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Diário do Comércio - 12/07/2013

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Ano 87 - Nº 23.912

Jornal do empreendedor

R$ 1,40

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cultura

Conclusão: 23h40

www.dcomercio.com.br

São Paulo, sexta-feira, 12 de julho de 2013

Um abismo entre população e grevistas O Dia Nacional de Lutas teve lá suas lutas, principalmente no Rio e nas estradas, mas, na média, foi tranquilo. Convocado pelas centrais sindicais, teve maior adesão entre metalúrgicos, portuários, petroleiros e bancários. O próprio secretário-geral da Força (a mais empenhada na paralisação) reconheceu que a ausência de categorias de peso, como motoristas de ônibus e metroviários, que não pararam suas atividades na capital paulistana, enfraqueceu o movimento. A conta, porém, sobrou para o comércio: preocupados com o que se anunciava, muitos lojistas mantiveram as portas fechadas. Págs. 7 a 9 Warner Bros/Divulgação

Mário Ângelo/Sigma Press/Estadão Conteúdo

JOGO DE FORÇAS No cinema, o jogo de forças solta O Homem de Aço na Terra para abater facínoras enquanto luta também para vencer conflitos íntimos, bem humanos. Ainda na tela, Branca de Neve gótica, Malvado Favorito 2 e balé em 3D. Para curtir melhor ainda esses programas, deixe-se inebriar pela bela história que a Roda do Vinho nos conta hoje. Fim de semana, págs. 12 e 13.

São Paulo, 18h: 7 km de lentidão. Em pleno dia de greve geral, o trânsito ficou abaixo da média e, no horário de pico, quando se costuma ter mais de 100 km de 'fila', ela 'sumiu'. Para o MPL, envolvido nas recentes grandes manifestações, a difusa pauta de reivindicações das centrais sindicais acabou afastando a população. Pág. 8

Depois da luta, forças em jogo. Paulinho da Força diz que o Dia Nacional de Lutas foi um sucesso e ameaça greve geral se Dilma não atender os pleitos. Já o presidente do PT, Rui Falcão, afirma que os protestos foram "senso de oportunidade". E Marina Silva condena a tentativa de cooptar e capitalizar a força das ruas. Pág. 7 Mario Ruiz/EFE

Greve da CUT. A chilena. Sindicatos levam 150 mil trabalhadores às ruas de Santiago, com direito a confrontos com a polícia. Pág. 11 Shannon Stapleton/Reuters

Este Nokia é uma câmera que também é smar tphone

Em Bocaina, natureza também rima com sapato.

Divulgação

Modelo de luxo da Mercedes-Benz chega ao Brasil direto da Alemanha, com uma cara mais "esportiva". Pág. 23

Divulgação

Mais potência para o novo Classe E. Precisava?

O hotel SPA Fazenda Santa Teresa, em Bocaina, fica a 300 quilômetros da Capital, mas muito perto de Jaú, com seu grande shopping do calçado. Boa Viagem. Pág. 24

O Lumia 1020, com tela de 4,5 polegadas, fará fotos com altíssima resolução: 41 Mpixels ! Pág. 18

ISSN 1679-2688

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DIÁRIO DO COMÉRCIO

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sexta-feira, 12 de julho de 2013

Se Dilma passou pela jogada política sem escoriações, as centrais sindicais quebraram literalmente a cara. José Márcio Mendonça

pinião

Lucas Baptista/Estadão Conteúdo

EYMAR MASCARO

FALHOU O PULO DO GATO

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“VOCÊS NÃO ESTÃO AGRADANDO”

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presidente Dilma Rousseff manteve uma posição ambígua em relação ao Dia Nacional de Lutas, ontem, em todo o Brasil, patrocinado pelas centrais sindicais, com predominância das duas maiores, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Força Sindical. Deu apenas alguns sinais de apreensão sobre o que poderia acontecer nas ruas e sobre possíveis críticas e ataques a seu governo. Ao mesmo tempo, namorou discretamente com as manifestações, na esperança de que, induzidas pela CUT, pelo MST e entidades amigas, como a UNE, e tendo o PT de carona, surgissem "espontâneas" defesas de seu plano de patrocinar um plebiscito, de modo a induzir o recalcitrante Congresso Nacional a realizar uma reforma política ao gosto dela e de seu partido.

T

eve a seu lado o PT, tentando embarcar na festa, conforme exortações do presidente nacional da legenda, Rui Falcão. E chegou quase a incentivar os líderes do MST quando os recebeu em Brasília e afirmou-lhes que enganavam-se os que achavam que ela estava "acuada" – e em linguagem de manifestante, disse: "Vou para cima e vou disputar o nosso legado". Lula também não fez nada para dissuadi-los. Recebeu alguns líderes dias atrás e deu conselhos para que voltassem a ocupar a ruas, para tomá-las de uma hipotética "direita". Com tais atitudes, Dilma e os seus passaram perto do fogo com um galão de gasolina. Afinal, dessas coisas pode-se dizer, como no jargão das CPIs, que sabe-se como começam, mas nunca como acabam, como insinuava atacar o líder da Força Sindical, o deputado Paulo Pereira da Silva, com sede de revanche. Diante dessas

JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA ameaças, CUT e PT desistiram da dar um tom político-partidário às passeatas e Paulinho desistiu de incentivar ataques específicos contra o governo e contra Dilma. Mesmo assim não faltaram gritos de "se a Dilma não ceder, o pau vai comer", quando foi proposta uma greve geral de trabalhadores.

A

ssim, para Dilma, as manifestações de ontem deram a famosa "coluna do meio", expressão em voga no Brasil quando a Loteria Esportiva estava na moda e era o principal jogo bancado pela Caixa Econômica Federal. Não apanhou nem colheu frutos. A presidente passou incólume muito em razão do que perderam aqueles que mais apostaram politicamente no Dia Nacional de Lutas (e de greve geral para alguns): as centrais sindicais e outros, como já dito, levados pela CUT e Força Sindical. Como mais do que visto e sabido, não havia nem ambiente nem houve preparação para o movimento. Ele foi improvisado em poucos dias, após o sucesso das manifestações populares que explodiram um mês atrás, puxadas inicialmente por pro-

testos contra o aumento dos transportes coletivos em algumas capitais e depois incorporando outras reivindicações e queixas da sociedade. Deixados de lado – de fato, ignorados – os sindicalistas de carteirinha (e de gordas verbas do Imposto Sindical e outras verbas oficiais) se apressaram em agir para tentar retomar o "protagonismo das ruas" e mostrar que o monopólio dos protestos sociais a ele pertence ainda. Para dar uma tintura de movimento pelos trabalhadores e de um ato puramente político, buscaram velhas aspirações sindicais para reciclá-las – tipo redução da jornada de trabalho semanal de 44 horas para 40 horas, algo que está no Congresso há 18 anos e nunca antes utilizado como desculpa para alguma greve.

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intomaticamente, um dos lugares em que as manifestações estiveram mais esvaziadas e desanimadas foi em São Paulo, berço e sustentação da CUT e da Força Sindical. Se Dilma passou pela jogada política sem escoriações, as centrais sindicais quebraram literalmente a cara. As manifestações, embora

Ficando em casa, indo ao trabalho ou manifestando-se ordeiramente, os trabalhadores deram aos líderes sindicais o mesmo recado das ruas aos partidos: "vocês não estão agradando".

tenham paralisado algumas rodovias e vias públicas em várias cidades e estados, e conseguido parar algumas atividades específicas, estiveram muito aquém, mas muito aquém mesmo do que imaginavam a CUT e o PT. As adesões foram bem menores do que apregoavam Paulinho (Força) Wagner Ferreira (CUT) e outros comandantes do dia de lutas, cuja pretensão era parar o País. Em nenhum momento, nas principais capitais, reuniram público próximo daquele que foi às ruas semanas atrás.

A

s entrevistas dessa gente, durante e depois da manifestação, cantando vitória, não disfarçava a decepção com o insucesso de público e de crítica do que eles esperavam fosse uma grande demonstração de força e prestígio do sindicalismo nacional. Paulinho foi ao limite da bravata ao lançar a ideia de "greve geral" para uma platéia de menos de mil pessoas na Zona Sul. Em silêncio, ficando em casa, indo ao trabalho e manifestando-se ordeiramente, os trabalhadores brasileiros deram aos líderes sindicais o mesmo recado que as manifestações anteriores haviam dado aos políticos, governantes e partidos: popularmente, "vocês não estão agradando". Nesta quinta-feira fechou-se o ciclo de condenação, pela sociedade, daqueles que se apresentam como seus representantes no Legislativo, no Executivo e em entidades sindicais e similares, tipo MST e UNE. Será que eles entenderam ou vão ficar com jogos de cena e paliativos, sem se dar conta de que o Brasil quer mudanças profundas e não disfarces para tudo permanecer como sempre? JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA É JORNALISTA E ANALISTA POLÍTICO

Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Cesário Ramalho da Silva Edy Luiz Kogut João Bico de Souza José Maria Chapina Alcazar Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Miguel Antonio de Moura Giacummo Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Renato Abucham Roberto Mateus Ordine Roberto Penteado de Camargo Ticoulat Sérgio Belleza Filho Walter Shindi Ilhoshi

oposição e a mídia cometeram um erro de avaliação ao supor que as manifestações de rua no País eram apenas contra o PT e a presidente Dilma Rousseff. Ledo engano. Os protestos de populares tinham e têm por alvo toda a classe política, sem distinção. Veja-se, por exemplo, que enquanto manifestantes cobravam energicamente da presidente, em Brasília, uma política mais eficiente do governo nas áreas de saúde, educação e transporte e o fim da corrupção, além de ameaçar invadir o Congresso Nacional para enquadrar deputados e senadores, em São Paulo, também manifestantes tentavam derrubar as grades do Bandeirantes para invadir o Palácio e dar uma dura no governador Geraldo Alckmin, do PSDB, pedindo mais firmeza no combate à criminalidade.

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uem também passou apuros foi o governador do Rio, Sérgio Cabral, do PMDB, que precisou da ação enérgica da polícia para desalojar manifestantes que cercavam sua residência, na mesma época em que outro governador, o tucano mineiro Antonio Anastasia, era obrigado a requisitar tropas federais para se proteger e oferecer proteção ainda ao prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, do PSB.

É

verdade que as manifestações derrubaram Dilma Rousseff na pesquisa feita pelo Datafolha, mas como nenhum adversário se beneficiou da turbulência de rua, a petista manteve a liderança na preferência dos eleitores, seguida por Marina Silva, Aécio Neves e Eduardo Campos. No bojo das manifestações, eleitores que acusavam os políticos de corruptos, sugeriram que o presidente do STF, Joaquim Barbosa, se lançasse candidato ao Palácio do Planalto. Joaquim Barbosa se

notabilizou como relator do mensalão do PT, condenando petistas estrelados à pena de prisão, como José Dirceu, José Genoíno, João Paulo Cunha e o operador Marcos Valério. Com méritos, o ministro passou a merecer o respeito da nação, mas isso não significa que, se candidato fosse, viesse a ter a certeza de que se elegeria Presidente da República.

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uem não se lembra, por exemplo, de Ulysses Guimarães, que era admirado em todo o País como nenhum outro político? Dr. Ulysses, no entanto, nasceu na política como deputado e morreu como deputado, depois de 50 anos de vida pública, sem nunca ter conseguido o respaldo eleitoral para se candidatar a um cargo executivo, seja de prefeito, governador ou presidente. A política é uma arte complicada e nem sempre quem tem prestígio fora dela consegue se eleger principalmente para

um cargo executivo. Pelé –outro exemplo – é venerado em Santos por ter sido eleito o atleta do século, mas ele se elegeria prefeito da cidade?

A

s manifestações ajudaram a oposição num ponto: com a queda sofrida na pesquisa, Dilma Rousseff não se reelegeria mais no 1º turno. Se a eleição fosse hoje, a presidente teria de enfrentar Marina Silva no 2º turno. Marina ainda está envolvida com a criação de um novo partido, o Rede Sustentabilidade e o segundo lugar que alcançou no Datafolha mexeu com os tucanos, que esperavam mais de Aécio Neves. EYMAR MASCARO É JORNALISTA E COMENTARISTA POLÍTICO MASCARO@BIGHOST.COM.BR

Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, Marcel Solimeo Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Editor-Chefe: José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br). Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br). Editores Seniores: chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), José Roberto Nassar (jnassar@dcomercio.com.br), Luciano de Carvalho Paço (luciano@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br), Marcus Lopes (mlopes@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br). Editor de Fotografia: Agliberto Lima. Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Heci Regina Candiani (hcandiani@dcomercio.com.br), Tsuli Narimatsu (tnarimatsu@dcomercio.com.br) e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br. Subeditores: Rejane Aguiar e Ricardo Osman. Redatores: Adriana David, Evelyn Schulke, Jaime Matos e Sandra Manfredini. Repórteres: André de Almeida, Karina Lignelli, Kety Shapazian, Lúcia Helena de Camargo, Mariana Missiaggia, Mário Tonocchi, Paula Cunha, Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibelli, Rita Alves e Sílvia Pimentel. Gerente Executiva e de Publicidade Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações Valter Pereira de Souza (valter.pereira@dcomercio.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estadão Conteúdo, Folhapress, Efe e Reuters Impressão S.A. O Estado de S. Paulo. Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60

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O TEMPO É O MELHOR ALIADO DOS QUE NÃO QUEREM MUDAR, DOS QUE TEMEM O FUTURO.

pinião

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ALGUÉM MEXEU NA COLMEIA

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epois de passar duas semanas em Princeton, onde veio visitar amigos e ex-colegas, como faz todos os anos, Roy Bradford já arrumou as malas para voltar a Quebec. Hoje ele nos convidou para um almoço de despedida – eu e dois professores da faculdade de letras da universidade – mas o que pretendia ser uma conversa amena sobre a vida de cada um se transformou quase num simpósio sobre os movimentos de rua no Brasil. E foi Roy quem falou grande parte do tempo para o pequeno grupo fascinado com aquele mestre de bom senso. Roy viveu em São Paulo alguns anos e tem algumas ideias a respeito da voz poderosa das ruas, quando ela assusta os poderosos e os que colocam as delícias do poder acima do bem público. "O Brasil está descobrindo na pele que aquilo que escraviza e amarra o homem não são apenas as grades, a polícia e os carcereiros, mas sim hábitos antigos, um ego deformado, a inércia, a preguiça mental, o conformismo, o interesse pelo que ganha e não pelo que faz. E mais que tudo, a ausência de coragem para olhar tudo isso

de frente, e com humildade". Concordamos logo com aquilo mas quisemos saber até onde essa descoberta popular nos leva. Roy mexe no bolso, tateia um charuto, mas não o traz nos dedos, lembrado de que está num restaurante. Um de nós, Gregory, que no grupo chamamos de Gregário, porque fala com todo mundo, mesmo que não tenha o que dizer, é o único que olha Roy com cara de dúvida.

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u, por mim, só estou querendo saber onde meu amigo quer chegar. E ele prossegue: "Os brasileiros têm fama de cordatos, brincalhões, conformistas. Se têm uma Constituição, eles apenas gostam ou não gostam dela, e não pensam mais no assunto. Por que não seguem a trilha daquilo que percebem? Mesmo quando muitos no Brasil sabem que o populismo é uma forma desonesta de alguns ambiciosos se perpetuarem no poder, ninguém sabe dizer que caminho tomar para que as coisas mudem. O acanalhamento da política solidificou-se como mal inevitável em quase todo o mundo, é verdade, mas no Brasil ele foi olhado sempre

LUIZ CARLOS LISBOA

como tema de piada, de conversa leve de quem já não tem esperança de reparar um grande mal". Roy não é um sujeito vaidoso, desses que se encantam com as próprias palavras, mas agora ele está visivelmente emocionado. "A democracia – prossegue ele – não pode ser usada só como um aperfeiçoamento da vida pública. Ela é saudável ou é desvirtuada. No Brasil ela tem sido uma carreira para poucos, aqueles poucos que ousam cada vez que podem. E não vamos falar agora nas exceções, porque estamos examinando uma crise."

"Quem não estiver confuso, não está bem informado". Roy se volta para mim, ainda tomado de entusiasmo: "Não sei se estou bem informado sobre o que ocorre no Brasil, mas não estou confuso".

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oy sorve um gole de vinho e se inclina em sua cadeira. Um vizinho da mesa ao lado de vez em quando ergue os olhos para nós, como se tivesse testemunhando uma conspiração. "Quando em nome de vinte centavos de aumento em passagens de ônibus uma chama de raiva se levanta", continua nosso amigo, "o melhor que se faz é transformar o descontentamento numa mudança de hábitos, numa regeneração de costumes. O que faz despertar o gigante é a indignação, essa propulsora da reforma, do re-

começo, da modificação para melhor. E a indignação não deve parar, principalmente quando os que estão acastelados no poder propõem soluções difíceis, feitas exatamente para amortecer os indignados, como acontece agora com o plebiscito proposto pa-

ra aplacar a revolta, não para resolver o problema". Na hora menciono uma frase lida num cartaz levado por um jovem descabelado que circulava na massa colossal que se comprimia na Avenida Rio Branco, depois traduzida por um âncora da CNN, espantado:

DILMA NÃO VAI CHUTAR O PAU DA BARRACKA OBAMA

charuto ainda não liberto do celofane circula agora nos seus dedos impacientes: "Alguém mexeu na colmeia a agora ninguém mais segura as abelhas", ele diz com voz pausada". E Roy conclui: "O governo está acuado. Ele se move pelo desespero, quando propõe algo complexo e sofisticado demais para ser aprovado depressa por um Legislativo vacilante e de má consciência. O tempo é o melhor aliado dos que não querem mudar, dos que têm medo, dos que temem o futuro." Enquanto o tempo passa, digo eu, lembrando o Jeca Tatu da fábula de Monteiro Lobato, a gente vai pensando em alguma coisa melhor. LUIZ CARLOS LISBOA É JORNALISTA, ESCRITOR, E RESIDE EM PRINCETON (EUA). ALGUTE22@GMAIL.COM.BR

NEIL VOSTRADAMUS FERREIRA

Nostradamus/Reprodução

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odestamente, sou o vosso Vostradamus, o de vós todos; não o Nostradamus, o de nós todos. Quando durmo, sou um sonhador; tenho o dom de sonhar com o futuro, um pesadelo pior do que o presente; se o presente continuar nessa toada, somos um presente sem futuro. O Vostradamus que vos fala dá chutes como esse acima, mas trabalho com fatos e os fatos são simples; é preciso porém um certo esforço para reconhecê-los. Vejamos o presente, depois de 10 anos de lulo-petismo-dilmismo. Quem acha que o futuro a Deus pertence, levanta a mão. Ninguém levantou porque sabemos que o futuro, filhote deste presente, ao Demo pertence desde quando a Petrobras e a Vale começaram a ferrar seus pequenos acionistas e a mensaleirada se locupletou. Profeta bom e batuta desde uns 1550, acertei em quase tudo que chutei, menos os números da Mega Sena, que jogo com fé e constância; nunca antes na história desse país acertei nem na trinca, se é que a trinca paga algumas moedas. Se pagasse eu também não teria acertado. A Dilma, por exemplo, qual a novidade ? Tudo o que vi a Dilma fazer até hoje foi pura marqueteragem para cavar manchetes e em seguida nada fazer, como de praxe era nos dois mandatos do seu Aprendiz de Feiticeiro.

ontem" e esquecida pelas manchetes. Dilma é a Fortona, a Mandona que manda e ninguém rasga. Nesse momento crucial – chutar ou não chutar o pau da barracka Obama, cometendo a desfeita de não comparecer ao encontro (vai chutar nada, digo eu) – colocaria na mídia amansada as manchetes fazendo escândalo pra saber se iria ou não a Washington, participar de uma reunião a convite de Barack Obama. Não há desfeita maior do que não ir, nem prejuízo mais tolo. Até os Brothers Castro esperançosos, estariam lá gritando a palavra de ordem: "Primeirão da fila o Muerte! Primeirão da fila o Muerte!" A ameaça de Dilma produziria mais manchetes de pura marqueteragem outra vez; fontes geralmente bem informadas garantiram que ela não vai chutar pau da barracka coisa nenhuma.

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le agora finge que quer a chapa Dilma / Eduardo Campos, PSB/Pernambuco, mais ou menos presidenciável e cuja candidatura poderia atirar Dilma ao 2º turno na eleição de 14; eu não caio nessa. Tudo que Le Roi Louis 51 tem feito é incentivar sua Guarda de Honra a fazer o necessário pra ferrar a Dilma – num esconso que até eu que sou mais cego do que um morcego, enxergo. "Lula de novo", que se precisava de um aparelho de surdez pra escutar, agora está em decibéis que nos obrigam a usar tampões de ouvidos pra dormir – e u ômi nunca num drome. A história da espionagem da CIA, então, é de cabo de esquadra. Os alvos seriam brasileiros proeminentes e de perfis que poderiam colocá-los na categoria de Segurança Nacional, como Eike Batista e Mantega. Sei não, pra mim entram na categoria das lendas urbanas, já que os nossos arapongas da ABIN andam de bico calado; urubu na muda não corveja, supostamente pra não atrapalhar a bola levantada na rede pra Dilma cortar.

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americano ex-CIA, só conseguiu digamos passar dicas dos seus dossiês para Evo e Maduro, com ligeiras lambidas d´olhos de La Loca de Buenos Aires e de, talvez, alguns dossiezeiros locais, de má reputação aloprádica por produção nacional sem qualidade nem garantia de fabricação. De custo altíssimo, pagos "cash", notas

pequenas e usadas, transportadas em malas de mão que se abrem e derrubam o precioso conteúdo ao chão, tendo fotógrafos, cinegrafistas e cineastas de telefones celulares, como testemunhas oculares. A bola levantada pra Dilma é a seguinte: em algum momento, a hard new que seria a denúncia da espionagem, viraria "notícia de

ontes geralmente bem informadas são os amigos do chope, no balcão do boteco pé sujo mais bem amado de Ipanema ou Leblon, conforme sabiamente definiu o sábio filósofo Vão Gogo e confirmado pelo Prêmio Nobel de Literatura da Ilha de Itaparica, João Ubaldo Rieiro. Ela faria um jogo de cena com a CIA, o FBI a NSA e a ABIN para criar novas manchetes da macheza de quem cavalga um PIBão de magnifícos 0,6% com confiança e coragem. Mas lá no fundo ela sabe que não deixará na barracka do Osama (opa ato falho; é Obama) seu lugar vazio pra adversária tipo La Loca de Buenos Aires. Dilma vai; e vai entrar na barracka fazendo os salamaleques diplomáticos de praxe, tradicionais à boa educação de quem participa desse tipo de cerimônia. Todos o objetivos foram atingidos. Dilma com suas manchetes de não indo, não indo, não indo; e as de indo, indo, fondo. Obama com suas manchetes da improbabilidade da barracka se manter em pé – e se manteve -- já que o principal conselheiro de Política Internacional da Dilma é o Top Top Garcia, desafeto ideológico, mas acho que por racismo, de tudo o que Obama faz e pensa. Talvez você esteja curioso para saber o que me levou a me meter a desvendar o futuro. É porque quando chegarmos lá, o Vostradamus aqui gritará pros descrentes dos fatos: Eu não disse ? NEIL FERREIRA É PUBLICITÁRIO


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Dilma

já abriu as portas do Planalto para o Movimento Passe Livre, índios, gays, artistas e vai receber até quilombolas.

gibaum@gibaum.com.br

2 “Eu não sou de chorar pelos cantos. Vão se catar!” IDELI SALVATTI // das Relações Institucionais, negando que seu discurso emocionado na reunião do PT tenha relação com sua possível demissão. Fotos: Leo Farias

Os cabos submarinos que conectam o Brasil com o mundo são controlados por Estados Unidos, China e França: por lei americana mantém uma espécie de porta dos fundos, que pode ser aberta a qualquer momento e que poderia servir de acesso aos serviços de inteligência. Já os grandes bancos brasileiros operam com dependência de quatro empresas também americanas, IBM, HP, CA Tecnologies e BMC e o Banco Central e os bancos públicos são controlados por softwares igualmente de companhias lá de cima. Resumo da ópera: há quem aposte que também milhões de transações dos brasileiros poderiam ter seu sigilo quebrado, via outras portas dos fundos.

QUEM VEM O estilista Karl Lagerfeld, da Chanel (e mais Fendi, Chloe e sua própria marca) vem a São Paulo, no final de outubro, para inaugurar a exposição The little black jacket , com 109 fotos de famosos usando um casaco preto de tweet da Chanel. Com Lagerfeld, que assina os cliques, está também Carine Roitfeld, ex-diretora da Vogue Paris, na organização da mostra que, igualmente, virou livro. Desde abril, a exposição tem percorrido cidades européias mais ligadas ao fashion world .

Olho na toalha No encontro desta semana, no Alvorada, na presença do ministro Aloizio Mercadante, da Educação e de Rui Falcão, presidente do PT, a presidente Dilma Rousseff quase jogou a toalha , chegando a insinuar que, se Lula considerasse básica sua volta ao Planalto, poderia ser candidato no ano que vem. E queixou-se que os petistas são os que mais envergam a bandeira do Volta, Lula . O ex-presidente nem esticou a história, mas reconheceu que quaisquer novas medidas do governo deveriam ser muito discutidas e “não apresentadas meio no sopetão”.

ATÉ TU, KALIL? A presidente Dilma Rousseff viu na televisão um verdadeiro festival de conhecidos nomes da medicina do país, diretores de faculdades, condenando a MP que quer obrigar formandos a trabalharem dois anos em unidades do SUS antes de terem seus diplomas reconhecidos e até já recebeu informações de José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça, que muitos entrarão em juízo com liminares e ações contra a efetivação da proposta. Contudo, quem conseguiu provocar sua total irritação foi mesmo seu médico particular, Roberto Kalil Filho, que também se manifestou contra a medida.

Dóris Giesse, ícone dos anos 90, acaba de postar em seu site Dóris para Maiores (era o nome do programa que tinha na Globo), três ensaios onde, aos 53 anos, mostra que está em boa forma e prepara a retomada de sua carreira. Bailarina, atriz, mãe dos gêmeos e casada com o jornalista Alex Solnik, ganhou fama quando apresentava o Fantástico. Fez novelas, ancorou telejornais na extinta Manchete, Record e Band, posou para Playboy em 1990 (destaque) e depois, teve um período de recolhimento, com problemas de depressão. Em 2007, caiu do oitavo andar do prédio onde morava, em São Paulo, teve a queda amortecida por um telhado e sobreviveu.

já o ministro Garibaldi Alves Filho, da Previdência, magoado, completa um ano sem ser recebido por ela.

Dedo levantado Debaixo de vaias de prefeitos de todo o Brasil no encerramento da 16ª Marcha Nacional, a presidente Dilma Rousseff quase perdeu as estribeiras. Chegou a levantar o dedo indicador até perto dos lábios, quase pronta para disparar Calem a boca! ou qualquer coisa parecida e recuou. A mão desceu, o indicador continuou em riste e, de novo, a Chefe do Governo preferiu não enfrentá-los. Quem despacha com Dilma, conhece bem esse gesto de levantar o indicador à altura da boca e o que solta em seguida.

A volta de Dóris

Estudo realizado pela Associação Nacional dos Restaurantes revela que, especialmente em São Paulo, capital da gastronomia nacional, a queda de faturamento, no primeiro semestre, quase encostou em 15% acendendo a luz vermelha no setor. E a margem de lucro, que há quatro anos, era de 13% (média) caiu para menos de 9%. Fatores da queda: inflação, menos dinheiro no bolso, arrastões, lei seca, manifestações de protesto nas ruas e a elevação dos preços cobrados pelos restaurantes. A alta seria provocada por novos e altos custos de alimentos, bebidas, aluguel e mão de obra. Para a maioria, é o pior panorama já registrado nos últimos dez anos.

Mesa vazia

IMPLANTE Numa das últimas conversas de Lula com seu médico Roberto Kalil filho, o ex-presidente apresentava nova preocupação: os cabelos do alto da cabeça, na região anterior, começaram a evaporar com certa velocidade. O ex-Chefe do Governo queria saber se era ainda conseqüência dos tratamentos aos quais se submeteu e Kalil achou que seria resultado de fatores genéticos (seu irmão Frei Chico é, segundo o próprio Lula. “uma bola de bilhar”). Aí, Lula não se conteve: “E dá para fazer implante?”

MISTURA FINA SE RESOLVESSE, à qualquer momento, substituir Guido Mantega no Ministério da Fazenda, o nome favorito de Dilma é o do ex-secretárioexecutivo da pasta, Nelson Barbosa, que saiu porque não agüentava mais o italiano. Só que Mantega vai ficando porque a presidente resolveu “pilotar a economia” e ele deixa.

A VETERANA Susana Vieira, 70 anos, a Pilar da novela Amor à Vida aparece, em boa forma, na revista de Joyce Pascowitch, garantindo que comer pão com manteiga, todos os dias, a deixa “inteligente”. E não quer saber de verduras: “Alface não dá neurônio. Não sou coelho para ficar comendo folha”.

Um dos maiores nomes do showbiz mundial, Beyoncé, 31 anos, mostra que, quando se trata de seu corpo, não tem nada a esconder – e até gosta de exibir. Agora, é capa e recheio da nova edição da revista Flaunt , onde a mulher de Jay-Z e mãe de Blue Ivy, de um ano e seis meses, mantendo sua tradição de fotos ousadas, aparece nua, coberta de glitter. Beyoncé revela o resultado de dieta balanceada, malhação e, claro, muito rebolado durante seus espetáculos e gravações de clipes.

Nua com glitter

Dia do Homem Algumas lojas estão anunciando promoções especiais para o próximo dia 15, segunda-feira, quando se comemora – e a maioria da população nem sabe que a data existe – o Dia do Homem. No mundo, é comemorado dia 19 de novembro (no Brasil, ninguém é capaz de responder por que mudou) e nasceu com apoio da ONU para “defender os direitos masculinos” em 45 países signatários. O Dia Internacional do Homem surgiu para “promover a igualdade entre os gêneros e destacar papéis positivos de homens”. E também “para combater o sexismo e celebrar conquistas e contribuições na comunidade, na família, no casamento e na criação dos filhos”. Em tempos de diversidade sexual, não estão previstos festejos ou passeatas.

/ IN Anitta.

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Sigilo ameaçado

MAIS:

OUT

Naldo.

Contra Pelé Ricardo Darín, um dos mais conhecidos atores argentinos, de popularidade similar a do jogador Messi, é a entrevista principal da nova edição de Playboy, onde, de cara, investe contra Pelé: “O Pelé sempre foi uma besta. Sempre esteve ao lado do poder. Um cara tão grande como ele foi deveria estar do lado do povo”. Com quase 50 anos de carreira, 40 filmes e 10 peças no currículo, diz também que “a Globo faz com que o cinema siga a novela no Brasil”. E emenda: “É como o cachorro correr atrás do próprio rabo”. De quebra, religião: “A Igreja cometeu um erro, se deu conta do erro e considerou que a saída para salvar o seu negócio, era ter um papa argentino”.

MALGRADO campanha nos jornais e mesmo na TV por assinatura, Vai que Cola , humorístico lançado pelo Multishow, com Paulo Gustavo no comando do elenco (tudo acontece numa pensão do subúrbio), decepciona e parece ter inspiração no veterano A Praça é Nossa, do SBT. É humor de chanchada e até os trejeitos de Gustavo incomodam.

O PUBLICITÁRIO Marco Scabia, ex-marido de Daniela Mercury, hoje casada com a jornalista Malu Verçosa, está de namorada nova: chama-se Bianca Sayão, é blogueira e relações públicas, ligada em assuntos de beleza – e tradicional, por assim dizer.

A ITALIANA Monica Belucci teria feito as malas e voltado para Paris com as duas filhas, Deda e Leónie, deixando o marido Vincent Cassel no apartamento que alugaram no Rio. Motivo: com muita freqüência, ele cai nas baladas do Baixo Gávea enfurecendo a mulher.

NOS BLOGS de humor, a frase campeã das últimas semanas diz: “Eu era queijo frescal. Depois do deputado Feliciano, fiquei curado”.

Colaboração:

Paula Rodrigues / Alexandre Favero

sexta-feira, 12 de julho de 2013


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DIÁRIO DO COMÉRCIO

sexta-feira, 12 de julho de 2013

5 LIBERADO O Senado autorizou São Paulo a receber US$ 200 milhões da Corporação Andina de Fomento – um empréstimo com garantias da União.

olítica

Batata quente do governo ao Congresso O comentário de Mercadante (de que o Congresso vai pagar caro se não fizer o plebiscito) repercutiu mal. Políticos acusam o governo de transferir a responsabilidade.

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íderes da Câmara e do Senado reagiram ontem à entrevista do ministro da Educação, Aloizio Mercadante, à Folha de S.Paulo afirmando que o eleitor vai "cobrar caro" do Congresso se uma reforma política não for feita com participação popular por meio de um plebiscito. Segundo os congressistas, a fala indica que o ministro quer jogar para o Congresso a responsabilidade por respostas aos protestos que sacudiram as ruas do País. A ideia do plebiscito foi lançada pela presidente Dilma Rousseff ao Congresso, mas acabou enterrada para ter efeito nas eleições de 2014.

CRÍTICAS Dois fatores pesaram para a rejeição da consulta popular: o fato de Dilma anunciar o plebiscito sem consultar antes o Congresso e o prazo de 70 dias estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral para organizar a votação. Em contrapartida, a Câmara criou um grupo de trabalho para discutir uma reforma política que poderá ser submetida a um referendo. Na entrevista, Mercadante, que hoje é o articulador mais próximo da presidente Dilma Rousseff, fez uma previsão de "renovação forte" no Poder Legislativo na eleição de 2014, caso o Congresso se recuse a melhorar o sistema político. A aposta do petista recebeu fortes críticas dos congressistas. "Senhor Mercadante, não queira jogar a falência do governo Dilma nas costas do Congresso. Quem não investe em educação, saúde, segurança e combate à corrupção é a presidente Dilma, que tem o poder da caneta", disse o líder do DEM, Ronaldo Caiado (GO). "Veja o quanto os portavozes do governo são inescrupulosos. Mercadante deveria ter um conhecimento mínimo de Constituição e Regimento Interno quando induz a população a pensar

Petistas travam disputa de egos

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pesar do forte desgaste provocado pela disputa por quem vai coordenar a reforma política na Câmara, os deputados petistas Cândido Vaccarezza (SP) e Henrique Fontana (RS) não pretendem recuar. A decisão deve sobrar para o comando do PT. Nos corredores do Congresso, o caso virou motivo de piada entre os parlamentares que chegaram a classificar o caso como briga de egos ou briga de moleques. Vaccarezza nega que seja uma disputa de vaidade. "Eu não tenho ego em disputa. Não sou candidato, fui convidado apenas e cumprirei a tarefa", avisou. Vaccarezza vai conversar hoje, em São Paulo, com o presidente do PT, Rui Falcão. Ele disse que vai respeitar a decisão que for tomada. Fontana, que concedeu longas entrevistas nas últimas semanas sobre a reforma política, evitou a polêmica, mas ainda insiste no controle do grupo. "Não vou abrir mão", disse. (Folhapress)

que estamos impedindo a consulta popular. O plebiscito já foi feito e o povo disse nas passeatas que quer é uma saúde de qualidade, uma educação que seja compatível para nossos jovens, uma mobilidade urbana. É fazer com que os mensaleiros não fiquem apenas no julgamento e sejam cumpridas as penas", completou o democrata. Sem querer avaliar a posição do ministro, o líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), afirmou que o plebiscito foi um equívoco e provocou. "Nas manifestações eu vi cartazes falando que estava vendendo até um Monza 92, mas não vi nenhum pedindo plebiscito, reforma política." O líder do PSB, Beto Albuquerque (RS), reforçou o discurso. "Isso não estava nas placas. O PT não pode só consultar suas bases, tem que ouvir as ruas." O presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN),

Senhor Mercadante, não queira jogar a falência do governo Dilma nas costas do Congresso. RONALDO CAIADO, LÍDER DO DEM disse que o governo naturalmente também será cobrado pelas ruas. "É uma declaração que ele tem direito de fazer. Além de ministro, ele é senador, portanto é uma avaliação que respeito. Mas a cobrança é natural, que seja feita, é democrática, é ao Executivo também, aos executivos estaduais. Isso faz parte do processo democrático", disse. Para o vice-presidente do Senado, Romero Jucá (PMDBRR), Mercadante "foi mal interpretado".

Cotado para assumir a Casa Civil do governo Dilma, Mercadante tem ampliado seu espaço na articulação política. Tamanha influência rendeu-lhe o apelido de "clínico-geral da União". Por sua presença ostensiva, foi responsabilizado por êxitos e os dissabores da semana. PT INSISTE A bancada do PT na Câmara dos Deputados começará a recolher na próxima terça-feira, véspera do recesso parlamentar, as 171 assinaturas necessárias para levar ao plenário a proposta de plebiscito para a reforma política. Paralelamente à coleta de assinaturas para aprovação do decreto parlamentar convocando a consulta popular, o PT discutirá com a bancada nesta segunda-feira quem será seu representante no grupo de trabalho criado pelo presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), pa-

ra apresentar uma proposta de reforma política. A instalação do grupo foi adiada para a próxima semana após um "curto-circuito" entre deputados petistas Henrique Fontana (RS) e Cândido Vaccarezza (SP). Ambos disputam a coordenação do grupo, sendo que o primeiro foi indicado pelo partido e o segundo foi convidado por Alves. "Uma comissão que quer resolver, não pode começar não resolvendo ela própria", criticou o presidente da Câmara.

É preciso ficar claro que ouvir a população é o meio mais legítimo para reforma política. JOSÉ GUIMARÃES, LÍDER DO PT NA CÂMARA

Alves disse esperar que o partido entre num acordo, se unifique e seja pacificado até o final da semana para que o grupo inicie os trabalhos e apresente uma proposta de reforma em 90 dias. O líder do PT, José Guimarães (CE), evitou polemizar e disse que o impasse só será resolvido na segunda-feira. "É uma questão interna do PT", tergiversou. Ontem, a assessoria da bancada do PT divulgou um artigo em que Guimarães defende o plebiscito enterrado pela Câmara e diz que os partidos não podem "ter medo de ouvir o povo". "É preciso ficar claro que ouvir a população é o meio mais legítimo para reforma política, não é um caminho meia sola como defende a oposição PSDB/DEM e PPS, que a limita a um referendo", afirma o parlamentar. Guimarães ressaltou que o tema está em discussão há 15 anos no Congresso. (Agências)

Dilma sanciona o ato médico

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presidente Dilma Rousseff sancionou ontem, com vetos, a lei que disciplina o exercício da medicina no País. A norma determina que são privativas do médico atividades como indicação e execução da intervenção cirúrgica, execução de sedação profunda, e a indicação da execução e execução de procedimentos invasivos, como biópsias e endoscopias. Com os vetos , no entanto, outros profissionais poderão formular diagnóstico e respectiva prescrição terapêutica, indicar o uso de órteses e próteses e prescrever órteses e próteses oftalmológicas para não comprometer os programas sociais. (ABr)

Brasil está descoberto. Nas telecomunicações. Ministro das Comunicações admite que a vulnerabilidade externa não é só na internet. Ligações por telefone também estão desprotegidas.

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mesma vulnerabilidaPaulo Bernardo anunciou de de segurança da in- plano da Telebrás para a consternet está presente trução de cabos submarinos nas chamadas internacionais, ligando o Brasil à Europa e à conforme depoimento do mi- África. Seria uma forma de nistro das Comunicações, evitar o tráfego de dados pePaulo Bernardo, aos senado- los Estados Unidos para acesres. "Quando alguém liga do sar esses dois continentes. B r a s i l p a r a o u t r o p a í s , o u Outra iniciativa é a construção quando viaja para o exterior e de um anel ótico continental, utiliza o celular brasileiro, va- que também evitaria tráfego le-se de acordos de intercone- pelos EUA na comunicação xão internacom a Américional entre ca Latina. empresas brasileiras de DILMA A presidenta t e l e c o m u n iP o r s e g ucações e suas rança, de mesmo nunca me congêneres acordo com o ligou nele (telefone lá fora." ministro, há criptografado); uma rede de ela liga do celular DADOS telefones dela para o meu. N o m oc ri pt o gr af amento da ind o s i n s t a l aPAULO BERNARDO, t er co ne xã o, da na EsplaMINISTRO DAS COMUNICAÇÕES explicou ele, nada dos Mihá troca de innistérios. formações de sinalização enPor eles, a presidente Dilma tre as operadoras. Rousseff pode se comunicar São registradas informa- com seus principais auxiliações como número de origem, res. Porém, o aparelho fica às número de destino, duração e moscas, segundo ele. horário da chamada. "De vez em quando, liga um Segundo o ministro, o em- técnico para saber se o telefobaixador norte-americano, ne está funcionando direito", Thomas Shannon, disse que contou o ministro das Comuniseu país só tem esses regis- cações. "A presidenta mesmo tros, chamados de metada- nunca me ligou nele; ela liga d o s , n ã o o s c o n t e ú d o d a s do celular dela para o meu", conversas. afirmou o ministro.

A comunicação por celular é bastante frágil do ponto de vista de segurança, admitiu Paulo Bernardo. SOLUÇÕES Bernardo citou os planos para o lançamento de um novo satélite nacional e a construção de cabos submarinos li-

gando o Brasil à Europa e à África como instrumentos para diminuir a vulnerabilidade do País a interceptações e monitoramentos realizados pelos órgãos de inteligência dos Estados Unidos. Também destacou os anéis de conexão de fibra óptica que estão sendo feitos com os paí-

ses sul-americanos que fazem fronteira com o Brasil. O custo de tráfego da internet brasileira para os EUA chega a US$ 650 milhões por ano. "Queremos descentralizar essa infraestrutura. Além de tornar o serviço mais barato, agora temos outro motivo para defendermos isso". (Agências)


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Em matéria de voo para residência, deveríamos apertar um pouco mais as regras. Aloysio Nunes Ferreira, senador (PSDB-SP)

olítica

Ó RBITA

DONADON presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Alves (PMDB-RN), informou ontem que o deputado federal Natan Donadon (sem partido-RO) ainda não encaminhou sua defesa à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa, em que tramita o processo de cassação de seu mandato. Assim, será nomeado um advogado dativo para representá-lo. Segundo Alves, a CCJ está empenhada para "acelerar esse processo" e concluir o rito antes do recesso parlamentar, previsto para começar no dia 18. Donadon (foto acima) ganhou na última quartafeira mais prazo para apresentar sua defesa após o cancelamento de sessão ordinária. O deputado já teve seus salários interrompidos,

David Ribeiro/ Ag. Câmara

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seus seis funcionários foram exonerados e seu gabinete foi lacrado ontem. Donadon foi condenado a 13 anos em regime fechado, pelos crimes de peculato e formação de quadrilha. Os desvios somaram R$ 8,4 milhões em valores da época que, atualizados, chegam a R$ 58 milhões. A denúncia foi recebida pelo Tribunal de Justiça de Rondônia em 2002. Como ele havia sido eleito deputado federal, o processo subiu para o Supremo Tribunal Federal, que o condenou em outubro de 2010.

