de 2012, não foi verificada a existência de ativos relevantes que indique perda de desvalorização. Diferido Banco 30/06/2012 30/06/2011 Valor de custo Amortização acumulada Saldo líquido Saldo líquido Gastos em imóveis de terceiros 35.140 (6.791) 28.349 30.932 Total 35.140 (6.791) 28.349 30.932 Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 Valor de custo Amortização acumulada Saldo líquido Saldo líquido Gastos em imóveis de terceiros 41.559 (13.016) 28.543 32.425 Gastos aquis. desenv. de logiciais 1.609 (1.479) 130 380 Total 43.168 (14.495) 28.673 32.805 Banco Consolidado 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Saldo inicial 29.661 32.194 30.572 43.894 Baixas – (3) – (586) Amortização (1.312) (1.259) (1.899) (10.503) Saldo final 28.349 30.932 28.673 32.805 Em 30 de junho de 2012, não foi verificada a existência de ativos relevantes que indique perda de desvalorização.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
terça-feira, 14 de agosto de 2012
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BANCO VOTORANTIM S.A. CNPJ 59.588.111/0001-03 Avenida das Nações Unidas, 14.171, Torre A, 18º andar - Vila Gertrudes - CEP 04794-000 - São Paulo - SP Tel. (11) 5171-1000 Fax (11) 5171-1900
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 21
Depósitos
22
Depósitos à vista Pessoas físicas Pessoas jurídicas Instituições financeiras Outros Depósitos interfinanceiros Depósitos a prazo Pessoas físicas Pessoas jurídicas Outros Outros depósitos Total Captações no mercado aberto
23
Carteira própria Letras Financeiras do Tesouro Letras do Tesouro Nacional Notas do Tesouro Nacional Outros Carteira de terceiros Letras Financeiras do Tesouro Letras do Tesouro Nacional Notas do Tesouro Nacional Carteira livre movimentação Letras do Tesouro Nacional Notas do Tesouro Nacional Outros Total Recursos de aceites e emissão de títulos
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29
30
Banco 30/06/2012 30/06/2011 475.046 353.229 17.351 18.113 457.623 323.258 44 11.858 28 – 3.812.819 1.430.460 19.005.913 22.119.010 789.871 835.412 18.216.042 21.278.020 – 5.578 – 107 23.293.778 23.902.806
Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 479.795 374.282 17.970 18.916 461.753 343.509 44 11.857 28 – 3.504.861 1.160.946 18.983.891 22.097.076 789.871 835.412 18.194.020 21.256.086 – 5.578 – 107 22.968.547 23.632.411
Banco 30/06/2012 30/06/2011 24.071.128 30.367.760 1.177.510 821.310 1.596.555 3.178.630 4.228.429 5.403.794 17.068.634 20.964.026 13.278.747 9.276.880 – 2.148.390 13.220.735 6.992.057 58.012 136.433 583.822 1.799.239 219.912 196.630 322.123 1.554.814 41.787 47.795 37.933.697 41.443.879
Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 24.078.968 29.266.358 1.177.510 821.310 1.596.555 3.178.630 4.228.429 4.301.403 17.076.474 20.965.015 7.626.610 8.865.762 – 2.148.390 7.568.598 6.580.939 58.012 136.433 583.822 1.799.239 219.912 196.630 322.123 1.554.814 41.787 47.795 32.289.400 39.931.359
Banco Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Debêntures Com variação cambial – – – 1.478.978 Pós-fixado (a) – – 2.833.642 1.529.237 Recursos de Letras de Crédito Imobiliário Pós-fixado (b) 88.494 2.894 88.494 2.894 Recursos de Letras de Crédito Agronegócio Pós-fixado (c) 2.006.103 1.582.641 2.006.103 1.582.641 Pré-fixado (d) 14.466 – 14.466 – Letras Financeiras Pré-fixado (e) 122.309 46.590 122.309 46.590 Pós-fixado (f) 9.994.376 5.658.460 9.994.376 5.658.460 Obrigações por TVM no Exterior Pré-fixado (g) 1.494.968 1.477.786 1.494.968 1.477.786 Com variação cambial (h) 4.872.548 3.898.593 4.872.548 3.898.593 Total 18.593.264 12.666.964 21.426.906 15.675.179 (a) Taxa de atualização em 2012: de 100% a 111% do DI / DI + 0,35% a.a. (b) Taxa de atualização em 2012: de 90% a 97,33% do DI. (c) Taxa de atualização em 2012: de 60% a 97% do DI. (d) Taxa de atualização em 2012: de 8,48% a 12,35% a.a. (e) Taxa de atualização em 2012: de 9,37% a 14% a.a. (f) Taxa de atualização em 2012: de 100% a 112,02% do DI / de 108% a 109,3% da Selic / de 3,75% a 7,81% a.a. + IPCA / de 4,95% a 5,99% a.a. + IGPM. (g) Taxa de atualização em 2012: de 6,25% a 14,19% a.a. (h) Taxa de atualização em 2012: de 2,75% a 8,90% a.a. + variação cambial. Estratégias de hedge contábil 30/06/2012 30/06/2011 Banco e Consolidado Ganho / (Perda) Ganho / (Perda) não realizado Valor de custo Valor de mercado não realizado Valor de custo Valor de mercado Obrigações por TVM no exterior 3.125.217 3.194.482 69.265 452.907 450.474 (2.433) Total 3.125.217 3.194.482 69.265 452.907 450.474 (2.433) Para proteger os riscos da variação cambial de parte das obrigações por TVM no exterior, o Conglomerado negociou contratos no mercado futuro de DDI e Swap CHF x DOL junto a BM&FBOVESPA. O valor de mercado desses derivativos totalizam R$ 3.351.579. A efetividade verificada na carteira de hedge encontrava-se em conformidade com o estabelecido na regulamentação vigente. Obrigações por empréstimos e repasses Banco Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Empréstimos no País Com variação cambial (a) 13.336 10.076 13.336 10.076 Empréstimos no exterior Com variação cambial (b) 5.378.880 5.551.112 5.378.880 5.551.112 Repasses no País - Tesouro Nacional Pré-fixado (c) 65.386 68.426 65.386 68.426 Pós-fixado (d) 62.427 – 62.427 – Repasses no País - BNDES Pré-fixado (e) 993.992 1.478.229 993.992 1.478.229 Pós-fixado (f) 1.906.059 2.304.825 1.906.059 2.304.825 Com variação cambial (g) 105.763 63.132 105.763 63.132 Repasses no País - FINAME Pré-fixado (h) 1.979.252 2.619.824 1.998.398 2.643.661 Pós-fixado (i) 492.304 579.978 492.304 579.978 Total 10.997.399 12.675.602 11.016.545 12.699.439 (a) Taxa de atualização em 2012: CDI + 0,40% a.a. + variação cambial. (b) Taxa de atualização em 2012: de 0,64% a.a. a 8,45% a.a. + variação cambial / 0,25% a.a. a 3,60% a.a. + Libor. (c) Taxa de atualização em 2012: 6,75% a.a. (d) Taxa de atualização em 2012: Selic. (e) Taxa de atualização em 2012: de 1,50% a.a. a 8% a.a. (f) Taxa de atualização em 2012: de 9,08% a.a. a 9,91% a.a. + IPCA / de 6,50% a.a. a 10,50% a.a. + TJLP. (g) Taxa de atualização em 2012: de 0,90% a.a. a 6,27% a.a. + variação cambial. (h) Taxa de atualização em 2012: de 0,30% a.a. a 9,80% a.a. (i) Taxa de atualização em 2012: de 6,50% a.a. a 11,50% a.a. + TJLP. Estratégias de hedge de fluxo de caixa 30/06/2012 30/06/2011 Banco e Consolidado Ganho / (Perda) Ganho / (Perda) não realizado Valor de custo Valor de mercado não realizado Valor de custo Valor de mercado Obrigações por empréstimos no exterior 863.657 883.125 19.468 – – – Total 863.657 883.125 19.468 – – – Para proteger o fluxo de caixa de pagamentos da Obrigação por empréstimos no exterior referente a variação cambial (Euro), o Conglomerado negociou contrato de swap junto a BM&FBOVESPA com vencimento em 2013, tornando o fluxo de caixa pré-fixado em Reais. O valor de mercado deste derivativo totalizou R$ 883.305. A efetividade verificada na carteira de hedge encontrava-se em conformidade com o estabelecido na regulamentação vigente. Outras obrigações - Sociais e estatutárias Banco Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Dividendos e bonificações a pagar – 128.389 – 128.389 Provisão para participação nos lucros 60.192 79.300 114.489 195.605 Total 60.192 207.689 114.489 323.994 Outras obrigações - Fiscais e previdenciárias Banco Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Impostos e contribuições sobre o lucro a pagar 34.687 167.046 77.648 429.273 Impostos e contribuições sobre serviços de terceiros 585 854 3.836 10.182 Impostos e contribuições sobre salários 2.307 2.107 3.751 4.629 Impostos e contribuições sobre aplicações financeiras 56.068 26.653 57.491 26.691 PIS 2.498 4.959 6.458 10.319 COFINS 1.873 4.494 20.999 27.368 ISS 976 1.234 3.793 6.700 Provisão para riscos fiscais 626.480 585.210 1.576.805 1.458.421 Provisão para impostos e contribuições diferidos 178.797 32.959 1.576.958 823.331 Outros impostos e contribuições – 27 1 30 Total 904.271 825.543 3.327.740 2.796.944 Outras obrigações - Dívidas subordinadas Banco e Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 Certificado de Depósito Bancário Pós-fixado (a) 3.255.599 2.902.704 Nota Subordinada Com variação cambial (b) 2.481.287 1.708.479 Letras Financeiras Subordinadas Pós-fixado (c) 2.089.131 1.069.045 Total 7.826.017 5.680.228 (a) Taxa de atualização em 2012: de 0,49% a.a. a 1,67% a.a. + CDI / 7,22% a.a. + IGPM / de 7,86% a.a. a 8% a.a. + IPCA. (b) Taxa de atualização em 2012: 7,38% a.a. + PTAX. (c) Taxa de atualização em 2012: de 1,30% a.a. a 1,94% a.a. + CDI / de 115% a 119% do CDI / de 6,71% a.a. a 7,70% a.a. + IGPM / de 7% a.a. a 8,02% a.a. + IPCA. Estratégias de hedge contábil 30/06/2012 30/06/2011 Consolidado Ganho / (Perda) Ganho / (Perda) não realizado Valor de custo Valor de mercado (contábil) não realizado Valor de custo Valor de mercado (contábil) Nota Subordinada 3.066.296 3.137.272 70.976 1.861.142 1.708.479 (152.663) Total 3.066.296 3.137.272 70.976 1.861.142 1.708.479 (152.663) Para proteger os riscos da variação cambial (Dólar) de parte das Dívidas subordinadas, o Conglomerado negociou contratos no mercado futuro de DDI junto a BM&FBOVESPA, de acordo com o fluxo de vencimento das parcelas. O valor de mercado destes derivativos totaliza R$ 3.109.559. A efetividade verificada na carteira de hedge encontrava-se em conformidade com o estabelecido na regulamentação vigente. Outras obrigações - Diversas Banco Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Provisão para despesas de pessoal 41.282 29.316 124.316 93.109 Provisão para despesas administrativas 6.002 6.860 70.076 58.785 Provisão para passivos contingentes 20.002 30.932 499.040 172.961 Comissões por intermediação de operações – – 21.063 65.783 Valores a repassar aos cessionários – – 199.547 295.650 Provisão para perdas com créditos cedidos 35.033 – 277.943 170.881 Transações de cartão de crédito – 596 297.957 208.612 Liquidações de títulos no exterior 36.136 13.837 36.650 14.439 Operações de crédito e arrendamentos a liberar 15 9.834 19.459 87.669 Obrigações de operações vinculadas a cessões (a) – – 103.184 – Outras (b) 16.279 15.232 174.019 262.275 Total 154.749 106.607 1.823.254 1.430.164 (a) Refere-se à obrigações por operações de venda ou de transferência de ativos financeiros com retenção substancial de riscos e benefícios. (b) No Consolidado, refere-se, basicamente, aos valores a processar oriundos do fluxo operacional da carteira de operações de crédito e de arrendamento mercantil. Patrimônio líquido a. Capital Social O Capital Social é representado por 103.949.376.612 ações, sendo 85.049.489.946 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal e 18.899.886.666 ações preferenciais nominativas e sem valor nominal. Conforme Assembleia Geral Extraordinária, realizada em 30 de dezembro de 2011, foi deliberado e aprovado, o aumento de Capital Social no montante de R$ 1.000.000 mediante aproveitamento de “Reserva para expansão” sem emissão de novas ações. O aumento de Capital foi aprovado e homologado pelo BACEN em 15 de março de 2012. Conforme Assembleia Geral Extraordinária, realizada em 27 de junho de 2012, foi deliberado e aprovado o aumento do Capital Social no montante de R$ 2.000.000, mediante a emissão de 22.410.553.662 novas ações, totalmente subscritas e integralizadas. O aumento de Capital foi homologado pelo BACEN em 29 de junho de 2012. Reserva de lucros Reserva legal Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do período, até atingir o limite de 20% do Capital Social. A Reserva legal poderá deixar de ser constituída quando acrescida do montante das Reservas de Capital exceder 30% do Capital Social. A Reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de Capital ou para compensar prejuízos. Reserva para expansão Para cumprimento das exigências estabelecidas na legislação societária e regras do BACEN, no encerramento do exercício, a Administração propõe que a parcela do lucro não distribuído, caso exista, seja destinado para “Reserva para expansão”. O saldo de reserva está à disposição dos acionistas para deliberação futura em Assembleia Geral. b. Ajustes de valor patrimonial reconhecidos no patrimônio líquido no período Consolidado 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Saldo inicial (75.346) (57.356) Títulos disponíveis para venda 647.605 (159.757) Banco Votorantim S.A. 383.456 (160.578) Controladas 264.149 821 Hedge de fluxo de caixa (19.159) – Banco Votorantim S.A. (19.159) – Efeitos tributários (233.892) 64.231 Saldo final 319.208 (152.882) Balanço patrimonial por faixas de vencimento A demonstração do “Balanço patrimonial por faixas de vencimento” de 30 de junho de 2012 foi elaborada considerando o prazo de vencimento dos ativos e passivos, independente da categoria em que estão classificados. Dos ativos e passivos de prazo indeterminado, classificam-se as operações ativas no realizável a longo prazo e as operações passivas no passivo circulante. O ativo permanente e o patrimônio líquido estão sendo apresentados como “acima de 5 anos”. Na demonstração “Balanço patrimonial”, os títulos e valores mobiliários classificados na categoria “títulos para negociação” são apresentados como ativo circulante, independentemente dos prazos de vencimento. As operações de arrendamento mercantil estão apresentadas pelo método financeiro, que consiste na reclassificação do imobilizado de arrendamento para a rubrica de operações de arrendamento mercantil, reduzido do valor residual recebido antecipadamente.
Banco a. Ativo Disponibilidades Aplicações interf. de liquidez Operações comprom. - Pos. bancada Operações comprom. - Pos. financiada Operações comprom. - Livre movim. Aplicações em dep. interfinanceiros Aplicações em moeda estrangeira Títulos e valores mobiliários Títulos para negociação Títulos disponíveis para venda Instrumentos financeiros derivativos Diferencial de swap Contratos de termo de moeda Compra de opções - Ações Compra de opções - Ativo fin. / merc. Derivativos de crédito Non Deliverable Forward Relações interfinanceiras / interdep. Operações de crédito Provisão créditos de liq. duvidosa Outros créditos Carteira de câmbio Rendas a receber Negociação e intermediação de valores Diversos Provisão créditos de liq. duvidosa Outros valores e bens Permanente Total b. Passivo Depósitos Depósitos à vista Depósitos interfinanceiros Depósitos a prazo Captações no mercado aberto Carteira própria Carteira de terceiros Carteira livre movimentação Recursos de aceites emissão de títulos Relações interfinanceiras / interdep. Obrigações por emprést. e repasses Instrumentos financeiros derivativos Diferencial de swap Contratos de termo de moeda Compra de opções - Ações Compra de opções - Ativo fin. / merc. Box de opções Derivativos de crédito Non Deliverable Forward Outras obrigações Cobrança arrecad. trib. e assemelhados Carteira de câmbio Sociais e estatutárias Fiscais e previdenciárias Negociação e intermediação de valores Dívidas subordinadas Diversas Resultados de exercícios futuros Patrimônio líquido Total Consolidado a. Ativo Disponibilidades Aplicações interf. de liquidez Operações comprom. - Pos. bancada Operações comprom. - Pos. financiada Operações comprom. - Livre movim. Aplicações em dep. interfinanceiros Aplicações em moeda estrangeira Títulos e valores mobiliários Títulos para negociação Títulos disponíveis para venda Instrumentos financeiros derivativos Diferencial de swap Contratos de termo de moeda Compra de opções - Ações Compra de opções - Ativo fin. / merc. Derivativos de crédito Non Deliverable Forward Relações interfinanceiras / interdep. Operações de crédito Operações de arrend. mercantil Provisão créditos de liq. duvidosa Outros créditos Carteira de câmbio Rendas a receber Negociação e intermediação de valores Diversos Provisão créditos de liq. duvidosa Outros valores e bens Permanente Total b. Passivo
Até 90 dias 90.451 22.055.753 3.071.514 10.952.534 509.713 7.326.243 195.749 3.091.039 144.202 2.946.837 933.890 296.197 593 2.521 513.070 21.437 100.072 3.013.454 3.970.050 (215.167) 1.653.167 1.284.999 42.688 123.333 248.125 (45.978) 21.866 – 34.614.503
De 91 a 360 dias – 20.869.658 169.930 2.268.419 – 18.431.309 – 2.149.229 1.240.746 908.483 820.675 703.209 160 1.660 31.550 2.613 81.483 – 5.625.473 (109.469) 137.905 – 1.016 6.479 135.725 (5.315) 42.950 – 29.536.421
De 1 a 3 anos – 13.790.515 – – – 13.790.515 – 4.372.548 1.360.169 3.012.379 614.070 549.349 31 – 5.636 – 59.054 – 9.772.579 (438.409) 553.244 – – 7.920 545.324 – 113.736 – 28.778.283
De 3 a 5 anos – 18.701 – – – 18.701 – 6.403.712 2.110.409 4.293.303 383.692 379.254 – – – – 4.438 – – – 176.600 – – 333 176.267 – 51.091 – 7.033.796
Acima de 5 anos – – – – – – – 25.562.273 21.425.166 4.137.107 179.896 179.896 – – – – – – – – 300.994 – – – 300.994 – 7.838 4.396.594 30.447.595
Total 90.451 56.734.627 3.241.444 13.220.953 509.713 39.566.768 195.749 41.578.801 26.280.692 15.298.109 2.932.223 2.107.905 784 4.181 550.256 24.050 245.047 3.013.454 19.368.102 (763.045) 2.821.910 1.284.999 43.704 138.065 1.406.435 (51.293) 237.481 4.396.594 130.410.598
Até 90 dias 8.231.274 475.046 1.489.092 6.267.136 23.257.473 9.436.690 13.278.747 542.036 3.288.559 130.096 2.043.541 12.961.772 108.751 510 1.706 495.691 12.313.339 19.039 22.736 591.233 6.324 265.024 60.192 85.032 19.912 – 154.749 25.636 – 50.529.584
De 91 a 360 dias 10.334.922 – 979.584 9.355.338 11.052.437 11.050.254 – 2.183 5.137.020 – 4.124.245 4.738.602 443.515 248 2.658 16.884 4.234.244 3.953 37.100 1.453.363 – 21.328 – 35.840 13 1.396.182 – 27 – 36.840.616
De 1 a 3 anos 3.865.375 – 630.766 3.234.609 3.339.750 3.339.750 – – 5.850.431 – 3.466.899 2.835.193 443.920 – – 9.150 2.376.289 – 5.834 1.999.915 – – – 53.991 – 1.945.924 – 35 – 21.357.598
De 3 a 5 anos 112.890 – 3.972 108.918 137.648 137.432 – 216 4.263.650 – 667.886 121.405 121.405 – – – – – – 1.318.421 – – – 90.992 – 1.227.429 – 61 – 6.621.961
Acima de 5 anos 749.317 – 709.405 39.912 146.389 107.002 – 39.387 53.604 – 694.828 217.992 217.992 – – – – – – 3.894.898 – – – 638.416 – 3.256.482 – – 9.303.811 15.060.839
Total 23.293.778 475.046 3.812.819 19.005.913 37.933.697 24.071.128 13.278.747 583.822 18.593.264 130.096 10.997.399 20.874.964 1.335.583 758 4.364 521.725 18.923.872 22.992 65.670 9.257.830 6.324 286.352 60.192 904.271 19.925 7.826.017 154.749 25.759 9.303.811 130.410.598
Até 90 dias 162.873 12.756.940 2.303.588 8.884.278 509.713 851.176 208.185 2.765.211 171.930 2.593.281 805.136 167.443 593 2.521 513.070 21.437 100.072 3.013.454 10.196.381 1.869.606 (1.633.790) 3.113.726 1.284.999 64.684 295.795 1.514.226 (45.978) 171.930 – 33.221.467
De 91 a 360 dias – 1.401.021 169.930 502.010 – 729.081 – 2.746.720 1.322.745 1.423.975 527.288 409.822 160 1.660 31.550 2.613 81.483 – 16.283.756 243.112 (937.411) 1.629.582 – 1.027 6.479 1.627.391 (5.315) 99.682 – 21.993.750
De 1 a 3 anos – 522.959 – – – 522.959 – 8.966.438 1.488.006 7.478.432 280.051 215.330 31 – 5.636 – 59.054 – 25.816.497 315.690 (1.630.782) 3.315.345 – – 7.920 3.307.425 – 907.911 – 38.494.109
De 3 a 5 anos – 3.791 – – – 3.791 – 6.537.774 620.723 5.917.051 369.270 364.832 – – – – 4.438 – 2.949.412 11.675 (204.950) 306.730 – – 333 306.397 – 340.838 – 10.314.540
Acima de 5 anos – – – – – – – 7.827.075 1.791.359 6.035.716 179.481 179.481 – – – – – – 21.430 – (1.465) 1.163.644 – – – 1.163.644 – 7.838 388.599 9.586.602
Total 162.873 14.684.711 2.473.518 9.386.288 509.713 2.107.007 208.185 28.843.218 5.394.763 23.448.455 2.161.226 1.336.908 784 4.181 550.256 24.050 245.047 3.013.454 55.267.476 2.440.083 (4.408.398) 9.529.027 1.284.999 65.711 310.527 7.919.083 (51.293) 1.528.199 388.599 113.610.468
Até 90 dias 8.202.914 479.795 1.455.983 6.267.136 17.605.351 9.436.705 7.626.610 542.036 6.121.771 130.120 2.044.001 1.001.139 107.530 510 1.706 495.691 353.927 19.039 22.736 3.214.654 12.864 265.024 114.489 1.185.395 211.872 – 1.425.010 25.636 – 38.345.586
De 91 a 360 dias 10.131.407 – 787.319 9.344.088 11.054.998 11.052.815 – 2.183 5.137.020 – 4.125.340 1.109.592 405.018 248 2.658 16.884 643.731 3.953 37.100 1.997.197 – 21.328 – 340.496 13 1.396.182 239.178 27 – 33.555.581
De 1 a 3 anos 3.772.019 – 548.182 3.223.837 3.345.014 3.345.014 – – 5.901.976 – 3.479.340 400.573 360.744 – – 9.150 24.845 – 5.834 3.091.179 – – – 986.233 – 1.945.924 159.022 35 – 19.990.136
De 3 a 5 anos 112.890 – 3.972 108.918 137.648 137.432 – 216 4.212.535 – 673.036 117.482 117.482 – – – – – – 1.384.815 – – – 157.342 – 1.227.429 44 61 – 6.638.467
Acima de 5 anos 749.317 – 709.405 39.912 146.389 107.002 – 39.387 53.604 – 694.828 217.993 217.993 – – – – – – 3.914.756 – – – 658.274 – 3.256.482 – – 9.303.811 15.080.698
Total 22.968.547 479.795 3.504.861 18.983.891 32.289.400 24.078.968 7.626.610 583.822 21.426.906 130.120 11.016.545 2.846.779 1.208.767 758 4.364 521.725 1.022.503 22.992 65.670 13.602.601 12.864 286.352 114.489 3.327.740 211.885 7.826.017 1.823.254 25.759 9.303.811 113.610.468
31
Depósitos Depósitos à vista Depósitos interfinanceiros Depósitos a prazo Captações no mercado aberto Carteira própria Carteira de terceiros Carteira livre movimentação Recursos de aceites emissão de títulos Relações interfinanceiras / interdep. Obrigações por emprést. e repasses Instrumentos financeiros derivativos Diferencial de swap Contratos de termo de moeda Compra de opções - Ações Compra de opções - Ativo fin. / merc. Box de opções Derivativos de crédito Non Deliverable Forward Outras obrigações Cobrança arrecad. trib. e assemelhados Carteira de câmbio Sociais e estatutárias Fiscais e previdenciárias Negociação e intermediação de valores Dívidas subordinadas Diversas Resultados de exercícios futuros Patrimônio líquido Total Receitas de operações de crédito
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Banco 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Adiantamentos a depositantes 89 91 Empréstimos 713.768 663.169 Títulos descontados 5.984 3.885 Financiamentos 200.406 228.605 Rendas de financ. e empreend. imobiliários 21.325 6.094 Financiamentos a exportação 292.802 64.238 Financiamento em moeda estrangeira 16.393 (1.931) Financiamentos rurais 26.873 59.257 Resultado de cessões de crédito (a) – – Recuperação de créditos baixados 7.842 2.120 Rendas de direitos por empréstimos de ações – 3.220 Outras 1.119 1.462 Total 1.286.601 1.030.210 (a) Em 30 de junho de 2012, o saldo refere-se, basicamente, ao resultado de liquidação antecipada. Resultado de operações de arrendamento mercantil
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Receitas de arrendamento mercantil Arrendamento financeiro Resultado na alienação de bens arrendados Recuperação de créditos baixados Despesas de arrendamento mercantil Arrendamento financeiro Total Resultado de operações com títulos e valores mobiliários
34
35
36
Aplicações em operações compromissadas Aplicações em depósitos interfinanceiros Títulos de renda fixa Títulos no exterior Títulos de renda variável Aplicações em fundos de investimento Ajustes ao valor de mercado Outros Total Resultado com instrumentos financeiros derivativos Contratos de swap Contratos a termo Contratos de futuros Contratos de opções de ações Contrato de opções - Ativo fin. / merc. Derivativos de crédito Box de opções Non Deliverable Forward Ajustes ao valor de mercado Outros Total Resultado de operações de câmbio Resultado de exportação Resultado de importação Resultado financeiro Variações e diferenças de taxas Disponib. em moedas estrangeiras Recuperação de créditos baixados Total Despesas de operações de captação no mercado Operações de TVM no exterior Depósitos interfinanceiros Depósitos a prazo Operações compromissadas Letras de Crédito do Agronegócio Letras de Crédito Imobiliário Letras Financeiras Debêntures Ajustes ao valor de mercado Outras Total
Consolidado 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 89 91 1.632.145 1.318.525 5.984 3.885 3.135.102 3.346.461 21.325 6.094 292.802 64.238 16.393 (1.931) 26.873 59.257 (131.509) 422.735 89.785 91.982 – 3.220 (269.061) (355.024) 4.819.928 4.959.533
Consolidado 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 890.024 1.142.342 432.692 824.830 451.703 313.748 5.629 3.764 (678.506) (861.662) (678.506) (861.662) 211.518 280.680 Banco 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 661.713 780.119 2.120.610 2.214.763 2.047.757 1.889.748 124.604 152.880 170.232 353.623 52.834 25.627 (5.429) (161.255) (125.979) (12.718) 5.046.342 5.242.787
Consolidado 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 606.416 780.119 71.504 58.806 1.389.589 936.979 124.608 152.891 170.232 353.385 238.165 204.966 (6.652) (165.287) (126.850) (12.875) 2.467.012 2.308.984
Banco 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 195.488 (292.220) (519) 2.635 (126.117) (266.943) (9.268) (2.609) 82.945 9.110 23.408 13.481 (1.168.529) (1.187.579) 61.929 (75.345) 87.234 (20.610) (7.264) (14.701) (860.693) (1.834.781)
Consolidado 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 (71.251) (483.777) (519) 2.635 (1.414.201) (179.821) (9.268) (2.609) 82.945 9.110 23.408 13.481 (104.258) (177.537) 61.929 (75.345) 998.706 (185.863) (7.264) (14.701) (439.773) (1.094.427)
Banco 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 24.589 17.200 822 6.375 (101) (150) 52.548 (14.988) 9.070 6.705 97 202 87.025 15.344
Consolidado 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 24.589 17.200 822 6.375 (101) (150) 52.548 (14.988) 9.053 6.683 97 202 87.008 15.322
Banco 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 (907.329) (30.057) (173.638) (72.589) (1.112.186) (1.455.580) (1.711.969) (2.045.399) (78.963) (79.967) (983) (184) (537.951) (267.625) – – – 216.655 (14.906) (16.475) (4.537.925) (3.751.221)
Consolidado 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 (907.329) (30.057) (158.117) (57.892) (1.111.181) (1.455.580) (1.565.166) (1.969.554) (78.963) (79.967) (983) (184) (537.951) (267.625) (142.481) (133.579) – 216.655 (14.906) (16.475) (4.517.077) (3.794.258)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
16
terça-feira, 14 de agosto de 2012
BANCO VOTORANTIM S.A. CNPJ 59.588.111/0001-03 Avenida das Nações Unidas, 14.171, Torre A, 18º andar - Vila Gertrudes - CEP 04794-000 - São Paulo - SP Tel. (11) 5171-1000 Fax (11) 5171-1900
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 37
Despesas de operações de empréstimos, cessões e repasses
Empréstimos no País Empréstimos no exterior Repasses Tesouro Nacional Repasses BNDES Repasses FINAME Obrigações com banqueiros no exterior Ajustes ao valor de mercado Variação cambial Total 38
Banco 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 (1.110) (878) (21.175) (20.420) (4.824) (6.021) (2.361) (2.318) (330) (727) (24.497) (32.840) (1.706) (7.051) (263) (1.140) (431) (632) (685) (669) (18.348) (16.781) (1.989) (1.869) (559) (670) (25.402) (32.904) (2.336) (2.367) (2.227) (3.171) (4.895) (4.617) (1.385) (1.259) (4.153) (3.973) (2.278) (3.213) (120.954) (143.520)
Consolidado 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 (2.761) (2.636) (65.741) (65.802) (38.541) (47.370) (7.253) (9.268) (1.061) (2.869) (80.112) (72.767) (2.861) (10.322) (1.993) (4.227) (868) (737) (5.736) (5.497) (87.893) (75.222) (6.170) (8.583) (1.925) (3.384) (220.037) (202.361) (9.251) (11.683) (4.812) (18.068) (125.389) (84.494) (4.335) (12.369) (11.089) (9.810) (56.224) (49.525) (734.052) (696.994)
Banco 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 (6.824) (5.648) (4.489) (8.313) (27.626) (51.158) (32) – (26) – (1.114) (1.097) (23) – (18.195) (20.486) (82) (14.105) (58.411) (100.807)
Consolidado 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 (23.389) (32.078) (19.294) (30.123) (118.730) (185.361) (2.348) – (27) – (2.936) (2.103) (283) – (52.063) (58.306) (2.936) (22.311) (222.006) (330.282)
Banco 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 51.828 – 141 3.589 5.465 6.867 1.023 5.646 – – 16 621 58.473 16.723
Consolidado 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 56.552 – 6.582 4.839 16.073 18.873 6.092 10.547 12.120 10.245 102 1.107 97.521 45.611
Banco 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 (1.431) (852) (8.053) (2.085) – (43.512) – – (708) – (681) (2.072) (10.873) (48.521)
Consolidado 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 (1.431) (852) (173.429) (41.252) – (46.462) (88.927) (37.463) (5.521) – (23.615) (27.845) (292.923) (153.874)
Banco 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 (165) (138) – – 1.626 2.118 70 3 1.531 1.983
Consolidado 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 (79.569) (19.991) – 84 6.342 10.253 849 26.656 (72.378) 17.002
Banco 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011
Consolidado 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011
Resultado não operacional
Alienação de valores e bens Alienação de investimentos Investimentos por incentivos fiscais Outros Total 46
Consolidado 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 (10.088) (13.581) (85.038) (59.961) (91.133) (89.544) (288.641) (250.381) (3.922) (1.433) (478.822) (414.900)
Outras despesas operacionais
Custos associados a produção Provisão para passivos contingentes Variação cambial de invest. no exterior Indenizações cíveis Depósitos judiciais Outras Total 45
Banco 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 (5.706) (7.113) (26.886) (17.532) (37.800) (35.724) (108.055) (99.535) (3.368) (827) (181.815) (160.731)
47
Outras receitas operacionais
Variação cambial de invest. no exterior Reversão de provisão de passivos contingentes Correção monetária de depósito judicial Variação monetária ativa Ressarcimento de custos associados Outras Total 44
Consolidado 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 241.990 389.385 146.354 262.006 1 1 5.463 4.917 69.009 108.292 16.772 9.878 4.391 4.291 5.899 12.491 3.327 6.153 741 4.408 1.095 1.553 736 377 247.889 401.876
Despesas tributárias
ISS PIS COFINS Tributos federais Tributos estaduais Tributos municipais Tributos no exterior Atualização passivos fiscais Outras Total 43
Banco 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 7 – – – – – – – 7 – – – – – 1.469 4.778 – – 733 4.403 – – 736 375 1.476 4.778
Outras despesas administrativas
Água, energia e gás Alugueis Comunicações Manutenção e conservação de bens Material Processamento de dados Promoções e relações públicas Propaganda e publicidade Publicações Seguros Serviços do sistema financeiro Serviços de terceiros Vigilância e segurança Serviços técnicos especializados Transportes Viagens Emolumentos judiciais e cartorários Amortização Depreciação Outras Total 42
Consolidado 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 71.540 57.242 6.761 4.577 34.756 34.712 12.293 12.104 291 – 82.456 67.605 12.090 8.708 – 16.657 10.432 4.108 262 13.054 13.482 6.788 244.363 225.555
Despesas de pessoal
Honorários Benefícios Encargos sociais Proventos Treinamento Total 41
Banco 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 – – 6.761 4.577 36.068 32.583 – – 29 – 82.456 67.605 – – – – 9.893 4.108 – – 4.119 3.684 139.326 112.557
Prejuízo fiscal de IR Base negativa de CS Ajuste a mercado de TVM Ajuste a mercado de derivativos Provisão para créditos de liq. duvidosa Provisão para contingências Provisão para perdas c/ créditos cedidos Provisão para obrigação legal Resultado de dependências no exterior Compensação superveniência / Insuficiência de depreciação Outros Total e. Expectativa de realização do crédito tributário
Receitas de tarifas bancárias
Pessoa física Confecção de cadastro Transferências Aditamentos contratuais Avaliação de bens Cartões de crédito Outras Pessoa jurídica Confecção de cadastro Transferências Avaliação de bens Outras Total 40
Consolidado 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 (787) (289) (470.272) (9.381) (3.456) – (119.489) (124.756) (59.502) (76.058) (109.489) 29.495 (24.244) – 297.963 194.388 (489.276) 13.399
Receitas de prestação de serviços
Administração de fundos de investimento Rendas de cobrança Comissões sobre colocação de títulos Corretagens de operações em Bolsa Rendas de serviços de custódia Rendas de garantias prestadas Transações de cartão de crédito Comissão de corretagem de seguros Assessoria financeira Rendas com serviços bancários Outras Total 39
d. Composição do crédito tributário
Banco 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 (787) (289) (470.272) (9.386) (3.456) – (119.489) (123.535) (58.753) (75.307) (109.489) 29.495 (24.244) – 297.963 193.167 (488.527) 14.145
Imposto de renda e contribuição social a. Encargos devidos sobre as operações
Lucro / (Prejuízo) antes do imposto de renda, da contribuição social e das participações Encargos à alíquota nominal vigente Exclusões / (Adições) Prejuízo fiscal de IR Base negativa de CS Ajuste a mercado de TVM Ajuste a mercado de derivativos Ajuste a mercado de operação de crédito Ajuste a mercado de arrendamento mercantil Participações no lucro Provisão para créditos de liq. duvidosa Provisão para contingências Derivativos - Regime de caixa Provisão para perdas c/ crédito cedido Superveniência / Insuficiência de depreciação Resultado de dependências no exterior Adições e exclusões permanentes e incentivos fiscais Outras Imposto de renda e contribuição social corrente Imposto de renda e contribuição social diferido Imposto de renda e contribuição social total
(1.077.638) 431.055 (462.900) 9.188 4.694 (69.818) 65.000 24.967 – 29.858 (80.134) (3.187) (1.817) – – – (440.792) (859) (31.845) 29.310 (2.535)
693.750 (277.500) 113.642 44.773 27.374 (63.106) (58.328) (9.971) – 33.998 (20.829) (835) (7.675) – – (7.091) 175.332 – (163.858) 154.314 (9.544)
(1.879.906) 751.962 (826.767) (38.341) (32.036) (70.308) (281.104) 371.064 18.492 82.791 (891.421) (66.761) (1.817) 4.734 (31.204) – 119.971 (10.827) (74.805) (312.810) (387.615)
841.541 (336.616) (72.645) (27.296) 27.668 (64.717) (17.037) (62.329) (13.744) 75.846 (172.786) (16.263) (6.075) (36.317) 101.318 (7.091) 150.196 (4.018) (409.261) 347.725 (61.536)
48
b. Imposto de renda e contribuição social diferidos com efeito sobre o resultado no período Banco 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Crédito tributário Adições / (Exclusões) Prejuízo fiscal de IR Base negativa de CS Ajuste a mercado de TVM Ajuste a mercado de derivativos Provisão para créditos de liq. duvidosa Provisão para contingências Derivativos - Regime de caixa Provisão para perdas c/ crédito cedido Superveniência / Insuficiência de depreciação Resultado de dependências no exterior Outras Total
(9.188) (4.694) – (47.642) 80.134 3.187 – – – – 859 22.656
(44.774) (27.374) (18.848) 3.614 20.829 835 – – – 7.091 – (58.627)
Banco 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Obrigações fiscais diferidas Adições / (Exclusões) Ajuste a mercado de TVM Ajuste a mercado de derivativos Ajuste a mercado de operação de crédito e arrend. mercantil Derivativos - Regime de caixa Superveniência / Insuficiência de depreciação Total
69.818 (17.358) (24.967) 1.817 – 29.310
81.954 54.714 9.971 7.675 – 154.314
Consolidado 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 38.341 32.036 – 298.326 891.421 66.761 – (4.734) 9.361 – 10.827 1.342.339
27.296 (27.668) (18.848) 3.291 172.786 16.263 (1.600) 36.317 (267.984) 7.091 4.018 (49.038)
Consolidado 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 70.308 (17.222) (389.556) 1.817 21.843 (312.810)
83.565 13.746 76.073 7.675 166.666 347.725
c. Imposto de renda e contribuição social diferidos com efeito sobre contas patrimoniais no período Banco 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Ativo (Outros créditos - Diversos) Saldo inicial Prejuízo fiscal de IR Base negativa de CS Ajuste a mercado de TVM Ajuste a mercado de derivativos Provisão para créditos de liq. duvidosa Provisão para contingências Derivativos - Regime de caixa Provisão para perdas c/ créditos cedidos Resultado de dependências no exterior Superveniência / Insuficiência de depreciação Outros Saldo final
670.447 (9.188) (4.694) – (47.642) 80.134 3.187 – – – – 859 693.103
509.038 (44.773) (27.374) 51.735 3.614 20.829 835 – – 7.091 – – 520.995
Banco 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Passivo (Outras obrigações - Fiscais e previdenciárias) Saldo inicial Ajuste a mercado de TVM Ajuste a mercado de derivativos Ajuste a mercado de operação de crédito Derivativos - Regime de caixa Superveniência / Insuficiência de depreciação Saldo final
79.784 64.075 11.788 24.967 (1.817) – 178.797
180.922 (75.603) (54.714) (9.971) (7.675) – 32.959
Consolidado 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 2.887.586 38.341 32.036 (6.567) 298.326 891.421 66.761 – (4.734) – 9.361 10.827 4.223.358
2.120.103 27.296 (27.668) 51.735 3.291 172.786 16.263 (1.600) 36.317 7.091 (267.984) 4.018 2.141.648
Consolidado 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 1.036.732 162.679 11.651 389.556 (1.817) (21.843) 1.576.958
1.164.705 (77.213) (13.746) (76.074) (7.675) (166.666) 823.331
49
Banco 30/06/2012 30/06/2011 66.591 59.727 32.060 27.792 – 51.735 – 3.614 364.539 191.507 8.568 3.163 – – 81.877 81.877 138.433 101.580 – – 1.035 – 693.103 520.995
Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 894.849 861.124 69.711 29.119 – 51.735 404.061 6.011 2.432.613 999.443 201.279 59.736 97.165 68.352 223.003 223.002 138.433 101.580 (258.889) (267.984) 21.133 9.530 4.223.358 2.141.648
Banco Consolidado Valor nominal Valor presente Valor nominal Valor presente Em 2012 35.677 34.389 491.320 473.581 Em 2013 113.074 100.873 1.424.545 1.270.831 Em 2014 55.904 45.573 781.840 637.356 Em 2015 187.829 138.928 381.649 282.288 A partir de 2015 300.619 167.576 1.144.004 535.941 Total 693.103 487.339 4.223.358 3.199.997 No semestre findo em 30 de junho de 2012 observou-se a realização de créditos tributários no montante de R$ 34.020 correspondente a 117% da respectiva projeção da utilização que constava no estudo técnico. Não existem créditos tributários não ativados. f. Composição de obrigações fiscais diferidas Banco Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Ajuste a mercado de TVM 79.517 – 180.851 3.008 Ajuste a mercado de derivativos 11.789 – 11.792 136.619 Ajuste a mercado de operação de crédito 86.600 28.801 779.349 54.250 Derivativos - Regime de caixa 891 4.158 891 4.158 Superveniência / Insuficiência de depreciação – – 604.075 625.296 Total 178.797 32.959 1.576.958 823.331 Partes relacionadas a. Sumário das transações com partes relacionadas 30/06/2012 30/06/2011 Ativo / (Passivo) Disponibilidades Banco do Brasil S.A. e controladas 323 21.406 Aplicações interfinanceiras de liquidez Banco do Brasil S.A. e controladas – 1.899.996 BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento 42.078.319 37.203.995 Relação com correspondentes Banco do Brasil S.A. e controladas 51 – Títulos e valores mobiliários Votorantim Finanças S.A. e controladas – 844 BV Leasing Arrendamento Mercantil S.A. 21.591.737 164.551 Votorantim C.T.V.M. Ltda. – 15.112 Instrumentos financeiros derivativos Banco do Brasil S.A. e controladas 66.869 205.476 Votorantim Finanças S.A. e controladas 5.060 5.149 BV Leasing Arrendamento Mercantil S.A. 765.488 – Votorantim C.T.V.M. Ltda. 5.510 – Financiamentos Banco do Brasil S.A. e controladas 30.331 – Carteira de câmbio - Posição ativa Banco do Brasil S.A. e controladas 101.035 – Despesas antecipadas Banco Votorantim Securities Inc. – 199 Depósitos Banco do Brasil S.A. e controladas (24.689) (264.705) Votorantim Finanças S.A. e controladas (181.800) (179.817) BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento (2.030) (714) BV Leasing Arrendamento Mercantil S.A. (216) (620) Votorantim C.T.V.M. Ltda. (247.519) (217.523) Votorantim Asset Management D.T.V.M Ltda. (82.796) (67.052) BV Participações S.A. e controladas (158.474) (172.005) Votorantim Bank Limited (1) (7.505) Captações no mercado aberto Votorantim Finanças S.A. e controladas – (11.332) Carteira de câmbio - Posição passiva Votorantim Finanças S.A. e controladas (1.286) (1.521) Obrigações por operações compromissadas Banco do Brasil S.A. e controladas (1.102.337) (480.920) Votorantim Finanças S.A. e controladas (342.311) (299.331) – (1.513.509) BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento BV Leasing Arrendamento Mercantil S.A. (5.652.137) – Obrigações por empréstimos e repasses Banco do Brasil S.A. e controladas (30.295) – Instrumentos financeiros derivativos Banco do Brasil S.A. e controladas (35.274) (1.014.814) Votorantim Finanças S.A. e controladas (857.222) (1.572.086) BV Leasing Arrendamento Mercantil S.A. (18.028.064) (18.873.110) Votorantim C.T.V.M. Ltda. (121) (18.071) Outros valores a receber / (Pagar) Banco do Brasil S.A. e controladas (136.755) – BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento 674 (27) BV Leasing Arrendamento Mercantil S.A. (450) – Votorantim C.T.V.M. Ltda. (129) (223) Banco Votorantim Securities Inc. (519) – Votorantim Bank Limited (177) (111) BV Participações S.A. e controladas (55.736) (17.339) Dividendos Votorantim Finanças S.A. e controladas – (127.531) 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Receita / (Despesa) Operações de crédito Banco do Brasil S.A. e controladas (109.423) 8.651 Resultado com títulos e valores mobiliários Banco do Brasil S.A. e controladas 3.289 56.415 BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento 2.104.427 2.155.963 BV Leasing Arrendamento Mercantil S.A. 948.436 959.366 Votorantim Finanças S.A. e controladas – (25) Resultado com instrumentos financeiros derivativos Banco do Brasil S.A. e controladas (36.643) (25.670) Votorantim Finanças S.A. e controladas 13.399 (2.940) Votorantim C.T.V.M. Ltda. 1.697 (2.897) BV Leasing Arrendamento Mercantil S.A. (799.228) (1.051.539) Resultado com operações de câmbio Banco do Brasil S.A. e controladas (13.293) 158.088 Votorantim Finanças S.A. e controladas (212) 271 Operações de captações no mercado Banco do Brasil S.A. e controladas (23.856) (71.975) Votorantim Finanças S.A. e controladas (24.821) (51.610) BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento – 75.882 BV Leasing Arrendamento Mercantil S.A. (147.441) – Votorantim C.T.V.M. Ltda. (12.098) 10.665 Votorantim Asset Management D.T.V.M. Ltda. (4.257) 4.030 Votorantim Bank Limited (1) 5 BV Participações S.A. e controladas (6.166) (8.026) Obrigações por empréstimos, cessões e repasses Banco do Brasil S.A. e controladas (524) – Receitas de prestação de serviços BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento 1.396 1.378 BV Leasing Arrendamento Mercantil S.A. 92 – Banco Votorantim Securities Inc. (4.062) (929) Outras despesas administrativas BV Participações S.A. e controladas (102.282) (37.764) Outras receitas / (Despesas) Banco do Brasil S.A. e controladas 63 – b. Remuneração de pessoal-chave da Administração Em 30 de junho de 2012, o Banco Votorantim despendeu o montante de R$ 73.913 como remuneração às pessoas-chave da Administração. Consolidado Honorários (10.088) Gratificações (46.550) Encargos sociais (17.275) Total (73.913) c. Benefícios a empregados Não existem benefícios pós-emprego, tais como pensões, outros benefícios de aposentadoria, seguro de vida e assistência médica pós-emprego, outros benefícios de longo prazo a empregados, incluindo licença por anos de serviço ou outras licenças, jubileu ou outros benefícios por anos de serviço, remuneração baseada em ações e benefícios de rescisão de contrato de trabalho, com exceção dos previstos em acordo coletivo da categoria. Operações ativas vinculadas O Banco opera com operações ativas vinculadas, realizadas nos termos da Resolução nº 2.921/02 do CMN. Em 30 de junho de 2012 os saldos das operações ativas vinculadas e dos recursos captados para aplicação, bem como respectivos resultados apurados eram compostos dos seguintes valores: 01/01 a 30/06/2012 Ativo / (Passivo) Receita / (Despesa) Operações ativas vinculadas Operações de crédito 88.144 4.255 Obrigações por operações ativas vinculadas Depósitos a prazo (21.843) (961) Letras Financeiras (65.528) (2.882) Resultado líquido das operações vinculadas 412 Em 30 de junho de 2012 e 2011 não existiam operações ativas vinculadas inadimplentes, bem como questionamento judicial sobre as operações ativas ou sobre os recursos captados para a aplicação nessas operações. Ativos e passivos contingentes e obrigações legais a. Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável Banco Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Contingências fiscais (a) 1.460 23.026 4.802 24.559 Contingências cíveis (b) 218 4 231.506 33.302 Contingências trabalhistas (c) 19.784 7.902 267.534 115.100 Obrigação legal (d) 625.020 585.210 1.572.003 1.458.421 Total 646.482 616.142 2.075.845 1.631.382 (a) No Consolidado referem-se, basicamente, as questões tributárias, envolvendo ISS no montante de R$ 1.143 e CSLL no montante de R$ 1.459; sendo apresentadas na rubrica Outras obrigações - Fiscais e previdenciárias. (b) No Consolidado referem-se, basicamente, a ações indenizatórias cuja natureza são: contestação do custo efetivo total dos contratos pactuados; revisão das condições e encargos contratuais; e tarifas, sendo apresentadas na rubrica Outras obrigações - Diversas. (c) No Consolidado referem-se a processos movidos, na grande maioria, por ex-empregados, cuja natureza das reclamações envolvem indenizações, horas extras, descaracterização de jornada de trabalho, adicional de função e representação e outros; sendo apresentadas na rubrica Outras obrigações - Diversas. (d) No Consolidado referem-se, basicamente, ao pleito pelo não pagamento da COFINS com base nas receitas não derivadas do faturamento mensal (ampliação da base de cáculo introduzida pela Lei nº 9.718/98). b. Movimentação dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável Demandas fiscais Demandas cíveis Demandas trabalhistas Obrigação legal 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Banco Saldo inicial 1.680 3.741 157 4 11.879 5.816 606.745 564.825 Constituições 87 22.774 61 – 7.905 2.086 – – Reversões (141) (3.489) – – – – – – Atualizações 40 – – – – – 18.275 20.385 Baixas (206) – – – – – – – Saldo final 1.460 23.026 218 4 19.784 7.902 625.020 585.210 Demandas fiscais Demandas cíveis Demandas trabalhistas Obrigação legal 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Consolidado Saldo inicial 5.309 6.413 192.217 23.290 139.633 83.988 1.519.861 1.400.348 Constituições 1.237 22.845 43.608 10.012 128.585 31.170 – – Reversões (1.579) (4.872) (4.319) – (684) (58) – – Atualizações 39 173 – – – – 52.142 58.073 Baixas (204) – – – – – – – Saldo final 4.802 24.559 231.506 33.302 267.534 115.100 1.572.003 1.458.421 c. Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco possível Banco Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Contingências fiscais (a) 483.980 361.323 1.001.279 651.642 Contingências cíveis (b) 3.169 4.100 19.600 90.157 Contingências trabalhistas (c) 1.646 1.762 23.916 30.298 Total 488.795 367.185 1.044.795 772.097 (a) No Consolidado referem-se, basicamente: a) IRPJ / CS sobre equivalência patrimonial de investimentos no exterior no montante de R$ 185.536; b) IRPJ / CS sobre COFINS contingente e a sua variação monetária no montante de R$ 381.215; c) IRPJ / CS compensação indevida de gratificações a diretores estatutários no montante de R$ 22.914; d) IRPJ excesso de destinação ao FINOR no montante de R$ 33.192; e) INSS sobre participação nos lucros e resultados no exterior no montante de R$ 41.693; f) ISS no montante de R$ 50.754; g) INSS no montante de R$ 134.542; e h) PIS / COFINS sobre desmutualização no montante de R$ 17.845. (b) No Consolidado referem-se, basicamente, as ações de cobrança. (c) No Consolidado referem-se a processos movidos, na grande maioria, por ex-empregados, cuja natureza das reclamações envolvem indenizações, horas extras, descaracterização de jornada de trabalho, adicional de função e representação e outros.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
terça-feira, 14 de agosto de 2012
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BANCO VOTORANTIM S.A. CNPJ 59.588.111/0001-03 Avenida das Nações Unidas, 14.171, Torre A, 18º andar - Vila Gertrudes - CEP 04794-000 - São Paulo - SP Tel. (11) 5171-1000 Fax (11) 5171-1900
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) d. Depósitos judiciais apresentados em Outros créditos - Diversos Banco 30/06/2012 30/06/2011 163.147 142.537 – – 3.330 4.365 33 25 166.510 146.927
Contingências fiscais Contingências cíveis Contingências trabalhistas Outros Total
Consolidado 30/06/2012 30/06/2011 416.558 372.772 64.936 38.301 37.358 27.444 156 130 519.008 438.647
e. Ações cíveis públicas A Instituição possui contingências passivas envolvendo ações cíveis públicas em que, baseado na opinião de assessores jurídicos e no julgamento da Administração, o risco de perda é considerado possível. Em função do estágio em que se encontram, a mensuração dos montantes envolvidos dessas ações não pode ser determinado com suficiente segurança. f. Ativos contingentes Não existe ativo contingente contabilizado. g. Outros compromissos O Banco protocolou junto à Secretaria da Receita Federal sua adesão ao Programa de Parcelamento Especial - PAES, instituído pela Lei nº 10.684/03, do Governo Federal. A adesão ao programa possibilitou o parcelamento do PIS, referente ao período de janeiro de 2000 a janeiro de 2003. O montante incluso no programa é de R$ 3.046.
