800 S E Õ H L BI
PALMAS PARA RAUL
Raul Filho (PT), prefeito de Palmas, flagrado em tratativas com Cachoeira na eleição de 2004 , diz na CPI que não recebeu R$ 150 mil dele. Depois, revela: a Delta depositou R$ 120 mil na conta de assessora de sua mulher. E completa: não tem nada a ver. Pág. 5 Jornal do empreendedor
O Impostômetro da ACSP, que mostra a arrecadação em tempo real, acusará R$ 800 bi às 13h, 11 dias antes que em 2011. Pág. 20 R$ 1,40
Pedro M
adeira/ A
E
Ano 87 - Nº 23.663
Leão devora cada vez mais rápido
Conclusão:23h55
www.dcomercio.com.br
São Paulo, quarta-feira, 11 de julho de 2012 Beto Barata/AE
E o senador sai de cena à espera do 'massacre' Da tribuna do Senado vazio, Demóstenes fez seu sétimo discurso. Encerrou a série "vítima", "inocente", destruído por uma "biblioteca de infâmias" mas "vivo após 132 dias de massacre". Suspense: sobreviverá ao 133º, hoje? Pág. 6
Vagner Campos/Folhapress
Marcelo Sayão/EFE
Racha na OEA: qual o destino do Paraguai?
Shopping Paulista: 5 dias para se regularizar.
Brasil pede mais tempo para avaliar situação. Outros países querem expulsão. Pág. 9
Prefeitura já suspendeu a licença. Shopping pode até ser fechado por causa do estacionamento. Pág. 10
HOJE
ISSN 1679-2688
23663
Sol com pancadas de chuva Máxima 23º C. Mínima 13º C.
AMANHÃ Nublado com chuva Máxima 21º C. Mínima 14º C.
9 771679 268008
D. Eugênio repousou. E partiu em paz. A pomba que pousou no caixão de dom Eugênio, o cardeal mais antigo da Igreja Católica, alçou voo uma hora depois. Redundância, pela descrição de como ele morreu, na noite de segunda-feira: partiu serenamente, ao repousar. Tinha 91 anos esse "intrépido pastor", como o descreveu o papa Bento XVI. A missa do adeus foi na Candelária. Págs. 8 e 3
DIÁRIO DO COMÉRCIO
2
o
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Há indícios de que as rebeldias podem se repetir, o que não seria nada mal para arejar o viciado sistema partidário. José Márcio Mendonça
pinião
Tiago Pastoreli/LUZ
Mario Miranda/LUZ
MARCOS CINTRA
O ESGOTAMENTO DE UM MODELO
A
Kátia Abreu e Maurício Rands: vozes dissonantes que mostram que o caciquismo já não é tão tolerado nos partidos.
Revolta contra o caciquismo?
S
omente na quinta-feira da semana passada foram fechadas todas as alianças eleitorais no País para as eleições municipais de outubro. A sopinha de letras que é o quadro partidário brasileiro – já temos 30, repetindo, 30 legendas em condições de disputarem as urnas em outubro – gerou sopões eleitorais em todos os quadrantes do território nacional, nos seus 5.565 municípios. Coerência partidária, ideológica ou discussões a respeito de programas a realizar foi o que menos importou. Alguns sopões são tão indigestos – passaram arranhando por goelas várias, como sapos barbudos obrigados a serem apreciados à força – que geraram amuos – ou indiferenças – alguns mais discretos, outros menos. Caso bombástico, por exemplo, um paradigma, foi o acerto Lula-Paulo Maluf em São Paulo, para apoio do ex-maior adversário do PT no Brasil à candidatura de Fernando Haddad. Duas mulheres tidas como essenciais para a cata de votos para o ex-ministro da Educação se indignaram: Erundina, que vinha para ser a vice preferida de Haddad, desistiu; e Marta Suplicy, ex-prefeita acatada pelos eleitores petistas na periferia paulistana, fugiu da campanha. Mas prevaleceu a vontade soberana e inquestionável de Lula. E pronto. Também no tucanato paulista os acertos com o PR do mensaleiro Valdemar Costa Neto, e depois a oferta da vice candidatura a um indicado do PSD do prefeito Gilberto Kassab, causaram ruído – até agora mais abafado do que o barulho petista, porém causando divisão interna. Contudo, prevaleceu a vontade de quem tem a
JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA força – pelo menos aparentemente. Serra, Geraldo Alckmin e Gilberto Kassab se acertaram e a turma, se não ovacionou, também não vaiou.
N
em tudo, no entanto, nos arranjos de caciques, está acabando bem, num sinal de que podemos estar assistindo no Brasil aos primeiros vagidos de uma rebelião contra os pajés da política. Kassab mesmo, nem bem se iniciou nessa função, como legítimo dono do PSD, já sofre contestações de peso, que botam em xeque suas apregoadas virtudes de prestidigitador. Por ter interferido na aliança para a disputa da prefeitura de Belo Horizonte, impondo o apoio ao candidato petista Patrus Ananias, contra o que decidira o diretório municipal, pró apoio à reeleição de Márcio Lacerda (aliança PSB-PSDB) o prefeito paulistano perdeu a unanimidade no partido. Uma de suas estrelas em Minas, o ex-deputado e ex-minis-
tro da Previdência, Roberto Brant, desfiliou-se da legenda e saiu atirando: o PSD, afirmou, "repetiu em escala ampliada o problema destas instituições onde os eleitos são escravos das direções partidárias, que não fazem convenções, negociam tempo de TV e usam o dinheiro do fundo partidário para adoçar a boca de alguns, dando viagem ao exterior, ajudando na campanha ou contratando pesquisas".
O
utro astro de primeira grandeza do pessedismo, seu maior nome federal, a senadora e vice-presidente nacional da legenda, Kátia Abreu, não seguiu o caminho de Brant, mas abriu uma dissidência interna contra Kassab. E também acionou armamento pesado contra o prefeito de São Paulo. Em carta a Kassab, a senadora disse que a intervenção em Belo Horizonte foi um ato "truculento e autoritário" Segundo ela mesma, a carta foi "desaforadíssima". Até o ex-presidente Lula,
Nem tudo, nos arranjos de caciques, está acabando bem, num sinal de que podemos estar assistindo no Brasil aos primeiros vagidos de uma rebelião contra os pajés da política.
que com sua liderança conseguiu fazer o PT engolir o que em condições normais de temperatura e pressão o partido não faria de modo algum, cedendo a cabeça de chapa em lugares onde tinha grandes chances de fazer o prefeito, sofre um duro revés na sua caciquia, sem contar a rebeldia de Marta Suplicy em São Paulo. Insatisfeito com os arranjos em Recife, que levaram à candidatura do petista senador Humberto Costa à prefeitura e ao rompimento de uma aliança de 12 anos entre o PT e o PSB, o deputado Maurício Rands pulou fora do negócio.
E
m gesto raro na política brasileira, dizendo querer olhar a política vida pública de frente, ele renunciou ao cargo que ocupava no governo estadual de Eduardo Campos, desfiliou-se do PT e também renunciou ao mandato de deputado, pelo qual tinha ainda dois anos e meio em Brasília. E Rands não é um político qualquer, é quadro de alto nível, com formação em Direito e longa militância política e partidária. Foi, inclusive, líder do partido na Câmara, na legislatura passada, com desempenho muito elogiado. Possivelmente, nenhum cacique partidário sentirá o menor constrangimento com gestos como esses – acostumados à vassalagem, é o que basta para seus egos e seus arranjos de poder. Porém, há indícios de que as rebeldias podem se repetir, o que não seria nada mal para arejar um pouco esse viciado sistema partidário brasileiro, que só faz inchar com o tempo e ficar menos democrático. JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA É JORNALISTA E ANALISTA POLÍTICO
Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Claudio Vaz Edy Luiz Kogut Érico Sodré Quirino Ferreira Francisco Mesquita Neto João de Almeida Sampaio Filho João de Favari Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Paulo Roberto Pisauro Renato Abucham Roberto Faldini Roberto Mateus Ordine
crise de 2008 derrubou economias que representam metade da produção mundial. Nos Estados Unidos o crescimento anual médio do PIB caiu de 2,8% entre 2004 e 2007 para 0,2% nos quatro anos seguintes. No mesmo período de comparação, a União Europeia passou de crescimento médio de 2,6% ao ano para uma retração de 0,2% ao ano. A economia brasileira também sentiu os efeitos da crise mundial. O PIB, que crescia em média 4,7% ao ano entre 2004 e 2007, teve a expansão reduzida para 3,8% entre 2008 e 2011. Em relação a outros países pode-se dizer que conduziu bem sua política econômica no sentido de imunizá-la contra a turbulência. Dentre os fatores que contribuíram para minimizar os efeitos da crise global o destaque fica para o consumo das famílias, cuja contribuição para o crescimento da economia saiu de 3% , em média, entre 2004 e 2007, para 3,2% entre 2008 e 2011. No caso do consumo do governo a contribuição caiu de 0,69% para 0,64% em igual período. Quanto à contribuição dos investimentos, houve estagnação de 1,5% ao ano no período. A incerteza predominou na economia mundial e criou resistência em muitas empresas para tocar seus empreendimentos. No setor público, eles andaram em ritmo lento por questões políticas e ambientais, além de mudanças no comando de órgãos responsáveis por grandes obras e má qualidade dos projetos.
N
o caso das exportações, a contribuição para o crescimento caiu de uma média de 1,4% ao ano entre 2004 e 2007 para 0,1% entre 2008 e 2011. O enfraquecimento do comércio mundial derrubou preços e quantidades de produtos exportados pelo Brasil. A China, mesmo com seu crescimento reduzido, minimizou esse impacto ao manter forte demanda por matérias primas. Os efeitos negativos nas exportações do Brasil foram substancialmente causados pela valorização do real e pela concorrência da indústria chinesa. O consumo das famílias minimizou a crise
Com o salário e o crédito crescendo o consumidor foi às compras, vitaminadas com a redução do IPI, o que amenizou a crise no País. Mas aumentou o endividamento.
por conta do desempenho do mercado de trabalho e do crédito. Comparando a média dos anos 20042007 com a média de 2008-2011 vê-se que o desemprego caiu de 10% para 7%, a renda real dos empregados saltou de R$ 1,4 mil para R$ 1,6 mil, a massa salarial passou de R$ 81 bilhões para R$ 126 bilhões e o crédito para pessoas físicas em relação ao PIB subiu de 8,8% para 14%. Com o salário e o crédito crescendo os consumidores foram às compras, vitaminadas ainda com a redução do IPI, amenizando a crise no País. Mas aumentou o endividamento, passando de uma média de 24% para 36% da renda na comparação entre os períodos 2004-2007 e 2008-2011.
D
ados de 2012 indicam que a imunização do País à crise como vem sendo tocada está esgotada. O crescimento deve ficar entre 1,5% e 2%. Mesmo prorrogandose a redução do IPI e a elevação das compras do governo ele será pífio. As empresas estão com estoques elevados e as famílias comprometem parte expressiva da renda com as dívidas. A crise mundial deve durar pelo menos mais dois anos. Precisamos de ações mais eficazes para o Brasil voltar a crescer. Há duas saídas: destravar os investimentos públicos – promovendo concessões e parcerias com o setor privado – e iniciar uma reforma tributária que reduza custos para as empresas e eleve o poder de compra dos consumidores, a começar pela substituição imediata do PIS/Cofins e do INSS patronal. MARCOS CINTRA É DOUTOR EM ECONOMIA PELA UNIVERSIDADE HARVARD, PROFESSOR TITULAR E VICE-PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS. MCINTRA@MARCOSCINTRA.ORG
Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, João de Scantimburgo, Marcel Solimeo Diretor-Responsável João de Scantimburgo (jscantimburgo@acsp.com.br) Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Edi tor-Chefe: José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br) Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br) Editores Seniores: Bob Jungmann (bob@dcomercio.com.br), Carlos de Oliveira (coliveira@dcomercio.com.br), chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), Estela Cangerana (ecangerana@dcomercio.com.br), Luciano de Carvalho Paço (luciano@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br), Luiz Antonio Maciel (maciel@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br) Editor de Fotografia: Alex Ribeiro Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Fernando Porto (fporto@dcomercio.com.br), Ricardo Ribas (rribas@dcomercio.com.br) e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br) Subeditores: Marcus Lopes e Rejane Aguiar Redatores: Adriana David, Eliana Haberli e Evelyn Schulke, Ricardo Osman, Tsuli Narimatsu Repórter Especial: Kleber Gutierrez (kgutierrez@dcomercio.com.br), . Repórteres:André de Almeida, Fátima Lourenço, Ivan Ventura, Karina Lignelli, Kelly Ferreira, Kety Shapazian, Lúcia Helena de Camargo, Mariana Missiaggia, Mário Tonocchi, Paula Cunha, , Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibelli, Rita Alves, Sandra Manfredini, Sílvia Pimentel, Vera Gomes e Wladimir Miranda. Gerente Executiva e de Publicidade Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações Valter Pereira de Souza (valter.pereira@dcomercio.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estado, Folhapress, Efe e Reuters Impressão OESP GRÁFICA S/A Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60
FALE CONOSCO E-mail para Cartas: cartas@dcomercio.com.br E-mail para Pautas: editor@dcomercio.com.br E-mail para Imagens : dcomercio@acsp.com.br E-mail para Assinantes: circulacao@acsp.com.br Publicidade Legal: 3180-3175. Fax 3180-3123 E-mail: legaldc@dcomercio.com.br Publicidade Comercial: 3180-3197, 3180-3983, Fax 3180-3894 Central de Relacionamento e Assinaturas: 3180-3544, 3180-3176 , Fax 3180-3355 Esta publicação é impressa em papel certificado FSC®, garantia de manejo florestal responsável, pela Oesp Gráfica.
REDAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E PUBLICIDADE Rua Boa Vista, 51, 6º andar CEP 01014-911, São Paulo PABX (011) 3180-3737 REDAÇÃO (011) 3180-3449 FAX (011) 3180-3046, (011) 3180-3983 HOME PAGE http://www.acsp.com.br E-MAIL acsp@acsp.com.br
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quarta-feira, 11 de julho de 2012
3
o Ao sair, deixe o preconceito em casa. pinião
COMISSÃO DE JURISTAS DO SENADO QUER AMPLIAR A LEI CONTRA O PRECONCEITO.
U
ma loja de móveis coloca uma funcionária para fazer o que denominam "captação" de clientes. Seu nome é Rosália. A partir de uma lista predefinida, ela contata clientes que já passaram pela loja e não retornaram. Rosália tem voz agradável, boa aparência, educadíssima e eficiente. Já no primeiro telefonema, ela conseguiu agendar a visita de uma cliente em potencial: uma senhora de nome Cleide. No dia seguinte, Cleide chega à loja, é atendida por um vendedor, que ouve "elogios rasgados" ao contato eficiente de Rosália por telefone. O vendedor resolve capitalizar a situação favorável, e diz: "Vou chamá-la para a senhora conhecê-la". Rosália, moça negra, forte, foi apresentada. Cleide não escondeu a decepção: "Nossa, pensei que você fosse diferente!"– e criou um constrangimento tal que Rosália não conseguiu permanecer ao lado do vendedor para auxiliar no atendimento. Rosália contou o ocorrido ao gerente que, fato raro, abriu mão da possibilidade de venda e dirigiu-se à Cleide :"Temos câmeras na loja; A senhora cometeu crime de racismo, por favor, queira retirar-se". Bem, a polícia não foi acionada; entretanto, foi garantido a Rosália o direito de mover ação judicial sem perder o emprego – o que nem sempre é possível, dependendo da cultura da empresa. A pena para esse tipo de cri-
IVONE ZEGER me é de 2 a 5 anos de prisão, não passível de perdão ou indulto, e é inafiançável. O preconceito existe em todo o mundo. As minorias mudam de rosto dependendo do local – pode ser a mulher, o imigrante, o pobre, o nativo, alguém de pele clara ou escura – mas onde estão, sofrem discriminação. No Brasil, embora tenhamos certa tendência à cordialidade, a discriminação existe e faz parte do cotidiano de muitas pessoas. Basta ver as dificuldades de mulheres, homossexuais e negros para alcançarem postos de comando nas empresas.
ção sexual. Atualmente, ainda vivemos sob o impacto das leis antirracistas, que suscitam polêmicas porque as pessoas gostam de colocá-las sob uma perspectiva puramente pessoal. E esquecem, muitas vezes, que se aprendemos desde cedo a respeitar as pessoas – gostando ou não do modo de vida delas, de suas escolhas, ou de sua cor – há também quem não tenha passado por esse aprendizado.
P
ortanto, vale lembrar que, quando a lei define punição aos que cometem atos racistas, isso é feito para que os direitos constitucionais dos que sofrem racismo sejam garantidos, pois valem para todos os cidadãos do país. Atualmente , no Brasil, é considerado crime a discriminação em função de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional. Agora, uma comissão de juristas do Senado pretende ampliar o espectro da lei, fazendo com que seja aplicada também
O
homem branco, heterossexual e, de preferência, rico, é quem tem sua cidadania garantida com mais frequência e facilidade. Isso é estranho em um país onde a Carta Magna dita que somos todos iguais perante a lei, independentemente de cor ou etnia, religião, origem, gênero ou op-
nos casos de discriminação em função de gênero, identidade, orientação sexual ou procedência regional. Sim, procedência regional. O que isso significa? Imaginemos que no lugar de Rosália esteja um funcionário amazonense, com traços indígenas, ou um sergipano com características físicas próprias dos brasileiros da região Nordeste; e que no lugar de Cleide – a própria Cleide serviria como exemplo aqui – não se sinta assim "tão feliz" de ser atendida por ele, e deixe isso claro, causando constrangimentos e, pior, a depender do gerente ou
No Brasil a discriminação existe e faz parte do cotidiano de muitas pessoas. Basta ver as dificuldades de mulheres, homossexuais e negros para obter postos de comando.
da empresa, deixando o funcionário em situação vulnerável. Será crime? Sim.
O
utra situação: vamos supor que durante o atendimento Cleide perceba que o vendedor é homossexual. E abra de novo sua indiscreta boca, impossibilitando o atendimento. Será crime? Sim. Parece exagero? Muitas vezes, as mulheres passam por constrangimentos – menores, é verdade – simplesmente por serem mulheres. Quando? Um exemplo: as incontáveis piadas machistas de mau gosto! Essas piadas são rechaçadas por boa parte das mulheres, mas, infelizmente, ainda há as que acham graça. Aliás, nessa questão, gostaria de citar uma frase que conheci recentemente: "Não é fácil ganhar quando metade do time joga contra". Teoricamente, a boa educação manda respeitar a todos, mas alguns acreditam que pro-
vocar o mal estar de outros – com piadinhas, comentários e ironias – é atitude aceitável, uma "brincadeira". Esquecem que é dessa forma, "brincando", que se perpetuam preconceitos e acirram-se rancores. O verdadeiro humor é, antes de tudo, inteligente, e não agride. E atenção: discriminação na internet e nos meios de comunicação também é crime.
É
preciso ressaltar que, no caso citado, não houve intenção de "brincar", mas sim, uma discriminação brutal. É para coibir situações desse tipo – cujos efeitos negativos têm magnitude que mal conseguimos prever – que os juristas trabalham. IVONE ZEGER É ADVOGADA ESPECIALISTA EM DIREITO DE FAMÍLIA E SUCESSÃO. MEMBRO EFETIVO DA COMISSÃO DE DIREITO DE FAMÍLIA DA OAB/SP É AUTORA DOS LIVROS "HERANÇA: PERGUNTAS E RESPOSTAS" E "FAMÍLIA: PERGUNTAS E RESPOSTAS" - DA MESCLA EDITORIAL WWW.IVONEZEGER.COM.BR
EM VÁRIOS ASPECTOS, UM HOMEM DE VANGUARDA. Adão Nascimento/AE
Cardeal Eugênio Sales: "O dever de um administrador é ser encontrado fiel" (1Cor 4,2).
N
orte-rio-grandense, de Acari, nascido em 1920, Dom Eugênio de Araújo Sales era o mais antigo cardeal da Igreja católica. Era arcebispo-emérito do Rio de Janeiro desde 2001 e, octogenário, não tinha mais o direito de participar dos conclaves, as reuniões em que são eleitos os papas. Mas nada o impediu de ter presença ativa na Igreja até o último instante de vida, na noite de segunda-feira. Filho de um advogado que chegou a ser desembargador no seu Estado, foi ainda bem novo para ao seminário em Natal (chegou a pensar em ser agrônomo). Prosseguiu os estudos de filosofia e teologia no tradicional Seminário da Prainha, em Fortaleza. Apesar de nunca obter títulos acadêmicos, era homem de sólida cultura humanística, fluente em seis idiomas, dotado de excelente capacidade de trabalho. Ordenado sacerdote com 23 anos, nunca teve dúvidas sobre sua vocação religiosa, bem como a sua fé em Deus e na Igreja. Qualidades que certamente contaram para sua nomeação ao episcopado, com apenas 33 anos, em 1954, na condição de bispo-auxiliar de Natal e, em 1962, administrador-apostólico
com direito à sucessão na mesma sé arquiepiscopal. Transferido por Paulo VI para a arquidiocese de Salvador da Bahia, sé primacial do Brasil, ali atuou entre 1965 e 1971, tempo em foi escolhido para cardeal (1968), projetando-o para o cenário internacional da Igreja católica. Transferido mais uma vez, em 1971 tornou-se arcebispo do Rio de Janeiro e, a partir de então, durante 30 anos, teve intensa atuação no Brasil e no exterior, exercendo várias funções e missões na Cúria Romana, até apresentar sua renúncia, conforme a praxe canônica, ao completar 75 anos de idade. Como apresentava boas condições de saúde, João Paulo II conservou-o no governo do Rio de Janeiro por mais cinco anos, quando em 21 de setembro de 2001 foi substituído pelo antigo arcebispo de Florianópolis, cardeal Eusébio Sheid.
D
e família profundamente religiosa, o cardeal Sales teve mais dois irmãos no clero: um sacerdote, que porém deixou o ministério, e outro que se tornou, primeiro, bispo de Caicó-RN e depois arcebispo de Natal. Sobre a atividade pastoral de Dom Eugênio chamam a atenção dois fatores: de um lado, o conservadorismo teológico, sobretudo a partir de sua ida para o Rio de Janeiro, que fez dele
D. Eugênio chega para o Congresso Eucarístico, em Brasília (1970). verdadeiro combatente das ideias ligadas à Teologia da Libertação; de outro lado, sua total abertura, sem preconceitos, para atividades sociais da Igreja. Certamente ele será lembrado como vanguardista em vários setores da pastoral brasileira.
C
om efeito, Dom Eugênio se destacou, desde a década de 50, como grande articulador e defensor dos trabalhadores rurais do Rio Grande do Norte. Empenhou-se no trabalho de alfabetização, através do MEB (Movimento de Educação de Base). Soube utilizar os meios de comunicação social, sobretudo o rádio, no trabalho de evangelização. Fez verdadeira "dobradinha" com Dom Helder Câmara (então bispo-auxiliar do Rio de Janeiro, muito próximo de Juscelino Kubitschek) para obter recursos da União no combate às secas do
Nordeste. Preparou católicos leigos para atuação na Sudene. Foi um dos primeiros formuladores da Campanha da Fraternidade.
A
pós o golpe de Estado, em 1964, optou por manter o diálogo com autoridades, civis ou militares, sem publicidade, muitas vezes atuando nos bastidores – mas com isso protegeu muitos perseguidos e salvou muitas vidas. As Nações Unidas, através do Alto Comissariado para os Refugiados, teve em Dom Eugênio um dos maiores apoiadores no Brasil. As mulheres que reclamam maior participação nas decisões da Igreja ficarão surpresas com a atuação do cardeal. Ele foi o primeiro a entregar paróquias para serem dirigidas por religiosas (a primeira vigária do Brasil foi irmã Irani Bastos, da Congregação de Jesus
Crucificado, na arquidiocese de Natal, na década de 60). Quando arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Eugênio nomeou a primeira vigáriageral (para as religiosas), uma figura não prevista no Direito Canônico, mas que a Santa Sé abortou, forçando o arcebispo a retroceder. Ficaríamos espantados ao saber que o assessor de imprensa de Dom Eugênio, por vários anos, o jornalista Marcelo Rezende, era espírita? Com ele, Dom Eugênio realizou imenso trabalho de conscientização dos juízes, promotores, delegados, policiais, e agentes penitenciários do Rio quanto aos direitos humanos nos distritos e nas prisões.
C
riou no Rio de Janeiro um importante congresso anual de estudos para bispos, para os quais trazia lideranças eclesiásticas de várias partes do mundo. Foi para uma dessas reuniões que veio ao Brasil, pela primeira vez, o atual papa Bento 16, quando ainda era cardeal da Cúria Dom Eugênio participou de todas as quatro sessões do Concílio Vaticano II (1962-1965) e colaborou sobretudo na redação de três documentos: os decretos sobre os meios de comunicação social e sobre o apostolado dos leigos, e a constituição sobre a alegria e a esperança (Gaudium et Spes), um dos mais importantes textos
DOMINGOS ZAMAGNA produzidos pela Igreja nos últimos tempos. Foi um dos pouquíssimos bispos brasileiros que tiveram o privilégio desta experiência histórica e espiritual da Igreja. A maior parte dos bispos do Brasil e do mundo conhecem o concílio através de livros.
H
omem de absoluta pobreza, grande frugalidade na alimentação, espantosa atenção e delicadeza ao receber as pessoas, concedia-se, até há poucos anos, apenas uma mundanidade: gostava de charutos... baianos. A serenidade que o acompanhou durante toda a vida se manifestou também na sua morte, durante o sono. A ele se aplicam as palavras de São Paulo, no fim da vida: "Chegou o tempo da minha partida. Combati o bom combate, cumpri a minha carreira, guardei a fé" (2Tm 4,6-7). DOMINGOS ZAMAGNA É JORNALISTA E PROFESSOR DE FILOSOFIA.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
4
GibaUm
3 Aécio Neves, 52 anos, não 3 MAIS: ficou muito tempo sozinho, depois de romper com Letícia Weber: já está de namorada nova.
gibaum@gibaum.com.br
k Meu organismo não tem mais lagrimas a verter. Foto: Felipe Lessa / Divulgação
Lula quer que Dilma Rousseff libere ministros de prestigio e com ligações políticas em São Paulo para que participem de eventos do calendário eleitoral de Fernando Haddad. Ela vinha hesitando porque havia combinado com o vice-presidente Michel Temer que ninguém do governo faria campanha (no caso dele, com Gabriel Chalita). Liberando, Temer participará de atos com Chalita. No caso dos ministros de Dilma, raros são os que têm fôlego e prestigio para ajudar Haddad. Gilberto Carvalho, Alexandre Padilha, Miriam Belchior e Guido Mantega no palanque, segundo os próprios petistas, não significam nem um voto a mais. 333
CHAPINHA 333 ReynaldoGianecchini começou a gravar Guerra dos Sexos e esbanjou vitalidade em Angra dos Reis, dispensando dublê. Apareceu com cabelos escurecidos (surgiram muitos brancos) e enrolados, porque cresceram dessa forma depois da quimioterapia. Os cabelos de Lula também ficaram muito mais brancos e igualmente enrolados e ele está tentando mantê-los mais lisos, com alguns cortes. Se não der, deixa crescer enrolados mesmo. “E se ficarem muito enrolados, faço chapinha”.
333 Sem babá e empregada, Fernanda Lima, 35 anos, varreu o chão, limpou a casa, arrumou as camas e cuidou dos filhos João e Francisco em dois meses que ficou na Califórnia. Agora, vai estrelar nova campanha de lingerie da Scala (destaques), da qual é contratada. Numa parte do ensaio, ataca de baby liss nos cabelos. Ela aguarda a data de reestréia de Amor & Sexo, da Rede Globo. E quem quiser conhecer a história fotográfica de Fernanda, é só acessar seu site pessoal, que tem uma das melhores aberturas da internet (a foto maior é de lá).
Varrendo o chão
Depois do PT ter se esforçado na convocação de Paulo Vieira de Sousa, ex-diretor de engenharia da Dersa, para ir depor na CPI da Cachoeira, o pessoal do PSDB vai tentar convocar o ex-presidente da Valec, José Francisco das Neves, o Juquinha, preso na semana passada na Operação Trem Pagador . Ele é acusado de corrupção, lavagem de dinheiro, ocultação e dissimulação de bens e teria feito uma fortuna de R$ 60 milhões em tempo recorde. Por outro lado, o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), ex-secretário do Governo nos tempos de José Serra, abandonou a CPI de Cachoeira na semana passada: ele e Paulo Vieira de Sousa são amigos pessoais. 333
Guerra é guerra
Dancin' days
DIA D 333 Hoje é o dia D do senador Demóstenes Torres que será julgado por falta de ética e quebra de decoro parlamentar no Senado. Nove entre dez senadores não tem a menor dúvida que terá seu mandato cassado. Só que Demóstenes já avisou que pretende pedir a anulação do voto de cada senador que o declarar abertamente. Depois, Demóstenes vai recorrer ao Supremo para tentar embargar a cassação, cuja aprovação é dada como certa pela maioria de seus pares. Antes dele, na história da República, apenas Luiz Estevão foi cassado, acusado de superfaturar as obras do TRT de São Paulo. Outros senadores acusados de quebra de decoro renunciaram ao mandato para evitar a cassação.
333 Afastada das novelas desde que fez a mocinha Lili em O Astro, Alinne Moraes está em cartaz com a peça de Nelson Rodrigues, Dorotéia, que participa das comemorações do centenário do jornalista e escritor. Agora, está na capa de Boa Forma, onde confessa que, ao contrário de sua personagem atual, é muito preocupada com a aparência. Detalhe: nada de dieta, não tem muita paciência para atividade física, só que faz aulas de balé clássico há oito anos. Quatro aulas por semana, cada uma de hora e meia.
O balé de Dorotéia
Coração preparado Todos os 36 réus do processo do mensalão contam no calendário os dias que faltam para o julgamento do Supremo. E os que possuem famosos e caros advogados são estimulados, também diariamente, com a perspectiva de que, se o julgamento seguir critérios técnicos, todos serão absolvidos, incluindo José Dirceu, denunciado como “chefe da organização criminosa”. Seu advogado, José Luis de Oliveira Lima, o Juca, está tranqüilo: passa férias na Sardenha e Dirceu, com vontade de assumir a própria defesa, já deixou a hipótese de subir a tribuna do Senado de lado. Para sua absolvição, acha mau negócio fazer marola. Se desconfiar que será condenado, mudará a estratégia.
333
h
Dentro do programa de Qualidade de Vida aos 3,3 mil funcionários do Planalto, está ganhando dimensão maior o espaço na hora do almoço dedicado à dança. Os servidores podem apenas dançar ou ter aulas de dança de salão com alguns especialistas. Há dois meses, o maior numero de aulas correu por conta do tango e agora, os pedidos estão divididos entre forró e sambarock. Os organizadores garantem que dançar ajuda na “descompressão física”, no “desenvolvimento das relações interpessoais” e no bem estar dos funcionários. E há quem aposte que ajuda também a marcar encontros depois do expediente. 333
h IN
OUT
Colete de jeans.
Colete com pele.
Dança dos sete véus Totalmente recuperada de um câncer, Antonia Mayrink Veiga Frering, filha de Carmen Mayrink Veiga, já começou a gravar sua participação na próxima novela da Glória Perez, Salve Jorge, onde viverá uma advogada. Carmen, contudo, quer ver a filha na Dança dos Famosos do programa de Fausto Silva e eventualmente, numa apresentação especial. Antonia tem formação de bailarina clássica – e é especialista na dança dos sete véus. Para quem não sabe: essa é uma dança em que a bailarina vai tirando, um a um, sete véus presos ao seu corpo. Seria praticada por sacerdotisas nos templos da deusa egípcia Isis. É também associada à passagem bíblica quando Salomé pede a cabeça de João Batista. 333
é Bianca Giacola, mineira que mora em Paris. Os dois estão em Las Vegas e ela tem quase a metade da idade do senador.
Big business
DEMÓSTENES TORRES // defendendo-se das acusações de envolvimento com Carlinhos Cachoeira.
Quem tem voto
quarta-feira, 11 de julho de 2012
333 Não será surpresa se, em pouco tempo, o grupo Espírito Santo acabe comprando mesmo o Hotel Mofarrej, em São Paulo, hoje com a bandeira Tivoli e de propriedade do super-herdeiro Miguelzinho Mofarrej. Os portugueses estão apostando que acertam tudo em menos de três meses. Enquanto isso, Miguelzinho, que possui centenas de imóveis em São Paulo, faz uma mega-reforma em sua mansão no Jardim Europa, depois de ter comprado a casa do lado. Na garagem (subterrânea) caberão nada menos do que 30 automóveis.
OLHO VIVO 333 Uma das maiores empresas de comunicação do país, com várias contas do Governo Federal, também cuida da imagem da Andrade Gutierrez e escalou um de seus funcionários para ficar de olho no presidente e no relator da CPI do Cachoeira. O motivo é a convocação de Fernando Cavendish, da Delta, que também tem contrato com a mesma assessoria. A preocupação é que apareça um documento comprovando o financiamento da Andrade Gutierrez, através de caixa dois , para algum político.
MISTURA FINA 333 DEPOIS de uma longa guerra na justiça, a rede de chocolates Cacau Show (tem mais de mil franquias) conseguiu proibir as lojas Brasil Cacau, do grupo Kopenhagen, de usar a palavra cacau porque inspira confusão. O novo nome da Brasil Cacau será Chocolates Brasil.
333 JÁ COMEÇOU a disputa entre as cidades brasileiras que querem sediar a próxima edição da UFC, em outubro. São Paulo, Rio e Manaus são as favoritas. Para se ter melhor idéia da ascensão e força desse esporte no país, dos mais de 77 milhões de artigos sobre a vida do brasileiro Anderson Spider Silva, perto de 35 milhões de citações foram feitas no último fim de semana, segundo o Google.
FABRICANTE de caminhões e patrocinadora do Corinthians, a Iveco aposta alto na área da defesa: tem contrato firmado com as Forças Armadas brasileiras e agora negocia a venda de lote de blindados Guarani para o Exercito da Venezuela. Os veículos sairão da futura linha de montagem em Governador Valadares, interior de Minas Gerais e há quem garanta que, na negociação com a Venezuela, o expresidente Lula deu uma força. Afinal, corintiano que se preza ajuda corintiano.
333
O ARQUITETO Oscar Niemeyer, 104 anos, conversava com Arnaldo Niskier no lançamento da nova edição de sua revista Nosso Caminho e, à certa altura, o acadêmico resolveu convocar Oscar a freqüentar a Academia Brasileira de Letras e dependendo, até de candidatar a uma vaga na Casa de Machado de Assis. Aí, Oscar, olhando meio de lado para Niskier, foi rápido: “Ora, Arnaldo, meu negocio é mulher”.
]333
PARA QUEM não tem nem idéia: do total de 180 candidatos que disputarão a prefeitura nas 26 capitais brasileiras, apenas 36 são mulheres. E delas, raras tem alguma chance. 333
Colaboração: Paula Rodrigues / A.Favero
CHARGE DO DIA
p
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quarta-feira, 11 de julho de 2012
5 TUDO DENTRO DA LEI Negócios do prefeito de TO envolvem o amigo, a assessora da mulher dele e a cunhada, mas ele diz que não há nada suspeito nisso.
olítica
Prefeito de Palmas diz que só recebeu dinheiro da Delta
O
prefeito de Palmas, do com o prefeito, o espetácuRaul Filho (PT), ne- lo foi pago por uma empresa gou ontem em de- de Araguaína (TO), cujo nome poimento à Comis- ele não se recorda. são Parlamentar Mista de InO prefeito contou que mosquérito, a CPI do Cachoeira, de trou a Cachoeira uma pesquiter recebido doação de R$ 150 sa de intenção de voto na qual mil do contraventor Carlos Au- ele estava bem colocado. Mosgusto Ramos, o Carlinhos Ca- trou para tentar "estimular o choeira. Em um vídeo gravado contraventor a ajudar". Raul em 2004, e divulgado pelo Fan- Filho reconheceu que tentou tástico, o contraventor fala que criar uma "falsa expectativa" iria doar essa quantia para a para fazer Cachoeira contricampanha do candidato. buir com a campanha. A gravação foi feita por uma Ele confirmou ainda que escâmera que Cachoeira insta- teve duas vezes com o contralou no ar condicionado de seu ventor. A última foi no dia da escritório. O prefeito, porém, gravação do vídeo, em 2004, admitiu que errou e que teve em Anápolis (GO). A anterior, "a infelicidade de ser gravado" em Goiânia (GO), em 1994, no encontro. quando foi apresentado a CaNenhum tostão – Mesmo as- choeira por um colega, candis i m , g a r a ndato a deputiu: "Nem em tado. 2004 e nem Delta – No em 2008 vão entanto, ele c o n s t a r a ladmitiu na Se o Sílvio Roberto gum tipo de audiência errou, não vai apoio ou doaque uma asdeixar de ser meu ção, seja do sessora da amigo. Infelizmente, mulher dele Cachoeira ou ele errou. Eu da Delta. Nós recebeu den u n c a t i v epósito bancátambém errei. mos qualquer rio de R$ 120 RAUL FILHO (PT ), tipo de relamil feito pela PREFEITO DE PALMAS. ci ona ment o, D e l t a C o n snem de intitruções. Ligamidade para buscar qualquer da ao contraventor, a empreitipo de apoio", disse. teira mantém contrato de lixo Na gravação, Sílvio Rober- com a prefeitura de Palmas to, amigo de longo tempo do desde 2005. prefeito, negociou a transfeA assessora é Rosilda Rodrirência do valor. De acordo gues dos Santos, que trabalha com Raul, posteriormente Síl- para a deputada estadual Sovio lhe garantiu que não rece- lange Duailibe (PT), mulher de beu esse recurso e disse que, Raul. A assessora pediu dese for preciso, está pronto pa- missão logo depois da divulra testemunhar. gação de escuta telefônica soAmigo – "Sílvio Roberto é bre o depósito. "Isso já foi demeu amigo e é um empolgado clarado pela pessoa. Vamos pela construção de um estado considerar que sim", afirmou. de Direito em Tocantins", dis- 'Eu não disse que recebi, mas se o prefeito. "Se ele errou, que foi depositado na conta de não vai deixar de ser meu ami- uma assessora", completou. go. Infelizmente, ele errou. Eu O prefeito afirmou que pelo também errei", afirmou Raul. contrato de lixo paga R$ 1,3 Raul explicou que o show do milhão mensais à Delta. Nos cantor Amado Batista, duran- últimos cinco anos, foram pate um comício de campanha, gos R$ 71 milhões. Raul colonão foi pago por Cachoeira, cou à disposição da CPI a queconforme sugestão feita pelo bra dos seus sigilos bancário, bicheiro na gravação. De acor- fiscal e telefônico. (Agências) Alan Marques/Folhapress
Wilson Dias/ABr
Raul Filho: em depoimento na CPI, ele contou que quem pagou show de Amado Batista foi uma empresa de Araguaína e que não lembra o nome.