EX-GOVERNADOR CONDENADO Justiça Federal em Alagoas considerou o ex-governador Ronaldo Lessa (na foto) e o empresário Zuleido Soares de Veras (construtora Gautama) culpados pelo desvio de mais de R$ 5 milhões da Obra de Macrodrenagem, no Tabuleiro dos Martins (Maceió). Essa denúncia, proposta pelo Ministério Público Federal (MPF) em Alagoas ainda em 2009, teve como base investigações do próprio MPF e o relatório final da Operação Navalha, encaminhado pela Polícia Federal. No entanto, para a procuradora da República Niedja Kaspary, autora da ação, o desvio teria sido ainda maior: R$ 16,4 milhões. A obra de Macrodrenagem foi orçada em 1997, quando da escolha da construtora Gautama para realizá-la, em R$ 48 milhões (recursos federais).

Antonio Cruz/ABr

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Ronaldo Lessa foi condenado a 13 anos e 4 meses de reclusão e ao pagamento de 360 diasmulta, à razão de 2/3 do salário-mínimo vigente à época do fato, devidamente atualizada. A pena definida para Zuleido Veras foi a de 8 anos de reclusão e o pagamento de 360 dias-multa, nos mesmos moldes do estabelecido para o ex-governador.

SUPERSALÁRIOS

O ANISTIA

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Senado aprovou no início da madrugada de ontem, em votação simbólica, projeto de lei que amplia o período de anistia a empregados punidos pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) por participarem de greves. A proposta, que seguirá para a sanção presidencial, permitirá a readmissão dos empregados na estatal que deixaram os quadros da empresa entre outubro de 1988 e fevereiro de 2006. Na prática, esses trabalhadores terão direito a contabilizar direitos trabalhistas e previdenciários do período em que estiveram afastados.

Tribunal de Justiça Militar de Minas Gerais paga aos seus juízes e servidores salários que chegam a R$ 87 mil, conforme a folha de pagamento de junho divulgada pelo órgão. Os 13 juízes do tribunal receberam no mês pagamentos que variavam entre R$ 40 mil e R$ 79 mil. Duas servidoras da biblioteca tiveram remuneração no mês superior a R$ 40 mil, e uma assessora de comunicação recebeu R$ 87 mil. Deputados articulam a criação de uma CPI na Assembleia Legislativa para apurar esses pagamentos. O tribunal nega irregularidades. O deputado estadual Sargento Rodrigues (PDT) disse acompanhar a divulgação dos vencimentos desde dezembro de 2012. Altos salários também foram pagos pelo tribunal militar.

FAB terá que entregar lista de passageiros vip Senado exige a lista de todas as viagens realizadas por autoridades e seus acompanhantes desde 2002

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Força Aérea Brasileira terá 30 dias para informar ao Senado sobre voos realizados por autoridades nos aviões oficiais da Aeronáutica. Isso porque a Mesa Diretora da Casa aprovou ontem um pedido do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) que obriga o Ministério da Defesa, a quem a FAB é subordinada, a encaminhar as informações ao Congresso Nacional. No requerimento, o tucano pede que o Ministério da Defesa divulgue quantas viagens foram feitas pelas autoridades públicas desde 2002 em aviões da FAB. O senador também solicita as datas e nomes das autoridades que solicitaram os voos, assim como as rotas cumpridas pelas aeronaves, horários de chegada e partida e nomes de acompanhantes. A legislação brasileira determina que, se o ministério não encaminhar as respostas ao Congresso em resposta ao pedido de informações, seu titular Celso Amorim pode res-

Geraldo Magela/ Agência Senado

ponder por crime de responsabilidade. Nunes afirmou que a FAB deve melhorar os registros dos voos. "Quanto mais transparência, melhor. Se alguém viaja por motivo de serviço, divulga na internet. Não há porque guardar nada a sete chaves. Eu já pedi outras vezes e alegaram que não havia mais registros. Conversa. Tem que ter registro daqui para frente para informar rotineiramente aquilo que é feito com dinheiro público", afirmou. MP investiga – O Ministério Público Federal em Brasília decidiu abrir investigações preliminares contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o ministro da Previdência, Garibaldi Alves, sobre o eventual uso irregular de aviões da FAB. A determinação foi a mesma adotada na sexta-feira passada em relação ao presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN), que usou avião oficial para ir com parentes e amigos assistir à final da Copa das Confederações no Maracanã.

O senador Aloysio Nunes defende regras mais duras para voos da FAB Renan devolveu R$ 32 mil aos cofres públicos relativos a viagem no dia 15 de junho entre Maceió, Porto Seguro e Brasília para participar do casamento da filha do senador Eduardo Braga (PMDB-AM), em Trancoso (BA). Henrique Alves permitiu que sete parentes pegassem carona para assistir ao jogo da seleção e devolveu à União R$ 9,7 mil. Em vigência – Decreto em vigor estabelece que as autori-

dades só podem usar as aeronaves oficiais em casos de segurança e emergência médica, viagens a serviço ou deslocamentos para seus locais de residência permanente. "Em matéria de voo para residência, deveríamos apertar um pouco mais as regras porque para alguns lugares há uma profusão enorme de aviões de carreira e não há necessidade de usar aviões da FAB", justificou senador o tucano. (Agências)

Senado terá folga a partir do dia 18

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ara o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o recesso legislativo está garantido. "Do ponto de vista do Senado, sim, porque certamente hoje (ontem) vamos votar os últimos itens da nossa pauta e praticamente não teremos mais o que fazer neste semestre", afirmou. Dessa for-

ma, a partir do dia 18 de julho, os senadores devem estar de folga, retomando os trabalhos no início de agosto. Renan, a quem cabe definir a pauta de votações em plenário, tem acelerado nos últimos dias o ritmo de trabalho, levando sessões até tarde da noite, e votando a toque de caixa várias matérias que en-

traram na agenda positiva que ele implementou a partir das manifestações das ruas. Domésticos – Ontem à noite, com 52 votos a favor e nenhum contrário, foi aprovado o texto do senador Romero Jucá (PMDB-RR) que estabelece as regras para garantir direitos dos empregados domésticos, tais como indeni-

zação na demissão, horas extras, adicional noturno, FGTS, auxílio-creche, seguro-desemprego e seguro contra acidente de trabalho. No Brasil, há 7 milhões de trabalhadores domésticos, só 1,5 milhão são formalizados. A proposta seguirá, agora, para análise da Câmara dos Deputados. (Agências)

GOVERNO DE SP

Kassab diz que aceita se candidatar

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presidente nacional do PSD e ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, confirmou ontem que aceita ser candidato ao governo de São Paulo, caso o partido ache que seu nome é o melhor. "O partido deverá ter uma candidatura. Eu já fui consultado por líderes do partido e respondi positivamente", disse Kassab. "Eu me sinto preparado", completou. Kassab ressaltou que a orientação é que o partido lance candidaturas próprias nos Estados, para expor o nome de uma legenda, que é nova. Ele não negou, porém, a tendência de alinhamento com uma eventual candidatura de Dilma Rousseff em 2014. Afif – O apoio à reeleição da presidente não tem relação,

segundo Kassab, com a indicação de Guilherme Afif Domingos ao cargo de ministro. "A indicação dele não é partidária, é temática", disse o ex-prefeito, ressaltando que Afif, que também é vice-governador de São Paulo, aceitou o cargo no governo federal depois que as relações com Geraldo Alckmin pioraram. "Houve um rompimento de parte do PSDB, de parte do Alckmin. O Afif foi demitido da Secretaria (de Desenvolvimento Econômico Ciência e Tecnologia em 2011), estava sem ocupação", comentou ele. Haddad – Falando da administração municipal, o ex-prefeito não criticou seu sucessor, Fernando Haddad (PT-SP), pelo recuo no caso da

redução da tarifa de ônibus depois dos protestos. Kassab disse que é preciso levar em conta que existem instrumentos que aproximam a população do poder público. "Não podemos falar em recuo ou avanço, mas da

capacidade da Prefeitura em dar resposta à demanda. Na medida em que o governo socorreu os municípios desonerando alguns itens que compõem a tarifa, foi correta a decisão". (Estadão Conteúdo)

Marcos Bezerra/ Estadão Conteúdo - 03.06.13

Gilberto Kassab diz que se sente preparado para a disputa estadual


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DIÁRIO DO COMÉRCIO

sexta-feira, 12 de julho de 2013

7 Em junho, vimos uma multidão sem liderança. Ontem, vimos lideranças sem multidão. Frase que circulou na internet

olítica

Sebastião Moreira/ EFE

Luiz Claudio Barbosa/ EC

Patah prega um dia de reflexão para Dilma

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Acordo entre centrais incluiu o repúdio à corrupção, mas excluiu o 'Fora Dilma', como queria Paulinho, da Força (acima). E o alvo do dirigente acabou se voltando para o ministro da Fazenda.

Centrais demonstram sua força Os protestos das centrais sindicais adotaram tons diferentes nas críticas ao governo. Em comum, só os juros e o fator previdenciário.

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s greves e manifestações que ocorreram ontem nas principais cidades do País, dentro do movimento que foi chamado por centrais sindicais de "Dia Nacional de Lutas", tiveram críticas ao governo Dilma, mas sem ataques diretos à presidente. O presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), afirmou que o ato era também contra a política econômica e chegou a sugerir a demissão do ministro da Fazenda, Guido Mantega. "Ninguém mais liga para o que o Mantega fala", opinou. AMEAÇA Paulinho disse que as centrais farão uma reunião hoje pela manhã na sede da Força Sindical e devem fixar um prazo para que a presidente Dilma Rousseff atenda às reivindicações dos trabalhadores. "Senão, vamos começar a organizar uma greve geral", ameaçou ele, alegando que os atos de ontem "foram um sucesso". As greves atingiram sobretudo os setores metalúrgico, portuário, petroleiro e bancário, mas foram enfraquecidas pela ausência de categorias

de peso. De acordo com o se- querida Dilma", disse o diretor cretário-geral da Força Sindi- José Silva, incitando os trabacal, João Carlos Gonçalves, o lhadores a cantar "1,2,3, 4,5 Juruna, a ausência de catego- mil, eu quero que a Dilma vá rias, como a dos motoristas de para a "... ônibus e metroviários – que Mais cedo, o presidente da não pararam suas atividades Central Única dos Trabalhadona capital paulistana – enfra- res (CUT), Vagner Freitas, disqueceu o movimento. se que as palavras de ordem A greve foi estavam em convocada acordo com pelas princias centrais pais centrais sindicais e Não vai ter 'Fora sindicais do q u e n ã o h aDilma'. Se Paulinho veria xingaBrasil (CUT, Força Sindimentos. está falando em cal, CTB, "Não vai ter 'Fora Dilma', isso CGTB, UGT e 'Fora Dilma'. é coisa da cabeça Conlutas, Se Paulinho dele. Não além do Moviestá falando mento dos em 'Fora Dilfoi discutido. S em - T er r a) . ma', isso é VAGNER FREITAS, CUT A centrais c o i s a d a c asindicais beça dele. acertaram no dia anterior que Não foi discutido entre as cena presidente Dilma Rousseff trais sindicais", afirmou. seria poupada de críticas áciO presidente nacional da das em palanque unificado na CUT também fez críticas à poavenida Paulista. lítica econômica do governo Paulinho foi o mais contun- federal. "É excrescência audente, quebrando parte do mentar a taxa de juros e punir acordo. Em passeata realiza- a produção e o crescimento", da na zona sul da capital pau- afirmou, citando a reunião do lista, os manifestantes chega- Comitê de Política Monetária ram a repetir gritos de guerra (Copom), que elevou a taxa xingando a presidente Dilma. Selic para 8,5% ao ano. "Não "Eu quero mandar aquele re- aceitamos que a pauta dos cadinho de novo para nossa empresários seja levada em

conta e não aconteça a mesma coisa com a pauta dos trabalhadores", disse Freitas. Questionado se faz uma avaliação positiva ou negativa do governo, ele respondeu que "para a posição da CUT não importa o governo do plantão. A CUT só tem um lado: o dos trabalhadores". FATOR PREVIDENCIÁRIO Freitas também disse que é necessário que a presidente Dilma firme no seu mandato uma "grande conquista" para os trabalhadores. "Ela tem condições de fazer isso, a bola está quicando na área. Para marcar o gol é só acabar com o Fernando Bizerra Jr/ EFE

Em Brasília, manifestantes questionam o plebiscito da reforma política.

Marina: 'Não é hora de capitalizar'. Ex-ministra diz que a força das ruas precisa ganhar musculatura e não ser cooptada por centrais ou partidos Mário Tonocchi

igualmente legítimo", observou. A ex-senadora afirmou, no entanto, que seu partido ex-senadora, ex-mi- político que está em fase de nistra e candidata à implantação, a Rede, não parPresidência em 2012, ticipou dos atos. "Do mesmo jeito que nas Marina Silva, condenou ontem as tentativas de políticos ten- manifestações espontâneas tarem capitalizar as forças das nós não fomos como partido. manifestações populares que Nem daquelas, nem dessas aconteceram no mês passado que estão sendo convocadas e culminaram com um milhão pelos partidos", afirmou. A Rede conseguiu no tempo de pessoas nas ruas no dia 20 e recorde de o movimento três meses e detonado pemeio a coleta las centrais das 500 mil sindicais, ontem. "Em reEm relação às ruas, ass inatu ras para seu relação às ruas, não é hora de conhecimeneu tenho dito capitalizar. Precisa to e na atualique não é hovirar músculo e, se a d a d e c o n t a r a d e n i ngente tiver pressa, com 732 mil guém querer apoios. capitalizar. O pode prejudicar M a r i n a que está aí é esse metabolismo. qualificou a tão importanMARINA SILVA onda de prote que precitestos sociais sa virar músculo e, se a gente tiver pressa, de junho como um "movimenpode prejudicar esse metabo- to de beleza e grandeza" que lismo necessário", afirmou tem "potencial para mudar" o Marina. Ela participou de um P a í s . E l a c o n s i d e r o u e s s e seminário organizado pela "despertar" do Brasil como "uma questão de tempo". agência de notícias EFE. Para ela, "a política não é A ex-senadora também quis destacar as diferenças entre uma repetição, é um ato sinos movimentos de ontem e de gular em cada momento". A junho. "O do mês anterior foi ex-senadora condenou quem de autoconvocação com uma afirmou que ela estava no osorganização mínima, que se tracismo depois da disputa iniciou com a luta do passe li- eleitoral de 2012. "Estou no vre e foi ganhando corpo. Essa ostracismo para o atual mode(de ontem) tem mais o sentido lo político e as manifestações clássico das manifestações nas ruas não são perigosas, conhecidas, pelas centrais pois 99% são de pessoas que sindicais, pelos partidos. É estão aí pacificamente, apre-

fator previdenciário", afirmou o líder da CUT. O presidente da CTB, Vagner Gomes, também criticou o fator previdenciário e defendeu que "o governo mude a política macroeconômica". "Não é possível continuar guardando uma montanha de dinheiro para pagar juros da dívida pública", afirmou. O fator previdenciário é um cálculo criado em 1999, no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB-SP) que, segundo os sindicalistas, gera danos aos aposentados. Na prática, o seu fim elevaria o valor das aposentadorias. (Agências)

Sebastião Moreira/ EFE

Rui Falcão fala em 'senso de oportunidade'

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ara presidente nacional do PT, Rui Falcão, os protestos organizados ontem pelas centrais foram "senso de oportunidade". Em entrevista ao Estado, ele afirmou no dia anterior que as manifestações não teriam como foco o governo do PT. "As centrais sindicais já tinham bandeiras como a redução da jornada de trabalho, o fim do fator previdenciário e a aceleração da reforma agrária. Como houve um clima favorável, eles convocaram o ato do dia 11. Acho que é senso de oportunidade do momento", afirmou. Eleições – Ao ser questionado sobre quem apoiará a presidente Dilma Rousseff na reeleição, o petista reconheceu que o quadro político está indefinido. "Como eles mesmos (oposição) estão dizendo, com as

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Para Marina, movimentos sociais de junho tiveram beleza e grandeza. sentando bandeiras óbvias: saúde, educação, segurança e mobilidade. O melhor dessa nova situação é o fato de que as pessoas estão assumindo esse papel de ativismo." Marina voltou a criticar o tratamento dado pelo governo às manifestações. Segundo ela,

houve uma tentativa de reduzir o momento a uma "pauta de reivindicações" e não se pensou uma agenda para o País a partir dos protestos. "Isso ia requerer um certo distanciamento, e claro que quando você tem a reeleição, isso atrapalha muito", afirmou.

presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT) e do Sindicato dos Comerciários, Ricardo Patah, afirmou ontem que o movimento criado pelas centrais não teve por objetivo pedir a saída da presidente Dilma Rousseff. "Nós não queremos um 'Fora, Dilma', estamos falando em um 'Se liga, Dilma', porque a gente não critica a presidente e sim as políticas do governo", afirmou Patah. Ele criticou a elevação da taxa de juros. Patah disse ainda que a presidente precisa "enquadrar" os ministros para melhorar suas políticas, mas preferiu não mencionar nenhum ministro especificamente. Além das questões econômicas, o presidente da UGT defendeu a realização de uma reforma política. Sem dar detalhes, disse que tal reforma seria necessária pois o Congresso não está alinhado com os anseios da população. Segundo Patah, a UGT mobilizou cerca de 10 mil trabalhadores para os atos de ontem. "Estamos colocando para fora o que estava entalado na garganta", disse. Questionado se o movimento teria ficado aquém das expectativas, Patah disse que desde o início o movimento pretendia ser "um dia de reflexão". "Nunca falamos em greve geral e em trazer o caos para a cidade." (Estadão Conteúdo)

manifestações e a queda de Dilma nas pesquisas pode haver outro quadro partidário. Ninguém sabe hoje quem apoiará Dilma em 2014." Volta Lula – Indagado se alas do PT querem a volta de Lula, Falcão disse que o ex-presidente reafirmou que não tem nenhuma pretensão em se candidatar. "Não tem ninguém no PT hoje cogitando o 'volta, Lula'", afirmou. Isso seria , segundo ele, abreviar o final do governo Dilma. Falcão reconheceu que a comunicação do PT e do governo precisa ser melhorada. "Eu vi nossa bancada insistindo com a presidenta que é preciso melhorar a interlocução com o Congresso. Isso é unânime. Ela disse que estava cuidando disso e que a bancada precisa ter posição de mais destaque." (Agências)


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sexta-feira, 12 de julho de 2013

idades

SÃO PAULO

Dia de greve, clima de feriado. A Embora os manifestantes tenham bloqueado vias importantes da cidade, como a Avenida Paulista, não se repetiram cenas de caos no trânsito, como em junho.

Sergio Castro/Estadão Conteúdo pesar dos diversos protestos pela cidade, São Paulo teve ontem um dia com cara de feriado. Com muitas ruas e avenidas vazias, o congestionamento na Capital ficou abaixo da média durante todo o dia. Às 18h, em pleno horário de pico da tarde, eram registrados apenas sete quilômetros de lentidão, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). A título de comparação, na última quarta-feira, no mesmo horário, os engarrafamentos beiravam os 100 quilômetros. Pela manhã, o trânsito também ficou bem abaixo da média. Ao meio-dia, foram registrados 15 quilômetros de congestionamento. A média no horário para as quintas-feiras de julho é de 70 quilômetros, de acordo com a CET. Nem mesmo a Avenida Paulista, bloqueada por sete mil manifestantes, segundo a polícia militar, causou dor de cabeça a motoristas na região. "Os protestos do mês passado fizeram reivindicações sem uma plataforma política, sem um partido. Hoje eles estão pedindo as mesmas coisas, mas sem a mesma força", disse o auxiliar administrativo Hermes Pereira, que observava com ceticismo a manifestação na Paulista. João Carlos Gonçalves, seComerciantes baixaram as portas durante a passagem da marcha da Força Sindical no Largo 13 de Maio, em Santo Amaro, zona sul, durante o Dia Nacional de Lutas cretário-geral da Força Sindical, reconheceu que a ausência de categorias de peso, como motoristas de ônibus e memalidade e rotatividade de co- "Estou cansado de ganhar tão troviários, que não pararam merciários do País. Por isso, o pouco, pagar impostos altos e suas atividades na capital endereço foi escolhido para a não ter o mínimo de assistênpaulista, enfraqueceu o Dia mobilização inicial da passea- cia por parte do governo. Nacional de Luta na cidade. ta. "A 25 de Março é a região Meus filhos não têm acesso à MPL – Membros do MPL (Mosegundo a estimativa da Po- seata, que seguiu seu trajeto onde mais se vende por metro boa educação e minha família Mariana Missiaggia vimento Passe Livre) apoiaram lícia Militar, se reuniram para até a Paulista ao som de ro- quadrado no Brasil e os traba- aguarda meses por uma conas greves e manifestações orprotestar contra as condi- jões, puxada por um pequeno lhadores não são respeitados. sulta médica", contou Dias. ganizadas pelas centrais sindis protestos que acon- ções trabalhistas dos comer- carro de som e sob o olhar de Chega de corrupção", disse. Santo Amaro – A região do cais, mas criticaram as diversas teceram ontem na ca- ciários. O presidente nacio- poucos policiais militares. A vendedora Luíza Guiné, Largo 13, em Santo Amaro, foi pautas reivindicadas. Eles sepital paulista levaram nal da União Geral de Traba" P a r a o c o m e r c i a n t e é 29 anos, trocou as bancas da outro ponto de encontro de quer compareceram ao ato na os comerciantes da região da lhadores (UGT), Ricardo Pa- complicado, pois um dia fe- loja de tecido onde trabalha vários protestos. O comércio Avenida Paulista. 25 de Março, no Centro, e do tah, afirmou que a classe luta c h a d o g e r a pelas ruas de local também permaneceu fe"Nós estamos nessa luta junLargo 13 de Maio, na zona sul, por várias reivindicações na- um prejuízo. São Paulo na chado durante toda a manhã. tos para fortalecer a pauta do a fecharem seus estabeleci- cionais, como a redução da Mas é preciso manhã de on- Por volta das 13h, todas as transporte público, pela tarifa mentos. A convocação dos jornada de trabalho para 40 entender os tem. Para ela, manifestações (cerca de 12) Estou cansado de zero, mas não nos aspectos vasindicatos para a passeata in- horas semanais sem redu- d o i s l a d o s . o comerciário se encontraram na Paulista, ganhar tão pouco, gos colocados pelas sindicais", timidou alguns comerciantes, ção salarial, o fim do fator Eles (comerainda não al- reunindo cerca de três mil pespagar impostos disse a representante do MPL que passaram o dia de portas previdenciário, o reajuste ciários) estão cançou o re- soas e bloqueando os dois Mayara Vivian, que estava em fechadas. Cerca de três mil aos aposentados, o fim da no direito deconhecimen- sentidos do trecho. altos e não ter o uma manifestação no ABC com pessoas participaram dos pro- terceirização, a melhoria na les e como a to merecido A avenida foi liberada às mínimo de moradores, trabalhadores e estestos que se agruparam na educação, saúde, segurança passeata foi por parte do 16h, quando a manifestação assistência por tudantes. "Nós só mudamos a Avenida Paulista. e, principalmente, por uma planejada já g o v e r n o . seguiu para a praça Rooseparte do governo. vida quando sabemos pelo que No início da manhã de on- reforma política. " N ã o t e m o s velt. Em geral, o trânsito não havíamos estamos lutando. Há tantas reitem, a Rua 25 de Março era "Somos solidários a todas previsto uma plano de car- foi prejudicado na maior parte ALMIR SOARES DIAS vindicações diferentes que elas quase irreconhecível. Os es- as causas. No entanto, esta- queda de pelo reira, nossa da Capital, segundo a Compatendem a se diluir e isso não intabelecimentos fechados re- mos na rua para que as princi- menos 5% no lucro mensal", carga horária é sobrecarrega- nhia de Engenharia do Tráfeteressa aos trabalhadores", velavam a insegurança dos pais necessidades da catego- revelou um gerente do Arma- da e nosso salário é de dar ver- go (CET). Apenas oito quilôpontuou a militante. empresários que preferiram ria sejam atendidas", disse. rinhos Fernando, que prefe- gonha", reclamou. metros de lentidão foram reDe acordo com Vivian, os ino prejuízo a qualquer possibiFuncionários das lojas Cló- riu não ser identificado. À frente da passeata, o co- gistrados por volta das 10h, tegrantes do MPL se dividiram lidade de depredação de seus vis, Armarinhos Fernando, De acordo com Patah, a re- merciário Almir Soares Dias, enquanto a média de congespela região metropolitana para imóveis e mercadorias. Niazi Chohfi, Casa Fátima e gião da 25 de Março é o local 45 anos, segurava um cartaz e tionamento para o horário fica apoiar os atos regionais que tiCerca de 1.500 pessoas, outras acompanharam a pas- com o maior índice de infor- apitava durante a caminhada. entre 60 e 94 quilômetros. nham como pauta o transporte público, como no paço municipal de São BerIsso claramente é um sinal do nardo do Campo, na mau momento pelo qual o País Grande São Paulo. passa", declarou Amato, se re"Vamos continuar ferindo à inflação e às constanapoiando a luta portes manifestações. que só teremos transSob a ótica de Amato, a inters manifestações organiporte público e de quazadas por forças sindicais venção dos sindicatos nas malidade quando ela for causaram grande impacto no nifestações não contribui para controlada pelos seus comércio ontem, apesar de o desenvolvimento das causas. trabalhadores e usuánão haver registros de inci- "As manifestações dão reprerios, não mais por emdentes. A redução das vendas sentatividade para o povo. Enpresas privadas", dise os atrasos ou as faltas de fun- tretanto, não solucionam o prose a manifestante. cionários foram os principais blema e causam insegurança Estradas – Rodovias Manifestantes na Rua 25 de Março, região central. Ponte Estaiada: trânsito tranquilo o dia todo. problemas enfrentados pelos nos investimentos. Nem todo que servem a Capital, profissional se sente represenempresários. como a Dutra, AnhanPara Rogério Amato, presi- tado por seu sindicato. Por isso, guera e Ayrton Senna, dente da Federação das Asso- não acredito na totalidade das registraram manifesciações Comerciais do Estado reivindicações sindicalistas." tações. Os bloqueios Segundo Amato, esse tipo de de São Paulo (Facesp) e da Asaconteceram apesar sociação Comercial de São Pau- intervenção nas ruas trava o de liminar obtida na lo (ACSP), as interrupções de consumo espontâneo e prejuvéspera pela Advocatrabalho, como as de ontem, dica o comércio. A ACSP orienta cia Geral da União que desaceleram a economia do seus associados a criarem boas impedia o fechamenpaís. "Além da queda signifi- condições de trabalho para to de estradas fedecante do movimento do comér- seus empregados e manter as rais de São Paulo, sob cio, a confiança do consumidor portas abertas diante das parapena de pagamento em relação à economia caiu 15 lisações, só fechando-as se de multa de R$ 100 mil Avenida Paulista, que ficou fechada nos dois sentidos. Protesto interditou a Via Dutra, em Guarulhos. pontos no mês de junho. Nunca houver risco ao estabelecimenpor hora. (Agências) houve uma queda tão brusca. to e aos funcionários. (M.M.)

Comércio fecha as portas no Centro e na zona sul

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Nelson Antoine/Estadão Conteúdo

Helvio Romero/Estadão Conteúdo

Epitácio Pessoa/Estadão Conteúdo

Mário Ângelo/Estadão Conteúdo

Amato: protestos prejudicam a economia.

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DIÁRIO DO COMÉRCIO

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idades

Lucivaldo Sena/Estadão Conteúdo

RIO DE JANEIRO

BELÉM C

erca de 1500 manifestantes, entre representantes de centrais sindicais e movimentos sociais, saíram em passeata ontem de manhã em Belém. O grupo se concentrou desde às 8h em frente à prefeitura de Belém e saiu em caminhada por volta das 10h30. Antes, os manifestantes se reuniram com o prefeito Zenaldo Coutinho, que recebeu uma carta com reivindicações nacionais e regionais dos trabalhadores. A passeata seguiu por pontos importantes da capital paraense, como o Mercado Ver-o-Peso.

Rudy Trindade/Estadão Conteúdo

A

manifestação convocada por centrais sindicais foi marcada pelo clima tenso e de provocação entre anarquistas e sindicalistas e acabou em confronto com policiais militares nas avenidas Rio Branco e Almirante Barroso, no centro do Rio. Um Policial Militar ferido na cabeça e pelo menos três manifestantes intoxicados por gás foram atendidos por médicos voluntários. A polícia deteve 12 pessoas. No trecho final da passeata, PMs lançaram bombas de efeito moral e de gás lacrimogêneo em direção aos manifestantes, que revidaram com pedras e fogos de artifício. A polícia usou armas de choque e, sob vaias, chegou a entrar na estação Carioca do metrô em busca de manifestantes. Carros e pontos de ônibus foram depredados. A passeata se dispersou antes de chegar à Cinelândia, onde estava prevista a realização de grande ato final. Um caminhão com jato de água foi usado pela polícia para afastar pessoas que ainda estavam no trecho final da Rio Branco. A passeata reuniu cerca de 10 mil pessoas e destoou das manifestações espontâneas que se espalharam pelo Rio desde o início do mês passado. No lugar dos cartazes improvisados em cartolina, bandeiras padronizadas. Lucas Baptista/Estadão Conteúdo

Transporte influenciou paralisações

BELO HORIZONTE

Denilton Dias/Estadão Conteúdo

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pesar de motivar protestos em todos os Estados, a paralisação convocada pelas centrais sindicais foi mais forte nas cidades em que funcionários do transporte coletivo aderiram, suspendendo as atividades, e onde as manifestações conseguiram bloquear rodovias. Ocorreram atos em todas as 26 capitais e no Distrito Federal e o bloqueio de 48 estradas em 18 Estados. Essas interdições também levaram a confrontos, com feridos. As Polícias Civis e Militar foram informadas pelas centrais dos atos em todo o País, acompanharam a maioria e registraram poucos incidentes. Um estudante de 21 anos ficou ferido durante manifestação em Varginha (MG), ao tentar bloquear uma via - um motorista avançou sobre o grupo. Já em Embu das Artes, na Grande São Paulo, quatro pessoas ficaram feridas em uma interdição semelhante no Rodoanel. Nas capitais, o confronto mais grave ocorreu no Rio, com pelo menos quatro feridos. Impulsionado pela falta de transporte público, o movimento teve mais força em Belo Horizonte, Vitória e Porto Alegre. Em Salvador e no Recife, a maior adesão foi pela manhã. Em Vitória, o clima era de feriado, mas sem ônibus nas ruas. Estradas – Os protestos atingiram algumas das principais estradas do País, como a BR-101, que cruza do Sul ao Nordeste. Houve problemas na Bahia, na Paraíba, em Sergipe e Santa Catarina, com formação de filas nos dois sentidos. No maior protesto, que reuniu 12 entidades sindicais às 15h30, cerca de 1.500 manifestantes de Joinville, Brusque, Blumenau e de outras cidades do litoral catarinense bloquearam a rodovia no km 117, em Itajaí. (Estadão Conteúdo)

SANTOS C

erca de 350 estivadores autônomos, que atuam sem vínculo empregatício na carga e descarga de embarcações em portos do litoral paulista, invadiram na tarde de ontem um terminal e um navio no porto de Santos. Eles protestavam contra a contratação de estivadores fixos pelas empresas, em regime de CLT. Alexandre Gondim/Estadão Conteúdo

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erca de seis mil manifestantes ocuparam ontem algumas das principais vias de Belo Horizonte. Os manifestantes se concentraram na Praça Sete, no centro da capital mineira. De lá, o grupo saiu em passeata por diversas regiões para protestar em frente a prédios considerados símbolos de poder, como a prefeitura e a Assembleia Legislativa, onde uma comissão foi recebida por deputados estaduais, que se comprometeram a analisar projetos de lei que estejam parados. O metrô não funcionou - apesar de decisão judicial determinar escala mínima para operação dos trens - e rodoviários impediram que ônibus deixassem as Estações BHBus Barreiro, Venda Nova e Diamante, onde são feitas ligações de linhas de bairros mais afastados com a região central. Parte do comércio ficou fechada durante quase toda a manhã, assim como as agências bancárias do centro. No início da tarde, porém, apenas o metrô e os bancos do centro permaneciam sem funcionar.

PORTO ALEGRE

Adriana Franciosi/Estadão Conteúdo

RECIFE F

echamento do complexo portuário e industrial de Suape, bloqueio de estradas em vários municípios do interior e uma passeata que reuniu centrais sindicais, partidos políticos, estudantes e movimentos sociais, no Recife, marcaram o dia nacional de lutas em Pernambuco. A passeata na capital reuniu 10 mil pessoas, segundo os organizadores, e 2,5 mil, segundo a Polícia Militar. Luciano Claudino/Estadão Conteúdo

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Dia Nacional de Lutas das centrais sindicais paralisou ontem o transporte coletivo de Porto Alegre e, consequentemente, quase todo o comércio e os serviços da capital gaúcha. Todos os 1,7 mil ônibus deixaram de circular e de transportar 1,2 milhão de pessoas. Outros serviços de transporte coletivo, como o trem metropolitano e os ônibus intermunicipais, também não funcionaram, interrompendo o fluxo de trabalhadores e estudantes em toda a região metropolitana. Sem a presença de trabalhadores e clientes, o comércio e os serviços permaneceram de portas fechadas durante todo o dia no centro. No calçadão da Rua dos Andradas, apenas algumas lojas pequenas e farmácias abriram as portas. O Sindicato dos Lojistas do Comércio (Sindilojas) estimou que só 30% das lojas da cidade, a maioria nos bairros, funcionaram e, mesmo assim, com raros clientes dentro delas.

CAMPINAS M

oradores do Campo Belo, que terão seus imóveis desapropriados pela ampliação do Aeroporto Internacional de Viracopos, fecharam das 7h às 11h a rodovia Miguel Melhado Campos (SP-324), que liga o aeroporto a Vinhedo. A manifestação, com cerca de 500 pessoas, terminou em confronto com a Polícia Militar e a Tropa de Choque foi acionada para dispersar os manifestantes.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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ESPIONAGEM 1 Serviço Secreto russo compra máquinas de escrever por temer vazamentos

nternacional

sexta-feira, 12 de julho de 2013

ESPIONAGEM 2 ONGs entram com ação na França contra NSA, FBI e empresas de tecnologia.

DÓLARES RUMO AO EGITO

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pesar do debate a respeito da legitimidade do governo interino do Egito, estabelecido após controverso golpe militar, os Estados Unidos mantêm o plano de entrega de quatro caças F-16 ao país árabe. Os líderes atuais do Egito ainda saudaram as declarações de Washington descrevendo o presidente deposto Mohamed Morsi como "antidemocrático", o que foi visto no Cairo como um sinal de que Washington não interromperá sua ajuda anual de US$ 1,5 bilhão. Cairo é um dos principais recipientes de ajuda dos EUA, mas a lei norte-americana estabelece que a assistência teria de ser interrompida caso Washington determine que houve golpe militar. O Egito, um dos únicos do mundo árabe a ter relações com Israel, sempre foi visto como estratégico para as políticas norte-americanas para o Oriente Médio. Essa é uma das razões pelas quais o governo dos EUA tem procurado uma posição neutra a respeito dos recentes acontecimentos no país. Até agora, os EUA adotavam uma postura muito cuidadosa para se referir à intervenção militar da semana passada contra Morsi, um político islamita que foi o primeiro líder livremente eleito na história egípcia, mas enfrentava enormes protestos populares exigindo sua renúncia. Apesar da transição política controversa, a Casa Branca e o Departamento de Estado dos

Após golpe, Estados Unidos mantêm ajuda ao governo interino.

Amr Abdallah Dalsh/Reuters

Partidário de Morsi lê o Alcorão enquanto mantém vigília na mesquita de Raba El-Adwyia, no Cairo. Islamitas prometem grandes protestos hoje. EUA reiteraram não ser do interesse da segurança nacional norte-americana interromper seu auxílio ao Egito. O Egito recebe cerca de US$ 1,5 bilhão por ano, a maioria destinada a gastos militares. Funcionários do governo norte-americano ouvidos por agências de notícias revelaram que Washington decidiu prosseguir com a entrega de aviões,

parte de um pacote de US$ 1,3 bilhão aprovado em 2010 que incluía 20 caças F-16. Oito dos aviões foram entregues em janeiro, e os quatro seguintes devem ser enviados nas próximas semanas. Os oito restantes podem chegar até o fim deste ano. Anti-democrático - A portavoz do Departamento de Estado norte-americano, Jen Psa-

ki, chegou a opinar que o governo de Morsi "não era um regime democrático". "O que eu quero dizer é que estamos referenciando as 22 milhões de pessoas que estiveram expressando suas opiniões e deixando claro que democracia não é só vencer a votação na urna", disse ela. Essa nova posição dos EUA foi calorosamente acolhida

pelo governo provisório egípcio, e prontamente denunciada pela Irmandade Muçulmana, movimento que dava sustentação a Morsi e agora teme sofrer perseguições. Bard Abdelatty, porta-voz da chancelaria egípcia, afirmou que as declarações de Jen refletem "o entendimento e percepção sobre os fatos políticos que o Egito está testemu-

nhando nos últimos dias como algo que encarna a vontade de milhões de egípcios que saíram às ruas". Já Gehad Haddad, porta-voz da Irmandade, disse que as declarações revelam a hipocrisia norte-americana. "Não havia como o Exército egípcio ter dado esse golpe se ele não tivesse sido aprovado pelos EUA", denunciou. Resistência - A Irmandade está indignada com a derrubada de Morsi e exige sua volta à presidência do país. Sob o lema "Juntos contra o golpe militar sangrento", uma aliança integrada por 40 movimentos islamitas egípcios convocou para hoje uma série de manifestações no país. "Vamos manter nossa resistência pacífica ao sangrento golpe militar contra a legitimidade constitucional", declarou a Irmandade. "Nós acreditamos que o desejo pacífico do povo vai triunfar sobre a força e a opressão." A Irmandade ainda condenou os mandados de prisão contra seu guia espiritual, Mohammed Badie, e outros nove líderes do grupo por incitar a violência que deixou dezenas de mortos no Cairo na segundafeira. Em comunicado, o grupo afirma que "a ditadura voltou" e que jamais vai trabalhar com o governo interino. Embora a Irmandade tenha rejeitado integrar seu gabinete, o primeiro-ministro interino, Hazem al-Beblawi, disse que não descarta conceder cargos para islamitas, se os candidatos foram devidamente qualificados. (Agências)

China Daily/Reuters

Corrupção e pedofilia agora são crimes no Vaticano

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pós anos de escândalos no Vaticano, o papa Francisco aprovou ontem uma reforma do código penal do Estado do Vaticano que inclui maior especificação das leis contra crimes sexuais, como a pedofilia, e financeiros, como a lavagem de dinheiro. Crimes como prostituição e posse de pornografia infantil passam a ser passíveis de penas de até 12 anos de prisão e multas de até 150 mil euros (R$ 437 mil). A nova legislação – aprovada em um motu propio, como é chamado o decreto papal – introduz o delito de tortura e incorpora as quatro convenções de Genebra contra crimes de guerra, além de outros tratados internacionais. O texto anula a pena de prisão perpétua, substituída por reclusão máxima de 30 ou 35 anos. Também prevê a possibilidade de que tribunais do Vaticano julguem "crimes contra a segurança, os interesses e o patrimônio da Santa Sé". O vazamento de informações da igreja também passa a ser considerado delito. A proibição é resposta ao recente escândalo envolvendo o ex-mordomo de Bento XVI, que em 2012 foi condenado a 18 meses de reclusão por fornecer dados a um jornalista italiano. As regras atualizam o espectro do Vaticano, baseado em parte em leis italianas do século XIX, e respondem à demanda do papa por transparência. Elas vêm na esteira de vários escândalos envolvendo padres e membros da Santa Sé nos últimos anos, em especial de irregularidades financeiras e de casos de pedofilia. As normas entrarão em vigor em 1º de setembro, em momento crítico ao Vaticano, que se submeterá pela primeira vez a uma avaliação da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre pedofilia. (Agências)

As fortes chuvas que atingem as regiões central e sudoeste da China já afetaram 1,7 milhão de pessoas

A estrada virou rio

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elo menos 46 pessoas morreram desde domingo por causa das fortes chuvas que atingem a região central e o sudoeste da China,

segundo o Ministério de Assuntos Civis do país. As inundações e deslizamentos de terras afetaram até o momento 1,7 milhão de pessoas. Em algumas áreas da província de Sichuan, no sudoeste, as inundações foram as piores dos últimos 50 anos e obrigaram o deslocamento de

mais de 200 mil pessoas. Equipes de resgate trabalham na busca de vítimas que estão sob os escombros de prédios que foram destruídos pela força das chuvas. Segundo as autoridades, o volume de chuva em 40 horas foi de 940 mm, o maior índice desde 1954. (Agências)

Dado Ruvic/Reuters

Fazendo as pazes

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Mulher chora durante cerimônia de sepultamento de vítimas de Srebrenica, 18 anos depois de massacre.

erca de 35 mil pessoas de toda a Bósnia foram ontem à cidade de Potocari para o enterro de 409 vítimas identificadas do massacre de muçulmanos em Srebrenica, em 1995. A ação, feita pelo governo da ex-Iugoslávia, deixou mais de 8 mil mortos e é considerada o maior massacre europeu desde a Segunda Guerra Mundial. Aproximadamente 8 mil homens muçulmanos foram assassinados após a tomada de Srebrenica pelas unidades servo-bósnias comandadas pelo general Ratko Mladic, em julho de 1995, poucos meses antes do fim da guerra entre muçulmanos, sérvios e croatas na Bósnia.

