Conclusão: 23h40
Hoje: cesta básica mais barata.
Ano 87 - Nº 23.828
www.dcomercio.com.br
Jornal do empreendedor
Ministro Mantega anuncia acordo com industriais e atacadistas para que redução de tributos federais da cesta básica sejam repassados ao consumidor. Empresários falam em queda de 3% a 6%. Pág. 19 Elza Fiuza/ABr
ESPECIAL
Construção Civil Conheça cada elo da cadeia produtiva de um setor que este ano volta a crescer. Feicon começa hoje, no Anhembi. Luiz Prado/LUZ
R$ 1,40
São Paulo, terça-feira, 12 de março de 2013
Banco não é lavanderia O ministro Joaquim Barbosa disse ontem que a lavagem de dinheiro existe porque "os bancos são lenientes". Para ele, "enquanto instituições Página 4 financeiras não visualizarem a possibilidade de serem punidas por servir de meio para ocultar valores sob sua responsabilidade, existirá busca do lucro". O presidente do STF falou num seminário, em Brasília, sobre lavagem de dinheiro. Pág. 6 Paul Hanna/Reuters
Dylan Martinez/Reuters
Começa a nascer um novo papa Cardeais enclausurados na Capela Sistina, no Vaticano (foto), começam a votar hoje. E o mundo não desgrudará os olhos da chaminé. Págs. 2, 8 e 10
Dida Sampaio/Estadão Conteúdo
'Filho de Chávez' dá largada contra Capriles Vice que virou presidente, Maduro já está em campanha como herdeiro do insepulto Chávez. Pág. 10 ISSN 1679-2688
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Tempo de V-Commerce A tendência são vídeos de até três minutos, populares nos EUA e Europa, agora chegando ao Brasil. Muitas empresas os usam para treinar seus funcionários e conquistar consumidores. Vantagem: espalham-se por redes sociais. Pág. 22
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A escolha de objetivos e a alocação dos instrumentos para alcançá-los mudou na atual gestão. Roberto Fendt
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A ADEQUAÇÃO DOS MEIOS AOS FINS
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velha e boa teoria econômica ensina que, para cada objetivo de política econômica deve haver um instrumento específico. Se há dois objetivos – como buscar a estabilidade de preços e o equilíbrio no balanço de pagamentos – deve-se utilizar dois instrumentos, como a taxa de juros e a taxa de câmbio. Se o crescimento é um terceiro objetivo, deve-se adicionar um terceiro instrumento, como por exemplo, a política fiscal. Essas considerações não são recentes e devem-se ao economista holandês Jan Tinbergen, primeiro prêmio Nobel de economia (1969), que as demonstrou em 1952. Outro economista, Trevor Swan, observou pelos idos de 1960 que essa questão emerge também em uma economia aberta para o exterior. O comércio de bens e serviços e a entrada e saída de capitais têm por objetivos a manutenção de um nível alto de emprego e uma inflação baixa. A esses dois objetivos adiciona-se um terceiro, um déeficit relativamente pequeno na conta corrente do balanço de pagamentos. A mesma velha e boa teoria econômica ensina também que há instrumentos mais eficientes do que outros para atingir-se os objetivos pretendidos. Esse resultado foi obtido em 1962 e é devido a Robert Alexander Mundell, prêmio Nobel de Economia de 1999. Os instrumentos de política econômica são as variáveis que as autoridades econômigrande número cas podem diretamente conde setores. trolar. Se são vários os instruPara complementos, a boa arte da política mentar o rol de econômica ensina que cada incentivos o seum deles deve ser utilizado pator industrial, ra atingir o objetivo para o qual ampliou-se a mais podem contribuir – um marco regulatório estável. concessão de crédito subsiexercício de maximização da A escolha de objetivos e a diado de forma seletiva para eficácia no uso dos instrumen- alocação dos instrumentos diversas empresas e amplioutos de política econômica. para alcançá-los mudou na se a proteção da indústria conatual gestão. O ambiente ex- tra importações – tudo isso vios governos Fernando terno favorável havia se dissi- sando a aumentar a oferta e Henrique e Lula havia pado e optou-se por reduzir de retomar o crescimento. três objetivos explíci- forma significativa a taxa de tos: manter baixa a inflação, juros sob controle do governo, desejável , sem dúvida, evitar uma explosão da dívida a Selic, com o objetivo de inbaixar a taxa de juros a pública e manter controlado o centivar os investimentos e, níveis mais próximos déficit em conta corrente do através deles, o crescimento. das taxas praticadas no merbalanço de pagamentos. Em paralelo, foram concedi- cado internacional. As taxas O instrumento utilizado pa- das desonerações da carga elevadas eram um dos princira o controle da inflação era a tributária, inicialmente para pais componentes do chamataxa de juros; o superávit pri- setores da indústria com gran- do Custo Brasil. mário das contas públicas era de uso de mão de obra; posteContudo, a economia fiscal utilizado para pagar a conta de riormente, essas desonera- obtida com a redução dos jujuros, evitando que esses fos- ções foram estendidas a um ros pagos pelo governo foi sem capitalizados na dívida pública e o câmbio flutuante mantinha controlado o déficit no balanço de pagamentos. Os instrumentos de política Talvez implicitamente, pareconômica são as variáveis que tia-se da premissa que o crescimento da economia depenpodem ser controlados dia de um grande número de diretamente. No caso de vários variáveis, difíceis de controlar. Entre elas constavam o instrumentos, cada um deve ser crescimento da economia voltado para outros objetivos. mundial, o ambiente favorável ao investimento de brasileiros e estrangeiros e um
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O SEGUNDO CONCLAVE DO MILÊNIO
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oje, terça-feira, começa o conclave para a eleição do sucessor de Bento 16. Não somente os católicos, mas bilhões de pessoas estarão antenadas com os procedimentos em Roma, que a mídia vem cobrindo com grande destaque. Só na capital italiana acham-se cinco mil jornalistas. Trata-se de delinear o futuro da Igreja Católica, pois a figura do Papa tem enorme ascendência sobre todas as milhares de dioceses espalhadas pelo mundo. Seus gestos, suas falas são interpretados como sinalização segura para a obra de evangelização, tarefa maior da Igreja. Em larga medida, a organização da Igreja ainda é bastante piramidal.
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ROBERTO FENDT mais do que compensada pelas desonerações tributárias e pelo crédito subsidiado. É preciso reduzir outras despesas de custeio para acomodar as desonerações e a expansão do crédito. Temos hoje um grande número de instrumentos voltados para incentivar a retomada do investimento, mas poucos instrumentos para dar conta dos outros objetivos. A taxa de câmbio está fixa na prática, flutuando em torno de dois reais, com um pequeno intervalo de flutuação. A taxa básica de juros está fixa em 7,25% ao ano. A persistência da inflação indica que talvez seja necessário aumentá-la, em algum ponto no futuro.
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s "espíritos animais" dos empresários, que os levam a investir, precisam ser acalentados. Faz bem, assim, a senhora presidente, em ouvir o setor privado e fortalecer esses espíritos. Mas a retomada do crescimento dependerá também de outros fatores, como o crescimento da economia mundial. Não prejudicará a retomada uma melhor adequação entre os objetivos e os instrumentos da política econômica. ROBERTO FENDT É ECONOMISTA
Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Claudio Vaz Edy Luiz Kogut Érico Sodré Quirino Ferreira Francisco Mesquita Neto João de Almeida Sampaio Filho João de Favari Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Paulo Roberto Pisauro Renato Abucham Roberto Faldini Roberto Mateus Ordine
DOMINGOS ZAMAGNA
que os católicos se perguntam neste instante? Qual o perfil que desejam para o próximo pontífice? Até agora predominaram visões pouco ambiciosas. Em que sentido? Os cardeais escolheram sempre um pontífice europeu, que comandava uma Igreja difusora de valores do judeo-cristianismo, com as marcas das tradições mediterrâneas. Um famoso teólogo peruano costuma provocar: "a Igreja é a última representante dos gregos na atualidade". Acontece que o mundo mudou. Hoje, multidões incontáveis promovem uma inflexão no universo dos valores. Não são mais necessariamente judeo-cristãos os valores de todo o universo do Pacífico, do continente asiático com uma China cuja população é maior que a dos católicos no mundo inteiro, com o subcontinente indiano, com o extremo-oriente, com as ilhas do Pacífico, com a África descolonizada, com o crescimento do Islão.
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s cardeais se inclinarão por um nome preparado para dialogar com esta nova realidade, ou preferirão
Os cardeais se inclinarão por um nome pronto para dialogar com esta nova realidade, ou preferirão um nome que continue a repetir discursos conhecidos?
um nome que continue a repetir discursos demasiado conhecidos, até mesmo desgastados, pelos latinos?
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ais: existiria entre os cardeais alguém capaz desta empreitada? João Paulo 2º e Bento 16 prepararam o futuro da Igreja? Ou ficaram submergidos pela rotina – aliás dolorosa rotina – de luta contra mazelas internas que infelizmente desfiguraram o catolicismo para boa parte dos que se interessam por ele? Mais algumas horas ou
dias e saberemos quem é o novo pontífice, e então haveremos de avaliar se a cúpula da Igreja escolheu alguém para as necessárias mudanças (e algumas precisam ser radicais e urgentes), ou optou pelo continuísmo, pela repetição de fórmulas incapazes de dar novo vigor à barca de Pedro, para – em vez de um peso morto – ser verdadeiramente um bem para os povos. DOMINGOS ZAMAGNA É JORNALISTA E PROFESSOR DE FILOSOFIA
Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, João de Scantimburgo, Marcel Solimeo Diretor-Responsável João de Scantimburgo (jscantimburgo@acsp.com.br) Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Editor-Chefe: José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br). Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br). Editores Seniores: chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), José Roberto Nassar (jnassar@dcomercio.com.br), Luciano de Carvalho Paço (luciano@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br). Editor de Fotografia: Alex Ribeiro. Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Heci Regina Candiani (hcandiani@dcomercio.com.br), e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br. Subeditores: Marcus Lopes, Rejane Aguiar e Ricardo Osman. Redatores: Adriana David, Evelyn Schulke e Tsuli Narimatsu. Repórteres: André de Almeida, Karina Lignelli, Kety Shapazian, Lúcia Helena de Camargo, Mariana Missiaggia, Mário Tonocchi, Paula Cunha, Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibelli, Rita Alves, Sandra Manfredini, Sílvia Pimentel, Vera Gomes e Wladimir Miranda. Gerente Executiva e de Publicidade Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações Valter Pereira de Souza (valter.pereira@dcomercio.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estadão Conteúdo, Folhapress, Efe e Reuters Impressão S.A. O Estado de S. Paulo. Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60
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IGNORAR O PENSAMENTO DO ADVERSÁRIO É HÁBITO GERAL DA INTELECTUALIDADE ESQUERDISTA.
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caso do Dic ioná rio Crítico, que lembrei no artigo "Devotos de um vigarista", é somente a figura mais extrema, caricatural e grotesca que o fenômeno assume no Terceiro Mundo, mas ignorar o pensamento do adversário e tampar os ouvidos às objeções são hábitos gerais e infalíveis da intelectualidade esquerdista em toda parte. Em Thinkers of the New Left (1985), onde examina os principais expoentes de uma escola de pensamento que ainda é a mais influente na esquerda hoje em dia, Roger Scruton observa que nenhum deles jamais deu o menor sinal de querer responder às críticas feitas à teoria marxista por Max Weber, Werner Sombart, F. W. Maitland, Raymond Aron, W. H. Mattlock, Böhm-Bawerk, Popper, Hayek ou von Mises. Poderia acrescentar Eric Voegelin, Cornelio Fabro, Rosenstock-Huessy, Norman C o h n , D i e t r i c h v o n H i l d ebrand, Alain Besançon e uma infinidade de outros autores merecidamente tidos também como clássicos.
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o Brasil você não verá nenhum marxista discutindo as objeções de Gilberto Freyre, Mário Ferreira dos Santos, J. O. de Meira Penna, Paulo Mercadante, Antonio Paim, Orlando Tambosi, Ricardo Velez Rodriguez, Gustavo Corção, João Camilo de Oliveira Torres, José Guilherme Merquior. O marxismo universitário vive e prospera de ignorar a cultura universal das ideias e sonegá-la aos estudantes. Ao mesmo tempo, infunde neles a impressão enganosa de que, por terem lido os autores aprovados pelo Partido, são muito cultos. É a forma mais extrema e radical da incultura organizada, da ignorância obrigatória, da burrice prepotente e intolerante.
do em matéria de controle h e g e mô n i c o dos canais de comunicação e ensino. As gerações mais novas, q u e n ã o c onheceram o Brasil dos anos 50-60, nasceram dentro dessa atmosfera, que lhes parece normal, e não notam a diferença. Porém, um simples detalhe basta para mostrar o que aconteceu: o ponto de vista crist ã o - c o n s e rvador, que e r a o f i c i a lmente o do Estadão, do Gl obo e parcialmente da própria Folha naquela época, está totalm e n t e e xcluído, proibido e criminalizado em toda a mídia. Os editoriais escritos pelos srs. Roberto Marinho e Júlio de Mesquita Filho jamais poderiam ser publicados, hoje, nos próprios jornais que esses homens fundaram, onde o máximo que se permite, num espacinho minoritário, é um pouco de liberalismo chocho e inofensivo, quando não a pura crítica de esquerda a alguma patifaria mais vistosa do governo petista. Se até essa oposição mole e parcial é hoje abertamente condenada como "extremismo de direita", é notório que a medida geral de aferição mudou, e quem a mudou foi a própria mídia. E se jornais e canais de TV dão alguma cobertura à
O PLANO E O FATO Enquanto os anticomunistas de todos os matizes não cessam de analisar e refutar o marxismo, escrevendo milhares de livros a respeito, os marxistas fogem sistematicamente ao debate. Quando não se contentam em baixar sobre os adversários a mais pesada cortina de silêncio, dedicam-se a difamá-los pelas costas, inventando a respeito as histórias mais escabrosas, tratando-os como criminosos, colocandoos em “listas de inimigos” e cumprindo à risca a regra de Lênin: não discutir com o contestador, mas destrui-lo politicamente, socialmente e, se possível, fisicamente. Que maior prova se poderia
exigir de que essas pessoas, que se atribuem o monopólio de todas as virtudes, são as mais perversas, malignas e desprezíveis que já infestaram a profissão intelectual? A ascensão da escória marxista ao primeiro plano da vida nacional foi e é a causa principal ou única da destruição da cultura superior e do sistema educacional no Brasil. Com ares de escândalo e indignação, a Folha noticia a descoberta de um plano do governo militar, concebido pelo ministro Alfredo Buzaid nos anos 70, para refrear a infiltração comunista nas universidades e órgãos de mídia. O plano não foi levado a efeito, tanto que a era dos militares foi o período de
maior prosperidade da indústria do livro esquerdista no Brasil e a época da conquista da mídia pelos comunistas. Mas o jornal do sr. Frias não perdoa nem a simples ideia. Que horror, que coisa mais tirânica, mais nazista, pensar em impedir o acesso dos comunistas a todas as cátedras, a todas as páginas de jornais, a todos os megafones!
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que o sr. Frias e seus empregados fingem ignorar é que aquilo que a ditadura quis fazer e não fez é exatamente o que os comunistas já fizeram e que já está em plena vigência neste País, com uma amplitude e uma rigidez que ultrapassa tudo o que os militares pudessem ter sonha-
OLAVO DE CARVALHO Sra. Yoani Sanchez, é porque esta é anticastrista sem ser anticomunista e suas críticas ao governo cubano são brandas e autocensuradas em comparação com as de outros dissidentes, que contam a história inteira. Estes jamais aparecerão no Globoou na Folha. E alguém é capaz de imaginar, hoje, uma novela da Globo defendendo os valores cristãos que eram tão caros ao sr. Roberto Marinho?
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or que uma simples intenção não realizada do governo militar deveria ser considerada mais repugnante e assustadora do que o fato consumado, a mesmíssima intenção realizada em muito maior escala pela esquerda triunfante e dominadora, senhora absoluta das páginas da própria Folha? A simples redação dessa mesma notícia já não revela a inversão de critérios, imposta como norma universal e inquestionável que só loucos e extremistas ousariam contestar? O sr. Frias não sabe ler o seu próprio jornal? Não enxerga que ele mesmo foi, em pessoa, um dos artífices do plano do ministro Buzaid realizado com signo oposto? OLAVO DE CARVALHO É ENSAÍSTA, JORNALISTA E PROFESSOR DE FILOSOFIA
Alberto Cesar Araujo/Correio Amazonense
Não encontrei nos estatutos do novo partido nada que mencione "violação do direito de propriedade". Chega de teorias da conspiração! Por último, vamos discutir o que é "ser progressista". Para os ambientalistas, não é "posicionar-se contra a construção de hidrelétricas ou impedir a pesquisa de transgênicos", mas defender a busca de energias alternativas menos impactantes e alimentos mais saudáveis para as pessoas e para o ambiente. Não é ser contra o "o progresso, oriundo do crescimento econômico e do avanço do conhecimento", mas usá-los a serviço da distribuição equitativa de seus benefícios. Não significa "ser contra o avanço do conhecimento científico", mas relativizar os benefícios e os malefícios que tal avanço nos trouxe.
AMBIENTALISMO É CHIQUE, SIM SENHOR. ZYSMAN NEIMAN
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m nome do bom debate, não posso me calar ante os equívocos e a parcialidade do professor Denis Rosenfield em artigo publicado em 01/03/2013 neste DC. Rosenfield afirma que a Rede Sustentabilidade, novo partido em processo de gestação, ao qual personalidades do mundo cultural, político e numerosos brasileiros em busca da boa participação cidadã vêm apoiando, é um "partido-não-partido", que "veicula, ainda, uma ideologia profundamente conservadora". Não sei bem o que o ilustre colega entende por "conservador", mas defender a compreensão de que progresso e civilização caminham em sentido oposto à sustentabilidade ambiental não me parece uma posição muito vanguardista. O artigo contém pérolas do preconceito e da falta de informação na argumentação sobre os significados do debate em questão. Para os que apoiam a iniciativa e com boa vontade procuram entender os pressupostos do projeto de criação de uma sociedade que concilie qualidade de vida humana com uso racional de recursos naturais, Rosenfield sentencia que "confundem seus sítios e chácaras com outra postura ambiental", e que "não têm noção dos esforços e das agruras da produção agropecuária, nem se aventuraram em uma floresta para viver
S por um tempo". Será que defender a sustentabilidade é reivindicar que todos vivam no espaço rural ou na floresta? Hoje até mesmo as crianças, na escola, por conta de uma conquista da sociedade brasileira (a Educação Ambiental está na Constituição) entendem que a problemática é essencialmente urbana, e é nesses espaços que as soluções, as alternativas ao sistema de crescimento desordenado devem se impor. Os ambientalistas não querem que todos vivam na floresta (mesmo respeitando as minorias que fizerem essa opção). É bonito mencionar Rousseau. Mas mesmo no campo da filosofia as ideias avançam e o contexto histórico do qual constam devem ser mencionados, para sermos mais honestos com a força dessas ideias. O professor Rosenfield deduz que no novo partido, os "povos das florestas", "ribeirinhos", "indígenas" e "quilombolas" desempenhariam o papel da busca da utopia de Rousseau, o "estado primeiro da humanidade".
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im, os ambientalistas acreditam que todos os males são oriundos da economia de mercado, mas isso não implica uma luta quixotesca dos "românticos" contra o "capitalismo". E qual o preconceito contra os "povos das florestas", "ribeirinhos", "indígenas"
e "quilombolas"? Confesso que não entendi de onde saiu tal conclusão. Não se trata de derrubar os moinhos, mas de reinventá-los.
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articulista aponta ainda contradição "manifesta" e a utilização de "subterfúgios demagógicos, frutos da hesitação diante de princípios éticos" na opção do partido em aceitar filiados com ficha suja, mas não argumenta sobre o porquê dessa interpretação. Fica só no jogo de palavras. E dá a entender que os demais partidos brasileiros não têm contradições. Ele julga a Rede pelo desejo de ser diferente e lhe imputa má fé ao tentar fazê-lo. Baseado em que? O que significa ética? Ser condenado por participar de uma luta social é ser antiético? Ser presidente do Senado à revelia das condenações é ético? Nem sempre o que é legal é ético ou o que é ético é legal. Veja-se como o professor percebe a militância dos "movimentos sociais" e dos "direitos humanos": eles são "criminosos" sociais", pois carregam condenações. E cita "movimentos" como o MST, quilombolas, indígenas e outros, que viveriam acima e fora da lei". A lei é para todos, mas elas são feitas pelos homens e podem mudar, quando se mostram injustas e à serviço de interesses alheios à equidade social.
e o professor morasse em Hiroshima em agosto de 1945 não estaria comemorando os avanços do conhecimento científico sobre o átomo. Ou se refletisse um pouco mais sobre o bem que lhe fazem os defensivos agrícolas, conquista dos avanços da química, talvez não festejasse tanto o engenho humano. Quem é conservador? Os que se apegam ao modelo clássico de nossa civilização, fechando os olhos para seus rumos, ou os que se inquietam com os problemas cada vez mais visíveis e abrem o debate em busca de soluções? A sustentabilidade, como vem sendo defendida por economistas, engenheiros, biólogos, empresários, educadores, políticos que se atualizam e outros verdadeiros progressistas, abarca as muitas dimensões do problema. Está apoiada no tripé sociedade x economia x ambiente.
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s ambientalistas não defendem a redução da área agriculturável existente, mas sim impedir seu crescimento desordenado; querem aumento de produtividade sem ampliação de áreas desmatadas; querem o uso econômico dos produtos da floresta com ampliação de inclusão social. Em nome do bom jornalismo, melhor nos informarmos antes de escrever sobre o que não conhecemos. Esse é o verdadeiro princípio acadêmico a ser seguido. O resto é má fé com cheiro de outros interesses enrustidos. ZYSMAN NEIMAN É PROFESSOR DE CIÊNCIAS AMBIENTAIS NA UNIFESP
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olítica Edson Silva/Folhapress
O pastor 'semeia' protestos De rua e agora também de parlamentares
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pastor Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão dos Direitos Humanos da Câmara, vem enfrentando manifestações contrárias desde que assumiu o cargo. Além de ruidosas manifestações de rua e de abaixoassinados na internet, ele agora também é alvo de crítica de parlamentares. Um grupo de deputados insatisfeitos com a eleição de Feliciano criou uma frente para debater o tema. Os parlamentares o acusam de racismo e homofobia devido a declarações divulgadas por ele na internet. Um dos líderes do movimento, deputado Domingos Dutra (PTMA), presidiu a comissão no ano passado e abandonou o colegiado durante os protestos que marcaram as sessões para eleição de Feliciano. "Foi ele (Feliciano) quem declarou nas mídias sociais que a África é condenada porque foram excluídos de Noé e, portanto, lá é uma praga, o negro é uma praga. Foi ele quem disse que as pessoas do mesmo sexo que estão juntas são responsáveis pelo ódio e pela violência", afirmou Dutra ao justificar a criação do movimento contrário ao pastor. O grupo deve se reunir hoje para debater se continua na comissão, se questiona o presidente da Câmara e se levam o caso ao STF (Supremo Tribunal Federal). A bancada do PSC também deve se reunir hoje para discutir
o impacto da indicação. Ontem à noite, enquanto o pastor participava de reunião em Ribeirão Preto, grupos LGBTs e manifestantes contrários à permanência de Feliciano na comissão faziam nova manifestação. Alvo de dois processos no Supremo Tribunal Federal (STF), um o acusando de homofobia e uma ação penal por ter sido denunciado por estelionato, Feliciano diz que repudia "qualquer ato de violência e que roga a oração das igrejas para que todos tenham paz". Ontem, em seu site, ele divulgou nota de repúdio contra as manifestações e tirou a sua agenda do ar. No domingo, cerca de 200 pessoas protestaram diante da Igreja Assembleia de Deus de Franca, onde o pastor estava. "Ele é homofóbico e machista declarado, não pode ocupar um cargo voltado aos direitos humanos", gritou uma moça. Críticas – O presidente do PT, deputado Rui Falcão, condenou a eleição do deputado para o cargo: "Foi uma péssima indicação". "Nós não esperávamos que o PSC fosse indicar um fundamentalista". O ex-ministro da Secretaria dos Direitos Humanos do governo Lula, Paulo Vannuchi, afirmou considerar um "erro lamentável" a condução de Marco Feliciano à presidência da comissão e defendeu sua saída. Segundo ele, Feliciano tem um "passivo de declarações problemáticas".
Reprodução
Até as igrejas...
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No alto, manifestação em frente à Assembleia de Deus, em Ribeirão Preto, ontem à noite, de grupos LGBTs e pessoas contrários à sua permanência na presidência na comissão. Acima, Feliciano, acusado de homofóbico e racista, entre o padrasto e a mãe.
pastor e deputado Marco Feliciano (PSCSP) enfrenta resistência tembém entre evangélicos. A Rede Fale, representante de 39 grupos religiosos, anunciou seu repúdio à eleição de Feliciano para a presidência da Comissão dos Direirtos Humanos da Câmara e lançou abaixo-assinado para retirá-lo do cargo. Descontente com posições consideradas homofóbica e racista do deputado, a instituição defende os valores pregados nas igrejas evangélicas e cita nomes de religiosos que trabalharam em defesa dos direitos humanos. "Os exemplos históricos de cristãos envolvidos com os Direitos Humanos são vários, figuras como a do pastor batista Martin
Luther King Jr. ou do bispo anglicano Desmond Tutu nos inspiram por exatamente colocarem a fé como o motor para suas ações de promoção e defesa dos direitos", diz a Rede Fale, em carta publicada em seu site (leia a íntegra em www.dcomercio.com.br). NO CHILE – O Tribunal Eleitoral do Equador puniu ontem o ex-candidato à presidência equatoriana Nelson Zavala.com multa de US$ 3.180 e cassação dos direitos políticos por um ano. Pastor evangélico, Zavala foi denunciado ao Tribunal Eleitoral por declarações consideradas homofóbicas feitas durante a campanha. O tribunal acatou a denúncia. Com a Bíblia na mão, o candidato disse que recorrerá da decisão.
Vanessa Carvalho/Brazil Photo/Estadão Conteúdo
Dilma toca e ministros entram na dança das cadeiras
Oposição rejeita união para 2014 sugerida por FHC
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presidente Dilma Rousseff ainda não fechou os nomes dos ministros que passarão a compor sua equipe na minirreforma que pretende fazer nos próximos dias. Segundo auxiliares, ela tem mais certeza dos que não quer do que daqueles que quer. Entre os rejeitados está o deputado Luciano Castro (RR), do PR, para o Ministério dos Transportes. Outra certeza é a senadora Kátia Abreu (TO), que não será convidada por ser adversária do presidente do PSD, Gilberto Kassab. O ministro do partido deverá ser o vice-governador de São Paulo, Afif Domingos, na recém-criada Secretaria da Micro e Pequena Empresa. Decisão já tomada é a mudança do atual secretário de Assuntos Estratégicos, Moreira Franco (PMDB), para a Secretaria da Aviação Civil, ocupada por Wagner Bittencourt, sem partido, funcionário de carreira do BNDES. E é muito forte a aposta na ida do atual ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro (PMDB), para a Pasta dos Assuntos Estratégicos. No lugar dele iria o deputado estadual mineiro Antonio Andrade (PMDB). O maior problema para Dilma tem sido o PR. No último encontro com os líderes, tratou-se da reaproximação do partido com o governo. Mas não foram propostos nomes. Dilma não mexerá com ninguém do PSB, porque não quer briga com o governador de Pernambuco agora. Outra mudança que é tida como certa é a do deputado Brizola Neto. Sem nenhum apoio no PDT, ele deverá ser substituído por Manoel Dias, secretário-geral da legenda.
'Eu sou um vitorioso' José Dirceu, ex-ministro-chefe da Casa Civil e condenado no julgamento do Mensalão, afirmou que é um "vitorioso" e demonstrou estar confiante de que não perderá "o campeonato" no STF. Ele esteve ontem à noite no lançamento do livro Um salto para o futuro, de Luiz Dulci, ex-ministro da Secretaria Geral da Presidência da República e diretor do Instituto Lula, no Sindicato dos Engenheiros, em São Paulo. Dirceu foi abordado por uma equipe do programa Pânico, que perguntou a ele se tinha medo de alguma coisa. Dirceu respondeu que tinha medo de o Corinthians perder o campeonato. Em seguida, a equipe perguntou se ele tinha medo de perder o campeonato no STF. "Eu não perco campeonato", respondeu. "Eu sou um vitorioso."
proposta do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para que os partidos de oposição se unam e lancem a candidatura do senador Aécio Neves (PSDB-MG) para encarar a reeleição da presidente Dilma Rousseff não é consensual nem entre tucanos. Enquanto DEM e PPS miram a eventual candidatura do presidente nacional do PSB e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, os tucanos se incomodam com a imposição de Aécio pela cúpula. "Não se constrói uma candidatura com imposição e sim com entendimento com os outros partidos e dentro do próprio PSDB", diz o senador Álvaro Dias (PSDB-PR). Entusiasta da candidatura de Campos, o deputado Júlio Delgado (PSB-MG) diz que a união das oposições em torno de Aécio repete a velha dicotomia PSDB x PT. "Agregar força em torno de um nome só está polarizando a eleição. Juntar tudo em torno do Aécio é aniquilar a 3ª via é não admitir a existência de uma 3ª via palpável e viável para o País". A proposta de FHC também é repudiada por DEM e PPS. Para o presidente nacional do DEM, senador José Agripino Maia (RN), é preciso "agregar forças" antes para analisar quem tem mais viabilidade eleitoral. Agripino diz que ainda é cedo para saber hoje quem é o candidato com mais viável para enfrentar Dilma. Opinião semelhante é a do presidente nacional do PPS, deputado Roberto Freire (SP), ao admitir que "namora" as candidaturas de Aécio, Eduardo Campos e também da exministra Marina Silva.
p 'Bancos são lenientes com lavagem de dinheiro'
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Ministros do Supremo são pessoas preparadas, treinadas para resistir a pressões. Joaquim Barbosa, presidente do STF.
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Elza Fiuza/ABr
Para Barbosa, instituições não visualizam punições.
O
presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, afirmou ontem que os bancos são lenientes no controle de operações suspeitas de lavagem de dinheiro. "De fato, enquanto instituições financeiras não visualizarem a possibilidade de serem punidas por servir de meio para ocultar valores sob sua responsabilidade, existirá a busca do lucro, visto como combustível sobre o controle leniente que os bancos fazem da abertura de contas e transferências", disse, ao discursar na abertura de seminário, em Brasília, sobre lavagem. Barbosa é o relator do processo do Mensalão, julgado pelo STF no segundo semestre de 2012 que resultou na condenação de 25 acusados, 21 deles por lavagem de dinheiro. Entre os condenados, estão ex-dirigentes do Banco Rural e estrelas petistas como José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares. Também presidente do Conselho Nacional de Justiça, ele afirmou que a ocultação de valores tem de ser "veementemente" reprimida. "O número de inquéritos arquivados, quando comparado ao número de denúncias aceitas, indica que é necessária apuração para saber se as discrepâncias estão na deficiência da investigação ou no trabalho executado pelo Ministério Público", declarou. Dados divulgados pelo CNJ sobre o combate a essa prática econômico-financeira mostram que em 2012 foram recebidas menos denúncias do que em 2011. Os arquivamentos de 2012 superaram os do ano anterior. Os tribunais julgaram 61 processos em 2012. Em 2011, foram 183. De acordo com o CNJ, no ano passado, a Justiça
Estadual condenou apenas 29 denunciados por lavagem de dinheiro. Em 2011, tinham sido sentenciados 175 réus. O conselheiro do CNJ Gilberto Valente Martins disse que é necessário um reforço na capacitação dos juízes e dos integrantes do Ministério Público para aprimorar a aplicação da Lei de Lavagem de Dinheiro. "Os números de que dispomos indicam que ou o Ministério Público não tem promovido denúncias contra esse tipo de crime ou o Poder Judiciário não está capacitado para entender os meandros da norma legal e do próprio crime de lavagem de dinheiro", afirmou. "Os tribunais que mais julgam e condenam esse tipo de crime são justamente os que dispõem de varas especializadas, que dão aos magistrados condições de se dedicar com mais profundidade a esses casos. Portanto, é fundamental aparelhar-se o Poder Judiciário para reprimir com mais rigor o crime de lavagem de dinheiro." ROYALTIES Barbosa disse que os ministros da Corte não cederão a pressões envolvidas na disputa pelos royalties do petróleo. Na semana passada, o Congresso derrubou os vetos presidenciais sobre a divisão dos royalties, descontentando os Estados produtores. Em reação, o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), anunciou a suspensão dos pagamentos do governo do Estado, com exceção dos salários do funcionalismo. "Ministros do Supremo são, por definição, pessoas preparadas, treinadas para resistir a pressões. Pressões não nos incomodam", afirmou o presidente do STF, ao ser questionado sobre se a descontinuação dos pagamentos influenciaria o tribunal.
Barbosa (centro), presidente do STF e do CNJ, na abertura do Seminário Nacional: Inovações e Desafios da Nova Lei sobre Crimes de Lavagem de Dinheiro.
Alckmin vai atrás dos royalties
O
governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), confirmou ontem que o Estado vai entrar com ação de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF) assim que for publicada no Diário Oficial a derrubada pelo Congresso dos vetos da presidente Dilma Rousseff quanto à redistribuição dos royalties do petróleo. "O procurador-geral do Estado (Erival da Silva Ramos) vai nos apresentar hoje os argumentos jurídicos e tão logo seja publicada a promulgação da lei, com a derrubada do veto, entraremos com a ação de inconstitucionalidade", afirmou, durante anúncio de criação do Conselho Paulista de Competitividade, no Palácio dos Bandeirantes Alckmin disse que até aceitaria o debate sobre mudanças nas regras de distribuição de recursos, seja de royalties, seja de participação especial, para novas licitações. "Mas o que nós discutimos é o que já está licitado e isso tem impacto, inclusive, nos Estados porque tem recurso previsto no PPA (Plano Plurianual), na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), no Orçamento". Insolvência – O vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), afirmou ontem que a mudança na distribuição dos royalties leva cerca de 20 municípios do Estado à "insol-
vência". Para Pezão, a nova lei difere do que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva combinou com o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB). "Não acredito que o Supremo vá compactuar com o que o Congresso Nacional fez. O nosso direito é muito forte e vamos ganhar no Supremo essa ação. Ela quebra o Estado do Rio, 95% dos recursos vão para Previdência para pagar aposentados e pensionistas. Das 87 cidades que recebem royalties do petróleo, deixa mais 60 cidades fora dos limites prudenciais da Lei de Responsabilidade Fiscal, vai quebrar por baixo uns 20 municípios, vão à insolvência. São cidades que vivem com 60%, 70% desses repasses". O vice-governador afirmou que a redistribuição dos royalties não resolve os problemas financeiros dos demais Estados e municípios, mas "vai quebrar dois Estados". "Não foi o que o presidente Lula, quando fez o pacto de dividir as riquezas do pré-sal, combinou com o governador Cabral, nem com o então governador Paulo Hartung. Os direitos adquiridos por Rio e Espírito Santo seriam preservados. Esse foi o mote que nós tratamos na reunião no Palácio do Planalto". Entre as medidas estudadas estão a criação de taxa de fiscalização sobre a atividade, ferramentas para
cobrança de ICMS no setor, aumento das compensações ambientais para as atividades petrolíferas e redução dos incentivos fiscais. Efeito – Preocupados com o "efeito cascata" de reações a partir do veto dos royalties, aliados do governador Sérgio Cabral (PMDB-RJ) trabalham para evitar a votação de medidas de retaliação na Assembleia Legislativa, antes que o STF se manifeste sobre as ações de inconstitucionalidade que serão ajuizadas por Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo. A votação da taxação a empresas de petróleo está prevista para hoje. Em conversa com o deputado federal Luiz Sérgio (PT-RJ), empresários disseram que tomariam providências, no caso de aprovação da tributação. "A situação é de muita tensão. Os empresários do setor disseram que estão 'tontos' com tudo isso e, assim como o governo do Rio reagiu à derrubada do veto, reagiriam a essa taxa desacelerando investimentos". Para o presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP), João Carlos de Luca, a disputa sobre royalties pode prejudicar investimentos na 11º leilão de áreas de petróleo, previsto para maio. Segundo ele, a possibilidade de novas taxas dificulta cálculos de avaliação econômica dos projetos e cria insegurança.
Fellipe Sampaio/STF-21/02/13
SECRETARIA DA SAÚDE DIVISÃOTÉCNICA DE SUPRIMENTOS - SMS.3 ABERTURA DE LICITAÇÕES Encontram-se abertos no Gabinete, os seguintes pregões: PREGÃO ELETRÔNICO 062/2013-SMS.G, processo 2013-0.001.590-6, destinado ao registro de preço para o fornecimento de MEDICAMENTOS DIVERSOS XI, para a Divisão Técnica de Suprimentos - SMS.3 / Grupo Técnico de Compras - GTC / Área Técnica de Medicamentos, do tipo menor preço. A abertura/realização da sessão pública de pregão ocorrerá a partir das 9h30min do dia 25 de março de 2013, pelo endereço www.comprasnet.gov.br, a cargo da 4ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. RETIRADA DE EDITAIS Os editais dos pregões acima poderão ser consultados e/ou obtidos nos endereços: http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br; www.comprasnet.gov.br, quando pregão eletrônico; ou, no gabinete da Secretaria Municipal da Saúde, na Rua General Jardim, 36 - 3º andar -Vila Buarque - São Paulo/SP - CEP 01223-010, mediante o recolhimento de taxa referente aos custos de reprografia do edital, através do DAMSP, Documento de Arrecadação do Município de São Paulo. DOCUMENTAÇÃO - PREGÃO ELETRÔNICO Os documentos referentes às propostas comerciais e anexos, das empresas interessadas, deverão ser encaminhados a partir da disponibilização do sistema, www.comprasnet.gov.br, até a data de abertura, conforme especificado no edital.
Ó RBITA
Agora vai O Congresso realiza sessão hoje às 19h para votar o Orçamento 2013. Na semana passada, deputados o aprovaram, mas faltou acordo no Senado para a votação.
FORAGIDO? Foragido desde janeiro deste ano, quando teve a prisão preventiva decretada sob acusação de mandar matar um vereador, o professor Luiz Carlos Perin conseguiu dois anos de licença sem risco de perder o cargo na prefeitura de Analândia (SP). Perin é professor efetivo de educação física e, na gestão passada, dirigiu a diretoria de educação no município.