Europ Assistance Brasil Serviços de Assistência S.A.
Bradesco Leasing S.A. - Arrendamento Mercantil
CNPJ no 01.020.029/0001-06 - NIRE 35.300.336.704 Ata Sumária das Assembleias Gerais Extraordinária e Ordinária realizadas cumulativamente em 30.4.2012
CNPJ no 47.509.120/0001-82 - NIRE 35.300.151.381 Companhia Aberta Ata Sumária das Assembleias Gerais Extraordinária e Ordinária realizadas cumulativamente em 30.4.2012
Data, Hora e Local: Em 30.4.2012, às 18h, na sede social, Alameda Tocantins, 125, 8 o andar, Barueri, SP, CEP 06455-020. Mesa: Presidente: Marco Antonio Rossi; Secretário: Ismael Ferraz. Quórum de Instalação: Totalidade do Capital Social. Presença Legal: Administrador da Sociedade. Edital de Convocação: Dispensada a publicação, de conformidade com o disposto no § 4o do Art. 124 da Lei n o 6.404/76. Deliberações: Assembleia Geral Extraordinária: aprovada a proposta do Conselho de Administração, registrada na Reunião daquele Órgão de 20.4.2012, para aumentar o Capital Social no valor de R$3.774.501,00, elevando-o de R$9.225.499,00 para R$13.000.000,00, sem emissão de ações, mediante a capitalização de parte do saldo da conta “Reserva de Lucros – Reserva para Realização de Novos Investimentos”, com a consequente alteração do “caput” do Artigo 5 o do Estatuto Social, cuja a redação passa a ser a seguinte: “Artigo 5o. O capital social é de R$13.000.000,00 (treze milhões de reais), totalmente subscrito, dividido em 2.975.000 (dois milhões, novecentos e setenta e cinco mil) ações, todas ordinárias e sem valor nominal.”. Assembleia Geral Ordinária: I) tomaram conhecimento dos Relatórios da Administração e dos Auditores Independentes e aprovaram as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício social findo em 31.12.2011; II) aprovada a proposta do Conselho de Administração da Sociedade, registrada na Reunião daquele Órgão, de 20.4.2012, para a destinação do lucro líquido do exercício encerrado em 31.12.2011 e distribuição de Dividendos, conforme segue: O lucro líquido de R$14.897.635,63, foi destinado da seguinte forma: R$195.918,46 para a conta “Reserva de Lucros - Reserva Legal”; R$7.350.717,17 para a conta “Reserva de Lucros – Reserva para Realização de Novos Investimentos”; e R$7.351.000,00 para pagamento de Dividendos o qual deverá ser pago até 31.12.2012; III) modificar a composição do Conselho de Administração, conforme segue: a) registrar o pedido de renúncia ao cargo de Membro do Conselho de Administração da Sociedade, formulado pelo senhor João Carlos Nunes Fervença da Silva, em carta de 30.3.2012, cuja transcrição foi dispensada, a qual será levada a registro juntamente com esta Ata, consignando-se, nesta oportunidade, agradecimentos pelos serviços prestados durante sua gestão; b) eleger como Membro do Conselho de Administração, com mandato coincidente com o dos demais membros, o senhor Carlos Manuel Espírito Santo Beirão da Veiga, português, casado, gestor de empresas, passaporte português 6270345-5, CPF 053.991.477/00, com domicílio na Alameda Tocantins, 125, 8o andar, Alphaville, Barueri, SP, CEP 06455-020, sendo que permanecerá nas suas funções até que a Ata da Assembleia Geral Ordinária que eleger os novos membros em 2013 seja arquivada na Junta Comercial e publicada. Consignada a apresentação, pelo Conselheiro eleito, da documentação comprobatória de atendimento das condições prévias de elegibilidade, previstas nos Arts. 146 e 147 da Lei n o 6.404/76; Em consequência, o Conselho de Administração da Sociedade fica assim composta: Presidente: Marco Antonio Rossi; Membros: Martin Vial, Manrico Iachia, Pedro Guilherme Beauvillain de Brito e Cunha, Ricardo Abecassis Espírito Santo Silva, Carlos Manuel Espírito Santo Beirão da Veiga, Samuel Monteiro dos Santos Junior, Ricardo Saad Affonso, Lúcio Flávio Condurú de Oliveira, Ivan Luiz Gontijo Júnior e Marcio Serôa de Araujo Coriolano. IV) fixado o montante global anual da remuneração dos Administradores, no valor de até R$80.666,65, a ser distribuída em Reunião do Conselho de Administração, aos membros do próprio Conselho; e R$2.119.333,35, a ser distribuída em Reunião do Conselho de Administração, aos membros da Diretoria conforme determina o inciso “v” do Artigo 17 do Estatuto Social. Quórum das Deliberações: aprovado por todos os acionistas, abstendo-se de votar os legalmente impedidos. Encerramento: Nada mais havendo a tratar e como ninguém se manifestou, foi a Ata lavrada no livro próprio e lida, sendo aprovada por todos e assinada. aa) Presidente: Marco Antonio Rossi; Secretário: Ismael Ferraz; Administrador: Paulo Cesar Fogetti; Acionista: EABS Serviços de Assistência e Participações S.A., por seus Diretores, senhores Paulo Cesar Fogetti e Raul Guilherme Gama Boaventura; Marco Antonio Rossi; Martin Vial; Manrico Iachia; Pedro Guilherme Beauvillain de Brito e Cunha; Ricardo Abecassis Espírito Santo Silva; Carlos Manuel Espírito Santo Beirão da Veiga; Samuel Monteiro dos Santos Junior; Ricardo Saad Affonso; Lúcio Flávio Condurú de Oliveira; Ivan Luiz Gontijo Júnior e Marcio Serôa de Araujo Coriolano. Declaração: Declaro para os devidos fins que a presente é cópia fiel da Ata lavrada no livro próprio e que são autênticas, no mesmo livro, as assinaturas nele apostas. a) Ismael Ferraz Secretário. Certidão - Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia - Junta Comercial do Estado de São Paulo - Certifico o registro sob número 252.176/12-1, em 14.6.2012. a) Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.
EABS Serviços de Assistência e Participações S.A. CNPJ no 09.060.236/0001-98 - NIRE 35.300.345.843 Ata Sumária da Assembleia Geral Ordinária realizada em 30.4.2012
Solange Duailibe, esposa de Raul: deputada estadual e suspeita.
Depoimento 'não convenceu', diz relator.
O
deputado Odair Cunha (PT-MG), relator da CPI do Cachoeira, afirmou que o depoimento do prefeito de Palmas, Raul Filho (PT), "não convenceu", o que levará a comissão a aprofundar as investigações. Segundo o relator, o prefeito não foi "firme" nas suas declarações, contradizendo-se várias vezes. "Não convenceu e impõe que a investigação continue sendo feito na medida em que os elementos e os indícios são muito contundentes. Há contradições no depoimento do prefeito que exigem que a investigação prossiga", assegurou.
O prefeito de Palmas, que não contou com nenhuma manifestação de apoio dos petistas durante o depoimento, deixou sem respostas ou prestou esclarecimentos evasivos a várias perguntas sobre a atuação de Cachoeira e da Delta. O relator lembrou o fato de a cunhada do prefeito, Kênia Duailibe, ter sido presidente da comissão de licitação responsável pela contratação da Delta. Para ele, o mais "revelador" é o fato de haver um padrão de atuação dos criminosos, que "financiam as campanhas em troca de benefícios contratuais". (Agências)
Raul Filho (PT) disse que teve a "infelicidade" de ser gravado com Carlinhos Cachoeira, mas que não recebeu nenhuma doação de R$ 150 mil do contraventor para a sua campanha. Porém, admitiu que houve um depósito bancário de R$ 120 mil da empreiteira para uma assessora da mulher dele.
Data, Hora e Local: Em 30.4.2012, às 17h30, na sede social, Cidade de Deus, Prédio Prata, 4o andar, Vila Yara, Osasco, SP, CEP 06029-900. Mesa: Presidente: Marco Antonio Rossi; Secretário: Ismael Ferraz. Quórum de Instalação: Totalidade do Capital Social. Presença Legal: Administrador da Sociedade. Edital de Convocação: Dispensada a publicação, de conformidade com o disposto no § 4o do Art. 124 da Lei n o 6.404/76. Deliberações: I) tomaram conhecimento dos Relatórios da Administração e dos Auditores Independentes e aprovaram as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício social findo em 31.12.2011; II) aprovada a proposta do Conselho de Administração da Sociedade, registrada na Reunião daquele Órgão, de 20.4.2012, para a destinação do lucro líquido do exercício encerrado em 31.12.2011 e distribuição de Dividendos, conforme segue: O lucro líquido de R$14.664.645,31, foi destinado da seguinte forma: R$733.232,27 para a conta “Reserva de Lucros - Reserva Legal”; R$6.965.706,52 para a conta “Reserva de Lucros – Reserva para Realização de Novos Investimentos”; e R$6.965.706,52 para pagamento de Dividendos o qual deverá ser pago até 31.12.2012; III) modificar a composição do Conselho de Administração, conforme segue: a) registrar o pedido de renúncia ao cargo de Membro do Conselho de Administração da Sociedade, formulado pelo senhor João Carlos Nunes Fervença da Silva, em carta de 30.3.2012, cuja transcrição foi dispensada, a qual será levada a registro juntamente com esta Ata, consignando-se, nesta oportunidade, agradecimentos pelos serviços prestados durante sua gestão; b) eleger, como Membro do Conselho de Administração, com mandato coincidente com o dos demais membros, o senhor Carlos Manuel Espírito Santo Beirão da Veiga, português, casado, gestor de empresas, passaporte português 6270345-5, CPF 053.991.477/00, com domicílio na Alameda Tocantins, 125, 8 o andar, Alphaville, Barueri, SP, CEP 06455-020, sendo que permanecerá nas suas funções até que a Ata da Assembleia Geral Ordinária que eleger os novos membros em 2013 seja arquivada na Junta Comercial e publicada. Consignada a apresentação, pelo Conselheiro eleito, da documentação comprobatória de atendimento das condições prévias de elegibilidade, previstas nos Arts. 146 e 147 da Lei no 6.404/76; Em consequência, o Conselho de Administração da Sociedade fica assim composta: Presidente: Marco Antonio Rossi; Membros: Martin Vial, Manrico Iachia, Pedro Guilherme Beauvillain de Brito e Cunha, Ricardo Abecassis Espírito Santo Silva, Carlos Manuel Espírito Santo Beirão da Veiga, Samuel Monteiro dos Santos Junior, Ricardo Saad Affonso, Lúcio Flávio Condurú de Oliveira, Ivan Luiz Gontijo Júnior e Marcio Serôa de Araujo Coriolano. IV) fixado o montante global anual da remuneração dos Administradores, no valor de até R$156.000,00, (cento e cinquenta e seis mil reais), conforme determina o inciso “v” do Artigo 17 do Estatuto Social, a ser distribuída em Reunião do Conselho de Administração, aos membros do próprio Conselho e da Diretoria. Quórum das Deliberações: aprovado por todos os acionistas, abstendo-se de votar os legalmente impedidos. Documentos Arquivados: as Demonstrações Contábeis, os Relatórios da Administração e dos Auditores Independentes. Também arquivada na sede e autenticada pela Mesa da Assembleia a Proposta do Conselho de Administração. Encerramento: Nada mais havendo a tratar e como ninguém se manifestou, foi a Ata lavrada no livro próprio e lida, sendo aprovada por todos e assinada. aa) Presidente: Marco Antonio Rossi; Secretário: Ismael Ferraz; Administrador: Paulo Cesar Fogetti, Diretor-Presidente; Acionistas: Bradesco Auto/RE Companhia de Seguros, por seus Diretores, senhores Ricardo Saad Affonso e Ivan Luiz Gontijo Júnior; Ponte Alta Consultoria e Assistência Lda., por seus Diretores, senhores Manrico Iachia e José Manuel Pinheiro Espírito Santo e Silva; Primeira Cruz Consultoria e Assistência Lda., por seus Diretores, senhores Manrico Iachia e Pedro Guilherme Beauvillain de Brito e Cunha; Marco Antonio Rossi, Martin Vial; Manrico Iachia; Pedro Guilherme Beauvillain de Brito e Cunha; Ricardo Abecassis Espírito Santo Silva; Carlos Manuel Espírito Santo Beirão da Veiga; Samuel Monteiro dos Santos Junior; Ricardo Saad Affonso; Lucio Flávio Condurú de Oliveira; Ivan Luiz Gontijo Júnior e Marcio Serôa de Araujo Coriolano. Declaração: Declaro para os devidos fins que a presente é cópia fiel da Ata lavrada no livro próprio e que são autênticas, no mesmo livro, as assinaturas nele apostas. a) Ismael Ferraz - Secretário. Certidão - Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia - Junta Comercial do Estado de São Paulo - Certifico o registro sob número 251.841/121, em 14.6.2012. a) Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.
Anuncie!
Publicidade Legal Fone:
11
3180 3175
Data, Hora, Local: Em 30.4.2012, às 17h, na sede social, Cidade de Deus, Prédio Prata, 2o andar, Vila Yara, Osasco, SP, CEP 06029-900. Mesa: Presidente: Lázaro de Mello Brandão; Secretário: Antônio Bornia. Quórum de Instalação: Totalidade do Capital Social votante. Presença Legal: Administrador da Sociedade e representante da KPMG Auditores Independentes. Edital de Convocação: Dispensada a publicação, de conformidade com o disposto no § 4 o do Art. 124 da Lei no 6.404/76. Publicações Prévias: os documentos de que trata o Art. 133 da Lei no 6.404/76 foram publicados em 23.2.2012, nos jornais “Diário Oficial do Estado de São Paulo”, páginas 2 a 6, e “Diário do Comércio”, páginas 12 a 15. Deliberações: Assembleia Geral Extraordinária: 1) Aprovada a Proposta do Conselho de Administração, registrada na Reunião Extraordinária no 61, daquele Órgão, de 30.3.2012, para alteração parcial do Estatuto Social, conforme segue: a) na letra “k” do Artigo 9 o, padronizando o termo “demonstrações contábeis”, e na letra “m”, que trata da remuneração dos Administradores, aprimorando sua redação; b) no “caput” do Artigo 12, modificando a composição e cargos da Diretoria, alterando-se, por consequência, os Artigos 14 e 18. As letras “k” e “m” do Artigo 9o, “caput” do Artigo 12, e os Artigos 14 e 18 passarão a vigorar com as seguintes redações, após a homologação do processo pelo Banco Central do Brasil: “Art. 9o) Além das previstas em lei e neste Estatuto, são também atribuições e deveres do Conselho: k) examinar e deliberar sobre os orçamentos e demonstrações contábeis submetidos pela Diretoria; m) limitado ao montante global anual aprovado pela Assembleia Geral, realizar a distribuição das verbas de remuneração e previdenciária aos Administradores;” “Art. 12) A Diretoria da Sociedade, eleita pelo Conselho de Administração, com mandato de 1 (um) ano, é composta de 3 (três) a 12 (doze) membros, sendo 1 (um) Diretor-Presidente, de 1 (um) a 10 (dez) Diretores Vice-Presidentes e 1 (um) Diretor Gerente.” “Art. 14) Além das atribuições normais que lhe são conferidas pela lei e por este Estatuto, compete especificamente a cada membro da Diretoria: a) ao Diretor-Presidente, presidir as reuniões da Diretoria, supervisionar e coordenar a ação dos seus membros; b) aos Diretores Vice-Presidentes, colaborar com o Diretor-Presidente no desempenho de suas funções, supervisionar e coordenar as áreas que lhes ficarem afetas; c) ao Diretor Gerente, o desempenho das funções que lhes forem atribuídas, reportando-se ao Diretor-Presidente e aos Diretores Vice-Presidentes.” “Art. 18) Para exercer o cargo de Diretor é necessário, ainda, que o candidato, na data da eleição, tenha menos de 65 (sessenta e cinco) anos de idade.” 2) aprovada a opção pela utilização de comitê de remuneração único, constituído pelo Banco Bradesco S.A., Instituição Financeira líder do Conglomerado Financeiro Bradesco, nos termos da Resolução no 3.921, de 25.11.2010, do Conselho Monetário Nacional. Assembleia Geral Ordinária: 1) tomaram conhecimento dos Relatórios da Administração e dos Auditores Independentes e aprovaram as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício social findo em 31.12.2011; 2) aprovada a proposta do Conselho de Administração, registrada na Reunião Extraordinária no 61 daquele Órgão, de 30.3.2012, para destinação do lucro líquido do exercício encerrado em 31.12.2011, e ratificação da distribuição de juros sobre o capital próprio pagos, conforme segue: a) o Lucro Líquido de R$981.889.983,84 foi destinado da seguinte forma: R$49.094.499,19 para a conta “Reservas de Lucros - Reserva Legal”; R$542.795.484,65 para a conta “Reservas de Lucros - Reserva Estatutária”; e R$390.000.000,00 para pagamento de juros sobre o capital próprio; b) a ratificação da distribuição dos juros sobre o capital próprio pagos, no montante de R$390.000.000,00, considerando que não será proposta à Assembleia nova distribuição de juros sobre o capital próprio relativos ao ano de 2011, em razão de já terem sido declarados em 30.9.2011 e pagos em 28.10.2011; 3) reeleição dos atuais membros do Conselho de Administração, senhores: Lázaro de Mello Brandão, brasileiro, casado, bancário, RG 1.110.377-2/SSP-SP, CPF 004.637.528/72; Antônio Bornia, brasileiro, viúvo, bancário, RG 11.323.129/SSP-SP, CPF 003.052.609/44; Mário da Silveira Teixeira Júnior, brasileiro, casado, bancário, RG 3.076.007-0/SSP-SP, CPF 113.119.598/15; Luiz Carlos Trabuco Cappi, brasileiro, casado, bancário, RG 5.284.352-X/SSPSP, CPF 250.319.028/68; Carlos Alberto Rodrigues Guilherme, brasileiro, casado, bancário, RG 6.448.545/SSP-SP, CPF 021.698.868/34; e Milton Matsumoto, brasileiro, casado, bancário, RG 29.516.917-5/SSP-SP, CPF 081.225.550/04, todos com domicílio na Cidade de Deus, Vila Yara, Osasco, SP, CEP 06029-900, e com mandato até a Assembleia Geral Ordinária de 2013, cujos nomes serão levados à aprovação do Banco Central do Brasil, após o que tomarão posse de seus cargos. Os Conselheiros eleitos declararam, sob as penas da lei, que não estão impedidos de exercer a administração de sociedade mercantil em virtude de condenação criminal; 4) aprovada a proposta do Conselho de Administração, registrada na Reunião Extraordinária no 61 daquele Órgão, de 30.3.2012, para que não seja fixada remuneração aos administradores da Companhia eleitos por indicação do Banco Bradesco S.A. (Bradesco), único acionista da Sociedade, tendo em vista que todos já recebem remuneração pelas funções que exercem no Bradesco, em consonância com a prática da Organização Bradesco. A prática de remuneração do Bradesco está devidamente descrita em seu Formulário de Referência, disponível nos sites da CVM – Comissão de Valores Mobiliários, da BM&FBOVESPA e de Relações com Investidores do Bradesco. Documentos Arquivados: as Demonstrações Contábeis, os Relatórios da Administração e dos Auditores Independentes. Também arquivadas na sede e autenticadas pela Mesa da Assembleia, as Propostas do Conselho de Administração e do Banco Bradesco S.A., Sociedade Controladora. Encerramento: Nada mais havendo a tratar e como ninguém se manifestou, foi a Ata lavrada no livro próprio e lida, sendo aprovada por todos e assinada. aa) Presidente: Lázaro de Mello Brandão; Secretário: Antônio Bornia; Administrador: Domingos Figueiredo de Abreu; Acionista: Banco Bradesco S.A., representado por seus Diretores, senhores Julio de Siqueira Carvalho de Araujo e Domingos Figueiredo de Abreu; Auditor: Cláudio Rogélio Sertório. Declaração: Declaramos para os devidos fins que a Ata da referida Assembleia encontra-se lavrada no livro próprio, homologada pelo Banco Central do Brasil e arquivada conforme segue: “Certidão - Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia - Junta Comercial do Estado de São Paulo - Certifico o registro sob no 269.553/12-5, em 27.6.2012. a) Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.”. Bradesco Leasing S.A. – Arrendamento Mercantil. aa) Julio de Siqueira Carvalho de Araujo e Domingos Figueiredo de Abreu.
Bradesco Leasing S.A. - Arrendamento Mercantil CNPJ no 47.509.120/0001-82 - NIRE 35.300.151.381 Ata da Reunião Extraordinária no 62, do Conselho de Administração, realizada em 30.4.2012 Aos 30 dias do mês de abril de 2012, às 16h, na sede social, Cidade de Deus, Prédio Prata, 2 o andar, Vila Yara, Osasco, SP, reuniram-se os membros reeleitos para integrar este Conselho na Assembleia Geral Ordinária hoje realizada, cuja posse se dará após a homologação de seus nomes pelo Banco Central do Brasil, os quais tomaram as seguintes deliberações: 1) de conformidade com as disposições do “caput” do Artigo 8o do Estatuto Social, procederam à eleição, entre si, do Presidente e do Vice-Presidente deste Órgão, tendo a escolha recaído nos nomes dos senhores: Presidente: Lázaro de Mello Brandão; Vice-Presidente: Antônio Bornia; 2) atendendo ao disposto no Artigo 12 do Estatuto Social, procederam à eleição dos Diretores da Sociedade, com mandato até a 1a Reunião deste Órgão que se realizar após a Assembleia Geral Ordinária de 2013, tendo sido: a) reeleitos os senhores: Diretor-Presidente: Luiz Carlos Trabuco Cappi, brasileiro, casado, bancário, RG 5.284.352-X/SSP-SP, CPF 250.319.028/68; Diretores Vice-Presidentes: Julio de Siqueira Carvalho de Araujo, brasileiro, casado, bancário, RG 55.567.472-1/SSP-SP, CPF 425.327.017/49; e Domingos Figueiredo de Abreu, brasileiro, casado, bancário, RG 6.438.883-9/SSP-SP, CPF 942.909.898/53, todos com domicílio na Cidade de Deus, Vila Yara, Osasco, SP, CEP 06029-900; b) eleitos os senhores: Diretores Vice-Presidentes: José Alcides Munhoz, brasileiro, casado, bancário, RG 50.172.182-4/SSP-SP, CPF 064.350.330/72; Aurélio Conrado Boni, brasileiro, casado, bancário, RG 4.661.428-X/SSP-SP, CPF 191.617.008/00; Sérgio Alexandre Figueiredo Clemente, brasileiro, casado, bancário, RG 55.799.633-8/SSP-SP, CPF 373.766.326/20; e Marco Antonio Rossi, brasileiro, casado, bancário, RG 12.529.752-X/ SSP-SP, CPF 015.309.538/55; e Diretor Gerente: Luiz Carlos Angelotti, brasileiro, casado, bancário, RG 10.473.334-2/SSP-SP, CPF 058.042.738/25, todos com domicílio na Cidade de Deus, Vila Yara, Osasco, SP, CEP 06029-900. Os Diretores reeleitos e os eleitos: 1. declararam, sob as penas da lei, que não estão impedidos de exercer a administração de sociedade mercantil em virtude de condenação criminal; 2. terão mandato até a primeira Reunião deste Órgão que se realizar após a Assembleia Geral Ordinária de 2013, e os nomes serão levados à aprovação do Banco Central do Brasil, após o que tomarão posse de seus cargos, sendo que permanecerão em suas funções até que a Reunião deste Órgão que eleger e nomear os novos Membros no ano de 2013 receba a homologação do Banco Central do Brasil e seja a Ata arquivada na Junta Comercial e publicada; 3) designar o senhor Luiz Carlos Angelotti, Diretor Gerente, para exercer, cumulativamente, as funções de Diretor de Relações com Investidores, atendendo ao disposto na Instrução CVM no 480, de 7.12.2009, em substituição ao senhor Domingos Figueiredo de Abreu. Nada mais foi tratado, encerrando-se a reunião e lavrando-se esta Ata que os Conselheiros presentes assinam. aa) Lázaro de Mello Brandão, Antônio Bornia, Mário da Silveira Teixeira Júnior, Luiz Carlos Trabuco Cappi, Carlos Alberto Rodrigues Guilherme e Milton Matsumoto. Declaração: Declaramos para os devidos fins que a Ata da referida Reunião encontra-se lavrada no livro próprio, homologada pelo Banco Central do Brasil e arquivada conforme segue: “Certidão Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia - Junta Comercial do Estado de São Paulo - Certifico o registro sob n o 269.482/12-0, em 27.6.2012. a) Gisela Simiema Ceschin Secretária Geral.”. Bradesco Leasing S.A. – Arrendamento Mercantil. aa) Julio de Siqueira Carvalho de Araujo e Domingos Figueiredo de Abreu.
p Tática de Demóstenes: apelo à emoção. DIÁRIO DO COMÉRCIO
6
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Há uma judicialização da política e uma politização da Justiça. Rui Falcão (PT), sobre o julgamento do Mensalão em agosto.
olítica
No 7º discurso, em plenário quase vazio, ele se diz vítima, inocente, massacrado, na tentativa de evitar a cassação do mandato, que será decidida hoje no Senado Pedro Ladeira/Frame/AE
N
Demóstenes Torres: mais um discurso, apresentando-se como vítima de acusadores que usaram uma "biblioteca de infâmias" para destruí-lo.
Ato pede cassação em praia do Rio Manifestantes enterram vassouras na areia e estendem faixa contra o mandato de Demóstenes Torres
O
protesto da ONG Rio de Paz mudou ontem a paisagem da praia de Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro. Na manifestação, dezenas de vassouras foram fincadas nas areias da praia. O ato pediu a cassação do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO), segundo o site de notícias R7. Além das vassouras, uma faixa também foi colocada na praia com os dizeres: "Senhor senador, a credibilidade do Senado está em suas mãos". Segundo o presidente da ONG, Antônio Carlos Costa, a competência do Brasil em punir se resume a pobres, negros e pardos. "Mas esta competência falha ao lidar com quem desvia dinheiro público".
Isabela Kassow/Futura Press/AE
Protesto na praia de Copacabana: alerta a senadores e pedido de cassação do mandato de Demóstenes
Lei mais dura contra 'lavagem'
A
presidente Dilma Rousseff sancionou, sem vetos, a lei que endurece os crimes de lavagem de dinheiro. O texto foi publicado ontem no Diário Oficial da União. A proposta foi aprovada em junho, no Senado, e en-
quadra como lavagem de dinheiro qualquer recurso com origem oculta ou ilícita. A legislação anterior, que estava em vigor desde 1998, permitia apenas que recursos com origem no tráfico de armas e drogas, crimes contra a
SECRETARIA DA SAÚDE AUTARQUIA HOSPITALAR MUNICIPAL Torna público que realizará no dia e hora a seguir determinado: Pregão Presencial nº: 138/2012 - Processo nº 2012-0.169.827-4 Objeto: AQUISIÇÃO DE EQUIPO MICROGOTAS COM RESERVATÓRIO GRADUADO E FILTRO BURETA 100 ML, PARA USO NAS UNIDADES QUE COMPÕEM A AUTARQUIA HOSPITALAR MUNICIPAL. Data Abertura: 24/07/2012 - às 10:00 horas Endereço: Rua Frei Caneca, 1398/1402, 2º andar - Consolação São Paulo - Capital. Custo do Edital: R$ 5,25 O edital dos pregões poderá ser consultado e/ou obtido no site: http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br ou no Núcleo de Licitações da Autarquia Hospitalar Municipal, situada na Rua Frei Caneca, 1398/1402, 9º andar - Consolação - São Paulo - Capital das 9:00 às 16:00 hs ou mediante depósito em nome da Autarquia Hospitalar Municipal - Conta Corrente: 5.415-1 Agência: 1.897-X (Banco do Brasil) - (Apresentar comprovante do depósito).
SECRETARIA DA SAÚDE DIVISÃO TÉCNICA DE SUPRIMENTOS - SMS.3 ABERTURA DE LICITAÇÕES Encontram-se abertos no Gabinete, os seguintes pregões: PREGÃO ELETRÔNICO 235/2012-SMS.G, processo 2012-0.136.092-3, destinado ao registro de preço para o fornecimento de SONDA ENDOTRAQUEAL COM BALÃO, para a Divisão Técnica de Suprimentos - SMS.3/Grupo Técnico de Compras - GTC/Área Técnica de Material Médico Hospitalar, do tipo menor preço. A abertura/realização da sessão pública de pregão ocorrerá a partir das 09h30min do dia 14 de agosto de 2012, pelo endereço www.comprasnet.gov.br, a cargo da 5ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. RETIRADA DE EDITAIS Os editais dos pregões acima poderão ser consultados e/ou obtidos nos endereços: http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br; www.comprasnet.gov.br, quando pregão eletrônico; ou, no gabinete da Secretaria Municipal da Saúde, na Rua General Jardim, 36 - 3º andar - Vila Buarque - São Paulo/SP - CEP 01223-010, mediante o recolhimento de taxa referente aos custos de reprografia do edital, através do DAMSP, Documento de Arrecadação do Município de São Paulo. DOCUMENTAÇÃO - PREGÃO ELETRÔNICO Os documentos referentes às propostas comerciais e anexos, das empresas interessadas, deverão ser encaminhados a partir da disponibilização do sistema, www.comprasnet.gov.br, até a data de abertura, conforme especificado no edital.
administração pública ou terrorismo fossem enquadrados como lavagem de dinheiro. A nova lei mantém os prazos de 3 a 10 anos de reclusão para as penas, mas o valor das multas aplicadas a condenados foi elevado. O teto máximo agora será de R$ 20 milhões e não mais de só R$ 200 mil como previa a lei anterior. A chamada "delação premiada", já prevista na legislação anterior, poderá agora ser feita "a qualquer tempo", ou seja, mesmo depois da condenação, aqueles que quiserem colaborar com as investigações poderão se beneficiar desse instrumento jurídico. Bicho e caça-níquel – A partir de hoje, o jogo do bicho e a exploração de máquinas caçaníqueis poderão ser considerados crimes e terão punições mais rígidas. A lei também ampliou os tipos de profissionais obrigados a enviar informações ao Coaf (Conselho de Controle de Atividades Econômicas), órgão do Ministério da Fazenda que monitora transações bancárias suspeitas. Entre as categorias incluídas estão doleiros, comerciantes de artigos de luxo, empresários de atletas, contadores, consultores e auditores. A lei também abrange o mercado de balcão organizado (negociações de compra e venda de ativos financeiros registradas fora das Bolsas de Valores). A venda de bens em nomes de "laranjas" agora poderá ser feita antes do fim do julgamento final. (Agências)
a véspera da vota- de que usou o mandato para ção de sua cassa- beneficiar o bicheiro Carlos ção, o senador De- Cachoeira, preso em Brasília. m ó s t e n e s T o r r e s "Diminuído, acuado, sem po(sem partido-GO) fez ontem der de reação, vendo, ouvindo um apelo emocionado para e lendo impropérios". que os colegas não decretem Foi difícil, disse. "Encarar os a perda do seu mandato por filhos, sabendo que eles leram falta de decoro parlamentar. na internet as mais horrendas Da tribuna do Senado, Demós- infâmias a meu respeito. Ter tenes disse que chega a esse de explicar para a neta de cinmomento com a "cabeça er- co anos que a tristeza de seu guida" depois de enfrentar um avô é fruto de algo que ela só "massacre", mas ciente de vai entender quando crescer. que a Casa poderá "sacrificar E meu constrangimento ao circular entre senadores sem ter um inocente". "Sou a vítima da vez, e isso ainda podido explicar a cada me custou a paz e a tranquili- um que não mereço esse infordade. Se eu tivesse culpa, tal- túnio, pois sou inocente". O ex-líder do DEM reiterou vez fosse mais simples suportar, mas a dor se amplia devido que é vítima de escutas telefôà certeza de que está sendo nicas ilegais, realizadas pela Polícia Fedesacrificado ral na Operaum inocente", ção Monte afirmou. Carlo, e pediu D e m ó s t eA dor se amplia que os senanes disse que devido à dores votem conseguiu sop e l a s u a a bbreviver a 132 certeza solvição ciend i a s d e d ede que está tes de que um núncias com sendo "inocente selágrimas, dor, sacrificado um rá punido". sem sono e inocente. O senador sem saúde. voltou a afirAfirmou que DEMÓSTENES TORRES mar que não seus acusadomentiu da trires usaram uma "biblioteca de infâmias" buna quando disse que só mantém relação de amizade para "destruir um homem". "Cheguei até aqui vivo após com Carlinhos Cachoeira e ne132 dias de massacre, num nhuma das "denúncias absurbombardeio sem preceden- das" que o ligam aos negócios tes. Cento e trinta e dois inter- ilegais do empresário de Goiás mináveis dias sofrendo o tem- foram comprovadas. "Os diálogos usados para po inteiro as mais horrendas ofensas, sendo chamado pe- me enxovalhar foram colhidos los nomes mais ferozes, sen- de forma ilegal, montados patindo na pele a campanha in- ra me imputar ilícitos e vazacessante de injúrias, calúnias dos criminosamente. Sempre usei republicanamente os e difamação", afirmou. Disse que ficou semanas mandatos confiados a mim "olhando para o vazio, fitando pelo povo de Goiás e não coo infinito", com vergonha de meti nenhuma irregularidade, encarar os amigos "não por ter nenhum crime, nenhuma confeito algo reprovável, mas por travenção", disse. Mais uma me sentir pequeno diante da vez, optou por discursar no início da sessão do Senado, com onda de perseguição". No sétimo discurso seguido poucos parlamentares. A ma d ur ec i me n to – No disem sua defesa no plenário do Senado, Demóstenes lem- curso, Demóstenes Torres brou sua família e fez um histó- também disse que amadurerico de sua vida pessoal. Disse ceu e que quer ficar no Senado que viveu um constrangimen- para votar projetos em favor to pessoal para encarar filhos da educação, da água e da dee netos em meio às acusações mocracia. (Agências)
MENSALÃO
'Decisão tem influência política' É o que diz Rui Falcão (PT), ao avaliar por que STF anunciou julgá-lo em agosto.
O
presidente do PT, Rui Falcão, disse ontem que a decisão dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) de julgar o processo do mensalão em agosto foi influenciada por fatores políticos. O petista afirmou ainda que se a análise do caso levar em conta só o processo, não haverá condenação dos réus. Considerado o maior escândalo de corrupção que atingiu a gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (2003-
2010), o caso pôs no banco dos réus políticos do PT e de outros partidos que ajudaram os petistas a chegar ao poder. "A minha expectativa é de que os ministros do Supremo julguem segundo os autos. E julgando segundo os autos, não há base para condenação", disse Falcão, depois de encontro com o presidente do PMDB, senador Valdir Raupp (RO). A suposta tentativa de adiar a análise do caso para depois das eleições provo-
Roni Rigon/Agência RBS/AE
Rui Falcão, presidente do PT: se a análise do caso for técnica, não haverá condenação.
cou uma polêmica envolvendo o ex-presidente Lula e o ministro Gilmar Mendes, do STF. O ministro acusou o petista de pressioná-lo para adiar o julgamento em troca de proteção na CPI do Cachoeira. Lula negou ter tratado do tema com Mendes ou com outros ministros. Segundo o presidente do PT, a pressa de julgar o Mensalão não se justifica por prejuízos a possíveis penas. "Esse julgamento, é claro que eles marcam quando quiser, mas não tenho notícia de julgamentos importantes realizados em períodos eleitorais. Podia ser feito antes ou depois das eleições. Não há nenhuma prescrição se for depois das eleições", disse. Questionado sobre o que motivou o agendamento do início do processo, disse que "acaba havendo uma judicialização da política e uma politização da Justiça". CUT recua – Embora tenha evitado dizer que descartava a ideia de uma manifestação nas ruas, como afirmara, caso o STF fizesse um julgamento político do mensalão, e não técnico, o novo presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas recuou e elogiou o Supremo. (AE)
p
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quarta-feira, 11 de julho de 2012
7 Dilma já me tinha dito isso: o contato com o povo alimenta a disputa e é essencial. Fernando Haddad, candidato do PT à prefeitura de São Paulo
olítica
ELEIÇÕES 2012
Alex Viera/Futura Press/AE
Multa, acusações e violão na campanha. Veja o que marcou ontem a campanha dos candidatos a prefeito de São Paulo .