Durante a cerimônia de ontem, foram lidos os nomes das 409 vítimas sepultadas, entre elas 44 crianças e um idoso de 76 anos. Os presentes fizeram um minuto de silêncio e foi lido o poema "Srebrenica", do escritor bósnio Abdulah Sidran. Até agora foram identificadas 7 mil vítimas do massacre, segundo o Instituto de Pessoas Desaparecidas da Bósnia-Herzegovina. O Tribunal Penal Internacional para a antiga Iugoslávia (TPII) condenou várias pessoas pela tragédia. Ratko Mladic e Radovan Karadzic, os líderes militar e político servobósnios na época do massacre, ainda estão sendo julgados por genocídio. (Agências)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

sexta-feira, 12 de julho de 2013

11 O problema é que o governo não quer ouvir nenhum ator social. A presidente da CUT chilena, Bárbara Figueroa.

nternacional Fotos: Ivan Alvarado/Reuters

Greve da CUT. No Chile. Dia de paralisação nacional reivindica melhores condições de trabalho. Houve casos isolados de violência, com 90 pessoas presas em todo o país.

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ilhares de trabalhadores marcharam ontem pelas ruas do Chile em uma greve nacional convocada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), principal central sindical do país, para exigir melhores condições trabalhistas, em um dia com incidentes violentos isolados. Os organizadores estiveram longe de paralisar o país, mas conseguiram colocar milhares de pessoas nas ruas, especialmente em Santiago, onde se reuniram 150 mil manifestantes, segundo os organizadores, e 15,5 mil, segundo os carabineiros (polícia chilena). Também houve manifestações em cidades do interior como Iquique, Antofagasta, Copiapó, Valparaíso, Concepción, Temuco, Puerto Montt e Punta Arenas. A greve começou na noite de quarta-feira com um panelaço em frente ao Palácio de la Moneda, a sede do Executivo, e na manhã de ontem grupos de encapuzados levantaram barricadas, queimaram um ônibus e bloquearam o trânsito, em incidentes que resultaram em pelo menos 90 detenções. O governo garantiu que todos os serviços estatais, o transporte público e os aeroportos funcionaram com normalidade. A CUT convocou a greve para pedir um salário mínimo de US$ 500 frente aos US$ 386 atuais, o fim do sistema privado de previdência e uma reforma tributária, entre outras reivindicações. O governo do presidente Sebastián Piñera ostenta cifras macroeconômicas excelentes, mas a inquietude na distribuição da riqueza continua sendo um grande problema no país. (Agências)

BSP Empreendimentos Imobiliários S.A. CNPJ no 14.312.353/0001-31 - NIRE 35.300.413.245 Ata da Reunião Extraordinária do Conselho de Administração, realizada em 29.4.2013 Aos 29 dias do mês de abril de 2013, às 10h30, na sede social, Avenida Paulista, 1.415, parte, Bela Vista, São Paulo, SP, CEP 01.311-925, reuniram-se os membros eleitos para integrar este Conselho na Assembleia Geral Ordinária realizada nesta data, com mandato até a Assembleia Geral Ordinária de 2014, os quais assinam a presente Ata, que servirá como termo de posse. Durante a reunião, os Conselheiros deliberaram o seguinte: 1) de conformidade com o disposto no “caput” do Artigo 8o do Estatuto Social, proceder a eleição, entre si, do Presidente e do VicePresidente deste Órgão, tendo a escolha recaído nos nomes dos senhores: Presidente - Lázaro de Mello Brandão; Vice-Presidente - Antônio Bornia; 2) atendendo ao disposto no “caput” do Artigo 12 do Estatuto Social, proceder a eleição dos membros que integrarão a Diretoria da Sociedade, tendo sido reeleitos os senhores: Diretor-Presidente: Samuel Monteiro dos Santos Junior, brasileiro, casado, securitário, RG 2.700.826-IFP/RJ, CPF 032.621.977/34; Diretores: Ivan Luiz Gontijo Júnior , brasileiro, casado, advogado, Registro no 44.902/OAB-RJ, CPF 770.025.397/87; Haydewaldo Roberto Chamberlain da Costa, brasileiro, casado, contador, CRC RJ-075823/0-9, CPF 756.039.427/20; e eleito, o senhor: Vinicius José de Almeida Albernaz , brasileiro, casado, economista, RG 08.191.044-0/SSP-RJ, CPF 013.908.097/06, todos com domicílio na Avenida Paulista, 1.415, parte, Bela Vista, São Paulo, SP. Todos terão mandato de 1 (um) ano, estendendo-se até a posse dos Diretores que serão eleitos na 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a Assembleia Geral Ordinária de 2014. Os Diretores reeleitos e o eleito declararam, sob as penas da lei, que não estão impedidos de exercer a administração de sociedade mercantil em virtude de condenação criminal. Nada mais foi tratado, encerrando-se a reunião e lavrando-se esta Ata que os Conselheiros presentes assinam. aa) Lázaro de Mello Brandão, Antônio Bornia, Mário da Silveira Teixeira Júnior, Luiz Carlos Trabuco Cappi, Carlos Alberto Rodrigues Guilherme e Milton Matsumoto. Declaramos para os devidos fins que a presente é cópia fiel da Ata lavrada no livro próprio e que são autênticas, no mesmo livro, as assinaturas nele apostas. BSP Empreendimentos Imobiliários S.A. a) Haydewaldo Roberto Chamberlain da Costa. Certidão - Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia - Junta Comercial do Estado de São Paulo - Certifico o registro sob número 212.378/ 13-2, em 6.6.2013. a) Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.

Quixaba Investimentos S.A. CNPJ no 10.212.743/0001-89 – NIRE 35.300.359.151 Ata Sumária das Assembleias Gerais Extraordinária e Ordinária realizadas cumulativamente em 24.4.2013 Data, Hora, Local: Em 24.4.2013, às 15h, na sede social, Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 510, 8o andar, Sala 3, Vila Nova Conceição, São Paulo, SP, CEP 04.543-906. Mesa: Presidente: Julio de Siqueira Carvalho de Araujo; Secretário: Ariovaldo Pereira. Quórum de Instalação: Totalidade do Capital Social. Presença legal: Administrador da Sociedade e representante da empresa KPMG Auditores Independentes. Publicações Prévias: Os documentos de que trata o Artigo 133 da Lei no 6.404/76, quais sejam, os Relatórios da Administração e dos Auditores Independentes; e as Demonstrações Contábeis, relativos ao exercício social findo em 31.12.2012, foram publicados em 14.3.2013, nos jornais “Diário Oficial do Estado de São Paulo”, páginas 75 e 76, e “Diário do Comércio”, páginas 11 e 12. Leitura de Documentos: Os documentos citados no item “Publicações Prévias”, bem como as propostas da Diretoria foram lidos, colocados sobre a mesa e entregues à apreciação do acionista. Edital de Convocação: Dispensada a publicação de conformidade com o disposto no §4o do Art. 124 da Lei n o 6.404/76. Deliberações: Assembleia Geral Extraordinária: aprovada, sem qualquer alteração ou ressalva, a proposta da Diretoria, registrada na Reunião daquele Órgão de 15.4.2013, dispensada sua transcrição, por tratar-se de documento lavrado em livro próprio, para alterar parcialmente o Estatuto Social, no Artigo 7o, relativamente à extensão do prazo de mandato dos membros da Diretoria; e na alínea “g” do Artigo 9 o, aprimorando a sua redação. Em consequência, as redações do “caput” do Artigo 7 o e da alínea “g” do Artigo 9o, passam a ser as seguintes: “Art. 7 o) A Sociedade será administrada por uma Diretoria, eleita pela Assembleia Geral, com mandato de 1 (um) ano, estendendo-se até a posse dos novos Administradores eleitos, composta de 2 (dois) a 11 (onze) membros, sendo 1 (um) Diretor-Presidente e de 1 (um) a 10 (dez) Diretores. Artigo 9o) - g) limitado ao montante global anual aprovado pela Assembleia Geral, realizar a distribuição da verba de remuneração aos Administradores.”. Assembleia Geral Ordinária: I) tomaram conhecimento dos Relatórios da Administração e dos Auditores Independentes, e aprovaram, sem ressalvas, as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício social findo em 31.12.2012; II) aprovada a proposta da Diretoria, sem qualquer alteração ou ressalva, registrada na Reunião daquele Órgão de 15.4.2013, dispensada sua transcrição, por tratar-se de documento lavrado em livro próprio, para destinação do lucro líquido do exercício no valor de R$350.248,23, conforme segue: R$17.512,41 para a conta “Reserva de Lucros - Reserva Legal”; R$329.408,46 para a conta “Reserva de Lucros – Estatutária”; e R$3.327,36 para pagamento de Dividendos, o qual deverá ser feito até 31.12.2013; III) reeleitos, para compor a Diretoria da Sociedade, os senhores: DiretorPresidente: Luiz Carlos Trabuco Cappi, brasileiro, casado, bancário, RG 5.284.352-X/SSP-SP, CPF 250.319.028/68; Diretores: Julio de Siqueira Carvalho de Araujo , brasileiro, casado, bancário, RG 55.567.472-1-SSP/SP, CPF 425.327.017/49; Domingos Figueiredo de Abreu , brasileiro, casado, bancário, RG 6.438.883-9/SSP-SP, CPF 942.909.898/53; José Alcides Munhoz , brasileiro, casado, bancário, RG 50.172.182-4/SSP-SP, CPF 064.350.330/72; Aurélio Conrado Boni , brasileiro, casado, bancário, RG 4.661.428-X/SSP-SP, CPF 191.617.008/00; Sérgio Alexandre Figueiredo Clemente, brasileiro, casado, bancário, RG 55.799.633-8/SSP-SP, CPF 373.766.326/20; e Marco Antonio Rossi , brasileiro, casado, bancário, RG 12.529.752-X/ SSP-SP, CPF 015.309.538/55, todos com domicílio na Cidade de Deus, Vila Yara, Osasco, SP, CEP 06.029-900. Todos terão mandato de 1 (um) ano, estendendo-se até a posse dos Diretores que serão eleitos na Assembleia Geral Ordinária que se realizar no ano de 2014. Os Diretores reeleitos, declararam, sob as penas da lei, que não estão impedidos de exercer a administração de sociedade mercantil em virtude de condenação criminal; IV) não fixar remuneração aos Administradores da Sociedade, tendo em vista que todos já recebem remuneração pelas funções que exercem no Banco Bradesco S.A., controlador indireto, em consonância com a prática da Organização Bradesco. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, o senhor Presidente esclareceu que, para as deliberações tomadas, o Conselho Fiscal da Companhia não foi ouvido por não se encontrar instalado no período, e encerrou os trabalhos, lavrando-se a presente Ata, que lida e achada conforme, foi aprovada por todos os presentes que a subscrevem. aa) Presidente: Julio de Siqueira Carvalho de Araujo; Secretário: Ariovaldo Pereira; Administrador: Domingos Figueiredo de Abreu; Acionista: Quixaba Empreendimentos e Participações Ltda., por seus Diretores, senhores Julio de Siqueira Carvalho de Araujo e Domingos Figueiredo de Abreu; Auditor: Zenko Nakassato. Declaração: Declaro para os devidos fins que a presente é cópia fiel da Ata lavrada no livro próprio e que são autênticas, no mesmo livro, as assinaturas nele apostas. a) Ariovaldo Pereira – Secretário. Certidão - Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia - Junta Comercial do Estado de São Paulo - Certifico o registro sob número 211.632/ 13-2, em 5.6.2013. a) Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.

Dia de paralisação teve demonstrações de protesto (acima), detenções e choques com a polícia (à esq.).

Promosec Companhia Securitizadora de Créditos Financeiros CNPJ no 04.755.953/0001-10 - NIRE 35.300.188.209 Ata das Assembleias Gerais Extraordinária e Ordinária realizadas cumulativamente em 30.4.2013 Data, Hora, Local: Em 30.4.2013, às 10h, na sede social, Cidade de Deus, Prédio Prata, 4o andar, Vila Yara, Osasco, SP, CEP 06.029-900. Mesa: Presidente: Domingos Figueiredo de Abreu; Secretário: Ismael Ferraz. Quórum de Instalação: Totalidade do Capital Social. Presença Legal: Administrador da Sociedade e representante da empresa KPMG Auditores Independentes. Publicações Prévias: Os documentos de que trata o Artigo 133 da Lei no 6.404/76, quais sejam, o Relatório da Administração e dos Auditores Independentes, e as Demonstrações Contábeis, relativos ao exercício social findo em 31.12.2012, foram publicados em 26.2.2013, nos jornais “Diário Oficial do Estado de São Paulo”, páginas 2 e 3, e “Diário do Comércio”, páginas 11 e 12; Leitura de Documentos: Os documentos citados no item “Publicações Prévias”, bem como a proposta da Diretoria foram lidos, colocados sobre a mesa e entregues à apreciação do acionista. Edital de Convocação: Dispensada a publicação de conformidade com o disposto no §4o do Art. 124 da Lei no 6.404/76. Assembleia Geral Extraordinária: aprovada, sem qualquer alteração ou ressalva, a proposta da Diretoria, registrada na Reunião daquele Órgão de 19.4.2013, dispensada sua transcrição, por tratar-se de documento lavrado em livro próprio, para alterar o Estatuto Social, no Artigo 8 o, relativamente à extensão do prazo de mandato dos membros da Diretoria. Em consequência, a redação do “caput” do Artigo 8o passa a ser a seguinte: “Art. 8o) A Sociedade será administrada por uma Diretoria, eleita pela Assembléia Geral, com mandato de 1 (um) ano, estendendo-se até a posse dos novos Administradores eleitos, composta de 2 (dois) a 11 (onze) membros, sendo 1 (um) Diretor-Presidente e de 1 (um) a 10 (dez) Diretores.”; Assembleia Geral Ordinária: I) tomaram conhecimento dos Relatórios da Administração e dos Auditores Independentes, e aprovaram, sem ressalvas, as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício social findo em 31.12.2012; II) reeleitos, para compor a Diretoria da Sociedade, os senhores: Diretor-Presidente: Luiz Carlos Trabuco Cappi, brasileiro, casado, bancário, RG 5.284.352-X/ SSP-SP, CPF 250.319.028/68; Diretores: Julio de Siqueira Carvalho de Araujo, brasileiro, casado, bancário, RG 55.567.472-1-SSP/SP, CPF 425.327.017/49; Domingos Figueiredo de Abreu, brasileiro, casado, bancário, RG 6.438.883-9/SSP-SP, CPF 942.909.898/53; José Alcides Munhoz , brasileiro, casado, bancário, RG 50.172.182-4/SSP-SP, CPF 064.350.330/72; Aurélio Conrado Boni, brasileiro, casado, bancário, RG 4.661.428-X/SSP-SP, CPF 191.617.008/00; Sérgio Alexandre Figueiredo Clemente, brasileiro, casado, bancário, RG 55.799.633-8/SSP-SP, CPF 373.766.326/20; e Marco Antonio Rossi , brasileiro, casado, bancário, RG 12.529.752-X/ SSP-SP, CPF 015.309.538/55, todos com domicílio na Cidade de Deus, Vila Yara, Osasco, SP, CEP 06.029-900. Todos terão mandato de 1 (um) ano, estendendo-se até a posse dos Diretores que serão eleitos na Assembleia Geral Ordinária que se realizar no ano de 2014. Os Diretores reeleitos, declararam, sob as penas da lei, que não estão impedidos de exercer a administração de sociedade mercantil em virtude de condenação criminal; III) fixado o montante global anual da remuneração dos Administradores, no valor de até R$84.000,00, a ser distribuída em Reunião da Diretoria, conforme determina a letra “g” do Artigo 10 do Estatuto Social. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, o senhor Presidente esclareceu que, para as deliberações tomadas, o Conselho Fiscal da Companhia não foi ouvido por não se encontrar instalado no período, e encerrou os trabalhos, lavrando-se a presente Ata, que lida e achada conforme, foi aprovada por todos os presentes que a subscrevem. aa) Presidente: Domingos Figueiredo de Abreu; Secretário: Ismael Ferraz; Administrador: Domingos Figueiredo de Abreu; Acionista: Banco Bradesco Financiamentos S.A., por seus Diretores, senhores Domingos Figueiredo de Abreu e José Alcides Munhoz; Auditor: Zenko Nakassato. Declaração: Declaro para os devidos fins que a presente é cópia fiel da Ata lavrada no livro próprio e que são autênticas, no mesmo livro, as assinaturas nele apostas. a) Ismael Ferraz – Secretário. Certidão - Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia - Junta Comercial do Estado de São Paulo - Certifico o registro sob número 213.920/13-0, em 10.6.2013. a) Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.

Alvorada Cartões, Crédito, Financiamento e Investimento S.A. CNPJ no 74.552.142/0001-06 - NIRE 35.300.138.546 Ata Sumária da Assembleia Geral Ordinária realizada em 18.4.2013 Data, Hora, Local : Aos 18 dias do mês de abril de 2013, às 8h, na sede social, Cidade de Deus, Prédio Prata, 4o andar, Vila Yara, Osasco, SP. Mesa: Presidente: Domingos Figueiredo de Abreu; Secretário: Antonio José da Barbara. Quórum de Instalação: Totalidade do Capital Social. Presença Legal: Administrador da Sociedade e representante da empresa KPMG Auditores Independentes. Edital de Convocação: Dispensada a publicação, de conformidade com o disposto no § 4o do Art. 124 da Lei n o 6.404/76. Publicações Prévias: Os documentos de que trata o Artigo 133 da Lei n o 6.404/76, quais sejam, o Relatório da Administração, as Demonstrações Contábeis e o Relatório dos Auditores Independentes, relativos ao exercício social findo em 31.12.2012, foram publicados em 27.2.2013, nos jornais “Diário Oficial do Estado de São Paulo”, páginas 2 a 4, e “Diário do Comércio”, páginas 7 a 8. Leitura de Documentos: Os documentos citados no item “Publicações Prévias”, bem como a proposta da Diretoria foram lidos, colocados sobre a mesa e entregues à apreciação dos acionistas. Deliberações: I) tomaram conhecimento dos Relatórios da Administração e dos Auditores Independentes, e aprovaram, sem ressalvas, as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício social findo em 31.12.2012; II) aprovada a proposta da Diretoria, sem qualquer alteração ou ressalva, registrada na Reunião daquele Órgão de 8.4.2013, dispensada sua transcrição, por tratar-se de documento lavrado em livro próprio, para destinação do lucro líquido do exercício no valor de R$250.751.618,66, da seguinte forma: R$12.537.580,93 para a conta “Reserva de Lucros - Reserva Legal”; R$100.932.292,60 para a conta “Reserva de Lucros – Estatutária”; e R$137.281.745,13 para pagamento de Dividendos, os quais já foram pagos em 6.9.2012; III) reeleitos, para compor a Diretoria da Sociedade, os senhores: Diretor-Presidente: Luiz Carlos Trabuco Cappi , brasileiro, casado, bancário, RG 5.284.352-X/SSP-SP, CPF 250.319.028/68; Diretores: Julio de Siqueira Carvalho de Araujo , brasileiro, casado, bancário, RG 55.567.472-1-SSP/SP, CPF 425.327.017/49; Domingos Figueiredo de Abreu , brasileiro, casado, bancário, RG 6.438.883-9/SSP-SP, CPF 942.909.898/53; José Alcides Munhoz, brasileiro, casado, bancário, RG 50.172.182-4/SSP-SP, CPF 064.350.330/72; Aurélio Conrado Boni , brasileiro, casado, bancário, RG 4.661.428-X/SSP-SP, CPF 191.617.008/00; Sérgio Alexandre Figueiredo Clemente , brasileiro, casado, bancário, RG 55.799.633-8/SSP-SP, CPF 373.766.326/20; e Marco Antonio Rossi, brasileiro, casado, bancário, RG 12.529.752-X/SSP-SP, CPF 015.309.538/55, todos com domicílio na Cidade de Deus, Vila Yara, Osasco, SP, CEP 06029900. Todos terão mandato de 1 (um) ano, estendendo-se até a posse dos Diretores que serão eleitos na Assembleia Geral Ordinária que se realizar no ano de 2014, e os nomes serão levados à aprovação do Banco Central do Brasil, após o que tomarão posse de seus cargos. Os Diretores reeleitos declararam, sob as penas da lei, que não estão impedidos de exercer a administração de sociedade mercantil em virtude de condenação criminal; IV) fixado o montante global anual da remuneração dos Administradores, no valor de até R$90.000,00, a ser distribuída em Reunião da Diretoria, conforme determina a letra “g” do Artigo 9o do Estatuto Social. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, o senhor Presidente esclareceu que, para as deliberações tomadas o Conselho Fiscal da Companhia não foi ouvido por não se encontrar instalado, e encerrou os trabalhos, lavrando-se a presente Ata, sendo aprovada por todos e assinada. aa) Presidente: Domingos Figueiredo de Abreu; Secretário: Antonio José da Barbara; Administrador: Domingos Figueiredo de Abreu; Acionista: Banco Bradesco S.A., representado por seus Diretores, senhores Domingos Figueiredo de Abreu e José Alcides Munhoz; Auditor: Zenko Nakassato. Declaro: Declaro para os devidos fins que a presente é cópia fiel da Ata lavrada no livro próprio e que são autênticas, no mesmo livro, as assinaturas nele apostas. a) Antonio José da Barbara - Secretário. Certidão Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia - Junta Comercial do Estado de São Paulo - Certifico o registro sob número 251.481/13-0, em 3.7.2013. a) Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.

Aicás Holdings S.A. CNPJ no 09.226.847/0001-63 – NIRE 35.300.349.393 Ata Sumária das Assembleias Gerais Extraordinária e Ordinária realizadas cumulativamente em 22.4.2013 Data, Hora, Local: Em 22.4.2013, às 8h, na sede social, Cidade de Deus, Prédio Prata, 4o andar, Vila Yara, Osasco, SP, CEP 06.029-900. Mesa: Presidente: Marco Antonio Rossi; Secretário: Ismael Ferraz. Quórum de Instalação: Totalidade do Capital Social. Presença legal: Administrador da Sociedade. Leitura de Documentos: A proposta da Diretoria foi lida, colocada sobre a mesa e entregue à apreciação do acionista. Edital de Convocação: Dispensada a publicação de conformidade com o disposto no §4o do Art. 124 da Lei no 6.404/76. Deliberações: Assembleia Geral Extraordinária: aprovada, sem qualquer alteração ou ressalva, a proposta da Diretoria, registrada na Reunião daquele Órgão de 8.4.2013, dispensada sua transcrição, por tratar-se de documento lavrado em livro próprio, para alterar parcialmente o Estatuto Social, no Artigo 7 o, relativamente à extensão do prazo de mandato dos membros da Diretoria; e na alínea “g” do Artigo 9o, aprimorando a sua redação. Em consequência, as redações do “caput” do Artigo 7 o e da alínea “g” do Artigo 9o, passam a ser as seguintes: “Art. 7o ) A Sociedade será administrada por uma Diretoria, eleita pela Assembleia Geral, com mandato de 1 (um) ano, estendendo-se até a posse dos novos Administradores eleitos, composta de 2 (dois) a 5 (cinco) membros, sendo 1 (um) DiretorPresidente e de 1 (um) a 4 (quatro) Diretores. Artigo 9o) - g) limitado ao montante global anual aprovado pela Assembleia Geral, realizar a distribuição da verba de remuneração aos Administradores.”. Assembleia Geral Ordinária: I. aprovadas, sem reservas, as contas dos Administradores e as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício social findo em 31.12.2012, registrando que, tendo em vista a Sociedade enquadrar-se no disposto no “caput” do Artigo 294 da Lei no 6.404/76 e de conformidade com o disposto no Inciso II do já mencionado Artigo, as referidas Demonstrações Contábeis não foram publicadas e serão levadas a registro juntamente com esta Ata; II. reeleitos, para compor a Diretoria da Sociedade, os senhores: Diretor-Presidente: Marco Antonio Rossi , RG 12.529.752-X/SSP-SP, CPF 015.309.538-55, com domicílio na Cidade de Deus, Vila Yara, Osasco, SP, CEP 06.029-900; Diretores: Ivan Luiz Gontijo Júnior, brasileiro, casado, advogado, Registro no 44.902/OAB, CPF 770.025.397/87, Haydewaldo Roberto Chamberlain da Costa, brasileiro, casado, contador, CRC RJ-075823/0-9, CPF 756.039.427/20, Enrique Adan Y Coello, espanhol, casado, securitário, RNE W491.929-4-SE/DPMAF/DPF, CPF 037.520.188-28; e eleito Diretor o senhor Vinicius José de Almeida Albernaz , brasileiro, casado, economista, RG 08.191.044-0/SSP-RJ, CPF 013.908.097/06, todos com domicílio na Avenida Paulista, 1.415, parte, Bela Vista, São Paulo, SP, CEP 01.311-925. Todos terão mandato de 1 (um) ano, estendendo-se até a posse dos Diretores que serão eleitos na Assembleia Geral Ordinária que se realizar no ano de 2014. Os Diretores reeleitos e o eleito, declararam, sob as penas da lei, que não estão impedidos de exercer a administração de sociedade mercantil em virtude de condenação criminal; III. fixado o montante global anual para remuneração dos Administradores, no valor de até R$60.000,00 (sessenta mil reais), a ser distribuída em reunião da Diretoria, conforme determina a letra “g” do Artigo 9 o do Estatuto Social. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, o senhor Presidente esclareceu que, para as deliberações tomadas, o Conselho Fiscal da Companhia não foi ouvido por não se encontrar instalado no período, e encerrou os trabalhos, lavrando-se a presente Ata, que lida e achada conforme, foi aprovada por todos os presentes que a subscrevem. aa) Presidente: Marco Antonio Rossi; Secretário: Ismael Ferraz; Administrador: Ivan Luiz Gontijo Júnior; Acionista: Bradesco Saúde S.A., por seu Diretor, senhor Haydewaldo Roberto Chamberlain da Costa. Declaração: Declaro para os devidos fins que a presente é cópia fiel da Ata lavrada no livro próprio e que são autênticas, no mesmo livro, as assinaturas nele apostas. a) Ismael Ferraz – Secretário. Certidão - Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia - Junta Comercial do Estado de São Paulo - Certifico o registro sob número 206.217/13-4, em 3.6.2013. a) Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.

Miramar Holdings S.A. CNPJ no 09.060.272/0001-51 - NIRE 35.300.345.827 Ata Sumária das Assembleias Gerais Extraordinária e Ordinária realizadas cumulativamente em 30.4.2013 Data, Hora, Local: Em 30.4.2013, às 8h, na sede social, Cidade de Deus, Prédio Prata, 4 o andar, Vila Yara, Osasco, SP, CEP 06.029-900. Mesa: Presidente: Domingos Figueiredo de Abreu; Secretário: Ismael Ferraz. Quórum de Instalação: Totalidade do Capital Social. Presença Legal: Administrador da Sociedade e representante da empresa KPMG Auditores Independentes. Publicações Prévias: Os documentos de que trata o Artigo 133 da Lei n o 6.404/76, quais sejam, os Relatórios da Administração e dos Auditores Independentes, e as Demonstrações Contábeis, relativos ao exercício social findo em 31.12.2012, foram publicados em 1 o.3.2013, nos jornais “Diário Oficial do Estado de São Paulo”, páginas 7 e 8, e “Diário do Comercio”, páginas 9 e 10. Edital de Convocação: Dispensada a publicação, de conformidade com o disposto no § 4o do Art. 124 da Lei no 6.404/76. Deliberações: Assembleia Geral Extraordinária: Aprovada, sem qualquer alteração ou ressalva, a proposta da Diretoria, registrada na Reunião daquele Órgão de 23.4.2013, dispensada sua transcrição, por tratar-se de documento lavrado em livro próprio, para alterar o Estatuto Social, no Artigo 7o, relativamente à extensão do prazo de mandato dos membros da Diretoria; e na letra “g” do Artigo 9o, aprimorando a sua redação. Em consequência, as redações do Artigo 7o e da letra “g” do Artigo 9o, passam a ser as seguintes: “Art. 7o) A Sociedade será administrada por uma Diretoria, eleita pela Assembleia Geral, com mandato de 1 (um) ano, estendendo-se até a posse dos novos Administradores eleitos, composta de 2 (dois) a 11 (onze) membros, sendo 1 (um) Diretor-Presidente e de 1 (um) a 10 (dez) Diretores. Art. 9o) - g) limitado ao montante global anual aprovado pela Assembleia Geral, realizar a distribuição da verba de remuneração aos Administradores.”. Assembleia Geral Ordinária: 1) tomaram conhecimento dos Relatórios da Administração e dos Auditores Independentes, e aprovaram integralmente as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício social findo em 31.12.2012; 2) aprovada, sem qualquer alteração ou ressalva, a proposta da Diretoria, registrada na Reunião daquele Órgão de 23.4.2013, cuja transcrição foi dispensada, por tratar-se de documento lavrado em livro próprio, para destinação do lucro líquido do exercício no valor de R$23.388.759,92, conforme segue: R$1.169.438,00 para a conta “Reserva de Lucros - Reserva Legal”; R$21.997.128,70 para a conta “Reserva de Lucros - Estatutária” e R$222.193,22 para pagamento de Dividendos, o qual deverá ser feito até 31.12.2013; 3) reeleitos, membros da Diretoria, os senhores: Diretor-Presidente: Luiz Carlos Trabuco Cappi , brasileiro, casado, bancário, RG 5.284.352-X/SSP-SP, CPF 250.319.028/68; Diretores: Julio de Siqueira Carvalho de Araujo, brasileiro, casado, bancário, RG 55.567.472-1/SSP-SP, CPF 425.327.017/49; Domingos Figueiredo de Abreu , brasileiro, casado, bancário, RG 6.438.883-9/SSP-SP, CPF 942.909.898/53; José Alcides Munhoz, brasileiro, casado, bancário, RG 50.172.182-4/SSP-SP, CPF 064.350.330/72; Aurélio Conrado Boni, brasileiro, casado, bancário, RG 4.661.428-X/SSP-SP, CPF 191.617.008/00; Sérgio Alexandre Figueiredo Clemente , brasileiro, casado, bancário, RG 55.799.633-8/SSP-SP, CPF 373.766.326/20; e Marco Antonio Rossi , brasileiro, casado, bancário, RG 12.529.752-X/SSP-SP, CPF 015.309.538/55, todos com domicílio na Cidade de Deus, Vila Yara, Osasco, SP, CEP 06029900. Todos terão mandato de 1 (um) ano, estendendo-se até a posse dos Diretores que serão eleitos na Assembleia Geral Ordinária que se realizar no ano de 2014. Os Diretores reeleitos, declararam, sob as penas da lei, que não estão impedidos de exercer a administração de sociedade mercantil em virtude de condenação criminal; 4) fixado o montante global anual para remuneração dos Administradores, no valor de até R$90.000,00, a ser distribuída em reunião da Diretoria, conforme determina a letra “g” do Artigo 9o do Estatuto Social. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, o senhor Presidente esclareceu que, para as deliberações tomadas, o Conselho Fiscal da Companhia não foi ouvido por não se encontrar instalado no período, e encerrou os trabalhos, lavrando-se a presente Ata, que lida e achada conforme, foi aprovada por todos os presentes que a subscrevem. aa) Presidente: Domingos Figueiredo de Abreu; Secretário: Ismael Ferraz; Administrador: José Alcides Munhoz; Acionista: Banco Alvorada S.A., representado por seus Diretores, senhores Domingos Figueiredo de Abreu e José Alcides Munhoz; Auditor: Zenko Nakassato. Declaração: Declaro para os devidos fins que a presente é cópia fiel da Ata lavrada no livro próprio e que são autênticas, no mesmo livro, as assinaturas nele apostas. a) Ismael Ferraz – Secretário. Certidão - Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia - Junta Comercial do Estado de São Paulo - Certifico o registro sob número 212.421/ 13-0, em 6.6.2013. a) Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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sexta-feira, 12 de julho de 2013

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Programa Clássicos da TV Cultura exibe sábado (13), às 21h40, Réquiem, de Berlioz, regido por Colin Davis. E domingo (14), às 11h30/0h30, a Orquestra do Festival de Campos do Jordão. Destaque: Villa-Lobos.

cultura

'SOAVE' HARRY'S José Guilherme R. Ferreira

Ser ou não ser super-homem Lúcia Helena de Camargo

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super-homem voltou à Terra. Henry Cavill encarna o herói em Homem de Aço (Man of Steel, 2013, EUA / Canadá / Reino Unido, 2h23 de duração). Os quadrinhos da DC Comics formam a base do roteiro, mas o Super-Homem atual dá um passo à frente das demais adaptações por retratá-lo de maneira, digamos, mais humana. Ele chega a ter crises de consciência e dificuldade em entender seu papel diante da humanidade.

A história que os fãs conhecem, sobre a destruição iminente do planeta Krypton que leva os pais do pequeno Kal-El a enviá-lo para longe, é mostrada dramaticamente em seus momentos finais. E com mensagem de alerta embutida: o motivo que levou aquele mundo à ruína foi a exploração exagerada dos recursos naturais. Russel Crowe, como o pai, enfrenta o general Zod (Michael Shannon), militar ensandecido que não admite perder poder.

Na Terra, Kal-El vira Clark Kent. Cresce numa pacata casa do estado do Kansas. Seus pais, Jonathan (Kevin Costner) e Martha Kent (Diane Lane) procuram orientá-lo a não mostrar os poderes que possui, como a força descomunal, visão de raio X, entre outros. Eventualmente, acaba por encontrar a repórter Lois Lane (Amy Adams) e dar vazão aos poderes, vestindo a roupa azul colante característica, com o emblemático "S" sobre o peito.

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lendário e insuspeito Harry's Bar de Veneza, desde 1931 funcionando na Calle Vallaresso, a dois passos da Piazza San Marco, já recebeu em seu salão escritores, maestros, divas, cineastas, músicos, atores, cantores, coroados, e todo tipo de celebridade (incluindo espivetados turistas). Ali todos são tratados com elegância, principalmente aquela emanada do serviço impecável e da simplicidade dos bons ingredientes, tanto os usados nos famosos drinques quanto os que compõem seus pratos de resistência – filosofia defendida com rigor pelo fundador da casa, Giuseppe Cipriani. O compositor Arturo Toscanini esteve por lá em 1936, quando assinou o livro de ouro da casa, época da criação do disputado drinque Bellini, Prosecco encorpado com purê de pêsseGiuseppe Cipriani, na entrada do Harry's gos brancos. Hemingway era freguês de carteirinha e lá batizou de Montgomery "o mais seco e delicioso martini do Friuli. "Penso que as pessoas criam um mundo". O diretor Vittorio De Sica levava pouco de fetiche em relação ao vinho", esao Harry's a netinha para um cinematográ- creve Cipriani em The Harry's Bar Cookbook fico Risotto alla Primavera ("com arroz car- (Bantan Book/2006). Nesse livro, Arrigo naroli, não o arbório"). conta histórias dos tempos de seu pai e Nos anos 50, a condessa Amalia Nani abre segredos de todas as famosas receiMocenigo chegou ao bar e pediu a Giusep- tas do Harry's, incluindo a do "molho unipe um prato de carne crua, rico em ferro, versal" usado no carpaccio. Os garçons são indicado por seu médico diante de uma orientados a fornecer a carta de vinhos anemia profunda. Giuseppe foi à cozinha e apenas àqueles que insistem. Cipriani tem de lá trouxe finíssimas fatias de carne de pavor dos comensais que pedem vinhos boi, cobertas com um molho caros por puro esnobismo. Mas especial à base de maionese é claro que, "para quem sabe o caseira, com traçado à la Kanque quer e está preparado para dinsky. Nascia ali o carpaccio, pagar por isso, nós temos uma que ganhou esse nome em relativamente pequena, mas homenagem ao pintor venecuidadosamente selecionada ziano Vittore Carpaccio lista de vinhos finos", italianos e (1460-1525), que em suas americanos (certamente em obras empregava fortes tons homenagem ao Harry que foi o de vermelho. Um coleção de primeiro sócio de seu pai e que quadros de Carpaccio era exilhe valeu o nome de Arrigo). bida em Veneza à época da viPara acompanhar o emblemásita da condessa. tico presunto com figo, Arrigo suArrigo Cipriani, filho de Giugere um Tocai (Jermann) ou um Bellini seppe, tem mantido o charme Chardonnay (Kendall-Jackdo Harry's, com sua decoração son). Para a versão veneziana sóbria de madeira escura, os mármores do Croque Monsieur(frito em óleo de oliva), cinzas do balcão, e certo clima art deco. No Soave (Anselmi) e Chardonnay (Pindar). A restaurante, "que é antes de tudo um bar", sopa de cardo, segundo Arrigo, deve ser estão disponíveis dois vinhos da casa, es- escoltada por um Chardonnay (Lungarotcolhidos a dedo entre os produtores da re- ti) ou um Fumé Blanc (Valley Oaks Fugião. Chegam à mesa em tradicionais gar- mé/Fetzer). Para o Tagliolini con Tartufi, Barafas de vidro e são responsáveis por 80% rolo "Zonchera" (Ceretto) ou um Cabernet dos vinhos vendidos no Harry's. O Soave (Clos du Val). E para o seu famoso carpacvem de Verona. O Cabernet Sauvignon, do cio, Arrigo? Um italianíssimo Vintage Tunina (Jerman) ou um vinho da americana Zinfandel (Fetzer).

Crawford, a mãezinha megera na TV.

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seus trabalhos mais conhecidos e célebres, que provocaram reações (quase sempre favoráveis) da crítica e do público, estão Grande Hotel (1932), Alma em Suplício (1945), Johnny Guitar (1954) e O Que

Fotos: Arquivo DC

cinebiografia da americana Joan Crawford (1906-1977), atrizpersonagem carismática e polêmica, revela uma carreira impressionante e uma vida agitada fora das telas. Entre

Aconteceu a Baby Jane? (1962). Ela se impunha, certamente, como ótima atriz, o que justifica seu sucesso apesar de não ter a beleza convencional das estrelas da época. Mas o que pegava mesmo, até entre os amigos dela e os cineastas que a admiravam, era que Crawford apresentava transtornos psicóticos (ideias delirantes, alucinações, perturbações das percepções e desorganização maciça do comportamentopadrão). É essa vida tumultuada que se vê em Mamãezinha Querida , de 1981, filme baseado nas memórias de Christina, filha de Joan. Essas memórias são de arrepiar. Contam cenas de agressão (consta que Christina levava surras horríveis de Joan). Faye Dunaway (Bonnie & Clyde: Uma Rajada de Balas), atriz equipada com grande potencial para desempenhar papeis dramáticos, personifica magistralmente a diva (ou megera?) Crawford. Mamãezinha Querida. TC Cult. Sexta (12). 22h. 12 anos. (MMJ)

Branca de Neve, gótica.

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uando os Estúdios da Disney, em 1937, produziram o seu primeiro longa-metragem, baseado no conto de fadas Branca de Neve e os Sete Anões, certamente não imaginavam que aquela criação iria tornar-se uma obra-prima, um clássico no gênero. Lição oferecida a gerações posteriores, inspirou não só o cinema mas também o teatro. Branca de Neve é um trabalho extraordinário dos Irmãos Grimm, os alemães Jacob (1785-1863) e Willhem (17861856), recheado de conceitos morais, de ironia, de certa dose de

sadismo e de muita ternura. Tanto o material oferecido pelo longametragem da Disney quanto a filosofia dos Grimm está agora liquidificada, transmutada e recodificada num filme formidável: Branca de Neve (Blancanieves/Espanha/ França/Bbélgica/2012), dirigido por Pablo Berger. A concepção do filme é dura, rascante, lúgrube, trágica, gótica. Surpreendente. Nada de mensagens para o público infantil. A adaptação do conto original tem como cenário a Espanha do século XX. E o tônus da narrativa emerge das

assustadoras touradas, típicas daquela país. Em cena, então, uma garota infeliz, escrava de uma madrasta desalmada: até aí, tudo (quase tudo) a ver com Disney-Grimm. Já adulta, ela foge com os anões-toureiros. Imagine! Parece uma daquelas brincadeiras de Amodóvar. Mas não é. Está longe disso, felizmente. Branca de Neve tem ótima direção de arte, ótima fotografia em preto e poderosa trilha sonora. É um dos melhores cartazes de cinema na Cidade, não recomendado para menores de 14 anos.(MMJ)

José Guilherme R. Ferreira é membro da Academia Brasileira de Gastronomia (ABG) e autor do livro Vinhos no Mar Azul – Viagens Enogastronômicas (Editora Terceiro Nome)

Hemingway no balcão do Harry's bar: dry martini Montgomery.


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Fotos: Arquivo DC

cultura

O balé dos cisnes em 3D

Aventuras de um paizão

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dentro do cinema que os apaixonados por dança tem um programão neste fim de semana. A rede UCI exibe a projeção em 3D do clássico O Lago dos Cisnes. Com trilha do compositor Tchaikovsky, a montagem traz os russos do Teatro Mariinsky, de São Petersburgo na tela. No papel de protagonista está a artista Ekaterina Kondaurova. Tchaikovsky começou a criar para o balé logo que recebeu a

e a pedida do fim de semana é um programa para a criançada e a família, aproveite. A animação em 3D Meu Malvado Favorito 2, em cartaz na Cidade, é sinônimo de diversão. A continuação do longa de 2010 mistura comédia e aventura para contar a história do vilão Gru. Dessa vez, o maldoso deixou os crimes de lado para cuidar das filhas. Só que a tranquilidade do novo homem de família dura pouco, até ele ser procurado por uma organização secreta dedicada a lutar contra o mal.

encomenda do Teatro Bolshoi, em 1876. Mas a estreia de O Lago dos Cisnes aconteceu somente em 20 de fevereiro de 1877. Na época, a apresentação foi considerada um fracasso tanto pelo mau desempenho dos bailarinos quanto pela coreografia e a cenografia. A apresentação acontece neste sábado (13) e domingo (14), às 14h, nos shoppings Anália Franco, Jardim Sul e Santana Parque. R$ 70.