Marcelo Rosas Betine Contador - 1PR044644/”O”-6”S” SP
A DIRETORIA
RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA Introdução O Comitê de Auditoria do Banco Votorantim S.A. e Controladas, órgão estatutário constituído em 03 de Junho de 2004, em conformidade com a Resolução nº 3.198 do Conselho Monetário Nacional, foi devidamente aprovado pelo Banco Central do Brasil em 28 de Junho de 2004. Em 08 de dezembro de 2009, teve sua composição alterada e aprovada por aquela Autarquia, passando a ser composto por 4 membros efetivos e 2 suplentes, dos quais 2 membros efetivos e um suplente são executivos do Banco Votorantim S.A. e Controladas. Este Comitê segue as determinações estabelecidas na regulamentação do Banco Central, no Estatuto Social do Banco Votorantim S.A. e Controladas e em Regimento Interno vigente e aprovado pelo Conselho de Administração. No 2° trimeste de 2012, o novo Diretor Executivo de Finanças e Relações com Investidores, o Senhor Alvaro Jorge Fontes de Azevedo substituiu o Diretor de Processamento de Operações, o Senhor Marcos Lima Monteiro, no Comitê de Auditoria. A Administração tem a responsabilidade pela gestão das atividades operacionais, pelo gerenciamento de riscos, controles internos e processos, bem como pela elaboração e divulgação das demonstrações financeiras do Banco Votorantim S.A. e Controladas. A KPMG Auditores Independentes é responsável pela auditoria das demonstrações financeiras do Banco Votorantim S.A. e Controladas, tendo emitido opinião no sentido de que as posições patrimoniais e financeiras referentes ao semestre encerrado em 30 de junho de 2012 estão em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. A Ernst & Young Terco é a empresa responsável pelo exame das demonstrações financeiras dos Fundos de Investimentos administrados pela Votorantim Asset Management DTVM Ltda., empresa controlada pelo Banco Votorantim S.A. A Auditoria Interna tem como atribuições prover os acionistas, o Conselho de Administração e a Diretoria com avaliações independentes, imparciais e tempestivas sobre a efetividade do gerenciamento dos riscos, a adequação dos controles e cumprimento de normas e regulamentos associados às operações do Banco Votorantim S.A. e Controladas. Atividades do Comitê No primeiro semestre de 2012 foram realizadas 6 reuniões ordinárias, tendo a participação de representantes da Auditoria Interna em todas elas e da Auditoria Externa em uma delas. Os resultados das discussões referentes aos principais assuntos dessas reuniões foram formalizados e apresentados às Vice-Presidências e Diretorias responsáveis. As avaliações e pareceres do Comitê de Auditoria são fundamentadas nos relatórios emitidos pelas Auditorias Interna e Externa, Finanças, Riscos, Crédito e Projetos. Em decorrência, o Comitê de Auditoria tomou conhecimento das deficiências dos controles internos e acompanhou os planos de ação mitigantes dos riscos identificados, estando ciente de que ocorreram melhorias e que as novas implementações serão oportunamente avaliadas. Além disso, o Comitê realizou as seguintes atividades: • Revisou as demonstrações financeiras do semestre findo em 30 de junho de 2012 e as discutiu com os respectivos Auditores Independentes e Conselho Fiscal; • Avaliou o resultado dos trabalhos efetuados pela KPMG Auditores Independentes, empresa responsável pela emissão de parecer sobre as demonstrações financeiras do Banco Votorantim S.A. e de suas controladas; • Acompanhou os indicadores de inadimplência e a evolução das provisões; • Acompanhou as recomendações de melhorias dos controles internos apresentados pela Auditoria Interna; e
• Acompanhou as propostas de melhorias dos controles internos apresentados pelo Comitê de Revisão Operacional (CRO). Adicionalmente, durante o processo de apuração de Rating, representantes do Banco Central do Brasil se reuniram com o Comitê de Auditoria e fizeram considerações acerca da estrutura do Comitê, sua interação com auditores internos e externos e membros da administração, bem como de suas principais preocupações sobre o sistema de controles internos e riscos. Os membros do Comitê de Auditoria esclareceram como ocorre o processo de acompanhamento das atividades das empresas do conglomerado financeiro e dos riscos relevantes, que são acompanhados através dos trabalhos da Auditoria Interna e Externa. Auditoria Interna O Comitê analisou o planejamento dos trabalhos de auditoria interna para o ano de 2012, e solicitou a inclusão de diversos trabalhos cuja relevância está em consonância com os principais assuntos que vem sendo debatidos pelo Comitê. Os trabalhos da Auditoria Interna foram reportados na íntegra ao Comitê de Auditoria e serviram de base para as devidas avaliações dos riscos, dos controles internos e dos sistemas de gestão. Foi apresentada a posição dos pontos de Auditoria Interna, Externa e Bacen, com destaque para os planos de ação vencidos. Em continuidade ao processo de evolução da estrutura organizacional do Banco Votorantim S.A. e Controladas e visando o fortalecimento da Instituição, foi informado ao Comitê a chegada do Senhor Wagner Roberto Pugliese, que assumiu, em 21/05/2012, o cargo de Diretor de Auditoria e Inspetoria, reportando-se diretamente ao Conselho de Administração e administrativamente à Presidência. Os resultados dos trabalhos realizados pela Auditoria Interna no 1º semestre de 2012 não apresentaram, nas reuniões mensais do Comitê, a existência de deficiências no sistema de controles internos que possam afetar a solidez e a continuidade da organização. Auditoria Externa O Comitê de Auditoria discutiu, com a Auditoria Externa, o planejamento dos trabalhos de auditoria independente para o exercício de 2012 e participou do processo de revisão das demonstrações financeiras, reunindo-se com o Conselho Fiscal e com o Auditor Independente responsável, quando tomou conhecimento do parecer sobre as demonstrações financeiras do semestre findo em 30 de junho de 2012, dando-se por satisfeito com a opinião emitida e com as informações prestadas. Não foram identificadas situações que pudessem afetar a objetividade e a independência dos auditores externos. Ouvidoria O Comitê de Auditoria apreciou o relatório da Ouvidoria relativo às atividades do segundo semestre de 2011, e vem acompanhando as melhorias na estutura e forma de atuação, bem como os impactos das proposições causadas por esse movimento. Os membros do Comitê reiteraram ao Ouvidor as recomendações para que os processos de atendimento sejam constantemente aprimorados em função das falhas e não conformidades detectadas. Conclusão Com base no resultado dos trabalhos efetuados, o Comitê de Auditoria recomenda a aprovação pelo Conselho de Administração das demonstrações contábeis do Conglomerado Banco Votorantim S.A. e Controladas, para o semestre findo em 30/06/2012. São Paulo, 02 de agosto de 2012 Antônio Carlos Correia
Alvaro Jorge Fontes de Azevedo
Mario Antônio Thomazi
Rolf Von Paraski
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Ao Conselho de Administração e aos Acionistas do Banco Votorantim S.A. São Paulo - SP Examinamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas do Banco Votorantim S.A. (“Instituição”) identificadas como “Banco” e “Consolidado”, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações contábeis A Administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada
apresentação das demonstrações contábeis do Banco para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos do Banco. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas Em nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco Votorantim S.A. em 30 de junho de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Outros assuntos - Demonstrações do valor adicionado Examinamos também a demonstração individual e consolidada do valor adicionado (DVA), elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Instituição, para o semestre findo em 30 de junho de 2012, cuja apresentação está sendo efetuada de forma espontânea pela Instituição. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. São Paulo, 2 de agosto de 2012
KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6
c
Alberto Spilborghs Neto Contador CRC 1SP167455/O-0
NO BOM CAMINHO Mutações genéticas indicam que medicamentos para outros cânceres poderão ser testados nos casos específicos de câncer de cólon, com prováveis bons resultados.
idades
Genética, esperança contra o câncer de cólon.
Cada vez mais os cientistas veem o câncer como uma doença genética. Compreender as mutações que fazem um tumor crescer seria a chave para novos tratamentos. Bryce Vickmark/The New York Times
Gina Kolata *
M
ais de 200 pesquisadores que estudam o câncer de cólon encontraram vulnerabilidades genéticas que podem levar a poderosos tratamentos. A esperança é de que os medicamentos criados para atingir esses pontos fracos possam deter um câncer que hoje se torna quase que inevitavelmente fatal ao se espalhar. Cada vez mais os cientistas veem o câncer como uma doença genética definida não tanto pelo local em que se origina (cólon, fígado, cérebro, mama), mas pelas anomalias genéticas que são seu calcanhar de Aquiles. E com um entendimento detalhado de quais alterações genéticas fazem um tumor crescer e se desenvolver, é possível descobrir a melhor forma de preparar um ataque contra ele. Advertem que boa parte dos medicamentos necessários para atingir as mutações do câncer de cólon ainda precisa ser desenvolvida, mas alegam estar preparando o mapa que os levará aos tratamentos. Atlas Genômico - O estudo do câncer de cólon, publicado recentemente na revista Nature, é a primeira parte de uma vasta iniciativa cuja expectativa é produzir uma onda de descobertas que dê conta de uma série de doenças. As descobertas sobre o câncer de cólon serão seguidas por estudos de cânceres de pulmão e mama e, ainda neste ano, de leucemia mieloide aguda. O projeto, intitulado Atlas Genômico do Câncer, recebe US$ 100 milhões por ano em financiamentos de duas agências governamentais americanas, o Instituto Nacional do Câncer e o Instituto Nacional de Pesquisa do Genoma Humano. Os resultados obtidos com o câncer de có-
Kucherlapati, principal pesquisador do projeto do câncer de cólon e professor de Genética em Harvard. lon, baseado em um estudo de 224 tumores, mostram o que será possível. "Há muitas formas diferentes de combater esse tipo de tumor", explicou Raju Kucherlapati, principal pesquisador do projeto do câncer de cólon e professor de Genética e Medicina da Escola de Medicina de Harvard. "Temos uma oportunidade de mudar completamente esse panorama." Tempo e dedicação - Os pesquisadores, no entanto, advertem que, embora já se saiba bastante sobre as mudanças genéticas provocadas pelo câncer de cólon, o tratamento ainda não está pronto. "Vai levar tempo e depende de muita dedicação", admite Charles Fuchs, especialista em câncer gastrointestinal de Harvard, um dos autores do estudo. "Mas não quero menosprezar a importância singular dessa pesquisa, porque ela pode ser transformadora." Mutações - Outros pesquisadores já haviam estudado o câncer de cólon anteriormente e identificado mutações que
pareceram fundamentais, mas sua pesquisa não tinha um escopo como o do novo projeto, e fornecia informações limitadas acerca das mudanças genéticas, disse Sanford Markowitz, especialista em câncer de cólon e genômica da Universidade Case Western Reserve, em Ohio. Segundo ele, a nova pesquisa terá ampla repercussão. Markowitz, como quase todos os outros principais cientistas que atuam na genômica do câncer de cólon, trabalhou no novo estudo. Mortes - A cada ano, cerca de 150 mil americanos recebem diagnóstico de câncer de cólon, e 50 mil morrem por causa da doença. O tratamento costuma mostrar excelentes resultados se o câncer for descoberto cedo, enquanto ainda está confinado ao cólon. Após ele se espalhar para outras regiões do corpo, apenas 5% dos pacientes sobrevivem por mais de cinco anos. Em relação ao tratamento, "nada mudou muito", afirmou Kucherlapati. Para Kucherlapati, algumas das mais intrigantes descober-
tas apontam para novas possibilidades de tratamento. Por exemplo, cerca de 5% dos tumores de câncer de cólon estudados tinham cópias extras de um gene, ERBB2, assim como muitos tumores de câncer de mama. O medicamento Herceptin, que ajudou pacientes acometidos pela doença e que são portadores de muitos desses genes, pode também servir para pacientes com câncer de cólon que têm a mesma anomalia. Os cientistas dizem que gostariam de incluir pacientes que sofrem de câncer de cólon e possuem a mutação em ensaios clínicos para testar os efeitos do Herceptin. Como estudos anteriores, a nova pesquisa revelou que cerca de 15% dos cânceres de cólon possuem uma mutação em um gene, o BRAF, que se desenvolve na forma do melanoma, um tipo de câncer da pele. Um medicamento aprovado para o combate ao melanoma bloqueia a função do produto desse gene, mas não funcionou em pacientes acometidos pelo câncer de cólon.
Anomalias - Porém, esses pacientes frequentemente são portadores de uma anomalia genética adicional que pode ser tratada com um medicamento diferente, que bloqueia a função da proteína celular EGFR. Os pesquisadores gostariam de testar se é possível deter o câncer tratando os pacientes que apresentam tanto a mutação BRAF quanto a anomalia EGFR com os medicamentos contra o melanoma e a EGFR. A possibilidade de ajudar determinados pacientes que sofrem de câncer de cólon com medicamentos que já estão no mercado "é realmente emocionante", afirmou Kucherlapati. Busca constante - O estudo revelou também rotas genéticas que tinham sido previamente identificadas em estudos que envolveram um pequeno número de pacientes. Uma delas, conhecida como WNT, passou por mutações em 95% dos pacientes com câncer de cólon cujos tumores foram examinados na nova pesquisa. "Até onde sei, não estava muito claro, até o presente estudo, quão onipresentes são as anomalias dessa rota genética", disse Todd R. Golub, um pesquisador de genômica oncológica do Instituto Broad, das Universidade Harvard, do MIT e do Instituto Oncológico Dana-Farber. Medicamentos - E essas são boas notícias, segundo ele, porque descartam uma situação em que cada tumor teria uma rota genética totalmente diferente que passaria por mutações, exigindo mil medicamentos diferentes para tratar mil tumores diferentes. "Nunca conseguiríamos encontrar um caminho se esse fosse o caso", disse Golub. Ele não foi um dos autores do estudo, mas seus colegas do Instituto Broad, sim.
Rotas genéticas - A esperança agora é de que as alterações genéticas que impulsionam esses mil tumores diferentes operem apenas através de um número limitado de rotas genéticas, que podem ser alvo de um número mais gerenciável de medicamentos. Contudo, esses medicamentos ainda têm de ser desenvolvidos, disse a S. Gail Eckhardt, chefe da divisão de oncologia médica da Universidade do Colorado e uma das autoras do estudo. Porém, acrescentou ela, o trabalho "confirma qual caminho o desenvolvimento de medicamentos deveria tomar". Não será fácil - "O artigo da Nature explica que isso não vai ser simples", disse ela, "mas se nós direcionarmos o estudo de forma inteligente, ele trará benefícios em termos de tratamentos". Ele também mostra por que estudos mais reduzidos talvez não forneçam um quadro completo das artimanhas genéticas do câncer, embora o câncer de cólon tenha sido o estandarte da genética oncológica. Ainda em meados dos anos 1980, Bert Vogelstein e seus colegas da Universidade Johns Hopkins usaram técnicas que hoje seriam consideradas antiquadas para investigar as mudanças genéticas que ocorrem à medida que um pólipo benigno do cólon se torna um câncer mortal. O que ele descobriu – uma sequência de genes específicos que tendiam à mutação – confirmou-se no novo estudo, juntamente com a descoberta de mudanças genéticas mais raras que ele não c o n s e g u i u d e t e c t a r f a c i lmente. Bert Vogelstein, que não foi um dos autores da nova pesquisa sobre o câncer, caracterizou-a como "excelente e definitiva". * The New York Times News Service
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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terça-feira, 14 de agosto de 2012
BV FINANCEIRA S.A. - CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO CNPJ nº 01.149.953/0001-89 Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 8º andar, conj. 82, Vila Gertrudes - CEP: 04794-000 - São Paulo - SP
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, apresentamos as demonstrações contábeis da BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento (“BV Financeira”) relativas aos semestres encerrados em 30 de junho de 2012 (1S12) e 2011 (1S11), acompanhadas das notas explicativas e do relatório dos auditores independentes. A BV Financeira, focada nas modalidades de financiamento de veículos e crédito consignado, está bem posicionada para capturar oportunidades de mercado, por meio de sua ampla rede de distribuição própria e terceirizada em todo o território nacional e da parceria estratégica com o Banco do Brasil (BB), atuando como extensão do BB para realização de financiamentos de veículos fora do ambiente de agências. A partir de 2011, mudanças econômico-regulatórias e o agravamento da crise internacional alteraram significativamente o cenário bancário brasileiro, impondo desafios principalmente às instituições mais voltadas ao crédito ao consumo, como a BV Financeira. Esse novo contexto econômico-regulatório foi acompanhado pela elevação sistêmica dos níveis de inadimplência de pessoas físicas, notadamente no segmento de financiamento de veículos, que representa cerca de 80% da carteira de crédito da BV Financeira. Diante do novo contexto econômico-regulatório, a BV Financeira tem priorizado a produção em revendas (veículos usados) para a carteira própria, no qual possui reconhecida expertise, e em 2012 tem avançado
na estruturação de um novo modelo de cessão sem coobrigação para o BB (“BV Financeira Originadora”), com foco no segmento de concessionárias (veículos novos). No 1S12 a BV Financeira registrou uma carteira de crédito de R$35,9 bilhões, que corresponde a uma redução de 3,0% em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado bruto de intermediação financeira registrado pela BV Financeira no 1S12 foi de R$ -1,2 bilhão (R$ 829,3 milhões no 1S11). As despesas com provisão para créditos de liquidação duvidosa atingiram R$ 2,7 bilhões (R$ 1,0 bilhão no 1S11), principalmente pelo aumento da inadimplência e maior conservadorismo de provisões de crédito. Dados do Bacen mostram que a inadimplência no financiamento de veículos, principal segmento de atuação da BV Financeira, dobrou de patamar no ano passado (2,5% em Dez.10; 5,0% em Dez.11) e seguiu em elevação nesse 1S12, alcançando 6,0% em Jun.12. No 1S12 o resultado da BV Financeira totalizou R$ -1,4 bilhão (lucro de R$ 98,2 milhões no 1S11) impactado por três fatores principais: (i) aumento das despesas com provisões de crédito, principalmente em razão da inadimplência superior à média histórica das carteiras de veículos originadas entre Jul.10 e Set.11; (ii) não realização de cessões de crédito com coobrigação no 1S12; e (iii) redução dos volumes de originação. Mesmo neste contexto de resultados, com o apoio de seus acionistas, no 1S12 a BV Financeira deu continuidade às iniciativas estratégicas iniciadas no 4T11 para retomar seu crescimento com rentabilidade. Essas iniciativas
BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 2012 2011 Passivo Ativo 17.978.358 19.019.729 Circulante Circulante Depósitos 56.625 74.727 Disponibilidades Depósitos interfinanceiros – 1.513.509 Aplicações interfinanceiras de liquidez Captações no mercado aberto Aplicações no mercado aberto – 1.513.509 Carteira própria 546.726 892.192 Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Relações interdependências Carteira própria 6.129 876.296 Transferências internas de recursos Vinculados a compromissos de recompra 515.492 – Outras obrigações Vinculados à prestação de garantias 25.105 15.896 Cobrança e arrecadação de tributos e assemelhados 14.742.330 14.802.956 Operações de crédito Sociais e estatutárias Setor privado 16.843.303 15.650.558 Fiscais e previdenciárias Operações de crédito vinculadas a cessão 41.311 – Negociação e intermediação de valores Provisão para operações de créditos de liquidação duvidosa (2.142.284) (847.602) Diversas 2.440.898 1.010.792 Outros créditos Rendas a receber 2.738 2.566 Exigível a longo prazo Depósitos Negociação e intermediação de valores – 44.129 Depósitos interfinanceiros Diversos 2.438.160 964.097 Outras obrigações 191.779 725.553 Outros valores e bens Fiscais e previdenciárias Outros valores e bens 124.714 82.409 Diversas Despesas antecipadas 67.065 643.144 Patrimônio líquido 29.790.147 22.195.680 Realizável a longo prazo Capital 7.955.147 – Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos De domiciliados no País Carteira própria 2.602.580 – Reservas de lucros Vinculados a compromissos de recompra 4.177.603 – Ajustes de avaliação patrimonial Vinculados à prestação de garantias 1.174.964 – Lucros / (Prejuízos) do semestre 17.715.018 20.836.026 Operações de crédito Setor privado 18.959.300 21.359.666 Operações de crédito vinculadas a cessão 55.460 – Provisão para operações de créditos de liquidação duvidosa (1.299.742) (523.640) 3.043.694 1.044.759 Outros créditos Diversos 3.043.694 1.044.759 1.076.288 314.895 Outros valores e bens Despesas antecipadas 1.076.288 314.895 116.000 112.757 Permanente 31.426 28.660 Investimentos Outros investimentos 59.259 55.005 Provisão para perdas (27.833) (26.345) 67.489 66.467 Imobilizado de uso Outras imobilizações de uso 112.126 98.574 Depreciações acumuladas (44.637) (32.107) 16.762 15.756 Intangível Ativos intangíveis 24.870 19.762 Amortização acumulada (8.108) (4.006) Diferido 323 1.874 Gastos de organização e expansão 8.028 8.067 Amortização acumulada (7.705) (6.193) Total do ativo 47.884.505 41.328.166 Total do passivo As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis
2012 31.590.223 24.193.262 24.193.262 4.602.591 4.602.591 24 24 2.794.346 6.531 39.678 1.261.408 4.864 1.481.865 13.878.057 13.282.466 13.282.466 595.591 437.458 158.133 2.416.225
2011 20.974.324 18.501.756 18.501.756 – – 3 3 2.472.565 22.876 101.205 1.160.659 – 1.187.825 18.920.794 18.702.239 18.702.239 218.555 114.690 103.865 1.433.048
3.845.718 – 148.639 (1.578.132)
845.718 494.054 – 93.276
47.884.505
41.328.166
Saldos em 31 de dezembro de 2010 Lucro líquido do período Destinações do lucro líquido: Reserva legal Saldos em 30 de junho de 2011 Saldos em 31 de dezembro de 2011 Aumento de Capital Ajustes de avaliação patrimonial Prejuízo do período Saldos em 30 de junho de 2012
Reservas de lucros Legal 93.780 –
Expansão 395.365 –
– – 4.909 – 472.000 373.718 98.689 395.365 845.718 – – – 3.000.000 – – – – – – – – – – – 3.845.718 – – – As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis
Ajuste de avaliação patrimonial – –
Lucros / (Prejuízos) acumulados – 98.185
Total 1.334.863 98.185
– – (9.851) – 158.490 – 148.639
(4.909) 93.276 (135.037) – – (1.443.095) (1.578.132)
– 1.433.048 700.830 3.000.000 158.490 (1.443.095) 2.416.225
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 1
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Contexto operacional A BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento é uma Companhia de capital fechado que, opera na forma de financeira, principalmente, na realização de operações de financiamento de veículos e créditos consignados. As operações são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam integradamente no mercado financeiro, inclusive em relação ao gerenciamento de riscos, e certas operações têm a coparticipação ou a intermediação de instituições associadas, integrantes do sistema financeiro. Os benefícios dos serviços prestados entre essas instituições e os custos da estrutura operacional e administrativa são absorvidos segundo a praticabilidade e a razoabilidade de lhes serem atribuídos em conjunto ou individualmente. Apresentação das demonstrações contábeis As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas da Lei das Sociedades por Ações e normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN). Em 28 de dezembro de 2007 foi promulgada a Lei n°11.638/07, complementada pela Lei n°11.941/09, as quais alteraram a Lei das Sociedades por Ações quanto às práticas contábeis adotadas no Brasil. Embora a referida lei já tenha entrado em vigor, algumas alterações por ela introduzidas dependem de normatização por parte do CMN. As alterações aprovadas pelo CMN foram: • os procedimentos de mensuração do valor recuperável de ativos; • a divulgação em notas explicativas às demonstrações contábeis de informações sobre partes relacionadas; • pagamento baseado em ações; • definição de critérios para a seleção, alteração e divulgação de políticas contábeis, para as alterações nas estimativas contábeis e para as retificações de erros; • eventos subsequentes; e • os procedimentos de reconhecimento, mensuração e divulgações de provisões, passivos e ativos contingentes. Foi aplicado ainda, o seguinte pronunciamento que não é conflitante com as normas do Banco Central do Brasil, conforme determina regulamentação vigente: • Demonstração do valor adicionado. A emissão das demonstrações contábeis foi autorizada pela Diretoria em 02 de agosto de 2012. Gerenciamento de riscos A gestão de riscos tem suas políticas aderentes às melhores práticas de mercado e está em linha com as diretrizes definidas pelo CMN. Sua abrangência é no âmbito das instituições que compõem o Conglomerado Financeiro Votorantim (“Conglomerado”). Foram implementadas políticas, procedimentos e sistemas de gestão capazes de gerir, avaliar e mitigar os riscos inerentes aos seus negócios, proporcionando à Administração uma visão de todos os riscos. Risco de mercado Risco de mercado é definido como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas. A gestão é feita de forma centralizada por uma área que mantém independência em relação à mesa de operações. Os procedimentos básicos adotados para o gerenciamento deste risco são: (a) integridade na precificação de ativos e derivativos; (b) avaliação do risco pela metodologia Value at Risk e pela simulação de cenários; e (c) acompanhamento de resultados diários com testes de aderência da metodologia backtest. O Conglomerado realiza operações que envolvem instrumentos financeiros derivativos, atuando em mercados organizados e de balcão, com o objetivo de possibilitar uma gestão de risco de mercado adequada à sua política. Estes instrumentos são utilizados para hedge de posições, para atender demanda de contrapartes e como meio de reversão de posições em momentos de grandes oscilações. Risco operacional Risco operacional é definido como o risco de perda resultante de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas ou de eventos externos à Instituição – inclui o risco legal, porém exclui o risco estratégico e o risco de imagem. Os princípios básicos observados pela Instituição na gestão e controle do risco operacional estão em conformidade com a regulamentação vigente do Banco Central do Brasil e com as melhores práticas de mercado: • envolvimento da alta Administração na supervisão global da tomada de riscos através dos comitês e comissões estabelecidos; • mapeamento dos processos operacionais e sistêmicos, mapeamento de controles existentes e análise dos riscos inerentes e residuais; • avaliação do impacto financeiro potencial e da possibilidade de ocorrência dos riscos mapeados; • a partir dessa avaliação, define-se a exposição ao risco operacional, de acordo com a matriz de risco padronizada para toda Instituição; • captura de perdas operacionais e manutenção de base de dados estruturada com informações referentes aos eventos; • análise, comunicação e implantação de planos de ação para melhoria de processos e controles para mitigação dos riscos incorridos; e • cálculo de Capital alocado para risco operacional a partir de metodologias estruturadas, baseadas nas melhores práticas de mercado e adequadas em relação às exigências regulatórias. Risco de crédito Risco de crédito consiste na possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, bem como à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, a vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação. Como parte do processo de gestão do risco de crédito, são realizados acompanhamentos das políticas, normas, processos, limites estabelecidos, além da análise dos riscos e submissão às alçadas e aos comitês aprovadores. A política de crédito é formulada com base em análise de indicadores internos da carteira e dos processos de precificação e avaliação de empresas, e em fatores externos, relacionados à situação financeira das empresas e à conjuntura econômica do País e do exterior. O Conglomerado realiza avaliações de risco de crédito das operações, determinadas através de modelos julgamentais e estatísticos. Ressalta-se que na identificação de deterioração da qualidade da carteira de crédito, são tomadas ações de mitigação de riscos, tais como, reavaliação do perfil de risco dos clientes e análises setoriais que influenciam na gestão de limites até a gestão e controle de garantias. Gestão de ativos e passivos O Comitê Operacional de Ativos e Passivos (ALM) é responsável pela gestão dos riscos estruturais de taxas de juros, taxas de câmbio e de liquidez, bem como a gestão do Capital que busca otimizar a relação risco versus retorno e maior eficiência na composição dos fatores que impactam no Índice de Solvabilidade (Basileia). Em 30 de junho de 2012, o índice de Solvabilidade (Basileia) do Conglomerado Financeiro Votorantim é de 15,5% (13,9% em 2011). Em atendimento à Circular nº3.477/09 do Bacen, o Conglomerado Financeiro Votorantim mantém informações adicionais de seu processo de gestão de riscos disponibilizadas no website: www.bancovotorantim.com.br/ri Principais práticas contábeis a. Apuração do resultado As receitas e despesas são registradas de acordo com o regime de competência e são contabilizadas pelo critério “pro rata” dia, calculadas com base no método exponencial, as quais são calculadas com base no método linear. b. Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades, aplicações em depósitos interfinanceiros, aplicações em moedas estrangeiras com alta liquidez e risco insignificante de mudança de valor e aplicações em operações compromissadas – posição bancada, cujo vencimento das operações, na data da aplicação, seja de até 90 dias. c. Aplicações interfinanceiras de liquidez As aplicações interfinanceiras são registradas pelo valor de aplicação, acrescido dos rendimentos auferidos até a data do balanço, calculados “pro rata” dia com base na variação do indexador e nas taxas de juros pactuados. d. Títulos e valores mobiliários Os títulos e valores mobiliários são registrados pelo valor efetivamente pago e classificados em função da intenção da Administração em três categorias distintas: i. Títulos para negociação - Títulos adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São ajustados pelo seu valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; ii. Títulos disponíveis para venda - Títulos que não se enquadrem para negociação nem como mantidos até o vencimento. São ajustados pelo seu valor de mercado em contrapartida à conta destacada do patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários; e iii. Títulos mantidos até o vencimento - Títulos adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Nesta categoria, os títulos não são ajustados ao seu valor de mercado.
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São Paulo, 02 de agosto de 2012 A Diretoria
DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais, exceto o Lucro líquido do período por lote de mil ações) 2012 3.545.535 Receitas da intermediação financeira Operações de crédito 3.533.330 Resultado de operações com títulos e valores mobiliários 433.977 Resultado com instrumentos financeiros derivativos (422.840) Operações de venda ou transf. ativos financeiros 1.068 (4.774.131) Despesas da intermediação financeira Operações de captação no mercado (2.104.427) Provisão para créditos de liquidação duvidosa (2.669.704) (1.228.596) Resultado bruto da intermediação financeira (970.174) Outras receitas / (despesas) operacionais Receitas de prestação de serviços 21.151 Rendas de tarifas bancárias 242.037 Despesas de pessoal (257.552) Outras despesas administrativas (578.886) Despesas tributárias (141.676) Outras receitas operacionais 16.968 Outras despesas operacionais (272.216) (2.198.770) Resultado operacional (85.418) Resultado não operacional Resultado antes da tributação sobre o lucro e participações (2.284.188) 959.070 Imposto de renda e contribuição social Provisão para imposto de renda (216.317) Provisão para contribuição social (129.790) Ativo fiscal diferido 1.305.177 Participações nos lucros e resultados (117.977) (1.443.095) Lucro líquido / (Prejuízo) do período (879,34) Lucro líquido / (Prejuízo) por lote de mil ações - R$ As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis
2011 4.025.683 3.932.992 141.038 (48.347) – (3.196.330) (2.155.963) (1.040.367) 829.353 (593.479) 39.759 388.790 (212.089) (518.144) (209.626) 17.006 (99.175) 235.874 (15.675) 220.199 (32.559) (122.475) (83.689) 173.605 (89.455) 98.185 777,02
DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais)
DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) Capital Social Capital Aumento realizado de Capital 472.000 373.718 – –
contemplam desde uma ampla revisão do modelo de atuação em veículos até o aprimoramento de suas políticas, processos e modelos de crédito, e já resultaram em uma melhora consistente do nível de risco dos financiamentos de veículos originados nos últimos nove meses. Além disso, a BV Financeira intensificou suas ações de cobrança inclusive com a contratação de executivos especializados nessa área. No 1S12 a BV Financeira se manteve como referência de mercado em gestão de pessoas classificada entre as “10 Melhores Empresas em Cidadania Corporativa 2012”, prêmio concedido pela Gestão & RH Editora. Conforme Assembléia Geral Extraordinária, realizada em 26 de março de 2012, foi deliberado e aprovado para cumprimento das exigências estabelecidas na legislação societária, o aumento de Capital Social no montante de R$ 3,0 bilhões, mediante a emissão de 1.514.748 novas ações ordinárias, sem valor nominal. O aumento de Capital foi aprovado e homologado pelo BACEN em 28 de março de 2012. A administração da BV Financeira agradece aos acionistas, clientes e parceiros pela confiança depositada e aos colaboradores pelo contínuo empenho e dedicação.
A metodologia de avaliação a mercado foi estabelecida com observância de critérios consistentes e verificáveis, que levam em consideração o preço médio de negociação no dia da apuração, ou na falta deste, o valor de ajuste diário das operações de mercado futuro divulgados por fontes externas ou o valor líquido provável de realização obtido com a utilização de curvas de valores futuros de taxas de juros, taxas de câmbio, índices de preços e moedas, além de eventuais ajustes nos preços de títulos de baixa liquidez. Os rendimentos auferidos com os títulos e valores mobiliários, independentemente da categoria em que estão classificados, são calculados “pro rata” dia com base na variação do indexador e nas taxas de juros pactuados, pelo método exponencial ou linear até a data do vencimento ou da venda definitiva do título, sendo reconhecidos diretamente no resultado do período. Instrumentos financeiros derivativos Os instrumentos financeiros derivativos são avaliados pelo seu valor de mercado, com critérios consistentes e verificáveis, considerando o preço médio de negociação no dia da apuração, ou na falta deste, metodologias convencionais e consagradas. As valorizações ou desvalorizações do seu valor de mercado são registradas em contas de receitas ou despesas dos respectivos instrumentos financeiros. Os instrumentos financeiros derivativos são classificados de acordo com a intenção da Administração, levando-se em consideração a sua finalidade. Os instrumentos financeiros utilizados para compensar, no todo ou em parte, os riscos decorrentes das exposições às variações no valor de mercado de ativos ou passivos são considerados instrumentos de proteção hedge e são classificados de acordo com a sua natureza em: i. Hedge de risco de mercado - Os instrumentos financeiros classificados nessa categoria, bem como o item objeto de hedge, têm seus ajustes a valor de mercado registrados em contrapartida ao resultado do período; e ii. Hedge de fluxo de caixa - Os instrumentos financeiros derivativos classificados nesta categoria, têm seus ajustes a valor de mercado registrados em conta destacada do patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários. Os instrumentos financeiros derivativos que não atendam aos critérios de hedge têm seus ajustes a valor de mercado registrados diretamente no resultado do período. Para os instrumentos financeiros derivativos negociados em associação com operações de captação, tanto o derivativo como a captação estão contabilizados pelas condições intrínsecas contratadas, não sendo ajustados pelo valor de mercado. Hedge contábil O Conglomerado mantém instrumentos derivativos de hedge financeiro para proteger suas exposições de risco de variação de moeda estrangeira e taxas de juros. No momento da designação inicial do hedge, a Administração formalmente documenta o relacionamento entre os instrumentos e os itens objeto de hedge, incluindo os objetivos de gerenciamento de riscos e a estratégia na condução da transação, juntamente com os métodos que serão utilizados para avaliar a efetividade do relacionamento de hedge, considerando métodos de cálculo convencionais e consagrados. A Administração faz uma avaliação, tanto no início do relacionamento, como continuamente, para verificar se existe uma expectativa que os instrumentos sejam altamente eficazes na compensação de variações no valor justo dos respectivos itens objeto de hedge durante o período para o qual é designado, e se os resultados reais estão dentro da faixa de 80-125 por cento, conforme previsto na regulamentação vigente. Operações de crédito e provisão para créditos de liquidação duvidosa As operações de crédito são classificadas de acordo com o julgamento da Administração quanto ao nível de risco, levando em consideração a conjuntura econômica, a experiência passada e os riscos específicos em relação à operação, aos devedores e garantidores, período de atraso, grupo econômico observando os parâmetros estabelecidos pelo CMN, que requer a análise da carteira e sua classificação em nove níveis, sendo AA (risco mínimo) e H (risco máximo). Com relação ao período de atraso verificado nas operações de varejo com prazo a decorrer superior a 36 (trinta e seis) meses, admite-se a contagem em dobro sobre os intervalos de atraso definidos para os nove níveis. As rendas das operações de crédito vencidas há mais de 60 (sessenta) dias, independentemente de seu nível de risco, somente são reconhecidas como receita quando efetivamente recebidas. As operações classificadas como nível H permanecem nessa classificação por 180 (cento e oitenta) dias, quando então são baixadas contra a provisão existente e controladas em contas de compensação. As operações renegociadas são mantidas, no mínimo, no mesmo nível em que estavam classificadas, observado as regras da Resolução nº2.682/CMN. As renegociações de operações de crédito que já haviam sido baixadas contra a provisão e que estavam em contas de compensação são classificadas como H, e os eventuais ganhos provenientes da renegociação são reconhecidos como receita quando efetivamente recebidos. As operações de crédito que são objetos de hedge de instrumentos financeiros derivativos, são avaliadas pelo seu valor de mercado utilizando critério consistente e verificável. Os ajustes de avaliação a valor de mercado dessas operações são registrados, quando positivos, em Outros créditos - Diversos, e, quando negativos, em Outras obrigações - Diversas, em contrapartida de Resultado com instrumentos financeiros derivativos. As cessões de operações de crédito realizadas até 31 de dezembro de 2011, foram contabilizadas através do reconhecimento do resultado no momento da realização da cessão, independente da retenção ou não do risco. A partir de 01 de janeiro de 2012, os ativos financeiros cedidos, consideram o grau de transferência dos riscos e benefícios dos ativos transferidos para uma outra entidade: • quando são transferidos ativos financeiros para uma outra entidade, mas não são transferidos substancialmente todos os riscos e benefícios relacionados aos ativos transferidos, os ativos permanecem reconhecidos no balanço da Companhia; e • quando são transferidos substancialmente todos os riscos e benefícios relacionados aos ativos transferidos para uma entidade, os ativos são baixados do balanço da Companhia. Para a carteira de operações de crédito cedida com coobrigação, a Administração constitui provisão para perdas, registrada em Outras obrigações - Diversas. Despesas antecipadas São contabilizadas as aplicações de recursos em pagamentos antecipados, cujos benefícios ou prestação de serviços ocorrerão em períodos futuros. As despesas antecipadas são registradas ao custo e amortizadas à medida que forem sendo realizadas. Estimativas contábeis A elaboração das demonstrações contábeis requer que a Administração use de julgamento na determinação e registro de estimativas contábeis. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados, devido a imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. Itens significativos sujeitos a essas estimativas e premissas incluem avaliação de ativos e passivos financeiros e instrumentos financeiros derivativos pelo seu valor justo, análise de risco de crédito para determinação da provisão para créditos de liquidação duvidosa, assim como da análise sobre passivos contingentes. A Administração revisa as estimativas e premissas regularmente. Os principais valores reconhecidos nas demonstrações contábeis por meio das estimativas estão incluídos nas seguintes notas explicativas: nº8 - Títulos e valores mobiliários; nº9 - Instrumentos financeiros derivativos; nº10 - Operações de crédito; e nº40 - Ativos e passivos contingentes e obrigações legais. Ativo permanente i. Os Investimentos são demonstrados pelo seu custo de aquisição e deduzidos de provisão para perda, quando aplicável; ii. O imobilizado é demonstrado pelo custo de aquisição, deduzido da respectiva conta de depreciação. A depreciação é calculada pelo método linear, com base nas seguintes taxas anuais, de acordo com a vida útil-econômica estimada dos bens, sendo: • instalações, móveis e equipamentos de uso - 10%; • sistema de comunicação, segurança e transporte - 10%; e • sistemas de processamento de dados - 20%. iii. O ativo diferido é demonstrado pelo custo de aquisição ou formação, deduzido da respectiva amortização, composto basicamente, por gastos em imóveis de terceiros até 30 de setembro de 2008. A amortização é calculada pelo método linear, com base no prazo que o benefício é gerado. Durante o período, não houve aquisições em decorrência da regulamentação vigente; e iv. O ativo intangível inclui os direitos que tenham por objeto os bens incorpóreos, destinados à manutenção da Companhia ou exercidos com essa finalidade. A amortização é calculada pelo método linear, com base no prazo que o benefício é gerado. Os ativos não financeiros estão sujeitos à avaliação do valor recuperável em períodos anuais. Tributos O imposto de renda foi apurado com base na alíquota de 15%, acrescido do adicional de 10% e a contribuição social foi apurada com base na alíquota de 15%, ambos, aplicáveis sobre o lucro tributável. A constituição do crédito tributário do imposto de renda e da contribuição social está fundamentado em estudo técnico comprobatório da capacidade de sua realização preparado pela Administração.
2012 Fluxos de caixa provenientes das operações (1.443.095) Lucro líquido / (Prejuízo) 2.870.241 Ajustes ao Lucro líquido / (Prejuízo): Depreciações e amortizações 9.175 Provisão para créditos de liquidação duvidosa 2.669.704 Provisão para passivos contingentes / obrig. legais 196.365 (5.003) Resultado não operacional Variações patrimoniais Aplicações interfinanceiras de liquidez – Títulos para negociação e instrumentos financeiros derivativos (5.861) Relações interfinanceiras e interdependências (194) Operações de crédito (2.814.864) Outros créditos (2.064.455) Outros valores e bens (71.270) Depósitos (2.341.422) Captações no mercado aberto 4.602.591 Outras obrigações 202.452 Caixa utilizado pelas operações (1.065.877) Fluxos de caixa provenientes das atividades de financiamento Aumento de capital 3.000.000 Dividendos pagos – Caixa gerado / (utilizado) pelas atividades de financiamento 3.000.000 Fluxos de caixa provenientes das atividades de investimento Títulos disponíveis para venda (1.945.803) Alienação de imobilizado de uso 20 Aquisição de imobilizado de uso (4.597) Aplicações no intangível (3.934) Outros – Caixa utilizado pelas atividades de investimento (1.954.314) Variação líquida de caixa e equivalentes de caixa (20.191) Caixa e equivalentes de caixa no início do período 76.816 Caixa e equivalentes de caixa no fim do período 56.625 Aumento / (Redução) no caixa e equivalentes de caixa (20.191) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis
2011 98.185 1.146.642 16.321 1.040.367 74.279 15.675 (466.558) (136.096) – (4.557.353) (160.780) (461.128) 4.415.709 – (17.984) (139.363) – (64.586) (64.586) – 2.661 (31.849) (5.860) 582 (34.466) (238.415) 825.991 587.576 (238.415)
DEMONSTRAÇÕES DOS VALORES ADICIONADOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 2012 2011 Receitas 798.353 3.316.021 Receitas da intermediação financeira 3.545.535 4.025.683 Receitas de prestação de serviços e tarifas bancárias 263.188 428.549 Provisão para créditos de liquidação duvidosa (2.669.704) (1.040.367) Outras receitas / (despesas) (255.248) (82.169) Resultado não operacional (85.418) (15.675) Despesas da intermediação financeira (2.104.427) (2.155.963) Insumos adquiridos de terceiros (528.339) (459.818) Materiais, energia e outros (2.163) (3.710) Serviços de terceiros (3.827) (6.464) Outras (522.349) (449.644) Comunicações (32.937) (40.321) Manutenção e conservação de bens (4.764) (6.811) Processamento de dados (47.650) (33.593) Promoções e relações públicas (609) (2.243) Publicações (116) Propaganda e publicidade (1.624) (2.663) Serviços do sistema financeiro (66.944) (52.171) Serviços técnicos especializados (185.166) (162.533) Transportes (6.764) (9.119) Outras (175.775) (140.190) Valor Adicionado Bruto (1.834.413) 700.240 Despesas de amortização / depreciação (9.175) (16.321) Valor adicionado líquido produzido pela Entidade (1.843.588) 683.919 Valor adicionado a distribuir (1.843.588) 683.919 Valor adicionado distribuído (1.843.588) 683.919 Pessoal 345.752 269.045 Salários e honorários 157.938 127.446 Participação nos lucros e resultados 117.977 89.455 Benefícios e treinamentos 53.860 39.793 FGTS 15.977 12.351 Impostos, taxas e contribuições (787.617) 274.684 INSS sobre salários 29.777 32.499 Despesas tributárias (exceto IR e CS) 141.676 209.626 Imposto de renda / contribuição social (959.070) 32.559 Remuneração de capitais de terceiros 41.372 42.005 Aluguéis 41.372 42.005 Remuneração de Capitais Próprios (1.443.095) 98.185 Lucro / (Prejuízo) retido (1.443.095) 98.185 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis O PIS (programa integração social) foi apurado com base na alíquota de 0,65% e a COFINS (contribuição para financiamento da seguridade social) foi apurada com base na alíquota de 4%, ambos aplicáveis sobre as receitas auferidas pela Companhia, reduzida das exclusões e deduções permitidas pela legislação em vigor. O ISS (imposto sobre serviços) foi apurado considerando alíquota de 2% até 5% (alíquota varia de acordo com cada município) sobre as receitas de serviços prestados pela Companhia. l. Ativos e passivos contingentes e obrigações legais O reconhecimento, a mensuração e a divulgação dos ativos contingentes, contingências passivas e obrigações legais são efetuados de acordo com os seguintes critérios: i. Ativos contingentes - São reconhecidos nas demonstrações contábeis somente quando da existência de evidências que propiciem a garantia de sua realização, sobre as quais não cabem mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo; ii. Passivos contingentes - São reconhecidos nas demonstrações contábeis quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e da Administração, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, com uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes classificados como de perdas possíveis não são reconhecidos contabilmente, devendo ser apenas divulgados nas notas explicativas, e os classificados como remotos não requerem provisão e divulgação; e iii. Obrigações legais - São processos judiciais relacionados a obrigações tributárias, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da probabilidade de sucesso dos processos judiciais em andamento, tem os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis. m. Outros ativos e passivos Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias e cambiais auferidas (em base “pro rata” dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos estão demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias e cambiais incorridas (em base “pro rata” dia). 5 Composição de caixa e equivalentes de caixa 30/06/2012 30/06/2011 Disponibilidades 56.625 74.727 Aplicações interfinanceiras de liquidez Oper. comprom. - Posição bancada – 512.849 Total 56.625 587.576 6 Disponibilidades 30/06/2012 30/06/2011 Caixa 32 46 Depósitos bancários 56.274 74.387 Disponibilidades em moeda estrangeira 319 294 Total 56.625 74.727 7 Aplicações interfinanceiras de liquidez 30/06/2012 30/06/2011 Oper. comprom. - Posição bancada Letras do Tesouro Nacional – 512.849 Notas do Tesouro Nacional – 1.000.660 Total – 1.513.509 8 Títulos e valores mobiliários Composição por categoria 30/06/2012 30/06/2011 Valor Valor de Ganho / Valor Valor de Ganho / de mercado (Perda) não de mercado (Perda) não Títulos para custo (contábil) realizado custo (contábil) realizado negociação Letras Financeiras do Tesouro 26.508 26.531 23 15.896 15.896 – Cotas de FIDC – – – 872.259 872.259 – Total 26.508 26.531 23 888.155 888.155 – 30/06/2012 30/06/2011 Títulos Valor Valor de Ganho / Valor Valor de Ganho / disponíveis de mercado (Perda) não de mercado (Perda) não para a venda custo (contábil) realizado custo (contábil) realizado Letras do Tesouro Nacional 5.817.408 6.034.512 217.104 – – – Notas do Tesouro Nacional 506.893 537.520 30.627 – – – Cotas de Fundos de Invest. (a) 1.903.310 1.903.310 – 4.037 4.037 – Total 8.227.611 8.475.342 247.731 4.037 4.037 – (a) A BV Financeira detém 100% das cotas do Fundo de Investimento Nióbio I Renda Fixa - Crédito Privado, o qual possui em sua carteira as cotas dos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios apresentados na nota explicativa 10g. Em 30 de junho de 2012 não existem títulos classificados na categoria “mantidos até o vencimento”. continua
DIÁRIO DO COMÉRCIO
terça-feira, 14 de agosto de 2012
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continuação
BV FINANCEIRA S.A. - CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO CNPJ nº 01.149.953/0001-89 Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 8º andar, conj. 82, Vila Gertrudes - CEP: 04794-000 - São Paulo - SP
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 9
b.
