Ano 87 - Nº 23.433
Conclusão: 23h55
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Jornal do empreendedor
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São Paulo, quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Sérgio Lima/Folhapress
35 VIPs do Turismo hospedados na PF de Macapá O nº 2 do Ministério do Turismo (PMDB) e seu antecessor (PT), o diretor de uma empresa sem fins lucrativos e mais 32 pessoas foram levadas a jato (acima) para a PF de Macapá (dir.), acusados de desvio de cerca de R$ 3 milhões. Ironia: a investigação de 2 meses foi batizada de Voucher. Beto Barata/AE
Reprodução
O PMDB, se defendendo de suspeitas na Agricultura, após a faxina no Transportes (PR, da base aliada), fez coro contra 'abuso de autoridade' da PF. Mas "as provas são robustas" contra os executivos do turismo hospedados na cadeia de Macapá. Roteiro da Operação Voucher: págs. 5 a 7
Mantega é benzido contra a crise mundial Espada de São Jorge contra o mau olhado. Esse foi o 'cartão de visitas' para o ministro da Fazenda na Comissão da Câmara sobre a crise internacional. E ele foi logo pedindo aos três poderes: apertem o cinto. No 'day after' da queda das bolsas mundo afora, os mercados reagiram e fecharam no azul. Em Nova York, alta de 3,98%. Na Bovespa, 5,09% (a maior desde 2009). Págs. 27 a 29 Reuters
Ed Ferreira/AE
Dilma faz acordo para elevar teto do Simples Limite de faturamento máximo anual para que empresa passe a ser tributada pelo Simples Nacional será atualizado em 50%, de R$ 240 mil para R$ 360 mil. Pág. 30 HOJE Nublado Máxima 19º C. Mínima 13º C.
AMANHÃ Parcialmente nublado Máxima 21º C. Mínima 12º C.
ISSN 1679-2688
9 771679 268008
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Inglaterra mergulha na barbárie País vive 4º dia de protestos, saques, incêndios (acima, prédio da Sony em Londres) e distúrbios. Pág. 9
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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Onde isso vai parar? O vício e os viciados é que precisam ser extirpados. José Márcio Mendonça
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Vício que não se conserta D
e repente andava o PMDB lépido da vida, exibindo um padrão que não se coadunava com o seu passado mais recente, adquirido depois que ajudou a vencer o regime militar e se aboletou nas ancas do poder a partir da presidência José Sarney. Parecia um PMDB saído de uma lavagem de cirurgia plástica, siliconado, esticado e "modernizado": fiador da aliança governista, sem grandes divisões e fraturas internas e menos fisiológico do que o natural. Tanto que suportou, estoicamente, a perda de substância ministerial na passagem da administração Lula para a administração Dilma e, pelo menos publicamente, administra com paciência a demora na designação de seus indicados para o segundo escalão federal. Bom menino. Porém, como se sabe, há vícios – como se diz por, exemplo, do consumo de crack e outras drogas pesadas – que não têm conserto. A boca torta do cachimbo é incurável. Bastou que as disputas suprapartidárias (com outros aliados) e intralegenda (entre grupos da própria agremiação) começassem a aflorar para o PMDB voltar à ribalta. O episódio envolvendo o PR no Ministério dos Transportes, um ministério que
por aptidão o PMDB disputou na formação do governo Dilma e cuja perda nunca desceu bem goela abaixo dos peemedebistas, desencadeou o processo. É ainda uma incógnita a origem do fogo que queimou o partido de Valdemar da Costa Neto, Alfredo Nascimento e Blairo Maggi: a única certeza é que veio do eixo aliado. A verdade é que, inocentemente ou não, o governo aproveitou a oportunidade para dar uma demonstração de responsabilidade, às custas de um parceiro incômodo e de meia força apenas. Com o PMDB observando e intimamente aplaudindo. Só não se contava – o que é uma ingenuidade – que a operação DNIT desencadeasse uma onda de delações e investigações.
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um partido que, por bem e por mal, às vezes merecidamente , às vezes exageradamente, virou uma espécie de símbolo portador da maioria dos vícios da pequena política nacional. Ao mesmo tempo, o PMDB é acuado com denúncias de suspeita de mau comportamento no Ministério da Agricultura e em um de seus principais órgãos, a Conab, além de uma blitz da Polícia Federal no Ministério do Turismo, com a prisão de ninguém menos do que o secretário- executivo da pasta.
JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA Wagner Rossi culpa a divisão política nas diretorias
Alan Marques/FolhaPress
Na Agricultura, dá ordens o paulista Wagner Rossi, da cota do presidente interino da legenda e vice-presidente da República. No Turismo, cumpre expediente Pedro Novais, do plantel político do senador José Sarney. Não se trata de pouca coisa, portanto.
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ode ser que tudo venha, mesmo, das brigas políticas, mas não é sem propósito nem totalmente inesperado, independentemente das responsabilidades diretas que Rossi e Novais possam ter sobre o que ocorre em suas searas. Mas é do "processo", dos "métodos", dizem os mais cautelosos. É o vício, sem as virtudes, como diriam os menos cínicos. O próprio ministro Rossi, na defesa que fez de suas posições na segunda-feira, para eximir-se das responsabilidades diretas pelos desvios apontados
equívoco. Não se trata aqui de uma questão de pessoa ou de partido – Rossi e o PMDB podem ter sido enganados em sua ingenuidade por companheiros e afilhados mal intencionados.
O PMDB é um partido que, às vezes merecidamente , às vezes exageradamente, virou uma espécie de símbolo portador da maioria dos vícios da pequena política nacional.
na Conab, confirma todos os defeitos do modelo. Segundo Rossi, os problemas na Conab adviriam da divisão política de suas diretorias, o que gera divergências, desentendimentos e, naturalmente, o vazamento de informações. Fala o ministro como se não tivesse sido ele o comandante da Conab antes de virar chefe do órgão como ministro e como se somente agora tivesse descoberto os
A HERANÇA DE AMY WINEHOUSE
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malefícios dos apadrinhamentos, Mesmo assim, ele ainda procura justificar a nomeação de parentes de peemedebistas para assessorias especiais na própria Conab e no ministério. Ou seja, nada disso é demais – apenas um pequeno percalço. E o governo, como um todo, parece comungar do mesmo credo, haja vista a enfática defesa que a presidente Dilma e homens de sua confiança fizeram do ministro Rossi e do PMDB. É um
rata-se, de fato, de um estilo de administrar a coisa pública, do tal modelo que, com raras exceções, se distribuiu por boa parte da Esplanada do Ministérios. E que, na guerra que se instalou entre as legendas, pode ser uma permanente fonte de dores de cabeça, com perda de eficiência gerencial para a presidente. Dias atrás foi Palocci, depois o PR nos Transportes, em seguida a Conab da Agricultura, ontem o Ministério do Turismo... Onde isso vai parar? O vício e os viciados é que precisam ser extirpados. JOSÉ MARCIO MENDONÇA É JOPRNALISTA E ANALISTA POLÍTICO
Divulga
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ascer, crescer, morrer e deixar herança; assim parece ser o curso normal de uma vida. Mas há trajetórias mais conturbadas, como a da cantora inglesa Amy Winehouse. Ela mal cresceu e começou a fazer fortuna – e morreu antes de poder gastá-la, com 27 anos, no último dia 23 de julho. Por ora, estima-se que seu patrimônio gire em torno de R$ 25 milhões, mas não se pode prever quanto suas canções vão render. Outros tantos milhões, certamente. Enquanto críticos e fãs discutem sua herança cultural – ela foi responsável, por exemplo, por levar o soul e o blues para a cena pop mundial – , advogados e especialistas tentam decifrar com quem ficará a polpuda herança em dinheiro deixada por ela, e os dividendos de seus trabalhos. Sem filhos e divorciada, não se sabe ainda se Winehouse deixou testamento. Alguns dão como certo o destino da herança de acordo com as leis inglesas: vai para o pai, Mitch; para a mãe, Janis, e para o irmão mais velho da cantora. O pai de Amy anunciou que criará uma fundação para
IVONE ZEGER apoiar dependentes de drogas e álcool e já conta com apoio de ONGs e do governo. Seria, sem dúvida, uma bela maneira de honrar os últimos meses de vida da cantora, que tentava se livrar dos vícios. a Inglaterra, um divórcio desfaz amarras financeiras, mas não extingue a presunção de que o herdeiro natural, ou "necessário", como se diz no Brasil, é o cônjuge. Assim, alguns especialistas advertem que o ex-marido da cantora, Blake Fielder-Civil – conhecido como o "cara" que apresentou as drogas à cantora – pode acabar sendo beneficiado. Na época do divórcio, Winehouse declarou que tomaria providências jurídicas para que Fielder-Civil jamais fosse seu herdeiro. Mas ela era jovem, famosa, rica e viciada em drogas. Nessas
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condições, é difícil alguém se preocupar com o futuro. Assim, não se sabe, até gora, se essas providências foram tomadas ou apenas anunciadas. Além disso, Amy estava com outro namorado, o diretor de cinema Regis Travis, que pode, afinal, também requerer sua fatia do farto bolo. omo seria a especulação se Amy Winehouse fosse brasileira? No Brasil, a vocação hereditária aponta como herdeiros necessários, em primeiro lugar, os descendentes – filhos e netos – e, a depender do regime de bens, o cônjuge. Na falta de filhos, o direito sucessório recai nos ascendentes: pais, avós e cônjuge – não importa qual regime de bens vigorava no casamento. Na falta desses, os próximos são os parentes colaterais,
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nesta ordem: os irmãos; na ausência destes, os sobrinhos; na ausência destes , os tios e, por último, os primosirmãos. Assim, aqui , quem receberia a herança seriam seus pais. O irmão só seria herdeiro se os pais estivessem mortos. No caso de haver testamento, a situação muda um pouco, mas não tanto. Como herdeiros necessários, os pais da cantora seriam contemplados com metade dos bens, obrigatoriamente. E a especulação seria em torno de quem Amy Winehouse teria indicado para receber a outra metade. No Brasil, Fielder-Civil, o ex-marido, não teria direito a nada se o divórcio estivesse consumado e a divisão de bens efetuada. No caso de ainda
Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Cláudio Vaz Edy Luiz Kogut Érico Sodré Quirino Ferreira Francisco Mesquita Neto João de Almeida Sampaio Filho João de Favari Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Paulo Roberto Pisauro Renato Abucham Roberto Faldini Roberto Mateus Ordine
Se Amy Winehouse fosse brasileira, pais seriam herdeiros, com ou sem testamento.
haver bens em comum, não partilhados por ocasião do divórcio, ele entraria na sucessão para receber a parte dos bens que à época do divórcio não foram divididos. Já o namorado, Regis Travis, poderia alegar a existência de união estável com a cantora, comprovando convivência pública, contínua e duradoura entre eles. Se obtivesse o reconhecimento legal da união, teria direito, como meeiro, ao que foi adquirido na constância da relação.
Mas como Amy Winehouse não é brasileira, só nos resta acompanhar como os juristas ingleses vão interpretar as leis, em meio à comoção geral dos fãs e às condições um tanto trágicas da vida e da morte de mais um ícone do rock. IVONE ZEGER É ADVOGADA ESPECIALISTA EM DIREITO DE
FAMÍLIA E SUCESSÃO, AUTORA DOS LIVROS "HERANÇA: PERGUNTAS E RESPOSTAS" E "FAMÍLIA: PERGUNTAS E RESPOSTAS" WWW.IVONEZEGER.COM.BR
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REVOLUÇÃO SOCIAL É A MUDANÇA RADICALDOS MEIOS DE ATINGIR RIQUEZA, PRESTÍGIO E PODER.
MARIO ERNESTO HUMBERG
PLEBISCITO SOBRE A FORMA DE ELEIÇÃO
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REVOLUÇÃO SOCIAL
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evolução social não é, como dizem os marxistas, a substituição de uma "classe dominante" por outra. Isso é apenas uma figura de linguagem, uma metonímia. Ao fim de uma revolução social, os mesmos grupos ou pessoas podem continuar no poder. Isso não faz a mais mínima diferença. Substantivamente, literalmente, revolução social é uma mudança radical dos meios de alcançar riqueza, prestígio e poder. Quem manda pode continuar mandando, mas por outras vias. Por exemplo, na Idade Média europeia, havia os seguintes meios de subir na vida (ou de manter-se no alto): a posse da terra, por conquista ou herança; a profissão militar; uma bem sucedida carreira eclesiástica. Fora disso, mesmo que você tivesse muito dinheiro, mesmo que fosse um gênio, não chegaria ao primeiro escalão do poder. Quando se formaram os Estados nacionais modernos, os reis precisaram de dinheiro para criar exércitos que pudessem sobrepor-se ao poderes locais, assim como de uma burocracia administrativa e jurídico-policial, que desse ao governo central o controle do país inteiro. Resultado: de repente, banqueiros e burocratas passaram a mandar mais que os barões e cardeais. Isso quer dizer que entrou no poder uma nova" classe social"? Não. Na Inglaterra, a velha classe aristocrática ocupou os lugares na nova hierarquia, e continuou mandando. Na França, deixou a vaga para uma horda de alpinistas sociais, e estes tomaram seu lugar. Nos dois casos houve uma revolução social. Revolução social não é uma troca de classe dominante: é troca dos meios de tornar-se (ou permanecer) classe dominante.
OLAVO DE CARVALHO No Brasil um processo claro, patente, manifesto de revolução social está em curso, e aparentemente ninguém, fora os comandantes do processo – que, ao menos por enquanto, não têm o menor interesse de alardeá-lo –, parece dar-se conta disso.
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té uns anos atrás, ganhar dinheiro na indústria, no comércio ou na agricultura era um meio seguro de chegar ao poder ou, ao menos, de influenciar os ocupantes do poder. Uma carreira militar bem sucedida tinha o mesmo resultado. Ser um cientista, um técnico, um erudito, um escritor, um jurista de primeira ordem, idem. Agora, todos esses velhos meios de ascensão estão sendo substituídos por um novo, que os domina e os controla. Isso não quer dizer que não funcionem mais. Funcionam, mas como instrumentos auxiliares do meio
principal, que rapidamente vai-se tornando o único legítimo, o único socialmente aprovado. Para adquirir ou conservar poder e prestígio no Brasil de hoje, até mesmo para conservar alguma margem de liberdade e segurança, você tem de pertencer ao partido governante, a um de seus associados ou aos grupos de influência que orbitam em torno dele. Chamemos a esse pool de organizações, para simplificar, o Esquema.
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a mais tolerante das hipóteses, você tem de negociar com essa gente e ceder. Ceder até o extremo limite da degradação e da humilhação. Aí permitem que você conserve o seu lugar na sociedade, mas sempre como concessão provisória, jamais como direito adquirido. Suponha que você seja um juiz de Direito. Até algum tempo atrás, isso garantia poder, segurança e liberdade. Agora, depende de que
Para adquirir ou conservar poder e prestígio no Brasil de hoje, é preciso pertencer ao partido governante, a um de seus associados ou aos grupos que orbitam em torno dele.
você sentencie de acordo com a vontade do Esquema. Se você o contraria, logo descobre que grupos de pressão mandam mais que uma sentença judicial. De algum modo, todas as sentenças já vêm prontas, assinadas pelo Esquema. As outras são inócuas.
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em falo dos empresários. Podem ganhar dinheiro a rodo, mas toda a sua influência no poder consiste em tentar ser úteis ao Esquema, que os tolera como um mal provisório. E se você é um general de Exército, dê graças aos céus de que o Esquema lhe garanta ainda um lugarzinho no palanque, em troca das condecorações que você deu a comunistas, terroristas aposentados e ladrões notórios. Um simples posto na diretoria de "movimento social" dá mais poder do que tudo isso junto. Coloca você acima das leis, dos Direitos Humanos, da Constituição, dos Dez Mandamentos e das exigências da aritmética elementar (num país que tem 50 mil homicídios por ano, as mortes de duzentos homossexuais no meio dessa massa de vítimas não consta oficialmente como prova de uma epidemia de violência anti-gay?). Os novos meios de subir e cair já são uma realidade, já são a nova estrutura social. Quarenta anos de revolução cultural anestesiaram a população para que a aceitasse sem um pio, sem um vago sentimento de desconforto sequer. Essa etapa está encerrada. A revolução social já veio, já está aí, e a única reação do povo e das elites é procurar desesperadamente um lugarzinho à sombra dela, a abençoada proteção do Esquema OLAVO DE CARVALHO É ENSAÍSTA, JORNALISTA E PROFESSOR DE FILOSOFIA
asos de corrupção, caixa 2, dúvidas, contestações e outros problemas marcam toda eleição – e os dois anos que a separam da próxima. É mais uma prova da urgência com que deveríamos priorizar as reformas necessárias para reduzir esses desdobramentos que minam as instituições, custam caro e dificultam o desenvolvimento do País. Uma questão que precisa e pode evoluir mais depressa é a reforma política e eleitoral, para termos um Poder Legislativo realmente representativo da sociedade e de melhor qualidade, servindo de contrapeso ao crescente hiperpresidencialismo, que se reproduz nos estados e nos municípios. A Câmara dos Deputados, as Assembleias Legislativas e as Câmaras Municipais deveriam defender e representar os interesses da população, mas hoje estão focadas principalmente nos objetivos de seus componentes e em atender às determinações do Executivo. Em grande parte isso decorre do sistema de eleição proporcional, que tem três defeitos principais: exige muitos recursos financeiros, dificulta o conhecimento dos candidatos e impossibilita a cobrança do representante pelos eleitores, em função do grande número de candidatos e pela forma como se dá a distribuição dos votos. A forma de votação e eleição está em permanente discussão, com grupos que defendem diferentes opções: voto distrital puro, voto distrital misto, voto em lista fechada, voto em lista aberta, voto por circunscrição, distritão, todos com projetos que tramitam (ou dormem) no Congresso.
omo essa decisão afeta a todos e não há uma delegação constituinte específica, ela deveria ser submetida a plebiscito, em que a população indique como quer escolher os seus representantes. A consulta deve definir a forma de escolha da representação desejada pela maioria. A discussão pública que antecede as consultas permite esclarecer diferentes aspectos envolvidos na definição: 1. qual a melhor maneira de ter um vínculo forte entre o eleito e o eleitor, que possibilite acompanhamento e cobrança; 2. como limitar o número de alternativas para possibilitar análise e escolha coerentes com a visão de quem vota; 3. como reduzir os gastos na campanha, que exige muito dinheiro e favorece a corrupção e a pressão econômica; 4. como superar o problema de quem vota em candidatos não eleitos e ficam sem representante; 5. qual a melhor forma de diminuir a representação de corporações, etc. O voto proporcional é personalista, cria disputa dentro dos partidos e dá vantagem aos que dispõem de poder econômico, representam corporações ou têm forte presença na mídia. O voto em lista reforça as cúpulas partidárias e pode fortalecer os partidos, mas limita o acesso e a cobrança dos eleitores. No voto distrital
A consulta à população deve definir a forma de escolha da representação política desejada pela maioria dos eleitores.
os membros do legislativo têm maior independência do poder econômico e das corporações, pois dependem dos votos dos eleitores de sua região e não de grandes recursos, mas tendem a ser mais focados nos interesses específicos de seus distritos. A melhor solução parece ser o modelo alemão, do voto distrital misto, que soma as vantagens da lista com as da representação distrital. Mas quem deve decidir são os eleitores e não o Congresso. ambém é importante alterar outras distorções existentes. Uma é a nãoproporcionalidade entre as vagas e os eleitores dos diferentes estados no nível federal, pela qual há oito estados de menor população super representados. Outra é a coincidência das eleições para o Executivo e para o Legislativo no mesmo ano, que concentra as atenções nos candidatos à presidência e governo estadual, dificulta a divulgação dos candidatos ao legislativo e eleva o desconhecimento do eleitor.
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a legislatura passada o deputado Raul Jungmann, do PPS-PE, propôs um plebiscito junto com a votação do 1º turno com a seguinte pergunta: "O Congresso Nacional deve aprovar uma reforma política que promova maior transparência, controle social e o combate efetivo à corrupção?". Se a maioria respondesse sim, o Congresso deveria votar e aprovar uma reforma política até o fim da legislatura, discutindo os projetos existentes até chegar a uma decisão. O projeto não andou, e pode voltar a ser objeto de discussão e aprovação, ou mudado para uma consulta mais ampla. Separação dos poderes, orçamento impositivo , plebiscitos e referendos em conjunto com eleições, escolha do candidato por meio de prévias, voto distrital misto, descentralização administrativa e financeira, e diferentes políticas para diferentes estados são algumas ideias para a reforma.
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MARIO ERNESTO HUMBERG É COORDENADOR DO PNBEPENSAMENTO NACIONAL DAS BASES EMPRESARIAIS E PRESIDENTE DA CL-A COMUNICAÇÕES
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quarta-feira, 10 de agosto de 2011
10 de Agosto
N São Lourenço
o ano 258, quando os cristãos sofriam sob a perseguição do imperador Valeriano, os pagãos exigiram de Lourenço, o arcediácono do Papa Xisto II, o tesouro da Igreja; ao apresentar um grande número de viúvas e pobres dizendo ser esse o tesouro da Igreja, foi martirizado por seus perseguidores.
Solução
P F I G L C U F L U A T E D I A A MU U A L C H E B E L R A
B E I R C O D O D E S G A P
L E L C O A I S A E Q U U E L E F I
T O A R G T A
A
L
C F N E U R I N H A N T A Z A L M E S C O L
4 -.GERAL
Por: José Nassif Neto Medicamento para evitar gravidez.
O firmamento. Gal Costa, cantora.
Estampa colorida para álbum de coleção. Ter origem; emanar.
Símbolo do A Capital nitrogênio. do Rio Grande (quím.) do Norte.
Derradeiro.
Boca das aves.
'Ele', em alemão.
Argola de corrente.
Qualidade do que é lindo. Embarcação de esporte radical.
Sensação de vazio.
Fico aborrecido.
Parte de um endereço eletrônico. Reproduz material gravado nele.
Símbolo do carbono. (quím.)
Mecânica. (abrev.) Maior astro do sistema solar. Pertencente a ele.
Urânio, Poesia de símbolo estrofes químico. simétricas. Vogais de padre.
Maior mamífero dos servídeos.
Aposento do detento.
Folha-de flandres. Planta forrageira.
Que pessoa.
Regra social.
Saudável. Natural da Bélgica.
Colocar estampilha na carta. Flúor, símbolo químico.
Gênero de música popular.
Símbolo de tempo. (física)
Fixa o olhar.
(382) 2-er; sã; 3-ode; céu; rap; 4-orga 5-disco; tédio; belga.
A nota sol na notação alfabética.