AS ARTES DO "V

iu o Google hoje?" A pergunta feita cara a cara ou nas redes sociais dá a dica: é dia de doodle. Os surpreendentes logotipos do Google, os doo-

Rita Alves

dles, criados para celebrar feriados, aniversários e a vida de personalidades importantes, são a atração do dia quando publicados no site de busca. Já passaram por ele figuras como o escritor Franz Kafka, o poeta e dramaturgo Federico García Lorca e até Mônica e Ce-

bolinha, personagens de Mauricio de Sousa. Eles são apenas alguns dos mais de mil doodles que já foram criados em todo o mundo. A escolha do que irá para o site é feita por um grupo d e g ooglers (funcio-

nários) e quem desenha os logotipos especiais é uma equipe de ilustradores (chamados também de doodlers) e engenheiros do Google. Além das propostas dos próprios googlers, outras s u g e stões de u s u ár i o s

também chegam pelo e-mail proposals@google.com. A ideia do primeiro doodle nasceu em 1998 quando os fundadores da empresa brincaram com a marca do Google, colocando um personagem de braços levantados atrás do logotipo, mostrando que iriam participar de um festival

no deserto de Nevada. Em 2000, um estagiário fez um doodle para o Dia da Bastilha e o sucesso foi imediato. A partir daí os desenhos passaram a aparecer frequentemente no site.

OS ENVENENAMENTOS DE...

C

aso fique confirmado que o ex-presidente João Goulart (1919-1976) tenha morrido por envenenamento, ele estará bem acompanhado na sua desventura. São inúmeras as celebridades que deixaram este mundo levados por substâncias tóxicas fatais. Talvez as mais famosas delas tenham sido os césares Augusto, Tibério, Cláudio e Nero. Estamos falando, bem entendido, de

Jango morreu envenenado? Neruda (abaixo) pode ter sido. Napoleão, não.

...ONTEM E DE HOJE

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or outro lado, o arsênico é prático para assassinar: não tem cheiro, nem sabor. Isso talvez sustente sua popularidade em tempos modernos, segundo atestam os saborosos livros policiais de escritora Agatha Christie. Mais da metade das vítimas nas 75 obras chegaram ao fim dessa maneira, conforme ocorreu com o pobre Heather Badock em O Espelho Quebrado. É possível imaginar que o detetive belga Hercule Poirot, o qual está para Agatha como Sherlock Reprodução

Holmes em relação a Conan Doyle, ficasse entediado com seu trabalho. Tão logo um infarto matou Jango na sua fazenda La Villa, na província de Corrientes, Argentina, surgiram especulações, reforçadas pela entrevista, em 2008, de Mário Neira Barreiro, ex-agente da polícia política uruguaia, confirmando a possibilidade. Disse que cápsulas de veneno não especificado foram misturadas aos remédios convencionais do presidente. A situação permaneceu em banhomaria até que a recente instalação da nossa Comissão da Verdade deu novo fôlego à busca de esclarecimentos. A família – a viúva Maria Thereza e os filhos João Vicente e Denise – pediu a exumação, que deverá ocorrer até setembro. Jango está sepultado em São Borja (RS), sua terra. A julgar pela movimentação idêntica no Chile, os regimes militares sul-americanos gostavam de envenenar opositores. A morte do poeta Pablo Neruda passa por esse tipo de investigação. Neruda teria recebido uma injeção letal ao ser internado na Clínica Santa Maria, em Santiago, para tratar do seu câncer de

vítimas assassinadas às escondidas. Do contrário, o filósofo grego Sócrates encabeçaria a lista, pois em 399 a.C. obrigaram-no a tomar um chá eficientíssimo para a finalidade, feito com as florezinhas brancas da cicuta (conium maculatum) . Foi uma execução oficial às claras. Napoleão Bonaparte (17691821) quase entrou nessa lista macabra. Havia uma antiga suspeita de que ele fora envenenado a conta-gotas pelos

seus guardas na Ilha de Santa Helena, possessão inglesa no meio do Atlântico, onde ele cumpria seu degredo. A suspeita foi equivocadamente reforçada pela conhecida pose do imperador em levar a mão à barriga, como se procurasse aliviar uma dor permanente, que seria proveniente do veneno. Posteriormente ficou comprovado que seu desconforto abdominal se devia a um tumor maligno. Exames feitos em seus cabelos por especialistas suíços no ano de 2005 acusaram a presença de arsênico nas raízes. Porém, a quantidade não seria suficiente

Agatha Christie e seu detetive Poirot: arsênico contaminou suas obras.

próstata em estado avançado, em setembro de 1976. Ele foi exumado em abril passado. Amostras dos seus restos mortais estão em exame nas universidades de Múrcia (Espanha) e Carolina do Norte (EUA). A rigor, nos últimos tempos, apenas um envenenamento concreto de opositor político foi comprovado: o Coronel Alexander Litvinenko, ex-integrante da KGB, em 2006, em Londres. Cheira à queima de arquivo. A autoria recaiu sobre Vladimir Putin, ex-chefe de Alexander e atual presidente da Rússia. Se for assim, Putin, pelo menos, mostrou-se up-to-date no procedimento. Litvinenko recebeu uma carga de polônio 210, metal radioativo.

para matá-lo. Além disso, a contaminação era explicável: naquele tempo se usava a substância em vários produtos, inclusive na fabricação de vinhos, naturalmente em dosagens inofensivas. O hábito de envenenar figurões por arsênico era comum na Idade Média. E havia uma razão: os sintomas produziam efeitos semelhantes aos da cólera – cólicas, vômitos, diarreia com sangue etc – doença fartamente disseminada pela água infectada naquele período. De modo que o óbito ficava por conta da bactéria vibrio cholerae, o conhecido vibrião.


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Alô, futuros campeões! Motorista de um antigo Citroën 2CV amarelo acena para os ciclistas que participam da Volta da França. A cena foi registrada ontem durante a 12ª etapa da competição, de 218 quilômetros, entre as localidades de Fougères e Tours. O melhor atleta do dia foi o alemão Marcel Kittel, que completou o percurso em 4h49min49. A 13ª etapa será realizada hoje com percurso de 173 quilômetros. Eric Gaillard/Reuters

Logo Logo O

I NTERNET

www.dcomercio.com.br

Olacyr de Moraes vence Google

Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) n e g o u o n t e m r ecurso da empresa Google Brasil em ação por danos morais movida pelo empresário Olacyr Francisco de Moraes. A decisão foi da 8ª Câmara de Direito Privado da Corte e todos os desembargadores votaram contra a gigante da internet. A decisão manteve a sentença da 35ª Vara Cível Central da Capital, que

E SPAÇO Nasa/EFE

determinou o pagamento pelo Google de uma indenização no valor de R$ 300 mil. A ação teve como argumento o fato de que o autor de um blog editado com a ferramenta do Google – o Blogger.com –, cuja identidade não foi revelada, teria publicado textos e imagens com material ofensivo ao empresário. A sentença atribui a responsabilidade à empresa, uma vez que esta, além de hospe-

dar o blog e conhecer o conteúdo ofensivo e o cadastro do usuário em seu provedor, nada teria feito para retirar do ar o material. O desembargador Luiz Ambra, relator do recurso, argumentou em seu voto que ficava “evidente que a manutenção das matérias contendo figuras e frases com teor de deboche e outra a fazer referência aos relacionamentos pessoais do autor [do recur-

so] nos blogs hospedados pela ré, revelam-se passíveis de causar dano irreparável ou de difícil reparação à imagem do autor, empresário notoriamente conhecido inclusive no mercado internacional, porquanto acessível a qualquer internauta”. O Google não quis comentar a decisão judicial, que determinou ainda uma multa diária de R$ 40 mil em caso de descumprimento pela empresa.

O planeta azul Pela primeira vez, astrônomos conseguiram determinar a cor de um planeta fora do Sistema Solar. O planeta HD 189733b é azul, o que confirma uma suposição do astrônomo norte-americano Carl Sagan. A NIMAIS

Stephanie de Mônaco, a protetora. A princesa Stephanie acolherá, em uma propriedade da família real de Mônaco, dois elefantes que estavam ameaçados de eutanásia na França. Há a suspeita de que os animais sofram de tuberculose. Os elefantes partiram ontem do zoológico da cidade de Lyon. Eles serão recebidos em uma propriedade da família Grimaldi em Roc Angel, perto da fronteira com a França. Stephanie, filha do príncipe Rainier e da princesa Grace

Kelly, já foi atriz e artista de circo, e disse que receberá Baby e Nepal, de 42 e 43 anos, respectivamente, pessoalmente e que ela mesma cuidará deles. Baby e Nepal podem ter contraído a doença de sua vizinha no zoológico, Java, de 67 anos, que morreu no ano passado. A musa do cinema francês Brigitte Bardot também defendeu os animais e havia ameaçado renunciar à nacionalidade francesa se fossem sacrificados.

C ASA

Muitos pufes em uma poltrona Quartz é uma poltrona confortável para quando você está sozinho em casa. Quando as visitas chegam, se transforma em vários pufes. http://bit.ly/130S67k

Fotos: Jorge Adorno/Reuters

A orquestra imaginada Estudantes da Orquestra de Instrumentos Reciclados de Cateura, ensaiam no centro educativo de Vy'a Renda, próximo a Assunção, no Paraguai. A orquestra é fruto da imaginação de seu diretor artístico, Flavio Chávez, que queria atrair os filhos de catadores de lixo do aterro sanitário local para a música. Os instrumentos da orquestra são imaginados e produzidos pelo artesão Nicolas Gomez a partir de material reciclável como tampas de garrafa, pedaços de madeira, panelas e talheres usados. Atualmente, a orquestra conta com 30 músicos-aprendizes, que têm como professor o músico Flávio Luis Szaran. Os músicos já visitaram diversos países das Américas e da Europa executando um repertório clássico, que inclui composições de Beethoven e Mozart, e também popular, com canções dos Beatles e temas folclóricos paraguaio.

A RTE

Reciclando computadores Gabriel Dishaw é apaixonado pela ideia de reciclar materiais. Em sua nova série de obras, ele criou esculturas com características de humanos usando partes de velhos computadores. http://gabrieldishaw.com

C INEMA

007 tem retorno marcado para 2015 Os produtores anunciaram ontem que o diretor Sam Mendes, de Skyfall, será o responsável pelo 24º filme de James Bond. Daniel Craig permanecerá no papel do agente 007. O filme tem lançamento previsto para o segundo semestre de 2015.

Palácios da Memória Usando canetas esferográficas simples, tinta guache e suas memórias, Edie Fake recria em seus desenhos as fachadas de casas noturnas de Chicago, algumas reais e outras, imaginárias. www.ediefake.com

L OTERIAS Concurso 3236 da QUINA 09

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15 CARNE FORTE As exportações de carne bovina brasileira devem atingir neste ano um recorde: US$ 6 bilhões. É grande a perspectiva de aumento das vendas aos principais mercados, incluindo países do Oriente Médio e Ásia.

conomia

Para os bancos estrangeiros, mercado é o que interessa. Ruídos pontuais (juros, inflação, etc.) não atrapalham os planos de médio e longo prazo, nem abalam confiança das instituições.

Rejane Tamoto

A

xo Bank dinamarquês que, por enquanto, está estabelecendo um escritório de representação no Brasil", conta. Nos últimos tempos, notase um interesse maior dos asiáticos. "De alguma forma há uma concentração de bancos da Ásia, como o Woori (Coreia do Sul), Mizuho (Japão) e, há alguns meses, o ICBC (China). Mas isso não é determinante", comenta Deborah. A entrevista a seguir ela fala sobre economia, manifesta-

Diário do Comércio – Qual é a sua perspectiva para o crescimento econômico brasileiro, além de inflação, taxa de juros e taxa de câmbio para este ano? Deborah Vieitas – O crescimento do PIB foi ajustado para 2,3% neste ano no relatório Focus, o que me parece ser uma estimativa bem alinhada. A inflação deverá ser ligeiramente superior a 6% e a taxa de juros deve encerrar o ano em 9%. Com relação ao câmbio, entendemos que a alteração da política monetária americana deverá diminuir a liquidez disponível nos Estados Unidos, o que terá impacto em todos os mercados, levando o dólar à faixa de R$ 2 a R$ 2,20 e não mais à dos R$ 2 inicialmente previstos para 2013. DC – Qual será o impacto da recuperação da economia americana na economia brasileira? E quando durará a volatilidade que temos visto desde o último mês? DV – Sem dúvida o vigor da recuperação americana e a velocidade de implementação de uma política monetária mais restritiva poderão trazer volatilidade aos mercados internacionais, e que acabam por afetar os mercados financeiros do Brasil. A volatilidade deve continuar porque o calendário de implementação de uma política monetária mais restritiva nos Estados Unidos ainda não está plenamente desenvolvido. Além disso, teremos mudança de comando no Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) – um novo fator, porque cada gestor tem sua forma de execução para a mesma decisão. DC – Como as manifestações nas ruas brasileiras são vistas pelas instituições internacionais? DV – São prova de que o Brasil é uma dem ocracia plena. I n t e g r amos de 30 a 4 0 m ilhões de pessoas ao mundo do consumo, que puderam ter acesso à e d u c ação e agora estão fazendo um exercício de cidadania, o que me parece perfeitamente natural. Então, as manifestações são só parte do processo de exercício da democracia. DC – Mas ao se atribuir a suspensão do reajuste de pedágios pelo governo como resposta às manifestações, não está sendo sinalizado para o investidor elevação do risco regulatório? DV –As mudanças de fato têm impacto, mas serão incluídas

no retorno esperado pelo aplicador. Quando há alguma indefinição no quadro regulatório ou alguma alteração de contrato, ainda que temporário, os investidores levam isso em consideração e acrescentam na taxa interna de retorno (TIR), que eles esperam do investimento. Diante do grande potencial do mercado brasileiro e da necessidade extrema de investimentos em infraestrutura e logísti-

as autoridades para o alinhamento dessas práticas, para que a gestão bancária estrangeira cumpra as normas daqui e as de seus países. DC – Fale sobre as estratégias dos bancos internacionais no Brasil. Recentemente, o Santander anunciou que quer aumentar o crédito a pequenas empresas no Brasil. O crédito é um caminho? DV – Não posso falar da es-

Carreira construída com experiências internacionais Divulgação

s projeções de crescimento menor da economia brasileira e de maior inflação, comportamento da taxa de juros e a desvalorização do câmbio não afetaram os planos dos bancos internacionais de se instalarem no Brasil. "Para os bancos estrangeiros a ótica de atuação no Brasil é de médio e longo prazo. Alterações nas expectativas para os juros, inflação, Produto Interno Bruto (PIB) e taxa de câmbio não são tão significativas a ponto de mudar a estratégia de investimento", avalia Deborah Vieitas, presidente eleita da Associação Brasileira de Bancos Internacionais (ABBI) para o período 2013/2015. O mesmo se pode dizer das manifestações públicas de protesto, que ocorreram no mês passado, ou do "Dia Nacional de Lutas", que aconteceu ontem: propõem importantes questões políticas – e até mesmo causam alguma confusão nas cidades –, mas sem nublar esse olhar estratégico dos investidores de longo prazo, passado o ruído pontual. A ABBI é formada por 92 associados – entre bancos de varejo, atacado, de nicho e de investimento, escritórios de representação e 20 entidades. [Uma das missões de Deborah será atrair para a entidade as corretoras e assets.] Os bancos associados têm 20% dos ativos totais do sistema financeiro brasileiro, de acordo com dados do Banco Central de 2012 compilados pela ABBI. Somam, ainda, 29% do patrimônio líquido, 16% dos depósitos totais, 18% das operações de crédito e 20% do total de crédito concedido por instituições financeiras no País. Na avaliação de Deborah, o Brasil tem potencial para atrair o investimento de instituições estrangeiras graças ao tamanho do seu mercado. Tanto que percebe um fluxo regular de novos bancos chegando ao País. Exemplos são o National Bank of Abu Dhabi, que neste ano abriu um escritório de representação; o sul-coreano Woori Bank, que se estabeleceu como banco e o japonês Mizuho, que comprou a WestLB Brasil. "Um dos contatos mais recentes que tive foi com o Sa-

ções de rua no Brasil, planos de gestão e estratégias das instituições financeiras estrangeiras.

ca, o investidor sabe que o País tem o principal, que é a demanda por investimentos. Não há risco de não haver demanda. Há outros riscos, mas a reação do investidor, estrangeiro ou brasileiro, é a de acrescentá-los à TIR do investimento. DC – Uma de suas missões à frente da ABBI é mostrar para o banco internacional como funciona o sistema financeiro brasileiro. Como desempenhar tal tarefa? DV –Existem dois aspectos. Um deles é que a ABBI fornece todas as informações sobre o sistema financeiro brasileiro aos bancos que querem se estabelecer no Brasil. Nosso conjunto de quase dez comitês técnicos oferece um canal para entendimento e discussão do quadro regulatório brasileiro para essas instituições. Os comitês técnicos abrangem desde questões regulatórias, tributárias a assuntos de risco. A segunda parte do nosso plano de gestão é que queremos abrigar associados de várias instituições financeiras não bancárias que têm chegado ao Brasil: corretoras internacionais, distribuidoras de valores, e mesmo empresas de asset management. Com esses novos participantes, nosso número de associados aumentaria 20%. DC – Quais são as principais necessidades dos bancos estrangeiros? DV – A principal necessidade é compatibilizar o cumprimento das normas do Brasil e com as dos países de origem. Um exemplo disso é a regulamentação sobre remuneração de administradores (resolução 3921), implementada no Brasil em 2012. Muitos países baixaram normas sobre o mesmo tema recentemente, que podem não ser idênticas às estabelecidas para o Brasil. O papel da ABBI é ajudar no diálogo com

tratégia de um determinado banco e nem de forma genérica, já que temos associados de diversos segmentos (atacado, varejo, nicho e investimentos). O que posso dizer é que os bancos estrangeiros estão dando curso aos seus planos de forma absolutamente tranquila no Brasil. E estão interessados em participar, cada vez mais, no apoio em termos de crédito para a economia brasileira. Estamos começando a sair de um período de turbulência no mercado internacional que, desde a crise de 2008, trouxe consequências para muitos bancos, que agora estão retomando à normalidade e voltam, com interesse e entusiasmo, a apoiar a economia brasileira. DC – A chegada de corretoras e empresas de assets mostra que uma das estratégias é distribuir produtos de investimento. Essa também é a estratégia de bancos internacionais? DV – Hoje muitas instituições internacionais não só trazem investidores estrangeiros para o Brasil mas também buscam o interesse dos investidores brasileiros em aplicar fora. Esse movimento ocorre em toda a América Latina, pois os investidores da região se beneficiam de uma situação mais estável e são provocados a analisar investimentos em outros países. DC – Explique o projeto da ABBI de certificar profissionais de bancos estrangeiros. DV – Nosso projeto é tornar a ABBI uma entidade certificadora de compliance officers , funcionários encarregados de verificar se o banco em que trabalham está atendendo a toda legislação, assim como suas normas e procedimentos internos. Estamos nos preparando para implementar esse projeto em 2014.

A

brasileira Deborah Vieitas foi vicepresidente executiva da ABBI de 2011 a maio deste ano. É a diretora presidente do banco português Caixa Geral de Depósitos desde 2009, quando montou a operação brasileira do zero. No mercado é conhecida por consolidar a presença de instituições financeiras estrangeiras no Brasil. Ela ingressou no setor bancário no final dos anos 1980, na área internacional do Unibanco, onde fazia a gestão de captação de moeda estrangeira e negociava dívidas com a comunidade bancária internacional, em uma estrutura de controle de divisas então complexa. No início dos anos 2000, passou pela subsidiária brasileira do BNP Paribas, onde ocupou o cargo de diretora vicepresidente e foi responsável por Corporate Banking, Financiamentos Estruturados e Atendimento a Instituições Financeiras. Por 12 anos trabalhou no Crédit Commercial de France no Brasil (CCF), onde foi diretorapresidente. Graduada em Administração Pública pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (EAESP-FGV), tem mestrado em Economia Internacional pela FGV e doutorado pela École Nationale d'Administration (ENA) em Paris. Antes de entrar no setor bancário se formou em jornalismo na Universidade de São Paulo (USP) e fez parte da equipe de cooperação técnica da Fundação do Desenvolvimento Administrativo (Fundap), do governo do Estado. (RT)


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Eu não sou nenhum especialista em meio ambiente. Mas o fato de você precisar ser um para investir neste tipo de projeto deve limitar o grupo de investidores. Will Landers, da Blackrock, maior gestora de recursos do mundo

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Eike tenta salvar o Porto do Açu Projeto da LLX Logística, no norte fluminense, exige mais US$ 600 milhões. Mas problemas financeiros e ambientais desestimulam investidores.

À

medida que o bilionário Eike Batista desmembra seu império industrial em desintegração para saldar suas dívidas, um dos ativos que ele espera manter é o projeto do porto da LLX Logística. No entanto, levantar os US$ 600 milhões a mais necessários para concluir o único projeto da LLX, o enorme Porto do Açu, estimado em US$ 2 bilhões, no norte do Rio de Janeiro, poderá exigir esforços. Com uma vez e meia o tamanho da ilha de Manhattan, Açu foi projetado para aliviar os atrasos causados pelos congestionados portos do Brasil e para atender à crescente indústria de petróleo. Mas ele também é questionado por cientistas que alegam que sua construção está poluindo o ecossistema das áreas no entorno com sal. Levantar dinheiro para qualquer projeto associado a Eike, um empreendedor em série que chegou a dizer que se tornaria o homem mais rico do mundo, não vai ser fácil. Desde 2010, os papéis do Grupo EBX perderam US$ 50 bilhões em valor para seus acionistas. O Grupo EBX controla a LLX e outras cinco empresas de capital aberto, todas marcadas com um "X" por Eike para significar "a multiplicação de riqueza". Embora existam fortes razões comerciais para investir em um porto gigante que aliviaria parte dos gargalos de transporte que afetam as exportações de commodities, das quais o Brasil é um dos líderes, alguns investidores podem não querer a expo-

Ricardo Moraes/Reuters

Obra inacabada: o superporto de Eike Batista, no Rio de Janeiro, não saiu do papel. Não há o terminal de minério de ferro que foi planejado e empresas, que iriam construir instalações no complexo, como a chinesa Wuhan Iron and Steel, se retiraram.

sição a uma empresa enfrentando possíveis responsabilidades ambientais e ações judiciais custosas. Eduardo Santos de Oliveira, um agressivo procurador da República, já abriu um processo contra o porto para determinar a responsabilidade civil por supostos danos ambientais. Oliveira, procurador em Campos dos Goytacazes, a maior cidade próxima do porto, já havia chamado a atenção global ao abrir a maior ação ambiental já vista no

País. Naquele caso, ele pediu cerca de R$ 40 bilhões da petroleira Chevron e da operadora de sondas Transocean por um vazamento de petróleo em 2011. "Eu não sou nenhum especialista em meio ambiente", disse Will Landers, que administra US$ 6,5 bilhões em investimentos na América Latina para a Blackrock, maior gestora de recursos do mundo. "Mas o fato de você precisar ser um para investir neste tipo de projeto deve limitar significativamente o grupo de

Aumenta confiança dos pequenos

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Índice de Confiança dos Pequenos Negócios (ICPN) registrou 117 pontos em junho, cinco pontos acima do que apontava em igual mês do ano passado. O indicador, elaborado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), abrange amostra de 5,6 mil empreendimentos da indústria, comércio, serviços e constru-

ção civil, entre Microempreendedores Individuais (MEIs), microempresas e empresas de pequeno porte. Os MEIs – aqueles com faturamento de até R$ 60 mil por ano e com um ou nenhum empregado – e o setor da Construção Civil foram os mais confiantes em junho. Eles apresentaram um ICPN de 121 e de 120 pontos, respectivamente. Quando analisado o re-

sultado por região, os estados do Norte foram os que demonstraram maior otimismo do empresariado, com um Índice de 125 pontos. A confiança é expressa também na expectativa de faturamento para os meses de julho e agosto. Pelo ICPN, 93% dos micro e pequenos emp r e s á r i o s e s p e r a m a umentar ou manter seu faturamento no período.

Os desafios da alta volatilidade Rejane Tamoto

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mês passado foi desafiador para os gestores de fundos de investimentos, que tiveram de lidar com a alta volatilidade não apenas no mercado de renda variável, mas também na renda fixa. De acordo com dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), a alta do dólar em junho fez os fundos cambiais apresentarem a maior rentabilidade da indústria, de 3,93% para o mês. No semestre, este tipo de aplicação rendeu 9,28%. Entre os investimentos de renda fixa de patrimônio líquido representativo, os destaques foram os fundos das categorias Referenciado DI, com alta de 0,61% no mês e Curto Prazo, com elevação de 0,60% no mesmo período. No ano, essas aplicações renderam 3,56% e 3,48% respectivamente. M u l t i m e r c a d o – N o s emestre, o fundo multimercado do tipo Long and Short (que ganha com a diferença de posições compradas e vendidas no mercado de renda variável) também foi destaque com rentabilidade de 5,45% para a catego-

ria Direcional e de 5,32% para o Neutro. De acordo com a entidade, a gestão diferenciada fez os fundos de ações superarem o Ibovespa nos últimos cinco anos, período em que a categoria Ações Livre acumulou rentabilidade de 29,89%. No longo prazo, a rentabilidade é expressiva, mas no semestre os fundos de Ações Livre registraram prejuízo de 6,01%. "Apesar de ter passado por um semestre de alta vo-

Apesar de um semestre de alta volatilidade, tivemos captação positiva em todos os segmentos. CARLOS MASSARU, VICE-PRESIDENTE DA ANBIMA latilidade, com riscos que o mercado não imaginava na renda fixa e na renda variável, a indústria soube passar bem o semestre. Tivemos captação positiva em todos os segmentos", diz Carlos Massaru, vice-presidente da Anbima. Mesmo nesse cenário, no

qual também houve piora de indicadores como o Ibovespa e o IMA-Geral (Índice de Mercado Anbima), a captação líquida da indústria de fundos foi de R$ 101,7 bilhões, recorde para o primeiro semestre desde 2008. O patrimônio líquido dos fundos foi de R$ 2,4 trilhões, crescimento de 5,9%. Segundo Robert van Dijk, vice-presidente da Anbima, as categorias que mais contribuíram para a captação, em junho, foram os FIDCs (Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios) e os fundos de ações. Os clientes de maior peso foram os do segmento Poder Público (governo), Corporate (empresas) e Private (alta renda). No mês passado, a indústria de fundos teve seu primeiro resgate líquido, no valor de R$ 1,3 bilhão. Para Massaru, os resgates eram previsíveis e concentrados em carteiras de fundos de Curto Prazo, efetuados principalmente por clientes do segmento Poder Público. "É um efeito relacionado com a marcação a mercado (ajuste do preço dos títulos) das carteiras em junho. Esse valor de resgates não representa um volume expressivo", afirma Massaru.

investidores que algum dia poderia estar disposto a se entreter dando dinheiro novo para qualquer empresa do Grupo EBX", disse Landers. A extensão do dano ambiental é questão para um debate. Funcionários da LLX e da OSX Brasil – a empresa de construção naval da EBX – negam que um vazamento "temporário" de água salgada na área que cerca o porto, no final de 2012, causou danos ecológicos duradouros para a foz do rio Paraíba do Sul, uma das últimas

regiões costeiras intocadas no Sudeste. No entanto, os cientistas da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) dizem que há evidências crescentes de que a construção do porto ameaça um ecossistema sensível. Embora os pesquisadores da Uenf sejam cautelosos ao dizer que não têm provas conclusivas de danos a longo prazo, eles afirmam que as áreas próximas a Açu, como banhados, pastagens, lagoas e campos enfrentam uma séria ameaça.

"Dados preliminares mostram que a salinidade poderia levar à contaminação permanente do solo", disse Carlos Rezende, professor na Uenf. O terminal de minério de ferro do porto, da mineradora Anglo American e do OSX, deveria estar aberto no momento. A maioria dos projetos da LLX está com meses ou anos de atraso. Empresas que haviam planejado construir instalações dentro do complexo, como a chinesa Wuhan Iron and Steel, se retiraram. (Reuters)


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O Lumia 1020 tem tela de 4,5 polegadas e sistema Windows Phone 8. Vai chegar aos Estados Unidos no dia 26, custando US$ 300.

conomia

A FORÇA DO EGO Fotos: Divulgação

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ode se criticar Roberto Justus em tudo. Não é difícil. O publicitário casa, descasa e muda de casa com famosas. Sai Adriane Galisteu, entra Eliana, que dá lugar a Ticiane Pinheiro, que está de mudanças da vida de Justus. Ele ocupa toda semana as revistas de celebridade que invadem os salões de cabeleireiros onde o laquê – com denominação mais sofisticada e em inglês – paira no ar e, é claro, na cabeça do publicitário. Para complicar, Justus canta. Nem precisa dizer que o repertório é romântico, brega-chic, mas curiosamente os shows têm audiência, garante Amaury Jr., fã de carteirinha e que encontrou em Justus uma das atrações do seu Clube A. E tudo fica ainda mais completo quando alguém liga a televisão e dá de cara com o publicitário em programas de gosto duvidoso. Tudo isso é verdade e inspira piadas. Mas há também uma verdade absoluta da qual não se pode fugir ou negar: a capacidade de articulação de Roberto Justus e sua visão de longo alcance no mundo dos negócios e da mídia. Quem acha que ele erra, erra mais ainda, pois sua folha de acertos ao longo do tempo tem sido notável. A própria Record, com sua "fazenda" literalmente indo para o brejo, começa a anunciar a nova edição de O Aprendiz apresentada por Justus, que andou de cá para lá, com programas estranhos, mas que a emergente classe média brasi-

leira gosta, assim como adora de paixão o "aprendiz" e acha que a atração é uma aula grátis de administração e marketing. Nada a estranhar no país onde o maior vendedor de livros é Paulo Coelho, que a nova classe média, oriundas dos universos C, D e E, compra, e a classe alta torce o nariz, mas se vê obrigada a aplaudi-lo em Davos, onde, no fórum dos milionários na Suíça, Paulo Coelho tem assento garantido tanto quanto na Academia Brasileira de Letras. E por transitar sem medo nesses universos emergentes e ter um contato direto com os consumidores e a nova classe média brasileira, Justus passou a ser visto com outros olhos pelo empresário inglês Sir Martin Sorrell, que comanda o maior grupo de comunicação comercial do mundo, o WPP, dono de grifes como Y&R, Ogilvy, JWT e Grey. Esse cavaleiro da rainha Elizabeth II, título que tem tudo a ver com o universo no qual os egos se inserem, vê no comandante da Y&R, detentor da poderosa conta de publicidade da rede Casas Bahia, uma espécie de Rei Midas. Tanto que ao anunciar, nesta se-

mana, a fusão de duas de suas agências – a Grey 141 e a New Energy, que passam a formar a Grey Brasil –, afirmou que a operação será administrada pelo Grupo Newcomm de Justus. A intenção é desenvolver negócios em mercados e setores de rápido crescimento. De acordo com a publicação especializada Propaganda & Marketing, o Brasil é o oitavo maior mercado da WPP, registrando um faturamento anual de US$ 800 milhões e empregando mais de 5 mil pessoas. O presidente da operação deverá ser Walter Longo que atualmente comanda a New Energy e que também faz uma "boquinha" em O Aprendiz. Filho de imigrantes húngaros, com a saga cantada no sambódromo paulistano pela escola Rosas de Ouro, Justus começou no mercado publicitário em 1981, como sócio de Eduardo Fischer, a agência que carregava os dois sobrenomes ficou famosa depois que Roberto Justus fez o que gostava: criou o ainda hoje reluzente camarote da Brahma no carnaval carioca enquanto Fischer fixou a cerveja número 1 nas mãos dos foliões e nas arquibancadas também do futebol. Rompida a sociedade em 1998, o publicitário fundou a NewComm até se associar com a WPP, grupo do qual é um dos líderes globais, com laquê e tudo e, em breve, com uma nova estrela ao seu lado.

TRAVOLTA

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ohn Travolta, o rei dos embalos de sábado à noite, gravou comercial no Rio de Janeiro para a cachaça Ypióca. A campanha assinada pela agência DM9Rio e com produção da Sentimental Filmes tem como objetivo reforçar a ideia da cachaça como "paixão brasileira". Atualmente, a bebida Ypióca pertence ao grupo inglês Diageo, dono de Johnnie Walker e Smirnoff.

CACHAÇA nos embalos de sábado à noite

AUTO-ESTIMA elevada com produtos da Dove

APAGADAS

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IRRESISTÍVEL, tem que pegar cerveja boa.

SALVE JORGE

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á três anos no mercado brasileiro, a cerveja Karavelle acaba de lançar sua primeira campanha institucional, criada e planejada pela agência FCK! Comunicação. Com o mote Cerveja boa mexe com meu coração, a campanha publicitária faz alusão à música Amiga da minha mulher do cantor e sócio da marca, Seu Jorge. A mensagem é simples e bem humorada: cerveja boa como a Karavelle, não dá para resistir, tem que pegar! Apesar de nova, a cerveja reforça o velho machismo.

Envie informações para esta coluna. E-mail: carlosfranco@revistapublicitta. com.br

âmera Tímida, pesquisa global de Dove realizada pela Ogilvy, revela que 77% das mulheres declararam ter vergonha da câmera fotográfica; 17% delas não têm fotos do nascimento de um filho e quase a metade já se desmarcou, apagou ou se removeu de uma foto online por não se acharem bonitas. As mulheres perdem, com isso, a chance de registrar momentos importantes de suas vidas por estarem insatisfeitas com a aparência. A pesquisa foi realizada com 4.075 mulheres, entre 18 e 64 anos de idade, de sete países, incluindo o Brasil. Dove quer levantar o astral dessas mulheres, vendendo os seus produtos.

MATTE

A LEÃO mais apagado, quase sumindo.

Coca-Cola, dona do Matte Leão, decidiu, sutilmente, mudar a embalagem do produto. A Tátil Design usou de muito tato para que o consumidor não estranhe as embalagens, que ganharam letras mais curvas. O famoso leão ficou mais apagado, mais estilizado, quase sumindo. Vai ter que rugir bem alto para ter a presença assegurada por mais uma geração.

Nokia lança smartphone com câmera de 41 Mpixels

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Justin Lane/EFE

Nokia anunciou ontem o Lumia 1020, smartphone com tela de 4,5 polegadas e sistema Windows Phone 8. O destaque é a câmera de alta resolução (41 Mpixels). Nos EUA, o aparelho chega no dia 26, custando US$ 300 (cerca de R$ 677), atrelado a um contrato de dois anos com a operadora AT&T. A título de comparação, a mesma companhia vende o iPhone 5 por preços entre US$ 200 e US$ 400, o Samsung Galaxy S 4 por valor de US$ 200 a US$ 250 e o Lumia 920 por US$ 100. O novo celular da fabricante finlandesa empresta o sensor do aparelho PureView 808, que foi vendido no Brasil por

Tela com resolução de 1.280 x 768 pixels, superior ao novo da Apple.

R$ 1.999 e que, à parte da ótima capacidade fotográfica, tinha poucas virtudes. A traseira do Lumia 1020, contudo, não tem a enorme protuberância que tornava seu "primo", PureView, quase impraticável: sua espessura máxima é de 10,4 mm (a do

VRE SP Cotia Desenvolvimento Imobiliário S.A. CNPJ nº 12.541.760/0001-95 - NIRE 35.300.393.341 1. Data, Hora e Local: 03/05/2013, às 17:00 hs, na sede social, localizada em Cotia/SP. 2. Convocação: Dispensada, nos termos do art. 124, §4º, da Lei nº 6.404/76, em razão da presença de acionistas representando a totalidade do capital social da Cia.. 3. Presença: Acionistas representando a totalidade do capital social, conforme assinaturas apostas no Livro de Presença de Acionistas. Presentes, ainda, em atendimento ao disposto no art. 134, §1º da Lei nº 6.404, de 15/12/1976, os Diretores da Cia., Srs. Alice Maria Barretto Prado Ferreira e José Donizetti de Sousa, para atender a eventuais pedidos de esclarecimentos apresentados pelos senhores Acionistas. 4. Publicações: Em conformidade com o disposto no art. 133 da Lei 6.404/76, o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras da Cia. relativos ao exercício social encerrado em 31/12/2012 foram publicados na edição do dia 30/04/2013 do DOESP e do jornal“O Diário do Comércio”, ficando sanada a falta de publicação dos anúncios e a inobservância dos prazos a que se refere o art. 133, nos termos do §4º do mesmo dispositivo legal. Cópias de tais publicações encontram-se sobre a mesa diretora dos trabalhos, à disposição dos acionistas. 5. Composição da Mesa: Sr.Roberto Sampaio Ferreira - Presidente da Mesa.Sra.Erica Prado - Secretária.6.Ordem do Dia:Em assembleia geral ordinária:6.1 exame, discussão e votação do Relatório da Administração e das Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31/12/2012; e 6.2 deliberação sobre a destinação do resultado do exercício. Em assembleia geral extraordinária: 6.3 alterar a composição do Conselho de Administração, para fazer constar que seus membros poderão ser acionistas ou não, residentes ou não no país, todos com mandato unificado de 2 anos, sendo permitida a reeleição, com a consequente alteração do artigo 11 do Estatuto Social; 6.4 consignar que as reuniões do Conselho de Administração serão instaladas com a presença de, no mínimo, a maioria de seus membros em exercício, sendo considerado como presente aquele que tenha enviado seu voto por escrito ou que participe por vídeo ou teleconferência ou por qualquer outro meio que permita a identificação do Conselheiro e a comunicação simultânea com os demais participantes da reunião, com a consequente alteração do artigo 13 do Estatuto Social; e 6.5 alterar a política de outorga de procurações pela Cia., as quais passarão a ser firmadas pela Diretora Presidente, isoladamente, com a consequente alteração do artigo 20 do Estatuto Social. 7. Deliberações: A Assembléia Geral, por unanimidade:Em Assembleia Geral Ordinária:7.1 aprovou, com abstenção dos legalmente impedidos, sem restrições ou ressalvas, o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31/12/2012; e 7.2 aprovou a proposta de destinação do resultado do exercício, deduzidas a provisão para o Imposto de Renda Pessoa Jurídica e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, totalizando R$2.851.628,92, da seguinte forma:(a) R$117.728,15 foram destinados à absorção de prejuízos acumulados de exercícios anteriores; do saldo líquido aferido, de R$2.733.900,77, (b) R$136.695,04 foram destinados à constituição da reserva legal, nos termos do art. 193, da Lei 6.404/76; (c) R$ 1.037.000,00 equivalente a 39,92% do lucro líquido após as deduções previstas em lei, para distribuição de dividendos aos acionistas, os quais já foram integralmente e antecipadamente distribuídos nos primeiros meses deste exercício 2013 e (d) o saldo restante, no valor de R$ 1.560.205,73 foi destinado para a conta de Reserva de Lucros, nos termos do Art. 22, § 3°, do Estatuto Social. Em Assembleia Geral Extraordinária: 7.3 alterar a composição do Conselho de Administração, para fazer constar que seus membros poderão ser acionistas ou não, residentes ou não no país, todos com mandato unificado de 2 anos, sendo permitida a reeleição. 7.4 em vista da deliberação tomada em 7.3., supra, alterar o art. 11 do Estatuto Social, que passa a vigorar com a seguinte redação: “Artigo 11 - O Conselho de Administração será composto por 4 membros efetivos, acionistas ou não, residentes ou não no País, eleitos pela Assembleia Geral, com mandato unificado de 2 anos, permitida a reeleição. § único - Findo o mandato, os Conselheiros permanecerão no exercício dos cargos até a investidura dos administradores que os substituam, nos termos da lei e deste Estatuto.” 7.5 consignar que as reuniões do Conselho de Administração serão instaladas com a presença de, no mínimo, a maioria de seus membros em exercício, sendo considerado como presente aquele que tenha enviado seu voto por escrito ou que participe por vídeo ou teleconferência ou por qualquer outro meio que permita a identificação do Conselheiro e a comunicação simultânea com os demais participantes da reunião. 7.6 em vista da deliberação tomada em 7.5., supra, alterar o art. 13 do Estatuto Social, que passa a vigorar com a seguinte redação:“Artigo 13 - O Conselho de Administração reunirse-á, ordinariamente, 1 vez a cada trimestre e, extraordinariamente, por convocação de seu Presidente, lavrando-se atas dessas reuniões em livro próprio. § 1º - As reuniões serão convocadas mediante comunicação por escrito, expedida com pelo menos 5 dias de antecedência, devendo constar da referida convocação local, data, hora e ordem do dia da reunião. Os materiais a serem examinados pelos Conselheiros previamente deverão ser enviados juntamente com a convocação referida neste § 1º.§ 2º - A convocação prevista no § anterior será dispensada sempre que estiver presente à reunião a totalidade dos membros em exercício do Conselho de Administração. § 3º - As reuniões do Conselho de Administração somente se instalarão com a presença da maioria de seus membros em exercício, no mínimo, sendo considerado como presente aquele que tenha enviado seu voto por escrito ou que participe por vídeo ou teleconferência ou por qualquer outro meio que permita a identificação do Conselheiro e a comunicação simultânea com os demais participantes da reunião. As matérias submetidas ao Conselho de Administração serão aprovadas pelo voto afirmativo da maioria de seus membros, no mínimo, exceto as matérias que exigem quorum qualificado, conforme expressamente indicado neste Estatuto.” 7.7 Alterar a política de outorga de procurações pela Cia., as quais passarão a ser firmadas pela Diretora Presidente, isoladamente. 7.8 Em vista da deliberação tomada em 7.7., supra, alterar o art. 20 do Estatuto Social, que passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. 20 - A representação da Cia., em juízo ou fora dele, assim como a prática de todos os atos referidos no artigo 16 a 19 acima, dependem da assinatura: (i) do Diretor Presidente, isoladamente; (ii) do Diretor sem designação específica, necessariamente em conjunto com 1 procurador, de acordo com os poderes conferidos no respectivo instrumento de mandato; ou (iii) por 2 procuradores, de acordo com os poderes conferidos nos respectivos instrumentos de mandato. § 1º - A nomeação de procurador(es) dar-se-á pela assinatura isolada do Diretor Presidente, devendo os instrumento de mandato especificarem os poderes conferidos aos mandatários e serem outorgados com prazo de validade não superior a 1 ano, exceto em relação às procurações“ad judicia”, as quais poderão ser outorgadas por prazo indeterminado. § 2º - Dependerá da aprovação de acionistas representando a maioria do capital social a prestação de avais, fianças e outras garantias em favor de terceiros.” 8. Documentos Arquivados na Sede Social: Relatório da Administração e Demonstrações Financeiras da Cia. relativos ao exercício social encerrado em 31/12/2012. Publicações. 9. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, foram encerrados os trabalhos e suspensa a assembléia para lavratura desta ata em livro próprio, em forma de sumário, nos termos do art.130, § 1°, da Lei 6.404/76, a qual, após ter sido reaberta a sessão, foi lida, achada conforme, aprovada e assinada pelos acionistas presentes. Cotia, 03/05/2013.A presente é cópia fiel da Ata lavrada no Livro de Atas das Assembléias Gerais.Roberto Sampaio Ferreira - Presidente da Mesa, Erica Prado - Secretária. Alice Maria Barretto Prado Ferreira - Renata Sampaio Ferreira Brennand - Ronaldo Sampaio Ferreira Filho Roberto Sampaio Ferreira. JUCESP nº 212.420/13-6 em 06/06/2013. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.