ANISTIA Uma série de atos vai homenagear nesta semana o estudante de geologia da USP Alexandre Vannucchi Leme, morto em 1973 durante o governo militar. O principal ato acontecerá na 6ª-feira quando a Comissão de Anistia, do Ministério da Justiça, fará um julgamento simbólico para que Vannuchi receba a anistia política.
TEMPORADA DE CASSA A Justiça Eleitoral cassou os mandatos da prefeita de Ribeirão Preto, Dárcy Vera (PSD), e do vice, Marinho Sampaio (PMDB), por uso de servidores comissionados na campanha eleitoral que culminou em sua reeleição, em outubro. A decisão extingue o diploma de ambos, mas, como já foram empossados, tiveram os mandatos cassados. A
prefeita chegou a pedir para seus comissionados irem às ruas para fazer campanha. Dárcy e Marinho ainda foram multados em R$ 50 mil cada e ficarão inelegíveis por oito anos. Em nota, a prefeita disse: "Estou tranquila. Não cometemos nenhuma ilegalidade. A legislação eleitoral foi respeitada." Os advogados de Dárcy informaram que vão recorrer contra a decisão.
O procurador-geral defende manutenção do poder de investigação do MP
Gurgel: em nome do MP.
O
procurador-geral da República, Roberto Gurgel, afirmou ontem que a retirada do poder de investigação do Ministério Público é um "golpe mortal" na sociedade brasileira. "A tentativa de tirar o poder do Ministério Público, em curso, é extremamente grave por atingir um dos nossos pontos essenciais, mutilando a instituição. Quem perde não é o Ministério Público somente, mas a sociedade desgastada com a impunidade. Seria como um golpe mortal." Na opinião de Gurgel, não haveria o julgamento do Mensalão no ano passado sem o poder de investigação do Ministério Público, "tal a importância do órgão no caso". O procurador-geral disse que a Policia Federal teve papel importante na investigação do Mensalão, mas a maior
parte da investigação do caso foi conduzido pela Procuradoria. "O Ministério Público jamais pretendeu a exclusividade, já que a polícia faz um trabalho importantíssimo. Na verdade, o que temos é que estimular um trabalho conjunto – todos os organismos do Estado." As declarações foram dadas antes do início de seminário internacional sobre o papel do Ministério Público na Investigação criminal, que começaria ontem à noite. O seminário, organizado pela procuradoria-geral da República, defenderá a manutenção do poder de investigação do MP . Em novembro, a Comissão Especial da Câmara dos Deputados aprovou proposta que altera a Constituição e exclui o poder de investigação do Ministério Público.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
terça-feira, 12 de março de 2013
7
BMC Asset Management - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 04.163.016/0001-76 Sede: Cidade de Deus, s/nº - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Cotistas,
No exercício, a BMC DTVM registrou Lucro Líquido de R$ 387 mil, Patrimônio Líquido de R$ 9,698 milhões e Ativos Totais de R$ 10,181 milhões.
Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2012, da BMC Asset Management Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (BMC DTVM), de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.
Osasco, SP, 25 de janeiro de 2013. Diretoria
BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO - Em Reais mil ATIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... DISPONIBILIDADES (Nota 4) ....................................................................................................................... TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 5a) ....... Carteira Própria ............................................................................................................................................. Vinculados à Prestação de Garantias ........................................................................................................... OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Diversos (Nota 6)........................................................................................................................................... REALIZÁVEL A LONGO PRAZO................................................................................................................. OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Diversos (Nota 6)........................................................................................................................................... PERMANENTE ............................................................................................................................................. INVESTIMENTOS ......................................................................................................................................... Outros Investimentos (Nota 7)....................................................................................................................... TOTAL ...........................................................................................................................................................
2012
2011
9.863 12 9.821 9.701 120 30 30 317 317 317 1 1 1 10.181
9.508 7 9.456 9.346 110 45 45 174 174 174 1 1 1 9.683
PASSIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Sociais e Estatutárias (Nota 10d) .................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 9a)............................................................................................................... Diversas (Nota 9b).........................................................................................................................................
2012
2011 282 282 4 189 89
207 207 59 39 109
EXIGÍVEL A LONGO PRAZO....................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 9a)...............................................................................................................
201 201 201
161 161 161
PATRIMÔNIO LÍQUIDO ................................................................................................................................ Capital: - De Domiciliados no País (Nota 10a) ........................................................................................................... Reservas de Lucros (Nota 10c).....................................................................................................................
9.698
9.315
5.020 4.678
1.860 7.455
TOTAL ...........................................................................................................................................................
10.181
9.683
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO - Em Reais mil
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Em Reais mil
2º Semestre
Exercícios findos em 31 de dezembro
2012 RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ........................................................ Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários (Nota 5c).......................... RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA....................................... OUTRAS RECEITAS/DESPESAS OPERACIONAIS ................................................... Outras Despesas Administrativas (Nota 11).................................................................. Despesas Tributárias (Nota 12) ..................................................................................... Outras Receitas Operacionais (Nota 13)....................................................................... Outras Despesas Operacionais (Nota 13)..................................................................... RESULTADO OPERACIONAL ..................................................................................... RESULTADO NÃO OPERACIONAL (Nota 14) ............................................................ RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO ...................................... IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (Nota 16a e b) ........................... LUCRO LÍQUIDO..........................................................................................................
2012
2011
351 351 351 (96) (74) (16) 2 (8) 255 255 (90) 165
Número de cotas (Nota 10a) ......................................................................................... Lucro por lote de mil cotas em R$.................................................................................
801 801 801 (209) (161) (38) 3 (13) 592 592 (205) 387
5.020.000 32,87
5.020.000 77,09
346 346 346 (156) (186) (24) 81 (27) 190 10.077 10.267 (4.082) 6.185 1.860.000 3.325,27
Capital Social 5.020 5.020 1.860 1.860 3.160 5.020
Eventos Saldos em 30.6.2012....................................................................... Lucro Líquido.................................................................................... Destinações: - Reservas................................................................... - Dividendos Propostos............................................... Saldos em 31.12.2012..................................................................... Saldos em 31.12.2010..................................................................... Lucro Líquido.................................................................................... Destinações: - Reservas................................................................... - Dividendos Pagos ..................................................... Saldos em 31.12.2011..................................................................... Aumento de Capital com Reservas .................................................. Lucro Líquido.................................................................................... Destinações: - Reservas................................................................... - Dividendos Propostos............................................... Saldos em 31.12.2012.....................................................................
Reservas de Lucros Lucros Legal Estatutárias Acumulados 320 4.195 165 9 154 (163) (2) 329 4.349 86 1.243 6.185 309 5.817 (6.126) (59) 395 7.060 (86) (3.074) 387 20 363 (383) (4) 329 4.349 -
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA - Em Reais mil
DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO - Em Reais mil
2º Semestre 2012 Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais: Lucro antes do Imposto de Renda e Contribuição Social ..................................... Ajustes ao Lucro antes dos Impostos....................................................................... (Ganho) na Venda de Investimentos ........................................................................... Despesas com Provisões Fiscais ................................................................................ Lucro Ajustado antes dos Impostos ......................................................................... (Aumento)/Redução em Aplicações Interfinanceiras de Liquidez ............................... (Aumento)/Redução em Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos ................................................................................................................. (Aumento)/Redução em Outros Créditos .................................................................... Aumento/(Redução) em Outras Obrigações ............................................................... Imposto de Renda e Contribuição Social Pagos ......................................................... Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) das Atividades Operacionais ..................... Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos: Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio Recebidos .............................................. Alienação de Investimentos ......................................................................................... Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) das Atividades de Investimentos............... Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamentos: Dividendos Pagos........................................................................................................ Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) das Atividades de Financiamentos ........... Aumento/(Redução) de Caixa e Equivalentes de Caixa........................................... Caixa e Equivalentes de Caixa - Início do Período ....................................................... Caixa e Equivalentes de Caixa - Fim do Período .......................................................... Aumento/(Redução) Líquida de Caixa e Equivalentes de Caixa .............................
Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011
255 21 21 276 -
592 47 47 639 -
10.267 (10.049) (10.077) 28 218 2.165
(107) (113) (4) (10) 42
(365) (121) (38) (51) 64
(9.357) (21) (96) (3.877) (10.968)
-
-
(59) (59) (17) 29 12 (17)
34 10.483 10.517
(59) (59) 5 7 12 5
(1) (1) (452) 459 7 (452)
2º Semestre Descrição
2012
Totais 9.535 165 (2) 9.698 3.189 6.185 (59) 9.315 387 (4) 9.698
Exercícios findos em 31 de dezembro
%
2012
%
2011
%
1 - Receitas............................................................. 1.1) Intermediação Financeira......................... 1.2) Outras ........................................................
345 351 (6)
127,3 129,5 (2,2)
791 801 (10)
125,6 127,2 (1,6)
2 - Insumos Adquiridos de Terceiros................... Propaganda e Publicidade ................................. Serviços Técnicos Especializados ..................... Serviços do Sistema Financeiro ........................ Outros ................................................................
(74) (54) (8) (6) (6)
(27,3) (19,9) (3,0) (2,2) (2,2)
(161) (118) (13) (14) (16)
(25,6) (18,7) (2,1) (2,2) (2,6)
3 - Valor Adicionado Bruto (1-2) ...........................
271
100,0
630
100,0
10.291
100,0
4 - Valor Adicionado a Distribuir ..........................
271
100,0
630
100,0
10.291
100,0
5 - Distribuição do Valor Adicionado ................... 5.1) Impostos, Taxas e Contribuições ............ Federal ........................................................ 5.2) Remuneração de Capitais Próprios ....... Dividendos .................................................. Lucros Retidos ............................................
271 106 106 165 2 163
100,0 39,1 39,1 60,9 0,7 60,2
630 243 243 387 4 383
100,0 38,6 38,6 61,4 0,6 60,8
10.291 4.106 4.106 6.185 59 6.126
100,0 39,9 39,9 60,1 0,6 59,5
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
10.477 346 10.131
101,8 3,3 98,5
(186) (137) (16) (17) (16)
(1,8) (1,2) (0,2) (0,2) (0,2)
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1) CONTEXTO OPERACIONAL A BMC Asset Management - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (BMC DTVM ou Instituição), é uma instituição financeira que tem por objetivo praticar operações e atividades pertinentes às disposições legais e regulamentares aplicáveis às sociedades da espécie. É parte integrante da Organização Bradesco, suas operações são conduzidas de forma integrada a um conjunto de empresas que atuam nos mercados financeiros e de capitais, utilizando-se de seus recursos administrativos e tecnológicos e na gestão de riscos e suas demonstrações contábeis devem ser entendidas neste contexto. 2) APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas das Leis nos 4.595/64 (Lei do Sistema Financeiro Nacional) e 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações) com alterações introduzidas pelas Leis nos 11.638/07 e 11.941/09, para a contabilização das operações, associadas às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do Banco Central do Brasil (BACEN). Incluem estimativas e premissas, tais como: estimativas do valor justo de determinados instrumentos financeiros; provisões cíveis e fiscais; perdas por redução ao valor recuperável (impairment) de ativos não financeiros e outras provisões. Os resultados efetivos podem ser diferentes daqueles estabelecidos por essas estimativas e premissas. As demonstrações contábeis foram aprovadas pela Administração em 25 de janeiro de 2013. 3) PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS a) Moeda funcional e de apresentação As demonstrações contábeis estão apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Instituição. b) Apuração do resultado O resultado é apurado de acordo com o regime de competência, que estabelece que as receitas e despesas devem ser incluídas na apuração dos resultados dos períodos em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. As operações com taxas prefixadas são registradas pelo valor de resgate, e as receitas e despesas correspondentes ao período futuro são apresentadas em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. As receitas e despesas de natureza financeira são contabilizadas pelo critério pro rata dia e calculadas com base no método exponencial. As operações com taxas pós-fixadas ou indexadas a moedas estrangeiras são atualizadas até a data do balanço. c) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades em moeda e aplicações em depósitos interfinanceiros, cujo vencimento das operações, na data da efetiva aplicação, seja igual ou inferior a 90 dias e apresentem risco insignificante de mudança de valor justo, que são utilizados pela Instituição para gerenciamento de seus compromissos de curto prazo. d) Aplicações interfinanceiras de liquidez São registradas ao custo de aquisição, acrescidas dos rendimentos auferidos até a data do balanço, deduzidas de provisão para desvalorização, quando aplicável. e) Títulos e valores mobiliários - Classificação • Títulos para negociação - adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; • Títulos disponíveis para venda - são aqueles que não se enquadram como para negociação nem como mantidos até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período e ajustados ao valor de mercado em contrapartida ao patrimônio líquido, deduzido dos efeitos tributários os quais só serão reconhecidos no resultado quando da efetiva realização; e • Títulos mantidos até o vencimento - adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de negociação e disponível para venda bem como os instrumentos financeiros derivativos, são demonstrados no balanço patrimonial pelo seu valor justo estimado. O valor justo geralmente baseia-se em cotações de preços de mercado ou cotações de preços de mercado para ativos ou passivos com características semelhantes. Se esses preços de mercado não estiverem disponíveis, os valores justos são baseados em cotações de operadores de mercado, modelos de precificação, fluxo de caixa descontado ou técnicas similares, para as quais a determinação do valor justo possa exigir julgamento ou estimativa significativa por parte da Administração.
Os créditos tributários sobre as adições temporárias serão realizados quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram constituídos. Tais créditos tributários são reconhecidos contabilmente baseados nas expectativas atuais de realização, considerando os estudos técnicos e análises realizadas pela Administração. A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota-base de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10%. A contribuição social sobre o lucro é calculada considerando a alíquota de 15% para empresas do segmento financeiro. Foram constituídas provisões para os demais impostos e contribuições sociais, de acordo com as respectivas legislações vigentes. De acordo com a Lei nº 11.941/09, as modificações no critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido do período, introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e pelos artigos 37 e 38 da Lei nº 11.941/09, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007. Para fins contábeis, os efeitos tributários da adoção das mencionadas Leis estão registrados nos ativos e passivos diferidos correspondentes. g) Investimentos Os outros investimentos são avaliados pelo custo de aquisição, deduzidos de provisão para perdas/redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. h) Redução ao valor recuperável de ativos (Impairment) Os ativos não financeiros, exceto outros valores e bens e créditos tributários, são revistos no mínimo anualmente, para determinar se há alguma indicação de perda por redução ao valor recuperável (impairment), e caso seja detectada uma perda, esta é reconhecida no resultado do período quando o valor contábil do ativo exceder o seu valor recuperável apurado pelo: (i) potencial valor de venda, ou valor de realização deduzido das respectivas despesas ou (ii) valor em uso calculado pela unidade geradora de caixa, dos dois o maior. Uma unidade geradora de caixa é o menor grupo identificável de ativos que gera fluxos de caixa substancialmente independentes de outros ativos e grupos. i) Provisões, ativos e passivos contingentes e obrigações legais - fiscais e previdenciárias O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, das contingências ativas e passivas e também das obrigações legais são efetuados de acordo com os critérios definidos pelo CPC 25, o qual foi aprovado pela Resolução nº 3.823/09 do CMN, sendo: • Ativos Contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não caibam mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo e pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro passivo exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, são divulgados nas notas explicativas (Nota 8a); • Provisões: são constituídas levando em conta a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança; • Passivos Contingentes: de acordo com o CPC 25, o termo “contingente” é utilizado para passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência somente será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. Os passivos contingentes não satisfazem os critérios de reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo apenas ser divulgados em notas explicativas, quando relevantes. As obrigações classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas (Nota 8b e 8c); e • Obrigações Legais: Provisão para Riscos Fiscais: decorrem de processos judiciais, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis (Nota 8b). j) Outros ativos e passivos Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos (em base pro rata dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos demonstrados incluem os valores conhecidos e mensuráveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias incorridos (em base pro rata dia). k) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para sua emissão. São compostos por: • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis. Não houve qualquer evento subsequente que requer ajustes ou divulgações para as demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2012.
f) Imposto de renda e contribuição social (ativo e passivo) Os créditos tributários de imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido, calculados sobre as adições temporárias, são registrados na rubrica 4) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA A Instituição possui disponibilidades de R$ 12 mil (2011 - R$ 7 mil), e não possuía outras contas que seriam consideradas equivalentes de caixa. “Outros Créditos - Diversos”, e a provisão para as obrigações fiscais diferidas é registrada na rubrica “Outras Obrigações - Fiscais e Previdenciárias”. 5) TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS a) Classificação por categorias e prazos
Títulos (1) Títulos para negociação: (3) Letras financeiras do tesouro .............................................................. Letras do tesouro nacional .................................................................. Letras financeiras ................................................................................ Notas do tesouro nacional................................................................... Certificados de depósito bancário ....................................................... Debêntures .......................................................................................... Notas promissórias.............................................................................. Total em 2012 ..................................................................................... Total em 2011 .....................................................................................
1 a 30 dias
31 a 180 dias 1.785 1.003 2.788 2.852
181 a 360 dias
1.000 24 72 1.096 67
Acima de 360 dias 57 176 160 7 400 964
Valor de mercado/ contábil (2)
3.363 216 1.227 265 466 5.537 5.573
4.420 2.025 1.403 1.003 497 473 9.821
2012 Valor de custo atualizado 4.420 2.025 1.403 1.003 497 473 9.821
Em 31 de dezembro - R$ mil 2011 Valor de mercado/ contábil (2)
Marcação a mercado -
Marcação a mercado
7.711 197 973 44 329 143 59
-
9.456
-
(1) As aplicações em cotas de fundos de investimento foram distribuídas de acordo com os papéis que compõem suas carteiras, preservando a classificação da categoria dos fundos. No encerramento do período, os investimentos em fundos exclusivos administrados pelo Conglomerado Bradesco somavam R$ 9.701 mil (2011 - R$ 9.346 mil). Na distribuição dos prazos, foram considerados os vencimentos dos papéis, independentemente de sua classificação contábil; (2) O valor de mercado dos títulos e valores mobiliários é apurado de acordo com a cotação de preço de mercado disponível na data do balanço. Se não houver cotação de preços de mercado disponível, os valores são estimados com base em cotações de distribuidores, modelos de precificação, modelos de cotações ou cotações de preços para instrumentos com características semelhantes. No caso das aplicações em fundos de investimentos, o custo atualizado reflete o valor de mercado das respectivas cotas; e (3) Para fins de apresentação do Balanço Patrimonial os títulos classificados como “para negociação” estão demonstrados no ativo circulante. II - Movimentação das Provisões
b) A BMC DTVM não possuía operações com instrumentos financeiros derivativos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011.
Em 31 de dezembro - R$ mil Fiscais e Previdenciárias 149 10 37 (7) 189
c) Resultado de títulos e valores mobiliários Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 Fundos de investimentos......................................................................................................................... Títulos de renda fixa ................................................................................................................................ Rendas de aplicações interfinanceiras de liquidez.................................................................................. Total ........................................................................................................................................................
2011 791 10 801
91 11 244 346
6) OUTROS CRÉDITOS Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 Devedores por depósitos em garantia - fiscais........................................................................................ Créditos tributários (Nota 16c e d)........................................................................................................... Opções por incentivos fiscais .................................................................................................................. Devedores por depósitos em garantia - cíveis......................................................................................... Imposto de renda a compensar............................................................................................................... Devedores diversos ................................................................................................................................. Total ........................................................................................................................................................
2011 176 111 37 13 6 4 347
57 102 37 18 5 219
7) INVESTIMENTOS O investimento de R$ 1 mil (2011 - R$ 1 mil) refere-se a título patrimonial da CETIP Educacional. 8) PROVISÕES, ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS - FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS
Saldo no início do exercício ..................................................................................................................................... Atualização monetária ................................................................................................................................................. Constituições ............................................................................................................................................................... Pagamentos................................................................................................................................................................. Saldo no final do exercício (Nota 9a)....................................................................................................................... c) Passivos Contingentes classificados como perdas possíveis A Instituição mantém um sistema de acompanhamento para todos os processos administrativos e judiciais em que a Instituição figura como “autora” ou “ré” e, amparada na opinião dos assessores jurídicos, classifica as ações de acordo com a expectativa de insucesso. Periodicamente são realizadas análises sobre as tendências jurisprudenciais e efetivada, se necessária, a reclassificação dos riscos desses processos. Neste contexto, os processos contingentes avaliados como de risco de perda possível não são reconhecidos contabilmente. d) Em 31 de dezembro de 2012 e de 2011, não há processos contingentes avaliados como de perda possível de natureza relevante. 9) OUTRAS OBRIGAÇÕES a) Fiscais e previdenciárias 2012 Provisão para riscos fiscais (Nota 8b) ........................................................................................................... Impostos e contribuições sobre lucros a pagar ............................................................................................. Provisão para impostos diferidos (Nota 16c)................................................................................................. Impostos e contribuições a recolher.............................................................................................................. Total .............................................................................................................................................................. b) Diversas 2012 Provisão para pagamentos a efetuar............................................................................................................. Total ..............................................................................................................................................................
Em 31 de dezembro - R$ mil 2011 189 149 188 39 12 11 1 1 390 200 Em 31 de dezembro - R$ mil 2011 89 109 89 109
a) Ativos Contingentes Não são reconhecidos contabilmente ativos contingentes.
10) PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Capital Social O capital social no montante de R$ 5.020 mil (2011 - R$ 1.860 mil) está representado por 5.020.000 (2011 - 1.860.000) cotas, subscritas e integralizadas b) Provisões classificadas como perdas prováveis e obrigações legais - fiscais e previdenciárias no valor nominal de R$ 1,00 cada. A Instituição é parte em processos judiciais de natureza fiscal, decorrentes do curso normal de suas atividades. b) Movimentação do capital social Na constituição das provisões a Administração leva em conta: a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos Quantidade anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável. de Cotas R$ mil A Administração da Instituição entende que a provisão constituída é suficiente para atender as perdas decorrentes dos respectivos processos. Saldo inicial em 1.1.2012 ............................................................................................................................ 1.860.000 1.860 Aumento de capital com reservas (1)............................................................................................................ 3.160.000 3.160 O passivo relacionado à obrigação legal em discussão judicial é mantido até o desfecho da ação, representado por decisões judiciais, sobre as quais não Saldo final em 30.12.2012 ........................................................................................................................... 5.020.000 5.020 caiba mais recursos, ou a sua prescrição. I - Obrigações Legais provisão para riscos fiscais A Instituição vem discutindo judicialmente a legalidade e constitucionalidade de alguns tributos e contribuições, os quais estão totalmente provisionados não obstante as boas chances de êxito a médio e longo prazo, de acordo com a opinião dos assessores jurídicos.
(1) Em 14 de maio de 2012 o Bacen aprovou o Instrumento Particular de Alteração do Contrato Social de 16 de abril de 2012 que deliberou o aumento do capital social mediante a utilização do saldo das contas “Reservas de Lucros - Reserva Legal” e “Reservas de Lucros - Reserva Estatutária” no montante de R$ 3.160 mil, com a criação de 3.160.000 cotas, do valor nominal de R$ 1,00 cada uma, atribuídas ao Sócio-Cotista Banco Bradesco Financiamentos S.A. continua...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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terça-feira, 12 de março de 2013
...continuação
BMC Asset Management - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 04.163.016/0001-76 Sede: Cidade de Deus, s/nº - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS c) Reservas de Lucros Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 4.678 7.455 329 395 4.349 7.060
Reservas de Lucros .............................................................................................................................. - Reserva Legal (1).................................................................................................................................. - Reserva Estatutária (2) .........................................................................................................................
(1) Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do exercício, até atingir 20% do capital social realizado, ou 30% do capital social, acrescido das reservas de capital. Após esse limite a apropriação não mais se faz obrigatória. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital ou para compensar prejuízos; e (2) Visando à manutenção de margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações ativas da Instituição, pode ser constituída em 100% do lucro líquido remanescente após destinações estatutárias, sendo o saldo limitado a 80% do Capital Social Integralizado. d) Dividendos Aos Sócios-Cotistas estão assegurados juros sobre o capital próprio e/ou dividendo mínimo obrigatório, em cada exercício, que somados não seja inferior a 1% do lucro líquido ajustado, nos termos da legislação societária. Fica a Diretoria autorizada a declarar e pagar dividendos intermediários, especialmente semestrais e mensais, utilizando-se das contas de Reservas de Lucros existentes, e, podendo ainda, autorizar a distribuição de lucros a título de juros sobre o capital próprio em substituição total ou parcial aos dividendos intermediários, ou, em adição aos mesmos. O cálculo dos dividendos relativos aos exercícios findos em 31 de dezembro, está demonstrado a seguir: R$ mil 2012 2011 Lucro Líquido......................................................................................................................................... 387 6.185 (-) Reserva Legal - 5% sobre o lucro....................................................................................................... (20) (309) Base de cálculo ..................................................................................................................................... 367 5.876 Dividendos propostos .............................................................................................................................. 4 59 Percentual em relação ao lucro líquido ajustado ............................................................................... 1,0% 1,0% Valor em Reais por lote de mil cotas ................................................................................................... 0,80 31,72 11) OUTRAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 118 137 14 17 13 16 16 16 161 186
Propaganda e publicidade....................................................................................................................... Serviços do sistema financeiro................................................................................................................ Serviços técnicos especializados............................................................................................................ Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ 12) DESPESAS TRIBUTÁRIAS
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 32 16 5 3 1 5 38 24
Contribuição ao COFINS......................................................................................................................... Contribuição ao PIS................................................................................................................................. Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ 13) OUTRAS RECEITAS/(DESPESAS) OPERACIONAIS
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 3 3 65 (10) (10) (3) (4) (10) 54
Atualização de depósitos em garantia..................................................................................................... Dividendos e JCP recebidos ................................................................................................................... Atualização de provisão para riscos fiscais............................................................................................. Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
14) RESULTADO NÃO OPERACIONAL Refere-se ao lucro apurado na alienação das ações da CETIP S.A. alienado em novembro de 2011, baixado pelo valor de custo. 15) TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS a) As transações com controlador e empresa coligada estão assim representadas: 2012 Ativos (passivos)
2011 Ativos (passivos)
Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Receitas Receitas (despesas) (despesas)
Disponibilidades: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 12 7 Aplicações interfinanceiras de liquidez: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 244 Dividendos: Banco Bradesco Financiamentos S.A. ............................................ (4) (59) b) Remuneração do pessoal-chave da Administração Anualmente na Reunião de Sócios-cotistas é fixado: • O montante global anual da remuneração dos Administradores, que é definido em reunião do Conselho de Administração da Organização Bradesco, a ser paga aos membros do próprio Conselho e da Diretoria, conforme determina o Estatuto Social; e • A verba destinada a custear Planos de Previdência Complementar aberta dos Administradores, dentro do Plano de Previdência destinado aos Funcionários e Administradores da Instituição. A Instituição é parte integrante da Organização Bradesco e seus administradores são remunerados pelos cargos que ocupam no Banco Bradesco S.A., controlador da Companhia. A Instituição não possui benefícios de longo prazo, de rescisão de contrato de trabalho ou remuneração em instrumento baseado em ações, nos termos do CPC 10 - Pagamento Baseado em Ações, aprovado pela Resolução CMN nº 3.989/11, para seu pessoal-chave da Administração. Outras informações Conforme legislação em vigor, as instituições financeiras não podem conceder empréstimos ou adiantamentos para: a) Diretores e membros dos Conselhos consultivos ou administrativo, fiscais e semelhantes, bem como aos respectivos cônjuges e parentes até o 2º grau; b) Pessoas físicas ou jurídicas que participem de seu capital, com mais de 10%; e c) Pessoas jurídicas de cujo capital participem, com mais de 10%, a própria instituição financeira, quaisquer diretores ou administradores da própria Instituição, bem como seus cônjuges e respectivos parentes até o 2º grau.
Dessa forma, não são efetuados pelas instituições financeiras empréstimos ou adiantamentos a qualquer subsidiária, membros do Conselho de Administração ou da Diretoria Executiva e seus familiares. 16) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL a) Demonstração do cálculo dos encargos com imposto de renda e contribuição social
Resultado antes do imposto de renda e contribuição social............................................................ Encargo total do imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 15%, respectivamente .................................................................................................................................... Efeito no cálculo dos tributos: Despesas indedutíveis líquidas de receitas não tributáveis .................................................................... Outros valores ......................................................................................................................................... Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................ b) Composição da conta de resultado de imposto de renda e contribuição social
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 592 10.267 (237)
(4.107)
32 (205)
4 21 (4.082)
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Impostos correntes: Imposto de renda e contribuição social devidos ............................................................................... Impostos diferidos: Constituição/realização no exercício, sobre adições temporárias........................................................... Constituição/realização no exercício, sobre prejuízo fiscal e base negativa ........................................... Total dos impostos diferidos................................................................................................................ Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................ c) Origens dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social diferidos Saldo em 31.12.2011 Provisão para contingências fiscais ....................................................... 41 Outros..................................................................................................... 61 Total dos créditos tributários (Nota 6)................................................ 102 Obrigações fiscais diferidas (Nota 9a) ............................................... 11 Créditos tributários líquidos das obrigações fiscais diferidas........ 91 d) Previsão da realização dos créditos tributários sobre diferenças temporárias
Constituição 15 56 71 1 70
(214)
(3.930)
9 9 (205)
13 (165) (152) (4.082)
Realização 2 60 62 62
R$ mil Saldo em 31.12.2012 54 57 111 12 99
Em 31 de dezembro de 2012 - R$ mil Diferenças temporárias Imposto Contribuição de renda social Total 2013............................................................................................................................... 13 7 20 2014............................................................................................................................... 22 13 35 2015............................................................................................................................... 29 17 46 2016............................................................................................................................... 6 4 10 Total (Nota 6)................................................................................................................ 70 41 111 A projeção de realização de crédito tributário é uma estimativa e não está diretamente relacionada à expectativa de lucros contábeis. O valor presente dos créditos tributários, calculados considerando a taxa média de captação, líquida dos efeitos tributários, monta R$ 105 mil (2011 R$ 95 mil) de diferenças temporárias. 17) OUTRAS INFORMAÇÕES a) Gerenciamento de riscos A atividade de gerenciamento dos riscos é altamente estratégica em virtude da crescente complexidade dos serviços e produtos e da globalização dos negócios da Organização Bradesco, motivo de constante aprimoramento desta atividade na busca das melhores práticas. A Organização Bradesco exerce o controle corporativo dos riscos de modo integrado e independente, preservando e valorizando o ambiente de decisões colegiadas, desenvolvendo e implementando metodologias, modelos, ferramentas de mensuração e controle. Promove ainda a atualização dos colaboradores em todos os níveis hierárquicos, desde as áreas de negócios até o Conselho de Administração. O processo de gerenciamento permite que os riscos sejam proativamente identificados, mensurados, mitigados, acompanhados e reportados, o que se faz necessário em face da complexidade dos produtos financeiros e do perfil da atividade da Organização Bradesco. A BMC DTVM, como parte integrante da Organização Bradesco adota a estrutura de gerenciamento de riscos desta, no gerenciamento de risco de crédito, de mercado, de liquidez e operacional. b) Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) emitiu alguns pronunciamentos contábeis, suas interpretações e orientações, os quais serão aplicáveis as instituições financeiras somente quando aprovadas pelo CMN. Os pronunciamentos contábeis já aprovados foram: • Resolução nº 3.566/08 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos (CPC 01); • Resolução nº 3.604/08 - Demonstração do Fluxo de Caixa (CPC 03); • Resolução nº 3.750/09 - Divulgação sobre Partes Relacionadas (CPC 05); • Resolução nº 3.823/09 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (CPC 25); • Resolução nº 3.973/11 - Evento Subsequente (CPC 24); • Resolução nº 3.989/11 - Pagamento Baseado em Ações (CPC 10); • Resolução nº 4.007/11 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (CPC 23); e • Resolução nº 4.144/12 - Pronunciamento Conceitual Básico (R1). Atualmente, não é possível estimar quando o CMN irá aprovar os demais pronunciamentos contábeis do CPC e tampouco se a utilização dos mesmos será de maneira prospectiva ou retrospectiva.
A DIRETORIA Célio Magalhães – Contador – CRC 1SP199295/O-5
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores da BMC Asset Management - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Osasco - SP Examinamos as demonstrações contábeis da BMC Asset Management - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (“Instituição”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.
também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.
Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da BMC Asset Management - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre e exercício findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, assim como pelos controles internos que ela Outros assuntos determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por Demonstração do valor adicionado fraude ou erro. Examinamos também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Instituição, para o semestre Responsabilidade dos auditores independentes e exercício findos em 31 de dezembro de 2012, que estão sendo apresentadas como informações suplementares. Essas demonstrações foram submetidas Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Osasco, 26 de fevereiro de 2013 Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são KPMG Auditores Independentes Zenko Nakassato apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui, CRC 2SP014428/O-6 Contador CRC 1SP160769/O-0 KCNA/Reuters
FIM DA TRÉGUA A Coreia do Norte declarou 'completamente nulo' ontem o armistício que pôs fim à Guerra da Coreia (1950-53) e garantiu, através do jornal Rodong Sinmun, que está se preparando para uma guerra contra a Coreia do Sul e os EUA.
nternacional
À ESPERA DA FUMAÇA BRANCA Sem candidato favorito, começa hoje o conclave que vai escolher o 266º papa da história da Igreja Católica.
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Osservatore Romano/EFE
m mês d ep oi s da primeira renúncia de um papa em 600 anos e ainda sob a sombra de escândalos que mancharam a imagem do Vaticano, a Igreja Católica começa hoje a definir o seu futuro no conclave que escolherá Bombeiro instala chaminé o 266º pontífice de sua história. A eleição secreta terá a participação de 115 cardeais procedentes de 50 países e ocorrerá sem um franco favorito, embora o italiano Angelo Scola e o brasileiro Odilo Scherer, arcebispo de São Paulo, venham sendo apontados como candidatos mais fortes nos últimos dias. A imprensa italiana tem apresentado Scola como o cardeal que representaria a ala reformista da Igreja. Ele é afável e italiano, mas não faz parte da burocracia italocêntrica do Vaticano. Já Scherer é visto como o mais próximo à Cúria. Ele tem forte participação nas finanças do Vaticano, já que faz parte da comissão administrativa do Banco do Vaticano, assim como do principal comitê orçamentário da Santa Sé. O processo termina quando um dos concorrentes formar maioria de dois terços, ultrapassando 77 votos. Hoje só está prevista uma votação, e os fiéis devem esperar ao menos mais um dia até ver a fumaça branca na chaminé da Capela Sistina, simbolizando a escolha de um novo papa. "Amanhã (hoje) é de se esperar a fumaça negra", avisou o porta-voz do Vaticano, padre Fede-
Christian Hartmann/Reuters
Padre observa sacada central da Basílica de São Pedro, onde o novo papa dará sua primeira bênção. rico Lombardi, sinalizando que ninguém deve ser eleito no primeiro dia de votação, que costuma servir como uma peneira para selecionar os candidatos que vão polarizar a disputa. Lombardi ressaltou que os últimos conclaves duraram dois, três ou quatro dias, ou seja, foram curtos. Um conclave que dure muito mais dias poria em evidência – ressaltou – "uma situação bloqueada, uma falta de consenso, embora não haja motivos para pensar que se possa chegar a essa situação". O conclave acontecerá sem que haja um candidato forte, embora todos os olhares estejam voltados a cardeais de igrejas dinâmicas e
jovens, como a africana e a latino-americana e são muitos os que acreditam que o futuro papa não será italiano, devido ao empecilho causado pelo escândalo Vatileaks, o vazamento de documentos no ano passado. Embora o Brasil tenha a maior população católica do mundo, o país só tem cinco eleitores. Além de Scola e Scherer, aparecem nas listas dos mais cotados o canadense Marc Oullet, os norte-americanos Sean O'Malley e Timothy Dolan, o húngaro Peter Erdo e o italiano Gianfranco Ravasi. Diante de um cenário incerto, a maioria dos vaticanistas não descarta a vitória de um azarão, a
exemplo da eleição de João Paulo II, em 1978. Entre as principais incógnitas deste ano, está a influência do papa emérito Bento XVI, que está recolhido na residência de Castel Gandolfo. Ele nomeou 67 dos 115 cardeais votantes. Sigilo - O termo conclave vem do latim "com uma chave", e se refere à prática de prender cardeais longe dos olhos curiosos do mundo, permitindo que eles escolham um novo papa sem interferência externa. O ritual da eleição secreta será iniciado às 7h (3h de Brasília), quando os eleitores começarão a chegar. Às 10h30, eles rezarão missa na Basílica de São Pedro, em sua última aparição pública. A procissão para a Capela Sistina, local das votações secretas, está marcada para as 16h30. A partir daí, as portas serão trancadas e os eleitores ficarão a sós. Na Capela, tudo já está preparado: as 12 mesas nas quais se sentarão os 115 cardeais, a mesa onde serão recolhidas as cédulas, o atril com o Evangelho onde os cardeais jurarão e a chaminé da qual sairão as "fumaças". Durante o conclave, os cardeais se hospedarão na Residência Santa Marta, dentro do Vaticano, da qual serão levados de ônibus até a Capela. A distância é de um quilômetro, e aqueles que o desejarem poderão fazê-lo a pé. Eles ficarão isolados, sem acesso a telefone, jornal e televisão. Ontem, cerca de 90 funcionários do Vaticano que prestarão serviços de apoio, como médicos e cozinheiros, fizeram juramento de sigilo. O número de votos de cada candidato nunca será anunciado oficialmente, mas costuma vazar após a eleição. (Agências) Leia mais nas páginas 2 e 10
DIÁRIO DO COMÉRCIO
terça-feira, 12 de março de 2013
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Tibre Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 62.042.890/0001-51 Sede: Cidade de Deus - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Cotistas, Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2012, da Tibre Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (Tibre DTVM), de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.
No exercício, a Tibre DTVM registrou Lucro Líquido de R$ 1,924 milhão, Patrimônio Líquido de R$ 43,102 milhões e Ativos Totais de R$ 44,307 milhões. Osasco, SP, 25 de janeiro de 2013. Diretoria
BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO - Em Reais mil ATIVO
2012
CIRCULANTE ............................................................................................................................................... DISPONIBILIDADES (Nota 4) ....................................................................................................................... TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 6a) ....... Carteira Própria ............................................................................................................................................. OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Diversos (Nota 7)........................................................................................................................................... REALIZÁVEL A LONGO PRAZO................................................................................................................. OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Diversos (Nota 7)........................................................................................................................................... PERMANENTE ............................................................................................................................................. INVESTIMENTOS (Nota 8) ........................................................................................................................... Outros Investimentos..................................................................................................................................... Provisões para Perdas .................................................................................................................................. TOTAL ...........................................................................................................................................................