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quarta-feira, 10 de agosto de 2011
5 A FESTA ACABOU Em dois meses, a PF descobre uma quadrilha que agia no Turismo.
olítica
No check-in da PF, 35 vão para a cadeia
A
P o l í c i a F e d e r a l tauração de inquérito. "As proprendeu ontem, vas contra eles são robustas", durante a chama- explicou o diretor executivo da da Operação Vou- Polícia Federal, delegado Paucher, o número 2 do Ministério lo de Tarso Teixeira. Eles ficado Turismo, o secretário-exe- rão à disposição da Justiça na cutivo Frederico Silva da Cos- carceragem da PF no Amapá, ta, de um total de 38 pessoas onde o inquérito corre em seacusadas de envolvimento nu- gredo de Justiça. Na hora H – Teixeira confirma quadrilha especializada em desvio de dinheiro público. mou que a presidente Dilma Indicado pelo PMDB, Costa Rousseff não foi informada previ amen te ocupa cargos da operação e de direção no só ficou sabenministério do de que d e s d e o p r imembros do meiro goverseu governo no de Luiz Ináseriam presos cio Lula da Silprisões foram na manhã de va. Entre os decretas pela Justiça ontem depois demais presos q u e o s p o l iestão o ex-deFederal, das quais 19 ciais já ocupaputado fedepreventivas e 19 vam os ender a l p e l o PMDB-BA, temporárias, além de reços dos alColbert Mar7 mandados de busca vos. O diretor explicou que a tins da Silva e apreensão. PF tem o dever Filho, secretáde preservar o rio nacional de sigilo operaProgramas de Desenvolvimento do Turismo, cional e cometeria crime de apadrinhado pelo ex-deputa- prevaricação se vazasse infordo peemedebista Geddel Viei- mações para quem quer que ra Lima, e Mário Moyses, ex- seja, mesmo para a autoridade secretário-executivo da pasta e máxima do País. A operação, batizada de ex-presidente da Empresa Brasileira de Turismo (Embratur), Voucher em referência a um petista ligado à senadora Mar- c o n h e c i d o d o c u m e n t o d e ta Suplicy, que comandou a compensação turística, foi iniciada em abril, a partir de depasta em 2007. Os três tiveram prisão pre- núncia do Tribunal de Contas ventiva, com duração mais da União (TCU), que enconlonga, de 30 dias prorrogáveis trou indícios flagrantes de pelo tempo necessário à ins- fraude num convênio de R$ 4,4
E O DINHEIRO? O desvio chega a R$ 3 milhões de um convênio. Falta apurar os outros.
A lista envolve seis funcionários do Ministério do Turismo, três dos quais do alto escalão que estariam envolvidos com uma quadrilha especializada em desvio de dinheiro público, cerca de R$ 3 milhões. Das 38 prisões decretadas, a Polícia Federal já cumpriu 35. Os três restantes continuavam sendo procurados. As investigações começaram há dois meses.
Pedro Ladeira/Frame/AE
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Frederico Silva da Costa, o número 2 do Turismo, sai do ministério para a prisão. As provas contra ele, segundo a Polícia Federal, são robustas.
milhões entre o Ministério e o Instituto Brasileiro de Infraestrutura Sustentável (Ibrasi), empresa sem fins lucrativos. O diretor executivo do Instituto, Luiz Gustavo Machado, é um dos presos. Em sua casa foram apreendidos documentos e R$ 610 mil em dinheiro. A PF apurou que a empresa não fez
sua contrapartida e a quadrilha desviou dois terços do dinheiro enviado pelo Ministério, cerca de R$ 3 milhões. Os recursos desse convênio vieram de emenda parlamentar da deputada Fátima Pelaes (PMDB-AP). A PF apurou que outros repasses têm indícios de fraude e serão investigados
futuramente. Sobre a deputada não há suspeitas. O ministro Pedro Novais não foi investigado nesta fase, mas a PF não descarta que possa ser chamado a dar explica-
ções no futuro. Embora as fraudes tenham ocorrido em gestões anteriores, Novais manteve os seis servidores presos e até promoveu Costa ao posto de seu braço direito, o 2. (AE)
Mais detalhes da Operação Voucher nas páginas 5, 6 e 7.
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Nesse episódio (prisões no Turismo), o PMDB não responsabiliza o governo. Henrique Eduardo Alves (RN), líder do PMDB na Câmara
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OPERAÇÃO VOUCHER
Um convênio para fraudar o ministério Não há outra explicação para o procurador da República no Amapá, Celso Leal, que pediu a prisão de todos os envolvidos no caso.
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Wilson Dias/ABr - 06/10/2011
esquema de desvio de recursos do Ministério do Turismo investigado pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela Polícia Federal podem ter causado prejuízo de cerca de R$ 4 milhões aos cofres públicos. No total, o ministério já repassou nos últimos dois anos R$ 15,9 milhões por quatro convênios diferentes. A conta é do procurador da República no Amapá, Celso Leal, e o valor é relativo ao dinheiro liberado por meio de emenda parlamentar para um convênio firmado pelo ministério, em 2009, com o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento de Infraestrutura Sustentável (Ibrasi). Convênio que Leal classifica como "uma grande fraude para desviar dinheiro do ministério". Sem disfarces – As investigações, que começaram a partir de irregularidades constatadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), indicam que o Ibrasi, uma organização sem fins lucrativos com sede em São Paulo, jamais realizou os cursos de qualificação profissional previstos no convênio. Voltado a profissionais de tu-
O convênio assinado em 2009 foi uma grande fraude para desviar dinheiro do Ministério do Turismo. CELSO LEAL, PROCURADOR
rismo, o treinamento deveria ocorrer no Amapá. De acordo com a PF, não bastasse o convênio ter sido realizado sem licitação, o Ibrasi não teria condições técnico-operacionais para executar o serviço previsto. Além disso, entre outras irregularidades, há indícios de que o ministério não tenha fiscalizado, ou o tenha feito de forma insatisfatória, a execução do convênio, de que documentos comprovando as despesas tenham sido fraudados e que o pagamento tenha sido antecipado sem qualquer necessidade. Manipulação – "As prisões estão fundamentadas basicamente no desvio de verbas, ou
SECRETARIA DA SAÚDE COORDENADORIA REGIONAL DE SAÚDE SUL EDITAL DE PREGÃO nº 018/2011-CRS/SUL PROCESSO ADMINISTRATIVO nº 2011-0.165.364-3 MODALIDADE: PREGÃO PRESENCIAL OBJETO: Contratação de empresa especializada no fornecimento de nutrição transportada para as unidades de saúde, pertencentes à Coordenadoria Regional de Saúde Sul, constantes no anexo I. TIPO: MENOR PREÇO GLOBAL MENSAL ENTREGA DAS PROPOSTAS: 24/08/2011, às 14:00 horas ABERTURA DOS ENVELOPES: 24/08/2011, às 14:30 horas LOCAL: Rua Fernandes Moreira, nº 1.470 - térreo - auditório - Chácara Santo Antonio - São Paulo - SP.
seja, no pagamento pela execução de um convênio que não foi executado, mesmo com a liberação do dinheiro", reafirmou. Segundo Leal, as prisões foram decretadas a fim de manter a investigação criminal. "Durante o trabalho da PF, notamos uma dificuldade porque os investigados tentavam manipular as investigação", contou. "Outro fundamento foi a manutenção da ordem pública para evitar que crimes semelhantes fossem cometidos pelas mesmas pessoas". Para perpetrar as fraudes, o Ibrasi usava um cadastro de empresas cúmplices, algumas fictícias e outras sem registro, mas dentro do esquema. Essas apresentavam preços bem acima para que o instituto sempre ganhasse o serviço. A partir daí, os projetos não eram executados ou tinham realizada apenas uma parte simbólica para mascarar a prestação de contas. A PF fez o rastreamento do dinheiro e levantou provas de que a parte desviada foi partilhada entre os integrantes da quadrilha. Duas semanas – O procurador prevê que a operação policial será encerrada em duas semanas. "As investigações estão adiantadas e esperamos que, com o depoimento das 38 pessoas, o que deve acontecer no mais tardar na próxima semana, as investigações da PF sejam concluídas e o Ministério Público possa propor as necessárias ações penais e de improbidade administrativa". Os acusados deverão responder pelos crimes de corrupção, fraude em licitação, estelionato, quadrilha, falsidade ideológica e peculato. (Agências)
SECRETARIA DE TRANSPORTES AVISO DE CHAMAMENTO PÚBLICO SMT/002/2011 O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE TRANSPORTES NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES LEGAIS, TORNA PÚBLICO PARA CONHECIMENTO DE QUANTOS POSSA INTERESSAR QUE SE ENCONTRA ABERTO PRAZO PARA APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS DE EMPRESAS EM PRESTAR O SERVIÇO DE CITY TOUR OFICIAL DA CIDADE DE SÃO PAULO. FINALIDADE - PROSPECÇÃO DE MERCADO PARA CONHECIMENTO DE POSSÍVEIS PRESTADORES DE SERVIÇO. INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES - COM RAQUEL VETTORI - FONE 2226-0625 OU EMAIL - projetosturisticos@spturis.com PRAZO PARA APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS - 30 DIAS CONTADOS DA PUBLICAÇÃO DESTE CHAMAMENTO.
SECRETARIA DE COORDENAÇÃO DAS SUBPREFEITURAS SUBPREFEITURA DE ARICANDUVA/FORMOSA/CARRÃO ASSESSORIA JURÍDICA COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO TOMADA DE PREÇOS Nº 03CPL/SP-AF/2011 PROCESSO Nº: 2011-0.016.031-7 OBJETO: CONTRATAÇÃO PARA EXECUÇÃO DE OBRAS DE CONTENÇÃO E RETALUDAMENTO DA MARGEM ESQUERDA DO CÓRREGO IPIRANGUINHA, NO TRECHO APROXIMADO DA RUA ASSIS VASCONCELOS ATÉ A AVENIDA CIPRIANO RODRIGUES, SOB JURISDIÇÃO DESTA SUBPREFEITURA. A SUBPREFEITURA ARICANDUVA/CARRÃO/FORMOSA da Prefeitura da Cidade de São Paulo TORNA PÚBLICO, para conhecimento de quantos possam se interessar, que realizará licitação na modalidade TOMADA DE PREÇOS, do tipo menor preço global, no regime de empreitada por preço unitário, regida pelas Leis Municipais nºs 13.278/02 e 14.145/06 e Decreto nº 44.279/03, normas gerais da Lei Federal nº 8.666/93 e demais normas pertinentes, consoante às especificações e regras que se seguem. O edital e seus anexos poderão ser retirados mediante a entrega de 1 (um) CD Rom novo, formatado, na Sessão de Licitação, situada na Rua Eponina nº 82 - Aricanduva, nesta Capital, das 9:00 às 17:00 horas ou através da Internet pelo site http://e-negocioscidadesp.prefeitura. sp.gov.br, sem outros custos. O extrato da referida licitação encontra-se afixado no saguão de entrada da SUBPREFEITURA ARICANDUVA/FORMOSA. Os envelopes nº 01 “PROPOSTA” e nº 02 “HABILITAÇÃO”, bem como o Credenciamento - Anexo V, Declaração de que atende a todas as condições de habilitação exigidas no certame Anexo VI, Declaração de Elaboração Independente de Proposta ANEXO XVIII e Certificado de Registro Cadastral, que deverão necessariamente ser anexados na face externa do envelope nº 01 - da proposta, e entregues no Setor de Licitações da Subprefeitura Aricanduva/Formosa/Carrão, situada à Rua Eponina nº 82, no dia 25/AGOSTO/2011, das 6:45 às 7:45 horas, sendo que a SESSÃO DE ABERTURA será realizada na Sala de Licitações, no mesmo endereço, às 08:00 horas do mesmo dia.
SECRETARIA DA SAÚDE DIVISÃO TÉCNICA DE SUPRIMENTOS - SMS.3 ABERTURA DE LICITAÇÕES Encontram-se abertos no Gabinete: PREGÃO PRESENCIAL 258/2011-SMS.G, processo 2011-0.202.944-7, destinado ao registro de preço para FILME RADIOLÓGICO OCLUSAL, para a Divisão Técnica de Suprimentos - SMS.3/Grupo Técnico de Compras/Área Técnica de Material Odontológico, do tipo menor preço. A abertura da sessão pública de pregão ocorrerá às 10 horas do dia 22 de agosto de 2011, a cargo da 4ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. PREGÃO PRESENCIAL 235/2011-SMS.G, processo 2011-0.178.357-1, destinado ao registro de preço para BROCAS CARBIDE, para a Divisão Técnica de Suprimentos - SMS.3/Grupo Técnico de Compras/Área Técnica de Material Odontológico, do tipo menor preço. A abertura da sessão pública de pregão ocorrerá às 9h30min do dia 29 de agosto de 2011, a cargo da 4ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. RETIRADA DE EDITAL O edital do pregão acima poderá ser consultado e/ou obtido nos endereços: http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br, ou, no gabinete da Secretaria Municipal de Saúde, na Rua General Jardim, 36 - 3º andar - Vila Buarque - São Paulo/SP - CEP 01223-010, mediante o recolhimento de taxa referente aos custos de reprografia do edital, através do DAMSP, Documento de Arrecadação do Município de São Paulo. DOCUMENTAÇÃO - PREGÃO PRESENCIAL Os documentos referentes ao credenciamento, os envelopes contendo as propostas comerciais e os documentos de habilitação das empresas interessadas, deverão ser entregues diretamente ao pregoeiro, no momento da abertura da sessão pública de pregão.
Mário Moyses, petista ligado a Marta Suplicy, teria assinado o convênio com o Ibrasi em 2009. Marcelo Brant/Ag. Câmara
Colbert Martins, indicação do PMDB da Bahia, está no ministério desde março de 2011.
Gleisi tranquiliza ministro Chefe da Casa Civil telefonou para o ministro do Turismo para dizer que, no governo, nada aponta para ele
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ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, conversou ontem à tarde com o ministro do Turismo, Pedro Novais, sobre a prisão das 38 pessoas pela Operação Voucher da Polícia Federal (PF) que investiga denúncias de desvio de verbas públicas na pasta. O dinheiro estaria sendo desviado por meio de emendas parlamentares destinadas a convênios com organizações públicas e privadas para qualificação profissional. A ministra manifestou a Novaes que, para o governo, não há nada que aponte para a participação do ministro nas irregularidades. A assessoria da Casa Civil informou que Pedro Novais está, juntamente com outros órgãos do governo, buscando explicações para o problema. Na conversa, Novaes garantiu que "está se empenhando" em esclarecer o que ocorreu na pasta. As denúncias são anteriores à sua gestão no Turismo, disse. O Planalto negou oficialmente que Dilma convocou ou mesmo que tenha pedido para que Novais retorne a Brasília. Desdobramentos – O ministro passou a tarde de ontem discutindo com a equipe técnica e assessores os desdobramentos da Operação Voucher. De acordo com a assessoria do ministério do Turismo, Novais desistiu de participar mais da reunião do Grupo Executivo da Copa 2014, prevista para ocorrer em Brasília, às 15h. Negativo – Numa tentativa de também tranquilizar aliados, o líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP), negou que o governo Dilma seja responsável pela Operação Voucher. Em almoço com líderes da
Renato Araújo/EBc
Sem problema: segundo Gleisi, Frederico Costa (à esquerda) pode estar implicado, mas Pedro Novais, não.
base aliada, Teixeira alegou que o processo corria em sigilo e lembrou que até um "companheiro do partido" – Mário Moyses, que é ex-assessor da senadora Marta Suplicy (SP) – entrou na lista de prisões preventivas decretadas. Segundo ele, é preciso "verificar se houve abuso judicial". "Não há responsabilidade do governo nisso, nem nos outros casos levantados pela imprensa", alegou Teixeira, para minimizar a reação na base. "Nesse episódio, o PMDB não responsabiliza o governo", disse o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN). Presente à reunião como vice-líder do governo, o deputado Luciano de Castro (PR-RR)
Não há responsabilidade do governo nisso, nem nos outros casos levantados pela imprensa. PAULO TEIXEIRA, LÍDER DO PT NA CÂMARA protestou, mais uma vez, contra o tratamento dispensado ao PR em comparação aos demais aliados. "A diferença é que amanhã o PT e o PMDB continuam com cargos no governo. O PR, não", reclamou ele, numa menção ao processo de demissão no Mi-
nistério dos Transportes. Ainda segundo participantes, Castro afirmou que não foi apresentada prova no caso dos Transportes. Mas, nos outros casos, sim. Defesa – A ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, defendeu ontem o colega do Turismo, Pedro Novais, mas ressalvou que o governo não será complacente com quem tiver cometido crime. "Se houver algum abuso, não haverá complacência". Ao defender Novais, ela destacou que a operação investiga um convênio de 2009. "O convênio base da investigação é de 2009. Portanto, o ministro Pedro Novais não teria participação nesse convênio", defendeu ela. (Agências)
p Deputada do Amapá foi a autora das emendas DIÁRIO DO COMÉRCIO
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Por ter atendido os critérios técnicos do Ministério, a emenda foi empenhada e o convênio (com o Ibrasi) firmado. Deputada Fátima Pelas (PMDB-AP), em nota distribuída ontem.
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Fátima Pelaes (PMDB-AP) fez a indicação da emenda para convênio com o Ibrasi, que nunca foi executado Saulo Cruz/Agência Sâmara
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deputada Fátima Pelaes (PMDB-AP) foi a autora das duas emendas – uma de R$ 4 milhões e outra de R$ 5 milhões – que favoreceram o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento de Infraestrutura Sustentável (Ibrasi) nos contratos com o Ministério do Turismo para capacitação profissional no Amapá. Segundo documentos obtidos pelo jornal O Estado de S. Paulo, a deputada Fátima Pelaes enviou, no dia 12 de novembro de 2009, um ofício ao então ministro do Turismo, Luiz Eduardo Pereira Barreto Filho, em que indicava uma emenda parlamentar dela no valor de R$ 4 milhões para o Ibrasi. No mês seguinte, no dia 21 de dezembro daquele ano, o Ministério do Turismo assinou o convênio no valor de R$ 4,4 milhões com a entidade, sendo R$ 4 milhões dos cofres do governo (fruto da emenda da deputada) e o restante como contrapartida do Ibrasi. Esse foi o contrato alvo da operação da Polícia Federal, ontem. Segundo a investigação, o convênio simplesmente não foi executado e o dinheiro foi desviado. O ofício da deputada está no processo do convênio. O contrato foi assinado por Mário Augusto Lopes Moysés, então secretário-executivo do ministério e que foi preso ontem. No dia 30 de junho do ano passado, um novo ofício da de-
Só indicação: Fátima Pelaes diz que apresentou emendas mas não acompanhou trabalhos.
putada Fátima Pelaes solicitava a destinação de uma outra emenda dela, agora de R$ 5 milhões, para o Ibrasi. Meses depois, no dia 15 de setembro, o ministério assinou convênio no mesmo valor com a entidade para "Implantação de processos participativos para Fortalecimento da Cadeia Produtiva de Turismo do Estado do Amapá". Este contrato foi assinado por Frederico Silva da Costa, atual secretário-executivo do ministério e que também foi preso durante a Operação Vaucher, desencadeada pela Polícia Federal. A operação foi executada no
Não sou responsável pela liberação, pagamento, execução e fiscalização do convênio. FÁTIMA PELAES Amapá, em São Paulo e no Distrito Federal e levou à decretação de 38 mandados de prisão, dos quais 35 foram cumpridos, ontem (veja em detalhes nas páginas 5 e 6).
Na época, em que foi assinado o convênio, Frederico Silva da Costa era secretário Nacional de Programas de Desenvolvimento do Turismo. Em nota divulgada ontem, a deputada Fátima Pelaes disse que não pode se responsabilizar pela execução do contrato. "Não sou responsável pela liberação, pagamento, execução e fiscalização do convênio entre o órgão público e a entidade, para implementação do objeto da referida emenda, cabendo estas ações aos órgãos responsáveis". "Em virtude de o Amapá e vários municípios, na época, estarem inadimplentes e bus-
cando a realização do projeto de qualificação, indiquei o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Infraestrutura Sustentável (Ibrasi) que já desenvolvia outros projetos semelhantes na área de turismo. Por ter atendido os critérios técnicos do Ministério, a emenda foi empenhada e o convênio firmado". Segundo a Polícia Federal, o envolvimento da deputada no esquema ainda não foi comprovado – ela apenas teria, no caso, apresentado as emendas
e não teria acompanhado a execução do convênio. Mais um – Um terceiro contrato foi assinado pelo Ministério do Turismo no valor de R$ 6,9 milhões com o Ibrasi em 2009 para "Desenvolver metodologia para realização de pesquisas e promover a sua aplicação no que tange ao estudo e diagnóstico nos terminais portuários dos passageiros no litoral brasileiro". Neste convênio, a princípio, não aparece emenda parlamentar. (AE)
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Não tenho parente algum nomeado em nenhum escalão do governo. Wagner Rossi (PMDB), ministro da Agricultura
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Chalita em julgamento por uso de máquina pública em 2010 Victória Brotto
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Tribunal Regional Eleitoral do Estado de São Paulo (TRESP) iniciou ontem o julgamento de ação para decidir se a realização de homenagem a um candidato em imóvel público caracteriza o uso da máquina administrativa, proibida por lei. O caso envolve o então candidato à Câmara dos Deputados, Gabriel Chalita (PMDB), hoje deputado por São Paulo. No início da votação, o juiz Jeferson Moreira de Carvalho pediu vistas, após o relator Paulo Galizia, julgar a ação improcedente e inocentar os acusados. A audiência do caso será retomada a critério do juiz Carvalho, quando definir seu voto. Mais quatro juízes votarão e, em seguida, o presidente da instituição, desembargador Walter de Almeida. Ambas as partes poderão recorrer da sentença junto ao Tribunal. O caso – Em 27 de agosto de 2010, o município de Cachoeira Paulista promoveu, em auditór io municipal, evento comemorativo aos cinco anos do programa Escola da Família. O prefeito Fabiano Chalita e o secretário de Educação da cidade, Rubens Lopes, organizaram a comemoração em homenagem ao então candidato e primo do prefeito, Chalita, criador do programa quando secretário da Educação do estado.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
A Promotoria Regional Eleitoral do Estado de São Paulo (PRE-SP) entrou com ação contra o prefeito, o secretário e o deputado federal, sob alegação de que a homenagem a Chalita teve caráter eleitoral ilegal. O uso da máquina pública, o auditório, para fins eleitorais, é proibido pelo artigo 73 da Lei 9.504/97. Vídeo – Na audiência presidida pelo desembargador Walter de Almeida Guilherme, presidente do TRE-SP, a Procuradoria, representada pelo procurador substituto André de Carvalho Ramos, baseou sua acusação em vídeo na internet, que mostra o prefeito de Cachoeira Paulista e o secretário de Educação no auditório pedindo votos e apoiando Chalita. O advogado de defesa de Chalita, Gabriel Amorim Campos da Silva, questionou a procedência do vídeo, afirmou que foi veiculado no site YouTube por "qualquer pessoa" e que não foi usado pelo deputado em campanha. Segundo ele, em momento algum aparecem carros com adesivos, ou pessoas com camisetas de propaganda do candidato. Para a Promotoria, Gabriel Chalita cometeu "propaganda dissimulada" e deve ser multado. Se o Tribunal Regional Eleitoral de SP confirmar uso da máquina pública em campanha, os réus poderão pagar multa entre R$ 5 mil e R$ 100 mil, a critério da Corte.
Rossi vai ao Senado, 'mais firme que rocha' Questionado por governistas sobre denúncias como o lobista Júlio Fróes, ministro diz que está sólido no cargo
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ministro da Agricultura, Wagner R o s s i , d a r á a udiência pública na Comissão de Agricultura do Senado, hoje, às 12h. Ele foi convidado pelos partidos aliados da base do governo, depois que o líder do PSDB, senador Alvaro Dias (PR), apresentou um requerimento convocando-o para falar de irregularidades na Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Ontem, o ministro anunciou que as denúncias contra ele não o abalam e que está "mais firme do que uma rocha". Rossi falou na quarta-feira passada na Comissão de Agricultura da Câmara e foi elogiado por deputados da base. A expectativa do governo era de que o seu depoimento no Senado repetisse essa imagem positiva. Mas a demissão, no final de semana, do secretário-executivo Milton Ortolan, homem da sua confiança, por suspeita de envolvimento na cobrança de propina nos contratos da pasta, mudou a situação. Hoje, espera-se que até mesmo senadores governistas o questionem sobre as denúncias publicadas pela Veja. A revista cita o caso do lobista Júlio Fróes, que despachava num gabinete do ministério e o caso de empresas que teriam denunciado a cobrança de propina. Rossi nega conhecer o lobista. Afirma que ele não tem sala exclusiva no ministério, como aponta a edição de Veja.