O
candidato do PSDB para a prefeitura de São Paulo, José Serra, foi multado ontem pela quarta vez por propaganda eleitoral antecipada. Além disso, foi criticado pelo concorrente do PMDB, Gabriel Chalita, que o envolveu com a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito, a CPI do Cachoeira. Já o candidato do PT, Fernando Haddad, acompanhado por Netinho de Paula (PCdoB), percorreu ruas de São Miguel Paulista. Celso Russomano, candidato do PRB, defendeu que se dê orientação aos comerciantes que vendem produtos piratas antes de puni-los. Ele fez campanha na região da rua 25 de Março, no centro de São Paulo, onde há grande concentração de camelôs e um histórico comércio de produtos falsificados e contrabandeados. Serra – A Justiça Eleitoral de São Paulo fixou em R$ 15 mil a punição pelo candidato tucano colocar no ar antecipada-
O Mensalão não vai ser um fato decisivo, mas ele vai impactar, porque as pessoas vão acompanhar, como a CPI do Cachoeira. GABRIEL CHALITA (PMDB-SP) mente um site para cadastro de eleitores, além de permitir acesso à conta do Twitter. O endereço para o site e para a conta no microblog foi divulgado na convenção do PSDB, no dia 24 de junho. A Lei Eleitoral liberou o início das divulgações a partir do dia 6 de julho. O juiz Henrique Harris Júnior entendeu que a divulgação das ferramentas de campanha foi uma violação porque os endereços estavam no ar antes do permitido por lei. Ele estipulou em R$ 7,5 mil a multa pela divulgação de cada um
Adriana Barbosa/Futura Press/AE
dos endereços. Foi a quarta multa imposta a Serra este ano por divulgar sua candidatura antes do prazo. Chalita – O candidato do PMDB à prefeitura de São Paulo, Gabriel Chalita, disse ontem que Serra "tem muito a explicar" sobre a sua relação com o ex-diretor da Dersa, Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto. Após caminhada pela favela do Real Parque, o candidato foi questionado se o julgamento do Mensalão poderia afetar a campanha eleitoral. Ao responder, incluiu a CPI do Cachoeira e o nome de Paulo Preto, ligado a Serra. Para Chalita, o julgamento do Mensalão "não vai ser um fato decisivo", mas ele acha que "vai impactar, porque as pessoas vão acompanhar não só o julgamento do Mensalão como a CPI do Cachoeira", disse, numa referência a convocação de Paulo Preto, "muito ligado ao ex-governador José Serra". Paulo Preto ganhou destaque na eleição de 2010 quando foi acusado de desviar R$ 4 milhões de um suposto caixa 2 do PSDB. Ele nega, mas agora foi convocado pela CPI do Cachoeira para depor sobre contratos do governo de São Paulo, na gestão Serra, com a construtora Delta. Haddad – Ciceroneado pelo vereador Netinho de Paula (PCdoB), o candidato do PT, Fernando Haddad, manteve contato com eleitores de São Miguel Paulista durante aproximadamente uma hora . Haddad se apresentou e pediu votos a comerciantes, pedestres e ambulantes. Em uma das fotos, posou tocando violão ao lado de Netinho, na bateria. Ao final do trajeto disse que estava cada vez mais confortável com o contato com o eleitorado. "Dilma já me tinha dito isso: o contato com o povo alimenta a disputa e é essencial". (Agências)
Em dupla: Haddad faz de conta que toca violão, enquanto o vereador Netinho de Paula arrisca algumas batidas na bateria. Tudo pelo eleitor.
Trabalhadores ocupam fazenda de Daniel Dantas
C
erca de 400 integrantes da Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetagri) no Pará ocupam, desde ontem, a fazenda Itacaiúnas, da Agro Santa Bárbara, do grupo Opportunity, do qual Daniel Dantas é um dos principais acionistas. De acordo com a assessoria do grupo, os manifestantes chegaram à tarde e controlaram toda a propriedade, de cerca de 14 mil hectares, não permitindo a saída ou a entrada de funcionários. Pela manhã, o grupo de um ultimato para que todos os funcionários deixassem suas casas. Além disso, teriam ameaçado destruir as moradias, elevando a tensão na área. Segundo o secretáriogeral da Fetagri no Estado, Francisco de Assis Soledade, a ocupação foi coordenada pelo Sindicato
dos Trabalhadores Rurais de Marabá, ligado a Fetagri. O objetivo do grupo é forçar o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) a desapropriar a área para fins de assentamento rural. "As famílias estão esperando há mais de um ano que o Incra cumpra o compromisso assumido pelo seu presidente, que esteve na região, reuniu-se com o grupo e prometeu que, até julho de 2011, a fazenda seria desapropriada um projeto de assentamento instalado. Na ocasião, todos achamos que o acordo seria cumprido, mas nada foi feito, desde aquela ocasião", explicou Soledade. Localizada a cerca de 40 quilômetros do centro de Marabá, no sudeste paraense, a Fazenda Itacaiúnas é uma das várias propriedades do grupo alvo
da ação de movimentos sociais, que reivindicam a desapropriação das áreas para reforma agrária. Em 2009, a Justiça chegou a determinar o confisco de 27 fazendas de Dantas, em decorrência da Operação Satiagraha, deflagrada pela Polícia Federal, em 2008. A decisão, contudo, foi anulada em janeiro deste ano. No último dia 21, ao menos 12 pessoas ficaram feridas durante um confronto entre trabalhadores e homens contratados pela empresa para cuidar da segurança da Fazenda Cedro, localizada a cerca de 50 quilômetros de Marabá. Desde 2009, cerca de 300 famílias sem terra permanecem acampadas em uma parcela do complexo, cuja sede é a própria Cedro, mas que reúne outras áreas, como a da Itacaiúnas. (Folhapress)
José Serra: quarta multa por propaganda antecipada. Desta vez vai ter de pagar R$ 15 mil. Diogo Moreira/Frame/AE
Gabriel Chalita visita uma padaria durante campanha eleitoral: candidato do PMDB atacou Serra.
p
DIÁRIO DO COMÉRCIO
8
quarta-feira, 11 de julho de 2012
A Igreja teve em d. Eugênio um intrépido pastor, autêntica testemunha do evangelho no meio do seu povo. Papa Bento 16
olítica
Dilma e Bento 16 lamentam morte de d. Eugenio Sales
Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr
Cardeal, que era arcebispo emérito do Rio de Janeiro, morreu no final da noite de segunda-feira, aos 91 anos.
Roberto Brant: "É inútil tentar contrapor-se à vontade dele".
Desgostoso com Kassab, Brant deixa o PSD.
D
escontente com a intervenção promovida pelo prefeito Gilberto Kassab no PSD de Belo Horizonte, em razão da disputa eleitoral local, o ex-deputado federal Roberto Brant (MG), 2º vicepresidente nacional do partido, prometeu entregar ontem mesmo, em Brasília, a sua carta de desfiliação da legenda. Apesar de seu gesto e de manifesto escrito pela senadora Kátia Abreu (TO), 1ª vice-presidente nacional, que abriu dissidência na sigla também pelos fatos em BH, Brant disse considerar que políticos com mandato no PSD, mesmo descontentes, não reagirão à "medida truculentíssima" do prefeito de São Paulo, presidente nacional da sigla. "Não acredito que essa coisa vá ter repercussão no PSD, porque o partido foi feito pelo Kassab. Nesse primeiro momento, há laços de lealdade puramente pessoais. Então, ele tem o controle. É inútil qualquer tentativa de contrapor-se à vontade dele", afirmou.
Para Brant, sua avaliação é reforçada pela lei da fidelidade partidária, que, segundo ele, torna os deputados "escravos" das direções dos partidos ao prever a perda de mandato para quem troca de legenda. Brant disse ser "indiferente" ao rumo do PSD na eleição em BH – se apoiará a reeleição do prefeito Marcio Lacerda (PSB) ou o candidato Patrus Ananias (PT). Ele diz que está deixando a sigla porque Kassab passou por cima de uma decisão do PSD-BH. Após o PT encerrar a aliança que tinha com o PSB e o PSDB em Belo Horizonte, houve um rearranjo partidário que culminou com um pedido da presidente Dilma Rousseff para que o PSD apoiasse Patrus. Kassab atendeu, mas não foi seguido pelo PSD-BH, que registrou apoio a Lacerda. Por decisão de Kassab, a comissão do partido em BH foi destituída e outro documento foi registrado no TRE, que decidirá qual vai prevalecer. (Folhapress)
M
orreu no final da noite de anteontem, aos 91 anos, o cardeal dom Eugênio de Araujo Sales, arcebispo emérito da Arquidiocese do Rio de Janeiro. Segundo a arquidiocese, dom Eugenio morreu de infarto em sua residência no bairro do Sumaré, na zona norte do Rio. Ele era o cardeal mais antigo da Igreja Católica. Potiguar, nascido na cidade de Acari em 11 de novembro de 1920, ele tornou-se arcebispo de Salvador em 1968 e comandou a Arquidiocese do Rio de Janeiro por 30 anos, de 1971 a 2001 (leia mais na página 3). Cerca de 500 pessoas acompanharam ontem a missa em homenagem a dom Eugenio. O governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), e o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), participaram da cerimônia. O corpo do cardeal chegou à Catedral Metropolitana do Rio às 12h. Durante o cortejo, uma pomba branca pousou sobre o caixão e ali ficou por quase toda a cerimônia, que durou cerca de uma hora e meia. O arcebispo do Rio, dom Orani Tempesta, afirmou que nos últimos anos dom Eugenio "foi se desligando". "Ele morreu serenamente. Ao repousar, os enfermeiros viram que ele não respirava mais e partiu", disse dom Orani, antes da cerimônia, acrescentando que "ninguém serviu tanto a Igreja quanto ele".
Fernando Maia/UOL/Folhapress
Preocupação social – A presidente Dilma Rousseff lamentou ontem a morte do cardeal. Em nota oficial, ela afirmou que dom Eugenio Sales deixa seu nome inscrito na história "pelo relevante papel que desempenhou em toda a vida. Em sua trajetória, a preocupação social sempre esteve associada ao trabalho eclesiástico", destacou a presidente. O papa Bento 16 também enviou ontem um telegrama à arquidiocese do Rio exprimindo pêsames e ressaltando que por três décadas a Igreja teve nele "um intrépido pastor, revelando-se autêntica testemunha do evangelho no meio do seu povo". (Agências)
Em paz: pomba pousa no caixão de dom Eugênio e permaneceu ali por quase uma hora. Cera de 500 pessoas se despediram do cardeal, que comandou a Arquidiocese do Rio de Janeiro por 30 anos.
Comissão da Verdade quer localizar corpo de Berbert Grupo decide reabrir caso e tentar localizar restos mortais do guerrilheiro em Tocantins
A
Comissão da Verdade decidiu ontem reabrir o caso da morte do guerrilheiro Ruy Carlos Vieira Berbert, morto aos 24 anos, em janeiro de 1972, na cadeia pública de Natividade, município hoje pertencente ao Estado do Tocantins. As fotos foram reveladas pelo jornal O Estado de S. Paulo. É o primeiro caso reaberto pelo grupo instalado em maio pela presidente Dilma Rousseff. A comissão voltará a se reunir hoje para tratar das formas para realizar uma nova busca dos restos mortais de Berbert no cemitério de Natividade, onde o corpo foi enterrado em 1972. "O caminho agora é tentar localizar os restos mortais, pois a morte já foi constatada nas fotografias divulgadas até em jornal", disse o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Gilson Dipp, integrante do grupo. Ele afirmou que a comissão desconhecia o fato de o Arquivo Nacional guardar imagens importantes para esclarecer a morte de um prisioneiro do Estado. "Não tínhamos noção de que o Arquivo Nacional guarReprodução
Ruy Carlos Vieira Berbert: morto aos 24 anos, em janeiro de 1972, na cadeia pública de Natividade, município hoje pertencente ao Tocantins, em foto revelada por O Estado.
dasse essas imagens. Vamos mapear todos os documentos para avançar", disse. "É a primeira vez que se divulgam essas fotografias". DNA – Dipp também destacou a importância de providenciar material de DNA para uma eventual localização dos restos mortais. "É preciso dis-
Não tínhamos noção de que o Arquivo Nacional guardasse essas imagens. Vamos agora mapear e avançar. MINISTRO GILSON DIPP cutir quais providências serão tomadas de um caso com o qual nos deparamos pela primeira vez", disse. O presidente da Comissão sobre Mortos e Desaparecidos, Marco Antonio Barbosa Rodrigues, que assessora a Comissão da Verdade, pedirá a coleta de material genético
de familiares de Berbert. Dipp e integrantes da comissão disseram que as fotos do guerrilheiro chocaram especialmente porque a morte ocorreu em dependências do Estado. O grupo ainda analisou reportagem de O Estado de S. Paulo sobre um relatório secreto da Polícia Federal que informou que o médico Colemar Rodrigues de Cerqueira, de Natividade, se recusou a fazer a biópsia de Berbert. Prioridade – As circunstâncias das mortes de guerrilheiros são prioridade da comissão. Além das fotografias, o grupo vai avaliar documentos da Comissão sobre Mortos e Desaparecidos da Secretaria de Direitos Humanos relativos ao caso de Berbert. Na reunião, o grupo também discutiu o aparelho de repressão e centros de tortura no governo militar. Os integrantes assistiram a uma apresentação da historiadora Heloísa Starling, da Universidade Federal de Minas Gerais, que fez um levantamento sobre operações militares na região do Araguaia, onde ocorreu a guerrilha do PCdoB. (AE)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quarta-feira, 11 de julho de 2012
9 HAIA O Tribunal Penal Internacional anunciou sua primeira sentença ao condenar o ex-chefe de milícia congolês Thomas Lubanga a 14 anos de prisão por crimes de guerra no nordeste da República Democrática do Congo.
nternacional Andrés Cristaldo/EFE
Futuro do Paraguai divide OEA Alguns países, como o Brasil, pedem mais tempo para avaliar a situação. Outros querem expulsão.
A
OEA (Organização dos Estados Americanos) encerrou ontem sua terceira sessão especial sobre a crise política no Paraguai sem nenhuma decisão, já que a maioria dos países pediu tempo extra para analisar o informe do secretário-geral, José Miguel Insulza, depois de missão ao país. O Paraguai divide opiniões no continente desde que o presidente Fernando Lugo foi destituído em um processo-relâmpago, com uma votação de cerca de 30 horas. O seu vice, Federico Franco, assumiu, embora não tenha sido reconhecido pelos vizinhos, incluindo o Brasil. O processo resultou na suspensão do Paraguai do Mercosul e da Unasul (União das Nações Sul-americanas). Argentina, Peru e El Salvador defenderam convocar uma Assembleia Geral com os chanceleres dos países do bloco, proposta apoiada por Insulza. Mas os demais países, incluindo Brasil, EUA, Canadá e Uruguai, pediram mais tempo para avaliar o informe. Crítico do impeachment relâmpago de Lugo, o Brasil reiterou sua visão de que o ato foi uma ruptura da ordem democrática, mas parou antes de pe-
Pedem tempo para avaliar o informe Brasil EUA Canadá Uruguai
dir uma reunião dos chanceleres – que poderia acelerar uma ação contrária ao Paraguai. O brasileiro Breno Dias da Costa, representante interino do país na OEA, afirmou que as propostas apresentadas por Insulza não necessariamente correspondem com o pensamento da maioria dos países membros da OEA, mas não deu detalhes. Uma nova sessão do Conselho Permanente está prevista para o fim desta semana ou começo da próxima. Entre as opções de medidas que podem ser tomadas pela OEA estão desde um estudo do processo político que destituiu Lugo, um reconhecimento progressivo do governo de Franco até a expulsão do Paraguai da entidade – como ocorreu com Honduras em 2009. Para a expulsão, defendida por Nicarágua, Equador, Bolívia e Venezuela, é necessária uma Assembleia Geral dos chanceleres. Mercosul – O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse ontem que a suspensão do Paraguai pelo Mercosul está além da jurisdição do bloco e que, a seu ver, o impeachment de Lugo não "arranha" a Constituição do país. (Folhapress)
Defendem a convocação de uma Assembleia Geral Argentina Peru El Salvador
Defendem a expulsão Venezuela Bolívia Nicarágua Equador
Manifestante em Assunção pede respeito à "vontade dos paraguaios, que apenas querem seguir com suas vidas em paz". Andrés Cristaldo/EFE
Comandante depõe sobre reunião com Maduro
O
Comandante da Força Aérea do Paraguai, Miguel Christ Jacobs.
Egito: Parlamento desafia Supremo. Parlamento se reúne em sessão simbólica de 5 minutos mesmo com anulação do Supremo Reuters
A
Corte Suprema do Egito anulou ontem a decisão do presidente do país, Mohamed Mursi, de reabrir o Parlamento liderado pelos islâmicos que foi dissolvido no mês passado pelos generais do Exército. A Corte Constitucional havia determinado em 14 de junho que as leis sob as quais o Parlamento foi eleito eram inconstitucionais. O Conselho Militar que governava o Egito dissolveu o Parlamento dois dias depois. Em uma manobra que pode ser entendida como um desafio à ordem de dissolução feita pela junta militar, o Parlamento se reuniu ontem durante apenas cinco minutos numa
Sessão de ontem pode ser entendida como um desafio
sessão "simbólica". A disputa é parte de uma luta mais ampla de poder que poderá levar anos até se consolidar e que opõe os islâmicos reprimidos por muito tempo sob o regime Mubarak aos generais que governaram o Egi-
to por seis décadas ao lado do ex-presidente. Mursi tomou posse em 30 de junho como o primeiro líder civil depois de seis décadas de regime militar e reconvocou o Parlamento em um decreto no domingo, em um desafio aber-
to aos generais. Em um sinal de que o impasse não terminará rapidamente, autoridades do grupo islâmico Irmandade Muçulmana foram rápidas em questionar o direito da Corte de decidir contra um decreto presidencial e prometeram continuar contestando. "O Parlamento conhece bem seus direitos e deveres, e não intervém em assuntos do poder Judiciário nem comenta os veredictos da Justiça", declarou o presidente da Assembleia do Povo, Saad al Katani. Os EUA pediram que os dois lados iniciem conversas para garantir uma transição política tranquila no Egito. (Agências)
Dado Ruvic/Reuters
Srebrenica ainda enterra seus mortos. 17 anos depois.
F
amília da Bósnia vela os restos de um parente ontem no Memorial de Potocari, próximo à cidade de Srebrenica. Corpos de 520 vítimas do massacre de Srebrenica foram identificados recentemente e serão enterrados hoje, quando a chacina completa 17 anos. Em 1995, mais de 8 mil muçulmanos foram executados sumariamente pelo exército bósnio.
comandante da Força Aérea do Paraguai, Miguel Christ Jacobs, depôs ontem em Assunção sobre o encontro que os chefes das Forças Armadas tiverem com o chanceler da Venezuela, Nicolás Maduro, horas antes da deposição do presidente Fernando Lugo, no dia 22. Militares e políticos paraguaios dizem que, nessa ocasião, Maduro teria pedido aos generais que não reconhecessem a destituição e continuassem a receber ordens de Lugo. Uma gravação do circuito interno do palácio presidencial confirma que o ministro do governo de Hugo Chávez reuniuse com os comandantes no ápice da crise paraguaia. O vídeo, porém, não prova que o chanceler venezuelano tenha de fato incitado a desobediência en-
tre os militares de Assunção. As imagens mostram Maduro entrando em uma sala com os chefes das três armas das Forças Armadas e da polícia do Paraguai, além do embaixador do Equador em Assunção, Julio Prado, e assessores de Lugo. As autoridades teriam se reunido – longe das câmeras – por 10 minutos, momento em que o ministro de Chávez supostamente fez o pedido pela sublevação militar. Miguel Christ Jacobs já havia confirmado que esteve no encontro com Maduro. Jacobs, durante sessão do Senado, ressaltou que o ministro venezuelano pediu apoio da caserna a Lugo. A reunião teria sido organizada pelo chefe do gabinete militar do presidente deposto, general de divisão Angel Vallovera. (Agências)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
10
c
quarta-feira, 11 de julho de 2012
POUCAS VAGAS O Shopping Paulista deve regularizar a situação do seu estacionamento até o fim deste mês. Caso contrário, poderá ser interditado pela Prefeitura.
idades
Prefeitura pode fechar Shopping Paulista Centro de compras localizado na região central tem até o fim do mês para regularizar a situação do estacionamento. Caso contrário, poderá pagar multa e ser interditado. Helvio Romero/AE
Ivan Ventura *
A
Prefeitura de São Paulo suspendeu ontem a licença que aut o r i z a o f u n c i o n amento do Shopping Pátio Paulista, localizado na região central. Com a decisão, que deverá ser publicada hoje no Diário Oficial do Município, a empresa que administra o centro de compras terá cinco dias úteis para regularizar o imóvel – até o dia 18 de julho. Caso contrário, a partir do dia 19 o Pátio Paulista poderá receber uma multa no valor de 1,18 milhão de reais. Pior: se o problema não for resolvido até o dia 30 deste mês, o edifício poderá ser interditado. O prazo para que o shopping regularizasse o imóvel terminou na sexta-feira da semana passada. A Prefeitura exigiu explicações sobre os alvarás de estacionamento e do shopping, além da documentação referente a um serviço de lava-rápido oferecido dentro da garagem - e que aparentemente não tinha a licença de funcionamento. Também foram exigidos documentos sobre o convênio com um estacionamento fora das dependências do Paulista. Uma lei municipal permite que shoppings estabeleçam con-
vênios com estacionamentos externos para atenderem o número mínimo de vagas exigidas pelo poder público. A administradora chegou a apresentar alguns documentos à Prefeitura, mas a resposta não foi suficiente para validar o Auto de Licença de Funcionamento. Na tentativa de driblar a escassez, o Shopping Paulista teria refeito a pintura de chão que divide as vagas, para tentar acomodar mais veículos. A reportagem do Diário do Co mé rci o entrou em contato com a administradora do Shopping Paulista, a Brookfield, que preferiu não se manifestar sobre o assunto. Higienópolis – Na semana passada, sob o mesmo argumento, a Prefeitura cassou a licença de funcionamento do Shopping Higienópolis, também por falta de vagas suficientes no estacionamento. Os dois empreendimentos, Higienópolis e Paulista, têm como sócia a BGE, empresa do grupo Brookfield que administra shoppings e que recentemente foi alvo de denúncias por um suposto esquema de propina a funcionários da Prefeitura responsáveis pela liberação das licenças de funcionamento. A denúncia também atinge o vereador Aurélio Miguel (PR), que estaria envolvi-
Shopping Paulista, que fica na Rua 13 de Maio: número de vagas de estacionamento estaria abaixo do exigido pela Prefeitura de São Paulo. do no esquema investigado. Em denúncia feita ao jornal Folha de S.Paulo, no mês passado, uma ex-diretora da BGE acusa a empresa de ter pago propina para obter alvarás da Prefeitura para os shoppings
do grupo. Além do Paulista e do Higienópolis, a ex-diretora cita outros supostos exemplos de centros comerciais que teriam obtido a licença de funcionamento por meio de propina. Entre eles, os shoppings
Raposo, Vila Olímpia e West Plaza, na zona oeste. O Ministério Público do Estado entrou no caso e ouviu os depoimentos de três ex-executivos do grupo, que confirmaram as acusações feitas
pela ex-diretora. A partir da denúncia, a Prefeitura começou a verificar a situação dos shoppings na cidade. Dos 53 centros de compras, 22 funcionam sem alvará. (* Com agências)
Paulo Pampolin/Hype
Herói de 32 morre no dia da celebração Jorge Michalany acompanhou o pai nos campos de batalha da Revolução de 1932, como enfermeiro. Mariana Missiaggia
O
médico, professor e e x - c a b o - en f e r m e i r o da Revolução Constitucionalista de 1932 Jorge Michalany, de 95 anos, morreu em São Paulo na última segunda-feira, mesma data em que foram comemorados os 80 anos do levante histórico que cobrava do Estado Novo de Getulio Vargas uma nova Constituição para o País. Com o falecimento do médico, o número de sobreviventes que combateram na Revolução de 32 foi reduzido
para apenas 40. Michalany foi sedado no último sábado porque, há cerca de seis meses, sofria de graves problemas respiratórios. Segundo Nilceo Schwery Michalany, 63 anos, filho do médico, Michalany era um paulistano apaixonado por sua cidade. Nascido na região da Sé, no coração do Centro, ele defendia melhorias para a cidade e se orgulhava por ter participado do movimento constitucionalista. Aos 16 anos, sem idade suficiente para combater, Michalany, filho do também médico Nagib Faris Michalany, acompanhou
seu pai aos campos de batalha porque já possuía boas noções de enfermagem. Nilceo define o pai como uma pessoa consciente e determinada. “Sempre perguntava dos netos, dos amigos. Ele gostava de tudo que era antigo, que envolvia história e pompa. E, ainda assim, não abria mão de saber o que estava acontecendo no mundo. Queria estar atualizado. Meu pai estava lúcido até poucos dias atrás”, contou o filho. O combatente ingressou no curso de medicina em 1937 e graduou-se em 1942. Desde então, dedicou-se à
carreira acadêmica até tornar-se professor titular, além de ocupar cargos na Escola Paulista de Medicina. Profissional dinâmico, dirigiu um serviço de anatomia patológica na Santa Casa de Misericórdia de Santos, onde fundou um Museu de Patologia. Desde 2000, Michalany era o curador do Museu de História da Medicina da Associação Paulista de Medicina (APM), ao qual se dedicava pessoalmente, sempre que possível. Em maio deste ano, já debilitado por causa dos problemas respiratórios, lançou um livro chamado Ol ho
Velório de Jorge Michalany, um dos últimos sobreviventes de 1932. Clínico X Erro Médico. “Ficou a lembrança de um homem simpático, agradável e extrovertido”, declarou Affonso Renato Meira, presidente da Academia de Medicina de São Paulo. Viúvo, o médico deixa dois
filhos, cinco netos e duas bisnetas. O corpo de Michalany foi enterrado ontem no Cemitério Morumby. A missa de sétimo dia será na próxima segunda-feira, às 20 horas, na Catedral Ortodoxa, no Paraíso, zona sul.
Nilton Fukuda/AE
Ó RBITA
ACIDENTE
U
m ônibus se envolveu em um acidente com outros carros, invadiu a calçada e atingiu um
comércio ontem à tarde. O acidente ocorreu na esquina das avenidas Nazaré e Gentil de Moura, no Ipiranga. Segundo o Corpo de Bombeiros, cinco pessoas tiveram ferimentos leves e foram levadas para o prontosocorro de Heliópolis. O ônibus fazia a linha 4113 (Gentil de Moura-Praça da República), quando perdeu o controle e bateu em outros cinco carros, segundo a CET, antes de invadir a calçada. (Folhapress)
SEQUESTRO
U
ma professora de 56 anos e a filha, de 26, ficaram cerca de duas horas em poder de três criminosos, dois deles adolescentes, após serem rendidas no estacionamento do Parque Villa Lobos, na zona oeste. Os sequestradores foram presos quando tentavam fazer compras em um supermercado. As vítimas nada sofreram. (AE) Alessandro Valle/AE
Pizza de 15 metros foi montada ontem para celebrar o Dia da Pizza: Estado consome um milhão por dia
País celebra o Dia da Pizza
U
ma pizza com 15 metros de comprimento celebrou o Dia da Pizza, ontem, no Parque de Exposições do Anhembi, na zona norte de São Paulo. A iguaria, retangular, abriu a 2ª edição da feira Expo Pizzaria, com novidades e workshops do setor. Confeccionada pelo pizzaiolo Perciliano Neto, foram utilizados 20 quilos de farinha, 15 litros de água, três litros de molho de tomate e 25 quilos de queijo. Depois de pronta,
ela seria doada para uma instituição filantrópica. A pizza é um dos pratos preferidos dos brasileiros. Ela ficou famosa com os italianos, que trouxeram a receita para o Brasil. Atualmente, a pizza chega a ser mais popular aqui do que na Itália. Números da Associação Pizzarias Unidas mostram que, apenas no Estado de São Paulo, existem mais de 11 mil pizzarias e o consumo médio é de 1 milhão de unidades por dia.
A cidade de São Paulo é a segunda no mundo que mais consome as redondas, perdendo apenas para Nova York, no Estados Unidos. A variedade de sabores também é enorme e vai muito além das tradicionais calabresa e mussarela. Em Araçatuba (SP), por exemplo, é muito popular a de sabor picanha. Trata-se de uma homenagem dos pizzaiolos locais às inúmeras criações de gado que existem no oeste paulista. (Agências)
VIADUTO LIBERADO – O Viaduto Pompeia, na zona oeste de São Paulo, abalado por um incêndio no barracão da escola de samba Mocidade Alegre, em janeiro deste ano, foi liberado totalmente para o trânsito ontem, nos dois sentidos. A obra de recuperação da estrutura viária durou seis meses.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quarta-feira, 11 de julho de 2012
3
11
º
NO BRASIL O Instituto C&A já investiu cerca de US$ 82 milhões em 1,5 mil projetos sociais em todo o Brasil.
setor Divulgação
O Instituto C&A promove a educação de crianças e jovens das comunidades onde a empresa atua.
Kelly Ferreira
O
Instituto C&A já começa a se organizar para publicar o edital de projetos para 2013, que sairá ainda no segundo semestre do ano. Entre 130 e 150 projetos nas áreas de Educação, Arte e Cultura; Desenvolvimento Institucional e Comunitário; e Mobilização Social serão selecionados para receberem, juntos, R$ 20 milhões em investimentos. Os programas desenvolvidos são Prazer em Ler, Educação Integral, Educação Infantil, Redes e Alianças, Desenvolvimento Institucional e Voluntariado. Desde sua fundação, há 21 anos – que serão completados neste mês de agosto – o Instituto C&A já investiu cerca de US$ 82 milhões em 1,5 mil projetos sociais em todo o Brasil, envolvendo aproximadamente um milhão de pessoas, coma atenção especialmente voltada para crianças, adolescentes e educadores. "Os projetos sociais que apoiamos devem atender, em regra, a dois requisitos mínimos: atuar na promoção da educação de crianças e ado-
lescentes e estar situados em cidades ou regiões metropolitanas onde a empresa C&A p o s s u i o p e r ações", explicou o presidente do Instituto C&A, Paulo Castro. Leitores – Uma das apostas do instituto entre as ações voltadas para a educação e promoção da leitura literária em escolas públicas é o concurso Escola de Leitores. A ação visa fortalecer a mobilização de comunidades escolares para a implementação, aprimoramento e consolidação de projetos de promoção
R$ 20 milhões para projetos sociais Instituto irá escolher entre 130 3 150 projetos das áreas de arte, educação e cultura. Promover, estimular e incentivar a leitura é uma das preocupações dos programas que já estão em andamento.
Crianças participam de leitura e de oficinas de arte. ONGs recebem apoio do instituto para manter projetos.
da leitura literária e de formação de leitores de literatura em redes municipais de ensino. A segunda edição do concurso, ocorrida em 2011/ selecionou 24 escolas municipais do Rio
de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Natal (RN) e Porto Alegre (RS). Já o programa Prazer em Ler tem o objetivo de promover a formação de leitores e desenvolver o gosto pela leitura, por meio de ações continuadas e sustentáveis. O programa foi lançado em fevereiro de 2006, com o objetivo de
acrescentar metas mais explícitas ao trabalho de promoção da leitura já desenvolvido por alguns projetos de arteeducação e educação apoiados pelo Instituto C&A. De acordo com o Inaf 2009 (Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional), apenas 25% da população brasileira entre 15 e 64 anos têm domínio ple-
no da leitura e da escrita – ou seja, é capaz de ler e compreender textos longos, localizar e relacionar informações, comparar dados, fazer uma análise crítica do que lê. Outro dado preocupante do estudo é que cerca de 7% dos brasileiros na mesma faixa etária são analfabetos absolutos. São cerca de 9 milhões de
pessoas incapazes de realizar tarefas simples que envolvam a decodificação de palavras ou frases. "Ler é uma prática social fundamental à formação do cidadão e importante via de acesso ao conhecimento e à cultura", disse Castro. Este ano o programa está investindo em projetos de organizações sociais e bibliotecas populares organizados em 12 polos de leitura. Os polos de leitura do programa Prazer em Ler são formados por, no mínimo, quatro organizações sociais de uma mesma região, articuladas para a formulação de um projeto coletivo de fomento à leitura. Uma das instituições assume o papel de proponente, se tornando responsável por formar as demais organizações do polo no campo da promoção da leitura. Todas as instituições participantes receb e m r e c u r s o s p a r a i m p l ementar projetos de leitura. Outros dois polos do programa Prazer em Ler são constituídos por escolas públicas de Paraty, no Rio de Janeiro, e da Grande Natal, no Rio Grande do Norte, que são apoiadas pelo Instituto C&A por meio das organizações sociais Associação Casa Azul e Instituto de Desenvolvimento da Educação (IDE), respectivamente. Infantil - Já na área de Educação Infantil uma das principais ações do programa é o projeto Paralapracá, uma frente de formação de professores da educação infantil. O projeto tem dois âmbitos de atuação: a formação continuada de professores e o acesso a m a t e ri a i s p e d ag ó g icos de qualidade, tanto para as crianças quanto par a o s p r ofessores. A ação é d es en vo lvida em parceria com as secretarias de Educaç ã o d o s Ler é uma m u n i c íprática pios atend i d o s . A social p a r t i r d o fundamental p r o j e t o , à formação cerca de do cidadão. 1,1 mil prof e s s o r e s PAULO CASTRO, das redes PRESIDENTE DO m u n i c i- INSTITUTO pais de educação infantil participam de formações em torno de vários eixos, como brincadeira, música, arte, histórias, exploração do mundo e organização do ambiente.
Projeto Guri em Ação comunitária é Gincana arrecada 3,6 espetáculo no Ibirapuera finalista do Acolher 2011 toneladas de agasalhos
C
alungá, palavra de origem africana que quer dizer travessia por mar, é o nome do espetáculo que o Projeto Guri, programa de formação musical do Governo do Estado, apresenta sexta-feira no auditório do Ibirapuera, com o percussionista Naná Vasconcelos. O espetáculo Calungá – o mar que separa é o mar que une, aborda o universo afro-brasileiro e evoca a travessia dos escravos negros até o Brasil. O mar que os separou de seu continente, uniu povos e agregou influências.
Com direção geral do percussionista Chico Santana, gerente artístico do projeto, a apresentação tem arranjos inéditos elaborados a partir de um álbum de 1982, o Canto dos Escravos. O repertório traz ainda composições de Naná Vasconcelos. Serão gerados um DVD e documentário. Participam do projeto 39 guris de Cerquilho, Guareí, Ibiuna, Itú, Piedade, Pilar do Sul, Salto, São Roque e Sorocaba, todos integrantes do Grupo de Referência de Sorocaba, que reúne estudantes de desempenho artístico mais avançado.
D
A ONG Ação Comunitária é uma das finalistas no Programa Acolher 2011, promovido pela Natura para apoiar ações sociais. A entidade está concorrendo na categoria Semente, com o Projeto Restaurante-Escola, que tem com objetivo abrir uma porta para que o jovem consiga seu primeiro emprego formal. Os projetos inscritos no Programa Acolher são analisados por um comitê julgador formado por profissionais selecionados pela Natura. Os vencedores
recebem uma verba de patrocínio para investimento na estruturação ou desenvolvimento da ação social, de acordo com a categoria, Semente ou Crescente. O Projeto RestauranteEscola desenvolve cursos profissionalizantes de curta duração para atender as funções básicas de um restaurante, comim, garçom, bartender, barista etc. O curso é composto por dois módulos: formação básica e formação técnica; seguido de estágio em estabelecimentos parceiros do projeto.
O
s colaboradores da Brasilprev, empresa do setor de previdência privada aberta, arrecadaram mais de 3,6 toneladas de agasalhos. Os donativos – blusas, calças e artigos próprios para enfrentar o frio – terão dois destinos: a Campanha do Agasalho do Governo do Estado e a Liga Solidária. A ação dos quase 500 colaboradores da empresa paulista é tradicional. Há anos eles se juntam para arrecadar as peças por meio de gincanas. Neste ano, aproveitando que existe
equilíbrio na quantidade de colaboradores e colaboradoras, houve a segunda edição da “guerra” dos sexos. Os dois personagens da campanha são Lady Cachecol e Mister Moletom. Na Corrida Solidária, o time masculino virou o jogo na reta final e venceu a gincana, juntado mais de 1,4 mil quilos em agasalhos. As mulheres acumularam em torno de 730 quilos. Somou-se a estes, mais 1,4 mil arrecadados pelo time da Central de Atendimento, chegando ao total que será distribuído.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
12
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Molly Riley/Reuters
Logo Logo www.dcomercio.com.br
COR DA PELE De que cor é sua pele? Não importa. O que interessa é que há uma cor Pantone para representá-la. Foi o que quis mostrar a artista espanhola Angelica Dass ao aplicar a classificação alfanumérica Pantone a fotos de pessoas. http://humanae.tumblr.com/
L
Cápsulas de balas de revólver são símbolo de violência. Mas 2,5 mil delas podem abrigar pássaros nessa casa criada pelo coletivo L.E.FT, de Nova York. www.leftish.net
FECHADO - Monumento a George Washington, na capital dos EUA. Autoridades disseram ontem que o obelisco, rachado durante um terremoto em 2011, ficará fechado até 2014. Os reparos custarão US$ 15 milhões.
I NTERNET E M
C A R T A Z
A rede social de Lady Gaga
VISUAIS
A
pop star Lady Gaga, adepta de redes sociais, resolveu lançar sua própria plataforma, a Little Monsters ("Pequenos Monstros"). O nome é referência ao apelido pelo qual ela se refere aos fãs. A rede permitirá que os admiradores da cantora compartilhem notícias, desenhos, fotografias, conversem entre si e adquiram entradas para seus shows. Os usuários podem criar um
A artista plástica Drika Chagas exibe sua obra 'Cidade-Floresta!' no Foyer das Artes do Sesc Santana. Rua Luiz Dumont Villares, 579, tel.: 2971-8700. Grátis.
perfil ou se conectar via Twitter ou Facebook. "Este é um espaço para compartilhar a paixão e a criatividade, em uma comunidade cheia de arte, aceitação, monstros e Gaga", diz a cantora. Embora outros artistas já tenham tentado criar suas redes, analistas acreditam que Lady Gaga tem grandes chances de revolucionar a internet com a iniciativa, por sua popularidade. A artista foi a primei-
ra a alcançar os 20 milhões de seguidores no Twitter, e três meses depois, superou a própria marca ao se tornar a primeira pessoa com mais de 25 milhões de admiradores no serviço de microblog. Além disso, sua página no Facebook, com 52 milhões de curtidas, é a sétima mais popular no ranking geral e a terceira entre os artistas na maior rede social do mundo.
L EILÕES EFE
Valor literário Anel de ouro e turquesa que pertenceu à escritora inglesa Jane Austen. A peça foi leiloada ontem na Sotheby's de Londres por 189 mil euros.
http://littlemonsters.com
Valentin Flauraud/Reuters
Só para um
A UTOMÓVEIS
SOLO O vencedor do Grammy e ex-ministro da Cultura Gilberto Gil durante sua apresentação ontem à noite no Festival de Jazz de Montreux, na Suíça. Gil apresentou clássicos e um repertório inspirado na musicalidade africana.