2011
44.198 47 44.021 44.021 130 130 105 105 105 4 4 47 (43) 44.307
PASSIVO
42.480 7 42.346 42.346 127 127 125 125 125 4 4 47 (43) 42.609
2012
CIRCULANTE ............................................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Sociais e Estatutárias (Nota 11d) .................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 10a)............................................................................................................. Diversas (Nota 10b)....................................................................................................................................... EXIGÍVEL A LONGO PRAZO....................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 10a)............................................................................................................. Diversas (Nota 10b)....................................................................................................................................... PATRIMÔNIO LÍQUIDO ................................................................................................................................ Capital: - De Domiciliados no País (Nota 11a) ........................................................................................................... Reservas de Lucros (Nota 11b)..................................................................................................................... TOTAL ...........................................................................................................................................................
2011
1.187 1.187 18 1.073 96 18 18 2 16 43.102
1.395 1.395 78 1.193 124 18 18 2 16 41.196
22.300 20.802 44.307
18.000 23.196 42.609
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO - Em Reais mil
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Em Reais mil
2º Semestre 2012 1.553 1.553 1.553 (154) (75) (79) 1.399 1.399 (548) 851
RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ........................................................ Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários (Nota 6b) ......................... RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA....................................... OUTRAS RECEITAS/DESPESAS OPERACIONAIS ................................................... Outras Despesas Administrativas (Nota 12).................................................................. Despesas Tributárias (Nota 13) ..................................................................................... Outras Receitas Operacionais (Nota 14)....................................................................... Outras Despesas Operacionais (Nota 14)..................................................................... RESULTADO OPERACIONAL ..................................................................................... RESULTADO NÃO OPERACIONAL (Nota 15) ............................................................ RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO ...................................... IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (Nota 17a e b) ........................... LUCRO LÍQUIDO.......................................................................................................... Número de cotas (Nota 11a) ......................................................................................... Lucro por lote de mil cotas em R$.................................................................................
Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011 3.543 3.901 3.543 3.901 3.543 3.901 (376) (413) (196) (229) (192) (210) 32 106 (20) (80) 3.167 3.488 10.077 3.167 13.565 (1.243) (5.383) 1.924 8.182
22.300.000 38,16
22.300.000 86,28
18.000.000 454,56
Eventos Saldos em 30.6.2012............................................................................. Lucro Líquido.......................................................................................... Destinações: - Reservas......................................................................... - Dividendos Propostos..................................................... Saldos em 31.12.2012........................................................................... Saldos em 31.12.2010........................................................................... Lucro Líquido.......................................................................................... Destinações: - Reservas......................................................................... - Dividendos Propostos..................................................... Saldos em 31.12.2011........................................................................... Aumento de Capital ................................................................................ Lucro Líquido.......................................................................................... Destinações: - Reservas......................................................................... - Dividendos Propostos..................................................... Saldos em 31.12.2012...........................................................................
Capital Social 22.300 22.300 18.000 18.000 4.300 22.300
Reservas de Lucros Lucros Legal Estatutárias Acumulados 1.179 18.780 851 42 801 (843) (8) 1.221 19.581 716 14.376 8.182 409 7.695 (8.104) (78) 1.125 22.071 (4.300) 1.924 96 1.810 (1.906) (18) 1.221 19.581 -
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA - Em Reais mil
DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO - Em Reais mil
2º Semestre 2012 Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais: Lucro Líquido antes do Imposto de Renda e Contribuição Social ......................... Ajustes ao Lucro Líquido antes dos Impostos......................................................... Despesas com Provisões Trabalhistas .......................................................................... (Ganho) na Alienação de Investimentos........................................................................ Lucro Líquido Ajustado antes dos Impostos ........................................................... (Aumento)/Redução em Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos ................................................................................................................... (Aumento)/Redução em Outros Créditos e Outros Valores e Bens............................... Aumento/(Redução) em Outras Obrigações ................................................................. Imposto de Renda e Contribuição Social Pagos ........................................................... Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) das Atividades Operacionais ..................... Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos: Alienação de Investimentos........................................................................................... Dividendos Recebidos................................................................................................... Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) nas Atividades de Investimentos............... Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamentos: Dividendos Pagos.......................................................................................................... Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) de Atividades de Financiamentos ............. Aumento/(Redução) de Caixa e Equivalentes de Caixa........................................... Caixa e Equivalentes de Caixa - Início do Período ....................................................... Caixa e Equivalentes de Caixa - Fim do Período .......................................................... Aumento/(Redução) Líquida, de Caixa e Equivalentes de Caixa ............................
Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011
1.399 1.399
3.167 3.167
13.565 (10.076) 1 (10.077) 3.489
(1.206) (72) 121
(1.675) 6 (103) (1.277) 118
(8.793) (26) (114) (5.062) (10.506)
-
-
(78) (78) 43 4 47 43
10.484 34 10.518
(78) (78) 40 7 47 40
(16) (16) (4) 11 7 (4)
2º Semestre 2012 %
Descrição 1 - RECEITAS ......................................................... 1.1) Intermediação Financeira......................... 1.2) Outras ........................................................ 2 - INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS ....... Publicação.......................................................... Serviços Técnicos Especializados ..................... Serviços do Sistema Financeiro ........................ Outras ................................................................
1.553 1.553 (75) (53) (16) (6) -
Exercícios findos em 31 de dezembro % 2011
2012 105,1 105,1 (5,1) (3,6) (1,1) (0,4) -
Totais 42.259 851 (8) 43.102 33.092 8.182 (78) 41.196 1.924 (18) 43.102
3.555 3.543 12
105,8 105,5 0,3
(196) (143) (33) (12) (8)
14.004 3.901 10.103
(5,8) (4,2) (1,0) (0,4) (0,2)
(229) (163) (47) (17) (2)
% 101,7 28,3 73,4 (1,7) (1,3) (0,3) (0,1) -
3 - VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2) .................
1.478
100,0
3.359
100,0
13.775
100,0
4 - VALOR ADICIONADO A DISTRIBUIR ..............
1.478
100,0
3.359
100,0
13.775
100,0
5 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO...... 5.1) Impostos, Taxas e Contribuições ............ Federais. ..................................................... 5.2) Remuneração de Capitais Próprios....... Dividendos .................................................. Lucros Retidos ............................................
1.478 627 627 851 8 843
100,0 42,4 42,4 57,6 0,6 57,0
3.359 1.435 1.435 1.924 18 1.906
100,0 42,7 42,7 57,3 0,5 56,8
13.775 5.593 5.593 8.182 78 8.104
100,0 40,6 40,6 59,4 0,6 58,8
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1) CONTEXTO OPERACIONAL A Tibre Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (Tibre DTVM ou Instituição) é uma Instituição financeira que tem por objetivo efetuar operações de intermediação no mercado aberto, além de gerir e administrar recursos de terceiros. É parte integrante da Organização Bradesco, sendo suas operações conduzidas de forma integrada a um conjunto de empresas que atuam nos mercados financeiro e de capitais, utilizando-se de seus recursos administrativos e tecnológicos e suas demonstrações contábeis devem ser entendidas neste contexto. 2) APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas das Leis nos 4.595/64 (Lei do Sistema Financeiro Nacional) e 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações) com alterações introduzidas pelas Leis nos 11.638/07 e 11.941/09, para a contabilização das operações, associadas às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do Banco Central do Brasil (BACEN). Incluem estimativas e premissas, tais como: estimativas do valor justo de determinados instrumentos financeiros; provisões cíveis, fiscais e trabalhistas; perdas por redução ao valor recuperável (impairment) de ativos não financeiros; e outras provisões. Os resultados efetivos podem ser diferentes daqueles estabelecidos por essas estimativas e premissas. As demonstrações contábeis foram aprovadas pela Administração em 25 de janeiro de 2013. 3) PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS a) Moeda funcional e de apresentação As demonstrações contábeis estão apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Instituição. b) Apuração do resultado O resultado é apurado de acordo com o regime de competência, que estabelece que as receitas e despesas devem ser incluídas na apuração dos resultados dos períodos em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. As operações com taxas prefixadas são registradas pelo valor de resgate, e as receitas e despesas correspondentes ao período futuro são apresentadas em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. As receitas e despesas de natureza financeira são contabilizadas pelo critério pro rata dia e calculadas com base no método exponencial. As operações com taxas pós-fixadas ou indexadas a moedas estrangeiras são atualizadas até a data do balanço. c) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades em moeda. d) Títulos e valores mobiliários - Classificação • Títulos para negociação - adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; • Títulos disponíveis para venda - são aqueles que não se enquadram como para negociação nem como mantidos até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período e ajustados ao valor de mercado em contrapartida ao patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários, os quais só serão reconhecidos no resultado quando da efetiva realização; e • Títulos mantidos até o vencimento - adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de negociação e disponível para venda, bem como os instrumentos financeiros derivativos, são demonstrados no balanço patrimonial pelo seu valor justo estimado. O valor justo geralmente baseia-se em cotações de preços de mercado ou cotações de preços de mercado para ativos ou passivos com características semelhantes. Se esses preços de mercado não estiverem disponíveis, os valores justos são baseados em cotações de operadores de mercado, modelos de precificação, fluxo de caixa descontado ou técnicas similares, para as quais a determinação do valor justo possa exigir julgamento ou estimativa significativa por parte da Administração. e) Imposto de renda e contribuição social (ativo e passivo) Os créditos tributários de imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido, calculados sobre adições temporárias, são registrados na rubrica “Outros Créditos - Diversos”, e a provisão para as obrigações fiscais diferidas é registrada na rubrica “Outras Obrigações - Fiscais e Previdenciárias”. Os créditos tributários sobre as adições temporárias serão realizados quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram constituídos. Tais créditos tributários são reconhecidos contabilmente baseados nas expectativas atuais de realização, considerando os estudos técnicos e análises realizadas pela Administração. A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota-base de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10%. A contribuição social sobre o lucro é calculada considerando à alíquota de 15% para empresas do segmento financeiro. Foram constituídas provisões para os demais impostos e contribuições sociais, de acordo com as respectivas legislações vigentes.
De acordo com a Lei nº 11.941/09, as modificações no critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido do período, introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e pelos artigos 37 e 38 da Lei nº 11.941/09, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007. Para fins contábeis, os efeitos tributários da adoção das mencionadas Leis, estão registrados nos ativos e passivos diferidos correspondentes. f) Investimentos Os incentivos fiscais e outros investimentos são avaliados pelo custo de aquisição, deduzidos de provisão para perdas/redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. g) Redução ao valor recuperável de ativos (impairment) Os ativos não financeiros, exceto outros valores e bens e créditos tributários, são revistos no mínimo anualmente, para determinar se há alguma indicação de perda por redução ao valor recuperável (impairment), e caso seja detectada uma perda, esta é reconhecida no resultado do período quando o valor contábil do ativo exceder o seu valor recuperável apurado pelo: (i) potencial valor de venda, ou valor de realização deduzido das respectivas despesas ou (ii) valor em uso calculado pela unidade geradora de caixa, dos dois o maior. Uma unidade geradora de caixa é o menor grupo identificável de ativos que gera fluxos de caixa substancialmente independentes de outros ativos e grupos. h) Provisões, ativos e passivos contingentes O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, das contingências ativas e passivas e também das obrigações legais são efetuados de acordo com os critérios definidos pelo CPC 25, o qual foi aprovado pela Resolução nº 3.823/09 do CMN, sendo: • Ativos Contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não caibam mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo e pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro passivo exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, são divulgados nas notas explicativas (Nota 9a); • Provisões: são constituídas levando em conta à opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável o que ocasionaria uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança; e • Passivos Contingentes: de acordo com o CPC 25, o termo “contingente” é utilizado para passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência somente será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. Os passivos contingentes não satisfazem os critérios de reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo apenas ser divulgados em notas explicativas, quando relevantes. As obrigações classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas (Nota 9b e c). i) Outros ativos e passivos Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos (em base pro rata dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos demonstrados incluem os valores conhecidos e mensuráveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias incorridos (em base pro rata dia). j) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para sua emissão. São compostos por: • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis. Não houve qualquer evento subsequente que requer ajustes ou divulgações para as demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2012. 4) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA 2012 Disponibilidades em moeda nacional ...................................................................................................... Total de disponibilidades (caixa) ......................................................................................................... Total caixa e equivalentes de caixa .....................................................................................................
Em 31 de dezembro - R$ mil 2011 47 7 47 7 47 7
5) APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ Em 31 de dezembro de 2012 e 2011, a Instituição não possuía Aplicações Interfinanceiras de Liquidez.
6) TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS a) Classificação por categorias e prazos
Títulos (1) Títulos para negociação (3): Letras financeiras do tesouro .............................................................. Letras do tesouro nacional .................................................................. Certificados de depósito bancários ..................................................... Debêntures .......................................................................................... Notas promissórias.............................................................................. Outros.................................................................................................. Operações compromissadas............................................................... Total em 2012 ..................................................................................... Total em 2011 .....................................................................................
1 a 30 dias
31 a 180 dias
12.517 12.517 12.782
181 a 360 dias
4.557 110 330 4.997 306
261 727 33 800 1.821 4.386
Acima de 360 dias 14.777 988 1.206 2.036 5.679 24.686 24.872
Valor de mercado/ contábil (2) 19.595 1.098 2.263 2.069 6.479 12.517 44.021
2012 Valor de custo atualizado 19.595 1.098 2.263 2.069 6.479 12.517 44.021
Em 31 de dezembro - R$ mil 2011 Valor de mercado/ contábil (2)
Marcação a mercado -
Marcação a mercado
22.090 898 1.495 310 267 4.510 12.776
-
42.346
-
(1) As aplicações em cotas de fundos de investimento foram distribuídas de acordo com os papéis que compõem suas carteiras, e no caso de operações compromissadas, pelos respectivos papéis que estão lastreando as operações, preservando a classificação da categoria dos fundos. No encerramento do exercício, os investimentos em fundos exclusivos administrados pelo Conglomerado Bradesco somavam 44.021 mil (2011 - R$ 42.346 mil). Na distribuição dos prazos, foram considerados os vencimentos dos papéis, independentemente de sua classificação contábil; (2) O valor de mercado dos títulos e valores mobiliários é apurado de acordo com a cotação de preço de mercado disponível na data do balanço. Se não houver cotação de preços de mercado disponível, os valores são estimados com base em cotações de distribuidores, modelos de precificação, modelos de cotações ou cotações de preços para instrumentos com características semelhantes. No caso das aplicações em fundos de investimento, o custo atualizado reflete o valor de mercado das respectivas cotas; e (3) Para fins de apresentação do Balanço Patrimonial os títulos classificados como “para negociação” estão demonstrados no ativo circulante. b) Resultado de títulos e valores mobiliários Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Rendas de aplicações em fundos de investimento ................................................................................. 3.543 3.901 Total ........................................................................................................................................................ 3.543 3.901 c) A Tibre DTVM não possuía operações com instrumentos financeiros derivativos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011. 7) OUTROS CRÉDITOS – DIVERSOS 2012 Devedores por depósito em garantia....................................................................................................... Créditos tributários (Nota 17c)................................................................................................................. Impostos e contribuições a compensar ................................................................................................... Outros...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
Em 31 de dezembro - R$ mil 2011 19 17 193 205 7 14 16 16 235 252
10) OUTRAS OBRIGAÇÕES a) Fiscais e Previdenciárias 2012 Provisão para impostos e contribuições diferidos (Nota 17c).................................................................. Impostos e contribuições a recolher........................................................................................................ Impostos e contribuições sobre o lucro a pagar...................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ b) Outras Obrigações - Diversas 2012
8) OUTROS INVESTIMENTOS 2012 Investimentos por incentivos fiscais ........................................................................................................ Ações e Cotas ......................................................................................................................................... Subtotal .................................................................................................................................................. Provisão para perdas em investimentos por incentivos fiscais................................................................ Total ........................................................................................................................................................
c) Passivos Contingentes classificados como perdas possíveis A Instituição mantém um sistema de acompanhamento para todos os processos administrativos e judiciais em que a Instituição figura como “autora” ou “ré” e, amparada na opinião dos assessores jurídicos, classifica as ações de acordo com a expectativa de insucesso. Periodicamente são realizadas análises sobre as tendências jurisprudenciais e efetivada, se necessária, a reclassificação dos riscos desses processos. Neste contexto, os processos contingentes avaliados como de risco de perda possível não são reconhecidos contabilmente. d) Em 31 de dezembro de 2012 e de 2011, não há processos contingentes avaliados como de perda possível de natureza relevante.
Em 31 de dezembro - R$ mil 2011 46 46 1 1 47 47 (43) (43) 4 4
9) ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS - FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS a) Ativos Contingentes Não são reconhecidos contabilmente ativos contingentes. b) Provisões classificadas como perdas prováveis A Instituição é parte em processos judiciais de natureza trabalhista, decorrentes do curso normal de suas atividades. Na constituição das provisões a Administração leva em conta: à opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável. A Administração da Instituição entende que a provisão constituída é suficiente para atender as perdas decorrentes dos respectivos processos. O passivo relacionado à obrigação legal em discussão judicial é mantido até o ganho definitivo da ação, representado por decisões judiciais, sobre as quais não cabem mais recursos, ou a sua prescrição. I - Processos trabalhistas São ações ajuizadas por ex-empregados, visando obter indenizações, em especial o pagamento de “horas extras” em razão de interpretação do artigo 224 da Consolidação das Leis do Trabalho. Nos processos em que é exigido depósito judicial para garantia de execução, o valor das contingências trabalhistas é constituído considerando a efetiva perspectiva de perda destes depósitos. II - Provisões Constituídas As provisões constituídas correspondem a riscos trabalhistas nos montantes de R$ 16 mil (2011 - R$ 16 mil) e estão registradas em “Outras obrigações diversas” (Nota 10b).
Provisão para pagamentos a efetuar....................................................................................................... Provisões trabalhistas (Nota 9b) ............................................................................................................. Total ........................................................................................................................................................
Em 31 de dezembro - R$ mil 2011 2 2 11 19 1.062 1.174 1.075 1.195 Em 31 de dezembro - R$ mil 2011 96 124 16 16 112 140
11) PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Capital Social Capital social no montante de R$ 22.300 mil (2011 - R$ 18.000 mil), totalmente subscrito e integralizado é composto por 22.300.000 (2011 - 18.000.000) de cotas com valor nominal de R$ 1,00 cada. b) Movimentação do capital social Quantidade de Cotas R$ mil Em 31 de dezembro de 2011................................................................................................................. 18.000.000 18.000 Aumento de capital com reservas (1)...................................................................................................... 4.300.000 4.300 Em 31 de dezembro de 2012................................................................................................................. 22.300.000 22.300 (1) Em 11 de maio de 2012 o BACEN aprovou o Instrumento Particular de Alteração do contrato Social de 16 de abril de 2012 deliberando aumentar o capital social mediante a capitalização de parte do saldo da conta “Reservas de Lucros - Reserva Estatutária” no montante de R$ 4.300 mil, com a criação de 4.300.000 cotas, do valor nominal de R$ 1,00 cada uma, atribuídas ao Sócio-Cotista Banco Bradesco Financiamentos S.A. c) Reservas de Lucros Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Reservas de Lucros .............................................................................................................................. 20.802 23.196 - Reserva Legal (1).................................................................................................................................. 1.221 1.125 - Reserva Estatutária (2) ......................................................................................................................... 19.581 22.071 (1) Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do exercício, até atingir 20% do capital social realizado, ou 30% do capital social, acrescido das reservas de capital. Após esse limite a apropriação não mais se faz obrigatória. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital ou para compensar prejuízos; e (2) Visando à manutenção de margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações ativas da Sociedade, pode ser constituída em 100% do lucro líquido remanescente após destinações estatutárias, sendo o saldo limitado a 80% do Capital Social Integralizado. continua...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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terça-feira, 12 de março de 2013
...continuação
Tibre Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 62.042.890/0001-51 Sede: Cidade de Deus - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS d) Dividendos Aos Sócios-Cotistas estão assegurados juros sobre o capital próprio e/ou dividendo mínimo obrigatório, em cada exercício, que somados não seja inferior a 1% do lucro líquido ajustado, nos termos da legislação societária. Fica a Diretoria autorizada a declarar e pagar dividendos intermediários, especialmente semestrais e mensais, utilizando-se das contas de Reservas de Lucros existentes, e, podendo ainda, autorizar a distribuição de lucros a título de juros sobre o capital próprio em substituição total ou parcial aos dividendos intermediários, ou, em adição aos mesmos. O cálculo dos dividendos relativos aos semestres findos em 31 de dezembro, está demonstrado a seguir: R$ mil 2012 2011 Lucro Líquido........................................................................................................................................... 1.924 8.182 (-) Reserva Legal - 5% sobre o lucro....................................................................................................... (96) (409) Base de cálculo ....................................................................................................................................... 1.828 7.773 Dividendos propostos .............................................................................................................................. 18 78 Percentual em relação ao lucro líquido ajustado..................................................................................... 1,0% 1,0% Valor em Reais por lote de mil cotas ....................................................................................................... 0,81 4,33 12) OUTRAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 143 163 33 47 12 17 8 2 196 229
Publicações ............................................................................................................................................. Serviços técnicos especializados............................................................................................................ Serviços do sistema financeiro................................................................................................................ Outros...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ 13) DESPESAS TRIBUTÁRIAS
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 142 158 23 26 27 26 192 210
Contribuição ao COFINS......................................................................................................................... Contribuição ao PIS................................................................................................................................. Impostos e taxas ..................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
17) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL a) Demonstração do cálculo dos encargos com imposto de renda e contribuição social
Resultado antes do imposto de renda e contribuição social ................................................................... Encargo total do imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 15%, respectivamente Despesas indedutíveis líquidas de receitas não tributáveis .................................................................... Outros valores ......................................................................................................................................... Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................ b) Composição da conta de resultado de imposto de renda e contribuição social
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Impostos correntes Imposto de renda e contribuição social, devidos..................................................................................... Impostos diferidos Constituição/(realização) no exercício, sobre adições temporárias......................................................... Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................ c) Origem dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social diferidos Saldo em 31.12.2011
Atualização de impostos e contribuições ................................................................................................ Reversão de outras provisões operacionais............................................................................................ Dividendos recebidos/JCP ...................................................................................................................... Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ 15) RESULTADO NÃO OPERACIONAL Em 2011, refere-se ao lucro apurado na alienação das ações da CETIP S.A., baixados ao valor de custo.
2011 Ativos (passivos)
(5.386)
(12) (1.243)
3 (5.383)
1
13
1 1
13 13
193 2 191
Realização
Em 31 de dezembro de 2012 - R$ mil Diferenças temporárias Imposto Contribuição de renda social Total 63 38 101 30 16 46 24 12 36 4 3 7 3 3 121 72 193
A projeção de realização de crédito tributário é uma estimativa e não está diretamente relacionada à expectativa de lucros contábeis. O valor presente dos créditos tributários, calculado considerando a taxa média de captação, líquida dos efeitos tributários, monta a R$ 186 mil (2011 - R$ 195 mil) de diferenças temporárias.
16) TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS a) As transações com o controlador e empresa coligada estão assim representadas: 2012 Ativos (passivos)
2013............................................................................................................................... 2014............................................................................................................................... 2015............................................................................................................................... 2016............................................................................................................................... 2017............................................................................................................................... Total (Nota 7)................................................................................................................
(1.231)
R$ mil Saldo em 31.12.2012 6 68 80 39
Constituição
Provisões para perdas trabalhistas .................................................. 6 Provisões para perdas de investimentos.......................................... 68 Provisões para desvalorização de títulos patrimoniais..................... 80 Outros............................................................................................... 51 Total dos créditos tributários sobre diferenças temporárias (Nota 7)........................................................................................... 205 Obrigações fiscais diferidas (Nota 10a) ..................................... 2 Crédito tributário líquido das obrigações fiscais diferidas ........ 203 d) Previsão de realização dos créditos tributários sobre diferenças temporárias
14) OUTRAS RECEITAS/(DESPESAS) OPERACIONAIS Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 (20) (80) 32 11 65 30 12 26
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 3.167 13.565 (1.267) (5.426) 19 24 24 (1.243) (5.383)
Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Receitas Receitas (despesas) (despesas)
Disponibilidades: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 47 7 Dividendos: Banco Bradesco Financiamentos S.A. ............................................ (18) (78) b) Remuneração do pessoal-chave da Administração Anualmente na Reunião de Sócios-cotistas é fixado: • O montante global anual da remuneração dos Administradores, que é definido em reunião do Conselho de Administração da Organização Bradesco, a ser paga aos membros do próprio Conselho e da Diretoria, conforme determina o Estatuto Social; e • A verba destinada a custear Planos de Previdência Complementar aberta dos Administradores, dentro do Plano de Previdência destinado aos Funcionários e Administradores da Instituição. A Instituição é parte integrante da organização Bradesco e seus administradores são remunerados pelos cargos que ocupam no Banco Bradesco S.A., controlador da Companhia. A Instituição não possui benefícios de longo prazo, de rescisão de contrato de trabalho ou remuneração em instrumento baseado em ações, nos termos do CPC 10 - Pagamento Baseado em Ações, aprovado pela Resolução CMN nº 3.989/11, para seu pessoal-chave da Administração. Outras informações Conforme legislação em vigor, as instituições financeiras não podem conceder empréstimos ou adiantamentos para: a) Diretores e membros dos Conselhos consultivos ou administrativo, fiscais e semelhantes, bem como aos respectivos cônjuges e parentes até o 2º grau; b) Pessoas físicas ou jurídicas que participem de seu capital, com mais de 10%; e c) Pessoas jurídicas de cujo capital participem, com mais de 10%, a própria instituição financeira, quaisquer diretores ou administradores da própria instituição, bem como seus cônjuges e respectivos parentes até o 2º grau. Dessa forma, não são efetuados pelas instituições financeiras empréstimos ou adiantamentos a qualquer subsidiária, membros do Conselho de Administração ou da Diretoria Executiva e seus familiares.
18) OUTRAS INFORMAÇÕES a) Gerenciamento de riscos A atividade de gerenciamento dos riscos é altamente estratégica em virtude da crescente complexidade dos serviços e produtos e da globalização dos negócios da Organização Bradesco, motivo de constante aprimoramento desta atividade na busca das melhores práticas. A Organização Bradesco exerce o controle corporativo dos riscos de modo integrado e independente, preservando e valorizando o ambiente de decisões colegiadas, desenvolvendo e implementando metodologias, modelos, ferramentas de mensuração e controle. Promove ainda a atualização dos colaboradores em todos os níveis hierárquicos, desde as áreas de negócios até o Conselho de Administração. O processo de gerenciamento permite que os riscos sejam proativamente identificados, mensurados, mitigados, acompanhados e reportados, o que se faz necessário em face da complexidade dos produtos financeiros e do perfil da atividade da Organização Bradesco. A Tibre DTVM, como parte integrante da Organização Bradesco adota a estrutura de gerenciamento de riscos desta, no gerenciamento de risco de crédito, de mercado, de liquidez e operacional. b) Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, o Comitê de pronunciamentos Contábeis emitiu alguns procedimentos contábeis, suas interpretações e orientações, os quais serão aplicáveis às instituições financeiras somente quando aprovado pelo CMN. Os pronunciamentos contábeis já aprovados foram: • Resolução nº 3.566/08 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos (CPC 01); • Resolução nº 3.604/08 - Demonstração do Fluxo de Caixa (CPC 03); • Resolução nº 3.750/09 - Divulgação sobre Partes Relacionadas (CPC 05); • Resolução nº 3.823/09 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (CPC 25); • Resolução nº 3.973/11 - Evento Subsequente (CPC 24); • Resolução nº 3.989/11 - Pagamento Baseado em Ações (CPC 10); • Resolução nº 4.007/11 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (CPC 23); e • Resolução nº 4.144/12 - Pronunciamento Conceitual Básico (R1). Atualmente, não é possível estimar quando o CMN irá aprovar os demais pronunciamentos contábeis do CPC e tampouco se a utilização dos mesmos será de maneira prospectiva ou retrospectiva.
A DIRETORIA Célio Magalhães – Contador – CRC 1SP199295/O-5
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores da Tibre Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Osasco - SP Examinamos as demonstrações contábeis da Tibre Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (“Instituição”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.
também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.
Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Tibre Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre e exercício findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas funcionar pelo Banco Central do Brasil. contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, assim como pelos controles internos que ela Outros assuntos determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por Demonstração do valor adicionado fraude ou erro. Examinamos também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Instituição, para o semestre Responsabilidade dos auditores independentes e exercício findos em 31 de dezembro de 2012, que estão sendo apresentadas como informações suplementares. Essas demonstrações foram submetidas Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Osasco, 26 de fevereiro de 2013 Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos Zenko Nakassato relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são KPMG Auditores Independentes apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui, CRC 2SP014428/O-6 Contador CRC 1SP160769/O-0
Não sou Chávez, mas sou seu filho, e todos juntos somos Chávez. Nicolás Maduro, candidato a presidente da Venezuela. nternacional Tomas Bravo/Reuters Stefano Rellandini/Reuters - 09/03/13
Comício de Maduro impediu que Capriles registrasse candidatura
Maduro: de vice a filho de Chávez.
Na antessala do Paraíso José Maria dos Santos
S
e o outro mundo confirmar a ideia de que a arte nos aproxima de Deus, a Capela Sistina é, de fato, o lugar apropriado para escolher o novo papa. A julgar pelas magníficas pinturas que guarnecem suas paredes e teto, os 115 cardeais participantes do conclave que abre hoje empreendem o caminho do Paraíso. Nas laterais da Capela encontram-se afrescos feitos por pincéis que os cristãos acreditarão com facilidade terem sido tocados pelo Espírito Santo, que é a centelha divina da sabedoria. É de Pietro Perugino (1450-1523) o afresco A Entrega das Chaves a
São Pedro. Perugino se iniciou nos pincéis no ateliê de Andrea Del Verrocchio, em Florença, tendo Leonardo da Vinci como colega, e tornou-se mais tarde mestre de Rafael Sanzio, o homem das madonas. Domenico Ghirlandaio (1449-1494), por sua vez, que foi professor de Michelangelo, pintou Cristo Chamando Pedro André e Seus Apóstolos. Sandro Botticelli (14451492) lá deixou A Tentação de Cristo e Cenas da Vida de Moisés. Botticelli, também colega de Da Vinci, fez Nascimento de Vênus. Este quadro está exposto na Galeria Uffizzi, de Florença, e quem o ver concluirá que se trata de
mais um caso em que o Espírito Santo ultrapassou seus limites. O teto e a parede atrás do altar da Capela abrigam as nove cenas de Michelangelo Buonarroti (1475-1564), desde o momento em que Deus separa a luz das trevas até o célebre Juízo Final, passando pelo famosíssimo Nascimento de Adão. São as únicas imagens que concorrem em prestígio com a Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, que está no Louvre. O prédio em si também tem seus encantos. A Capela faz parte do conjunto do Vaticano e foi concebida pelo papa Sisto IV, que lhe deu o nome, entre 1477 e 1480, inspirada no lendário templo de Salomão, erguido no século XI a.C.
Aliás, suas medidas – 40,93m X 13.41m X 20,70m – são as mesmas, só que em côvados, conforme estão descritas no Antigo Testamento. O físico inglês Isaac Newton (1643-1727), aquele que, segundo consta, definiu a Lei da Gravidade após tirar uma soneca sob a macieira, contestou a data, afirmando que, segundo seus cálculos, o templo seria exatamente de 1015 a.C. No seu meio milênio de existência a Capela Sistina assistiu a dezenas de eleições pontificais. A mais prolongada, a de Pio VII, em 1800, se estendeu por seis meses e 12 dias. As mais curtas – dois dias – foram três: Pio XII, em l939; João Paulo I, em l978; e Bento XVI, em 2005.
O
sucessor escolhido pelo presidente Hugo Chávez, Nicolás Maduro, transformou a sede da Comissão Eleitoral, em Caracas, em uma grande tribuna de campanha ontem. Maduro chegou ao local com milhares de simpatizantes para registrar sua candidatura às eleições presidenciais de 14 de abril. A multidão acabou por impedir que o candidato da oposição, Henrique Capriles, registrasse sua candidatura dentro do prazo estipulado. Segundo os jornais venezuelanos, Capriles teria feito sua inscrição via internet. Maduro, um ex-motorista de ônibus e sindicalista de 50 anos, tem a missão de manter o chavismo vivo sem seu fundador, que morreu na semana passada, de câncer. Tentando imitar o estilo do seu mentor, ele falou e até cantou à multidão durante mais de duas horas em frente à sede da autoridade eleitoral. Ele chegou e foi embo-
ra dirigindo um ônibus. "Não sou Chávez, mas sou seu filho, e todos juntos somos Chávez", disse. Depois, alto-falantes do evento tocaram o hino nacional na voz de Chávez. A oposição criticou os abusos cometidos pelos chavistas durante o evento. Edgar Zambrano, deputado da Ação Democrática, disse que a demora de mais de duas horas no registro de Maduro "forma parte da estrutura de abuso de poder que o governo vem mantendo durante 14 anos". Ele classificou o ato de "violação não apenas da lei eleitoral, mas também da falta de igualdade que deve prevalecer em um cenário eleitoral." Em entrevista coletiva no final da tarde, o candidato opositor, Henrique Capriles, voltou a pedir aos chavistas que não utilizem a memória do líder falecido durante as eleições. "Esta campanha é entre Nicolás e eu, deixam o presidente descansar em paz", disse. (Agências)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
terça-feira, 12 de março de 2013
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Everest Leasing S.A. Arrendamento Mercantil Empresa da Organização Bradesco CNPJ 74.533.787/0001-93 Sede: Cidade de Deus - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas,
No exercício, a Everest Leasing registrou Lucro Líquido de R$ 15,524 milhões, correspondente a R$ 121,57 por lote de mil ações, Patrimônio Líquido
Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2012, da Everest Leasing S.A. de R$ 330,206 milhões e Ativos Totais de R$ 339,804 milhões. Osasco, SP, 25 de janeiro de 2013. Arrendamento Mercantil (Everest Leasing), de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Diretoria
BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO - Em Reais mil ATIVO
2012
CIRCULANTE ............................................................................................................................................... DISPONIBILIDADES (Nota 4) ....................................................................................................................... TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 6a) ....... Carteira Própria ............................................................................................................................................. Vinculados à Prestação de Garantias ........................................................................................................... OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Diversos (Nota 7)........................................................................................................................................... OUTROS VALORES E BENS........................................................................................................................ Outros Valores e Bens................................................................................................................................... Provisões para Desvalorizações ...................................................................................................................
2011
338.409 53 338.159 337.707 452 197 197 67 (67)
REALIZÁVEL A LONGO PRAZO................................................................................................................. OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Diversos (Nota 7)........................................................................................................................................... TOTAL ...........................................................................................................................................................
PASSIVO
325.685 7 325.486 325.074 412 192 192 76 (76)
2012
2011
CIRCULANTE ............................................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Sociais e Estatutárias (Nota 10c) .................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 9a)............................................................................................................... Diversas (Nota 9b).........................................................................................................................................
8.996 8.996 148 8.733 115
11.353 11.353 182 11.037 134
EXIGÍVEL A LONGO PRAZO....................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 9a)...............................................................................................................
602 602 602
773 773 773 314.830
1.271 1.271 1.271
PATRIMÔNIO LÍQUIDO ................................................................................................................................ Capital: - De Domiciliados no País (Nota 10a) ........................................................................................................... Reserva de Lucros (Nota 10b) ......................................................................................................................
330.206
1.395 1.395 1.395
172.000 158.206
172.000 142.830
339.804
326.956
TOTAL ...........................................................................................................................................................
339.804
326.956
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO - Em Reais mil
RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ........................................................ Operações de Crédito ................................................................................................... Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários (Nota 6b) ......................... RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA....................................... OUTRAS RECEITAS/DESPESAS OPERACIONAIS ................................................... Outras Despesas Administrativas (Nota 11).................................................................. Despesas Tributárias (Nota 12) ..................................................................................... Outras Receitas Operacionais (Nota 13)....................................................................... Outras Despesas Operacionais (Nota 13)..................................................................... RESULTADO OPERACIONAL ..................................................................................... RESULTADO NÃO OPERACIONAL ............................................................................ RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO ...................................... IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (Nota 15) ................................... LUCRO LÍQUIDO.......................................................................................................... Número de ações (Nota 10a) ........................................................................................ Lucro por lote de mil ações em R$................................................................................
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Em Reais mil
2º Semestre 2012 11.966 53 11.913 11.966 (759) (82) (562) 33 (148) 11.207 1 11.208 (4.411) 6.797 127.699.786 53,23
Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011 27.305 34.492 67 10 27.238 34.482 27.305 34.492 (1.574) (2.764) (264) (645) (1.301) (1.603) 343 81 (352) (597) 25.731 31.728 1 25.732 31.728 (10.208) (12.565) 15.524 19.163 127.699.786 127.699.786 121,57 150,06
Capital Social 172.000 172.000 172.000 172.000 172.000
Eventos Saldos em 30.6.2012....................................................................... Lucro Líquido.................................................................................... Destinações: - Reservas................................................................... - Dividendos Propostos............................................... Saldos em 31.12.2012..................................................................... Saldos em 31.12.2010..................................................................... Lucro Líquido.................................................................................... Destinações: - Reservas................................................................... - Dividendos Propostos............................................... Saldos em 31.12.2011..................................................................... Lucro Líquido.................................................................................... Destinações: - Reservas................................................................... - Dividendos Propostos............................................... Saldos em 31.12.2012.....................................................................
Reservas de Lucros Legal Estatutárias 10.339 141.134 340 6.393 10.679 147.527 8.943 114.906 958 18.023 9.901 132.929 778 14.598 10.679 147.527
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA - Em Reais mil
DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO - Em Reais mil
2º Semestre 2012 Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais: Lucro Líquido antes do Imposto de Renda e Contribuição Social ....................... Ajustes ao Lucro Líquido antes dos Impostos....................................................... Despesas/(Reversões) de Provisões Fiscais............................................................. Ganho na Alienação de Bens não de Uso Próprio .................................................... Lucro Líquido Ajustado Antes dos Impostos........................................................... (Aumento)/Redução em Aplicações Interfinanceiras de Liquidez ............................... (Aumento)/Redução em Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos ................................................................................................................. (Aumento)/Redução em Outros Créditos e Outros Valores e Bens............................. Aumento/(Redução) em Outras Obrigações ............................................................... Imposto de Renda e Contribuição Social Pagos ......................................................... Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) das Atividades Operacionais ..................... Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos: Alienação de Bens não de Uso Próprio....................................................................... Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) de Atividades de Financiamentos ............. Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamentos: Dividendos Pagos........................................................................................................ Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) de Atividades de Financiamentos ............. Aumento/(Redução) de Caixa e Equivalentes de Caixa........................................... Caixa e Equivalentes de Caixa - Início do Período ....................................................... Caixa e Equivalentes de Caixa - Fim do Período .......................................................... Aumento/(Redução) Líquida, de Caixa e Equivalentes de Caixa ............................
Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011
11.208 43 44 (1) 11.251 -
25.732 (168) (167) (1) 25.564 -
31.728 401 401 32.129 290.246
(10.218) (124) 6 (692) 223
(12.673) (219) 91 (12.536) 227
(311.738) (25) 105 (10.573) 144
1 1 (182) (182) 42 11 53 42
1 1 (182) (182) 46 7 53 46
(146) (146) (2) 9 7 (2)
2º Semestre Descrição
2012
1 - RECEITAS ......................................................... 1.1) Intermediação Financeira......................... 1.2) Outras ........................................................ 2 - INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS ....... Contribuição Sindical Patronal ........................... Contribuições Filantrópicas................................ Publicações........................................................ Serviços Técnicos Especializados ..................... Serviços do Sistema Financeiro ........................ Outras ................................................................ 3 - VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2) ................. 4 - VALOR ADICIONADO A DISTRIBUIR .............. 5 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO...... 5.1) Impostos, Taxas e Contribuições ............ Federal ........................................................ 5.2) Remuneração de Capitais Próprios ........ Dividendos .................................................. Lucros Retidos ............................................
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
11.852 11.966 (114) (82) (55) (20) (7) 11.770 11.770 11.770 4.973 4.973 6.797 64 6.733
Lucros Acumulados 6.797 (6.733) (64) 19.163 (18.981) (182) 15.524 (15.376) (148) -
Totais 323.473 6.797 (64) 330.206 295.849 19.163 (182) 314.830 15.524 (148) 330.206
Exercícios findos em 31 de dezembro %
2012 100,7 101,7 (1,0) (0,7) (0,4) (0,2) (0,1) 100,0 100,0 100,0 42,3 42,3 57,7 0,5 57,2
27.297 27.305 (8) (264) (66) (143) (41) (14) 27.033 27.033 27.033 11.509 11.509 15.524 148 15.376
%
2011 101,0 101,0 (1,0) (0,2) (0,5) (0,2) (0,1) 100,0 100,0 100,0 42,6 42,6 57,4 0,5 56,9
33.976 34.492 (516) (645) (63) (290) (157) (121) (13) (1) 33.331 33.331 33.331 14.168 14.168 19.163 182 18.981
% 102,0 103,5 (1,5) (2,0) (0,2) (0,9) (0,5) (0,4) 100,0 100,0 100,0 42,5 42,5 57,5 0,6 56,9
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1) CONTEXTO OPERACIONAL 6) TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS A Everest Leasing S.A. Arrendamento Mercantil (Everest Leasing ou Instituição) tem como objetivo, exclusivamente, a prática das operações de arrendamento a) Classificação por categorias e prazos Em 31 de dezembro - R$ mil mercantil, observadas as disposições da legislação em vigor. É parte integrante da Organização Bradesco, sendo suas operações conduzidas de forma 2012 2011 integrada a um conjunto de empresas que atuam nos mercados financeiro e de capitais, utilizando-se dos recursos administrativos e tecnológicos e na Valor de Valor de gestão de riscos, e suas demonstrações contábeis devem ser entendidas neste contexto. Acima mercado/ Valor de Marcação mercado/ Marcação 1 a 30 31 a 181 a de contábil custo a contábil a 2) APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS dias 180 dias 360 dias 360 dias (2) atualizado mercado (2) mercado As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas das Leis nºs 4.595/64 (Lei do Sistema Financeiro Nacional) Títulos (1) Títulos para negociação (3): s e 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações) com alterações introduzidas pelas Leis nº 11.638/07 e 11.941/09, para a contabilização das operações, Certificados de depósito bancário .... 2.532 5.578 9.902 18.012 18.012 12.134 associadas às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do Banco Central do Brasil (BACEN). Incluem, estimativas e premissas, Debêntures ....................................... 254 15.618 15.872 15.872 4.388 tais como: estimativas do valor justo de determinados instrumentos financeiros; provisões cíveis, fiscais e trabalhistas; perdas por redução ao valor Letras do tesouro nacional ............... 845 7.577 8.422 8.422 6.890 recuperável (impairment) de ativos não financeiros; e outras provisões. Os resultados efetivos podem ser diferentes daqueles estabelecidos por essas Letras financeiras do tesouro ........... 34.956 2.002 113.818 150.776 150.778 (2) 266.030 (3) Operações compromissadas............ 96.014 13 96.027 96.027 estimativas e premissas. Outros............................................... 6.136 42.914 49.050 49.050 36.044 As demonstrações contábeis foram aprovadas pela Administração em 25 de janeiro de 2013. Total em 2012 .................................. 96.014 38.346 13.970 189.829 338.159 338.161 (2) Total em 2011 .................................. 98.109 2.345 34.075 190.957 325.486 (3) 3) PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS a) Moeda funcional e de apresentação As demonstrações contábeis estão apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Instituição. b) Apuração do resultado O resultado é apurado de acordo com o regime de competência, que estabelece que as receitas e despesas devem ser incluídas na apuração dos resultados dos períodos em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. As operações com taxas prefixadas são registradas pelo valor de resgate, e as receitas e despesas correspondentes ao período futuro são apresentadas em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. As receitas e despesas de natureza financeira são contabilizadas pelo critério pro rata dia e calculadas com base no método exponencial. As operações com taxas pós-fixadas ou indexadas a moedas estrangeiras são atualizadas até a data do balanço. c) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades em moeda, aplicações em depósitos interfinanceiros e aplicações no mercado aberto, cujo vencimento das operações, na data da efetiva aplicação, seja igual ou inferior a 90 dias e apresentem risco insignificante de mudança de valor justo, que são utilizados pela Instituição para gerenciamento de seus compromissos de curto prazo.
(1) As aplicações em cotas de fundos de investimento foram distribuídas de acordo com os papéis que compõem suas carteiras e no caso de operações compromissadas pelos respectivos papéis que estão lastreando as operações, preservando a classificação da categoria dos fundos. Na distribuição dos prazos, foram considerados os vencimentos dos papéis, independentemente de sua classificação contábil; (2) O valor de mercado dos títulos e valores mobiliários é apurado de acordo com a cotação de preço de mercado disponível na data do balanço. Se não houver cotação de preços de mercado disponível, os valores são estimados com base em cotações de distribuidores, modelos de precificação, modelos de cotações ou cotações de preços para instrumentos com características semelhantes. No caso das aplicações em fundos de investimentos, o custo atualizado reflete o valor de mercado das respectivas cotas; e (3) Para fins de apresentação do Balanço Patrimonial os títulos classificados como “para negociação” estão demonstrados no ativo circulante. b) Resultado de operações com títulos e valores mobiliários Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Aplicações interfinanceiras de liquidez (Nota 5)...................................................................................... 15.420 Títulos de renda fixa ................................................................................................................................ 35 43 Títulos de renda variável ......................................................................................................................... 7 Fundos de investimento........................................................................................................................... 27.203 19.012 Total ........................................................................................................................................................ 27.238 34.482 c) A Everest Leasing não possuía operações com instrumentos financeiros derivativos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011.
d) Aplicações interfinanceiras de liquidez São registradas ao custo de aquisição, acrescidas dos rendimentos auferidos até a data do balanço, deduzidas de provisão para desvalorização, 7) OUTROS CRÉDITOS - DIVERSOS quando aplicável. e) Títulos e valores mobiliários - Classificação • Títulos para negociação - adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; • Títulos disponíveis para venda - são aqueles que não se enquadrem como para negociação nem como mantidos até o vencimento. São registrados ao custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários, os quais só serão reconhecidos no resultado quando da efetiva realização; e • Títulos mantidos até o vencimento - adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São avaliados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de negociação e disponível para venda, bem como os instrumentos financeiros derivativos, são demonstrados no balanço patrimonial pelo seu valor justo estimado. O valor justo geralmente baseia-se em cotações de preços de mercado ou cotações de preços de mercado para ativos ou passivos com características semelhantes. Se esses preços de mercado não estiverem disponíveis, os valores justos são baseados em cotações de operadores de mercado, modelos de precificação, fluxo de caixa descontado ou técnicas similares, para as quais a determinação do valor justo possa exigir julgamento ou estimativa significativa por parte da Administração.
2012 Devedores por depósitos em garantia..................................................................................................... Créditos tributários (Nota 15c)................................................................................................................. Opções por incentivos fiscais .................................................................................................................. Outros...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
Em 31 de dezembro - R$ mil 2011 843 590 26 4 1.463
1.025 499 26 42 1.592
8) ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS - FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS a) Ativos contingentes Não são reconhecidos contabilmente ativos contingentes. b) Provisões classificadas como perdas prováveis e obrigações legais - fiscais e previdenciárias A Instituição é parte em processos judiciais, de natureza fiscal, decorrentes do curso normal de suas atividades. Na constituição das provisões a Administração leva em conta: a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável. A Administração entende que a provisão constituída é suficiente para atender as perdas decorrentes dos respectivos processos. O passivo relacionado à obrigação legal em discussão judicial é mantido até o desfecho da ação, representado por decisões judiciais, sobre as quais não caiba mais recursos, ou a sua prescrição. I - Obrigações legais - provisão para riscos fiscais A Instituição vem discutindo judicialmente a legalidade e constitucionalidade de alguns tributos e contribuições, os quais estão totalmente provisionados não obstante as boas chances de êxito a médio e longo prazo, de acordo com a opinião dos assessores jurídicos. II - Movimentação das provisões constituídas Em 31 de dezembro - R$ mil Fiscais e Previdenciárias (1) Saldo no início do exercício de 2012 ................................................................................................................... 672 Reversões................................................................................................................................................................ (170) Atualização Monetária ............................................................................................................................................. 3 Pagamentos............................................................................................................................................................. (27) Saldos no final do exercício de 2012 (Nota 9a)................................................................................................... 478
f) Imposto de renda e contribuição social (ativo e passivo) Os créditos tributários de imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido, calculados sobre adições temporárias, são registrados na rubrica “Outros Créditos - Diversos”, e a provisão para as obrigações fiscais diferidas sobre ajustes a valor de mercado dos títulos e valores mobiliários é registrada na rubrica “Outras Obrigações - Fiscais e Previdenciárias”. Os créditos tributários sobre adições temporárias serão realizados quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram constituídos. Tais créditos tributários são reconhecidos contabilmente baseados nas expectativas atuais de realização, considerando os estudos técnicos e análises realizadas pela Administração. A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota-base de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10%. A contribuição social sobre o lucro é calculada considerando a alíquota de 15% para empresas do segmento financeiro. Foram constituídas provisões para os demais impostos e contribuições sociais, de acordo com as respectivas legislações vigentes. De acordo com a Lei nº 11.941/09, as modificações no critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido do período, introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e pelos artigos 37 e 38 da Lei nº 11.941/09, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007. Para fins contábeis, os efeitos tributários da (1) Compreende, substancialmente, obrigações legais. adoção das mencionadas Leis estão registrados nos ativos e passivos diferidos correspondentes. c) Passivos contingentes classificados como perdas possíveis g) Redução ao valor recuperável de ativos (impairment) A Instituição mantém um sistema de acompanhamento para todos os processos administrativos e judiciais em que a Instituição figura como “autora” ou Os ativos não financeiros, exceto outros valores e bens e créditos tributários, são revistos no mínimo anualmente, para determinar se há alguma indicação de “ré” e, amparada na opinião dos assessores jurídicos, classifica as ações de acordo com a expectativa de insucesso. Periodicamente são realizadas perda por redução ao valor recuperável (impairment), e caso seja detectada uma perda, esta é reconhecida no resultado do período quando o valor contábil análises sobre as tendências jurisprudenciais e efetivada, se necessária, a reclassificação dos riscos desses processos. Neste contexto os processos do ativo exceder o seu valor recuperável apurado pelo: (i) potencial valor de venda, ou valor de realização deduzido das respectivas despesas ou (ii) valor contingentes avaliados como de risco de perda possível não são reconhecidos contabilmente. d) Em 31 de dezembro de 2012 e de 2011, não há processos contingentes avaliados como de perda possível de natureza relevante. em uso calculado pela unidade geradora de caixa, dos dois o maior. Uma unidade geradora de caixa é o menor grupo identificável de ativos que gera fluxos de caixa substancialmente independentes de outros ativos e grupos. 9) OUTRAS OBRIGAÇÕES a) Fiscais e previdenciárias h) Provisões, ativos e passivos contingentes e obrigações legais - fiscais e previdenciárias Em 31 de dezembro - R$ mil O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, das contingências ativas e passivas e também das obrigações legais são efetuados de 2012 2011 acordo com os critérios definidos pelo CPC 25, o qual foi aprovado pela Resolução nº 3.823/09 do CMN, sendo: Impostos e contribuições sobre lucros a pagar ....................................................................................... 8.645 10.898 • Ativos Contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias Provisão para riscos - fiscais (Nota 8b)................................................................................................... 478 672 reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não caibam mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo e pela confirmação da Impostos e contribuições a recolher........................................................................................................ 87 138 125 102 capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro passivo exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, Provisão para impostos e contribuições diferidas (Nota 15c).................................................................. Total ........................................................................................................................................................ 9.335 11.810 são divulgados nas notas explicativas (Nota 8a); • Provisões: são constituídas levando em conta a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, b) Diversos Em 31 de dezembro R$ mil a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos 2012 2011 para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança; Provisão para pagamento a efetuar ........................................................................................................ 86 118 • Passivos Contingentes: de acordo com o CPC 25, o termo “contingente” é utilizado para passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência Outras...................................................................................................................................................... 29 16 somente será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. Total ........................................................................................................................................................ 115 134 Os passivos contingentes não satisfazem os critérios de reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo apenas ser divulgados 10) PATRIMÔNIO LÍQUIDO em notas explicativas, quando relevantes. As obrigações classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas (Nota 8 b e c); e a) O capital social, totalmente subscrito e integralizado no montante de R$ 172.000 mil é composto por 127.699.786 ações ordinárias nominativas escriturais, • Obrigações Legais - Provisão para Riscos Fiscais: decorrem de processos judiciais, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade sem valor nominal. que, independentemente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações b) Reservas de lucros contábeis (Nota 8b). Em 31 de dezembro - R$ mil i) Outros ativos e passivos 2012 2011 158.206 142.830 Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos (em base Reservas de Lucros .................................................................................................................................... Reserva Legal (1)........................................................................................................................................ 10.679 9.901 pro rata dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos demonstrados incluem os valores conhecidos e mensuráveis, acrescidos dos Reserva Estatutária (2) ............................................................................................................................... 147.527 132.929 encargos e das variações monetárias incorridos (em base pro rata dia). (1) Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do exercício, até atingir 20% do capital social realizado, ou 30% do capital social, acrescido j) Eventos subsequentes das reservas de capital. Após esse limite a apropriação não mais se faz obrigatória. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para sua emissão. ou para compensar prejuízos; e São compostos por: (2) Visando à manutenção de margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações ativas da sociedade, pode ser constituída em 100% • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e do lucro líquido remanescente após destinações estatutárias, sendo o saldo limitado a 95% do Capital Social Integralizado. • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis. c) Dividendos e Juros sobre o capital próprio Não houve qualquer evento subsequente que requer ajustes ou divulgações para as demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2012. Aos acionistas estão assegurados juros sobre o capital próprio e/ou dividendo mínimo obrigatório, em cada exercício, que somados não seja inferior a 1% do lucro líquido ajustado, nos termos da legislação societária. Fica a Diretoria autorizada a declarar e pagar dividendos intermediários, especialmente 4) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA semestrais e mensais, utilizando-se das contas de Lucros Acumulados ou de Reservas de Lucros existentes, e, podendo ainda, autorizar a distribuição de Em 31 de dezembro - R$ mil lucros a título de juros sobre o capital próprio em substituição total ou parcial aos dividendos intermediários, ou, em adição aos mesmos. O cálculo dos dividendos relativos aos exercícios findos em 31 de dezembro, está demonstrado a seguir: 2012 2011 R$ mil Disponibilidades em moeda nacional ...................................................................................................... 53 7 2012 2011 Total de disponibilidades (caixa) ......................................................................................................... 53 7 Lucro Líquido........................................................................................................................................... 15.524 19.163 Total caixa e equivalentes de caixa ..................................................................................................... 53 7 (-) Reserva Legal - 5% sobre o lucro....................................................................................................... (778) (958) Base de cálculo ..................................................................................................................................... 14.746 18.205 5) APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ Dividendos propostos .............................................................................................................................. 148 182 Nos encerramentos dos exercícios de 2012 e 2011 não havia saldos registrados em Carteira para Aplicações Interfinanceiras de Liquidez. O valor da receita Percentual em relação ao lucro líquido ajustado ............................................................................... 1,0% 1,0% Valor em Reais por lote de mil ações .................................................................................................. 1,16 1,43 auferido em 2011 - R$ 15.420 mil encontra-se registrada em resultado de operações com títulos e valores mobiliários (Nota 6b). continua...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
12
terça-feira, 12 de março de 2013
...continuação
Everest Leasing S.A. Arrendamento Mercantil Empresa da Organização Bradesco CNPJ 74.533.787/0001-93 Sede: Cidade de Deus - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 11) OUTRAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS
b) Composição da conta de resultado do imposto de renda e contribuição social
Propaganda e publicidade....................................................................................................................... Serviços técnicos especializados............................................................................................................ Serviços do sistema financeiro................................................................................................................ Contribuições........................................................................................................................................... Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 143 157 41 121 14 13 66 353 1 264 645
12) DESPESAS TRIBUTÁRIAS
COFINS ................................................................................................................................................... PIS........................................................................................................................................................... Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 1.090 1.379 177 224 34 1.301 1.603
13) OUTRAS RECEITAS/(DESPESAS) OPERACIONAIS
Reversão de provisões operacionais....................................................................................................... Variações monetárias .............................................................................................................................. Indenizações cíveis ................................................................................................................................. Patrocínio de caráter cultural................................................................................................................... Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 286 52 (131) (127) (56) (428) (100) (8) (13) (9) (516)
14) TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS a) As transações com o controlador estão assim representadas: 2012 Ativos (passivos)
2011 Ativos (passivos)
Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Receitas Receitas (despesas) (despesas)
Disponibilidades: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 53 7 Aplicações em depósitos interfinanceiros: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 15.420 Dividendos: Banco Bradesco Financiamentos S.A. ............................................. (148) (182) b) Remuneração do pessoal-chave da Administração Anualmente na Assembleia Geral Ordinária é fixado: • O montante global anual da remuneração dos Administradores, que é definida em reunião do Conselho de Administração da Organização Bradesco, a ser paga aos membros do próprio Conselho e da Diretoria, conforme determina o Estatuto Social; e • A verba destinada a custear Planos de Previdência Complementar aberta dos Administradores, dentro do Plano de Previdência destinado aos Funcionários e Administradores da Instituição. A Instituição é parte integrante da organização Bradesco e seus administradores são remunerados pelos cargos que ocupam no Banco Bradesco S.A., controlador da Instituição. A Instituição não possui benefícios de longo prazo, de rescisão de contrato de trabalho ou remuneração em instrumento baseado em ações, nos termos CPC 10 - Pagamento Baseado em Ações, aprovado pela Resolução CMN nº 3.989/11, para seu pessoal-chave da Administração. Outras informações Conforme legislação em vigor, as instituições financeiras não podem conceder empréstimos ou adiantamentos para: a) Diretores e membros dos conselhos consultivos ou administrativo, fiscais e semelhantes, bem como aos respectivos cônjuges e parentes até o 2º grau; b) Pessoas físicas ou jurídicas que participem de seu capital, com mais de 10%; e c) Pessoas jurídicas de cujo capital participem, com mais de 10%, a própria instituição financeira, quaisquer diretores ou administradores da própria instituição, bem como seus cônjuges e respectivos parentes até o 2° grau. Dessa forma, não são efetuados pelas instituições financeiras empréstimos ou adiantamentos a qualquer subsidiária, membros do Conselho de Administração ou da Diretoria Executiva e seus familiares. 15) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL a) Demonstração do cálculo dos encargos com imposto de renda e contribuição social
Resultado antes do imposto de renda e contribuição social............................................................ Encargo total do imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 15%, respectivamente .................................................................................................................................... Efeitos no cálculo dos tributos: Outros valores ......................................................................................................................................... Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 25.732 31.728 (10.293)
(12.691)
85 (10.208)
126 (12.565)
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Impostos correntes: Imposto de renda e contribuição social devidos...................................................................................... Impostos diferidos: Constituição/realização no exercício, sobre adições temporárias........................................................... Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................ c) Origem dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social diferidos Saldo em 31.12.2011 256 30 256 48 590 102
(12.721)
(91) (10.208)
156 (12.565)
78 78 23
156 13 169 -
R$ mil Saldo em 31.12.2012 256 30 178 35 499 125
55
169
374
Constituição
Provisões para perda de investimentos............................................ Provisões para bens não de uso ...................................................... Provisões fiscais e trabalhistas ........................................................ Outros valores .................................................................................. Total dos créditos tributários (Nota 7).......................................... Obrigações fiscais diferidas (Nota 9a) ......................................... Total dos créditos tributários líquido das obrigações fiscais diferidas............................................................................. 488 d) Previsão de realização dos créditos tributários sobre diferenças temporárias
(10.117)
Realização
Em 31 de dezembro de 2012 - R$ mil Diferenças temporárias Imposto Contribuição de renda social Total 2013............................................................................................................................... 81 49 130 2014............................................................................................................................... 114 68 182 2015............................................................................................................................... 114 68 182 2016............................................................................................................................... 3 2 5 Total .............................................................................................................................. 312 187 499 A projeção de realização de crédito tributário é uma estimativa e não está diretamente relacionada à expectativa de lucros contábeis. O valor presente dos créditos tributários, calculados considerando a taxa média de captação, líquida dos efeitos tributários, somou R$ 476 mil (2011 R$ 554 mil), de diferenças temporárias. 16) OUTRAS INFORMAÇÕES a) O valor registrado em Resultado não Operacional, corresponde ao lucro apurado na alienação de bens não de uso próprio. b) Gerenciamento de riscos A atividade de gerenciamento dos riscos é altamente estratégica em virtude da crescente complexidade dos serviços e produtos e da globalização dos negócios da Organização Bradesco, motivo de constante aprimoramento desta atividade na busca das melhores práticas. A Organização Bradesco exerce o controle corporativo dos riscos de modo integrado e independente, preservando e valorizando o ambiente de decisões colegiadas, desenvolvendo e implementando metodologias, modelos, ferramentas de mensuração e controle. Promove ainda a atualização dos colaboradores em todos os níveis hierárquicos, desde as áreas de negócios até o Conselho de Administração. O processo de gerenciamento permite que os riscos sejam proativamente identificados, mensurados, mitigados, acompanhados e reportados, o que se faz necessário em face da complexidade dos produtos financeiros e do perfil da atividade da Organização Bradesco. A Everest Leasing, como parte integrante da Organização Bradesco adota a estrutura de gerenciamento de riscos desta, no gerenciamento de risco de crédito, de mercado, de liquidez e operacional. c) Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, o Comitê de pronunciamento Contábeis (CPC) emitiu alguns pronunciamentos contábeis, suas interpretações e orientações, os quais serão aplicáveis às instituições financeiras somente quando aprovado pelo CMN. Os pronunciamentos contábeis já aprovados foram: • Resolução nº 3.566/08 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos (CPC 01); • Resolução nº 3.604/08 - Demonstração do Fluxo de Caixa (CPC 03); • Resolução nº 3.750/09 - Divulgação sobre Partes Relacionadas (CPC 05); • Resolução nº 3.823/09 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (CPC 25); • Resolução nº 3.973/11 - Evento Subsequente (CPC 24); • Resolução nº 3.989/11 - Pagamento Baseado em Ações (CPC 10); • Resolução nº 4.007/11 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (CPC 23); e • Resolução nº 4.144/12 - Pronunciamento Conceitual Básico (R1). Atualmente, não é possível estimar quando o CMN irá aprovar os demais pronunciamentos contábeis do CPC e tampouco se a utilização dos mesmos será de maneira prospectiva ou retrospectiva.
A DIRETORIA Célio Magalhães – Contador – CRC 1SP199295/O-5
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores da Everest Leasing S.A. Arrendamento Mercantil Osasco - SP Examinamos as demonstrações contábeis da Everest Leasing S.A. Arrendamento Mercantil (“Instituição”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.
também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Everest Leasing S.A. Arrendamento Mercantil em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre e exercício findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.
Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, assim como pelos controles internos que ela Outros assuntos determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por Demonstração do valor adicionado fraude ou erro. Examinamos também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Instituição, para o semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2012, que estão sendo apresentadas como informações suplementares. Essas demonstrações foram submetidas Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Osasco, 26 de fevereiro de 2013 Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são KPMG Auditores Independentes Zenko Nakassato apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui, CRC 2SP014428/O-6 Contador CRC 1SP160769/O-0
c
PROTESTO Médica que atendeu ciclista fez protesto no Facebook e defende Lei Seca.
idades
Ciclista: na conta do motorista, 3 vodcas. Polícia apura se Alex Siwek, que atropelou e decepou braço de um ciclista na Avenida Paulista, estava bêbado. Estudante permanece preso em Centro de Detenção.
A
polícia confirmou ontem que na comanda do estudante universitário Alex Siwek, 22 anos, estavam registradas três vodcas e um energético. O jovem foi a um bar no Itaim Bibi, na zona sul, antes de atropelar e decepar o braço do ciclista David Santos Souza, de 21 anos. O acidente aconteceu na manhã de domingo na avenida Paulista. Segundo a delegada Priscila de Oliveira Rodrigues, do 5º Distrito Policial (Aclimação), o universitário pagou uma conta no valor de R$ 96. Policiais Militares que foram procurados por Siwek após o crime relataram que ele estava "transtornado e aparentava sinais claros de embriaguez". Ele foi submetido a um exame clínico e o resultado deve sair hoje. A polícia investiga se o estudante de psicologia consumiu tudo o que estava descrito na comanda ou se pagou a bebida de alguém. Siwek foi transferido ontem para o Centro de Detenção Provisória Belém 2, na zona leste. Nos próximos dias, ele ficará em uma cela isolada. Siwek foi preso após atropelar Souza por volta das 5h30 de anteontem na avenida Paulista. Com a força do impacto, o braço da vítima foi arremessado para dentro do veículo do universitário. Além de não prestar socorro, o estudante admitiu que jogou o braço no rio que passa pela avenida Doutor Ricardo Jafet. Segundo a própria defesa de Siwek, o atropelador ingeriu bebida alcoólica durante a noite. Na versão dele, "quatro ou cinco cervejas." Medo– De acordo com Pablo Naves Testoni, um dos advogados de
J.Duran/Estadão Conteúdo
As responsabilidades do motorista Mensagens de protesto contra o motorista que atropelou ciclista foram fixadas em postes da Avenida Paulista
Siwek, seu cliente não prestou socorro porque ficou com medo de ser agredido. Afirmou também que o motorista só viu o braço quando chegou em casa. Ficou atordoado e, então, decidiu jogálo no rio Tamanduateí. Imagens – A Polícia Civil procura imagens feitas por câmeras de segurança de prédios da região e da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) que tenham registrado o atropelamento do ciclista. A polícia também busca imagens na avenida Doutor Ricardo Jafet, onde o motorista disse que jogou o braço da vítima. Segundo a delegada, os crimes pelos quais respondem o universitário – tentativa de homicídio e três infrações ao Código de Trânsito Brasileiro – têm penas previstas maiores que quatro anos. Por
isso não pode ser estabelecido o valor para fiança. O pedido deverá ser feito pelo advogado do estudante diretamente à Justiça. M o ns t r o – A médica Rachel Baptista, da equipe do Hospital das Clínicas que atendeu o ciclista, pediu por punição através de uma mensagem publicada em sua página pessoal no Facebook. "Quero manifestar a minha indignação quanto à atitude desse monstro que atropelou o ciclista na Avenida Paulista e que inviabilizou a chance desse menino de 21 anos tentar recuperar o braço", escreveu na sua página. Depois da repercussão do post, Rachel apagou a mensagem de seu Facebook, ontem de manhã. "Estávamos prontos para tentar o reimplante e, infelizmente, a polícia, juntamente com os bom-
beiros, não conseguiram encontrar o braço no rio", detalhou Rachel no texto do Facebook. "O tempo de tentativa já se foi e nos restou somente a opção de limpar e suturar a ferida", acrescentou a médica, que defendeu a Lei Seca. "Não há como ter brechas permitindo pessoas totalmente irresponsáveis dirigirem nestas condições. Tem que haver justiça neste País." David Souza deixou a UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital das Clínicas ontem à tarde e agora se recupera em um dos quartos da unidade. Apesar da transferência, ainda não há previsão de quando Souza receberá alta, de acordo a assessoria de imprensa do hospital. O estado de saúde dele permanece estável. (Folhapress)
O
advogado Heraldo Jubilut, 67 anos, explica quais são as responsabilidades do estudante Alex Siwek por haver arrancado o braço do limpador de fachadas David Santos Souza, independentemente do processo criminal. Jubilut comanda um dos mais concorridos escritórios especializados em Direito Trabalhista de São Paulo. Diário do Comércio – David tem direito a alguma indenização? Heraldo Jubilut – Na área cível ele tem direito a indenização por danos materiais, morais e de responsabilidade cível a ser assumida pelo causador. Ao provocar a perda do braço, o causador não lhe deixou meios de subsistir. Por outro lado, segundo consta, ele estaria se dirigindo ao trabalho. Sofreu, portanto, um acidente de percurso, também conhecido como de trajeto, que lhe dá direito a uma aposentadoria no valor de 80% dos seus ganhos mensais. DC – E em relação aos custos de reabilitação de David e também de eventual tratamento de caráter psicológico, para efeito de recuperação e readaptação? Jubilut – Teoricamente, a responsabilidade é do causador. David poderá ser reabilitado para trabalhar com uma mão só. Poderia receber uma prótese para ocupar o lugar do braço. Mas a verdade é que, a partir de agora, é portador de uma sequela irreversível, que lhe traz limitações no exercício profissional. Eu entendo, inclusive, que o INSS deveria ir atrás do causador para se ressarcir dos gastos por ele produzidos. DC – O senhor acredita que David será atendido? Jubilut – Sim. O clamor público está sendo e continuará enorme. O episódio foi estarrecedor. José Maria dos Santos
DIÁRIO DO COMÉRCIO
terça-feira, 12 de março de 2013
13
Celta Holdings S.A. CNPJ 07.394.072/0001-00 Sede: Avenida Paulista, 1.450, 9º Andar, Parte, Cerqueira César - São Paulo - SP RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas,
Colocamo-nos à disposição de V.Sas. para quaisquer esclarecimentos que julgarem necessários. São Paulo, SP, 25 de janeiro de 2013.
Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis da Celta Holdings S.A.,
Diretoria
relativas ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2012, acompanhadas das Notas Explicativas e do Relatório dos Auditores Independentes.
BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO - Em Milhares de Reais ATIVO
2012
2011
PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO
CIRCULANTE ............................................................................................................................................... Caixa e Equivalentes de Caixa (Nota 5)........................................................................................................ Dividendos a receber (Nota 13a)................................................................................................................... Tributos a Compensar ou a Recuperar (Nota 14d)........................................................................................ Créditos Tributários (Nota 14c) ......................................................................................................................
44.154 23.054 19.835 32 1.233
11.677 11.283 394
NÃO CIRCULANTE ...................................................................................................................................... Créditos Tributários (Nota 14c) ...................................................................................................................... Valores a Receber (Nota 6) ........................................................................................................................... Tributos a Compensar ou a Recuperar (Nota 14d)........................................................................................ INVESTIMENTOS (Nota 7) ...........................................................................................................................
367.496 3.050 97.471 266.975
352.503 4.655 99.708 1.490 246.650
411.650
364.180
TOTAL ...........................................................................................................................................................
2012
CIRCULANTE ............................................................................................................................................... Impostos e Contribuições a Recolher (Nota 14e).......................................................................................... Dividendos a Pagar (Nota 8d) ....................................................................................................................... Provisão para Pagamento de Despesas Administrativas .............................................................................. Outras Contas a Pagar .................................................................................................................................. NÃO CIRCULANTE ...................................................................................................................................... Provisão para Impostos e Contribuições Diferidos ....................................................................................... PATRIMÔNIO LÍQUIDO ................................................................................................................................ Capital Social: - De Domiciliados no País ............................................................................................................................. Reservas de Capital (Nota 8b) ...................................................................................................................... Reservas de Lucros (Nota 8c)....................................................................................................................... TOTAL ...........................................................................................................................................................
2011
694 83 444 93 74 2.122 2.122 408.834
444 141 221 82 1.221 1.221 362.515
148.000 67.993 192.841 411.650
124.500 91.493 146.522 364.180
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO - Em Milhares de Reais
RECEITAS OPERACIONAIS ........................................................................................................................ Resultado de Equivalência Patrimonial (Nota 7) ........................................................................................... Receitas Financeiras (Nota 9) ....................................................................................................................... Outras Receitas Operacionais....................................................................................................................... DESPESAS OPERACIONAIS ...................................................................................................................... Despesas Gerais e Administrativas (Nota 11)............................................................................................... Despesas Tributárias (Nota 10) ..................................................................................................................... Despesas Financeiras (Nota 12) ................................................................................................................... RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO ...................................................................... IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (Nota 14a) ................................................................. LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO...............................................................................................................
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Em Milhares de Reais
Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011 55.197 33.032 40.160 15.836 15.035 17.196 2 5.068 5.935 230 184 39 1 4.799 5.750 50.129 27.097 (3.366) (3.805) 46.763 23.292
Número de Ações.......................................................................................................................................... Lucro Líquido Básico por ação em R$ ..........................................................................................................
740.000 63,19
740.000 31,48
Eventos Saldos em 31.12.2010............................................
Capital Social 115.600
Capitalização de Capital com Reservas.................. Lucro Líquido do Exercício ...................................... Destinações: - Reservas ......................................... - Dividendos Propostos......................
8.900 -
Saldos em 31.12.2011............................................ Aumento de Capital com Reservas ......................... Lucro Líquido do Exercício ...................................... Destinações: - Reservas ......................................... - Dividendos Propostos...................... Saldos em 31.12.2012............................................
Reservas de Capital 100.393
Reservas de Lucros Legal Estatutária 5.457 117.994
(8.900) -
1.165 -
21.906 -
124.500
91.493
6.622
139.900
23.500 -
(23.500) -
2.338 -
43.981 -
148.000
67.993
8.960
183.881
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA - Em Milhares de Reais
DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO - Em Milhares de Reais
Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011 Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais: Lucro Líquido antes do Imposto de Renda e Contribuição Social .........................................................
50.129
27.097
Ajustes ao Lucro Líquido antes dos Impostos.........................................................................................
(48.152)
(26.646)
Resultado de Equivalência Patrimonial .......................................................................................................
(40.160)
(15.463)
Juros, Variações Monetárias e Cambiais, Líquidas .....................................................................................
(7.992)
(11.183)
Lucro Líquido Ajustado ..............................................................................................................................
1.977
451
Redução/(Aumento) em Aplicações Financeiras.........................................................................................
-
7.334
Aumento/(Redução) em Outros Ativos ........................................................................................................
10.098
(Redução)/Aumento em Outras Obrigações ...............................................................................................
(83)
Caixa Líquido Proveniente das Atividades Operacionais .......................................................................
11.992
(61) 7 7.731
Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamentos: Dividendos Provisionados/Pagos ................................................................................................................
(221)
(76)
Caixa Líquido Proveniente/Utilizado nas Atividades de Financiamentos..............................................
(221)
(76)
Aumento de Caixa e Equivalentes de Caixa .............................................................................................
11.771
7.655
2012 1 - RECEITAS .................................................................................. 2 - INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS ................................ 2.1) Serviços de Terceiros ........................................................ 3 - VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2) .......................................... 4 - RETENÇÕES .............................................................................. 5 - VALOR ADICIONADO LÍQUIDO (3-4)........................................ 6 - VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA ...... 6.1) Resultado de Equivalência Patrimonial ........................... 6.2) Receitas Financeiras ......................................................... 6.3) Outras Receitas Operacionais.......................................... 7 - VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR (5+6).................. 8 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO TOTAL................... 8.1) Impostos, Taxas e Contribuições ..................................... Federais ............................................................................... Estaduais ............................................................................. Municipais ............................................................................ 8.2) Remuneração de Capitais de Terceiros e Outros............ 8.3) Remuneração de Capitais Próprios ................................. Dividendos ........................................................................... Lucros Retidos .....................................................................
188 188 (188) (188) 55.197 40.160 15.035 2 55.009 55.009 3.447 3.447 4.799 46.763 444 46.319
Lucros Acumulados 23.292 (23.071) (221) 46.763 (46.319) (444)
Exercícios findos em 31 de dezembro % 2011 0,3 (146) 0,3 (146) (0,3) (146) (0,3) (146) 100,3 33.032 73,0 15.836 27,3 17.196 100,0 32.886 100,0 32.886 6,3 3.843 6,3 3.843 8,7 5.750 85,0 23.292 0,8 221 84,2 23.071
-
Totais 339.444 23.292 (221) 362.515 46.763 (444) 408.834
% (0,5) (0,5) (0,5) (0,5) 100,5 48,2 52,3 100,0 100,0 11,7 11,7 17,5 70,8 0,7 70,2
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO ABRANGENTE - Em Milhares de Reais Aumento de Caixa Líquido e Equivalentes de Caixa
Início do Exercício .......................................................................................
11.283
3.628
Fim do Exercício..........................................................................................
23.054
11.283
Aumento de Caixa e Equivalentes de Caixa ...........................................
11.771
7.655
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
Lucro Líquido do Exercício ........................................................................................................................ Total do Resultado Abrangente .................................................................................................................
Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011 46.763 23.292 46.763 23.292
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - Em Milhares de Reais 1) CONTEXTO OPERACIONAL A Celta Holdings S.A. é uma Companhia que tem por objetivo a administração, locação, compra, venda de bens próprios e participação em outras sociedades como cotista ou acionista. A Celta Holdings S.A. é parte integrante da Organização Bradesco, utilizando-se de seus recursos administrativos e tecnológicos e suas demonstrações contábeis devem ser entendidas neste contexto. A autorização para a emissão destas demonstrações contábeis foi concedida pela Diretoria em 25 de janeiro de 2013.