Sergio Lima/Folhapress - 08/08/2011
Rossi depõe hoje: 'Embora não haja irregularidade grave no ministério, mudanças são bem-vindas'.
Ontem, blogs e sites na internet lembravam que, há 19 anos, Júlio Fróes era preso por tráfico de drogas. Em 1992, estampava jornais do Ceará ao ser preso pela Polícia Federal no Aeroporto de Fortaleza. Na ocasião, carregava meio quilo de cocaína na mala. Foi transferido para o presídio de Contagem, em Minas Gerais, onde cumpriu pena por três anos. Na época, Fróes usava outro nome: César Fialho. Turismo – Sobre a operação da Polícia Federal no Ministério do Turismo, Rossi disse ter "certeza de que as coisas nesse ministério, que é conduzido por uma pessoa muito íntegra, que é o ministro Pedro Novais, serão esclarecidas da mesma
O ministério (do Turismo) é conduzido por uma pessoa muito íntegra, que é o ministro Pedro Novais. WAGNER ROSSI forma que esclarecemos aqui, na Agricultura". Segundo ele, não há conspiração contra seu partido. "Tenho certeza que não há movimento articulado, nem teoria conspiratória que queira derrubar este ou aquele partido".
Mudanças – O ministro repetiu que as denúncias não representam uma crise política e que estuda mudanças para melhorar a atuação da pasta. "A presidente Dilma é muito severa e, embora não haja nenhuma irregularidade grave em nenhum órgão do ministério, claro que mudanças para melhorar são possíveis". Sobre parentes no governo, apoia. "Se a pessoa é competente, não a credencia nem descredencia ser parente de quem quer que seja", opina. "Quero declarar que não tenho nenhum parente nomeado em nenhum escalão do governo, mas respeito o direito de quem quiser indicar pessoas qualificadas". (Agências)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
LÍBIA Governo diz que bombardeio matou 85 civis perto de Zlitan; Otan nega.
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IÊMEN Saleh promete voltar ao país; EUA pedem que ele siga na Arábia Saudita. Nick Ansell/EFE
Reuters
Bombeiros apagam fogo em centro de distribuição da Sony em Londres. Devido ao grande número de incêndios, pode faltar água na cidade.
O prefeito de Londres ajuda na limpeza em Clapham Junction
Toby Melville/Reuters
Dia de faxina em Londres. E pânico no norte do país. A capital britânica tenta voltar à normalidade com o reforço de 16 mil policiais. Mas a violência continua em outras cidades.
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Inglaterra viveu na noite de ontem a quarta madrugada consecutiva de tumultos, saques, incêndios e choques entre a polícia e jovens de periferia nas principais cidades. Londres permaneceu em alerta com 16 mil policiais pelas ruas – 10 mil a mais que na noite anterior –, enquanto os distúrbios se estenderam ao norte para cidades como Manchester e Birmingham. Os primeiros focos de violência na noite de ontem aconteceram em cidades da periferia de B i r m i n g h a m , c o m o We s t Bromwich e Wolverhampton, e de Manchester, como Salford. O centro de Manchester também testemunhou o confronto de quase 2 mil jovens com a polícia, além de saques e incêndios de lojas, o que provocou a paralisação do serviço do bonde. Em Birmingham, segunda cidade mais populosa do país, houve distúrbios pelo segundo dia consecutivo, com grupos de jovens assaltando lojas e enfrentando a polícia.
Moradores observam veículos incendiados sendo removidos em Ealing, no oeste da capital britânica.
Já Nottingham, no centro do país, teve uma delegacia incendiada por um grupo de aproximadamente 30 jovens. Com o reforço policial, Londres viveu uma noite de calma mas tensão, em contraste com a noite anterior, quando 6 mil agentes não puderam evitar uma série de saques e incêndios por toda a cidade. Ataques pontuais aconteceram em bairros centrais, como Notting Hill e Camden Town. Em Clapham Junction, Ealing, Hackney e Walthamstow, nas imediações da capital, prédios foram destruídos e saqueados. A Sony disse que um incêndio atingiu seu centro de distribuição perto de Enfield, no norte da cidade, danificando DVDs e outros produtos. A polícia de Londres já deteve 685 pessoas. Um homem de 26 anos morreu baleado em Croydon, na zona sul. Foi a primeira vítima fatal dos distúrbios. Tensão - Durante todo o dia, os londrinos mostravam um misto de indignação e medo de uma nova onda de ataques.
Lojas nas zonas norte e sul fecharam mais cedo por temor de saques, funcionários foram dispensados e muitas pessoas preferiram ficar em casa. Outras pessoas decidiram reagir à violência de forma pacífica. Reunidos em "brigadas", moradores das regiões atingidas pelos distúrbios foram às ruas armados de vassouras, baldes e sacos de lixo para "limpar a bagunça" e retomar a vida normal. Muitos estavam indignados e cobraram as autoridades e a polícia, que foi incapaz de impedir a violência cometida por jovens, que começou no sábado. O prefeito de Londres, Boris Johnson, que interrompeu suas férias, ouviu aplausos e gritos para renunciar enquanto visitava Clapham Junction, no sul, onde vitrines foram destruídas, lojas saqueadas e um prédio incendiado na segunda-feira. "Onde estava a polícia?", gritavam os moradores. Segundo eles, a violência durou duas horas e só no final apareceram alguns policiais. O vice-pre-
Extrema direita vai às ruas para 'deter' tumultos
O Saqueadores levam produtos eletrônicos de loja em Birmingham
miê britânico, Nick Clegg, foi vaiado em Birmingham. O primeiro-ministro David Cameron, que também interrompeu as férias e voltou a Londres, convocou o Parlamento para uma sessão extraordinária hoje e insistiu que os "criminosos responsáveis pela violência serão presos e processados". Inocência - As críticas à atuação de Cameron e da polícia aumentaram ontem depois que a
corregedoria da polícia britânica informou que Mark Duggan, o suposto traficante morto pela polícia em Tottenham no sábado, ocasionando as primeiras revoltas, não havia atirado nos agentes, conforme a versão dos policiais. "Não há evidências de que a arma encontrada na cena do crime tenha sido de fato disparada", afirmou Rachel Cerfontyne, a investigadora da corregedoria. (Agências)
líder de um grupo britânico de extrema direita anunciou ontem que mil integrantes de sua organização sairão às ruas com a intenção de "deter" os distúrbios que tomaram conta de várias cidades inglesas. Stephen Lennon, líder da Liga da Defesa Inglesa, disse à Associated Press sairia às ruas de Luton, onde fica a sede do grupo, e outras partes do país afetadas pelos tumultos. "Nós vamos acabar com os distúrbios. A polícia obviamente não tem capacidade de lidar com isso", disse Lennon. O grupo foi recentemente mencionado como uma das inspirações de Anders Behring Breivik, o autor confesso do duplo ataque na Noruega em 22 de julho. (AE)
Divulgação/AFP
A difícil tarefa de convencer Assad a aceitar a paz
Hector Retamal/AFP
Podia ser na Inglaterra. Mas é no Chile.
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presidente da Síria, Bashar al-Assad, disse ontem que as forças do país continuarão a perseguir "grupos terroristas", depois que a Turquia o pressionou a pôr fim a uma operação militar destinada a reprimir protestos contra o seu governo. Hoje, é a vez de diplomatas do Brasil, Índia e África do Sul (grupo Ibas) tentarem convencer as autoridades sírias a abandonarem a violência contra os opositores. O regime sírio não demonstrou sinais de que vai reduzir a repressão, apesar do crescente isolamento diplomático do país. Ontem, o regime de Assad atacou a cidade de Deir elZour, no leste do país, e a cidade de Tibet al-Iman, logo ao norte de Hama, na Síria central. Pelo menos 24 pessoas, incluídas oito crianças, foram
Darren Staples/Reuters
D Assad (à esq.) diz ao turco Davutoglu que manterá luta contra 'terror'
mortas pelos soldados, segundo os ativistas. Durante seis horas de conversa com o chanceler turco, Ahmet Davutoglu, em Damasco, o ditador sírio afirmou que "não vai abrandar a perseguição aos grupos terroristas a fim de proteger a estabilidade do país e a segurança dos cidadãos". "Mas (a Síria) também está determinada a prosseguir com as reformas... e está aberta a qualquer oferta de ajuda por Estados amigos e irmãos", acrescentou Assad.
O ministro turco saiu da reunião com a impressão de um comprometimento sírio em adotar "passos concretos" para cessar a violência. "Nos próximos dias, veremos se as expectativas estão sendo atendidas", disse Davutoglu. Na manhã de hoje, o grupo Ibas vai se reunir com o chanceler sírio, Walid Muallem. A missão terá duas metas principais: "reiterar a preocupação com a violência" no país e "encorajar o governo a seguir com suas reformas". (Agências)
ezenas de milhares de estudantes e professores chilenos voltaram às ruas de Santiago, ontem, mantendo a pressão sobre o governo para que sejam promovidas mudanças no sistema educacional. A líder estudantil Camila Vallejos estimou que mais de 150 mil pessoas participaram, somadas as demonstrações em Santiago e em várias cidades do Chile. Já a polícia estima que 60 mil estudantes protestaram na capital ontem. Os protestos de ontem transcorriam pacificamente, mas, depois de algum tempo, houve choques entre manifestantes e policiais em diversos pontos da capital. Participantes dos protestos atiraram objetos em dire-
Manifestante lança sinalização de rua contra a polícia em Santiago
ção aos policiais, que usaram bombas de gás lacrimogêneo e canhões d'água para reprimir a multidão. Em meio aos distúrbios, pessoas mascaradas incendiaram carros e promoveram saques. A polícia chilena não divulgou até o momento cifras de detidos após os choques, mas a governadora da região de Santiago, Cecilia Perez,
disse que nove jovens haviam sido presos. Os líderes estudantis rejeitam uma reforma de 21 pontos proposta pelo governo. Uma das principais reivindicações é obrigar as universidades particulares a reinvestirem uma parcela maior de suas receitas, uma vez que a lei chilena as considera instituições sem fins lucrativos. (AE)
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quarta-feira, 10 de agosto de 2011 Rafael Andrade/Folhapress
SEQUESTRO A ÔNIBUS: 4 FERIDOS Passageiros viveram uma hora de terror a bordo de um ônibus no centro do Rio. Eles foram feitos reféns por 3 bandidos. No final, 2 foram presos e 1 fugiu. 4 pessoas ficaram feridas. Leia mais em www.dcomercio.com.br
idades
ACIDENTE Nove operários morreram ontem na queda de um elevador em uma obra, em Salvador.
Ó RBITA
CONTRAMÃO Um carro de valores precisou andar na contramão para fugir de criminosos em Holambra (SP).
Para psicólogo, multas não melhoram o trânsito
André Lessa/AE
Salomão Rabinovich aposta no exercício da cidadania para uma convivência civilizada nas ruas da cidade Geriane Oliveira
Patrícia Cruz/Luz - 21/01/2010
O COMÉRCIO FECHADO POR CAUSA DO LIXO
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oi lacrado ontem o primeiro estabelecimento a não cumprir a Lei dos Grandes Geradores de Lixo. A ação foi em um supermercado na Rua Brigadeiro Jordão, no Ipiranga, zona sul. O local foi reprovado três vezes consecutivas pela fiscalização e havia sido multado 17 vezes desde julho de 2009. O prefeito Gilberto Kassab esteve no local. A loja terá a suspensão de suas atividades por cinco
dias e será multada. Caso ela não contrate os serviços de uma coleta particular, receberá nova suspensão. As ações contra grandes geradores de lixo foram potencializadas a partir de novembro de 2010. Aqueles que não tiverem cadastro no Limpurb e gerarem mais de 200 litros de resíduos diários, e os prédios comerciais ou mistos (residenciais e comerciais) que geram mais de mil litros por dia, serão penalizados. (Agências)
Helio Torchi/AE
RESTAURANTE: NOVO ARRASTÃO NO MORUMBI
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m grupo de homens armados invadiu um restaurante no Morumbi, na zona sul de São Paulo, na noite de anteontem e levou bolsas, carteiras e celulares dos clientes, além de dinheiro do próprio estabelecimento. Entre as vítimas havia dois engenheiros alemães. Nenhum suspeito foi preso. Segundo informações da Polícia Militar, os criminosos invadiram o Fraga Restaurante, localizado na rua José Jannarelli, por volta
das 22h, e anunciaram o assalto. Seis clientes, que estavam na parte externa do restaurante contaram à polícia que foram abordados por três homens. Após o roubo, os criminosos fugiram levando o carro de um cliente, um Hyundai Santa Fé preto. Ao todo, foram roubados R$ 4.580 e US$ 320, além de uma quantia em euros e em liras turcas. Até ontem à noite nenhum suspeito tinha sido identificado. (Folhapress)
APAGÃO
SOFRIMENTO
U
m apagão deixou as regiões da Vila Mariana e do Paraíso, na zona sul, ontem à tarde. De acordo com a AES Eletropaulo, um fio partido na avenida Lins de Vasconcelos causou a interrupção. A energia só começou a ser restabelecida no início da noite. No dia 28 de julho, um apagão interrompeu o fornecimento de energia elétrica a 700 mil clientes das zonas oeste e sul de São Paulo. A falha durou cerca de uma hora. (Folhapress)
JOGADOR PRESO
O
Tribunal de Justiça de São Paulo negou ontem o pedido de habeas corpus do ex-jogador Zé Elias. Ele está preso desde o dia 21 de julho por não pagar a pensão alimentícia dos dois filhos por cerca de dois anos. Segundo a polícia, a dívida seria de cerca de R$ 1 milhão. A decisão, da 2ª Câmara de Direito Privado, foi por unanimidade dos três desembargadores. Com essa decisão judicial, o exjogador de 34 anos continuará preso. (AE)
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or dois dias, o hipopótamo fêmea Sininho, 10, quase não saiu da água e se recusou a comer. Nem mesmo a porção de ração, silagem, capim e alface, servida em pelo menos três momentos do dia, agradou o paladar do animal. Sininho está de luto por conta da morte, na semana passada, de sua mãe, Teteia, 53, a matriarca de uma família extensa de hipopótamos e um dos animais mais antigos do zoológico – chegou em 1964 ao local. (Folhapress)
trânsito, com todos seus problemas e mazelas, é assunto diário do psicólogo Salomão Rabinovich há 37 anos. Nesse sentido, ele criou o Centro de Psicologia Aplicada ao Trânsito (Cepat) e a Associação das Vítimas do Trânsito (Avitran). Apoiado nessa experiência, Rabinovich revela seu ceticismo sobre o esforço de a CET implantar o respeito dos motoristas às faixas de pedestres. "Se campanhas e multas resolvessem, hoje teríamos o melhor trânsito do mundo", diz ele. A cidadania no trânsito, no seu entendimento, é uma espinhosa questão cultural que o País precisa aprender a enfrentar.
Diário do Comércio - Qual é a sua avaliação sobre as novas medidas para o respeito às faixas de pedestres? Salomão Rabinovich - Não resolvem nem com multa. Ninguém respeita ninguém nem obedece a leis ou regras. Aqui o problema não é o trânsito, mas a agressividade das pessoas. Ou seja, é a falta de cidadania, um problema cultural e uma doença social gravíssima que mata e gera mais violência e parece não ter cura. As pessoas têm direitos, mas não cumprem seus deveres. Se não fosse assim, não haveria essa carnificina toda no trânsito, onde crianças e idosos são as maiores vítimas. Essa nova medida é como ter uma lei com fiscalização provisória até cair na impunidade por falta de aprendizado por parte da população e de fiscalização dos órgãos competentes. Se campanhas e multas resolvessem, hoje teríamos os melhores serviços e trânsito do mundo. Lei não resolve. DC - Mas deu certo em Brasília, que se transformou na capital modelo em educação de trânsito? Rabinovich - O brasileiro, em geral, não passa a ter atitudes cidadãs por causa de uma multa. Mata-se por causa
Rabinovich: "Se multa resolvesse, teríamos o melhor trânsito do mundo. Os que praticam a cidadania no trânsito ainda são minoria."
de uma latinha de cerveja, por sentir muito ciúme na vida familiar, no trabalho. E esse comportamento se reflete no trânsito. A sociedade é violenta e isso é fruto de muita impunidade. DC - Mas a obrigatoriedade do uso do cinto de segurança deu certo. O sr. não acha esse um bom exemplo? Rabinovich - Até pegou, mas caiu no mesmo caso das lombadas que, pela lei, precisam ter um aviso antes e multar depois. A nossa velha falta de fiscalização é o grande problema. Ela gera impunidade e, neste caso, para haver eficácia é necessário ter gente suficiente e preparada para dar os flagrantes e levar o processo de autuação adiante. Esse problema de falta de estrutura vem de anos, atravessando gerações e hoje as pessoas ainda continuam vivendo
sem respeitar o outro. O que ocorre é que se eu não dou um exemplo de respeito, ninguém vai me respeitar – e essa atitude começa pelas autoridades públicas. Os que praticam a cidadania no trânsito ainda são minoria. DC - Mas nem a longo prazo São Paulo pode chegar lá? Rabinovich - Um exemplo. Tome Nova York, que é uma cidade selvagem. Lá a lei só funciona porque o motorista faz o seguinte raciocínio: 'quando for pedestre, também quero ser respeitado'. Este pensamento torna-se cidadania na prática não porque todo mundo aderiu à causa do senso de responsabilidade, mas por sentir-se ameaçado. É o velho ditado: todo motorista é necessariamente um pedestre, mas nem todo pedestre é necessariamente um motorista.
DC - Então a mudança de mentalidade seria o caminho? Rabinovich - Sim, a ideia é fazer o condutor repensar sua postura e se perguntar como gostaria de ser tratado e como ele está tratando as pessoas. Esse é um caminho. Mas deve ser um processo muito bem encaminhado, muito bem estruturado para chegar ao resultado desejado, ainda correndo o risco de tudo continuar na situação de hoje. Nesse caso, só vai piorar. DC - Então qual seria a solução? Rabinovich - Há 20 anos tocamos nessa ferida, apontando soluções sem sermos ouvidos. Há dois anos fui contratado pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) para fazer uma consultoria visando a implantar um programa de convivência pacífica entre motoristas e pedestres. Começamos propondo um trabalho de inspeção veicular mecânica, que até hoje não saiu do papel. No meu entendimento, é preciso começar do zero, mexer nas estruturas e, principalmente, acabar com a impunidade para cessar toda essa agressividade e carnificina que existe no trânsito. André Vicente/Folhapress
ESGOTO IMPORTADO
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ma carga de lodo de esgoto descarregada ilegalmente no porto de Santos há dois meses foi enviada de volta à Bélgica anteontem. O navio MSC Antares, que trouxe inicialmente o esgoto, partiu com a carga com destino ao porto de Antuérpia, na Bélgica. O Ibama multou em R$ 60 mil a MSC e o terminal portuário Santos Brasil por terem importado ilegalmente o esgoto. (Folhapress)
MUITA IMPRUDÊNCIA – Ontem à tarde, na praça João Mendes, na região central de São Paulo, um pedestre usando uma bengala atravessou a avenida na faixa de segurança, mas com o sinal vermelho para ele. No segundo dia da campanha de proteção aos pedestres, iniciada na segunda-feira pela CET, desrespeito nas ruas da Capital. Em um mês, fiscalização será estendida à cidade toda.
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
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GABI Gabriele, que dá nome ao instituto, morreu atropelada em 2001.
setor
Fotos: Leandro Moraes/LUZ
Sinfônica Heliópolis no domingo
i a p Um s o h l i f 0 de 6
A
Sinfônica Heliópolis, grupo do Instituto Baccarelli, se apresenta domingo, às 11h, na Sala São Paulo, conduzida pelo m a e s t r o I s a a c K a r a b tchevsky. Esta é a quarta apresentação do ano, desta vez pela série Concertos Matinais, da Orquestra Sinfônica do Estado (Osesp). Estarão ao lado da orquestra cinco jovens solistas formados a partir do programa de ensino musical da instituição. Atualmente, a orquestra é composta por 90 músicos. O concerto terá entrada franca, mediante retirada de ingressos na bilheteria da Sala São Paulo, limitados a quatro por pessoa. A partir de cinco ingressos, será cobrado R$ 2 por cada um deles. Mais informações sobre ingressos podem ser obtidas pelo telefone (11) 3223-3966.
Jornalista e professor criou o Instituto Gabi, em homenagem à filha que perdeu, e atualmente atende 60 crianças e jovens com deficiências intelectuais moderadas
Kelly Ferreira
T
ransformar a dor de perder uma filha aos seis anos por imprudência de um motorista, que não respeitou o sinal vermelho, em um ato de soli- conseguiu deixar o trabalho do dariedade, não foi nada fácil instituto mais qualificado depara o jornalista e professor pois de alguns meses, numa universitário Francisco Sogari. casa maior e com e o trabalho Foi o doloroso atropelamento de psicólogos, fonoaudiólogos de Gabriele, em 2001, que o e terapeutas. Em menos de um motivou, ao lado da esposa, a ano, o novo local também ficou pedagoga Iracema, a fundar o pequeno. Em 2002, se mudaInstituto Gabriele Barreto So- ram para um prédio de três angari, o Instituto Gabi, na zona dares, onde funciona até hoje, e sul de São Paulo. Sogari se conseguiram ajuda do Poder t r a n s f o r m o u n o p a i d e 6 0 Público, por meio de convênio, crianças e adolescentes porta- o que possibilitou aumentar o dores de deficiências intelec- número de atendimentos. tuais moderadas. "Não somos apenas um lugar "Atravessamos uma verda- em que as crianças passam por deira encruzilhada. Ou me re- uma consulta e vão embora. No voltava ou tentava encarar o instituto elas desenvolvem atique aconteceu de outro modo. vidades durante três horas diáOptei por seguir outro cami- rias, de segunda à sexta, e recenho, aceitando o recado que bem cuidados nas áreas da saúDeus nos deu. Demos outro de, educação, cultura e orientasentindo para a nossa ç ã o f a m i l i a r. S ã o perda", disse Sogaatendimentos mulri. Segundo ele, o tidisciplinares e começo foi integrados, com a cara e a que qualificoragem. cam e esti"Reunimos mulam o v o l u n t ád es en vo lr i o s e vimento", a po i ad odisse o re s d a jornalista. ideia em A dona u m a g ade casa ragem. Geise NuC o m o nes de Liprofessora ma, de 54 da rede púanos, sabe blica, minha muito bem o esposa conheque é estimucia a falta de eslar o desenvoltrutura adequada vimento de uma para atender pessoa com crianças com deficiência esse tipo de intelectual. Minha filha está deficiência, o Ela comemomuito mais sociável ra o avanço da que nos motivou a abraçar filha Amane comunicativa. a causa", da, de 17 Os passeios se H á d e z anos, que fretornaram mais anos, o Instiquenta há agradáveis ela. Ver tuto Gabi dois anos o isso é maravilhoso. a t e n d e g r aInstituto Gatuitamente bi. "Ela está GEISE NUNES DE LIMA, crianças e jomuito mais MÃE DE AMANDA vens com desociável e coficiências, de m un i c at i va . baixa renda, entre 6 e 28 anos, Os passeios se tornaram muito oferecendo atendimento nas mais agradáveis para ela. Ver áreas da saúde, educação, cul- isso na minha filha é maravitura e apoio sócio-familiar, lhoso", disse Geise. além de atuar na promoção da Não foi apenas a vida de inclusão e qualidade de vida. Amanda que mudou ao chegar São 60 pessoas com múltiplas ao instituto. Geise também deficiências, divididas por fai- aproveita as horas vagas para xas etárias que, por três horas aprender e fazer artesanato na diárias, participam de sessões ONG. "Já fizemos várias coide fisioterapia, fonoaudiolo- sas, agora estamos trabalhangia, psicologia, terapia educa- do com agendas. A venda do cional, educação física e ofici- nosso trabalho reverte em rennas socio-educativas. da para o Gabi", disse. Trajetória - Dividindo seu O atendimento da ONG é estempo hoje entre a ONG, a fa- tendido às famílias das crianças mília – especialmente João Fi- e adolescentes. As ações, que lipe, seu filho biológico de 11 envolvem principalmente as anos – e a universidade Braz mães, são de orientação e encaCubas, onde leciona, Sogari só minhamento na busca dos seus
direitos, bem como projetos de geração de renda, por meio de uma oficina de artesanato. Segundo o fundador, a ONG já é reconhecida por sua seriedade e se tornou referência em inclusão social. "A perda de minha filha é irreparável. Jamais vou esquecê-la. Mas esse trabalho me dá forças e coragem para continuar vivendo. Tenho estampado o rosto da Gabi na face dessas 70 crianças que atendemos. Com isso, consigo dar sentido a minha vida", concluiu o jornalista. As crianças atendidas são encaminhadas ao instituto por hospitais e postos de saúde.