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Instrumentos financeiros derivativos a. Composição dos contratos de futuros por indexador Compromisso de venda DI Total Títulos dados em garantia
30/06/2012
30/06/2011
42.929.939 42.929.939
39.612.209 39.612.209
30/06/2012 30/06/2011 Outros Letras do Tesouro Nacional 1.174.964 – Letras Financeiras do Tesouro 25.105 15.896 Total 1.200.069 15.896 c. Composição de instrumentos financeiros derivativos utilizados em estratégias de hedge Instrumentos de hedge 30/06/2012 30/06/2011 Passivo 41.526.388 37.433.399 Futuros 41.526.388 37.433.399 Itens objeto de hedge Ativo 42.903.628 37.989.265 Operações de crédito 42.903.628 37.989.265 Operações de crédito e provisão para créditos de liquidação duvidosa a. Composição das operações por modalidade e parcelas vencidas e vincendas 30/06/2012 30/06/2011 Empréstimos 7.258.611 6.012.652 Financiamentos 28.543.992 30.997.572 Operações de crédito vinculadas a cessões 96.771 – Total de operações de crédito 35.899.374 37.010.224 Parcelas vencidas (a partir de 15 dias) 1.895.518 1.019.240 Parcelas vincendas 34.003.856 35.990.984 Total de parcelas 35.899.374 37.010.224 b. Concentração das operações 30/06/2012 30/06/2011 Dez maiores devedores 5.697 5.905 Cinquenta seguintes maiores devedores 18.110 18.579 Cem seguintes maiores devedores 26.170 27.056 Demais clientes 35.849.397 36.958.684 Total 35.899.374 37.010.224 c. Composição das operações por setor de atividade econômica 30/06/2012 30/06/2011 Pessoas jurídicas Setor privado Indústria 163.870 147.076 Comércio 726.998 835.834 Serviços 659.205 561.120 Pessoas físicas 34.349.301 35.466.194 Total 35.899.374 37.010.224 d. Composição das operações nos correspondentes níveis de risco 30/06/2012 30/06/2011 Nível de Curso Operações Total das Curso Operações Total das risco normal vencidas operações normal vencidas operações AA 349.095 – 349.095 299.266 – 299.266 A 26.510.214 – 26.510.214 31.148.332 – 31.148.332 B 750.466 1.552.311 2.302.777 144.452 1.675.860 1.820.312 C 302.026 1.461.933 1.763.959 73.700 1.294.535 1.368.235 D 52.164 877.111 929.275 31.446 721.667 753.113 E 8.873 609.645 618.518 17.486 439.440 456.926 F 7.621 555.146 562.767 10.857 302.416 313.273 G 60.264 570.100 630.364 8.387 203.421 211.808 H 86.326 2.146.079 2.232.405 50.274 588.685 638.959 Total 28.127.049 7.772.325 35.899.374 31.784.200 5.226.024 37.010.224 e. Composição da provisão para créditos de liquidação duvidosa por nível de risco e tipo de carteira Níveis de risco Provisão % 30/06/2012 30/06/2011 A 0,5 132.552 155.741 B 1,0 23.028 18.203 C 3,0 52.918 41.046 D 10,0 92.928 75.312 E 30,0 185.555 137.078 F 50,0 281.384 156.637 G 70,0 441.256 148.266 H 100,0 2.232.405 638.959 Total 3.442.026 1.371.242 Percentual sobre a carteira 9,59% 3,71% 30/06/2012 30/06/2011 Provisão para empréstimos e títulos descontados 583.791 300.327 Provisão para financiamentos 2.857.751 1.070.915 Provisão para operações de créditos cedidos 484 – Total 3.442.026 1.371.242 f. Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa no período 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Saldo inicial 2.322.495 767.469 Constituições / (Reversões) 2.669.704 1.040.367 Baixas para Prejuízo (1.550.173) (436.594) Saldo final 3.442.026 1.371.242 g. Informações sobre cessões de crédito realizadas até 30 de junho de 2011 30/06/2011 Valor de transferência dos ativos cedidos no período 7.045.324 Valor contábil dos ativos cedidos no período (6.243.399) Resultado bruto das cessões 801.925 Despesas de liquidação antecipada de contratos cedidos (288.398) Provisão para perdas com contratos cedidos (90.792) Resultado das cessões antes dos custos e tributos 422.735 Aceleração do reconhecimento em resultado dos custos associados ao ativo cedido (180.951) Resultado das cessões antes dos tributos 241.784 Efeitos tributários (108.907) Resultado líquido das cessões 132.877 Em 30 de junho de 2012, a BV Financeira apurou despesas de liquidação antecipada reconhecida integralmente em contas de resultado de R$131.509, e receita com a reversão de provisão para perdas de R$ 11.835, referente às cessões realizadas até 31 de dezembro de 2011. 30/06/2012 30/06/2011 Saldo das coobrigações com cessões de crédito Instituições Financeiras - partes relacionadas 13.193.281 13.496.615 Outras Instituições Financeiras 534.354 1.343.840 Total 13.727.635 14.840.455 A BV Financeira detém 100% das cotas subordinadas dos fundos de investimento em direitos creditórios descritos a seguir: 30/06/2012 30/06/2011 BV Financeira FIDC I 278.066 262.888 BV Financeira FIDC II 128.467 164.803 BV Financeira FIDC III 179.711 160.123 BV Financeira FIDC IV 423.176 284.445 BV Financeira FIDC VI 820.995 – Total das aplicações em cotas 1.830.415 872.259 h. Informações sobre cessões de crédito realizadas a partir de 01 de janeiro de 2012 No primeiro semestre de 2012, foram realizadas transferências de ativos financeiros (operações de crédito - CDC), com retenção substancial dos riscos e benefícios, para fundos de investimento em direitos creditórios, dos quais a BV Financeira detém 100% das cotas subordinadas, demonstrados abaixo: Ativo financeiro Passivo referente à objeto da venda obrigação assumida BV Financeira FIDC III 80.465 85.698 BV Financeira FIDC IV 4.582 4.824 BV Financeira FIDC VI 11.724 12.662 Total 96.771 103.184 As receitas do ativo objeto de venda ou transferência totalizaram R$ 8.006 e as despesas com obrigação por operações de venda ou de transferência de ativos financeiros totalizaram R$ 7.622. Ainda em 2012, a BV Financeira não adotou a opção prevista na Resolução nº4.036/11 sobre o tratamento das perdas de liquidações antecipadas. i. Estratégias de hedge contábil Foi procedida a avaliação a valor de mercado da carteira de crédito, conforme determina a Resolução nº3.082/02 do BACEN. A referida avaliação considera o respectivo hedge em instrumentos financeiros derivativos, refletindo os efeitos da variação das taxas de juros na carteira de crédito, de acordo com o fluxo de vencimento das parcelas, em contrapartida aos ajustes ocorridos no referido mercado de derivativos. 30/06/2012 30/06/2011 Ganho / Ganho / Valor de Valor de (Perda) não Valor de Valor de (Perda) não realizado realizado custo mercado custo mercado Operações de crédito 35.802.602 37.410.093 1.607.491 37.010.224 37.041.800 31.576 Total 35.802.602 37.410.093 1.607.491 37.010.224 37.041.800 31.576 Em 30 de junho de 2012, a avaliação desses ativos gerou ajuste positivo não realizado no montante de R$ 1.607.491 (R$ 31.576 em 2011), registrados em Outros créditos - Diversos. Para proteger os riscos de taxas de juros pré-fixada dos empréstimos, a BV Financeira negociou contratos no mercado futuro de DI junto a BM&FBOVESPA, de acordo com o fluxo de vencimento das parcelas. O valor de mercado desses derivativos totalizou R$ 41.526.388. A efetividade verificada na carteira de hedge encontrava-se em conformidade com o estabelecido na regulamentação vigente. j. Informações complementares 30/06/2012 30/06/2011 Montante de créditos renegociados no período 165.862 96.411 Montante de créditos recuperados, baixados como prejuízo 81.943 89.861 Negociação e intermediação de valores 30/06/2012 30/06/2011 Outros créditos Devedores conta liquidação pendentes – 44.129 Total – 44.129 30/06/2012 30/06/2011 Outras obrigações Credores conta liquidação pendentes 4.864 – Total 4.864 – Outros créditos - Diversos 30/06/2012 30/06/2011 Adiantamentos e antecipações salariais 5.820 7.205 Adiantamentos a fornecedores 27 173 Crédito tributário de impostos e contribuições 2.872.176 1.004.916 Devedores por depósitos em garantia 342.704 282.675 Impostos e contribuições a compensar 143.892 236.101 Ajuste a mercado op. de crédito 1.607.491 31.576 Transações de cartão de crédito 297.547 209.017 Custos associados à produção 104.101 179.662 Outros 108.096 57.531 Total 5.481.854 2.008.856 Outros valores e bens 30/06/2012 30/06/2011 Despesas de seguros 5.582 4.586 Despesas de processamentos de dados 214 124 Comissões por intermediação de operações (a) 1.072.540 903.554 Despesas de serviços do sistema financeiro 54.293 37.054 Despesas de serviços técnicos especializados 10.724 12.721 Bens não de uso próprio 124.132 82.409 Outras 582 – Total 1.268.067 1.040.448 (a) Referem-se ao diferimento dos custos associados às operações de crédito concedidas como, por exemplo, custos com comissões e acordos comerciais. Outros investimentos 30/06/2012 30/06/2011 Investimentos por incentivos fiscais 59.259 55.005 Provisão para perdas de invest. incentivos fiscais (27.833) (26.345) Total 31.426 28.660 Imobilizado de uso 30/06/2012 30/06/2011 Valor de Depreciação Saldo Saldo custo acumulada líquido líquido Instalações 53.629 (8.849) 44.780 38.531 Móveis e equipamentos de uso 19.971 (7.494) 12.477 13.803 Sistema de comunicação 3.167 (1.816) 1.351 1.567 Sistema de processamento de dados 34.951 (26.219) 8.732 12.339 Sistema de segurança 18 (5) 13 15 Sistema de transporte 390 (254) 136 212 Total 112.126 (44.637) 67.489 66.467 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Saldo inicial 69.336 42.646 Aquisições 4.597 31.849 Alienações (20) (2.661) Depreciação (6.424) (5.367) Saldo final 67.489 66.467 Em 30 de junho de 2012, não foi verificada a existência de ativos relevantes que indique perda de desvalorização.
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Intangível 30/06/2012 30/06/2011 Valor de Amortização Saldo Saldo custo acumulada líquido líquido Licenças 19.870 (6.566) 13.304 11.546 Acordos por direitos de comercialização 5.000 (1.542) 3.458 4.210 Total 24.870 (8.108) 16.762 15.756 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Saldo inicial 14.992 11.606 Aquisições 3.934 5.860 Amortização (2.164) (1.710) Saldo final 16.762 15.756 Estimativa de amortização de licenças e acordos por direitos de comercialização 30/06/2012 Em 2012 2.357 Em 2013 4.715 Em 2014 4.715 Em 2015 4.109 Em 2016 741 Acima de 5 anos 125 Total 16.762 Em 30 de junho de 2012, não foi verificada a existência de ativos relevantes que indique perda de desvalorização. Diferido 30/06/2012 30/06/2011 Valor de Amortização Saldo Saldo custo acumulada líquido líquido Gastos em imóveis de terceiros 6.419 (6.224) 195 1.494 Gastos aquis. desenv. de logiciais 1.609 (1.481) 128 380 Total 8.028 (7.705) 323 1.874 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Saldo inicial 910 11.700 Baixas – (582) Amortização (587) (9.244) Saldo final 323 1.874 Em 30 de junho de 2012, não foi verificada a existência de ativos relevantes que indique perda de desvalorização. Depósitos 30/06/2012 30/06/2011 Depósitos interfinanceiros 37.475.728 37.203.995 Total 37.475.728 37.203.995 Captações no mercado aberto 30/06/2012 30/06/2011 Carteira própria 4.602.591 – Letras do Tesouro Nacional 4.602.591 – Total 4.602.591 – Outras obrigações - Sociais e estatutárias 30/06/2012 30/06/2011 Provisão para participação nos resultados 39.678 101.205 Total 39.678 101.205 Outras obrigações - Fiscais e previdenciárias 30/06/2012 30/06/2011 Impostos e contribuições sobre o lucro a pagar – 237.788 Impostos e contribuições sobre serviços de terceiros 3.103 9.080 Impostos e contribuições sobre salários 1.049 2.126 PIS 3.326 4.546 COFINS 16.641 20.594 ISS 2.101 4.602 Provisão para riscos fiscais 930.549 857.376 Provisão para impostos e contribuições diferidos 742.097 139.237 Total 1.698.866 1.275.349 Outras obrigações - Diversas 30/06/2012 30/06/2011 Provisão para despesas de pessoal 73.451 52.667 Provisão para despesas administrativas 62.590 50.214 Provisão para passivos contingentes 470.865 136.483 Comissões por intermediação de operações 10.125 44.523 Valores a repassar aos cessionários 199.547 295.650 Provisão para perdas com créditos cedidos 242.910 170.881 Transações de cartão de crédito 297.957 208.612 Obrig. por operações vinculadas a cessões (a) 103.184 – Operações de crédito a liberar 19.444 76.011 Outras (b) 159.925 256.649 Total 1.639.998 1.291.690 (a) Refere-se a obrigações por operações de venda ou de transferência de ativos financeiros com retenção substancial de riscos e benefícios. (b) Refere-se, basicamente, aos valores a processar oriundos do fluxo operacional da carteira de operações de crédito. Patrimônio líquido a. Capital Social O Capital Social é representado por 1.641.109 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal. Conforme Assembleia Geral Extraordinária, realizada em 26 de março de 2012, foi deliberado e aprovado para cumprimento das exigências estabelecidas na legislação societária, o aumento de Capital Social no montante de R$ 3.000.000, mediante a emissão de 1.514.748 novas ações ordinárias, sem valor nominal. O aumento de Capital foi aprovado e homologado pelo BACEN em 28 de março de 2012. b. Reserva de lucros Reserva legal Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do período, até atingir o limite de 20% do Capital Social. A Reserva legal poderá deixar de ser constituída quando acrescida do montante das Reservas de Capital exceder 30% do Capital Social. A Reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de Capital ou para compensar prejuízos. Reserva de expansão Para cumprimento das exigências estabelecidas na legislação societária e regras do BACEN, no encerramento do exercício, a Administração propõe que a parcela do lucro não distribuído, caso exista, seja destinado para “Reserva para expansão”. O saldo de reserva está à disposição dos acionistas para deliberação futura em Assembleia Geral. c. Ajustes de valor patrimonial reconhecidos no patrimônio líquido no período 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Saldo inicial (9.851) – Títulos disponíveis para venda 264.150 – Efeitos tributários (105.660) – Saldo final 148.639 – Balanço patrimonial por faixas de vencimento A demonstração do “Balanço patrimonial por faixas de vencimento” de 30 de junho de 2012 foi elaborada considerando o prazo de vencimento dos ativos e passivos, independente da categoria em que estão classificados. Dos ativos e passivos de prazo indeterminado, classificam-se as operações ativas no realizável a longo prazo e as operações passivas no passivo circulante. O ativo permanente e o patrimônio líquido estão sendo apresentados como “acima de 5 anos”. Na demonstração “Balanço patrimonial”, os títulos e valores mobiliários classificados na categoria “títulos para negociação” são apresentados como ativo circulante, independentemente dos prazos de vencimento. a. Ativo Até De 91 a De 1 De 3 Acima de 90 dias 360 dias a 3 anos a 5 anos 5 anos Total Disponibilidades 56.625 – – – – 56.625 Títulos e valores mobiliários 5.424 534.223 4.471.661 1.590.764 1.899.801 8.501.873 Títulos para negociação 721 18.731 5.607 279 1.193 26.531 Títulos disponíveis para venda 4.703 515.492 4.466.054 1.590.485 1.898.608 8.475.342 Operações de crédito 6.226.331 10.658.283 16.043.918 2.949.412 21.430 35.899.374 Provisão créditos de liq. duvidosa (1.359.112) (783.172) (1.096.672) (201.605) (1.465) (3.442.026) Outros créditos 1.110.660 1.330.238 2.585.441 115.020 343.233 5.484.592 Rendas a receber 2.738 – – – – 2.738 Diversos 1.107.922 1.330.238 2.585.441 115.020 343.233 5.481.854 Outros valores e bens 137.990 53.789 787.976 288.312 – 1.268.067 Permanente – – – – 116.000 116.000 Total 6.177.918 11.793.361 22.792.324 4.741.903 2.378.999 47.884.505 b. Passivo Até De 91 a De 1 De 3 Acima de 90 dias 360 dias a 3 anos a 5 anos 5 anos Total Depósitos 6.491.034 17.702.228 13.267.556 14.910 – 37.475.728 Depósitos interfinanceiros 6.491.034 17.702.228 13.267.556 14.910 – 37.475.728 Captações no mercado aberto 2.836.182 1.766.409 – – – 4.602.591 Carteira própria 2.836.182 1.766.409 – – – 4.602.591 Relações interfinanceiras / interdep. 24 – – – – 24 Outras obrigações 2.365.869 428.477 567.894 27.694 3 3.389.937 Cobrança arrecad. trib. e assemelhados 6.531 – – – – 6.531 Sociais e estatutárias 39.678 – – – – 39.678 Fiscais e previdenciárias 1.067.909 193.499 409.805 27.650 3 1.698.866 Negociação e intermediação de valores 4.864 – – – – 4.864 Diversas 1.246.887 234.978 158.089 44 – 1.639.998 Patrimônio líquido – – – – 2.416.225 2.416.225 Total 11.693.109 19.897.114 13.835.450 42.604 2.416.228 47.884.505 Receitas de operações de crédito 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Empréstimos 918.377 703.530 Financiamentos 2.934.696 3.143.822 Resultado de cessões de crédito (a) (131.509) 422.735 Recuperação de créditos baixados 81.943 89.861 Outras (b) (270.177) (426.956) Total 3.533.330 3.932.992 (a) Em 30 de junho de 2012 o saldo refere-se basicamente ao resultado de liquidação antecipada. (b) Referem-se, basicamente, às receitas e custos associados à produção de operações de crédito. Resultado de operações com títulos e valores mobiliários 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Aplicações em operações compromissadas – 75.883 Títulos de renda fixa 265.464 747 Aplicações em fundos de investimento 168.491 64.408 Ajustes ao valor de mercado 22 – Total 433.977 141.038 Resultado com instrumentos financeiros derivativos 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Contratos de futuro (1.288.083) 82.547 Ajustes ao valor de mercado 865.243 (130.894) Total (422.840) (48.347) Despesas de operações de captação no mercado 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Depósitos interfinanceiros (2.049.116) (2.155.963) Operações compromissadas (55.311) – Total (2.104.427) (2.155.963) Despesas de provisão para créditos de liquidação duvidosa 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Empréstimos e títulos descontados (380.280) (261.314) Financiamentos (2.289.424) (779.053) Total (2.669.704) (1.040.367) Receitas de prestação de serviços 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Transações de cartão de crédito 12.090 8.708 Comissão de corretagem de seguros 7.768 16.536 Rendas com serviços bancários 262 13.054 Outras 1.031 1.461 Total 21.151 39.759 Receitas de tarifas bancárias 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Pessoa física 237.615 381.229 Confecção de cadastro 146.352 258.513 Aditamentos contratuais 5.193 3.946 Avaliação de bens 69.002 107.890 Cartões de crédito 16.772 9.879 Outras 296 1.001 Pessoa jurídica 4.422 7.561 Confecção de cadastro 3.326 6.017 Avaliação de bens 1.096 1.544 Total 242.037 388.790
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Despesas de pessoal
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Honorários Benefícios Encargos sociais Proventos Treinamento Total Outras despesas administrativas
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Água, energia e gás Aluguéis Comunicações Manutenção e conservação de bens Material Processamento de dados Promoções e relações públicas Propaganda e publicidade Publicações Seguros Serviços do sistema financeiro Serviços de terceiros Vigilância e segurança Serviços técnicos especializados Transportes Viagens Emolumentos judiciais e cartor. Amortização Depreciação Outras Total Despesas tributárias
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ISS PIS COFINS Tributos federais Tributos municipais Atualização passivos fiscais Outros Total Outras receitas operacionais
36
Correção monetária de depósito judicial Variação monetária ativa Reversão de provisão de passivos contingentes Ressarcimento de custos associados Total Outras despesas operacionais
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Provisão para passivos contingentes Indenizações cíveis Depósitos judiciais Outras Total Resultado não operacional
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Resultado de bens não de uso Investimentos por incentivos fiscais Outros Total Imposto de renda e contribuição social a. Encargos devidos sobre as operações
01/01 a 30/06/2012 (2.688) (53.341) (45.754) (155.250) (519) (257.552)
01/01 a 30/06/2011 (4.218) (39.360) (44.850) (123.228) (433) (212.089)
01/01 a 30/06/2012 (1.451) (41.372) (32.937) (4.764) (712) (47.650) (609) (1.624) (116) (5.048) (66.944) (3.827) (1.279) (185.166) (6.764) (1.831) (117.144) (2.751) (6.424) (50.473) (578.886)
01/01 a 30/06/2011 (1.614) (42.005) (40.321) (6.811) (2.096) (33.593) (2.243) (2.663) – (4.810) (52.171) (6.464) (2.608) (162.533) (9.119) (13.874) (76.069) (10.954) (5.367) (42.829) (518.144)
01/01 a 30/06/2012 (13.111) (12.417) (76.410) (2.152) (1.625) (33.321) (2.640) (141.676)
01/01 a 30/06/2011 (22.791) (19.771) (121.657) (1.608) (1.353) (37.196) (5.250) (209.626)
01/01 a 30/06/2012 10.367 5.002 1.399 200 16.968
01/01 a 30/06/2011 11.681 4.605 519 201 17.006
01/01 a 30/06/2012 (163.446) (81.687) (4.807) (22.276) (272.216)
01/01 a 30/06/2011 (37.601) (36.705) – (24.869) (99.175)
01/01 a 30/06/2012 (90.421) 4.253 750 (85.418)
01/01 a 30/06/2011 (48.777) 7.697 25.405 (15.675)
01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Lucro / (Prejuízo) antes do imposto de renda, da contribuição social e das participações (2.284.188) 220.199 Encargos à alíquota nominal vigente 913.675 (88.080) Exclusões / (Adições) (913.675) (133.478) Prejuízo fiscal de IR (59.690) – Base negativa de CS (37.152) – Ajuste a mercado de TVM 10 – Ajuste a mercado de derivativos (317.121) 36.963 Ajuste a mercado de operação de crédito 346.097 (52.357) Provisão para perdas c/créditos cedidos 4.734 (36.317) Participações no lucro 47.191 35.782 Provisão para créditos de liq. duvidosa (821.826) (118.427) Provisão para contingências (64.818) (14.843) Adições permanentes e Incentivos fiscais (1.796) 19.739 Outras (9.304) (4.018) Imposto de renda e contribuição social corrente – (221.558) Imposto de renda e contribuição social diferido (346.107) 15.394 Imposto de renda e contribuição social total (346.107) (206.164) b. Imposto de renda e contribuição social diferidos com efeito sobre o resultado no período 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Crédito tributário Adições / (Exclusões) Prejuízo fiscal de IR 59.690 – Base negativa de CS 37.152 – Ajuste a mercado de derivativos 317.121 – Provisão para créditos de liq. duvidosa 821.826 118.427 Provisão para perdas c/créditos cedidos (4.734) 36.317 Provisão para contingências 64.818 14.843 Outras 9.304 4.018 Total 1.305.177 173.605 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Obrigações fiscais diferidas Adições / (Exclusões) Ajuste a mercado de derivativos – (36.963) Ajuste a mercado de TVM (10) – Ajuste a mercado de operação de crédito (346.097) 52.357 Total (346.107) 15.394 c. Imposto de renda e contribuição social diferidos com efeito sobre contas patrimoniais no período 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Ativo (Outros créditos - Diversos) Saldo inicial 1.573.566 831.311 Prejuízo fiscal de IR 59.690 – Base negativa de CS 37.152 – Ajuste a mercado de TVM (6.567) – Ajuste a mercado de derivativos 317.121 – Provisão para créditos de liq. duvidosa 821.826 118.427 Provisão para perdas c/créditos cedidos (4.734) 36.317 Provisão para contingências 64.818 14.843 Outros 9.304 4.018 Saldo final 2.872.176 1.004.916 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Passivo (Outras obrigações Fiscais e previdenciárias) Saldo inicial 296.899 154.631 Ajuste a mercado de derivativos – 36.963 Ajuste a mercado de TVM 99.101 – Ajuste a mercado de operação de crédito 346.097 (52.357) Saldo final 742.097 139.237 d. Composição do crédito tributário 30/06/2012 30/06/2011 Prejuízo fiscal de IR 59.690 – Base negativa de CS 37.152 – Ajuste a mercado de derivativos 346.773 – Provisão para créditos de liq. duvidosa 1.984.959 733.975 Provisão para perdas c/créditos cedidos 97.165 68.352 Provisão para contingências 188.554 54.566 Provisão para obrigação legal 138.494 138.494 Outros 19.389 9.529 Total 2.872.176 1.004.916 e. Expectativa de realização do crédito tributário Valor nominal Valor presente Em 2012 399.058 384.650 Em 2013 1.232.163 1.099.207 Em 2014 682.556 556.420 Em 2015 166.801 123.375 A partir de 2016 391.598 207.073 Total 2.872.176 2.370.725 No semestre findo em 30 de junho de 2012 observou-se a realização de créditos tributários no montante de R$ 579.289 correspondente a 187% da respectiva projeção de utilização para 2012, que constava no estudo técnico elaborado em 31 de dezembro de 2011. Em 30 de junho de 2012 não existem créditos tributários não ativados. f. Composição de obrigações fiscais diferidas 30/06/2012 30/06/2011 Ajuste a mercado de TVM 99.102 126.607 Ajuste a mercado de operação de crédito 642.995 12.630 Total 742.097 139.237 Partes relacionadas a. Sumário das transações com partes relacionadas 30/06/2012 30/06/2011 Disponibilidades Banco Votorantim S.A. 2.030 713 Banco do Brasil S.A. e controladas 211 21.356 Aplicações interfinanceiras de liquidez Banco Votorantim S.A. – 1.513.509 Negociação e intermediação de valores Votorantim C.T.V.M. Ltda. (4.864) 44.129 Despesas antecipadas BV Participações S.A. e controladas 55.736 42.538 Banco Votorantim S.A. 3.576 5.167 Depósitos Banco Votorantim S.A. (37.475.728) (37.203.995) Obrigações por operações compromissadas Banco Votorantim S.A. (4.602.591) – Outros valores a pagar Banco Votorantim S.A. (4.250) (5.140) BV Participações S.A. e controladas – (2.035) Banco do Brasil S.A. e controladas (190.946) (271.757) Receita/(Despesa) 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Receitas com títulos e valores mobiliários Banco Votorantim S.A. – 75.882 Resultado com cessões de crédito Banco do Brasil S.A. e controladas (110.251) 504.504 Operações de captações no mercado Banco Votorantim S.A. (2.104.427) 2.155.963 Receitas de prestação de serviços BV Leasing Arrendamento Mercantil S.A. 10 – Outras despesas administrativas BV Participações S.A. e controladas (22.817) 44.627 Banco Votorantim S.A. (1.396) 1.378 b. Remuneração de pessoal-chave da Administração Em 30 de junho de 2012, a BV Financeira despendeu o montante de R$ 20.147 como remuneração às pessoas-chave da Administração. Honorários (2.688) Gratificações (12.750) Encargos sociais (4.709) Total (20.147) c. Benefícios a empregados Não existem benefícios pós-emprego, tais como pensões, outros benefícios de aposentadoria, seguro de vida e assistência médica pós-emprego, outros benefícios de longo prazo a empregados, incluindo licença por anos de serviço ou outras licenças, jubileu ou outros benefícios por anos de serviço, remuneração baseada em ações e benefícios de rescisão de contrato de trabalho, com exceção dos previstos em acordo coletivo da categoria. Ativos e passivos contingentes e obrigações legais a. Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável 30/06/2012 30/06/2011 Contingências fiscais (a) 590 123 Contingências cíveis (b) 224.873 31.590 Contingências trabalhistas (c) 245.992 104.770 Obrigações legais (d) 929.959 857.376 Total 1.401.414 993.859 (a) referem-se, basicamente, às fiscalizações das Autoridades Fiscais com relação aos impostos incidentes sobre suas atividades, tais como: PIS, IPVA (de terceiros) e ISSQN; sendo apresentados na rubrica de Outras obrigações - Diversas. (b) referem-se, basicamente, a ações indenizatórias cuja natureza são: contestação do custo efetivo total dos contratos pactuados; revisão das condições e encargos contratuais; e tarifas; continua
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continuação
BV FINANCEIRA S.A. - CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO CNPJ nº 01.149.953/0001-89 Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 8º andar, conj. 82, Vila Gertrudes - CEP: 04794-000 - São Paulo - SP
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) sendo apresentados na rubrica de Outras obrigações – Diversas. (c) processos movidos, na grande maioria, por ex-empregados, cuja natureza das reclamações envolvem indenizações, horas extras, descaracterização de jornada de trabalho, adicional de função e representação e outros; sendo apresentados na rubrica de Outras obrigações Diversas. (d) referem-se, basicamente, ao pleito pelo não pagamento da COFINS com base nas receitas não derivadas do faturamento mensal (ampliação da base de cálculo introduzida pela Lei nº9.718/98) sendo apresentados na rubrica de Outras obrigações – Fiscais e previdenciárias. b. Movimentação dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável Demandas Fiscais Demandas Cíveis 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Saldo inicial 1.739 610 181.466 22.164 Constituições 233 6 43.407 9.426 Reversões (1.399) (519) – – Atualizações 17 26 – – Saldo final 590 123 224.873 31.590
c.
Demandas Trabalhistas Obrigações legais 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Saldo inicial 126.203 76.601 896.641 820.206 Constituições 119.789 28.169 – – Atualizações – – 33.318 37.170 245.992 104.770 929.959 857.376 Saldo final Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco possível 30/06/2012 30/06/2011 Contingências fiscais (a) 422.339 236.446 Contingências cíveis (b) 16.262 82.135 22.031 28.330 Contingências trabalhistas (c) 460.632 346.911 Total (a) referem-se, basicamente, a processos contingentes avaliados como risco de perda possível, 41 relacionados à questões tributárias, relacionadas a IRPJ/CS sobre COFINS contingente e a sua variação monetária no montante de R$ 246.874; e IPVA (de terceiros), ISS e PIS. (b) referem-se, basicamente, as ações de cobrança.
(c) processos movidos, na grande maioria, por ex-empregados, cuja natureza das reclamações envolvem indenizações, horas extras, descaracterização de jornada de trabalho, adicional de função e representação e outros. d. Depósitos judiciais apresentados em Outros créditos - Diversos 30/06/2012 30/06/2011 Contingências fiscais 247.644 224.981 Contingências cíveis 61.069 34.640 33.991 23.054 Contingências trabalhistas 342.704 282.675 Total e. Ações Cíveis Públicas A Instituição possui contingências passivas envolvendo ações cíveis públicas em que, baseado na opinião de assessores jurídicos e no julgamento da Administração, o risco de perda é considerado possível. Em função do estágio em que se encontram a mensuração dos montantes envolvidos dessas ações não pode ser determinado com suficiente segurança. f. Ativos contingentes Não existe nenhum ativo contingente contabilizado. Eventos subsequentes Conforme Assembleia Geral Extraordinária, realizada em 23 de julho de 2012, foi deliberado e aprovado, o aumento de Capital Social no montante de R$ 2.000.000, mediante a emissão de 1.358.407 novas ações ordinárias, sem valor nominal. Marcelo Rosas Betine Contador - 1PR044644/“O” - 6 “S” SP
A DIRETORIA
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Diretores e aos Acionistas da BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento São Paulo - SP Examinamos as demonstrações contábeis da BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento (Instituição) que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações contábeis A Administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em
nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os
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aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento em 30 de junho de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Outros assuntos - Demonstração do valor adicionado Examinamos, também, a demonstração do valor adicionado (DVA), elaborada sob a responsabilidade da Administração da Instituição, para o semestre findo em 30 de junho de 2012, cuja apresentação está sendo efetuada de forma espontânea pela Instituição. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. São Paulo, 2 de agosto de 2012 KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6
Alberto Spilborghs Neto Contador CRC 1SP167455/O-0
Vade retro Satana. Frase dita em rituais de exorcismo para afastar o demônio.
idades
Deus e o diabo na Praça João Mendes Padre jesuíta Mário Hisatugo, da Paróquia de São Gonçalo, no Centro de São Paulo, realiza o ritual do exorcismo. A prática é autorizada pela Igreja Católica. Fotos de L.C.Leite/Luz
Robson Rodrigues
Bispo precisa autorizar a prática
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esde que o cineasta William Friedkin concebeu, em 1973, o filme “O Exorcista”, a ideia de entender a Igreja Católica, pelos seus rituais e segredos é cada dia mais frequente. Entretanto, em São Paulo isso não é coisa do cinema. A prática do exorcismo, aparentemente esquecida e relegada ao imaginário medieval, permanece viva, embora de modo discreto, em pleno Centro Velho. O cenário onde isso acontece é a Paróquia de São Gonçalo, datada de 1757, na Praça João Mendes. Ali, há mais de 20 anos, o padre jesuíta Mário Hisatugo, de 85 anos, ministra a missa intitulada “Bênção do sal e de libertação e cura”, em cujo desenrolar se dá o rito da expulsão do demônio e outros espíritos do mal que venham a acometer os fiéis ou aqueles que estejam acreditando nessa possibilidade. Não por acaso Mário Hisatugo é conhecido como “padre exorcista”. Não esperem deparar com cenas fortes. Aliás, também convém esquecer os copos que se movimentam inexplicavelmente; cabeças girando no estilo de “pomba-gira” ou das sessões de descarrego coletivo. Esses procedimentos já não existem mais na Igreja Católica. Foram substituídos pelo recato, embora a essência continue a mesma. Padre Mário segue esse catecismo à risca. É oportuno lembrar que ele é habilitado oficialmente pela diocese de São Paulo a praticar o exorcismo. Em princípio, todo religioso que recebeu a ordenação estaria apto a fazêlo, até porque a matéria consta no currículo dos seminários que formam sacerdotes. A propósito, a expulsão do demônio está descrita em várias passagens das Sagradas Escrituras. Mas é necessária uma autorização do bispo ao qual o sacerdote está subordinado. Trata-se de uma medida cautelar para prevenir a vulgarização do ritual, que produziria confusão na cabeça dos fiéis devido à carga de temor e preconceito que carrega. Por outro lado, o padreexorcista precisa ter preparo para separar possessões demoníacas de doenças ou distúrbios psiquiátricos eventuais, restritos à área médica. Equivale, para usar uma expressão bíblica, a separar o joio do trigo, embora aqui seja difícil classificar o que é o trigo. O próprio Padre Mário, em princípio, tinha reservas sobre procedimentos exorcistas. “No início fui contra. Mas depois vi
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adre Juarez de Castro, 40 anos, religioso responsável pelo setor de comunicação da diocese de São Paulo, explica como a Igreja Católica lida com a questão do exorcismo nos dias de hoje.
Vitral representando demônios na Igreja de São Gonçalo, no Centro da cidade: prática do exorcismo é realizada por padre no local.
Diário do Comércio - Como a Igreja enxerga a prática do exorcismo? Padre Juarez de Castro – A Igreja acredita na existência do diabo e que possa haver a possessão do demônio, em um estado ou condição nos quais o corpo ou a mente de um indivíduo são dominados por essa entidade. Mas o ato do exorcismo é uma designação precisamente católica que exige a intervenção de um sacerd o t e . E m a l g u n s m o v imentos cristãos neo-pentecostais, há muitos relatos de casos de exorcismo. Contrariamente ao ritual católico, isso não é exorcismo. Diário - Todo sacerdote pode praticar o exorcismo? Padre Juarez – Não. O padre deve ser versado nas áreas da psicologia e psiquiatria. Além disso, deve haver a autorização do bispo. (R.R.)
Padre Mário durante missa tradicional na igreja: exorcismo. que o procedimento promovia o bem e atendia uma grande demanda”, diz ele. As duas missas especiais contra Belzebu, rezadas às quartas e quintas-feiras, às 9 da manhã, tem um andamento convencional, se bem que mais prolongadas – hora e meia – do que o habitual. Passam a impressão de que existe apenas uma intenção subjacente. Porém, a cerimônia que se segue após a bênção final já ganha efeitos práticos. Água e sal – Os parentes depositam ao pé do altar objetos – peças de roupas, chapéus, óculos, fotografias, etc – de familiares eventualmente possuídos, juntamente com uma profusão de garrafas de água e de porções de sal. No caso, a primeira simboliza a saúde da alma e o segundo, a do corpo. Por essas variantes, pode-se deduzir que os benefícios se estendem às pessoas enfermas. De certo modo faz sentido, pois na literatura a respeito às vezes as duas condições andam jun-
Igreja de São Gonçalo, no Centro: demônios são expulsos em templo.
tas, particularmente na asso- quais recai efetivamente a susciação com doenças mentais – peita de possessão demoníaca, esta, um estigma evidente que são levadas para uma sala revem dos tempos medievais. servada, a fim de serem subOração – Padre Mário reforça metidas ao exorcismo. Uma de os apelos proclamando a co- cada vez. Ali, entre quatro parenhecida Oração do Arcanjo Mi- des, Padre Mário faz o sinal da guel (“Protegei-nos no comba- cruz, abençoa o possuído e este/ cobri-nos parge água com vosso esbenta sobre cudo/ contra ele. O DC não os embustes teve acesso à Meu papel é apenas cerimônia ine ciladas do o de libertar os demônio...”), teira (que é o anjo que é lírestrita aos facativos, fazer uma der de exércioração para libertar miliares), mas tos celestiais. a frase usualtudo quanto é Na Bíblia há mente dita doença seja da alma pelos sacerrelatos de quanto do corpo. combates dedotes nesses le contra o diamomentos é: PADRE MÁRIO HISATUGO bo, embora o "Vade retro mais conheciSatana (afasdo – a guerra contra Lúcifer – es- ta-te Santanás)". teja registrado apenas na tradiColoca suas mãos sobre o ção, não nos textos sagrados. fiel e nessa ocasião alguns dos João Yoshico, 76 anos, havia le- acometidos costumam cair e vado pertences da esposa chegam a desmaiar. É um bom doente, na esperança de que a sinal, segundo o sacerdote. bênção pudesse aliviá-la. C on fi ss ão – “Algumas pesMas as pessoas sobre as soas reagem fortemente e isto
significa que está ocorrendo uma luta espiritual no seu interior”, explica. O resgate da alma é completado pela confissão imediata, na qual o arrependimento dos pecados sela o pacto com o Bem e completa a expulsão do rei das trevas. Padre Mário considera a etapa final mais importante do que o próprio ritual. Ao fim de sua jornada, entre endemoniados ou não, ele confessa, em média, 40 fiéis. Luiza Maria Santos, 79 anos e sua filha Luciana, 34, costumam confessar regularmente para não se tornarem, como dizem, “cativas do Diabo”. Padre Mário, por convicção pessoal e por orientação dos superiores, é extremamente discreto ao fazer a expulsão dos demônios. Isso o faz ser também econômico nos comentários. Não gosta de se estender sobre o assunto. “Meu papel é apenas o de libertar os cativos, fazer uma oração para libertar tudo quanto é doença seja da alma quanto do corpo, qual-
quer mal e mais nada”, afirma. Japoneses – Mas tal recato não impede que suas missas especiais arregimentem mais público do que as habituais. Muita gente vem de longe, como fez Luiza Takashi, 66 anos, que veio de Caieiras, quase perto de Jundiaí. A propósito, não estranhem a frequência de sobrenomes orientais nesta matéria. A Igreja de São Gonçalo tornou-se referência para a comunidade católica da colônia japonesa que se inicia ali perto, uns 100 metros, na Rua da Glória, porta de entrada para o bairro da Liberdade. Padre Mário ordenou-se em 1960. De certo modo, imita o Arcanjo Miguel. E à semelhança dele, jamais obterá uma expulsão definitiva mesmo que tivesse a espada de fogo, pois da mesma forma como ocorreu com o anjo, o demônio vai e volta. A missa acontece às quartas e quintas-feiras às 9h na Paróquia Pessoal Nipo-Brasileira São Gonçalo: Praça João Mendes, 108
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BV LEASING - ARRENDAMENTO MERCANTIL S.A. CNPJ 01.858.774/0001-10 Alameda Rio Negro, 161 - 12º andar, sala A - Condomínio West Point, Alphaville Industrial - Cep: 06454-000 - Barueri - SP
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas,
de um conjunto de instituições que atuam integradamente no mercado financeiro, inclusive em relação ao Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, apresentamos as demonstrações contábeis da gerenciamento de riscos. BV Leasing - Arrendamento Mercantil S.A. (“BV Leasing”) relativas aos semestres encerrados em 30 de junho A BV Leasing encerrou o 1S12 com carteira de crédito de R$ 2,6 bilhões, ante R$ 3,9 bilhões no mesmo de 2012 (1S12) e 2011 (1S11), acompanhadas das respectivas notas explicativas e do relatório dos auditores período de 2011. Essa redução está em consonância com a retração na carteira de Leasing - pessoa física do independentes. mercado, que reduziu mais de 43% nos últimos doze meses, conforme dados do Banco Central.
No semestre encerrado em 30 de junho de 2012, não foram prestados pelos auditores independentes quaisquer serviços que não aqueles relacionados à auditoria externa. A administração da BV Leasing, agradece aos acionistas, clientes e parceiros pela confiança depositada e aos colaboradores pelo contínuo empenho e dedicação. São Paulo, 02 de agosto de 2012
Dentro de uma estratégia de diversificação de produtos, a BV Leasing tem por objeto social, principalmente, No 1S12, o resultado bruto de intermediação financeira totalizou R$ 43,3 milhões (R$ -0,6 milhões no 1S11). a realização de operações de arrendamento mercantil de veículos. As operações são conduzidas no contexto Em Jun.12, o patrimônio líquido da BV Leasing alcançou R$ 1,3 bilhão (R$ 1,3 bilhão em Jun.11).