Criação do designer Daisuke Iguchi, o 2046 é um carro individual elétrico. http://bit.ly/Nf2t1c
L OTERIAS Concurso 1088 da DUPLA SENA
Segundo sorteio 09
12
16
18
42
50
Primeiro sorteio 12
13
28
41
42
47
Concurso 2939 da QUINA 07
16
19
55
62
Reuters
E SPORTE
Máquina de atletas
Meninos se alongam e menina salta durante treino de ginástica em escola em Jianxing, na China. Estima-se que, desde 2008, a China financiou a abertura de 3 mil escolas esportivas para se tornar imbatível nos Jogos Olímpicos da próxima década.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quarta-feira, 11 de julho de 2012
e
13 EMBRAER Boeing vai fornecer sistemas de armamento para o Super Tucano
conomia
PLUNA Governo do Uruguai vai leiloar os aviões da falida companhia aérea
O que sustenta os empregos? Apesar das projeções que reduzem o crescimento do País, os níveis de emprego e de renda são positivos. Karina Lignelli
O
que está acontecendo com o emprego? Tanto a ocupação quanto a renda estão resistindo às pressões de uma economia com atividade fraca e se mantêm em patamares considerados positivos. E, segundo especialistas, eles não devem mudar muito nos próximos meses. Mas o que os está segurando? Aparentemente a economia brasileira enfrenta uma contradição. O cenário de desaceleração da atividade é claro e a perspectiva é de elevação menor do Produto Interno Bruto (PIB) que, segundo analistas de mercado ouvidos no boletim semanal Focus do Banco Central (BC), deve crescer apenas 2,5% em 2012. Mas, ao mesmo tempo, a taxa de desemprego de 5,8% no País é uma das mais baixas dos últimos anos e se soma à tendência de alta na renda, apesar da ligeira retração em maio, segundo dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para o professor de Economia do Ibmec Eduardo Coutinho, isso se dá porque as perspectivas pessimistas ainda não se concretizaram totalmente na economia real. "A redução de expectativas de crescimento do PIB é baseada em uma realidade que não se consumou, pois a situação da Europa ainda não está resolvida. Assim, a economia interna cresce em ritmo menor, e por isso ainda não sinaliza queda no nível de emprego", afirma. Já o professor e pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio
Vargas (Ibre/FGV) Rodrigo Leandro de Moura diz que no segundo semestre a taxa deve continuar em queda principalmente pelo movimento sazonal das vagas. Isso também terá impacto favorável na inadimplência que, apesar de estar em 8% (dados do BC), não deve avançar mais, pois a renda continuará em alta. "Para o próximo ano, essa estabilidade de emprego e renda vai depender dos setores de comércio, serviços e construção civil. Porém, se os indicadores mostrarem que a economia estará desaquecendo nos dois primeiros meses (mesmo frente às medidas de estímulo do governo, como redução de juros), as empresas deverão fazer ajustes mais fortes. E, aí, o nível de desemprego deve voltar aos 6% registrados em 2011", acredita. Ajustes – A indústria, segundo ele, é um setor que já vem mostrando ajustes, conforme divulgado ontem pelo IBGE (leia abaixo), causado pelo processo de desindustrialização – e as recentes demissões na Volvo Caminhões são um exemplo concreto. "São válidas essas medidas do governo, como a desoneração da folha de pagamento e a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), para impedir uma queda maior no setor e ajudá-lo a desaquecer mais lentamente. Mas é preciso ver até que ponto será apenas um paliativo mais horizontal, que deveria ser aplicado em mais setores da economia", diz. Custos – O atual desempenho do emprego e da renda dissociado da economia pode ser explicado ainda pela "rigidez" do mercado de trabalho, segundo Moura, já que os cus-
Newton Santos/Hype
Evandro Monteiro/Hype
Trabalhadores em busca de vaga, no Centro de São Paulo: taxa de desemprego de 5,8% é uma das mais baixas dos últimos anos no País. tos de contratação e demissão são muito altos no País. "Há empresas que mantêm 'trabalhadores redundantes' – os que podiam ser demitidos para reduzir prejuízo ou aumentar lucros –, mas que elas os retêm por não saberem como o mercado deve se comportar nos próximos meses. Muitos têm medo de incorrer no custo da demissão, e depois não encontrarem trabalhador qualificado o suficiente (que reocupe a vaga)." De modo geral, porém, as
empresas "aprenderam a lição" da crise de 2008 e, ao invés de demitir em massa, têm aguardado os acontecimentos para não ficar sem mão de obra qualificada repentinamente, analisa Moura. "Gastase muito mais quando isso acontece. O fluxo de trabalhadores que está se qualificando agora deve entrar no mercado a médio prazo. Quando essa proporção aumenta, a produtividade melhora, e aí dá para produzir mais com a mesma quantidade de pessoal."
Sem cortes nas empresas: permanência da mão de obra qualificada.
Vagas na indústria patinam Apesar de pequenas, reduções nos postos do setor produtivo têm sido constantes, puxadas por São Paulo.
O
emprego na indústria do País recuou 0,3% na passagem de abril para maio, na série livre de influências sazonais, informou ontem o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi o terceiro resultado negativo consecutivo nesse tipo de comparação, acumulando perda de 1,1% no período. Na comparação com maio de 2011, o emprego industrial caiu 1,7% em maio deste ano, o oitavo resultado negativo consecutivo nesse tipo de comparação, e o mais intenso desde dezembro de 2009, quando a taxa ficou em menos 2,4%. No acumulado de 2012, os números são distintos. Até maio, os postos de trabalho na indústria recuaram 1,1% na soma do ano e diminuíram 0,3% em 12 meses. O recuo de 3,2% no emprego industrial em São Paulo puxou a queda de 1,7% nos postos de trabalho na indústria do País em maio, em relação a igual período do ano passado, informou o IBGE. Houve redução nas vagas em 12 dos 14 locais pesquisados, mas São Paulo teve o maior impacto sobre o total nacional por ser o mais importante parque industrial do País. Na região, houve taxas negativas em 14 dos 18 setores investigados, com destaque para a redução do pessoal ocupado nas indústrias de produtos de metal (menos 12,6%), metalurgia básica (queda de 20,1%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (baixa de 8,7%), têxtil (8,5%), papel e gráfica (6,8%), meios de transporte
(3,6%), vestuário (7,6%) e outros produtos da indústria de transformação (5,7%) Outros resultados negativos ocorreram na Região Nordeste (menos 2,6%), Rio Grande do Sul (queda de 2,3%), Santa Catarina (de 1,4%), Ceará (3,2%) e Bahia (3,4%). As contribuições positivas foram registradas no Paraná (2,2%) e Minas (0,3%). Vestuário – Entre as atividades, ainda ante igual período de 2011, o emprego recuou em 12 dos 18
bebidas (3,0%), máquinas e equipamentos (2,0%) e indústrias extrativas (3,4%). No acumulado do ano, o emprego na indústria teve queda de 1,1%, com taxas negativas em nove dos 14 locais pesquisados e perdas em 11 dos 18 setores. São Paulo (3,2%) voltou a apontar o principal impacto negativo, seguido pela região Nordeste (1,8%), Santa Catarina (1,4%), Ceará (3,2%) e Bahia (2,6%). O número de horas pagas aos
Robson Fernandes/AE
Taxas ficaram negativas em 14 dos 18 setores investigados. ramos industriais pesquisados em maio, com destaque para as perdas de vestuário (menos 8,7%), calçados e couro (6,1%), produtos de metal (4,3%), têxtil (5,7%), papel e gráfica (4,6%), outros produtos da indústria de transformação (3,8%), madeira (7,7%), metalurgia básica (4,8%) e borracha e plástico (3,0%). Os principais impactos positivos foram observados em alimentos e
trabalhadores da indústria teve queda de 0,6% em maio em relação a abril, já descontadas as influências sazonais, de acordo com o IBGE. Esta foi a terceira taxa negativa consecutiva do índice, levando a uma perda de 2,6% no período. Na comparação com maio de 2011, o número de horas pagas recuou 2,8%, a nona taxa negativa consecutiva e a mais
intensa desde novembro de 2009 (3,1%). Houve queda em 13 dos 14 locais pesquisados, além de recuo em 15 dos 18 ramos, de acordo com o IBGE. Folha de pagamento – O valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria, ajustado sazonalmente, registrou redução de 2,5% na passagem de abril para maio, a terceira taxa negativa consecutiva, acumulando perda de 3,5% no período. A queda foi a mais intensa desde dezembro de 2010, quando ficou em 3%. O resultado foi puxado pela diminuição de 2,5% verificada na indústria de transformação, já que o setor extrativo teve um avanço de 1,9%. Na comparação com maio de 2011, o valor da folha de pagamento real cresceu 1,1% em maio deste ano, o 29º resultado positivo consecutivo nesse tipo de comparação. Houve aumentos em 12 dos 14 locais investigados, com as maiores influências vindas do Paraná (8,4%) e da Região Nordeste (6,2%). Entretanto, o principal parque industrial do País, São Paulo, mostrou o único resultado negativo em maio: queda de 4,1%. Entre os setores, o valor da folha de pagamento real avançou em 12 das 18 atividades pesquisadas no ano, impulsionado por alimentos e bebidas (8,3%), indústrias extrativas (15,3%), máquinas e equipamentos (7,8%), meios de transporte (1,8%) e minerais não metálicos (5,1%). (AE)
Em SP, curso para quem pede seguro.
C
omeçou a valer ontem, na Grande São Paulo, a medida do governo que exige realização de curso de formação inicial ou continuada, ou de qualificação profissional, habilitado pelo Ministério da Educação, para trabalhadores que solicitarem segurodesemprego pela terceira vez em 10 anos. O Decreto 7.721, publicado no Diário Oficial da União, em abril, regulamenta a Lei 12.513, que criou o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). Pela nova legislação, os cursos (gratuitos, presenciais e que terão 160 horas de duração) serão disponibilizados no ato do requerimento do seguro-desemprego. Em São Paulo, o Centro de Apoio ao Trabalho (CAT) oferecerá os cursos, que serão ministrados na rede federal e estadual de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, e em unidades de serviços nacionais de aprendizagem, como Senac e Senai. A participação do requerente do benefício não é obrigatória, mas a concessão será condicionada à comprovação da matrícula e frequência nas aulas. É possível efetuar a pré-matrícula no ato do requerimento do seguro-desemprego e, caso o trabalhador recuse, o seguro pode ser cancelado. Porém, o pagamento do benefício não é condicionado ao curso se não houver nenhum que seja compatível com a área de atuação e escolaridade do trabalhador em seu município. De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), essa implantação do Bolsa Trabalhador Seguro Desemprego, que vem sendo feita por etapas, já estava em vigor em todas as capitais e regiões metropolitanas, exceto nas cidades do Estado de São Paulo – que começou ontem –, e do Rio de Janeiro, onde tem início dia 16. (Agências)
14 -.ECONOMIA
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quarta-feira, 11 de julho de 2012
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quarta-feira, 11 de julho de 2012
e Cartão de crédito é o vilão das dívidas
15
O reajuste do salário mínimo em janeiro reduz o impacto da inflação. Emilio Alfieri, economista da ACSP
conomia
Cheques sem fundo, boletos, carnês, empréstimos e cheque especial perdem em todas as faixas de renda para a modalidade de crédito mais cara do mercado.
O
cartão de crédito é o principal vilão dos brasileiros que estão com o nome negativado no cadastro do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), administrado pela Boa Vista Serviços, em todas as faixas de renda. Das 1100 pessoas entrevistadas pela empresa em junho, 41% entraram no vermelho por não conseguirem honrar com seus pagamentos na modalidade. Dos consumidores que declararam ganhar até três salários mínimos, 44,7% apontaram o cartão de crédito como causador da restrição. Na faixa acima de dez salários mínimos, 30,1% estão endividados na modalidade de crédito que tem os juros médios mais altos do mercado, quase 11 % ao mês e 238% ao ano. Para as faixas até três mínimos, os carnês/boletos vêm em segundo lugar nas causas da restrição, para as faixas acima de dez mínimos, o cheque sem fundo é o segundo maior causador das restrições na praça (27,4%). Os entrevistados citam na média a compra de 1,4 produtos ou serviços como causadores do nome sujo. Para 25,6% dos entrevistados, uma das dívidas não pagas originou-se das compras de produtos relacionados com alimentação, 23,1% citam a compra de calçados e vestuário e 21,9% a compra de móveis e eletrodomésticos como os causadores das dívidas. Já 17,5% citam outros bens e, para 16,6%, as dívidas foram originadas do não pagamento de contas de concessionárias de serviços públicos. Nas faixas de renda
acima de dez salários mínimos, a aquisição de outros bens (17,8%) e a compra de material de construção (17,8%) lideram as citações. Motivos – O desemprego continua sendo a maior causa da inadimplência, representando 32,3% dos casos, mas o descontrole dos gastos subiu bastante em relação à última pesquisa e hoje praticamente empata com o desemprego,
com 29,8% das citações. O empréstimo do nome é a terceira maior causa, caindo de 9,4% em março deste ano para 6,9%. O desemprego é a causa mais preponderante nas faixas de renda familiar até três salários mínimos (39,7%). Para as faixas acima de dez salários, o descontrole financeiro aparece como a principal causa (45,2%). Quase a metade (48,7%)
Sazonalidade do varejo muda com data base do mínimo Paula Cunha
A
alteração na data base de reajuste do salário mínimo de maio para janeiro a partir do começo de 2010 modificou o fluxo de vendas do varejo, segundo estudo divulgado ontem pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP). O levantamento divide o ranking das vendas mensais entre o período de 2005 a 2009 e de 2007 a 2011. Neste último período, janeiro passou a ser o segundo melhor mês do varejo, com 8,48% das vendas no comércio, acima dos 7,84% que detinha antes. Só perde para dezembro por causa do Natal (veja tabela abaixo). De acordo com a Fecomer-
cio, as alterações na sazonalidade ocorreram porque os reajustes do salário mínimo mudaram de mês e têm se dado em níveis acima da inflação. Por isso, maio deixou de ser o segundo mês do ano com mais participação nas vendas e passou para a quinta posição, o que equivale a 8,32% das vendas anuais. A entidade explica que fatores como a estabilidade do real, aliada ao aumento e facilitação de acesso ao crédito e o crescimento da criação de postos formais no mercado de trabalho também contribuiram para essas mudanças no ranking de vendas mensal na capital paulista. Para Emilio Alfieri, economista da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a mudança da data de reajuste do
salário mínimo alterou a sazonalidade das vendas e também da inflação. Ele lembra que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de fevereiro passou de 0,78% em 2010 para 0,80% no segundo mês de 2011. Ao mesmo tempo, ressalta que houve redução nas pressões sobre os preços em maio (antiga data de reajuste), que também foi favorecida pela coincidência da entrada da produção da safra agrícola de verão no mercado, o que contribuiu para diminuir os preços dos alimentos nesse mês e reduzir a inflação do período. "A inflação no começo do ano costumava ser mais alta porque o País atravessa o período de entressafra agrícola e, consequentemente, os preços dos alimentos sobem. O reajuste do salário mínimo em janeiro reduz o impacto destes aumentos, principalmente para a parcela da população com renda menor", diz. O economista da ACSP opina que a queda no ranking do mês de maio, da segunda posição no período de 2005 e 2009 para a quinta entre 2007 e 2011, não é negativa porque as vendas do Dia das Mães continuam sendo a segunda melhor data depois do Natal.
Itaú e BMG juntos no consignado
O
Itaú Unibanco Holding divulgou ontem, por meio de sua controlada Itaú Unibanco, o contrato de associação com o Banco BMG visando à oferta, distribuição e comercialização de créditos consignados. A família Pentagna Guimarães, controladora do BMG, vai fazer um aporte de R$ 300 milhões no BMG que, por sua vez, fará aporte na joint ventu-
re criada em parceria com o Itaú. O banco comandado por Roberto Setubal fará aporte de R$ 700 milhões com dinheiro do próprio caixa, segundo o executivo, sem necessidade de captar dinheiro no mercado. A joint venture terá capital de R$ 1 bilhão. O Itaú vai continuar operando no segmento de forma independente, em sua rede de agências, e o BMG
vai seguir com operações próprias e produtos, tais como recebíveis, financiamento de veículos e possivelmente cartões de crédito. O Itaú tem uma carteira de R$ 10 bilhões no consignado. Já o BMG tem em torno de R$ 25 bilhões. Os detalhes da nova empresa, como nome que terá na praça, taxas de juros e condições ainda não estão definidos. (AE)
dos inadimplentes declara possuir uma conta em atraso que causou a restrição, 31,7% declararam possuir entre duas e três contas e 19% possuem quatro contas ou mais. Entre as dívidas não pagas, 29,4% estão abaixo dos R$ 500. Já 17,1% possuem dívidas acima de R$ 5.000, 16,6% entre R$ 1.000 e R$ 2.000 e 16,3% dos entrevistados devem algo entre
R$ 500 e R$ 1.000. Pa gam ent o – Dos inadimplentes, 10% declararam que não terão condições de saldar suas dívidas e 90% responderam que esperam pagá-las total ou parcialmente. Dos que afirmam ter condições de pagar, 32,1% pretendem pagar à vista e 67,5%, de maneira parcelada. Destes que esperam negociar, 60,9% pretendem pagar dentro dos
próximos 30 dias, 26,9% entre 30 e 90 dias, 7,3% entre 90 e 180 dias e 4,9% querem prazos superiores a 180 dias. Quando perguntados sobre o nível de endividamento e o comprometimento da renda das famílias com o pagamento de dívidas, 25,4% dos inadimplentes se declaram muito endividados, 30,8% acreditam estar mais ou menos e 32,2% se declaram pouco endividados. Em março de 2012 eram menos consumidores muito endividados (22,2%). Quanto à parcela da renda comprometida com dívidas (somando todas as suas dívidas, com restrição ou não) 27% declaram que mais da metade da renda familiar mensal está comprometida com o pagamento de dívidas. Em março, eram 23,7%. Expectativas –Subiu de 29,7% para 38,4% o percentual dos que declararam que as dívidas de hoje aumentaram quando comparadas com as do ano anterior. Para os que julgam iguais, a parcela passou de 37,1% para 27,8%. Caiu também a proporção de inadimplentes que julga que a sua situação financeira é melhor hoje do que no ano anterior. Em março de 2012 eram 49,4% que declaravam que a sua situação financeira atual é melhor do que há de um ano. Em junho esse número caiu para 37,4%, enquanto a proporção dos que acreditam que a situação está pior passou de 17,2% para 21,2%. Em março de 2012 eram 82,1% os que acreditavam que a situação financeira estará melhor no próximo ano, agora são 73,3%.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
16
e
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Produção de 967.901 motos entre janeiro e junho deste ano revela queda de 10,3% em relação às 1,079 milhão fabricadas em igual período de 2011.
conomia
Wilton Júnior/AE
Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a suspensão terá um caráter pedagógico para o mercado.
Proibida a venda de 268 planos de saúde Governo suspende a negociação de novos planos de 37 operadoras por conta de reclamações de clientes por atraso no agendamento de consultas
A
Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou ontem a suspensão da comercialização de 268 planos de saúde de 37 operadoras no País (veja lista ao lado). A medida, que entra em vigor a partir de sexta-feira, é uma punição pelo descumprimento dos prazos de atendimento que estão em vigência desde dezembro de 2011. No total, os planos que tive-
ram a venda suspensa atendem 7% dos beneficiários de planos de saúde no País, o que equivale a aproximadamente 3,5 milhões de pessoas. Segundo o presidente da ANS, Maurício Ceschin, os clientes atuais não serão prejudicados. "Pelo contrário, o que se quer com a medida é melhorar o atendimento dessas pessoas, já que a suspensão dará tempo para as empresas adequarem sua rede
de atendimento", disse. Ele explicou que, caso a empresa insista na negociação do plano, será aplicada multa de R$ 250 mil. Além disso, poderão ser adotadas medidas administrativas, como a instalação de um regime de direção técnica, em que uma pessoa nomeada pela ANS passa a acompanhar a gestão do plano. Em casos extremos, também pode ocorrer a alienação da carteira de clientes e o fe-
chamento do plano. Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a suspensão da comercialização terá um "caráter pedagógico" para todo o mercado. "O objetivo é que a medida crie um padrão de qualidade de atendimento", afirmou. O ministro ressaltou que a punição dos planos só foi possível devido à participação da sociedade, que denunciou o descumprimento dos prazos
das operadoras. Nos três primeiros meses de vigência da norma, a ANS recebeu 1.981 reclamações. No trimestre seguinte, foram 4.682. A partir da quantidade de reclamações, a agência separou as operadoras por grupos de notas. Foram suspensos os que receberam a pior nota nas duas avaliações. Todos os planos terão sua performance avaliada novamente daqui a três meses. Só
terão a comercialização liberada aqueles que apresentarem melhora na nota atribuída a partir das reclamações. Os prazos, estabelecidos pela agência em dezembro de 2011, são de 14 dias para agendar consultas médicas de especialistas, como cardiologistas; sete dias para consultas básicas, como clínica geral; e até três dias úteis para exames de sangue, por exemplo. (Agências)
Wilton Júnior/AE
Menos motos negociadas
A
s vendas de motocicletas no mercado interno somaram 897.252 unidades no primeiro semestre, baixa de 13,2% ante o total de 1,033 milhão em igual período do ano passado, divulgou ontem a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores,
Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo). A produção de motos chegou a 967.901 unidades no período, queda de 10,3% em relação a 1,079 milhão fabricadas entre janeiro e junho de 2011. Em junho, foram vendidas 138.835 unidades, recuo de 8,2% ante a 151.316 unidades em maio e de 13,6%
ante 160.754 em junho do ano passado. Segundo a entidade, a produção em junho atingiu 140.920 motocicletas, baixa de 17,9% ante 171.739 em maio e de 13,6% sobre as 163.177 unidades de junho de 2011. A Abraciclo informou que o fator responsável pela crise do setor é a maior seletividade e rigor enfrentados pelos consumidores para a liberação de crédito. Segundo a entidade, a maioria dos compradores de motocicletas é das classes C, D e E, e muitas vezes com dificuldades para a comprovação de renda. "As exigências e maior rigor imposto no fim do ano passado pelas financiadoras na aprovação das fichas fazem com que 20% dos consumidores aptos a arcar com o financiamento consigam a liberação do crédito. Os outros 80% são recusados e têm a compra vetada", disse Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo. De acordo com o executivo, a Abraciclo tem atuado junto aos bancos privados e redes de distribuição para incrementar a aprovação dos financiamentos. "Se 40% das fichas fossem aprovadas, o percentual representaria o dobro de vendas fechadas", informou. Ainda na opinião de Fermanian, o atual perfil de financiamento, com a exigência de 20% do valor do veículo de entrada e a redução no número de parcelas para a amortização do veículo, já dificulta, por si só, as vendas. (AE)
IPI e alta do dólar baixam em 21,6% os negócios com veículos provenientes do mercado externo
Veículos importados em baixa
A
alíquota adicional de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e a alta do dólar fizeram as vendas de veículos importados sem fábrica no País recuar 21,6% no primeiro semestre. Os emplacamentos das empresas filiadas à Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva) totalizaram 70.971 unidades entre os meses de janeiro e junho. No período, as vendas do mercado total do Brasil ficaram praticamente estáveis. Desde o final de 2011, os modelos importados passaram a pagar um adicional de 30 pontos percentuais no IPI. O imposto foi elevado para veículos com menos de 65% de conteúdo nacional como forma de proteger a produção local. Os importadores também foram afetados pela alta do dólar neste ano. No semestre, a moeda subiu 7,5%, para valor próximo de R$ 2. Diante da retração nas vendas, caiu a participação dos
importadores no mercado brasileiro. As marcas estrangeiras representaram 4,35% das vendas no primeiro semestre deste ano, ante 5,53% nos seis primeiros meses do ano passado. Demissões – Os maus resultados de vendas do primeiro semestre levaram a Abeiva a prever que o número de empregos no setor caia em 2012 para 25 mil, ante 35 mil em 2011, um recuo de 29%. "Existe uma tendência muito grande de redução de negócios e, consequentemente, de empregos", afirmou o presidente da Abeiva, Flávio Padovan. A entidade prevê que as vendas nas concessionárias independentes de importados recuem 40% em comparação ao ano passado, para cerca de 120 mil unidades no ano. De acordo com Padovan, boa parte dessas 10 mil demissões já foi realizada. Para ele, a suposta recuperação de vagas pela indústria automotiva nacional, pretendida pelo governo com a implementa-
ção do IPI, tem como contrapartida a perda ainda maior de vagas nas importadoras. "A situação é grave", disse. A Abeiva pede ao governo federal a instituição de cotas de importação, mas, segundo o presidente da entidade, o governo não tem dado a devida importância ao setor de veículos importados. "Somos responsáveis por 3,29% das vendas no País. Não sei como podemos fazer estrago", afirmou Padovan. Segundo ele, essa insegurança tem levado as empresas que não possuem produção local a repensar seus investimentos no Brasil. Padovan citou a Jaguar/Land Rover, empresa que preside, que tinha estudos para montar uma fábrica no País, mas suspendeu o plano até uma definição das intenções do governo para o setor. "Algumas empresas, como a minha, suspenderam os investimentos para esperar clarear o cenário do setor no Brasil com o novo regime automotivo", disse. (Agências)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quarta-feira, 11 de julho de 2012
e
ECONOMIA/LEGAIS - 17 Ibovespa teve ontem a queda percentual mais expressiva desde 17 de maio. O indicador passou a acumular perdas de 1,19% no mês e de 5,37% no ano.
conomia
China leva Ibovespa a perder 3,05% Sinais de desaceleração da atividade econômica no país derrubam ações da Vale e afetam desempenho da bolsa brasileira. Dados internos também pesaram.
A
volta dos negócios perado – sinal claro de desacen o m e r c a d o d e leração da atividade chinesa. ações da BM&FBo- Esse dado se soma à inflação vespa depois do fe- mais baixa ao consumidor riado em São Paulo na segun- anunciada na semana passada-feira foi marcada por más da: ambos são evidências de notícias, que impediram que o economia mais fraca. Ibovespa, principal referência Receitas da Vale – Os númeda bolsa, se recuperasse da ros da China são importantes queda de 1,75% registrada na para o mercado brasileiro de sexta-feira. Dados negativos ações porque a Vale, cujos pavieram de todos os lados: mau péis PNA têm o maior peso na desempenho da balança co- composição do Ibovespa, venmercial chinesa, queda dos de boa parte de sua produção preços do petróleo no merca- para o país asiático. Assim, d o i n t e r n auma demancional, inforda menor por m a ç õ e s n elá pode dimigativas de nuir as receiempresas natas da minecionais e reradora aqui. cuos dos índiN o f e c h apor cento foi a ces de ações mento, Vale queda das ações nos Estados PNA caiu Unidos. 2,26% e Vale preferenciais série A O Ibovespa ON cedeu da Vale. Esses papéis encerrou o 2,92%. As pregão com baixas puxatêm o maior peso perdas de ram outros na composição da 3,05%, em papéis, como carteira do Ibovespa. 53.705 ponGerdau PN tos – essa foi a (-3%), Metamaior queda lúrgica Gerpercentual desde 17 de maio, dau PN (-2,4%), Usiminas PNA quando o indicador havia re- (-6,23%) e Siderúrgica Naciocuado 3,31%. Durante a ses- nal ON (-7,65%%). são, o índice oscilou entre queOs papéis da Petrobras, da de 3,12% e leve alta de também com grande partici0,35%. O volume de negócios pação no Ibovespa, recuaram, atingiu R$ 6,1 bilhões. acompanhando as perdas do O fator que mais pesou para petróleo no mercado internaa desvalorização, de acordo cional. A ação ON da estatal com operadores, foi o relató- caiu 4,68%, enquanto os pario sobre a balança comercial p é i s P N t i v e r a m b a i x a d e chinesa. Em junho, o superávit 4,22% no fechamento. Na comercial do país ficou em New York Mercantile ExchanUS$ 31,7 bilhões, mas cha- ge (Nymex), o contrato de pemou a atenção dos analistas o tróleo com vencimento em fato de as importações terem agosto recuou 2,42%, para aumentado menos que o es- US$ 82,91 o barril.
Brendan McDermid/Reuters
2,26
PDG Realty reduz a previsão de lançamentos
A
construtora e incorporaDepois de enfrentar uma sédora PDG Realty anunciou rie de ajustes ao longo do ano ontem, em comunicado en- passado, a PDG já havia indiviado à bolsa de valores, ter cado que tinha como meta pacortado, pela segunda vez, a ra 2012 colocar suas operaprevisão de lançamentos para ções em ordem, com atenção este ano – a estimativa para especial às vendas e com renovos empreendimentos foi estruturação interna. reduzida quase à metade. A Mau momento – Ontem a empresa atribuiu a decisão à construtora também inforatual conjuntura macroeco- mou que os lançamentos no nômica desfavorável e a seus segundo trimestre somaram efeitos negativos sobre o mer- R$ 404 milhões, o que correscado imobiliário. O anúncio ponde a quedas de 80,3% em não agradou aos investidores. relação a igual período do ano As ações ordinárias da maior passado e de 63,8% na comcompanhia do setor no País re- paração com os três primeiros cuaram 10,05%, em um dia meses deste ano. Entre abril e em que o Ibovespa, principal junho, as vendas contratadas índice de ações nacional, re- atingiram R$ 1,24 bilhão, o cuou 3,05% (leia mais sobre o que equivale a reduções de de se mp en ho 32% ante o do mercado segundo trinesta página). mestre de Conforme 2011 e de o comunica30,8% em redo, a PDG lação ao total Realty prevê vendido de bilhões de reais agora que o janeiro a marem lançamentos de número de ço deste ano. lançamentos No semesempreendimentos encerre o ano tre, os lançaé a nova estimativa entre R$ 4 bimentos aculhões e R$ 5 mularam baida PDG para este bilhões, ante xa de 60,1% ano, metade da projeção anna comparaprevisão original. terior de um ção com o peintervalo enr í o d o d e j at r e R $ 8 b ineiro a junho lhões e R$ 9 bilhões. de 2011, totalizando R$ 1,52 No último mês de abril, a bilhão. As vendas também caíempresa já havia revisado pa- ram na primeira metade do ra baixo a estimativa feita no ano ante o primeiro semestre início do ano (de R$ 9 bilhões a d e 2 0 1 1 : 1 4 % , s o m a n d o R$ 11 bilhões). Na época da R$ 3,04 bilhões. De abril a juprimeira revisão, a compa- nho, a PDG apurou velocidade nhia havia afirmado que pre- de vendas (vendas em relação tendia ter maior eficiência, à oferta) de 23%, abaixo dos sem qualquer referência a si- 29% registrados em igual innais de piora do mercado. Nes- tervalo do ano passado. se informe, a PDG citou, ainda, O cenário ruim para as ema necessidade de "colocação presas do setor no mercado de dos estoques de lançamentos ações não é novo. Depois da de trimestres anteriores, para euforia inicial de 2007, quanadiante promover o lança- do a maior parte das empresas mento de novos produtos". O abriu o capital, os investidores mercado viu nessa afirmação passaram a reavaliar as persprovável encalhe dos esto- pectivas para as construtoras ques da empresa. nos últimos anos. (Agências)
5
Perdas dos índices de ações nos Estados Unidos influenciaram o movimento negativo do Ibovespa no Brasil Segundo operadores, o Ibovespa até ensaiou recuperação no fim da manhã, mas não resistiu à piora dos indicado-
res nos Estados Unidos. Em Nova York, o Dow Jones perdeu 0,65%, o S&P 500 recuou 0,81% e o Nasdaq caiu 1%.