"Hoje temos uma longa fila de espera. Por isso, nosso trabalho não pode parar. Temos planos para consolidar o Instituto Gabi como um centro de referência para a pessoa com deficiência, com atendimento e orientação, ajudando a construir uma política pública neste sentido. Essa é a nossa meta", disse Sogari. Para ajudar - O Instituto Gabi está precisando com urgência de uma nova sede, já que a casa onde funciona atualmente é alugada. Para tanto foi criada a campanha do tijolo, na qual o doador pode comprar quantos tijolos puder, ao custo
Francisco Sogari com crianças atendidas no Instituto Gabi: a morte da filha motivou a abertura da ONG.
de R$ 2,50 a unidade, depositando o valor na conta corrente do Instituto. Segundo Sogari, o valor do tijolo é simbólico e tem como objetivo levantar recursos para que o Instituto conquiste uma sede própria. "Outra possibilidade é a cessão ao instituto de uma área ou prédio, em regime de comodato, com contrato e prazo préestabelecido para o uso", destacou Sogari. O sustento da ONG vem da ajuda de parceiros e pessoas físicas. O instituto também realiza um bazar social, com mercadorias que são revertidas em recursos para a realização do trabalho. "Doações de empresários e lojistas, como pontas de estoque de roupas, material de limpeza e brinquedos, são vendidas a preços baixos no bazar, trazendo recursos para o instituto. As empresas ajudam projetos sociais e têm isenção fiscal", salientou Sogari. Para doar objetos, brinquedos e roupas ou oferecer trabalho voluntário, entre em contato com o Instituto Gabi pelo telefone (11) 5564-7709, pelo email faleconosco@institutogabi .o rg. br/ in sti tu tog abi @t erra.com.br ou consultando o site www.institutogabi.org.br.
S ERVIÇO Para contribuir com os tijolos: Banco Bradesco Agência 1480-0 C/C 34620-9 Banco Itaú Agência 0767 C/C 38918-2 Banco do Brasil Agência 1545-5 C/C 38918-2
Crianças e suas mães participam de oficinas e aprendem a fazer artesanato. O Instituto Gabi precisa urgente de uma nova casa.
Dia 20 tem mutirão da cirurgia
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o próximo dia 20 será realizado o V Mutirão Nacional de Cirurgia da Criança, uma iniciativa da Associação Brasileira de Cirurgia Pediátrica (CIPE), que acontece 2007. A iniciativa acontece em hospitais de todo o País, num total de 14. Em São Paulo, participam o Hospital Estadual de Vila Alpina e o Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da FM-USP. Como nos anos anteriores, o principal objetivo do mutirão é reduzir as filas de pacientes infantis com indicação cirúrgica nos hospitais, especialmente os públicos, com a realização de intervenções cirúrgicas mais simples, num único dia. Com isso, também as crianças que apresentam casos mais complexos deverão ter o tempo de espera reduzido. Nessa data, médicos e equipes cirúrgicas voluntários deverão efetuar principalmente cirurgias ambulatoriais – como de hérnias, fimose, testículos fora de lugar e retirada de cistos.
Música nos Hospitais para crianças
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programa Música nos Hospitais, por meio da Orquestra do Limiar, está dedicando sua oitava temporada, neste ano, às crianças hospitalizadas, com apresentações em alguns dos maiores hospitais infantis do País. O concerto de abertura acontece hoje no Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, às 15h, com entrada franca. O Música nos Hospitais, que começou em 2004, já percorreu mais de 40 hospitais brasileiros, para levar música de qualidade a mais de 25 mil pessoas. Foram realizadas 100 apresentações desde o seu lançamento. Depois da apresentação no auditório do hospital, os 14 jovens instrumentistas da Orquestra do Limiar se dividirão para levar música e diversão até as crianças acamadas e que não puderam sair das enfermarias.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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Boliche zumbi
As bolas são exclusivas do canal de TV alemão de filmes de terror e ficção científica 13th Street.
Essas bolas tornam qualquer boliche uma diversão um tanto macabra. Criadas pelo designer alemão Jung von Matt, as bolas não estão à venda. Foram feitas para um canal de TV. http://bit.ly/mTmUqa
AGOSTO
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Enrique de la Os
a/Reuters
Dia Internacional dos Povos Indígenas
T ECNOLOGIA L EILÃO
O novo e-paper
AFP
O
Instituto de Pesquisas Tecnológicas de Taiwan divulgou ontem a criação ed um novo papel eletrônico. Cada folha do i2T e-paper pode ser usada 260 vezes. O produto é uma espécie de filme plástico coberto com cristal líquido. A impressão e a "limpeza" do papel são feitas em impressora térmica, semelhante às antigas máquinas de fax, mas que dispensa o uso de eletricidade.
Além de econômico, o e-paper também ajuda na preservação ambiental, por evitar o uso da celulose e por gerar menos lixo. Inicialmente, o produto deverá substituir pôsteres e anúncios colocados em lojas. Mas a intenção dos inventores é de que o i2T e-paper seja realmente capaz de substituir o papel convencional. Ao apagar o conteúdo do papel, a folha fica limpa para ser usada novamente.
AFP
D ESAFIO
Travessia abandonada
Cada folha do i2T custará US$ 2
Luis Acosta/AFP
A nadadora norte-americana Diana Nyad, de 61 anos, desistiu ontem de se tornar a primeira pessoa a nadar três dias sem descanso, de Cuba à Flórida (cerca de 160 quilômetros). Ela faria a travessia usando um traje especial, em teste, que emite sinais elétricos para manter os tubarões afastados. Ela desistiu por uma crise de asma e fortes dores no ombro, após 29 horas no mar. Ela também não teve forças para enfrentar o aumento da ondulação no Estreito da Flórida. Diana Nyad já havia tentado a mesma travessia quando tinha 29 anos, mas fracassou. C INEMA
COLEÇÃO DE TONY CURTIS À VENDA
Smurfs voltam em agosto de 2013
A coleção de arte do ator norte-americano Tony Curtis, que morreu há um ano, será leiloada em setembro, em Beverly Hills, anunciou ontem a casa Julien's. A coleção do ator, imortalizado no filme Quanto mais quente melhor, tem obras de Picasso, Georges Braque e Marc Chagall. Entre as peças leiloadas está a aquarela acima, de Andy Warhol, avaliada em US$ 30 mil. F UTEBOL
Mano promete seleção em 'nova fase'
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amistoso, mas também de alto nível, contra a Alemanha. Temos uma equipe jovem, mas os jogadores já têm a experiência de um torneio importante (a Copa América)", disse Mano. O jogo Brasil x Alemanha acontece hoje em Stuttgart às 15h45 (horário de Brasília).
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O técnico Mano Menezes minimizou o fracasso da seleção brasileira na Copa América ao falar ontem sobre o amistoso contra a Alemanha. Mano disse que o momento ruim, em especial dos atacantes, vai passar. "Vamos começar uma nova fase. É um jogo C A R T A Z
POSE PARA A FOTO - Beija-flor fotografado parado em pleno voo em um jardim em Pereira, na Colômbia. Os beija-flores batem as asas de 15 a 80 vezes por segundo, dependendo do tamanho do pássaro.
L OTERIAS Concurso 992 da DUPLA SENA
Rodrigo Baleia/Folhapress
O mais ameaçado
Primeiro sorteio
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O Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPE), em Manaus, iniciou uma pesquisa que promete ajudar a preservar o sauimde-coleira (Saguinus bicolor), espécies de primatas mais ameaçada da Amazônia. O crescimento demográfico de Manaus e arredores é responsável pela perda de habitat da espécie.
Mostra de motos Harley Davidson no Continental Shopping. Av. Leão Machado, 100, tel.: 3769-3769. Grátis.
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Concurso 2666 da QUINA 05
Máquinas de escrever já não são mais fabricadas, mas o artista norteamericano Jeremy Meyer transforma os equipamentos antigos em esculturas de animais e pessoas. O processo de cada criação ele coloca no site. http://jemayer.tumblr.com
A TÉ LOGO
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Segundo sorteio
Ex-máquina de escrever
AFP
Acesse www.dcomercio.com.br para ler a íntegra das notícias abaixo:
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Sedes da Copa de 2014 estudam adoção de plano integrado de segurança
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CBF define horários padronizados para os jogos no Campeonato Brasileiro
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Fóssil de inseto preservado em peças de âmbar encontrado no Peru. Cientistas peruanos encontraram pelo menos cinco fósseis em uma jazida às margens do rio Santiago.
O estúdio Sony Pictures informou ontem que a sequência de Os Smurfs, atualmente em cartaz, estreará no dia 2 de agosto de 2013. A companhia por enquanto só acertou a participação de Jordan Kerner, como produtor do filme. Desde o lançamento Os Smurfs arrecadou mais de US$ 135 milhões no mundo todo. O filme chegou a liderar as bilheterias em 23 países na semana passada.
Exibição de 'A Serbian Film' está proibida em todos os cinemas brasileiros
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Banco Bradesco S.A. Companhia Aberta CNPJ 60.746.948/0001-12 Sede: Cidade de Deus, Osasco-SP
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis do primeiro semestre de 2011, do Banco Bradesco S.A., de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. O cenário atual de expansão gradual do PIB mundial deverá ser mantido nos próximos meses, a despeito dos desafios vindos dos ajustes das economias desenvolvidas. Essas condições permanecem favoráveis para o Brasil, cuja avaliação por parte dos investidores e agências de classificação de risco segue melhorando, mantendo o fluxo de capitais a favor da economia brasileira. A moderação no crescimento do País em 2011, como resultado da estratégia de convergência da inflação à meta traçada, não altera a visão construtiva para o País, alicerçada nos investimentos e no consumo das famílias. O Bradesco continua apostando na mobilidade social e na expansão da infraestrutura que deverão resultar em maior patamar de crescimento do PIB. Na Organização Bradesco, entre os acontecimentos relevantes do semestre, destacam-se: • a aquisição do controle acionário do Banco do Estado do Rio de Janeiro S.A. - BERJ, em leilão realizado na BM&FBOVESPA - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros, em 20.5.2011. A operação garante ao Bradesco o direito de prestar serviços ao Estado do Rio de Janeiro referentes a pagamento de sua folha salarial, bem como pagamento de seus fornecedores e arrecadação de impostos estaduais, dentre outros serviços, no período de janeiro de 2012 a dezembro de 2014; e • a elevação dos ratings de longo prazo em moeda estrangeira e de longo e curto prazo em moeda local atribuídos ao Banco pela agência de classificação de risco de crédito Fitch Ratings, e dos ratings de depósito de longo e curto prazo e de dívida sênior de longo prazo em moeda estrangeira atribuídos pela Moody’s Investors Service.
1.
Resultado no Período
No primeiro semestre de 2011, o Bradesco registrou Lucro Líquido de R$ 5,487 bilhões, equivalente a R$ 1,44 por ação e rentabilidade anualizada de 22,88% sobre o Patrimônio Líquido médio (*). O retorno anualizado sobre os Ativos Totais médios foi de 1,65%, em comparação a 1,70% do mesmo período do ano anterior. Os impostos e contribuições, inclusive previdenciárias, pagos ou provisionados, somaram, no período, R$ 11,028 bilhões, sendo R$ 3,992 bilhões relativos aos tributos retidos e recolhidos de terceiros e R$ 7,036 bilhões apurados com base nas atividades desenvolvidas pela Organização Bradesco, correspondente a 128,23% do Lucro Líquido. Os Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio destinados aos acionistas somaram, no primeiro semestre de 2011, R$ 1,876 bilhão, sendo R$ 940 milhões pagos a título de mensais e intermediários e R$ 936 milhões provisionados.
Lucro x Impostos e Contribuições (inclusive Contribuições Previdenciárias)
Bilhões (Reais)
11,028
5,487
Lucro
2.
Impostos e Contribuições
Capital e Reservas
O Capital Social realizado, ao findar o semestre, era de R$ 30,100 bilhões. Somado às Reservas Patrimoniais de R$ 22,743 bilhões, resultou o Patrimônio Líquido de R$ 52,843 bilhões, com evolução de 19,30% sobre igual período do ano anterior, correspondendo ao valor patrimonial de R$ 13,82 por ação. Em 30 de junho, o Valor de Mercado do Bradesco, calculado com base na cotação de suas ações, atingiu R$ 111,770 bilhões, o que equivale a 2,12 vezes o Patrimônio Líquido contábil, 27,17% superior em relação ao mesmo período de 2010, que foi de R$ 87,887 bilhões. O Patrimônio Líquido Administrado corresponde a 7,75% dos Ativos consolidados, que totalizaram R$ 689,307 bilhões, 18,83% de crescimento sobre junho de 2010. Assim, o índice de solvabilidade atingiu 14,90% no consolidado financeiro e 14,68% no consolidado econômico-financeiro, superiores, portanto, ao mínimo de 11% estabelecido pela Resolução nº 2.099/94, do Conselho Monetário Nacional, de acordo com o Comitê de Basileia. No fim do semestre, o índice de imobilização, em relação ao Patrimônio de Referência Consolidado, foi de 47,13% no consolidado financeiro e 17,33% no consolidado econômico-financeiro, dentro do limite máximo de 50%. O Bradesco declara possuir capacidade financeira e intenção de manter até o vencimento os títulos classificados na categoria “títulos mantidos até o vencimento”, atendendo ao disposto no Artigo 8º da Circular nº 3.068/01, do Banco Central do Brasil.
6.
Banco Bradesco BBI
O Bradesco BBI, Banco de Investimento da Organização Bradesco, assessora clientes em operações primárias e secundárias de ações, fusões e aquisições, estruturação e distribuição de instrumentos de dívidas, o que inclui debêntures, notas promissórias, CRIs, fundos imobiliários, FIDCs e bonds no Brasil e Exterior, além de operações estruturadas de financiamento de empresas e projetos na modalidade Project Finance. No semestre, o Bradesco BBI realizou transações com volume superior a R$ 49,499 bilhões.
7.
Grupo Bradesco de Seguros e Previdência
9.5. Risco Operacional A Organização considera a atividade de gerenciamento do risco operacional imprescindível para a geração de valor agregado. O controle desse risco é realizado de maneira centralizada, por meio de identificação, mensuração, planos de mitigação e administração dos seus riscos operacionais, de maneira consolidada e por empresa. Dentre os planos de mitigação de riscos operacionais, destacamos a existência do gerenciamento de continuidade de negócios, que consiste em planos formais a serem adotados em momentos de crise, garantindo a recuperação e a continuidade dos negócios, assim evitando ou mitigando perdas.
Maior Grupo segurador do País, o Grupo Bradesco de Seguros e Previdência ocupa posição de destaque nas áreas de Seguro, Previdência Complementar Aberta e Capitalização. 10. Recursos Humanos Em 30 de junho, registrou Lucro Líquido de R$ 1,561 bilhão e Patrimônio Líquido de R$ 12,375 Reconhecer o valor do desempenho e o potencial realizador das pessoas são bilhões. Os prêmios emitidos líquidos de seguros, contribuições de previdência e receitas de premissas da Política de Gerenciamento dos Recursos Humanos da Organização Bradesco. capitalização somaram R$ 17,473 bilhões, evolução de 24,92% em comparação ao mesmo O respeito, a transparência e a ênfase no desenvolvimento das pessoas, por meio de intensos período de 2010. investimentos em programas de treinamento, visam à capacitação e crescimento profissional do quadro de colaboradores, cujos resultados são cada vez mais positivos na qualidade do 8. Governança Corporativa A Organização Bradesco busca continuamente aprimorar seu relacionamento com atendimento e na eficiência dos serviços prestados. No semestre, foram ministrados 1.561 acionistas e demais partes interessadas (stakeholders), bem como fortalecer seu desempenho cursos, com 968.569 participações. Os benefícios assistenciais para assegurar o bem-estar, em todos os segmentos de atuação, por meio da adoção das melhores práticas de Governança a melhoria da qualidade de vida e a segurança dos funcionários e de seus dependentes, ao Corporativa, que proporcionam, ainda, maior ênfase ao aperfeiçoamento de controles internos final do período, abrangiam 198.748 vidas. e estabelecimento rígido de normas de conduta profissional, cujo esforço para manutenção de 11. Sustentabilidade na Organização Bradesco padrões adequados de segurança, confiabilidade e dinamismo tem se manifestado em todas Focado em seu compromisso socioambiental e com o desenvolvimento sustentável, as áreas. o Bradesco baseia sua estratégia comercial no conceito de crescimento com respeito aos Muitas têm sido as iniciativas até aqui adotadas, entre as quais destacamos: públicos envolvidos e ao meio ambiente. A estratégia de sustentabilidade da Organização está • pagamento de Dividendos e/ou Juros sobre o Capital Próprio, mensais, intermediários estruturada em três pilares fundamentais: e complementares; – Finanças Sustentáveis - visa a promover o desenvolvimento sustentável com • tag along de 100% para as ações ordinárias e de 80% para as preferenciais; a criação de produtos que obedecem a critérios socioambientais. O conceito de • criação dos Comitês Executivos de Governança Corporativa, de Prevenção e Combate desenvolvimento sustentável, com inclusão bancária e democratização do crédito, à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento ao Terrorismo, de Divulgação, de também está presente nas concessões de crédito e seu respectivo monitoramento, Sustentabilidade da Organização Bradesco, entre outros; e em produtos oferecidos como linhas de crédito, investimentos, cartões, seguros, • demonstrações contábeis também em IFRS, práticas contábeis internacionais. previdência e títulos de capitalização; No período, cabe registrar que a Organização Bradesco, em consonância com o teor – Gestão Responsável - com ações pautadas por uma Política de Sustentabilidade, da Instrução nº 381, da Comissão de Valores Mobiliários, não contratou e nem teve serviços pela valorização e desenvolvimento dos funcionários e dos integrantes de toda prestados pela KPMG Auditores Independentes não relacionados à auditoria externa em cadeia de valor em que está inserido e, também, pelos compromissos que envolvem patamares superiores a 5% do total dos custos desta. A política adotada atende aos princípios o Pacto Global, os Objetivos do Milênio e os Princípios do Equador, materializandoque preservam a independência do Auditor, de acordo com critérios internacionalmente aceitos, se na presença do Banco em índices de sustentabilidade (Índice de Sustentabilidade quais sejam: o auditor não deve auditar o seu próprio trabalho, nem exercer funções gerenciais Dow Jones, da Bolsa de Valores de Nova York e ISE – Índice de Sustentabilidade no seu cliente ou promover os interesses deste. Empresarial e ICO2 – Índice de Carbono Eficiente, ambos da BM&FBOVESPA) e em Na Assembleia Geral Ordinária realizada em 10 de março de 2011, deliberou-se pela numerosas certificações e reconhecimentos. manutenção do Conselho Fiscal, composto por 3 membros efetivos e 3 suplentes, com mandato Como parte do Programa de Ecoeficiência, em junho de 2011, foi realizada até março de 2012, sendo 1 membro efetivo e seu suplente escolhidos dentre os detentores de pelo Bradesco a Semana do Meio Ambiente, com diversas ações voltadas ao ações preferenciais. engajamento do público interno. Além disso, o inventário de gases de efeito estufa do Banco foi certificado, segundo a norma ISO14064, pela Fundação Vanzolini; e 8.1. Controles Internos e Compliance – Investimentos Socioambientais - por meio de investimento social privado, Na Organização Bradesco, a estrutura de pessoas, com dedicação exclusiva, conjugada patrocínios e doações, a Organização contribui para a preservação ambiental, com os investimentos em tecnologia e em treinamento e reciclagem de pessoal, cria as inclusão social e desenvolvimento das comunidades onde atua e em projetos e condições necessárias para que a gestão de controles internos e Compliance seja efetiva, eventos de cunho educacional, ambiental e cultural. Entre as iniciativas, destacam-se atenda às exigências dos órgãos reguladores e esteja alinhada aos padrões internacionais. a Fundação Bradesco, o Programa Bradesco Esportes e Educação, a Fundação O trabalho contínuo de reavaliação e testes dos fluxos de processos, sistemas e SOS Mata Atlântica e a Fundação Amazonas Sustentável. controles da Organização tem pleno envolvimento das Áreas, dos Comitês de Controles No semestre, foi criado um conjunto de indicadores com o objetivo de mensurar os Internos e Compliance e de Auditoria e resulta em reportes ao Conselho de Administração, em principais impactos destes investimentos na sociedade, trazendo um maior retorno linha com os principais frameworks de controles, como o COSO – Committee of Sponsoring sobre os resultados alcançados. Organizations of the Treadway Commission e o COBIT – Control Objectives for Information and Saiba mais sobre as iniciativas do Bradesco no site www.bancodoplaneta.com.br. Related Technology, que abrangem aspectos de Negócio e de Tecnologia, respectivamente, Fundação Bradesco bem como contemplam requerimentos do PCAOB – Public Company Accounting Oversight Com 40 Escolas, instaladas prioritariamente em regiões de acentuadas carências Board e da Seção 404 da Lei Americana Sarbanes-Oxley. Em atendimento ao mesmo dispositivo, o relatório que certifica a adequação dos socioeconômicas, em todos os Estados Brasileiros e Distrito Federal, a Fundação Bradesco, controles internos, juntamente com as Demonstrações Contábeis em US GAAP, referentes principal ação social da Organização Bradesco, desenvolve amplo programa socioeducacional, ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, foi arquivado na Securities and Exchange com o objetivo de contribuir para a melhoria do ensino no País. Commission – SEC, em maio de 2011. O orçamento previsto para 2011, de R$ 307,994 milhões, possibilitará mais de 526 Com base na avaliação do desenho dos controles e nos testes de aderência já mil atendimentos, dos quais 111.639 aos alunos, em suas Escolas próprias, na Educação realizados, no primeiro semestre de 2011, não foram identificadas deficiências que pudessem Básica - da Educação Infantil ao Ensino Médio e Educação Profissional Técnica de Nível Médio -, Educação de Jovens e Adultos e na Formação Inicial e Continuada, e mais 415 mil comprometer a próxima certificação dos controles internos. atendimentos em outros cursos presenciais e à distância, por meio da Escola Virtual, seu Prevenção e Combate à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento ao Terrorismo portal e-learning, dos CIDs – Centros de Inclusão Digital e dos Programas realizados em Para prevenir e/ou detectar a utilização de sua estrutura, produtos e serviços à lavagem trabalho conjunto, como o Educa+Ação. Aos alunos da Educação Básica, mais de 50 mil, de dinheiro e ao financiamento ao terrorismo, o Bradesco mantém políticas, processos também são assegurados, gratuitamente, alimentação, assistência médico-odontológica, e sistemas específicos. Significativos investimentos são feitos no treinamento de seus uniforme e material escolar. colaboradores, com programas em diversos formatos, como a disponibilização de cartilhas, O “Dia Nacional de Ação Voluntária”, ocorrido pelo 9º ano consecutivo, foi mais uma vídeos, cursos e-learning e palestras presenciais, inclusive específicas para áreas nas quais vez exemplo de cidadania e solidariedade. Incluindo as Escolas da Fundação Bradesco e os as atividades as requerem. Os casos suspeitos ou atípicos identificados são avaliados por uma comissão composta CIDs – Centros de Inclusão Digital, reuniu mais de 35 mil voluntários em mais de 160 pontos. por várias áreas e Departamentos quanto à pertinência de encaminhamento às autoridades No total, promoveu, mais de 830 mil atendimentos nas áreas de cidadania, educação, lazer, esporte e meio ambiente. competentes.