A Diretoria
BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) Ativo Circulante Disponibilidades Aplicações interfinanceiras de liquidez Aplicações no mercado aberto Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Carteira própria Instrumentos financeiros derivativos Operações de arrendamento mercantil Arrendamento a receber - Setor privado Rendas a apropriar de arrendamento mercantil Adiantamentos a fornecedores Provisão para créditos de arrendamento mercantil de liquidação duvidosa Outros créditos Diversos Outros valores e bens Bens não de uso próprio Despesas antecipadas Realizável a longo prazo Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Carteira própria Instrumentos financeiros derivativos Operações de arrendamento mercantil Arrendamento a receber - Setor privado Rendas a apropriar de arrendamento mercantil Provisão para créditos de arrendamento mercantil de liquidação duvidosa Outros créditos Diversos Outros valores e bens Despesas antecipadas Permanente Investimentos Outros investimentos Provisão para perdas Imobilizado de uso Outras imobilizações de uso Depreciações acumuladas Imobilizado de arrendamento Bens arrendados Superveniência de depreciação Depreciações acumuladas Diferido Gastos de organização e expansão Amortização acumulada Total do ativo
2012 21.732.442 3.934 5.652.137 5.652.137
2011 2.493.482 4.825 – –
15.833.128 243.573 15.589.555 (80.511) 1.100.401 (1.083.625) 6.994 (104.281) 307.704 307.704 16.050 8.893 7.157 3.099.093 2.471.772 33.263 2.438.509 (82.202) 1.097.598 (1.080.754) (99.046) 700.468 700.468 9.055 9.055 5.110.741 2.424 3.639 (1.215) – 186 (186) 5.100.674 5.214.025 3.335.545 (3.448.896) 7.643 13.475 (5.832) 29.942.276
2.332.371 2.143.267 189.104 (77.209) 1.255.199 (1.251.178) 1.021 (82.251) 210.979 210.979 22.516 7.862 14.654 19.349.765 18.684.006 – 18.684.006 (87.308) 1.773.130 (1.758.683) (101.755) 744.895 744.895 8.172 8.172 6.631.888 2.433 3.639 (1.206) – 186 (186) 6.625.518 6.449.923 3.573.122 (3.397.527) 3.937 7.977 (4.040) 28.475.135
Passivo Circulante Recursos de aceites e emissão de títulos Recursos de debêntures Obrigações por empréstimos e repasses Repasses do País - Instituições oficiais FINAME Instrumentos financeiros derivativos Instrumentos financeiros derivativos Outras obrigações Fiscais e previdenciárias Credores por antecipação de valor residual Diversas Exigível a longo prazo Recursos de aceites e emissão de títulos Recursos de debêntures Obrigações por empréstimos e repasses Repasses do País - Instituições oficiais FINAME Instrumentos financeiros derivativos Instrumentos financeiros derivativos Outras obrigações Fiscais e previdenciárias Credores por antecipação de valor residual Diversas Patrimônio líquido Capital De domiciliados no País Reservas de lucros Lucros acumulados
2012 5.111.570 3.191.563 3.191.563 1.555
2011 4.123.316 1.478.978 1.478.978 851
1.555 418.737 418.737 1.499.715 128.417 1.345.978 25.320 23.515.973 21.233.365 21.233.365 17.591
851 1.088.241 1.088.241 1.555.246 285.306 1.250.528 19.412 23.038.796 20.722.547 20.722.547 22.986
17.591 346.751 346.751 1.918.266 561.885 1.355.448 933 1.314.733
22.986 112.199 112.199 2.181.064 381.732 1.791.449 7.883 1.313.023
998.800 297.999 17.934
998.800 312.297 1.926
Total do passivo
29.942.276
28.475.135
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
Capital Social Capital Aumento realizado de Capital 996.200 2.600 2.600 (2.600) – – – 998.800 998.800 – – 998.800 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
– – – – – –
Reservas de Lucros Legal 25.053 – –
Expansão 287.143 – –
Lucros acumulados – – 2.027
Total 1.310.996 – 2.027
101 25.154 25.154 – 944 26.098
– 287.143 271.901 – – 271.901
(101) 1.926 – 18.878 (944) 17.934
– 1.313.023 1.295.855 18.878 – 1.314.733
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 1
2
3
4
2012 1.920.368 Receitas da intermediação financeira Operações de arrendamento mercantil 891.683 Resultado de operações com títulos e valores mobiliários 183.228 Resultado com instrumentos financeiros derivativos 845.457 (1.877.036) Despesas da intermediação financeira Operações de captação no mercado (1.091.009) Operações de empréstimos, cessões e repasses (749) Operações de arrendamento mercantil (680.165) Provisão para créditos de liquidação duvidosa (105.113) 43.332 Resultado bruto da intermediação financeira (22.969) Outras receitas / (despesas) operacionais Receitas de prestação de serviços 37 Rendas de tarifas bancárias 273 Despesas de pessoal (3.128) Outras despesas administrativas (14.842) Despesas tributárias (12.995) Outras receitas operacionais 16.340 Outras despesas operacionais (8.654) 20.363 Resultado operacional 11.933 Resultado não operacional 32.296 Resultado antes da tributação sobre o lucro (13.418) Imposto de renda e contribuição social Provisão para imposto de renda (16.999) Provisão para contribuição social (11.473) Ativo fiscal diferido 15.054 18.878 Lucro líquido do semestre 37,02 Lucro líquido por ação - R$ As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
2011 2.043.270 1.142.610 119.432 781.228 (2.043.910) (1.092.949) (751) (863.271) (86.939) (640) (24.931) 121 4.381 (5.130) (19.884) (11.286) 10.992 (4.125) (25.571) 30.023 4.452 (2.425) 172.753 (13.335) (161.843) 2.027 3,97
DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais)
DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais)
Saldos em 31 de dezembro de 2010 Integralização de Capital Lucro líquido Destinações do lucro líquido: Reserva legal Saldos em 30 de junho de 2011 Saldos em 31 de dezembro de 2011 Lucro líquido Reserva legal Saldos em 30 de junho de 2012
DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais, exceto o Lucro líquido por lote de mil ações)
Contexto operacional A BV Leasing - Arrendamento Mercantil S.A. é uma Companhia de capital fechado que tem por objetivo social, principalmente, a realização de operações de arrendamento mercantil de veículos. As operações são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam integradamente no mercado financeiro, inclusive em relação ao gerenciamento de riscos, e certas operações têm a coparticipação ou a intermediação de instituições associadas, integrantes do sistema financeiro. Os benefícios dos serviços prestados entre essas instituições e os custos da estrutura operacional e administrativa são absorvidos segundo a praticabilidade e a razoabilidade de lhes serem atribuídos em conjunto ou individualmente. Apresentação das demonstrações contábeis As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas da Lei das Sociedades por Ações e normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Em 28 de dezembro de 2007 foi promulgada a Lei n° 11.638/07, complementada pela Lei n° 11.941/09, as quais alteraram a Lei das Sociedades por Ações quanto às práticas contábeis adotadas no Brasil. Embora a referida lei já tenha entrado em vigor, algumas alterações por ela introduzidas dependem de normatização por parte do CMN. As alterações aprovadas pelo CMN foram: • os procedimentos de mensuração do valor recuperável de ativos; • a elaboração do fluxo de caixa em substituição da demonstração das origens e aplicações de recursos; • a divulgação em notas explicativas às demonstrações contábeis das informações sobre partes relacionadas; • pagamento baseado em ações; • definição de critérios para a seleção, alteração e divulgação de políticas contábeis, para as alterações nas estimativas contábeis e para as retificações de erros; • eventos subsequentes; e • os procedimentos de reconhecimento, mensuração e divulgações de provisões, passivos e ativos contingentes. Foi aplicado ainda, o seguinte pronunciamento que não é conflitante com as normas do Banco Central do Brasil, conforme determina regulamentação vigente: • Demonstração do valor adicionado. A emissão das demonstrações contábeis foi autorizada pela Diretoria em 02 de agosto de 2012. Gerenciamento de riscos A gestão de riscos tem suas políticas aderentes às melhores práticas de mercado e está em linha com as diretrizes definidas pelo CMN. Sua abrangência é no âmbito das instituições que compõem o Conglomerado Financeiro Votorantim (“Conglomerado”). Foram implementadas políticas, procedimentos e sistemas de gestão capazes de gerir, avaliar e mitigar os riscos inerentes aos seus negócios, proporcionando à Administração uma visão de todos os riscos. Risco de mercado Risco de mercado é definido como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas. A gestão é feita de forma centralizada por uma área que mantém independência em relação à mesa de operações. Os procedimentos básicos adotados para o gerenciamento deste risco são: (a) integridade na precificação de ativos e derivativos; (b) avaliação do risco pela metodologia Value at Risk e pela simulação de cenários; e (c) acompanhamento de resultados diários com testes de aderência da metodologia back-test. O Conglomerado realiza operações que envolvem instrumentos financeiros derivativos, atuando em mercados organizados e de balcão, com o objetivo de possibilitar uma gestão de risco de mercado adequada à sua política. Estes instrumentos são utilizados para hedge de posições, para atender demanda de contrapartes e como meio de reversão de posições em momentos de grandes oscilações. Risco operacional Risco operacional é definido como o risco de perda resultante de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas ou de eventos externos à Instituição - inclui o risco legal, porém exclui o risco estratégico e o risco de imagem. Os princípios básicos observados pela Instituição na gestão e controle do risco operacional estão em conformidade com a regulamentação vigente do Banco Central do Brasil e com as melhores práticas de mercado: • envolvimento da alta Administração na supervisão global da tomada de riscos através dos comitês e comissões estabelecidos; • mapeamento dos processos operacionais e sistêmicos, mapeamento de controles existentes e análise dos riscos inerentes e residuais; • avaliação do impacto financeiro potencial e da possibilidade de ocorrência dos riscos mapeados; • a partir dessa avaliação, define-se a exposição ao risco operacional, de acordo com a matriz de risco padronizada para toda Instituição; • captura de perdas operacionais e manutenção de base de dados estruturada com informações referentes aos eventos; • análise, comunicação e implantação de planos de ação para melhoria de processos e controles para mitigação dos riscos incorridos; e • cálculo de Capital alocado para risco operacional a partir de metodologias estruturadas, baseadas nas melhores práticas de mercado e adequadas em relação às exigências regulatórias. Risco de crédito Risco de crédito consiste na possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, bem como à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, a vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação. Como parte do processo de gestão do risco de crédito, são realizados acompanhamentos das políticas, normas, processos, limites estabelecidos, além da análise dos riscos e submissão às alçadas e aos comitês aprovadores. A política de crédito é formulada com base em análise de indicadores internos da carteira e dos processos de precificação e avaliação de empresas, e em fatores externos, relacionados à situação financeira das empresas e à conjuntura econômica do País e do exterior. O Conglomerado realiza avaliações de risco de crédito das operações, determinadas através de modelos julgamentais e estatísticos. Ressalta-se que na identificação de deterioração da qualidade da carteira de crédito, são tomadas ações de mitigação de riscos, tais como, reavaliação do perfil de risco dos clientes e análises setoriais que influenciam na gestão de limites até a gestão e controle de garantias. Gestão de ativos e passivos O Comitê Operacional de Ativos e Passivos (ALM) é responsável pela gestão dos riscos estruturais de taxas de juros, taxas de câmbio e de liquidez, bem como a gestão do capital que busca otimizar a relação risco versus retorno e maior eficiência na composição dos fatores que impactam no Índice de Solvabilidade (Basileia). Em 30 de junho de 2012, o índice de Solvabilidade (Basileia) do Conglomerado Financeiro Votorantim é de 15,5% (13,9% em 2011). Em atendimento à Circular nº3.477/09 do Bacen, o Conglomerado Financeiro Votorantim mantém informações adicionais de seu processo de gestão de riscos disponibilizadas no website: www.bancovotorantim.com.br/ri Principais práticas contábeis a. Apuração do resultado As receitas e despesas são registradas de acordo com o regime de competência e são contabilizadas pelo critério “pro rata” dia, calculadas com base no método exponencial, as quais são calculadas com base no método linear. b. Caixa e equivalentes de caixa 8 Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades, aplicações em depósitos interfinanceiros e aplicações em operações compromissadas - posição bancada, cujo vencimento das operações, na data da aplicação, seja de até 90 dias. c. Aplicações interfinanceiras de liquidez As aplicações interfinanceiras são registradas pelo valor da aplicação, acrescido dos rendimentos auferidos até a data do balanço, calculados “pro rata” dia com base na variação do indexador e nas taxas de juros pactuados. d. Títulos e valores mobiliários Os títulos e valores mobiliários são registrados pelo valor efetivamente pago e classificados em função da intenção da Administração em três categorias distintas: i. Títulos para negociação - Títulos adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São ajustados pelo seu valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; ii. Títulos disponíveis para venda - Títulos que não se enquadrem para negociação nem como mantidos até o vencimento. São ajustados pelo seu valor de mercado em contrapartida à conta
e.
f.
g.
h.
i.
j.
destacada do patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários; e iii. Títulos mantidos até o vencimento - Títulos adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Nesta categoria, os títulos não são ajustados ao seu valor de mercado. A metodologia de avaliação a mercado foi estabelecida com observância de critérios consistentes e verificáveis, que levam em consideração o preço médio de negociação no dia da apuração, ou na falta deste, o valor de ajuste diário das operações de mercado futuro divulgados por fontes externas ou o valor líquido provável de realização obtido com a utilização de curvas de valores futuros de taxas de juros, taxas de câmbio, índices de preços e moedas, além de eventuais ajustes nos preços de títulos de baixa liquidez. Os rendimentos auferidos com os títulos e valores mobiliários, independentemente da categoria em que estão classificados, são calculados “pro rata” dia com base na variação do indexador e nas taxas de juros pactuados, pelo método exponencial ou linear, até a data do vencimento ou da venda definitiva do título, sendo reconhecidos diretamente no resultado do período. Instrumentos financeiros derivativos Os instrumentos financeiros derivativos são avaliados pelo seu valor de mercado, com critérios consistentes e verificáveis, considerando o preço médio de negociação no dia da apuração, ou na falta deste, metodologias convencionais e consagradas. Os instrumentos financeiros derivativos são classificados de acordo com a intenção da Administração, levando-se em consideração a sua finalidade. Os instrumentos financeiros utilizados para compensar, no todo ou em parte, os riscos decorrentes das exposições às variações no valor de mercado de ativos ou passivos são considerados instrumentos de proteção (hedge) e são classificados de acordo com a sua natureza em: i. Hedge de risco de mercado - Os instrumentos financeiros classificados nessa categoria, bem como o item objeto de hedge, tem seus ajustes a valor de mercado registrados em contrapartida ao resultado do período; e ii. Hedge de fluxo de caixa - Os instrumentos financeiros derivativos classificados nesta categoria, tem seus ajustes a valor de mercado registrados em conta destacada do patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários. Os instrumentos financeiros derivativos que não atendam aos critérios de hedge tem seus ajustes a valor de mercado registrados diretamente no resultado do período. Para os instrumentos financeiros derivativos negociados em associação com operações de captação, tanto o derivativo como a captação estão contabilizados pelas condições intrínsecas contratadas, não sendo ajustados pelo valor de mercado. Hedge contábil O Conglomerado mantém instrumentos derivativos de hedge financeiro para proteger suas exposições de risco de variação de moeda estrangeira e taxas de juros. No momento da designação inicial do hedge, a Administração formalmente documenta o relacionamento entre os instrumentos e os itens objeto de hedge, incluindo os objetivos de gerenciamento de riscos e a estratégia na condução da transação, juntamente com os métodos que serão utilizados para avaliar a efetividade do relacionamento de hedge, considerando métodos de cálculo convencionais e consagrados. A Administração faz uma avaliação, tanto no início do relacionamento, como continuamente, para verificar se existe uma expectativa que os instrumentos sejam altamente eficazes na compensação de variações no valor justo dos respectivos itens objeto de hedge durante o período para o qual é designado, e se os resultados reais estão dentro da faixa de 80- 125 por cento, conforme previsto na regulamentação vigente. Operações de arrendamento mercantil e provisão para créditos de liquidação duvidosa As operações de arrendamento mercantil são registradas na forma da Portaria MF nº140/84 e ajustadas por provisão para superveniência ou insuficiência de depreciação, calculadas com base no valor presente da carteira de arrendamento mercantil. As operações de arrendamento mercantil e outros créditos com características de concessão de crédito são classificadas de acordo com o julgamento da Administração quanto ao nível de risco, levando em consideração a conjuntura econômica, a experiência passada e os riscos específicos em relação à operação, aos devedores e garantidores, períodos de atraso, grupo econômico observando os parâmetros estabelecidos pelo CMN, que requer a análise da carteira e sua classificação em nove níveis, sendo AA (risco mínimo) e H (risco máximo). Com relação ao período de atraso verificado nas operações de varejo com prazo a decorrer superior a 36 (trinta e seis) meses, admite-se a contagem em dobro sobre os intervalos de atraso definidos para os nove níveis. As rendas das operações de arrendamento mercantil vencidas há mais de 60 (sessenta) dias, independentemente de seu nível de risco, somente são reconhecidas como receita quando efetivamente recebidas. As operações classificadas como nível H permanecem nessa classificação por 180 (cento e oitenta) dias, quando então são baixadas contra a provisão existente e controladas em contas de compensação. As operações renegociadas são mantidas, no mínimo, no mesmo nível em que estavam classificadas, observando as regras da Resolução nº2.682/CMN. As renegociações de operações de arrendamento mercantil que já haviam sido baixadas contra a provisão e que estavam em contas de compensação são classificadas como H, e os eventuais ganhos provenientes da renegociação são reconhecidos como receita quando efetivamente recebidos. As operações de arrendamento mercantil, que são objetos de hedge de instrumentos financeiros derivativos, são avaliadas pelo seu valor de mercado utilizando critério consistente e verificável. Os ajustes de avaliação ao valor de mercado dessas operações são registrados, quando positivos, em Outros créditos - Diversos, e, quando negativos, em Outras obrigações - Diversas, em contrapartida de Receitas de arrendamento mercantil. Despesas antecipadas São contabilizadas as aplicações de recursos em pagamentos antecipados, cujos benefícios ou prestação de serviços ocorrerão em períodos futuros. As despesas antecipadas são registradas ao custo e amortizadas à medida que forem sendo realizadas. Estimativas contábeis A elaboração de demonstrações contábeis requer que a Administração use de julgamento na determinação e registro de estimativas contábeis. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados, devido a imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. Itens significativos sujeitos a essas estimativas e premissas incluem avaliação de ativos e passivos financeiros e instrumentos financeiros derivativos pelo seu valor justo, análise de risco de crédito para determinação da provisão para créditos de liquidação duvidosa, assim como da análise sobre passivos contingentes. A Administração revisa as estimativas e premissas regularmente. Os principais valores reconhecidos nas demonstrações contábeis por meio das estimativas estão incluídos nas seguintes notas explicativas: nº 8 - Títulos e valores mobiliários; nº 9 - Instrumentos financeiros derivativos; nº 10 - Operações de arrendamento mercantil; e nº 39 - Ativos e passivos contingentes e obrigações legais. Ativo permanente i. Os investimentos são demonstrados pelo seu custo de aquisição e deduzidos de provisão para perda, quando aplicável; ii. O imobilizado é demonstrado pelo custo de aquisição, deduzido da respectiva conta de depreciação. A depreciação é calculada pelo método linear, com base nas seguintes taxas anuais, de acordo com a vida útil-econômica estimada dos bens, sendo:
2012 Fluxos de caixa provenientes das operações Lucro líquido 18.878 Ajustes ao Lucro líquido: 744.481 Depreciações e amortizações 514.772 Superveniência / (Insuficiência) de depreciação 124.817 Provisão para crédito de liquidação duvidosa 105.113 Provisão para passivos contingentes / obrig. legais (193) Resultado não operacional (28) Variações patrimoniais Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos 4.009.823 Operações de arrendamento mercantil (19.156) Outros créditos (15.590) Outros valores e bens 18.920 Outras obrigações (234.408) Recursos de aceites e emissão de títulos 994.774 Obrigações por empréstimos e repasses (4.945) Caixa gerado pelas operações 5.512.777 Fluxos de caixa provenientes das atividades de financiamento Dividendos pagos – Caixa utilizado pelas atividades de financiamento – Fluxos de caixa provenientes das atividades de investimento Alienação de imobilizado de uso / arrendamento 212.430 Alienações no diferido 4.191 Aquisição de imobilizado de uso / arrendamento (73.040) Aplicações no diferido (8.019) Caixa gerado / (utilizado) pelas atividades de investimento 135.562 Variação líquida de caixa e equivalentes de caixa 5.648.339 Caixa e equivalentes de caixa no início do período 7.732 Caixa e equivalentes de caixa no fim do período 5.656.071 Aumento / (Redução) no caixa e equivalentes de caixa 5.648.339 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
2011 2.027 520.699 839.479 (405.273) 86.939 651 (1.097) (1.364.308) (9.433) 253.871 (18.685) (1.515.134) 2.304.825 (4.626) 169.236 (2.091) (2.091) 198.597 – (368.840) (646) (170.889) (3.744) 8.569 4.825 (3.744)
DEMONSTRAÇÕES DOS VALORES ADICIONADOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 2012 1.835.184 Receitas Receitas da intermediação financeira 1.920.368 Receitas de prestação de serviços e tarifas bancárias 310 Provisão para créditos de liquidação duvidosa (105.113) Outras receitas / (despesas) 7.686 Resultado não operacional 11.933 (1.257.151) Despesas da intermediação financeira (14.842) Insumos adquiridos de terceiros Materiais, energia e outros (7) Serviços de terceiros (19) (14.816) Outras Processamento de dados (2.507) Publicações (138) Propaganda e publicidade (15) Serviços do sistema financeiro (1.392) Serviços técnicos especializados (4.333) (6.431) Outras 563.191 Valor adicionado bruto Despesas de amortização / depreciação (514.772) 48.419 Valor adicionado líquido produzido pela Entidade 48.419 Valor adicionado a distribuir 48.419 Valor adicionado distribuído 2.821 Pessoal Salários e honorários 2.712 Benefícios e treinamentos – FGTS 109 26.720 Impostos, taxas e contribuições INSS sobre salários 307 Despesas tributárias (exceto IR e CS) 12.995 Imposto de renda / contribuição social 13.418 18.878 Remuneração de capitais próprios Lucro retido 18.878 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis
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7
2011 1.997.723 2.043.270 4.502 (86.939) 6.867 30.023 (1.117.492) (19.884) (3) (5) (19.876) (2.187) – (208) (5.051) (5.518) (6.912) 860.347 (839.479) 20.868 20.868 20.868 4.247 3.916 18 313 14.594 883 11.286 2.425 2.027 2.027
• instalações, móveis e equipamentos de uso - 10%; • sistema de comunicação, segurança e transporte - 10%; e • sistemas de processamento de dados - 20%. iii. O imobilizado de arrendamento é demonstrado pelo custo de aquisição, deduzido pela respectiva depreciação calculada pelo método linear e de forma acelerada nos casos previstos na regulamentação vigente; iv. O ativo diferido é demonstrado pelo custo de aquisição ou formação, deduzido da respectiva amortização. As perdas em arrendamentos são amortizadas pelo prazo remanescente de vida útil dos bens objeto dos contratos de arrendamento e de acordo com a regulamentação vigente; e Os ativos não financeiros estão sujeitos à avaliação do valor recuperável em períodos anuais. k. Tributos O imposto de renda foi apurado com base na alíquota de 15%, acrescido do adicional de 10% e a contribuição social foi apurada com base na alíquota de 15%, ambos aplicáveis sobre o lucro tributável. É reconhecido o imposto de renda diferido, calculado à alíquota de 25%, sobre o ajuste da superveniência de depreciação da carteira de arrendamento mercantil. A constituição do crédito tributário do imposto de renda e da contribuição social está fundamentado em estudo técnico comprobatório da capacidade de sua realização preparado pela Administração. O PIS (Programa de integração social) foi apurado com base na alíquota de 0,65% e a COFINS (Contribuição para financiamento da seguridade social) foi apurada com base na alíquota de 4%, ambos aplicáveis sobre as receitas auferidas pela Companhia, reduzidas das exclusões e deduções permitidas pela legislação em vigor. O ISS (Imposto sobre serviços) foi apurado considerando alíquota de 2% até 5% (alíquota varia de acordo com cada município) sobre as receitas de serviços prestados pela Companhia. l. Ativos e passivos contingentes e obrigações legais O reconhecimento, a mensuração e a divulgação dos ativos contingentes, contingências passivas e obrigações legais são efetuados de acordo com os seguintes critérios: i. Ativos contingentes - São reconhecidos nas demonstrações contábeis somente quando da existência de evidências que propiciem a garantia de sua realização, sobre as quais não cabem mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo; ii. Passivos contingentes - São reconhecidos nas demonstrações contábeis quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e da Administração, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, com uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes classificados como de perdas possíveis não são reconhecidos contabilmente, devendo ser apenas divulgados nas notas explicativas, e os classificados como remotos não requerem provisão e divulgação; e iii. Obrigações legais - São processos judiciais relacionados a obrigações tributárias, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da probabilidade de sucesso dos processos judiciais em andamento, tem os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis. m. Outros ativos e passivos Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias e cambiais auferidas (em base “pro rata” dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos estão demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias e cambiais incorridas (em base “pro rata” dia). Composição de caixa e equivalentes de caixa 30/06/2012 30/06/2011 Disponibilidades 3.934 4.825 Aplicações interfinanceiras de liquidez 5.652.137 – Oper. comprom. - Posição bancada 5.656.071 4.825 Total Disponibilidades 30/06/2012 30/06/2011 3.934 4.825 Depósitos bancários 3.934 4.825 Total Aplicações interfinanceiras de liquidez 30/06/2012 30/06/2011 5.652.137 – Oper. comprom. - Posição bancada 5.652.137 – Letras do Tesouro Nacional 5.652.137 – Total
Títulos e valores mobiliários Composição por categoria 30/06/2011 Ganho / (Perda) não realizado Valor de custo Valor de mercado (contábil) Ganho / (Perda) não realizado 530 1.640.561 1.640.561 – Letras Financeiras do Tesouro 530 49.193 49.193 – – 1.591.368 1.591.368 – Cotas de Fundos de Invest. 530 1.640.561 1.640.561 – Total 30/06/2012 30/06/2011 Valor de custo Valor de mercado (contábil) Ganho / (Perda) não realizado Valor de custo Valor de mercado (contábil) Ganho / (Perda) não realizado Títulos disponíveis para venda 33.803 33.803 – 502.706 502.706 – Cotas de Fundos de Invest. 540 540 – 535 535 – 33.263 33.263 – 502.171 502.171 – Cotas de FIDC 33.803 33.803 – 502.706 502.706 – Total Em 30 de junho de 2012 não existem títulos classificados na categoria “mantidos até o vencimento”. Títulos para negociação
Valor de custo 242.503 242.503 – 242.503
30/06/2012 Valor de mercado (contábil) 243.033 243.033 – 243.033
continua
DIÁRIO DO COMÉRCIO
22
terça-feira, 14 de agosto de 2012
continuação
BV LEASING - ARRENDAMENTO MERCANTIL S.A. CNPJ 01.858.774/0001-10 Alameda Rio Negro, 161 - 12º andar, sala A - Condomínio West Point, Alphaville Industrial - Cep: 06454-000 - Barueri - SP
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 9
Instrumentos financeiros derivativos a. Composição em contas patrimoniais Ativo Diferencial a receber de swap Box de opção - Estratégia de renda fixa Total Passivo Diferencial a pagar de swap Total b. Composição dos contratos de swap por indexador
Posição ativa DI Dólar Pré-fixado Posição passiva DI Pré-fixado Diferencial líquido
19
Valor original 21.285.433 19.377.461 – 1.907.972 21.285.433 1.907.972 19.377.461 –
c.
10
11
12
13
14
15
Composição dos contratos de Box de opção - Estratégia de renda fixa 30/06/2012 30/06/2011 Valor de Valor de mercado / mercado / Valor Valor exposição exposição contratado contratado a risco a risco Risco pré-fixado Posição ativa Compra de Call com limite de alta 5.153.078 6.518.064 6.098.629 4.385.520 9.672.893 11.383.305 11.249.486 14.312.870 Compra de Put com limite de baixa 14.825.971 17.901.369 17.348.115 18.698.390 Total Risco dólar Posição ativa Compra de Put com limite de baixa – 15.624.178 – 14.155.568 – 15.624.178 – 14.155.568 Subtotal Posição passiva Compra de Call com limite de alta – 15.624.178 – 14.155.568 – 15.624.178 – 14.155.568 Subtotal – – – – Total d. Instrumentos financeiros derivativos segregado por local de negociação 30/06/2012 30/06/2011 Posição ativa 18.028.064 18.873.110 Balcão 18.028.064 18.873.110 Instituições financeiras 18.028.064 18.873.110 Total Posição passiva 765.488 1.200.440 Balcão 765.488 1.200.440 Instituições financeiras 765.488 1.200.440 Total Operações de arrendamento mercantil e provisão para créditos de liquidação duvidosa a. Composição das operações por modalidade e parcelas vencidas e vincendas 30/06/2012 30/06/2011 Arrendamentos a receber 2.197.999 3.028.329 Rendas a apropriar de arrendamento mercantil (2.164.379) (3.009.861) Imobilizado de arrendamento 1.765.129 3.052.396 Superveniência de depreciação 3.335.545 3.573.122 Diferido de arrendamento 7.643 3.937 Custos financiados 185.771 299.867 (2.701.426) (3.041.977) Credores por antecipação de valor residual 2.626.282 3.905.813 Valor presente dos contratos com valor residual Parcelas vencidas (a partir de 15 dias) 97.914 92.185 2.528.368 3.813.628 Parcelas vincendas 2.626.282 3.905.813 Total de parcelas No período, a Instituição registrou resultado com insuficiência de depreciação no montante de R$ 124.817 (resultado com superveniência de depreciação no montante de R$ 405.273 em 2011), classificada na demonstração do resultado em “Despesas de operações de arrendamento mercantil e Receitas de operações de arrendamento mercantil”, respectivamente. b. Concentração das operações 30/06/2012 30/06/2011 Dez maiores devedores 84.068 51.905 Cinquenta seguintes maiores devedores 74.504 59.783 Cem seguintes maiores devedores 34.885 32.705 2.432.825 3.761.420 Demais clientes 2.626.282 3.905.813 Total c. Composição das operações por setor de atividade econômica 30/06/2012 30/06/2011 Pessoas jurídicas 267.733 250.705 Setor privado 267.733 250.705 Indústria 40 83 Comércio 140 589 Serviços 267.553 250.033 2.358.549 3.655.108 Pessoas físicas 2.626.282 3.905.813 Total d. Composição das operações nos correspondentes níveis de risco 30/06/2012 30/06/2011 Curso Operações Total das Curso Operações Total das normal vencidas operações normal vencidas operações Nível de risco A 2.098.733 – 2.098.733 3.350.131 – 3.350.131 B – 121.652 121.652 – 163.470 163.470 C – 111.643 111.643 – 115.038 115.038 D – 60.645 60.645 – 59.969 59.969 E – 33.771 33.771 – 47.352 47.352 F – 36.358 36.358 – 36.795 36.795 G – 31.961 31.961 – 31.629 31.629 – 131.519 131.519 151 101.278 101.429 H 2.098.733 527.549 2.626.282 3.350.282 555.531 3.905.813 Total e. Constituição da provisão para créditos de liquidação duvidosa por nível de risco e tipo de carteira Nível de risco % Provisão 30/06/2012 30/06/2011 A 0,5 10.494 16.751 B 1 1.217 1.635 C 3 3.349 3.451 D 10 6.065 5.997 E 30 10.131 14.205 F 50 18.179 18.398 G 70 22.373 22.140 131.519 101.429 H 100 203.327 184.006 Total 7,74% 4,71% Percentual sobre carteira f. Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa no período 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Saldo inicial 231.240 100.183 Constituições / (Reversões) 105.113 86.939 (133.026) (3.116) Baixas para prejuízo 203.327 184.006 Saldo final g. Estratégias de hedge contábil Foi procedida a avaliação ao valor de mercado da carteira de arrendamentos, conforme determina a Resolução nº 3.082/02 do BACEN. A referida avaliação considera o respectivo hedge em instrumentos financeiros derivativos, refletindo os efeitos da variação das taxas de juros na carteira de arrendamento, de acordo com o fluxo de vencimento das parcelas, em contrapartida aos ajustes ocorridos no referido mercado de derivativos. 30/06/2012 30/06/2011 Valor Valor de Ganho / (Perda) Valor Valor de Ganho / (Perda) de custo mercado não realizado de custo mercado não realizado Operações de arrend. 2.626.282 2.750.660 124.378 3.905.813 3.937.860 32.047 mercantil 2.626.282 2.750.660 124.378 3.905.813 3.937.860 32.047 Total Em 30 de junho de 2012, a avaliação desses ativos gerou ajuste positivo não realizado no montante de R$ 124.378 (R$ 32.047 em 2011 de ajuste positivo não realizado), registrados em Outros créditos - Diversos. Para proteger os riscos de taxas de juros pré-fixada dos empréstimos, financiamentos e operações de arrendamento mercantil, o Conglomerado negociou contratos de swap de DI junto a BM&FBOVESPA, de acordo com o fluxo de vencimento das parcelas. O valor de mercado desses derivativos totalizou R$ 2.773.065. A efetividade verificada na carteira de hedge encontrava-se em conformidade com o estabelecido na regulamentação vigente. h. Informações complementares 30/06/2012 30/06/2011 Montante de créditos renegociados no período 1.444 1.197 Montante de créditos recuperados, baixados como prejuízo 5.629 3.764 Outros créditos - Diversos 30/06/2012 30/06/2011 Adiantamentos a fornecedores – 116 Cheques a receber 1 38 Crédito tributário de impostos e contribuições 650.658 604.157 Devedores por depósitos em garantia 4.847 4.559 Impostos e contribuições a compensar 42.420 14.979 Impostos e contribuições a recuperar 1 3 Ajuste a mercado op. de arrendamento mercantil 124.378 32.047 Custos associados op. de arrendamento mercantil 185.771 299.867 96 108 Outros 1.008.172 955.874 Total Outros valores e bens 30/06/2012 30/06/2011 Comissões por intermediação de operações 14.385 12.009 Despesas de emissão de títulos – 1.561 Despesas de serviços do sistema financeiro 4 4 Despesas de serviços técnicos especializados 36 – Bens não de uso próprio - Veículos 8.893 7.862 1.787 9.252 Outras despesas administrativas 25.105 30.688 Total Investimentos 30/06/2012 30/06/2011 Investimentos por incentivos fiscais 3.639 3.639 (1.215) (1.206) Provisão para perdas com incentivos fiscais 2.424 2.433 Total Imobilizado de arrendamento 30/06/2012 30/06/2011 Valor de Depreciação Saldo Saldo custo acumulada líquido líquido Veículos 5.052.096 (3.409.762) 1.642.334 2.959.914 Aeronaves 4.861 (868) 3.993 4.687 Instalações 1.628 (463) 1.165 1.398 Máquinas e equipamentos 122.625 (26.822) 95.803 70.608 Sistema de processamento de dados 30.479 (10.807) 19.672 14.716 Móveis 2.309 (167) 2.142 1.048 27 (7) 20 25 Outros Bens arrendados 5.214.025 (3.448.896) 1.765.129 3.052.396 3.335.545 3.573.122 Superveniência de depreciação 5.100.674 6.625.518 Total 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Saldo inicial 5.993.669 6.888.272 Aquisições 73.040 368.840 Alienações (212.430) (198.597) Depreciação (512.479) (838.270) (241.126) 405.273 Superveniência de depreciação 5.100.674 6.625.518 Saldo final Diferido 30/06/2012 30/06/2011 Valor de Amortização Saldo Saldo custo acumulada líquido líquido 13.475 (5.832) 7.643 3.937 Perdas em arrendamentos a amortizar 13.475 (5.832) 7.643 3.937 Total
16
17
18
30/06/2012 Valor de custo Valor de mercado 25.216.748 25.292.140 22.928.721 22.928.721 – – 2.288.027 2.363.419 25.421.268 25.930.933 2.236.729 2.236.729 23.184.539 23.694.204 (204.520) (638.793)
Valor original 26.716.811 23.345.745 1.183.533 2.187.533 26.716.811 3.371.066 23.345.745 –
30/06/2012 126.695 17.901.369 18.028.064
30/06/2011 174.720 18.698.390 18.873.110
765.488 765.488
1.200.440 1.200.440
30/06/2011 Valor de custo Valor de mercado 29.709.715 29.693.394 25.624.113 25.624.142 1.496.349 1.496.349 2.589.253 2.572.903 30.828.186 30.719.114 5.074.473 5.074.473 25.753.713 25.644.641 (1.118.471) (1.025.720)
20
01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Saldo inicial 6.108 4.500 Aquisições 8.019 646 Alienações (4.191) – Amortização (2.293) (1.209) 7.643 3.937 Saldo final Em 30 de junho de 2012, não foi verificada a existência de ativos relevantes que indique perda de desvalorização. Recursos de aceites e emissão de títulos 30/06/2012 30/06/2011 Debêntures Com variação cambial (a) – 1.478.978 Pós-fixado (b) 22.727.670 19.193.698 1.697.258 1.528.849 Pós-fixado (c) 24.424.928 22.201.525 Total (a) Taxa de atualização em 2011: PTAX+12,0436% a.a. (b) Taxa de atualização em 2012: DI (c) Taxa de atualização em 2012: DI + 0,35% a.a. Obrigações por empréstimos e repasses 30/06/2012 30/06/2011 21 Repasses do País - FINAME 19.146 23.837 Pós-fixado (a) 19.146 23.837 Total (a) Taxa de atualização em 2012: 0,30% a.a. a 9,80% a.a. Outras obrigações - Fiscais e previdenciárias 30/06/2012 30/06/2011 Provisão para impostos e contribuições diferidos 654.039 648.128 Impostos e contribuições sobre o lucro a pagar 31.620 16.988 Impostos e contribuições sobre serviços de terceiros 42 139 Impostos e contribuições sobre salários 18 42 PIS 243 215 COFINS 1.496 1.330 ISS 155 196 2.689 – Provisão para riscos fiscais 690.302 667.038 Total a.
Ativo
b.
Disponibilidades Aplicações interf. de liquidez Operações comprom. – Pós bancada Títulos e valores mobiliários Títulos para negociação Títulos disponíveis para venda Instrumentos financeiros derivativos Diferencial de swap Box de opção Operações de arrend. mercantil Provisão créditos de liq. duvidosa Outros créditos Diversos Outros valores e bens Permanente Total Passivo Recursos de aceites e emissão de títulos Obrigações por emprést. e repasses Instrumentos financeiros derivativos Diferencial de swap Outras obrigações Fiscais e previdenciárias Diversas Patrimônio líquido Total
22
Rendas com contraprestação Lucro na alienação de bens arrendados Rendas com superveniência de depreciação Recuperação de créditos baixados para prejuízo Outras Total 23
01/01 a 30/06/2012 (512.479) (2.293) (1.660) (124.817) (38.916) (680.165)
01/01 a 30/06/2011 (838.270) (1.209) (268) – (23.524) (863.271)
01/01 a 30/06/2012 271 1 269 1 2 2 – 273
01/01 a 30/06/2011 4.236 3.493 341 402 145 136 9 4.381
01/01 a 30/06/2012 (666) – (416) (2.046) (3.128)
01/01 a 30/06/2011 (1.317) (18) (1.196) (2.599) (5.130)
01/01 a 30/06/2012 (7) (2.507) (15) (138) (1.392) (19) (4.326) (3.206) (7) (3.142) (83) (14.842)
01/01 a 30/06/2011 (3) (2.187) (208) (5.051) (5) (2.198) (3.688) (3.320) (3.133) (91) (19.884)
01/01 a 30/06/2012 (977) (1.679) (10.331) (7) – (1) (12.995)
01/01 a 30/06/2011 (1.108) (1.419) (8.732) (7) (12) (8) (11.286)
01/01 a 30/06/2012 11.920 39 22 4.359 16.340
01/01 a 30/06/2011 10.045 – 217 730 10.992
01/01 a 30/06/2012 – (139) (7.239) (1.276) (8.654)
01/01 a 30/06/2011 (2.329) (585) (758) (453) (4.125)
01/01 a 30/06/2012 11.522 411 11.933
01/01 a 30/06/2011 28.926 1.097 30.023
Outras despesas operacionais Custos associados a produção Provisão para passivos contingentes Indenizações cíveis Outras Total
34
01/01 a 30/06/2011 (751) (751)
Outras receitas operacionais Ressarcimento de custos associados Correção monetária de depósitos judiciais Variação monetária ativa Reversão de provisão para passivos contingentes Total
33
01/01 a 30/06/2012 (749) (749)
Despesas tributárias ISS PIS COFINS Tributos federais Atualização passivos fiscais Outras Total
32
01/01 a 30/06/2011 (1.092.949) (1.092.949)
Outras despesas administrativas Água, energia e gás Processamento de dados Propaganda e publicidade Publicações Serviços do sistema financeiro Serviços de terceiros Serviços técnicos especializados Emolumentos judiciais e cartorários Serviços técnicos especializados – Partes relacionadas Impostos e multas - Bens arrendados Outras Total
31
01/01 a 30/06/2012 (1.091.009) (1.091.009)
Despesas de pessoal Honorários Benefícios Encargos sociais Proventos Total
30
01/01 a 30/06/2011 (194.454) 1.010.043 (34.361) 781.228
Receitas de tarifas bancárias Pessoa física Confecção de cadastro Aditamentos contratuais Avaliação de bens Pessoa jurídica Confecção de cadastro Avaliação de bens Total
29
01/01 a 30/06/2012 (265.043) 1.064.270 46.230 845.457
Despesas de operações de arrendamento mercantil Depreciação de bens arrendados Amortização de bens arrendados Prejuízo na alienação bens arrendados Despesas com insuficiência de depreciação Outras Total
28
01/01 a 30/06/2011 – – 4.502 114.930 – 119.432
Despesas de operações de empréstimos, cessões e repasses Repasses FINAME Total
27
01/01 a 30/06/2012 147.270 171 18.444 16.840 503 183.228
Despesas de operações de captação no mercado Debêntures Total
26
01/01 a 30/06/2011 393.067 314.016 405.273 3.764 26.490 1.142.610
Resultado com instrumentos financeiros derivativos Contratos de swap Box de opções Outros Total
25
01/01 a 30/06/2012 443.135 453.362 – 5.629 (10.443) 891.683
Resultado de operações com títulos e valores mobiliários Aplicações em operações compromissadas Aplicações em depósitos interfinanceiros Títulos de renda fixa Aplicações em fundos de investimento Ajustes ao valor de mercado Total
24
35
Receitas de operações de arrendamento mercantil
Resultado não operacional Resultado de alienação de bens não de uso Outros Total
36
Outras obrigações - Diversas 30/06/2012 30/06/2011 Provisão para despesas de pessoal 1.627 56 Provisão para despesas administrativas 504 1.258 Provisão para passivos contingentes 6.415 3.057 Comissões por intermediação de operações 2 1.380 Operações de arrendamentos a liberar – 1.824 Acordo comercial 6.533 12.133 Valores a pagar sociedades ligadas – 59 Provisões para pagamentos a efetuar 2.956 7.145 Obrigações por retomada de bens 4.640 – Outras (a) 3.576 383 Total 26.253 27.295 (a) Refere-se, basicamente, aos valores a processar oriundos do fluxo operacional da carteira de arrendamento mercantil. Patrimônio líquido a. Capital Social O Capital Social, subscrito e integralizado, é representado por 510.404 ações ordinárias, sem valor nominal. b. Dividendos Aos acionistas é assegurado um dividendo mínimo obrigatório, correspondente a 25% do lucro do exercício, deduzido da reserva legal. c. Reserva de lucros Reserva legal Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do período, até atingir o limite de 20% do Capital Social. A Reserva Legal poderá deixar de ser constituída quando acrescida do montante das Reservas de Capital exceder 30% do Capital Social. A Reserva Legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital ou para compensar prejuízos. Reserva para expansão Para cumprimento das exigências estabelecidas na legislação societária e regras do BACEN, no encerramento do exercício, a Administração propõe que a parcela do lucro não distribuído, caso exista, seja destinado para “Reserva para expansão”. O saldo de reserva está à disposição dos acionistas para deliberação futura em Assembleia Geral. Balanço patrimonial por faixas de vencimento A demonstração do “Balanço patrimonial por faixas de vencimento” de 30 de junho de 2012 foi elaborada considerando o prazo de vencimento dos ativos e passivos, independente da categoria em que estão classificados. Dos ativos e passivos de prazo indeterminado, classificam-se as operações ativas no realizável a longo prazo e as operações passivas no passivo circulante. O ativo permanente e o patrimônio líquido estão sendo apresentados como “acima de 5 anos”. Na demonstração “Balanço patrimonial”, os títulos e valores mobiliários classificados na categoria “títulos para negociação” são apresentados como ativo circulante, independentemente dos prazos de vencimento. As operações de arrendamento mercantil estão apresentadas pelo método financeiro, que consiste na reclassificação do imobilizado de arrendamento para a rubrica de operações de arrendamento mercantil, reduzido do valor residual recebido antecipadamente. Até 90 dias 3.934 5.652.137 5.652.137 540 – 540 11.960.632 1.220 11.959.412 1.896.653 (59.511) 133.852 133.852 11.738 – 19.599.975
De 91 a 360 dias – – – 63.269 63.269 – 3.628.923 38.410 3.590.513 309.328 (44.770) 88.334 88.334 4.312 – 4.049.396
De 1 a 3 anos – – – 71.790 71.790 – 2.434.586 83.142 2.351.444 405.261 (95.701) 84.432 84.432 7.620 – 2.907.988
De 3 a 5 anos – – – 68.783 35.520 33.263 3.923 3.923 – 15.040 (3.345) 10.777 10.777 1.435 – 96.613
Acima de 5 anos – – – 72.454 72.454 – – – – – – 512.000 512.000 – 2.424 586.878
Total 3.934 5.652.137 5.652.137 276.836 243.033 33.803 18.028.064 126.695 17.901.369 2.626.282 (203.327) 829.395 829.395 25.105 2.424 27.240.850
Até 90 dias 3.191.563 460 128.754 128.754 49.895 28.775 21.120 – 3.370.672
De 91 a 360 dias – 1.095 289.983 289.983 103.842 99.642 4.200 – 394.920
De 1 a 3 anos – 12.441 331.913 331.913 521.350 520.417 933 – 865.704
De 3 a 5 anos 1.525.914 5.150 14.422 14.422 38.700 38.700 – – 1.584.186
Acima de 5 anos 19.707.451 – 416 416 2.768 2.768 – 1.314.733 21.025.368
Total 24.424.928 19.146 765.488 765.488 716.555 690.302 26.253 1.314.733 27.240.850
Imposto de renda e contribuição social a. Encargos devidos sobre as operações 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Lucro / (Prejuízo) antes do imposto de renda, 32.296 4.452 da contribuição social e das participações (12.918) (1.781) Encargos à alíquota nominal vigente (18.702) (15.207) Exclusões / (Adições) Prejuízo fiscal de IR 11.645 (72.370) Ajuste a mercado de TVM 203 – Ajuste a mercado de derivativos (28.848) 4.004 Ajuste a mercado de arrendamento mercantil 18.492 (13.744) Provisão para créditos de liq. duvidosa 10.539 (33.529) Provisão para contingências 1.327 (242) Superveniência / Insuficiência de depreciação (31.204) 101.318 Adições permanentes e incentivos fiscais (500) (644) Outras (356) – Imposto de renda e (31.620) (16.988) contribuição social corrente Imposto de renda e 3.148 176.406 contribuição social diferido (28.472) 159.418 Imposto de renda e contribuição social total b. Imposto de renda e contribuição social diferidos com efeito sobre o resultado no período 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Crédito tributário Adições / (Exclusões) Prejuízo fiscal de IR (11.645) 72.370 Ajuste a mercado de derivativos 28.848 – Provisão para créditos de liq. duvidosa (10.539) 33.529 Provisão para contingências (1.327) 242 Superveniência / Insuficiência de depreciação 9.361 (267.984) 356 – Outros 15.054 (161.843) Total 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Obrigação fiscal diferida Adições / (Exclusões) Ajuste a mercado de derivativos – (4.004) Ajuste a mercado de TVM (203) – Ajuste a mercado de arrendamento mercantil (18.492) 13.744 21.843 166.666 Superveniência / Insuficiência de depreciação 3.148 176.406 Total c. Imposto de renda e contribuição social diferidos com efeito sobre contas patrimoniais no período 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Ativo (Outros créditos - Diversos) Saldo inicial 635.604 766.000 Prejuízo fiscal de IR (11.645) 72.370 Superveniência / Insuficiência de depreciação 9.361 (267.984) Ajuste a mercado de derivativos 28.848 – Provisão para créditos de liq. duvidosa (10.539) 33.529 Provisão para contingências (1.327) 242 356 – Outros 650.658 604.157 Saldo final Passivo (Outras obrigações Fiscais e previdenciárias) Saldo inicial 657.187 824.534 Superveniência / Insuficiência de depreciação (21.843) (166.666) Ajuste a mercado de TVM 203 – Ajuste a mercado de derivativos – 4.004 18.492 (13.744) Ajuste a mercado de arrendamento mercantil 654.039 648.128 Saldo final d. Composição do crédito tributário 30/06/2012 30/06/2011 Prejuízo fiscal de IR 765.295 797.143 Ajuste a mercado de derivativos 57.288 – Provisão para créditos de liq. duvidosa 83.115 73.961 Provisão para contingências 3.456 1.037 Superveniência / Insuficiência de depreciação (258.889) (267.984) 393 – Outros 650.658 604.157 Total e. Expectativa de realização do crédito tributário Valor nominal Valor presente Em 2012 56.271 54.239 Em 2013 78.157 69.724 Em 2014 42.153 34.363 Em 2015 25.623 18.952 Em 2016 11.013 7.372 437.441 152.545 A partir de 2017 650.658 337.195 Total No semestre findo em 30 de junho de 2012 observou-se a realização de créditos tributários no montante de R$ 57.418 correspondente a 234% da respectiva projeção de utilização para 2012, que constava no estudo técnico elaborado em 31 de dezembro de 2011. Em 30 de junho de 2012 não existem créditos tributários não ativados. f. Composição de obrigações fiscais diferidas 30/06/2012 30/06/2011 Ajuste a mercado de derivativos – 10.013 Ajuste a mercado de TVM 212 – Ajuste a mercado de arrendamento mercantil 49.752 12.819 604.075 625.296 Superveniência / Insuficiência de depreciação 654.039 648.128 Total Partes relacionadas a. Sumário das transações com partes relacionadas 30/06/2012 30/06/2011 Ativo / (Passivo) Disponibilidades Banco Votorantim S.A. 216 620 Banco do Brasil S.A. 20 – Aplicações interfinanceiras de liquidez Banco Votorantim S.A. 5.652.137 – Instrumentos financeiros derivativos - Ativo Banco Votorantim S.A. 18.028.064 18.708.559 Recursos de aceites e emissão de títulos Banco Votorantim S.A. (21.591.737) (19.193.310) Instrumentos financeiros derivativos - Passivo Banco Votorantim S.A. (765.488) – Outras obrigações Banco Votorantim S.A. – (59) continua
DIÁRIO DO COMÉRCIO
terça-feira, 14 de agosto de 2012
23
continuação
BV LEASING - ARRENDAMENTO MERCANTIL S.A. CNPJ 01.858.774/0001-10 Alameda Rio Negro, 161 - 12º andar, sala A - Condomínio West Point, Alphaville Industrial - Cep: 06454-000 - Barueri - SP
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 01/01 a 30/06/2012
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38
01/01 a 30/06/2011 Receita / (Despesa) Resultado com títulos e valores mobiliários Banco Votorantim S.A. 147.441 – Resultado com instrumentos financeiros derivativos Banco Votorantim S.A. 799.228 1.051.539 Operações de captações no mercado Banco Votorantim S.A. (948.528) (959.366) Outras despesas administrativas BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento (7) (3.332) Outras despesas operacionais BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento (3) (2.329) b. Remuneração de pessoal-chave da Administração Em 30 de junho de 2012, a Companhia despendeu o montante de R$ 3.539 como remuneração às pessoas-chave da Administração. Honorários (666) Gratificações (2.046) (827) Encargos sociais (3.539) Total c. Benefícios a empregados Não existe benefícios pós-emprego, tais como pensões, outros benefícios de aposentadoria, seguro de vida e assistência médica pós-emprego, outros benefícios de longo prazo a empregados e administradores, incluindo licença por anos de serviço ou outras licenças, jubileu ou outros benefícios por anos de serviço, remuneração baseada em ações e benefícios de rescisão de contrato de trabalho, com exceção dos previstos em acordo coletivo da categoria. Valor de mercado O valor contábil e de mercado dos principais instrumentos financeiros são: 30/06/2012 30/06/2011 Valor Valor de Valor Valor de contábil mercado contábil mercado Ativo Circulante e realizável a longo prazo Aplicações interfinanceiras de liquidez 5.652.137 5.652.137 – – Títulos e valores mobiliários 276.836 276.836 2.143.267 2.143.267 Instrumentos financeiros derivativos 18.028.064 18.028.064 18.873.110 18.873.110 Operações de arrendamento mercantil 2.750.660 2.750.660 3.937.860 3.937.860 Passivo Circulante e exigível a longo prazo Recursos de aceites e emissão de títulos 24.424.928 24.424.928 22.201.525 22.243.944 Obrigações por empréstimos e repasses 19.146 19.146 23.837 23.837 Instrumentos financeiros derivativos 765.488 765.488 1.200.440 1.248.958 Análise de sensibilidade A BV Leasing gerencia seus instrumentos financeiros derivativos buscando limitar oscilações de mercado decorrentes dos principais fatores de risco a que sua carteira de ativos e passivos está sujeita, tais como, exposições a taxas de juros prefixadas em reais, moedas estrangeiras e seus respectivos cupons. Na gestão de oscilações dos fatores de riscos de mercado da carteira de arrendamento mercantil, a BV Leasing utiliza instrumentos financeiros derivativos contratados com terceiros. A análise de sensibilidade envolveu todas as operações com instrumentos financeiros e mercadorias, inclusive os derivativos, com intenção de Negociação (Trading) e Não Negociação (Banking). Nos quadros a seguir, encontram-se sintetizados os resultados para a Carteira de Negociação (Trading), composta por títulos públicos e privados e instrumentos financeiros derivativos, apresentando os valores observados em 30 de junho de 2012:
Cenário III
Cenário I Fator de Risco Taxa Prefixada Cupons de moedas estrangeiras Variação cambial Índices de preços TR/TBF Outros
Conceito Risco de variação das taxas prefixadas de juros
Fator de Risco Taxa Prefixada Cupons de moedas estrangeiras Variação cambial Índices de preços TR/TBF Outros
Conceito Risco de variação das taxas prefixadas de juros
Risco de variação de cupom cambial Risco de variação das taxas de câmbio Risco de variação de cupons de índices de preços Risco de variação de cupom de TR e TBF Risco de variação dos demais cupons Cenário II
Risco de variação de cupom cambial Risco de variação das taxas de câmbio Risco de variação de cupons de índices de preços Risco de variação de cupom de TR e TBF Risco de variação dos demais cupons Cenário III
Variação de Taxas Manutenção
Resultado –
Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção
– – – – –
Variação de Taxas Manutenção
Resultado –
Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção
– – – – –
Variação de Fator de Risco Conceito Resultado Taxas Taxa Prefixada Risco de variação das taxas prefixadas de juros Manutenção – Cupons de moedas estrangeiras Risco de variação de cupom cambial Manutenção – Variação cambial Risco de variação das taxas de câmbio Manutenção – Índices de preços Risco de variação de cupons de índices de preços Manutenção – TR/TBF Risco de variação de cupom de TR e TBF Manutenção – Outros Risco de variação dos demais cupons Manutenção – Nos quadros a seguir, encontram-se sintetizados os resultados para a Carteira de Negociação (Trading) e Não Negociação (Banking), apresentando os valores observados em 30 de junho de 2012: Cenário I Variação de Fator de Risco Conceito Resultado Taxas Taxa Prefixada Risco de variação das taxas prefixadas de juros Redução (12.543) Cupons de moedas estrangeiras Risco de variação de cupom cambial Manutenção – Variação cambial (1) Risco de variação das taxas de câmbio Manutenção – TJLP Risco de variação de cupom de TJLP Manutenção – TR/TBF Risco de variação de cupom de TR e TBF Manutenção – Índices de preços Risco de variação de cupons de índices de preços Manutenção – (1) Valores líquidos de efeitos fiscais. Cenário II Variação de Fator de Risco Conceito Resultado Taxas Taxa Prefixada Risco de variação das taxas prefixadas de juros Redução (37.530) Cupons de moedas estrangeiras Risco de variação de cupom cambial Manutenção – Variação cambial (1) Risco de variação das taxas de câmbio Manutenção – TJLP Risco de variação de cupons de TJLP Manutenção – TR/TBF Risco de variação de cupom de TR e TBF Manutenção – Índices de preços Risco de variação de cupons de índices de preços Manutenção – (1) Valores líquidos de efeitos fiscais.