Assim como petróleo e mineração, os setores bancário e de construção fecharam com perdas ontem. No caso dos
bancos, o destaque foi o tombo de 9,72% das units do Santander, influenciadas pelo cenário nebuloso na Europa. Itaú Unibanco PN caiu 4,48%, com a reação negativa dos investidores ao anúncio da união do banco com o BMG para oferta de crédito consignado. Bradesco PN teve queda menor, de 1,95%. No caso de construção, despencaram 10,05% as ações ordinárias da PDG Realty, com a revisão do volume de lançamentos e vendas feita pela própria empresa (leia mais nesta página). O mau desempenho da empresa reforçou dúvidas a respeito de outras companhias do segmento imobiliário. O dólar comercial, depois de ter iniciado a semana com pouquíssimos negócios por causa do feriado em São Paulo na segunda-feira, encerrou a sessão de ontem em alta de 0,39%, cotado a R$ 2,04 para venda. (Agências)
| CNPJ nº 13.334.051/0001-00 Relatório da Diretoria aos Acionistas - Senhores Acionistas: Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. o Balanço Patrimonial e demais Demonstrações Financeiras relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, acompanhados das respectivas Notas Explicativas, permanecendo esta Diretoria Nota ao inteiro dispor dos Senhores Acionistas para quaisquer esclarecimentos que desejarem. São Paulo, 16 de abril de 2012. A Diretoria Receita bruta 15 Serviços e pontos resgatados 6 Balanço Patrimonial em 31/12/2011 Serviços de mensalidades 9 ATIVO Nota 2011 PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Nota 2011 Impostos sobre vendas e serviços (2) 466 Circulante 1.882 Circulante 13 328 Receita líquida Caixa e equivalentes de caixa 3 1.075 Fornecedores Custo com resgate de pontos (4) 73 Contas a receber 4 51 Obrigações tributárias, trabalhistas e previdenciárias Custo com mensalidades (2) 56 Impostos a recuperar 5 33 Receita diferida Lucro bruto 7 ç 9 Despesas antecipadas 12 Outras obrigações (2.479) 3.122 Despesas operacionais Outros créditos 6 711 Patrimônio líquido Gerais e administrativas 11.b (345) 10 4.751 Não Circulante 1.706 Capital social 11.a (1.323) (1.629) Com pessoal Impostos de renda e contribuição social diferidos 7 834 Prejuízos acumulados Comerciais 11.c (422) 3.588 Imobilizado 8 142 Total do passivo e patrimônio líquido Tecnologia, infraestrutura e telecomunicações 11.d (466) Intangível 9 730 Outras receitas operacionais, líquidas 77 Total do ativo 3.588 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. Resultado financeiro 9 Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras - Período de 17/2/2011 a 31/12/2011 Despesas financeiras (73) Receitas financeiras (82) (2.463) 1. Contexto Operacional: A Netpoints Fidelidade S.A. (“Cia. ou Netpoints”), é uma custos incorridos com empresas de desenvolvimento de software e outros custos diretos. O Prejuízo antes do imposto de renda e da contribuição social 12 834 empresa constituída sob a forma de sociedade anônima de capital fechado, com sede em software é capitalizado como ativo intangível quando é provável que os benefícios Imposto de renda e contribuição social diferidos Prejuízo do período (1.629) Barueri - SP, constituída em 17/2/11, tem por objeto social a prestação de serviços de (i) econômicos futuros por ele gerados sejam superiores ao seu respectivo custo, considerando 10 17.411 desenvolvimento e gerenciamento do programa de fidelização de clientes em razão do sua viabilidade econômica e tecnológica. Os custos de desenvolvimento de software Ações em circulação - Quantidade (mil) (0,09) consumo de bens e serviços oferecidos por parceiros, (ii) a comercialização de direitos de reconhecidos como ativos serão amortizados pelo método linear ao longo de sua vida útil Prejuízo líquido por ações - R$ Não houve outros resultados abrangentes no exercício divulgado, resgate de prêmios no âmbito do programa de fidelização de clientes, (iii) a criação de estimada, que em geral não é superior a cinco anos. As despesas relacionadas à banco de dados de pessoas físicas e jurídicas. (iv) a obtenção e processamento de manutenção de software são reconhecidas como despesas quando incorridas. 2.9. que requeira a apresentação de uma demonstração do resultado abrangente. informações transacionais referentes a hábitos de consumo e (v) a participação no capital Redução ao valor recuperável de ativos imobilizados e intangíveis: A cada exercício, a As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. social de outras sociedades (holding). A principal fonte de receita da Cia. advém da emissão Empresa revisa o valor contábil de seus ativos imobilizados e intangíveis para determinar de pontos para os parceiros comerciais, os quais, por sua vez, oferecem esses pontos aos se há alguma indicação de que tais ativos sofreram alguma perda por redução ao valor seus clientes associados, para que sejam resgatados por prêmios. Nesse âmbito, a Cia. recuperável. Se houver tal indicação, o montante recuperável do ativo será estimado com a Capital Prejuízos Total do permite que os seus associados acumulem pontos ao realizarem suas compras e os finalidade de mensurar o montante dessa perda, se houver. A Administração concluiu não Nota social acumulados patrimônio líquido resgatem por prêmios por meio dos parceiros comerciais da coalizão de troca de pontos e/ou haver necessidade de ajuste de seus ativos imobilizados e intangíveis em 31/12/11. 2.10. 10 1 1 do catálogo eletrônico. Além da venda de pontos, a Cia. também oferece o gerenciamento de Imposto de renda e contribuição social: A despesa com imposto de renda e contribuição Em 17/02/2011 10 4.750 4.750 programas de fidelização para todos os seus parceiros comerciais. A Cia. adota um modelo social representa a soma dos impostos correntes e diferidos. O imposto de renda e Integralizações de capital (1.629) (1.629) de negócio que difere das coalizões tradicionais, pois desenvolveu integralmente sua contribuição social diferidos são reconhecidos, quando aplicável, sobre as diferenças Prejuízo do período plataforma tecnológica de forma a ser bastante flexível e integrada aos parceiros temporárias entre os saldos de ativos e passivos reconhecidos nas demonstrações Em 31/12/2011 4.751 (1.629) 3.122 ç comerciais, se aproveitando dos benefícios do modelo de coalizão com lojas parceiras, financeiras e as bases fiscais correspondentes usadas na apuração do lucro tributável, As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. como também da complementação aos programas individuais eventualmente geridos pelos incluindo saldo de prejuízos fiscais, quando aplicável. Os impostos diferidos passivos são parceiros. A Cia. está apta a fazer tanto o “fulfillment” do programa de fidelidade das lojas geralmente reconhecidos sobre as diferenças temporárias tributáveis e os impostos parceiras, proporcionando ganho de escala e redução de custos, como também conectar os diferidos ativos são reconhecidos sobre todas as diferenças temporárias dedutíveis, apenas Nota 2011 programas dos parceiros a uma rede de coalizão mais abrangente e, consequentemente, quando for provável que a Empresa apresentará lucro tributável futuro em montante Atividades operacionais (2.451) mais atrativa. Dessa forma, a Cia. coopera com os programas de fidelização de seus suficiente para que tais diferenças temporárias dedutíveis possam ser utilizadas. 2.11. Prejuízo ajustado Prejuízo do período (1.629) parceiros comerciais, dando a estes alternativas de resgates de alta atratividade, ao Fornecedores: Os fornecedores são obrigações a pagar por bens ou serviços que foram Ajuste ao prejuízo líquido: (822) mesmo tempo em que permite aos parceiros comerciais continuar o relacionamento com adquiridos no curso normal dos negócios, sendo classificados como passivo circulante se o Depreciações e amortizações 11.b 12 seus consumidores no formato que melhor lhes convier estrategicamente. Os parceiros pagamento for devido no período de um ano (ou no ciclo operacional normal dos negócios, comerciais da Cia. incluem importantes empresas de vários setores da economia, como ainda que mais longo). Caso contrário, as contas a pagar são apresentadas como passivo Imposto de renda e contribuição social diferido 12 (834) postos de combustíveis, livraria, farmácias, lojas de departamentos, entre outros. 2. não circulante. Devido à natureza de curto prazo das contas a pagar a fornecedores, as Variação de ativos e passivos operacionais (341) Principais Práticas Contábeis: 2.1. Declaração de conformidade: As demonstrações mesmas são reconhecidas ao valor nominal da fatura correspondente. 2.12. Receita (Aumento) em impostos a recuperar (33) financeiras foram elaboradas e estão apresentadas em conformidade com as práticas diferida: A conta de receita diferida abrange a receita relacionada ao Programa Netpoints. (Aumento) redução em outros créditos (711) contábeis adotadas no Brasil, as quais abrangem a legislação societária brasileira e os É avaliada pelo seu valor justo no momento do faturamento dos pontos, em contrapartida (Aumento) redução despesas antecipadas (12) pronunciamentos, as orientações e as interpretações emitidos pelo Comitê de aos contas a receber e reconhecida no resultado à medida que os pontos são resgatados. 3. (Aumento) redução contas a receber (51) Pronunciamentos Contábeis - CPC PME - Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas, Caixa e Equivalentes de Caixa: Banco conta movimento: 8; Títulos de capitalização: 66; Aumento em fornecedores 328 aprovado pela NBCT 19.41, correlacionadas às Normas Internacionais de Contabilidade - Certificado de Depósito Bancário (a): 1.001; Total 2011: 1.075. (a) Os Certificados de Aumento em obrigações tributárias, trabalhistas e previdenciárias 73 the International Financial Reporting Standards for Small and Medium Size Entities (IFRS for Depósito Bancário são remunerados pela taxa média de 100% do Certificado de Depósito Aumento em receita diferida 56 SMEs). 2.2. Base de elaboração: As demonstrações financeiras foram preparadas com Interbancário - CDI com liquidez imediata. Os saldos estão ajustados pela remuneração do Aumento em outras obrigações 9 base no custo histórico, exceto se indicado de outra forma. O custo histórico geralmente é CDI até a data do balanço sendo resgatáveis a qualquer momento sem apresentar variações Caixa líquido aplicado em atividades operacionais (2.792) baseado no valor justo das contraprestações pagas em troca de ativos. 2.3. Estimativas significativas em relação aos seus valores de mercado. 4. Contas a Receber: Clientes: 7; Atividades de investimentos: Aquisição de imobilizado (152) contábeis: A preparação de demonstrações financeiras de acordo com as práticas Serviços prestados a faturar: 44; Total 2011: 51. A composição de contas a receber em Aquisição de intangível (732) contábeis adotadas no Brasil requer que a Administração se baseie em estimativas para o 31/12/11 está integralmente a vencer em até 30 dias. 5. Impostos a Recuperar: PIS e Caixa líquido aplicado em atividades de investimentos (884) registro de certas transações que afetam os ativos, os passivos, as receitas e as despesas COFINS a compensar: 25; Imposto de Renda Retido na Fonte - IRRF: 8; Total 2011: 33. 6. Atividades de financiamentos: Integralizações de capital 4.751 da Empresa, bem como a divulgação de informações sobre dados das suas demonstrações Outros Créditos: Mútuo a sócios (a): 706; Adiantamento a fornecedores: 5; Total 2011: Caixa líquido originado das atividades de financiamentos 10 4.751 financeiras. Os resultados finais dessas transações e informações, quando de sua efetiva 711. (a) Concedido aos acionistas executivos da Cia., entre abril e setembro/2011, quando 1.075 realização em períodos subsequentes, podem diferir dessas estimativas. As principais se encerrou a sua fase pré-operacional. Esses valores foram atualizados monetariamente, Aumento de caixa e equivalentes de caixa 3 1.075 estimativas relacionadas às demonstrações financeiras referem-se à determinação da vida com base no CDI, até setembro/2011. Na fase operacional da Empresa, a partir de Caixa e equivalentes de caixa no final do período 1.075 útil dos bens do imobilizado. O resumo das principais práticas contábeis adotadas pela Cia. setembro/2011, os valores não sofreram qualquer tipo de correção, sendo o prazo de Aumento de caixa e equivalentes de caixa As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. está apresentado a seguir: 2.4. Reconhecimento das receitas e das despesas: As vencimento indeterminado. 7. Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos: receitas, os custos e as despesas são reconhecidos de acordo com o princípio contábil da Prejuízos fiscais (nota explicativa nº 12): 838; Diferenças temporárias (nota explicativa nº 83; Benefícios: 166; Total 2011: 1.323. b) Gerais e administrativas: Serviços de terceiros: competência. As receitas são reconhecidas quando efetivamente realizadas, ou seja, 12): (4); Total 2011: 834. 8. Imobilizado 2011 107; Aluguéis e gastos de ocupação: 105; Viagens: 35; Locações: 30; Material de consumo: quando os seguintes aspectos tiverem sido cumulativamente atendidos: (a) haja evidência Taxa anual de Depreciação Valor 7; Seguros (nota explicativa 15): 12; Depreciação e amortização: 12; Outras despesas da existência de contrato; (b) o serviço tenha sido efetivamente prestado; (c) o preço esteja depreciação - % Custo acumulada líquido administrativas: 37; Total 2011: 345. c) Comerciais: Propaganda: 216; Marketing direto: fixado e determinado; e (d) o recebimento seja provável. (i) Reconhecimento de receita: O Equipamentos 20 66 (9) 57 196; Promoções: 10; Total 2011: 422. d) Tecnologia, infraestrutura e telecomunicações: faturamento de pontos decorrente da venda aos parceiros comerciais é contabilizado como Móveis e utensílios 10 86 (1) 85 Consultoria: 346; Manutenção de web site: 86; Conexão: 34; Total 2011: 466. 12. Imposto receita diferida no momento da emissão dos pontos. À medida que os pontos são 152 (10) 142 de Renda e Contribuição Social: A Cia. está inserida no regime de tributação pelo lucro real resgatados, o faturamento é reconhecido na demonstração do resultado como receita bruta. 9. Intangível 2011 e os créditos nas demonstrações do resultado de R$ 834 referem-se ao imposto de renda e Desta forma, a Receita Bruta da demonstração do resultado é composta pelo valor dos Taxa anual de Amortização Valor contribuição social diferidos sobre o prejuízo fiscal, base negativa e diferenças temporárias, pontos resgatados e pelo valor dos pontos que eventualmente podem não ser resgatados, amortização - % Custo acumulada líquido conforme segue: a) Cálculo do imposto de renda e da contribuição social: 2011: Prejuízo quando o associado por ventura deixar de ser um associado ativo no programa, o que ocorre 20 20 (2) 18 antes do imposto de renda e da contribuição social: (2.463); Impostos de renda e contribuição quando o mesmo não efetua nenhuma compra em algum parceiro da Netpoints por período Direito de uso de software 704 704 social, às alíquotas de 25% e 9%, respectivamente: (838); Efeito das diferenças temporárias: superior a 12 meses. A Cia. também possui alguns planos onde cobra mensalidade, em Desenvolvimento de software (a) 20 8 8 4; Imposto de renda e contribuição social diferidos: 834. b) Movimentação do imposto de contrapartida colocando benefícios exclusivos à disposição desses associados. Essa receita Marcas e patentes 732 (2) 730 renda e da contribuição social diferidos: é reconhecida à medida que os associados pagam as mensalidades. (ii) Reconhecimento de custos e despesas operacionais: Os principais custos da Cia. estão relacionados aos pontos (a) O Desenvolvimento de software refere-se ao investimento da Cia. em sua plataforma Prejuízos fiscais Diferenças temporárias Total resgatados (incluindo os pontos por prêmios distribuídos). As despesas operacionais tecnológica, incluindo o desenvolvimento do site e do sistema transacional. A Administração Constituição 838 (4) 834 incluem despesas gerais e administrativas (vide nota 11), incluindo salários, encargos e da Cia., especialmente baseada na data de sua fundação e recente início operacional, concluiu Saldo em 31/12/11 838 (4) 834 benefícios e despesas jurídicas. A Cia. também tem os custos dos benefícios exclusivos que que os respectivos ativos não apresentam defasagem de valores e suas vidas úteis estão O crédito tributário foi constituído com base na expectativa de que a Cia. apresentará lucro são disponibilizados apenas aos associados que pagam mensalidades. (iii) Reconhecimento adequadas ao uso destes nas suas operações. 10. Capital Social: O capital social inicial tributável futuro em montante suficiente para que tais diferenças temporárias e prejuízos de resultado financeiro: As receitas e despesas de juros são reconhecidas em base foi integralizado em 17/2/11, no valor de R$ 1, representado por 1.000 (hum mil) ações fiscais possam ser utilizados. A Administração da Cia. elaborou o plano de negócios para os proporcional ao tempo, levando em consideração o principal em aberto e as taxas efetivas ordinárias, nominativas e sem valor nominal. Em Assembleia Geral Extraordinária, realizada próximos 5 exercícios, no qual entende que os valores registrados serão compensados. 13. ao longo do período até o vencimento ou o encerramento do período. 2.5. Caixa e em 30/4/11, foi apreciado e aprovado o desdobramento em 10.000 (dez mil) ações para Partes Relacionadas: a) Remuneração do pessoal-chave da Administração: O montante equivalentes de caixa: Representados por depósitos bancários e aplicações financeiras cada ação anteriormente existente, ficando o capital social representado por 10.000.000 pago a título de remuneração e encargos aos diretores no período foi de R$ 569. Composição com vencimento original de três meses ou menos. 2.6. Contas a receber: Registradas e (dez milhões) de ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal. Em Assembleia Geral do montante pago aos diretores: Proventos: 474; Encargos patronais (INSS-FGTS): 95; mantidas no balanço patrimonial pelo valor nominal dos títulos representativos desses Extraordinária, realizada em 31/10/11, foi apreciada e aprovada a integralização de capital Total 2011: 569. 14. Demandas Judiciais: Não há registros de demandas judiciais ou créditos. A Cia. não constituiu provisão para devedores duvidosos considerando que seu no valor de R$ 2.750, mediante a emissão de 4.285.713 (quatro milhões, duzentas e oitenta extrajudiciais, contra ou a favor da Cia., que seja de conhecimento de sua Administração histórico de recebimento na data-base é de 100% do contas a receber. 2.7. Imobilizado: e cinco mil setecentas e treze) novas ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal. Demonstrados ao custo de aquisição, deduzido das depreciações calculadas pelo método Em Assembleia Geral Extraordinária, realizada em 8/12/11, foi apreciada e aprovada a ou de seus consultores legais em 31/12/11. 15. Cobertura de Seguros: Em 31/12/11, linear. A depreciação é reconhecida com base na vida útil estimada de cada ativo pelo integralização de capital no valor de R$ 2.000, mediante a emissão de 3.125.000 (três milhões, existe cobertura de seguros contra roubo ou furtos qualificados de bens, incêndio, queda de método linear, de modo que o valor do custo menos o seu valor residual após sua vida útil cento e vinte e cinco mil) novas ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal. O capital raio e explosão sobre os bens da Cia. A apólice tem vigência de 2/11/10 a 2/11/11, cujos seja integralmente baixado. A vida útil estimada, os valores residuais e os métodos de social em 31/12/11 estava totalmente subscrito e integralizado no montante de R$ 4.751, Limites Máximos de Indenização - LMI são: Seguro empresarial: R$ 12,00. 16. Aprovação depreciação serão revisados a cada exercício e o eventual efeito de quaisquer mudanças representado por 17.410.713 (dezessete milhões, quatrocentas e dez mil e setecentas e treze) das Demonstrações Financeiras: As demonstrações financeiras foram aprovadas e nas estimativas será contabilizado prospectivamente. 2.8. Intangível: As despesas ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal. 11. Despesas Operacionais: a) Com autorizadas para emissão pela Administração da Cia. em 16/4/11. Contador: Adilson Ernesto da Silva - CRC 1SP 266387/O-7 diretamente relacionadas aos softwares desenvolvidos internamente incluem materiais, pessoal: Salários e ordenados: 859; Encargos sociais: 215; Provisões de férias e 13º salário: A Diretoria
NETPOINTS FIDELIDADE S.A.
Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras Aos Administradores e Acionistas da Netpoints Fidelidade S.A. - Barueri - SP. Examinamos as demonstrações financeiras da Netpoints Fidelidade S.A. (“Cia.”), que compreendem o balanço patrimonial em 31/12/11 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o período de 17/fevereiro, data da constituição da Cia.) a 31/12/11, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeiras: A Administração da Cia. é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às pequenas e médias empresas (NBC T 19.41), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes: Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança
FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL Conforme informação da Distribuição Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, foram ajuizados no dia 10 de julho de 2012, na Comarca da Capital, os seguintes pedidos de falência, recuperação extrajudicial e recuperação judicial:
Requerente: Imefer Industrial e Mercantil de Ferragens Ltda. Requerido: Serpal Engenharia e Construtora Ltda. Avenida Ibirapuera, 2.332 - Moema - 1ª Vara de Falências. Requerente: Rominiss Service Empregos Temp. Terceirização Ltda. Requerido: Wal Mart do Brasil Ltda. Avenida Professor Francisco Morato, 2.585 Vila Sônia - 2ª Vara de Falências.
razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Cia. para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Cia.. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião: Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Netpoints Fidelidade S.A. em 31/12/11, o desempenho
de suas operações e os seus fluxos de caixa para o período de 17 de fevereiro (data da constituição da Cia.) a 31/12/11, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às pequenas e médias empresas (NBC T 19.41). Ênfase: Fase de pesquisa e desenvolvimento: Sem ressalvar nossa opinião, chamamos a atenção ao fato de que a Cia., até setembro/2011, encontrava-se em fase de pesquisa e desenvolvimento de projetos e tem por objeto social o desenvolvimento e gerenciamento de programas de fidelização de clientes. Imposto de renda e contribuição social diferidos: Conforme descrito na nota explicativa nº 12 às demonstrações financeiras, a Cia. constituiu imposto de renda e contribuição social diferidos ativos com base na expectativa de geração de lucros tributáveis futuros, consubstanciada em estudo elaborado e aprovado pela sua Administração. A recuperação dos saldos de imposto de renda e contribuição social diferidos ativos depende, portanto, da efetivação das ações previstas no estudo, que incluem a geração de resultados futuros positivos nas operações e aportes de capital por parte dos seus acionistas. São Paulo, 16 de abril de 2012. Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes - CRC nº 2 SP 011609/O-8 Gilberto Bizerra de Souza - Contador - CRC nº 1 RJ 076328/O-“S” SP.
PRAKOLAR RÓTULOS AUTO-ADESIVOS S.A.
CNPJ nº 02.929.563/0001-94
Relatório de Administração
Senhores Acionistas: Em obediência às disposições estatutárias e às determinações legais que regem o funcionamento das sociedades por ações, submetemos à apreciação dos Senhores Acionistas os Balanços Patrimoniais e as Demonstrações Financeiras do exercício encerrado em 31.12.2011, Resultado dos Exercícios: No exercício de 2011 o lucro líquido, após as
deduções devidas, foi de R$ 12.039.364,19 (doze milhões, trinta e nove mil, trezentos e sessenta e quatro reais e dezenove centavos), tudo conforme demonstrado no balanço, demais demonstrações financeiras e respectivas notas explicativas, tendo a seguinte destinação: (a) 6.070.500,00 (seis milhões, setenta mil e quinhentos reais) foram distribuídos aos acionistas a título
Balanço Patrimonial em 31 de Dezembro de 2011 (em R$)
Demonstração do Resultado do Exercício findo em 31/12/2011 (em R$)
ATIVO Circulante Caixa e equivalentes de caixa Contas a receber de clientes Estoques Adiantamentos a empregados Prêmios de seguros Créditos diversos Realizável a longo prazo Depósitos judiciais ICMS a recuperar Permanente Imobilizado Total do ativo PASSIVO Circulante Fornecedores Salários e encargos sociais Impostos e contribuições Patrimônio líquido Capital social Reserva legal Reservas de lucros Total do passivo
2011 8.762.558,26 7.888.837,44 3.182.577,74 97.154,50 94.291,52 45.394,60 65.998,80 383.640,87 14.872.937,79 35.393.391,52
4.231.602,87 603.239,36 1.099.359,39 50.000,00 10.000,00 29.399.189,90 35.393.391,52
Receita bruta de vendas (-) Impostos sobre vendas (-) Vendas canceladas/devoluções Receita operacional líquida Custo dos produtos vendidos Lucro bruto Despesas e receitas operacionais Receitas financeiras Reversão de provisões Receitas não operacionais Despesas com vendas Despesas administrativas Despesas financeiras Participações Resultado operacional (-) Imposto de renda e contribuição social Lucro líquido do período-base
2011 52.311.106,62 (12.702.426,68) (218.100,31) 39.390.579,63 (19.031.246,83) 20.359.332,80 1.074.530,84 32.403,67 (1.268.343,78) (6.397.847,79) (29.166,91) (6.070.500,00) 7.700.408,83 (1.731.544,64) 5.968.864,19
Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados (em R$) Saldo no início do exercício Lucro líquido do período-base (antes da destinação) Dividendos distribuídos Reserva legal Reserva de lucros Saldo no final do exercício
23.440.325,71
de dividendos ao longo do exercício de 2011; (b) 10.000,00 (dez mil reais) foram aplicados na constituição da reserva legal; e (c) 5.978.864,19 (cinco milhões, novecentos e setenta e oito mil, oitocentos e sessenta e quatro reais e dezenove centavos) serão aplicados no aumento do capital social, conforme proposta a ser submetida à Assembleia Geral. A Diretoria.
Demonstração do Fluxo de Caixa do Exercício findo em 2011 (em R$) Fluxos de caixa das atividades operacionais Recebimentos de clientes Pagamentos a fornecedores e empregados Caixa gerado pelas operações Imposto de renda e contribuição social pagos Demais impostos e contribuições pagas Dividendos pagos Imposto de renda na fonte sobre receitas Caixa líquido proveniente das atividades operacionais Fluxos de caixa das atividades de investimentos Compra de ativo imobilizado Venda de ativo imobilizado Juros recebidos Caixa líquido usado nas atividades de investimentos Aumento líquido de caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa no início do período Caixa e equivalentes de caixa ao fim do período
12.039.364,19 (6.070.500,00) (10.000,00) (29.399.189,90) A Diretoria -
2011 49.359.285,83 (29.156.580,25) 20.202.705,58 (1.618.832,22) (7.933.623,89) (6.070.500,00) (194.827,15) 4.384.922,32
(3.735.263,15) 179.000,00 1.039.652,77 (2.516.610,38) 1.868.311,94 6.894.246,32 8.762.558,26
Hélcio Gaspar de Lima TC - CRC 1SP129796/O-4
18 -.ECONOMIA/LEGAIS '&+6#. FG 24#c# Ñ0+%# &15 &+4'+615 FG $'/ +/Î8'. G RCTC KPVKOCnlQ FQ GZGEWVCFQ +8#0 /'+4'.'5 4) %2( G UWC OWNJGT UG ECUCFQ HQT GZRGFKFQ PQU CWVQU FC CnlQ FG ':'%7c¬1 *+216'%Ç4+#
.GK OQXKFC RGNQ $#0%1 57&#/'4+5 $4#5+. 5 # %02, 2TQE P P FG 1TFGO # &TC %CTQNKPC 0CDCTTQ /WPJQ\ 4QUUK ,Ws\C FG &KTGKVQ FC 8CTC %sXGN FC %QOCTEC FG )WCTWNJQU 'UVCFQ FG 5lQ 2CWNQ PC HQTOC FC NGK GVE (#< 5#$'4 SWG EQO HWNETQ PC .GK G TGIWNCOGPVCFQ RGNQ 2TQXKOGPVQ %5/ P FQ 6, 52 CVTCXoU FG <7-'4/#0 .'+.'5 YYY \WMGTOCP EQO DT RQTVCN FG NGKN|GU QP NKPG NGXCTh C R}DNKEQ RTGIlQ FG XGPFC G CTTGOCVCnlQ GO 2TCnC ÑPKEC EQO KPsEKQ PQ FKC iU JQTCU G VoTOKPQ PQ FKC iU JQTCU UGPFQ GPVTGIWG RQT RTGnQ PlQ KPHGTKQT CQ XCNQT FG CXCNKCnlQ SWG GO 5GVGODTQ FG VQVCNK\CXC C OQPVC FG 4 Q SWCN FGXGTh UGT CVWCNK\CFQ CVo C FCVC FC 2TCnC Q KOxXGN CDCKZQ FGUETKVQ EQPHQTOG EQPFKn|GU FG XGPFC EQPUVCPVGU FQ RTGUGPVG GFKVCN +/Î8'. #RCTVCOGPVQ P NQECNK\CFQ PQ CPFCT FQ 'FKHsEKQ *[FG 2CTM EQPUVKVWsFQ RGNQU NQVGU G FC SWCFTC FQ NQVGCOGPVQ ,CTFKO <CKTC OGFKPFQ O FG HTGPVG RCTC C 4WC &CTEK 8CTICU O FC HTGPVG CQU HWPFQU GPEGTTCPFQ C hTGC FG Oï VGPFQ Q CRCTVCOGPVQ C hTGC }VKN FG Oï hTGC EQOWO FG FKXKUlQ PlQ RTQRQTEKQPCN FG Oï hTGC EQOWO FG FKXKUlQ RTQRQTEKQPCN FG Oï G hTGC VQVCN FG Oï EQTTGURQPFGPFQ C HTCnlQ KFGCN FQ VGTTGPQ FG ECDGPFQ NJG Q FKTGKVQ C WO GURCnQ RCTC C IWCTFC G GUVCEKQPCOGPVQ FG WO XGsEWNQ FG RCUUGKQ FG VCOCPJQ RGSWGPQ QW OoFKQ PC ICTCIGO EQNGVKXC FQ EQPFQOsPKQ QDLGVQ FC /CVTsEWNC QTKIKPCN P FQ %4+ FG )WCTWNJQU 52 #8#.+#c¬1 4 EGPVQ G EKPSWGPVC G EKPEQ OKN TGCKU CVWCNK\CFQU CVo SWG FGXGTlQ UGT CVWCNK\CFQU CVo FCVC RTCnC Ï075 %QPUVCPFQ PC TGHGTKFC OCVTKEWNC 4 FG FC EKVCFC OCVTsEWNC JKRQVGEC GO HCXQT FQ CWVQT %ToFKVQ *KRQVGEhTKQ PC OQPVC FG 4 %10&+c'5 &' 8'0&# FKURQPsXGKU PQ UKVG YYY \WMGTOCP EQO DT .'+.1'+41 1 NGKNlQ UGTh TGCNK\CFQ RGNQU NGKNQGKTQU (CDKQ <WMGTOCP ,7%'52 P &QTC 2NCV ,7%'52 P G ,JQPPK $CNDKPQ FC 5KNXC ,7%'52 P CEQORCPJCFQU RGNQ IGUVQT G NGKNQGKTQ /CWTQ <WMGTOCP ,7%'52 P 2#)#/'061 G 4'%+$1 &' #44'/#6#c¬1 1 RTGnQ FQ DGO CTTGOCVCFQ FGXGTh UGT FGRQUKVCFQ CVTCXoU FG IWKC FG FGRxUKVQ LWFKEKCN FQ $CPEQ FQ $TCUKN 5 # QDVKFC GO UWCU CIqPEKCU QW CVTCXoU FQ UKVG YYY DD EQO DT PQ RTC\Q FG JQTCU FC TGCNK\CnlQ FQ NGKNlQ DGO EQOQ FGXGTh UGT FGRQUKVCFC C EQOKUUlQ FQ .GKNQGKTQ CVTCXoU FG RCICOGPVQ GO FKPJGKTQ PC TGFG DCPEhTKC &1% QW 6'& 6TCPUHGTqPEKC 'NGVTzPKEC &KURQPsXGN PQ RTC\Q FG CVo WO FKC }VKN C EQPVCT FQ GPEGTTCOGPVQ FQ NGKNlQ PC EQPVC FQ .GKNQGKTQ 1HKEKCN /CWTQ <WMGTOCP %2( $CPEQ +VC} #IqPEKC % % 'O CVo JQTCU CRxU Q GPEGTTCOGPVQ FQ .GKNlQ ECFC CTTGOCVCPVG TGEGDGTh WO G OCKN EQO KPUVTWn|GU RCTC FGRxUKVQ TGEQOGPFCOQU GURGTCT Q TGEGDKOGPVQ FGUVG G OCKN CPVGU FG GHGVWCT Q FGRxUKVQ &GEQTTKFQU Q RTC\Q UGO SWG CTTGOCVCPVG VGPJC TGCNK\CFQ Q FGRxUKVQ VCN KPHQTOCnlQ UGTh GPECOKPJCFC CQ // ,Ws\Q EQORGVGPVG RCTC C CRNKECnlQ FCU OGFKFCU NGICKU ECDsXGKU # EQOKUUlQ FGXKFC CQ IGUVQT UGTh FG UQDTG Q XCNQT FC CTTGOCVCnlQ PlQ UG KPENWKPFQ PQ XCNQT FQ NCPnQ # CTTGOCVCnlQ UGTh HGKVC OGFKCPVG RCICOGPVQ KOGFKCVQ FQ RTGnQ RGNQ CTTGOCVCPVG EQPHQTOG EQPFKn|GU FG RCICOGPVQ CEKOC KPFKECFCU #NVGTPCVKXCOGPVG UGTh CKPFC CFOKVKFQ RCICOGPVQ PQ RTC\Q FG FKCU OGFKCPVG ECWnlQ FG UQDTG Q XCNQT FG CTTGOCVCnlQ CTV FQ %2% 4'/+c¬1 &# ':'%7c¬1 5G QU GZGEWVCFQU CRxU C RWDNKECnlQ FQ GFKVCN GO GRsITCHG RCICTGO C FsXKFC CPVGU FG CFLWFKECFQ QW CNKGPCFQ Q DGO PC HQTOC FQ CTVKIQ FQ %xFKIQ FG 2TQEGUUQ %KXKN E E #TV FC .GK FGXGTlQ CRTGUGPVCT CVo C FCVC G JQTC FGUKIPCFCU RCTC Q NGKNlQ C IWKC EQORTQDCVxTKC FQ TGHGTKFQ RCICOGPVQ CEQORCPJCFC FG RGVKnlQ HC\GPFQ OGPnlQ GZRTGUUC SWCPVQ i TGOKnlQ FC GZGEWnlQ UGPFQ XGFCFQ RCTC VCN HKPCNKFCFG Q WUQ FQ RTQVQEQNQ KPVGITCFQ 0GUVG ECUQ FGXGTlQ QU GZGEWVCFQU RCICT C KORQTVjPEKC CVWCNK\CFC FC FsXKFC OCKU LWTQU EWUVCU JQPQThTKQU CFXQECVsEKQU G C EQOKUUlQ FGXKFC CQ .GKNQGKTQ 1HKEKCN FG EKPEQ RQT EGPVQ UQDTG Q XCNQT RCIQ FsXKFC GZGSWGPFC #&,7&+%#c¬1 *KRxVGUG PC SWCN C EQOKUUlQ FQ IGUVQT UGTh FG VTqU RQT EGPVQ UQDTG Q XCNQT FG CFLWFKECnlQ C UGT RCIQ RQT CSWGNG SWG CFLWFKECT #%14&1 5GPFQ HKTOCFQ CEQTFQ GPVTG CU RCTVGU FGXGTh Q C GZGEWVCFQ C CTECT EQO CU FGURGUCU FG FKXWNICnlQ CUUWOKFCU RGNQ NGKNQGKTQ EQTTGURQPFGPVGU i EKPEQ RQT EGPVQ UQDTG Q XCNQT CEQTFCFQ &Ñ8+ ' '5%.#4'%+/'0615 2GUUQCNOGPVG RGTCPVG GUVG ,Ws\Q QW PQ GUETKVxTKQ FQ NGKNQGKTQ QHKEKCN 5T /CWTQ <WMGTOCP NQECNK\CFQ PC #XGPKFC #PIoNKEC P CPFCT *KIKGPxRQNKU %CRKVCN 52 QW CKPFC RGNQ VGNGHQPG G G OCKN EQPVCVQ"\WMGTOCP EQO DT (KEC Q GZGEWVCFQ DGO EQOQ UWC GURQUC FG ECUCFQ HQT +06+/#&15 FCU FGUKIPCn|GU UWRTC ECUQ PlQ UGLCO NQECNK\CFQU RCTC CU KPVKOCn|GU RGUUQCKU 0lQ EQPUVC FQU CWVQU JCXGT TGEWTUQ QW ECWUC RGPFGPVG FG LWNICOGPVQ 'XGPVWCKU zPWU UQDTG Q KOxXGN EQTTGTlQ RQT EQPVC FQ CTTGOCVCPVG # XGPFC UGTh GHGVWCFC GO ECThVGT CF EQTRWU G PQ GUVCFQ FG EQPUGTXCnlQ GO SWG UG GPEQPVTC 5GTh Q RTGUGPVG GFKVCN RQT GZVTCVQ CHKZCFQ G RWDNKECFQ PC HQTOC FC NGK $ G o
Processo n : 0020858-73.2010.8.26.0011 (011.10.020858-5) Assunto: Procedimento Ordinário - Obrigação de fazer cc Indenização Dano Moral Requerente: FRED GOLDMANN Requerido: EMILLYCAR e outros EDITAL DE CITAÇÃO - PRAZO DE 20 DIAS PROCESSO NO 0020858-73.2010.8.26.0011 O Doutor Régis Rodrigues Bonvicino, MM. Juiz de Direito da 1ª Vara Cível, do Foro Regional de Pinheiros, da Comarca de São Paulo, do Estado de São Paulo, na forma da lei, etc. FAZ SABER a EMILLYCAR COMÉRCIO DE VEÍCULOS LTDA., CNPJ no 05.056.158/0001-05, na g Clovis Paiva Borges g CPF 097.663.014-17 e Salvador Ferreira CPF pessoa de seus representantes legais 595.786.379-34, e a ELISANGELA LOPES DE ARAÚJO, CPF 205.141.948-55 e TONIS FERREIRA DE ARAUJO CPF 171.428.878-18 que FRED GOLDMANN ajuizou ação de Procedimento Ordinário, para (A) restituição imediata do veículo VW/POLO 1.6 Placas DEX4308/SP RENAVAM 787137626, objeto do Contrato Estimatório firmado em 01/09/2008, por não terem os Requeridos pago ao Requerente o preço do veículo, ou conversão em pecúnia no valor de R$ 21.961,32 (set/2010); (B) indenização por danos morais no valor de R$ 39.000,00 (set/2010) e danos patrimoniais de R$ 7.300,00 (set/2010). Encontrando-se os réus em lugar incerto e não sabido, foi determinada a sua CITAÇÃO, por EDITAL, para os atos e termos da ação proposta e para que, no prazo de 15 dias, que fluirá após o decurso do prazo do presente edital, apresentem resposta. Não sendo contestada a ação, presumir-se-ão aceitos, pelos réus, como verdadeiros os fatos articulados pelo AUTOR. Será o presente edital afixado e publicado na forma da lei, sendo este Fórum localizado na Rua Jericó, s/nº, Pinheiros - CEP 05435-040, São Paulo, SP. São Paulo, 29 de maio de 2012.
4ª Vara Cível do Foro Regional V - São Miguel Paulista EDITAL DE CITAÇÃO - PRAZO DE 20 DIAS. PROCESSO Nº 0209775-31.2009.8.26.0005. O(A) Doutor(a) Paulo de Tarsso da Silva Pinto, MM. Juiz(a) de Direito da 4ª Vara Cível, do Foro Regional V - São Miguel Paulista, da Comarca de SÃO PAULO, do Estado de São Paulo, na forma da Lei, etc. FAZ SABER a(o) Dayane Cristina de Castro, R Itajuibe, 2122, Itaim Pta., São Paulo-SP, CPF 373.542.738-30, RG 450110990, Brasileira, que lhe foi proposta uma ação de Notificação Extrajudicial por parte de São Lucas Imóveis Ltda, para que no prazo de 30 dias, a fluir após os 20 dias supra, pague no escritório do patrono da autora o débito de R$ 650,10, devidamente atualizado, referente à aquisição do lote 42B, quadra 16, do loteamento denominado Parque e Recanto Mônica, Itaquaquecetuba/SP, com área de 125,00m², sob pena de constituição em mora, rescisão do contrato e a reintegração da autora na posse do imóvel, condenando-a ainda, ao pagamento das cominações legais e contratuais. Encontrando-se o réu em lugar incerto e não sabido, foi determinada a sua NOTIFICAÇÃO por EDITAL e, decorrido o prazo de 48 horas, que fluirá após o decurso do prazo do presente, os autos serão entregues ao requerente, independentemente de traslado. Será o presente edital, por extrato, afixado e publicado na forma da lei, sendo este Fórum localizado na Avenida Afonso Lopes de Baião, 1736, Sala 104, São Miguel Paulista - CEP 08040-000, Fone: 1120528098 r268, São Paulo-SP. São Paulo, 22 de junho de 2012.
12ª VARA CÍVEL - 12º OFÍCIO CÍVEL CITAÇÃO. PRAZO 20 DIAS. PROC. Nº 583.00.2006.209040-3. O Dr. Airton Pinheiro de Castro, Juiz de Direito da 12ª Vara Cível, FAZ SABER a PEDRO ZANELLATTI PEDRAZZANI, CPF/MF 330.017.868-17, que AFONSO GIRARDI LENTINI lhe ajuizou AÇÃO DE EXECUÇÃO, para cobrança de R$ 25.127,00 (fls. 166), referente a alugueres do imóvel à Rua Conselheiro Furtado nº 96, Centro/ SP. Estando o executado em lugar ignorado, foi determinada a citação por edital, para em 03 dias, após os 20 dias supra, pagar o débito atualizado, sob pena de penhora em tantos de seus bens quantos bastem para garantia da execução. Em caso de pagamento no tríduo, a verba honorária será reduzida pela metade. No prazo para embargos (15 dias), reconhecendo o crédito do exequente e depositando 30% do valor em execução, incluindo custas e honorários advocatícios, poderá o executado requerer seja admitido pagar o restante em 6 parcelas mensais, acrescidas de correção monetária e juros de 1% ao mês (Lei 11.382/06). São Paulo, 29 de maio de 2012.