O Comitê Executivo de Prevenção e Combate à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento ao Terrorismo reúne-se regularmente a cada três meses, para avaliar os trabalhos e verificar Fundação Bradesco - Número de Alunos Os recursos globais captados e administrados pela Organização Bradesco, em 30 de a necessidade de adoção de medidas com o objetivo de alinhar os procedimentos às normas junho, totalizaram R$ 933,960 bilhões, evolução de 21,62% em comparação ao mesmo período emanadas pelos órgãos reguladores e às melhores práticas nacionais e internacionais. (milhares) de 2010, a saber: Validação Independente de Modelos • R$ 377,765 bilhões em Depósitos à Vista, a Prazo, Interfinanceiros, Outros Depósitos, O Bradesco mantém processo contínuo que analisa criticamente os Modelos Internos, 2011 112* Mercado Aberto e Cadernetas de Poupança, 22,02% superior em relação ao mesmo garantindo a qualidade e as respostas adequadas aos seus objetivos. Uma área especializada, período do ano anterior; independente em relação às áreas que desenvolvem ou utilizam os Modelos, responde por esse 2010 115 • R$ 310,682 bilhões em recursos administrados, compreendendo Fundos de Investimento, processo, com reportes de suas atividades e dos resultados aos gestores, Auditoria Interna e ao 2009 109 Carteiras Administradas e Cotas de Fundos de Terceiros, 18% superior a junho de 2010; Comitê de Gestão Integrada de Riscos e Alocação de Capital, observando as melhores práticas • R$ 139,035 bilhões registrados na Carteira de Câmbio, Obrigações por Empréstimos e as orientações e diretrizes contidas no Novo Acordo de Capitais – Basileia II e aos requisitos 2008 110 e Repasses, Capital de Giro Próprio, Cobrança e Arrecadação de Tributos e do Banco Central do Brasil. Assemelhados, Recursos de Emissão de Títulos, Dívida Subordinada no País e Segurança da Informação 2007 109 Demais Captações, evolução de 30,22% sobre igual período do ano anterior; A Segurança da Informação, na Organização Bradesco, é constituída por um conjunto 2006 108 • R$ 93,938 bilhões em Provisões Técnicas de Seguros, Previdência Complementar Aberta de controles, procedimentos, processos, estruturas organizacionais, políticas e normas, com e Capitalização, crescimento de 18,45% em relação ao mesmo período de 2010; e o intuito de proteger as informações, nos seus aspectos de confidencialidade, integridade e * Previsão • R$ 12,540 bilhões em Recursos Externos, por meio de emissões públicas e privadas, disponibilidade. As bases para a proteção dos ativos da informação estão descritas na Política Dívida Subordinada e Securitização de Fluxos Financeiros Futuros, equivalente a e Normas Corporativas de Segurança da Informação do Bradesco. US$ 8,033 bilhões. Os programas corporativos de conscientização e treinamento e a política e normas Programa Bradesco Esportes e Educação têm por foco absoluta proteção dos dados de clientes e das informações estratégicas da Cidadania e inclusão social de crianças e jovens, com ações de educação, saúde e Organização, com base nas melhores práticas e padrões internacionais. bem-estar, por meio de prática esportiva, é o foco do Programa Bradesco Esportes e Educação, Recursos Captados e Administrados O Comitê Executivo de Segurança Corporativa reúne-se trimestralmente para apreciar mantido pela Organização Bradesco há mais de 21 anos. e aprovar diretrizes, medidas e orientações que assegurem o suporte aos processos e O Programa dispõe, no Município de Osasco, SP, de 24 núcleos de Formação e de Bilhões (Reais) - Evolução: 21,62% procedimentos relativos à Segurança da Informação na Organização. Especialistas, para o ensino das modalidades de Voleibol e Basquetebol, no Centro de 933,960 Desenvolvimento Esportivo da ADC Bradesco Esporte e Educação, em unidades da Fundação 8.2. Políticas de Transparência e Divulgação de Informações Bradesco, em escolas da rede pública municipal, escolas particulares e Centros Esportivos do 767,962 No seu relacionamento com investidores e o mercado em geral, o Bradesco promoveu, município. São atendidas, atualmente, cerca de 2 mil meninas de 8 a 18 anos, reforçando o no semestre, 80 reuniões internas e externas com analistas do Brasil e do Exterior, 108 compromisso de defender um País cada vez mais aberto à valorização do talento, do esforço e conferências telefônicas, 14 eventos no Brasil e 16 no Exterior. Entre esses eventos, foram realizadas 7 apresentações à APIMEC – Associação dos Analistas e Profissionais de do exercício pleno da cidadania.
3.
Captação e Administração de Recursos
Jun/2010
4.
Jun/2011
Operações de Crédito
O saldo das operações de crédito consolidadas, no conceito expandido, ao término do semestre, somou R$ 319,802 bilhões, evolução de 23,13% sobre o mesmo período de 2010, incluindo-se nesse montante: • R$ 6,788 bilhões em Adiantamentos sobre Contratos de Câmbio, para uma Carteira total de US$ 15,706 bilhões de Financiamento à Exportação; • US$ 3,866 bilhões de operações em Financiamento de Importação em Moedas Estrangeiras; • R$ 13,720 bilhões em Arrendamento Mercantil; • R$ 14,823 bilhões em negócios na Área Rural; • R$ 79,998 bilhões em Financiamento do Consumo, que inclui R$ 10,154 bilhões de créditos a receber de Cartões de Crédito; • R$ 43,443 bilhões de Avais e Fianças; e • R$ 29,647 bilhões das operações de repasses de recursos externos e internos, originários principalmente do BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, destacando-se como um dos principais agentes repassadores de recursos. A Organização Bradesco destinou, no semestre, para as atividades de Crédito Imobiliário, recursos para a construção e aquisição de casa própria no montante de R$ 7,207 bilhões, compreendendo a 39.195 imóveis. O saldo consolidado de provisão para créditos de liquidação duvidosa atingiu R$ 17,365 bilhões, correspondendo a 6,92% do volume total das operações de crédito, com R$ 3,003 bilhões de provisão excedente em relação ao mínimo requerido pelo Banco Central.
5.
Rede de Atendimento Bradesco
A Organização está presente, direta e indiretamente, em 100% dos municípios do País e em diversas localidades no Exterior, por meio de sua Rede de Atendimento, alicerçada em padrões de eficiência e avançada tecnologia, para oferecer aos clientes e usuários comodidade, facilidade e segurança. Ao término do semestre, a Rede compunha-se de 47.698 pontos, dotada paralelamente de 32.714 máquinas da Rede de Autoatendimento Bradesco Dia & Noite, 32.205 delas funcionando também nos finais de semana e feriados, além de 12.389 máquinas da Rede Compartilhada - Banco24Horas e compartilhamento entre Bradesco, Banco do Brasil e Banco Santander -, disponíveis aos Clientes Bradesco para operações de saques, emissão de extratos, consulta de saldos, empréstimos, pagamentos e transferências entre contas. No segmento consignado, contava com 919 Correspondentes da Bradesco Promotora, e no segmento veículos, com a presença da Bradesco Financiamentos em 21.096 pontos de revenda: 6.648 Agências, Postos de Atendimento Bancário - PABs e Postos Avançados de Atendimento - PAAs no País (Agências: 3.652 do Bradesco, 19 do Banco Bradesco Financiamentos, 2 do Banco Bankpar, 1 do Banco Bradesco BBI, 1 do Banco Bradesco Cartões e 1 do Banco Alvorada; PABs: 1.313; e PAAs: 1.659); 3 Agências no Exterior, sendo 1 em Nova York e 2 em Grand Cayman; 8 Subsidiárias no Exterior (Banco Bradesco Argentina S.A., em Buenos Aires, Banco Bradesco Europa S.A., em Luxemburgo, Bradesco Securities, Inc., em Nova York, Bradesco Securities UK Limited, em Londres, Bradesco Services Co., Ltd., em Tóquio, Bradesco Trade Services Limited, em Hong Kong, Cidade Capital Markets Ltd., em Grand Cayman, Ibi Services, Sociedad de Responsabilidad Limitada, no México); 6.227 Agências do Banco Postal; 29.263 Pontos Bradesco Expresso; 1.587 Postos de Atendimento Eletrônico - PAEs; e 3.962 Pontos Externos da Rede de Autoatendimento Bradesco Dia & Noite e mais 10.856 da Rede Compartilhada - Banco24Horas e compartilhamento entre Bradesco, Banco do Brasil e Banco Santander -, sendo 2.045 pontos comuns entre as Redes.
Investimento do Mercado de Capitais e o 2º Bradesco Open Day para analistas de todo o mundo. Também divulgou o Relatório de Análise Econômica e Financeira, uma compilação minuciosa das informações mais solicitadas pelos leitores especializados. Realizou, ainda, o 4º encontro com acionistas e investidores em parceria com o INI – Instituto Nacional de Investidores, 2 Videochats com o Diretor de Relações com Investidores do Bradesco, direcionado ao investidor pessoa física e marcou presença nas feiras Expomoney em Florianópolis e Recife. No período, 9 eventos realizados foram transmitidos ao vivo pela Internet com tradução simultânea para o inglês, democratizando o acesso às informações. Todos esses eventos também puderam ser acompanhados pelo Twitter. Informações relacionadas à Organização Bradesco, como, por exemplo, o seu perfil, histórico, estrutura acionária, relatórios de administração, resultados financeiros, últimas aquisições, reuniões nas APIMECs, além de outras sobre o mercado financeiro, estão disponíveis no site de Relações com Investidores - www.bradesco.com.br/ri. O Banco distribui, ainda, bimestralmente o informativo “Cliente Sempre em Dia”, com tiragem de 400 mil exemplares; o PrimeLine, com 186 mil; o “Acionista Sempre em Dia”, com 40 mil, a “Revista Bradesco”, 7 mil; e o Fact Sheet, impresso sob demanda, que apresenta os principais destaques financeiros do Bradesco no período, todos voltados ao público externo. Anualmente, edita também o Relatório Anual e o de Sustentabilidade.
9.
12. •
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• • • •
Controle Integrado de Riscos
9.1. Gerenciamento de Riscos
•
A atividade de gerenciamento dos riscos é altamente estratégica em virtude da crescente complexidade dos serviços e produtos ofertados e da globalização dos negócios da Organização, motivo pelo qual está sendo constantemente aprimorada em seus processos. As decisões da Organização são pautadas em fatores que combinam o retorno sobre • o risco previamente identificado, mensurado e avaliado, viabilizando condições para o alcance dos objetivos estratégicos e zelando pelo fortalecimento da Instituição. A Organização aborda o gerenciamento de riscos de modo integrado, proporcionando unicidade às políticas, processos, critérios e metodologias de controle de riscos por meio de um órgão estatutário, o Comitê de Gestão Integrada de Riscos e Alocação de Capital, o qual • é apoiado por comitês específicos e políticas de gerenciamento de riscos aprovadas pelo Conselho de Administração.
9.2. Risco de Crédito O gerenciamento de risco de crédito é um processo contínuo e evolutivo de mapeamento, desenvolvimento, aferição e diagnóstico dos modelos, instrumentos e procedimentos vigentes, exigindo alto grau de disciplina e controle nas análises das operações efetuadas, preservando • a integridade e a independência dos processos. São observados todos os aspectos pertinentes ao processo de concessão de crédito, tais como concentração, garantias e prazos, visando a assegurar a qualidade da carteira. A Organização exerce continuamente o mapeamento de todas as atividades que podem • gerar exposição a risco de crédito, com as respectivas classificações quanto à probabilidade e magnitude, assim como a identificação dos seus gestores, mensuração e plano de mitigação, sendo o controle executado de maneira corporativa, centralizada e padronizada.
9.3. Risco de Mercado O risco de mercado é cuidadosamente acompanhado, aferido e gerenciado. O perfil de • exposição a risco de mercado da Organização é conservador, sendo as diretrizes monitoradas, diariamente, de maneira independente. O controle do risco de mercado é realizado para todas as empresas da Organização de maneira corporativa e centralizada. Todas as atividades expostas a risco de mercado são mapeadas, mensuradas e classificadas quanto à probabilidade e magnitude, com seus 13. respectivos planos de mitigação devidamente aprovados pela estrutura de governança.
Reconhecimentos Rankings – No semestre, destacam-se os seguintes reconhecimentos ao Bradesco: A 6ª Marca mais valiosa do setor bancário mundial, segundo levantamento realizado pela Consultoria Brand Finance, denominado Brand Finance Global Banking 500 – 2011, publicado na revista The Banker. É a primeira vez que um Banco de País emergente alcança essa posição; A marca mais valiosa do Brasil, posto que ocupa desde o ano 2007, de acordo com pesquisa divulgada pela Consultoria Brand Finance. No ranking mundial com 500 empresas, o Banco ocupa o 28º lugar; Considerado uma das 100 empresas mais sustentáveis do mundo, segundo a 7ª edição do ranking Global 100, elaborado pela revista Corporate Knights; Banco mais sólido do Brasil e o 8º mais forte do mundo, segundo estudo divulgado pela Bloomberg News, principal agência internacional de notícias financeiras; Eleito o 6º colocado no ranking dos dez maiores Bancos da América Latina, segundo dados da Economatica; Eleito a Companhia Aberta de 2010 pela Associação dos Profissionais de Investimentos e Mercado de Capitais – Apimec, entidade que reúne os analistas de desempenho das empresas de capital aberto do Brasil; A melhor empresa, entre as instituições financeiras, para iniciar carreira segundo pesquisa da revista Você S/A do Grupo Exame, realizada em parceria com a Fundação Instituto de Administração – FIA e a Cia. de Talentos. Trata-se de um levantamento único no mundo, que avaliou o ambiente de trabalho e as políticas de gestão de pessoas voltadas aos profissionais que estão iniciando carreira; Melhor Empresa no Atendimento ao Cliente em 2010, em pesquisa realizada pela revista Exame com o Instituto Ibero-Brasileiro de Relacionamento com o Cliente – IBRC, que listou as melhores companhias em atendimento no País. É o segundo ano consecutivo que a Organização Bradesco ganha o título. O Bradesco é, também, o Banco que melhor atende na Internet, e o terceiro colocado no ranking geral; e Destaque em pesquisa do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor – Idec, que avaliou as práticas e políticas das instituições financeiras em relação ao consumidor. O Banco sobressaiu-se no Relacionamento com o Cliente, Publicidade e Cobrança, demonstrando seu compromisso com o atendimento, ética na prestação de serviços e na comercialização de produtos. Ratings – No semestre, o Bradesco foi distinguido com os seguintes índices de avaliação: recebeu AAA+ no Rating de Sustentabilidade da Management & Excellence – M&E, abrangendo 592 critérios de áreas estratégicas. Esta pontuação máxima é mantida desde o seu primeiro Rating, em 2006, quando foi o primeiro Banco brasileiro a ser avaliado em todas as áreas de sustentabilidade; a agência de classificação de risco de crédito Fitch Ratings elevou o Rating de Longo Prazo em Moeda Estrangeira, de “BBB” para “BBB+”, o Rating de Longo Prazo em Moeda Local, de “BBB+” para “A-”, o Rating de Curto Prazo em Moeda Local, de “F2” para “F1”. Na Bradesco Seguros, o Rating de Força Financeira de Seguradora foi elevado de “BBB+” para “A-”; e a agência de classificação de risco de crédito Moody’s Investors Service elevou o Rating de depósito de longo prazo em moeda estrangeira: de ‘Baa3’ para ‘Baa2’, com perspectiva positiva; o Rating de depósito de curto prazo em moeda estrangeira: de ‘Prime-3’ para ‘Prime-2’; e o Rating de dívida sênior de longo prazo em moeda estrangeira: de ‘Baa2’ para ‘Baa1’, com perspectiva positiva.
Agradecimentos
As realizações e conquistas evidenciam o acerto das estratégias implementadas, orientadas sempre para a busca de elevados padrões de qualidade e eficiência. São avanços 9.4. Risco de Liquidez A Organização possui uma política de liquidez que define não somente os níveis mínimos que se concretizam graças ao apoio e à confiança dos acionistas e clientes, e ao trabalho que devem ser observados, levando inclusive em consideração cenários de estresse, mas dedicado do quadro de funcionários e demais colaboradores. A todos, nossos agradecimentos. também em que tipo de instrumentos financeiros os recursos devem permanecer aplicados, e Cidade de Deus, 26 de julho de 2011 define ainda a estratégia de atuação a ser acionada em caso de necessidade. Conselho de Administração O processo de gerenciamento do risco de liquidez contempla o acompanhamento e Diretoria diário da composição dos recursos disponíveis, do cumprimento do nível mínimo de liquidez e do plano de contingência para situações de estresse. O controle e o acompanhamento das (*) Não considera o efeito da marcação a mercado dos Títulos Disponíveis para Venda registrado no posições são realizados de maneira centralizada. Patrimônio Líquido. continua...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
14
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
...continuação
Banco Bradesco S.A. Companhia Aberta CNPJ 60.746.948/0001-12 Sede: Cidade de Deus, Osasco-SP
BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil BRADESCO MÚLTIPLO ATIVO CIRCULANTE .................................................................................. DISPONIBILIDADE (Nota 6)............................................................. APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ (Notas 3d e 7) ... Aplicações no Mercado Aberto ........................................................ Aplicações em Depósitos Interfinanceiros........................................ Provisões para Perdas ..................................................................... TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Notas 3e, 3f, 8 e 33b) .................. Carteira Própria ................................................................................ Vinculados a Compromissos de Recompra ..................................... Instrumentos Financeiros Derivativos .............................................. Vinculados ao Banco Central ........................................................... Vinculados à Prestação de Garantias .............................................. Títulos Objeto de Operações Compromissadas com Livre Movimentação ................................................................................ RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS .................................................. Pagamentos e Recebimentos a Liquidar.......................................... Créditos Vinculados: (Nota 9) - Depósitos no Banco Central........................................................... - Tesouro Nacional - Recursos do Crédito Rural .............................. - SFH - Sistema Financeiro da Habitação ........................................ Correspondentes .............................................................................. RELAÇÕES INTERDEPENDÊNCIAS.............................................. Transferências Internas de Recursos ............................................... OPERAÇÕES DE CRÉDITO (Notas 3g, 10 e 33b) .......................... Operações de Crédito: - Setor Público .................................................................................. - Setor Privado.................................................................................. Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa (Notas 3g, 10f, 10g e 10h) .............................................................. OPERAÇÕES DE ARRENDAMENTO MERCANTIL (Notas 2, 3g, 10 e 33b) ................................................................... Operações de Arrendamento a Receber: - Setor Público .................................................................................. - Setor Privado.................................................................................. Rendas a Apropriar de Arrendamento Mercantil .............................. Provisão para Créditos de Arrendamento Mercantil de Liquidação Duvidosa (Notas 3g, 10f, 10g e 10h) .............................................. OUTROS CRÉDITOS....................................................................... Créditos por Avais e Fianças Honrados (Nota 10a-3) ...................... Carteira de Câmbio (Nota 11a) ........................................................ Rendas a Receber............................................................................ Negociação e Intermediação de Valores .......................................... Créditos Específicos......................................................................... Prêmios de Seguros a Receber ....................................................... Diversos (Nota 11b).......................................................................... Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa (Notas 3g, 10f, 10g e 10h) .............................................................. OUTROS VALORES E BENS (Nota 12)........................................... Outros Valores e Bens...................................................................... Provisões para Desvalorizações ...................................................... Despesas Antecipadas (Notas 3i e 12b) .......................................... REALIZÁVEL A LONGO PRAZO.................................................... APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ (Notas 3d e 7) ... Aplicações em Depósitos Interfinanceiros........................................ TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Notas 3e, 3f, 8 e 33b) .................. Carteira Própria ................................................................................ Vinculados a Compromissos de Recompra ..................................... Instrumentos Financeiros Derivativos .............................................. Vinculados ao Banco Central ........................................................... Moedas de Privatização ................................................................... Vinculados à Prestação de Garantias .............................................. RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS .................................................. Créditos Vinculados: (Nota 9) - SFH - Sistema Financeiro da Habitação ........................................ OPERAÇÕES DE CRÉDITO (Notas 3g, 10 e 33b) .......................... Operações de Crédito: - Setor Público .................................................................................. - Setor Privado.................................................................................. Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa (Notas 3g, 10f, 10g e 10h) .............................................................. OPERAÇÕES DE ARRENDAMENTO MERCANTIL (Notas 2, 3g, 10 e 33b) ................................................................... Operações de Arrendamento a Receber: - Setor Público .................................................................................. - Setor Privado.................................................................................. Rendas a Apropriar de Arrendamento Mercantil .............................. Provisão para Créditos de Arrendamento Mercantil de Liquidação Duvidosa (Notas 3g, 10f, 10g e 10h) .............................................. OUTROS CRÉDITOS....................................................................... Rendas a Receber............................................................................ Negociação e Intermediação de Valores .......................................... Diversos (Nota 11b).......................................................................... Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa (Notas 3g, 10f, 10g e 10h) .............................................................. OUTROS VALORES E BENS (Nota 12)........................................... Outros Valores e Bens...................................................................... Despesas Antecipadas (Notas 3i e 12b) .......................................... PERMANENTE ................................................................................ INVESTIMENTOS (Notas 3j, 13 e 33b)............................................ Participações em Coligadas: - No País........................................................................................... - No Exterior ..................................................................................... Outros Investimentos........................................................................ Provisões para Perdas ..................................................................... IMOBILIZADO DE USO (Nota 14).................................................... Imóveis de Uso................................................................................. Outras Imobilizações de Uso............................................................ Depreciações Acumuladas............................................................... IMOBILIZADO DE ARRENDAMENTO (Notas 3k e 14) ................... Bens Arrendados.............................................................................. Depreciações Acumuladas............................................................... DIFERIDO (Notas 3l e 15)................................................................ Gastos de Organização e Expansão................................................ Amortização Acumulada .................................................................. INTANGÍVEL..................................................................................... Ativos Intangíveis (Notas 3m e 16b)................................................. Amortizações Acumuladas............................................................... TOTAL ..............................................................................................