Fator de Risco
39
Variação de Taxas
Conceito
Resultado
Taxa Prefixada Risco de variação das taxas prefixadas de juros Redução (64.231) Cupons de moedas estrangeiras Risco de variação de cupom cambial Aumento – Variação cambial (1) Risco de variação das taxas de câmbio Aumento – TJLP Risco de variação de cupons de TJLP Aumento – TR/TBF Risco de variação de cupom de TR e TBF Aumento – Índices de preços Risco de variação de cupons de índices de preços Aumento – (1) Valores líquidos de efeitos fiscais. A análise de sensibilidade foi efetuada a partir dos seguintes cenários: Cenário Provável Juros Pré Taxa média para 2012 8,40% (projeção do Banco). Cenário Deterioração 25% Juros Pré -25% Cenário Deterioração 50% Juros Pré -50% Ativos e passivos contingentes e obrigações legais a. Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável 30/06/2012 30/06/2011
b.
c.
d.
e.
Contingências fiscais (a) 2.689 1.350 6.415 1.707 Contingências cíveis (b) 9.104 3.057 Total (a) Referem-se, basicamente, a questões tributárias sobre tributos de terceiros e ISS; sendo apresentadas na rubrica Outras obrigações - Fiscais e previdenciárias. (b) Referem-se, basicamente, a ações indenizatórias, apresentadas em Outras obrigações – Diversas. Movimentação dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável Demandas Demandas fiscais cíveis 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Saldo inicial 1.827 2.003 10.595 1.122 Constituições 902 – 139 1.792 Reversões (40) (699) (4.319) (283) Baixas – – – (924) – 46 – – Atualizações 2.689 1.350 6.415 1.707 Saldo final Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco possível 30/06/2012 30/06/2011 Contingências fiscais (a) 61.920 22.536 169 3.923 Contingências cíveis (b) 62.089 26.459 Total (a) Referem-se, basicamente, ao questionamento referente à ISS, no valor de R$ 44.219. (b) Referem-se, basicamente, a ações indenizatórias cuja natureza são: contestação do custo efetivo total dos contratos pactuados; revisão das condições e encargos contratuais e tarifas. Depósitos judiciais apresentados em Outros créditos - Diversos 30/06/2012 30/06/2011 Contingências fiscais 980 898 3.867 3.661 Contingências cíveis 4.847 4.559 Total Ativos contingentes Não existe ativo contingente contabilizado. Marcelo Rosas Betine Contador - 1PR044644/“O” - 6 “S” SP
A DIRETORIA
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Ao Conselho de Administração e aos Acionistas da BV Leasing - Arrendamento Mercantil S.A. Barueri - SP Examinamos as demonstrações contábeis da BV Leasing - Arrendamento Mercantil S.A. (“Sociedade”), que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A Administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos
valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva. Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações contábeis A Instituição registra as suas operações e elabora as suas demonstrações contábeis com a observância das diretrizes contábeis estabelecidas pelo Banco Central do Brasil, que requerem o ajuste ao valor presente da carteira de arrendamento mercantil como provisão para superveniência ou insuficiência de depreciação, classificada no ativo permanente, conforme mencionado nas Notas Explicativas às demonstrações contábeis nº 4g e 10. Essas diretrizes não requerem a reclassificação das operações, que permanecem registradas de acordo com as disposições da Lei nº 6.099/74, para as rubricas do ativo circulante e realizável a longo prazo, e rendas e despesas de arrendamento, mas resultam na apresentação do resultado do semestre e do patrimônio líquido findos em 30 de junho de 2012, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.
Opinião com ressalva Em nossa opinião, exceto pelos efeitos do assunto descrito no parágrafo Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações contábeis, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da BV Leasing - Arrendamento Mercantil S.A. em 30 de junho de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Outros assuntos - Demonstração do valor adicionado Examinamos também a demonstração do valor adicionado (DVA), elaborada sob a responsabilidade da administração da Sociedade, para o semestre findo em 30 de junho de 2012, cuja apresentação está sendo efetuada de forma espontânea pela Sociedade. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. São Paulo, 2 de agosto de 2012
KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6
Alberto Spilborghs Neto Contador CRC 1SP167455/O-0
BOLA DE FOGO Vídeo divulgado pelos rebeldes sírios mostra um avião de guerra pegando fogo no ar após tiroteio. A seguir, o caça começa a girar, e deixa um rastro de fumaça. Os rebeldes afirmam que a aeronave foi derrubada por uma arma antiaérea.
nternacional YouTube/Reuters
O caça sírio que caiu dos céus Oposição comemora queda; regime diz que foi falha.
U
m grupo de insurgentes sírios afirmou ontem ter abatido um caça MiG-21 do governo, na província de Deir El-Zor, no leste do país, e capturado o piloto. Um vídeo mostra um homem identificado como o piloto Rafik Mohammed Suleiman cercado por homens armados. O regime de Bashar al-Assad admitiu que o caça caiu, mas atribuiu a queda a problemas técnicos. Se a afirmação dos rebeldes for confirmada, será a primeira vez que as forças opositoras derrubam um avião militar, o que indicaria que eles adquiriram mísseis terra-ar. "Minha missão era bombardear a cidade de Muhassan" na província de Deir El-Zor, disse o piloto, em vídeo distribuído pelo grupo denominado
Jovens Revolucionários da Terra do Eufrates. "As feridas no meu rosto foram provocadas pelo forte vento que me jogou contra as rochas, após eu ter me ejetado do caça", disse Suleiman. "Os revolucionários me trataram bem e me deram os primeiros socorros Ele são boas pessoas." Ativistas carregaram vídeos no YouTube que supostamente mostram um avião de combate voando em meio a um forte tiroteio. De repente, a aeronave pega fogo e começa a girar, deixando um rastro de fumaça. "Era um MiG-21 abatido por uma arma antiaérea 14.5, a maior no arsenal rebelde. O avião voava muito baixo e estava dentro do alcance", disse uma fonte opositora à Reuters. Já a agência estatal de notícias Sana disse que o piloto se
Majed Jaber/Reuters
Imagem de vídeo mostra piloto de caça supostamente capturado por rebeldes (acima). Conflito provocou a fuga de milhares de sírios, que buscam refúgio na Turquia e Jordânia (à esq.)
ejetou do MiG-21, de fabricação russa, durante uma "missão de treinamento". Ajuda externa - A Síria possui um arsenal de armas antiaéreas e é possível que uma parte desses armamentos tenha caído nas mãos dos insurgentes. Theodore Karasik, especialista em segurança no Instituto para o Oriente Próximo e o Golfo, disse que se as alegações dos rebeldes forem verdadeiras, elas sugerem uma escalada no fluxo de assistência militar que eles estariam recebendo da Arábia Saudita e do Catar. Diálogo - Mais cedo, o embaixador sírio no Irã, Hamed Hassan, disse que o regime estaria disposto a dialogar com os partidos da oposição para colocar um fim ao conflito, que completou 17 meses em agosto. "A principal condição é que estas discussões aconteçam sob a supervisão do presidente", disse Hassan, à agência de notícias estatal iraniana Irna. Os rebeldes disseram que exigem a saída de Assad, o que torna improvável que aceitem essa oferta. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), pelo menos 15 mil pessoas morreram durante todo o período dos confrontos. Para fugir da violência, mais de 60 mil sírios já atravessaram a fronteira e pediram refúgio à Turquia. (Agências)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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terça-feira, 14 de agosto de 2012
VOTORANTIM CORRETORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. CNPJ/MF nº 01.170.892/0001-31 Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 14º andar - Vila Gertrudes - CEP: 04794-000 - São Paulo - SP
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Quotistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, apresentamos as demonstrações contábeis da Votorantim Corretora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (“Votorantim Corretora”) relativas aos semestres findos em 30 de junho de 2012 (1S12) e 2011 (1S11), acompanhadas das notas explicativas e do relatório dos auditores independentes. A Votorantim Corretora tem por objeto social, principalmente, operar em bolsas de valores, negociar e distribuir títulos e valores mobiliários por conta própria ou de terceiros. As operações são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam integradamente no mercado financeiro, inclusive em relação ao gerenciamento de riscos.
Ao longo do 1S12, a Votorantim Corretora recebeu todos os selos do Programa de Qualificação Operacional (PQO) para o segmento Bovespa e home broker, em complemento aos selos que já possuía para o segmento BM&F, consolidando-se como full broker. Os oito selos recebidos demonstram a expertise da Votorantim Corretora para operar no mercado de derivativos e no mercado de ações, além de posicioná-la entre as outras duas corretoras do mercado que possuem os oito selos do PQO. Adicionalmente, no 1S12 a Votorantim Corretora investiu em sua equipe de research, que passou a cobrir 12 setores da economia e 64 empresas, reforçando sua atuação na prestação de serviços. Em 30 de junho de 2012, a Votorantim Corretora registrou patrimônio líquido de R$ 259,8 milhões (R$ 254,5 milhões em junho de 2011). O lucro líquido do período atingiu R$ 4,5 milhões (R$ 5,0 milhões em junho de 2011) e o total das receitas de prestação de serviços e de tarifas bancárias foi de R$ 17,3 milhões
BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) Ativo 2012 2011 Passivo Circulante 480.113 415.053 Circulante Disponibilidades Captações no mercado aberto 237 676 Aplicações interfinanceiras de liquidez Carteira própria 225.374 195.176 Instrumentos financeiros derivativos Aplicações em depósitos interfinanceiros 225.374 195.176 Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Instrumentos financeiros derivativos 72.547 93.877 Outras obrigações Carteira própria 42.303 56.490 Vinculados a compromissos de recompra 8.461 1.013 Cobrança arrec. tributos assemelhados Instrumentos financeiros derivativos 88 12.860 Sociais e estatutárias Vinculados à prestação de garantias 21.695 23.514 Fiscais e previdenciárias Outros créditos Negociação e intermediação de valores 181.575 125.080 Diversas Rendas a receber 144 108 Negociação e intermediação de valores 176.926 114.040 Exigível a longo prazo Diversos 4.505 10.932 Captações no mercado aberto Outros valores e bens Carteira própria 380 244 Instrumentos financeiros derivativos Despesas antecipadas 380 244 Realizável a longo prazo Instrumentos financeiros derivativos 10.527 13.507 Outras obrigações Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos 33 5.211 Instrumentos financeiros derivativos 33 5.211 Fiscais e previdenciárias Outros créditos 10.494 8.296 Patrimônio líquido Diversos 10.494 8.296 Capital Permanente De domiciliados no País 7.151 7.644 Reservas de lucros Investimentos 6.475 6.509 Lucros acumulados Outros investimentos 7.501 7.443 Provisão para perdas (1.026) (934) Imobilizado de uso 676 935 Outras imobilizações de uso 1.926 1.918 Depreciações acumuladas (1.250) (983) Intangível – 200 Ativos intangíveis – 200 Total do ativo 497.791 436.204 Total do passivo As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
2012 211.474 2.575 2.575 3.405 3.405 205.494 9 4.723 4.296 192.089 4.377 26.476 5.264 5.264 2.105 2.105 19.107 19.107 259.841
2011 162.554 906 906 12.143 12.143 149.505 – 4.800 5.259 135.950 3.496 19.110 83 83 2.969 2.969 16.058 16.058 254.540
169.280 86.254 4.307
139.280 110.476 4.784
497.791
436.204
(R$ 16,6 milhões em junho de 2011), incremento de cerca de 5,0% nos últimos doze meses, mesmo diante da retração dos mercados. A Administração da Votorantim Corretora agradece aos quotistas, clientes e parceiros pela confiança depositada e aos colaboradores pelo contínuo empenho e dedicação. São Paulo, 02 de agosto de 2012 A Diretoria
DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais, exceto o Lucro líquido do período por lote de mil quotas) 2012 15.018 Receitas da intermediação financeira Resultado de operações com títulos e valores mobiliários 16.715 Resultado com instrumentos financeiros derivativos (1.697) (466) Despesas da intermediação financeira Operações de captação no mercado (466) 14.552 Resultado bruto da intermediação financeira (5.778) Outras receitas / (despesas) operacionais Receitas de prestação de serviços 13.247 Receitas de tarifas bancárias 4.095 Despesas de pessoal (9.269) Outras despesas administrativas (11.124) Despesas tributárias (3.080) Outras receitas operacionais 1.005 Outras despesas operacionais (652) 8.774 Resultado operacional 57 Resultado não operacional 8.831 Resultado antes da tributação sobre o lucro e participações (2.220) Imposto de renda e contribuição social Provisão para imposto de renda (642) Provisão para contribuição social (670) Ativo fiscal diferido (908) (2.077) Participações no lucro 4.534 Lucro líquido do semestre 0,27 Lucro líquido por lote de mil quotas - R$ As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
2011 15.305 7.832 7.473 (37) (37) 15.268 (5.029) 12.634 3.921 (9.725) (8.911) (2.997) 578 (529) 10.239 36 10.275 (2.060) 463 (82) (2.441) (3.179) 5.036 0,36
DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais)
2012 2011 Fluxos de caixa provenientes das operações 4.534 5.036 Lucro líquido DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (89) 323 Ajustes ao lucro líquido: (Em milhares de Reais) Depreciações 132 135 Capital Social Reservas de lucros (221) 188 Provisão para passivos contingentes / obrig. legais Capital realizado Aumento de Capital Legal Expansão Lucros acumulados Total Variações patrimoniais Saldos em 31 de dezembro de 2010 115.868 23.412 11.764 98.460 – 249.504 Aplicações interfinanceiras de liquidez (8.951) (8.201) Lucro líquido – – – – 5.036 5.036 Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos 3.526 6.289 Destinações do lucro líquido: Outros créditos (137.229) (67.798) Reserva legal – – 252 – (252) – Outros valores e bens (139) (3) Saldos em 30 de junho de 2011 115.868 23.412 12.016 98.460 4.784 254.540 Captações no mercado aberto (1.606) (172) Saldos em 31 de dezembro de 2011 139.280 30.000 12.144 73.883 – 255.307 133.048 73.080 Outras obrigações Integralização de Capital 30.000 (30.000) – – – – (6.906) 8.554 Lucro líquido – – – – 4.534 4.534 Caixa gerado / (utilizado) pelas operações Fluxo de caixa provenientes das atividades de financiamento Destinações do lucro líquido: Reserva legal – – 227 – (227) – (1.807) (1.064) Dividendos pagos Saldos em 30 de junho de 2012 169.280 – 12.371 73.883 4.307 259.841 Caixa gerado / (utilizado) pelas atividades de financiamento (1.807) (1.064) Fluxos de caixa provenientes das atividades de investimento As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. Aquisição de imobilizado de uso – (7) NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (58) – Aquisição de investimentos (Em milhares de Reais) (58) (7) Caixa gerado / (utilizado) pelas atividades de investimento (8.771) 7.483 Variação líquida de caixa e equivalentes de caixa e. Instrumentos financeiros derivativos 1 Contexto operacional Caixa e equivalentes de caixa no início do período 42.118 39.508 A Votorantim Corretora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. é uma Companhia de capital fechado que Os instrumentos financeiros derivativos são avaliados pelo seu valor de mercado, com critérios 33.347 46.991 Caixa e equivalentes de caixa no fim do período tem por objeto social, principalmente, operar em bolsas de valores, negociar e distribuir títulos e valores consistentes e verificáveis, considerando o preço médio de negociação no dia da apuração, ou na (8.771) 7.483 Aumento / (redução) no caixa e equivalentes de caixa mobiliários por conta própria ou de terceiros. falta deste, metodologias convencionais e consagradas. As operações são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam integradamente As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. Os instrumentos financeiros derivativos são classificados de acordo com a intenção da no mercado financeiro, inclusive em relação ao gerenciamento de riscos, e certas operações tem a Administração, levando-se em consideração a sua finalidade. Os instrumentos financeiros utilizados DEMONSTRAÇÕES DO VALOR ADICIONADO coparticipação ou a intermediação de instituições associadas, integrantes do sistema financeiro. para compensar, no todo ou em parte, os riscos decorrentes das exposições às variações no valor de SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 Os benefícios dos serviços prestados entre essas instituições e os custos da estrutura operacional e mercado de ativos ou passivos são considerados instrumentos de proteção hedge e são classificados administrativa são absorvidos segundo a praticabilidade e a razoabilidade de lhes serem atribuídos em (Em milhares de Reais) de acordo com a sua natureza em: conjunto ou individualmente. i. Hedge de risco de mercado - Os instrumentos financeiros derivativos classificados nessa 2012 2011 2 Apresentação das demonstrações contábeis categoria, bem como o item objeto de hedge, tem seus ajustes a valor de mercado registrados Receitas 32.770 31.945 As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas da Lei das Receitas da intermediação financeira 15.018 15.305 em contrapartida ao resultado do período; e Sociedades por Ações e normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN). Receitas de prestação de serviços e tarifas bancárias 17.342 16.555 ii. Hedge de fluxo de caixa - Os instrumentos financeiros derivativos, classificados nesta Em 28 de dezembro de 2007 foi promulgada a Lei n° 11.638/07, complementada pela Lei n° 11.941/09, Outras receitas / (despesas) 353 49 categoria, tem seus ajustes a valor de mercado registrados no patrimônio líquido, deduzidos dos as quais alteraram a Lei das Sociedades por Ações quanto às práticas contábeis adotadas no Brasil. Resultado não operacional 57 36 efeitos tributários. Embora a referida lei já tenha entrado em vigor, algumas alterações por ela introduzidas dependem de (466) (37) Os instrumentos financeiros derivativos que não atendam aos critérios de hedge tem seus ajustes a Despesas da intermediação financeira normatização por parte do CMN. As alterações aprovadas pelo CMN foram: Insumos adquiridos de terceiros (9.739) (7.700) valor de mercado registrados diretamente no resultado do período. • os procedimentos de mensuração do valor recuperável de ativos; Materiais, energia e outros (76) (48) Para os instrumentos financeiros derivativos negociados em associação com operações de captação, • a elaboração do fluxo de caixa em substituição da demonstração das origens e aplicações de Serviços de terceiros (118) (87) tanto o derivativo como a captação estão contabilizados pelas condições intrínsecas contratadas, recursos; Outras (9.545) (7.565) não sendo ajustados pelo valor de mercado. • a divulgação em notas explicativas às demonstrações contábeis, de informações sobre partes Comunicações (554) (464) f. Hedge contábil relacionadas; Manutenção e conservação de bens (48) (15) O Conglomerado mantém instrumentos derivativos de hedge financeiro para proteger suas • pagamento baseado em ações; Processamento de dados (3.378) (2.420) exposições de risco de variação de moeda estrangeira e taxas de juros. • definição de critérios para a seleção, alteração e divulgação de políticas contábeis, para as Promoções e relações públicas (214) (502) alterações nas estimativas contábeis e para as retificações de erros; No momento da designação inicial do hedge, o Conglomerado formalmente documenta o Publicações (99) (57) • eventos subsequentes; e relacionamento entre os instrumentos e os itens objeto de hedge, incluindo os objetivos de Propaganda e publicidade (12) (132) • os procedimentos de reconhecimento, mensuração e divulgações de provisões, passivos e ativos gerenciamento de riscos e a estratégia na condução da transação, juntamente com os métodos Serviços do sistema financeiro (299) (209) contingentes. que serão utilizados para avaliar a efetividade do relacionamento de hedge, considerando métodos Serviços técnicos especializados (4.383) (3.207) Foi aplicado ainda, o seguinte pronunciamento que não é conflitante com as normas do Banco Central de cálculo convencionais e consagrados. O Conglomerado faz uma avaliação, tanto no início do Transportes (34) (49) do Brasil, conforme determina regulamentação vigente: relacionamento, como continuamente, para verificar se existe uma expectativa que os instrumentos Outras (524) (510) • Demonstração do valor adicionado. sejam altamente eficazes na compensação de variações no valor justo dos respectivos itens objeto Valor adicionado bruto 22.565 24.208 Foram efetuadas reclassificações nos saldos de 30 de junho de 2011 da demonstração de resultado, de hedge durante o período para o qual é designado, e se os resultados reais estão dentro da faixa Despesas de depreciação (132) (135) visando permitir a comparabilidade das demonstrações contábeis, em decorrência da alteração de 80-125 por cento, conforme previsto na regulamentação vigente. Valor adicionado líquido produzido pela entidade 22.433 24.073 da política interna de aglutinação de contas de receitas e despesas, tendo como objetivo principal g. Despesas antecipadas Valor adicionado a distribuir 22.433 24.073 proporcionar ao usuário das demonstrações contábeis o melhor entendimento do resultado da 22.433 24.073 São contabilizadas as aplicações de recursos em pagamentos antecipados, cujos benefícios ou Valor adicionado distribuído Companhia. As principais reclassificações foram: 9.956 11.027 prestação de serviços ocorrerão em períodos futuros. As despesas antecipadas são registradas ao Pessoal Divulgação Saldo Salários e honorários 6.487 6.333 custo e amortizadas à medida que forem sendo realizadas. anterior Reclassificação reclassificado Participação no lucro 2.077 3.179 h. Estimativas contábeis Resultado de operações com títulos e valores mobiliários 7.982 (150) 7.832 Benefícios e treinamentos 922 838 A elaboração de demonstrações contábeis requer que a Administração use de julgamento na Outras despesas administrativas (9.061) 150 (8.911) FGTS 470 677 determinação e registro de estimativas contábeis. A liquidação das transações envolvendo essas A emissão das demonstrações contábeis foi autorizada pela Diretoria em 02 de agosto de 2012. Impostos, taxas e contribuições 6.690 6.934 estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados, devido a imprecisões inerentes 3 Gerenciamento de riscos INSS sobre salários 1.390 1.877 ao processo de sua determinação. Itens significativos sujeitos a essas estimativas e premissas A gestão de riscos tem suas políticas aderentes às melhores práticas de mercado e está em linha Despesas tributárias (exceto IR e CS) 3.080 2.997 incluem avaliação de ativos e passivos financeiros e instrumentos financeiros derivativos pelo seu com as diretrizes definidas pelo CMN. Sua abrangência é no âmbito das instituições que compõem o Imposto de Renda/Contribuição Social 2.220 2.060 valor justo, análise de risco de crédito para determinação da provisão para créditos de liquidação Conglomerado Financeiro Votorantim (“Conglomerado”). 1.253 1.076 duvidosa, assim como da análise sobre passivos contingentes. A Administração revisa as estimativas Remuneração de capitais de terceiros Foram implementadas políticas, procedimentos e sistemas de gestão capazes de gerir, avaliar e mitigar Alugueis 1.253 1.076 e premissas regularmente. os riscos inerentes aos seus negócios, proporcionando à Administração uma visão de todos os riscos. Remuneração de capitais próprios 4.534 5.036 Risco de mercado Os principais valores reconhecidos nas demonstrações contábeis por meio das estimativas estão Lucro retido 4.534 5.036 Risco de mercado é definido como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação incluídos nas seguintes notas explicativas: As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. nos valores de mercado de posições detidas. A gestão é feita de forma centralizada por uma área que nº 8 - Títulos e valores mobiliários; mantém independência em relação à mesa de operações. nº 9 - Instrumentos financeiros derivativos; e b. Composição dos contratos de swap por indexador Os procedimentos básicos adotados para o gerenciamento deste risco são: (a) integridade na nº 35 - Ativos e passivos contingentes e obrigações legais. 30/06/2012 30/06/2011 precificação de ativos e derivativos; (b) avaliação do risco pela metodologia Value at Risk e pela simulação i. Ativo permanente Valor Valor de Valor de Valor Valor de Valor de de cenários; e (c) acompanhamento de resultados diários com testes de aderência da metodologia i. Os investimentos são demonstrados pelo seu custo de aquisição e deduzidos de provisão para original custo mercado original custo mercado back-test. perda, quando aplicável; Posição ativa 70.686 82.044 82.022 253.792 256.447 255.026 O Conglomerado realiza operações que envolvem instrumentos financeiros derivativos, atuando em ii. O imobilizado é demonstrado pelo custo de aquisição, deduzido da respectiva conta de DI 55.386 63.568 63.568 141.501 150.377 150.377 mercados organizados e de balcão, com o objetivo de possibilitar uma gestão de risco de mercado depreciação. A depreciação é calculada pelo método linear, com base nas seguintes taxas anuais, Dólar 15.300 18.476 18.454 112.291 106.070 104.649 adequada à sua política. Estes instrumentos são utilizados para hedge de posições, para atender de acordo com a vida útil-econômica estimada dos bens, sendo: demanda de contrapartes e como meio de reversão de posições em momentos de grandes oscilações. 70.686 87.440 87.411 253.792 254.200 252.067 Posição passiva • instalações, móveis e equipamentos de uso - 10%; Risco operacional DI 15.300 18.476 18.476 112.291 119.756 119.756 • sistema de comunicação, segurança e transporte - 10%; e Risco operacional é definido como o risco de perda resultante de falha, deficiência ou inadequação de 55.386 68.964 68.935 141.501 134.444 132.311 Dólar • sistemas de processamento de dados - 20%. processos internos, pessoas e sistemas ou de eventos externos à Instituição - inclui o risco legal, porém – (5.396) (5.389) – 2.247 2.959 Diferencial líquido iii. O ativo intangível inclui os direitos que tenham por objeto os bens incorpóreos, destinados à exclui o risco estratégico e o risco de imagem. c. Composição dos contratos de futuros por indexador manutenção da Companhia ou exercidos com essa finalidade. A amortização é calculada pelo Os princípios básicos observados pela Instituição na gestão e controle do risco operacional estão 30/06/2012 30/06/2011 método linear, com base no prazo que o benefício é gerado. em conformidade com a regulamentação vigente do Banco Central do Brasil e com as melhores Compromisso de venda Os ativos não financeiros estão sujeitos à avaliação do valor recuperável em períodos anuais. práticas de mercado: DDI – 42.131 j. Tributos • envolvimento da alta Administração na supervisão global da tomada de riscos através dos Total – 42.131 O imposto de renda foi apurado com base na alíquota de 15%, acrescido do adicional de 10% e comitês e comissões estabelecidos; d. Títulos dados em garantia a contribuição social foi apurada com base na alíquota de 15%, ambos, aplicáveis sobre o lucro • mapeamento dos processos operacionais e sistêmicos, mapeamento de controles existentes e 30/06/2012 30/06/2011 tributável. análise dos riscos inerentes e residuais; Operações em Bolsa • avaliação do impacto financeiro potencial e da possibilidade de ocorrência dos riscos mapeados; A constituição do crédito tributário do imposto de renda e da contribuição social está fundamentada Notas do Tesouro Nacional 21.695 23.514 • a partir dessa avaliação, define-se a exposição ao risco operacional, de acordo com a matriz de em estudo técnico comprobatório da capacidade de sua realização preparado pela Administração. Total 21.695 23.514 risco padronizada para toda Instituição; O PIS (Programa de integração social) foi apurado com base na alíquota de 0,65% e a COFINS e. Instrumentos financeiros derivativos segregados por local de negociação • captura de perdas operacionais e manutenção de base de dados estruturada com informações (Contribuição para financiamento da seguridade social) foi apurada com base na alíquota de 4%, Posição ativa 30/06/2012 30/06/2011 referentes aos eventos; ambos aplicáveis sobre as receitas auferidas pela Companhia, reduzida das exclusões e deduções Operações em Bolsa • análise, comunicação e implantação de planos de ação para melhoria de processos e controles permitidas pela legislação em vigor. Balcão para mitigação dos riscos incorridos; e O ISS (Imposto sobre serviços) foi apurado considerando alíquota de 2% até 5% (alíquota varia de Instituições financeiras 121 18.071 • cálculo de Capital alocado para risco operacional a partir de metodologias estruturadas, acordo com cada município) sobre as receitas de serviços prestados pela Companhia. Total 121 18.071 baseadas nas melhores práticas de mercado e adequadas em relação às exigências regulatórias. k. Ativos e passivos contingentes e obrigações legais Posição passiva 30/06/2012 30/06/2011 Risco de crédito O reconhecimento, a mensuração e a divulgação dos ativos contingentes, contingências passivas e Operações em Bolsa Risco de crédito consiste na possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pelo obrigações legais são efetuados de acordo com os seguintes critérios: Balcão tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, bem como à i. Ativos contingentes - São reconhecidos nas demonstrações contábeis somente quando da Instituições financeiras 5.510 15.112 desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, existência de evidências que propiciem a garantia de sua realização, sobre as quais não cabem Total 5.510 15.112 à redução de ganhos ou remunerações, as vantagens concedidas na renegociação e aos custos 10 Outros créditos Negociação e intermediação de valores mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo; de recuperação. Outros créditos 30/06/2012 30/06/2011 ii. Passivos contingentes - São reconhecidos nas demonstrações contábeis quando, baseado na Como parte do processo de gestão do risco de crédito, são realizados acompanhamentos das políticas, Caixa de registro e liquidação 5.865 – opinião de assessores jurídicos e da Administração, for considerado provável o risco de perda de normas, processos, limites estabelecidos, além da análise dos riscos e submissão às alçadas e aos Devedores conta liquidação pendentes 133.623 81.504 uma ação judicial ou administrativa, com uma provável saída de recursos para a liquidação das comitês aprovadores. A política de crédito é formulada com base em análise de indicadores internos da Oper. ativos financeiros e merc. a liquidar 37.438 32.536 obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. carteira e dos processos de precificação e avaliação de empresas, e em fatores externos, relacionados à Total 176.926 114.040 Os passivos contingentes classificados como de perdas possíveis não são reconhecidos situação financeira das empresas e à conjuntura econômica do País e do exterior. Outras obrigações 30/06/2012 30/06/2011 contabilmente, devendo ser apenas divulgados nas notas explicativas, e os classificados como O Conglomerado realiza avaliações de risco de crédito das operações, determinadas através de modelos Caixa de registro e liquidação 55 22.501 remotos não requerem provisão e divulgação; e julgamentais e estatísticos. Ressalta-se que na identificação de deterioração da qualidade da carteira de Comissões e corretagens a pagar 524 1.870 iii. Obrigações legais - São processos judiciais relacionados a obrigações tributárias, cujo objeto de crédito, são tomadas ações de mitigação de riscos, tais como, reavaliação do perfil de risco dos clientes Credores conta liquidação pendentes 191.510 111.579 contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da probabilidade e análises setoriais que influenciam na gestão de limites até a gestão e controle de garantias. Total 192.089 135.950 Gestão de ativos e passivos de sucesso dos processos judiciais em andamento, tem os seus montantes reconhecidos 11 Outros créditos - Diversos O Comitê Operacional de Ativos e Passivos (ALM) é responsável pela gestão dos riscos estruturais de integralmente nas demonstrações contábeis. 30/06/2012 30/06/2011 taxas de juros, taxas de câmbio e de liquidez, bem como a gestão do Capital que busca otimizar a l. Outros ativos e passivos Adiantamentos e antecipações salariais 343 245 relação risco versus retorno e maior eficiência na composição dos fatores que impactam no Índice de Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os Adiantamentos a fornecedores 146 126 Solvabilidade (Basileia). rendimentos e as variações monetárias e cambiais auferidas (em base “pro rata” dia). Os passivos Crédito tributário de impostos e contribuições 7.017 11.226 Em 30 de junho de 2012, o Índice de Solvabilidade (Basileia) do Conglomerado Financeiro Votorantim estão demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos dos encargos e das variações Devedores por depósitos em garantia 4.811 4.382 foi de 15,5% (13,9% em 2011). monetárias e cambiais incorridas (em base “pro rata” dia). Impostos e contribuições a compensar 2.676 3.232 Em atendimento à Circular nº 3.477/09 do Bacen, o Conglomerado Financeiro Votorantim 5 Composição de caixa e equivalentes de caixa Outros 6 17 mantém informações adicionais de seu processo de gestão de riscos disponibilizadas no website: 30/06/2012 30/06/2011 Total 14.999 19.228 www.bancovotorantim.com.br/ri. Disponibilidades 237 676 12 Outros valores e bens 4 Principais práticas contábeis Aplicações interfinanceiras de liquidez 30/06/2012 30/06/2011 a. Apuração do resultado Aplic. em depósitos interfinanceiros 33.110 46.315 Despesas de processamento de dados 332 216 As receitas e despesas são registradas de acordo com o regime de competência e são contabilizadas Total 33.347 46.991 Despesas de serviços do sistema financeiro 48 28 pelo critério “pro rata” dia, calculadas com base no método exponencial, as quais são calculadas 6 Disponibilidades Total 380 244 com base no método linear. 13 Investimentos b. Caixa e equivalentes de caixa 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades, aplicações em depósitos Depósitos bancários 237 676 interfinanceiros, aplicações em moedas estrangeiras e aplicações em operações compromissadas – Investimentos por incentivos fiscais 7.500 7.442 Total 237 676 posição bancada, cujo vencimento das operações, na data da aplicação, seja de até 90 dias. Títulos patrimoniais 1 1 7 Aplicações interfinanceiras de liquidez c. Aplicações interfinanceiras de liquidez Provisão para perdas com incentivos fiscais (1.026) (934) 30/06/2012 30/06/2011 As aplicações interfinanceiras são registradas pelo valor de aplicação, acrescido dos rendimentos Aplic. depósitos interfinanceiros 225.374 195.176 Total 6.475 6.509 auferidos até a data do balanço, calculados “pro rata” dia com base na variação do indexador e nas Total 225.374 195.176 14 Imobilizado de uso taxas de juros pactuados. 8 Títulos e valores mobiliários 30/06/2012 30/06/2011 d. Títulos e valores mobiliários 30/06/2012 30/06/2011 Composição por categoria Valor de Depreciação Saldo Saldo Os títulos e valores mobiliários são registrados pelo valor efetivamente pago e classificados em Ganho / custo acumulada líquido líquido função da intenção da Administração em três categorias distintas: (perda) Valor de Valor de Ganho / Móveis e equipamentos de uso 360 (171) 189 223 i. Títulos para negociação - Títulos adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente não Valor de mercado (perda) não Valor de mercado Sistema de comunicação 520 (448) 72 101 negociados. São ajustados pelo seu valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; realizado custo (contábil) realizado custo (contábil) Títulos para negociação Sistemas de processamento de dados 1.046 (631) 415 611 ii. Títulos disponíveis para venda - Títulos que não se enquadrem para negociação nem como 67.407 72.459 5.052 73.499 81.017 7.518 Total 1.926 (1.250) 676 935 mantidos até o vencimento. São ajustados pelo seu valor de mercado em contrapartida à conta Notas do Tesouro Nacional 45.384 50.436 5.052 51.565 59.083 7.518 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 destacada do patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários; e Certif. de Depósito Bancário 22.023 22.023 – 21.934 21.934 – iii. Títulos mantidos até o vencimento - Títulos adquiridos com a intenção e capacidade Saldo inicial 808 1.063 Total 67.407 72.459 5.052 73.499 81.017 7.518 financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de Aquisições – 7 Para proteger os riscos da variação cambial (Dólar) dos títulos e valores mobiliários, a Companhia aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Depreciação (132) (135) negociou contratos de futuros e operações de swap de acordo com o fluxo de vencimentos das Nesta categoria, os títulos não são ajustados ao seu valor de mercado. Saldo final 676 935 parcelas. A metodologia de avaliação a mercado foi estabelecida com observância de critérios consistentes e Em 30 de junho de 2012, não foi verificada a existência de ativos relevantes que indique perda de Em 30 de junho de 2012 não existem títulos classificados na categoria “mantidos até o vencimento”. verificáveis, que levam em consideração o preço médio de negociação no dia da apuração ou, na falta desvalorização. 9 Instrumentos financeiros derivativos deste, o valor de ajuste diário das operações de mercado futuro divulgados por fontes externas ou o 15 Intangível a. Composição em contas patrimoniais valor líquido provável de realização obtido com a utilização de curvas de valores futuros de taxas de 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Ativo juros, taxas de câmbio, índices de preços e moedas, além de eventuais ajustes nos preços de títulos de Diferencial a receber de swap 121 18.071 baixa liquidez. Valor de Provisão para Saldo Saldo Total 121 18.071 Os rendimentos auferidos com os títulos e valores mobiliários, independentemente da categoria em custo perda líquido líquido Passivo 30/06/2012 30/06/2011 que estão classificados, são calculados “pro rata” dia com base na variação do indexador e nas taxas de 200 (200) – 200 SISBEX BM&FBOVESPA Diferencial a pagar de swap 5.510 15.112 juros pactuados, pelo método exponencial ou linear, até a data do vencimento ou da venda definitiva Total 5.510 15.112 200 (200) – 200 Total do título, sendo reconhecidos diretamente no resultado do período.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
terça-feira, 14 de agosto de 2012
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VOTORANTIM CORRETORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. CNPJ/MF nº 01.170.892/0001-31 Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 14º andar - Vila Gertrudes - CEP: 04794-000 - São Paulo - SP
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 16
Captações no mercado aberto
17
Carteira própria Obrigações por operações compromissadas Total Outras obrigações - Sociais e estatutárias
18
Provisão para participação nos lucros Total Outras obrigações - Fiscais e previdenciárias
19
Impostos e contribuições sobre o lucro a pagar Impostos e contribuições sobre serviços de terceiros Impostos e contribuições sobre salários Impostos e contribuições sobre aplicações financeiras PIS COFINS ISS Provisão para riscos fiscais Provisão para impostos e contribuições diferidas Total Outras obrigações - Diversas
20
21
22
23
24
30/06/2012
30/06/2011
7.839 7.839
989 989
30/06/2012 4.723 4.723
30/06/2011 4.800 4.800
30/06/2012 2.151 59 100 1.423 260 186 113 17.087 2.024 23.403
30/06/2011 1.355 50 105 38 487 276 163 15.835 3.008 21.317
30/06/2012 30/06/2011 Provisão para despesas de pessoal 2.734 1.719 Provisão para despesas administrativas 331 95 Provisão para passivos contingentes 1.235 1.603 Outras 77 79 Total 4.377 3.496 Patrimônio líquido a. Capital Social O Capital Social é representado por 16.928.021.132 quotas subscritas e integralizadas (13.928.021.132 quotas em 2011). Em 30 de dezembro de 2011, foi deliberado e aprovado o aumento do Capital Social, no montante R$ 30.000, totalmente subscrito e integralizado pelos sócios, na proporção da participação social detida por cada um deles, mediante aproveitamento da “Reserva para expansão”, realizado com a emissão de 3.000.000.000 de novas quotas. b. Dividendos Aos acionistas é assegurado um dividendo mínimo obrigatório, correspondente a 25% do lucro do exercício, deduzido da reserva legal. c. Reserva de lucros Reserva legal Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do período, até atingir o limite de 20% do Capital Social. A Reserva legal poderá deixar de ser constituída quando acrescida do montante das Reservas de Capital exceder 30% do Capital Social. A Reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de Capital ou para compensar prejuízos. Reserva para expansão Para cumprimento das exigências estabelecidas na legislação societária e regras do BACEN, no encerramento do exercício, a Administração propõe que, no encerramento do exercício, a parcela do lucro não distribuído seja destinado para “Reserva para expansão”. O saldo de reserva está à disposição dos quotistas para deliberação futura em Reunião de Quotistas. Balanço patrimonial por faixas de vencimento A demonstração do “Balanço patrimonial por faixas de vencimento” de 30 de junho de 2012 foi elaborada considerando o prazo de vencimento dos ativos e passivos, independente da categoria em que estão classificados. Dos ativos e passivos de prazo indeterminado, classificam-se as operações ativas no realizável a longo prazo e as operações passivas no passivo circulante. O ativo permanente e o patrimônio líquido estão sendo apresentados como “acima de 5 anos”. Na demonstração “Balanço patrimonial”, os títulos e valores mobiliários classificados na categoria “títulos para negociação” são apresentados como ativo circulante, independentemente dos prazos de vencimento dos títulos. a. Ativo Até De 91 a De 1 a De 3 Acima de 90 dias 360 dias 3 anos a 5 anos 5 anos Total Disponibilidades 237 – – – – 237 Aplicações interf. de liquidez 33.110 192.264 – – – 225.374 Aplicações em dep. interfinanceiros 33.110 192.264 – – – 225.374 Títulos e valores mobiliários – 11.251 61.208 – – 72.459 Títulos para negociação – 11.251 61.208 – – 72.459 Instrumentos financeiros derivativos – 88 33 – – 121 Diferencial de swap – 88 33 – – 121 Outros créditos 177.717 3.858 2.318 759 7.417 192.069 Rendas a receber 144 – – – – 144 Negociação e intermediação de valores 176.926 – – – – 176.926 Diversos 647 3.858 2.318 759 7.417 14.999 Outros valores e bens 161 219 – – – 380 Permanente – – – – 7.151 7.151 Total 211.225 207.680 63.559 759 14.568 497.791 b. Passivo Até De 91 a De 1 a De 3 Acima de 90 dias 360 dias 3 anos a 5 anos 5 anos Total Captações no mercado aberto 15 2.560 5.264 – – 7.839 Carteira própria 15 2.560 5.264 – – 7.839 Instrumentos financeiros derivativos – 3.405 2.105 – – 5.510 Diferencial de swap – 3.405 2.105 – – 5.510 Outras obrigações 203.170 2.324 2.020 – 17.087 224.601 Cobrança arrecad. trib. e assemelhados 9 – – – – 9 Sociais e estatutárias 4.723 – – – – 4.723 Fiscais e previdenciárias 1.972 2.324 2.020 – 17.087 23.403 Negociação e intermediação de valores 192.089 – – – – 192.089 Diversos 4.377 – – – – 4.377 Patrimônio líquido – – – – 259.841 259.841 Total 203.185 8.289 9.389 – 276.928 497.791 Resultado de operações com títulos e valores mobiliários 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Aplicações em operações compromissadas 14 – Aplicações em depósitos interfinanceiros 11.093 10.666 Títulos de renda fixa 7.359 1.348 Títulos de renda variável – (150) Ajustes ao valor de mercado (1.751) (4.032) Total 16.715 7.832 Resultado com instrumentos financeiros derivativos 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Contratos de swap (1.697) 1.281 Contratos de futuros – 4.575 Ajustes ao valor de mercado – 1.617 Total (1.697) 7.473 Despesas de operações de captação no mercado 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Operações compromissadas (466) (37) Total (466) (37)
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Receitas de prestação de serviços
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Comissões sobre colocação de títulos Corretagens de operações em Bolsa Outras Total Receitas de tarifas bancárias
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Administração de fundos de investimento Corretagem, TVM, derivativos e custódia Total Despesas de pessoal
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Honorários Benefícios Encargos sociais Proventos Treinamento Total Outras despesas administrativas
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Água, energia e gás Alugueis Comunicações Manutenção e conservação de bens Processamento de dados Promoções e relações públicas Propaganda e publicidade Publicações Serviços do sistema financeiro Serviços de terceiros Vigilância e segurança Serviços técnicos especializados Transportes Viagens Depreciação Outras Total Despesas tributárias
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ISS PIS COFINS Tributos federais Tributos municipais Atualização passivos fiscais Outras Total Outras receitas operacionais
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Juros sobre liquidação atraso - Cliente Correção monetária - Depósito judicial Variação monetária ativa Passivos contingentes Total Outras despesas operacionais
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Provisão para passivos contingentes Outras Total Resultado não operacional
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Alienação de investimentos em quotas Investimentos por incentivos fiscais Total Imposto de renda e contribuição social a. Encargos devidos sobre as operações
01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011
01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 153 31 12.207 12.091 887 512 13.247 12.634
Passivo (Outras obrigações - Fiscais e previdenciárias) Saldo inicial Ajuste a mercado de TVM Ajuste a mercado de derivativos Saldo final d. Composição do crédito tributário
01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 331 204 3.764 3.717 4.095 3.921
01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 (74) (48) (1.253) (1.076) (554) (464) (48) (15) (3.378) (2.420) (214) (502) (12) (132) (99) (57) (299) (209) (118) (87) (44) (46) (4.383) (3.207) (34) (49) (392) (381) (132) (135) (90) (83) (11.124) (8.911)
30/06/2012 3.273 499 – 494 2.630 121 7.017
Prejuízo fiscal de IR Base negativa de CS Ajuste a mercado de derivativos Provisão para contingências Provisão para obrigação legal Outros Total e. Expectativa de realização do crédito tributário
01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 (134) (261) (906) (822) (1.860) (2.554) (6.353) (6.072) (16) (16) (9.269) (9.725)
34
01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 (857) (828) (221) (205) (1.362) (1.261) (5) – (82) – (547) (612) (6) (91) (3.080) (2.997) 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 76 183 – 200 245 135 684 60 1.005 578 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 (463) (246) (189) (283) (652) (529) 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 – 36 57 – 57 36
01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Lucro antes do imposto de renda, da contribuição social e das participações 8.831 10.275 Encargos à alíquota nominal vigente (3.532) (4.110) Exclusões / (Adições) 1.383 2.878 Prejuízo fiscal de IR 517 299 Base negativa de CS 422 294 Ajuste a mercado de TVM (700) (1.612) Ajuste a mercado de derivativos (137) 322 Participações no lucro 831 1.271 Provisão para contingências 89 (75) 35 Derivativos - Regime de caixa – 1.601 Adições permanentes e Incentivos fiscais 481 778 Outros (120) – Imposto de renda e contribuição social corrente (2.149) (1.232) Imposto de renda e contribuição social diferido 837 1.613 Imposto de renda e contribuição social total (1.312) 381 b. Imposto de renda e contribuição social diferidos com efeito sobre o resultado no período 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Crédito tributário Adições / (Exclusões) Prejuízo fiscal de IR (517) (299) Base negativa de CS (422) (294) Ajuste a mercado de derivativos – (322) Provisão para contingências (89) 75 Derivativos - Regime de caixa – (1.601) 120 – Outras Total (908) (2.441) 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Obrigação fiscal diferida Adições / (Exclusões) Ajuste a mercado de TVM 700 1.613 Ajuste a mercado de derivativos 137 – 837 1.613 Total c. Imposto de renda e contribuição social diferidos com efeito sobre contas patrimoniais no período 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Ativo (Outros créditos - Diversos) Saldo inicial 7.925 13.666 Prejuízo fiscal de IR (517) (299) Base negativa de CS (422) (294) Ajuste a mercado de derivativos – (322) Provisão para contingências (89) 75 Derivativos - Regime de caixa – (1.600) Outros 120 – Saldo final 7.017 11.226
2.861 (700) (137) 2.024
4.621 (1.613) 3.008 30/06/2011 4.254 1.327 2.397 617 2.631 – 11.226
Valor nominal Valor presente Em 2012 314 303 Em 2013 956 853 Em 2014 1.227 1.000 Em 2015 1.396 1.033 A partir de 2016 3.124 1.247 Total 7.017 4.436 No semestre findo em 30 de junho de 2012 observou-se a realização de créditos tributários no montante de R$ 940 correspondente a 82% da respectiva projeção de utilização que constava no estudo técnico. Em 30 de junho de 2012 não existem créditos tributários não ativados. f. Composição de obrigações fiscais diferidas 30/06/2012 30/06/2011 Ajuste a mercado de TVM 2.021 3.008 Ajuste a mercado de derivativos 3 – Total 2.024 3.008 Partes relacionadas a. Sumário das transações com partes relacionadas 30/06/2012 30/06/2011 Ativo / (Passivo) Disponibilidades Banco Votorantim S.A. 123 413 Banco do Brasil S.A. e controladas 92 13 Aplicações interfinanceiras de liquidez Banco Votorantim S.A. 225.374 195.176 Títulos e valores mobiliários Banco Votorantim S.A. 22.023 21.934 Instrumentos financeiros derivativos - Ativo Banco Votorantim S.A. 121 18.071 Instrumentos financeiros derivativos - Passivo Banco Votorantim S.A. (5.510) (15.112) Outros valores a receber / (pagar) Banco Votorantim S.A. 129 – BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento 4.864 – Outros créditos Banco Votorantim S.A. – 223 Outras obrigações Banco Votorantim S.A. – (44.129) 01/01 a 30/06/2012 01/01 a 30/06/2011 Receita / (Despesa) Resultado com títulos e valores mobiliários Banco Votorantim S.A. 12.098 11.421 Resultado com instrumentos financeiros derivativos Banco Votorantim S.A. (1.697) 2.897 Operações de captação no mercado Banco Votorantim S.A. (466) (37) Outras despesas administrativas BV Participações S.A. (4.052) (2.688) b. Remuneração de pessoal-chave da Administração Em 30 de junho de 2012, a Companhia despendeu o montante de R$ 1.334 como remuneração às pessoas-chave da Administração. 01/01 a 30/06/2012 Honorários (134) Gratificações (888) Encargos sociais (312) Total (1.334) c. Benefícios a empregados Não existem benefícios pós-emprego, tais como pensões, outros benefícios de aposentadoria, seguro de vida e assistência médica pós-emprego, outros benefícios de longo prazo a empregados, incluindo licença por anos de serviço ou outras licenças, jubileu ou outros benefícios por anos de serviço, remuneração baseada em ações e benefícios de rescisão de contrato de trabalho, com exceção dos previstos em acordo coletivo da categoria. Ativos e passivos contingentes e obrigações legais a. Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável 30/06/2012 30/06/2011 Contingências fiscais (a) 62 61 Contingências trabalhistas (b) 1.235 1.542 Obrigações legais (c) 17.025 15.835 Total 18.322 17.438 (a) Referem-se, basicamente, a questões tributárias sobre PIS; sendo apresentadas na rubrica Outras obrigações - Diversas. (b) Processos movidos, na grande maioria, por ex-empregados, cuja natureza das reclamações envolve indenizações, horas extras, descaracterização de jornada de trabalho, adicional de função e representação e outros; sendo apresentadas na rubrica Outras obrigações - Diversas. (c) Referem-se, basicamente, ao pleito pelo não pagamento da COFINS com base nas receitas não derivadas do faturamento mensal (ampliação da base de cálculo introduzida pela Lei nº 9.718/98), sendo apresentadas na rubrica Outras obrigações - Fiscais e previdenciárias. b. Movimentação dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável Demandas fiscais Demandas trabalhistas Obrigações legais 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 30/06/2012 30/06/2011 Saldo inicial 62 60 1.456 1.355 16.478 16.478 Constituições – – 463 307 – – Reversões – – (684) (59) – (643) Atualizações – 1 – – 547 – Saldo final 62 61 1.235 1.603 17.025 15.835 c. Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco possível 30/06/2012 30/06/2011 Contingências fiscais (a) 28.807 27.287 Contingências trabalhistas (b) 26 207 Total 28.833 27.494 (a) Referem-se, basicamente, às questões tributárias de IRPJ, CSLL, PIS e COFINS sobre desmutualização. (b) Referem-se a processos movidos, na grande maioria, por ex-empregados, cuja natureza das reclamações envolvem indenizações, horas extras, descaracterização de jornada de trabalho, adicional de função e representação e outros. d. Depósitos judiciais apresentados em Outros créditos - Diversos 30/06/2012 30/06/2011 Contingências fiscais 4.786 4.357 Contingências trabalhistas 25 25 Total 4.811 4.382 e. Ativos contingentes Não existe nenhum ativo contingente contabilizado.