. !K 5A A ( ( ; % - ! & 00 '( ) * +,- & / 1 ! * % 0 1( ( & + % ( & % ( & ! > 3 & / % # ' 7! ! 9( .C D 9( & ! . ( !- ! ! 6( . . 78 : 3:* : 7 3:07& ;":79 /:3: /7 :7 3:07& 78 : 3:* : 7 3:07 '84: : 9 /7 :7 3:07 > <( ( 7 <( + .( C 1 ! ,! I ( 7( - 3 > ( 6( . . ( . - ! C- ( ! ( 7! ! = ( + & 5& ! + . & . ! ?( M ( 1 > ! - C- ! ( 6( & ? . ! & ! (Q 6( ( 6( < <( 1 . ! & - ! ! ! , ( . ! C- ! ! ! ?( (1 1! & > > ( +:;7Fg . :;73 . . . . 6( & ! . & > ( .C (. & ! > & # . ! . ( - > 1 . ( % = . ! & . D & > D .(# ! > E
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quarta-feira, 11 de julho de 2012
:;73 3 :3W ) ) 7F7 ! % \3: ' %] 47%+:0 4; 3:07& ! . ( !- ! ! 3G8:;7 *: : 7 % %74; %& ! ! + / 0/ # !K & 3G8:;7 *: : 7 % %74; % . = & ! ! + / 0/ # !K 73*7 /3 :98 % . = & ! ! + / 0/ # !K 5 5 7 D ! - 0 > 7 ! $ 1 + - 2 & 00 '( 5) * +,- / 1 ! % ! 7 % & ! > & /7G %7$ & 6( . ! ) ) # C- & - ( !2 ! - ! . & 6( . '(, . ( 7 + # ! + ! ,! . ! %( = <( . + 4 0J4: + 4'84; %: 4+:73 37+ * 4 0 & . ! . ( %,! % 07 :7 3 8 % % %74; % +":+7 4: > % \3: ' %] 47%+:0 4; 3:07& ! . ( !- ! ! 3G8:;7 *: : 7 % %74; % ( . !K 6( > 1! - ! # # D & 1 D. 1( I :0\* 3 C- = - ! = ^7 + 8%Y ! 6( ! ! 7 > 2 C- . 1 . !,- ! SSS 1 # 7 *:%:;7FW 7 - - 1 ! - - _ 1 # 3 :3W L 3 = . 0 : 3 ; R4:+ & -? SSS 1 # & ) = !, ! 5 M I 2 ! = 5 M I 2 & ! ! ! 1( ( (. - - Q ! 2 - ! ! 1( ( (. - - & 1( = ! (. ) & 6( = !, ! 5 M I 2 ! = ! M I 2 & ! ! ! ,! T - - + 4 8; 3 :3W L 3 = ! ( . 3 > % / ! ! ' ? + 9 ! - & ( ! '(! + % ( L '8+ % # !K *73 0J4:0 * 4 7 $ 0 L 4 ) & - ,! . - ! # . ! = T ! . ! - - <( & 6( = ( ? ! <( % 374+ % L ! . > . :! ! & -? SSS 1 # % ]$:; % L - ! ( U!( # C- . ! ! & D - ! ( ?# : ;8 D . 6( (# 1 ! - ! & X .( Y . =1 > V! & +;4 + . ! ! . 1 - M ! 1 & ! . ! > O! . ! # ! 1 - ! 7970 4; ! - = > ( . 1 ! . # & ! . ? 2 - ! 6( 2 .C ! ! & -? 1( .C <( > - '(, . ! =- & # . ! >
7 + 0:%%W L ! - = . 1 M 0 973 :3 % 9 %; '8 :+:73& , ( & - . ! ! T ! . ! # . C- 7 - M 0 1 3 B 1 <( ! = ! (, ! - ! ! = - - ! ! !2( 2 .C & - > > . ! <( ( . B 2 M - ! ! ( . ! 7970 4; 7 + 0:%%W . 1 ! 0 973 :3W % 9 %; '8 :+:73 - = ? 2 - ! 6( 2 ! ! ! -? 1( .C 6( = !- . 7 7 '8 :+7FW L 4 2 .C <( # . D 6( ! & > = . ! =- . - ; 1 ! B 3 . !,- ! SSS 1 # 7 .(# (. - ! ( ! ( ! ! > B . . - . ! / & ! & 6( & . . ! <( 7 + + & . . = 2 .V# . 1B & ! > 1( ! B & . ! ! D # . & ? - ( ?# - = . - D ! & ! . + ! ( & - = . 1 - 1 & ! > ! ! ! & 6( ! = ! . . ( L . > ! ! . D ( 37FW % $ 4%I 0 , ( !K 5 A K + C 1 : C- % ( % ` :0\* 3I 7. ! !K & ! K ! >, 0 ! + $ ( # !& + !<(! ! * ! U & ( ! ( +(. O !K 5 & ! * 4 - + U! & AK %(# L % ! 7 & . ( ! = ! (, & [& 6( & & [ . ! = V ! A& 5 [ ( 6( . ! ( . . (! & #( ! ( > & A T ! ! > >, > . ! ,! 1 # !K ! , ( !K 5 5 + C + ! ! 7- , ( 6( ( +(. O ! ! ( ! 87 9 4;:3 3 :; 07 ;:4%& . ( A ! - # AA 5K + C 4 + . & - > 2 A !> 0(! . !K 5 5A + ! ! 7- , ( . !2 D 6( ! C- #< , ( & ! ! . = D (
+ ! #( ! !K A !> 7- + ! ! > ( % ( % 6( 2= ?# ! ! ,- 7 - ! - @ 5& ?# : ;8 . D , ( ! - @ 5 & 0 , ( !K 5 A5 K + C 1 : C- % ( % ` :0\* 3I $ a !K & . & ! 1 1 !K & ! (# + !<(! ! * ! U & ( ! ( +(. O !K 5 & ! * 4 - + U! & AK %(# L % ! 7 & ! ! = ! (, & 5 [& 6( & [& . ! = V & [ = ( & # ! 2 ( > & & T ! > !<(! ( ! > . ! ,! 1 # !K ! , ( !K 5 5 + C + ! ! 7- , ( 6( ( +(. O ! ! ( ! 87
9 4;:3 3 :; 07 ;:4%& . ( A ! - # AA 5K + C 4 + . & - > 2 A& !> 0(! . !K 5 5A + ! ! 7- , ( . !2 D 6( ! C- #< , ( & ! ! . = D ( + ! #( ! !K A !> 7- + ! ! > ( % ( % 6( 2= ?# ! ! ,- 7 - ! - @ 5 &A ?# : ;8 . D , ( ! - @ & A + ! ! ( - 6( . ! ! ? & C & C - ,- & # !2 & . !2 & = - # !2 . 1 ?# ! - @ 5 5 & 0 * 7- I @ 5 5& ( ! ! & ! ! ! ! ! - 0 & 6( = ( ? ! !> # ( ! = ;' %
,QWLPDomR 3UD]R GLDV 3URFHVVR $ 'RXWRUD 'DLVH )DMDUGR 1RJXHLUD -DFRW -Xt]D GH 'LUHLWR 7LWXODU GD 9DUD &tYHO )D] 6DEHU D $OPLU 9HVSD -~QLRU TXH QRV DXWRV GD $omR GH ([HFXomR UHTXHULGD SRU %UDVLO GH ,PyYHLV H 3DUWLFLSDo}HV /WGD SURFHGHX VH D SHQKRUD VREUH XP WHUUHQR j $ODPHGD &DPSHVWUH FRP iUHD GH Pð PDWUtFXOD GR &5, GH 6DQWR $QGUp 63 DSDUWDPHQWR Q GR (GLItFLR 2FWyJRQR VLWR j 5XD GDV )LJXHLUDV PDWUtFXOD GR &5, GH 6DQWR $QGUp 63 GRLV SUpGLRV VLWXDGRV j 5XD 0DUDQKmR H FRP iUHD WRWDO GH Pð PDWUtFXOD GR &5, 63 XP ORWH GH WHUUHQR %- %HUWLRJD FRP iUHD GH Pð PDWUtFXOD GR &5, GH 6DQWRV 63 XP WHUUHQR VLWR QR ORWHDPHQWR 3UDLD GR &XPEXFR &DXFDLD FRP iUHD GH Pð PDWUtFXOD GR &5, GH &DXFDLD &( ORWH GH WHUUHQR FRP iUHD WRWDO GH Pð ORWHDPHQWR &KiFDUD 3HGUD *UDQGH EDLUUR GR 5LEHLUmR GRV 3RUFRV RX ,WDSHWLQJD PDWUtFXOD GR &5, GH $WLEDLD 63 ORWH GH WHUUHQR Q TXDGUD & ORWHDPHQWR &KiFDUD 3HGUD *UDQGH FRP iUHD GH Pð PDWUtFXOD GR &5, GH $WLEDLD 63 XP WHUUHQR XUEDQR VLWR HP 0DUPDUDWXED EDLUUR GH &RUXUXTXDUD 6DQWDQD GH 3DUQDtED FRP iUHD GH Pð PDWUtFXOD GR &5, GH %DUXHUL 63 XP WHUUHQR XUEDQR JOHED ( EDLUUR GH &RUXUXTXDUD 6DQWDQD GH 3DUQDtED FRP iUHD GH Pð PDWUtFXOD GR &5, GH %DUXHUL 63 XP WHUUHQR GHVLJQDGR JOHED ' EDLUUR GH &RUXUXTXDUD 6DQWDQD GH 3DUQDtED FRP iUHD GH Pð PDWUtFXOD GR &5, GH %DUXHUL 63 XP WHUUHQR XUEDQR GHVLJQDGR JOHED & EDLUUR GH &RUXUXTXDUD 6DQWDQD GH 3DUQDtED FRP iUHD GH Pð PDWUtFXOD GR &5, GH %DUXHUL 63 ORWH GH WHUUHQR Q TXDGUD & ORWHDPHQWR &KiFDUD 3HGUD *UDQGH EDLUUR 5LEHLUmR GRV 3RUFRV RX ,WDSHWLQJD FRP iUHD GH Pð PDWUtFXOD GR &5, GH $WLEDLD 63 LPyYHO *OHED VLWR j )D]HQGD 6DQWD &kQGLGD FRP iUHD WRWDO GH Ki PDWUtFXOD GR &5, GH $YDUp 63 ORWH GH WHUUHQR Q TXDGUD % ORWHDPHQWR &KiFDUD 3HGUD *UDQGH EDLUUR 5LEHLUmR GRV 3RUFRV RX ,WDSHWLQJD FRP iUHD GH Pð PDWUtFXOD GR &5, GH $WLEDLD 63 ORWH GH WHUUHQR Q TXDGUD & ORWHDPHQWR &KiFDUD 3HGUD *UDQGH EDLUUR GR 5LEHLUmR GRV 3RUFRV RX ,WDSHWLQJD FRP iUHD GH Pð PDWUtFXOD GR &5, GH $WLEDLD 63 WHUUHQR Q TXDGUD & ORWHDPHQWR &KiFDUD 3HGUD *UDQGH EDLUUR GR 5LEHLUmR GRV 3RUFRV RX ,WDSHWLQJD FRP iUHD GH Pð PDWUtFXOD GR &5, GH $WLEDLD 63 XP SUpGLR UHVLGHQFLDO VLWR j 5XD )HUGLQDQGR /DERULDX H UHVSHFWLYR WHUUHQR ORWHV H GD TXDGUD EDLUUR 3DFDHPEX FRP iUHD WRWDO GH Pð PDWUtFXOD GR &5, 63 DSDUWDPHQWR Q ORFDOL]DGR QR SDYLPHQWR GR &RQGRPtQLR (GLItFLR 3LDJHW FRP iUHD WRWDO GH Pð PDWUtFXOD GR &5, GH &DPSRV GR -RUGmR 63 DSDUWDPHQWR Q EORFR DQGDU RX SDYLPHQWR GR (GLItFLR *XDUXMi 3DUN FRP iUHD WRWDO GH Pð PDWUtFXOD GR &5, GH *XDUXMi 63 DSDUWDPHQWR Q DQGDU RX SDYLPHQWR GR (GLItFLR %~]LRV FRP iUHD WRWDO FRQVWUXtGD GH Pð PDWUtFXOD GR &5, GR *XDUXMi 63 XP WHUUHQR FRQVWLWXtGR SHOR ORWH GD TXDGUD EDLUUR -DUGLP FRP iUHD WRWDO GH Pð PDWUtFXOD GR &5, GH 6DQWR $QGUp 63 WHUUHQR Q TXDGUD % ORWHDPHQWR &KiFDUD 3HGUD *UDQGH EDLUUR GR 5LEHLUmR GRV 3RUFRV RX ,WDSHWLQJD FRP iUHD GH Pð PDWUtFXOD GR &5, GH $WLEDLD 63 XP SUpGLR FRP GRLV SDYLPHQWRV SDUD TXDWUR DSDUWDPHQWRV H VHX WHUUHQR ORFDOL]DGR QD $FOLPDomR HP 6mR 3DXOR 63 FRP iUHD GH Pð PDWUtFXOD GR &5, 63 (VWDQGR R H[HFXWDGR HP OXJDU LJQRUDGR IRL GHIHULGD D LQWLPDomR GD SHQKRUD SRU HGLWDO SDUD TXH HP GLDV D IOXLU DSyV RV GLDV VXSUD UHTXHLUD D VXEVWLWXLomR GRV EHQV SHQKRUDGRV DUW GD /HL VRE SHQD GH SURVVHJXLU D DomR )LFDQGR WDPEpP LQWLPDGDV GDV SHQKRUDV UHDOL]DGDV DV HVSRVDV GRV H[HFXWDGRV 6UDV &OHXVD GH $QGUDGH 9HVSD H 5RVDQD 7XDQ 9HVSD 6HUi R HGLWDO DIL[DGR H SXEOLFDGR QD IRUPD GD OHL 6mR 3DXOR GH PDLR GH :;73 3 :3W ) ) 7F7 ! % 74 :$ : & ! ! + / 0/ # !K 5 ( & > ' 9 74: 3 Z7:%$ 9& ! ! + / 0/ # !K AAA ( ( 2 & > 7 ' ' ! % - & 00 '(, ) * +,- / + ! + . % & ! > & /7G %7$ & 6( . ! K K 3 # C- & - ( !2 ! - ! . & 6( . '(, . ( 7 D ( ;, ( D <( 6( 74;R4: + 7 07 ;:0 - > % 74 :$ : ( !K 55 A ! !K 6( > 1! - ! # # D & 1 D. 1( I :0\* 3 C- = - ! = ^7 + 8%Y ! 6( ! ! 7 > 2 C- . 1 . !,- ! SSS 1 # 7 *:%:;7FW 7 - - 1 ! - - _ 1 # 7 7F7 L 7 . = . 0 : 3 ; \4:+ & -? SSS 1 # & ) = !, ! 5 M I 2 ! = 5 M I 2 & ! ! ! 1( ( (. - - Q ! 2 - ! ! 1( ( (. - - & 1( = ! (. ) & 6( = !, ! 5 M I 2 ! = ! 5 M I 2 & ! ! ! ,! T - - + 4 8; 7 7F7 L 7 . = ! ( . 3 > % / ! ! ' ? + 9 ! - & ( ! '(! + % ( L '8+ % # !K *73 0J4:0 * 4 7 :0\* 3 L 4 ) & - ,! . - ! C- . ! = T ! . ! - - <( & 6( = ( ? ! <( % 374+ % L ! . > . :! ! & -? SSS 1 # % ]$:; % L - ! ( U!( # C- . ! ! & D - ! ( ?# : ;8 D . 6( (# 1 ! - ! & X .( Y . =1 > V! & +;4 7970 4; ! - = > ( . 1 ! . C- & ! . ? 2 - ! 6( 2 .C ! ! . O! # ! ! ! & -? 1( .C <( > - '(, . ! =- & # . ! > 7 + 0:%%W L ! - = . 1 M 0 973 :3 % 9 %; '8 :+:73& , ( & - . ! ! T ! . ! # . C- 7 - M 0 1 3 B ! = ! (, ! - ! ! = - - ! ! !2( 2 .C & - > > . ! <( ( . B 2 M - ! ! ( . ! 7970 4; 7 + 0:%%W . 1 ! 0 973 :3 % 9 %; '8 :+:73 - = ? 2 - ! 6( 2 ! ! ! . O! # ! ! ! & -? 1( .C 6( > = . !,- ! 1 ( = !- . 7 7 '8 :+7FW L 4 2 .C <( C- . D 6( ! & > = . ! =- . - ; 1 ! B . !,- ! SSS 1 # 7 .(# (. - ! ( ! ( ! ! > B . . - . ! 37FW % $ 4% `0 , ( !K 5 K + C 1 : C- % ( % I :0\* 3 ` 7. ! !K & ! K ! X >, H !1 2 Y& ( ! ( 0 ! 7 - & !K & ! AK %(# L & = V & A 5 [& = ( & [& = &A A [ > & AT ! ! ( (! >, + ! ! ( - 6( # ! ! ! > ( . ? ! . ! - ! . ( C & & < ! & !2 & = - # !2 + ! #( ! !K AA + ! ! > ( % ( % ?# ! ! ,- 7 - ! - @ A A&A ?# : ;8 . D , ( ! - @ A & ?# ! - @ 5 & 0 * 7- I @ 5 & ! ! O & ! ! ! ! ! - '(!2 & 6( = ( ? ! !> # ( ! = ;' % c
9ª VaraCíveldaComarcadeGuarulhos/SP. Editalde1ª e 2ª praçadebem imóvel epara intimaçãodaexecutadaMaria Adelaide Lopes deMeloes/m se casada for, bem como da credora hipotecária Caixa Econômica Federal, expedido nos autos da ação sumária, em fase de execução, movida por CondomínioEdifícioSolar das Acácias - Proc. 224.01.2009.021213-8(712/2009) - O Dr. RodrigoMarzolaColombini, Juiz deDireitoda 9ª VaraCível de Guarulhos/SP. Faz saber que no dia 17/07/2012, às 13:30 hs, no Átrio do Fórum de Guarulhos/SP, sito à rua José Maurício, 103, o porteiro dos auditórios, levaráa1ª praçaobem abaixodescrito, entregando-o aquem mais der acimadaavaliação, ficando designadodesdejáo dia 30/07/2012, às 13:30 hs, para 2ª praça, caso não haja licitantes na 1ª, ocasião em que o bem será entregue a quem mais der, não sendo aceito lance vil (art. 692 do CPC), ficando a executada e s/m se casada for, e a credora hipotecária, intimados das designações supra, se não intimados pessoalmente, ou na pessoa do advogado. IMÓVELPENHORADO: oapto. nº21, 2ºandar doEdifício Girassol, blocoD, integrantedoCondomínioSolar das Acácias, àrua Maria Zintl, 391 e 401, Cocaia, Guarulhos, com área privativa de 56,60m²; área comum de 50,43m²; e área total de 107,03m²;e a fração ideal de 0,005655% ou 56,547m² no terreno e nas demais coisas comuns. InscriçãoMunicipal 084.13.89.1786.06.000.0(área maior), matrícula 72.669, 2º CRIGuarulhos. Avaliação:R$140.000,00(jan/12), débitoR$34.309,34(set/10),cujos valores serãocorrigidosàépocadapraça.Dos autos nãoconstarecurso ou causa pendente de julgamento. Eventuais taxas e/ou ônus sobre o bem correrão por conta do arrematante. Eventuais débitos tributários ficam subrogados sobreopreçodaarrematação(art.130, §únicodoCTN). Seráoeditalpor extratoafixadoepublicadonaformadaLei.
8CTC %sXGN FQ (QTQ %GPVTCN FC %CRKVCN 52 '&+6#. &' .'+.¬1 &' G 24#c# G FG KPVKOCnlQ FG 6#&'7 51%<'%- FGRQUKVhTKQ KPUETKVQ PQ %2( /( UQD Q P G FG UWC OWNJGT UG ECUCFQ HQT G FQ ETGFQT JKRQVGEhTKQ $#0%1 &1 $4#5+. 5 # KPUETKVQ PQ %02, /( UQD Q P 1 &T %CTNQU 'FWCTFQ $QTIGU (CPVCEKPK // ,WK\ FG &KTGKVQ FC 8CTC %sXGN FQ (QTQ %GPVTCN FC %CRKVCN 52 PC HQTOC FC NGK (#< 5#$'4 CQU SWG Q RTGUGPVG 'FKVCN FG G .GKNlQ FQ DGO KOxXGN XKTGO QW FGNG EQPJGEKOGPVQ VKXGTGO G KPVGTGUUCT RQUUC SWG RQT GUVG ,Ws\Q RTQEGUUCO UG QU CWVQU FC #nlQ /QPKVxTKC CLWK\CFC RQT +1%*2' /#:+105 #GO HCEG FG 6#&'7 51%<'%- 2TQEGUUQ P %QPVTQNG P G SWG HQK FGUKIPCFC C XGPFC FQ DGO FGUETKVQ CDCKZQ FG CEQTFQ EQO CU TGITCU GZRQUVCU C UGIWKT &1 +/Î8'. #U HQVQU G C FGUETKnlQ FGVCNJCFC FQ KOxXGN C UGT CRTGIQCFQ GUVlQ FKURQPsXGKU PQ 2QTVCN YYY OGICNGKNQGU EQO DT +5+6#c¬1 #U XKUKVCU FGXGTlQ UGT CIGPFCFCU XKC G OCKN XKUKVCECQ"OGICNGKNQGU EQO DT &1 .'+.¬1 ° 1 .GKNlQ UGTh TGCNK\CFQ RQT /'+1 '.'64Ï0+%1 CVTCXoU FQ 2QTVCN YYY OGICNGKNQGU EQO DT C 2TCnC VGTh KPsEKQ PQ FKC iU J G UG GPEGTTCTh FKC iU J QPFG UQOGPVG UGTlQ CEGKVQU NCPEGU KIWCKU QW UWRGTKQTGU CQ XCNQT FC CXCNKCnlQ PlQ JCXGPFQ NCPEG KIWCN QW UWRGTKQT CQ XCNQT FC CXCNKCnlQ UGIWKT UG h UGO KPVGTTWRnlQ C 2TCnC SWG VGTh KPsEKQ PQ FKC iU J G UG GPEGTTCTh PQ FKC iU J QPFG UGTlQ CEGKVQU NCPEGU EQO PQ OsPKOQ FQ XCNQT FC CXCNKCnlQ &1 %10&7614 &1 .'+.¬1° 1 .GKNlQ UGTh EQPFW\KFQ RGNQ .GKNQGKTQ 1HKEKCN 5T (GTPCPFQ ,QUo %GTGNNQ )QPnCNXGU 2GTGKTC OCVTKEWNCFQ PC ,WPVC %QOGTEKCN FQ 'UVCFQ FG 5lQ 2CWNQ ° ,7%'52 UQD Q P &1 8#.14 /Ê0+/1 &' 8'0&# &1 $'/ ° 0C 2TCnC Q XCNQT OsPKOQ RCTC C XGPFC FQ DGO EQTTGURQPFGTh C UGUUGPVC RQT EGPVQ FQ XCNQT FC CXCNKCnlQ LWFKEKCN SWGUGThCVWCNK\CFCCVoCFCVCFCCNKGPCnlQLWFKEKCN &15.#0%'5°1UNCPEGURQFGTlQUGTQHGTVCFQURGNC+PVGTPGV CVTCXoUFQ2QTVCNYYY OGICNGKNQGU EQO DT &15 &d$+615 ° 'XGPVWCKU zPWU UQDTG Q KOxXGN EQTTGTlQ RQT EQPVC FQ CTTGOCVCPVG GZEGVQ FoDKVQU FG +267 G FGOCKU VCZCU G KORQUVQU SWG UGTlQ UWD TQICFQU PQ XCNQT FCCTTGOCVCnlQPQUVGTOQUFQCTV ²ECRWV³GRCThITCHQ}PKEQ FQ%60 &12#)#/'061 1CTTGOCVCPVGFGXGThGHGVWCTQRCICOGPVQFQRTGnQFQDGOCTTGOCVCFQ PQ RTC\Q FG CVo JU XKPVG G SWCVTQ JQTCU CRxU Q GPEGTTCOGPVQ FQ NGKNlQ EKqPEKC FC NKDGTCnlQ FQ NCPEG EQPFKEKQPCN CVTCXoU FG IWKC FG FGRxUKVQ LWFKEKCN GO HCXQT FQ ,Ws\QTGURQPUhXGN UQDRGPCFGUGFGUHC\GTCCTTGOCVCnlQ &#%1/+55¬1 °1CTTGOCVCPVGFGXGThRCICTi/')#.'+.1'5)'5614,7&+%+#. CVsVWNQFGEQOKUUlQ Q XCNQT EQTTGURQPFGPVG C EKPEQ RQT EGPVQ UQDTG Q RTGnQ FG CTTGOCVCnlQ FQ KOxXGN # EQOKUUlQ FGXKFC i /GIC .GKN|GU IGUVQT LWFKEKCN PlQ GUVh KPENWsFC PQ XCNQT FQ NCPEG G PlQ UGTh FGXQNXKFC CQ CTTGOCVCPVG GO PGPJWOC JKRxVGUG UCNXQ UG C CTTGOCVCnlQ HQT FGUHGKVC RQT FGVGTOKPCnlQ LWFKEKCN QW RQT TC\|GU CNJGKCU i XQPVCFG FQ CTTGOCVCPVG G FGFW\KFCU CU FGURGUCU KPEQTTKFCU &1 2#)#/'061 &# %1/+55¬1 1 RCICOGPVQ FC EQOKUUlQ FC /')#.'+.'5 )'5614 ,7&+%+#. FGXGTh UGT TGCNK\CFQ GO CVo JU XKPVG G SWCVTQ JQTCU C EQPVCT FQ GPEGTTCOGPVQ FQ NGKNlQ EKqPEKC FC NKDGTCnlQ FQ NCPEG EQPFKEKQPCN CVTCXoU FG IWKC FG FGRxUKVQ SWG HKECTh FKURQPsXGNPQUKVGFQIGUVQTQWUGThGPXKCFCRQTG OCKN &##&,7&+%#c¬1 °0CJKRxVGUGFGCFLWFKECnlQFQDGORGNQGZGSWGPVG GUVGHKECThTGURQPUhXGNRGNCEQOKUUlQ FGXKFC 6QFCU CU TGITCU G EQPFKn|GU FQ .GKNlQ GUVlQ FKURQPsXGKU PQ 2QTVCN YYY OGICNGKNQGU EQO DT # RWDNKECnlQ FGUVG GFKVCN UWRTG GXGPVWCN KPUWEGUUQ PCU PQVKHKECn|GU RGUUQCKU G FQU TGURGEVKXQU RCVTQPQU 1 GZGSWGPVG UG XKGT C CTTGOCVCT Q KOxXGN PlQ GUVCTh QDTKICFQ C GZKDKT Q RTGnQ OCU UG Q XCNQT FQ DGO GZEGFGT Q UGW EToFKVQ FGRQUKVCThFGPVTQFGVTqU FKCUCFKHGTGPnC UQDRGPCFGUGTVQTPCFCUGOGHGKVQCCTTGOCVCnlQG PGUVGECUQ QDGOUGThNGXCFQCPQXCRTCnCiEWUVCFQGZGSWGPVG
CTV # RCThITCHQ }PKEQ FQ %2% Q GZGSWGPVG UGTh CFOKVKFQ C FCT NCPnQ GO KIWCNFCFG FG EQPFKn|GU EQO SWCNSWGT NKEKVCPVG 4'.#c¬1 &15 $'05 ° .16' /CVTsEWNC P FQ %CTVxTKQ FG 4GIKUVTQ FG +OxXGKU FC %QOCTEC FC .CRC 24 ° +/Î8'. 2CTVG KFGCN EQTTGURQPFGPVG C EKPSWGPVC RQT EGPVQ FG WO KOxXGN TWTCN FG %CsXCU EQO hTGC VQVCN FG SWCVTQ CNSWGKTGU UKVWCFQ PC NQECNKFCFG FGPQOKPCFC %CTSWGLC FKUVTKVQ FG ÇIWC #\WN .CRC 24 EQO FGOCKU ECTCEVGTsUVKECU G EQPHTQPVCn|GU FGUETKVCU PGUVC OCVTsEWNC ÏPWU *KRQVGECU FG CQ )TCWU C HCXQT FC 7PKlQ $CPEQ FQ $TCUKN 5 # G 2GPJQTC C HCXQT FG +1%*2' /#:+10 5 # 8CNQT FG #XCNKCnlQ 4 EKPSWGPVC OKN TGCKU ° SWG UGTh CVWCNK\CFQ CVo C FCVC FC CNKGPCnlQ EQPHQTOG VCDGNC FG CVWCNK\CnlQ OQPGVhTKC FQ 6, 52 .16' /CVTsEWNC P FQ %CTVxTKQ FG 4GIKUVTQ FG +OxXGKU FC %QOCTEC FC .CRC 24 ° +/Î8'. 2CTVG KFGCN EQTTGURQPFGPVG C EKPSWGPVC RQT EGPVQ FG WO KOxXGN TWTCN FG EWNVWTCU EQO hTGC FG PQXG CNSWGKTGU NKVTQU G Oï GO .CRC 24 EQO FGOCKU ECTCEVGTsUVKECU G EQPHTQPVCn|GU FGUETKVCU PGUVC OCVTsEWNC ÏPWU *KRQVGECU FG CQ )TCWU FQ KOxXGN VQFQ C HCXQT FC 7PKlQ $CPEQ FQ $TCUKN 5 # G 2GPJQTC FQU FQ KOxXGN C HCXQT FG +1%*2' /#:+10 5 # 8CNQT FG #XCNKCnlQ 4 EGPVQ G FG\QKVQ OKN TGCKU ° SWG UGTh CVWCNK\CFQ CVo C FCVC FC CNKGPCnlQ EQPHQTOG VCDGNC FG CVWCNK\CnlQ OQPGVhTKC FQ 6, 52 .16' /CVTsEWNC P FQ %CTVxTKQ FG 4GIKUVTQ FG +OxXGKU FC %QOCTEC FC .CRC 24 ° +/Î8'. 2CTVG KFGCN EQTTGURQPFGPVG C
EKPSWGPVC RQT EGPVQ FG WO KOxXGN TWTCN FG EWNVWTCU EQO hTGC VQVCN FG UGVG CNSWGKTGU NKVTQU QW UGLC Oï UKVWCFQ PC NQECNKFCFG FGPQOKPCFC FG %CTSWGLC GO .CRC 24 EQO FGOCKU ECTCEVGTsUVKECU G EQPHTQPVCn|GU FGUETKVCU PGUVC OCVTsEWNC ÏPWU *KRQVGECU FG CQ )TCWU FQ KOxXGN C HCXQT FC 7PKlQ $CPEQ FQ$TCUKN5 # G 2GPJQTCFQKOxXGNCHCXQTFG+1%*2' /#:+105 # 8CNQTFG#XCNKCnlQ 4 PQXGPVCGFQKUOKNTGCKU ° SWGUGThCVWCNK\CFQ CVo C FCVC FC CNKGPCnlQ EQPHQTOG VCDGNC FG CVWCNK\CnlQ OQPGVhTKC FQ 6, 52 .16' /CVTsEWNC P FQ %CTVxTKQ FG 4GIKUVTQ FG +OxXGKU FC %QOCTEC FC .CRC 24 ° +/Î8'. 2CTVG KFGCN EQTTGURQPFGPVG C EKPSWGPVC RQT EGPVQ FG WO KOxXGN TWTCN FG EWNVWTCU EQO hTGC VQVCN FG SWKP\G CNSWGKTGU NKVTQU G Oï QWUGLC Oï UKVWCFQPCNQECNKFCFGFGPQOKPCFCFG%CTSWGLC GO.CRC 24 EQOFGOCKUECTCEVGTsUVKECUGEQPHTQPVCn|GUFGUETKVCUPGUVCOCVTsEWNC ÏPWU *KRQVGECU FG C )TCWU FQ KOxXGN VQFQ C HCXQT FC 7PKlQ $CPEQ FQ $TCUKN 5 # G2GPJQTC FQU FQ KOxXGN C HCXQT FC +1%*2' /#:+10 5 # 8CNQT FG CXCNKCnlQ 4 FW\GPVQU OKN TGCKU ° SWG UGTh CVWCNK\CFQ CVo C FCVC FC CNKGPCnlQ EQPHQTOG VCDGNC FG CVWCNK\CnlQ OQPGVhTKC FQ 6, 52 .16' /CVTsEWNC P FQ %CTVxTKQ FG 4GIKUVTQ FG +OxXGKU FC %QOCTEC FC .CRC 24 ° +/Î8'. 2CTVG KFGCN EQTTGURQPFGPVG C EKPSWGPVC RQT EGPVQ FG WO KOxXGN TWTCN FG ECRQGKTCU EQO hTGC VQVCN FG FG\ CNSWGKTGU QW UGLC Oï UKVWCFQ PC NQECNKFCFG FGPQOKPCFC %CTSWGLC FKUVTKVQ FG ÇIWC #\WN GO .CRC 24 EQO FGOCKU ECTCEVGTsUVKECU G EQPHTQPVCn|GU FGUETKVCU PGUVC OCVTsEWNC ÏPWU *KRQVGECU FG C )TCWU FQ KOxXGN VQFQ C HCXQT FC 7PKlQ $CPEQ FQ $TCUKN 5 # G 2GPJQTC FQU FQ KOxXGN C HCXQT FC +1%*2' /#:+10 5 # 8CNQT FG CXCNKCnlQ 4 EGPVQ G XKPVG G EKPEQ OKN TGCKU ° SWG UGTh CVWCNK\CFQ CVo C FCVC FC CNKGPCnlQ EQPHQTOG VCDGNC FG CVWCNK\CnlQ OQPGVhTKC FQ 6, 52 .16' /CVTsEWNC P FQ %CTVxTKQ FG 4GIKUVTQ FG +OxXGKU FC %QOCTECFC.CRC 24°+/Î8'+5 C 2CTVGKFGCNEQTTGURQPFGPVGC EKPSWGPVCRQTEGPVQ FGWOKOxXGNTWTCNFGEWNVWTCU EQOhTGCVQVCNFG FG\GUUGVG CNSWGKTGU QW UGLC Oï UKVWCFQ PC NQECNKFCFG FGPQOKPCFC FG 5CPIC (WPFC FKUVTKVQ FG ÇIWC #\WN GO .CRC 24 EQO FGOCKU ECTCEVGTsUVKECU G EQPHTQPVCn|GU FGUETKVCU PGUVC OCVTsEWNC D 7OC ECUC EQPUVTWsFC GO CNXGPCTKC EQO hTGC FG CRTQZKOCFCOGPVG Oï E 7OC NCXCPFGTKC EQ\KPJC G SWCTVQU GZVGTPQU C ECUC EQPUVTWsFQU GO CNXGPCTKC EQO hTGC FG CRTQZKOCFCOGPVG Oï F 7OC ECKZC FµhIWC EQO RQnQ CTVGUKCPQ EQPUVTWsFQU GO CNXGPCTKC EQO ECRCEKFCFG FG NKVTQU G 7O DCTTCElQ CDGTVQ EQPUVTWsFQ GO CNXGPCTKC EQDGTVQ FG VGNJCU EQO hTGC FG Oï H 7O DCTTCElQ HGEJCFQ FG EQPUVTWnlQ OKUVC FG OCFGKTC G CNXGPCTKC EQO hTGC CRTQZKOCFCOGPVGFG Oï I $CTTCElQHGEJCFQ FGEQPUVTWnlQOKUVCFGOCFGKTCGCNXGPCTKC EQOhTGCFGCRTQZKOCFCOGPVG Oï J %JKSWGKTQRCTCCETKCnlQ FG UWsPQU FG EQPUVTWnlQ OKUVC EQO hTGC FG CRTQZKOCFCOGPVG Oï K %JKSWGKTQ RCTC ETKCnlQ FG UWsPQU FG EQPUVTWnlQ OKUVC EQO hTGC FG CRTQZKOCFCOGPVG Oï L 2CKQN VKRQ ICTCIGO EQPUVTWsFQ GO OCFGKTC EQO hTGC FG CRTQZKOCFCOGPVG Oï M 'UVTGDCTKC FG DQXKPQU EQPUVTWsFC FG OCFGKTC VQVCNOGPVG EGTECFC EQO RCNCPSWGU FG OCFGKTC G VhDWCU ÏPWU *KRQVGECU FG CQ )TCWU FQ KOxXGN VQFQ C HCXQT FC 7PKlQ $CPEQ FQ $TCUKN 5 # G 2GPJQTC FQU FQ KOxXGN C HCXQT FG +1%*2' /#:+10 5 # &oDKVQU FGUVC CnlQ PQ XCNQT FG 4 #DTKN 8CNQT VQVCN FG CXCNKCnlQ FQ .QVG 4 SWKPJGPVQU G XKPVG G QKVQ OKN TGCKU VWFQ EQPHQTOG NCWFQ FG CXCNKCnlQ FG HNU 5lQ 2CWNQ FG OCKQ FG $ :;73 7F7 ! D ( / 474 07 + % 97GG:4 33: 3 $7; + / 0/ 5 ( . 7 :747 %7 $ +H 97GG:4 33: 3 $7; + / 0/ 5 I ( & 00 '( " >> !!& ) * +,- / + + . ! & ! > & /7G %7$ & 6( . ! - ( !2 ! - ! . & 6( & . '(, & . ( D ( <( . + 4 0J4: + 4'84; %: 4+:73 *:33799: 7:4 : 7% ! / 474 07 + % 97GG:4 33: 3 $7; & !K 5 A 6( > 1! - ! # # D & 1 D. 1( I . L 7 ) . = !, ! <( 2 & M I 2 4 2 - ! ! 1( ( (. M . N! - ! O (# 6P ! !, ) . Q ) . 1( = ! (. & ! ! ! <( 2 & M I 2 ! = ! 1 & M I 2 + ! ( L 7 . = . 0 : 3 ; R4:+ & -? SSS ! <( # ( = ! ( . 9 '( 38; :! 7 - 9 '( & ! ! +4 ' 0/ # !K AA 5 . 3 > % 7! + ! !& ( ! '(! + % ( L '8+ % & # 5A * 0,! * ! $ L 4 ) . & - ,! . - ! # . 1 = - - <( 6( ? @ A 5 A& A ! ! - ! & ! ! ! - ! ! - ! - 4 ) . & - ,! . - ! . ! = 5 T ! . ! - - <( ! L ! - > . :! ! & -? SSS ! <( # ( ?# L - ! ( U!( # C- . ! ! & D . - ! & . =1 > V! & +C 1 ; #( = 4 ! L 7 . .(# & < # ! . ( . ! . & > D ( # 1 . 1 - - M 9 '( 38;& T ! . ! - ; 1 ! B . =- . !,- ! SSS ! <( # ( 7 ! # = . ! 1 . =- & ! - ! +%0 !K A ;'% .( 1 & +C 1 ! 7 .(# (. - ! ( ! ( ! ! > B . . - . ! 37FW % $ 4% : C- I . ! X$ 5 Y& ( ! K . - ! # !K 5& ! + !<(! ! X*:33799: 7:4 : 7%Y& (# ! !K & . 7- ! ' ? $ ! >= & ! K (# & . X7Y& ! ! 2 & - !1 & O C & # !2 & !2 & = - Z+& = V ! ( 5 & [& = ( &A A [& = ( ! ! &A [ - 1 1 1 X$5 Y - ! ( & ! = ! ( & [& # ! (! ( U! ( . 5 & 5 [ ! ! !<(! 7- I @ A 5 A& A ! ! - ! & ! ! ! - ! ! - ! - ?# I @ & ! & ! !6( ! ( - ! ! - & E
Anuncie Fone:
11
3180 3175
:;73 3 :3W ) ) 7F7 ! '7f0 $ H . = & ! ! + / 0/ # !K 5 ( ( 2 747 $ H . = & ! ! + / 0/ # !K 5 7 ' ' ! % - & 00 '(, ) * +,- / + ! + . % & ! > & /7G %7$ & 6( . ! K K 3 # C- & - ( !2 ! - ! . & 6( . '(, . ( 7 + # ! + ! ,! . ! %( = 6( + 4 0J4: :/J+: 7* 4: 7 - > '7f0 $ H ( !K 5 5 5 ! !K 5 5 6( > 1! - ! # # D & 1 D. 1( I :0\* 3 C- = - ! = ^7 + 8%Y ! 6( ! ! 7 > 2 C- . 1 . !,- ! SSS 1 # 7 *:%:;7FW 7 - - 1 ! - - _ 1 # 7 7F7 L 7. = . 0 : 3 ; \4:+ & -? SSS 1 # & ) = !, ! 5 M I 2 ! = 5 M I 2 & ! ! ! 1( ( (. - - Q ! 2 - ! ! 1( ( (. - - & 1( = ! (. ) & 6( = !, ! 5 M I 2 ! = ! 5 M I 2 & ! ! ! ,! T - - + 4 8; 7 7F7 L 7 . = ! ( . 3 > % / ! ! ' ? + 9 ! - & ( ! '(! + % ( L '8+ % # !K *73 0J4:0 * 4 7 :0\* 3 L 4 ) & - ,! . - ! C- . ! = T ! . ! - - <( & 6( = ( ? ! <( % 374+ % L ! . > . :! ! & -? SSS 1 #
% ]$:; % L - ! ( U!( # C- . ! ! & D - ! ( ?# : ;8 D . 6( (# 1 ! - ! & X .( Y . =1 > V! & +;4 7970 4; ! - = > ( . 1 ! . C- & ! . ? 2 - ! 6( 2 .C ! ! . O! # ! ! ! & -? 1( .C <( > - '(, . ! =- & # . ! > 7 + 0:%%W L ! - = . 1 M 0 973 :3 % 9 %; '8 :+:73& , ( & - . ! ! T ! . ! # . C- 7 - M 0 1 3 B ! = ! (, ! - ! ! = - - ! ! !2( 2 .C & - > > . ! <( ( . B 2 M - ! ! ( . ! 7970 4; 7 + 0:%%W . 1 ! 0 973 :3 % 9 %; '8 :+:73 - = ? 2 - ! 6( 2 ! ! ! . O! # ! ! ! & -? 1( .C 6( > = . !,- ! 1 ( = !- .