2011
2010
BRADESCO CONSOLIDADO 2011
2010
441.143.995 7.393.660 104.616.674 78.135.490 26.488.347 (7.163)
361.731.352 6.638.580 114.425.939 88.923.524 25.502.606 (191)
495.155.119 7.714.874 84.575.252 78.135.490 6.446.925 (7.163)
414.795.890 6.877.457 95.923.112 88.880.212 7.043.091 (191)
141.015.887 15.827.289 119.563.422 2.190.787 1.301.564 1.065.960
83.705.479 15.581.349 58.256.500 939.660 3.711.922 5.176.698
179.004.354 116.844.984 55.976.522 2.132.589 1.301.564 1.681.830
129.429.288 113.001.849 5.774.001 908.295 3.711.922 5.993.871
1.066.865 67.431.231 2.268.210
39.350 50.629.859 2.768.533
1.066.865 66.167.257 942.100
39.350 49.348.400 852.411
65.149.945 578 3.768 8.730 350.085 350.085 88.152.070
47.837.311 578 10.816 12.621 594.220 594.220 72.822.616
65.162.438 578 3.768 58.373 351.747 351.747 105.362.190
48.404.254 578 10.866 80.291 595.642 595.642 86.024.286
652.559 95.183.525
832.401 79.394.602
652.559 114.789.148
832.401 94.170.634
(7.684.014)
(7.404.387)
(10.079.517)
(8.978.749)
(205.148)
(73.883)
6.286.286
7.604.134
451.114 (562.396)
826.311 (784.257)
7.915 11.990.230 (5.052.005)
11.512 14.173.636 (5.794.885)
(93.866) 31.678.736 2.221 13.929.604 5.654.362 494.364 11.838.564
(115.937) 32.197.755 9.299 12.776.985 5.727.754 435.848 13.744.252
(659.854) 44.134.183 2.221 13.929.604 577.556 775.579 2.241 2.288.886 27.206.452
(786.129) 37.448.179 9.299 12.776.985 427.046 916.093 1.802 1.996.339 22.026.571
(240.379) 710.800 269.677 (96.658) 537.781 149.667.434 21.254.973 21.254.973
(496.383) 790.787 286.594 (94.449) 598.642 115.589.094 18.899.775 18.899.775
(648.356) 1.558.976 651.886 (226.188) 1.133.278 182.415.829 1.571.961 1.571.961
(705.956) 1.545.392 778.248 (256.527) 1.023.671 133.072.084 554.724 554.724
33.574.023 11.904.669 21.521.231 122.357 8.101 17.665 513.597
21.688.695 4.810.368 14.746.223 719.914 841.123 8.531 562.536 482.456
52.420.217 31.487.514 20.213.275 126.483 84.482 508.463 513.597
27.325.707 13.835.825 11.004.613 698.686 841.123 90.829 854.631 482.456
513.597 80.383.821
482.456 61.409.245
513.597 97.325.583
482.456 72.843.110
421.086 84.635.696
396.981 64.776.911
421.086 102.279.805
396.981 76.897.760
(4.672.961)
(3.764.647)
63.739
(136.619)
(5.375.308)
(4.451.631)
6.173.084
9.708.341
596.529 (465.820)
1.224.597 (1.242.266)
1.213 12.699.616 (5.927.391)
8.014 18.720.394 (8.168.038)
(66.970) 13.774.198 379.756 331.265 13.065.144
(118.950) 13.025.847 377.667 261.133 12.393.386
(600.354) 23.875.332 27.492 331.265 23.517.811
(852.029) 21.796.117 11.055 261.133 21.531.008
(1.967) 103.083 103.083 100.969.257 88.974.676
(6.339) 219.695 219.695 93.487.008 79.765.899
(1.236) 536.055 565 535.490 11.736.065 1.698.969
(7.079) 361.629 563 361.066 10.232.242 1.553.104
87.625.916 1.342.307 38.348 (31.895) 2.105.302 5.185.689 (3.080.387) 6.781.415 8.349.975 (1.568.560) 87.777 1.384.864 (1.297.087) 3.020.087 3.886.522 (866.435) 691.780.686
78.457.027 1.291.234 56.992 (39.354) 1.901.722 4.523.755 (2.622.033) 9.689.167 11.705.784 (2.016.617) 197.734 1.433.395 (1.235.661) 1.932.486 2.393.654 (461.168) 570.807.454
1.165.547 796.546 (263.124) 3.656.011 1.136.336 7.800.510 (5.280.835) 1.857 11.783 (9.926) 6.379.228 11.433.948 (5.054.720) 689.307.013
1.072.669 762.885 (282.450) 3.420.421 1.024.955 7.318.790 (4.923.324) 6.530 16.044 (9.514) 5.252.187 9.061.745 (3.809.558) 558.100.216
BRADESCO MÚLTIPLO PASSIVO
2011
BRADESCO CONSOLIDADO
2010
2011
2010
CIRCULANTE .................................................................................. DEPÓSITOS (Notas 3o e 17a) ......................................................... Depósitos à Vista.............................................................................. Depósitos de Poupança.................................................................... Depósitos Interfinanceiros ................................................................ Depósitos a Prazo (Nota 33b) .......................................................... Outros Depósitos.............................................................................. CAPTAÇÕES NO MERCADO ABERTO (Notas 3o e 17b)............... Carteira Própria ................................................................................ Carteira de Terceiros ........................................................................ Carteira Livre Movimentação............................................................ RECURSOS DE EMISSÃO DE TÍTULOS (Notas 17c e 33b) .......... Recursos de Letras Imobiliárias, Hipotecárias, de Crédito e Similares ...................................................................................... Recursos de Debêntures (Nota 17c-1)............................................. Obrigações por Títulos e Valores Mobiliários no Exterior................. RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS .................................................. Recebimentos e Pagamentos a Liquidar.......................................... Correspondentes .............................................................................. RELAÇÕES INTERDEPENDÊNCIAS.............................................. Recursos em Trânsito de Terceiros................................................... OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS (Notas 18a e 33b) ............... Empréstimos no Exterior .................................................................. OBRIGAÇÕES POR REPASSES DO PAÍS – INSTITUIÇÕES OFICIAIS (Notas 18b e 33b)........................................................... Tesouro Nacional.............................................................................. BNDES ............................................................................................. CEF .................................................................................................. FINAME ............................................................................................ OBRIGAÇÕES POR REPASSES DO EXTERIOR (Notas 18b e 33b) ........................................................................... Repasses do Exterior ....................................................................... INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Notas 3f e 33) .. Instrumentos Financeiros Derivativos .............................................. PROVISÕES TÉCNICAS DE SEGUROS, PREVIDÊNCIA E CAPITALIZAÇÃO (Notas 3p e 22)............................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES ................................................................. Cobrança e Arrecadação de Tributos e Assemelhados.................... Carteira de Câmbio (Nota 11a) ........................................................ Sociais e Estatutárias ....................................................................... Fiscais e Previdenciárias (Nota 21a)................................................ Negociação e Intermediação de Valores .......................................... Fundos Financeiros e de Desenvolvimento...................................... Dívidas Subordinadas (Notas 20 e 33b)........................................... Diversas (Nota 21b)..........................................................................
406.566.542 194.905.017 33.029.929 54.810.856 60.698.754 46.365.478 148.532.751 106.763.289 35.226.172 6.543.290 8.400.220
318.515.739 150.705.410 32.703.533 48.204.881 45.770.609 22.986.138 1.040.249 113.718.046 39.222.854 73.080.385 1.414.807 3.365.715
417.659.158 134.653.507 33.007.178 54.810.856 324.862 46.481.304 29.307 131.111.286 89.572.204 34.995.792 6.543.290 8.396.679
328.089.064 104.702.842 32.754.590 47.331.685 374.215 23.155.309 1.087.043 100.358.331 26.915.908 72.027.616 1.414.807 4.107.167
7.998.513 401.707 1.686.046 1.325.333 360.713 2.627.389 2.627.389 10.159.366 10.159.366
2.792.837 572.878 2.172.000 1.902.572 269.428 2.502.166 2.502.166 8.425.143 8.425.143
7.998.513 398.166 370.193 370.193 2.666.561 2.666.561 10.385.661 10.385.661
2.792.837 741.452 572.878 272.192 272.192 2.505.129 2.505.129 8.502.066 8.502.066
10.244.258 17.087 4.115.691 16.718 6.094.762
7.224.304 19.236 2.317.173 17.326 4.870.569
10.406.049 17.087 4.115.691 16.917 6.256.354
7.423.957 19.236 2.317.173 17.783 5.069.765
36.743 36.743 1.066.119 1.066.119
489.023 489.023 990.159 990.159
28.194 28.194 1.056.517 1.056.517
488.925 488.925 987.358 987.358
28.908.633 3.050.291 7.907.699 1.688.371 1.989.523 331.372 314 5.588.861 8.352.202
28.923.773 2.315.819 7.484.723 1.412.684 708.615 294.606 169 4.945.336 11.761.821
73.089.533 45.494.978 3.147.130 7.907.699 1.706.462 5.582.901 1.055.059 314 5.561.632 20.533.781
60.302.401 38.438.696 2.397.041 7.484.723 1.474.808 2.885.980 1.257.852 169 4.924.111 18.014.012
EXIGÍVEL A LONGO PRAZO.......................................................... DEPÓSITOS (Notas 3o e 17a) ......................................................... Depósitos Interfinanceiros ................................................................ Depósitos a Prazo (Nota 33b) .......................................................... CAPTAÇÕES NO MERCADO ABERTO (Notas 3o e 17b)............... Carteira Própria ................................................................................ Carteira Livre Movimentação............................................................ RECURSOS DE EMISSÃO DE TÍTULOS (Notas 17c e 33b) .......... Recursos de Letras Imobiliárias, Hipotecárias, de Crédito e Similares ...................................................................................... Recursos de Debêntures (Nota 17c-1)............................................. Obrigações por Títulos e Valores Mobiliários no Exterior................. OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS (Notas 18a e 33b) ............... Empréstimos no Exterior .................................................................. OBRIGAÇÕES POR REPASSES DO PAÍS – INSTITUIÇÕES OFICIAIS (Notas 18b e 33b)........................................................... BNDES ............................................................................................. CEF .................................................................................................. FINAME ............................................................................................ Outras Instituições............................................................................ OBRIGAÇÕES POR REPASSES DO EXTERIOR (Notas 18b e 33b)... Repasses do Exterior ....................................................................... INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Notas 3f e 33) .... Instrumentos Financeiros Derivativos .............................................. PROVISÕES TÉCNICAS DE SEGUROS, PREVIDÊNCIA E CAPITALIZAÇÃO (Notas 3p e 22)............................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES ................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 21a)................................................ Dívidas Subordinadas (Notas 20 e 33b)........................................... Diversas (Nota 21b)..........................................................................
232.354.833 117.116.110 38.238.597 78.877.513 33.807.222 33.791.212 16.010 22.609.392
207.972.965 115.689.642 42.129.420 73.560.222 33.791.599 33.791.599 8.621.977
217.700.996 78.907.404 3.645 78.903.759 33.093.209 33.077.199 16.010 20.646.883
184.701.323 73.749.127 80.733 73.668.394 30.775.382 30.775.382 8.622.194
16.069.615 6.539.777 909.525 909.525
3.477.010 5.144.967 932.864 932.864
14.107.106 6.539.777 894.805 894.805
3.477.010 217 5.144.967 890.276 890.276
23.275.692 8.794.621 54.890 14.425.554 627 123.023 123.023
17.478.267 7.566.093 67.431 9.844.088 655 9.818 9.818 79.739 79.739
23.492.920 8.794.621 55.845 14.641.827 627 164.815 164.815
17.728.067 7.566.093 69.628 10.091.691 655 109.534 109.534
34.513.869 9.865.257 19.002.079 5.646.533
31.369.059 6.263.800 18.460.500 6.644.759
20.848.770 39.652.190 16.822.804 19.002.079 3.827.307
19.005.986 33.820.757 11.851.008 18.460.500 3.509.249
RESULTADO DE EXERCÍCIOS FUTUROS .................................... Resultados de Exercícios Futuros....................................................
16.543 16.543
23.427 23.427
505.228 505.228
336.557 336.557
PARTICIPAÇÃO MINORITÁRIA NAS CONTROLADAS (Nota 23)....
-
-
598.863
677.949
PATRIMÔNIO LÍQUIDO (Nota 24) ................................................... Capital: - De Domiciliados no País ................................................................ - De Domiciliados no Exterior ........................................................... Reservas de Capital ......................................................................... Reservas de Lucros.......................................................................... Ajustes de Avaliação Patrimonial - Títulos Disponíveis para Venda..... Ações em Tesouraria (Notas 24d e 33b) ..........................................
52.842.768
44.295.323
52.842.768
44.295.323
29.696.713 403.287 11.441 23.055.876 (261.458) (63.091)
27.748.637 751.363 62.614 15.798.598 (65.889) -
29.696.713 403.287 11.441 23.055.876 (261.458) (63.091)
27.748.637 751.363 62.614 15.798.598 (65.889) -
PATRIMÔNIO LÍQUIDO ADMINISTRADO PELA CONTROLADORA
52.842.768
44.295.323
53.441.631
44.973.272
TOTAL ..............................................................................................
691.780.686
570.807.454
689.307.013
558.100.216
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil BRADESCO MÚLTIPLO 2011
BRADESCO CONSOLIDADO 2010
2011
2010
RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ................................................................................................ Operações de Crédito (Nota 10j)........................................................................................................................... Operações de Arrendamento Mercantil (Nota 10j)................................................................................................ Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários (Nota 8h) ................................................................. Resultado Financeiro de Seguros, Previdência e Capitalização (Nota 8h) ........................................................... Resultado com Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 8e-v) ....................................................................... Resultado de Operações de Câmbio (Nota 11a) .................................................................................................. Resultado das Aplicações Compulsórias (Nota 9b) .............................................................................................. Operações de Venda ou de Transferência de Ativos Financeiros.......................................................................... DESPESAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA .............................................................................................. Operações de Captações no Mercado (Nota 17e)................................................................................................ Atualização e Juros de Provisões Técnicas de Seguros, Previdência e Capitalização (Nota 17e)....................... Operações de Empréstimos e Repasses (Nota 18c) ............................................................................................ Operações de Arrendamento Mercantil (Nota 10j)................................................................................................ Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Notas 3g, 10g e 10h)...............................................................
37.559.668 16.557.087 1.295.904 15.381.988 1.176.940 270.465 2.871.048 6.236 28.997.671 24.662.178 (455.456) 1.140.274 3.650.675
28.857.786 13.931.720 2.425.991 11.073.159 252.388 209.216 941.625 23.687 22.545.621 15.851.719 1.033.180 2.011.214 3.649.508
42.130.438 21.794.656 888.027 11.128.731 4.960.069 172.037 271.421 2.871.647 43.850 26.644.353 18.779.117 3.085.279 (441.349) 2.125 5.219.181
31.870.725 17.664.268 1.199.962 7.505.744 3.884.844 408.791 214.541 945.872 46.703 19.817.310 11.808.973 2.474.880 1.051.928 3.246 4.478.283
RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA...............................................................................
8.561.997
6.312.165
15.486.085
12.053.415
OUTRAS RECEITAS/DESPESAS OPERACIONAIS ........................................................................................... Receitas de Prestação de Serviços (Nota 25) ...................................................................................................... Outras Receitas de Prestação de Serviços......................................................................................................... Rendas de Tarifas Bancárias ............................................................................................................................... Prêmios Retidos de Seguros, Planos de Previdência e Capitalização (Notas 3p e 22d)...................................... Prêmios Emitidos Líquidos .................................................................................................................................. Prêmios de Resseguros ...................................................................................................................................... Variação de Provisões Técnicas de Seguros, Previdência e Capitalização (Nota 3p) .......................................... Sinistros Retidos (Nota 3p).................................................................................................................................... Sorteios e Resgates de Títulos de Capitalização (Nota 3p).................................................................................. Despesas de Comercialização de Planos de Seguros, Previdência e Capitalização (Nota 3p) ........................... Despesas de Pessoal (Nota 26) ............................................................................................................................ Outras Despesas Administrativas (Nota 27).......................................................................................................... Despesas Tributárias (Nota 28) ............................................................................................................................. Resultado de Participações em Coligadas e Controladas (Nota 13b) .................................................................. Outras Receitas Operacionais (Nota 29)............................................................................................................... Outras Despesas Operacionais (Nota 30).............................................................................................................
(2.965.490) 3.677.904 2.317.385 1.360.519 (3.899.388) (4.611.609) (953.728) 3.864.786 2.687.407 (3.730.862)
(1.940.005) 3.357.414 2.180.877 1.176.537 (3.275.406) (4.053.533) (786.117) 3.828.608 421.195 (1.432.166)
(6.752.498) 7.043.422 5.487.536 1.555.886 17.352.002 17.472.664 (120.662) (8.245.408) (5.442.389) (1.190.916) (901.100) (5.040.556) (6.129.579) (1.923.341) 50.065 4.359.442 (6.684.140)
(5.626.672) 6.273.479 4.997.519 1.275.960 13.846.973 13.986.998 (140.025) (6.161.731) (4.590.992) (970.031) (754.994) (4.358.267) (5.227.163) (1.456.892) 47.771 1.261.577 (3.536.402)
RESULTADO OPERACIONAL .............................................................................................................................
5.596.507
4.372.160
8.733.587
6.426.743
RESULTADO NÃO OPERACIONAL (Nota 31) .................................................................................................... RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO E PARTICIPAÇÕES ............................................. IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (Notas 35a e 35b) .............................................................
(37.763) 5.558.744 (71.316)
(41.435) 4.330.725
(129.542)
(217.427)
8.604.045
6.209.316
177.299
(3.018.917)
(1.665.899)
(97.700)
(35.393)
PARTICIPAÇÃO MINORITÁRIA NAS CONTROLADAS......................................................................................
-
-
LUCRO LÍQUIDO..................................................................................................................................................
5.487.428
4.508.024
JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO E DIVIDENDOS (Nota 24c)........................................................................
1.876.152
1.538.482
Número de ações em circulação (Notas 24a e 24b) ............................................................................................. Lucro por ação em R$ ..........................................................................................................................................
3.822.307.581 1,44
3.762.450.441 1,20
5.487.428
4.508.024
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis. continua...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
15
...continuação
Banco Bradesco S.A. Companhia Aberta CNPJ 60.746.948/0001-12 Sede: Cidade de Deus, Osasco-SP
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Em Reais mil CAPITAL REALIZADO
Eventos
CAPITAL SOCIAL
RESERVAS DE CAPITAL ÁGIO POR SUBSCRIÇÃO DE AÇÕES OUTROS
CAPITAL A REALIZAR
RESERVAS DE LUCROS
LEGAL
ESTATUTÁRIA
Saldos em 31.12.2009.......................................................................
26.500.000
-
56.465
6.149
2.254.302
Aumento de Capital com Reservas ....................................................
2.000.000
-
-
-
-
Aquisição de Ações em Tesouraria ....................................................
-
-
-
-
-
Cancelamento de Ações em Tesouraria.............................................
-
-
-
-
-
Ajustes de Avaliação Patrimonial........................................................
-
-
-
-
-
Lucro Líquido......................................................................................
-
-
-
-
Destinações: - Reservas.....................................................................
-
-
-
-
- Juros sobre o Capital Próprio Pagos ..........................
-
-
-
-
- Dividendos Pagos .......................................................
-
-
-
Saldos em 30.6.2010.........................................................................
28.500.000
-
Saldos em 31.12.2010.......................................................................
30.000.000
Aumento de Capital com Reservas ....................................................
100.000
-
Aumento de Capital por Subscrição de Ações ...................................
-
1.500.000
Aquisição de Ações em Tesouraria ....................................................
-
Ágio na Subscrição de Ações.............................................................
-
Ajustes de Avaliação Patrimonial........................................................
(1.500.000)
AJUSTE DE AVALIAÇÃO PATRIMONIAL
PRÓPRIAS
12.768.368
7.921
349.420
-
-
-
-
(2.000.000) (193.614)
AÇÕES EM TESOURARIA
CONTROLADAS
-
LUCROS ACUMULADOS
(188.874)
-
-
-
41.753.751
-
(4.740)
-
-
193.614
-
-
-
(4.740) -
-
109.202
-
-
-
-
-
4.508.024
225.401
2.744.141
-
-
-
(2.969.542)
-
-
-
-
-
(1.257.960)
(1.257.960)
-
-
-
-
-
-
(280.522)
(280.522)
56.465
6.149
2.479.703
13.318.895
117.123
(183.012)
56.465
6.149
2.755.385
16.726.601
172.294
(163.995)
(56.465)
(6.149)
-
-
-
-
-
-
-
-
1.500.000
(37.386)
(532.432)
TOTAIS
(10.049)
44.295.323 48.042.850
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
11.441
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
Lucro Líquido......................................................................................
-
-
-
-
-
-
-
-
-
5.487.428
Destinações: - Reservas.....................................................................
-
-
-
-
274.371
3.336.905
-
-
-
(3.611.276)
- Juros sobre o Capital Próprio Provisionados..............
-
-
-
-
-
-
-
-
-
(1.560.353)
-
(315.799)
- Dividendos Pagos e/ou Provisionados .......................
-
-
-
-
-
-
-
Saldos em 30.6.2011.........................................................................
30.100.000
-
11.441
-
2.992.370
20.063.506
147.898
(245.361)
(409.356)
-
-
-
(24.396)
4.508.024
-
-
(53.042)
(423.230)
-
(53.042)
-
-
11.441
-
-
(269.757)
(63.091)
-
5.487.428 (1.560.353) (315.799) 52.842.768
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
FLUXO DE CAIXA EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil BRADESCO MÚLTIPLO 2011
BRADESCO CONSOLIDADO 2010
2011
2010
Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais: Lucro Líquido antes do Imposto de Renda e Contribuição Social.....................................................................
5.558.744
4.330.725
8.604.045
6.209.316
Ajustes ao Lucro Líquido antes dos Impostos...............................................................................................
4.420.936
2.067.211
14.581.750
10.007.988
Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa ...............................................................................................
3.650.675
3.649.508
5.219.181
4.478.283
Depreciações e Amortizações ...........................................................................................................................
787.252
649.553
1.170.985
1.040.462
Perdas por Impairment/Provisões/(Reversões) por Desvalorização de Ativos..................................................
5.766
(Reversão)/Despesas com Provisões Cíveis, Trabalhistas e Fiscais........................................................................
3.711.840
Despesas com Atualização e Juros de Provisões Técnicas de Seguros, Previdência e Capitalização ...................
(668)
(3.864.786)
(658)
1.086.889
4.905.664
1.859.723
-
3.085.279
2.474.880
-
Resultado de Participações em Coligadas e Controladas.................................................................................
5.967
(3.828.608)
(50.065)
(47.771)
(Ganho)/Perda na Venda de Investimentos .......................................................................................................
-
-
-
617
(Ganho)/Perda na Venda de Imobilizado ...........................................................................................................
2.996
4.280
2.784
2.305 179.374
(Ganho)/Perda na Venda de Bens não de Uso Próprio .....................................................................................
37.857
38.959
127.687
Outros ................................................................................................................................................................
89.336
467.298
114.268
20.773
Lucro Líquido Ajustado antes do Imposto de Renda e Contribuição Social.................................................
9.979.680
6.397.936
23.185.795
16.217.304
1.141.492
14.447.694
(Aumento)/Redução em Aplicações Interfinanceiras de Liquidez .........................................................................
(667.943)
(Aumento) em Títulos para Negociação e Instrumentos Financeiros Derivativos ...............................................
(12.088.772)
16.857.678 (125.468)
(10.013.598)
(303.328)
(Aumento) em Relações Interfinanceiras e Interdependências ...........................................................................
(1.431.801)
(1.356.967)
(1.493.745)
(1.395.490)
(Aumento) em Operações de Crédito e de Arrendamento Mercantil........................................................................
(19.650.284)
(22.347.998)
(22.497.236)
(23.228.198)
Aumento/(Redução) em Prêmios de Seguros a Receber....................................................................................
-
-
Aumento em Provisões Técnicas de Seguros, Previdência e Capitalização.......................................................
-
-
Aumento/(Redução) em Resultados de Exercícios Futuros ................................................................................
(820)
(931)
(Aumento) em Outros Créditos e Outros Valores e Bens ....................................................................................
(10.526.164)
(4.632.814)
(371.824)
271.252
3.675.933
1.261.586
144.873
15.932
(8.553.849)
(Aumento)/Redução em Depósitos Compulsórios no Banco Central do Brasil ...................................................
36.337
Aumento em Depósitos .......................................................................................................................................
27.039.716
14.420.902
20.360.312
7.378.885
Aumento/(Redução) em Captações no Mercado Aberto.....................................................................................