Receitas Financeiras As receitas financeiras abrangem receitas de juros sobre fundos investidos receita de dividendos (exceto para os dividendos recebidos de investidas avaliadas por equivalência patrimonial na controladora), ganhos na alienação de ativos financeiros disponíveis para venda, variações no valor justo de ativos financeiros mensurados pelo valor justo por meio do resultado, ganhos na reavaliação a valor justo de participação preexistente em controlada, ganhos nos instrumentos de hedge que são reconhecidos no resultado e reclassificações de ganhos previamente reconhecidos em outros resultados abrangentes. A receita de juros é reconhecida no resultado, através do método dos juros efetivos. A receita de dividendos é reconhecida no resultado na data em que o direito do Grupo em receber o pagamento é estabelecido. Os dividendos recebidos de investidas são registrados por equivalência patrimonial e reduzem o 2) PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS As principais políticas contábeis aplicadas na preparação destas demonstrações contábeis estão definidas a seguir: Essas políticas foram aplicadas de valor do investimento. modo consistente nos exercícios apresentados, salvo quando indicado de outra forma. 2.13) Imposto de renda e contribuição social A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota-base de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10%, quando aplicável. A provisão 2.1) Base de preparação e apresentação das demonstrações contábeis As demonstrações contábeis foram preparadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis para contribuição social é calculada sobre o lucro antes do imposto de renda, considerando a alíquota de 9%. Foram constituídas provisões para os demais impostos e contribuições sociais, de acordo com as respectivas legislações vigentes. (CPC). Elas foram preparadas considerando o custo histórico como base de valor e ajustadas para refletir a mensuração dos ativos ao seu valor justo, A despesa com imposto de renda é constituída do imposto corrente resultante da aplicação da alíquota adequada ao lucro real do exercício e do imposto quando aplicável. diferido proveniente de ativos e passivos fiscais diferidos reconhecidos na demonstração do resultado. A preparação de demonstrações contábeis requer o uso de certas estimativas contábeis e também o exercício de julgamento por parte da Administração da Os créditos tributários sobre adições temporárias serão realizados quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram Companhia no processo de aplicação das políticas contábeis, conforme Nota 4. constituídos. Tais créditos tributários são reconhecidos contabilmente com base nas expectativas atuais de sua realização, considerando os estudos técnicos A Companhia adotou a opção prevista no CPC 36 que dispensa a apresentação de demonstrações contábeis quando uma entidade é controlada de outra e as análises realizadas pela Administração. entidade que divulga demonstrações contábeis consolidadas e quando acionistas deliberam pela adoção dessa opção. Assim sendo, não estão sendo De acordo com a Lei nº 11.941/09, as modificações no critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido do exercício, introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e pelos artigos 37 e 38 da Lei nº 11.941/09, não têm efeitos para fins de apuração do lucro real da pessoa apresentadas demonstrações contábeis consolidadas. jurídica pelo Regime Tributário de Transição - RTT, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de 2.2) Moeda funcional e de apresentação dezembro de 2007. Para fins contábeis, os efeitos tributários da adoção da Lei nº 11.638/07 e dos CPCs estão registrados nos ativos e passivos diferidos Os itens incluídos nas demonstrações contábeis são mensurados utilizando-se a moeda do principal ambiente econômico no qual a Companhia atua, que é correspondentes. o Real (R$). As demonstrações estão sendo apresentadas em milhares de reais. 3) GERENCIAMENTO DE RISCOS 2.3) Caixa e equivalentes de caixa A Companhia é parte integrante da Organização Bradesco, sendo que seu gerenciamento de risco é realizado por área técnica especializada da Caixa e equivalentes de caixa são utilizados para gerenciamento de seus compromissos de curto prazo. Assim sendo, incluem disponibilidades em moeda Organização, de maneira corporativa e centralizada, sendo um processo contínuo e evolutivo de mapeamento, desenvolvimento, aferição e diagnóstico nacional e fundos de investimento, cujos vencimentos na data da efetiva aplicação são iguais ou inferiores a 90 dias e apresentam risco insignificante de através de modelos, instrumentos e procedimentos vigentes, exigindo alto grau de disciplina e controle nas análises das operações efetuadas, preservando mudança de valor justo, uma vez que são prontamente conversíveis em dinheiro. a integridade e a independência dos processos. 2.4) Ativos financeiros A Companhia classifica seus ativos financeiros na categoria: mensurados pelo valor justo por meio do resultado. A classificação depende da finalidade para a qual os ativos financeiros foram adquiridos. A Administração determina a classificação de seus ativos financeiros no reconhecimento inicial. Mensurados a valor justo por meio do resultado Ativos financeiros mensurados pelo valor justo por meio do resultado Um ativo financeiro é classificado pelo valor justo por meio do resultado caso seja classificado como mantido para negociação e seja designado como tal no momento do reconhecimento inicial. Os ativos financeiros são mensurados pelo valor justo por meio do resultado quando a Companhia gerencia tais investimentos e toma decisões de compra e venda baseadas em seus valores justos de acordo com a gestão de riscos documentada e a sua estratégia de investimento. Os custos da transação são reconhecidos no resultado como incorridos. Ativos financeiros registrados pelo valor justo por meio do resultado são medidos pelo valor justo, e mudanças no valor justo desses ativos, os quais levam em consideração qualquer ganho com dividendos, são reconhecidos no resultado do exercício.
3.1) Valor justo de ativos e passivos financeiros A Companhia aplica o CPC 40 para instrumentos financeiros mensurados no balanço patrimonial pelo valor justo, o que requer divulgação das mensurações do valor justo pelo nível da seguinte hierarquia de mensuração pelo valor justo: Nível 1 Preços cotados em mercados ativos para ativos ou passivos idênticos. Ativos e passivos de Nível 1 incluem títulos de dívida e patrimoniais e contratos de derivativos que são negociados em um mercado ativo, assim como títulos públicos brasileiros que são altamente líquidos e ativamente negociados em mercados de balcão. Nível 2 Dados observáveis que não os preços de Nível 1, tais como preços cotados para ativos ou passivos similares; preços cotados em mercados não ativos; ou outros dados que são observáveis no mercado ou que possam ser confirmados por dados observáveis de mercado para substancialmente todo o prazo dos ativos ou passivos. Os ativos e passivos de Nível 2 incluem contratos de derivativos cujo valor é determinado usando um modelo de precificação com dados que são observáveis no mercado ou que possam ser deduzidos principalmente de ou ser confirmados por dados observáveis de mercado, incluindo, mas não limitados a, curvas de rendimento, taxas de juros, volatilidades, preços de títulos de dívida e patrimoniais e taxas de câmbio. 2.5) Passivos financeiros A Companhia classifica os seus passivos financeiros pelo custo amortizado.Tais passivos são inicialmente registrados pelo seu valor justo e subsequentemente Nível 3 mensurados pelo custo amortizado. Incluem, dentre outros, recursos de instituições de crédito e de clientes, recursos de emissão de títulos de dívida e títulos Dados não observáveis que são suportados por pouca ou nenhuma atividade de mercado e que sejam significativos ao valor justo dos ativos e passivos. Os ativos e passivos de Nível 3 geralmente incluem instrumentos financeiros cujo valor é determinado usando modelos de precificação, metodologias de de dívidas subordinadas. fluxo de caixa descontado, ou técnicas similares, assim como instrumentos para os quais a determinação do valor justo requer julgamento ou estimativa 2.6) Determinação do valor justo significativos da administração. Esta categoria geralmente inclui certos títulos emitidos por instituições financeiras e empresas não financeiras e certos O valor justo dos ativos financeiros é apurado de acordo com a cotação de preço de mercado disponível na data do balanço. Se não houver cotação de contratos de derivativos. preços de mercado disponível, os valores são estimados com base em cotações de distribuidores, modelos de definições de preços, modelos de cotações 4) USO DE ESTIMATIVAS E JULGAMENTOS ou cotações de preços para instrumentos com características semelhantes. Nas Demonstrações Contábeis foram utilizadas algumas estimativas e julgamentos elaborados a fim de quantificar determinados ativos e passivos. Tais As aplicações em fundos de investimento, são avaliadas com base no valor cota divulgada pelo Administrador do fundo investido, que reflete o valor de estimativas e julgamentos são continuamente avaliados e baseiam-se em experiência histórica e diversos outros fatores, incluindo expectativas de eventos mercado dos investimentos que compõem a carteira do respectivo fundo. futuros, considerados razoáveis nas circunstâncias atuais. Determinados ativos, como os investimentos pelo método da equivalência patrimonial, estão sujeitos à revisão de perda ao valor recuperável (impairment). 2.7) Investimento em coligadas Os investimentos em sociedades coligadas são registrados e avaliados pelo método de equivalência patrimonial, sendo que o resultado é reconhecido como As despesas com perda de valor recuperável são registradas quando existem evidências claras de perda ao valor recuperável, ou de não-recuperabilidade do custo dos ativos. A avaliação do que constitui perda de valor recuperável é uma matéria que requer um nível significativo de julgamento. receita (ou despesa) operacional. As informações sobre incertezas, premissas e estimativas que possuam risco significativo de resultar em um ajuste material dentro do próximo exercício Para efeitos do cálculo da equivalência patrimonial, ganhos ou transações a realizar entre a empresa e suas coligadas são eliminados na medida financeiro, estão incluídas na seguinte Nota 14f - Previsão de realização dos créditos tributários. da participação da empresa, e perdas não realizadas também são eliminadas, a menos que a transação forneça evidências de perda permanente 5) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA (impairment) do ativo transferido. A composição dos investimentos em coligadas estão apresentados na Nota 7. Em 31 de dezembro 2.8) Redução ao valor recuperável de ativos financeiros 2012 2011 Ativos financeiros reconhecidos a custo amortizado Disponibilidades em moeda nacional (1)....................................................................................................... 11 7.571 Em cada data das demonstrações contábeis, a Companhia avalia se há evidências objetivas de que os ativos financeiros não contabilizados pelo valor justo Fundos de investimentos financeiros (2) ....................................................................................................... 23.043 3.712 por meio do resultado estejam com perda de seu valor contábil. As perdas por redução ao valor recuperável são incorridas quando há evidências objetivas Total de Caixa e Equivalentes de Caixa..................................................................................................... 23.054 11.283 que demonstram a ocorrência de uma perda após o reconhecimento inicial do ativo financeiro e que a perda provoque um impacto nos fluxos de caixa futuros (1) Refere-se a depósito bancário à vista; e (2) Referem-se a aplicações de renda fixa em Fundos de Investimentos Financeiros, exclusivos a integrantes da Organização Bradesco ou empresas a ele do ativo financeiro ou de grupos de ativos financeiros que podem ser estimados de modo confiável. ligadas, que sejam considerados investidores qualificados, administrados pelo Banco Bradesco S.A., montante de R$ 23.043 (2011 - R$ 3.712). 2.9) Redução ao valor recuperável de ativos não financeiros (impairment) Os valores contábeis dos ativos não financeiros são revistos a cada data de apresentação para apurar se há indicação de perda no valor contábil. Caso 6) VALORES A RECEBER ocorra tal indicação, então o valor recuperável do ativo é estimado. No caso de ágio e ativos intangíveis com vida útil indefinida, o valor recuperável é O montante de R$ 97.471 (2011 - R$ 99.708), é composto em duas partes, sendo uma denominada em Dólar norte-americano e a outra em Real, refere-se a contrato de parceria com a empresa FIS - Fidelitty National Information Services, INC, com a finalidade de exploração e negócio de prestação de serviços estimado todo ano. relacionado às atividades de processamento de cartões de crédito. Os referidos valores são atualizados, respectivamente, pela variação cambial e pela Uma perda por redução ao valor recuperável é reconhecida quando o valor contábil do ativo ou UGC exceder o seu valor recuperável. variação do Depósito Interbancário - DI. Os pagamentos serão em 11 parcelas anuais, sendo que a primeira parcela em dezembro de 2010 e as demais, O valor recuperável de um ativo ou unidade geradora de caixa é o maior entre o valor em uso e o valor justo menos despesas de venda. Ao avaliar o valor com vencimento a partir de 2012. em uso, os fluxos de caixa futuros estimados são descontados aos seus valores presentes através da taxa de desconto antes de impostos que reflita as condições vigentes de mercado quanto ao período de recuperabilidade do capital e os riscos específicos do ativo ou UGC. Para a finalidade de testar o valor 7) INVESTIMENTOS recuperável, os ativos que não podem ser testados individualmente são agrupados ao menor grupo de ativos que gera entrada de caixa de uso contínuo que a) Os ajustes decorrentes da avaliação pelo método de equivalência patrimonial dos investimentos foram registrados na conta de Resultado de são em grande parte independentes dos fluxos de caixa de outros ativos ou grupos de ativos (a “unidade geradora de caixa ou UGC”). Para fins do teste do Equivalência Patrimonial e corresponderam, no exercício, a um resultado positivo de R$ 40.160 (2011 - R$ 15.836). valor recuperável do ágio, o montante do ágio apurado em uma combinação de negócios é alocado à UGC ou ao grupo de UGCs para o qual o benefício das b) A composição dos Investimentos está demonstrada a seguir: sinergias da combinação é esperado. Essa alocação reflete o menor nível no qual o ágio é monitorado para fins internos e não é maior que um segmento Em 31 de dezembro Quantidade operacional determinado de acordo com o CPC 22. Patrimônio Lucro de ações Participação Ajuste decorrente Perdas por redução ao valor recuperável são reconhecidas no resultado. Perdas reconhecidas relativas às UGCs são inicialmente alocadas na redução de Líquido Líquido possuídas no capital Investimentos de avaliação (2) qualquer ágio alocado a esta UGC (ou grupo de UGC), e subsequentemente na redução dos outros ativos desta UGC (ou grupo de UGC) de forma pro rata. Ajustado Ajustado (em milhares) social - % 2012 2011 2012 2011 Uma perda por redução ao valor recuperável relacionada a ágio não é revertida. Quanto a outros ativos, as perdas por impairment são revertidas somente Empresa na condição em que o valor contábil do ativo não exceda o valor contábil que teria sido apurado, líquido de depreciação ou amortização, caso a perda de Fidelity Processadora de Serviços S.A. (1) (2)............... 462.887 81.959 62.924 48,99 266.975 246.650 40.160 15.836 valor não tivesse sido reconhecida anteriormente. Total ........................................ 266.975 246.650 40.160 15.836 2.10) Provisões, ativos e passivos contingentes e obrigações legais (1) Dados relativos a 31.12.2012; e O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, das contingências ativas e passivas e também das obrigações legais são efetuados de (2) Os ajustes decorrentes de avaliação consideram os resultados apurados pelas Companhias, a partir da aquisição e incluem variações patrimoniais das investidas não decorrentes do resultado, bem como os ajustes por equalização de práticas contábeis, quando aplicáveis. acordo com os critérios definidos pelo CPC 25, sendo: • Ativos Contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui controle da situação ou quando há garantias reais 8) PATRIMÔNIO LÍQUIDO ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não caibam mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo, e pela confirmação da a) Composição do capital social em ações capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro passivo exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, O capital social, totalmente subscrito e integralizado, é dividido em ações nominativas-escriturais, sem valor nominal. são divulgados nas notas explicativas; Em 31 de dezembro • Provisões: são constituídas levando em conta a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a 2012 2011 complexidade e o posicionamento de tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para Ordinárias...................................................................................................................................................... 740.000 740.000 a liquidação das obrigações, e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança; Total .............................................................................................................................................................. 740.000 740.000 • Passivos Contingentes: são utilizados para passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência somente será confirmada pela ocorrência ou não b) Reservas de Capital de um ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. Os passivos contingentes não satisfazem os A reserva de capital é composta principalmente por ágio pago pelos acionistas na subscrição de ações. A reserva de capital é utilizada para (i) absorção de critérios de reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo ser apenas divulgados em notas explicativas, quando relevantes. prejuízos que ultrapassarem os lucros acumulados e as reservas de lucros, (ii) resgate, reembolso ou compra de ações, (iii) resgate de partes beneficiárias, As obrigações classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas; e (iv) incorporação ao capital social e (v) pagamento de dividendo a ações preferenciais, quando essa vantagem lhes for assegurada. • Obrigações Legais - Provisão para Riscos Fiscais: decorrem de processos judiciais, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou Em Assembleia Geral de 30 de abril de 2012, deliberou-se o aumento de capital social no montante de R$ 23.500 elevando-o de R$ 124.500 para R$ 148.000, constitucionalidade que, independentemente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos sem emissão de ações, mediante a capitalização de parte do saldo da conta “Reservas de Capital - Ágio sobre Investimentos”, com a consequente alteração do “caput” do Art. 6º do Estatuto Social. integralmente nas demonstrações contábeis. c) Reservas de Lucros • Não houve registro ou divulgação sobre provisões, ativos contingentes e passivos contingentes. Em 31 de dezembro 2.11) Patrimônio líquido 2012 2011 a) Lucro por ação Reservas de lucros...................................................................................................................................... 192.841 146.522 A Companhia apresenta dados de lucro por ação básico e diluído. O lucro por ação básico é calculado dividindo-se lucro líquido atribuível aos acionistas da - Reserva legal (1) ......................................................................................................................................... 8.959 6.622 Companhia pela média ponderada das ações ordinárias durante o ano, excluindo a quantidade média das ações ordinárias adquiridas pela Companhia e - Reserva estatutária (2)................................................................................................................................ 183.882 139.900 mantidas em tesouraria. Não há diferenças entre o lucro básico e diluído, pois não há instrumentos potenciais diluíveis. (1) Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do exercício, até atingir 20% do capital social realizado, ou 30% do capital social, acrescido das reservas de capital. Após esse limite a apropriação não mais se faz obrigatória. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital b) Dividendos a pagar ou para compensar prejuízos; e A distribuição de dividendos para os acionistas da Companhia é reconhecida como passivo nas demonstrações contábeis, no período em que a distribuição (2) Visando à manutenção de margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações ativas da Companhia, pode ser constituída em 100% é aprovada por eles, ou quando da proposição do dividendo mínimo obrigatório previsto no Estatuto da Companhia. do lucro líquido remanescente após destinações estatutárias, mediante proposta da Diretoria, aprovada pelo Conselho e deliberada pela Assembleia 2.12) Reconhecimento da receita Geral, sendo o saldo limitado a 95% do Capital Social Integralizado. A receita compreende o valor justo da contraprestação recebida ou a receber no curso normal das atividades da Companhia. d) Dividendos A Companhia reconhece a receita quando o seu valor puder ser mensurado com segurança, for provável que benefícios econômicos futuros fluirão para a Conforme disposições estatutárias aos acionistas estão assegurados dividendos que correspondam no mínimo a 1% do lucro líquido do exercício, ajustado Companhia e quando critérios específicos tiverem sido atendidos para cada uma das atividades da Companhia. nos termos da Lei societária. A Assembleia deliberará sobre a destinação do resultado do exercício. continua...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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terça-feira, 12 de março de 2013
...continuação
Celta Holdings S.A. CNPJ 07.394.072/0001-00 Sede: Avenida Paulista, 1.450, 9º Andar, Parte, Cerqueira César - São Paulo - SP NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - Em Milhares de Reais Os cálculos dos dividendos relativos aos exercícios de 2012 e 2011 estão demonstrados a seguir: 2012 46.763 (2.338) 44.425 444 444
Lucro Líquido do Exercício ........................................................... Reserva Legal .................................................................................. Base de Cálculo.............................................................................. Dividendos mínimos obrigatórios ..................................................... Total dos Dividendos ..................................................................... (1) Percentual dos dividendos sobre a base de cálculo.
% (1)
1,0
2011 23.292 (1.165) 22.127 221 221
Em 31 de dezembro % (1)
1,0
9) RECEITAS FINANCEIRAS Em 31 de dezembro 2011 407 230 6.661 9.898 17.196
2012 Rendimento de Aplicações em Fundos de Investimentos Financeiros ......................................................... Rendimento de Certificados de Depósito Bancário....................................................................................... Juros Ativos ................................................................................................................................................... Variação Monetária Ativa............................................................................................................................... Total ..............................................................................................................................................................
2.244 4.977 7.814 15.035
10) DESPESAS TRIBUTÁRIAS Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011 39 1 39 1
Impostos e Taxas........................................................................................................................................... Total .............................................................................................................................................................. 11) DESPESAS GERAIS E ADMINISTRATIVAS
Em 31 de dezembro 2011 6 139 39 184
2012 Serviços de Terceiros .................................................................................................................................... Editais e Publicações .................................................................................................................................... Contribuição Sindical Patronal....................................................................................................................... Total ..............................................................................................................................................................
74 114 42 230
12) DESPESAS FINANCEIRAS 2012 Variação Monetária Passiva .......................................................................................................................... Total ..............................................................................................................................................................
Em 31 de dezembro 2011 4.799 5.750 4.799 5.750
13) TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS a) As transações com partes relacionadas estão assim representadas: Em 31 de dezembro 2011 Receitas (despesas)
2012 Ativo (passivo) Caixa e Equivalentes de Caixa: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... Dividendos a Pagar: União Participações S.A. ................................................................. Dividendos a Receber: Fidelity Processadora de Serviços Social ........................................
Receitas (despesas)
Ativo (passivo)
11
-
(444)
-
19.835
-
5 (221) -
-
14) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL a) Demonstração do cálculo dos encargos com imposto de renda e contribuição social
Resultado antes dos tributos (Imposto de Renda e Contribuição Social)............................................. Encargo total do imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 9%, respectivamente....... Efeito das adições e exclusões no cálculo dos tributos: Participações em controladas, tributadas nas empresas correspondentes .................................................. Outros Valores ............................................................................................................................................... Imposto de renda e contribuição social do exercício .............................................................................. b) Composição da conta de resultado do imposto de renda e contribuição social
2012 50.129 (17.044)
Em 31 de dezembro 2011 27.097 (9.213)
13.655 23 (3.366)
5.384 24 (3.805)
Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011 Impostos correntes: Imposto de renda e contribuição social devidos............................................................................................ Impostos diferidos: Constituição/realização no exercício, sobre adições temporárias................................................................. Constituição/realização no exercício, de Prejuízo Fiscal e Base Negativa.................................................... Imposto de renda e contribuição social do exercício .............................................................................. c) Origem dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social diferidos
(2.599)
(2.892)
(28) (739) (3.366)
(186) (727) (3.805)
Exercícios findos em 31 de dezembro 2011 Constituição Realização 2012 Diferenças Temporárias relativas a variação cambial das notas promissórias ................................................................................... 28 (28) Prejuízo Fiscal e Base Negativa de Contribuição Social.................. 5.021 (738) 4.283 Total dos créditos tributários sobre diferenças temporárias..... 5.049 (766) 4.283 A projeção de realização de crédito tributário trata-se de estimativa e não é diretamente relacionada à expectativa de lucros contábeis. O valor presente dos créditos tributários, calculados considerando a taxa média de captação, líquida dos efeitos tributários, monta a R$ 4.075 mil. d) Tributos a Compensar ou a Recuperar Os tributos a compensar ou a recuperar no montante de R$ 32 (2011 - R$ 1.490) referem-se ao imposto de renda retido na fonte sobre aplicações financeiras e imposto de renda de exercícios anteriores. e) Impostos e Contribuições a Recolher Os impostos e contribuições a recolher, no montante de R$ 83 (2011 - R$ 141), referem-se a Imposto de Renda de R$ 61 (2011 - R$ 103), e Contribuição Social de R$ 22 (2011 - R$ 38). f) Previsão de realização dos créditos tributários sobre diferenças temporárias, Prejuízo Fiscal e Base Negativa
2013............................................................................................................................... 2014............................................................................................................................... 2015............................................................................................................................... 2016............................................................................................................................... Total ..............................................................................................................................
Prejuízo Fiscal e Base Negativa Imposto Contribuição de Renda Social 906 327 967 348 956 344 320 115 3.149 1.134
Total 1.233 1.315 1.300 435 4.283
15) OUTRAS INFORMAÇÕES a) Em 31 de dezembro de 2012 e 2011 não há processos com riscos fiscais, cíveis e trabalhistas avaliados como perda possíveis ou prováveis de natureza relevantes. b) A empresa, em 31 de dezembro de 2012 e 2011, não possuía operações com instrumentos financeiros derivativos.
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A DIRETORIA
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Silvio José Alves – Contador – CRC-1SP202567/O-5
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.
Aos Administradores e Acionistas da Celta Holdings S.A. São Paulo - SP
Opinião Examinamos as demonstrações contábeis da Celta Holdings S.A. (“Companhia”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado e resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Celta Holdings S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis Outros assuntos A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações Demonstrações do valor adicionado contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Examinamos também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, para o exercício Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui,
findo em 31 de dezembro de 2012, que estão sendo apresentadas como informações suplementares. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Osasco, 5 de março de 2013
KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6
c
Zenko Nakassato Contador CRC 1SP160769/O-0
Os clientes ficam encantados. Edson Di Fonzo
idades
Inclusão social entra no cardápio Week Dono de restaurante contrata jovens com deficiência para trabalharem durante o Restaurant Week. Festival vai até sábado e oferece cardápios a preço fixo. Mariana Missiaggia
A
Ó RBITA
CASO MÉRCIA júri do ex-PM O Mizael Bispo de Souza, acusado de matar
Evandro Monteiro/Hype
inclusão dos portadores de deficiência chegou às salas de aulas, a algumas empresas e, este ano, está na 12ª edição da São Paulo Restaurant Week. O chef e proprietário do restaurante La Marie, em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo, Edson Di Fonzo, decidiu convidar dois jovens com deficiência intelectual capacitados pela Associação de Pais Amigos dos Excepcionais de São Paulo (Apae de São Paulo), para uma experiência profissional durante o evento gastronômico. Ao lado de Juliana de Melo Gai, 33 anos, portadora da Síndrome de Down, o jovem Willian Silva Américo, 25 anos, com deficiência intelectual, conquista seu espaço no La Marie, onde coloca em prática o que aprendeu nas oficinas de capacitação da Apae. No batente – Na cozinha, Américo lava saladas e louças, descasca legumes, higieniza pratos e já dá os primeiros passos aprendendo a montar algumas delícias servidas como entradas. Juliana, por sua vez, lida com o público, serve pratos, seca e higieniza copos e taças. "Está sendo uma experiência muito boa porque aqui (La Marie) posso fazer tudo o que me ensinaram e também aprendo coisas novas. Gosto muito de trabalhar na cozinha", contou Américo. Durante três anos, ele frequentou cursos da Apae de São Paulo e trabalhou na cozinha industrial da fundação. Seu trabalho no La Marie deveria durar apenas até o próximo dia 17, quando esta edição da Restaurant Week será encerrada. Porém, o sucesso foi tamanho que Di Fonzo já estuda a possibilidade de contratar Américo e Juliana para se juntarem à sua equipe fixa. "Há muitos anos conheci trabalhos muito sérios com crian-
Edson Di Fonzo (esquerda), dono do La Marie, e o jovem aprendiz Willian Silva Américo: resultado positivo e possibilidade de contratação definitiva. ças e jovens especiais, e aprendi muito sobre inclusão. Desde então, tenho esse desejo de ajudá-los de alguma forma. Finalmente estou tendo essa oportunidade", diz o chef. "São pessoas que, desde o começo da vida, recebem poucas oportunidades e enfrentam uma sociedade que não sabe como lidar com eles", completou Di Fonzo. "Eles têm uma consciência profissional de nível superior, muita iniciativa e são donos de uma criatividade absurda. Ver nos olhos deles essa sensação de crescimento é de emocionar. Sem dúvida, é a experiência mais gratificante pela qual eu já passei", disse Fonzo. Clientes – E não foi apenas o chef que caiu na graça dos novos funcionários. "Os clientes ficam encantados.
Atualmente, outros 220 joSaem por aí espalhando a novidade e tem gente que vem vens frequentam o mesmo curalmoçar ou jantar no restau- so profissionalizante que Juliarante só para conhecê-los", na e Américo cursaram. Eles têm oficinas de administração, afirmou Fonzo. Tanto Juliana como Américo alimentação, lavanderia e processos de produrecebem o piso sação durante um larial da categoria ano. As aulas são – R$ 850 – como Eles têm uma divididas em cinoutros funcioná- consciência co dias da semarios do local. "Coprofissional de na, em meio pemigo, eles não têm ríodo. Terminado tratamento espe- nível superior, cial por sua condi- muita iniciativa e esse ciclo, eles esção. Eles recebem uma criatividade colhem uma das quatro áreas e recomo qualquer absurda. cebem orientaoutro profissional ções específicas. e dessa forma se EDSON DI FONZO Autoestima – veem valorizados. Isso é inclusão. E é isso que a so- Segundo Valquíria Barbosa, ciedade tem que aprender", ex- 51 anos, gerente de Serviço plicou o chef. Muita gente não Sócio Assistencial da Apae de os discrimina, mas trava diante São Paulo, a autonomia e a audeles porque não sabe como in- toestima desses jovens se elevam porque eles passam a cluí-los", completou Di Fonzo.
exercer uma função na sociedade e adquirem outra percepção do mundo. "Além de melhorarem sua condição social, eles passam a contribuir no orçamento familiar e, para eles, isso é uma vitória. Nosso objetivo é que eles sejam protagonistas de suas próprias vidas e escolham seus caminhos", disse Valquíria. Entre bares, restaurantes e lanchonetes, os mais de duzentos endereços cadastrados nessa edição do Restaurant Week servem menus completos (entrada, prato principal e sobremesa) por R$ 34,90, no almoço, e R$ 47,90, no jantar. Para ter acesso à lista dos estabelecimentos acesse o site: www.restaurantwee k . c o m . b r / r e s t a u r a ntes/sp/lista.
a ex-namorada Mércia Nakashima, em maio de 2010, teve briga, choro e até imagens censuradas diante das câmeras em uma sala do Fórum de Guarulhos (SP). Como em um reality show, no primeiro tribunal do júri transmitido ao vivo no País, coube ao juiz dirigir câmeras - e cortar a imagem, quando achou necessário. Entre os depoimentos, destacou-se o irmão de Mércia, Márcio, que buscou defender a "honra" da irmã assassinada. (Estadão Conteúdo)
INTERDIÇÃO interdição na Avenida República A do Líbano (zona sul) pode durar até seis meses, segundo informações da Prefeitura de São Paulo. A via está interditada no sentido Centro, entre as ruas do Gama e Jauaperi. O bloqueio ocorreu após o rompimento de uma galeria pluvial durante a chuva de sábado, o que provocou um solapamento e buracos na pista. A galeria de água terá de ser toda refeita. A Companhia de Engenharia de Tráfego recomenda que se evite a região. (Folhapress)
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Verão de clássicos Os Irmãos Taviani (Paolo e Vittorio) dirigem Pai Patrão, filme mais conhecido da dupla, rodado em 1977. Cartaz da Cinemateca Brasileira - Sala BNDES. Largo Senador Raul Cardoso, 207. Tel.: 3512-6111. Hoje (12). 19h. Grátis.
Encanto que vem das sombras José Guilherme R. Ferreira
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anterna na mão, o cartunista Jean Galvão tirou das sombras um livro infanto-juvenil extremamente lírico, com roteiro inteligente capaz de encantar também o público adulto. Na verdade, quem maneja a lanterna é um menino engenhoso e seu gato esperto, que compõem uma dupla de personagens pra lá de divertida. Sombrinhas, recémlançado pela Companhia das Letrinhas, com design de Magno Silveira (Magno Studio), trata da milenar brincadeira das sombras projetadas na parede, a partir de "desenhos" e composições de mãos hábeis. Há quem diga que os homens pré-históricos bem poderiam ter feito o mesmo aproveitando a luz das fogueiras para contemplar nas cavernas seus tão assustadores quanto efêmeros bisões ou auroques de chifres curvos. Foi no século XIX, entretanto, que a saudável brincadeira alcançou seu brilho máximo, com a publicação de catálogos e desenhos com lições de sombras - na guarda de Sombrinhas, há uma série delas, algo nostálgicas, do ilustrador Henry Bursill. As sombras no livro de Jean, entretanto, vão além das eternizadas nos manuais: celebram uma grande amizade, que é a desse menino e seu gato, dentro de um mundo todo particular, que por alguns minutos está "salvo" da alta tecnologia. Os dois juntos estabelecem uma cumplicidade
Reprodução
fundamental para quebrar as regras das sombras mais conhecidas. Está lá projetado o porco, sim, mas com a silhueta encontrando-se com a tomada da parede. O rabo do gato ora pode ser uma cobra naja ou uma varinha que tira da cartola (um vaso da cena) a mais tradicional das sombras, a do coelho. Não contaremos aqui o final da história, que é dos mais surpreendentes. Somente que há nas páginas finais um mini-guia das "sombrinhas" mais populares e fáceis de fazer. Como se fosse a lição número um. Cartunista da Folha de S. Paulo, onde a ironia das charges devassa sobretudo as mazelas políticas, Jean Galvão sempre nadou de bra çada no território das crianças, seja com tiras para a revista Recreio ou ilustrações de livros.Monstros e Medos e Trazido pela Rede foram especiais, de autoria da vovó-detodas-as-escritoras Tatiana Belinki. É dele também os desenhos das cartilhas didáticas sobre questões climáticas, organizadas pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), de São José dos Campos, cidade onde mantém sua prancheta. É ainda autor de Vó (Leya/Cult/2010), uma coletânea de tiras publicadas em jornal diário. Mas, carinhosamente, como se fosse um Peter Pan costurado às sombrinhas da sua própria obra, considera este seu primeiro livro pra valer.
A serpente encantada pela música (acima) e a conhecida brincadeira de bichinho (alto)
Focinho de porco é tomada... À esquerda, Jean Galvão se apresenta.
Craques no palco, gente afinada na plateia. André Domingues
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emia-se que a era do consumo virtual tornasse inviável a produção de música brasileira de alta qualidade, já que na rede pouco ou nada se paga aos artistas. A rica programação de shows desta semana, porém, dissipa esse temor, não só pelo lado dos artistas, com craques como Djavan, Gilberto Gil e João Bosco em cartaz ao mesmo tempo, mas também pelo lado do público, que vai esgotando ingressos por aí, tal como fez com os espetáculos de Gil e o de Jerry Adriani cantando Raul Seixas, além de duas noites de Djavan. A principal atração desta semana é Djavan, que voltou a acertar a mão num disco autoral em Rua dos Amores. É mais um trabalho em que o alagoano filtra sua doçura pelos poros da black music, mas merece atenção especial pela qualidade das composições, como Já Não Somos Dois, Bangalô, Pecado e Ares Sutis. A voz de Djavan vem um pouco fragilizada, mas a sonoridade geral continua excelente, com uma banda afiadíssima em que estão o tecladista Paulo Calasans, o trompetista Jessé Sadoc e o saxofonista Marcelo Martins, entre outros. Enquanto Djavan investe em inéditas, três outros grandes nomes da MPB revisitam pontos importantes de suas carreiras: João Bosco, Gilberto Gil e Walter Franco. João apresenta a
Mauro Akin Nassor/Estadão Conteúdo
Djavan: principal atração da semana. antologia pessoal 40 Anos Depois, concentrada em composições autorais dos anos 70 e obras de autores que o influenciaram ou sensibilizaram, como Chico Buarque e Noel Rosa. Os destaques são a revisão de Bodas de Prata (parceria dele com Aldir Blanc) e a versão de Lilia, de Milton Nascimento. Gil segue um caminho semelhante em Concerto de Cordas & Máquinas de ritmo, mas emoldurado por arranjos orquestrais, concebidos por ele e Jaques Moremlembaum. Vale observar
a nova roupagem dada às tropicalistas Futurível, vertida para o reggae, e Oriente, temperada com a capoeira da sua Parabolicamará, citada sutilmente. Walter Franco, por fim, retoma o disco Revólver, de 1975. Não é seu principal trabalho, mas merece muita atenção pelos experimentos com canções de estruturas circulares, a exemplo de Partir do Alto e Revólver, feitas com elementos díspares como poesia concreta e referência pop. A ótima programação da semana tem, também, uma
amostra representativa da nova e incensada geração do brega paraense, com o intelectualizado Felipe Cordeiro, em Kitsch Pop Cult, e a diva Gaby Amarantos, convidada pela não menos extravagante Elza Soares para dividir o show Deixa a Nega Sambar. Saindo dos autores brasileiros, por fim, São Paulo ainda recebe uma interessante programação hispânica. De um lado, tem o romântico espanhol Alejando Sanz; de outro, a boa mostra de música argentina Caros Amigos, do Sesc Vila Mariana, já reportada pelo DCultura na última terça-feira. Quanto a esta, aliás, é oportuno corrigir um equívoco ali reproduzido: o primeiro informativo à imprensa do evento dava a entender que o Quinteto Real viria com seu fundador, o lendário pianista Horacio Salgán, de 96 anos. Na realidade, porém, chega sob liderança de seu filho, César Salgán, com a incumbência de executar o refinado repertório de tangos e milongas que o consagrou. A outra grande atração de Caros Hermanos é a Orquestra Típica Fernandez Fierro, do expressivo cantor Walter "Chino" Laborda, que vem se destacando na renovação do tango com sua pegada de rock visceral.