7 7 '8 :+7FW L 4 2 .C <( C- . D 6( ! & > = . ! =- . - ; 1 ! B . !,- ! SSS 1 # 7 .(# (. - ! ( ! ( ! ! > B . . - . ! 37FW % $ 4% ` 3 ; I 0 , ( !K A K + C 1 : C- % ( % I :0\* 3 ` !<(! . C & # !K & ( ! K ! ( K . - ! >, X7- ! Y& M 7- ! + 9 & !K & 6( ! ( + * ! & !K & ! K %(# L $ = + . & ! ! = A & 6( & ! ( 6( . ! ! . ! ! ? ? ( + ! ! 7- , ( . !2 D 6( ! C- #< , ( & ! ! > ? . = # D (
+ ! #( ! !K A + ! ! > ( % ( % ?# ! ! ,- 7 - ! - @ A& A A ?# : ;8 . D , ( ! - @ 555& A * 7- I @ A &A ! 6( & ! - ! - ! O ! - ! ! - '(!2 & 6( = ( ? ! !> # ( ! = ;' % 3 ; I 0 , ( !K K + C 1 : C- % ( % I :0\* 3 ` !<(! . C # !K ( ! K ! ( 5K . - ! >, 7- ! & M 7- ! + 9 & !K & 6( ! ( + * ! & !K ! K %(# L $ = + . & = . D A & 6( & ! ( 6( . . ! ! ? ? ( + ! ! 7- , ( 6( ! ( ; # 2 & . !K 5 & <( . 3f 78 ; > + 7;7 + 0] +: 0j* :% 3; 7& ! . C '7f0 $ H ( ( 2 7447 $ H& N . ! A) * ; # 2 % ( L + . & C- #< , ( > . !2 & ! ! > . = # & '7f0 $ H + ! ! 7- , ( . !2 D 6( ! C- #< , ( & ! ! > ? . = # D ( + ! ! 7- 5 , ( 6( ! ( 7 <( . ' 74 " //0744 0 : 7 > '7f0 $ H 7447 $ H& . !K 5 AA & N . ! ) * '( . +,- + ! + . & C- #< , ( & > . !2 & ! ! > . = # & D ( + ! ! 7- , ( 6( ! ( . !K 5 AA 5 AA > 1( ! . . - I K '7f0 $ H ( ( 2 7447 $ HQ K %:0 4 $ H H8 $ ;Q & K + 7;7 + 0] +: 0j* :% 3; 7 + ! #( ! !K 5 + ! ! > ( % ( % ?# ! ! ,- 7 - ! - @ 5 A 5& A 6( - ? ! . 1 ! ?# : ;8 . D , ( + ! ! ( - 6( C . - C & # !2 ! ! C- ! . ( - 1 1 1 ?# ! - @ 5 & * 7- I @ A &A ! 6( & ! - ! - ! O ! - ! ! - '(!2 & 6( = ( ? ! !> # ( ! = ;' % c
EDITAL DE CITAÇÃO - PRAZO DE 20 DIAS - PROCESSO nº 0050663-61.2011.8.26.0100 - Pedido de Falência. O Doutor Caio Marcelo Mendes de Oliveira, MM. Juiz de Direito da 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais, do Foro Central Cível, da Comarca de São Paulo, do Estado de São Paulo, na forma da Lei, etc. FAZ SABER a ITQ Solutions do Brasil Comércio de Informática Ltda, CNPJ/MF nº 07.730.340/0001-30, que BANCO SAFRA S/A, ajuizou um Pedido de Falência por ser credora da quantia de R$ 173.007,94 (valor principal), representada por Cédula de Crédito Bancário, devidamente protestadas. Estando a ré em lugar ignorado, foi deferida a citação por edital, para que em 10 dias, a fluir após os 20 dias supra, apresente defesa, podendo, nos termos do art. 98, parágrafo único da Lei 11.101/2005 - depositar a quantia correspondente ao crédito reclamado, acrescida de juros, correção monetária, custas, despesas processuais e honorários advocatícios fixados em 10% do débito sob pena de decretação da falência. Será o presente edital, por extrato, afixado e publicado na forma da lei, sendo este Fórum localizado na Praça João Mendes s/nº, 16º andar salas 1618/1624, Centro - CEP 01501-900, Fone: 2171-6506. São Paulo, 01 de junho de 2012. 'FKVCN FG EKVCnlQ RTC\Q FG FKCU GZRGFKFQ PQU CWVQU FC #nlQ FG 7UWECRKlQ RTQEGUUQ P 757% 1 # &QWVQT C 6COCTC *QEJITGD /CVQU // ,WK\ C FG &KTGKVQ FC 8CTC FG 4GIKUVTQU 2}DNKEQU FQ (QTQ %GPVTCN %sXGN FC %QOCTEC FG 5lQ 2CWNQ FQ 'UVCFQ FG 5lQ 2CWNQ PC HQTOC FC .GK GVE (C\ UCDGT CQ JGTFGKTQ FG 2GFTQ /CTVKPGNNK /CZKOKPQ /CTVKPGNNK 5QRJKG ;XQPG )WGTPGV 8GTQPKSWG #IPGU )WGTPGV 5VGKPGT ToWU CWUGPVGU KPEGTVQU FGUEQPJGEKFQU GXGPVWCKU KPVGTGUUCFQU DGO EQOQ UGWU EzPLWIGU G QW UWEGUUQTGU SWG ,WTGKC )GTGPEKCOGPVQ FG $GPU G 2CTVKEKRCn|GU .VFC CLWK\QW TCO CnlQ FG 7UWECRKlQ XKUCPFQFGENCTCnlQFGFQOsPKQFQKOxXGNUKVWCFQPC4WC6GPGPVG.CPFK CPVKIQRTQNQPICOGPVQFC 4WC FG 1WVWDTQ P 5WDFKUVTKVQ .CRC PGUVC %CRKVCN EQO hTGC FG OGVTQU SWCFTCFQU EQPVTKDWKPVG GO hTGC OCKQT CNGICPFQ RQUUG OCPUC G RCEsHKEC PQ RTC\Q NGICN 'UVCPFQ GO VGTOQU GZRGFG UG Q RTGUGPVG GFKVCN RCTC EKVCnlQ FQU UWRTCOGPEKQPCFQU RCTC PQ RTC\Q FG SWKP\G FKCU CHNWKTCRxUQRTC\QFG FKCU EQPVGUVGOQHGKVQ UQDRGPCFGRTGUWOKTGO UGCEGKVQUEQOQXGTFCFGKTQUQUHCVQU CTVKEWNCFQU RGNQ CWVQT 5GTh Q RTGUGPVG GFKVCN RQT GZVTCVQ CHKZCFQ G RWDNKECFQ PC HQTOC FC NGK $ G :;73 +:;7Fg 7G :7% + %% 4K A 5 7 ( 3( ! 4 - e e / 7 - - & 00 '( ) * +,- & / / 1 ! a: !2 & + % ( & % ( & ! > 3 & /7G %7$ 3 ,! $ (11 3 ..& ( 9 ! % ( 9( & 5 & . & ' + # + & % ( % & +4 ' A & 7! U! ' 3 9 ! - & ( ( ' 0 Z2 e & & ' 3 ! + & % ( % & 9 5 & + / !K 5A A & ' 1 ! ( ! 9 ! - & ( ( ' 0 Z2 e & & ' 3 ! + & % ( % & + / 5 A & 9 5 & 6( 2 > . . ( 0 ! C . . $74+ 4 %%7 +7:a7 % 7& 1 ! ,! I # ! 6( ! @ A &A ( 5 & > ! + ! + ! 9 ! 9 ! 7 ! !K 5& # ! . 5 & 6( ! ( ? ! & > - ( ! - ! ! ! ?( (1 1! & > ! . & . 6( ! . & > ( .C . (. & . 1( ?# - ( 2 ! = & ( > # 1 & # . ! & ! > ! & ! ( . ! , ( D ( - <( & . ( ! - > 1 % = . ! & . D & > D .(# ! > E 'FKVCN FG EKVCnlQ RTC\Q FG FKCU GZRGFKFQ PQU CWVQU FC #nlQ FG 7UWECRKlQ RTQEGUUQ P WUWE 1 # &QWVQT C /CTKC %CTQNKPC FG /CVVQU // ,WK\ C FG &KTGKVQ FC 8CTC FG 4GIKUVTQU 2}DNKEQU FQ (QTQ %GPVTCN %sXGN FC %QOCTEC FG 5lQ 2CWNQ FQ 'UVCFQ FG 5lQ 2CWNQ PC HQTOC FC .GK GVE (C\ UCDGT C Q *GPTKSWG )TCUUOCPP QW CKPFC )TCUUOCO )TCUUOCP )TCUOCP G U O %NCTC )TCUUOCPP QW CKPFC )TCUUOCO )TCUUOCP )TCUOCP ,WNKC FG 5QW\C #TC}LQ ToWU CWUGPVGU KPEGTVQU FGUEQPJGEKFQU GXGPVWCKUKPVGTGUUCFQU DGOEQOQUGWUEzPLWIGUG QWUWEGUUQTGU SWG5GDCUVKCPQ2TQExRKQ G U O #FGNKC #RRCTGEKFC 2TQExRKQ CLWK\CTCO CnlQ FG 7UWECRKlQ XKUCPFQ C FGENCTCnlQ FG FQOsPKQ FQ KOxXGN NQECNK\CFQ PQU HWPFQU FC 4WC &QOKPIQU FQ 2TCFQ 5CPVQ #OCTQ PGUVC %CRKVCN EQO hTGC FG Oï EQPVTKDWKPVG P hTGC OCKQT CNGICPFQ RQUUG OCPUC G RCEsHKEC PQ RTC\Q NGICN 'UVCPFQ GO VGTOQU GZRGFG UG Q RTGUGPVG GFKVCN RCTC EKVCnlQ FQU UWRTCOGPEKQPCFQU RCTC PQ RTC\Q FG SWKP\G FKCU CHNWKTCRxUQRTC\QFG FKCU EQPVGUVGOQHGKVQ UQDRGPCFGRTGUWOKTGO UGCEGKVQUEQOQXGTFCFGKTQUQUHCVQU CTVKEWNCFQU RGNQ CWVQT 5GTh Q RTGUGPVG GFKVCN RQT GZVTCVQ CHKZCFQ G RWDNKECFQ PC HQTOC FC NGK $ G !! " # $ % & '( ) * +,- + . / % # 0 ! !1 !2 3 +4 ' 5 5 ! . ( . ! ! 1 & 6( 738%7 49 4"7 :7 3; 7& 2 <( ( ( != & #< - ! < . ! <( 1 ! . ! & > ! ! #( ! . . & # ! ! ? . 1 ! - - = ( 6( ! @ 5 & A ! - # & ! ! ! ! ? . 1 ! ( . ( & 2 ! = - , ! ! B 1 ! ? (1 1! & > > ( . & . 6( & & > ( .C (. & ! > & # . ! . ( - > 1 % = > D .(# ! > E + !K !K A ( 71( # / 2 & '( ) * +,- + $ ( % / % # 0 e :! V + 3 +4 ' ! . ( . ! ! 1 & 0 0 ! 0 ! ( & 6( % +: 7 8+7+: 473 $ :+ 3; 7 % +& 2 <( ( 0 ! C & - ! # ! @ & # & . ! . 2 6( !K 55 A 55 ! - @ A &5 ( & ! . 1 ! ? 1! & > > . & . 6( & > ( .C . (. ! ( 2 ! = - , & . 1( 6( ! ( > # 1 & # . ! !- 0 ! C D ( & !> # + + % = > D .(# ! > E
:;73 7F7 ! D ( 07 3: 07 ;74: 7 %:3*7 + /I A Q " %; %:3*7 * 4 Z733Z:;G + /I 5 Q :4 '8 9 4 * 4 Z733Z:;G + /I Q :3 4 + 7 * 4 Z733Z:;G + /I A A I 7 ( & 00) '(, + =( 3 0 !1 & ) * +,- / + ! + % ( % & ! > & /7G %7$ & 6( . ! - ( !2 ! - ! . & 6( & . '(, & . ( 7 D ( <( . $74+ ; :+8 f % 7 ! 07 3: 07 ;74: 7 %:3*7 8; %& . !K 5 A5 5 5 ! 1! - ! # # D & 1 D. 1( I . L 7 ) . = !, ! <( 2 & M I 2 4 2 - ! ! 1( ( (. M . N! - ! O (# 6P ! !, ) . Q ) . 1( = ! (. & ! ! ! A <( 2 & M I 2 ! = ! 1 & M I 2 + ! ( L 7 . = . 0 : 3 ; \4:+ & -? SSS ! <( # ( = ! ( . 9 '( 38; :! 7 - 9 '( & ! ! +4 ' 0/ # !K AA 5 . 3 > % 7! + ! !& ( ! '(! + % ( L '8+ % & # 5A * 0,! * ! $ ! L 4 ) . & - ,! . - ! # ! . 1 = - - <( 6( ? @ & ( 2 ! ( ! ! ! - ( . # . = ;' % ? <(!2 4 ) . & - ,! . - ! . ! = T ! . ! - - <( + 9 '( L ! - = . 1 M 9 '( 38;& , ( & - . ! ! T ! . ! # . C- ! L ! - > . :! ! & -? SSS ! <( # ( ?# L - ! ( U!( # C- . ! ! & D . - ! & . =1 > V! & +C 1 ; #( = 4 ! L 7 . .(# & < # ! . ( . ! . & > D ( # 1 . 1 - - M 9 '( 38;& T ! . ! - ; 1 ! B . =- . !,- ! SSS ! <( # ( 7 ! # = . ! 1 . =- & ! - ! +%0 !K A ;'% .( 1 & +C 1 ! 7 .(# (. - ! ( ! ( ! ! > B . . - . ! 37Fg % $ 4% : C- I ! # !V 6( & ! ! ! X* !2 * 7 1 Y& ( ! 7 ' ( & (! ,. * !2 & ! & > ! . 7 ' ( Q & > ! >(! & 6( ( 2 C- & !> ! ! . ! K Q & 6( ! !> ! ! K >(! ! &A !> ! ! K & ! ! = A & 6( 0 , ( !K & > 2 & - ! K & K + C 1 : C- + '(! , % 7- I @ 5 A &A5 ( ! ! ! - ! ( ! - ! ! - - ( . # . = ;' % ? <(!2 Q ! # !V 6( ! ! ! X* !2 * 7 1 Y& ( ! 7 ' ( & (! ,. * !2 & ! & > ! . 7 ' ( Q & > ! >(! 6( 7 ' ( 2 . C- & ! !> ! Q & 6( ! !> ! & ! >(! !> ! ! ! &5 !> ! & ! ! = A & 6( 0 , ( !h & > 2 & - ! h & h + C 1 : C- + '(! , % 7- I @ A 5& ! ! ! - ! ! !6( ! ! ! - - ( . # . = ;' % ? <(!2 Q ! # ! h & 6( ! h & ! ! ! * !2 * 7 1 & ( ! 7 ' ( & (! ,. * !2 & ! & & & > ! . 7 ' ( Q & > ! >(! 6( ( 2 C- ! !> ! ! h Q & 6( ! !> ! ! h A & A ! >(! !> ! ! !h 5& ! ! = A & 6(
0 , ( !K & > 2 & - !h & h + C 1 : C- + '(! , % 7- I @ A&A ! ! O 6( ! ! - ! - ! ( ! - - ( . # . = ;' % ? <(!2 Q ! # !V 6( & ! ! ! * !2 * 7 1 & ( ! 7 ' ( & (! ,. * !2 & ! & > ! . 7 ' ( & ( - > ! . 7 ' ( & & > ! . 7 ' ( Q & ( ! !> ! & & ( ! !> ! & ! ! = & 6( 0 , ( ! h & > 2 & - ! h & h + C 1 : C- + '(! , % 7- I @ A& ! ! ! ! - - ! ! ! - - ( . # . = ;' % ? <(!2 7- # ! I @ & ( 2 ! ( ! ! ! - - ( . # . = ;' % ? <(!2 ?# I @ 5 5 & ! ! ! ! !6( ! ( 6( ! ( ! - ( ? < ! & - . 6( ! . ! 6( ! ?# ! ! : ;8I + ! ! 6( C- = - ! - # ?# : ;8& 6( . ( . ?# & # ! ! . - !( = . 1 ! - ! ( ?# ! ! . ! ! # C- & ! M & > 1 6( ! \!( " . I # C- 1 ! + C : C- '(! , % # , ( !K !K & & & 2 . > - $ ! ; ( i % 7 Q !2 I C- 1 ! + C : C- '(! , % # , ( !K & & > . !2 . 00 '(, / 1 ! * ( ! & ! ( !K 5 A . 1 ! ,- <( ! - @ 5& ( ! ! O ( ! ! 6( ! ! - ( ? 7 B ( I + ! ( . ! O! <( 1 ! ( 7. 1 # !K A A A #(, M ) +N - # 1 M D ( . !K 5 Q + ! ( ( 7. 1 # !K A AA A #(, M ) +N - # 1 M D ( . !K A Q + ! ( # 1 M D ( . !K A 5 4 E :;73 7F7 ! D ( 73 % 98 % % 7 +4 ' 0/ & 07+: : 7 7 %:3*7 9 !K A 47;73 : 7 +73:7;; + / 0/ 5 I 7 ( & 00 '(, $ ! * ! + & ) * +,- + * !2 % & ! > & /7G %7$ & 6( . ! - ( !2 ! - ! . & 6( & . '(, & . ( & > D ( & <( . 07 + % $ ; % 8G7 ! 73 % 98 % % 7& !K 5 6( > 1! - ! # # D & 1 D. 1( I . L 7 ) . = !, ! <( 2 & M I 2 4 2 - ! ! 1( ( (. M . N! - ! O (# 6P ! !, ) . Q ) . 1( = ! (. & ! ! ! 1 & M I 2 ! = ! 1 & M I 2 + ! ( L 7 . = . 0 : 3 ; R4:+ & -? SSS ! <( # ( = ! ( . 9 '( 38; :! 7 - 9 '( & ! ! +4 ' 0/ # !K AA 5 . 3 > % 7! + ! !& ( ! '(! + % ( L '8+ % & # 5A * 0,! * ! $ L 4 ) . & - ,! . - ! # . 1 = - - <( 6( ? @ &5 6( ! !6( ! O & 6( !2 ! ! ! - & ( . ; # = ;'% ? 4 ) . & - ,! . - ! . ! = T ! . ! - - <( ! L ! - > . :! ! & -? SSS ! <( # ( ?# L - ! ( U!( # C- . ! ! & D . - ! & . =1 > V! & +C 1 ; #( = 4 ! L 7 . .(# & < # ! . ( . ! . & > D ( # 1 . 1 - - M 9 '( 38;& T ! . ! - ; 1 ! B . =- . !,- ! SSS ! <( # ( 7 ! # = . ! 1 . =- & ! - ! +%0 !K A ;'% .( 1 & +C 1 ! 7 .(# (. - ! ( ! ( ! ! > B . . - . ! 37FW % $ 4% : C- I ` 8 ! 1! X0 7Y& ! ! ! X* * Y& ! + * !2 & > ! . # ! ( X Y& ! ! = & [& ! !> ! ! I 5& & ( - & > ! . > # ! ( X YQ M & !> ! ! * X* YQ ! >(! 5 & & !> ! ! % Q b 6( & & !> ! ! X0 7Y > C- > = ! ! ! ! ! . ( ! ( . ! & ! ( # !K 5 5& > 1 : C- * !2 L % 7- I @ & ( ! 6( ! 6( & ! !6( ! O ! ! - & ( . ; # = ;'% ? Q ` 8 ! 1! X7 Y& ( ! ! ! ! X* * Y& ! + * !2 & = A& [& ! I & > ! . ( X Y& ( - . &5 ! !> (O! ( X Y X YQ & & !> ! ! ( X YQ ! >(! 5& & !> ! ! X7 5 Y
7- I @ A & ( ! ! - & ! ! ( 6( ! ! - & ( . ; # = ;'% ? ; 7- I @ &5 6( ! !6( ! O & 6( !2 ! ! ! - & ( . ; # = ;'% ? ?# I @ 5 & A ! ! ( & 6( !2 ! ! ! - ! - & c :;73 7F7 ! D ( 38+7% ' 9 %:d8 : 7 / 74+ 0 33 + /I 5 A I ( & 00 '( 1? 7 + & ) * +,- + 7 # % & ! > & /7G %7$ & 6( . ! - ( !2 ! - ! . & 6( & . '(, & . ( 7 + # ! <( . $ ;7 47 3: ! 38+7% ' 9 %:d8 : 7 / 74+ 0 33 & . !K A A A ! 1! - ! # # D & 1 D. 1( I . L 7 ) . = !, ! <( 2 & M I 2 4 2 - ! ! 1( ( (. M . N! - ! O (# 6P ! !, ) . Q ) . 1( = ! (. & ! ! ! A <( 2 & M I 2 ! = ! 1 & M I 2 + ! ( L 7 . = . 0 : 3 ; R4:+ & -? SSS ! <( # ( = ! ( . 9 '( 38; :! 7 - 9 '( & ! ! +4 ' 0/ # !K AA 5 . 3 > % 7! + ! !& ( ! '(! + % ( L '8+ % & # 5A * 0,! * ! $ L 4 ) . & - ,! . - ! # . 1 = - - <( 6( ? @ A & ( ! ! ! - ! ( ! ! - ( ? 4 ) . & - ,! . - ! . ! = T ! . ! - - <( + 9 '( L ! - = . 1 M 9 '( 38;& , ( & - . ! ! T ! . ! # . C- ! L ! - > . :! ! & -? SSS ! <( # ( ?# L - ! ( U!( # C- . ! ! & D . - ! & . =1 > V! & +C 1 ; #( = 4 ! L 7 . .(# & < # ! . ( . ! . & > D ( # 1 . 1 - - M 9 '( 38;& T ! . ! - ; 1 ! B . =- . !,- ! SSS ! <( # ( 7 ! # = . ! 1 . =- & ! - ! +%0 !K A ;'% .( 1 & +C 1 ! 7 .(# (. - ! ( ! ( ! ! > B . . - . ! 37FW % $ 4% I 6( D ( . ( # 1( ! C- I C- ! & = ! (, 5 & [& > ! . +( #=& !K 55& ' N! $ & (! ,. 7 # % > ( ! & [ . ! ! M 2= & 6( '( ! H(# 2 e - & ! N! $ & D +2= $ & ) 9 # ! ! = ! (, 1( ! . ! O! I O C & & !2 & & = - & 2( 6( & .C & . ! & ! 0 , ( !K A 1 : C- 7 # % + ! #( ! !K A ! > ( 0(! . 7 # % 7- I @ A & ( ! ! ! - ! ( ! ! - ( ? * ( I @ A &5 ! ! - ! ( ! ! ! - > ! . ! . ( . . ( ( ? & . 6( ! . ! 6( ! $%I + ! ! 6( C- = - ! - # ?# : ;8& 6( . ( . ?# & # ! ! . - !( = . 1 ! 4 ! ( D O! ( ( ( . ! ! <( 1 ! # #
4 E
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quarta-feira, 11 de julho de 2012
SPORTHOLDING PARTICIPAÇÕES S/A CNPJ/MF Nº. 10.316.121/0001-09 - NIRE 35.300.380.347 Ata da Assembléia Geral Ordinária realizada em 30/04/2012 1) Local, Data e Horário: Sede social situada a Rua Dr. Veiga Filho nº 350, conjunto 1.201, Santa Cecília, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, CEP 01229-001, em 30 de abril de 2012, às 10:00 horas. 2) Quorum: Dispensadas as formalidades de convocação, tendo em vista o disposto nos artigos 124, parágrafo 4º e 133, parágrafo 4º da Lei 6.404/76. 3) Composição da Mesa: Presidente – Marco Antonio Pace, brasileiro, viúvo, empresário, RG nº. 5.484.744-8/SSP-SP, CPF nº. 874.368.258-87; Secretário – Edson Ferreira Bastos, brasileiro, divorciado, empresário, RG nº. 4.222.728-8/SSP-SP, CPF nº 045.125.708-10. Reuniram-se representando a totalidade do capital social votante. 4) Publicações: Balanço Patrimonial e Demonstrações Financeiras relativas ao exercício de 2011, publicadas no Diário Oficial Empresarial (D.O.E.) do Estado de São Paulo e no jornal Diário do Comércio, ambos em edição do dia 11/07/2012. 5) Ordem do Dia: a) resultado do exercício encerrado; b) destinação do resultado; c) outros assuntos de interesse da sociedade, em conformidade com o Estatuto Social. 6) Apreciações e Deliberações: Autorizada à lavratura desta ata única da Assembléia Geral Ordinária na forma sumária dos fatos ocorridos, bem como a sua publicação com omissão das assinaturas dos acionistas, conforme artigo 130, parágrafos 1º e 2º, da Lei 6.404/76. Após discussões, decidiram, por unanimidade, aprovar o resultado do exercício encerrado, cujos valores principais são: I – Lucro do Exercício R$ 453.398,46 (quatrocentos e cinqüenta e três mil trezentos e noventa e oito reais e quarenta e seis centavos). II – Saldo de lucros de exercícios anteriores R$ 9.409,77 (nove mil quatrocentos e nove reais e setenta e sete centavos). III – 5% (cinco por cento), equivalente a R$ 22.669,92 (vinte e dois mil seiscentos e sessenta e nove reais e noventa e dois centavos), para conta de Reserva Legal que não excederá 20% (vinte por cento) do capital social. IV – 25% (vinte e cinco por cento), ajustado nos termos do Estatuto Social, equivalente a R$ 113.349,62 (cento e treze mil trezentos e quarenta e nove reais e sessenta e dois centavos) que será creditado da seguinte forma: a) R$ 6.800,98 (seis mil e oitocentos reais e noventa e oito centavos), para o acionista Felipe de Souza Rossi; b) R$ 10.201,47 (dez mil duzentos e um reais e quarenta e sete centavos), para o acionista Fernando de Souza Rossi; c) R$ 68.009,77 (sessenta e oito mil e nove reais e setenta e sete centavos), para o acionista Marco Antonio Pace; d) R$ 28.337,40 (vinte e oito mil trezentos e trinta e sete reais e quarenta centavos), para o acionista MC Bastos Participações Ltda. V – Os acionistas de comum acordo deliberam complementar as retiradas de lucros em R$ 326.710,38 (trezentos e vinte e seis mil setecentos e dez reais e trinta e oito centavos), conforme segue: a) R$ 19.602,62 (dezenove mil seiscentos e dois reais e sessenta e dois centavos), para o acionista Felipe de Souza Rossi; b) R$ 29.403,93 (vinte e nove mil quatrocentos e três reais e noventa e três centavos), para o acionista Fernando de Souza Rossi; c) R$ 196.026,23 (cento e noventa e seis mil vinte e seis reais e vinte e três centavos), para o acionista Marco Antonio Pace; d) R$ 81.677,60 (oitenta e um mil seiscentos e setenta e sete reais e sessenta centavos), para o acionista MC Bastos Participações Ltda. Ao final cada acionista teve creditado os seguintes valores: a) R$ 26.403,60 (vinte e seis mil quatrocentos e três reais e sessenta centavos), para o acionista Felipe de Souza Rossi; b) R$ 39.605,40 (trinta e nove mil seiscentos e cinco reais e quarenta centavos), para o acionista Fernando de Souza Rossi; c) R$ 264.036,00 (duzentos e sessenta e quatro mil e trinta e seis reais), para o acionista Marco Antonio Pace; d) R$ 110.015,00 (cento e dez mil e quinze reais), para o acionista MC Bastos Participações Ltda. Deliberaram, ainda, que o saldo de lucro acumulado no valor de R$ 78,31 (setenta e oito reais e trinta e um centavos) permanecerá no Patrimônio Liquido da empresa. 7) Quorum das deliberações: Todas as deliberações foram aprovadas por unanimidade dos presentes. 8) Encerramento: Nada mais havendo para ser deliberado, o Sr. Presidente passou a palavra a quem quisesse fazer uso e, ante a ausência de manifestação, declarou encerrada a assembléia para que fosse lavrada a ata sumária, após lida foi aprovada e assinada pelos presentes. Trata-se de cópia fiel da ata inscrita no livro próprio da empresa. São Paulo, 30 de abril de 2012. Membros da Mesa: Marco Antonio Pace - Presidente; Edson Ferreira Bastos Secretário. Lista de Presença dos Acionistas: Fernando de Souza Rossi; Felipe de Souza Rossi; MC Bastos Participações Ltda. p.p. Edson Ferreira Bastos.
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
FDE AVISA: TOMADAS DE PREÇOS - TIPO TÉCNICA E PREÇO A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para execução de Levantamentos Planialtimétricos: TOMADA DE PREÇOS Nº - OBJETO - ABERTURA DA LICITAÇÃO (HORA E DIA) 50/00030/12/02 - Execução de Serviços de Engenharia de Levantamento Topográfico Planialtimétrico de Terreno mais Entorno e Cadastro Interno das Edificações, de Acordo com a NBR-13.133 e Manual de Topografia FDE – GRUPO “1” (definida no Edital) - 09:30 - 13/08/2012. 50/00032/12/02 - Execução de Serviços de Engenharia de Levantamento Topográfico Planialtimétrico de Terreno mais Entorno e Cadastro Interno das Edificações, de Acordo com a NBR-13.133 e Manual de Topografia FDE – GRUPO “3” (definida no Edital) - 10:00 - 13/08/2012. 50/00033/12/02 - Execução de Serviços de Engenharia de Levantamento Topográfico Planialtimétrico de Terreno mais Entorno e Cadastro Interno das Edificações, de Acordo com a NBR-13.133 e Manual de Topografia FDE – GRUPO “4” (definida no Edital) - 10:30 - 13/08/2012. 50/00035/12/02 - Execução de Serviços de Engenharia de Levantamento Topográfico Planialtimétrico de Terreno mais Entorno e Cadastro Interno das Edificações, de Acordo com a NBR-13.133 e Manual de Topografia FDE – GRUPO “6” (definida no Edital) - 11:00 - 13/08/2012. 50/00041/12/02 - Execução de Serviços de Engenharia de Levantamento Topográfico Planialtimétrico de Terreno mais Entorno e Cadastro Interno das Edificações, de Acordo com a NBR-13.133 e Manual de Topografia FDE – GRUPO “12” (definida no Edital) - 11:30 - 13/08/2012. 50/00042/12/02 - Execução de Serviços de Engenharia de Levantamento Topográfico Planialtimétrico de Terreno mais Entorno e Cadastro Interno das Edificações, de Acordo com a NBR-13.133 e Manual de Topografia FDE – GRUPO “13” (definida no Edital) - 14:00 - 13/08/2012. 50/00043/12/02 - Execução de Serviços de Engenharia de Levantamento Topográfico Planialtimétrico de Terreno mais Entorno e Cadastro Interno das Edificações, de Acordo com a NBR-13.133 e Manual de Topografia FDE – GRUPO “14” (definida no Edital) - 14:30 - 13/08/2012. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital na SEDE DA FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP ou através da Internet pelo endereço eletrônico www.fde.sp.gov.br. Os interessados poderão adquirir o Edital completo através de CD-ROM a partir de 11/07/2012, na SEDE DA FDE, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, mediante pagamento não reembolsável de R$ 40,00 (quarenta reais). Os invólucros contendo a Proposta Técnica, a Proposta Comercial e os documentos de Habilitação, deverão ser entregues na Supervisão de Licitações, na SEDE DA FDE, até 30 minutos antes da abertura da licitação. Esta Licitação será processada em conformidade com a LEI FEDERAL nº 8.666/93 e suas alterações, e com o disposto nas CONDIÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DE LICITAÇÕES E CONTRATAÇÕES DA FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE. As propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital. JOSÉ BERNARDO ORTIZ Presidente
Companhia Agrícola Usina Jacarezinho CNPJ/MF n. 61.231.478/0001-17 – NIRE 35.3.0001135-0 Assembléia Geral Extraordinária – Edital de convocação. Ficam os senhores acionistas da Companhia Agrícola Usina Jacarezinho (“Companhia”) devidamente convocados a participarem, em primeira convocação, da Assembléia Geral Extraordinária que se realizará no dia 17 de julho de 2012, às 10:00 horas, na sede social da Companhia, situada na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Leopoldo Couto de Magalhães, n° 110, Condomínio Edifício JK Tower, conjuntos 21 e 22, parte, Jardim Paulista, CEP 04542-000, com a seguinte Ordem do Dia: (a) aprovar a 2ª emissão de debêntures da Companhia, para distribuição pública com esforços restritos de colocação (”Oferta Restrita”), nos termos da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários nº 476, de 16 de janeiro de 2009, de até 8.220 (oito mil, duzentas e vinte) debêntures (“Debêntures”) simples, nominativas e escriturais, em série única, não conversíveis em ações, da espécie quirografária e posterior convolação à espécie com garantia real, e garantia adicional fidejussória, com valor nominal unitário de R$10.000,00 (dez mil reais), totalizando até R$ 82.200.000,00 (oitenta e dois milhões e duzentos mil reais), sendo as Debêntures ofertadas sob o regime de garantia firme de colocação, pelo Banco Itaú BBA S.A, Banco Santander (Brasil) S.A e demais instituições intermediárias que poderão ser contratadas (em conjunto, “Coordenadores”), e (b) delegação de poderes para que os representantes da Companhia aprovem a quantidade total de Debêntures objeto da Emissão, observado o número máximo aqui definido, nos termos do artigo 59, §3º da Lei 6.404/76, aprovem os demais termos e condições da escritura de emissão das Debêntures e do contrato de distribuição a ser celebrado com Coordenadores, e tomem as providências necessárias à realização da referida emissão, inclusive, mas não limitado à contratação dos Coordenadores e dos prestadores de serviços relacionados à emissão, negociem e fixem o preço e condições para a respectiva prestação de serviço e assinem os respectivos contratos e eventuais aditamentos, bem como praticar todos os atos necessários para efetivar as deliberações consubstanciadas, definir e aprovar o teor dos documentos da Emissão e assinar os documentos necessários à efetivação da Oferta Restrita, inclusive, dentre outros, a publicação e o registro dos documentos de natureza societária perante os órgãos competentes e a tomada das medidas necessárias perante a CETIP ou quaisquer outros órgãos ou autarquias junto aos quais seja necessária a adoção de quaisquer medidas para a implementação da Emissão. São Paulo, 05 de julho de 2012. A Diretoria 06,07 e 11/07/2012
Companhia Melhoramentos Norte do Paraná CNPJ/MF nº 61.082.962/0001-21 - NIRE nº 35.3.0002643-8 Ata da 270ª Reunião do Conselho de Administração Realizada em 16 de Abril de 2012 Data, Hora e Local: Aos dezesseis dias do mês de abril de dois mil e doze, às 16:00 horas, no prédio da sede social, na Rua São Bento, nº 329, 11º andar, nesta Capital. Presença: Conselheiros: Sr. Antonio Carlos Srougé, Sr. Gastão de Souza Mesquita Filho, Sr. Thiago Ferreira de Camargo Mesquita, Sr. Christiano Ferreira de Camargo Mesquita e Sr. Caio Baccarat Silva. Reunião presidida pelo Presidente do Conselho de Administração, Sr. Antonio Carlos Srougé. Ordem do Dia: Discussão e deliberação sobre a eleição dos membros da diretoria para o próximo biênio. Deliberações: Aprovouse, por unanimidade, a eleição dos seguintes membros para compor a Diretoria da Companhia para o próximo biênio: Sr. Gastão de Souza Mesquita, brasileiro, casado, administrador de empresas, portador da Cédula de Identidade RG nº 4.290.003-SSP/SP, inscrito no Cadastro de Pessoas Físicas do Ministério da Fazenda sob o nº 531.065.208-68, com escritório na Capital do Estado de São Paulo, na Rua São Bento, nº 329, 11º andar, para o cargo de Diretor Presidente, Sr. Antonio Paulo Vaz, brasileiro, casado, contador, portador da Cédula de Identidade RG nº 13.721.801-1 SSP-SP, inscrito no Cadastro de Pessoas Físicas do Ministério da Fazenda sob o nº 013.451.348-78, com escritório na Capital do Estado de São Paulo, na Rua São Bento, nº 329, 11º andar; e Sra. Vera Lúcia Moraes Novo, brasileira, casada, administradora, portadora da Cédula de Identidade RG nº 8.487.543 SSP/SP, inscrita no Cadastro de Pessoas Físicas do Ministério da Fazenda sob o nº 030.653.628-56 com escritório na Capital do Estado de São Paulo, na Rua São Bento, nº 329, 11º andar, para os cargos de Diretores. Nada mais havendo a tratar, determinou o Sr. Presidente fosse lavrada esta ata, a qual após lida, foi achada conforme e assinada pelos Conselheiros. Assinam a ata: Antonio Carlos Srougé, Gastão de Souza Mesquita Filho, Thiago Ferreira de Camargo Mesquita, Christiano Ferreira de Camargo Mesquita e Caio Baccarat Silva. Esta ata é cópia autentica da que se encontra lavrada em livro próprio da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná. Secretário - Sr. Gastão de Souza Mesquita Filho. JUCESP nº 196.971/12-3 em 14/05/2012. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.