Marcelo Rosas Betine Contador - 1PR044644/“O”- 6 “S” SP
A DIRETORIA
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores e aos Quotistas da Votorantim Corretora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. São Paulo - SP Examinamos as demonstrações contábeis da Votorantim Corretora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (“Instituição”) que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A Administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas
requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Votorantim Corretora de Títulos e Valores
Mobiliários Ltda. em 30 de junho de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Outros assuntos - Demonstração do valor adicionado Examinamos também a demonstração do valor adicionado (DVA), elaborada sob a responsabilidade da Administração da Instituição, para o semestre findo em 30 de junho de 2012, cuja apresentação está sendo efetuada de forma espontânea pela Instituição. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto.
São Paulo, 2 de agosto de 2012
KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6
Alberto Spilborghs Neto Contador CRC 1SP167455/O-0
Estamos lançando uma ofensiva contra ladrões e sem-vergonhas. Sergei Udaltsov, líder opositor russo. nternacional
Unidos contra Putin Conselho será a nova arma da oposição russa para realizar protestos
A
oposição russa anunciou ontem a criação de um conselho que organizará ações de protesto contra o presidente do país, Vladimir Putin. Partidos políticos e organizações sociais de todos os tipos poderão participar da organização, cujos membros serão eleitos no dia 7 de outubro em uma votação pela internet, segundo o dirigente opositor e blogueiro, Alexei Navalni. Para ele, ao menos cem mil pessoas devem participar do pleito para que ele seja considerado válido. Entre as funções do conselho estarão a de coordenar protestos contra Putin e ser um canal de diálogo entre governo e opositores. O grupo terá 45 membros, dos quais 15 serão representantes de formações políticas e 30 independentes.
A ideia de criar o conselho surgiu durante o último grande protesto da oposição, que reuniu em Moscou mais de cem mil pessoas em julho. Outro líder opositor, Sergei Udaltsov, disse que o próximo protesto será realizado no dia 15 de setembro e poderá reunir 150 mil pessoas. "Estamos lançando uma ofensiva contra ladrões e sem-vergonhas", disse Udalsov, se referindo ao partido Rússia Unida, no poder. A oposição continua pedindo a repetição das eleições parlamentares de dezembro passado, que considerou fraudulentas, e defende a implementação de reformas políticas. Recentemente, Putin alertou sobre o perigo das atitudes anarquistas da oposição, a qual acusou de estar influenciada pelo Ocidente. Ele ainda promulgou em junho uma lei que endureceu as multas em caso de violação das normas nos comícios e atos políticos públicos, o que a oposição vê como uma restrição da liberdade de manifestação. (Agências)
Ó RBITA
NORUEGA
A
Noruega poderia ter evitado o duplo atentado realizado por Anders Breivik, que deixou 77 mortos no ano passado, revelou uma comissão independente ontem. Entre as falhas apontadas estão a falta de aplicação de medidas de segurança existentes e a demora na atuação da polícia. (Agências)
IRÃ
M
oradores do noroeste do Irã, zona atingida por dois tremores no sábado, criticaram o governo ontem, ao afirmar que os trabalhos de socorro foram inadequados e o número de vítimas é maior do que o anunciado. Teerã diz que 306 pessoas foram mortas. (Agências)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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terça-feira, 14 de agosto de 2012
VOTORANTIM ASSET MANAGEMENT DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. CNPJ/MF nº 03.384.738/0001-98 Avenida das Nações Unidas, 14.171, Torre A - 7º andar, Vila Gertrudes - CEP: 04794-000 - São Paulo-SP
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Quotistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, apresentamos as demonstrações contábeis da Votorantim Asset Management Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda., também denominada Votorantim Wealth Management & Services (“VWM&S”), relativas aos semestres findos em 30 de junho de 2012 (1S12) e 2011 (1S11), acompanhadas das respectivas notas explicativas e do relatório dos auditores independentes. A VWM&S, moderna estrutura organizacional consolidadora das atividades de Asset Management (Votorantim Asset Management - VAM) e Private Bank, encerrou junho de 2012 com volume total de recursos geridos de R$ 43,2 bilhões, aumento de cerca de 14% em relação ao mesmo período do ano anterior. O patrimônio líquido em 30 de junho de 2012 foi de R$ 87,8 milhões e lucro líquido de R$ 10,2 milhões (R$ 66,0 milhões e R$ 8,5 milhões em junho de 2011, respectivamente).
No segmento de produtos estruturados, que encerrou junho de 2012 com volume administrado de R$ 11,4 bilhões, se destacou o Fundo de Investimento Imobiliário Securities que, com uma estratégia de pulverização dos CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) em sua carteira de ativos somada ao benefício fiscal que os produtos imobiliários propiciam aos investidores pessoas físicas, obteve um crescimento de 24% no seu patrimônio líquido no 1S12. Adicionalmente, no 1S12, os fundos FIP IE BB Votorantim Energia Sustentável I, II e III firmaram a compra de participação de 60% do complexo eólico Faísa LTDA., composto por cinco parques, localizado no estado do Ceará e com capacidade total de 136,5 MW, por R$ 480 milhões.
No Private Bank foi mantido o foco no planejamento patrimonial de sua base de clientes que, no encerramento do 1S12, apresentou expansão de 17% nos últimos 12 meses. No mesmo período, o volume de ativos sob gestão cresceu 12%. Em abril de 2012, o Private Bank obteve a certificação de qualidade ISO 9001:08, da Bureau Veritas Certification, que garante a qualidade exigida nas atividades de Relacionamento, Gestão Patrimonial e Advisory (aconselhamento) para clientes private no Brasil.
Como reconhecimento de sua excelência e consistência na performance, a VAM teve 08 fundos destacados No 1S12, a VAM deu continuidade a sua trajetória de ampliação dos negócios em parceria com o Banco do com “Fundos Excelentes” no ranking “Os Melhores Fundos para Investidores Institucionais” produzido pela Brasil, com o desenvolvimento de produtos estruturados exclusivamente voltados às necessidades do parceiro Luz Engenharia para a Revista Investidor Institucional publicada em abril de 2012. Ainda, em outro ranking acionista cujo volume total, em junho de 2012, atingiu cerca de R$ 2,2 bilhões. Outros projetos estão em fase produzido por essa revista chamado “Top 10 Assets”, publicada em março de 2012, a VAM aparece entre as de finalização e deverão ser concluídos ao longo do 2S12. 10 maiores gestoras para os investidores institucionais.
Focada no crescimento sólido e de longo prazo, a VWM&S definiu missão, visão e objetivos para nortearem suas ações até 2015, que culminaram com a obtenção da certificação ISO 9001:08 do Bureau Veritas Certification pela VAM em agosto de 2011, certificação essa reafirmada em junho de 2012, e na classificação máxima (AMP-1 - Muito forte) que uma asset pode receber, em nível internacional, quanto às práticas de gestão de recursos de terceiros concedido pela agência Standard & Poor’s.
Buscando antecipar as demandas de obtenção de informações detalhadas pelo investidor de fundos estruturados, a VAM lançou um site exclusivo para o Fundo Imobiliário BB Votorantim JHSF Cidade Jardim A administração da VWM&S agradece aos quotistas, clientes e parceiros pela confiança depositada e aos Continental Tower. Desenvolvida sob o ponto de vista do investidor, essa operação faz parte de uma colaboradores pelo contínuo empenho e dedicação. tendência da Indústria de Fundos e vai além, pois nele o investidor pode acompanhar o desempenho do Fundo; os rendimentos pagos e também detalhes sobre a evolução da obra; as informações sobre o ativo na São Paulo, 02 de agosto de 2012 A VAM deu continuidade à estruturação e gestão de produtos inovadores, de qualidade e de alto valor Bolsa de Valores; as demonstrações financeiras; os estudos e avaliações de empresas especializadas no agregado, encerrando junho de 2012 na posição de 8ª maior gestora de recursos pelo ranking de gestores mercado imobiliário; bem como os comunicados do Administrador, entre outros assuntos de interesse do A Diretoria de fundos da Anbima, com 1,88% de participação de mercado. Fundo e dos Cotistas.
BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) Ativo Circulante Disponibilidades Outros créditos Rendas a receber Diversos Outros valores e bens Despesas antecipadas Realizável a longo prazo Aplicações interfinanceiras de liquidez Aplicações em depósitos interfinanceiros Outros créditos Diversos Outros valores e bens Despesas antecipadas Permanente Investimentos Outros investimentos Provisão para perdas de investimento Imobilizado de uso Outras imobilizações de uso Depreciações acumuladas Intangível Ativos intangíveis Total do ativo
2012 2011 Passivo 24.290 19.959 Circulante Outras obrigações 550 260 Sociais e estatutárias 23.116 19.549 Fiscais e previdenciárias 19.041 15.514 Diversas 4.075 4.035 624 150 Patrimônio líquido 624 150 Capital De domiciliados no País 82.806 67.523 Reservas de lucros 82.584 66.835 Lucros acumulados 82.584 66.835 222 354 222 354 – 334 – 334 7.510 7.085 2.370 2.024 3.703 3.298 (1.333) (1.274) 1.612 2.011 4.716 4.603 (3.104) (2.592) 3.528 3.050 3.528 3.050 114.606 94.567 Total do passivo As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais)
2012 26.780 26.780 9.896 10.898 5.986 87.826
2011 28.601 28.601 10.300 7.696 10.605 65.966
46.536 31.572 9.718
36.536 21.350 8.080
114.606
94.567
DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais, exceto o Lucro líquido do período por lote de mil) 2012 Receitas da intermediação financeira 4.257 Resultado de operações com títulos e valores mobiliários 4.257 Resultado bruto da intermediação financeira 4.257 Outras receitas / (despesas) operacionais 27.564 Receitas de prestação de serviços 70.764 Despesas de pessoal (24.974) Outras despesas administrativas (12.193) Despesas tributárias (5.583) Outras receitas operacionais 8 Outras despesas operacionais (458) Resultado operacional 31.821 Resultado não operacional (481) Resultado antes da tributação sobre o lucro e participações 31.340 Imposto de renda e contribuição social (8.829) Provisão para imposto de renda (6.000) Provisão para contribuição social (3.191) Ativo fiscal diferido 362 Participações nos lucros e resultados (12.281) Lucro líquido do semestre 10.230 Lucro líquido por lote de mil quotas - R$ 2,20 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
2011 4.030 4.030 4.030 21.176 59.550 (23.091) (9.186) (5.505) 312 (904) 25.206 642 25.848 (5.359) (3.507) (2.119) 267 (11.984) 8.505 447,63
DEMONSTRAÇÕES DO FLUXO DE CAIXA SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais)
2012 2011 Fluxos de caixa provenientes das operações Lucro líquido 10.230 8.505 Lucros 681 921 Legal Expansão acumulados Total Ajustes ao lucro líquido: Saldos em 31 de dezembro de 2010 2.989 17.936 – 57.461 Depreciações 252 224 Lucro líquido – – 8.505 8.505 Provisão para passivos contingentes 429 697 Destinações do lucro líquido: Variações patrimoniais – – 425 – (425) – Reserva legal Aplicações interfinanceiras de liquidez 769 (780) Saldos em 30 de junho de 2011 19.000 17.536 3.414 17.936 8.080 65.966 Outros créditos 838 3.407 Saldos em 31 de dezembro de 2011 36.536 10.000 4.309 26.751 – 77.596 Outros valores e bens 1.728 (477) Aumento de capital 10.000 (10.000) – – – – Outras obrigações (7.070) (7.200) Lucro líquido – – – – 10.230 10.230 Caixa gerado pelas operações 7.176 4.376 Destinações do lucro líquido: Reserva legal – – 512 – (512) – Fluxos de caixa provenientes das atividades de financiamento Dividendos pagos (6.272) (2.571) 46.536 – 4.821 26.751 9.718 87.826 Saldos em 30 de junho de 2012 Caixa utilizado pelas atividades de financiamento (6.272) (2.571) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. Fluxos de caixa provenientes das atividades de investimento NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 Alienação de imobilizado de uso 51 – Alienação no intangível 922 – (Em milhares de Reais) Aquisição de imobilizado de uso (145) (691) A constituição do crédito tributário do imposto de renda e da contribuição social está fundamentada 1 Contexto operacional Aquisição de investimentos (405) (439) em estudo técnico comprobatório da capacidade de sua realização preparado pela Administração. A Votorantim Asset Management Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. é uma Companhia Aplicações no intangível (955) (732) de capital fechado que, tem como objeto social, principalmente, intermediar, comprar e vender títulos O PIS (Programa de integração social) foi apurado com base na alíquota de 0,65% e a COFINS Caixa utilizado pelas atividades de investimento (532) (1.862) e valores mobiliários por conta própria ou de terceiros; instituir, organizar e administrar fundos e clubes (Contribuição para financiamento da seguridade social) foi apurada com base na alíquota de 4%, Variação líquida de caixa e equivalentes de caixa 372 (57) de investimentos. ambos aplicáveis sobre as receitas auferidas pela Companhia, reduzida das exclusões e deduções Caixa e equivalentes de caixa no início do período 178 317 As operações são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam integradamente permitidas pela legislação em vigor. Caixa e equivalentes de caixa no fim do período 550 260 no mercado financeiro, inclusive em relação ao gerenciamento de riscos, e certas operações tem a O ISS (Imposto sobre serviços) foi apurado considerando alíquota de 2% até 5% (alíquota varia de Aumento / (redução) no caixa e equivalentes de caixa 372 (57) coparticipação ou a intermediação de instituições associadas, integrantes do sistema financeiro. Os acordo com cada município) sobre as receitas de serviços prestados pela Companhia. As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. benefícios dos serviços prestados entre essas instituições e os custos da estrutura operacional e h. Ativos e passivos contingentes e obrigações legais administrativa são absorvidos segundo a praticabilidade e a razoabilidade de lhes serem atribuídos em DEMONSTRAÇÕES DO VALOR ADICIONADO conjunto ou individualmente. O reconhecimento, a mensuração e a divulgação dos ativos contingentes, contingências passivas e SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 2 Apresentação das demonstrações contábeis obrigações legais são efetuados de acordo com os seguintes critérios: As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas da Lei das i. Ativos contingentes - São reconhecidos nas demonstrações contábeis somente quando da (Em milhares de Reais) Sociedades por Ações e normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN). existência de evidências que propiciem a garantia de sua realização, sobre as quais não cabem 2012 2011 Em 28 de dezembro de 2007 foi promulgada a Lei n° 11.638/07, complementada pela Lei n° 11.941/09, Receitas 74.090 63.630 mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo; as quais alteraram a Lei das Sociedades por Ações quanto às práticas contábeis adotadas no Brasil. Receitas da intermediação financeira 4.257 4.030 ii. Passivos contingentes - São reconhecidos nas demonstrações contábeis quando, baseado na Embora a referida Lei já tenha entrado em vigor, algumas alterações por ela introduzidas dependem de Receitas de prestação de serviços 70.764 59.550 opinião de assessores jurídicos e da Administração, for considerado provável o risco de perda de normatização por parte do CMN. As alterações aprovadas pelo CMN foram: Outras receitas / (despesas) (450) (592) uma ação judicial ou administrativa, com uma provável saída de recursos para a liquidação das • os procedimentos de mensuração do valor recuperável de ativos; Resultado não operacional (481) 642 • a elaboração do fluxo de caixa em substituição da demonstração das origens e aplicações de obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os Insumos adquiridos de terceiros (10.221) (7.347) recursos; passivos contingentes classificados como de perdas possíveis não são reconhecidos Materiais, energia e outros (116) (99) • a divulgação em notas explicativas às demonstrações contábeis de informações sobre partes Serviços de terceiros (215) (158) contabilmente, devendo ser apenas divulgados nas notas explicativas, e os classificados como relacionadas; Outros: (9.890) (7.090) remotos não requerem provisão e divulgação; e • pagamento baseado em ações; Comunicações (53) (45) iii. Obrigações legais - São processos judiciais relacionados a obrigações tributárias, cujo objeto • definição de critérios para a seleção, alteração e divulgação de políticas contábeis, para as Manutenção e conservação de bens (67) (123) de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da alterações nas estimativas contábeis e para as retificações de erros; Processamento de dados (1.911) (1.696) probabilidade de sucesso dos processos judiciais em andamento, tem os seus montantes • eventos subsequentes; e Promoções e relações públicas (321) (484) reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis. • os procedimentos de reconhecimento, mensuração e divulgações de provisões, passivos e ativos Publicações (84) (47) contingentes. Propaganda e publicidade (79) (53) i. Outros ativos e passivos Foi aplicado ainda, o seguinte pronunciamento que não é conflitante com as normas do Banco Central Serviços do sistema financeiro (873) (721) Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os do Brasil, conforme determina regulamentação vigente: Serviços técnicos especializados (5.817) (3.153) rendimentos e as variações monetárias e cambiais auferidas (em base “pro rata” dia) e provisão para Transportes (118) (149) • Demonstração do valor adicionado. perda, quando julgada necessária. Os passivos estão demonstrados por valores conhecidos ou Outros (567) (619) A emissão das demonstrações contábeis foi autorizada pela Diretoria em 02 de agosto de 2012. calculáveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias e cambiais incorridas (em base “pro Valor adicionado bruto 63.869 56.283 3 Gerenciamento de riscos rata” dia). Despesas de depreciação (252) (224) A gestão de riscos tem suas políticas aderentes às melhores práticas de mercado e está em linha com as Valor adicionado líquido produzido pela Entidade 63.617 56.059 Composição de caixa e equivalentes de caixa diretrizes definidas pelo CMN. Sua abrangência é no âmbito das instituições que compõem o 5 63.617 56.059 Conglomerado Financeiro Votorantim (“Conglomerado”). 30/06/2012 30/06/2011 Valor adicionado a distribuir 63.617 56.059 Foram implementadas políticas, procedimentos e sistemas de gestão capazes de gerir, avaliar e mitigar Disponibilidades 550 260 Valor adicionado distribuído 33.505 31.457 os riscos inerentes aos seus negócios, proporcionando à Administração uma visão de todos os riscos. Total 550 260 Pessoal Salários e honorários 16.090 16.460 Risco de mercado 6 Disponibilidades Participação no lucro 12.281 11.984 Risco de mercado é definido como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos 30/06/2012 30/06/2011 Benefícios e treinamentos 3.728 1.817 valores de mercado de posições detidas. A gestão é feita de forma centralizada por uma área que FGTS 1.406 1.196 Depósitos bancários 550 260 mantém independência em relação à mesa de operações. Impostos, taxas e contribuições 18.162 14.482 Total 550 260 Os procedimentos básicos adotados para o gerenciamento deste risco são: (a) integridade na INSS sobre salários 3.750 3.618 Aplicações interfinanceiras de liquidez precificação de ativos e derivativos; (b) avaliação do risco pela metodologia Value at Risk e pela 7 Despesas tributárias (exceto IR e CS) 5.583 5.505 simulação de cenários; e (c) acompanhamento de resultados diários com testes de aderência da 30/06/2012 30/06/2011 Imposto de renda/contribuição social 8.829 5.359 metodologia back-test. Aplic. em depósitos interfinanceiros 82.584 66.835 Remuneração de capitais de terceiros 1.720 1.615 O Conglomerado realiza operações que envolvem instrumentos financeiros derivativos, atuando em Total 82.584 66.835 Alugueis 1.720 1.615 mercados organizados e de balcão, com o objetivo de possibilitar uma gestão de risco de mercado 8 Outros créditos - Rendas a receber Remuneração de capitais próprios 10.230 8.505 adequada à sua política. Estes instrumentos são utilizados para hedge de posições, para atender Lucro retido 10.230 8.505 Rendas a receber referem-se, basicamente, aos valores a receber pela cobrança de taxas de demanda de contrapartes e como meio de reversão de posições em momentos de grandes oscilações. administração e de performance dos fundos de investimento administrados, sendo a sua contrapartida As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. Risco operacional registrada na conta de receitas de prestação de serviços. Risco operacional é definido como o risco de perda resultante de falha, deficiência ou inadequação de Em 30 de dezembro de 2011, foi deliberado e aprovado o aumento do Capital Social, no montante Outros créditos - Diversos processos internos, pessoas e sistemas ou de eventos externos à Instituição - inclui o risco legal, porém 9 de R$10.000, totalmente subscrito e integralizado pelos sócios, na proporção da participação social exclui o risco estratégico e o risco de imagem. 30/06/2012 30/06/2011 detida por cada um deles, mediante aproveitamento de parte da “Reserva para expansão”, realizado Os princípios básicos observados pela Instituição na gestão e controle do risco operacional estão em Adiantamentos e antecipações salariais 778 619 com a emissão de 1.000.000.000 de novas quotas. O aumento de capital foi homologado pelo conformidade com a regulamentação vigente do Banco Central do Brasil e com as melhores práticas de Adiantamentos a fornecedores 46 92 BACEN em 14 de março de 2012. mercado: Crédito tributário de impostos e contribuições 405 354 b. Dividendos • envolvimento da alta Administração na supervisão global da tomada de riscos através dos comitês Devedores por depósito em garantia 13 – Aos acionistas é assegurado um dividendo mínimo obrigatório, correspondente a 25% do lucro do e comissões estabelecidos; Impostos e contribuições a compensar 3.049 3.323 exercício, deduzido da reserva legal. • mapeamento dos processos operacionais e sistêmicos, mapeamento de controles existentes e Outros 6 1 análise dos riscos inerentes e residuais; c. Reserva de lucros Total 4.297 4.389 • avaliação do impacto financeiro potencial e da possibilidade de ocorrência dos riscos mapeados; Reserva legal • a partir dessa avaliação, define-se a exposição ao risco operacional, de acordo com a matriz de 10 Outros valores e bens Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do período, até atingir o limite de 20% 30/06/2012 30/06/2011 risco padronizada para toda Instituição; do Capital Social. A Reserva legal poderá deixar de ser constituída quando acrescida do montante Despesas de manutenção e conservação 528 334 • captura de perdas operacionais e manutenção de base de dados estruturada com informações das Reservas de Capital exceder 30% do Capital Social. A Reserva legal somente poderá ser utilizada Despesas de processamento de dados 78 150 referentes aos eventos; para aumento de Capital ou para compensar prejuízos. Despesas de serviços técnicos especializados 18 – • análise, comunicação e implantação de planos de ação para melhoria de processos e controles Reserva para expansão Total 624 484 para mitigação dos riscos incorridos; e Para cumprimento das exigências estabelecidas na legislação societária e regras do BACEN, no • cálculo de Capital alocado para risco operacional a partir de metodologias estruturadas, baseadas 11 Investimentos encerramento do período, a Administração propõe que a parcela do lucro não distribuído, caso nas melhores práticas de mercado e adequadas em relação às exigências regulatórias. exista, seja destinado para “Reserva para expansão”. O saldo de reserva está à disposição dos sócios 30/06/2012 30/06/2011 Risco de crédito para deliberação futura em Reunião de Quotistas. Investimentos por incentivos fiscais 3.673 3.268 Risco de crédito consiste na possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pelo Títulos patrimoniais 1 1 18 Balanço patrimonial por faixas de vencimento tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, bem como à A demonstração do “Balanço patrimonial por faixas de vencimento” de 30 de junho de 2012 foi Outros 29 29 desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, elaborada considerando o prazo de vencimento dos ativos e passivos, independente da categoria em Provisão para perdas com incentivos fiscais (1.333) (1.274) à redução de ganhos ou remunerações, às vantagens concedidas na renegociação e aos custos de que estão classificados. Total 2.370 2.024 recuperação. Dos ativos e passivos de prazo indeterminado, classificam-se as operações ativas no realizável a longo Como parte do processo de gestão do risco de crédito, são realizados acompanhamentos das políticas, 12 Imobilizado de uso prazo e as operações passivas no passivo circulante. O ativo permanente e o patrimônio líquido estão 30/06/2012 30/06/2011 normas, processos, limites estabelecidos, além da análise dos riscos e submissão às alçadas e aos apresentados como “acima de 5 anos”. comitês aprovadores. A política de crédito é formulada com base em análise de indicadores internos da Valor de Depreciação Saldo Saldo a. Ativo carteira e dos processos de precificação e avaliação de empresas, e em fatores externos, relacionados à custo acumulada líquido líquido Até De 91 a De 1 a De 3 a Acima de situação financeira das empresas e à conjuntura econômica do País e do exterior. 90 dias 360 dias 3 anos 5 anos 5 anos Total Móveis e equipamentos de uso 1.653 (988) 665 839 O Conglomerado realiza avaliações de risco de crédito das operações, determinadas através de modelos Disponibilidades 550 – – – – 550 Sistema de comunicação 814 (328) 486 566 Aplicações interf. de liquidez – – 82.584 – – 82.584 julgamentais e estatísticos. Ressalta-se que na identificação de deterioração da qualidade da carteira de Sistemas de processamento de dados 2.219 (1.778) 441 588 Aplicações em dep. interfinanceiros – – 82.584 – – 82.584 crédito, são tomadas ações de mitigação de riscos, tais como, reavaliação do perfil de risco dos clientes Sistema de segurança 30 (10) 20 18 Outros créditos 19.872 3.244 13 209 – 23.338 e análises setoriais que influenciam na gestão de limites até a gestão e controle de garantias. Total 4.716 (3.104) 1.612 2.011 Rendas a receber 19.041 – – – – 19.041 Gestão de ativos e passivos 01/01 a 01/01 a Diversos 831 3.244 13 209 – 4.297 O Comitê Operacional de Ativos e Passivos (ALM) é responsável pela gestão dos riscos estruturais de 30/06/2012 30/06/2011 Outros valores e bens 612 12 – – – 624 taxas de juros, taxas de câmbio e de liquidez, bem como a gestão do Capital que busca otimizar a Saldo inicial 1.770 1.544 Permanente – – – – 7.510 7.510 relação risco versus retorno e maior eficiência na composição dos fatores que impactam no Índice de Aquisições 145 691 Total 21.034 3.256 82.597 209 7.510 114.606 Solvabilidade (Basileia). Alienações (51) – b. Passivo Em 30 de junho de 2012, o Índice de Solvabilidade (Basileia) do Conglomerado Financeiro Votorantim Até De 91 a De 1 a De 3 a Acima de Depreciação (252) (224) foi de 15,5% (13,9% em 2011). 90 dias 360 dias 3 anos 5 anos 5 anos Total Saldo final 1.612 2.011 Em atendimento à Circular nº 3.477/09 do Bacen, o Conglomerado Financeiro Votorantim mantém Outras obrigações 17.589 9.191 – – – 26.780 Em 30 de junho de 2012, não foi verificada a existência de ativos relevantes que indique perda de informações adicionais de seu processo de gestão de riscos disponibilizadas no website: Sociais e estatutárias 9.896 – – – – 9.896 www.bancovotorantim.com.br/ri. desvalorização. Fiscais e previdenciárias 1.707 9.191 – – – 10.898 4 Principais práticas contábeis 13 Intangível Diversas 5.986 – – – – 5.986 a. Apuração do resultado 30/06/2012 30/06/2011 Patrimônio líquido – – – – 87.826 87.826 As receitas e despesas são registradas de acordo com o regime de competência e são contabilizadas Valor de Provisão Saldo Saldo Total 17.589 9.191 – – 87.826 114.606 pelo critério “pro rata” dia, calculadas com base no método exponencial, as quais são calculadas custo para perda líquido líquido 19 Resultado de operações com títulos e valores mobiliários com base no método linear. 01/01 a 01/01 a STI - Anbid 3.985 (1.137) 2.848 3.050 b. Caixa e equivalentes de caixa 30/06/2012 30/06/2011 Projetos corporativos 680 – 680 – Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades, aplicações em depósitos Aplicações em depósitos interfinanceiros 4.256 4.030 Total 4.665 (1.137) 3.528 3.050 interfinanceiros e aplicações em operações compromissadas - posição bancada, cujo vencimento das Títulos de renda fixa 1 – 01/01 a 01/01 a operações, na data da aplicação, seja de até 90 dias. Total 4.257 4.030 c. Aplicações interfinanceiras de liquidez 30/06/2012 30/06/2011 20 Receitas de prestação de serviços As aplicações interfinanceiras são registradas pelo valor de aplicação, acrescido dos rendimentos Saldo inicial 3.495 2.318 01/01 a 01/01 a auferidos até a data do balanço, calculados “pro rata” dia com base na variação do indexador e nas Aquisições 955 732 30/06/2012 30/06/2011 taxas de juros pactuados. Baixas (922) – Administração de fundos de investimento 70.764 56.109 d. Despesas antecipadas Saldo final 3.528 3.050 Comissões sobre colocação de títulos – 3.441 São contabilizadas as aplicações de recursos em pagamentos antecipados, cujos benefícios ou 14 Outras obrigações - Sociais e estatutárias 70.764 59.550 Total prestação de serviços ocorrerão em períodos futuros. As despesas antecipadas são registradas ao 21 Despesas de pessoal 30/06/2012 30/06/2011 custo e amortizadas à medida que forem sendo realizadas. 01/01 a 01/01 a Provisão para participação nos lucros 9.896 10.300 e. Estimativas contábeis 30/06/2012 30/06/2011 Total 9.896 10.300 A elaboração de demonstrações contábeis requer que a Administração use de julgamento na Honorários (894) (673) 15 Outras obrigações Fiscais e previdenciárias determinação e registro de estimativas contábeis. A liquidação das transações envolvendo essas Benefícios (3.712) (1.663) estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados, devido a imprecisões inerentes ao 30/06/2012 30/06/2011 Encargos sociais (5.156) (4.814) processo de sua determinação. Itens significativos sujeitos a essas estimativas e premissas incluem Impostos e contribuições sobre o lucro a pagar 9.191 6.096 Proventos (15.196) (15.787) avaliação de ativos e passivos financeiros e instrumentos financeiros derivativos pelo seu valor justo, Impostos e contribuições sobre serviços de terceiros 48 58 Treinamento (16) (154) análise de risco de crédito para determinação da provisão para créditos de liquidação duvidosa, Impostos e contribuições sobre salários 276 249 Total (24.974) (23.091) assim como da análise sobre passivos contingentes. A Administração revisa as estimativas e PIS 132 111 22 Outras despesas administrativas premissas regularmente. COFINS 804 675 01/01 a 01/01 a Os principais valores reconhecidos nas demonstrações contábeis por meio das estimativas estão 30/06/2012 30/06/2011 ISS 447 504 incluídos na seguinte nota explicativa: Água, energia e gás (108) (85) Outros impostos e contribuições – 3 nº 29 - Ativos e passivos contingentes e obrigações legais. Aluguéis (1.720) (1.615) Total 10.898 7.696 f. Ativo permanente Comunicações (53) (45) 16 Outras obrigações Diversas i. Os investimentos são demonstrados pelo seu custo de aquisição e deduzidos de provisão para Manutenção e conservação de bens (67) (123) 30/06/2012 30/06/2011 perda, quando aplicável; Material (8) (14) Provisão para despesas de pessoal 5.210 9.353 ii. O imobilizado é demonstrado pelo custo de aquisição, deduzido da respectiva conta de Processamento de dados (1.911) (1.696) Provisão para despesas administrativas 232 127 depreciação. A depreciação é calculada pelo método linear, com base nas seguintes taxas Promoções e relações públicas (321) (484) Provisão para passivos contingentes 524 886 anuais, de acordo com a vida útil-econômica estimada dos bens, sendo: Propaganda e publicidade (79) (53) • instalações, móveis e equipamentos de uso - 10%; Outras 20 239 Publicações (84) (47) • sistema de comunicação, segurança e transporte - 10%; e Serviços do sistema financeiro (873) (721) Total 5.986 10.605 • sistemas de processamento de dados - 20%. Serviços de terceiros (215) (158) 17 Patrimônio líquido Vigilância e segurança (43) (60) iii. O ativo intangível inclui os direitos que tenham por objeto os bens incorpóreos, destinados à a. Capital Social Serviços técnicos especializados (5.817) (3.153) manutenção da Companhia ou exercidos com essa finalidade. A amortização é calculada pelo O Capital Social, subscrito e integralizado, é representado por 4.653.570.201 quotas (19.000.000 Transportes (118) (149) método linear, com base no prazo que o benefício é gerado. de quotas em 2011). Viagens (283) (320) Os ativos não financeiros estão sujeitos à avaliação do valor recuperável em períodos anuais. Para cumprimento das exigências estabelecidas na legislação societária, em dezembro de 2010, a Emolumentos judiciais e cartor. (140) (111) g. Tributos Depreciação (252) (224) Administração propôs o aumento do Capital Social, no montante de R$ 17.536, modificando o O imposto de renda foi apurado com base na alíquota de 15%, acrescido do adicional de 10% e a Outras (101) (128) número de quotas de 19.000.000 para 3.653.570.201. O aumento de Capital foi homologado pelo contribuição social foi apurada com base na alíquota de 15%, ambos, aplicáveis sobre o lucro (12.193) (9.186) Total tributável. BACEN em 23 de agosto de 2011. Capital Social Capital Aumento realizado de Capital 19.000 17.536 – –
Reservas de lucros
DIÁRIO DO COMÉRCIO
terça-feira, 14 de agosto de 2012
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VOTORANTIM ASSET MANAGEMENT DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. CNPJ/MF nº 03.384.738/0001-98 Avenida das Nações Unidas, 14.171, Torre A - 7º andar, Vila Gertrudes - CEP: 04794-000 - São Paulo-SP
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 23
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Despesas tributárias
ISS PIS COFINS Tributos federais Tributos municipais Outras Total Outras receitas operacionais
Recuperação de encargos e despesas Variação monetária ativa Outras Total Outras despesas operacionais
Provisão para passivos contingentes Outras Total Resultado não operacional
Alienação de investimentos Investimentos por incentivos fiscais Provisão para perda - STI Anbid Total Imposto de renda e contribuição social a. Encargos devidos sobre as operações Lucro antes do imposto de renda, da contribuição social e das participações Encargos à alíquota nominal vigente Exclusões / (Adições) Participações no lucro Provisão para contingências Adições permanentes e incentivos fiscais Outras Imposto de renda e contribuição social corrente Imposto de renda e contribuição social total
01/01 a 30/06/2012 (1.621) (488) (3.001) (154) (115) (204) (5.583)
01/01 a 30/06/2011 (1.703) (415) (2.553) (487) (93) (254) (5.505)
01/01 a 30/06/2012 – 2 6 8
01/01 a 30/06/2011 243 69 – 312
01/01 a 30/06/2012 (429) (29) (458)
01/01 a 30/06/2011 (669) (235) (904)
01/01 a 30/06/2012 – 405 (886) (481)
01/01 a 30/06/2011 49 438 155 642
01/01 a 30/06/2012
01/01 a 30/06/2011
31.340 (12.536) 3.345 4.912 (171) (1.205) (191) (9.191) (9.191)
25.848 (10.339) 4.713 4.794 (267) 186 – (5.626) (5.626)
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b. Imposto de renda e contribuição social diferidos com efeito sobre o resultado no período 01/01 a 01/01 a 30/06/2012 30/06/2011 Crédito tributário Adições / (Exclusões) Provisão para contingências 171 267 191 – Outros 362 267 Total c. Imposto de renda e contribuição social diferidos com efeito sobre contas patrimoniais no período 01/01 a 01/01 a 30/06/2012 30/06/2011 Ativo (Outros créditos – Diversos) Saldo inicial 43 87 29 Provisão para contingências 171 267 Outros 191 – Saldo final 405 354 d. Composição do crédito tributário 30/06/2012 30/06/2011 Provisão para contingências 210 354 Provisão para gratificação retenção 195 – Total 405 354 e. Expectativa de realização do crédito tributário Valor nominal Valor presente Em 2013 196 174 Em 2017 209 127 Total 405 301 No semestre findo em 30 de junho de 2012 observou-se a realização de créditos tributários no montante de R$ 29 correspondente a 100% da respectiva projeção da utilização que constava no estudo técnico. Não existem créditos tributários não ativados. Partes relacionadas a. Sumário das transações com partes relacionadas 30/06/2012 30/06/2011 Ativo / (Passivo) Disponibilidades Banco Votorantim S.A. 212 217 Aplicações interfinanceiras de liquidez Banco Votorantim S.A. 82.584 66.835 01/01 a 01/01 a 30/06/2012 30/06/2011 Receitas / (Despesas) Receitas / (Despesas) de operações com títulos e valores mobiliários Banco Votorantim S.A. 4.257 4.030 Receitas / (Despesas) administrativas BV Participações S.A. e controladas (4.553) (2.575)
b. Remuneração de pessoal-chave da Administração Em 30 de junho de 2012, a Companhia despendeu o montante de R$ 7.090 como remuneração às pessoas-chave da Administração. Honorários (894) Gratificações (4.539) Encargos sociais (1.657) (7.090) Total c. Benefícios a empregados Não existem benefícios pós-emprego, tais como pensões, outros benefícios de aposentadoria, seguro de vida e assistência médica pós-emprego, outros benefícios de longo prazo a empregados, incluindo licença por anos de serviço ou outras licenças, jubileu ou outros benefícios por anos de serviço, remuneração baseada em ações e benefícios de rescisão de contrato de trabalho com exceção dos previstos em acordo coletivo da categoria. Ativos e passivos contingentes e obrigações legais a. Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável 30/06/2012 30/06/2011 524 886 Contingências trabalhistas 524 886 Total Referem-se a processos movidos, na grande maioria, por ex-empregados, cuja natureza das reclamações envolvem indenizações, horas extras, descaracterização de jornada de trabalho, adicional de função e representação e outros, sendo apresentado na rubrica Outras obrigações Diversas. b. Movimentação dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável Demandas trabalhistas 01/01 a 01/01 a 30/06/2012 30/06/2011 Saldo inicial 95 217 Constituições 429 1.340 – (671) Reversões 524 886 Saldo final c. Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco possível 30/06/2012 30/06/2011 Contingências fiscais (a) 4.233 4.048 Contingências trabalhistas (b) 213 1.150 Total 4.446 5.198 (a) Em 2012 referem-se às questões tributárias: IRPJ/CS sobre JCP de R$ 3.913 e IRPJ-FINOR de R$ 320. (b) Referem-se a vários pedidos reclamados, como indenizações, horas extras, adicional de função e representação e outros. d. Depósitos judiciais apresentados em Outros créditos - Diversos 30/06/2012 30/06/2011 Contingências trabalhistas 13 – Total 13 – e. Ativos contingentes Não existe ativo contingente contabilizado.
Marcelo Rosas Betine Contador - 1PRD44644/”O”-6”S” SP
A DIRETORIA
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores e aos Quotistas da Votorantim Asset Management Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. São Paulo - SP Examinamos as demonstrações contábeis da Votorantim Asset Management Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (“Instituição”) que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A Administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas
requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Votorantim Asset Management Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. em 30 de junho de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos
de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Outros assuntos - Demonstração do valor adicionado Examinamos também a demonstração do valor adicionado (DVA), elaborada sob a responsabilidade da Administração da Instituição, para o semestre findo em 30 de junho de 2012, cuja apresentação está sendo efetuada de forma espontânea pela Instituição. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. São Paulo, 2 de agosto de 2012
KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6
Alberto Spilborghs Neto Contador CRC 1SP167455/O-0
O mal e a corrupção estão em todo lugar da Igreja. Paolo Gabriele, ex-mordomo do papa Bento XVI. nternacional Aaron Sprecher/EFE
Policiais isolam local do tiroteio na cidade de College Station, no Texas. Este é o terceiro incidente envolvendo disparos em um mês nos EUA.
Agressor mata duas pessoas e acaba morto pela polícia perto de universidade no Texas
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m atirador matou ontem duas pessoas e feriu outras quatro nos arredores da Universidade Texas A&M, na cidade de College Station, antes de ser morto pela polícia. Trata-se da terceira ação do tipo no último mês nos Estados Unidos. A polícia informou que o suspeito estava em uma casa próxima ao campus universitário quando abriu fogo contra pedestres, deixando um civil morto e outras quatro pessoas feridas, uma delas em estado grave. Seu nome não foi revelado. Segundo autoridades, o policial, identificado como sendo Brian Bachmann, morreu ao
ser atingido por uma bala quando se aproximava da casa do suspeito, em uma área residencial a poucas quadras da Texas A&M. O atirador acabou morto por policiais que chegaram em seguida. Um porta-voz policial disse que uma mulher atingida foi operada, e que um policial foi baleado na perna e está em condição estável. As autoridades disseram não saber os motivos do incidente, mas acreditam que não haja outros envolvidos além do atirador. 'Perdão' - Uma rádio local entrevistou o médico militar Rigo Cisneros, que viu a troca de ti-
EFE - 16/06/10
Divulgação
Tiroteio nos EUA. Mais uma vez.
ros com a polícia e tentou ajudar o policial atingido. Segundo ele, o agente visitava a casa do suspeito para deixar um aviso de despejo. Cisneros ainda afirmou que tentou atender o suspeito após ele ser algemado. Ele estava consciente e pediu perdão por ter atirado contra os policiais. A seguir, o agressor foi levado a um hospital, onde morreu. Alerta - A universidade chegou a emitir um aviso aos estudantes e outros funcionários do campus para procurar um lugar seguro, às 12h29 locais (14h29 em Brasília), devido a um "atirador ativo". Quinze minutos depois, o site da instituição afirmou que o suspeito já estava em custódia da polícia. O campus estava praticamente vazio, já que as aulas só recomeçam em 27 de agosto. A universidade tem cerca de 50 mil estudantes. O caso ocorre em um momento de grande debate nos EUA a respeito da violência com armas de fogo, por causa de incidentes recentes. Em julho, um homem matou 12 espectadores em um cinema do Colorado, e no último dia 5 um atirador cometeu suicídio após assassinar seis pessoas em um templo sikh de Wisconsin. (Agências)
O mordomo é o culpado
O mensalão argentino
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m juiz do Vaticano determinou ontem que um ex-mordomo do papa Bento XVI seja julgado pelo crime de furto qualificado por ter desviado documentos sobre supostos casos de corrupção na Santa Sé. Paolo Gabriele (de gravata) poderá ficar preso por até seis anos, mas terá a chance de receber a absolvição por perdão do pontífice. Gabriele, de 46 anos, é suspeito de vazar informações confidenciais, de roubar um cheque de 100 mil euros e uma pepita de ouro que foram entregues de presente ao pontífice. Ele ainda teria subtraído uma edição rara do livro "Eneida", do escritor romano Virgílio, um exemplar de 1581. O técnico de informática Claudio Sciarpelletti também será processado, acusado de auxiliar Gabriele. (Agências)
ex-presidente da Argentina Fernando de La Rúa é o principal acusado do julgamento, que começa hoje, por suposto suborno ao Senado para a aprovação de uma polêmica reforma trabalhista, em 2000. Este será o segundo julgamento na história da democracia argentina contra um ex-líder do país. Além de De la Rúa, outras sete pessoas serão réus no processo. Entre os acusados está o ex-secretário parlamentar Mario Pontaquarto, que confirmou que o ex-governante deu o sinal verde para os pagamentos de subornos que somavam US$ 4,3 milhões. O ex-presidente, que renunciou ao cargo em dezembro de 2001, pode ser condenado a seis anos de prisão. (EFE)
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www.dcomercio.com.br
1,8 milhão de blocos de Lego Para comemorar os 50 anos da chegada do Lego ao Japão, a fabricante patrocinou um workshop com mais de 5 mil pessoas, na maioria crianças, de seis regiões do país. Os participantes usaram 1,8 milhão de blocos de Lego para recriar o mapa do país, além de edifícios, torres, etc. Mais fotos no site. http://bit.ly/Per2wx
L ONDRES 2012 C A R T A Z
Bicampeãs em comemoração
A Inspirada na obra do escritor Jorge Amado, mostra 'Beleza Afro-Brasileira' traz imagens feitas pelo fotógrafo italiano Giancarlo Mecarelli. Panamericana Escola de Arte e Design. Av. Angélica, 1900, Higienópolis. Grátis.
P UBLICIDADE
seleção brasileira de vôlei feminino desembarcou ontem em São Paulo e participaram de uma carreata pelas principais avenidas da capital paulista para comemorar o bicampeonato olímpico com os torcedores. Desfilando em dois carros de bombeiros, com a trilha sonora de: “Eu Quero Tchu, Eu Quero Tcha”, de João Lucas e Marcelo, as jogadoras fizeram quase três horas de desfile até chegarem ao Palácio dos Bandeirantes, para receber do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, a medalha de honra ao mérito.
Seleção feminina de vôlei durante passagem pela avenida Paulista, ontem.
Marcio Fernandes/AE
FOTOGRAFIA
E M
Danish Ismail/Reuters
Encarnando personagens
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Imagens de crianças encarnando personagens como Cruella, de 101 Dálmatas, Edward, de Edward Mãos de Tesoura e Neytiri, em Avatar fazem parte de uma ccampanha publicitária criada pela agência Globalcomm para o Praia de Belas Shopping Center, de Porto Alegre, que renovou seu cinema. As imagens de toda a campanha estão no Facebook do shopping. http://on.fb.me/Sfkuhm
IGUARIA - Agricultora da Cachemira carrega cesto repleto de castanha-de-água, cultivada no lago Wular, em Bandipora, norte de Srinagar August 13, 2012. Conhecida na região como singada, a castanha-de-água é um vegetal crocante, que não tem aparência ou textura de castanha.
A RQUITETURA
I NTERNET
N OBEL
CUBÍCULO
Dotcom vai apostar em música
O termo nem sempre é atrativo, quando se pensa num espaço para morar, mas esse cubículo da Spaceflavour de Oakland, EUA, ganhou prêmio do American Institute of Architects por sua beleza e praticidade.
O criador do Megaupload, Kim Dotcom, anunciou que lançará até o fim do ano um serviço de download de músicas Megabox. O site venderá faixas diretamente dos artistas para o público, sem negociações com gravadoras, num desafio à indústria musical. Segundo Dotcom, os artistas receberão 90% do preço dos arquivos vendidos e serão remunerados mesmo em downloads gratuitos.
http://bit.ly/N91MGt
L OTERIAS Concurso 791 da LOTOFÁCIL 01
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Atriz norte-americana Jennifer Aniston fica noiva de Justin Theroux Google compra famosa editora de guias de turismo Frommer's
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Acesse www.dcomercio.com.br para ler a íntegra das notícias abaixo:
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A TÉ LOGO
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Concurso 2968 da QUINA
Espaço é criado para abrigar casa e escritório.