GARGAREJO Seleção dos shows da semana Alejandro Sanz - La Musica No Se Toca Gênero: pop romântico espanhol Credicard Hall (Av. das Nações Unidas, 17955. Tel.: 4003-5588) Dia 17, às 20h R$ 100 a 450 Djavan - Rua dos Amores Credicard Hall (Av. das Nações Unidas, 17955. Tel.: 4003-5588) Gênero: black-bossa-baladabrazuca Dias 14 e 15, às 21h30 e 16, às 22h R$ 70 a R$ 250 (apenas para dia 14) Elza Soares e Gaby Amarantos Deixa a Nega Sambar Gênero: samba-black/brega eletro-black Sesc Interlagos (Av. Manuel Alves Soares, 1100. Tel.: 5662-9500) Dia 17, às 15h R$ 7 Felipe Cordeiro - Kitsch Pop Cult Gênero: brega universitário Praça do Sesc Pinheiros (Rua Paes Leme, 195. Tel.: 3095-9400) Dia: 16, às 16h Grátis Gilberto Gil - Concerto de Cordas & Máquinas de Ritmo Gênero: tropicalismo de fraque e gravata borboleta Dias 15 e 16, às 21h Auditório Ibirapuera (Parque do Ibirapuera, portão 3. Tel.: 3069-1075) R$ 20 (ingressos esgotados) Jerry Adriani - Outro Repertório
(Canta Raul Seixas) Gênero: iê-iê-iê flower power Comedoria Sesc Belenzinho (Rua Padre Adelino, 1000. Tel.: 2076-9700) Dia: 16, às 21h30 R$ 24 (ingressos esgotados) João Bosco - 40 Anos Depois Gênero: afro-samba-pop-bossa com rompantes sentimentais Tom Jazz (Av. Angélica, 2331. Tel.: 3255-0084) Dias 15 e 16, às 22h, e 17, às 21h. R$ 130 Orquestra Típica Fernandez Fierro - Caros Hermanos Gênero: tango-rock Teatro Sesc Vila Mariana (Rua Pelotas, 141 - Tel.: 5080-3000) Dia 14, às 21h R$ 24 Quinteto Real - Caros Hermanos Gênero: tango tradicional instrumental Teatro Sesc Vila Mariana (Rua Pelotas, 141. Tel.: 5080-3000) Dia 14, às 21h R$ 24 Walter Franco - Álbum: Revólver (1975) Gênero: pop experimental Teatro Sesc Belenzinho (Rua Padre Adelino, 1000. Tel.: 2076-9700) Dia 17, às 21h - R$ 24,00 Observação - Os gêneros aqui indicados são criados pelo crítico na paradoxal certeza da impossibilidade e da inevitabilidade de se definir gêneros na música popular.
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31 dias de criatividade Para cada um dos 31 dias do mês de março, a artista malaia Hong Yi decidiu criar uma arte diferente usando como matériasprimas um prato e ingredientes que se encontram na cozinha da maioria das casas de seu país. Para acompanhar o projeto, acesse o termo #creativemarch no Instagram.
www.dcomercio.com.br
Avião-omelete
Tea-tanic
Feito de caixas de ovos, este avião é exposto para arrecadar fundos para ajudar ex-soldados britânicos. Foram usadas 6,5 mil caixas de ovos, 5 mil pregos, 10 litros de tinta e 10 mil grampos na peça.
Suporte para saquinho de chá faz referência ao naufrágio do Titanic. http://bit.ly/Y31GZ6
http://bit.ly/ZzRiZg
E SPORTE H UMOR
Oscar especial
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nadador Michael Phelps foi homenageado ontem com o Prêmio Conquista Excepcional concedido pela Academia Laureus e considerado o "Oscar do esporte". Phelps aproveitou a estadia no Rio para dar aulas de natação para crianças da Rocinha, junto com o sul-africano Chad le
Clos e do brasileiro Daniel Dias, que conquistou o Laureus de Melhor Atleta com Deficiência. Foram premiados na cerimônia realizada no Theatro Municipal do Rio o velocista jamaicano Usain Bolt, como atleta masculino do ano e o tenista britânico Andy Murray, que superou Neymar na categoria atleta revelação.
F É A UTOMOBILISMO
Valdrin Xhemaj/EFE
Cavaleiro medieval
Fabio Motta/Estadão Conteúdo
Lente especial
Como os cavaleiros medievais não conheceram as facilidades do papel higiênico, este suporte é um toque de humor em qualquer banheiro. http://bit.ly/ZzlgdZ
C HINA
Aos 92 anos, morre Wilson Fittipaldi
O heavy metal de Ai Weiwei O artista dissidente chinês Ai Weiwei anunciou ontem que lançará no fim deste mês um álbum de heavy metal para "expressar sua opinião". Weiwei explicou que os 81 dias que passou na prisão em 2011 foram decisivos para que ele ingressasse no mundo da música. "Quando estava preso, os guardas me pediam para cantar", disse ao jornal britânico The Guardian. "Cantar ajudava a manter o equilíbrio e a passar
o tempo." O álbum intitulado Divina Commedia terá duas canções sobre o ativista político chinês Chen Guangcheng, cuja fuga da prisão domiciliar em abril passado e o refúgio subsequente na Embaixada dos EUA levou a China a uma disputa diplomática com os norte-americanos. Como Weiwei acredita que o álbum não poderá ser vendido na China, ele pretende distribuir sua música online.
Morreu ontem no Rio Wilson Fittipaldi, 92, conhecido como Barão. Pai dos pilotos Emerson e Wilsinho Fittipaldi e avô de Christian Fittipaldi, ele estava internado no hospital Copa D'Or. Barão foi fundador da CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo).
Basílica de São Pedro iluminada, ontem, durante a reunião da última congregação preparatória do conclave para eleger o sucessor de Bento XVI.
M ÚSICA C ULT
A RTE
O rifle do capitão Kirk
Raridades online
O rifle Phaser que o capitão James T. Kirk (William Shatner) usou no segundo piloto de Star Trek, em 1966, será leiloado por algo perto aos US$ 70 mil na casa de leilões Julien's, em Beverly Hills, nos dias 5 e 6 de abril. No mesmo leilão serão vendidos o carro "Black Beauty", do personagem Besouro Verde (Seth Rogen) no filme homônimo de 2011 e o traje que Christopher Reeve vestiu em Superman 4.
O Metropolitan de Nova York colocou na internet 643 livros sobre arte editados pela sua fundação desde 1870. http://bit.ly/UHAVV4
N UTRIÇÃO
A NIMAIS
Reuters
Marko Djurica/Reuters
Timberlake no Rock in Rio O cantor pop Justin Timberlake foi anunciado como uma das atrações do Rock in Rio 2013, e se apresentará no festival no dia 15 de setembro, o que provocou ajustes na programação. Quem tiver ingressos para os shows de Bruce Springsteen e John Mayer no dia 15 poderá trocá-los para a apresentação do dia 21. www.rockinrio.com.br
L OTERIAS Concurso 878 da LOTOFÁCIL
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Foto mostra quantidade de açúcar dos copos pequeno e grande de refrigerante. Ontem, um juiz invalidou os planos da cidade de Nova York de banir a venda de refrigerantes grandes em restaurantes e lanchonetes.
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Leão do Parque Nacional de Nairobi, no Quênia, fotografado ontem durante as primeiras horas da manhã.
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Douglas Magno/Estadão Conteúdo
De olhos bem abertos, antes e durante a Copa do Mundo. A renúncia de receita tributária federal com o PIS, o IPI e a Cofins estimada é de R$ 351 milhões dos gastos relacionados ao evento esportivo. A reforma ou construção dos 12 estádios sedes para a Copa tem custo estimado de R$ 7 bilhões. O Mineirão já está pronto para o campeonato.
Sílvia Pimentel
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lém de decidir se irão assistir aos jogos de futebol pela t e l e v i s ã o o u p e ssoalmente nos estádios em que eles serão realizados no Brasil em função da Copa do Mundo, alguns brasileiros têm se preocupado com os valores que serão investidos no campeonato de 2014. Essas pessoas podem acompanhar os gastos previstos para a realização da Copa via internet, mas o cidadão encontra dificuldades para exercer um controle efetivo. Dados sobre o montante de incentivos tributários nas operações relacionadas ao evento, por exemplo, não estão discriminados de forma clara e acessível. Há falta de transparência nos números apresentados pelos estados e municípios, principalmente. A União está mais adiantada nesse processo, mas ainda não é o ideal. A análise foi feita por Matheus Carneiro, integrante da Advocacia Geral da União, ontem, durante reunião do Conselho de Altos Estudos de Finanças e Tributação (Caeft), da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Ele explicou que renúncia fiscal é enquadrada como despesa pública e, portanto, deve ser do conhecimento da sociedade. Segundo o advogado, estima-se uma renúncia de receita tributária federal de R$ 351 milhões com o Programa de Integração Social (PIS), Imposto sobre Produtos Importados (IPI) e a Contribuição para o Financia-
mento da Seguridade Social (Cofins). Carneiro defendeu a transparência total das informações para os cidadãos, como determina a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) de
forma a evitar, inclusive, a alimentação dos chamados elefantes brancos. Na África do Sul, que sediou a Copa de Futebol em 2010, exemplificou, o estádio da Cidade do Cabo
custou mais de R$ 1 bilhão. Atualmente, a manutenção do empreendimento gera gastos de R$ 15 milhões por ano. E discute-se no país a sua transformação em um conjunto de moradias populares.
No Brasil, o custo total previsto para a construção, ampliação e reforma de estádios e as obras de mobilidade urbana para a realização da Copa do Mundo é de R$ 26,39 bilhões, dos quais R$ 3,85 bilhões já foram executados.
Consumidor está menos otimista que há 12 meses
Apenas a reforma ou a construção dos 12 estádios sedes tem custo estimado de R$ 7 bilhões. O mais custoso é o estádio Mané Garrincha, do Distrito Federal (DF), que não possui time de futebol, estimado em R$ 1,015 bilhão. Todos os dados relacionados aos gastos com o evento podem ser acompanhados pelo site www.copa2014.gov.br. É o chamado controle concomitante, em que as informações são disponibilizadas quase que em tempo real. De acordo com o advogado, a LRF prevê a discriminação de todas as isenções fiscais, o que não vem ocorrendo. "No caso dos estados e municípios, há uma opacidade nos dados. É preciso aprimorar os mecanismos de controle para que o cidadão de fato saiba para onde está indo o dinheiro público", defendeu Carneiro. Na opinião do advogado Fernando Facury Scaff, conselheiro do Caeft, é página virada discutir a escolha do Brasil para a realização da Copa. Sendo assim, a preocupação atual recai sobre o controle efeito dos gastos depois da realização do evento esportivo. "Será preciso identificar quanto custou a montanha de dinheiro a fim de evitar desvios e exageros e aprender com os erros", resumiu Scaff. Estima-se um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 0,4% ao ano com a realização da Copa do Mundo, o que equivale a R$ 190 bilhões.
Jucesp emite CNPJ junto com o registro de empresas
Pesquisa da ACSP mostra que a população está mais cautelosa e planejando as suas aquisições com mais atenção. Paula Cunha
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Índice Nacional de Confiança do consumidor, medido pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e pelo Ipsos Public Affairs, terminou o mês de fevereiro em 152 pontos, ante 161 em janeiro e 176 em fevereiro de 2012. A retração expressiva frente ao resultado do início do ano passado é consequência, na opinião do economista da ACSP, Emilio Alfieri, da disparidade do ânimo do consumidor, já que há 12 meses ele acreditava que o período seria de aceleração da atividade econômica no País. Hoje, a população está mais cautelosa e planeja as suas aquisições com mais atenção. Para Rogério Amato, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), "os dados de fevereiro mostram um consumidor menos otimista em decorrência do baixo crescimento do PIB e pela alta da inflação". Classes – Desse modo, em relação às classes sociais, o estudo aponta que a classe C continua a mais otimista com 154 pontos an-
Índice nacional de confiança 180
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FGV vê contratações de mão de obra em marcha lenta
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Fonte: Ipsos Public Affairs/Associação Comercial de São Paulo (ACSP)
te 165 em janeiro e 182 em fevereiro do ano passado. Em seguida, estão os segmentos A/B, com 146, índice menor que o de 153 do primeiro mês do ano e de 168 no segundo mês de 2012. As classes D/E foram as menos otimistas, já que foram as mais afetadas pelo aumento da inflação com a elevação dos preços dos alimentos, principalmente. Assim, esse segmento fechou com 137 pontos, abaixo dos 145 registrados tanto em janeiro deste ano quanto em fevereiro do ano passado. Regiões – No levantamento regional, o Sul mostrou-se o mais otimista com 183 pontos em feve-
reiro, ante 177 em janeiro. No mesmo mês de 2012, atingiu 186. Em seguida, o Norte/Centro-Oeste situou-se em 175 pontos, ante 193 em janeiro e 169 em fevereiro do ano passado. As regiões Sul e Norte/Centro-Oeste alternam-se na liderança do otimismo em função das boas perspectivas da safra agrícola. No Sudeste, fevereiro terminou em 151 pontos ante 160 no mês anterior. Em fevereiro de 2012, o índice foi de 160 pontos. A região Nordeste é a menos otimista, porque finalizou em 130 pontos, em relação aos 148 nos 30 dias anteriores e 142 em fevereiro do ano passado.
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ritmo de contratações de mão de obra para os próximos meses será moderado, revela o Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp), do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). Após avançar 0,7% em janeiro, em fevereiro, o indicador fechou em queda de 0,3%, classificado como acomodação pelo Ibre/FGV. O IAEmp passou de 89 para 88,8 pontos na passagem de janeiro para fevereiro. As principais contribuições negativas partiram das avaliações atuais dos negócios e das expectativas de contratação de mão de obra nos próximos meses pelo setor de serviços. Para esses dois itens, os indicadores recuaram 2,4% e 2,9%, respectivamente.
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Junta Comercial do Estado de São Paulo está emitindo, desde ontem, o CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) junto com o Nire (Número de Inscrição no Registro de Empresas). Para o empreendedor, a mudança deve significar uma redução no tempo de espera pelos documentos de 17 dias, em média, para sete dias, de acordo com estimativa do governo. Antes, o empresário só podia entrar com o pedido do CNPJ na Receita Federal do Brasil (RFB) após obter o Nire na Junta. Agora, depois de preencher os formulários e pagar as taxas, todos os documentos devem ser encaminhados para a Jucesp, que vai analisar e autorizar o Nire e o CNPJ. A ação é resultado de um convênio assinado pelo governo do Estado de São Paulo com a Receita Federal. Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia em exercício, Luiz Carlos Quadrelli, a medida faz parte do processo de transformação da da Junta em autarquia. A meta estabelecida pelo governo é que o tempo de abertura de uma empresa demore, no máximo, cinco dias. (Folhapress)
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É uma medida importante que beneficia a família de baixa e média renda e beneficia a luta contra a inflação que o governo vem travando. Guido Mantega, ministro da Fazenda
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Empresários garantem menor preço da cesta Presidente da Abras diz que produtos que tiveram corte de impostos ficarão mais baratos a partir de hoje Pedro Ladeira/Estadão Conteúdo
Mercado prevê taxa de juros de 8% no fim do ano
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s economistas consultados na pesquisa Focus do Banco Central (BC) elevaram a previsão para a taxa básica de juros (Selic) ao final de 2013, de 7,25% para 8,00% ao ano. Essa projeção não era alterada há 16 semanas. Para o fim de 2014, a mediana das projeções segue em 8,25% ao ano há 11 semanas. A projeção para a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) de abril segue em 7,25% ao ano, indicando estabilidade. Já a projeção para Selic média em 2013 subiu de 7,25% para 7,39% ao ano. Para 2014, a estimativa passou de 8,30% para 8,38% ao ano, ante 8,23% há quatro semanas. Nas estimativas do grupo dos analistas consultados que mais acertam as projeções, o chamado Top 5, a previsão para a Selic no fim de 2013 no cenário de médio prazo passou de 7,25% para 8,50% ao ano. Para o fim de
2014, subiu de 7,63% para 7,88% ao ano. C âm b io – A mediana das projeções para a taxa de câmbio no final de 2013 segue em R$ 2,00. Quatro semanas antes estava em R$ 2,03. Para o fim de 2014, a mediana subiu de R$ 2,05 para R$ 2,06. Há quatro semanas estava em R$ 2,05. O mercado financeiro manteve, no entanto, a previsão para a taxa média de câmbio de R$ 2,00 em 2013. Para 2014, a projeção passou de R$ 2,04 para R$ 2,05. Há um mês, a pesquisa apontava que a expectativa de dólar médio estava em R$ 2,02 neste ano e R$ 2,05 no próximo. Para o fim de março, a estimativa segue em R$ 1,98. Para abril, também segue em R$ 1,98. A mediana das projeções para o câmbio dos analistas do Top 5 médio prazo para o fechamento de 2013 segue em R$ 2,00. Para 2014, caiu de R$ 2,05 para R$ 2,02. (Estadão Conteúdo)
EMPRESA METROPOLITANA DE TRANSPORTES URBANOS DE SÃO PAULO S.A.
Reunião em Brasília: ministro Guido Mantega (à esq.) fecha acordo com empresas para que repassem para o consumidor a redução de tributos.
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ministro da Fazenda, Guido Mantega, declarou ontem, após reunião com empresários, que as empresas de alimentos do País (da indústria e do atacado) se comprometeram a repassar a redução de tributos federais da cesta básica para os consumidores o mais rapidamente possível. A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) anunciou redução nos preços a partir de hoje. A desoneração da cesta básica foi anunciada na última sexta-feira pela presidente Dilma Rousseff. "Para nós, é importante que as medidas cheguem logo às prateleiras para beneficiar a população", disse o ministro depois do en-
contro em Brasília. Para Mantega, a desoneração beneficia todos os brasileiros, mas, principalmente, os de menor renda, que são os que gastam a parte maior dos rendimentos com alimentos. "Foi uma reunião boa, importante. O setor todo gostou das medidas e se comprometeu a repassá-las", disse Mantega. De acordo com a agenda da Fazenda, a reunião contou com representantes da Abras, da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia), da Associação Paulista de Supermercados (Apas), BR Foods, Pão de Açúcar, Wal-Mart, Carrefour, Cargill e Nestlé. A boa notícia veio com a declaração do presidente da Abras, Fernando Teruo Yama-
da. Ele afirmou que os produtos da cesta básica que passaram por redução de impostos devem ficar mais baratos para o consumidor a partir desta terça-feira. De acordo com Yamada, as carnes e os produtos de higiene devem cair numa média de 6%, enquanto os demais itens que compõem a cesta básica devem diminuir 3%. Segundo ele, a desoneração integral da cesta, anunciada pela presidente Dilma, deve chegar ao consumidor em até duas semanas. Isso porque parte deste repasse depende da indústria. O ministro Mantega disse ainda que a desoneração dos tributos que incidiam sobre os produtos da cesta básica vai ajudar na "luta contra a infla-
ção". "Esperamos que isso logo chegue aos índices de inflação", afirmou o ministro da Fazenda. "É uma medida importante que beneficia a família de baixa e média renda e beneficia a luta contra a inflação que o governo vem travando. Temos certeza de que ela (inflação) vai permanecer sob controle", acrescentou Mantega, dizendo que ainda não sabe qual o impacto da medida na inflação. Segundo o anúncio do governo, a medida tem potencial de redução de preços de 9,25% a 12,5% em alguns produtos da cesta básica, por causa do corte do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). (Agências)
Medida corrige distorções do sistema fiscal do País, diz ACSP. Renato Carbonari Ibelli
Luiz Prado/LUZ
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m p r e s á r i o s a p l a udem a decisão do governo de zerar as alíquotas dos tributos federais que incidem sobre produtos da cesta básica, mas ponderam que, entre a desoneração e o preço nas prateleiras, há uma série de interferências que pode anular o benefício ao consumidor final. Nesse sentido, um dos pontos que merecem atenção diz respeito às diferentes regras para aproveitamento de crédito do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) trazidos pela Medida Provisória n° 609/2013, que zerou os tributos da cesta. Caso os créditos não sejam aproveitados, o impacto no preço final pode ser menor do que o esperado. A medida do governo reduziu o PIS/Cofins de 9,25% a zero para carnes, café, óleo, manteiga, açúcar e papel higiênico. A pasta de dente e o sabonete, antes tributados em 12,5%, também tiveram a alíquota de PIS/Cofins zerada. Para o açúcar e sabonete, o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) caiu de 5% para zero. Os demais produtos da cesta básica já tinham PIS/Cofins e IPI zero. Ao anunciar a redução das alíquotas para zero, a presi-
A medida é importante por contribuir para a redução da inflação e por corrigir séria distorção do sistema fiscal. ROGÉRIO AMATO, DA ACSP
dente Dilma Rousseff convocou os empresários a repassarem a integralidade das desonerações aos consumidores. Mas para Gilberto Luiz do Amaral, coordenador de estudos do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), tirar 9,25% do Pis/Cofins não implica necessariamente em redução de 9,25% nos preços finais, como pretendido pelo governo. "Não existe uma relação direta. É preciso ver como as desonerações serão dadas ao longo da cadeia. Quando o direito ao crédito de PIS/Cofins existir, o reflexo é um. Se não existir, será outro", diz Amaral. Também não se descarta que o impacto das desonerações seja, em alguns casos, maior do que o esperado pela presidente. O coordenador de estudos do IBPT lembra que PIS e Cofins entram na base de
cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é de atribuição estadual. Assim, ao zerar a alíquota dos tributos federais, seria reduzido também o impacto do imposto estadual. Para Marcel Solimeo, economista-chefe da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), é preciso levar em conta fatores adjacentes antes de cobrar dos empresários a redução dos preços. "O aumento do preço dos combustíveis elevou o custo do frete, o que pode anular os efeitos da redução das alíquotas para zero. Antes de acusar os empresários de ficarem com a margem, é preciso considerar este fato", diz Solimeo. Mas o economista da ACSP acredita que principalmente "as grandes redes de varejo irão repassar o máximo do benefício possível para os consu-
midores, pela concorrência existentes entre elas". Peso dos impostos – Mesmo com as dúvidas a respeito dos reais impactos finais da medida do governo federal, Rogério Amato, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), elogiou a decisão da gestão de Dilma. "A medida é importante por contribuir para a redução da inflação e, principalmente, por corrigir uma séria distorção do sistema fiscal brasileiro, que é o peso excessivo dos impostos sobre o consumo", diz Rogério Amato. "Esperamos que as desonerações de impostos que vêm sendo concedidas sejam compensadas por reduções de gastos equivalentes, para que não ocorra desequilíbrio das contas públicas", complementa o presidente da ACSP.
CNPJ: 58.518.069/0001-91 AVISO DE LICITAÇÃO PREGÃO ELETRÔNICO EMTU/SP Nº 006/2013 OBJETO: Contratação de base de segurança, localizada na Região Metropolitana de Campinas – RMC, para a prestação de serviços de guarda, movimentação e manuseio de valores e entrega por carro forte. REALIZAÇÃO DA SESSÃO PÚBLICA: 26.03.2013, às 10h00, no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br ou www.bec.fazenda.sp.gov.br. O edital está disponível na Internet, nos sítios www.emtu.sp.gov.br, www.e-negociospublicos.com.br, www.bec.sp.gov.br e www.bec.fazenda.sp.gov.br. Outras informações poderão ser obtidas pelos tels.: 11 4341-1196, 4341-1040 e 4341-1470.
Conselho Consultivo da Cooperativa Habitacional Intersindical Paulistana CNPJ/MF sob nº 61.031.783/0001-59 Edital de convocação O Conselho Consultivo da Cooperativa Habitacional Intersindical Paulistana em Liquidação, inscrita no CNPJ/MF sob nº 61.031.783/0001-59, com sede na cidade de São Paulo – SP, na Rua Santanesia, 528, Butantã, CEP 05580-000, vem por meio desta comunicar a realização de Assembleia Geral Extraordinária no dia 26 (vinte e seis) de março de 2013 a ser realizada na Praça Antonio Prado, n° 33 – 17° andar – cj 1.705, em primeira convocação às 9:00 horas e segunda convocação as 10:00 horas, com a pauta abaixo: 1) Comunicação do falecimento do Sr. Liquidante, Alcides Ribeiro de Almeida; 2) Eleição de Liquidante e Conselho Fiscal; 3) Assuntos Gerais. São Paulo, 12 de março de 2013. Márcia Alzira do Rego Barros Della Mônica, Sônia Maria Barros, Conselheiros.
FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL Conforme informação da Distribuição Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, foram ajuizados no dia 11 de março de 2013, na Comarca da Capital, os seguintes pedidos de falência, recuperação extrajudicial e recuperação judicial: Requerente: LAM Operadora de Planos de Saúde Ltda. Requerido: Work System Segurança e Vigilância Patrimonial Ltda. Rua Embuaçu, 94, Vila Mariana – CEP: 04118-080 - 2ª Vara de Falências.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
20 -.ECONOMIA/LEGAIS
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A economia mundial não vai bem, o governo argentino apresenta risco de intervenção, de modo que a Vale deixou o projeto. Carlos Manuel de Sousa, analista da corretora Lopes Filho Associados
conomia
Vale desfaz sonho de ser top em fertilizantes A mineradora planejava investir US$ 5,9 bi na Argentina para ser uma das maiores fornecedoras do mundo
A
Vale anunciou ontem a suspensão do projeto de potássio Rio Colorado, na Argentina, onde chegou a investir pelo menos US$ 2,2 bilhões como parte da meta de se tornar uma das maiores fornecedoras de fertilizantes do mundo. As obras de Rio Colorado serão interrompidas e todos os cerca de seis mil empregados que trabalham no projeto, entre terceirizados e funcionários próprios da Vale, serão demitidos, segundo uma fonte com conhecimento direto. A empresa colocou o projeto em revisão em abril de 2012 devido a preocupações com inflação, impostos, infraestrutura e política cambial do país vizinho, conforme justificou na ocasião o presidente da companhia, Murilo Ferreira. A segunda maior mineradora global decidiu suspender o projeto após meses de negociações fracassadas com o governo argentino. A empresa procurava obter um benefício tributário previsto em lei – o que lhe foi negado, disse a fonte na condição de anonimato. "A Vale informa que comunicou... ao Governo da República da Argentina que está suspendendo a implantação do projeto Rio Colorado tendo em vista que no contexto macroeconômico atual os fundamentos econômicos do projeto não estão alinhados com o compromisso da Vale com a disciplina na alocação do capital e a
terça-feira, 12 de março de 2013
Divulgação
Projeto de potássio no Rio Colorado, em Mendoza, na Argentina: Vale já havia injetado US$ 2,2 bilhões. criação de valor", disse ontem a empresa em comunicado ao mercado. A decisão segue a estratégia de reduzir investimentos, sair de projetos que não lhe dão retorno e cortar custos diante do cenário menos favorável que tem reduzido ganhos das mineradoras. "A economia mundial não vai bem, o governo argentino apresenta risco de intervenção, de modo que a Vale deixou o projeto... os acionistas querem rentabilidade. A Vale
está se livrando de projetos como este porque a situação mudou", disse o analista Carlos Manuel de Sousa, da corretora Lopes Filho Associados. A mineradora, contudo, não descarta a possibilidade de retomar o projeto, orçado em US$ 5,9 bilhões. A companhia, no entanto, não abandonará as jazidas de potássio na Argentina e continuará zelando por seus direitos de exploração na região. "A Vale continuará honrando os compromissos relativos às
suas concessões e seguirá buscando soluções que melhorem os fundamentos econômicos do projeto, para então avaliar a sua retomada", disse em nota. A Vale já executou 45% das obras de Rio Colorado. Somente em 2012 realizou investimentos de US$ 1,4 bilhão, mesmo em meio a dúvidas sobre a continuidade do empreendimento. Cerca de um ano antes de anunciar a revisão de Rio Colorado, o governo da província de Mendoza, onde estão as reservas de potássio, havia suspendido o empreendimento, alegando que a mineradora não teria cumprido alguns itens contratuais. No entanto, houve um acordo em seguida para a Vale seguir adiante com o projeto, que compreende o desenvolvimento de reservas com capacidade de 4,3 milhões de toneladas de potássio por ano. (Reuters)
Aéreas reclamam de preço do querosene
A
s empresas aéreas querem que o governo revise a fórmula de precificação do querosene de aviação como forma de reduzir os custos e dobrar as vendas de passagens até 2020, afirmou ontem o presidente da Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz. A entidade prevê transportar 200 milhões de passageiros em 2020, quase o dobro de 2012. Para a Abear, o combustível representa cerca de 43% do custo da passagem. "A proposta é rever a fórmula de precificação num debate técnico", explicou Sanovicz, após participar de reunião com a presidente Dilma Rousseff para apresentação de propostas e metas do setor. "O que nós pedimos é para abrirmos uma mesa de diálogo com um conjunto de unidades envolvidas no tema – a Petrobras, o Ministério da Fazenda, o Ministério da Justiça, a Secretaria de Aviação Civil e o Ministério do Meio Ambiente", disse. Slots de Congonhas – Sanovicz defendeu ainda a posição
da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) na polêmica sobre o sorteio de slots no aeroporto de Congonhas – a agência reguladora e a Secretaria de Aviação Civil (SAC) possuem propostas diferentes sobre mudanças nos critérios de distribuição. No mês passado, a Anac iniciou uma audiência pública para a discussão sobre novos procedimentos de utilização dos slots em aeroportos que operem no limite de sua capacidade. A Abear defende um aumento na capacidade de Congonhas em detrimento da proposta da SAC, de alocação dos espaços de pousos e decolagens do aeroporto de modo "que um terço da redistribuição total possível de slots (...) seja de fato redistribuída a cada ano". A agência reguladora propõe a inclusão da pontualidade como parâmetro de verificação da eficiência na utilização dos slots, além do estabelecimento de temporadas para o monitoramento da utilização dos slots nos aeroportos. (Reuters)
Sistema elétrico tem mais de 2.300 falhas/ano
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sistema elétrico brasileiro apresenta mais de 2.300 falhas por ano, mais de seis problemas por dia, e parte desses problemas atingem diretamente o consumidor com cortes no fornecimento – os chamados apagões ou "apaguinhos". Segundo relatório do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) apresentado ontem ao Ministério de Minas e Energia (MME), a quantidade de ocorrências identificadas nos últimos cinco anos varia de 2.258 a 2.670 casos por ano. Em média 11,8% do total envolveram corte de energia.
As condições climáticas "adversas" são apontadas como a principal causa para essas falhas nas linhas de transmissão. Queimadas, problemas com transformadores ou demais equipamentos e falha humana aparecem na sequência. "Embora eventos de falhas em elementos do sistema de transmissão ocorram, em geral elas são minimizadas", disse o ONS. O MME determinou que relatórios com informações atualizadas sobre esses problemas deverão ser apresentados ao Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico anualmente. (Folhapress)
EDITAL DE CITAÇÃO DE TERCEIROS INTERESSADOS, RÉUS AUSENTES E DESCONHECIDOS, COM PRAZO DE 30 DIAS (TRINTA DIAS), EXPEDIDO NOS AUTOS DE USUCAPIÃO Nº 1679/2011, PROMOVIDA POR PINES & CASTRO RESTAURANTE LTDA ME. E OUTROS EM FACE DE EDER MANTOVANI E S/M ACÁCIA MARIA CORREA ORSINI MANTOVANI. PRAZO DE 30 DIAS, PROCESSO Nº 0032272-13.2011.8.26.0309 O(A) Doutor(a) Marco Aurelio Stradiotto de Moraes Ribeiro Sampaio, MM. Juiz(a) de Direito da 3ª Vara Cível, do Foro de Jundiaí, da Comarca de Jundiaí/SP, do Estado de São Paulo, na forma da Lei, etc. FAZ SABER a todos que este edital virem ou dele tomarem conhecimento, especialmente a(o)(s) réus e terceiros ausentes, incertos, desconhecidos, eventuais interessados, bem como seus cônjuges e/ou sucessores, que Pines & Castro Restaurante Ltda Me ajuizou(ram) ação de USUCAPIÃO, alegando que exercem há mais de 43 anos a posse mansa e pacífica do imóvel: “UMA CASA, sob nº 323 e UM SALÃO COMERCIAL, sob nº 317, da Avenida Dr. Odil Campos Saes, com respectivo terreno e quintal, constituído do lote 05, da quadra “E”, da Vila Vianelo, no município e comarca de Jundiaí, 2ª Circ. Imobiliária, com a área de 382,80ms2., que mede 10,00ms. de frente para aquela avenida, por 38,16ms. da frente aos fundos, de um lado, onde confronta com o lote 06, 38,41ms. de outro lado, onde divide com o lote 04 e nos fundos mede 10,00 ms. e divide com o lote 12. Cadastro municipal nº 02.044.003-1; matriculado sob nº 17.681 perante o 2º CRI de Jundiaí/SP; requerendo assim que seja a ação julgada procedente, reconhecendo-se o domínio da autora sobre o imóvel usucapiendo, servindo a sentença como documento para a abertura de matrícula em nome da autora. E, estando todos acima mencionados em lugar incerto e não sabido, ficam os mesmos CITADOS para os atos e termos da ação, bem como ADVERTIDOS de que poderão contestar a ação no prazo de 15 (quinze) dias, que começarão a fluir, decorrido o prazo do edital (trinta dias), sob pena de serem aceitos como verdadeiros os fatos alegados pelo autor. E para que produza seus efeitos de direito e a notícia chegue ao conhecimento de todos para que ninguém possa alegar ignorância, expediu-se o presente edital que será afixado e publicado na forma da Lei.
Citação, Prazo 20 dias, Processo nº 583.00.2012.143426-5 nº ordem 895/2012. O Dr. Sang Duk Kim, Juíz de Direito da 7ª Vara Cível da Capital, na forma da lei. Faz Saber que Walter Catanzaro, ajuizou uma ação de Anulação e Substituição de Título ao Portador, objetivando a anulação de 559 ações do CNPJ 02.558.157/ 0001-62 tipo PN da Telefônica Brasil S/A em nome do autor quem tem como código de investidor o nº 00012573661, para entrega ao Banco Bradesco S/A. Foi deferida a citação de eventuais detentores e terceiros interessados por edital, para que em 10 dias, a fluir após os 20 dias supra, contestem o feito, sob pena de presumirem-se verdadeiros os fatos alegados. São Paulo, 10/08/2012. EDITAL DE CITAÇÃO PRAZO DE 20 DIAS, expedido nos autos da Ação de Usucapião, PROCESSO Nº 016415939.2009.8.26.0100 ( USUC 623 ) O(A) Doutor(a) Guilherme Stamillo Santarelli Zuliani, MM. Juiz(a) de Direito da 1ª Vara de Registros Públicos, do Foro Central Cível, da Comarca de de SÃO PAULO, do Estado de São Paulo, na forma da Lei, etc.FAZ SABER a(o) réus ausentes, incertos, desconhecidos, eventuais interessados, bem como seus cônjuges, se casados forem, herdeiros e/ou sucessores, que Alzira Paganine de Moraes ajuizou(ram) ação de USUCAPIÃO, visando a declaração de domínio sobre o imóvel localizado na Rua João Ventura Batista, s/nº - Vila Guilherme - São Paulo - SP, com área de 1.696,26 m², alegando posse mansa e pacífica no prazo legal. Estando em termos, expede-se o presente edital para citação dos supramencionados para, no prazo de 15 (quinze) dias, a fluir após o prazo de 20 dias, contestem o feito, sob pena de presumirem-se aceitos como verdadeiros os fatos articulados pelo autor. Será o presente edital, por extrato, afixado e publicado na forma da lei.
EDITAL DE CITAÇÃO PRAZO DE 20 DIAS, expedido nos autos da Ação de Usucapião, PROCESSO Nº 004722039.2010.8.26.0100 ( USUC 1026 ) O(A) Doutor(a) Guilherme Stamillo Santarelli Zuliani, MM. Juiz(a) de Direito da 1ª Vara de Registros Públicos, do Foro Central Cível, da Comarca de SÃO PAULO, do Estado de São Paulo, na forma da Lei, etc. FAZ SABER a(o)(s) réus ausentes, incertos, desconhecidos, eventuais interessados, bem como seus cônjuges, se casados forem, herdeiros e/ou sucessores, que José Antonio Teixeira ajuiz(ou)(aram) ação de USUCAPIÃO, visando a declaração de domínio sobre as unidades autônomas consistentes nos conjuntos nºs. 111 (com área útil de 152,631m², área comum 41,275m², área total de 193,906m² - contribuinte nº299.035.0778-8) e 113 (com área útil de 155,964m², área comum 42,177m², área total de 198,141m² - contribuinte nº299.035.0780-1) e 06 (seis) vagas de garagem nºs.5 , 6, 11 ,12,13 e 14, cada uma com área de 26,714m², sendo área útil de 10,00m² e área comum de 16,714m², contribuinte nº299.035.0737-0 (área maior) do Edifício Almar, localizado na Rua Pequetita, nº145 - Vila Olimpia - São Paulo - SP, alegando posse mansa e pacífica no prazo legal. Estando em termos, expede-se o presente edital para citação dos supramencionados para, no prazo de 15 (quinze) dias, a fluir após o prazo de 20 dias, contestem o feito, sob pena de presumirem-se aceitos como verdadeiros os fatos articulados pelo autor. Será o presente edital, por extrato, afixado e publicado na forma da lei.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
terça-feira, 12 de março de 2013
CPM Braxis S.A.
ATA DA REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DO BANCO MERCANTIL DO BRASIL S.A. CNPJ Nº 17.184.037/0001-10- COMPANHIA ABERTA - NIRE 31300036162 1 - Local, data e hora: Sede social, na Rua Rio de Janeiro, 654/680 - 5º andar, na sala de reuniões, em Belo Horizonte, Minas Gerais, 11 de dezembro de 2012, 10:00 (dez) horas. 2 - Presenças: Maioria dos membros do Conselho de Administração. 3 - Deliberações: Preenchendo as condições previstas no Art. 147 da Lei 6404/76 e na Resolução nº 4.122/2012 do Conselho Monetário Nacional, foi eleito, por unanimidade, para ocupar o cargo de Diretor (art. 26, V do Estatuto Social), com mandato coincidente com o dos demais diretores, ou seja, até a primeira reunião do Conselho de Administração após a Assembléia Geral Ordinária de 2014, o Sr. Waldenio Pessoa Silva, brasileiro, casado, bancário, residente e domiciliado em Belo Horizonte - MG, na Rua Contria, 1550/802, Bairro Grajau, CEP 30431-245, C.I. nº MG - 1.633.980 - SSPMG, CPF nº 359.517.456-91. Nada mais havendo a tratar, foi encerrada a reunião, da qual, para constar, lavrou-se a presente ata que, após lida e aprovada, vai por todos os Conselheiros presentes assinada. Belo Horizonte, 11 de dezembro de 2012. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO: Milton de Araújo, José Ribeiro Vianna Neto, Mauricio de Faria Araujo, José Carneiro de Araújo, Yehuda Waisberg, Peter Edward Cortes Marsden Wilson, Luiz Henrique Andrade de Araújo, Leonardo de Mello Simão. CONFERE COM O ORIGINAL LAVRADO NO LIVRO PRÓPRIO. BANCO MERCANTIL DO BRASIL S.A. Luiz Carlos de Araújo - Diretor Executivo. André Luiz Figueiredo Brasil - Vice-Presidente Executivo. Atestamos que este documento foi submetido a exame do Banco Central do Brasil em processo regular e a manifestação a respeito dos atos praticados consta de carta emitida à parte. Departamento de Organização do Sistema Financeiro. Gerência Técnica em Belo Horizonte. Denise de Medeiros Rodrigues - Analista. Junta Comercial do Estado de Minas Gerais. Certifico o registro sob o nro: 5011124 em 28/02/2013. Banco Mercantil do Brasil S.A. Protocolo: 13/144.053-5. Marinely de Paula Bomfim - Secretária Geral.