ASSOCIAÇÃO SAÚDE DA FAMÍLIA RETIRRATIFICAÇÃO DO ATO CONVOCATÓRIO SELEÇÃO DE FORNECEDORES - COLETA DE PREÇO Nº 019/2012 A Associação Saúde da Família - ASF comunica alteração do ato convocatório de Seleção de Fornecedores, na modalidade coleta de preço nº 019/2012 que será realizada em 12 de julho de 2012, às 13h30, e que tem por objeto a contratação de empresa para locação de impressoras multifuncionais/ copiadora/fax incluindo o fornecimento de seus acessórios, suprimentos (toner, cilindro, exceto papel) e assistência técnica/manutenção com fornecimento de peças e componentes, a saber: Retirratificação do Anexo I - Memorial Descritivo - Na descrição dos equipamentos para locação: Onde se Lê: 06 equipamentos - Leia-se: 07 equipamentos e No levantamento quantidade de locações por campus: no item campus - acréscimo de 1 (um) Campus - Rua Venceslau Ralish nº 103 - Jardim Sertãozinho - SP e no item quantidade: acréscimo de 1 (uma) impressora. Esclarecemos que as demais informações contidas no Edital permanecem inalteradas.
Constran S/A – Construções e Comercio CNPJ: 61.156.568/0094-90 - Inscrição Estadual: 114.605.425.116 - Inscrição Municipal: 2.445.288-2 Extravio de Doucumentos Comunicamos que foram extraviados os Livros de Entrada de ICMS Nº 01 – Ano 1996 até nº 17 – Ano 2012, Livros de Saída de ICMS nº 01 – Ano 1996 até Nº 17 – Ano 2012, Livros de Apuração de ICMS nº 01 – Ano 1996 até Nº 17 – Ano 2012, Livros de Inventario nº 01 – Ano 1996 até nº 17 – Ano 2012, situada no Endereço: AV Pres Juscelino Kubitschek, 1.830 Torre II – 4 Andar – CEP: 04.543-000 São Paulo – SP 07,11,12/07/2012
ECONOMIA/LEGAIS - 19 Bioauto Participações S/A.
CNPJ/MF n° 08.491.097/0001-94 Relatório da Diretoria Senhores Acionistas: Em conformidade com os estatutos sociais e disposições legais apresentamos o Balanço Patrimonial e respectivas Demonstrações Financeiras do exercício social encerrado em 31/12/2010. A Diretoria Demonstração do Fluxo de Caixa (Valores em R$ 1,00) Balanço Patrimonial (Valores em R$ 1,00) Demonstração do Resultado do Exercício (Valores em R$ 1,00) 31/12/2010 31/12/2009 Ativo 31/12/2010 31/12/2009 Descrição 31/12/2010 31/12/2009 Descrição Proveniente das Operações Circulante 12.964 29.517 Receita ou Despesa Operacional (3.801.971) (2.366.579) (3.802.415) (1.996.040) Bens Numerários 997 997 Administrativas (21.586) (49.274) Resultado Liquído do Exercício Bancos Conta Movimento 127 1.400 Tributárias (314) (15.337) Ajustes do Resultado Liquido (15.262) – Aplicações de Liquidez Imediata 1 18 Outros Resultados Operacionais (3.780.071) (2.301.968) Ajuste de Exercícios Anteriores (3.817.678) (1.996.040) Disponibilidades Imediatas 1.126 2.415 Efeitos Financeiros Líquidos (444) 112.906 Resultado Líquido Ajustado (444) (771) I - Das Atividades Operacionais Impostos a Recuperar 11.839 27.102 (–) Despesas Financeiras 36.316 (893.444) – 113.677 (Aumento) ou Redução nos Ativos Operac. Outros Créditos 11.839 27.102 Receitas Financeiras 15.262 (16.613) – 257.633 Impostos a Recuperar Não Circulante 14.524.356 18.325.482 Outros Resultados Operacionais 21.054 (876.831) Realizavel a Longo Prazo 4.822.164 4.843.218 Lucro (Prej.) Líq. Antes da Prov. P/ IR e CSLL (3.802.415) (1.996.040) Partes Relacionadas Aumento ou (Redução) nos Passivos Operac. – 10.841 – – Partes Relacionadas 4.822.164 4.843.218 Provisão para o IRPJ e CSLL – (9.159) (3.802.415) (1.996.040) Obrigações Tributárias Investimentos 9.702.192 13.482.264 Lucro (Prejuízo) Líquido do Exercício Partes Relacionadas–LP – 20.000 Investimentos 9.702.192 13.482.264 Demonstração das Mutações nas Contas Caixa Líquido Gerado pelas Ativ. Operac. (3.781.362) (2.878.643) Total 14.537.321 18.354.999 do Patrimônio Líquido (Valores em R$ 1,00) II - Das Atividades de Investimentos Passivo 31/12/2010 31/12/2009 Capital Lucros (Prej.) Patrimônio Investimentos em Participações Sociétárias 3.780.072 2.019.371 Circulante – – Descrição Social Acumulados Líquido Adições ao Ativo Diferido – Obrigações Tributárias – – Saldo Inicial Em 01/01/2009 20.000.001 331.038 20.331.039 Caixa Líq. Consumido pelas Ativ. de Invest. 3.780.072 2.019.371 Débitos Sociais e Tributários – – Prejuízo Líquido do Exercício – (1.996.040) (1.996.040) III - Das Atividades de Financiamentos Não Circulante 20.000 20.000 – – 20.000.001 (1.665.002) 18.334.999 Integralização de Capital Social Exigível a Longo Prazo 20.000 20.000 Saldo Final Em 31/12/2009 – Caixa Líquido Gerado pelas Ativ. de Financ. – (15.262) (15.262) Partes Relacionadas 20.000 20.000 Ajuste de Exercício Anterior Aumento nas Disponibilid. e Valores Equiv. (1.290) (859.272) – (3.802.415) (3.802.415) Patrimônio Líquido 14.517.321 18.334.999 Prejuízo Líquido do Exercício (+) Caixa e Equiv. de Cxa no Início do Exercício 2.415 861.687 20.000.001 (5.482.680) 14.517.321 (=) Caixa e Equiv. de Caixa no Final do Exerc. Capital Social 20.000.001 20.000.001 Saldo Final Em 31/12/2009 1.126 2.415 Prejuízos Acumulados (5.482.680) (1.665.002) Nota Explicativa A Diretoria Total 14.537.321 18.354.999 Balanço Patrimonial e Demonstrações Financeiras conforme Lei 6.404/76 Hélio Aparecido de Araujo Junior - CRC 1SP 198358/O-2
WAPC Investimentos e Participações S.A.
– CNPJ/MF nº 06.129.527/0001-05
Demonstrações Financeiras referentes aos exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2007 (Valores expressos em Milhares de Reais) Balanço Patrimonial 2007 Passivo 10.293 Circulante Outras Exigibilidades: Partes Relacionadas 10.115 Fornecedores 178 Obrigações Fiscais 8.022.093 Não Circulante – Exigível a longo prazo 8.376.847 Patrimônio Liquido (354.754) Capital Social Integralizado 648 Adiantamento para futuro aumento de capital (355.402) Prejuízos acumulados 8.032.386 Total do Passivo
Ativo Circulante Disponibilidades Caixa Bancos c/movimento Não Circulante Realizável a Longo Prazo Partes Relacionadas Permanente Imobilizado Diferido Total do Ativo
Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido Capital Reservas Adiantamento para futuro social de capital aumento de capital Saldo em 31 de dezembro de 2006 10.000 – 6.966.000 Adiantamento para futuro aumento de capital – – – Prejuízo do período – – – Saldo em 31 de dezembro de 2007 10.000 – 6.966.000 WAPC Investimentos e Participações S/A Antonio Luiz Droghetti Neto – Acionista
2007 1.865.138 1.756.716 104.730 3.692 6.167.248 – 6.167.248 10.000 6.966.000 (808.752) 8.032.386
Prejuízo Acumulado (786.516) – (22.236) (808.752)
Total 6.189.484 – (22.236) 6.167.248
Paulino Contabilidade Ltda. EPP – CNPJ 14.575.173/0001-42 Antonio Carlos Paulino – Téc. Contábil CRC 1SP105.985/0-6
WAPC Investimentos e Participações S.A.
Demonstrações de Resultados Despesas operacionais Administrativas Comerciais Financeiras Total despesas operacionais Receitas operacionais Total receitas operacionais Resultado do período
2007 (21.181) (1.136) (194) (22.511) 275 275 (22.236)
Demonstrações dos Fluxos de Caixa Líquidos Fluxos de caixa das atividades operacionais Prejuízo líquido do período Prejuízo líquido do período Resultado operacional Ativos (Aumento) redução de créditos partes relacionadas (Aumento) redução de impostos a recuperar e outros ativos Passivos Aumento (redução) de fornecedores Aumento (redução) de obrigações fiscais e trabalhistas Disponibilidade no início do período Disponibilidade no final do período
2007 – – – – – – – – 10.115 10.115
– CNPJ/MF nº 06.129.527/0001-05
Demonstrações Financeiras referentes aos exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2008 e 2007 (Em milhares de Reais) Demonstrações de resultados Balanço Patrimonial 2008 2007 Ativo 2008 2007 Passivo 2008 2007 Despesas operacionais Circulante 1.871 10.293 Circulante 103.700 1.865.138 Administrativas – (21.181) Disponibilidades Outras Exigibilidades: Partes Relacionadas 103.700 1.756.716 Comerciais – (1.136) Caixa 1.693 10.115 Fornecedores – 104.730 Financeiras – (194) Bancos c/movimento 178 178 Obrigações Fiscais – 3.692 Total despesas operacionais – (22.511) Não Circulante 6.269.077 8.022.093 Não Circulante 6.167.248 6.167.248 Receitas operacionais – 275 Realizável a Longo Prazo 6.623.831 8.376.847 Exigivel a longo prazo – – Total receitas operacionais – 275 Partes Relacionadas 6.623.831 8.376.847 Patrimonio Liquido 6.167.248 6.167.248 Resultado do período (22.236) – Permanente (354.754) (354.754) Capital Social Integralizado 10.000 10.000 Imobilizado 648 648 Adiantamento para futuro aumento de capital 6.966.000 6.966.000 Demonstrações dos Fluxos de Caixa Líquidos Diferido (355.402) (355.402) Prejuizos acumulados (808.752) (808.752) Fluxos de caixa das atividades operacionais 2008 2007 Total do Ativo 6.270.948 8.032.386 Total do Passivo 6.270.948 8.032.386 Prejuízo líquido do período Prejuízo líquido do período – – Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido Resultado operacional – – Capital Reservas Adiantamento para futuro Prejuízo Ativos 100.000 – social de capital aumento de capital Acumulado Total (Aumento) redução de créditos partes relacionadas 100.000 – Saldo em 31 de dezembro de 2007 10.000 – 6.966.000 (808.752) 6.167.248 (Aumento) red. de impostos a recuperar e outros ativos – – Adiantamento para futuro aumento de capital – – – – – Passivos (108.422) – Prejuízo do período – – – – – Aumento (redução) de fornecedores (104.730) – Saldo em 31 de dezembro de 2008 10.000 – 6.966.000 (808.752) 6.167.248 Aumento (redução) de obrigações fiscais e trabalhistas (3.692) – Disponibilidade no ínicio do período 10.115 10.115 Antonio Luiz Droghetti Neto Paulino Contabilidade Ltda. EPP – CNPJ nº 14.575.173/0001-42 Disponibilidade no final do período 1.693 10.115 Acionista Antonio Carlos Paulino – Téc. Contábil CRC 1SP 105.985/O-6
WAPC Investimentos e Participações S.A. – CNPJ/MF nº 06.129.527/0001-05 Demonstrações Financeiras referentes aos exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2009 e 2008 (Em milhares de Reais) Ativo Circulante Disponibilidades Caixa Bancos c/movimento Não Circulante Realizável a Longo Prazo Partes Relacionadas Permanente Imobilizado Diferido Total do Ativo
2009 1.871 1.693 178 6.269.077 6.623.831 6.623.831 (354.754) 648 (355.402) 6.270.948
Balanço Patrimonial 2008 Passivo 1.871 Circulante Outras Exigibilidades Partes Relacionadas 1.693 Fornecedores 178 Obrigações Fiscais 6.269.077 Não Circulante 6.623.831 Exigivel a longo prazo 6.623.831 Patrimonio Liquido (354.754) Capital Social Integralizado 648 Adiantamento para futuro aumento de capital (355.402) Prejuizos acumulados Total do Passivo 6.270.948
Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido Capital Reservas Adiantamento para futuro social de capital aumento de capital Saldo em 31 de dezembro de 2008 10.000 – 6.966.000 Adiantamento para futuro aumento de capital – – – Prejuízo do período – – – – 6.966.000 Saldo em 31 de dezembro de 2009 10.000
2009 103.700 103.700 – – 6.167.248 – 6.167.248 10.000 6.966.000 (808.752) 6.270.948
Prejuízo Acumulado (808.752) – – (808.752)
WAPC Investimentos e Participações S.A.
Demonstrações dos Fluxos de Caixa Líquidos 2009 Fluxos de caixa das atividades operacionais Prejuízo líquido do período 103.700 Prejuízo líquido do período – – Resultado operacional – Ativos – 6.167.248 (Aumento) redução de créditos partes relacionadas – – (Aumento) redução de impostos a 6.167.248 recuperar e outros ativos – 10.000 Passivos – 6.966.000 Aumento (redução) de fornecedores – (808.752) Aumento (redução) de obrigações fiscais e 6.270.948 trabalhistas – Disponibilidade no início do período 1.693 Disponibilidade no final do período 1.693 2008 103.700
Total 6.167.248 – – 6.167.248
2008 – 100.000 100.000 – 108.422 104.730 3.692 10.115 1.693
Antonio Luiz Droghetti Neto – Acionista Paulino Contabilidade Ltda. EPP CNPJ/MF nº 14.575.173/0001-42 Antonio Carlos Paulino Técnico Contábil C.R.C.: 1SP 105.985/O-6
– CNPJ/MF nº 06.129.527/0001-05
Demonstrações Financeiras referentes aos exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de Reais) Demonstrações de Resultados Balanço Patrimonial 2010 Ativo 2010 2009 Passivo 2010 2009 Despesas operacionais – Circulante 1.647 1.871 Circulante 103.700 103.700 Administrativas – Disponibilidades Outras Exigibilidades: Partes Relacionadas 103.700 103.700 Comerciais (224) Caixa 1.469 1.693 Fornecedores – – Tributarias – Bancos c/movimento 178 178 Obrigações Fiscais – – Financeiras (224) Não Circulante 6.269.077 6.269.077 Não Circulante 6.167.024 6.167.248 Total despesas operacionais – Realizável a Longo Prazo 6.623.831 6.623.831 Exigivel a longo prazo – – Receitas operacionais – Partes Relacionadas 6.623.831 6.623.831 Patrimonio Liquido 6.167.024 6.167.248 Total receitas operacionais (224) Permanente (354.754) (354.754) Capital Social Integralizado 10.000 10.000 Resultado do período Adiantamento para futuro aumento de capital 6.966.000 6.966.000 Imobilizado 648 648 Demonstrações dos Fluxos de Caixa Líquidos Prejuizos acumulados (808.976) (808.752) Diferido (355.402) (355.402) 2010 Total do Ativo 6.270.724 6.270.948 Total do Passivo 6.270.724 6.270.948 Fluxos de caixa das atividades operacionais Prejuízo líquido do período Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido Prejuízo líquido do período (224) Resultado operacional Capital Reservas Adiantamento para futuro Prejuízo Ativos – social de capital aumento de capital Acumulado Total (Aumento) redução de créditos partes relacionadas – Saldo em 31 de dezembro de 2009 10.000 – 6.966.000 (808.752) 6.167.248 (Aumento) redução de impostos a recuperar e outros ativos – Adiantamento para futuro aumento de capital – – – – – – Prejuízo do período – – – (224) (224) Passivos Aumento (redução) de fornecedores – – 6.966.000 (808.876) 6.167.024 Saldo em 31 de dezembro de 2010 10.000 Aumento (redução) de obrigações fiscais e trabalhistas (224) Disponibilidade no início do período 1.693 Antonio Luiz Droghetti Neto Paulino Contabilidade Ltda. EPP – CNPJ nº 14.575.173/0001-42 Disponibilidade no final do período 1.469 Acionista Antonio Carlos Paulino – Téc. Contábil CRC 1SP 105.985/O-6
2009 – – – – – – – – 2009 – – – – – – – 1.693 1.693
WAPC Investimentos e Participações S.A. – CNPJ/MF nº 06.129.527/0001-05 Demonstrações Financeiras referentes aos exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2011 e 2010 (Valores expressos em Milhares de Reais) Demonstrações de Resultados Balanço Patrimonial 2011 Ativo 2011 2010 Passivo 2011 2010 Despesas operacionais Administrativas – Circulante 1.647 1.647 Circulante 103.700 103.700 Comerciais – Disponibilidades Outras Exigibilidades: Partes Relacionadas 103.700 103.700 Tributarias – Caixa 1.469 1.469 Fornecedores – – Financeiras – Bancos c/movimento 178 178 Obrigações Fiscais – – Total despesas operacionais – Não Circulante 6.269.077 6.269.077 Não Circulante 6.167.024 6.167.024 Receitas operacionais – Realizável a Longo Prazo 6.623.831 6.623.831 Exigivel a longo prazo – – Total receitas operacionais – Partes Relacionadas 6.623.831 6.623.831 Patrimonio Liquido 6.167.024 6.167.024 Resultado do período – Permanente (354.754) (354.754) Capital Social Integralizado 10.000 10.000 Adiantamento para futuro aumento de capital 6.966.000 6.966.000 Imobilizado 648 648 Demonstrações dos Fluxos de Caixa Líquidos Diferido (355.402) (355.402) Prejuízos acumulados (808.976) (808.976) 2011 Total do Ativo 6.270.724 6.270.724 Total do Passivo 6.270.724 6.270.724 Fluxos de caixa das atividades operacionais Prejuízo líquido do período Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido Prejuízo líquido do período – Resultado operacional Capital Reservas Adiantamento para futuro Prejuízo Ativos – social de capital aumento de capital Acumulado Total (Aumento) redução de créditos partes relacionadas – Saldo em 31 de dezembro de 2010 10.000 – 6.966.000 (808.876) 6.167.024 (Aumento) redução de impostos a recuperar e outros ativos – Adiantamento para futuro aumento de capital – – – – – Passivos – Prejuízo do período – – – – – Aumento (redução) de fornecedores – Saldo em 31 de dezembro de 2011 10.000 – 6.966.000 (808.876) 6.167.024 Aumento (redução) de obrigações fiscais e trabalhistas – Antonio Luiz Droghetti Neto Paulino Contabilidade Ltda. EPP – CNPJ 14.575.173/0001-42 Disponibilidade no início do período 1.469 Acionista Antonio Carlos Paulino – Téc. Contábil CRC 1SP105.985/O-6 Disponibilidade no final do período 1.469
Vanguarda Agro S.A. - Cia. Aberta - CNPJ/MF nº 05.799.312/0001-20 - NIRE 35.300.380.657 Edital de Segunda Convocação - Assembleia Geral Extraordinária Ficam os Srs. Acionistas da Vanguarda Agro S.A. sociedade anônima de capital aberto, com sede na Cidade de São Paulo/SP, na Av. Pres. Juscelino Kubitschek nº 1726 - cj. 113, Vila Nova Conceição, CEP: 04543-000 convidados para a AGE da Cia., que se realizará em 2ª Convocação no dia 19/07/2012, às 10 hs no Auditório localizado na Cidade de São Paulo/SP, na Av. Pres. Juscelino Kubitschek nº 1726 - Mezanino, Vila Nova Conceição, CEP: 04543-000, a fim de deliberarem sobre os seguintes assuntos: (a) reforma do Estatuto Social da Cia. especialmente nas disposições contidas no (a) Art. 11; (b) Art. 12, (c) Art. 13 caput, § Único e incisos; (d) Art. 14, § 4º, (e) Art. 15 caput e § 2º; (f) Art. 16 caput, § 1º; (g) Art. 17 §§ 1º e 3º; (h) Art. 18, incisos e § 1º, além de inclusão dos §§ 3º e 4º; (i) Art. 19 caput e § Único; (j) Exclusão dos §§ 1º, 2º, 3º e 4º do Art. 20; (k) incisos (iii) e (iv) do Art. 21; (l) Art. 23 caput, §§ 1º, 2º, 3º e 4º, além da exclusão do § 5º; (m) Art. 24, caput e exclusão do § 1º; (n) Art. 27, caput e § 2º; (o) Art. 32, inciso (iii); e (p) Art. 36, caput e § 1º. Disposições Gerais: (i) Os acionistas da Cia. deverão depositar, com 72 horas de antecedência, na sede da Cia., os seguintes documentos: (a) documento de identidade, (b) comprovante da respectiva posição acionária, expedido pela instituição depositária, e (c) na hipótese de representação do acionista, o respectivo instrumento de procuração formalizado nos termos da lei; (ii) A Proposta da Administração, incluindo versão marcada do Estatuto Social com as possíveis alterações está disponível no site da Cia. (www.v-agro.com.br/ri), bem como no site da Comissão de Valores Mobiliários (www.cvm.gov.br); e (iii) A representação do acionista mencionada no item (ii) (c) acima, deverá ser precedida de depósito do respectivo instrumento de procuração (cuja minuta encontra-se no Manual de Assembleia, disponível no website da Cia., www.v-agro.com.br/ri), podendo, ainda, ser enviada por e-mail para ri@v-agro.com.br. Os originais dos documentos referidos, ou suas cópias, dispensada a autenticação e o reconhecimento de firma, deverão ser exibidos à Companhia até o momento da abertura dos trabalhos da respectiva AGE. São Paulo, 11/07/2012. Salo Davi Seibel - Presidente do Conselho de Administração.
2010 – – (224) – (224) – – (224) 2010 (224) – – – – – (224) 1.693 1.469
BECHTEL ENTERPRISES DO BRASIL LTDA. - CNPJ/MF nº 02.887.569/0001-46 - NIRE 35.215.512.013 - 7ª Alteração do Contrato Social Pelo presente instrumento particular: (i) Overseas Bechtel Enterprises, L.L.C., sociedade devidamente organizada e existente de acordo com as leis do Estado de Delaware, Estados Unidos da América, com sede em 1209, Orange Street, Município de Wilmington, DE 19801, EUA, inscrita no CNPJ/MF nº 05.539.837/0001-27, neste ato devidamente representada por seu bastante procurador, Sr. Luis Antonio Semeghini de Souza, brasileiro, casado, advogado, OAB/SP nº 95.993 e CPF/MF nº 082.449.598-51, residente e domiciliado na Cidade de São Paulo/SP, com escritório na R. Funchal, 418, 11º andar, CEP 04551-060, na Cidade de São Paulo/SP; e (ii) Bechtel Enterprises Holdings, Inc., sociedade devidamente organizada e existente de acordo com as leis do Estado de Delaware, Estados Unidos da América, com sede em 1209 Orange Street, Município de Wilmington, DE 19801, EUA, CNPJ/MF nº 11.644.142/0001-08, neste ato devidamente representada por seu bastante procurador, Sr. Luis Antonio Semeghini de Souza, acima qualificado. únicas sócias da Bechtel Enterprises do Brasil Ltda., sociedade limitada com sede na Cidade de São Paulo/SP, na R. Funchal, 418, 11º andar, sala 04-G, Vila Olímpia, CEP 04551-060, CNPJ/MF nº 02.887.569/0001-46, com seu Contrato Social devidamente arquivado na JUCESP sob NIRE 35.215.512.013 (a “Sociedade”), têm entre si justo e acordado alterar o Contrato Social da Sociedade, sendo dispensada a reunião ou assembleia das sócias, em razão da assinatura, ao final deste instrumento, de representantes da totalidade das sócias, conforme disposto no Art. 1.072, § 3º, da Lei nº 10.406, de 10/1/02, nos seguintes termos e condições: 1. Preliminarmente, a sócia Bechtel Enterprises Holdings, Inc., acima qualificada, retirando-se da Sociedade, cede e transfere, a título gratuito, 1 quota de sua titularidade no capital social da Sociedade, no valor nominal de R$ 1,00, para Overseas Bechtel Enterprises, L.L.C., acima qualificada. 1.1. Cedente e cessionária, neste ato, dão-se mutuamente a mais ampla, rasa, geral, irrevogável e irretratável quitação para nada mais reclamarem uns dos outros a qualquer título e tempo. 1.2. Desta forma, Overseas Bechtel Enterprises, L.L.C. passa a ser detentora de quotas representativas de 100% do capital social da Sociedade, no valor total de R$ 606.281,00. 2. A sócia única aprova, sem reservas, os termos e condições do Protocolo e Justificação de Incorporação, celebrado em 28/3/12, entre os administradores da Sociedade e da Bechtel do Brasil Construções Ltda., sociedade empresária limitada, com sede na Cidade do Rio de Janeiro/RJ, na Praia do Botafogo, 440, 23º andar, Botafogo, CEP 22250-908, CNPJ/MF nº 34.149.328/0001-96, com seus atos constitutivos devidamente arquivados perante a JUCERJA sob NIRE 33.207.453.117 (“BBL”), o qual estabelece os termos e condições da incorporação do acervo líquido da Sociedade pela BBL, que passa a fazer parte integrante desta ata como seu Anexo I (“Protocolo”). 3. Resolve a sócia única ratificar a nomeação, feita no Protocolo, para avaliação do acervo líquido da Sociedade, da empresa de avaliação independente Econap Organização Contábil Ltda., sociedade estabelecida na Cidade de São Paulo/SP, na R. Dom Joaquim de Oliveira, 126, Vila Matilde, CEP 03547-040, CNPJ/MF nº 00.473.509/0001-51, registrada no Conselho Regional de Contabilidade/SP sob o nº CRC 2SP01829808, tendo como contador responsável o Sr. Antônio Puzzello, italiano, casado, Identidade de Estrangeiro nº RNE W329094-1, CPF/MF nº 035.201.458-04 e com registro no Conselho Regional de Contabilidade/SP nº CRC 1SP097015/O-1, a qual, previamente consultada, aceitou o encargo e apresentou a sua avaliação, consubstanciada em balanço patrimonial da Sociedade levantado em 29/2/12 (“Laudo de Avaliação”), com estrita observância do que estabelecem os critérios contábeis e a legislação societária atualmente em vigor. 4. A sócia única aprova, sem restrições, o Laudo de Avaliação do Patrimônio Líquido da Sociedade para efeito da incorporação de seu acervo líquido pela BBL, preparado com base em balanço patrimonial da Sociedade levantado em 29/2/12, que passa a fazer parte integrante deste instrumento como seu Anexo II. 5. Diante das deliberações acima, a sócia aprova a incorporação do acervo líquido da Sociedade pela BBL, nos termos do Protocolo, com a consequente extinção da Sociedade. 5.1. As eventuais variações patrimoniais do acervo líquido da Sociedade ora incorporado pela BBL, ocorridas entre 29/2/12 e a presente data, serão absorvidas pela BBL e a BBL assumirá as responsabilidades ativas e passivas relativas ao patrimônio da Sociedade que lhe será transferido em decorrência da incorporação ora aprovada. 6. Em razão da incorporação ora aprovada, a sócia única autoriza, neste ato, o administrador da Sociedade a praticar todos os atos necessários para a efetivação da absorção do acervo líquido da Sociedade pela BBL. E, por estarem assim justas e contratadas, as sócias assinam o presente instrumento em 3 vias de igual teor e forma, na presença das 2 testemunhas abaixo, para todos os efeitos legais. São Paulo, 30/3/12. Overseas Bechtel Enterprises, L.L.C. - p.p. Luis Antonio Semeghini de Souza; Bechtel Enterprises Holdings, Inc. - p.p. Luis Antonio Semeghini de Souza. JUCESP nº 263.858/12-1 em 21/6/2012. Gisela Simiema Ceschin - Secretária-Geral.
OURFARM ADMINISTRADORA DE BENS LTDA. CNPJ 46.550.752/0001-27 EDITAL DE CONVOCAÇÃO. COM PRAZO DE 08 DIAS.
Ficam os sócios quotistas da empresa OURFARM ADMINISTRADORA DE BENS LTDA. convocados a comparecerem a Assembléia Geral a se realizar no próximo dia 20 de julho de 2012, às 09h00min, em 1ª sessão com maioria absoluta, e as 09h30min, com qualquer quorum, em 2ª sessão, na sede da empresa à Avenida Brigadeiro Luis Antonio, 2.050, 8º andar, Bela Vista, São Paulo, São Paulo, a fim de tratar da seguinte ordem do dia: 1) consolidação do contrato social; 2) atualização monetária do capital social; 3) mudança da sede da empresa: 4) nomeação dos administradores com poderes de gerencia; 5) autorização para alienação de bem imóvel; 6) demais assuntos de interesse. Será o edital afixado e publicado na forma da lei. Nada mais. Dado e passado nesta cidade. São Paulo 30/06/2012. Geraldo Francisco Ziviani. Sócio Gerente/Administrador. (10 e 11)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
20
e
quarta-feira, 11 de julho de 2012
No hotsite www.horadeagir.com.br, o contribuinte pode tornar pública sua opinião a respeito do tema.
conomia
Leão abocanha R$ 800 bi mais cedo Apesar do baixo crescimento da economia, a arrecadação tributária brasileira avança em ritmo cada vez mais rápido. No dia 11 de julho de 2005, o painel apontava a receita de R$ 380 bilhões. Paulo Pampolin/Hype
Renato Carbonari Ibelli
A
arrecadação tributária registrada pelo Impostômetro atinge, hoje, por volta das 13 horas, a marca de R$ 800 bilhões. O volume de dinheiro representa o total de tributos pagos pelos brasileiros aos governos federal, estaduais e municipais, desde o início de 2012. A cifra está sendo alcançada 11 dias antes em relação ao ano passado. Isso acontece em um momento de economia considerada fraca. O Impostômetro estima a arrecadação em tempo real. O painel está instalado na fachada da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) desde abril de 2005. As medições feitas por ele também podem ser acompanhadas pela internet, por meio do site www.imposto-
150 dias foram necessários para matar a fome do Leão neste ano, ou seja, para os trabalhadores brasileiros, em média, pagarem os tributos.
metro.com.br. Para Rogério Amato, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), o volume de impostos arrecadados é incompatível com o retorno proporcionado pelo poder público. "A tendência é que no último dia de 2012 alcancemos R$ 1,6 trilhão, um valor elevado demais para um País que ainda precisa melhorar muito a qualidade dos serviços públicos", diz Amato. Em 2005, ano em que o Impostômetro foi lançado, no dia 11 de julho o painel apontava a arrecadação de R$ 380 bilhões. Isso mostra que em sete anos a arrecadação tributária cresceu 210%. Além disso, caso o valor de R$ 1,6 trilhão realmente seja alcançado no final do ano, ele será R$ 100 bilhões maior do que o registrado ao longo do ano passado. Vale destacar que o contribuinte brasileiro trabalhou do início do ano até o final do mês de maio unicamente para pagar impostos. Foram exatamente 150 dias para matar a fome do Leão. O cálculo é do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT). O contribuinte brasileiro é um dos que mais trabalha para encher os caixas dos governos. Na França, por exemplo, se trabalha 149 dias. Nos Estados Unidos, 102 dias, na Argentina, 92 dias. De todo o rendimento, o bra-
A tendência é que no último dia do ano alcancemos R$ 1,6 trilhão em tributos. ROGÉRIO AMATO, ACSP E FACESP
sileiro destinou, na média, 40,98% em 2012 para pagar os tributos. Esse percentual é resultado da elevada carga tributária do País, que está em 36,02% do Produto Interno Bruto (PIB), sendo que, nos últimos dez anos, ela avançou
5,9 pontos percentuais. Além de elevada, a tributação onera em especial o consumo. Há uma série de tributos embutidos no preço dos produtos e serviços, como o Programa de Integração Social (PIS), Contribuição para o
Financiamento da Seguridade Social (Cofins), Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e Imposto sobre Serviços (ISS). Há ainda os tributos incidentes sobre o patrimônio, como o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). O brasileiro pode ter uma posição mais ativa e crítica com relação à carga tributária do País. No hotsite www.horadeagir.com.br, o contribuinte pode tornar pública sua opinião a respeito do tema. É uma forma também de pressionar os deputados federais – com o envio de mensagens por meio de um link – para que coloquem em votação e aprovem o Projeto de Lei nº 1.472/2007, que determina que o valor dos tributos seja discriminado nas notas ou cupons fiscais.
Governo prepara estímulo para Alta menor da economia concessões de infraestrutura O O alvo principal será fazer deslanchar as licitações de ferrovias, aeroportos e da área de energia elétrica para baixar o custo Brasil. Hélvio Romero/ AE - 28.07.10
O
governo pretende tirar da gaveta um pacote de novas concessões na área de infraestrutura, depois de meses de discussões sobre como melhorar editais e garantir a participação de grandes empresas nas licitações. Segundo a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, um grande anúncio deve ser feito já no próximo mês com a lista de obras e projetos que passarão a ser tocados pela iniciativa privada. Após o lançamento, é necessário cumprir uma série de trâmites burocráticos até que a licitação, de fato, seja feita. A ministra evitou dar detalhes sobre as áreas que serão atendidas e citou de forma genérica que envolvem rodovias, ferrovias, aeroportos e o setor de energia elétrica. Contratos de licitações antigas, como na área de portos, começam a vencer neste ano. O governo, porém, está mais preocupado em garantir investimentos, principalmente em um cenário de crise internacional, do que com a proximidade do fim destes contratos. Miriam só deixou claro que as estradas terão um papel coadjuvante nesse processo. "Estamos aumentando a malha ferroviária em mais de 30% e iniciando empreendimentos em hidrovias. Nosso foco é ter ampliação de poucas estradas. Estamos melhorando as estradas, não aumentando", disse ela. Aeroportos – O objetivo principal é deslanchar as licitações de ferrovias, aeroportos e da área de energia elétrica. O resultado do leilão dos aeroportos em fevereiro desagradou à presidente Dilma Rousseff, que queria ver companhias experientes administrando Guarulhos, Campinas e Brasília. Passando
Resultado do leilão dos aeroportos em fevereiro desagradou à presidente Dilma por uma reformulação, o edital da segunda rodada de concessão do setor deve exigir mais dos concorrentes que quiserem disputar os aeroportos de Confins (Minas Gerais), Galeão (Rio de Janeiro) e um terceiro, que ainda não foi definido. No caso de ferrovias, o governo estuda adotar um novo modelo de concessão – chamado de open access (acesso aberto) – que prevê a manutenção da via por uma só empresa, mas seu uso por outros clientes. Se for escolhido, esse formato de operação acaba com o chamado "direito de passagem", um problema vivido hoje pelas empresas do setor, já que concessionárias evitam dar passagem a concorrentes. Energia – O setor de energia elétrica é o mais urgente para o governo, mas a solução definitiva para a redução de custos e o futuro das concessões que vencerão a partir de 2015 ainda esbarra em cálculos técnicos considerados insuficientes pela presidente Dilma.
O objetivo da presidente é reduzir consideravelmente o custo do serviço para a indústria e os consumidores. Mas, por enquanto, tanto o modelo de renovação das concessões, quanto o pacote de desoneração de tributos e encargos das contas de luz, ainda não chegaram no desconto desejado. Enquanto o setor produtivo cobra uma redução de pelo menos 20% no valor pago por essa eletricidade na renovação, simulações da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) apresentadas à Casa Civil há dois meses mostravam que o impacto no preço dessa energia poderia variar apenas de 3% a 12%. Como a renovação vai atingir apenas os contratos de cerca de um quinto da energia produzida no País, o efeito para o consumidor seria ainda menor. Já em relação às desonerações, o problema é convencer os governos estaduais a abrirem mão da arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). (AE)
governo se prepara para cortar fortemente a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano nos cálculos dos ministérios da Fazenda e do Planejamento que balizam as projeções de arrecadação e ditam o ritmo de gastos federais. Atualmente, a estimativa está em otimistas 4,5%, e ela deverá ser reduzida para algo como 2,7% a 3%. Ainda assim, será algo superior ao previsto pelo Banco Central (BC), que trabalha com 2,5%, e pelo mercado financeiro, que aposta em 2,01%, com tendência de novas quedas. Os números usados pela Fazenda e Planejamento normalmente são mais altos que os do Banco Central porque eles têm um componente político, servem para sinalizar a intenção do governo. O ajuste na estimativa de crescimento, considerado inevitável no meio técnico, deverá ser oficializado no próximo dia 20, quando está prevista a divulgação do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias referente ao terceiro bimestre de 2012. É com base nesses cálculos que o governo decide se libera mais dinheiro, corta mais despesas ou deixa tudo como o programado. Com o PIB menor, a projeção de arrecadação tributária para 2012 também deverá encolher. A chamada receita administrada, exatamente a composta por impostos e contribuições recolhidos pelo Fisco, já está cerca de R$ 20 bilhões abaixo do previsto, como reflexo da retração econômica. Para evitar cortes de gastos, que afundariam ainda mais a economia, é possível que o governo recorra a outras fontes de receitas, como dividendos das empresas estatais e a chamada receita não administrada, formada por taxas específicas recolhidas
por órgãos públicos, por exemplo. O próprio secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, adiantou que poderia lançar mão dessa estratégia. "Vão tirar mais coelhos da cartola", aposta o economistachefe da corretora Convenção Tullett Prebon, Fernando Montero. Ele acha que isso será necessário porque não faria sentido o governo anunciar restrição a despesas poucos dias após haver anunciado um pacote que aumenta as compras dos ministérios em R$ 6,6 bilhões neste ano, como forma de estimular a indústria. Outra opção diante do cobertor curto seria reduzir a meta de superávit primário, fixada em R$ 139,8 bilhões neste ano, dos quais R$ 97 bilhões devem ser poupados pelo governo federal e R$ 42,8 bilhões por estados e municípios. Há um grupo dentro do governo pressionando pela redução da meta primária, como forma de abrir mais espaço para ações de estímulo à economia, no entanto, no momento, a balança parece pender mais para o outro lado. Esforço maior – A meta fiscal de R$ 139,8 bilhões representa 3,1% do PIB pelas contas do governo, que pressupõe um crescimento de 4,5%. Como as previsões de expansão de crescimento estão em baixa, inclusive dentro do governo, o esforço fiscal ficará maior, quando medido como proporção do PIB. Nas contas do economista Mansueto Almeida, o governo persegue um resultado de 3,2% do PIB e não de 3,1%, supondo que o crescimento seja de 1,5% no ano. Montero chega a um resultado parecido. Ele calcula que, antes da mudança de cenário para o crescimento econômico, o governo tentava chegar a um primário de 3% do PIB e agora está em 3,1% do PIB. (AE)