iPhone 5 é de 7,6 mm e, a do Galaxy S 4, 7,9 mm). O peso do telefone é de 158 g, ante 112 g do iPhone 5 – o Galaxy S 4 tem massa de 130 g e, o Lumia 920, 185 g. A tela tem resolução de 1.280 x 768 pixels, superior à do mais recente celular da Apple, mas inferior à grande parte dos smartphones anunciados ou lançados nos últimos meses, como o Galaxy S 4 e o Sony Xperia Z (na casa das 5 polegadas de tela). Câ mer a – Ao contrário do que vinha sendo rumorejado, o Lumia 1020 não tem zoom ótico em sua câmera: em vez disso, usa ampliação digital para aproximar objetos fotografados sem perda de qualidade, informou a Nokia. De acordo com o CEO da Nokia, Stephen Elop, uma das vantagens de um sensor dotado de tamanha resolução é que o aparelho usa um mecanismo que aproveita a grande quantidade de pontos para criar imagens menores e com mais qualidade. O celular também dá ao usuário mais opções de controle avançadas, como sensibilidade e velocidade do obturador. A objetiva do celular é assinada pela consagrada no ramo ótico Carl Zeiss, que também tem parcerias com Panasonic e Sony, entre outras empresas. Antes do anúncio, diversas informações e imagens do aparelho haviam sido vazadas. (Folhapress)


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sexta-feira, 12 de julho de 2013

São Eutiquiano Participações S.A. CNPJ/MF nº 12.125.536/0001-12 - NIRE 35.300.417.577 1. Data, Hora e Local: Aos 22/04/2013, às 16:00 horas, na sede da Sociedade, situada na Cidade de São Paulo/SP, na Rua Leopoldo Couto de Magalhães, nº 110, Condomínio Edifício JK Tower, cjs. 21 e 22, parte, Jd. Paulista, CEP 04542-000. 2. Convocação: Convocação efetuada em conformidade com o art. 124 da Lei nº 6.404/76, publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo e no Diário do Comércio nos dias 12, 13 e 14/04/2013. 3. Presenças: Acionistas representando 93,64% do capital social, conforme assinaturas lançadas no Livro de Presença de Acionistas. 4. Mesa: Roberto de Oliva Mesquita - Presidente; Nelson Magalhães Graça - Secretário. 5. Ordem do Dia: em Assembleia Geral Ordinária: (a) prestação de contas dos Administradores, exame, discussão e deliberação sobre as demonstrações financeiras relativas ao exercício de 2012; e (b) deliberação sobre a destinação do lucro líquido; e (c) fixação de remuneração global anual para a Administração da Companhia; e, em Assembleia Geral Extraordinária: (a) criação do Conselho de Administração; (b) eleição dos membros do Conselho de Administração; (c) reformulação do Estatuto Social; e (e) consolidação do Estatuto Social. 6. Deliberações: Os acionistas presentes, com abstenção dos legalmente impedidos, deliberaram, por unanimidade, em Assembleia Geral Ordinária: (a) aprovar, sem qualquer restrição ou ressalva, o relatório da administração e as demonstrações financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31/12/2012, acompanhados do parecer da KPMG Auditores Independentes Ltda., documentos estes que foram publicados no Diário Oficial do Estado de São Paulo e no Diário do Comércio, que circularam no dia 20/03/2013; e (b) aprovar, sem restrições ou ressalvas, a proposta da administração para a destinação do lucro líquido do exercício social encerrado em 31/12/2012, no montante de R$ 16.563.255,37 da seguinte forma: (i) constituição de Reserva Legal no montante de R$ 828.162,77, equivalente a 5% do lucro líquido do exercício, nos termos do Art. 193 da Lei nº 6404/1976;(ii) constituição de reserva estatutária no montante de R$ 887.160,38;(iii) constituição de reserva de lucros a realizar no montante de R$ 7.441.557,42;(iv) ratificar a distribuição de dividendo obrigatório relativo ao exercício de 2012, no montante de R$ 2.073.383,80, à razão de R$ 0,00022 para cada ação, aprovada nas Reuniões de Diretoria datadas de 31/10/2012, e 28/01/2013; (iv) ratificar a distribuição de dividendo adicional relativo ao exercício de 2012, no montante de R$ 5.332.991,00, à razão de R$ 0,00057 para cada ação ordinária, aprovados na Reunião de Diretoria datada de 28/01/2013;(c) fixar a remuneração global anual da Administração em até R$ 500.000,00; e, em Assembleia Geral Extraordinária: (a) criar um Conselho de Administração, que será composto por até 04 membros e se regerá nos termos do Estatuto Social, o qual será alterado, deliberado e aprovado em Assembleia Geral Extraordinária; (b) eleger, para os cargos do Conselho de Administração, Nelson Magalhães Graça,brasileiro, separado judicialmente, economista, portador da Cédula de Identidade RG nº 4.599.848 inscrito no Cadastro de Pessoas Físicas do Ministério da Fazenda sob nº 039.682.298-49, domiciliado na Rua Leopoldo Couto de Magalhães, nº 110, Condomínio Edifício JK Tower, cjs. 21 e 22 parte, Jd. Paulista, CEP 04542-000; Maria Suzanna de Campos Mesquita, brasileira, casada sob o regime de comunhão parcial de bens, portadora de Cédula de Identidade RG nº 14.459.880-2, inscrita no CPF/MF sob o nº 089.310.878-29, domiciliada na Rua Leopoldo Couto de Magalhães, nº 110, Condomínio Edifício JK Tower, cjs. 21 e 22 parte, Jd. Paulista, CEP 04542-000;e Guilherme de Noronha Dale,brasileiro, casado, engenheiro químico, portador da Cédula de Identidade RG nº 12.239.1974, inscrito no CPF/MF sob o nº 098.221.357-34, domiciliado na Estrada Carlos Queiroz Telles, nº 162, apto. 151-A, Jd. Fonte do Morumbi, São Paulo, SP, CEP 05704-150.Todos os Conselheiros declaram, neste ato, que não estão impedidos de exercer a administração da Companhia, por não estarem incursos em nenhum dos crimes legalmente previstos que os impeçam de exercer atividades empresariais, bem como que, sob as penas da lei, não estão impedidos de exercer a administração da Companhia, por lei especial, ou em virtude de condenação criminal, ou por se encontrarem sob os efeitos dela, a pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos; ou por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato, ou contra a economia popular, contra o Sistema Financeiro Nacional, contra normas de defesa da concorrência, contra as relações de consumo, fé pública, ou a propriedade, ou qualquer outro que o impeça de exercer atividades mercantis.Os Conselheiros eleitos tomam posse neste ato;(c) em função da criação do Conselho de Administração, alterar o artigo 2º;artigo 7º; artigo 10; capítulo IV e seus artigos e renumerar os Artigos 17 a 25 que passarão a ser Artigos 21 a 29; (d) consolidar o Estatuto Social, procedendo a todos os ajustes necessários, cujo texto consolidado segue anexo à presente ata, conforme a seguir: Estatuto Social Consolidado da São Eutiquiano Participações S.A., CNPJ/MF nº 12.125.536/0001-12, NIRE 35.300.417.577. Capítulo I - Denominação, Sede Objeto e Duração.Art.1º - A São Eutiquiano Participações S.A. (“Companhia”) é uma sociedade anônima de capital fechado, regendose pelo presente estatuto e pelas disposições legais que lhe forem aplicáveis. Art. 2º - A Companhia tem sede e foro na cidade de São Paulo/ SP, na Rua Leopoldo de Couto Magalhães, nº 110, Condomínio Edifício JK Tower, cjs. 21 e 22, parte, Jardim Paulista, CEP 04542-000, onde funcionará seu escritório administrativo, podendo, por deliberação do Conselho de Administração, respeitadas as prescrições e normas legais, criar filiais, escritórios ou representações em qualquer parte do território nacional ou no exterior. Art. 3º - A Companhia tem por objeto social a: I - a administração de bens próprios, excetuando-se aqueles que dependam de autorização governamental ou registro em órgãos de classe e correlatos; e II - a participação em outras sociedades, sejam simples ou empresárias, como sócia ou acionista. Art. 4º - A Companhia terá duração por prazo indeterminado.Capítulo II - Capital Social e Ações.Art.5º - O capital social totalmente subscrito e integralizado, em moeda corrente nacional é de R$ 20.000.000,00, divididos em 9.346.739.939 ações ordinárias nominativas, sem valor nominal. Parágrafo 1º As deliberações serão tomadas em Assembléia Geral pelos acionistas, de acordo com a participação de cada um no capital social da Companhia. Parágrafo 2º - As ações ordinárias não serão conversíveis em ações preferenciais. Parágrafo 3º - Os acionistas terão direito de preferência para subscrição de novas ações, bem como no caso de qualquer cessão, transferência ou outra forma de alienação de suas ações de acordo com a proporção detida no capital social, nos termos dos artigos 171 e 172 da Lei das Sociedades Anônimas. Capítulo III Da Assembléia Geral. Art.6º - A assembléia geral reunir-se-á, ordinariamente, em um dos 4 (quatro) meses seguintes ao término do exercício social e extraordinariamente nos casos legais, guardados os preceitos de direito nas respectivas convocações. Art. 7º - A Assembléia Geral será convocada pela Diretoria ou pelo Conselho de Administração sendo os anúncios publicados, na forma da Lei, deles constando a ordem do dia, o local, a data e horário da reunião e, no caso de reforma do estatuto, a indicação das matérias a serem alteradas.Art.8º - Poderão tomar parte na Assembléia Geral os titulares de ações da Companhia ou seus representantes legais, mediante prova de sua identidade e condição. Art. 9º - Antes de se instalar a Assembléia Geral, os acionistas se identificarão e assinarão o “Livro de Presenças”, indicando o seu nome e a quantidade de ações que representarem.Art.10 - A Assembléia Geral será instalada e presidida pelo Presidente do Conselho de Administração, ou, em sua ausência, por outro Conselheiro. Capítulo IV - Administração da Sociedade. Art. 11 - A Companhia será administrada por um Conselho de Administração e por uma Diretoria.Seção I - Conselho de Administração.Art.12 - O Conselho de Administração será composto por até 04 conselheiros, acionistas ou não, eleitos pela Assembléia Geral, com mandato de 02 anos, permitida a reeleição, devendo sua remuneração global ser deliberada em Assembléia Geral, sem qualquer designação específica. Parágrafo 1º - Os membros do Conselho de Administração tomarão posse mediante a assinatura do respectivo termo de posse, que será lavrado no livro de reuniões do Conselho de Administração. Parágrafo 2º - Alternativamente, poderão os membros do Conselho de Administração, caso estejam presentes ao ato que deliberar sua eleição, tomar posse neste mesmo ato, ficando suprida a exigência do Parágrafo 1º, acima. Parágrafo 3º - A Assembleia Geral que eleger os membros do Conselho de Administração deverá também eleger, dentre eles, qual será o Presidente e o Vice-Presidente. Art. 13 - O Conselho de Administração reunir-se-á trimestralmente, ou sempre que necessário, mediante convocação de qualquer de seus membros. Parágrafo 1º - As convocações far-se-ão por escrito, com pelo menos 48 (quarenta e oito) horas de antecedência, por carta, correio eletrônico ou qualquer outro meio escrito, devendo mencionar o local, data e horário da reunião e a respectiva ordem do dia.Parágrafo 2º - Cada membro terá um voto nas reuniões do Conselho de Administração, e as deliberações serão tomadas sempre por maioria absoluta de votos.Não havendo maioria absoluta, a matéria em discussão será considerada como não deliberada. Parágrafo 3º - Das deliberações tomadas pelo Conselho de Administração, lavrar-se-á ata em livro próprio. Art. 14 - Compete ao Conselho de Administração, além dos poderes e atribuições que a lei lhe confere, deliberar majoritariamente, por votos afirmativos da maioria de seus membros, sobre as matérias abaixo e, quando for o caso, manifestar-se previamente às deliberações privativas de Assembléia Geral: I - fixar a orientação geral dos negócios e aprovar o plano de investimentos da Companhia ou de qualquer de suas subsidiárias, coligadas, ou demais sociedades em que a Companhia detenha atualmente ou venha a deter participação acionária no futuro (“Empresas Ligadas”); II - convocar Assembléia Geral Extraordinária quando julgar conveniente, ou, se por qualquer motivo, estiver obrigado a fazê-lo; III - eleger e destituir os Diretores da Companhia e fixar-lhes as remunerações e as atribuições, observado o que a respeito dispuser o presente estatuto social; IV - aprovar previamente as indicações para eleição e destituição de administradores das Empresas Ligadas, quando aplicável, fixando também as atribuições e a remuneração, incluindo, mas não se limitando a, bônus, gratificações e benefícios;V - aprovar o orçamento anual, os cronogramas de aplicação de recursos e de aportes de capital e os cronogramas físico-financeiros dos projetos desenvolvidos pela Companhia ou por qualquer das Empresas Ligadas; VI - fiscalizar a gestão dos Diretores da Companhia e das Empresas Ligadas, examinar, a qualquer tempo, os livros e papéis da Companhia e das Empresas Ligadas, solicitar informações sobre contratos celebrados ou em via de celebração, e quaisquer outros atos de administração da Companhia e das Empresas Ligadas; VII - manifestar-se sobre o relatório da administração e as contas da Diretoria da Companhia e de qualquer das Empresas Ligadas; VIII - manifestar-se previamente sobre atos ou contratos relativos à associação, sob qualquer forma, da Companhia ou de qualquer das Empresas Ligadas com outras sociedades, especialmente os contratos firmados entre a Companhia e qualquer dos acionistas ou empresas que sejam controladoras destes, por eles controladas, ou estejam sob seu controle comum, quando o estatuto assim o exigir; IX - nomear e substituir os auditores independentes da Companhia ou de qualquer das Empresas Ligadas; X - aprovar qualquer alteração às práticas e políticas contábeis da Companhia ou de qualquer das Empresas Ligadas, exceto conforme exigido por lei; XI - criar comitês com funções de apoio e assessoramento do Conselho de Administração da Companhia ou de qualquer das Empresas Ligadas; XII - aprovar normas de procedimento ou regimentos internos da Companhia ou de qualquer das Empresas Ligadas, incluindo do próprio Conselho de Administração e de seus comitês; XIII - aprovar a celebração de contratos e obrigações com terceiros, que elevem os compromissos da Companhia ou das Empresas Ligadas, de prazo igual ou superior a 180 dias, inclusive avais e fianças; XIV - alterar as características de valores mobiliários já emitidos pela Companhia ou qualquer negociação com valores mobiliários de emissão da Companhia; XV - declarar ou pagar quaisquer proventos (dividendos ou juros sobre capital próprio) pela Companhia; XVI - aprovar o resgate antecipado de quaisquer valores mobiliários emitidos pela Companhia; XVI - aprovar a formação de associações ou joint-ventures, participação em consórcios ou a constituição ou aquisição de quaisquer cotas de sociedades em conta de participação pela Companhia ou qualquer das Empresas Ligadas;XVII - aprovar as aquisições e/ou alienações de qualquer participação detida pela Companhia, direta ou indiretamente, em qualquer das Empresas Ligadas existentes ou a serem constituídas; XVIII - definir o voto da Companhia e de seus respectivos representantes nas Assembleias Gerais, reuniões ou assembleias de sócios e quaisquer reuniões dos órgãos da administração das Empresas Ligadas; XIX - aprovar a celebração, alteração ou rescisão de qualquer acordo de acionistas em qualquer sociedade na qual a Companhia detenha, direta ou indiretamente, qualquer participação acionária; XX - aprovar qualquer matéria, medida ou ação que deva ser previamente aprovada pela Companhia nos termos de acordos de acionistas, acordos de sócios ou acordos de voto de que a Companhia ou as Empresas Ligadas sejam parte; e XXI - aprovar a indicação de procurador para representar a Companhia nas Assembleias Gerais, reuniões ou assembleias de sócios ou quaisquer reuniõe m m D C m m m m H m C m m m m m m m m m m N m m m m m m G m C m m m m m m C m m m G m m m m D D m m m C m mm m m C m O m m D m m m D D m m m m D D m m m m m C D m D m m m N m D D m D m C m D m m m m m m m G C m C m m m m m m m m D m C m m G m G O m m m m m G C m m m m m C m m m m m m D m C m m m m C m D D m m m m m m m m mm m D C m m m m m m D m m C m m m m m D C C OC m m m G m Q m O m C m m m m G m C m C D O m m m m m m

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CNPJ/MF Nº 12.594.102/0001-61 - NIRE 35224637672 AVISO AOS QUOTISTAS HIGHLAND BRASILINVEST GESTORA DE RECURSOS LTDA. (“SOCIEDADE”), em atendimento ao disposto no caput do artigo 133 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, informa aos seus Quotistas que estão disponíveis para consulta de V. Sas., na sede da SOCIEDADE, os seguintes documentos pertinentes à Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária da SOCIEDADE, convocada para o dia 15 de agosto de 2013: (i) relatório da administração sobre os negócios sociais e os principais fatos administrativos dos exercícios findos de 2010, 2011 e 2012; (ii) cópia das demonstrações financeiras referentes aos exercícios sociais findos de 2010, 2011 e 2012; (iii) demonstrações financeiras pro forma de 2013, até dia 30 de abril; e (iv) plano de negócios e orçamento para o exercício social de 2013. Poderão acessar os documentos e informações pessoas com poderes específicos outorgados pelos Quotistas da SOCIEDADE, mediante agendamento prévio com, ao menos, 48 (quarenta e oito) horas de antecedência. A administração da Sociedade coloca-se à disposição para quaisquer esclarecimentos que se fizerem necessários. São Paulo, 03 de julho de 2013. Highland Brasilinvest Gestora de Recursos Ltda. Por: Gustavo Alejandro Prilick (Diretor Presidente)

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ISPM Serviços de Informática Ltda. - CNPJ/MF nº 04.439.566/0001-75 - NIRE 33.208.039.144 Edital de Convocação - Reunião de Sócios Ficam convocados, pelo presente edital, todos os sócios da ISPM Serviços de Informática Ltda. (“Sociedade”) a se reunirem em Reunião de Sócios, a ser realizada no dia 17/07/2013, às 16:00 horas, na sede da Sociedade, na Cidade de São Paulo - SP, Rua Butantã, nº 518, 5°andar, Pinheiros, CEP 05424-000, para deliberar acerca da seguinte ordem do dia: (i) aumento do capital social da Sociedade; (ii) consolidação do Contrato Social da Sociedade. São Paulo, 05 de julho de 2013. João Carlos dos Santos Silva e Bruno Ferraz Musa, sócios.

Biofílica Investimentos Ambientais S.A. CNPJ/MF Nº 09.720.550/0001-50 - NIRE 35.300.358.201 Ata da Assembleia Geral Extraordinária Data/hora/local: 28/10/2008, às 10h00, na Rua Joaquim Floriano, 100- 19º andar - Conj. 192 - S. Paulo/SP. Presença: Totalidade do capital social. Mesa: Presidente - Juscelino Fernandes Martins; Secretário - Claudio Benedito Valladares Pádua. Deliberação: “Aprovada por unanimidade” à nomeação do Sr. Plinio Pagnoncelli Aguiar Ribeiro, CPF nº. 960.333.201-15, para o Cargo de Diretor de Projetos e Operações, não empregado com “FGTS” com remuneração mensal no valor bruto de RS 5.784,19 a partir da presente data. Encerramento: Formalidades legais foram devidamente arquivadas e registradas na JUCESP nº 60.404/09-7 em 12/02/2009.

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SV Holding Ltda. CNPJ/MF nº: 08.696.043/0001-65 - NIRE: 35.221.260.543 16ª Alteração do Contrato Social Pelo presente instrumento particular, as partes abaixo assinadas: (a) Lígia Souto Vidigal, brasileira, RG nº 3.189.059-3 - SSP/SP e CPF/MF nº 049.835.108-42; (b) Regina Vidigal Guarita, brasileira, RG nº 3.227.943-7 - SSP/SP e CPF/MF nº 030.506.918-75; (c) Dario Ferreira Guarita Filho, brasileiro, RG nº 3.290.721-7 - SSP/SP e CPF/MF nº 024.233.678-72; (d) Eduardo Vidigal Andrade Gonçalves, brasileiro, RG nº 18.632.636-1 - SSP/SP e CPF/MF nº 105.611.098-85; (e) Guilherme Vidigal Andrade Gonçalves, brasileiro, RG nº 21.319.729-7 - SSP/SP e CPF/MF nº 105.611.068-60; (f) Luis Vidigal Andrade Gonçalves, brasileiro, RG nº 27.995.907-2 - SSP/SP e CPF/ MF nº 105.611.078-31; (g) Teresa Guarita Grynberg, brasileira, RG nº 19.456.555 - SSP/SP e CPF/MF nº 214.683. 178-22; (h) Heloisa Vidigal Guarita Padilha, brasileira, RG nº 22.289.017-4 - SSP/SP e CPF/MF nº 267.967.828-10; (i) Dario Ferreira Guarita Neto, brasileiro, RG nº 22.289.016-2 - SSP/SP e CPF/MF nº 270.180.688-78. Únicos Sócios da sociedade empresária limitada, SV Holding Ltda. (“SVH”), com sede na Rua Funchal, 263, 18º andar, conj.181, V. Olímpia, S. Paulo/SP - CEP 04551-060, CNPJ/MF nº 08.696.043/0001-65, com seus atos constitutivos devidamente arquivados na (“JUCESP”) NIRE 35.221. 260.543, resolvem alterar o contrato social da SVH atualmente em vigor, nos seguintes termos e condições: 1. Os sócios resolvem aprovar a redução do capital social da Sociedade, integralmente realizado, de R$ 8.603.051,52 para R$ 6.237.994,98 uma redução, portanto, de R$ 2.365.056,54 mediante a absorção de prejuízos acumulados, no valor de R$ R$ 165.054,08 apurados em balanço levantado em 31/05/2013, e mediante a entrega aos sócios, na proporção de suas participações, de recursos financeiros de propriedade da Sociedade, no montante de R$ 2.200.002,46 em virtude dos sócios entenderem que o capital social da Sociedade se mostra excessivo em relação ao seu objeto social, havendo, consequentemente, uma redução proporcional do número de quotas dos sócios. 2. Em razão da deliberação acima tomada, resolvem os sócios alterar a Cláusula 5ª do Contrato Social da Sociedade, que passa a vigorar com a seguinte redação: “Cláusula 5ª - O capital social da Sociedade, totalmente subscrito e integralizado em moeda corrente nacional, é de R$ 6.237.994,98 dividido em 4.243.534 quotas, no valor nominal de R$ 1,47 (cada uma, assim distribuídas entre os sócios: Sócios - Quotas - Valor (R$); Lígia Souto Vidigal - 1.060.883 - 1.559.498,01; Regina Vidigal Guarita - 1.060.882 - 1.559.496,54; Dario Ferreira Guarita Filho - 1 - 1,47; Eduardo Vidigal Andrade Gonçalves - 353.628 - 519.833,16; Guilherme Vidigal Andrade Gonçalves - 353.628 - 519.833,16; Luis Vidigal Andrade Gonçalves - 353.628 - 519.833,16; Heloisa Vidigal Guarita Padilha - 353.628 - 519.833,16; Teresa Guarita Grynberg - 353.628 - 519.833,16; Dario Ferreira Guarita Neto - 353.628 - 519.833,16; Total - 4.243.534 - 6.237.994,98. § 1º - A responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas quotas, mas todos respondem solidariamente pela integralização do capital social. § 2º - Cada quota confere ao seu titular o direito a um voto nas deliberações sociais, as quais serão tomadas por maioria de votos, salvo quórum específico previsto na legislação em vigor, ou neste Contrato Social.” 3. Os sócios resolvem, por fim, ratificar todas as demais cláusulas e condições do Contrato Social, não expressamente modificadas pelo presente, que permanecem em vigor e inalteradas. E, por estarem assim justas e contratadas, as partes assinam o presente instrumento em 3 vias de igual teor e forma, na presença de duas testemunhas. S. Paulo, 04/07/2013. Sócios: Lígia Souto Vidigal, Regina Vidigal Guarita, Dario Ferreira Guarita Filho, Eduardo Vidigal Andrade Gonçalves, Guilherme Vidigal Andrade Gonçalves, Luis Vidigal Andrade Gonçalves, Heloisa Vidigal Guarita Padilha, Teresa Guarita Grynberg, Dario Ferreira Guarita Neto. Testemunhas: Alain Pinheiro Ferreira - RG nº 23.758.075-5 - SSP-SP; Fabiana Soares - RG nº 28.016.587-0 - SSP-SP.

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Biofílica Investimentos Ambientais S.A. CNPJ/MF nº 09.720.550/0001-50 - NIRE 35.300.358.201 Ata da Assembleia Geral Extraordinária Data/Hora/Local: 09/08/2011, às 12h00, na Rua Joaquim Floriano, 100, 19º andar, conj. 192 – S. Paulo/SP. Presença: Totalidade do capital social. Convocação: Dispensada nos termos do Art. 124, § 4º da Lei 6.404/76. Mesa: Juscelino Fernandes Martins - Presidente; Plinio Ribeiro - Secretário. Deliberações: “Aprovadas, por unanimidade” (i) o aumento do capital social da Cia, no montante de R$ 1.088.328,00 passando esta da RS 5.400.000,00 p/ R$ 6.488.328,00 mediante a emissão da 2.333.452 novas ações, ordinárias, nominativas e s/ valor nominal, ao preço da emissão do R$ 2,14274816880741 por ação, fixado c/ base no Art. 170, § 1º, inciso I da Lei 6.404/76. O valor a ser pago pelos subscritores pela subscrição das ações é de R$ 5.000.000,00 dos quais R$ 1.038.328,00 serão destinados ao capital social e R$ 3.911.672,00 pagos a titulo de ágio na subscrição das novas ações, serão destinados à formação de Reserva de Capital. As ações ora emitidas foram totalmente subscritas, c/ a expressa anuência dos demais acionistas da Cia, quais sejam: Juscelino Fernandes Martins, Claudio Benedito Valladares Pádua, Guilherme Peirão Leal, José Guimaraes Monforte, Sérgio Alair Barroso e Pedro Luiz Barreiros Passos, que expressamente renunciaram ao direito de preferência que lhes assiste, pelos acionistas ora ingressantes Hankoe Fundo de investimento em Participações e Fundo de investimentos em Participações Zest Par, nos termos do Boletim de Subscrição que integra a presente ata na forma do Anexo l. As ações ora subscritas serão integralizadas, em moeda corrente nacional, no prazo de até 30 dias contados da presente data, conforme previsto no Boletim de Subscrição. Tendo em vista a deliberação acima, os acionistas deliberaram alterar o caput do Art. 5º do Estatuto Social da Cia, que passa a vigorar c/ a redação constante do Anexo II a presente Ata. (ii) a alteração do numero de membros efetivos e suplentes do Cons. de Administração da Cia, passando este órgão a ser composto por no mínimo 03 e no máximo 8 membros titulares, e igual numero de suplentes, c/ mandato unificado de 1 ano p/ todo o Cons. de Administração, c/ a consequente alteração do Art. 14 do Estatuto Social, conforme consta do Anexo II a presente ata. (iii) Consignar o recebimento do pedido de renúncia dos Srs. membros do Cons. de Administração, composto pelos Srs. Juscelino Fernandes Martins, CPF/MF nº 526.406.806-25 e CI nº MG 2.195.903, SSP/MG, Presidente do Cons. de Administração, Claudio Benedito Valladares Pádua, CPF/MF nº 025.266.467-15 e CI nº 2095470, IFP/RJ, Vice-Presidente do Cons. de Administração, José Guimaraes Monforte, CPF/MF nº 447.507.658-72 e CI nº 4.127.063, SSP/SP, membro, efetivo do Cons. de Administração, Sergio Alair Barroso, CPF/MF nº 609.555.898-00 e CI nº 810.098-6, SSP/SP, membro efetivo do Cons. de Administração e Pedro Luiz Barreiros Passos, CPF/MF nº 672.924.618-91 e CI nº 4.700.753, SSP/SP, membro efetivo do Cons. de Administração, cargos p/ os quais foram eleitos na AGE realizada em 24/06/2008, outorgando a Cia, aos mesmos, e deles recebendo, a mais ampla, geral e irrevogável quitação quanto aos atos praticados na qualidade de administradores, p/ mais nada ser reclamado a qualquer titulo e a qualquer tempo. (iv) eleger p/ ocupar as vagas do Cons. de Administração da Cia, todos c/ mandato unificado de 1 ano contado a partir da presente data, os Srs: Juscelino Fernandes Martins, acima qualificado p/ o cargo de Presidente do Cons. de Administração, Claudio Benedito Valladares Pádua, acima qualificado p/ o cargo de Vice-Presidente do Cons. de Administração, Guilherme Peirão Leal CPF/MF nº 383599108-63 e RG nº 4.105.990-6 SSP/SP, como membro efetivo do Cons. de Administração; José Guimaraes Monforte, acima qualificado como membro efetivo do Cons. de Administração; Sergio Alair Barroso, acima qualificado, como membro efetivo do Cons. de Administração; Pedro Luiz Barreiros Passos, acima qualificado, como membro efetivo do Cons. de Administração; Haakon Lorentzen, norueguês, CIE RNE nº W-2064-10-E SE/DPMAF/DPF, CPF/MF nº 667258.797-72, como membro efetivo do Cons. de Administração e como seu suplente, o Sr. José Manuel Oliveira Carregal, RG nº 05.418.484-1 IFP/RJ, e CPF/MF nº 010.774.337-00; e José Roberto Marinho, RG nº 03.653.668-8 IFP/RJ, e CPF/MF nº 374.224.487·68, como membro efetivo do Cons. de Administração e como seu suplente, o Sr. Eduardo Gomes de Almeida, RG nº 3.811.401 IFP/RJ, e CPF/MF nº 625.930137-53. Os Conselheiros ora eleitos declararam, sob as penas da lei, que cumprem todos os requisitos previstos no art. 147 da Lei 6.404/76 p/ a sua investidura como membros do Cons. de Administração da Cia. Os Conselheiros eleitos tomarão posse em seus cargos mediante a assinatura dos respectivos Termos de Posse Lavrados no Livro de Atas de Reuniões do Cons. de Administração da Cia. Dessa forma, o Cons.de Administração da Cia, c/ mandato até 09/08/2012, terá a seguinte composição: Juscelino Fernandes Martins - Presidente do Cons. de Administração; Claudio Benedito Valladares Pádua - Vice-Presidente do Cons. de Administração; Guilherme Peirão Leal; José Guimaraes Monforte; Sérgio Alair Barroso; Pedro Luiz Barreiros Passos; Haakon Lorentz e José Manuel Oliveira Carregal (suplente); José Roberto Marinho e Eduardo Gomes de Almeida (suplente). (v) a alteração da redação do Art. 17, inciso VIII do Estatuto Social, p/ constar que os auditores independentes responsáveis pela auditoria anual das demonst. financeiras da Cia devem ser devidamente registrados na (CVM); (vi) a alteração da redação do Art. 24 do Estatuto Social, p/ constar que as demonst. financeiras serão auditadas por auditor independente selecionado pela Assembleia Geral e registrado na CVM, conforme redação constante do Anexo II a presente Ata; (vii) a inclusão do Art. 32 ao Estatuto Social, o qual prevê que a Cia deve disponibilizar a qualquer acionista o acesso a contratos firmados c/ partes relacionadas, acordos de acionistas e programas de opções de aquisição de ações ou de outros títulos ou valores mobiliários de emissão da Cia, nos termos da instrução CVM n.º 391, de 16/07/2003, conforme alterada (“Instrução CVM n.º 391/03”), conforme redação constante do Anexo II a presente Ata; (viii) a inclusão do Art. 33 ao Estatuto Social, o qual prevê que a Cia, no caso de abertura de seu capital, devera aderir a segmento especial de bolsa de valores ou de entidade mantenedora de mercado de balcão organizado que assegure, no mínimo, níveis diferenciados práticas de governança corporativa, nos termos da Instrução CVM n.º 391/03, conforme redação constante do Anexo II a presente Ata; (ix) a inclusão do “Cap. VIII - Resolução de Conflitos” ao Estatuto Social, o qual prevê que a Cia, seus acionistas e administradores obrigam-se a resolver por meio de arbitragem, toda e qualquer disputa ou controvérsia que possa surgir entre eles, de acordo c/ a redação constante do Anexo Il a presente Ata, e (x) Em decorrência das deliberações acima, aprovar a consolidação do Estatuto Social da Cia, o qual passa a vigorar c/ a redação constante do Anexo II a presente ata. Encerramento: Formalidades legais foram devidamente arquivadas e registradas na JUCESP nº 302.601/12-0 em 13/07/2012. Estatuto Social – Cap. I - Denominação, Sede, Objeto e Duração: Art. 1º - Biofílica Investimentos Ambientais S.A. (Cia) é uma sociedade por ações que se rege pelo presente Estatuto e pela legislação aplicável, em especial da Lei 6.404/76, conforme alterada (Lei nº 6.404/76). Art. 2º - A Cia tem sede e foro em S. Paulo/SP, na Rua Joaquim Floriano, 100, 19º andar, conj. 192, podendo instalar e encerrar filiais, agências, depósitos, escritórios, representações e quaisquer outros estabelecimentos no País ou no exterior, por deliberação da Diretoria. Art. 3º - A Cia tem por objeto social a compra e venda de bens e direitos de qualquer natureza, o fomento e financiamento de pesquisa e atividades ligadas ao meio ambiente e à conservação ambiental; a participação, como sócia ou acionista, em outras sociedades, simples ou empresárias, em empreendimentos comerciais de qualquer natureza, no Brasil e/ou no exterior, e a administração de bens próprios. Art. 4º - O prazo de duração da Cia é indeterminado. Cap. II - Capital Social e Ações: Art. 5º - O capital social totalmente subscrito e parcialmente integralizado da Cia é de R$ 6.488.328,00 dividido em 10.733.452 ações, todas ordinárias, nominativas e s/ valor nominal. § 1° - As ações representativas do capital social são indivisíveis em relação à Cia e cada ação ordinária confere ao seu titular o direito a um voto nas Assembleias Gerais. § 2° - As ações preferenciais não lerão direito a voto consistindo suas preferências em: (i) direito ao recebimento de dividendos iguais aos dividendos atribuídos p/ as ações ordinárias; e (ii) prioridade no reembolso de capital em relação às ações ordinárias no caso de liquidação da Cia, em montante a ser calculado pela divisão do valor do patrimônio líquido da Cia pelo número de ações em circulação, s/ prêmio, sendo que, na medida em que os reembolsos finais a serem pagos aos acionistas excedam o patrimônio líquido da Cia, as ações preferenciais receberão sua parte proporcional a tal excesso. § 3° - Nos casos de pagamento de reembolso a acionistas, será utilizado o valor patrimonial da ação, nos termos da lei. Art. 6° - À Cia é facultado emitir ações ordinárias e preferenciais, s/ guardar proporção c/ as espécies e/ou classes de ações já existentes, ou que possam vir a existir, observado o limite legal p/ ações preferenciais s/ voto ou c/ voto restrito. Art. 7° - É vedado à Cia emitir partes beneficiárias. Cap. III - Órgãos da Cia - Seção I - Assembleia Geral: Art. 8º - A Assembleia Geral reunir-se-á ordinariamente uma vez por ano extraordinariamente, quando convocada nos termos da lei ou deste Estatuto Social. Art. 9° - A Assembleia Geral será instalada e presidida pelo Presidente do Cons. de Administração ou, na sua ausência, pelo Vice-Presidente do Cons. de Administração ou, na sua ausência, por acionista escolhido pela maioria de votos dos presentes, cabendo ao Presidente de Assembleia Geral indicar o secretário que poderá ser acionistas ou não da Cia. Art. 10 - Compete à Assembleia Geral, além das atribuições previstas em lei e neste Estatuto Social: I. fixar a remuneração global anual dos membros do Cons. de Administração e da Diretoria, assim como a dos membros do Cons. Fiscal, se instalado; II. tomar, anualmente, as contas dos administradores e deliberar sobre as demonst. financeiras por eles apresentadas; III. reformar o Estatuto Social; IV. deliberar sobre a dissolução, liquidação, fusão, cisão, incorporação da Cia, ou de qualquer sociedade na Cia; V. atribuir bonificações em ações e decidir sobre eventuais grupamentos e desdobramentos de ações; VI. aprovar planos de outorga de opção de compra ou subscrição de ações aos seus administradores e empregados, assim como aos administradores e empregados de outras sociedades que sejam controladas direta ou indiretamente pela Cia; VII. deliberar, de acordo com proposta apresentada pela administração, sobre a destinação do lucro do exercicio e a distribuição de dividendos; VIII. eleger o liquidante, bem como o Cons Fiscal que deverá funcionar no período de liquidação; e IX. deliberar sobre qualquer matéria que lhe seja submetida pelo Cons. de Administração. Seção II - Administração - Sub-Seção I: Disposições Gerais: Art. 11 - A Cia será administrada pelo Cons. de Administração e pela Diretoria. § 1º - A investidura nos cargos far-se-á por termo de posse lavrado em livro próprio, assinado pelo administrador empossado, dispensada qualquer garantia de gestão. § 2º - Os administradores permanecerão em seus cargos até a posse de seus substitutos. Art. 12 - A Assembleia fixará um limite de remuneração global anual p/ distribuição entre os administradores e caberá ao Cons. de Administração deliberar sobre a remuneração individual dos administradores, observado o disposto neste Estatuto Social. Art. 13 - Observada convocação regular na forma deste Estatuto Social, qualquer dos órgãos de administração se reúne validamente com a presença da maioria de seus membros e delibera pelo voto da maioria dos presentes, observados Acordos de Acionistas arquivados na sede da Cia. Sub-Seção II - § Único - Somente será dispensada a convocação prévia de todos os administradores p/ reunião, como condição de sua validade, se estiverem presentes todos os membros do órgão a se reunir, admitida, para este fim, verificação de presença mediante apresentação de votos por escrito entregues por outro membro ou enviados á Cia previamente á reunião. Art. 14 - O Cons. de Administração será composto por no mínimo 03 e no máximo 8 membros titulares, e igual número de suplentes, eleitos e destituíveis a qualquer tempo temporário, essas funções deverão ser exercidas pelo Vice-Presidente do Cons. de Administração. § 2º - Ocorrendo vacância no Cons. de Administração que não resulte em composição inferior à maioria dos cargos do órgão, os demais membros do Cons. de Administração poderão (i) nomear substituto(s), que deverão permanecer no cargo até o final do mandato do(s) membro(s) substituído(s); ou (ii) optar por deixar vago(s) o(s) cargo(s) do(s) membro(s) vacante(s). § 3º - Ocorrendo vacância no Cons. de Administração que resulte em composição inferior à maioria dos cargos do órgão, o Cons. de Administração deverá convocar Assembleia Geral p/ eleger substituto(s) que deverão permanecer no cargo até o final do mandato do(s) membro(s) substituído(s). Art. 16 - O Cons. de Administração reunir-se-á, ordinariamente, trimestralmente, e, extraordinariamente, sempre que convocado pelo Presidente do Cons. de Administração ou pelo Vice-Presidente do Cons. de Administração. As reuniões do Conselho poderão ser realizadas. Excepcionalmente, por conferência telefônica, vídeo conferência ou por qualquer outro meio de comunicação no qual haja prova inequívoca da manifestação de voto. § 1º - As convocações para as reuniões serão feitas por escrito com antecedência mínima de 05 dias, por meio de carta, telegrama, fax, e-mail ou qualquer forma que permita a comprovação do recebimento da convocação pelo destinatário, devendo conter a ordem do dia e serem acompanhadas de documentação relativa à ordem do dia. § 2º - Todas as deliberações do Cons. de Administração constarão de atas lavradas no respectivo livro do Conselho e assinadas pelos conselheiros presentes. § 3º - Nas reuniões do Cons. de Administração são admitidos o voto escrito antecipado e o voto proferido por fax, correio eletrônico ou por qualquer outro meio de comunicação, computando-se como presentes os membros que assim votarem. Art. 17 - Compete ao Cons. de Administração, além de outras atribuições que lhe sejam atribuídas por lei ou pelo Estatuto: I. Exercer as funções normativas das atividades da Cia, podendo avocar p/ seu exame e deliberação qualquer assunto que não se compreenda na competência privativa da Assembleia Geral ou da Diretoria; II. Fixar a orientação geral dos negócios da Cia; III. Eleger e destituir os Diretores da Cia; IV. Atribuir aos Diretores suas respectivas funções, atribuições e limites de alçada não especificados neste Estatuto Social; V. Deliberar sobre a convocação da Assembleia Geral, quando julgar conveniente, ou no caso do art. 132 da Lei 6404/76; VI. Fiscalizar a gestão dos Diretores, examinando, a qualquer tempo, os livros e papéis da Cia e solicitando informações sobre contratos celebrados ou em vias de celebração e quaisquer outros atos; VII. Apreciar os resultados trimestrais das operações da Cia; VIII. Escolher e destituir os auditores independentes, que deverão ser devidamente registrados na CVM p/

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ECONOMIA/LEGAIS - 19

Biofílica Investimentos Ambientais S.A. CNPJ/MF nº 09.720.550/0001-50 - NIRE 35.300.358.201 Ata de Reunião do Conselho de Administração Data/hora/local: Aos 16/03/2012, às 09h00, na Rua Joaquim Floriano, 100, 19º andar, conj. 192 – S. Paulo/SP. Convocação e Presenças: Dispensada a convocação pela totalidade dos membros do Cons. de Administração. Mesa: Juscelino Fernandes Martins - Presidente; Plinio Pagnoncelli Aguiar Ribeiro - Secretario. Deliberações: “Aprovadas, por unanimidade” (i) o Relatório da Administração, e as Demonstrações Financeiras, relativos ao exercício findo em 31/12/2011; (ii) a não distribuição de dividendos, tendo em vista a apuração de prejuízo no montante de RS 954.376,00 conforme consta nas Demonstrações Financeiras ao exercício findo em 31/12/2011; e (iii) convocar a AGO, ficando a Diretoria da Cia autorizada a tomar todas as providências necessárias para a realização da AGO. Encerramento: Formalidades legais foram devidamente arquivadas e registradas na JUCESP nº 269.991/12-8 em 28/06/2012.