PREFEITURA MUNICIPAL DE CASTILHO/SP TERMO DE HOMOLOGAÇÃO PROCESSO LICITATÓRIO 04/13 - PREGÃO 01/13 Objeto: Aquisição de gêneros alimentícios, gás e utensílios de cozinha, destinados a atender a Merenda Escolar e Creches. Considerando a adjudicação constante da ata dos trabalhos da sessão pública de julgamento, lavrada pelo Sr. Pregoeiro, designada pela Portaria nº 029, de 03/01/2013; e a regularidade do procedimento, hei por bem, com base na Lei Federal nº 10520, de 17 de julho de 2002, Homologar, os lotes do objeto licitado, às empresas abaixo delineadas e determinar que sejam tomadas as providências ulteriores. Cooperativa Agrária e de Cafeicultores da Região de Tupi Paulista. Avenida Nove de Julho, 1.436 – Centro. Tupi Paulista – SP. CNPJ (MF): 72.698.509/0004-03. Lote: 02. Valor: R$ 88.000,00 (Oitenta e oito mil reais). Marina Yuriko Furuti – ME. Avenida Dr. Getúlio Vargas, 240 - Centro. Castilho – SP. CNPJ (MF): 09.005.151/0001-07. Lotes: 03 e 08. Valor: R$ 57.925,00 (Cinquenta e sete mil, novecentos e vinte e cinco reais). Gislene Nogueira Pontim – ME. Rua José Mendes da Silva, 145 – Castilho I. Castilho – SP. CNPJ (MF): 07.590.733/0001-72. Lote: 04. Valor: R$ 78.600,00 (Setenta e oito mil e seiscentos reais). JBS S/A. Avenida José Batista Sobrinho, s/n – Bairro São Francisco. Andradina – SP. CNPJ (MF): 02.916.265/ 0011-31. Lote: 05. Valor: R$ 175.000,00 (Cento e setenta e cinco mil reais). Sagrado & Vidotto Araçatuba Ltda. Rua do Fico, 1.675 – Jardim Dona Amélia. Araçatuba – SP. CNPJ (MF): 02.183.748/0001-00. Lotes: 06, 07 e 09. Valor: R$ 230.900,00 (Duzentos e trinta mil, novecentos reais). Castilho – SP, 11 de março de 2.013. Joni Marcos Buzachero. Prefeito. A Debitar (12.03.13) CPM Braxis S.A. CNPJ nº 65.599.953/0001-63 – NIRE nº 35.300.178.815 Ata da AGE realizada em 07 de Fevereiro de 2013 1. Data, Local e Hora: Aos 07/02/2013, às 9hs, na sede da CPM Braxis S.A., na Alameda Araguaia, nº 1930, em Barueri/SP (“Cia.” ou “CPM Braxis”). 2. Convocação e Quórum: Convocação dispensada, diante da presença de 100% dos acionistas da Cia., conforme assinaturas constantes no Livro de Presença de Acionistas. 3. Composição da Mesa: Presidente: Navin Goel; Secretário: Alessandro Piero Porro. 4. Ordem do Dia: deliberar sobre (a) a eleição de membros efetivos e suplentes do Conselho de Administração da Cia.; e (b) a aprovação da prática de todo e qualquer ato necessário à implementação integral da deliberação descrita no item (a) acima. 5. Deliberações: Tendo revisado, discutido e votado sobre a ordem do dia, os acionistas presentes, por unanimidade de votos e sem quaisquer restrições, deliberaram o quanto segue:5.1. Aprovar, tendo em vista a renúncia do Sr. Nicolas Georges Norbert Marie Joel Durfourcq, portador do Passaporte Francês nº 09PP21825, CPF/MF nº 234.511.588-25, ao cargo de membro suplente do Conselho de Administração da Cia., conforme carta de renúncia apresentada e arquivada na Cia. na presente data, a eleição do Sr. Alain Marie Louis de Martin du Tyrac de Marcellus, Passaporte Francês nº 05TT622294, para ocupar o cargo de suplente do Sr. Paul Jean Hermelin ,membro efetivo do Conselho de Administração da Cia.. 5.2. Aprovar, tendo em vista a renúncia do Sr. Joaquim Lima de Oliveira, RG nº 501.303 (SSP/SP), CPF/MF nº 152.230.001-53, ao cargo de membro efetivo do Conselho de Administração da Cia., conforme carta de renúncia apresentada e arquivada na Cia. na presente data, e a eleição do Sr. Raphael Rezende Neto, Cédula de Identidade nº 9037 CRC DF, e CPF/MF nº 318.777.021-53, para ocupar o cargo de membro efetivo do Conselho de administração da Cia.. 5.3. Os conselheiros ora eleitos terão seus mandatos unificados com os dos conselheiros eleitos na assembleia geral ordinária da Cia.realizada em 25/05/2012.5.3.1. Os membros do Conselho de Administração ora eleitos ficam dispensados de prestar qualquer caução e tomarão posse por meio da assinatura dos termos de posse arquivados na sede social da Cia. e declaram, para fins do Art. 147, § 1º da Lei das Sociedades por Ações, que não se encontram incursos em nenhum dos crimes previstos em lei que os impeçam de exercer atividades empresárias.5.4. Aprovar a prática de todo e qualquer ato necessário à implementação integral das deliberações descritas nos itens 5.1 a 5.3 acima.6.Encerramento:Nada mais havendo a ser tratado, foi encerrada a assembleia, da qual se lavrou a presente ata que, lida e achada conforme, foi por todos os presentes assinada.Presidente/Secretário:Navin Goel - Presidente;Alessandro Piero Porro - Secretário.Acionistas presentes:CAP Sogeti 2005 SAS, Caixa Participações S.A., David Shpilberg, BDSTechnology LLC, Braxis ERP Software S.A., BraxisTecnologia da Informação S.A., CPM Holdings Ltd., Cristal Delaware, LLC, Infors investimentos Ltda., José Luiz Teixeira Rossi, NextGenb LLC, Serpartners Participações e Administração S.A. e União Participações Ltda. Barueri, 07 de Fevereiro de 2013.Alessandro Piero Porro - Secretário.Jucesp nº 91.841/13-6 em 28/02/2013.Gisela Simiema Ceschin-Secretária Geral.
Jamy Empreendimentos e Agronegócios S.A. CNPJ/MF nº 07.039.888/0001-15 – NIRE 35300316266 Ata de AGE realizada em 26 de dezembro de 2012 I - Data, Hora e Local: 26/12/2012, às 10hs, na sede social localizada em SP/SP, à Av. Alexandre Mackenzie, nº 619, S/ 01, Jaguaré, CEP 05322-000. II - Presença: acionistas representando a totalidade do capital social da Cia. (Anexo III). III - Convocação: dispensada face à representação de acionistas repreentando a totalidade do capital social, nos termos do art. 124, §4º, da Lei nº 6.404, de 15/12/76 (“Lei das S/As”). IV - Mesa: Srs. Jorge Antônio Miguel Yunes, RG nº 1.675.188 SSP/SP e CPF/MF nº 037.047.426-00; Presidente; e Ivani José Kechfi Yunes, RG nº 3.710.107-9 emitida pela SSP/SP e CPF/MF nº 610.460.608-30, Secretária. V - Ordem do Dia: 5.1. aprovar o aumento de capital social da Cia. ; e 5.2. aprovar a emissão de novas ações da Cia. . VI - Deliberações tomadas por unanimidade: Os acionistas presentes tomaram ciência da proposta objeto da Ordem do Dia e; 6.1. aprovaram o aumento de capital social no montante de R$ 27.145.955,00, o qual será totalmente subscrito e integralizado, pelo Sr. Jorge Antônio Miguel Yunes, acima qualificado, mediante cessão de crédito que este possui perante à sociedade IBEP - Instituto Brasileiro de Edições Pedagógicas Ltda., sociedade limitada com sede no Município de São Paulo, Estado de São Paulo, na Av. Alexandre Mackenzie, nº 619, Bairro Jaguaré - CEP 05322-000, regularmente inscrita no CNPJ/MF sob o nº 61.016.028/0001-01, tendo seus atos constitutivos arquivados na Junta Comercial do Estado de São Paulo sob o NIRE nº 35300316258, passando o capital social de R$ 98.574.757,00 para R$ 125.720.712,00; e 6.2. aprovaram a emissão de 27.145.955,00 novas ações ordinárias nominativas, sem valor nominal, ao preço de emissão de R$ 1,00 cada ação, fixado de acordo com o valor do capital social desta Cia. nesta data, conforme Boletim de Subscrição (Anexo I). VII - Lavratura e leitura da ata: nada mais havendo a ser tratado, foi suspensa a assembleia pelo tempo necessário à lavratura da presente ata, que, lida e achada conforme, foi por todos presentes assinada. Local e Data: São Paulo, 26 de dezembro de 2012. Mesa: Srs. Jorge Antônio Miguel Yunes, Presidente; e Ivani José Kechfi Yunes, Secretária. Acionista Presentes: IJ Yunes S.A. e Jorge Antônio Miguel Yunes. São Paulo, 26 de dezembro de 2012. Jorge Antônio Miguel Yunes - Presidente; Ivani José Kechfi Yunes - Secretária. Visto do Advogado: Mauricio Pernambuco Salin - OAB/SP nº 170.872. Jucesp nº 102.641/13-4 em 04/03/2013. Gisela Simiema Ceschin-Secretária Geral.
AVISO DE LICITAÇÃO. Como o edital do Pregão Presencial 014/2013 anteriormente publicado teve, a pedido da Secretaria Municipal de Indústria, Comércio, Turismo e Agricultura, alterado o tipo de licitação de “menor preço por lote” para “menor preço por item”, é republicado, nos termos do Art. 21, § 4º, da Lei Federal 8.666/1993, o novo edital com a alteração efetuada. Fica mantida a mesma data para a realização do certame. MODALIDADE: Pregão Presencial 014/2013, PROCESSO: 95/2013, OBJETO RESUMIDO: Registro de preços de prestação de cursos de iniciação profissional não formal, com carga horária máxima de 60 horas, DATA E HORA DA LICITAÇÃO: 28/03/2013, às 09h00, LOCAL DA LICITAÇÃO: Sala de Licitações do Paço Municipal, na Praça Cel. Brasílio Fonseca, 35, Centro, Guararema – SP. O Edital poderá ser lido e obtido na íntegra no Paço Municipal de Guararema, na Praça Cel. Brasílio Fonseca, 35, Centro, Guararema/SP, no período das 08h30min às 16h00. Os interessados poderão obter o Edital por e-mail, enviando mensagem eletrônica para o endereço licitacao@guararema.sp.gov.br, informando os dados da empresa, a modalidade e o número da licitação. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 4693-8016. MARCIO LUIZ ALVINO DE SOUZA, Prefeito Municipal.
EMPRESA MUNICIPAL DE PROCESSAMENTO DE DADOS – EMPRO EXTRATO DE AVISO DE LICITAÇÃO - PREGÃO PRESENCIAL Nº 003/2013 Objeto: Contratação de empresa especializada em serviços gráficos de impressão em papel A4, 4x2 cores, 4x4 cores, 1x0 preto e branco, 1x1 preto e branco com gramatura 75 gramas e 90 gramas, cartões de visita, envelopes e fotolitos, conforme a especificação técnica do Anexo I, deste Edital. Edital completo na sede da Empro: Av. Romeu Strazzi, 199 – Bairro Vila Sinibaldi, São José do Rio Preto/SP, ou pelo site http://www.empro.com.br. – Fone: (17)3201-1201/1216. Abertura: 26 de março de 2013, às 09h30. Valor estimado: R$ 1.021.448,00 (um milhão, vinte e um mil, quatrocentos e quarenta e oito reais). São José do Rio Preto/SP, 11 de março de 2013. Cássio Domingos Dosualdo Moreira – Pregoeiro.
PREFEITURA MUNICIPAL DE IPEÚNA/SP
EDITAL RESUMIDO DA TOMADA DE PREÇOS Nº 005/2013
Tomada de Preços Nº 005/2013 – Objeto: contratação de empresa para fornecimento de infraestrutura completa, visando a realização da 3ª Expo Ipeúna e 21ª Festa do Peão de Ipeúna, a realizar-se nos dias 25, 26, 27 e 28/4/13; Encerramento: às 9h00 do dia 28/3/13; O edital e anexos encontram-se à disposição dos interessados no Setor de Licitações da Prefeitura, situado na Rua 01, 275 – Centro, Ipeúna/SP, no horário das 8h00 às 11h30 e das 13h00 às 17h30, em dias úteis. Informações pelo telefone (19) 3576-9007 ou licitacao@ipeuna.sp.gov.br. Será exigido cadastramento prévio. Não serão enviados editais por correio ou e-mail. Ipeúna, 11/3/2013. Rossane Ap. Salla – Presidente da CJL.
CNPJ nº 65.599.953/0001-63 – NIRE nº 35.300.178.815 Ata da Assembleia Geral Extraordinária realizada em 6 de Fevereiro de 2013 1. Data, Local e Hora: Aos 6/02/2013, os acionistas da CPM Braxis S.A. (“Cia.” ou “CPM Braxis”) reuniram-se a partir das 9hs na sede da Cia., na Al.Araguaia, nº 1930,em Barueri/SP, tendo sido a assembleia instalada e os trabalhos iniciados às 9:30hs, conforme convocações devidamente publicadas. 2. Convocação e Quórum: Convocações publicadas, nos termos do Art. 124, I, da Lei nº 6.404, de 15/12/76, conforme alterada (“Lei das Sociedades por Ações”), nas páginas 33, 41 e 50 do Diário Oficial do Estado de São Paulo em 29, 30 e 31/01/2013, respectivamente, e nas páginas 15, 17 e 17, do Diário do Comércio, também em 29, 30 e 31/01/2013, respectivamente, com presença dos acionistas da Cia., conforme assinaturas constantes no Livro de Presença de Acionistas. 3. Composição da Mesa: Presidente: José Luis Teixeira Rossi; Secretário: Alessandro Piero Porro. 4. Ordem do Dia: deliberar sobre (a) a aprovação do aumento do capital social da Cia. mediante a emissão de novas ações ordinárias, todas nominativas e sem valor nominal, nos termos e condições previstos no Contrato de Subscrição (Contrato de Subscrição) celebrado em 6 de dezembro de 2012; (b) a alteração e consolidação do Estatuto Social da Cia., refletindo o referido aumento de capital; e (c) a aprovação da prática de todo e qualquer ato necessário à implementação integral das operações descritas nos itens (a) e (b) acima. 5. Deliberações: Tendo revisado, discutido e votado sobre a ordem do dia, os acionistas presentes, por unanimidade de votos e sem quaisquer restrições, deliberaram o quanto segue: 5.1. Aprovar (a) o aumento do capital social da Cia. em R$40.679.998,30, passando este de R$1.217.223.803,17 para R$1.257.903.801,47, mediante a emissão de 7.603.738 novas ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, pelo preço de emissão de R$5,35 por ação (“Novas Ações”), todas ora subscritas e integralizadas pela EMC International Company, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 12.000.728/0001-00 (“EMC”), nos termos do Boletim de Subscrição constante do Anexo I à presente ata. 5.1.1. Os acionistas, neste ato, renunciam aos seus respectivos direitos de preferência na subscrição do aumento de capital aprovado no item 5.1 acima. 5.2. Aprovar a alteração do caput do Art. 5º do Estatuto Social da Cia. a fim de refletir o referido aumento do capital social aprovado no item 5.1 acima, que passará a vigorar com a seguinte nova redação:“Art. 5º - O capital social é de R$1.257.903.801,47, dividido em 286.799.195 ações, nominativas, todas escriturais e sem valor nominal, sendo (a) 261.234.891 ações ordinárias; (b) 12.274.044 ações preferenciais classe “A”, sem direito a voto, conversíveis em ações ordinárias; e (c) 13.290.260 ações preferenciais classe “B”, sem direito a voto, conversíveis em ações ordinárias.” 5.2.1. Em virtude da aprovação da alteração do caput do Art. 5º do Estatuto Social da Cia., nos termos do item 5.2 acima, os acionistas aprovam a consolidação do Estatuto Social, o qual passará a vigorar nos termos do Anexo II à presente ata.5.3. Aprovar a prática de todo e qualquer ato necessário à implementação integral das operações descritas nos itens 5.1 e 5.2 acima.6. Encerramento: Nada mais havendo a ser tratado, foi encerrada a assembleia, da qual se lavrou a presente ata que, lida e achada conforme, foi por todos os presente assinada. Presidente/Secretário: José Luis Teixeira Rossi - Presidente; Alessandro Piero Porro - Secretário. Acionistas presentes: CAP Sogeti 2005 SAS, Caixa Participações S.A., Braxis ERP Software S.A., Braxis Tecnologia da Informação S.A., CPM Holdings Ltd., Cristal Delaware, LLC, Infors Investimentos Ltda., José Luis Teixeira Rossi, Serpartners Participações e Administração S.A. e União Participações Ltda. Barueri, 6/02/2013. José Luis Teixeira Rossi - Presidente; Alessandro Piero Porro - Secretário. Acionistas: CAP Sogeti 2005 SAS; Caixa Participações S.A.; Braxis ERP Software S.A.; Braxis Tecnologia da Informação S.A.; CPM Holdings Ltd.; Cristal Delaware, LLC; Infors Investimentos Ltda.; José Luis Teixeira Rossi; Serpartners Participações e Administração S.A.; União Participações Ltda..Anexo II - Consolidação do Estatuto Social“Estatuto Social Capítulo I - Denominação, Sede, Objeto e Duração - Art. 1º A CPM Braxis S.A.é uma sociedade anônima, que se rege por este Estatuto e demais disposições legais que lhe forem aplicáveis.Art. 2º A Cia.tem sede na cidade de Barueri, Estado de São Paulo e pode, por deliberação da Diretoria, abrir, manter e fechar filiais, Centros de Assistência Técnica, escritórios, depósitos, agências de representações ou outras dependências de qualquer natureza no País, e no exterior, com a aprovação adicional do Conselho de Administração. Art. 3º A Cia. tem por objeto social: (a) a industrialização, importação, exportação, locação, instalação e manutenção de máquinas, acessórios e programas para computadores, equipamentos de telecomunicações, automação bancária, digitalização, arquivamento e processamento de documentos e imagens, e de periféricos relativos aos produtos acima especificados; (b) a prestação de serviços relacionados a cursos de treinamento e assessoria na área de informática e de telecomunicações; (c) a representação comercial de pessoas físicas e jurídicas, domiciliadas no País ou no exterior; (d) oferecimento e desenvolvimento de serviços de consultoria em negócios, organizações, processos e tecnologia da informação; (e) o oferecimento, desenvolvimento e implementação de projetos de desenvolvimento, manutenção e projetos de reestruturação de sistemas; (f) desenvolvimento e implementação de programas de capacitação e treinamento em negócios e tecnologia; (g) desenvolvimento e implementação de projetos de integração em tecnologia da informação; (h) a distribuição e marketing de componentes e serviços de informática; (i) a participação em outras sociedades comerciais ou civis no País ou no exterior, como sócio, cotista ou acionista; (j) a prestação de assistência técnica a terceiros, bem como a comercialização de quaisquer produtos em geral, inclusive de produtos primários, semi-manufaturados e manufaturados; e (k) o desenvolvimento de atividades de armazenamento, inventário e administração de estoque de terceiros. Art. 4º O prazo de duração será por tempo indeterminado. Capítulo II Do Capital Social e Ações - Art. 5º O capital social é de R$1.257.903.801,47, dividido em 286.799.195 ações, nominativas, todas escriturais e sem valor nominal, sendo (a) 261.234.891 ações ordinárias; (b) 12.274.044 ações preferenciais classe “A”, sem direito a voto, conversíveis em ações ordinárias; e (c) 13.290.260 ações preferenciais classe “B”, sem direito a voto, conversíveis em ações ordinárias.§1º Cada ação ordinária terá direito a um voto nas deliberações da Assembléia Geral.§2º A Cia. poderá emitir (i) ações preferenciais classe “A”, nominativas, escriturais, sem valor nominal e sem direito a voto, conversíveis em ações ordinárias, que terão prioridade no reembolso de capital no caso de liquidação da Cia., com prêmio equivalente a 12% sobre o preço de sua emissão caso venha a ser deliberada a liquidação da Cia. no prazo de 18 meses a contar da data de emissão dessas ações, bem como (ii) ações preferenciais classe “B” nominativas, escriturais, sem valor nominal e sem direito a voto, conversíveis em ações ordinárias, que terão prioridade no reembolso de capital no caso de liquidação da Cia., sem prêmio. §3º A Cia. está autorizada a aumentar seu capital social até o limite de 260.000.000 de ações, sendo 150.000.000 de ações ordinárias e 110.000.000 de ações preferenciais, das quais 50.000.000 poderão ser ações preferenciais classe“A”e 60.000.000 poderão ser ações preferenciais classe“B”, independentemente de reforma estatutária, mediante deliberação do Conselho de Administração, que fixará as condições da emissão, estabelecendo se o aumento se dará por subscrição pública ou particular, o preço e as condições de integralização.§4º Dentro do limite do capital autorizado, o Conselho de Administração poderá deliberar a emissão de bônus de subscrição.§5º O Conselho de Administração poderá outorgar, de acordo com plano aprovado pela Assembléia Geral, opção de compra ou subscrição de ações a seus administradores e empregados, assim como aos administradores e empregados de outras sociedades que sejam controladas direta ou indiretamente pela Cia., sem direito de preferência para os acionistas. §6º Dentro do limite do capital autorizado, a emissão de ações, debêntures conversíveis em ações e bônus de subscrição, cuja colocação seja feita mediante venda em bolsa de valores ou subscrição pública, ou ainda mediante permuta por ações, em oferta pública de aquisição de controle, poderá dar-se com exclusão do direito de preferência dos acionistas, ou redução do prazo para o seu exercício. §7º As ações da Cia. serão escriturais, mantidas em conta de depósito em nome de seus titulares, junto à instituição financeira autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM e indicada pelo Conselho de Administração, podendo ser cobrada dos acionistas a remuneração de que trata o § 3º do Art. 35 da Lei nº. 6.404/76. Art. 6º A Cia. não poderá emitir partes beneficiárias. Capítulo III - Da Administração da Cia. - Seção I - da Assembléia Geral - Art. 7º A Assembléia Geral tem poderes para decidir todos os negócios relativos ao objeto da Cia. e tomar as resoluções que julgar convenientes à sua defesa e desenvolvimento. §1º A Assembléia Geral reunir-se-á ordinariamente uma vez por ano e, extraordinariamente, sempre que convocada nos termos da Lei ou deste Estatuto. §2º Nas Assembléias Gerais, os acionistas deverão apresentar, com até dois dias de antecedência, além dos documentos de identificação, acompanhados, conforme o caso, de mandato que comprove a representação com reconhecimento da firma do outorgante, o comprovante expedido pela instituição depositária. §3º A Assembléia Geral será instalada e presidida pelo Presidente do Conselho de Administração ou, na sua ausência, por qualquer membro do Conselho de Administração designado previamente pelo Presidente do Conselho, ou na ausência da designação pelo Presidente do Conselho de Administração, por qualquer acionista escolhido pelos presentes, o qual indicará um secretário para auxiliá-lo. Art. 8º Sem prejuízo das demais matérias previstas em lei, dependerá da aprovação da Assembléia Geral a prática dos seguintes atos societários:(i) qualquer alteração do objeto social da Cia.;(ii) desenvolvimento de atividades fora do objeto social ou da linha de negócios da Cia.; (iii) fixação e alteração do montante global da remuneração dos membros do conselho de administração e da diretoria da Cia.; (iv) qualquer aumento ou redução do capital social da Cia. (exceto se dentro dos limites do capital autorizado) com ou sem emissão de quaisquer títulos ou valores mobiliários, e qualquer emissão de valores mobiliários conversíveis em ações da Cia.; (v) fusão, incorporação, incluindo incorporação de ações, cisão, alteração de tipo societário ou qualquer outra reestruturação ou reorganização societária relevante diretamente envolvendo a Cia.; (vi) recompra, desdobramento, grupamento, conversão ou resgate de quaisquer títulos ou valores mobiliários de emissão da Cia.;(vii) liquidação, dissolução, falência, recuperação judicial, liquidação judicial ou extrajudicial da Cia.; (viii) qualquer alteração na política de dividendos estabelecida no Estatuto; (ix) outorga e alteração de quaisquer planos de opção de compra de ações envolvendo a Cia.; (x) inclusão de quaisquer títulos ou valores mobiliários em bolsa de valores ou mercado de ações regulado ou mercado similar, bem como oferta pública de ações de títulos ou valores mobiliários de emissão da Cia.; e (xi) escolha da instituição ou empresa especializada responsável pela determinação do Valor Econômico da Cia., a partir de lista tríplice apresentada pelo Conselho de Administração, a qual será responsável pela preparação do laudo de avaliação das ações da Cia., em caso de cancelamento de registro de Cia.aberta.Seção II - Dos Órgãos da Administração - Sub-Seção I - Disposições Gerais - Art. 9º A administração da Cia. será exercida por um Conselho de Administração e por uma Diretoria. §1º A Assembléia Geral fixará o montante global da remuneração dos administradores, cabendo ao Conselho de Administração efetuar a distribuição da verba individualmente. §2º A posse dos administradores estará condicionada à assinatura do termo respectivo, lavrado em livro próprio. §3º Os administradores da Cia. deverão aderir à Política de Negociação de Valores Mobiliários de emissão da Cia., mediante assinatura do termo respectivo. Sub-Seção II - Do Conselho de Administração - Art. 10 O Conselho de Administração será composto por 9 membros efetivos, com igual número de suplentes, indicados pela Assembléia Geral, com mandato unificado de 1 ano, permitida a reeleição. §1º O Conselho de Administração reunir-se-á trimestralmente ou sempre que necessário, por convocação de seu Presidente, ou pela maioria de seus membros, através de carta, telegrama, fac-símile, correio eletrônico, ou outro meio de comunicação com comprovante de recebimento, com antecedência mínima de 48 horas, podendo tal convocação ser dispensada se presente a totalidade dos conselheiros. §2º Em caso de vacância de um ou mais dos cargos de conselheiro, não havendo suplente, o Conselho de Administração poderá eleger um ou mais conselheiros substitutos o(s) qual(is) permanecerá(ão) no cargo até a primeira Assembléia Geral que se realizar após aquela data. Para os fins deste Estatuto, considerar-se-á ocorrida a vacância em caso de morte, incapacidade permanente, renúncia, destituição ou ausência injustificada por mais de três reuniões consecutivas. §3º Em caso de ausência ou impedimento temporários, os membros do Conselho de Administração serão substituídos pelos respectivos suplentes vinculados, se houver, ou, na ausência destes, por outro conselheiro, munido de procuração com poderes específicos. Nesta última hipótese, o conselheiro que estiver substituindo o conselheiro ausente ou impedido, além de seu próprio voto, expressará o voto do conselheiro ausente. §4º Os conselheiros poderão participar das reuniões do Conselho de Administração por intermédio de conferência telefônica, vídeo-conferência ou por qualquer outro meio de comunicação eletrônico, sendo considerados presentes à reunião e devendo confirmar seu voto através de declaração por escrito encaminhada ao secretário da reunião por carta, fac-símile ou correio eletrônico logo após o término da reunião. Uma vez recebida a declaração, o secretário da reunião ficará investido de plenos poderes para assinar a ata da reunião em nome do conselheiro. §5º O conselheiro deve ter reputação ilibada, não podendo ser reeleito, salvo dispensa da Assembléia Geral e a maioria dos membros do Conselho de Administração, não se computando o voto do referido conselheiro, aquele que (i) ocupar cargos em sociedades não Afiliadas à Cia. ou às subsidiárias que possam ser consideradas concorrentes da Cia.; ou (ii) tiver ou representar interesse conflitante (interesse outro que não o de uma Afiliada) com a Cia.; não poderá ser exercido o direito de voto pelo conselheiro caso se configurem, supervenientemente, os mesmos fatores de impedimento. §6º Os membros do Conselho de Administração deverão permanecer em seus cargos e no exercício de suas funções até que sejam eleitos seus substitutos ou assumam os seus respectivos suplentes, exceto se de outra forma for deliberado pela Assembléia Geral de acionistas. §7º As despesas razoavelmente incorridas pelos membros do Conselho de Administração para comparecer a reuniões e outros compromissos relacionados à sua posição, incluindo, mas não se limitando a passagens aéreas, acomodação e outros, serão arcados pela Cia..§8º Os acionistas poderão indicar observadores para participar de qualquer reunião do Conselho de Administração ou de qualquer outro comitê a este relacionado, sem qualquer direito de voto ou veto, mas podendo discutir toda e qualquer matéria na ordem do dia de respectivas reuniões. Os observadores receberão, concomitante aos membros do Conselho de Administração e/ou membros de qualquer comitê a este relacionado, conforme o caso, pelo mesmo meio, convocações e notificações de quaisquer reuniões relacionadas, incluindo, cópia de materiais e documentos fornecidos a tais membros. Os observadores poderão, também, comparecer a reuniões do Conselho de Administração ou de qualquer comitê a este relacionado nos termos do Art.10 §4 acima. Art. 11 O Conselho de Administração poderá determinar a criação de comitês de assessoramento destinados a auxiliar os respectivos membros do Conselho de Administração, bem como definir a respectiva composição e atribuições específicas. § Único Sem prejuízo do acima disposto, a Cia. terá 2 Comitês permanentes com papel consultivo (e não vinculativo), cada um dos quais será composto por 4 membros, conforme abaixo: (a) Comitê de Administração e Estratégia, o qual deverá auxiliar o Conselho de Administração, no desenvolvimento de suas atividades relacionadas a finanças, controle, administração de talentos, remuneração de administradores, assuntos legais, novos negócios, investimentos e acompanhamento dos resultados da Cia. e da performance de administradores. Neste caso, o Comitê de Administração e Estratégia deverá, em tempo, emitir uma recomendação não vinculativa prévia à reunião do Conselho de Administração acerca das matérias abaixo: (i) eleição, avaliação e destituição, a qualquer tempo, de administradores, bem com definição de seus deveres e atribuições específicos, nos casos em que o presente Estatuto for omisso; (ii) fiscalização da gestão dos administradores, examinar, a qualquer tempo, livros e documentos societários da Cia., requerer informação relacionada a contratos relevantes celebrados ou em vias de celebração, bem como sobre quaisquer outros atos. (iii) definição do critério a ser adotado para remuneração variável e planos de opção dos administradores e empregados a serem outorgados pela Cia. e aprovados pelo Conselho de Administração; (iv) emissão de ações ou outros títulos e valores mobiliários conversíveis em ações pela Cia.; (v) emissão de recomendação acerca do relatório de administração e das contas; (vi) revisão da estratégia a longo prazo a ser seguida pela Cia. e suas subsidiárias; (vii) revisão da performance dos orçamentos de investimento anual e plurianual, bem como orçamentos operacionais a serem preparados pela Cia.; (viii) acompanhamento da avaliação da performance econômico-financeira da Cia., por meio de reuniões mensais realizadas com a administração da Cia.; (ix) emissão de recomendação acerca de propostas ou conselhos para a Diretoria e Assembléia Geral; (x) participação, inicial ou subseqüente, da Cia. como sócia ou acionista ou outra capacidade similar no empreendimento de outra Pessoa, a concessão de tal participação em garantia a obrigação de terceiros não relacionados à operação da Cia., bem como alienação de qualquer interesse material relacionado aos ativos da Cia.; (xi) alienação, oneração e aquisição de bens para o ativo permanente em valor superior a R$ 5.000.000,00;(xii) firmar acordos ou conceder renúncia no âmbito de processos judiciais, administrativos, medidas cautelares ou qualquer outra demanda legal, administrativa ou procedimento arbitral, bem como compensação voluntária de tributos, que resultem ou possam resultar em direitos ou obrigações, individualmente considerados, em valor superior a R$ 1.000.000,00;e (xiii) análise e acompanhamento de operações relevantes envolvendo a Cia. e seus acionistas e subsidiárias, bem como a promoção da integração da Cia. em atividades internacionais de seu acionista controlador. (b) Comitê Especial de Auditoria, o qual deverá, em tempo, emitir uma recomendação prévia à reunião do Conselho de Administração acerca das matérias abaixo: (i) escolha e contratação de auditores independentes da Cia.; (ii) aprovação das práticas contábeis e critérios da Cia.; (iii) acompanhamento do endividamento da Cia. e suas características; e (iv) revisão dos balancetes patrimoniais trimestrais e das demonstrações financeiras da Cia.. Art. 12 O Conselho de Administração terá 1 Presidente e 2Vice-Presidentes, todos eleitos pelo Conselho de Administração.Art.13 O Conselho de Administração instalar-se-á mediante a presença da maioria de seus membros e deliberará validamente pelo voto favorável da maioria de seus membros eleitos (exceto disposição em contrário constante de quaisquer Acordos de Acionistas firmados pelos acionistas da Cia. e arquivados na sede social da Cia.). § Único - As decisões do Conselho de Administração constarão de ata que será assinada pelos presentes. Art. 14 Compete ao Conselho de Administração, pela maioria simples de votos (exceto disposição em contrário constante de quaisquer Acordos de Acionistas firmados pelos acionistas da Cia. e arquivados na sede social da Cia.): (i) fixar a orientação geral dos negócios da Cia., aprovando as diretrizes, política e objetivos básicos, para todas as áreas principais de atuação da Cia.; (ii) aprovar os planos de negócio e orçamentos anuais, os planos de investimentos, não previstos no orçamento, e os novos programas de expansão da Cia., bem como acompanhar a sua execução; (iii) eleger e destituir os diretores da Cia. e fixar-lhes as atribuições e competências; (iv) fiscalizar a gestão dos Diretores, examinar, a qualquer tempo, os livros e papéis da Cia. e solicitar informações sobre contratos celebrados ou em via de celebração, bem como sobre quaisquer outros atos; (v) atribuir, do montante global da remuneração fixada pela Assembléia Geral, os honorários mensais, a cada um dos membros da administração da Cia.; (vi) atribuir, conforme o caso, aos membros da administração a sua parcela de participação nos lucros apurados em balanços levantados pela Cia., inclusive intermediários, dentro dos limites determinados pela Assembléia Geral; (vii) manifestar-se sobre o relatório da administração e as contas da Diretoria, autorizar a distribuição de dividendos intermediários e, se distribuídos estes com base em resultados apurados em balanço intermediário, fixar a participação nos lucros a que farão jus os diretores; (viii) escolher, substituir e destituir os auditores independentes;(ix) autorizar qualquer mudança nas políticas contábeis ou de apresentação de relatórios da Cia., exceto se exigido pelos princípios contábeis geralmente aceitos nas jurisdições em que a Cia. ou suas Afiliadas operam; (x) convocar a Assembléia Geral quando julgar conveniente ou por exigência legal ou estatutária; (xi) submeter a deliberação da Assembléia Geral proposta de alteração deste Estatuto; (xii) deliberar, dentro dos limites do capital autorizado, sobre a emissão de ações da Cia.e bônus de subscrição, fixando as condições de emissão, inclusive preço e prazo de integralização, podendo, ainda, excluir o direito de preferência ou reduzir o prazo para o seu exercício nas emissões, cuja colocação seja feita mediante venda em bolsa ou por subscrição pública, ou em oferta pública de aquisição de controle, nos termos estabelecidos em lei;(xiii) outorgar, de acordo com plano aprovado pela Assembléia Geral, opção de compra ou subscrição de ações a seus administradores e empregados, assim como aos administradores e empregados de outras sociedades que sejam controladas direta ou indiretamente pela Cia., sem direito de preferência para os acionistas, na forma do disposto no Art. 5º, §4º deste Estatuto; (xiv) aprovar a prestação de fiança, aval, indenização ou outra garantia em favor de terceiros ou de sociedade em que a Cia. houver efetuado investimento, direta ou indiretamente; (xv) fixar critérios gerais de remuneração e política de benefícios (benefícios indiretos, participação no lucro e/ou nas vendas) da administração da Cia.; (xvi) aprovar a assunção de empréstimos (incluindo instrumentos de dívida) ou outro financiamento em uma operação ou em uma série de operações, no valor
Centroprojekt do Brasil S.A. - CNPJ/MF nº 03.581.470/0001-84 - NIRE 35.300.328.426 Extrato da Ata de Assembleia Geral Extraordinária de 15/02/2013 Data, Hora e Local: 15/02/2013, às 10hs., na sede social, R. Alexandre Dumas, 2200, 2º and., SP/SP. Convocação: Dispensada (art. 124, § 4º, Lei nº 6.404/76). Presença: Totalidade do capital social. Mesa: Presidente - Amilcar Rossini e Secretário - Edison Costa Porto. Deliberações Aprovadas por Unanimidade: (i) Retificação da quantidade de ações de cada acionista, e seus respectivos valores, constantes no Boletim de Subscrição da AGO/E de 16/04/2012: a) Nas ações detidas pela acionista Centroprojekt a.s. onde se lê 5.600.000 ações, leia-se 5.600.001 ações, o valor representativo destas ações passa a ser de R$5.600.001,00; b) Nas ações detidas pelo acionista Sr. Hans Peter Zwiefelhofer, onde se lê 800.000 ações, leia-se 800.001 ações, o valor representativo destas ações passa a ser de R$800.001,00; c) Nas ações detidas pelo acionista Sr. Mauro Coutinho, onde se lê 600.000 ações, leia-se 599.999 ações, o valor representativo destas ações passa a ser de R$599.999,00; e d) Nas ações detidas pelo acionista Sr. Valdir Folgosi, onde se lê 600.000 ações, leia-se 599.999 ações, o valor representativo destas ações passa a ser de R$599.999,00. (ii) Em razão das retificações, aprovar o novo Boletim de Subscrição. Encerramento: Nada mais, lavrou-se a ata. Acionistas: Centroprojekt a.s.; Hans Peter Zwiefelhofer; Amilcar Rossini; Mauro Coutinho e Valdir Folgosi. Mesa: Amilcar Rossini - Presidente, Edison Costa Porto Secretário. JUCESP nº 91.319/13-4 em 27.02.13. Gisela Simiema Ceschin - Sec. Geral. BV Sistemas de Tecnologia da Informação S.A. CNPJ/MF Nº 04.499.812/0001-84 - NIRE 35.300.369.050 ATA DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA, REALIZADA EM 06 DE FEVEREIRO DE 2013 1. Data, Horário e Local: Dia 06 de fevereiro de 2013, às 10:00 horas, na sede social, na Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 11º andar, na Capital do Estado de São Paulo. 2. Convocação e Presença: Dispensada a convocação, em virtude da presença dos Acionistas representando a totalidade do capital social. 3. Mesa Dirigente: Álvaro Jorge Fontes de Azevedo, Presidente; Marta Cibella Knecht, Secretária. 4. Ordem do Dia: Aprovar a alteração do objeto social da Sociedade. 5. Deliberações: Por unanimidade de votos, foi deliberado: (i) A alteração do objeto social da Sociedade para que passe a constar a prestação de serviços de exibição, divulgação, veiculação e locação de espaço em páginas eletrônicas; (ii) Em virtude da deliberação acima, fica alterado o artigo 3º do Estatuto Social da Sociedade, que passa a ter a seguinte e nova redação: “Objeto Social - Artigo 3º. O objeto social consiste na prestação de serviços de desenvolvimento e manutenção de sistemas, serviços de informática e serviços de exibição, divulgação, veiculação e locação de espaço em páginas eletrônicas, podendo participar de outras sociedades simples ou empresárias, no Brasil ou no exterior, na qualidade de sócia, acionista ou quotista”. (iii) Permanecem em vigor e inalterados os demais artigos do Estatuto Social da Sociedade que não foram alterados pelo presente instrumento. 6. Observações Finais: O Sr. Presidente franqueou o uso da palavra, não havendo, todavia, nenhuma manifestação. Os trabalhos foram suspensos para a lavratura da presente ata, que tendo sido lida e achada conforme, vai assinada pelo Presidente, Secretária e demais acionistas presentes. (aa) Álvaro Jorge Fontes de Azevedo, Presidente; Marta Cibella Knecht, Secretária; p. BV Participações S.A., Álvaro Jorge Fontes de Azevedo e Marcos Lima Monteiro. A presente transcrição é cópia fiel da ata lavrada no livro próprio. São Paulo, 06 de fevereiro de 2013. Marta Cibella Knecht Secretária. Arquivado na JUCESP em 27.02.13, sob nº 91.715/13-1. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.