Regulador antitruste da Índia investiga Google, diz ministro
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Ganhadores pedem fim de reality show Nove ganhadores do Prêmio Nobel da Paz pediram ontem à rede NBC que suspendesse o reality show Stars Earn Stripes, visto por eles como uma tentativa de "higienizar a guerra ao compará-la a uma competição atlética". O programa submete oito celebridades a um tipo de treinamento militar e envolve uso de armas de fogo de longo alcance. O programa seria uma homenagem às Forças Armadas dos EUA". Os signatários são Jody Williams (1997), Desmond Tutu (1984), Mairead Maguire (1977), Dr. Shirin Ebadi (2003), presidente José Ramos-Horta (1996), Adolfo Pérez Esquivel (1980), presidente Oscar Arias Sanchez (1987), Rigoberta Menchú Tum (1992), Betty Williams (1977. A NBC não se manifestou.
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Redução de IPI é caminho sem volta? Sílvia Pimentel
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desoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) da linha branca e do setor automotivo termina no próximo dia 31 e há dúvidas se haverá nova prorrogação, pois o governo está preocupado com a queda da receita de tributos. Em junho, a arrecadação federal apresentou baixa real de 6,55%, ante mesmo mês do ano passado. É o primeiro recuo de 2012, que deverá se repetir em julho, pois
em igual mês do ano passado houve uma receita extra de R$ 7,45 bilhão, decorrente de antecipações do Refis da Crise e do pagamento de um débito em atraso da Vale, relacionado à Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Com uma economia morna, que aparentemente não tem reagido aos cortes de impostos, somada à queda na arrecadação, o governo sinalizou rever sua política de desonerações para preservar a meta de superávit fiscal primário do setor público em 2012 e 2013. Para economistas ouvidos pe-
Mercado vê PIB ainda menor
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mercado voltou a reduzir a estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) e a elevar a da inflação neste ano, segundo divulgação de ontem do boletim Focus, do Banco Central (BC). A expectativa para o crescimento do PIB (a soma de tudo que o país produz) neste ano foi reduzida pela segunda vez seguida, ao baixar de 1,85%, na semana passada, para 1,81%, ontem. Para o próximo ano, a previsão ficou estável em 4%. A taxa projetada pelo governo é de 3%. A projeção deste ano para inflação oficial (medida pelo IPCA, Índice de Preços ao Consumidor Amplo) subiu pela quinta semana, passando de 5%, para 5,11%. Para 2013, se manteve, pela sétima semana, em 5,5%. (Folhapress)
Arte de Max sobre fotos de Alessandro Shinoda/Folhapress, Marcelo Min/AFG, Masao Goto Filho/e-SIM, Leonardo Rodrigues/Digna Imagem.
conomia
Estagnação da economia em 2012 pressiona governo a forçar consumo. lo Diário do Comércio , porém, o mais provável é que o Planalto prorrogue os benefícios para a linha branca e veículos, que contam com essa medida para manterem suas vendas. "Se pôr fim às desonerações, a economia brasileira corre o risco de entrar em recessão. Acho que o governo não tem outro caminho", diz o economista da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Emilio Alfieri. Ele explica que o governo optou por deixar de lado a meta de inflação e usar outros instrumentos para evitar uma queda maior do Pro-
duto Interno Bruto (PIB). A l f i e r i l e mbra que nesta sexta-feira o Banco Central vai divulgar seu índice de atividade econômica (IBC-BR) e que o governo deverá levar o resultado na sua decisão de prorrogar ou não os benefícios fiscais. "Se continuar fraco, é quase certo que vai manter as desonerações", arrisca. Alfieri aponta que há vários indicadores mostrando uma certa estagnação da atividade econômica. As vendas de papelão ondulado, por exemplo, cresceram 0,1% em julho em relação a julho de 2011. O fluxo de veículos, que mede o transporte de carga, em igual período, subiu 0,7%. E as vendas medidas pelo Serviço Central de Proteção ao Crédito
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são úteis, mas não vão resolver os principais problemas do País", analisa. Em vez de só estimular, o economista defende "a retirada do desestímulo". "A economia trabalha com o freio puxado porque os juros e os impostos sobre o consumo são muito altos", afirma. Para Khair, é difícil avaliar os reais impactos das desonerações na reação da indústria. "Mas é muito provável que estaria muito fraca sem os benefícios fiscais", analisa. Na sua opinião, há um potencial de consumo no mercado interno que poderia ser mais explorado por meio da queda da taxa de juros dos tomadores, redução da Selic, recuo das tarifas bancárias e tabelamento das mesmas. "Com isso, haveria uma ampliação das operações de crédito, com impactos positivos sobre o consumo", conclui o economista.
Dilma divulga amanhã pacote para deslanchar investimentos
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ara tentar deslanchar os investimentos em infraestrutura em 2013 e destravar as chamadas Parcerias Público-Privadas (PPPs), a presidente Dilma Rousseff anunciará amanhã um amplo pacote de concessões de rodovias, ferrovias e portos. Boa parte dos projetos incluídos no apelidado PAC Concessões, porém, já havia sido anunciada nas versões anteriores do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), mas havia obstáculos para ser viabilizada. A principal dessas concessões é o trem-bala, que ligaria Campinas a São Paulo e ao Rio de Janeiro já na Copa do Mundo de 2014, mas que, após três tentativas frustradas de leilão, agora tem como meta
fazer sua primeira viagem em 2019. Para finalmente conseguir levar adiante o projeto orçado em mais de R$ 33,2 bilhões, o maior nas gavetas do governo, Dilma aceitou assumir os riscos do negócio, o que deve convencer investidores a entrarem no Trem de Alta Velocidade (TAV). Em relação às rodovias, a expectativa é de que o pacote, batizado como Plano Nacional de Logística Integrada (PNLI), amplie o portfólio de estradas federais à disposição para serem leiloadas à iniciativa privada. Pelo menos 11 novos trechos rodoviários em sete estados e no Distrito Federal já começaram a ser estudados pela Empresa Brasileira de Projetos (EBP) para a
5,73 mil quilômetros de rodovias brasileiras deverão ser melhoradas, ampliadas e mantidas por consórcios estruturação dos projetos de licitação. Apenas essa parte da malha a ser concedida soma 5,739 mil quilômetros de rodovias que deverão ser melhoradas, ampliadas e mantidas por consórcios que, em alguns casos, também poderão ter
Na quinta-feira, é a vez de Mantega liberar mais gastos para estados. ministro da Fazenda, Guido Mantega, irá anunciar na quinta-feira o início da segunda rodada de liberação de gastos nos Estados. O Ministério convidou para a solenidade 17 governadores que receberão autorização do Tesouro Nacional para contratarem empréstimos com bancos oficiais ou organismos internacionais para financiar obras em áreas como infraestrutura, saneamento e mobilidade urbana. Pelo menos dez governadores já confirmaram presença. Os pleitos desses Estados totalizam R$ 50 bilhões, no en-
(SCPC) aumentaram 2% em julho. "Tradicionalmente, as vendas do varejo ficam 2% acima do PIB, o que leva a crer que o resultado do segundo trimestre será fraco", analisa. Embora os números indiquem estagnação, o economista ressalva que, diferentemente da crise ocorrida em 2009, a inadimplência está sob controle, assim como o nível de emprego. "Mantidas as desonerações, a economia deverá reagir até o final do ano", diz. Armas – O economista Amir Khair afirma que as desonerações foram as armas escolhidas pelo governo para tentar reanimar a indústria. Além de reduzir a alíquota do IPI para alguns setores, o governo promoveu a desoneração parcial da folha de salários de certos segmentos econômicos. "Elas
tanto, os cálculos do Tesouro até ontem apontavam para um número menor, de acordo com uma fonte. Somente São Paulo terá R$ 10 bilhões a mais para investir, conforme antecipou Mantega na semana passada. A medida é mais uma frente de ação do governo para alavancar os investimentos e acelerar a expansão da economia. Como tem enfrentado dificuldades em fazer deslanchar os investimentos no Brasil, o governo quer estimular os gastos pelos Estados e pela iniciativa privada. A autorização para os governos esta-
duais está prevista para ocorrer um dia após o anúncio pela presidente Dilma Rousseff de um plano de concessões públicas para obras em estradas e ferrovias. Impacto – A nova folga financeira terá impacto, sobretudo, nas finanças públicas em 2013, quando o governo e o mercado ainda têm dúvidas sobre o ritmo em que a economia estará rodando. O governo já colocou à disposição dos governadores uma linha de empréstimo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no valor de R$ 20 bilhões, e flexi-
bilizou as regras para a realização de Parcerias PúblicoPrivadas (PPPs) pelos governos estaduais. A primeira rodada de ampliação do limite de endividamento para os Estados ocorreu no final do ano passado, quando o Tesouro autorizou os governadores a contratarem R$ 40 bilhões para realizar investimentos. A nova permissão, assim como em 2011, é uma estratégia do governo para gerar um movimento anticíclico para enfrentar os efeitos da crise internacional no ritmo do crescimento da economia brasileira. (AE)
a participação do governo. Já o setor que demanda mais urgência por parte do governo é o de portos, no qual dezenas de concessões já venceram ou estão para se esgotar em 2012. E aproveitando o momento de transição, o governo irá relicitar esses empreendimentos para implantar um novo modelo, ampliando o número de empresas privadas que operam os terminais da costa brasileira. Um novo modelo de concessão também será aplicado ao setor de ferrovias, garantindo desde o início dessa nova fase o direito de passagem aos operadores de carga para acabar com o monopólio dos concessionários. Entre os trechos que devem
aparecer no pacote desta semana está uma linha de 300 quilômetros da Ferrovia Norte-Sul entre Palmas e Gurupi, no Tocantins. Energia – As próximas concessões de grandes aeroportos também integram o pacote, incluindo um plano de melhorias e ampliação dos aeroportos regionais. O esperado pacote para reduzir o custo de energia perdeu espaço no Planalto nas últimas semanas e só deve ser anunciado em setembro. Embora previsto para o início deste mês, técnicos finalizam os detalhes das medidas que devem incluir o corte de encargos setoriais e a definição sobre como será a renovação das concessões que vencem a partir de 2015. (AE)
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terça-feira, 14 de agosto de 2012
DIÁRIO DO COMÉRCIO
terça-feira, 14 de agosto de 2012
e Petrobras vai investir US$ 45 bilhões neste ano, diz Graça.
A tônica do governo Dilma é a contratação da indústria nacional. Glauco Arbix, presidente da Finep
conomia
Presidente da empresa, Graça Foster, anuncia o total de recursos alocados em 2012. No ano passado, foram US$ 40 bi.
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Petrobras investirá US$ 45 bilhões neste ano, afirmou ontem a presidente da estatal, Graça Foster, em entrevista concedida ao lado do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel. Se confirmada, a cifra irá superar os US$ 40 bilhões alocados pela companhia em 2011. Segundo Graça, "a realização (do programa de investimento para 2 01 2 ) está altíssima", com grande "progresso físico" de obras e projetos, mas sempre com "disciplina de capital". O plano de negócios da estatal para o período 2012-2016 prevê investimentos de US$ 236,5 bilhões. Fo rnec edo res – Para Graça Foster, um dos desafios para implementar o plano é o desenvolvimento de uma cadeia de fornecedores locais. Ela disse que, desde 2003, quando a estatal implementou um programa de exigência de conteúdo local mínimo em suas encomendas, já houve avanço, mas é possível, neste campo, fazer mais. "O que eu quero saber é o que não pode ser feito ainda no Brasil. É fundamental a busca por inovação", disse. A presidente da Petrobras reforçou a intenção de dar prioridade aos fornecedores brasileiros. "Devemos fazer isso com excelência, competitividade e melhores prazos", acrescentou.
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Wilton Júnior/AE
Exploração – Segundo a executiva, a contratação da indústria nacional cresceu na última década. Na área de Exploração e Produção, a participação está, em média, em 65%, ante o índice de 40% a 55% de anos anteriores. No setor de Refino, o índice passou de 82% para 92%. Na área de Gás e Energia, de 70% para 90%. Entretanto, conforme levantamento do jornal O Estado de S. Paulo, feito a partir de dados da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a fa-
tia da indústria nacional de bens de capital entre os fornecedores da Petrobras caiu de 24% para 17% entre os anos de 2003 e de 2011. "A tônica do governo Dilma é a contratação da indústria nacional e será cada vez mais assim", disse o presidente da Financiadora de Projetos e Estudos (Finep), Glauco Arbix. Está em estudo uma série de regulamentações que irão permitir que novas concessões impliquem contratação de bens e serviços no mercado local.
Em um primeiro momento, o foco é a área de exploração e produção de petróleo e gás. As próximas licitações de áreas, inclusive no Pré-sal, já devem trazer regras mais rígidas de contratação local. Assim como a construção de novas refinarias estará condicionada a compras realizadas no Brasil. Ontem, a presidente Graça Foster participou do lançamento do Inova Petro, programa destinado a financiar inovações e novas tecnologias e apoiar empresas fornecedoras do Pré-sal. (Agências)
Reflexão: Graça Foster e o ministro Fernando Pimentel divulgaram investimentos.
Estatal lança incentivo para indústria do País
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nova tentativa do governo de incentivar a recuperação industrial trará a Petrobras outra vez no papel de âncora. Ontem, a empresa anunciou, em conjunto com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Financiadora de Projetos e Estudos (Finep) a destinação de R$ 3 bilhões até 2016 para a cadeia fornecedora de bens e serviços, dentro do programa Inova Petro. A estatal tem recorrido com frequência ao banco estatal de fomento. A partir da crise, em 2008, acumula R$ 42,2 bilhões em empréstimos, segundo levantamento do jornal O Estado de S.Paulo – sem levar em conta os R$ 24,8 bilhões injetados pelo BNDES na capitalização de 2010. Em contrapartida, a Petrobras reforça, a cada contrato, o compromisso de incentivo à indústria nacional. O banco está disposto a receber das empresas propostas de projetos de bens e serviços inovadores, que serão financiados em condições especialíssimas. Enquanto a Petrobras colocará à disposição sua infraestrutura de pesquisa para garantir que as tecnologias necessárias ao Pré-sal sejam desenvolvidas no País. "Não vamos aceitar a 'tropicalização' da tecnologia", afirmou o presidente daFinep, Glauco Arbix, durante o lançamento do Inova Petro. Ele se referia ao modelo de adaptação nacional à tecnologia importada. Os fornecedores poderão contar com a participação direta do BNDES no investimento. Há ainda a possibilidade de receberem crédito do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), com juros de 4% ao ano e dos fornecedores serem beneficiados por dotação por subvenção ou receberem recursos não reembolsáveis, disse o vice-presidente do banco, João Ferraz. No dia 17 de setembro será lançado o edital de chamada pública para que as empresas apresentem projetos. (AE)
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e Comerciários iniciam campanha salarial
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Nós, os comerciários, somos hoje a maior categoria profissional do País. Ricardo Patah, presidente do Sindicato dos Comerciários de São Paulo
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Terra Britto/ Futura press/ AE
Protesto realizado em frente à Fecomercio-SP: comerciários esperam que empresários reconheçam e valorizem a maior categoria profissional do País, que congrega 2,5 milhões de trabalhadores.
Trabalhadores do comércio pedem 4,5% de aumento real e reajuste de 12% nos pisos
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Federação dos Co- dos. Entre eles está o Sindicamerciários de São to dos Comerciários de São Paulo (Fecomerciá- Paulo, que prevê agendar uma rios), que reúne 67 reunião com representantes sindicatos, lançou na manhã da FecomércioSP já na próxide ontem sua campanha sala- ma semana para apresentar rial unificada de 2012 e 2013 as reivindicações. em um ato na avenida Paulis"Estamos muito otimistas e ta, que reuniu cerca de mil também preparados para, se pessoas e durou cerca de duas for preciso, iniciarmos uma séhoras. A categoria abarca 2,5 rie de atos relâmpagos e paramilhões de trabalhadores. lisações", afirmou o presidenA pauta de reivindicações te do sindicato, Ricardo Patah. da chamada "Campanha Tra- "Somos hoje a maior categoria balho com pr ofi ss ion al Digni dade", do País e esaprovada em peramos que assembleia os empresáEstamos otimistas p o r d e l e g arios reconhee preparados para, dos dos sindiçam isto e vacatos filiados, lorizem os se for preciso, tem 140 cláut r a b a l h a d oiniciarmos uma sulas, entre res. Vale lemsérie de atos elas aumento brar que, na relâmpagos e real de 4,5%, crise econôparalisações. reajuste de m i c a d e 1 2 % n o s p i2 0 0 8 , o c oRICARDO PATAH, SINDICALISTA sos salariais, mércio teve jornada de um papel funtrabalho de 40 horas, fim do fa- damental para manter a ecotor previdenciário, participa- nomia do Brasil mais estável", ção nos lucros e resultados, disse Patah. além de melhores condições Segundo a Força Sindical, as de trabalho nos finais de se- reuniões da categoria com os mana e feriados. patrões devem acontecer até O ato teve início no vão livre o dia 1º de setembro, data da do Museu de Arte de São Paulo homologação da campanha (Masp) e seguiu até a sede da salarial. A FecomércioSP conFederação do Comércio de grega 153 sindicatos patroBens, Serviços e Turismo do nais, que correspondem a Estado de São Paulo (Feco- mais de 600 mil companhias e mércioSP), na avenida 9 de Ju- respondem por 11% de todo o lho, para uma reunião dos Produto Interno Bruto (PIB) membros dos sindicatos filia- paulista. (Agências)
Bancários fazem ato simbólico Categoria fecha ruas da região central de SP para chamar atenção para as demissões nos bancos Leandro Godoi/AE
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rabalhadores ligados ao Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, realizaram ontem um ato do Dia Nacional de Luta por Emprego e Contra as Demissões, denunciando a redução de postos de trabalho no setor e a falta de disposição dos banqueiros para negociar. Os manifestantes reuniram-se na avenida Paulista, na altura do prédio da TV Gazeta, por volta de 11h e caminharam até a praça do Patriarca, no centro da capital. Os bancários portavam cruzes simbolizando os postos de trabalho fechados, vestiam preto e distribuíam panfletos para a população, explicando as reivindicações. A Guarda Civil Metropolitana informou que cerca de 1 mil pessoas participaram do ato. De acordo com a presidenta do sindicato, Juvandia Moreira, a manifestação foi uma resposta à negativa da Fede-
Bancários avisam que a categoria não descarta uma mobilização em massa caso as negociações não avancem e as demissões continuem.
ração Nacional dos Bancos (Fenaban) em discutir a questão da queda do emprego no setor, na semana passada. "No primeiro trimestre, os três grandes bancos, Itaú, Santander e Bradesco, fecharam 4.086 postos, dos quais 3.777 no Itaú. Não é justa essa situação em um setor da economia que teve
lucro de mais de R$ 19 bilhões este ano", disse ela. Os manifestantes exigiram também o cumprimento da convenção 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que proíbe a dispensa imotivada. Juvandia afirmou que a mobilização foi apenas simbólica, mas que a categoria,
com data-base em 1º de setembro, não descarta uma mobilização de massa caso as negociações com os bancos não avancem. "Vamos cumprir nossa agenda e esperamos que os empresários se disponham a negociar. Seguiremos mobilizados na atual campanha", completou. (Agências)
Caiu a linha? Liga outra vez, de graça.
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ara tentar equilibrar as cobranças nos planos ilimitados de telefonia móvel, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) vai proibir as operadoras de cobrarem por novas chamadas para um mesmo número se a ligação cair. A medida vem uma semana depois de o Ministério Público no Paraná ter divulgado relatório de fiscalização da agência que acusava a TIM de derrubar intencionalmente a ligação dos clientes do plano Infinity para ganhar pela cobrança de uma nova chamada. A medida da Anatel atingirá todas as operadoras, mas a TIM deve vir a ser a operadora mais afetada. Uma fonte ligada ao Conselho do órgão regulador reve-
lou que a proposta é dar 2 minutos para que as pessoas refaçam suas ligações sempre que houver uma queda, independentemente do motivo. Durante esse período, as operadoras não poderão cobrar pela nova chamada. "O objetivo é colocar essa regra em vigor o mais rápido possível. Os planos ilimitados são atraentes para os consumidores, mas precisam ser justos", afirmou a fonte. A proposta está no chamado "circuito deliberativo" do órgão regulador e pode ser aprovada individualmente por cada conselheiro, antes mesmo da próxima reunião do colegiado na quinta-feira. Após isso, a medida deverá passar por consulta pública antes de entrar em vigor.
Mais quedas – Atualmente, as normas da Anatel preveem a gratuidade de uma nova chamada apenas nos 30 segundos iniciais de cada ligação. Mas, como nos últimos meses a agência verificou um aumento considerável de quedas em chamadas mais longas, esse mecanismo será adaptado. A regra vale para qualquer tipo de telefonema originado por celulares, seja para fixos ou móveis e em chamadas locais ou interurbanas. "Para os clientes que pagam por minuto utilizado, não haverá nenhuma mudança, mas os usuários de planos ilimitados serão muito beneficiados", completou a fonte. Para a Anatel, os 120 segundos serão suficientes para que qualquer usuário tenha condições de refazer a ligação perdida. "Sabemos que algumas pessoas têm dificuldade para
TIM nega má intenção
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m relatório de fiscalização da Anatel divulgado na semana passada apontou que a TIM teria faturado R$ 4,3 milhões pelo desligamento das ligações de 8,2 milhões de usuários dos planos Infinity. Após pressão do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, o processo que trata da suspeita de derrubada deliberada das ligações por parte da empresa deve ser julgado pelo órgão o mais rápido possível.
digitar o número no telefone, e esse tempo também garante a recuperação da chamada em outras condições, como uma queda de bateria do aparelho ou ainda a passagem por um túnel ou outra área de sombra de sinal", exemplificou a fonte. Perdas – Na prática, a medida pode representar perda de receita para as companhias que recebem por cada nova ligação nesses planos, mas a Anatel alega que essa perda não poderia ser computada, porque os planos de negócios das companhias já levam em consideração chamadas realmente ilimitadas. "O ganho que algumas companhias têm com essas quedas seria indevido, porque elas não entregam o que está escrito no contrato. A medida, na verdade, irá fortalecer os planos ilimitados", concluiu a fonte. (AE)
Em resposta à acusação, a TIM negou "veementemente que eventuais quedas de chamadas de seus clientes Infinity sejam motivadas por ação deliberada da companhia". A empresa afirmou também que o relatório da Anatel contém "graves erros de processamento, que alteram as informações apresentadas e levam a conclusões erradas". A operadora controlada pela Telecom Italia é a mais agressiva no País na oferta dos chamados planos ilimitados, que não cobram por minuto utilizado nas ligações. (AE)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
terça-feira, 14 de agosto de 2012
e Importados têm 24% do mercado
A adesão de fiscais agropecuários às paralisações em curso da Receita Federal e da Anvisa deve causar sensível piora no saldo da balança comercial
conomia
Percentual representa a participação desses produtos no consumo nacional no fim do segundo trimestre, mostra estudo da Fiesp.
A
participação de produtos importados no consumo nacional chegou a 24% no fim do segundo trimestre deste ano, nível recorde de uma série histórica que começou em 2003. A informação consta do relatório Coeficientes de Exportação e Importação (CEI), elaborado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e divulgado ontem. De acordo com a entidade, esse patamar se iguala ao registrado no último trimestre de 2011, quando também havia atingido 24%. O indicador da Fiesp aumentou 1,5 ponto percentual na comparação com o período de janeiro a março de 2012 e 1,2 ponto percentual ante o segundo trimestre do ano passado. "O aumento consistente das importações ocorre tanto em bens finais quanto em insumos, enfraquecendo a agregação de valor na indústria", disse, em nota, o diretor do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Fiesp, Roberto Giannetti da Fonseca. Para a indústria de transformação, o Coeficiente de Importação (CI) subiu 1,1 ponto percentual no segundo trimestre deste ano ante igual intervalo de 2011, de 21,5% para 22,6% nesse intervalo. O resultado do período de abril a junho de 2012 foi 1 ponto percentual maior do que o registrado nos três primeiros meses deste ano. Exportação – O Coeficiente de Exportação (CE) saiu de 19,9% no segundo trimestre de 2011 para 20,5% em igual
A Peso de itens importados no fim de junho era o maior da série da Fiesp, iniciada em 2003. Para diretor da entidade, dado mostra menor agregação de valor à indústria.
período deste para a indústria como um todo. No caso da indústria de transformação, o CE subiu 0,7 ponto percentual e chegou a 17,7% no intervalo de abril a junho. De acordo com Giannetti, com a retração na produção industrial brasileira, a quantidade exportada não cresceu. "Apesar do acréscimo na parcela exportada da produção no segundo trimestre, de 19,9% para 20,5%, houve queda da quantidade exportada", afirmou. A produção industrial, calculou o Derex, caiu 3,8% no primeiro semestre deste ano sobre a primeira metade do ano passado.
O CI cresceu em 21 dos 33 setores analisados pela Fiesp para o levantamento. Entre eles, a entidade destacou a participação dos importados no setor de tratores, máquinas e equipamentos para agricultura, que passou de 46,1% no segundo trimestre de 2011 para 54% em igual período deste ano. Entre os setores em que a participação dos componentes importados diminuiu, o destaque do trimestre ficou por conta das peças e acessórios para veículos automotores, cujo CI caiu 2,7 pontos percentuais no segundo trimestre deste ano na comparação com o período de abril a ju-
Simon Galpin, da Invest HK, apresenta vantagens da cidade: lá, é possível abrir empresa em poucos dias.
Hong Kong: oportunidades com pouca burocracia. Cidade tem escritório no País para ajudar brasileiros a iniciarem negócios Sílvia Pimentel
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Balança tem superávit de US$ 1,098 bi
Nacho Doce/Reuters – 6/4/2011
L.C. Leite/LUZ
epois dos Estados Unidos, da China e da Bélgica, Hong Kong é o quarto maior destino mundial de investimento estrangeiro direto. O Brasil está próximo, por ocupar a quinta posição como destino desses investimentos. No campo tributário, entretanto, há uma enorme distância da cidade chinesa. Em Hong Kong não se cobra impostos sobre produtos e serviços, ganhos de capital e herança, por exemplo. Não sem razão, a cidade se transformou em uma das principais plataformas de negócios dos últimos 15 anos, desde que foi integrada à China. Sede de grandes marcas de luxo e lugar que oferece muitas oportunidades para negócios, Hong Kong foi o tema, na última quinta-feira, de palestra na sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP),
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No ano passado, a cidade recebeu 42 milhões de visitantes, 16% mais que em 2010. SIMON GALPIN, DIRETOR GERAL DA INVEST HK realizada pela São Paulo Chamber. Para uma plateia de empresários ligados ao comércio exterior, o diretor geral da Invest HK, Simon Galpin, apresentou as vantagens de se estabelecer nem Hong Kong, conhecida como a capital de negócios da Ásia. "No ano passado, a cidade recebeu 42 milhões de visitantes, 16% mais que em 2010. Só as vendas do varejo, no mesmo a n o , s o m a r a m U S $ 5 2 b ilhões", informou. A InvestHK possui há um ano escritório no País para au-
xiliar empresários brasileiros a iniciarem negócios na cidade. Com um capital inicial de US$ 1 mil é possível abrir uma empresa, em poucos dias. De acordo com a consultora Marina Barros, entre algumas das companhias nacionais instaladas na cidade estão a TAM e o Banco do Brasil. E há vários pedidos em andamento. A palestra foi coordenada pelo diretor do Conselho de Comércio Exterior da ACSP, Roberto Ticoulat. "Sem dúvida, Hong Kong é uma das principais portas de entrada no mercado chinês", resumiu, ao apontar os investimentos em educação dos últimos 30 anos como um dos principais fatores para o sucesso. Pelo menos quatro das 200 melhores universidades do mundo estão em Hong Kong.
S ERVIÇO InvestHK telefone: (11) 3159-0765
nho de 2011, passando de 12,5% para 9,8%. A Fiesp informou também que o CI do setor de autopeças apresentou, pela segunda vez neste ano, redução na comparação dos trimestres de 2012 com os de 2011. "Isso pode ser um sinal positivo de que o incentivo dado pelo governo federal aos produtores nacionais do segmento – que exige 65% de conteúdo regional nos veículos para evitar majoração da alíquota do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) – concedido pelo ainda no final de 2011 esteja produzindo efeito", afirmou o diretor do Derex na nota.
Com relação ao CE, 12 setores apresentaram alta e 21 tiveram queda. Os segmentos de ferro-gusa e ferroligas e de aeronaves aumentaram em 14,6 e 10,8 pontos percentuais, respectivamente, o CE no segundo trimestre de 2012 sobre igual período de 2011, chegando a 57,7% e 47,7%, pela ordem. Entre as quedas no CE, nessa mesma base de comparação, o setor de outros equipamentos de transporte – que engloba embarcações, veículos ferroviários, motocicletas, motociclos, carrocerias e reboques – caiu 24,2 pontos percentuais e chegou a 7% no fim do trimestre. (AE)
balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,098 bilhão na segunda semana de agosto, resultado de US$ 5,027 bilhões em exportações e de US$ 3,929 bilhões em importações. No mês, as vendas externas alcançaram US$ 7,84 bilhões e as importações, US$ 6,284 bilhões, com saldo positivo no período de US$ 1,556 bilhão. No acumulado do ano, a balança acumula um superávit de US$ 11,501 bilhões, com exportações totais de US$ 146,057 bilhões e importações de US$ 134,556 bilhões, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), divulgados ontem. A adesão de fiscais agropecuários, na semana passada, às paralisações em curso da Receita Federal e da Agência Nacional de Vigilância (Anvisa) deve causar sensível piora do saldo da balança comercial na semana entre os dias 6 e 10 deste mês. Segundo entidades de classe e analistas, o quadro é preocupante, pois a mobilização dos servidores do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) tem impacto sobre o desembaraço das vendas e, consequentemente, afeta a conta de exportações, lado da balança que vinha sendo menos afetado que as importações. Analistas destacam que a balança semanal é volátil e que os reflexos em importação e exportação não são simultâneos. (AE)
DIà RIO DO COMÉRCIO
34 -.ECONOMIA/LEGAIS
terça-feira, 14 de agosto de 2012
e Infraero poderĂĄ controlar consĂłrcios O modelo de PPPs para aeroportos ĂŠ utilizado nos Estados Unidos. Felix Von Berg, diretor de projetos da Fraport
conomia
ApĂłs a experiĂŞncia em Guarulhos, Viracopos e BrasĂlia, governo estuda novo modelo de concessĂŁo de aeroportos e cogita propor uma PPP com a Infraero no comando.
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Infraero poderĂĄ ser imposta como sĂłcia majoritĂĄria dos consĂłrcios que vĂŁo administrar os aeroportos de GaleĂŁo (RJ) e Confins (MG), cujo leilĂŁo o governo pretende anunciar em 5 de setembro. É o contrĂĄrio do que foi feito em Guarulhos, Viracopos e BrasĂlia, onde a estatal ficou com no mĂĄximo 49,5% das açþes. Essa alternativa vem sendo preparada pela ĂĄrea tĂŠcnica e deverĂĄ ser apresentada Ă presidente Dilma Rousseff nos prĂłximos dias. Se esse for o caminho escolhido, serĂĄ preciso fortalecer a Infraero para que ela desempenhe o papel de controladora em sociedade com empresas privadas. TĂŠcnicos trabalham na estruturação da Infraero Participaçþes, que seria o representante da Infraero nos consĂłrcios. A criação dessa subsidiĂĄria, com capital 100% da estatal, vem sendo estudada desde os leilĂľes de fevereiro. Nesse modelo, a Infraero ganharia um outro braço, que ficaria encarregado de administrar aeroportos regionais. Impasse – O grande problema dessa opção ĂŠ como convencer empresas privadas a entrar em um negĂłcio que terĂĄ o governo como controla-
Fabio Motta/ AE
dor. Uma alternativa em anålise Ê o uso das Parcerias Público-Privadas (PPPs) para os aeroportos, uma sociedade entre setor privado e governo que pode envolver maior aporte de recursos públicos. O Estado pode, por exemplo, pagar uma espÊcie de "mesada" ao sócio privado para melhorar a rentabilidade do aeroporto. Os sócios podem tambÊm dividir os custos de investimentos. A modelagem não estå fechada. Ostracismo – As PPPs foram tiradas do ostracismo porque se avaliou que os operadores mais experientes de aeroportos podem não se interessar em mobilizar recursos suficientes para fazer os investimentos necessårios. Na semana passada, foi editada uma medida provisória (MP) que corta os tributos incidentes sobre as construçþes e compras de equipamentos das PPPs. A lógica Ê justamente baratear os investimentos. O modelo de PPPs para aeroportos Ê utilizado nos Estados Unidos, segundo comentou o diretor de projetos da alemã Fraport, uma das maiores operadoras do mundo, Felix Von Berg. Nesses casos, a empresa privada ficou com a operação comercial do aeroporto.
Aeroporto do GaleĂŁo, no Rio: governo deve iniciar o processo de concessĂŁo no inĂcio de setembro.
Segundo ele, se o governo for por esse caminho, provavelmente sua empresa nĂŁo se interessarĂĄ . "HĂĄ outras empresas mais qualificadas que nĂłs para assumir apenas a ĂĄrea comercial. NĂłs somos operadores de aeroportos", disse. A Fraport teria interesse no GaleĂŁo (RJ) e em Confins (MG),
que deverão integrar a nova etapa das concessþes. Alternativamente, a presidente Dilma poderå optar por um modelo semelhante ao utilizado nos três aeroportos entregues em concessão em fevereiro deste ano, com aperfeiçoamentos. A principal diferença serå a escolha dos
Justiça limita taxa de remarcação JosÊ Cruz/ ABr - 17.02. 21012
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Justiça Federal vai multar em R$ 100 mil as companhias aÊreas que cobrarem mais de 10% do valor da passagem em casos de remarcação ou cancelamento de voo. Se o passageiro quiser mudar uma viagem com mais de 15 dias de antecedência, a cobrança só deve ser de 5%. A decisão vale para TAM e Gol, que juntas detêm 75% do mercado nacional. A ação civil pública, ajuizada no ano passado e com pedido de execução em março deste ano, Ê de autoria do MinistÊrio Público Federal (MPF) no Parå. Por isso, só foram citadas as companhias que operam nos aeroportos daquele Estado. AlÊm de TAM e Gol, a decisão valeria tambÊm para Cruiser, TAF e Total, mas essas empresas jå deixaram de operar voos regulares. O teto de 10% do valor do bilhete para as taxas de cancelamento ou remarcação vale desde agosto do ano passado, mas as empresas jamais seguiram a ordem judicial. Por isso, a decisão de multå-las em R$ 100 mil pelo descumprimento. TAM e Gol ainda têm 15 dias para "comprovar documentalmente" à Justiça que se adaptaram à regra.
operadores internacionais que integrarĂŁo os consĂłrcios. Eles terĂŁo de ter mais experiĂŞncia do que os vencedores do leilĂŁo da Ăşltima rodada: a sul-africana Airport Company South Africa, que ficou em Guarulhos, a francesa Egis Airport Operation, que ficou com Campinas, e a argentina Cor-
Azul e Trip pedem autorização para acordo
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MinistÊrio Público Federal do Parå comprova: taxas cobradas pelas companhias chegam a 80% do valor da passagem. Questionadas, as duas companhias informaram que só vão se manifestar na Justiça. Ambas jå recorreram da decisão de 2011. "O recurso, porÊm, não teve efeito suspensivo. Portanto, enquanto não Ê julgado, ainda vale a limitação de cobrança, mas elas não estavam cumprindo", explica o procurador da República Bruno Soares Valente. Segundo ele, o MPF constatou, baseado
30ÂŞ Vara CĂvel da Capital Citação. Prazo 20 dias. Proc. nÂş 583.00.2009.225125-0 (2687/2009). A Dra. Maria Rita Rebello Pinho Dias, JuĂza de Direito da 30ÂŞ Vara CĂvel da Capital, na forma da lei, etc. Faz Saber a Jane Aparecida Pinto de Camargo, RG. 11.739.766-SSP/MG e CPF. 098.330.014-32 e a Osvaldo de Souza, RG. 20.526.196-6-SSP/SP e CPF. 279.343.848-07 que, Ana Paula Martins do Monte e Outra lhes ajuizaram uma ação de rito OrdinĂĄrio, objetivando a declaração de inexistĂŞncia de relação jurĂdica entre requerentes e requeridos, com a consequente rescisĂŁo do contrato de despejo do imĂłvel situado na Alameda dos Anapurus, nÂş 1.563, apto. 32, Moema, SĂŁo Paulo/SP, sem prejuĂzo dos aluguĂŠis ainda nĂŁo pagos pelos requeridos e demais despesas inerentes Ă utilização do imĂłvel locado, os quais deverĂŁo ser pagos pelos requeridos Ă s requerentes atĂŠ a efetiva devolução das chaves; a condenação dos requeridos dos valores relativos aos aluguĂŠis ainda nĂŁo pagos pelos requeridos e demais despesas inerentes Ă utilização do imĂłvel locado, acrescidos de juros e correção monetĂĄria, conforme estipulado no Contrato de Locação; os quais deverĂŁo ser pagos Ă s requerentes atĂŠ a efetiva devolução das chaves; a condenação dos requeridos de valor relativo Ă indenização pelos danos morais causados pelos requeridos Ă s requerentes em valor a ser arbitrado pelo MM. Juiz, alĂŠm da condenação dos requeridos no pagamento dos honorĂĄrios advocatĂcios. Estando os rĂŠus, em local ignorado, expede-se o presente edital para citação, para que em 15 dias, a fluir apĂłs os 20 dias supra, contestem o feito, sob pena de presumirem-se verdadeiros os fatos alegados. SerĂĄ o presente edital, por extrato, afixado e publicado na forma da lei. SĂŁo Paulo, 06 de julho de 2012.
em denúncias de consumidores, que as taxas cobradas pelas companhias chegam a 80% do valor da passagem. Uma pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), porÊm, mostra que as taxas chegam a custar mais do que a própria tarifa paga na compra do bilhete e a diferença alcança 252,80%. Em geral, TAM e Gol cobram uma taxa inicial de
R$ 80 por remarcação de voo domÊstico, mais a diferença da tarifa. Se uma passagem foi comprada com antecedência por R$ 100 e, hoje, o mesmo voo custa R$ 150, o passageiro obrigatoriamente tem de pagar os R$ 80 da remarcação mais os R$ 50 de diferença de tarifa, o que jå extrapola o valor inicial do bilhete. As empresas cobram tambÊm uma taxa de reembolso. (AE)
2ÂŞ Vara de Registros PĂşblicos - SP EDITAL DE CITAĂ‡ĂƒO PRAZO DE 20 DIAS, expedido nos autos da Ação de UsucapiĂŁo, PROCESSO NÂş 0112315-50.2009.8.26.0100 (93/09) O(A) Doutor(a) Renata Mota Maciel Madeira Dezem, MM. Juiz(a) de Direito da 2ÂŞ Vara de Registros PĂşblicos, do Foro Central CĂvel, da Comarca de SĂƒO PAULO, do Estado de SĂŁo Paulo, na forma da Lei, etc. FAZ SABER a EspĂłlios de Arcilio Martins e de Giomar Ayres Martins na pessoa de seus inventariantes, Ivo Define FrascĂĄ, rĂŠus ausentes, incertos, desconhecidos, eventuais interessados, bem como eventuais cĂ´njuges, espĂłlios e/ou sucessores, que AntĂ´nia Lopez Jimenez de Azevedo, AntĂ´nio Pinho de Azevedo ajuizou(ram) ação de USUCAPIĂƒO, tendo por objeto o imĂłvel localizado na Rua Alves de Souza, nÂş 38, corresponde aos lotes nÂşs 66 e 67 da quadra 04 do loteamento denominado Jardim AmĂĄlia, no 29Âş Subdistrito-Santo Amaro, com ĂĄrea de 672,00m2, contribuintes nÂşs 184.028.0066-0 e 184.028.0067-9, nesta Capital. Estando em termos, expede-se o presente edital para citação dos supramencionados para que, no prazo de 15 (quinze) dias, a fluir apĂłs o decurso do prazo do edital (20 dias), contestem o feito. SerĂĄ o presente edital, por extrato, afixado e publicado na forma da lei. SĂŁo Paulo, 10 de agosto de 2012.
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poraciĂłn AmĂŠrica, que integra o consĂłrcio que arrematou BrasĂlia. O resultado foi considerado decepcionante, porque o governo tinha expectativa de forte transferĂŞncia de tecnologia na gestĂŁo de aeroportos tomando como ponto de partida as concessĂľes. (AE)
Azul Linhas AĂŠreas e a Trip Linhas AĂŠreas pediram autorização Ă AgĂŞncia Nacional de Aviação Civil (Anac) para realizarem acordo de code share (compartilhamento de voos entre as duas companhias). Se aprovada a solicitação, o inĂcio desta ação deve acontecer atĂŠ o fim do ano. Com o acordo, os clientes de ambas as empresas terĂŁo Ă disposição em mĂŠdia 800 voos diĂĄrios para 99 destinos em todo Brasil. No code share entre as companhias, a Azul ficarĂĄ responsĂĄvel pela comercialização dos trechos de ambas empresas. A Trip continuarĂĄ a vender normalmente seus voos por meio de seus canais. Embora o acordo seja bilateral, as companhias decidiram concentrar as vendas desses voos em apenas uma empresa, jĂĄ em preparação para a adoção de uma Ăşnica plataforma de vendas no futuro.
Os clientes poderão fazer um único check-in, despachar sua bagagem atÊ o destino final e adquirir voos das duas empresas em uma única transação. A Azul e a Trip anunciaram um acordo de associação em 28 de maio deste ano. Se aprovado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e pela Anac, as empresas passarão a operar sob a holding Azul Trip S.A. Abag – A frota de aeronaves no Brasil cresceu 6,8% em 2011 em relação a 2010 e somou 13.094 aeronaves (aviþes comerciais, turboÊlices, jatos e helicópteros), segundo a Associação Brasileira de Aviação Civil (Abag). As vendas de aeronaves em geral no Brasil movimentaram aproximadamente US$ 8 bilhþes no ano passado. Para 2012, Ê esperado um desempenho semelhante, um crescimento em torno de 5,5% a 6%. (Agências)
Aviação executiva cresce
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entro de dois anos, o Brasil deve passar o MĂŠxico e se transformar no segundo maior mercado de jatos executivos do mundo. O PaĂs possui hoje a segunda maior frota da aviação geral – conta que inclui helicĂłpteros e turboĂŠlices –, mas a terceira de jatos executivos. SĂŁo 719 jatos, segundo a Embraer, ou 623 pelas contas da Associação Brasileira da Aviação Geral (Abag). O MĂŠxico, segundo colocado, tem 764 jatos, mas vem crescendo a um ritmo bem inferior ao do Brasil. Nos Ăşltimos trĂŞs anos, o paĂs acrescentou 38 novos jatos a sua frota. No Brasil, foram entregues 180 novos jatos no mesmo perĂodo, e o paĂs ficou atrĂĄs apenas dos Estados Unidos, mercado que absorveu 1.025 novos jatos, segundo levantamento feito pela Embraer com dados da consultoria JetNet. Apesar do crescimento, os mercados brasileiro e mexicano nĂŁo chegam nem a 10% do mercado americano, que atualmente possui frota de 11.120 jatos. Para a prĂłxima dĂŠcada, o mercado brasileiro deverĂĄ receber 550 novas aeronaves particulares movidas Ă jato,
de diversas marcas e modelos, movimentando US$ 8 bilhĂľes. "A AmĂŠrica Latina crescerĂĄ num ritmo muito maior que o mundo como um todo", afirmou Marco TĂşlio Plegrini, vice-presidente de operaçþes da Embraer Aviação Executiva, que participou ontem da Labace, uma das maiores feiras de aviação executiva do mundo, na capital paulista. Segundo ele, o nĂşmero de milionĂĄrios no Brasil tem crescido, o que contribui com a expansĂŁo desse mercado. Para a AmĂŠrica Latina sĂŁo previstos negĂłcios entre US$ 12 bilhĂľes e US$ 16 bilhĂľes atĂŠ 2021, o equivalente a algo entre 700 e 900 unidades. SĂł o Brasil deve responder por 50% desse volume. O cenĂĄrio na Europa, porĂŠm, deixa um ponto de interrogação, observou. De acordo com as previsĂľes do executivo da Embraer, o mercado de aviação executiva no mundo pode movimentar US$ 260 bilhĂľes no perĂodo entre 2012 e 2021 se a economia mundial conseguir crescer em ritmo sustentĂĄvel, o que equivale a 11.275 unidades. PorĂŠm, se o cenĂĄrio for negativo, esses nĂşmeros caem para US$ 205 bilhĂľes e 8.660 unidades. (AE)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
terça-feira, 14 de agosto de 2012
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ECONOMIA/LEGAIS - 35 Um mês após a Venezuela ser incorporada ao Mercosul, é a vez de o Equador intensificar as negociações para o ingresso no bloco.
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Venezuela é incorporada ao Mercosul Ingresso jurídico no bloco ocorreu após 12 dias da oficialização da adesão ao grupo
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incorporação jurídica da Venezuela ao Mercosul ocorreu ontem, 12 dias depois da cerimônia, em Brasília, na qual foi oficializada a adesão do país ao bloco, no último dia 31. A demora entre a oficialização e a questão jurídica foi gerada pela necessidade de serem cumpridos os prazos, conforme as regras do bloco. Os presidentes Dilma Rousseff, Cristina Kirchner (Argentina) e José Pepe Mujica (Uruguai) orientaram que todos
colaborem com os venezuelanos nos estudos para a adição da nomenclatura do país ao bloco até dezembro de 2012. A nomenclatura é a adequação dos produtos comercializados com os códigos adotados no Mercosul. Pelo planejamento inicial, a prioridade é incluir na lista de itens negociados entre a Venezuela e os demais integrantes do bloco os produtos cujas taxas estão próximas às cobradas pelo Mercosul – que variam de 10% a 12,5%. Na Ve-
nezuela, a média cobrada é 12%. A ideia é incorporar os itens venezuelanos, mas com tolerância de variação de 2%. O livre comércio na região, denominado liberalização, deve ser adotado após a conclusão do processo de regularização da nomenclatura. A previsão é que ocorra a partir de janeiro de 2013. Pelo Protocolo de Adesão da Venezuela ao Mercosul, o prazo final é até quatro anos. O esforço será para antecipar esse prazo. Um mês depois de a Vene-
zuela ser incorporada ao Mercosul, é a vez de o Equador intensificar as negociações para o ingresso no bloco. Até o dia 15 de setembro, está prevista a primeira reunião de um grupo de trabalho que irá analisar os estudos preliminares para a adesão dos equatorianos. O processo de incorporação de um país ao Mercosul passa por várias etapas, desde a análise de adequação do novo membro ao bloco até a submissão do pedido ao Parlamento. (ABr)
Adipa Participações S.A.