(4.001.405)
21.209.818
(7.292.665)
17.860.667
Aumento em Recursos de Emissão de Títulos....................................................................................................
14.074.689
5.222.108
11.369.611
5.246.777
Aumento em Obrigações por Empréstimos e Repasses.....................................................................................
6.760.135
7.446.089
7.011.404
7.705.555
Aumento em Outras Obrigações .........................................................................................................................
7.561.596
6.148.384
Imposto de Renda e Contribuição Social Pagos .................................................................................................
(30.287.535)
(5.612.119)
(496.762)
Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) das Atividades Operacionais .............................................................
34.581
(224.767)
(30.480.625)
4.364.515
5.201.288
(3.466.796)
(1.948.588) 12.638.592
16.588.202
18.726.435
17.598.803
(7.076.608)
(7.036.659)
(6.782.363)
(7.400.988)
(27.515)
(888.679)
(2.289.110)
Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos: (Aumento) em Títulos Disponíveis para Venda.................................................................................................... (Aumento)/Redução em Títulos Mantidos até o Vencimento ...............................................................................
1.954
Alienação de Bens Não de Uso Próprio ..............................................................................................................
37.142
35.522
104.863
Alienação de Investimentos .................................................................................................................................
-
382.801
2.594
102.532 4.920
Alienação de Imobilizado de Uso e de Arrendamento Operacional.........................................................................
370.507
469.410
8.398
147.308
Aquisição de Bens Não de Uso Próprio ..............................................................................................................
(105.894)
(119.830)
(289.465)
Aquisição de Investimentos .................................................................................................................................
(218.126)
(10.000.012)
(130.249)
(10.244)
Aquisição de Imobilizado de Uso e de Arrendamento Operacional........................................................................
(337.679)
(300.859)
(439.797)
(489.790)
Aplicação no Intangível........................................................................................................................................
(420.330)
(308.854)
(630.921)
(572.002)
Aplicação no Diferido...........................................................................................................................................
(151)
(554)
Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio Recebidos ......................................................................................
6.334
Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) nas Atividades de Investimentos.......................................................
898
(7.742.851)
(16.905.652)
(442.034)
-
-
49.765
30.626
(8.995.854)
(10.918.782)
Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamento: Aumento/(Redução) em Dívidas Subordinadas ..................................................................................................
(1.752.481)
Aumento de Capital em Dinheiro e Ágio na Subscrição de Ações .........................................................................
1.511.441
Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio Pagos .............................................................................................
(2.300.298)
Participações dos Acionistas Minoritários ...........................................................................................................
275.982
(1.751.235)
(1.781.642)
-
280.634
1.511.441
-
(2.300.298)
-
(1.781.642)
29.627
(155.119)
Aquisições de Ações Próprias .............................................................................................................................
(53.042)
(4.740)
(53.042)
(4.740)
Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) nas Atividades de Financiamento .....................................................
(2.594.380)
(1.510.400)
(2.563.507)
(1.660.867)
Aumento de Caixa e Equivalentes de Caixa .....................................................................................................
6.250.971
310.383
6.039.442
58.943
Caixa e Equivalentes de Caixa - Início do Período ...............................................................................................
36.481.568
82.815.351
36.240.382
82.720.913
Caixa e Equivalentes de Caixa - Fim do Período ..................................................................................................
42.732.539
83.125.734
42.279.824
82.779.856
Aumento Líquido, de Caixa e Equivalentes de Caixa.......................................................................................
6.250.971
310.383
6.039.442
58.943
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil %
BRADESCO MÚLTIPLO 2010
%
2011
%
BRADESCO CONSOLIDADO 2010
Descrição
2011
1 - Receitas.........................................................................................
36.681.760
332,0
27.658.298
308,8
43.541.615
274,0
32.949.337
% 267,5
1.1) Intermediação Financeira.....................................................
37.559.668
339,9
28.857.786
322,1
42.130.438
265,1
31.870.725
258,8
1.2) Prestação de Serviços..........................................................
3.677.904
33,3
3.357.414
37,5
7.043.422
44,3
6.273.479
50,9
1.3) Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa ..............
(3.650.675)
(33,0)
(3.649.508)
(40,7)
(5.219.181)
(32,8)
(4.478.283)
(36,4)
1.4) Outras ....................................................................................
(905.137)
(8,2)
(907.394)
(10,1)
(413.064)
(2,6)
(716.584)
(5,8)
2 - Despesas de Intermediação Financeira .....................................
(25.346.996)
(229,4)
(18.896.113)
(210,9)
(21.425.172)
(134,8)
(15.339.027)
(124,5)
3 - Insumos Adquiridos de Terceiros...............................................
(3.363.400)
(30,5)
(2.982.590)
(33,3)
(5.102.485)
(32,1)
(4.301.985)
(34,9)
Materiais, água, energia e gás.......................................................
(210.630)
(1,9)
(191.913)
(2,1)
(291.103)
(1,8)
(236.348)
(1,9)
Serviços de terceiros .....................................................................
(896.076)
(8,1)
(892.331)
(10,0)
(1.713.146)
(10,8)
(1.454.281)
(11,8)
Comunicação .................................................................................
(521.663)
(4,7)
(484.358)
(5,4)
(768.613)
(4,8)
(677.084)
(5,5)
Serviços do sistema financeiro ......................................................
(158.347)
(1,4)
(108.155)
(1,2)
(229.825)
(1,4)
(178.217)
(1,4)
Propaganda, promoções e publicidade..........................................
(228.146)
(2,1)
(192.317)
(2,1)
(395.887)
(2,5)
(308.700)
(2,5)
Transporte ......................................................................................
(309.902)
(2,8)
(259.042)
(2,9)
(358.904)
(2,3)
(303.150)
(2,5)
Processamento de dados ..............................................................
(312.167)
(2,8)
(305.383)
(3,4)
(444.380)
(2,8)
(396.578)
(3,2)
Manutenção e conservação de bens .............................................
(323.738)
(2,9)
(269.137)
(3,0)
(261.425)
(1,6)
(217.125)
(1,8)
Segurança e vigilância ...................................................................
(153.229)
(1,4)
(130.132)
(1,5)
(155.935)
(1,0)
(132.609)
(1,1)
Viagens ..........................................................................................
(32.744)
(0,3)
(17.424)
(0,2)
(70.881)
(0,4)
(50.038)
(0,4)
Outras ............................................................................................
(216.758)
(2,1)
(132.398)
(1,5)
(412.386)
(2,7)
(347.855)
4 - Valor Adicionado Bruto (1-2-3).................................................... 5 - Depreciação e Amortização ........................................................
7.971.364 (787.252)
72,1 (7,1)
5.779.595 (649.553)
64,6
17.013.958
107,1
13.308.325
(2,8) 108,1
(7,3)
(1.170.985)
(7,4)
(1.040.462)
(8,4)
6 - Valor Adicionado Líquido Produzido pela Entidade (4-5).........
7.184.112
65,0
5.130.042
57,3
15.842.973
99,7
12.267.863
99,7
7 - Valor Adicionado Recebido em Transferência ...........................
3.864.786
35,0
3.828.608
42,7
50.065
0,3
47.771
0,3
Resultado de Participações em Coligadas ....................................
3.864.786
35,0
3.828.608
42,7
50.065
0,3
47.771
0,3
8 - Valor Adicionado a Distribuir (6+7).............................................
11.048.898
100,0
8.958.650
100,0
15.893.038
100,0
12.315.634
100,0
9 - Distribuir Valor Adicionado .........................................................
11.048.898
100,0
8.958.650
100,0
15.893.038
100,0
12.315.634
100,0
9.1) Pessoal ..................................................................................
3.373.896
30,6
2.825.532
31,6
4.371.681
27,6
3.769.686
30,6
Proventos ................................................................................
1.775.859
16,1
1.525.241
17,0
2.341.764
14,7
2.063.570
16,8
Benefícios ...............................................................................
769.388
7,0
641.808
7,2
1.005.968
6,3
841.433
6,8
FGTS ......................................................................................
172.577
1,6
147.236
1,6
216.633
1,4
188.161
1,5
Outros .....................................................................................
656.072
5,9
511.247
5,8
807.316
5,2
676.522
5,5
9.2) Impostos, Taxas e Contribuições ........................................
1.550.536
13,9
1.058.692
11,8
5.611.133
35,3
3.711.372
30,1
Federais ..................................................................................
1.397.393
12,5
921.696
10,3
5.384.172
33,9
3.504.280
28,4
Estaduais ................................................................................
1.252
-
443
-
2.109
-
3.200
-
Municipais ...............................................................................
151.891
1,4
136.553
1,5
224.852
1,4
203.892
1,7
9.3) Remuneração de Capitais de Terceiros ..............................
637.038
5,8
566.402
6,4
325.096
2,0
291.159
2,4
Aluguéis ..................................................................................
409.483
3,7
344.941
3,9
319.370
2,0
280.534
2,3
Arrendamento de bens ...........................................................
227.555
2,1
221.461
2,5
5.726
-
10.625
0,1
9.4) Remuneração de Capitais Próprios ....................................
5.487.428
49,7
4.508.024
50,2
5.585.128
35,1
4.543.417
36,9
Juros sobre o Capital Próprio .................................................
1.560.353
14,1
1.257.960
14,0
1.560.353
9,8
1.257.960
10,2
Dividendos ..............................................................................
315.799
2,9
280.522
3,1
315.799
2,0
280.522
2,3
Lucros Retidos ........................................................................
3.611.276
32,7
2.969.542
33,1
3.611.276
22,7
2.969.542
24,1
Participação dos não Controladores nos Lucros Retidos .......
-
-
-
-
97.700
0,6
35.393
0,3
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis. continua...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
16
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
...continuação
Banco Bradesco S.A. Companhia Aberta CNPJ 60.746.948/0001-12 Sede: Cidade de Deus, Osasco-SP
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS ÍNDICE DAS NOTAS EXPLICATIVAS Apresentamos as Notas Explicativas que integram o conjunto das Demonstrações Contábeis do Banco Bradesco S.A., distribuídas da seguinte forma: 1)
CONTEXTO OPERACIONAL
13) INVESTIMENTOS
24) PATRIMÔNIO LÍQUIDO (CONTROLADOR)
2)
APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
14) IMOBILIZADO DE USO E DE ARRENDAMENTO
25) RECEITAS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
3)
PRINCIPAIS DIRETRIZES CONTÁBEIS
15) DIFERIDO
26) DESPESAS DE PESSOAL
4)
INFORMAÇÕES PARA EFEITO DE COMPARABILIDADE
16) INTANGÍVEL
27) OUTRAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS
5)
BALANÇO PATRIMONIAL E DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO AJUSTADOS POR
17) DEPÓSITOS, CAPTAÇÕES NO MERCADO ABERTO E RECURSOS DE
28) DESPESAS TRIBUTÁRIAS 29) OUTRAS RECEITAS OPERACIONAIS
EMISSÃO DE TÍTULOS
SEGMENTO DE NEGÓCIO – CONSOLIDADO 6)
CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA
18) OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS E REPASSES
30) OUTRAS DESPESAS OPERACIONAIS
7)
APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ
19) PROVISÕES, ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS –
31) RESULTADO NÃO OPERACIONAL
8)
TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS
9)
RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS – CRÉDITOS VINCULADOS
32) TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS (DIRETAS E INDIRETAS)
FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS 20) DÍVIDAS SUBORDINADAS
33) INSTRUMENTOS FINANCEIROS
10) OPERAÇÕES DE CRÉDITO
21) OUTRAS OBRIGAÇÕES
34) BENEFÍCIOS A EMPREGADOS
11) OUTROS CRÉDITOS
22) OPERAÇÕES DE SEGUROS, PREVIDÊNCIA E CAPITALIZAÇÃO
35) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL
12) OUTROS VALORES E BENS
23) PARTICIPAÇÃO MINORITÁRIA NAS CONTROLADAS
36) OUTRAS INFORMAÇÕES
1) CONTEXTO OPERACIONAL O Banco Bradesco S.A. (Bradesco) é uma companhia aberta de direito privado que, operando na forma de Banco Múltiplo, desenvolve atividades bancárias em todas as modalidades autorizadas, por meio de suas carteiras comerciais, de operações de câmbio, de crédito ao consumidor e de crédito imobiliário. Por intermédio de suas controladas, atua direta e indiretamente, em diversas outras atividades, com destaque para Arrendamento Mercantil, Banco de Investimentos, Corretora de Títulos e Valores Mobiliários, Administração de Consórcios, Cartões de Crédito, Seguros, Previdência e Capitalização. As operações são conduzidas no contexto do conjunto das empresas da Organização Bradesco, atuando no mercado de modo integrado. 2) APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As demonstrações contábeis consolidadas do Bradesco abrangem as demonstrações contábeis do Banco Bradesco, suas agências no exterior, empresas controladas e empresas de controle compartilhado, direta e indiretamente, no país e no exterior, bem como entidades de propósito específico (EPE), e foram elaboradas a partir de diretrizes contábeis emanadas das Leis nº 4.595/64 (Lei do Sistema Financeiro Nacional) e nº 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações) com alterações introduzidas pelas Leis nº 11.638/07 e nº 11.941/09, para a contabilização das operações, associadas às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN), do Banco Central do Brasil (Bacen), da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), quando aplicável, do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), da Superintendência de Seguros Privados (Susep), da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), e consideram as demonstrações contábeis das sociedades de arrendamento mercantil pelo método financeiro, com a reclassificação do imobilizado de arrendamento para a rubrica de operações de arrendamento mercantil, deduzido do valor residual recebido antecipadamente.
g) Operações de crédito, de arrendamento mercantil, adiantamentos sobre contratos de câmbio, outros créditos com características de concessão de crédito e provisão para créditos de liquidação duvidosa As operações de crédito, de arrendamento mercantil, adiantamentos sobre contratos de câmbio e outros créditos com características de concessão de crédito são classificados nos respectivos níveis de risco, observando: (i) os parâmetros estabelecidos pela Resolução nº 2.682/99 do CMN, que requerem a sua classificação de riscos em nove níveis, sendo “AA” (risco mínimo) e “H” (risco máximo); e (ii) a avaliação da Administração quanto ao nível de risco. Essa avaliação, realizada periodicamente, considera a conjuntura econômica, a experiência passada e os riscos específicos e globais em relação às operações, aos devedores e garantidores. Adicionalmente, também são considerados os períodos de atraso definidos na Resolução nº 2.682/99 do CMN, para atribuição dos níveis de classificação dos clientes da seguinte forma: Período de atraso (1)
Classificação do cliente
• de 15 a 30 dias............................................................................................................................................................... B • de 31 a 60 dias............................................................................................................................................................... C • de 61 a 90 dias............................................................................................................................................................... D • de 91 a 120 dias............................................................................................................................................................. E • de 121 a 150 dias........................................................................................................................................................... F • de 151 a 180 dias........................................................................................................................................................... G • superior a 180 dias......................................................................................................................................................... H (1) Para as operações com prazo a decorrer superior a 36 meses, é realizada a contagem em dobro dos períodos de atraso, conforme facultado pela Resolução nº 2.682/99 do CMN. A atualização (accrual) das operações vencidas até o 59º dia é contabilizada em receitas e, a partir do 60º dia, em rendas a apropriar, sendo que o reconhecimento em receitas só ocorrerá quando do seu efetivo recebimento.
Para a elaboração dessas demonstrações contábeis consolidadas, foram eliminadas as participações de uma empresa em outra, os saldos de contas patrimoniais, as receitas, as despesas e os lucros não realizados entre as empresas, bem como foram destacadas as parcelas do lucro líquido e do patrimônio líquido referentes às participações dos acionistas minoritários. No caso dos investimentos nas sociedades em que o controle acionário é compartilhado com outros acionistas, os componentes do ativo, do passivo e do resultado foram agregados às demonstrações contábeis consolidadas na proporção da participação no capital social de cada investida. Os ágios apurados nas aquisições de investimentos em empresas controladas e empresas de controle compartilhado estão apresentados em investimentos e intangível (Nota 16a). A variação cambial das operações das agências e empresas As operações em atraso classificadas como nível “H” permanecem nessa classificação por seis meses, quando então são baixadas contra a provisão controladas no exterior está apresentada na rubrica de resultado com instrumentos financeiros derivativos, para eliminar o efeito dos instrumentos de existente e controladas em conta de compensação por no mínimo cinco anos. proteção desses investimentos. As operações renegociadas são mantidas, no mínimo, no mesmo nível em que estavam classificadas. As renegociações que já haviam sido baixadas contra As demonstrações contábeis incluem estimativas e premissas, tais como: a mensuração de provisões para perdas com operações de crédito; estimativas a provisão e que estavam controladas em contas de compensação são classificadas como nível “H” e as eventuais receitas provenientes da renegociação do valor justo de determinados instrumentos financeiros; provisões cíveis, fiscais e trabalhistas; perdas por redução ao valor recuperável (impairment) de somente são reconhecidas quando efetivamente recebidas. Quando houver amortização significativa da operação ou quando novos fatos relevantes títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de títulos disponíveis para venda e títulos mantidos até o vencimento e ativos não financeiros; outras justificarem a mudança do nível de risco, poderá ocorrer a reclassificação da operação para categoria de menor risco. provisões; cálculo de provisões técnicas de seguros, planos de previdência complementar e capitalização; e a determinação da vida útil de determinados A provisão estimada para créditos de liquidação duvidosa é apurada em valor suficiente para cobrir prováveis perdas e leva em conta as normas e instruções ativos. Os resultados efetivos podem ser diferentes daqueles estabelecidos por essas estimativas e premissas. do CMN e do Bacen, associadas às avaliações realizadas pela Administração na determinação dos riscos de crédito. As demonstrações contábeis consolidadas do Bradesco foram aprovadas pelo Conselho de Administração em 26 de julho de 2011.
Operações de arrendamento mercantil – Bradesco Múltiplo
Destacamos as principais sociedades, com participação direta e indireta, incluídas nas demonstrações contábeis consolidadas em 30 de junho:
A carteira de arrendamento mercantil é constituída por contratos celebrados ao amparo da Portaria nº 140/84, do Ministério da Fazenda, que contém cláusulas de: a) não cancelamento; b) opção de compra; e c) atualização pós-fixada ou pre-fixada e são contabilizados de acordo com as normas estabelecidas pelo Bacen, conforme segue:
Atividade
Participação total 2011
2010
Ramo Financeiro – país Alvorada Cartões, Crédito, Financiamento e Investimento S.A. ............................ Banco Alvorada S.A. .............................................................................................. Banco Bradesco Financiamentos S.A. .................................................................. Banco Bankpar S.A. .............................................................................................. Banco Bradesco BBI S.A. ...................................................................................... Banco Boavista Interatlântico S.A. ......................................................................... Bankpar Arrendamento Mercantil S.A. .................................................................. Banco Bradesco Cartões S.A. ............................................................................... Bradesco Administradora de Consórcios Ltda. ...................................................... Bradesco Leasing S.A. Arrendamento Mercantil.................................................... Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários ...................................... BRAM - Bradesco Asset Management S.A. DTVM ................................................ Ágora Corretora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. ........................................... Banco Ibi S.A. ........................................................................................................ Cielo S.A. (1) (2) (3)................................................................................................
Bancária Bancária Bancária Bancária Banco de investimentos Bancária Arrendamento Cartões Adm. de consórcios Arrendamento Corretora Adm. de ativos Corretora Cartões Prestação de serviços
100,00% 99,95% 100,00% 100,00% 98,35% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 28,65%
100,00% 99,95% 100,00% 100,00% 98,35% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 26,56%
Ramo Financeiro – exterior Banco Bradesco Argentina S.A. ............................................................................ Banco Bradesco Europa S.A. (5)............................................................................ Banco Bradesco S.A. Grand Cayman Branch (4)................................................... Banco Bradesco New York Branch ......................................................................... Banco Bradesco S.A. Nassau Branch (6)............................................................... Bradesco Securities, Inc. ....................................................................................... Bradesco Securities, UK. .......................................................................................
Bancária Bancária Bancária Bancária Bancária Corretora Corretora
99,99% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00%
99,99% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00%
Ramo Segurador, de Previdência e de Capitalização Atlântica Capitalização S.A. ................................................................................... Bradesco Argentina de Seguros S.A. .................................................................... Bradesco Auto/RE Companhia de Seguros ........................................................... Bradesco Capitalização S.A. ................................................................................. Bradesco Saúde S.A. ............................................................................................ Bradesco Dental S.A. (7) ........................................................................................ Odontoprev S.A. .................................................................................................... Bradesco Seguros S.A. ......................................................................................... Bradesco Vida e Previdência S.A. ......................................................................... Atlântica Companhia de Seguros ...........................................................................
Capitalização Seguradora Seguradora Capitalização Seguradora/saúde Seguradora/saúde dental Seguradora/saúde dental Seguradora Previdência/Seguradora Seguradora
100,00% 99,90% 100,00% 100,00% 100,00% 43,50% 100,00% 100,00% 100,00%
100,00% 99,90% 100,00% 100,00% 100,00% 43,50% 43,50% 100,00% 100,00% 100,00%
I - Arrendamentos a receber Refletem o saldo das contraprestações a receber, atualizadas de acordo com índices e critérios estabelecidos contratualmente. II - Rendas a apropriar de arrendamento mercantil e Valor Residual Garantido (VRG) Registrados pelo valor contratual, em contrapartida às contas retificadoras de Rendas a apropriar de arrendamento mercantil e Valor residual a balancear, ambos apresentados pelas condições pactuadas. O VRG recebido antecipadamente é registrado em Outras Obrigações – Credores por Antecipação do Valor Residual até a data do término contratual. O ajuste a valor presente das contraprestações e do VRG a receber das operações de arrendamento mercantil financeiro é reconhecido como superveniência/insuficiência de depreciação no imobilizado de arrendamento mercantil, objetivando compatibilizar as práticas contábeis. Nas operações que apresentem atraso igual ou superior a sessenta dias, a apropriação ao resultado passa a ocorrer quando do recebimento das parcelas contratuais, de acordo com a Resolução nº 2.682/99 do CMN. III - Imobilizado de arrendamento É registrado pelo custo de aquisição, deduzido das depreciações acumuladas. A depreciação é calculada pelo método linear, com o benefício de redução de 30% na vida útil normal do bem, prevista na legislação vigente. As principais taxas anuais de depreciação utilizadas, base para esta redução, são as seguintes: veículos e afins, 20%; móveis e utensílios, 10%; máquinas e equipamentos, 10%; e outros bens, 10% e 20%. IV - Perdas em arrendamentos Os prejuízos apurados na venda de bens arrendados são diferidos e amortizados pelo prazo remanescente de vida útil normal dos bens, sendo demonstrados juntamente com o Imobilizado de Arrendamento (Nota 10k). V - Superveniência (insuficiência) de depreciação Os registros contábeis das operações de arrendamento mercantil são mantidos conforme exigências legais, específicas para esse tipo de operação. Os procedimentos adotados e sumariados nos itens “II” a “IV” acima diferem das práticas contábeis previstas na legislação societária brasileira, principalmente no que concerne ao regime de competência no registro das receitas e despesas relacionadas aos contratos de arrendamento mercantil. Em consequência, de acordo com a Circular Bacen nº 1.429/89, foi calculado o valor presente das contraprestações em aberto, utilizando-se a taxa interna de retorno de cada contrato, registrando-se uma receita ou despesa de arrendamento mercantil, em contrapartida às rubricas de superveniência ou insuficiência de depreciação, respectivamente, registradas no Ativo Permanente, com o objetivo de adequar as operações de arrendamento mercantil ao regime de competência (Nota 10k). h) Imposto de renda e contribuição social (ativo e passivo) Os créditos tributários de imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido, calculados sobre prejuízo fiscal, base negativa de contribuição social e de adições temporárias, são registrados na rubrica “Outros Créditos – Diversos”, e as provisões para as obrigações fiscais diferidas sobre superveniência de depreciação e ajustes a valor de mercado dos títulos e valores mobiliários são registradas na rubrica “Outras Obrigações – Fiscais e Previdenciárias”, sendo que para a superveniência de depreciação é aplicada somente a alíquota de imposto de renda. Os créditos tributários sobre as adições temporárias serão realizados quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram constituídos. Os créditos tributários sobre prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social serão realizados de acordo com a geração de lucros tributáveis, observado o limite de 30% do lucro real do período-base. Tais créditos tributários são reconhecidos contabilmente baseados nas expectativas atuais de realização, considerando os estudos técnicos e análises realizadas pela Administração.