Blau Farmacêutica S.A. CNPJ/MF nº 58.430.828/0001-60 Ficam os Srs.Acionistas da Blau Farmacêutica S.A. (“Companhia”), convidados a participar da Assembleia Geral Ordinária (“AGO”), a ser realizada às 14:00 horas do dia 18/03/2013,na sede social da Companhia,localizada no Município de Cotia/SP,na Rod.RaposoTavares, Km 30,5, nº 2.833, Unidade I, Prédio 100, Bairro Barro Branco, CEP 06705-030, a fim de deliberar sobre a seguinte ordem do dia: (i) tomar as contas da administração, examinar discutir e votar as demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31/12/2011; (ii) deliberar sobre a destinação do lucro líquido e distribuição de dividendos; e (iii) fixar a remuneração global anual dos administradores para o exercício de 2013. Informações Gerais: (a) Cópia dos documentos a serem discutidos na AGO ora convocada se encontra à disposição dos senhores acionistas na sede social da Companhia conforme informado pela Diretoria mediante publicações realizadas em 14, 15 e 16 de agosto de 2012, no Diário Oficial do Estado de São Paulo, fls. 21, 23 e 33, respectivamente; e no Diário do Comércio, fls. 35, 23 e 23, respectivamente. (b) O acionista que desejar ser representado por procurador deverá apresentar o respectivo instrumento de mandato, com poderes especiais para tanto e firmas devidamente reconhecidas, à Companhia até o dia 14/03/2013.Cotia, 06/03/2013.Marcelo Rodolfo Hahn - Presidente do Conselho de Administração.
Yakult S.A. Indústria e Comércio
CNPJ nº 60.723.061/0001-09 - NIRE nº 35.3.0003245-4 Ficam convocados os Senhores Acionistas da YAKULT S.A. INDÚSTRIA E COMÉRCIO para se reunirem em Assembleia Geral Ordinária, às 10:00 horas do dia 21 de Março de 2013, na sede social da Companhia, localizada na Alameda Santos, 771 - 13º andar - conj. 131, Cerqueira César, em São Paulo - SP, a fim de deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: 1) Análise, discussão e aprovação do Relatório dos Administradores e das Demonstrações Financeiras referentes ao Exercício Social encerrado em 31/12/12;2) Destinação do Lucro Líquido do Exercício de 2012; 3) Eleição dos membros do Conselho de Administração; 4) Outros assuntos de interesse social.São Paulo, 11 de Março de 2013. Ichiro Amano - Diretor Presidente.
ECONOMIA/LEGAIS - 21 agregado igual ou superior a R$ 10.000.000,00 por ano fiscal; (xvii) aprovar a assunção de despesas, em operação única ou em uma série de operações identificadas e relacionadas em valor superior a R$ 20.000.000,00 por ano fiscal; (xviii) aprovar a emissão de instrumentos de dívida ou similares não conversíveis em ações, assunção, renovação ou qualquer outra forma de financiamento ou endividamento pela Cia.ou qualquer de suas subsidiárias, em valor, em uma operação única ou em uma série de operações identificadas e relacionadas, que seja, pelo menos, 25% mais alto do que o valor aprovado pelo Conselho de Administração para o orçamento operacional anual, conforme alterado de tempos em tempos pelo Conselho de Administração, bem como qualquer extensão ou modificação dos prazos de referidas dívidas; (xix) aprovar a constituição de joint venture, parceria, operação ou qualquer negociação societária similar fora do curso normal de negócios da Cia.e/ou de suas subsidiárias;aquisição ou subscrição pela Cia.ou qualquer de suas subsidiárias, de participação societária relevante em outra Pessoa; (xx) aprovar a venda, alienação ou transferência de todos ou substancialmente todos os ativos da Cia. e/ou de suas subsidiárias; (xxi) aprovar os termos e condições dos serviços a serem prestados pela Cia. ou suas subsidiárias nos termos de contratos globais celebrados por qualquer Afiliada da CapGemini S.A., desde que tais serviços sejam cobrados a uma taxa menor do que a média da margem bruta da Cia. ou de respectiva subsidiária para a linha de negócios em particular, tal como calculado no ano fiscal anterior;(xxii) sem prejuízo ao disposto no item (xxi) acima, aprovar a assinatura, término, alteração ou renúncia de quaisquer termos e condições de qualquer contrato, operação ou outra negociação pela e entre a Cia.e/ou suas subsidiárias, de um lado, e qualquer acionista, conselheiro ou diretor da Cia. ou de qualquer subsidiária, ou de qualquer de suas respectivas Partes Relacionadas e Afiliadas, de outro lado;(xxiii) fixar o conteúdo do voto a ser proferido pelo representante da Cia.nas Assembléias Gerais e reuniões das sociedades em que participe como sócia ou acionista, aprovar previamente as alterações do contrato social ou do estatuto social das sociedades em que a Cia. participa, inclusive aprovando a escolha dos administradores de sociedades controladas ou coligadas a serem eleitos com o voto da Cia.; (xxiv) fixar o conteúdo do voto a ser proferido pela Cia. ou qualquer de suas subsidiárias em Assembléia Geral de tais subsidiárias com relação aos assuntos listados no Art.8 (incluindo aqueles que dependem de deliberação em Assembléia Geral, por requerimento legal) e neste Art. 14. (xxv) autorizar a concessão de qualquer modalidade de doação, contribuição ou auxílio, (i) no caso de o valor ser superior a R$30.000,00 por doação individual, ou R$100.000,00 acumulado em qualquer exercício fiscal, caso o beneficiário seja uma entidade sem fins lucrativos, e (ii) independentemente do valor, caso o beneficiário não seja uma entidade sem fins lucrativos; (xxvi) aprovar a aplicação de recursos oriundos de incentivos fiscais;(xxvii) tomar decisões relativas à estrutura de capital da Cia.;(xxviii) apreciar os resultados trimestrais das operações da Cia.e manifestar-se, previamente, sobre qualquer assunto a ser submetido à Assembléia Geral; (xxix) avocar para sua órbita de deliberação assuntos específicos de interesse da Cia.e deliberar sobre os casos omissos;(xxx) aquisição, subscrição ouTransferência, pela Cia.ou qualquer de suas subsidiárias de participação societária em qualquer Pessoa;(xxxi) (a) qualquer alteração no objeto social de qualquer subsidiária da Cia., (b) constituição de qualquer subsidiária e/ou desenvolvimento por qualquer subsidiária da Cia. de atividades fora de seu objeto social ou linha de negócios; (c) fixação em caso de alteração da remuneração global dos membros do conselho de administração de cada uma das subsidiárias da Cia.; (d) alteração no número de membros do conselho de administração de cada uma das subsidiárias da Cia.; (e) qualquer aumento ou redução de capital em cada uma das subsidiárias da Cia. e a emissão de quaisquer valores mobiliários conversíveis em capital de cada uma das subsidiárias da Cia.;(f) fusão, incorporação, incluindo incorporaçãodeações,cisão,alteraçãodetiposocietárioouqualqueroutrareestruturaçãooureorganização societáriarelevantediretamente envolvendo qualquer das subsidiárias da Cia.; (g) recompra, desdobramento, grupamento, conversão ou resgate de quaisquer títulos ou valores mobiliários de emissão das subsidiárias da Cia.; (h) liquidação, dissolução, falência, recuperação judicial, liquidação judicial ou extrajudicial de cada uma das subsidiárias da Cia.; (i) outorga e alteração de quaisquer planos de opção de compra de ações envolvendo qualquer das subsidiárias da Cia.; e (j) inclusão de quaisquer títulos ou valores mobiliários emitidos por qualquer subsidiária da Cia. em bolsa de valores ou mercado de ações regulado ou mercado similar, bem como oferta pública de ações de títulos ou valores mobiliários de emissão de cada uma das subsidiárias da Cia.. (xxxii) qualquer aumento do capital social da Cia. ou de qualquer de suas subsidiárias, conforme autorizado por este Estatuto ou os estatutos das respectivas subsidiárias, com ou sem a emissão de novas ações, bem como a emissão de quaisquer valores mobiliários conversíveis em ações da Cia.ou de suas subsidiárias;(xxxiii) a criação de qualquer ônus nos ativos estratégicos fixos ou permanentes da Cia. ou de qualquer ativo da Cia. cujo valor contábil seja acima de R$ 10,000,000; (xxxiv) a criação de grupos de sociedades; (xxxv) a abertura de qualquer filial no Brasil ou no exterior fora do curso normal dos negócios; (xxxvi) a autorização de qualquer doação pela Cia. que não aquelas autorizadas nos termos deste Estatuto. §1º Os valores mencionados neste Art. serão corrigidos anualmente a partir de 30 de setembro de 2010, pelo índice IGP-M da Fundação Getúlio Vargas ou outro índice de base equivalente que venha a substituí-lo, ou na menor periodicidade possível. §2º Para os fins deste Estatuto, (i) “Afiliada” significa, com relação a qualquer pessoa jurídica, ou qualquer outra Pessoa direta ou indiretamente Controladora, Controlada por, ou sob controle comum com tal Pessoa; em caso de pessoa física, “Afiliada” também significa seu/sua esposo/esposa e parentes até o terceiro grau; (ii) “Controle” (incluindo seus significados relacionados, “Controlado por” e “sob controle Comum com”) significa, com relação a qualquer Pessoa, a posse, direta ou indireta, do poder de direcionar ou fazer com que seja direcionada a administração ou políticas de tal Pessoa, incluindo o poder de eleger a maioria dos membros do conselho de administração e/ou outros órgãos que administrem os negócios de tal Pessoa (seja por meio de titularidade de valores mobiliários, sociedade, ou titularidade de outra participação, por contrato ou de qualquer outra forma); (iii) “Pessoa” significa um indivíduo, sociedade, sociedade limitada, parceria, associação, fideicomisso, fundo ou outra pessoa jurídica ou organização, incluindo subdivisão política ou não; e (iv) “Parte Relacionada” significa, com relação a qualquer pessoa jurídica, qualquer detentor direto ou indireto de quaisquer quotas, ações ou outra participação em tal Pessoa e seus respectivos administradores. Sub-Seção III - Da Diretoria - Art. 15 A Diretoria será composta por até 7 Diretores, sendo 1 Diretor-Presidente, 1 Diretor Financeiro e outros, que terão as atribuições definidas pelo Diretor-Presidente e aprovadas pelo Conselho de Administração, todos com mandato de 3 anos, permitida a reeleição.A Assembléia Geral terá poderes para alterar o presente Art.15 pela maioria simples de votos.§1º Compete à Diretoria exercer as atribuições que a lei, o Estatuto e o Conselho de Administração lhe conferirem para a prática dos atos necessários ao funcionamento regular da Cia., podendo o Conselho de Administração estabelecer atribuições específicas para os cargos da Diretoria. §2º Ocorrendo vacância de cargo de Diretor, ou impedimento do titular, caberá ao Conselho de Administração eleger o novo Diretor ou designar o substituto, fixando, em qualquer dos casos, o prazo da gestão e a respectiva remuneração. §3º A Diretoria poderá, ainda, designar um dos seus membros para representar a Cia. em atos e operações no país ou no exterior, ou constituir um procurador apenas para a prática de ato específico, devendo a ata que contiver a resolução de Diretoria ser arquivada na Junta Comercial, se necessário.§4º A Diretoria reunir-se-á sempre que necessário e a convocação cabe a qualquer Diretor. §5º A reunião instalar-se-á com a presença de Diretores que representem a maioria dos membros da Diretoria.§6º As atas das reuniões e as deliberações da Diretoria serão registradas em livro próprio.§7º Compete:(a) ao Diretor Presidente, incluindo-se, mas não limitadas às seguintes atribuições:(i) coordenar a ação dos Diretores, analisando a performance individual de cada membro; (ii) organizar, dirigir e controlar a gestão global das unidades da Cia.; (iii) convocar e presidir as reuniões da Diretoria; (iv) propor ao Conselho de Administração as atribuições de cada Diretor; (v) tomar decisões de caráter de urgência de competência da Diretoria, ad referendum desta; (vi) representar a Cia. em assembléias gerais de acionistas e/ ou de quotistas de sociedades que a Cia. seja acionista ou quotista, ou indicar um Diretor ou um procurador para representá-lo; e (vii) exercer as demais atribuições que lhe foram conferidas por este Estatuto ou pelo Conselho de Administração. (b) ao Diretor Financeiro, incluindo-se, mas não limitadas às seguintes atribuições: (i) manter a relação da Cia. com bancos, seguradoras, investidores existentes e potenciais, (ii) preservar a integridade financeira da Cia.; (iii) manter os ativos da Cia. devidamente segurados; (iv) gerir o fluxo de caixa da Cia.; (v) propor e contratar empréstimos e financiamentos, operações de tesouraria e outras operações financeiras; (vi) planejamento e controle financeiro e tributário; (vii) acompanhar os trabalhos de consolidação das informações contábeis da Cia., a fim de assegurar a correta demonstração da situação financeira da Cia.; (viii) prover a Cia. com as opções de financiamento mais vantajosas para atender suas necessidades de investimentos; (xi) planejar e gerenciar as despesas tributárias da Cia.; e (xii) zelar pela otimização da estrutura de capital da Cia.. §8º Os demais cargos e respectivas atribuições da Diretoria serão determinados posteriormente, mediante sugestão do Diretor-Presidente, e aprovados por deliberação do Conselho de Administração por maioria simples de votos.Art.16 A Diretoria tem todos os poderes para praticar os atos necessários à consecução do objeto social, por mais especiais que sejam, inclusive para ceder e onerar bens do ativo permanente, exceto com relação aos assuntos cuja deliberação incumbe ao Conselho de Administração ou à Assembléia Geral, bem como a transigir e consentir, observadas as disposições legais ou estatutárias pertinentes e as deliberações tomadas pela Assembléia Geral e pelo Conselho de Administração. Compete-lhe administrar e gerir os negócios da Cia., especialmente: (i) elaborar, submeter e discutir, primeiramente com o Comitê Especial de Auditoria e, posteriormente, ao Conselho de Administração, com pelo menos 45 dias antes do encerramento do ano fiscal, propostas de orçamentos operacional e de capital da Cia.e suas subsidiárias para o próximo ano, sendo que os orçamentos anuais propostos bem como qualquer alteração devem ser geralmente consistentes com os orçamentos dos anos anteriores aprovados pelo Conselho de Administração e com qualquer previsão de mercado e de economia apresentados por terceiros independentes; (ii) anualmente, o plano de trabalho, plano de negócios, novos programas de expansão da Cia., e de sociedades investidas, se houver; (iii) submeter, anualmente, à apreciação do Conselho de Administração, o Relatório da Administração e as contas da Diretoria, acompanhados do relatório dos auditores independentes, bem como a proposta de aplicação dos lucros apurados no exercício anterior;(iv) apresentar, trimestralmente, ao Comitê de Administração e Estratégia e, posteriormente, ao Conselho de Administração, o balancete econômico-financeiro e balanço patrimonial detalhado da Cia.; (v) observar e cumprir com as deliberações do Conselho de Administração, da Assembléia Geral e deste Estatuto; e (vi) decidir sobre qualquer assunto que não seja de competência privativa da Assembléia Geral ou do Conselho de Administração. Art. 17 Ressalvados os casos dos §s subseqüentes, os atos que criarem responsabilidade para com a Cia., ou dispensarem obrigações de terceiros para com ela, só serão válidos se tiverem: (i) a assinatura conjunta de 2 membros da Diretoria;ou (ii) a assinatura conjunta de 2 procuradores nomeados conforme procuração em vigor.§1º Os mandatos serão sempre assinados por 2 Diretores e outorgados para fins específicos e por prazo determinado, não excedente de 1 ano, salvo os que contemplarem os poderes específicos da cláusula ad judicia ou para patrocínios de processos administrativos, que poderão ser outorgados por 1 Diretor e por prazo indeterminado.§2º A Cia.poderá ainda ser representada por apenas 1 Diretor ou 1 procurador nos seguintes casos: (i) quando o ato a ser praticado impuser representação singular, será representada por qualquer diretor ou procurador com poderes especiais; (ii) em assuntos de rotina perante os órgãos públicos federais, estaduais e municipais, autarquias, sociedades de economia mista e sociedades privadas; (iii) na assinatura de correspondência sobre assuntos rotineiros; e (iv) na representação da Cia. em juízo.Capítulo IV - Do Conselho Fiscal - Art. 18 A Cia.terá um Conselho Fiscal integrado por 3 a 5 membros efetivos e igual número de suplentes, de funcionamento não permanente, cuja instalação e atribuições obedecerão a Lei nº 6.404/76.CapítuloV - Do Exercício Social e Distribuição de Lucros - Art. 19 O exercício social iniciar-se-á em 1º de janeiro e terminará no dia 31 de dezembro de cada ano. Art. 20 Ao fim de cada exercício social, e no último dia de cada trimestre civil, serão levantadas as demonstrações financeiras previstas nas disposições legais em vigor.§1º O Conselho de Administração poderá declarar dividendos à conta de lucros ou de reservas de lucros, apurados em demonstrações financeiras anuais, semestrais ou trimestrais, que serão considerados antecipação do dividendo mínimo obrigatório a que se refere o Art. 22. §2º O Conselho de Administração poderá ainda determinar o levantamento de balanços mensais e declarar dividendos com base nos lucros então apurados, observadas as limitações legais. Art. 21 O lucro líquido do exercício terá a seguinte destinação: (i) 5% para constituição da reserva legal, até atingir 20% do capital social; (ii) o necessário, quando for o caso, para a constituição da reserva para contingências, nos termos do Art.195 da Lei 6.404 de 15/12/1976;e (iii) o valor necessário para o pagamento do dividendo mínimo obrigatório previsto no Art.22 deste Estatuto.§ Único:A participação dos administradores nos lucros da Cia., quando atribuída, não excederá o valor total da remuneração anual dos administradores, nem 10% do lucro ajustado do exercício. Art. 22 A Cia. distribuirá como dividendo mínimo obrigatório entre todas as ações, em cada exercício social, 25% do lucro líquido do exercício, ajustado ç qque for aprovada p ppela Assembléia Geral,, nos termos do Art.202 da Lei nº 6.404/76.§ Único: Os lucros remanescentes terão a destinação p ç Art. 23 O Conselho de Administração poderá pagar ou creditar de acordo com a pproposta submetida ppelo Conselho de Administração. juros sobre o capital próprio, ad referendum da Assembléia Geral que apreciar as demonstrações financeiras relativas ao exercício social em que tais juros forem pagos ou creditados, sempre como antecipação do dividendo mínimo obrigatório. Art. 24 A Cia. poderá efetuar o pagamento de juros sobre capital próprio a crédito de dividendos anuais ou intermediários.Art.25 Os casos omissos no presente Estatuto serão resolvidos pela Assembléia Geral e regulados de acordo com as disposições da Lei nº 6.404/76.CapítuloVI - Da Liquidação - Art. 26 A Cia. entrará em liquidação nos casos previstos em lei, ou por deliberação da Assembléia Geral, que estabelecerá a forma da liquidação, elegerá o liquidante e, se for o caso, instalará o Conselho Fiscal para o período da liquidação, elegendo seus membros e fixando-lhes as respectivas remunerações. Capítulo VII Arbitragem - Art. 27 A Cia., seus acionistas e administradores deverão envidar seus melhores esforços para resolver amigavelmente, por mútuo acordo, todas e quaisquer disputas, controvérsias ou demandas oriundas ou relacionadas ao presente Estatuto, sua interpretação, validade, eficácia, execução ou violação, à Lei nº 6.404/76 e a outras regras aplicáveis às sociedades por ações (“Disputas”). §1º Não sendo possível a resolução amigável, conforme previsto no caput do Art. 27, dentro de 30 dias contados da data de notificação de qualquer Disputa, (i) tal Disputa deverá ser resolvida exclusiva e definitivamente por meio de arbitragem vinculante e definitiva, a não ser que (ii) tal Disputa envolva somente um ou mais membros do Conselho de Administração e/ou da Diretoria, de um lado, e a Cia., de outro lado (e não um acionista), caso em que tal Disputa estará sujeita à jurisdição exclusiva do foro central da cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, Brasil. §2º O procedimento arbitral deverá ser conduzido de acordo com as Regras de Arbitragem da Câmara de Comércio Internacional (Rules of Arbitration of the International Chamber of Commerce - ICC) (a “Corte de Arbitragem”e as“Regras da Corte de Arbitragem”) então vigentes, conforme aditadas de tempos em tempos.§3º O procedimento arbitral deverá ser administrado pela Corte de Arbitragem. §4º Para que não haja dúvidas, este Art. 27 vincula igualmente a Cia., seus acionistas e administradores. Nenhum documento adicional ou condição faz-se necessário para que este Art. 27 tenha força vinculante e efeito, inclusive, mas sem limitação, qualquer “compromisso” previsto no art. 10 da Lei nº 9.307/96. §5º O procedimento arbitral deverá ser conduzido por um tribunal composto por 3 árbitros (o “Tribunal Arbitral”).Se a arbitrgaem envolver somente duas partes, cada parte deverá designar um árbitro, de acordo com as Regras da Corte de Arbitragem, e estes dois árbitros designados pelas partes deverão, no prazo de 30 dias contados da confirmação pela Corte de Arbitragem da designação do segundo árbitro, designar o terceiro árbitro, o qual ocupará o cargo de presidente do Tribunal Arbitral. Se a arbitragem envolver mais de duas partes, estas terão o prazo de 30 dias contados do recebimento, pelas partes demandadas, da solicitação de submissão da Disputa à arbitragem para acordar e designar um painel de três árbitros. Pelo requerimento de qualquer parte envolvida na arbitragem, qualquer árbitro que não seja tempestivamente designado deverá ser designado pela Corte de Arbitragem. Se qualquer árbitro não for designado dentro dos prazos previstos neste §5º do Art. 27 e nas Regras da Corte de Arbitragem, tal designação deverá ser feita pela Corte de Arbitragem mediante requerimento, por escrito, de qualquer parte, se possível dentro do prazo de 30 dias contados de tal requerimento. Se a qualquer tempo ocorrer vacância no Tribunal Arbitral, tal vacância deverá ser preenchida da mesma forma e segundo os mesmos critérios previstos para a designação original dos árbitros para a respectiva posição. §6º Os Termos de Referência (Terms of Reference, conforme definidos nas regras da Corte de Arbitragem) deverão ser assinados pelas partes envolvidas na arbitragem e pelo Tribunal Arbitral o mais brevemente possível, se possível dentro do prazo de 30 dias contados da confirmação de designação do terceiro árbitro. A audiência de mérito deverá ocorrer o mais brevemente possível, se possível dentro do prazo de 180 dias contados da data de assinatura dos Termos de Referência, a não ser que de outra forma decidido peloTribunal Arbitral.§7º Em relação às Disputas das quais a Cap Sogeti 2005 S.A.S.(ou suas Afiliadas) fizer parte:(i) o local em que será conduzido o procedim N Y E N Y E U Am m Em D C S SAS A m m S P E S P B m P T m m m m m m m D S m A T A m A m m m Q mR S m m P m m m m m C m m m m T A m m m Q m m m m OT A D O m m m T A m m
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BV Leasing - Arrendamento Mercantil S.A. Companhia Aberta - CNPJ/MF Nº 01.858.774/0001-10 - NIRE Nº 35.300.150.082 ATA DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA, REALIZADA EM 15 DE JANEIRO DE 2013 1. Data, Horário e Local – Dia 15 de janeiro de 2013, às 11:00 horas, na sede social da Companhia, localizada na Cidade de Barueri, Estado de São Paulo, na Alameda Rio Negro, nº 161, 12º andar, Sala A, Condomínio West Point, Alphaville Industrial, CEP 06454-000. 2. Convocação e Presença – Dispensada a convocação, em virtude da presença de Acionistas representando a totalidade do capital social. 3. Mesa Dirigente – João Roberto Gonçalves Teixeira, Presidente; Marta Cibella Knecht, Secretária. 4. Ordem do Dia – Aprovar (i) a alteração do endereço da sede da Sociedade; e (ii) a alteração do Artigo 2º do Estatuto Social da Sociedade. 5. Deliberações – Por unanimidade de votos, foram aprovadas as seguintes matérias: (i) A alteração do endereço da sede da Sociedade, de “Cidade de Barueri, Estado de São Paulo, na Alameda Rio Negro, nº 161, 12º andar, Sala A, Condomínio West Point, Alphaville Industrial, CEP 06454-000” para “Cidade de Barueri, Estado de São Paulo, na Alameda Tocantins, nº 75, Conjunto 901, Edifício West Gate, Alphaville, CEP 06455-020”; (ii) Em virtude da deliberação (i) acima, fica alterado o Artigo 2º do Estatuto Social da Sociedade, que passa a ter a seguinte e nova redação: “Artigo 2º - A Companhia tem sede e foro jurídico na Cidade de Barueri, Estado de São Paulo, na Alameda Tocantins, nº 75, Conjunto 901, Edifício West Gate, Alphaville, CEP 06455-020, podendo, por deliberação da Diretoria e satisfeitos os requisitos legais e regulamentares, abrir, transferir e/ou encerrar agências ou escritórios de representações e nomear correspondentes em qualquer parte do território nacional ou no exterior”. (iii) Permanecem em vigor e inalterados os demais artigos do Estatuto Social da Sociedade não alterados por este instrumento. 6. Observações Finais – O Sr. Presidente franqueou o uso da palavra não havendo, todavia, nenhuma manifestação. Os trabalhos foram suspensos para a lavratura da presente ata, que tendo sido lida e achada conforme, vai assinada pelo Presidente, Secretária e demais presentes. (aa) João Roberto Gonçalves Teixeira, Presidente; Marta Cibella Knecht, Secretária. p. Banco Votorantim S.A., João Roberto Gonçalves Teixeira e Marcos Lima Monteiro. A presente transcrição é cópia fiel da ata lavrada no livro próprio. São Paulo, 15 de janeiro de 2013. Marta Cibella Knecht - Secretária. Arquivado na JUCESP em 27.02.13, sob nº 91.716/13-5. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.
PREFEITURA MUNICIPAL DE PINDAMONHANGABA
ADIAMENTO SINE DIE PREGÃO Nº 012/2013 A Prefeitura comunica que o PP n° 19/13, que cuida da “Aquisição de toner e cartucho”, está adiado SINE-DIE. Pindamonhangaba, 11 de março de 2013.
COOPERATIVA PAULISTA DE TEATRO Convocação da Assembleia Geral Ordinária Dia 25 de março de 2013. No Centro Cultural São Paulo, sito à Rua Vergueiro, nº 1.000, sala Adoniran Barbosa – Liberdade – São Paulo/SP. 1ª chamada: 17h00 – quórum mínimo de 2/3 dos cooperados; 2ª chamada: 18h00 – quórum mínimo de 50%, mais 1 dos cooperados. 3ª e última chamada: 19h00 - quórum mínimo de 10 cooperados. PAUTA: I – Prestação de contas e parecer do Conselho Fiscal (balanço e aprovação de contas); II – Eleição dos componentes do Conselho Fiscal; III – Eleição dos componentes do Conselho Administrativo; IV – Informações gerais. Número de sócios ativos: 3.402 em 08/03/2013. Ney Luiz Piacentini - Presidente do Conselho de Administração.
EPHARMA-PBM DO BRASIL S.A. CNPJ nº 03.448.808/0001-24 Convocação para Assembléias Gerais Ordinária Convocamos os srs. acionistas para se reunirem em AGO, às 14hs, e em 2ª convocação às 14:30hs, dia 19/3/2013, na sede da Cia., para tratarem dos seguintes assuntos: a. Tomar as contas dos administradores; b. Examinar, discutir e votar as demonstrações contábeis referentes ao exercício findo em 31/12/2012, c. Deliberar aprovação para distribuição dos dividendos. Barueri, 08/3/2013. Luiz Carlos Silveira Monteiro-Diretor-Presidente. (08,09 e 12/3/2012)
AIRLUX COMÉRCIO E INDÚSTRIA LTDA. torna público que requereu na CETESB a Renovação da Licença de Operação para fabricação de coifas e exaustores de uso industrial, sito à Rua Antonio Cantarella, 350 - Saúde - SP - CEP:04153-060.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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terça-feira, 12 de março de 2013
nformática Barbara Oliveira
e configurados para rodar em qualquer browser e dispositivo. "Não fazemos o conteúdo, que é contratado pelo cliente, mas garantimos que ele seja veiculado de forma segura ao chegar à rede da empresa. A fabricante de cosméticos Boticário utiliza o produto da Samba Tech para se comunicar com suas 3.200 lojas em 10 países (900 são franqueadas). Antes, a comunicação interna era feita por satélite e cada franquia precisava acessar os conteúdos no momento em que estavam sendo transmitidos, enquanto os treinamentos sobre os novos produtos eram presenciais. A Samba criou uma TV corporativa plugada à plataforma Liquid e os vídeos de treinamento são acessados de qualquer lugar e a qualquer hora pelos colaboradores da Boticário. Um dos novos produtos da Samba é o 'corporate tube', pelo qual são montadas páginas online com vários tutoriais, alguns deles dirigidos ao varejo. "As páginas trazem vídeos curtos com dicas de como montar vitrines, como expor melhor o produto na loja, como gerenciar um caixa", explica Caetano.
A
popularização da banda larga, o crescimento do número pessoas com acesso à internet no Brasil – 94 milhões de internautas, segundo o Ibope Media – o grande interesse pelas redes sociais e o fortalecimento do e-commerce têm estimulado o aparecimento de um novo canal de comunicação para as empresas: os vídeos. Eles permitem entregar a mensagem de forma eficiente para o público interno (funcionários, colaboradores ou parceiros) e externo (consumidores e usuários de redes sociais). A tecnologia agregada ao vídeo torna ainda mais rico o conteúdo, por causa da interatividade, da distribuição que pode ser feita em diversos dispositivos – celulares, tablets, computadores – e da análise de quantas pessoas visualizaram a mensagem, onde fizeram a pausa, e a integração destas informações com sistemas analíticos de publicidade. Imagem atrai mais
Lá fora, esse formato é comum para promover produtos das lojas online. Aqui, os vídeos estão atraindo o segmento corporativo e de marcas. Segundo pesquisa divulgada em janeiro pela ComScore, o Brasil se tornou o sétimo maior mercado de vídeos online do mundo, sendo que o You Tube e o Facebook são as redes onde eles se popularizaram com mais rapidez. "Até 2015, 75% dos conteúdos online consumidos no País serão em vídeo", lembra Hugo Caetano, CEO da Vbrand, agência especializada nesse serviço e criada há oito meses. A Vbrand já produziu cerca de 200 pequenos filmes para marcas e causas sociais. "Em 2012, em parceria com a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), fizemos uma sondagem com 60 empresas sobre esse interesse, e 90% delas responderam que querem investir em vídeos dentro das redes sociais", diz Godinho. Alguns filmes incluem promoções dentro do Facebook e em sites dos clientes, têm no máximo três minutos (que os publicitários chamam de 'programetes'), e descrevem o produto ou fornecem dicas sobre o que fazer com ele. Um cliente da Vbrand é a francesa Pernod Ricard. Para a marca de bebidas foram desenvolvidos programetes
Vídeos curtos criados para a internet, redes sociais e internas são a nova ferramenta para promover produtos, marcas e empresas. Varejo começa a aderir.
'V-commerce' impulsiona o marketing das empresas com receitas de drinks e veiculados nos canais web. O laboratório GlaxoSmithKlein precisava divulgar um novo medicamento de combate à osteoporose e a Vbrand fez um tutorial para ela sobre a doença dentro do hotsite da empresa e com uma linguagem simples, dirigida a médicos, pacientes, jornalistas e blogueiros especializados em saúde. "Falamos com vários tipos de consumidores – donas
n GADJET
Cinco em um para ouvir música suários de iPhone 4, 4S e iPod contam com uma nova plataforma para ouvir música. O MP3 Dock 5 em 1, da Multilaser. O aparelho reúne funções de dock station para recarregar e escutar músicas dos produtos Apple, com as de um MP3 player. Possui entradas USB, miniSD e auxiliar e também reproduz músicas de celulares de outras marcas, notebooks, pen drives e demais dispositivos. O dock Multilaser é bivolt, tem potência sonora de 8W RMS e vem equipado com bateria de lítio recarregável. Preço sugerido: R$ 99,90. Acompanham cabo auxiliar, USB e carregador.
U
Varejo
de casa, profissionais, executivos, jovens, idosos –, canais e dispositivos", lembra Godinho. A diretora-executiva da Vbrand, Fernanda Menegotto, salienta que as demandas para esse formato são para comunicação interna (treinamento de funcionários, marketing direto) e redes sociais. Há outras empresas que fornecem apenas o software de gestão e distribuição de vídeos online para sites e intra-
nets, além de gerenciarem esses conteúdos para que eles se integrem aos portais corporativos e blogs das empresas. É o caso da Samba Tech, cuja plataforma Liquid é usada por cerca de 400 clientes, entre eles os maiores grupos de mídia e empresas com uma grande capilaridade, como a Boticário, Localiza, TIM, Unimed. "Somos uma plataforma concorrente do You Tube, com todos os recursos que ele tem",
informa o CEO da Samba, Gustavo Caetano. A Samba foi criada em 2009 e vem crescendo 200% ao ano. "Como a plataforma é distribuída, qualquer vendedor de quiosque de shopping pode acessar o conteúdo de lá mesmo abrindo seu smartphone", explica Caetano. O vídeo pode ser customizado e se adaptar ao portal do cliente, em cores, tamanhos, ícones de compartilhamento desejados por ele
HARDWARE
APLICATIVO
Google lança o Chromebook Google está apostando cada vez mais no hardware. Agora é a vez do portátil Chromebook Pixel, cujo nome deriva do browser Chrome da companhia. No formato compacto, o aparelho tem tela de 12,8 polegadas com tecnologia Gorila Glass e alta resolução, de 2560 x 1700 pixels. O design simples e case de alumínio chamam a atenção. Ele tem espessura de 16,2 mm e pesa 1,5 kg, mesmo assim, ainda é mais pesado do que um ultrabook. O chip é Intel i5 dual-core, tem placa gráfica integrada e 4 GB de memória RAM. A câmera de vídeo grava em HD. Ele vem com Wi-Fi e 4G LTE. Vai custar a partir de US$ 1.300. O problema é a limitação de programas disponíveis para o navegador.
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E é no varejo que os vídeos podem ter vida longa. O CEO da Truetech, Marcelo Spinassé, diz que o 'v-commerce' deve ser uma tendência também aqui como já acontece nos Estados Unidos e Europa. "Grandes varejistas, como a Best Buy e Amazon, apostam nesse formato interativo há anos e vários fabricantes divulgam seus produtos nessas lojas online". No Brasil, os vídeos ainda são considerados caros e pesados para rodarem nos sites de lojas, o que é contestado por Spinassé. "Se o produto não for personalizado apenas para aquele site específico do lojista e seguir um padrão formatado pelo fabricante para ser veiculado em outros lugares, ele terá um custo mínimo de produção além da distribuição". O lojista não quer arcar com o custo sozinho e o fabricante não quer personalizar o filme só para uma loja, então, deve haver uma negociação de ambas as partes para todos saírem ganhando. Spinassé informa, ainda, que os vídeos não pesam porque ficam armazenados nos servidores de quem fornece a tecnologia e são distribuídos pelas redes Content Delivery Network ( rede de distribuição de conteúdo), mais rápidas.
Tijolinhos nas capas dos celulares omeçam a ser vendidos em maio, no Brasil, as novas capas para iPhone 5 e iPod Touch 5 com design da Lego, graças à parceria entre a marca global, famosa pelos tijolinhos, e a Belkin, conhecida pelos acessórios de produtos eletrônicos. Em breve, os cases, feitos em poliuretano termoplástico, nas várias cores e tamanhos diferenciados para cada aparelho, estarão disponíveis para celulares Android. O preço sugerido é de R$ 89.
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VÍDEO & IMAGEM
Câmeras sem treme-treme Panasonic está trazendo para o Brasil dois modelos de filmadoras compactas, leves e ergonômicas. A HCV100 e a HC-V10 gravam imagens em alta resolução, enquanto o modelo V100 captura em Full HD. O zoom dos modelos varia de 42x a 70x (V10). O diferencial das filmadoras é a função Power O.I.S que corrige a tremulação das mãos na hora de filmar e permite mais estabilidade à imagem, como se o vídeo fosse capturado com tripé. A autonomia das baterias é de 2h30 (V100) e de 2h (V10). Ambas têm saída HDMI. Preços de R$ 1.699 e R$ 999 (V10).
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