CNPJ/MF nº 14.976.438/0001-14-NIRE 35.300.417.917 Ata da Assembleia Geral de Constituição realizada em 12/12/2011 1. Local, Data e Horário: 12/12/2011, 9hs, na sede. 2. Composição da Mesa: Presidente: Murilo Jeronimo da Silva. Secretário: Daniel Lucena de Oliveira. 3. Presença: Murilo Jeronimo da Silva, RG n° 23.325.940-5 SSP/SP e CPF/MF n° 152.657.138-24; e Daniel Lucena de Oliveira, RG n° 44.279.150-1 SSP/SP e CPF/MF n° 337.548.468-25. 4. Resumo das Deliberações: A Assembleia Geral, por deliberação unânime: 4.1 Aprovou a constituição de uma sociedade anônima sob a denominação de “Adipa Participações S.A.”, cujo objeto será a participação em outras sociedades, na qualidade de sócia ou acionista. A Cia. terá o capital social de R$ 1.000,00, representado por 1.000 ações ordinárias, todas nominativas e sem valor nominal, com preço de emissão de R$ 1,00 por ação, conforme se verifica no boletim de subscrição.4.2 Aprovou o boletim de subscrição da totalidade do capital social, o qual fica fazendo parte integrante desta ata como Anexo 1, bem como do projeto do Estatuto Social da Cia. constituída, o qual fica fazendo parte integrante desta ata como Anexo 2. 4.3 Aprovou a eleição do Diretores, cujo mandato será de 2 anos, tendo sido eleitos: (i) Murilo Jeronimo da Silva; e (ii) Daniel Lucena de Oliveira. 4.3.1 Os Diretores eleitos declaram, para os devidos fins, não estar incursos em qualquer crime que os impeça de exercer atividade mercantil. 5. Encerramento: Nada mais. São Paulo, 12/12/2011, Murilo Jeronimo da Silva-Presidente-Daniel Lucema de Oliveira-Secretário.Acionista:Murilo Jeronimo da Silva-Daniel Lucema de Oliveira. Diretores:Murilo Jeronimo da Silva-Daniel Lucema de Oliveira.Visto do Advogado:Bruno Prata-OAB/SP n° 269.106.Estatuto Social-Capítulo I-Denominação, Sede, Prazo de Duração e Objeto Social-Art. 1°-A sociedade anônima opera sob a denominação de Adipa Participações S.A. e rege-se por este Estatuto Social e pelas disposições legais aplicáveis. Art. 2°-A Cia. tem sede e foro jurídico em São Paulo, Estado de São Paulo, Av.Brigadeiro Faria Lima, 1.355, 17°, sala 1705, parte, CEP 01452-919. § Único A Cia., por resolução de acionistas, poderá abrir, transferir ou encerrar filiais, no território nacional ou no exterior. Art. 3°-O prazo de duração da Cia. é indeterminado. Art. 4°-A Cia. tem por objeto a participação em outras sociedades, na qualidade de sócia ou acionista. Capítulo II-Capital Social e Ações-Art. 5°-O capital social é de R$ 1.000,00, representado por 1.000 ações ordinárias, nominativas, sem valor nominal.Art.6°-Cada ação confere a seu titular o direito a um voto nas deliberações da Assembleia Geral.Capítulo III-Assembleia Geral-Art. 7°-A Assembleia Geral reunir-se-á, ordinariamente, nos 4 meses seguintes ao término do exercício social e, extraordinariamente, quando for do interesse social ou exigido por lei. § 1º-A Assembleia Geral será convocada pelos Diretores, observadas as demais disposições legais. A Assembleia Geral a que comparecerem todos os acionistas será considerada regular, ficando dispensadas as formalidades previstas em lei. § 2º-A Assembleia Geralserápresididaporumdosacionistasescolhidoentreospresentes,aoqualcaberáadesignaçãodosecretário.Art.8°-Asdeliberações da Assembleia Geral serão tomadas por maioria de votos, exceto para as matérias em que haja quorum superior estabelecido por lei. CapítuloIV-Administração-Art.9°-ACia.seráadministradapelaDiretoria.§1º-AremuneraçãoglobaldaDiretoriaseráfixadaanualmente pela Assembleia Geral. § 2º-As deliberações da Diretoria constarão de atas lavradas e assinadas nos livros próprios da Cia.. Art. 14-A Diretoria será composta por 2 membros.§ Único-Os Diretores serão eleitos e terão as designações e as atribuições que lhe forem fixadas pela Assembleia Geral, com mandato de 2 anos, permitida a reeleição.Art. 15-Na vacância ou impedimento permanente de um Diretor, compete à Assembleia Geral nomear o seu substituto, o qual completará o prazo de gestão do Diretor que vier a substituir. § Único-O cargo de Diretor será considerado vago caso o Diretor deixe de exercer suas funções ppor 30 dias consecutivos sem justa causa. Art. 16-As reuniões da Diretoria serão realizadas sempre que exigido pelo interesse social.§ Único-A reunião da Diretoria será convocada por escrito,porqualquerDiretor,mediantecartaregistradaencaminhadaaooutroDiretorcom,pelomenos,5diasdeantecedênciaemprimeira convocaçãoe3diasdeantecedência,emsegundaconvocação,informandoadata,ahoraeolocaldareuniãoearespectivaordemdodia. A convocação para a reunião da Diretoria torna-se dispensável quando todos os Diretores estiverem presentes.Art.17-A Cia.obrigar-se-á quando representada:(a) pelas assinaturas conjuntas dos 2 Diretores;(b) pelas assinaturas conjuntas de um Diretor e de um procurador constituído para representar a sociedade, este último desde que assim previsto no instrumento de mandato e de acordo com a extensão dos poderes nele contidos; e (c) pelas assinaturas conjuntas de 2 procuradores constituídos para representar a sociedade, desde que assim previsto nos respectivos instrumentos de mandato e de acordo com a extensão dos poderes neles contidos. § 1º-As procurações outorgadas pela Cia.terão prazo de vigência determinado e vedarão o substabelecimento, sob pena de nulidade.Excetuam-se desta regra as procurações outorgadas a advogados para representação da Cia.em processos judiciais ou administrativos, as quais que poderão ter prazo de vigência indeterminado e permitir o substabelecimento.§ 2º-Os Diretores e os procuradores são proibidos de conceder qualquer tipo de garantia em nome da Cia. em favor de acionistas ou de terceiros, sob pena de nulidade. Capítulo V-Conselho Fiscal-Art. 18-A Cia. terá um Conselho Fiscal composto por 3 membros e respectivos suplentes. O Conselho Fiscal não terá caráter permanente, sendo instalado e eleito na forma da lei. Capítulo VI-Direito de Preferência-Art. 19-Caso qualquer Acionista deseje vender ou, de qualquer forma, alienar suas ações da Cia., deverá primeiramente oferecê-las aos demais Acionistas que, em igualdade de preço e condições, terão o direito de preferência na sua aquisição em conformidade com os termos do Acordo de Acionistas celebrado entre os Acionistas e arquivado na sede social. Capítulo VII-Exercício Social, Demonstrações Financeiras e Destinação do Lucro-Art. 20-O exercício social encerra-se em 31 de dezembro de cada ano, quando serão elaboradas as demonstrações financeiras previstas em lei. O lucro líquido verificado terá a seguinte destinação:(a) 5% serão destinados à reserva legal, até que esta atinja o limite de 20% do capital social; e (b) o saldo do lucro líquido será distribuído como dividendo aos acionistas, na proporção de sua participação no capital social, conforme ç intermediários ou intercalares. O lucro líquido verificado em deliberação da Assembleia Geral. § Único-A Cia. poderá levantar balanços ç deliberada pela Assembleia Geral. Capítulo VIII-Liquidação da Cia.-Art. 21-A Cia. será liquidada nos tais balanços terá a destinação casos previstos em lei. Capítulo IX-Disposições Finais-Art. 22-Os casos omissos neste Estatuto Social serão regulados pela Lei das Sociedades por Ações (Lei n° 6.404/76).” Jucesp sob NIRE nº 3530041791-7 em 21/12/11. Kátia R. Bueno de Godoy-Secretária Geral.
BANCO VOTORANTIM S.A. CNPJ/MF nº 59.588.111/0001-03 - NIRE 35.300.525.353 ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 25 DE MAIO DE 2012 1. Data, Hora e Local: Dia 25 de maio de 2012, às 10:00 horas, na sede social da Sociedade, localizada na Capital do Estado de São Paulo, na Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 18º andar. 2. Convocação e Presença: Dispensada a convocação em virtude da presença da totalidade dos conselheiros. 3. Mesa: Os trabalhos foram presididos pelo Sr. José Ermírio de Moraes Neto e secretariados pela Sra. Marta Cibella Knecht. 4. Ordem do Dia: Eleição do Sr. Wagner Roberto Pugliese, abaixo qualificado, para compor a Administração do Banco e das sociedades controladas pelo Banco, abaixo mencionadas. 5. Deliberações: O Conselho, por unanimidade de votos, sem quaisquer restrições, deliberou o que segue: (i) a aprovação da eleição do Sr. Wagner Roberto Pugliese, brasileiro, casado, contador, portador da Cédula de Identidade RG nº 10.311.777-5 SSP/SP e inscrito no CPF/MF sob nº 006.233.488-37, com endereço comercial na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 18º andar, Vila Gertrudes, para ocupar o cargo de Diretor sem designação específica do Banco Votorantim S.A. (“Banco”). A posse do Diretor ora eleito em seu respectivo cargo fica condicionada à prévia homologação de seu nome pelo Banco Central do Brasil, ocasião em que assinará o termo de posse correspondente. O mandato do Diretor ora eleito vigorará até a primeira Reunião do Conselho de Administração que suceder a Assembleia Geral Ordinária do Banco a realizar-se em 2013. O membro da Diretoria ora eleito declara que (a) preenche os requisitos mencionados na Resolução nº 3.041, de 28/11/2002, do Conselho Monetário Nacional (CMN), alterada pela Resolução CMN nº 3.141, de 27/11/2003, (b) não está incurso em nenhum dos crimes previstos em lei que o impeça de exercer a atividade mercantil e (c) atende às demais exigências legais e estatutárias para o exercício do cargo; (ii) a aprovação da eleição do Sr. Wagner Roberto Pugliese, acima qualificado, para compor os órgãos da Administração das Sociedades Controladas do Banco, conforme abaixo: (a) BV Financeira S.A. – Crédito Financiamento e Investimento: Diretor sem designação específica, com mandato que vigorará até a Assembleia Geral Ordinária da Sociedade a realizar-se em 2013; (b) BV Leasing – Arrendamento Mercantil S.A.: Diretor sem designação específica, com mandato que vigorará até primeira Reunião do Conselho de Administração que suceder a Assembleia Geral Ordinária da Sociedade a realizar-se em 2013; (c) Votorantim Asset Management DTVM Ltda.: Administrador, com mandato que vigorará até 30 de abril de 2013; (d) Votorantim CTVM Ltda.: Administrador, com mandato que vigorará até 30 de abril de 2013; (e) Votorantim Corretora de Seguros S.A.: Diretor, com mandato que vigorará até a Assembleia Geral Ordinária da Sociedade a realizar-se em 2013; (f) Votorantim Bank Limited: Diretor, com mandato que vigorará até abril de 2013; (g) Banco Votorantim Securities, Inc: Diretor, com mandato que vigorará até abril de 2013; e (h) Votorantim Securities (UK) Limited: Diretor, com mandato que vigorará até agosto de 2012. 6. Encerramento: O Sr. Presidente franqueou o uso da palavra, não havendo, todavia, nenhuma manifestação. Os trabalhos foram suspensos para a lavratura da presente ata, que, tendo sido lida e achada conforme, vai assinada pelo Presidente, Secretária e demais Conselheiros participantes. (aa) José Ermírio de Moraes Neto, Presidente; Marta Cibella Knecht, Secretária; José Ermírio de Moraes; Aldemir Bendine; Marcus Olyntho de Camargo Arruda; Wang Wei Chang; Ivan de Souza Monteiro e Paulo Rogério Caffarelli. A presente transcrição é cópia fiel da ata lavrada no livro próprio. São Paulo (SP), 25 de maio de 2012. Marta Cibella Knecht - Secretária. Arquivado na JUCESP em 06.08.12, sob nº 342.286/12-2. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.
União Cultural Tcheco-Brasileira
CNPJ/MF 43.306.240/0001-21 Edital de Convocação - Assembléia Geral Extraordinária De acordo com as atribuições que me são conferidas pelo estatuto social da União Cultural Tcheco-brasileira (“UNIÃO”), venho, por meio deste, convidá-los para participarem da Assembléia Geral Extraordinária que acontecerá no próximo dia 23 de agosto de 2012, às 20:00 horas em primeira convocação e, em não havendo quorum em segunda convocação às 20:30 horas, a fim de deliberar sobre a aprovação das contas do exercício de 2011, bem como alterar o Estatuto Social da UNIÃO para constar a mudança da sede para a Rua Hideo Suguiyama, 79, CEP 04355-100, Parque Jabaquara, São Paulo–SP. São Paulo, 08 de agosto de 2012. José Hlavnicka-Presidente. (11,14 e 15/08/2012) MS SERVIÇOS DE REPOSIÇÃO DE MERCADORIAS E PRODUTOS AO CONSUMIDOR LTDA. EPP, inscrita no CNPJ sob o nº 00.146.574/0001-72, Inscrição Estadual 117.141.917.116, estabelecida à Rua Desembargador do Vale, 713, na cidade de São Paulo - SP, declara, para os devidos fins, que, na data de 01/04/2012, foram extraviados talão de Nota Fiscal – Faturas de numeração 000001 a 000300, emitidas para venda de produtos.
Comunicado de Extravio Energia, Young & Rubicam Brasil Ltda, CNPJ: 03.498.286/0002-56, Inscrição Municipal 29462, Santana do Parnaíba - SP, sito a Calçada Aldebarã, 180 - 2° andar - conj.123 - Alphaville, Santana do Parnaíba - SP, comunica o extravio de dois talões de Notas Fiscais de Serviços série “A” de n° 001 à 100 (em branco e sem uso).
FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL Conforme informação da Distribuição Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, foram ajuizados no dia 13 de agosto de 2012, na Comarca da Capital, os seguintes pedidos de falência, recuperação extrajudicial e recuperação judicial: Requerente: Ary Mandelbaum. Requerido: Lewiston Importadora S/A. Rua Baronesa de Bela Vista, 343 – 1º andar - sala 01 - 1ª Vara de Falências. Requerente: Siri Comércio e Serviços Ltda. Requerido: RC Comércio e Serviços de Eletroeletrônicos Ltda.-Me. Rua Comendador Cantinho, 483 – Penha de França 2ª Vara de Falências. Recuperação Judicial Requerente: Rodoviário Ramos Ltda. Requerente: Somar Aéreo Ltda. Requerente: Somar Pesados Ltda. Requerente: Somar BR Logística Ltda. Requerente: Somar Pesados Ltda. Requerido: Rodoviário Ramos Ltda. Rua Pedro Taques Pires, 666 - Parque Novo Mundo. Requerido: Somar Aéreo Ltda. Rua Antonio Utrilla, s/nº -1º andar – Guarulhos. Requerido: Somar Pesados Ltda. Rua Antonio Utrilla, s/nº Bloco B – Cumbica – Guarulhos. Requerido: Somar BR Logística Ltda. Rodovia BR 101 – Sul – km 81,63 –Prazeres – Jaboatão dos Guararapes-PE. Requerido: Somar Pesados Ltda. Avenida Deputado Luis Eduardo Magalhães, km 521-A- Subaé-Feira de Santana-BA - 1ª Vara de Falências. Requerente: Mecaplastic-Mecânica e Plásticos Ltda. Requerido: MecaplasticMecânica e Plásticos Ltda. Rua Henrique Ongari, 381 - Água Branca - 2ª Vara de Falências.
BANCO VOTORANTIM S.A. CNPJ/MF nº 59.588.111/0001-03 - NIRE 35.300.525.353 ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 15 DE JUNHO DE 2012 1. Data, Hora e Local: Dia 15 de junho de 2012, às 10:00 horas, na sede social da Sociedade, localizada na Capital do Estado de São Paulo, na Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 18º andar. 2. Convocação e Presença: Dispensada a convocação em virtude da presença da totalidade dos Conselheiros. 3. Mesa: Os trabalhos foram presididos pelo Sr. José Ermírio de Moraes Neto e secretariados pela Sra. Marta Cibella Knecht. 4. Ordem do Dia: (i) Eleição do Sr. Ricardo Ramos de Arruda, abaixo qualificado, para compor a Administração do Banco e das sociedades controladas pelo Banco, abaixo mencionadas; (ii) Ratificação da ciência do pedido de renúncia apresentado pelo Sr. Walter Guilherme Piacsek Junior, abaixo qualificado, aos cargos ocupados na Administração do Banco e sociedades controladas; e (iii) Ratificação da destituição do Sr. Paulo Bacelete Gerber, abaixo qualificado, como Diretor Gerente da BV Financeira S.A. – CFI. 5. Deliberações: O Conselho, por unanimidade de votos, sem quaisquer restrições, deliberou o que segue: (i) a aprovação da eleição do Sr. Ricardo Ramos de Arruda, brasileiro, casado, advogado, portador da Cédula de Identidade RG nº 11.702.011 SSP/SP e inscrito no CPF/MF sob nº 038.673.31472, com endereço comercial na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 18º andar, Vila Gertrudes, para ocupar o cargo de Diretor sem designação específica do Banco Votorantim S.A. (“Banco”). A posse do Diretor ora eleito em seu respectivo cargo fica condicionada à prévia homologação de seu nome pelo Banco Central do Brasil, ocasião em que assinará o termo de posse correspondente. O mandato do Diretor ora eleito vigorará até a primeira Reunião do Conselho de Administração que suceder a Assembleia Geral Ordinária do Banco a realizar-se em 2013. O membro da Diretoria ora eleito declara que (a) preenche os requisitos mencionados na Resolução nº 3.041, de 28/11/2002, do Conselho Monetário Nacional (CMN), alterada pela Resolução CMN nº 3.141, de 27/11/2003; (b) não está incurso em nenhum dos crimes previstos em lei que o impeça de exercer a atividade mercantil; e (c) atende às demais exigências legais e estatutárias para o exercício do cargo;(ii) a aprovação da eleição do Sr.Ricardo Ramos de Arruda, acima qualificado, para compor os órgãos da Administração das sociedades controladas do Banco, conforme abaixo: (a) BV Financeira S.A.– Crédito Financiamento e Investimento: Diretor sem designação específica, com mandato que vigorará até a Assembleia Geral Ordinária da Sociedade a realizar-se em 2013; (b) BV Leasing – Arrendamento Mercantil S.A.: Diretor sem designação específica, com mandato que vigorará até primeira Reunião do Conselho de Administração que suceder a Assembleia Geral Ordinária da Sociedade a realizar-se em 2013; (c) Votorantim Asset Management DTVM Ltda.: Administrador, com mandato que vigorará até 30 de abril de 2013; e (d) Votorantim CTVM Ltda.: Administrador, com mandato que vigorará até 30 de abril de 2013. (iii) ratificação da ciência do pedido de renúncia apresentado pelo Sr. Walter Guilherme Piacsek Junior, brasileiro, casado, administrador de empresas, portador da Cédula de Identidade RG nº 11.758.887 SSP/SP e do CPF/MF nº 127.230.35867 aos cargos ocupados na Administração do Banco e sociedades controladas, com vigência a partir de 01/07/2012; e (iv) ratificação da aprovação da destituição do Sr. Paulo Bacelete Gerber, brasileiro, casado, administrador de empresas, portador da Cédula de Identidade RG nº 14.341.811 SSP/SP e do CPF/MF nº 088.248.398-60, como Diretor Gerente da BV Financeira S.A. – CFI, com vigência a partir de 01/07/2012. 6. Encerramento: O Sr. Presidente franqueou o uso da palavra, não havendo, todavia, nenhuma manifestação. Os trabalhos foram suspensos para a lavratura da presente ata, que, tendo sido lida e achada conforme, vai assinada pelo Presidente, Secretária e demais Conselheiros participantes. (aa) José Ermírio de Moraes Neto, Presidente; Marta Cibella Knecht, Secretária; José Ermírio de Moraes; Aldemir Bendine; Marcus Olyntho de Camargo Arruda; Wang Wei Chang; Ivan de Souza Monteiro e Paulo Rogério Caffarelli. A presente transcrição é cópia fiel da ata lavrada no livro próprio. São Paulo (SP), 15 de junho de 2012. Marta Cibella Knecht - Secretária. Arquivado na JUCESP em 02.08.12, sob nº 341.142/12-8. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
FDE AVISA: Pregão Eletrônico de Registro de Preços nº 36/00225/12/05 OBJETO : ATA DE REGISTRO DE PREÇO PARA AQUISIÇÃO DE MULTÍMETRO DIGITAL A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para : Ata de Registro de Preço para Aquisição de Multímetro Digital. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital a partir de 14/08/2012, no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br ou na sede da FDE, na Supervisão de Licitações na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 São Paulo/SP, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, ou verificar o edital na íntegra, através da Internet no endereço: http://www.fde.sp.gov.br. A sessão pública de processamento do Pregão Eletrônico será realizada no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br, no dia 28/08/2012, às 09:30 horas, e será conduzida pelo pregoeiro com o auxílio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epígrafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital e seus anexos e serão encaminhadas, por meio eletrônico, após o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do início do prazo para envio da proposta eletrônica será de 14/08/2012, até o momento anterior ao início da sessão pública. JOSÉ BERNARDO ORTIZ Presidente
COMPANHIA DE CIMENTO RIBEIRÃO GRANDE CNPJ Nº 27.184.944/0001-12 - NIRE 35300149068 EDITAL DE CONVOCAÇÃO Ficam convocados os senhores acionistas da Companhia de Cimento Ribeirão Grande a se reunirem em Assembleia Geral Extraordinária, a ser realizada na sede social situada no Estado de São Paulo, na Avenida José Cesar de Oliveira, n.º 111 – 8º andar, no dia 20 de agosto de 2012 às 10h00 (dez horas), para deliberarem sobre os assuntos constantes da seguinte Ordem do Dia: I - realização de grupamento de ações da Companhia; II – definição das providências a serem adotadas, com relação a possíveis frações de ações; III – adequação do art. 5º do estatuto social, tendo em vista as modificações ocorridas; IV - outros assuntos. Os acionistas, para se fazerem representar na Assembleia por procurador, deverão depositar na sede da Companhia, com antecedência de cinco dias da data da realização da mesma, o instrumento de mandato com poderes suficientes. Estão à disposição dos interessados os documentos a serem deliberados na AGE. São Paulo, 07 de agosto de 2012. Walter Shalka - Diretor Presidente
PREFEITURA MUNICIPAL DE ARARAQUARA SECRETARIA M. DE SAÚDE DE ARARAQUARA AVISO DE LICITAÇÃO Acha-se aberto, na Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura do Município de Araraquara, Av. Barroso, 238/244 - Centro Araraquara - CEP: 14.801.160 - Fone/Fax nº 3301 1700, o Edital de PREGÃO ELETRÔNICO nº 070/2012, que visa o “registro de preço para MEDICAMENTOS”. A informação dos dados para acesso deve ser feita no site www.licitacoes-e.com.br ou email: licitacaosaude@araraquara.sp.gov.br. ABERTURA DAS PROPOSTAS: às 08:30 h do dia 24 de agosto de 2012. INÍCIO DA SESSÃO DE DISPUTA DE PREÇOS: às 09:30 h do dia 24 de agosto de 2012. Araraquara, 07 de agosto de 2012. WAGNER DOS SANTOS TEDESCO - Gerente de Compras e Licitações - Secretaria Municipal de Saúde.
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
FDE AVISA: TOMADAS DE PREÇOS A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para execução de Obras: TOMADA DE PREÇOS Nº - OBJETO - PRÉDIO - LOCALIZAÇÃO - PRAZO - ÁREA (se houver) - PATRIMÔNIO LÍQUIDO MÍNIMO P/ PARTICIPAR - GARANTIA DE PARTICIPAÇÃO - ABERTURA DA LICITAÇÃO (HORA E DIA) 69/01226/12/02 - Construção de Cobertura de Quadra em Estrutura Mista - EE Prof. Guido Dias de Almeida - Rua Maria Madalena Gabriel, 115 - Cep: 18740-000 - 13 de Maio - Taquarituba/SP - 150 - R$ 51.498,00 - R$ 5.149,00 - 09:30 - 30/08/2012. 72/00070/12/02 - Construção de Cobertura de Quadra em Estrutura Mista e Reforma de Prédio Escolar - EE João de Melo Macedo - Av. Amaro Cavalcante de Albuquerque, 195 - Cep: 09930-260 - Vila Marques – Diadema/SP - 150 - R$ 42.244,00 - R$ 4.224,00 - 10:00 - 30/08/2012. 72/00075/12/02 - Construção de Cobertura de Quadra em Estrutura Mista e Reforma de Prédios Escolares - EE Bernardim Ribeiro - Rua Utaro Kanai, 501 - Cep: 08465-000 - Guaianases - São Paulo/SP; EE Luís Vaz de Camões - Rua Joao Pedro Luna, 132 - Cep 08253-495 - Cohab José Bonifácio - São Paulo/SP - 150 - R$ 87.506,00 - R$ 8.750,00 10:30 - 30/08/2012. 72/00076/12/02 - Construção de Cobertura de Quadra em Estrutura Mista e Reforma de Prédios Escolares - EE Profa Indiana Zuycher Simões de Jesus - Rua Inácio Donati, 200 - Cep: 08250-710 - Cohab José Bonifácio - São Paulo/SP; EE Fabio Agazzi - Rua Álvaro da Costa, 60 - Cep: 08461-420 - Guaianases - São Paulo/SP; EE Prof. Valentim Carra - Rua Francisco Lustosa, 271 - Cep: 08330-140 - Jd. Vera Cruz - São Paulo/SP - 150 - R$ 124.239,00 - R$ 12.423,00 - 11:00 - 30/08/2012. 73/00261/12/02 - Construção de Cobertura de Quadra (Mini) em Estrutura Mista - EE Profa Dulce Carneiro - Travessa Grande Madrugada, 53 - Cep: 04401-010 - Vila Marari - São Paulo/SP - 150 - R$ 23.989,00 - R$ 2.398,00 - 11:30 30/08/2012. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital e o respectivo Caderno de Encargos e Composição do BDI na SEDE DA FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP ou através da Internet pelo endereço eletrônico www.fde.sp.gov.br. Os interessados poderão adquirir o Edital completo através de CD-ROM a partir de 14/08/2012, na SEDE DA FDE, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, mediante pagamento não reembolsável de R$ 40,00 (quarenta reais). Todas as propostas deverão estar acompanhadas de garantia de participação, a ser apresentada à Supervisão de Licitações da FDE, conforme valor indicado acima. Os invólucros contendo a PROPOSTA COMERCIAL e os DOCUMENTOS DE HABILITAÇÃO deverão ser entregues, juntamente com a Solicitação de Participação, a Declaração de Pleno Atendimento aos Requisitos de Habilitação e a garantia de participação, no Setor de Protocolo da Supervisão de Licitações - SLI na SEDE DA FDE, até 30 minutos antes da abertura da licitação. Esta Licitação será processada em conformidade com a LEI FEDERAL nº 8.666/93 e suas alterações, e com o disposto nas CONDIÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DE LICITAÇÕES E CONTRATAÇÕES DA FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE. As propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital. JOSÉ BERNARDO ORTIZ Presidente
PREFEITURA MUNICIPAL DE PEREIRA BARRETO/SP PREGÃO Nº 019/2012 - PROCESSO Nº 38648/2012 RESUMO DE EDITAL O sr. ARNALDO SHIGUEYUKI ENOMOTO, prefeito de Pereira Barreto-SP, faz saber que se acha aberto, até às 14h30min do dia 30 de agosto de 2012, o Pregão Presencial nº 019/2012, do tipo menor preço global, que tem por objeto a Contratação de serviço especializado para confecção de Próteses Dentárias, em pacientes agendados pela Secretaria Municipal de Saúde. Maiores informações no Dep. de Licitações pelo fone/fax (18) 37048505, pelo e-mail: licitacao@pereirabarreto.sp.gov.br, ou ainda através do Edital completo no website www.pereirabarreto.sp.gov.br. Pereira Barreto-SP, 13 de agosto de 2012. Arnaldo Shigueyuki Enomoto - Prefeito
PREFEITURA DA ESTÂNCIA BALNEÁRIA DE MONGAGUÁ/SP AVISO DE EDITAL PREGÃO PRESENCIAL N° 020/2012 Acha-se aberto na Prefeitura da Estância Balneária de Mongaguá o Pregão Presencial Registro de Preço nº 020/2012, Objeto: Aquisição de Medicamentos, destinados a Atenção Farmácia Básica. O Início da sessão dar-se às 09h30min, do dia 24 de agosto de 2012. O edital na íntegra encontra-se à disposição dos interessados, no endereço eletrônico www.mongagua.sp.gov.br, através do aplicativo Licitações Pregão Presencial Registro de Preço. Para qualquer esclarecimento, entrar em contato pelos telefones (13) 3445-3067 - 3445-3082, e pelo e-mail: licitacao@mongagua.sp.gov.br - Salim Issa Salomão - Autoridade Competente. SOCIEDADE BRASILEIRA DE QUADRIL (SBQ) CNPJ/MF número 01.640.304/0001-86 Edital de Convocação - Assembleia Geral Extraordinária O Presidente da Sociedade Brasileira de Quadril (SBQ), CNPJ/MF número 01.640.304/0001-86, Dr. Rudelli Sergio Andrea Aristide, no uso de suas atribuições, previstas no Estatuto, CONVOCA, através do presente Edital, os associados para "ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA", a ser realizada no dia 22 de setembro de 2012, às 13 horas em primeira convocação e, em segunda e última convocação, às 14 horas, estendendo-se até as 15h30, por ocasião do evento “XV Joppaq - Jornada Paulista de Patologia do Quadril” nas dependências do Hotel JP Ribeirão Preto, localizado na Via Anhanguera, km 306,5, Ribeirão Preto – SP, a fim de deliberarem sobre as seguintes ordens do dia: 1) Propostas de Alterações Estatutárias; 2) Novas regras para credenciamento de serviços de ensino e treinamento para formação de especialistas em quadril; 3) Definição de prazo para envio da documentação comprobatória após avaliação na prova de título; 4) Discussão sobre local e número de realizações de Assembleias Ordinárias da SBQ. São Paulo, 13 de agosto de 2012. Rudelli Sergio Andrea Aristide - Presidente SBQ - Biênio 2012-2013.
Blau Farmacêutica S.A.
CNPJ nº 58.430.828/0001-60 - NIRE 35.300.416.406 Comunicado Comunicamos que se encontram à disposição dos senhores acionistas desta Companhia, em sua sede social, sito à Município de Cotia, Estado de São Paulo, na Rodovia RaposoTavares, Km 30,5, nº 2.833, Unidade I, prédio 100, Bairro Barro Branco, CEP 06705-030, os documentos a que se refere o art. 133 da Lei 6.404/76, ou seja: a) relatório da administração sobre os negócios sociais e os principais fatos administrativos do exercício findo; b) cópia das demonstrações financeiras; e c) proposta da Diretoria sobre a destinação do lucro líquido relativo ao exercício social encerrado em 31/12/2011. Cotia, 14 de agosto de 2012. A Diretoria. (14, 15 e 16/08).
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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e Mercado do luxo fatura US$ 12 bi no País O que começa a existir com maior frequência no Brasil são marcas de produtos ou serviços com posicionamento premium. Alejandro Pinedo, da Interbrand
conomia
Com consumo em alta, grandes grifes não param de chegar ao Brasil, como a Ralph Lauren, que deve abrir seu primeiro ponto no JK Iguatemi, em São Paulo. Fotos divulgação
Kety Shapazian
O
setor do luxo deverá crescer entre 6% e 7% no mundo em 2012, atingindo uma receita de mais de 200 bilhões de euros, de acordo com uma pesquisa apresentada pela empresa de consultoria empresarial Bain & Co. em parceria com a Fondazione Altagamma, associação que reúne as mais exclusivas marcas italianas. No Brasil, estima-se que esse mercado movimentou quase US$ 12 bilhões no ano passado, 33% a mais que em 2010, segundo um estudo da consultoria MCF, especializada no setor. As grandes grifes não param de chegar ao País, caso da Ralph Lauren, que deve abrir seu primeiro ponto no JK Iguatemi, em São Paulo. Segundo comunicado da clássica marca norte-americana divulgado no último dia 9, a expansão global começa a olhar para o Brasil como resultado da crise nas economias americana e europeia, depois do sucesso na implantação em países orientais, como a China. Para Manfredi Ricca, diretor em Milão da consultoria Interbrand e um dos autores do livro Meta-luxury: Marcas e a Cultura da Excelência(com Rebecca Robins), o Brasil é um atraente mercado para as marcas de luxo europeias por conta de sua "mistura cultural única, que sempre teve mais afinidades específicas com o Velho Mundo do que outros mercados emergentes. Isso torna o mercado brasileiro particularmente interessante". Manfredi Ricca e Alejandro Pinedo, diretor-geral da InterBrand no Brasil, responderam a perguntas do Diário do Comércio por e-mail.
Diário do Comércio – A grife britânica Burberry está abrindo neste ano lojas no Brasil e no México, apesar de o setor do luxo ter se mostrado preocupado nos últimos meses com a possibilidade de a crise do euro influenciar mercados emergentes, como a China. Quão atraente é o mercado brasileiro e por quanto tempo ele vai conseguir se manter assim? Pinedo – O mercado brasileiro é bastante interessante para a Burberry e outras marcas de luxo pois, em função do desenvolvimento e da estabilidade econômica dos últimos anos, um número maior de pessoas está tendo acesso a bens de consumo que antes não conseguia comprar. Entre os bens e serviços mais desejados estão os produtos de marcas de luxo que, além da qualidade elevada, conferem prestígio ao consumidor e são um sím-
Um número maior de pessoas está tendo acesso a bens de consumo. ALEJANDRO PINEDO, DIRETOR DA
INTERBRAND NO BRASIL
Claro que impostos extremamente altos (no Brasil) são uma barreira. MANFREDI RICCA, DIRETOR EM MILÃO DA INTERBRAND
bolo de prosperidade econômica. DC – Muitas marcas estrangeiras reclamam da dificuldade de se trabalhar no Brasil. O que o País pode fazer para se tornar ainda mais desejável perante estas marcas de luxo que querem explorar um mercado em ascensão? Pinedo – De fato, o Brasil ainda apresenta uma série de dificuldades operacionais, parte do chamado "custo Brasil". À medida em que o País se desenvolve e prospera, estas dificuldades tendem a diminuir ou desaparecer. As oportunidades de negócio que o Brasil oferece excedem largamente as atuais dificuldades. Prova disso é a grande quantidade de marcas de luxo que já operam com rentabilidade no País, além das recém-chegadas que apostam neste mercado. Ricca – Claro que impostos extremamente altos são uma barreira. Entretanto, eles
também significam que aquelas marcas que quiserem ter um papel no Brasil serão muito sérias e comprometidas sobre seus investimentos. DC – Um executivo brasileiro disse que não sabe os motivos de algumas pessoas comprarem aqui "sapatos Louboutin pagando três vezes mais, sendo que elas viajam sempre e poderiam pagar o valor original. É o peso que essas marcas carregam, demonstrando quanto as aparências também são importantes no Brasil". Por que vocês acham que isso acontece? Pinedo – Há várias explicações diferentes e válidas para que isto aconteça. Uma grande parte das pessoas que agora têm poder aquisitivo para comprar marcas de luxo não fala outros idiomas e realizou poucas viagens ao exterior. Para essas pessoas, comprar aqui com o serviço da venda
Na prateleira: capa do livro 'Meta-luxury: Marcas e a Cultura da Excelência', que tem Manfredi Ricca como um dos autores.
feito em português é mais confortável. Há também a questão da conveniência (disponibilidade dos produtos no País) e as compras por impulso. Uma compra de roupa ou de joias em função de uma festa ou evento, um presente para alguém especial ou uma compra por simples in-
dulgência, são exemplos de situações que justificam a disponibilidade de produtos de marcas de luxo em uma loja perto de você, aqui no Brasil. DC – Quais são as melhores marcas brasileiras de luxo? Existem grifes que poderiam se tornar mundialmente famosas,
mas ainda não exploraram sua capacidade total? Pinedo – O Brasil ainda tem poucas marcas de luxo, comparáveis com as marcas mais tradicionais da França e Itália, por exemplo. O que começa a existir com maior frequência no Brasil são marcas de produtos ou serviços com posicionamento "premium", ou seja, com proposta de alto valor agregado em produtos de altíssima qualidade. Evidentemente, esses produtos ou serviços têm um valor elevado e são acessíveis apenas às pessoas com alto poder aquisitivo. Mas isto não significa que sejam produtos ou serviços de luxo. As marcas de alta costura, na pessoa de alguns estilistas como Carlos Miele, Herchcovitch e Gustavo Lins, entre poucos outros, são exemplos disso. Alguns serviços em hotelaria, como Fasano, Emiliano e DPNY, e planejamento de viagens, de Teresa Perez, também poderiam se posicionar assim.
A
revista Forbes publicou ontem em seu site reportagem em que alerta que os consumidores brasileiros estão pagando R$ 179 mil, ou cerca de US$ 89,5 mil, por um Jeep Grand Cherokee básico. O texto afirma que nos Estados Unidos o custo do carro é bem inferior: não passa de US$ 28 mil, ou exatos R$ 56,7 mil. Não é à toa que o trabalho se refere, no título, ao negócio chamando-o de "ridículo". "Alguém pode pensar que pagar US$ 80 mil por um Jeep Grand Cherokee significa que ele vem equipado com rodas folheadas a ouro e
asas. Mas no Brasil, ele vem básico", afirma o repórter, Kenneth Rapoza. Impostos – Rapoza continua no texto falando que, devido às altas taxações de impostos, uma pessoa que vive em Miami, cidade do estado norteamericano da Flórida, poderia comprar três carros do mesmo modelo com igual valor. O auge da provocação da reportagem acontece quando Rapoza diz "Sorry, Brazukas, não existe status em carros como Toyota Corolla, Honda Civic, Jeep Grand Cherokee ou Dodge Durango". O jornalista termina dizendo: "não seja
enganado pelo preço, vocês estão definitivamente sendo roubados." A revista Forbes, na versão online, antecipou ontem a data de apresentação do novo Dodge Durango no Brasil, que será durante o Salão do Automóvel em outubro, assim como a nova Cherokee com motor movido a diesel. O preço do novo veículo Cherokkee deve estar em torno de R$ 190 mil (cerca de US$ 95 mil, mas nos Estados Unidos não custará mais do que US$ 29 mil), porém a Dodge não antecipou o preço do novo modelo. (Agências)
Divulgação
Brasileiros pagam três vezes mais por Jeep
Forbes afirma que custo do Jeep Grand Cherokee nos EUA é de US$ 28 mil. No Brasil, é de US$ 89,5 mil.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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37 CROWDFUNDING EM ALTA Soluções, como a Impulso, ajudam a financiar a criação de startups. Uma delas, "Acolhida Empreendedora", já captou 77% da verba.
nformática
n
A ideia é boa? A web financia.
AUTOMAÇÃO
Scanner de cheques
O
Scanner Gulliver da CIS é voltado a atividades que exigem precisão em digitalização de cheques e outros documentos. Com captura de imagens de página inteira até o formato A4, o dispositivo promete melhor qualidade de imagem em até 300 dpi. Conta com leitura a partir de cabeça magnética, anulando com isso
O crowdfunding cresce no Brasil, mas exige cuidados na escolha Fernando Porto
C
o n h e c i d o i n i c i a lmente pelo sucesso no financiamento de campanhas políticas, como o do presidente americano Barack Obama, o fenômeno crowdfunding tem se multiplicado no Brasil em diferentes nichos. O financiamento coletivo é também a chance de ouro para que talentos artísticos consigam investimento para seus projetos, por meio de milhares de contribuições pequenas de usuários da web ou até volumosas quantias de empresários generosos – sem depender de verbas governamentais, que dificilmente chegariam às suas mãos. E também é a oportunidade para um jovem criador de startup, que ainda não conta com um investidor-anjo, buscar a ajuda da massa caridosa na internet para colocar sua nova empresa no mercado. Essa é a proposta da Impulso (www.impulso.org.br), ferramenta que promete ajudar novos empreendedores, após passarem por uma rigorosa avaliação. "Os projetos cadastrados passam por um comitê curador que, além de entrar em contato com os autores dos projetos, faz uma pesquisa na internet sobre as iniciati-
Dicas para contratar serviços de crowdfunding I Buscar solução idônea que use meios pagamentos
seguros e que permita doar com cartão de crédito. Também pegue referências com quem já fez uso; I O site deve ser transparente e deixar claro o propósito de uso dos recursos; I Procure empresas que deem retorno aos investidores-doadores sobre os resultados alcançados.
Cuidados para investir I Verificar bem as informações do ambiente e do
empreendedor, para evitar cair em golpe; I Buscar contato com outros apoiadores do projeto e
entender bem qual é a contra-partida; I Usar somente plataforma segura para meio de
pagamento com cartão de crédito e pedir comprovante ou recibo do investimento ou doação. Fonte: Patricia Peck, advogada especialista em direito digital
vas", explica Lina Maria Useche, diretora da Impulso. "Trabalhamos também com uma preferência por projetos indicados por alguma organização conhecida, ou de nossa rede. Isso faz com que tenhamos muito mais confiança no projeto", acrescenta. O rigor de seleção da Impulso se justifica num país em que qualquer ideia que visa a angariar fundos corre riscos de golpes dos mal-intencionados
de plantão. O DC Informática também consultou a advogada Patricia Peck, especialista em direito digital, que elencou os principais cuidados para quem vai contratar o serviço e também para quem deseja investir em ideias (veja arte nessa página). Além dos perigos de golpe, a advogada lembra que é preciso ter cuidados com a divulgação da quantia obtida para evitar possíveis casos de extorsão como o de
um jovem de Cuiabá, sequestrado após arrecadar mais de R$ 100 mil para pagar uma cirurgia facial. Mas, com as devidas precauções citadas, a ferramenta se mostra muito eficiente. Além da Impulso, há outros sites e soluções: Mobilize: um dos primeiros a surgir no mercado brasileiro, o aplicativo permite campanhas de crowdfunding dentro do Facebook. A adesão é gratuita e também não há custo de manutenção nem mensalidade. Link: www.mobilizefb.com Começaki: Essa plataforma de captação de recursos na internet ficou famosa pela arrecadação de mais de R$ 150 mil para o clube Fluminense publicar o livro "110 jogos inesquecíveis - Guerreiros desde 1902". Link: www.comecaki.com.br Quero Incentivar: A plataforma promete uma nova maneira de melhor uso das leis de incentivo no Brasil e tem como principal objetivo facilitar o diálogo entre projetos, incentivadores nas áreas da cultura, esporte e social – por meio destas leis – além do combate ao mau uso de verbas públicas. Link: www.queroincentivar.com.br
Quando a cópia se torna uma questão de fé
eventuais fraudes e a rejeição de documentos. A velocidade de leitura é de 75 dpm para cheques e 60 dpm para documentos. Site: www.cis.com.br
E-COMMERCE
B2B para o setor têxtil e lojistas
U
ma plataforma de negócios online para unir a indústria têxtil e os mais de 200 mil lojistas do setor é a proposta do portal B2B VesteBR. O site, uma espécie de shopping atacadista, iniciou com 2 mil cadastrados e até o final do ano espera ter 10 mil cadastros e reunindo mais de 100 marcas. Link: www.vestebr.com.br IMPRESSORAS
Impressão e digitalização sem PC
A
HP Deskjet Ink Advantage 5525 AiO tem tela colorida sensível ao toque de 6,7 cm e imprimi, copia e digitaliza fotos e documentos sem utilizar um PC, graças
à tecnologia HP ePrint. Tem uma biblioteca de aplicativos gratuitos, como o HP Quick Forms, para criar modelos de calendários e jogos. A partir de R$ 499.
GADGETS
Compartilhar arquivos vira religião na Suécia. O copimismo afirma ter mais de oito mil fiéis
E
m quase todo lugar as pessoas compartilham arquivos hoje em dia, usando computadores para baixar música, filmes, livros ou outros materiais, muitas vezes ignorando o copyright. Na Suécia, porém, baixar é uma religião. De verdade. Até mesmo enquanto este país escandinavo, como em muitas nações europeias, cede à pressão das preocupações da grande mídia para interromper o compartilhamento de arquivos, uma agência governamental sueca registrou este ano como religião genuína uma igreja cujo dogma central é que compartilhar arquivos é sagrado. "Para mim, é uma espécie de crença em valores mais profundos do que os terrenos", disse Isak Gerson, estudante de filosofia da Universidade de Uppsala, que ajudou a fundar a igreja em 2010 e tem o título de missionário-chefe. O copimismo – cujo nome em sueco remete a "copie-me" – afirma ter mais de oito mil fiéis que assinaram o site da igreja. Ela se candidatou a ter o direito de realizar casamentos, a receber os subsídios estatais a organizações religiosas e fez uma oferta, até agora sem resposta, para comprar o prédio
Casper Hedberg/New Yor Times
Em Estocolmo, reunião dos "copimistas" Isak Gerson e Gustav Nipe de uma igreja, embora a maior parte de suas atividades seja realizada online. Enquanto o comparecimento às igrejas comuns cai entre os 9,4 milhões de suecos, a Igreja da Suécia vem vendendo os templos não mais usados, mas ainda não respondeu ao pedido dos copimistas. "Temos algo parecido com os sacerdotes comuns", declarou Gerson, 20 anos, que afirma ter uma ligação permanente com o divino por meio de um smartphone da Nokia. "Nós os chamamos de operadores (ops) e sua tarefa é ajudar as pessoas com coisas como reuniões. Não existem muitos rituais. Somos uma comunidade tolerante." Questionado se acreditava
em Deus, Gerson respondeu: "Não, somente acredito em nossos valores. É apenas uma crença em valores sagrados". O copimismo se originou do crescente movimento da pirataria na Europa, nascido na Suécia uma década atrás. Nas eleições para o Parlamento Europeu, em 2009, o Partido Pirata sueco recebeu 7,1 por cento dos votos, embora nas eleições nacionais do ano seguinte sua participação tenha desabado para menos de um por cento. O movimento se espalhou para o exterior, chegando a pelo menos nove países europeus. Contudo, copimistas como Gerson, filho de pai judeu e mãe cristã, insistem que a igreja não macula as mãos
com a política, embora admitam que a fronteira entre as duas possa ser difícil de definir. "Veja o caso dos Estados Unidos, nas primárias, a importância da religião, ou no Oriente Médio", afirma Gustav Nipe, outro fundador da igreja. Nipe, 23 anos, que estudou economia, é um exemplo dessa fronteira tênue – ele é o presidente da igreja copimista e da ala jovem do Partido Pirata. Nipe, cujos pais são cristãos praticantes, enfatiza junto aos correligionários que o propósito de sua igreja não é promover de forma direta o compartilhamento ilegal de arquivos, mas se concentrar nos valores do compartilhamento da informação. "Creio que encaramos isso como um remix teológico", disse Gerson. O governo não vê problemas nessa tradição, desde que seus adeptos não violem a lei. "É nossa responsabilidade registrar comunidades religiosas que preencham certos critérios", disse Mareta Grondal, da agência governamental. "O governo não pode nem deve interferir no que as pessoas acreditam", sustentou Grondal. "Seria um caminho perigoso a seguir." John Tagliabue, do New York Times
Pen drive para colecionadores
A
Victorinox, marca suíça famosa por seus canivetes sofisticados, trouxe ao Brasil o USB SLIM, um pen drive em formato de seu produto de sucesso. Em caso de perda, os dados não são acessados por desconhecidos porque conta com tecnologia de criptografia de dados AES-256, com bloqueio por senha pessoal. A partir de R$ 281 (4 GB) e R$ 386 (8 GB). Site: www.victorinox.com.br ACESSÓRIOS
Mais diversão no smartphone
O
Gametel, distribuído pela Abbley, é um controle com Bluetooth que permite que usuários de smartphones e
tablets tenham uma experiência mais envolvente nos games dos dispositivos Android e iOS. Com um ano de garantia e preço a partir de R$ 298, o controle pode ser adquirido no portal http://store.gametel. com.br.
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A Apple alega ter "mais de 200 novos recursos" no novo sistema Mountain Lion. Mas alguns são só pequenos ajustes. nformática
O novo 'leão' da Apple não é tão feroz O sistema Mountain Lion atingiu a marca de três milhões de downloads nos primeiros quatro dias no mercado. Mas atualização é bem pequena. Vale adquirir o produto apenas pelo preço.
David Pogue, do New York Times
U
ma nova versão do Windows é algo grande. Grandes mudanças, grande preço, grande instalação.A Apple adota uma abordagem diferente com seu OS X para Mac. Ela se propõe a oferecer uma modesta nova versão a cada ano. A instalação é uma operação simples de 15 minutos, e o preço insignificante. Para o OS X 10.8, o Mountain Lion, lançado em julho, a Apple pede US$ 20 – e pode-se instalar uma cópia em quantos Macs possuir, sem ter de
digitar números de série ou lidar com barreiras de proteção contra cópias. Assim, se você é um usuário de Mac, a dúvida é a seguinte: o Mountain Lion vale US$ 20? Existe apenas uma forma precisa de responder a isso, naturalmente: atribuir um dólar a cada novo recurso. A Apple alega "mais de 200 novos recursos". Mas alguns deles são pequenos ajustes. O Mountain Lion continua colocando algemas de veludo nos usuários de iPhones, iPads e outros Macs. Por exemplo, três aplicativos para iPhone e iPad também chegaram ao Mac: Notas, Lembretes e Game Center (permite-lhe jogar
contra pessoas em seus Macs, iPhones e iPads – embora ainda existam poucos jogos). Tudo isso é sincronizado com outras máquinas da Apple via wireless, cortesia do serviço gratuito – e cada vez mais sofisticado – iCloud. Os novos aplicativos reúnem Mail, Calendário (antes conhecido como iCal) e Contatos, que já se sincronizam com seus dispositivos. Tudo é muito útil e até um pouco mágico – se você possui mais do que um dispositivo Apple. Claramente, a empresa quer mantê-lo como um feliz prisioneiro de seu lindo jardim murado. Então qual é o valor desses novos aplicativos sincronizados?
Bem, se aplicativos móveis custam US$ 1 ou US$ 2 e sharewares saem por US$ 20 ou US$ 30, esses novos aplicativos provavelmente valem cerca de US$ 7. A nova Central de Notificações também se baseia numa ferramenta do iPhone/iPad. O novo recurso VIP do aplicativo Mail lhe permite designar pessoas cujas mensagens são mais importantes. Vale facilmente US$ 3,50. O modo ditado também chegou ao Mac. Após pressionar duas vezes a tecla Fn em seu teclado, você pode falar em voz alta para teclar. É exatamente a mesma tecnologia de reconhecimento do iPhone.
Mas a precisão não é exatamente a que vemos nos comerciais que Martin Scorsese dirigiu para a assistente Siri. Mesmo assim, é rápido e útil – da ordem de US$ 5,75. O novo botão Compartilhar também é ótimo. Seu menu pop-up lhe permite transmitir qualquer coisa que estiver vendo: uma foto, documento, link, vídeo, arquivo. Esse menu, com certeza, vale US$ 10. Talvez a melhoria mais inovadora seja o Power Nap. Ele faz com que o laptop atualize dados da internet mesmo quando ele estiver fechado e dormindo. Se estiver preocupado com uso de bateria, configure para funcionar quando
o laptop estiver ligado na tomada. Vale US$ 11. O antigo programa iChat, foi aprimorado para aceitar iMessages. É esquisito, e um pouco confuso, mas vale US$ 3,35. Apresentações – O espelhamento do AirPlay (que requer a Apple TV) lhe permite, em apresentações em PowerPoint, carregar o pequeno Apple TV em vez de um projetor de US$ 1.500. Um recurso excelente, que vale US$ 12,87. No geral, então, o Mountain Lion é uma atualização suave e ponderada. Isso vale para todos os 200 novos recursos? Na verdade, não. Mas para 10 deles que você usará todos os dias? E por US$ 20? Sim.