Au o Pos o Campobasso L da o na púb co que ecebeu da Ce esb a L cença Ope ação 48002335 Va da a é 11 07 2018 pa a combus ve s pa a ve cu os Au omo o es Pos o evendedo es s o à Av Lu z Pequ n 1090 Jd Pa e mo São Be na do do Campo SP

Biofílica Investimentos Ambientais S.A. CNPJ/MF Nº 09.720.550/0001-50 - NIRE 35.300.358.201 Ata de Assembleia Geral Ordinária Data/hora/local: 18/06/2012, às 12h00, na Rua Joaquim Floriano, 100, 19º andar, conj. 192 – S. Paulo/SP. Presença: Totalidade do capital social. Convocação: Dispensada na forma da lei. Mesa: Juscelino Fernandes Martins - Presidente; Plinio Ribeiro - Secretario. Publicações Prévias: Demonstrações Financeiras publicadas no “Diário Oficial do Estado de São Paulo” e no “Diário de Noticias”em 28/04/2012. Deliberações:“Aprovadas, por unanimidade” (i) o Relatório da Administração, e as Demonstrações Financeiras auditadas, relativos ao exercício findo em 31/12/2011, (i.a) foi considerada sanada pelos acionistas a inobservância do prazo legal para a publicação das Demonstrações Financeiras; e (i.b) as Demonstrações Financeiras foram colocadas a disposição dos acionistas 1 mês antes da presente data; (ii) a não distribuição de dividendos, tendo em vista a apuração de prejuízo no montante de R$ 954.376,00 conforme consta nas Demonstrações Financeiras do exercício findo em 31/12/2011; (iii) a remuneração global dos administradores para o exercício de 2012 em até R$ 184.320,00. Esclarecimento: Não foi solicitada a instalação do Cons. Fiscal para o exercício de 2012. Encerramento: Formalidades legais foram devidamente arquivadas e registradas na JUCESP nº 394.586/12-8 em 06/09/2012.

Biofílica Investimentos Ambientais S.A. CNPJ/MF nº 09.720.550/0001-50 - NIRE 35.300.358.201 Ata da Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária Data/hora/local: 30/04/2010, às 9h00, na Rua Joaquim Floriano, 100 - 19º andar- Conj. 192 – S. Paulo/SP. Presenças: Totalidade do capital social. Mesa: Presidente - Juscelino Fernandes Martins; Secretario - Plinio Pagnoncelli Aguiar Ribeiro. Publicações: Dispensadas na forma da lei. Deliberações: “Aprovadas, por unanimidade”: a. AGE: (i) aceitar a renuncia apresentada a Cia em 31/03/2010, pelo membro efetivo do Cons. de Administração, Sr. Guilherme Peirão Leal, CPF/MF nº 383599108-63 e RG nº 4.105.990-6, SSP/SP, para o qual foi eleito em 24/06/2008, permanecendo vago tal cargo. b. AGO: (ii) as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social findo em 31/12/2009, publicadas nos jornais“Jornal do Commercio caderno São Paulo e Diário Oficial do Estado caderno empresarial” ambos em suas edições de 21/04/2010, previamente apreciadas e aprovadas pelo Cons. de Administração da Companhia, ficando sanado o cumprimento das obrigações previstas no Artigo 133 da Lei 6.404/76, nos termos do seu §4º, e consignando-se que a Cia apresentou prejuízo no exercício de 2009, não havendo lucro liquido a ser destinado. Não foi solicitada a instalação do Cons. Fiscal; (iii) Foi fixado o limite da remuneração anual global dos administradores em RS 135.000,00. Encerramento: Formalidades legais foram devidamente arquivadas e registradas na JUCESP nº 229.421/10-6 em 05/07/2010.

serem responsáveis pela auditoria anual das demonstrações contábeis da Cia, observando-se, nessa escolha, o disposto na legislação aplicável. A empresa de auditoria externa reportar-se-á ao Cons. de Administração; IX. Apreciar o Relatório da Administração e as contas da Diretoria e deliberar sobre submissão á Assembleia Geral; X. Aprovar os orçamentos anuais da Cia e suas respectivas alterações; XI. Manifestar-se previamente sobre qualquer proposta a ser submetida á deliberação da Assembleia Geral; XII. Deliberar sobre a aquisição pela Cia de ações de sua própria emissão, ou sobre o lançamento de opções de venda e compra, referenciadas em ações. emissão da Cia, p/ manutenção em tesouraria e/ou posterior cancelamento ou alienação; XIII. Deliberar sobre a emissão de bônus de subscrição; XIV. Outorgar opção de compra de ações a seus administradores e empregados, assim como aos administradores e empregados de outras sociedades que sejam controladas direta ou indiretamente pela Cia, s/ direito de preferência p/ os acionistas, nos termos dos programas aprovados em Assembleia Geral; XV. Deliberar sobre a emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações e s/ garantia real; XVI. Autorizar a Cia a prestar garantias a obrigações de suas controladas e/ou subsidiárias integrais, sendo expressamente vedada a outorga de garantias a obrigações de terceiros; XVII. Aprovar qualquer aquisição ou alienação de bens do ativo permanente, cujo valor seja superior a R$ 100.000,00 (cem mil reais); XVIII. Aprovar a criação de ônus reais sobre os bens da Cia ou a outorga de garantias a terceiros por obrigações da própria Cia; XIX. Aprovar a obtenção de qualquer financiamento ou empréstimo, incluindo operações de leasing, em nome da Cia, não prevista no orçamento anual, cujo valor seja superior a R$ 100.000,00; XX. Aprovar qualquer transação ou conjunto de transações cujo valor seja igual ou superior a R$ 300.000,00 anuais envolvendo a Cia e qualquer Parte Relacionada, direta ou indiretamente. Para fins desta disposição, entende-se como parte relacionada qualquer administrador da Cia, empregado ou acionista que detenha, direta ou indiretamente, mais de 5% do capital social da Cia. XXI. Aprovar qualquer transação ou conjunto de transações p/ a mesma finalidade, independentemente do valor, cujo prazo de vigência seja maior ou igual a 12 meses. Sub-Seção III - Diretoria: Art. 18 - A Diretoria será composta de no mínimo 02 e no máximo 04 Diretores, sendo necessariamente 1 Dir. Presidente e 1 Dir. Científico e os demais, Diretores s/ designação específica. § 1º - Os diretores serão eleitos p/ mandato de 02 anos, podendo ser reeleitos, e devem atender aos requisitos estabelecidos na lei e no Estatuto Social p/ o desempenho de suas funções. § 2º - Os membros da Diretoria não reeleitos permanecerão no exercício dos respectivos cargos até a posse dos novos Diretores. § 3º - Na hipótese de impedimento definitivo ou vacância do cargo, o Cons. de Administração deverá ser imediatamente convocado p/ eleição de substituto. § 4º - A ausência ou impedimento de qualquer diretor por período contínuo superior a 30 dias, exceto se autorizada pelo Cons. de Administração, determinará o término do respectivo mandato, aplicando-se o disposto no § 3º deste artigo. § 5º - Um diretor não poderá substituir, simultaneamente, mais do que um outro diretor. § 6º - A Diretoria reunir-se-á por convocação de seu Dir. Presidente ou por quaisquer 02 membros em conjunto, sempre que os interesses sociais o exigirem. As reuniões, que se realizarão na sede social, serão instaladas com a presença da maioria de seus membros, sendo as respectivas deliberações tomadas pelo voto da maioria dos membros presentes, observados Acordo de Acionistas arquivados na sede social. Art. 19 - Compete aos Diretores administrar e gerir os negócios da Cia, especialmente: I. Cumprir e fazer cumprir este Estatuto Social e as deliberações da Assembleia Geral e do Cons. de Administração; II. Submeter, anualmente, à apreciação do Cons. de Administração e da Assembleia Geral, o Relatório da Administração e as contas da Diretoria, bem como a proposta de aplicação dos lucros apurados no exercício anterior; III. Submeter ao Cons. de Administração e à Assembleia Geral o orçamento anual; e IV. Apresentar trimestralmente ao Cons. de Administração o balancete econômico-financeiro e patrimonial detalhado da Cia e suas controladas. Art. 20 - Compete ao Dir. Presidente coordenar a ação dos Diretores e dirigir a execução das atividades relacionadas c/ o planejamento geral da Cia, além das funções, atribuições e poderes a ele cometidos pela Assembleia Geral, e observadas a política e orientação previamente traçadas pelo Cons. de Administração: I. Convocar e presidir as reuniões da Diretoria; II. Superintender as atividades de administração da Cia, coordenando e supervisionando as atividades dos membros da Diretoria; III. Propor, s/ exclusividade de iniciativa, ao Cons. de Administração a atribuição de funções a cada Diretor no momento de sua respectiva eleição; IV. Representar a Cia ativa e passivamente, em juízo ou fora dele, observado o previsto no Art. 21 deste Estatuto Social; V. Coordenar a política de pessoal, organizacional, gerencial, operacional e de marketing da Cia; VI. Anualmente, elaborar e apresentar ao Cons. de Administração e à Assembleia Geral o plano anual de negócios e o orçamento anual da Cia; e VII. Administrar os assuntos de caráter societário em geral. Art. 21 - A Cia será representada da seguinte forma: (a) por 02 diretores, sendo um deles necessariamente o Dir. Presidente; (b) por quaisquer 02 diretores, p/ a prática de atos que envolvam exclusivamente a representação da Cia em processos judiciais elou administrativos, inclusive p/ a outorga de procurações p/ fins de representação da Cia em citados processos; (c) pelo Dir. Presidente em conjunto c/ 01 procurador c/ poderes específicos; e (d) por 01 ou mais procuradores c/ poderes específicos, nos termos do § Único. § Único - As procurações serão sempre outorgadas em nome da Cia pelo Dir. Presidente em conjunto c/ qualquer outro Diretor, e terão prazo de validade limitado ao máximo de 01 ano. As procurações para fins de representação judicial ou para fins de representação perante repartições aduaneiras, Receita Federal, Secretarias Estaduais da Fazenda, Prefeituras, INSS, FGTS, Delegacias Regionais do Trabalho, Delegacias de Polícia, órgãos de proteção e defesa do consumidor, dentre outros órgãos públicos, excepcionalmente, poderão ser outorgadas por quaisquer 02 Diretores, em conjunto. Apenas as procurações p/ fins de representação judicial serão outorgadas s/ limitação do prazo de validade. Seção III – Cons. Fiscal: Art. 22 - O Cons. Fiscal da Cia c/ as atribuições estabelecidas na Lei 6.404/76 será composto de 03 a 05 membros e igual número de suplentes, acionistas ou não, eleitos pela Assembleia Geral, observada a qualificação e demais requisitos estabelecidos na Lei 6.404/76, c/ mandato até a realização da AGO subsequente á sua instalação. § 1º - O Cons. Fiscal não funcionará em caráter permanente e somente será instalado mediante solicitação dos acionistas, de acordo c/ as disposições legais. § 2º - Os membros do Cons. Fiscal serão investidos nos respectivos cargos mediante a assinatura de termo de posse lavrado no respectivo livro de registro de atas das Reuniões do Cons. Fiscal. § 3º - O funcionamento, a competência, os deveres e as responsabilidades dos Conselheiros obedecerão ao disposto na legislação em vigor. § 4º - Quando em funcionamento, os membros efetivos do Cons. Fiscal farão jus aos honorários fixados pela Assembleia Geral, respeitado o limite legal. Cap. IV – Exerc. Social e Demonst. Financeiras: Art. 23 - O exercício social inicia-se em 1º de janeiro e encerra-se em 31 de dezembro de cada ano. Art. 24 - Ao fim de cada exercício social, a Diretoria fará elaborar o balanço patrimonial e as demais demonstr. financeiras, exigidas pela lei 6.404/76, as quais deverão ser auditadas por auditor independente devidamente registrado na CVM, e em conjunto, deverão exprimir c/ clareza a situação do patrimônio da Cia e as mutações ocorridas no exercício. § 1º - A Cia poderá levantar balanços semestrais, trimestrais ou referentes a períodos inferiores, observadas as disposições legais. § 2º - As demonst. financeiras anuais da Cia deverão ser auditadas por auditores independentes escolhidos pela Assembleia Geral e devidamente registrados na CVM. Art. 25 - Do resultado apurado em cada exercício serão deduzidos, antes de qualquer outra participação, os prejuízos acumulados e a provisão p/ o imposto sobre a renda. O prejuízo do exercício será obrigatoriamente absorvido pelos lucros acumulados, pelas reservas de lucros e pela reserva legal, nessa ordem. Art. 26 - O lucro líquido do exercício, definido no art. 191, da lei 6.404/76, terá a seguinte destinação: (a) 5% p/ a constituição da reserva legal, que não excederá 20% do capital social. (b) a parcela correspondente á constituição de reserva de contingências; (c) 25% no mínimo, serão destinados ao pagamento do dividendo anual obrigatório aos acionistas, apurado na forma do art. 202 da Lei 6.404/76; e (d) o lucro que não for destinado na forma dos arts. 193 a 197 da Lei 6.404/76, será distribuído aos acionistas como dividendo adicional. Art. 27 - O montante dos dividendos será colocado á disposição dos acionistas no prazo máximo de 60 dias a contar da data em que forem atribuídos. § Único - Os dividendos não reclamados no prazo de 03 anos, contados da data em que tenham sido postos á disposição dos acionistas, prescreverão em beneficio da Cia. Art. 28 - Nos termos do art. 204 da Lei 6.404/76, o Cons. de Administração poderá (i) levantar balanço semestral e declarar dividendos á conta de lucro apurada nesse balanço; e (ii) declarar dividendos intermediários á conta de lucros acumulados ou de reservas de lucros existentes, c/ base no último balanço anual ou semestral. Art. 29 - Por deliberação do Cons. de Administração, ad referendum da Assembleia Geral, poderão ser pagos ou creditados aos acionistas juros a título de remuneração sobre o capital próprio, até o limite permitido em lei, c/ base em balanços anuais ou intermediários, nos termos do art. 9º da Lei 9.249 de 26/12/1995, cujo montante poderá ser imputado ao valor dos dividendos obrigatórios, nos termos da legislação pertinente. Cap. V - Transformação: Art. 30 - A Cia poderá ser transformada de um tipo em outro, conforme o disposto no art. 220 da Lei 6.404/76, mediante deliberação de acionistas representando a maioria do capital social. Cap. VI - Dissolução e Liquidação: Art. 31 - A Cia será dissolvida ou entrará em liquidação nos casos previstos em Lei, ou por deliberação da Assembleia Geral. Compete á Assembleia Geral estabelecer a forma da liquidação e nomear o liquidante e o Cons. Fiscal que deverão funcionar no período de liquidação, fixando seus poderes e estabelecendo suas remunerações, conforme previsto em lei. Cap. VII - Disposições Gerais: Art. 32 - É garantido a qualquer acionista o acesso a contratos firmados pela Cia c/ partes a ela relacionadas, incluindo acionistas e administradores, bem como acordos de acionistas e programas de opções de aquisição de ações ou de outros títulos ou valores mobiliários de emissão da Cia. Art. 33 - No caso de abertura de seu capital, a Cia aderirá a segmento especial de bolsa de valores ou de entidade mantenedora de mercado de balcão organizado que assegure, no mínimo, os níveis diferenciados de práticas de governança corporativa previstos na Instrução CVM nº 391, de 16/07/2003, conforme alterada. Art. 34 - Os casos omissos ou duvidosos deste Estatuto Social serão resolvidos pela Assembleia Geral, a eles aplicando-se as disposições legais vigentes. Cap. VIII - Resolução de Conflitos: Art. 35 - Toda e qualquer disputa ou controvérsia envolvendo a Cia, seus acionistas e/ou administradores, que seja relacionada ou oriunda a este Estatuto, em especial c/ relação a sua aplicação, validade, eficácia, interpretação e violação, ou que tenha relação c/ as disposições da Lei 6.404/76, c/ as normas editadas pelo Cons. Monetário Nacional, pelo Bco Central do Brasil ou pela CVM, deverá ser resolvida por arbitragem. § 1º - A arbitragem deverá ser administrada pelo Centro de Arbitragem e Mediação da Câmara de Comércio Brasil-Canadá (“CC BC”); conduzida de acordo c/ o seu Regulamento de Arbitragem em vigor na data do requerimento de arbitragem (“Regulamento”) e em observância à Lei 9.307/96. § 2º - A arbitragem terá sede na cidade de S. Paulo/SP, Brasil e o idioma do procedimento será o português. § 3º - A arbitragem será conduzida em caráter confidencial e decidida por um Tribunal Arbitral c/ base na legislação brasileira aplicável, sendo vedado o julgamento por equidade. Qualquer decisão do Tribunal Arbitral será definitiva e obrigará as partes e seus sucessores. § 4º - O Tribunal Arbitral deverá ser constituído por 3 árbitros fluentes na língua portuguesa escrita e falada, sendo 1 deles nomeado pela requerente e 1 nomeado pela requerida de acordo c/ o Regulamento. Se a disputa envolver múltiplas partes, seja como requerentes ou requeridas, todos os requerentes, em conjunto, e todos os requeridos, em conjunto, nomearão um árbitro dentro do prazo fixado pelo Regulamento. Os árbitros nomeados indicarão, no prazo de 15 dias, o terceiro árbitro, que será o Presidente do Tribunal Arbitral. No caso de uma das partes não nomear um árbitro ou no caso de os árbitros nomeados por elas não chegarem a um consenso quanto à nomeação do 3º árbitro dentro do prazo acima estipulado e/ou estipulado no Regulamento, caberá ao Presidente da CCBC realizar tal nomeação, no prazo máximo de 15 dias a contar do pedido, por escrito, de qualquer uma das partes. § 5º - Sem prejuízo da validade desta cláusula arbitral e de outras medidas judiciais autorizadas pela Lei 9.307/96, qualquer das partes do procedimento arbitral terá o direito de recorrer ao Poder Judiciário c/ o objetivo de, se e quando necessário, requerer medidas cautelares de proteção de direitos anteriormente à constituição do Tribunal Arbitral. As Partes reconhecem que, uma vez constituído, o Tribunal Arbitral poderá decidir sobre a concessão da medida cautelar, liminar ou de urgência pleiteada ao Judiciário, ou sobre a manutenção ou revogação de eventual liminar ou cautelar concedida. § 6º - Para fins exclusivamente de qualquer medida coercitiva ou cautelar de natureza preventiva, provisória ou permanente, fica eleito o foro da Comarca da Cidade de S. Paulo/SP. § 7º - O Tribunal Arbitral fica desde já autorizado a consolidar procedimentos de arbitragem posteriores e que tenham como fundamento disputas oriundas deste Estatuto, bem como a decidir sobre questões que se relacionem com este Estatuto, mas cujas obrigações constem de outros instrumentos, em especial as relacionadas a Acordos de Acionistas, podendo, conforme o caso, proceder á consolidação de procedimentos de arbitragem que tenham sido instaurados posteriormente. A competência p/ reunião de procedimentos caberá ao Tribunal Arbitral que for constituído primeiramente, o qual deverá, ao decidir sobre a conveniência da consolidação, levar em consideração que: (i) a nova disputa possua questões de fato ou de direito em comum c/ a disputa pendente; (ii) nenhuma das partes da nova disputa ou da disputa pendente sejam prejudicadas; e (iii) a consolidação na circunstância não resulte em atrasos injustificados p/ a disputa pendente. Qualquer determinação de consolidação emitida por um tribunal arbitral será vinculante ás Partes envolvidas nos procedimentos em questão. § 8º - A responsabilidade pelo pagamento das custas da arbitragem será determinada pelos árbitros, em conformidade c/ o Regulamento. A presente ata ê cópia fiel da lavratura em livro próprio. S. Paulo, 09/08/2011. Mesa: Juscelino Fernandes Martins - Presidente; Plínio Pagnoncelli Aguiar Ribeiro - Secretário. Acionistas: Juscelino Fernandes Martins, Claudio Benedito Valladares Pádua, Guilherme Peirão Leal, José Guimarães Monforte, Pedro Luiz Barreiros Passos, Sergio Alair Barroso.

CRB OPERAÇÕES PORTUÁRIAS S.A. CNPJ/MF Nº 05.481.823/0001-08 - NIRE 35300194349 Ata da Assembleia Geral Ordinária, realizada em 30 de abril de 2013 1. HORÁRIO E LOCAL: às 13h30min na sede social situada na Praça Professor José Lannes, nº 40, 9º andar, Parte A, Capital do Estado de São Paulo. 2. PRESENÇA: acionistas titulares de 100% (cem por cento) das ações representativas do capital social, conforme assinaturas lançadas no livro “Presença de Acionistas”. A Sociedade não tem Conselho Fiscal instalado; 3. MESA DIRIGENTE: Paulo Henrique de Oliveira Santos, como presidente e Luiz Alberto de Castro Santos, como secretário. 4. PUBLICAÇÕES: a) os presentes consideraram sanada a falta de publicação dos anúncios de “Aviso aos Acionistas”, conforme o disposto no § 4º do art. 133 da Lei n.º 6.404/76; b) o presidente declarou regular a assembléia, tendo em vista o disposto no § 4º do art. 124 da Lei n.º 6.404/76; c) o Relatório da Administração, o Balanço Patrimonial, as Demonstrações Financeiras, relativos aos exercícios sociais encerrados em 31/12/2011 e 31/12/2012, foram devidamente publicados no Diário Oficial de São Paulo e no Diário do Comércio. 5. ORDEM DO DIA: a) Deliberação sobre as matérias de que tratam os incisos I a III do art. 132 da Lei n.º 6.404/76, pertinentes aos exercícios sociais encerrados em 31/12/2011 e 31/12/2012. 6. DELIBERAÇÕES: submetidos os assuntos constantes da ordem do dia à discussão e, logo depois, à votação, os presentes, à unanimidade, deliberaram: I - aprovar o Relatório da Administração, o Balanço Patrimonial e as Demonstrações Financeiras referentes aos exercícios sociais encerrados em 31/12/2011 e 31/12/2012; II - reeleger os membros da Diretoria, tendo sido reeleitos, como Diretor Presidente: Paulo Henrique de Oliveira Santos, brasileiro, casado, engenheiro, portador da Cédula de Identidade RG nº 7.746.455 – SSP/SP, inscrito no CPF/MF sob o nº 034.880428-80, como diretores: Luiz Alberto de Castro Santos, brasileiro, casado, engenheiro, portador da cédula de identidade n.º 4.447.247-SSP/SP, inscrito no CPF/MF sob o n.º 213.852.898-72; e Marcelo Chamma, portador da Cédula de Identidade RG 4.794.790, inscrito no CPF/MF nº. 901.651.878-91; todos domiciliados na Praça Professor José Lannes, nº 40, 9º andar, eleitos para um mandato de 02 (dois) anos; devendo permanecer no exercício de seus cargos até a posse dos eleitos para sua substituição (art. 6º do Exercício Social). III – atribuir remuneração mensal aos eleitos de acordo com os lançamentos contábeis a serem feitos, incluídos os benefícios disponíveis e as verbas de representação. 7. INFORMAÇÕES: a) Capital Subscrito e Integralizado permanece o de R$ 8.980.000,00 (oito milhões, novecentos e oitenta mil reais), dividido em 8.980.000 (oito milhões, novecentas e oitenta mil) ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal; b) o resultado positivo do exercício de 2011 foi utilizado para sua absorção de prejuízos acumulados e face à inexistência de resultado positivo no exercício 2012, não houve proposta para distribuição de dividendos; c) Conselho Fiscal não instalado. 8. DECLARAÇÕES: Os diretores reeleitos declararam que não estão impedidos por lei especial ou condenados por quaisquer crimes que os impeçam de exercer atividade mercantil (art. 147, § 1º da Lei nº 6.404/76). 9. ENCERRAMENTO: Nada mais havendo a tratar, foi lavrada a presente ata que, lida e achada conforme, foi por todos assinada. São Paulo, 30 de abril de 2013. aa) Paulo Henrique de Oliveira Santos, Presidente e Luiz Alberto de Castro Santos, Secretário. Acariuba Mineração e Participação Ltda.: Luiz Alberto de Castro Santos e Marcelo Chamma, diretores. Luiz Alberto de Castro Santos. Paulo Henrique de Oliveira Santos, Luiz Alberto de Castro Santos e Marcelo Chamma, diretores. A presente transcrição é cópia fiel da ata lavrada no livro próprio. Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia – Junta Comercial do Estado de São Paulo – CERTIDÃO – Certifico o Registro sob o nº 255.762/13-6 em 04.07.2013 (a) Gisela Simiema Ceschin, Secretária Geral. Biofílica Investimentos Ambientais S.A. CNPJ/MF nº 09.720.550/0001-50 - NIRE 35.300.358.201 Ata de Assembleia Geral Extraordinária Data/hora/local: 18/06/2012, às 17h00, na Rua Joaquim Floriano, 100, 19º andar, conj. 192 – S. Paulo/SP. Presença: Totalidade do capital social. Convocação: Dispensada na forma da lei. Mesa: Juscelino Fernandes Martins - Presidente; Claudio Benedito Valladares Pádua - Secretario. Deliberações: “Aprovadas, por unanimidade” a renuncia do Sr. José Guimaraes Monforte, conforme carta de renúncia apresentada por este conselheiro a Cia em 12/06/2012. Reeleição dos demais membros do Cons. de Administração para um mandato até a AGO a ser realizada em 2013, bem como eleger o Sr. Plinio Pagnoncelli Aguiar Ribeiro, CPF/MF nº 960.333.201-15 e RG nº 00.075.836-9 SSP/MS para o cargo de membro efetivo do Cons. de Administração. Dessa forma, o Cons. de Administração da Companhia passa a ser composto pelos seguintes membros: (i) Juscelino Fernandes Martins, brasileiro, CPF/MF nº 526.406.806-25 e CI nº MG 2.195.903 SSP/MG, como Presidente do Cons. de Administração, (ii) Claudio Benedito Valladares Pádua, brasileiro, CPF/MF nº 025.266.467-15 e CI nº 2095470 IFP/RJ, como Vice-Presidente do Cons. de Administração, (iii) Guilherme Peirão Leal, brasileiro, CPF/ MF nº 383599108-63 e RG nº 4.105.990-6 SSP/SP, como membro efetivo do Cons. de Administração; (iv) Sérgio Alair Barroso, brasileiro, CPF/MF nº 609.555.898-00 e CI nº 810.098-6 SSP/SP, como membro efetivo do Cons. de Administração, (v) Pedro Luiz Barreiros Passos, brasileiro, CPF/MF nº 672.924.618-91 e CI nº 4.700.753 SSP/SP, como membro efetivo do Cons. de Administração, (vi) Haakon Lorentzen, norueguês, CPF/MF nº 667.258.797-72 e CI Estrangeiro RNE nº W-2064-10-E SE/DPMAF/DPF, como membro efetivo do Cons. de Administração e como seu suplente, José Manuel Oliveira Carregal, brasileiro, CPF/MF nº 010.774337-00 e RG nº 05.418.484-1 IFP/RJ; (vii) José Roberto Marinho, brasileiro, CPF/MF nº 374.224.487-68 e RG nº 03.653.668-8 IFP/RJ, como membro efetivo do Cons. de Administração e como seu suplente, o Sr. Eduardo Gomes de Almeida, brasileiro, CPF/MF nº 625.930.137-53 e RG nº 3.811.401 IFP/RJ e (viii) Plinio Pagnoncelli Aguiar Ribeiro, brasileiro, CPF/MF nº 960.333.201-15 e RG nº 00.075.836-9 SSP/MS. Os Conselheiros ora eleitos declararam, sob as penas da lei, que cumprem todos os requisitos previstos no art. 147 da Lei 6.404/76 para a sua investidura como membros do Cons. de Administração. Os Conselheiros eleitos tomarão posse em seus cargos mediante a assinatura dos respectivos Termos de Posse lavrados no Livro de Atas de Reuniões do Cons. de Administração. Sendo assim, o Cons. de Administração da Cia, com mandato até AGO a ser realizada em 2013, terá a seguinte composição: Juscelino Fernandes Martins - Presidente do Cons. de Administração; Claudio Benedito Valladares Pádua - Vice-Presidente do Cons.de Administração; Guilherme Peirão Leal (membro efetivo); Sérgio Alair Barroso (membro efetivo); Pedro Luiz Barreiros Passos (membro efetivo); Haakon Lorentz (membro efetivo) e José Manuel Oliveira CarregaI (suplente); José Roberto Marinho (membro efetivo) e Eduardo Gomes de Almeida (suplente); Plinio Pagnoncelli Aguiar Ribeiro (membro efetivo). Encerramento: Formalidades legais foram devidamente arquivadas e registradas na JUCESP nº 394.587/12-1 em 06/09/2012.

EDUKAR EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL S.A.

CNPJ: 16.854.555/0001-30 - NIRE: 3530044390-0 EXTRATO DA ATA DA 1ª ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA 1) Data, Hora e Local: 25/04/2013, às 09:00 horas, na sede da empresa, na Rua José Maria Lisboa, 860, conj. 82, São Paulo/SP, CEP 01423-001. 2) Convocação e Presença: Dispensadas, conforme Artigo 124, §4º, da Lei 6.404/76, pela presença dos acionistas representando a totalidade do capital social. 3) Mesa: Presidente, Roberto Felipe Tesch, brasileiro, solteiro, economista, RG nº 26.351.495-X SSP/SP, e CPF/MF n° 298.653.298-59; e secretário, Renato De Vita, brasileiro, solteiro, empresário, RG nº 26.555.583-8 SSP/SP, e CPF/MF nº 220.424.228-43. 4) Ordem do Dia: (i) Examinar e aprovar as contas dos administradores, o Balanço Patrimonial e demais Demonstrações Financeiras do exercício iniciado excepcionalmente em 26/06/2012 e encerrado em 31/12/2012 e deliberar sobre a distribuição de dividendo, juros sobre capital próprio ou eventuais remunerações de capital aos acionistas. 5) Deliberações: Foi aprovado, por unanimidade de votos, sem reservas ou restrições, (i.a.) as contas dos administradores, o Balanço Patrimonial e demais Demonstrações Financeiras do exercício social mencionado no item (i) da Ordem do Dia; e (i.b.) a não distribuição de dividendos, juros sobre o capital próprio ou remunerações de capital aos acionistas. 6) Encerramento e Aprovação da Ata: Nada mais havendo a ser tratado e inexistindo qualquer outra manifestação, foi encerrada a presente Assembleia Geral, da qual se lavrou a presente ata que, lida e achada conforme, foi por todos assinada. Roberto Felipe Tesch - Presidente. Renato De Vita - Secretário.

CNPJ nº 14.553.607/0001-03 Edital de Convocação de Assembleia Geral Extraordinaria São convocados os acionistas da Drogarias DPSP S.A. ( Companhia ) para se reunirem em Assembleia Geral Extraordinária, que será realizada no dia 14 de agosto de 2013, às 10:00 horas, na sede social da Companhia, situada na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Liberdade nº 844, 1º andar, sala 1, para deliberar sobre a seguinte ordem do dia: aprovação de aumento de capital social da Companhia, a ser integralizado mediante capitalização dos saldos da conta Dividendos e juros sobre o capital próprio constante do balanço de 31 de dezembro de 2012 e demais Assuntos de Cunho Administrativo. São Paulo, 10 de julho de 2013. Gilberto Martins Ferreira - Presidente. (11, 12, 15)


20 -.ECONOMIA/LEGAIS

DIÁRIO DO COMÉRCIO

sexta-feira, 12 de julho de 2013


DIÁRIO DO COMÉRCIO

sexta-feira, 12 de julho de 2013

ECONOMIA/LEGAIS - 21

São Eutiquiano Participações S.A.

Maringá S.A. Cimento e Ferro-Liga CNPJ/MF nº 61.082.988/0001-70 - NIRE 35.3.0001745-5

CNPJ/MF nº 12.125.536/0001-12 - NIRE 35.300.417.577 1. Data, Hora e Local: Aos 06/05/2013, às 10 hs, na sede da Sociedade, situada na Cidade de São Paulo/SP, na Rua Leopoldo Couto de Magalhães, nº 110, Condomínio Edifício JK Tower, cjtos. 21 e 22, parte, Jd. Paulista, CEP 04542-000. 2. Convocação: Convocação efetuada em conformidade com o art. 124 da Lei nº 6.404/76, publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo e no Diário do Comércio nos dias 27, 29 e 30/04/2013. 3. Presenças: Acionistas representando 93,64% do capital social, conforme assinaturas lançadas no Livro de Presença de Acionistas 4. Mesa: Roberto de Oliva Mesquita - Presidente; Nelson Magalhães Graça - Secretário. 5. Ordem do Dia: (a) aumento do capital social da Companhia mediante integralização do excesso da reserva de lucro, conforme previsto no artigo 199 da Lei 6.404/76; e (b) alteração do estatuto social da Companhia. 6. Deliberações: Os acionistas presentes, com abstenção dos legalmente impedidos, deliberaram, por unanimidade: (a) aprovar, sem restrições ou ressalvas, com base no balanço referente à data-base de 31/12/2012, o aumento de capital da Companhia em R$ 30.000.000,00, passando de R$ 20.000.000,00 para 50.000.000,00, mediante a conversão de parcela da reserva de lucros, no montante de R$ 30.000.000,00, sem emissão de novas ações, conforme faculta o art.169, §1º, da Lei 6.404/76;e (b) aprovar, sem restrições ou ressalvas, a alteração do Art. 5º do Estatuto Social, que passará a ter a seguinte redação: Art. 5º - O capital social totalmente subscrito e integralizado, em moeda corrente nacional é de R$ 50.000.000,00, divididos em 9.346.739.939 ações ordinárias nominativas, sem valor nominal. 7. Lavratura da Ata e Encerramento: Nada mais havendo a tratar e ninguém tendo pedido a palavra, determinou o Sr. Presidente suspendeu os trabalhos até que fosse lavrada, na forma de sumário dos fatos ocorridos, esta ata, a qual, após lida, foi achada conforme e assinada. Acionistas: Roberto de Oliva Mesquita e Suzana de Oliva Mesquita. SP, 06/05/2013. Presidente - Roberto de Oliva Mesquita; Secretário - Nelson Magalhães Graça. Acionistas: Roberto de Oliva Mesquita; Suzana de Oliva Mesquita. JUCESP nº 229.847/13-4 em 18.06.2013. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral. Anexo I à Ata de Assembleia Geral Extraordinária da São Eutiquiano Participações S.A. Realizada em 06 de Maio de 2013 - Estatuto Social da São Eutiquiano Participações S.A. - CNPJ/MF nº 12.125.536/0001-12 - NIRE 35.300.417.577 - Capítulo I - Denominação, Sede, Objeto e Duração - Art. 1º - A São Eutiquiano Participações S.A. (“Companhia”) é uma sociedade anônima de capital fechado, regendo-se pelo presente estatuto e pelas disposições legais que lhe forem aplicáveis. Art. 2º - A Companhia tem sede e foro na cidade de São Paulo/SP, na Rua Leopoldo de Couto Magalhães, nº 110, Condomínio Edifício JK Tower, cjtos. 21 e 22, parte, Jd. Paulista, CEP 04542-000, onde funcionará seu escritório administrativo, podendo, por deliberação do Conselho de Administração, respeitadas as prescrições e normas legais, criar filiais, escritórios ou representações em qualquer parte do território nacional ou no exterior. Art. 3º - A Companhia tem por objeto social a: I - a administração de bens próprios, excetuando-se aqueles que dependam de autorização governamental ou registro em órgãos de classe e correlatos;e II - a participação em outras sociedades, sejam simples ou empresárias, como sócia ou acionista. Art. 4º - A Companhia terá duração por prazo indeterminado. Capítulo II - Capital Social e Ações - Art. 5º - O capital social totalmente subscrito e integralizado, em moeda corrente nacional é de R$ 50.000.000,00, divididos em 9.346.739.939 ações ordinárias nominativas, sem valor nominal.Parágrafo 1º - As deliberações serão tomadas em Assembléia Geral pelos acionistas, de acordo com a participação de cada um no capital social da Companhia.Parágrafo 2º - As ações ordinárias não serão conversíveis em ações preferenciais. Parágrafo 3º - Os acionistas terão direito de preferência para subscrição de novas ações, bem como no caso de qualquer cessão, transferência ou outra forma de alienação de suas ações de acordo com a proporção detida no capital social, nos termos dos artigos 171 e 172 da Lei das Sociedades Anônimas. Capítulo III - Da Assembléia Geral - Art. 6º - A assembléia geral reunir-se-á, ordinariamente, em um dos 4 meses seguintes ao término do exercício social e extraordinariamente nos casos legais, guardados os preceitos de direito nas respectivas convocações. Art. 7º - A Assembléia Geral será convocada pela Diretoria ou pelo Conselho de Administração sendo os anúncios publicados, na forma da Lei, deles constando a ordem do dia, o local, a data e horário da reunião e, no caso de reforma do estatuto, a indicação das matérias a serem alteradas. Art. 8º - Poderão tomar parte na Assembléia Geral os titulares de ações da Companhia ou seus representantes legais, mediante prova de sua identidade e condição. Art. 9º - Antes de se instalar a Assembléia Geral, os acionistas se identificarão e assinarão o “Livro de Presenças”, indicando o seu nome e a quantidade de ações que representarem. Art. 10 - A Assembléia Geral será instalada e presidida pelo Presidente do Conselho de Administração, ou, em sua ausência, por outro Conselheiro. Capítulo IV Administração da Sociedade - Art. 11 - A Companhia será administrada por um Conselho de Administração e por uma Diretoria. Seção I Conselho de Administração - Art. 12 - O Conselho de Administração será composto por até 04 conselheiros, acionistas ou não, eleitos pela Assembléia Geral, com mandato de 02 anos, permitida a reeleição, devendo sua remuneração global ser deliberada em Assembléia Geral, sem qualquer designação específica. Parágrafo 1º - Os membros do Conselho de Administração tomarão posse mediante a assinatura do respectivo termo de posse, que será lavrado no livro de reuniões do Conselho de Administração. Parágrafo 2º - Alternativamente, poderão os membros do Conselho de Administração, caso estejam presentes ao ato que deliberar sua eleição, tomar posse neste mesmo ato, ficando suprida a exigência do parágrafo 1º, acima. Parágrafo 3º - A Assembleia Geral que eleger os membros do Conselho de Administração deverá também eleger, dentre eles, qual será o Presidente e o Vice-Presidente.Art.13 - O Conselho de Administração reunir-se-á trimestralmente, ou sempre que necessário, mediante convocação de qualquer de seus membros. Parágrafo 1º - As convocações far-se-ão por escrito, com pelo menos 48 horas de antecedência, por carta, correio eletrônico ou qualquer outro meio escrito, devendo mencionar o local, data e horário da reunião e a respectiva ordem do dia. Parágrafo 2º - Cada membro terá um voto nas reuniões do Conselho de Administração, e as deliberações serão tomadas sempre por maioria absoluta de votos. Não havendo maioria absoluta, a matéria em discussão será considerada como não deliberada. Parágrafo 3º - Das deliberações tomadas pelo Conselho de Administração, lavrar-se-á ata em livro próprio. Art. 14 - Compete ao Conselho de Administração, além dos poderes e atribuições que a lei lhe confere, deliberar majoritariamente, por votos afirmativos da maioria de seus membros, sobre as matérias abaixo e, quando for o caso, manifestar-se previamente às deliberações privativas de assembléia geral: I - fixar a orientação geral dos negócios e aprovar o plano de investimentos da Companhia ou de qualquer de suas subsidiárias, coligadas, ou demais sociedades em que a Companhia detenha atualmente ou venha a deter participação acionária no futuro (“Empresas Ligadas”); II - convocar Assembléia Geral Extraordinária quando julgar conveniente, ou, se por qualquer motivo, estiver obrigado a fazê-lo; III - eleger e destituir os Diretores da Companhia e fixar-lhes as remunerações e as atribuições, observado o que a respeito dispuser o presente estatuto social; IV - aprovar previamente as indicações para eleição e destituição de administradores das Empresas Ligadas, quando aplicável, fixando também as atribuições e a remuneração, incluindo, mas não se limitando a, bônus, gratificações e benefícios;V - aprovar o orçamento anual, os cronogramas de aplicação de recursos e de aportes de capital e os cronogramas físico-financeiros dos projetos desenvolvidos pela Companhia ou por qualquer das Empresas Ligadas;VI - fiscalizar a gestão dos Diretores da Companhia e das Empresas Ligadas, examinar, a qualquer tempo, os livros e papéis da Companhia e das Empresas Ligadas, solicitar informações sobre contratos celebrados ou em via de celebração, e quaisquer outros atos de administração da Companhia e das Empresas Ligadas; VII - manifestar-se sobre o relatório da administração e as contas da Diretoria da Companhia e de qualquer das Empresas Ligadas; VIII - manifestar-se previamente sobre atos ou contratos relativos à associação, sob qualquer forma, da Companhia ou de qualquer das Empresas Ligadas com outras sociedades, especialmente os contratos firmados entre a Companhia e qualquer dos acionistas ou empresas que sejam controladoras destes, por eles controladas, ou estejam sob seu controle comum, quando o estatuto assim o exigir; IX - nomear e substituir os auditores independentes da Companhia ou de qualquer das Empresas Ligadas; X - aprovar qualquer alteração às práticas e políticas contábeis da Companhia ou de qualquer das Empresas Ligadas, exceto conforme exigido por lei; XI - criar comitês com funções de apoio e assessoramento do Conselho de Administração da Companhia ou de qualquer das Empresas Ligadas; XII - aprovar normas de procedimento ou regimentos internos da Companhia ou de qualquer das Empresas Ligadas, incluindo do próprio Conselho de Administração e de seus comitês; XIII - aprovar a celebração de contratos e obrigações com terceiros, que elevem os compromissos da Companhia ou das Empresas Ligadas, de prazo igual ou superior a 180 dias, inclusive avais e fianças; XIV - alterar as características de valores mobiliários já emitidos pela Companhia ou qualquer negociação com valores mobiliários de emissão da Companhia; XV - declarar ou pagar quaisquer proventos (dividendos ou juros sobre capital próprio) pela Companhia; XVI - aprovar o resgate antecipado de quaisquer valores mobiliários emitidos pela Companhia; XVI - aprovar a formação de associações ou joint-ventures, participação em consórcios ou a constituição ou aquisição de quaisquer cotas de sociedades em conta de participação pela Companhia ou qualquer das Empresas Ligadas; XVII - aprovar as aquisições e/ou alienações de qualquer participação detida pela Companhia, direta ou indiretamente, em qualquer das Empresas Ligadas existentes ou a serem constituídas; XVIII - definir o voto da Companhia e de seus respectivos representantes nas Assembleias Gerais, reuniões ou assembleias de sócios e quaisquer reuniões dos órgãos da administração das Empresas Ligadas;XIX - aprovar a celebração, alteração ou rescisão de qualquer acordo de acionistas em qualquer sociedade na qual a Companhia detenha, direta ou indiretamente, qualquer participação acionária; XX - aprovar qualquer matéria, medida ou ação que deva ser previamente aprovada pela Companhia nos termos de acordos de acionistas, acordos de sócios ou acordos de voto de que a Companhia ou as Empresas Ligadas sejam parte; e XXI - aprovar a indicação de procurador para representar a Companhia nas Assembleias Gerais, reuniões ou assembleias de sócios ou quaisquer reuniões dos órgãos da administração das Empresas Ligadas, cabendo, à Diretoria da Companhia, celebrar o ato formal de nomeação do procurador nos termos aqui previstos. Parágrafo 1º - Havendo empate nas deliberações do Conselho de Administração, uma nova reunião será convocada para nova deliberação sobre o mesmo assunto, visando a alcançar uma deliberação por maioria, seja ela afirmativa ou negativa.Parágrafo 2º - A nova reunião deverá ser realizada em prazo não inferior a 05 dias e não superior a 15 dias, contados da data de realização da reunião em que se verificou empate. Parágrafo 3º - Não sendo igualmente alcançada uma deliberação por maioria de votos na segunda reunião, a matéria será encaminhada para deliberação da Assembleia Geral, a qual deverá ser especialmente convocada pelo Conselho de Administração para realização em um prazo não superior a 20 dias, contado da data da segunda reunião. Art. 15 - Sem prejuízo das matérias relacionadas nas alíneas acima, caberá ao Conselho de Administração exercer outras atribuições legais ou que lhe sejam conferidas pela Assembleia Geral, pelo estatuto social, ou por qualquer outro meio jurídico, bem como resolver os casos omissos ou não previstos neste estatuto. Seção II - Diretoria - Art. 16 - A Diretoria será composta por até 03 membros, acionistas ou não, eleitos pelo Conselho de Administração, com mandato de 01 ano, permitida a reeleição, devendo sua remuneração global ser deliberada pelo Conselho de Administração. Parágrafo 1º - Os membros da Diretoria tomarão posse mediante a assinatura do respectivo termo de posse, que será lavrado no livro de reuniões da Diretoria. Art. 17 - A Diretoria reunir-se-á trimestralmente, ou sempre que necessário, mediante convocação de qualquer dos Diretores. Parágrafo 1º - As reuniões da Diretoria serão convocadas por escrito, com pelo menos 48 horas de antecedência, por carta, correio eletrônico ou qualquer outro meio escrito, devendo mencionar o local, data e horário da reunião e a respectiva ordem de dia. Parágrafo 2º - Cada Diretor terá um voto nas reuniões da Diretoria, e as deliberações serão tomadas sempre por maioria absoluta de votos.Não havendo maioria absoluta, prevalecerá o voto do Diretor Presidente. Parágrafo 3º - Das deliberações tomadas pela Diretoria lavrar-se-á ata em livro próprio. Art. 18 - Compete à Diretoria, além dos poderes e atribuições que a lei lhe confere, deliberar majoritariamente sobre as matérias abaixo e, quando for o caso, manifestar-se previamente às deliberações privativas de assembléia geral e/ou do Conselho de Administração: I - representar a Companhia, atuando em seu nome, observados os limites legais e estatutários; II - examinar, a qualquer tempo, os livros e papéis da sociedade; III - solicitar informações sobre contratos celebrados ou em via de celebração, e quaisquer outros atos; IV - distribuir entre os Diretores a remuneração global fixada pelo Conselho de Administração para cada exercício;V - convocar Assembléia Geral Extraordinária quando julgar conveniente, e Assembléia Geral Ordinária anualmente, nos quatro primeiros meses seguintes ao término do exercício social; VI - efetuar a distribuição dos dividendos aprovados pela Assembléia Geral;VII - sugerir ao Conselho de Administração a indicação e destituição de auditores externos;VIII - exercer as atribuições que a Lei e o presente estatuto lhe conferirem para a prática dos atos necessários ao regular funcionamento da sociedade;IX - criar, com base no orçamento, os cargos funcionais necessários aos serviços da Companhia, fixando-lhes os vencimentos e determinando condições gerais de trabalho.Art.19 - Sem prejuízo das matérias relacionadas nas alíneas acima, caberá à Diretoria exercer outras atribuições legais ou que lhe sejam conferidas pelo Conselho de Administração, bem como resolver os casos omissos ou não previstos neste estatuto. Parágrafo 1º - A Companhia será representada por 02 Diretores ou por 01 Diretor e por 1 procurador, ou ainda, por 02 procuradores, para movimentação de valores, emissão e endosso de títulos de crédito, receber e dar quitação, firmar contratos comerciais e acordos comerciais e, no caso dos procuradores, os demais atos cujos poderes forem expressos em mandato. Parágrafo 2º - É expressamente vedada a prática pelos Diretores ou procuradores de qualquer ato que envolva a Companhia em obrigações ou negócios alheios aos objetivos ou interesses sociais, tais como a concessão de fianças, avais ou outras garantias em favor de terceiros, excluindo dessa proibição aquelas fianças, avais ou outras garantias prestadas em favor de empresas controladas. Art. 20 - A Diretoria, dentro de seus limites de poderes e atribuições, poderá constituir procuradores com poderes específicos para representar a Companhia, por meio de instrumentos de mandato, que serão sempre assinados pelo Diretor Presidente. Capítulo IV - Conselho Fiscal - Art. 21 - O Conselho Fiscal é um órgão não permanente e será instalado pela Assembléia Geral a pedido de acionista, nos termos da legislação aplicável. Art. 22 - Quando em funcionamento, o Conselho Fiscal compor-se-á de 3 a 5 membros, eleitos pela Assembléia Geral na forma da legislação aplicável. Art. 23 - O Conselho Fiscal terá os poderes e as funções que lhe confere a Lei das Sociedades Anônimas.CapítuloV - Do Exercício Social - Art.24 - O exercício social terminará em 31 de dezembro de cada ano, quando serão elaboradas as demonstrações financeiras exigidas em Lei, observando-se, quanto à distribuição do resultado apurado, as seguintes regras:I - do resultado do exercício serão deduzidos, antes de qualquer participação, os prejuízos acumulados e a provisão para imposto de renda e contribuição social; II - sobre o lucro remanescente, será calculada a importância que for atribuída à participação dos Administradores, observadas as limitações legais; III - do lucro líquido do exercício destinar-se-ão: a) 5% para a constituição da reserva legal, até que ele atinja 20% do capital social; b) 25% para pagamento do dividendo obrigatório aos acionistas, calculado na forma da Lei. Parágrafo 1º - A Assembléia Geral poderá, desde que não haja oposição de qualquer acionista presente, deliberar a distribuição de dividendo inferior ao obrigatório, ou mesmo a retenção de todo o lucro, na forma do art. 202, § 3º, Lei nº 6.404/76. Parágrafo 2º - Não será obrigatório o pagamento de dividendo nos exercícios que a Diretoria informar à Assembléia Geral ser seu pagamento incompatível com a situação financeira da Companhia, na forma do art. 202, § 4º, Lei nº 6.404/76. Art. 25 - O dividendo deverá ser pago, salvo deliberação em contrário da Assembléia Geral, no prazo de 60 dias da data em que for declarado e, em qualquer caso, dentro do exercício social, sendo que o dividendo não recebido prescreverá no prazo da Lei.CapítuloVI -Transformação,Recuperação Judicial,Falência,Dissolução,Liquidação e Extinção - Art.26 - A Companhia poderá ser transformada em outro tipo societário, independentemente de dissolução e liquidação mediante deliberação em Assembléia Geral por deliberação dos acionistas representando a maioria das ações com direito a voto. Art. 27 - Os Diretores poderão confessar falência e pedir a recuperação judicial da Companhia desde que devidamente autorizados pela Assembléia Geral mediante deliberação dos acionistas que representem 3/4 das ações com direito a voto. Art. 28 - A Companhia entrará em dissolução, liquidação e extinção por deliberação de acionistas que representem 3/4 das ações com direito a voto, bem como nos casos previstos em Lei. Parágrafo único - A Assembléia Geral, pelo quórum acima indicado, nomeará o liquidante e determinará o modo de liquidação, elegendo o Conselho Fiscal que deve funcionar durante o período de liquidação.CapítuloVII - Disposições Gerais - Art.29 - Qualquer controvérsia oriunda ou relacionada a este instrumento será resolvida por arbitragem, a ser submetida ao Centro de Arbitragem e Mediação da Câmara de Comércio Brasil-Canadá, situada na Cidade de São Paulo/SP, na Rua do Rocio, 220, 12º andar, cj. 121, Vila Olímpia, de acordo com o seu Regulamento. A arbitragem deverá ser conduzida no idioma português, sendo vedado o julgamento por equidade. A arbitragem será constituída por 03 árbitros, cuja sistemática de indicação seguirá o previsto no Regimento da Câmara eleita, com exceção à indicação do terceiro árbitro, que presidirá a arbitragem, o qual deverá ser indicado pelos árbitros indicados pelas Partes.As Partes arcarão com os custos e honorários dos seus respectivos advogados, os quais serão, ao final, rateados e suportados entres as partes na proporção do êxito de seus pedidos, na forma que vier a ser definida pelos árbitros em sentença. Parágrafo 1º- As partes, desde já, se comprometem a considerar a decisão da Câmara acima referida definitiva e inapelável em esfera judicial.

1. Data, Hora e Local: Aos 22/04/2013, às 11hs, na sede da Sociedade, situada na Cidade de São Paulo/SP, na Rua Leopoldo Couto de Magalhães, nº 110, Condomínio Edifício JK Tower, cj. 21 e 22, parte, Jardim Paulista, CEP 04542-000. 2. Convocação: Convocação efetuada em conformidade com o art.124 da Lei nº 6.404/76, publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo nos dias 12, 13 e 16/04/2013 e no Diário do Comércio nos dias 12, 13, 14, 15 e 16/04/2013 e, ainda, efetuada a convocação da acionista Santo Alphege Participações S.A. por carta, conforme solicitação, nos termos do §3º do art. 124 da Lei nº 6.404/76. 3. Presenças: Acionistas representando mais de 92% do capital social, conformeassinaturaslançadasnoLivrodePresençadeAcionistas,bemcomopresençadosrepresentantesdaKPMGAuditoresIndependentes, Srs. Fernando Rogério Liani e André Luiz Monaretti, dos Diretores Roberto de Oliva Mesquita, Carlos Roberto Baccaro e Eduardo Lambiasi. 4. Mesa: Osmar Simões - Presidente; Ivan Iegoroff de Mattos - Secretário. 5. Ordem do Dia: em Assembleia Geral Ordinária: (a) prestação de contas dos Administradores, exame, discussão e deliberação sobre as demonstrações financeiras relativas ao exercício de 2012; (b) deliberação sobre a destinação do lucro líquido; (c) eleição de membro da Diretoria; e (d) fixação da remuneração global anual da Administração; e, em Assembleia Geral Extraordinária: (a) alteração da denominação social; (b) alteração do objeto social; (c) alteração do Estatuto Social; e (d) consolidação do Estatuto Social. 6. Deliberações: Os acionistas presentes, com abstenção dos legalmente impedidos, decidiram, inicialmente, elaborar a presente ata em forma sumária e deliberaram, em Assembleia Geral Ordinária, (a) aprovar, por maioria, com voto em separado dos acionistas Santo Alphege Participações S.A. e Paulo Roberto Nunes, conforme Documento 01 recebido pela Mesa, o relatório da administração e as demonstrações financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31/12/2012, acompanhados do parecer da KPMG Auditores Independentes, documentos estes que foram publicados no Diário Oficial do Estado de São Paulo, que circulou no dia 20/03/2013, e no Diário do Comércio, que circulou no dia 20/03/2013; (b) aprovar, por unanimidade dos presentes, sem restrições ou ressalvas, a proposta da administração para a destinação do lucro líquido do exercício social encerrado em 31/12/2012, no montante de R$22.061.407,10 da seguinte forma:(i) constituição de Reserva Legal no montante de R$ 1.103.070,36, equivalente a 5% do lucro líquido do exercício, nos termos do art. 193 da Lei nº 6.404/76; (ii) constituição de reserva estatutária no montante de R$ 10.509.841,93; (iii) constituição da reserva de lucros a realizar no montante de R$ 6.937.869,57; (iv) ratificar a distribuição de dividendo obrigatório relativo ao exercício de 2012, no montante de R$ 3.505.116,79, à razão de R$ 0,03 para cada ação ordinária, aprovada nas Reuniões de Diretoria datadas de 31/10/2012 e 28/01/2013; (c) eleger, por unanimidade dos presentes, para o cargo de Diretor sem designação específica, o Sr. Eduardo Lambiasi, brasileiro, casado, contador, portador da Cédula de Identidade RG nº 13.860.921-4, inscrito no CPF/MF sob o nº 034.293.678-67, domiciliado no Estado de São Paulo, Cidade de São Paulo, na Rua Leopoldo Couto de Magalhães, nº 110, Edifício JK Tower, cjs. 21 e 22, parte, Jardim Paulista, CEP 04542-000, que declara, neste ato, que não está impedido de exercer a administração da Companhia, por não estar incurso em nenhum dos crimes legalmente previstos que o impeça de exercer atividades empresariais, bem como que, sob as penas da lei, não está impedido de exercer a administração da Companhia, por lei especial, ou em virtude de condenação criminal, ou por se encontrar sob os efeitos dela, a pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos; ou por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato, ou contra a economia popular, contra o Sistema Financeiro Nacional, contra normas de defesa da concorrência, contra as relações de consumo, fé pública, ou a propriedade, ou qualquer outro que o impeça de exercer atividades mercantis. O Diretor eleito toma posse neste ato e a Diretoria passa a ser composta por Roberto de Oliva Mesquita, como Diretor Presidente, Carlos Roberto Baccaro, como Diretor sem designação específica e Eduardo Lambiasi,como Diretor sem designação específica;(d) fixar, por unanimidade dos presentes, a remuneração anual global da Administração em até R$ 1.000.000,00; e (e) por solicitação dos acionistas Santo Alphege Participações S.A. e Paulo Roberto Nunes, conforme Documento 02 recebido pela Mesa, instalar o Conselho Fiscal, composto por 03 membros titulares e 03 membros suplentes, os quais foram eleitos: Ricardo Scalzo, brasileiro, casado, físico, portador da Cédula de Identidade RG nº 2.533.933 IFP-RJ, inscrito no CPF/MF sob o nº 370.933.557-49, residente e domiciliado na Rua Jacques Felix, nº 96/124, CEP 04509-000, São Paulo, SP, como membro titular, e seu suplente Renato Santos de Araujo, brasileiro, divorciado, portador da Cédula de Identidade RG nº 22.557.951-0, inscrito no CPF/MF nº 046.019.018-04, OAB/SP 183.739, domiciliado na Rua Raphael Falco, 99, Residencial Parque das Artes, Embu das Artes, SP; Edvaldo Massao Murakami, brasileiro, casado, contador inscrito no CRC 1SP144987, portador da Cédula de Identidade RG nº 10.356.559-0, inscrito no CPF/MF sob o nº 960.935.528-53, residente e domiciliado na Al.Tilapia, n° 45, Residencial 11, Alphaville, CEP 06540-355 Santana do Parnaíba, SP, como membro efetivo, e seu suplente Carlos Eduardo da Costa Pires Steiner, brasileiro, casado, advogado inscrito na OAB/SP sob o nº 139.138, portador do RG nº 18.607.761-0, inscrito no CPF.MF sob o nº 088.539.988-90, com endereço à Av. Juscelino Kubitschek, nº 1726, 18º andar, CEP 04543-000, Itaim Bibi, São Paulo, SP; e Marcos Antônio Rodrigues, contador inscrito no CRC/SP sob o nº 1SP110.090/O-8, portador da Cédula de Identidade RG nº 11.253.629, SSP/SP, inscrito no CPF/MF sob o nº 013.712.058-33, domiciliado na Rua José Bonifácio, nº 250, 16º andar, Conj. 162, CEP 01003-000, Sé, São Paulo, SP, como membro efetivo, e seu suplente Eduardo de Oliveira, contador inscrito no CRC/SP sob o nº 1SP193373/O-6, portador da Cédula de Identidade RG nº 21.833.764, SSP/SP, inscrito no CPF/MF sob o nº 147.060.438-83, domiciliado na Rua José Bonifácio, nº 250, 16º andar, Conj. 162, CEP 01003-000, Sé, São Paulo, SP, sendo que o último membro efetivo e seu respectivo suplente foram eleitos em separado pelos acionistas Santo Alphege Participações S.A.e Paulo Roberto Nunes, e, em Assembleia Geral Extraordinária, (a) alterar, por unanimidade dos presentes, a denominação social para Maringá Ferro-Liga S.A.; (b) alterar, por unanimidade dos presentes, o objeto social, com proposta complementar da Mesa, com respeito à atividade de geração e comercialização de energia, passando o mesmo a ter a seguinte descrição (i) mineração em geral, visando o aproveitamento de jazidas minerais no território nacional, especialmente de calcário, ferro, manganês e quartzo; (ii) fabricação e comércio de cal, pó calcário, brita, ferro, manganês e quartzo; (iii) indústria e comércio de materiais de construção; (iv) exploração de indústrias e comércio correlatos ou subsidiários que, a critério da Diretoria, venham a ser julgados convenientes aos interesses da Companhia; (v) elaboração de projetos técnicos, econômicos e financeiros nos setores de suas atividades, quer para uso próprio, quer para terceiros; (vi) geração e comercialização de energia; (c) aprovar, por maioria de votos dos presentes, com voto parcialmente dissidente dos acionistas Santo Alphege Participações S.A. e Paulo Roberto Nunes, conforme Documento 03 recebido pela Mesa, a alteração dos Artigos 1º, 2º, parágrafo único, 3º, 10, Parágrafos 1º, 2º e 3º, 11, 12 e 13 do Estatuto Social da Companhia; (d) aprovar, por maioria de votos dos presentes, com voto parcialmente dissidente dos acionistas Santo Alphege Participações S.A. e Paulo Roberto Nunes, conforme Documento 03 recebido pela Mesa, a consolidação do Estatuto Social, procedendo a todos os ajustes necessários, cujo texto consolidado segue anexo à presente ata, conforme a seguir: Estatuto Social Consolidado da Maringá Ferro-Liga S.A., CNPJ/MF nº 61.082.988/0001-70, NIRE 35.3.0001745-5. Capítulo I. Denominação, Sede, Objeto e Duração. Artigo 1º - A Maringá Ferro-Liga S.A. é uma sociedade por ações que reger-se-á pelo presente estatuto social e pelas disposições legais e regulamentares que lhe forem aplicáveis. Artigo 2º - A Companhia tem sede e foro na Capital do Estado de São Paulo, podendo, por deliberação da Diretoria, respeitadas as prescrições e normas legais, abrir ou fechar, em qualquer parte do território nacional e internacional, filiais, subsidiárias, agências, armazéns, sucursais, escritórios ou quaisquer outras dependências. § Único - A Companhia mantém as seguintes filiais: (i) Fábrica localizada no Município de Itapeva/SP, na Estrada Itapeva ao Bairro do Taquari, s/n°, CXPST 25, Bairro do Taquari, CEP 18400-970, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda sob n° 61.082.988/0002-50 e com Inscrição Estadual n° 372.000.700.112;(ii) Fazenda Pilar, localizada no município de Itapeva/SP, na Estrada Bairro Jardim Maringá, s/nº, Bairro Cecap, CEP 18400-999, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda sob nº 61.082.988/0003-31 e com Inscrição Estadual nº 372.158.606.114, arrendado de Pilar Ibarra Modenezi, Ricardo Ibarra Modenezi e sua esposa; (iii) Fazenda Ribeirão Vermelho, localizada no Município de Nova Campina/SP, na Rodovia Bairro Faxinal Estrada Municipal Itapeva Nova Campina, s/nº, Bairro Faxinal, CEP 18.435-000, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda sob nº 61.082.988/0005-01 e com Inscrição Estadual 771.056.255.112, arrendado de Sidney Muzel de Moura e Carlos Muzel de Moura; (iv) Fazenda Velha, localizada no Município de Ribeirão Branco/SP, na Estrada Itapeva a Ribeirão Branco, s/nº, Bairro Fazenda Velha, CEP 18.430-000, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda sob nº 61.082.988/0006-84 e com Inscrição Estadual 578.069.156.115, arrendado de Sônia Aparecida Pedroso Huppes; (v) Fazenda Cachoeira, localizada no Município de Itapeva/SP, na Rua Bairro Cachoeira, nº 390B, Bairro Cachoeira, CEP 18.000-999, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda sob nº 61.082.988/0007-65 e com Inscrição Estadual 372.164.971.116, arrendado de Sônia Aparecida Pedroso Huppes; (vi) Fazenda Maringá, localizada no Município de Itapeva/SP, na Estrada Itapeva ao Bairro do Taquari, s/nº, CXPST 25, Bairro do Taquari; CEP 18400-970, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda sob o nº 61.082.988/0008-46 e com Inscrição Estadual nº 372.000.756.117; (vii) Fazenda Ribeirão da Ilha, localizada no Município de Itapirapuã Paulista/SP, na Estrada Taquari ao Ribeirão da Ilha, s/nº, Bairro Ribeirão da Ilha, CEP 18385-000, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda sob o nº 61.082.988/0009-27 e com Inscrição estadual nº 768.000.216.115; (viii) Sítio Capoeira Grande, localizado no Município de Bom Sucesso de Itararé, na Estrada Sítio Capoeira Grande, s/nº, CEP 18475-000, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda sob nº 61.082.988/0010-60 e com Inscrição Estadual nº 739.000.407.119; (ix) Fazenda Tamanduá, localizada no Município de Itapeva/SP, na Estrada Taquari ao Tamanduá, s/n°, CXPST 25, Bairro do Tamanduá, CEP 18400-970, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda sob nº 61.082.988/0011-41 e com Inscrição Estadual nº 372.006.675.115; (x) Fazenda Sambra - Fundão I, localizada no Município de Itapeva/SP, na Estrada BairroTaquari a Sambra, s/nº, Bairro da Sambra, CEP 18400-100, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda sob nº 61.082.988/0012-22 e com Inscrição Estadual nº 372.006.684.116;(xi) Fazenda Indumine, localizada no Município de Nova Campina/SP, na Estrada Taquari ao Bairro do Alegre, s/nº, Bairro Alegre, CEP 18435-000, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda sob nº 61.082.988/0013-03 e com Inscrição Estadual nº 771.000.204.111;(xii) Usina Poço Preto, localizada no Município de Itararé/SP, na EstradaTaquari ao Bairro da Seda, s/nº, Bairro da Sede, CEP 18460-000, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda sob nº 61.082.988/0014-94 e com Inscrição Estadual nº 380.023.023.111; (xiii) Fazenda Santa Rita, localizada no Município de Itapeva/SP, na Estrada Taquari ao Tamanduá, s/nº, CXPST 25, Bairro Santa Rita, CEP 18400-970, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda sob nº 61.082.988/0016-56 e com Inscrição Estadual nº 372.033.520.111; (xiv) Fazenda Estância Dois Pinheiros, localizada no município de Itapeva/SP, na Estrada ao Bairro da Lagoa Grande, s/nº, Bairro Lagoa Grande, CEP 18.400-999, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda sob nº 61.082.988/0019-07 e com Inscrição Estadual nº 372.164.980.117, arrendado de Minervino Pinheiro e sua esposa Maria Rosa de Melo Pinheiro; (xv) Fazenda Alba, localizada no Município de Itapeva/SP, na Estrada Itapeva, s/nº, Km 12, CXPST 25, Bairro Jaó, CEP 18400-970, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda sob nº 61.082.988/0021-13 e com Inscrição Estadual nº 372.017.589.112; (xvi) Carvoaria Mato Dentro, localizada no Município de Bom Sucesso de Itararé/SP, na Estrada Itapeva ao Bairro Bom Sucesso, s/nº, Bairro Mato Dentro, CEP 18475-000, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda sob nº 61.082.988/0024-66 e com Inscrição Estadual nº 739.000.425.110; (xvii) Nova Caviúnas, localizada no Município de Itapeva/SP, na Estrada Itapeva ao Ribeirão Branco, s/nº, KM 20, CXPST 25, Bairro Alto do Brancal, CEP 18400-970, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda sob nº 61.082.988/0025-47 e com Inscrição Estadual nº 372.024.070.116; (xviii) Carvoaria Itambé, localizada no Município de Bom Sucesso de Itararé/SP, na Estrada Itapeva ao Bairro Itambé, s/nº, Bairro Itambé, CEP 18475-000, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda sob nº 61.082.988/0026-28 e com Inscrição Estadual nº 739.000.434.111;(xix) Carvoaria Fecho, localizada no Município de Nova Campina/SP, na Rodovia Luiz José Sguario, s/nº, Bairro Taquari Guaçu, CEP 18435-000, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda sob nº 61.082.988/0027-09 e com Inscrição Estadual nº 771.000.222.113; (xx) Usina São José, localizada no Município de Nova Campina/SP, na Rodovia Luiz José Sguario, s/nº, Bairro Taquari Guaçu, CEP 18435-000, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda sob nº 61.082.988/0028-90 e com Inscrição Estadual nº 771.000.213.112;

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINDAMONHANGABA

ABERTURA DE L C TAÇÃO PREGÃO PRESENC AL – REG STRO DE PREÇO N 82 2013 – Aqu s ção de p acas de den ficação pa a d ve sas Sec e a as da Mun c pa dade con o me espec ficação cons an e do anexo – Te mo de Re e ênc a do p esen e ns umen o convoca ó o O ence amen o c edenc amen o e en ega dos enve opes da se á na da a de 06 de agos o de 2013 às 09 00 ho as Ed a e me ho es n o mações med an e o eco h men o da axa de R$ 10 00 dez ea s a avés de gu a de a ecadação no Se o de L c ações s a o Paço Mun c pa oca zado à Rua Nove de Ju ho n 690 Cen o ou pe o Te 15 3543 9900 – ama 9936 de segunda a sex a e a das 09 00 às 11 00hs e das 13 00 às 16 00hs ou a avés do e ma ed a capaobon o@gma com Capão Bon o SP 11 de u ho de 2013 PREGÃO PRESENC AL – REG STRO DE PREÇO N 83 2013 – Aqu s ção de Ped a B a Rachão Pó de Ped a Ped a 2 Ped sco e Ca P n u a pa a a Sec e a a de Ob as des e Mun c p o con o me espec ficação cons an e do anexo – Te mo de Re e ênc a do p esen e ns umen o convoca ó o O ence amen o c edenc amen o e en ega dos enve opes da se á na da a de 06 de agos o de 2013 às 14 00 ho as Ed a e me ho es n o mações med an e o eco h men o da axa de R$ 10 00 dez ea s a avés de gu a de a ecadação no Se o de L c ações s a o Paço Mun c pa oca zado à Rua Nove de Ju ho n 690 Cen o ou pe o Te 15 3543 9900 – ama 9936 de segunda a sex a e a das 09 00 às 11 00hs e das 13 00 às 16 00hs ou a avés do e ma ed a capaobon o@gma com Capão Bon o SP 11 de u ho de 2013 TPREGÃO PRESENC AL – REG STRO DE PREÇO N 84 2013 – Con a ação de som pa a se u zado em even os cu u a s espo vos educac ona s e ou os even os mun c pa s pa a a Sec e a a Mun c pa de Juven ude Espo e Cu u a e Laze con o me espec ficação cons an e do anexo – Te mo de Re e ênc a do p esen e ns umen o convoca ó o O ence amen o c edenc amen o e en ega dos enve opes da se á na da a de 07 de agos o de 2013 às 09 00 ho as Ed a e me ho es n o mações med an e o eco h men o da axa de R$ 10 00 dez ea s a avés de gu a de a ecadação no Se o de L c ações s a o Paço Mun c pa oca zado à Rua Nove de Ju ho n 690 Cen o ou pe o Te 15 3543 9900 – ama 9936 de segunda a sex a e a das 09 00 às 11 00hs e das 13 00 às 16 00hs ou a avés do e ma ed a capaobon o@gma com Capão Bon o SP 11 de u ho de 2013 D JUL O FERNANDO GALVÃO D AS P e e o Mun c pa

K.C.P.S.P.E. Empreendimentos e Participações S.A.

EDITAL RESUMIDO PREGÃO Nº 101/2013 A Prefeitura torna público que se acha aberto no Depto. de Licitações e Compras, sito na Av. N. Sra. do Bom Sucesso, n° 1.400, Bairro Alto do Cardoso o PP nº 101/13, que cuida da “Aquisição de motores elétricos instalados com polia e fiação (cabeamento), através de convênio com o Ministério da Agricultura, pecuária e abastecimento, atendendo ao sistema de irrigação do polder Pinda IV”, com encerramento dia 24/07/2013, às 8h30 e abertura às 9h. O edital estará disponível no site www.pindamonhangaba.sp.gov.br. e maiores informações poderão ser obtidas no endereço supra das 8h às 17h ou através do tel.: (12) 3644-5600. Pindamonhangaba, 11 de julho de 2013. PREGÃO Nº 102/2013 A Prefeitura torna público que se acha aberto no Depto. de Licitações e Compras, sito na Av. N. Sra. do Bom Sucesso, n° 1.400, Bairro Alto do Cardoso o PP nº 102/13, que cuida da “Aquisição de cal virgem concentrado para diversas obras em andamento realizadas pela usina de asfalto”, com encerramento dia 25/07/2013, às 8h30 e abertura às 9h. O edital estará disponível no site www.pindamonhangaba.sp.gov.br. e maiores informações poderão ser obtidas no endereço supra das 8h às 17h ou através do tel.: (12) 3644-5600. Pindamonhangaba, 11 de julho de 2013. PREGÃO Nº 112/2013 A Prefeitura torna público que se acha aberto no Depto. de Licitações e Compras, sito na Av. N. Sra. do Bom Sucesso, n° 1.400, Bairro Alto do Cardoso o PP nº 112/13, que cuida da “Aquisição de material para reforma e ampliação da Creche Frei Reynaldo Nieborg”, com encerramento dia 24/07/2013, às 14h30 e abertura às 15h. O edital estará disponível no site www.pindamonhangaba.sp.gov.br. e maiores informações poderão ser obtidas no endereço supra das 8h às 17h ou através do tel.: (12) 3644-5600. Pindamonhangaba, 11 de julho de 2013.

PREFE TURA MUN C PAL DE CAPÃO BON TO-SP

CÂMARA MUN C PAL DE VAL NHOS AV SO DE L C TAÇÃO PREGÃO PRESENC AL N 12 2013 T PO MENOR PREÇO OBJETO CONFECÇÃO E NSTALAÇÃO DE GUARDA CORPO PORTAS DE V DROS E ESPELHOS C edenc amen o 25 07 13 às 14h Abe u a da sessão púb ca 25 07 13 às 14h30m n Loca Câma a Mun c pa de Va nhos Rua Ânge o An ôn o Sch av na o n 59 Res denc a São Lu z Va nhos SP CEP 13270 470 Consu a e o nec men o do ed a Se á o nec do aos n e essados a pa de 12 07 2013 na D e o a Adm n s a va da Câma a Mun c pa de Va nhos no ende eço c ado ac ma no ho á o das 09 às 17 ho as de segunda à sex a e a pe o s e www cama ava nhos sp gov b ou pe o e ma comp as@cama ava nhos sp gov b Va nhos 11 de u ho de 2013 LOUR VALDO MESS AS DE OL VE RA P es den e

CÂMARA MUN C PAL DE VAL NHOS AV SO DE L C TAÇÃO PREGÃO PRESENC AL N 19 2013 T PO MENOR PREÇO GLOBAL OBJETO AQU S ÇÃO E NSTALAÇÃO DE TREL ÇAS C edenc amen o 25 07 13 às 09h Abe u a da sessão púb ca 25 07 13 às 09h30m n Loca Câma a Mun c pa de Va nhos Rua Ânge o An ôn o Sch av na o n 59 Res denc a São Lu z Va nhos SP CEP 13270 470 Consu a e o nec men o do ed a Se á o nec do aos n e essados a pa de 12 07 2013 na D e o a Adm n s a va da Câma a Mun c pa de Va nhos no ende eço c ado ac ma no ho á o das 09 às 17 ho as de segunda à sex a e a pe o s e www cama ava nhos sp gov b ou pe o e ma comp as@cama ava nhos sp gov b Va nhos 12 de u ho de 2013 LOUR VALDO MESS AS DE OL VE RA P es den e

Cavour Restaurante e Participações S.A.

FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL

Conforme informação da Distribuição Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, foram ajuizados no dia 11 de julho de 2013, na Comarca da Capital, os seguintes pedidos de falência, recuperação extrajudicial e recuperação judicial: Requerente: Ox – Fer Indústria e Comércio de Ferro e Aço Ltda. Requerido: Evans do Brasil Engenharia Estrutural Ltda. Avenida Gameleira Branca, 727 - Box 10 – Jardim Brasília - 1ª Vara de Falências. Requerente: Ox-Fer Indústria e Comércio de Ferro e Aço Ltda. Requerido: Implementos Rodoviários Rai Ltda. Rua Teresina, 688 - Vila Bertioga - 1ª Vara de Falências. Requerente: Ox-Fer Indústria e Comércio de Ferro e Aço Ltda. Requerido: Nucleotech Indústria e Comércio de Equipamentos de Automação Ltda. Rua Olímpio Rodrigues da Silva, 111 - Jardim Vazani - 2ª Vara de Falências.

CNPJ/MF 55.727.689/0001-42 - NIRE 35.300.373.421 EXTRATO DA ATA DA ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA Em 22/04/13 na sede social em São Paulo/SP, às 16 hs., presentes a totalidade dos Acionistas ficando dispensada a convocação. Mesa: Presidente: Sylvio Lazzarini Neto; Secretário:Tiago RobertoTrês Locatelli. Deliberações Aprovadas por Unanimidade: 1) Aprovação das demonstrações contábeis, relativas ao exercício findo em 31/12/2012; 2) Ratificar o valor da Distribuição de lucros aos acionistas, no exercício de 2012, no valor de R$ 2.307.089,02 com a utilização de parte do saldo de 31/12/2011, da Conta de Reserva de Lucros a Realizar; 3) Destinar o Lucro Líquido do Exercício, no valor de R$ 2.095.818,40: a) constituição da Reserva Legal, no valor de R$ 104.790,92; b) transferência do saldo remanescente do Lucro Líquido para a Conta de Lucros a Realizar, no Patrimônio Líquido. Nada mais. São Paulo, 22/04/13.JUCESP nº 213.779/13-4 em 10/06/13. Gisela S. Ceschin - Secretária Geral.

PREFE TURA DO MUN C P O DE SANTA GERTRUDES P g oP

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(xxi) Usina Santa Maria, localizada no Município de Itapeva/SP, na Estrada Itapeva ao Bairro Pacova, s/nº, CXPST 25, CEP 18400-970, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda sob nº 61.082.988/0029-70 e com Inscrição Estadual nº 372.034.711.118; (xxii) Usina do Capote, localizada no Município de Ribeirão Branco/SP, na Estrada Ribeirão Branco aos Batistas, s/nº, Bairro dos Batistas, CEP 18430-000, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda sob nº 61.082.988/0030-04 e com Inscrição Estadual nº 578.003.670.118; (xxiii) Usina da Barra, localizada no Município de Itapeva/SP, na Estrada Itapeva ao Bairro das Pedras, s/n°, CXPST 25, Bairro das Pedras, CEP 18400-970, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda sob nº 61.082.988/0031-95 e com Inscrição Estadual nº 372.034.720.119; (xxiv) Fazenda São Sebastião, localizada no Município de Ribeira/SP, na Fazenda São Sebastião, s/nº, Bairro Barra Bonita, CEP 18380-000, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda sob nº 61.082.988/0032-76 e com Inscrição Estadual nº 576.056.925.117; (xxv) Fazenda Butiá, localizada no Município de Apiaí/SP, na Estrada Itapeva ao Bom Sucesso, s/nº, Bairro do Butia, CEP 18320-000, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda sob nº 61.082.988/0033-57 e com Inscrição Estadual nº 176.012.108.110; (xxvi) Fazenda Água Quente, localizada no Município de Nova Campina/SP, na Estrada Taquari, s/nº, Km 18, Bairro do Alegre, CEP 18435-000, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda sob nº 61.082.988/0034-38 e com Inscrição Estadual nº 771.000.941.117; (xxvii) Subestação, localizada no Município de Itapeva/SP, na Avenida Gastão de Mesquita Filho, s/nº, KM 2, Vila Maringá, CEP 18408-370, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda sob nº 61.082.988/0035-19 e com Inscrição Estadual nº 372.117.617.117; e (xxviii) Fazenda Cafezal, localizada no Município de Itapeva/SP, na Estrada Municipal Itapeva ao Bairro Caputera Km 30, s/nº, Bairro Caputera, CEP 18.400-970, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda sob nº 61.082.988/0036-08 e com Inscrição Estadual 372.071.919.118, arrendado de Osmal Gomes Ribeiro e esposa. Artigo 3º - A Companhia tem por objeto: (a) mineração em geral, visando o aproveitamento de jazidas minerais no território nacional, especialmente de calcário, ferro, manganês e quartzo; (b) fabricação e comércio de cal, pó calcário, brita, ferro, manganês e quartzo;(c) indústria e comércio de materiais de construção;(d) exploração de indústrias e comércio correlatos ou subsidiários que, a critério da Diretoria, venham a ser julgados convenientes aos interesses da Companhia; (e) elaboração de projetos técnicos, econômicos e financeiros nos setores de suas atividades, quer para uso próprio, quer para terceiros; e (f) geração e comercialização de energia. § Único - Poderá a Companhia constituir subsidiárias e participar de outras sociedades. Artigo 4º - O prazo de duração da Companhia é indeterminado.Capítulo II.Do Capital Social e as Ações.Artigo 5º - O capital social é de R$ 155.000.000,00, totalmente integralizado, dividido em 156.671.233 ações ordinárias nominativas, sem valor nominal. § Único - As ações são indivisíveis em relação a Companhia e nominativas, sendo facultada adoção de forma escritural, mediante prévia deliberação da Diretoria, em conta corrente de depósito, mantida em nome de seus titulares junto a instituição financeira indicada pela Diretoria, podendo ser cobradas dos acionistas a remuneração de que trata o parágrafo 3º, do artigo 35 da Lei 6.404/1976. Artigo 6º - Cada ação ordinária nominativa dará direito a um voto nas deliberações da Assembléia Geral. Capítulo III. Da Assembléia Geral. Artigo 7º - A Assembléia Geral reunir-se-á, ordinariamente, em um dos 4 meses seguintes ao término do exercício social e extraordinariamente nos casos legais, guardados os preceitos de direito nas respectivas convocações. § 1º - A Assembléia Geral será convocada pela Diretoria da Companhia, mediante anúncio assinado por 02 Diretores, nos termos do artigo 124 da Lei 6.404/1976. § 2º - A Assembléia Geral será instalada pelo Diretor Presidente, sendo que, no caso de sua ausência, poderá ser instalada por outro Diretor. § 3º - Os acionistas escolherão, por maioria de votos, dentre os presentes, acionista ou não, o Presidente da Assembleia, cabendo a esse a designação de um Secretário para secretariar os trabalhos. § 4º - Somente serão admitidos a votas os acionistas cujas ações tenham sido transferidas e registradas no livro próprio da sociedade até as 17h do dia útil imediatamente anterior à realização da Assembleia. Capítulo IV. Da Diretoria. Artigo 8º - A Companhia será administrada por uma Diretoria composta de até 03 membros, sendo 01 designado Diretor Presidente e os demais Diretores sem designação específica, acionistas ou não, eleitos pela Assembléia Geral, com prazo de gestão de 03 anos, permitida a reeleição, devendo sua remuneração global ser deliberada em Assembléia Geral.Todos os membros da Diretoria deverão ter residência no Pais. § 1º - Os membros da Diretoria ficam dispensados de prestar caução como garantia de sua gestão. § 2º - Em caso de ausência ou impedimento de qualquer Diretor, bem como, vagando tal cargo, a Diretoria designará um substituto para completar o mandato do substituído.Artigo 9º - A investidura no cargo dar-se-á por termo lavrado no “Livro de Atas de Reuniões de Diretoria”, assinado pelos respectivos Diretores nos 30 dias após a eleição/designação. Artigo 10 - Diretoria reunir-se-á sempre que necessário, por convocação de qualquer dos Diretores, sendo as convocações realizadas por carta e/ou telegrama e/ou correio eletrônico e/ou fac-simile, com, pelo menos, 03 dias de antecedência. § 1º - O quórum para a instalação da reunião será de, no mínimo, 02 Diretores, sendo um deles, necessariamente, o Diretor Presidente, sendo as deliberações tomadas por maioria de votos. No caso de empate, o Diretor Presidente terá voto adicional. § 2º As reuniões de Diretoria serão presididas pelo Diretor Presidente. § 3º Das reuniões de Diretoria será lavrada ata, em livro próprio que será mantido na sede da Companhia, sendo que, para que a ata produza seus efeitos, deverá ser assinada pelo Diretor Presidente, além dos demais Diretores que tiverem comparecido à respectiva reunião de Diretoria. Artigo 11 - Compete à Diretoria, representada por, pelo menos, 02 Diretores: (a) administrar, dirigir e superintender todos os negócios sociais e praticar todos os atos necessários ao regular funcionamento da Companhia, inclusive movimentação bancária; (b) assumir obrigações que impliquem endividamento da Companhia em valor inferior a R$ 5.000.000,00; (c) convocar a Assembléia Geral; (d) escolher e destituir, se necessário, auditores independentes; (e) representar ativa e passivamente a Companhia, incumbindo-lhe executar e fazer executar, dentro das respectivas atribuições, as deliberações tomadas pela Assembléia Geral, nos limites estabelecidos pelo presente Estatuto;(f) cuidar para que os negócios sociais sejam conduzidos com probidade, de modo a preservar o bom nome da Companhia;(g) deliberar e apresentar proposta à Assembléia Geral para pagamento de dividendos e/ou juros de capital próprio, bem como a destinação dos lucros e constituição de reservas; (h) deliberar e apresentar proposta à Assembléia Geral para aquisição de ações da própria Companhia; e (i) deliberar e apresentar à Assembléia Geral proposta objetivando aumento ou redução do capital social, grupamento, bonificação ou desdobramento de suas ações, operações de fusão, incorporação ou cisão e reformas estatutárias da Companhia. § 1º - Nas hipóteses do Artigo 11 acima, a Companhia também poderá ser representada, também, por 02 procuradores, em conjunto, ou por 01 procurador em conjunto com 01 Diretor. Artigo 12 - Compete à Diretoria, representada pelo Diretor Presidente em conjunto com, pelo menos, 01 outro Diretor: (a) assumir obrigações que impliquem endividamento da Companhia em valor igual ou superior a R$ 5.000.000,00; (b) nomear e constituir procuradores, em nome da Companhia, devendo ser especificados no instrumento de mandato, os atos ou operações que os procuradores poderão praticar e a duração do mandato que, no caso de mandato judicial, poderá ser por tempo indeterminado; (c) autorizar a concessão de qualquer modalidade de doação, contribuição ou auxílio, independentemente do beneficiário; (d) alienar permanentemente bens do ativo, ou constitui garantias reais sobre bens móveis ou imóveis da Companhia; (e) deliberar sobre a prestação de fiança, aval ou outra garantia, mesmo real, para companhias ou empresas controladoras, controladas, coligadas ou pertencentes ao mesmo Grupo Econômico, bem como em negócios ou operações de interesse da Companhia; e (f) deliberar sobre doação de terrenos ou prédios a pessoas de direito público, autarquias, entidades que se dediquem a obras educacionais ou de interesse coletivo, e fixar as condições em que será feita essa doação. Artigo 13 - Os procuradores deverão ser devidamente nomeados por instrumento particular ou público firmado pelo Diretor Presidente em conjunto com, pelo menos, um dos outros Diretores. Exceto quando para fins judiciais, as procurações terão prazo limitado de validade e conferirão poderes específicos. § 1º - Para a prática de ato especial e determinado, a Diretoria poderá atribuir, através de instrumento assinado pelo Diretor Presidente em conjunto com, pelo menos, um dos outros Diretores, a qualquer 01 dos Diretores ou a 01 procurador, a faculdade de representá-la isoladamente. Capítulo V. Do Conselho Fiscal. Artigo 14 - A Companhia terá um Conselho Fiscal composto por 3 membros e suplentes em igual número, acionistas ou não, que terá seu funcionamento nos exercícios sociais em que for devidamente instalado, nos termos do artigo 161 da Lei 6.404/1976. Artigo 15 - O Conselho Fiscal, quando em funcionamento, terá seus membros substituídos nos respectivos impedimentos, faltas ou em caso de vaga nos cargos correspondentes, pelos suplentes e os honorários dos membros efetivos serão fixados pela Assembléia Geral que os eleger. Artigo 16 - A investidura dos membros do Conselho Fiscal dar-se-á por termo lavrado no “Livro de Atas de Reuniões e Pareceres do Conselho Fiscal”, a ser assinado nos 30 (trinta) dias seguintes à sua eleição. Capítulo VI. Do Exercício Social, Balanço, Lucros e sua Aplicação. Artigo 17 - O exercício social coincide com o ano civil, terminando, portanto, em 31 de dezembro de cada ano e os resultados serão apurados em balanço realizado no último dia do ano civil, de conformidade com as prescrições legais. Artigo 18 - O lucro líquido anual, apurado na forma da lei, terá as seguintes destinações, na ordem de sua enunciação: (a) fundo de reserva legal nos termos do artigo 193 da Lei 6.404/1976; (b) fundo de reserva para contingências nos termos do artigo 195 da Lei 6.404/1976; e (c) provisão para dividendos aos acionistas, em porcentagem não inferior a 25% do lucro líquido, ajustado na forma do artigo 202 da Lei 6.404/1976.§ 1º - Poderá a Diretoria autorizar a distribuição de lucros aos acionistas a título de juros sobre o capital próprio, podendo o valor correspondente a juros pagos ou creditados ser imputado ao dividendo mínimo obrigatório. § 2° - A Assembléia Geral, após: (i) constituição da reserva legal e da reserva de contingências;(ii) pagamento do dividendo obrigatório;(iii) constituição da reserva de lucros a realizar, prevista no artigo 197 da Lei 6.404/1976, com a redação dada pela Lei 10.303/2001; e (iv) as retenções de lucro vinculadas a orçamentos de capital, poderá aprovar a destinação de 100% do saldo remanescente do lucro líquido do exercício para a constituição de uma Reserva Estatutária Operacional, que obedecerá as seguintes regras: (a) sua constituição não prejudicará o direito dos acionistas em receber o pagamento do dividendo obrigatório; (b) seu saldo, não pode rã ultrapassar a 90% do capital social; (c) a reserva tem por finalidade assegurar investimentos em bens do ativo permanente, ou acréscimos do capital de giro, inclusive através de amortização das dívidas da Companhia, independentemente das retenções de lucro vinculadas a orçamento de capital; e (d) o saldo da reserva de lucros prevista neste artigo poderá, por deliberação da Assembléia Geral, ser utilizado: (i) na absorção de prejuízos, sempre que necessário; (ii) na distribuição de dividendos; (iii) nas operações de resgate, reembolso ou compra de ações, autorizadas por lei; ou (iv) na incorporação ao capital social, inclusive mediante bonificações em ações novas. § 3º - Os dividendos atribuídos aos acionistas serão pagos nos prazos da lei, somente incidindo correção monetária e/ou juros se assim for determinado pela Assembléia Geral, e se não reclamados dentro de 03 anos contados da publicação do ato que autorizou sua distribuição, prescreverão em favor da Companhia. § 4º - O dividendo previsto no item “c” do caput deste artigo não será obrigatório no exercício social em que a Diretoria informar à Assembléia Geral ser ele incompatível com a situação financeira da Companhia, mas os lucros que assim deixarem de ser distribuídos serão registrados como reserva especial e, se não absorvidos por prejuízos em exercícios subsequentes, deverão ser pagos como dividendos, logo que o permitir a situação financeira da Companhia. Artigo 19 - Sempre ad referendum da Assembléia Geral Ordinária que se realizar subsequente, a Diretoria poderá determinar o levantamento de balancete mensal, trimestral ou semestral, antecipando o pagamento de dividendos aos acionistas, baseado no balancete levantado na época, observadas as disposições legais. Capítulo VII. Da Liquidação da Companhia. Artigo 20 - A Companhia entrará em liquidação nos casos previstos em lei, observadas as normas legais pertinentes. § Único - Compete à Assembléia Geral, convocada e instalada com observância das formalidades legais, estabelecer o modo de liquidação, nomear o liquidante e o Conselho Fiscal que deve funcionar durante o período de liquidação.O Conselho Fiscal durante a liquidação somente funcionará a pedido de acionistas. CapítuloVIII. Das Disposições Finais. Artigo 21 - Os casos omissos e as hipóteses não previstas neste Estatuto reger-se-ão pelas disposições legais em vigor. 7. Lavratura da Ata e Encerramento: Nada mais havendo a tratar e ninguém tendo pedido a palavra, determinou o Sr. Presidente suspendeu os trabalhos até que fosse lavrada, na forma de sumário dos fatos ocorridos, esta ata, a qual, após lida, foi achada conforme e assinada. Acionistas: São Eutiquiano Participações S.A., Santo Alphege Participações S.A. e Paulo Roberto Nunes. São Paulo, 22/04/2013. Presidente - Osmar Simões. Secretário - Ivan Iegoroff de Mattos. Diretores: Diretor Presidente - Roberto de Oliva Mesquita. Diretor - Carlos Roberto Baccaro. Diretor - Eduardo Lambiasi. Acionistas: São Eutiquiano Participações S.A.; Santo Alphege Participações S.A.; Paulo Roberto Nunes. JUCESP nº 183.736/13-8 em 16/05/2013. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.

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(em organização) Ata da Assembleia Geral de Constituição de Sociedade por Ações realizada em 04 de Fevereiro de 2013 Data,Hora e Local:4/2/13, às 15:30hs, na Sede.Quórum de Instalação:verificou-se a presença dos Fundadores da Sociedade conforme boletins de subscrição, (Anexo II) e lista de presença (Anexo III).Mesa:Presidente:Sueli de Fátima Ferretti;Secretária:Cleber Faria Fernandes. Deliberações: Dando início aos trabalhos e seguindo a ordem do dia, a Assembleia deliberou, por unanimidade: (a) constituir a K.C.P.S.P.E. Empreendimentos e Participações S.A., sociedade por ações com sede em SP/SP, na R. Pamplona, 818 - 9° and., cj. 92; (b) fixar o capital social da Cia. em R$ 500,00 dividido em 500 ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, totalmente subscritas e parcialmente integralizadas, nesta data, conforme boletins de subscrição anexos. (c) aprovar, sem qualquer ressalva, o Estatuto Social da Cia., que passa a fazer parte integrante da presente ata (Anexo I); (d) aprovar, nos termos, do § 1º art. 130 da Lei nº 6.404/76, lavrar a ata desta assembléia em forma de sumário;(e) eleger as pessoas abaixo qualificadas para compor a Diretoria com mandato anual que vigorará até a posse dos eleitos pela AGO de 2014: Diretores: Sueli de Fátima Ferretti, RG nº 7.743.932, SSP/SP, CPF/MF nº 764.868.778-04, para o cargo de diretora. Cleber Faria Fernandes, RG nº 23.360.684-1, SSP/SP, CPF/MF nº 192.212.358-74, para o cargo de diretor. Os membros da Diretoria ora eleitos declararam ter ciência do disposto no art.147 da Lei n° 6.404/76, não tendo sido condenados a pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos; ou por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato;oucontraaeconomiapopular,contraosistemafinanceironacional,contraasnormasdedefesadaconcorrência,contraasrelações de consumo, a fé pública ou a propriedade.Encerramento: Nada mais.SP, 4/2/13.Sueli de Fátima Ferretti - Presidente da Assembleia e diretora eleita; Cleber Faria Fernandes - Secretário da Assembleia e diretor eleito. Visto do Advogado: Renato Dias Pinheiro - OAB/SP 105.311-A - OAB/RJ 19.553.(Anexo I) - Estatuto Social - Capítulo I - Da Denominação,Sede,Objeto e Duração - Art.1º- A K.C.P.S.P.E. Empreendimentos e Participações S.A. é uma sociedade anônima que rege-se por este Estatuto Social e pelas demais disposições legais que lhe forem aplicáveis.Art.2º - A Cia.tem sede e foro na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Pamplona n° 818, 9º Andar, conjunto 92, Bairro Jardim Paulista, CEP 01405-001, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, podendo abrir filiais, agências ouescritóriospordeliberaçãodadiretoria.Art.3º-ACia.temporobjetosocialaparticipaçãoemoutrasSociedades,comosóciaouacionista, no país ou no exterior (“holding”). Art.4º - A Sociedade terá prazo indeterminado de duração. Capítulo II - Do Capital - Art.5º - O capital social é de R$ 500,00, representado por 500 ações, sendo todas ordinárias nominativas, sem valor nominal, sendo R$ 200,00 integralizados eorestanteaintegralizarnoprazode12mesesacontardestaassembleia.§1º-Cadaaçãocorrespondeaumvotonasdeliberaçõessociais. §2º - As ações provenientes de aumento de capital serão distribuídas entre os acionistas, na forma da lei, no prazo que for fixado pela Assembléia que deliberar sobre o aumento de capital.§3º - Mediante aprovação de acionistas representando a maioria do capital social, a Cia. poderá adquirir as próprias ações para efeito de cancelamento ou permanência em tesouraria, sem diminuição do capital social, para posteriormente aliená-las, observadas as normas legais e regulamentares em vigor. Capítulo III - Da Assembléia Geral - Art.6º - A Assembléia Geral reunir-se-á, ordinariamente, nos 4 primeiros meses após o encerramento do exercício social, e, extraordinariamente, sempre que os interesses sociais o exigirem.§1º - A Assembléia Geral será presidida por acionistas ou diretor eleito no ato, que convidará, dentre os diretores ou acionistas presentes, o secretário dos trabalhos.§2º - As deliberações das Assembléias Gerais Ordinárias e Extraordinárias, ressalvadas as exceções previstas em lei e sem prejuízo do disposto neste Estatuto Social, serão tomadas por maioria absoluta de voto, não computando os votos em branco. Capítulo IV - Da Administração - Art.7º - A administração da Cia. será exercida por uma diretoria, composta por no mínimo 2 e no máximo 10 membros, todos com a designação de diretores, podendo ser acionistas ou não, residentes no país, eleitos anualmente pela Assembléia Geral, permitida a reeleição. Vencido o mandato, os diretores continuarão no exercício de seus cargos, até a posse dos novos eleitos. §1º - Os diretores ficam dispensados de prestar caução e seus honorários serão fixados pela Assembléia Geral que os eleger.§2º - A investidura dos diretores nos cargos far-se-á por termo lavrado no livro próprio.Art.8º - No caso de impedimento ocasional de um diretor, suas funções serão exercidas por qualquer outro diretor, indicado pelos demais.No caso de vaga, o indicado deverá permanecer no cargo até a eleição e posse do substituto pela Assembléia Geral.Art.9º - A diretoria tem amplos poderes de administração e gestão dos negócios sociais, podendo praticar todos os atos necessários para gerenciar a Sociedade e representá-la perante terceiros, em juízo ou fora dele, e perante qualquer autoridade pública e órgãos governamentais federais, estaduais ou municipais; exercer os poderes normais de gerência; assinar documentos, escrituras, contratos e instrumentos de crédito; emitir e endossar cheques; abrir, operar e encerrar contas bancárias; contratar empréstimos, concedendo garantias, adquirir, vender, onerar ou ceder, no todo ou em parte, bens móveis ou imóveis.Art.10 - A representação da Cia.em juízo ou fora dele, assim como a prática de todos os atos referidos no Art. nono competem a qualquer diretor, agindo isoladamente, ou a um ou mais procuradores, na forma indicada nos respectivos instrumentos de mandato. A nomeação de procurador(es) dar-se-á pela assinatura isolada de qualquer diretor, devendo os instrumentos de mandato especificarem os poderes conferidos aos mandatários e serem outorgados com prazo de validade não superior a um ano, exceto em relação às procurações “ad judicia”, as quais poderão ser outorgadas por prazo indeterminado.§Único: Dependerão da aprovação de acionistas representando a maioria do capital social a prestação de avais, fianças e outras garantias em favor de terceiros. Art.11-CompeteàdiretoriasuperintenderoandamentodosnegóciosdaCia.,praticandoosatosnecessáriosaoseuregularfuncionamento. CapítuloV - Conselho Fiscal - Art.12 - A Cia.terá um Conselho Fiscal, de funcionamento não permanente que, quando instalado, deverá ser composto de, no mínimo, 3 e, no máximo, 5 membros efetivos e igual número de suplentes, acionistas ou não. §Único - Os membros do Conselho Fiscal serão eleitos pela Assembléia Gera O mm m C p u oV D po õ G A O S m m m Q m S m m m m A O m A m G m m C F m m m m A M m S mm m m m m A AS m m m m m A AS m m A m G m m m m m m A Q C Cm S P E S P Su d F m F P C b F F n nd S N RE m

Prakolar Rótulos Auto-Adesivos S.A.

CNPJ/MF nº 02.929.563/0001-94 - NIRE 35.300.361.300 Ata da Assembléia Geral Ordinária, Realizada em 11/06/2013 1. Data, Hora e Local: Aos 11/06/2013, às 14 h, na sede social da Sociedade, situada na Capital do Estado de São Paulo, na Rua Manoel Ramos Paiva, nº 70, Belenzinho, CEP 03021-060. 2. Convocação e Presenças: Dispensadas as formalidades de convocação, tendo em vista a presença dos acionistas representando a totalidade do capital social, nomeadamente: (i) Grebert Participações Ltda.; (ii) JVX Participações Ltda.; (iii) Prakeis Participações Ltda.; e (iv) Aleva Participações Ltda. 3. Mesa: Jean Willem Chatziefstratiou, Presidente; Alexandre Chatziefstratiou, Secretário. 4. Ordem do Dia: (i) prestação de contas dos administradores, exame, discussão e votação das demonstrações financeiras relativas ao exercício de 2012 e destinação de resultados e (ii) fixação dos honorários globais dos membros da Diretoria. 5. Esclarecimento: Demonstrações Financeiras e Relatório da Administração relativos ao exercício de 2012 publicados no DOESP e no Jornal Diário do Comércio no dia 05/06/2013. 6. Deliberações: Os acionistas presentes, com abstenção dos legalmente impedidos, deliberaram (i) por unanimidade de votos aprovar o Balanço Patrimonial e demais Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31/12/2012, tendo o lucro líquido do exercício, no valor de R$ 7.725.204,33, a seguinte destinação: a) R$ 6.867.000,00, foram distribuídos aos acionistas a título de dividendos ao longo do exercício de 2012; (b) R$ 386.260,22 serão aplicados na constituição da reserva legal; e (c) R$ 471.944,11 foi destinado para a reserva de lucros. Os acionistas, neste ato, ratificam a distribuição de dividendos efetuada ao longo do exercício de 2012, no valor total de R$ 6.867.000,00, tudo conforme demonstrado no balanço, demais demonstrações financeiras e respectivas notas explicativas; e (ii) por unanimidade, fixar o limite dos honorários globais mensal da Diretoria em R$ 500.000,00, podendo ser distribuído livremente entre os seus membros, observando-se o respectivo limite. 7. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, determinou o Sr. Presidente que fosse lavrada esta ata, a qual, após lida, foi achada conforme e assinada, na forma de sumário dos atos ocorridos, conforme expressamente permitido pelo art. 130, § 1º, da Lei de S.A.’s. São Paulo, 11/06/2013. Assinam a presente ata: Jean Willem Chatziefstratiou - Presidente; Alexandre Chatziefstratiou - Secretário. Acionistas: Gregbert Participações Ltda., JVX Participações Ltda., Prakeis Participações Ltda., Aleva Participações Ltda. Confere com o original lavrado em livro próprio. Mesa: Jean Willem Chatziefstratiou - Presidente; Alexandre Chatziefstratiou - Secretário. JUCESP nº 239.573/13-4 em 28/06/13. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.

Empreendimento Imobiliário Canário do 130 S.A CNPJ/MF nº 07.161.598/0001-40 – NIRE 35.3.0031996-6 Ata da AGE, Realizada em 28 de Março de 2013 Data, Hora e Local: Aos 28/3/13, 18hs, em SP/SP, R. Bandeira Paulista, nº 716, 12ª. 2. Convocação: Dispensada. 3. Presenças: Totalidade. 4. Mesa: Sílvio Sandoval Filho, Presidente; Jorge Cury Neto, Secretário. 5. Ordem do Dia: autorizar a redução do capital social da companhia. 6. Deliberações: por unanimidade de votos dos presentes, os acionistas deliberaram pela redução do capital social da companhia em R$ 3.000.000,00, passando o capital social dos atuais R$ 4.660.000,00 para R$ 1.660.000,00. Neste sentido, os acionistas deliberam por alterar a redação do art.5º do Estatuto Social, p/ que passe a consignar a correta expressão do capital social, conforme redação a seguir: ”Art. 5º - O capital social, totalmente subscrito e integralizado, em moeda corrente nacional e em bens, é de R$ 1.660.000,00, divido em 19.850.000 ações, todas ordinárias nominativas e sem valor nominal.” 7. Lavratura da Ata e Encerramento: Nada mais. SP, 26/03/2013. Assinaram a presente ata: Mesa: Silvio Sandoval Filho, Presidente; Jorge Cury Neto, Secretário. Acionistas: Construtora Kamilos Ltda; Sispar Empreendimentos Imobiliários Ltda; A.A.M. Empreendimentos Imobiliários Ltda.; Da3 Incorporação e Participações Ltda.; Espólio de Raul Sabbaga Chede; Silvio Sandoval Filho; Dácio Antonio Pereira Filho; Renato Sabbaga Mahfuz; Armando Menah Nicolau; Luiz Albert Kamilos; Dulce Sabbaga Chede; Robert Chede Neto; Renata Alvarenga Chede; André Alvarenga Chede; Adriana Alvarenga Chede; Carlos Alvarenga Chede e Tricury Construções e Participações Ltda.


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e

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Fotos Ko Sasaki/The New York Times

conomia

Hiroko Tabuchi*

D

aisuke Horii acabou de ganhar o bônus de verão. Só um pouco mais generoso que o do ano anterior, mas o suficiente para incentivá-lo a comprar alto-falantes de primeira linha e turbinar o som da TV. "Em geral, as coisas parecem mais brilhantes, não é?", pergunta Horii – um vendedor de 34 anos que trabalha em shopping center do bairro dos eletrônicos de Tóquio – enquanto examina e rejeita alternativas mais baratas na movimentada loja de eletrônicos Yodobashi Camera. O modelo da Bose no qual está de olho, custa ao redor de US$ 400. "Não preciso, mas quero. Uma economia saudável significa que você pode comprar coisas supérfluas." A promessa do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, de recuperar a economia deprimida depende de consumidores como Horii se sentirem animados para começar a gastar com as coisas boas da vida. A ampla recuperação no gasto com bens de consumo tem sido o elo mais fraco da "abenomia", a corajosa estratégia de estímulo econômico na qual Abe vem investindo desde que tomou posse em dezembro. A abenomia já provocou grande impacto nos lucros dos exportadores do país, graças ao iene desvalorizado pela política agressiva de Abe. Ele encontrou um parceiro ideal em Haruhiko Kuroda, novo diretor do Banco do Japão, que prometeu que o BC facilitaria o fluxo de dinheiro para recuperar a economia. A bolsa de valores se reanimou quando os investidores estrangeiros voltaram ao país do qual fugiram assustados pela estagnação aparentemente inabalável.

EXPECTATIVA Números divulgados recentemente pelo governo deram novas provas da recuperação empresarial do Japão. A produção industrial, por exemoplo, cresceu robustos 2% em maio, na comparação com abril. Reverter a sequência de 15 anos de queda dos preços, identificada por Abe como causa e efeito do encolhimento de lucros, salários e consumo, é missão complicada. Para as empresas retomarem a confiança e partir para elevar os preços, os consumidores japoneses precisam voltar a gastar. Dados sobre essa tendência continuam confusos. Números separados divulgados recentemente mostraram que o gasto por família caiu 1,6% em maio, na comparação com igual período do ano anterior, confundindo as expectativas dos economistas, que esperavam um aumento de 1,3%. Mesmo assim, pela primeira vez em sete meses, o índice de preços básicos ao consumidor não caiu na

Os mais jovens também começam a voltar às compras. Para eles, viver frugalmente se tornou um estilo de vida.

No Japão, a festa do consumo está de volta. Mais compradores nas lojas: são os primeiros indícios de acerto da política do primeiro-ministro Shinzo Abe para a recuperação da economia.

Na Hankyu Umeda, em Osaka, vendas cresceram 63% em maio na comparação com 2012; aumentam a dois dígitos nos últimos seis meses.

comparação com o ano anterior, permanecendo nivelado naquele mês depois de baixar 0,4% no mês anterior. "Estamos confiantes em nossa visão de que a tendência de consumo continue a subir", afirma Masamichi Adachi, economista da JPMorgan Securities Japan, Tóquio. "O esperado aumento nos bônus de verão, pagos em junho e julho, e a melhoria do sentimento geral são

os principais motivos. Há sinais de que após anos economizando centavos, o gasto extravagante estaria voltando a crescer no Japão. Por enquanto, porém, é encontrado bem no alto, entre financistas, profissionais e outros japoneses abonados que lucraram com os recentes ganhos na bolsa. A venda de carros da Ferrari saltou quase 20% neste ano, segundo dados da Asso-

ciação Japonesa de Importadores de Automóveis, graças à nova exuberância dos ricos. "Vimos a confiança começar a explodir nos últimos meses", declara Herbert Appleroth, CEO da filial japonesa da Ferrari. "Estamos enxergando um dos maiores crescimentos do mundo por aqui." Na loja de departamento Hankyu Umeda, Osaka, a procura por relógios de luxo, joias e

outros artigos sofisticados cresce, elevando as vendas gerais de maio em 63% na comparação com o ano anterior. É o sexto mês consecutivo de crescimento na casa de dois dígitos. "Os compradores japoneses se cansaram do que é barato", garante Keiji Uchiyama, gerente da loja com piso de mármore, atulhada de perfumes importados, doces estrangeiros e belas bolsas de grife. "Eles economizaram tempo demais, mas agora já chega." ADAPTAÇÃO Nobuko Kido, 61, e Ikuko Hatanaka, 60, donas de casa, afirmam que bastou a recente cobertura positiva da imprensa a respeito da economia para se sentirem menos culpadas por esbanjar na loja de departamento. Kido acabara de gastar US$ 612 numa bolsa de mão da grife de luxo italiana Etro. "Existe a sensação de que a economia finalmente está ganhando fôlego", diz ela, que é casada com um executivo de empresa comercial. "Talvez use isso como desculpa ao contar para o meu marido." É uma meia-volta impressionante para os consumidores japoneses. Conhecidos como esbanjadores nos anos da bolha na década de 1980, eles se retraíram na década de 1990, enquanto se ajustavam à economia deflacionária e perspectivas medonhas de crescimento futuro. Fregueses de lojas de departamento

como a Hankyu Umeda, antes símbolo do luxo e do bem-estar, trocaram as lojas brilhantes pela lojas de desconto. Enquanto a deflação assentava raízes, os consumidores se ajustavam aos novos tempos. Em vez de esbanjar em um frasco de perfume Chanel, se conformavam em comprar um perfume barato on-line. As empresas se adaptaram e os jeans de grife de US$ 100 perderam lugar para os básicos de US$ 10. Os consumidores começaram a visitar as onipresentes lojas de cem ienes, as lojas de desconto Don Quijote e até as lojas de mercadoria reciclada Hard-Off. Eles aprenderam também que, quanto mais retardassem as compras, mais baratos os artigos ficariam. E seguraram os gastos, puxando a demanda para baixo, prolongando os anos de deflação. O desafio para Abe era reverter essas expectativas obstinadas. Por enquanto, está sendo ajudado pelo iene fraco, que aumenta o preço de produtos importados. E pelo entusiasmo com os sinais de vida no mercado acionário, além da animação das pessoas com a expectativa de recuperação. Alguns economistas advertem, contudo, que o sucesso dos planos oficiais depende muito de quanto do lucro das empresas terminará nas mãos dos consumidores na forma de salários mais altos e melhores o p o r t u n idades de Uma emprego. Entretanto, economia d a d o s s o- saudável bre o mer- significa cado de tra- que você balho divulpode g a d o s r ecentemente comprar mostraram coisas que o índice supérfluas." oficial de DAISUKE HORII desemprego não mud o u e m abril, ficando em 4,1%. "Se não virmos melhora no abismo da demanda, as empresas não mudarão os preços nem o hábito de pagamento", escreveram em um comunicado Ryutaro Kono e Azusa Kato, economistas do BNP Paribas de Tóquio. Se os preços subirem só por causa do iene fraco, sem aumento de salários, as famílias sentirão o aperto. "Então, pode haver uma forte reação adversa", alertam Kono e Kato. Para os mais jovens, viver frugalmente se tornou um estilo de vida. Shinsuke Nagata, 34 anos, e a namorada, Yoko Sutani, 29 anos, foram comprar na Hankyu Umeda, mas terminaram deixando lá ínfimos US$ 4... dos cafés que tomaram no átrio da loja. "Todo esse papo de abenomia ainda não se aplica à gente. Tomara que não pare nos ricos", diz Nagata, designer gráfico freelance. "Eu não compraria roupas aqui. É muito caro. Costumo comprar na Uniqlo,” emenda Sutani, professora de ioga, referindo-se à loja de roupas famosa pelo preço baixo. Os lojistas parecem divididos entre cuidar dos Kidos do Japão, dispostos a gastar um pouquinho a mais, ou dos Nagatas, que ainda contam centavos. A Kozo Sushi, rede de entrega de sushi de âmbito nacional, anunciou há pouco tempo que reajustaria para baixo os pratos mais em conta do cardápio para US$ 4, mas acrescentaria um "superespecial", a US$ 12, enriquecido de mais iguarias. "A abenomia só está beneficiando os poucos sortudos, então não quisemos fazer com que ninguém se sentisse excluído", explica Akira Tashima, porta-voz da rede. "Se você for um dos sortudos, temos caranguejo-aranha. Caso você precise economizar, temos atum simples." *The New York Times


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Nº 472

DCARR TRIUMPH ROCKET III

MERCEDES-BENZ

Arrasou no "rolê" de 700km Fotos de Mário Tonocchi

Chegou o Classe E. Impecável! Uma delícia de carro. E veja bem que é só o modelo de "entrada", por R$ 229.900 MÁRIO TONOCCHI Fotos: divulgação

A

Triumph Rocket III impressiona pelo tamanho no primeiro contato. São 2,5m de comprimento, quase um de largura e 367 mm. Mas são os 22,5 kgf.m de torque que marcam este motor tricilíndrico de 2.3 litros que chega a 146 cv a 5.750 rpm. Quando você liga a Rocket sente que o motor quer saltar do quadro e isso significa um convite à diversão. Sábado de sol, sozinho, decidi sair de casa, na Bela Vista, em São Paulo, sem destino em um típico momento de "easy rider". E fazia calor em Ribeirão Preto. 700 km de conforto – Aviagem ao interior (cerca de três horas e pouco mais de 300 km) foi feita com apenas duas paradas. Uma para abastecer o tanque de combustível com capacidade para 24 litros e outra para dar duas voltinhas em torno da moto somente para relaxar, entre São Simão e Cravinho, quase em Ribeirão. O conforto do banco é compatível com o tamanho da moto e o espaço reservado para o garupa não decepciona. A Rocket III tem dois faróis redondos pequenos. Pelo tama-

nho da moto, era de se esperar que iluminassem mais as estradas à noite, talvez com uma dimensão pouco maior, novos desenhos internos ou mais potência nas lâmpadas. Os instrumentos de navegação, instalados em dois copos redondos, são eficientes e simples. O modelo não tem computador de bordo e também faz falta um marcador de hora no painel. Mas tem indicador de marcha bem sincronizado.

Adora retas – A moto é projetada para os retões das estradas, onde pode ser feito o mais divertido nela, sair torcendo o cabo para ver o marcador de velocidade analógico subir muito rapidamente. Mas ela é bastante ágil a ponto de vencer com facilidade as "armadilhas" estreitas das passagens gratuitas para motocicletas nos pedágios. Pelo tamanho e peso, ela tende a abrir nas curvas de alta. Isso merece atenção e respeito na pilotagem. O velocímetro vai até 220 e manter uma velocidade de cruzeiro entre 140 e 160 km/h me pareceu ideal na estrada. Não fiz marcações para verificar o consumo, mas, apesar do motor 2.3, não ficou a impressão de que a Rocket gaste muito na estrada. As rodas de liga leve têm aro de 17 polegadas na dianteira e 16 polegadas na traseira com pneu gigante de 240mm de largura. Isso dá bastante estabilidade para o conjunto, que conta com suspensão dianteira invertida e traseira com dois amortecedores. Para parar , eficientes discos duplos de 320 mm, pinças de quatro pistões Nissin com ABS na frente e, atrás, disco simples de 316 mm com dois pistões Brembo. Na cidade o único inconveniente da Rocket III é a dificuldade de pilotar nos corredores entre os carros. Pode-se até entrar no corredor quando ele está mais aberto, mas qualquer estreitamento vai obrigá-lo a reduzir ou parar e ouvir as reclamações dos motoboys. Mas, como não se deve andar nos corredores, não tem problema. É só seguir as regras para ter segurança. O sistema de exaustão do radiador joga o ar quente nas pernas quando ela esquenta muito no trânsito. O preço, R$ 69.900. Mário Tonocchi

MAHINDRA

Picapes indianas chegam para trabalhar Oferecem bom custo-benefício por R$ R$ 64.900 (CS) e R$ 81.500 (CD)

C

om foco exclusivo para o trabalho, diferente das picapes médias do mercado, que são para o lazer e, se der tempo, vão ao trabalho, foram lançadas esta semana as Mahindra cabine simples (CS) e dupla (CD). Produzidas em CKD pelo grupo Minvest/Bramont, se destacam pelo design e linhas simples. Vindas da Índia, têm motor turbo diesel VGT eletrônico Hawk 2.2 li-

tros, e tração 4X2 e 4X4 e low. Carregam até 1,5t, têm baixa manutenção e economizam diesel. A cabine simples será vendida apenas com chassi a dupla pronta para carregar até cinco passageiros. Ambas são bem equipadas, inclusive com air bags, ar-condicionado, volante regulável e hidráulico, espelhos e travas elétricas e som com controle no volante. Antônio Fraga

A

Mercedes-Benz trouxe para o Brasil a nova Classe E com mudanças estéticas e um pouco mais de potência no motor. Vindos da Alemanha, o 250, o 350 Avantgarde, Coupé 350 e Cabriolet 350 passaram por inovações de design com vincos mais salientes na lataria que os deixaram com cara de esportivo. Mudanças na grade frontal, para-choques traseiros, lanternas, capô e faróis. No interior, o painel e instrumentos foram reestilizados. Rápido e firme – Como modelo de luxo, o Classe E apresenta uma série de inovações tecnológicas como suspensão que fica mais dura ou m a i s m a c i a a u t o m a t i c amente, de acordo com a leitura que ele faz do piso ou da velocidade. Mais rápido, mais rígida a suspensão. Todas as versões contam com

bancos elétricos, GPS e seis air bags. O assistente de estacionamento reduz o curso do volante quando acionado. Com isso não é preciso dar muitas voltas na direção para entrar na vaga. Ainda não vem para o Brasil o sistema de leitura de faixas, pontos cegos e controle de velocidade adaptativo de acordo com a distância do carro à frente. O item, presente em alguns modelos Audi aqui, ainda não foi

homologado para a Mercedes-Benz. Diver são – Andamos na versão E 250 Turbo Avantgarde entre São Paulo e Campos do Jordão. Mesmo sendo um modelo sério e comportado, ele pode ser divertido graças ao câmbio automático com opção de trocas sequenciais em borboletas atrás do volante. Com sete velocidades, tem um micro delay entre o aciona-

mento da borboleta e a efetiva mudança da marcha. Na serra, voltando de Campos para São Paulo, a 120 km/h em sexta, a cinquenta metros de uma curva de 60 km/h para terceira marcha, basta d e s c e r t r ê s p o s i ç õ e s s equencialmente e aguardar. O câmbio desce marcha a marcha subindo e descendo o giro entre cada uma delas. Enquanto sobe o som do motor, você entra na curva quase sem usar freios. Por enquanto, estão à venda o E 250 Turbo Avantgarde com motor 2.0 Turbo de 211cv, por R$ 229.900, e a E 350 Avantgarde 3.5 V6 (306 cv), por R$ 284.900. Até o final de agosto chegam o E 250 Turbo Coupé 2.0 Turbo (211 CV), por R$ 239.900, e o E 350 Cabriolet 3.5 V6 (306cv), R$ 299.900. Em setembro desembarca a variação esportiva E 63, da AMG, com 557 cavalos, ainda sem preço definido.


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sexta-feira, 12 de julho de 2013 Fotos: Rejane Tamoto

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UMA VIAGEM AO CENTRO DO ESTADO

urismo

A 300 km da capital paulista, a cidade de Bocaina abriga o Hotel SPA Fazenda Santa Teresa e a vizinha Jaú é meca dos sapatos.

Silêncio e um cardápio de banhos e massagens. Monja Coen é cliente fiel e promove o evento Cultura da Paz.

Rejane Tamoto

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ausa da vida na cidade grande, comida caseira e atmosfera zen e sustentável. Este é só o começo de uma estada no centro do Estado de São Paulo – a apenas seis quilômetros de seu marco zero –, no Hotel SPA Fazenda Santa Teresa. Localizada a 300 km da capital, a fazenda de 100 alqueires e com mais de 20% de sua área formada de mata, é um lugar para se isolar do estresse. E, também, para colocar em prática novos hábitos alimentares, já que há um cardápio específico para quem quer emagrecer. Mesmo hóspedes que não estão interessados em eliminar os quilos extras podem aproveitar para retomar boas maneiras, como a de ter horário fixo para fazer as principais refeições. O mais curioso é que as receitas caseiras são feitas com o máximo de autossuficiência. Patricia Leitão Camarero, a p ro pr ie tá ri a, explica que quase tudo o que se come por lá vem da p r ó p r i a f azenda, que t e m g a l inhas, vacas e cultura de vegetais diversos, além de colmeias. O destaque fica para o queijo branco feito lá e também à venda. Diariamente há uma programação de atividades, que inclui caminhada até cachoeiras que ficam na propriedade, aula de hidroginástica e ioga. O detalhe é que o período das 13h às 15h, logo após o almoço, é dedicado ao silêncio, ou seja, para uma siesta ou pura contemplação. E tudo isso é possível pelo fato de o hotel não receber muita gente de uma vez, pois tem apenas 12 apartamentos. É um destino relaxante para casais e famílias que gostam de curtir cada segundo juntos – já que não há monitoria específica para crianças. Outro público frequente é o que busca paz de espírito. Pelo terceiro ano consecutivo o hotel recebeu a Monja Coen, zen budista, que sempre conquista os

HISTÓRIA E CALÇADOS

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Propriedade de 100 alqueires inclui cachoeiras. Patricia Leitão Camarero, dona do hotel, diz que quase tudo o que se come lá vem da própria fazenda. Imersão em ofurô diante do lago faz parte da programação do spa. Divulgação

oda a calmaria do Hotel SPA Fazenda Santa Teresa pode ser balanceada por passeios nos arredores. Para começar, a dica é dar um pulo no centrinho de Bocaina que, mesmo não sendo um lugar essencialmente turístico, merece a visita por guardar preciosidades históricas, como os afrescos do artista Benedito Calixto (1853-1927) na Igreja Matriz São João Batista. Na cidade, reza a lenda que Calixto faria sua obra de arte sacra em Jaú (a 20 km da fazenda), mas teria sido dispensado por seu preço ter sido considerado alto. Essa rivalidade, que remonta à década de 20, foi superada há tempos e, hoje, Bocaina e Jaú são parceiras, principalmente nos negócios, já que a primeira concentra os curtumes e a segunda é um importante polo de fabricação de calçados femininos. Jaú é o paraíso das mulheres, que encontram botas, sapatilhas, bolsas e acessórios, além de diferentes estilos de saltos (anabela, por exemplo) a preços bem mais acessíveis do que na capital paulista. Esses itens são comercializados no atacado ou no varejo pelas lojas de fábrica e, assim, Jaú é um destino imperdível para os comerciantes do setor. A melhor opção na cidade é o shopping Território do Calçado, que existe há 12 anos e reúne mais de 180 lojas, abertas todos os dias da semana. É uma programação que alia descanso e lazer ao consumo. Boa viagem! (RT)

Divulgação

Matriz São João Batista, em Bocaina, abriga afrescos de Benedito Calixto. Em Jaú, Território do Calçado reúne mais de 180 lojas.

RAIO X

hóspedes no evento Cultura da Paz. Mais opções na fazenda são o passeio a cavalo e a pesca esportiva. Para cuidar bem do corpo, o spa oferece um cardápio de massagens e de banhos de ofurô – uma banheira com hidromassagem que fica em um deque de frente para o la-

go. Dependendo do pacote escolhido, o hóspede ganha de cortesia um banho relaxante ou um passeio a cavalo. Outro hábito saudável que pode ser recuperado na fazenda: o de dormir cedo. O serviço do hotel termina às 22h, logo depois de servir chá com mel.

COMO CHEGAR A partir de São Paulo, pegue a Rodovia dos Bandeirantes até o km 168 e a Washington Luís no sentido Limeira/São Carlos. No km 206, entre à direita sentido Itirapina/Brotas. Após 30 km da entrada de Brotas, no km 175, vire à direita para Guarapuã/Bocaina. ONDE DORMIR Hotel SPA Fazenda Santa Teresa: SP-255, km 130, Bocaina, tel. (14) 3666-5140, www.fazendasantateresa.com.br. Há diversos pacotes para interessados no spa ou apenas na hospedagem. Tarifa para spa, com pensão completa e banho terapêutico, a partir de R$ 450 para casal. No fim de semana, diária só com café da manhã a partir de R$ 345 (casal).

PASSEIOS Igreja Matriz São João Batista: Rua Capitão Bento Rangel, 160, Bocaina. Território do Calçado: Avenida Totó Pacheco, 1647, 2º Distrito Industrial, Jaú, www.territoriodocalcado.com.br/. De segunda a sexta, das 8h às 20h; sábado, das 9h às 19h e domingo, 10h às 18h. Fica a 20 km do hotel.


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Diário do Comércio - 12/07/2013 by Diário do Comércio - Issuu