Outras atividades Andorra Holdings S.A. (8)....................................................................................... Holding 100,00% 54,01% Bradescor Corretora de Seguros Ltda. .................................................................. Corretora de seguros 100,00% 100,00% Bradesplan Participações Ltda. ............................................................................. Holding 100,00% 100,00% Cia. Securitizadora de Créditos Financeiros Rubi .................................................. Aquisição de créditos 100,00% 100,00% Columbus Holdings S.A. ........................................................................................ Holding 100,00% 100,00% Nova Paiol Participações Ltda. .............................................................................. Holding 100,00% 100,00% Scopus Tecnologia Ltda. ........................................................................................ Informática 100,00% 100,00% Tempo Serviços Ltda. ............................................................................................ Prestação de serviços 100,00% 100,00% Bradseg Participações Ltda. .................................................................................. Holding 100,00% 100,00% União Participações Ltda. ...................................................................................... Holding 100,00% 100,00% (1) Empresa consolidada proporcionalmente, em consonância com a Resolução nº 2.723/00 do CMN e Instrução CVM nº 247/96; (2) Está sendo consolidada a entidade de propósito específico denominada Brazilian Merchant Voucher Receivables Limited, sociedade participante da operação de securitização do fluxo futuro de recebíveis de faturas de cartão de crédito de clientes residentes no exterior (Nota 17d); (3) Aumento na participação pela aquisição parcial em julho de 2010; (4) Está sendo consolidada a entidade de propósito específico denominada International Diversified Payment Rights Company, sociedade participante da operação de securitização do fluxo futuro de ordens de pagamentos recebidas do exterior (Nota 17d); (5) Atual denominação do Banco Bradesco Luxembourg S.A.; (6) Encerramento das atividades em janeiro de 2011, sendo suas operações transferidas para o Banco Bradesco S.A. Grand Cayman Branch; (7) Empresa incorporada pela Odontoprev em julho de 2010; e (8) Aumento na participação por aquisição de ações em dezembro de 2010.
A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota-base de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10%. A contribuição social sobre o lucro é calculada considerando a alíquota de 15% para empresas financeiras e do ramo segurador e de 9% para as demais empresas.
3) PRINCIPAIS DIRETRIZES CONTÁBEIS
k) Imobilizado Corresponde aos direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à manutenção das atividades ou exercidos com essa finalidade, inclusive os decorrentes de operações que transfiram os riscos, benefícios e controles dos bens para a entidade.
a) Moeda funcional e de apresentação As demonstrações contábeis estão apresentadas em reais, que é a moeda funcional do Bradesco. Substancialmente, as operações das agências e controladas no exterior são, na essência, uma extensão das atividades do Brasil, portanto os ativos, os passivos e os resultados são ajustados às diretrizes contábeis vigentes no Brasil e convertidos para reais, de acordo com as taxas de câmbio da moeda local. Ganhos e perdas resultantes do processo de conversão são realocados no resultado do período na rubrica de Instrumentos Financeiros Derivativos.
Os créditos tributários originados em períodos anteriores à legislação, que elevou a alíquota da contribuição social para 15% nas empresas financeiras e do ramo segurador, foram registrados até o limite das obrigações tributárias consolidadas correspondentes (Nota 35). Foram constituídas provisões para os demais impostos e contribuições sociais, de acordo com as respectivas legislações vigentes. De acordo com a Lei nº 11.941/09, as modificações no critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido do período, introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e pelos artigos 37 e 38 da Lei nº 11.941/09, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007. Para fins contábeis, os efeitos tributários da adoção das mencionadas leis estão registrados nos ativos e passivos diferidos correspondentes. i) Despesas antecipadas Correspondem às aplicações de recursos em pagamentos antecipados, cujos direitos de benefícios ou prestação de serviços ocorrerão em períodos futuros, sendo registradas no resultado de acordo com o princípio da competência. Esse grupo de contas é representado, basicamente, por: (i) comissões pagas a revendedores na colocação de financiamento de veículos; (ii) comissões a corretores de seguros; e (iii) pagamentos antecipados de despesas com propaganda e publicidade (Nota 12b). j) Investimentos Os investimentos em empresas controladas, empresas de controle compartilhado e empresas coligadas com influência significativa ou participação de 20% ou mais no capital votante, são avaliados pelo método de equivalência patrimonial. Os incentivos fiscais e outros investimentos são avaliados pelo custo de aquisição, deduzidos de provisão para perdas e da redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável.
É demonstrado ao custo de aquisição, líquido das respectivas depreciações acumuladas, calculadas pelo método linear de acordo com a vida útil-econômica estimada dos bens, sendo: imóveis de uso – 4% ao ano; móveis e utensílios e máquinas e equipamentos – 10% ao ano; sistemas de transportes – 20% ao ano; e sistemas de processamento de dados – de 20% a 50% ao ano e ajustado por redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável.
l) Ativo diferido – Bradesco Múltiplo b) Apuração do resultado O resultado é apurado de acordo com o regime de competência, que estabelece que as receitas e despesas devem ser incluídas na apuração dos resultados Está registrado ao custo de aquisição ou formação, líquida das respectivas amortizações acumuladas de 20% ao ano, calculadas pelo método linear. A partir de 8 de dezembro de 2008 as novas operações passaram a ser registradas no ativo intangível de acordo com a Carta Circular nº 3.357/08 do Bacen. dos períodos em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. As operações com taxas pré-fixadas são registradas pelo valor de resgate, e as receitas e despesas correspondentes ao período futuro são apresentadas m) Intangíveis em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. As receitas e despesas de natureza financeira são contabilizadas pelo critério “pro-rata” dia e calculadas Corresponde aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da entidade ou exercidos com essa finalidade. com base no método exponencial, exceto aquelas relativas a títulos descontados ou relacionadas a operações no exterior, que são calculadas com base É composto por: no método linear. • Rentabilidade futura/carteira de clientes adquirida e aquisição de direito para prestação de serviços bancários. As operações com taxas pós-fixadas ou indexadas a moedas estrangeiras são atualizadas até a data do balanço. São registrados e amortizados, quando aplicável, em um período no qual o ativo deverá contribuir, direta ou indiretamente, para o fluxo de caixa futuro e Os prêmios de seguros e cosseguros aceitos, deduzidos dos prêmios cedidos em cosseguro e resseguro, bem como as comissões correspondentes, são ajustados por redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável; e apropriados ao resultado pela vigência das respectivas apólices e faturas de seguros, e diferidos para apropriação, em bases lineares, no decorrer do • Software prazo de vigência das apólices, pelo período de cobertura do risco, mediante constituição e reversão da provisão de prêmios não ganhos e da despesa de São registrados ao custo, deduzidos da amortização pelo método linear durante a vida útil estimada (20% a 50% ao ano), a partir da data da sua comercialização diferida. As operações de cosseguros aceitos e de retrocessões são contabilizadas com base nas informações recebidas das congêneres disponibilidade para uso e ajustados por redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. Gastos com o desenvolvimento interno de software e de resseguradoras, respectivamente. são reconhecidos como ativo quando é possível demonstrar a intenção e a capacidade de concluir tal desenvolvimento, bem como mensurar com segurança As contribuições de planos de previdência complementar e os prêmios de seguros de vida com cobertura de sobrevivência são reconhecidos no resultado os custos diretamente atribuíveis ao mesmo, que serão amortizados durante sua vida útil estimada, considerando os benefícios econômicos futuros gerados. quando efetivamente recebidos. n) Redução ao valor recuperável de ativos (impairment) As receitas dos planos de capitalização são contabilizadas quando efetivamente recebidas, excetuando os títulos pré-impressos de valor definido e de Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de títulos disponíveis para venda e títulos mantidos até o vencimento e ativos não financeiros, pagamento único, os quais são registrados na sua emissão. As despesas com colocação de títulos, classificadas como “Despesas de Comercialização”, exceto outros valores e bens e créditos tributários, são revistos no mínimo anualmente, para determinar se há alguma indicação de perda por redução ao são reconhecidas contabilmente quando incorridas. As despesas de corretagem são registradas quando do efetivo recebimento das correspondentes valor recuperável (impairment). Caso seja detectada uma perda, esta é reconhecida no resultado do período quando o valor contábil do ativo exceder o seu contribuições aos planos de capitalização. Os resgates e sorteios são contabilizados simultaneamente ao reconhecimento das correspondentes receitas. valor recuperável (apurado: (i) pelo potencial valor de venda, ou valor de realização deduzido das respectivas despesas ou (ii) pelo valor em uso calculado As despesas com provisões técnicas de previdência e capitalização são contabilizadas simultaneamente ao reconhecimento das correspondentes receitas. pela unidade geradora de caixa, dos dois o maior). c) Caixa e equivalentes de caixa Uma unidade geradora de caixa é o menor grupo identificável de ativos que gera fluxos de caixa substancialmente independentes de outros ativos e grupos. Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades em moeda nacional, moeda estrangeira, aplicações em ouro, aplicações no mercado o) Depósitos e captações no mercado aberto aberto e aplicações em depósitos interfinanceiros, cujo vencimento das operações, na data da efetiva aplicação, seja igual ou inferior a 90 dias e apresentem São demonstrados pelos valores das exigibilidades e consideram, quando aplicável, os encargos exigíveis até a data do balanço, reconhecidos em base risco insignificante de mudança de valor justo, que são utilizados pelo Bradesco para gerenciamento de seus compromissos de curto prazo. “pro-rata” dia. d) Aplicações interfinanceiras de liquidez p) Provisões técnicas relacionadas às atividades de seguros, previdência e capitalização As operações compromissadas realizadas com acordo de livre movimentação são ajustadas pelo valor de mercado. As demais aplicações são registradas ao As provisões técnicas são calculadas de acordo com notas técnicas atuariais, conforme disposto pela Susep e ANS, e com os critérios estabelecidos pelas custo de aquisição, acrescidas dos rendimentos auferidos até a data do balanço, deduzidas de provisão para desvalorização, quando aplicável. Resoluções CNSP nº 162/06, nº 181/07, nº 195/08 e nº 204/09. e) Títulos e valores mobiliários – Classificação • Seguros de ramos elementares, vida e saúde: • Títulos para negociação – adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos – A provisão de prêmios não ganhos (PPNG) é constituída pelos prêmios retidos (exceto cessão de resseguro, já que, de acordo com a Resolução CNSP dos rendimentos auferidos e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; nº 195/08, a partir de 2009 as sociedades seguradoras não devem deduzir do cálculo das provisões os valores transferidos a terceiros por meio de • Títulos disponíveis para venda – que não se enquadram como para negociação nem como mantidos até o vencimento. São registrados pelo custo de operações de resseguro), que são diferidos no decorrer do prazo de vigência dos contratos de seguros, determinando o valor “pro-rata” dia do prêmio aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período, e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao não ganho do período do risco a decorrer (risco futuro das apólices vigentes). A ANS, por meio de sua Resolução Normativa – RN nº 206/09, extinguiu patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários, os quais só serão reconhecidos no resultado quando da efetiva realização; e a PPNG para as operadoras e seguradoras de saúde privada, determinando também a contabilização da receita de prêmios “pro-rata temporis”; • Títulos mantidos até o vencimento – adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São – A provisão de sinistros ocorridos mas não avisados (IBNR) é calculada atuarialmente para quantificar o montante de sinistros ocorridos e que não registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. foram avisados pelos segurados/beneficiários. De acordo com a Resolução CNSP nº 195/08, a partir de 2009, as sociedades seguradoras não devem Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de negociação e disponível para venda, bem como os instrumentos financeiros derivativos, são deduzir do cálculo das provisões os valores transferidos a terceiros por meio de operações de resseguro; demonstrados no balanço patrimonial pelo seu valor justo estimado. O valor justo geralmente baseia-se em cotações de preços de mercado ou cotações de – A provisão de sinistros a liquidar é constituída com base nas estimativas de pagamentos de indenizações, conforme os avisos de sinistros recebidos preços de mercado para ativos ou passivos com características semelhantes. Se esses preços de mercado não estiverem disponíveis, os valores justos são dos segurados/beneficiários até a data do balanço. A provisão é atualizada monetariamente e inclui todos os sinistros em discussão judicial. No caso do baseados em cotações de operadores de mercado, modelos de precificação, fluxo de caixa descontado ou técnicas similares, para as quais a determinação seguro saúde, a provisão de sinistros a liquidar foi constituída: (i) até fevereiro de 2011, apenas pelos sinistros em trâmite judicial, sendo complementar do valor justo possa exigir julgamento ou estimativa significativa por parte da Administração. ao IBNR; e (ii) a partir de março de 2011, contemplando as estimativas de pagamentos, conforme os sinistros avisados até o fechamento do trimestre; f) Instrumentos financeiros derivativos (ativos e passivos) – A provisão complementar de prêmio (PCP) é constituída mensalmente para complementar a PPNG e considera estimativa para os riscos vigentes São classificados de acordo com a intenção da Administração, na data da contratação da operação, levando-se em conta se sua finalidade é para proteção mas não emitidos (RVNE); contra risco (hedge) ou não. – A provisão de insuficiência de prêmios é constituída quando constatada insuficiência na provisão de prêmios não ganhos para cobertura dos sinistros As operações que envolvem instrumentos financeiros derivativos destinam-se a atender as necessidades próprias para administrar a exposição global a ocorrer, considerando o valor esperado de indenizações e despesas relacionadas, ao longo dos prazos a decorrer referentes aos riscos vigentes na do Bradesco, bem como para atender solicitações de seus clientes, no sentido de administrar suas posições. As valorizações ou desvalorizações são data-base de cálculo; registradas em contas de receitas ou despesas dos respectivos instrumentos financeiros. – Outras provisões técnicas referem-se à provisão para fazer face às diferenças dos reajustes futuros de prêmios e aqueles necessários ao equilíbrio Os instrumentos financeiros derivativos utilizados para mitigar os riscos decorrentes das exposições às variações no valor de mercado dos ativos e passivos técnico da carteira de planos de saúde individual, adotando a formulação constante na nota técnica atuarial aprovada pela ANS. Para ramos financeiros são considerados como instrumentos de proteção (hedge) e são classificados de acordo com sua natureza em: elementares, essa provisão refere-se aos prêmios dos produtos de garantia estendida, que ainda se encontram no prazo de garantia do fabricante; – A provisão de benefícios a conceder, da carteira de planos de saúde individual, refere-se à cobertura de remissão por cinco anos para os dependentes • Hedge de risco de mercado: os instrumentos financeiros classificados nesta categoria, bem como seus ativos e passivos financeiros relacionados, objeto do titular em caso de falecimento deste, adotando a formulação constante na nota técnica atuarial aprovada pela ANS; e de hedge, têm seus ganhos e perdas, realizados ou não realizados, registrados em conta de resultado; e – A provisão de benefícios concedidos, da carteira de planos de saúde individual, é constituída pelas obrigações decorrentes das cláusulas contratuais • Hedge de fluxo de caixa: os instrumentos financeiros classificados nesta categoria, a parcela efetiva das valorizações ou desvalorizações é registrada, de remissão das contraprestações pecuniárias referentes à cobertura de assistência à saúde, e sua constituição obedece ao previsto na Resolução líquida dos efeitos tributários, em conta destacada no patrimônio líquido. A parcela não efetiva do respectivo hedge é reconhecida diretamente em conta Normativa - RN nº 75/04, da ANS, e pelos prêmios de remissão por pagamento dos segurados participantes do seguro Bradesco Saúde – “Plano GBS”. de resultado. continua...
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
DIÁRIO DO COMÉRCIO
17
...continuação
Banco Bradesco S.A. Companhia Aberta CNPJ 60.746.948/0001-12 Sede: Cidade de Deus, Osasco-SP
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS • Previdência complementar aberta e seguros de vida com cobertura de sobrevivência: – A provisão matemática de benefícios a conceder refere-se aos participantes cujos benefícios ainda não iniciaram. Nos planos de previdência, conhecidos como “tradicionais”, a provisão representa a diferença entre o valor atual dos benefícios futuros e o valor atual das contribuições futuras, correspondentes às obrigações assumidas sob a forma de planos de aposentadoria, invalidez, pensão e pecúlio. A provisão é calculada segundo metodologia e premissas estabelecidas em Notas Técnicas Atuariais; – As provisões matemáticas de benefícios a conceder vinculadas a seguros de vida e planos de previdência na modalidade “gerador de benefícios livres” (VGBL e PGBL) representam o montante das contribuições efetuadas pelos participantes, líquidas de carregamento e outros encargos contratuais, acrescidas dos rendimentos financeiros gerados pela aplicação dos recursos em fundos de investimento em quotas de fundos de investimento especialmente constituídos (FIEs); – A provisão matemática de benefícios concedidos refere-se aos participantes que se encontram em gozo de benefícios e corresponde ao valor atual das obrigações futuras referentes aos pagamentos de benefícios continuados; – A provisão de insuficiência de contribuição (PIC) é constituída para fazer face à eventual oscilação desfavorável nos riscos técnicos assumidos na provisão matemática de benefícios a conceder e na provisão matemática de benefícios concedidos, considerando a tendência de maior sobrevida dos participantes. Nos planos com risco de sobrevivência, a provisão é calculada atuarialmente e leva em consideração a tábua biométrica AT-2000 Male (suavizada) para homens e AT-2000 Female (suavizada) para mulheres, improvement de 1,5% ao ano e taxa real de juros de 4% ao ano. Nos planos com risco de sobrevivência de inválidos, a provisão leva em consideração a tábua biométrica AT-49 Male e taxa real de juros de 4% ao ano. Improvement é uma técnica que atualiza a tábua de sobrevivência automaticamente, considerando o aumento esperado da sobrevida futura; – A provisão de oscilação financeira é constituída até o limite de 15% da provisão matemática de benefícios a conceder relativa aos planos de previdência na modalidade de contribuição variável com garantia de rendimentos para cobrir eventuais oscilações financeiras. No cálculo dessa provisão é utilizada a taxa de juros real de 4% ao ano; – A provisão de despesas administrativas é constituída para cobrir as despesas administrativas dos planos de benefício definido e de contribuição variável, e é calculada em conformidade com metodologia estabelecida em nota técnica atuarial; e – A provisão de excedente financeiro corresponde à parte do rendimento financeiro obtido com a aplicação das provisões que excede a rentabilidade mínima dos planos de previdência com cláusula de participação de excedente financeiro. • Capitalização: – A provisão matemática para resgates é constituída para cada título ativo ou suspenso durante o prazo previsto nas condições gerais do plano e é calculada conforme metodologia descrita em notas técnicas atuariais aprovadas pela Susep; – As provisões para resgates são constituídas pelos valores dos títulos vencidos e também pelos valores dos títulos ainda não vencidos, mas que tiveram solicitação de resgate antecipado pelos clientes. As provisões são atualizadas monetariamente com base nos indexadores previstos em cada plano; – As provisões para sorteios a realizar e a pagar são constituídas para fazer face aos prêmios provenientes dos sorteios futuros (a realizar) e também aos prêmios provenientes dos sorteios em que os clientes já foram contemplados (a pagar); – A provisão de contingência é constituída para cobrir eventuais insuficiências para pagamento dos resgates solicitados e/ou dos prêmios de sorteios realizados; e – A provisão de despesa administrativa é constituída para cobrir as despesas de colocação e divulgação do plano, corretagem e demais despesas. Está em conformidade com a metodologia estabelecida em Nota Técnica Atuarial. q) Provisões, ativos e passivos contingentes e obrigações legais – fiscais e previdenciárias O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, das contingências ativas e passivas e também das obrigações legais são efetuados de acordo com os critérios definidos pelo CPC 25, o qual foi aprovado pela Resolução nº 3.823/09 do CMN e pela Deliberação CVM nº 594/09, sendo: • Ativos Contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não caibam mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo e pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro passivo exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, são divulgados nas notas explicativas (Nota 19a); • Provisões: são constituídas levando em conta a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança; • Passivos Contingentes: de acordo com o CPC 25, o termo “contingente” é utilizado para passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência somente será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. Os passivos contingentes não satisfazem os critérios de reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo ser apenas divulgados em notas explicativas, quando relevantes. As obrigações classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas (Notas 19b e 19c); e • Obrigações Legais - Provisão para Riscos Fiscais: decorrem de processos judiciais, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis (Nota 19b). r) Despesas associadas às captações de recursos Nas operações de captação de recursos mediante emissão de títulos e valores mobiliários, as despesas associadas são apresentadas como redutoras do passivo e apropriadas ao resultado, de acordo com o prazo da operação.
b) Receitas de aplicações interfinanceiras de liquidez Classificadas na demonstração do resultado como resultado de operações com títulos e valores mobiliários Semestres findos em 30 de junho - R$ mil BRADESCO MÚLTIPLO BRADESCO CONSOLIDADO 2011 2010 2011 2010 Rendas de aplicações em operações compromissadas: Posição bancada .............................................................................. 1.639.993 848.361 1.704.746 897.920 Posição financiada............................................................................ 2.426.697 2.931.641 2.362.127 2.881.433 Posição vendida ............................................................................... 503.373 136.020 503.373 136.020 Subtotal ........................................................................................... 4.570.063 3.916.022 4.570.246 3.915.373 Rendas de aplicações em depósitos interfinanceiros................ 2.524.199 2.346.594 310.424 274.409 Total (Nota 8h)................................................................................. 7.094.262 6.262.616 4.880.670 4.189.782 8) TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS Apresentamos as informações relativas a títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos: a) Resumo da classificação consolidada dos títulos e valores mobiliários por segmentos de negócio e emissor Em 30 de junho - R$ mil Seguradoras/ Financeiras Capitalização Previdência 75.571.460 2.867.662 26.156.252 47.754.158 1.187.346 91.373 25.558.230 1.680.316 687.905
Outras Atividades 333.506 286.712 46.794
2011 104.928.880 49.319.589 27.973.245
-
-
25.376.974
Títulos para negociação ....... - Títulos públicos...................... - Títulos privados ..................... - Instrumentos financeiros derivativos (1) ...................... 2.259.072 - Títulos vinculados aos produtos PGBL/VGBL.......... Títulos disponíveis para venda .................................... 48.460.056 1.566.017 - Títulos públicos...................... 36.713.875 18.939 - Títulos privados ..................... 11.746.181 1.547.078 Títulos mantidos até o vencimento (4) ..................... 761.640 7.919.659 - Títulos públicos...................... 761.640 7.890.338 - Títulos privados ..................... 29.321 Subtotal .................................. 124.793.156 12.353.338 Operações compromissadas (2) 2.301.068 5.120.600 Total geral............................... 127.094.224 17.473.938 - Títulos públicos...................... 85.229.673 9.096.623 - Títulos privados ..................... 39.563.483 3.256.715 - Títulos vinculados aos produtos PGBL/VGBL.......... Subtotal .................................. 124.793.156 12.353.338 Operações compromissadas (2) 2.301.068 5.120.600 Total geral............................... 127.094.224 17.473.938 b) Composição da carteira consolidada por emissor
% 56,1 26,3 14,9
2010 70.590.852 21.742.761 19.037.553
2.259.072
1,2
1.606.981
1,3
-
25.376.974
13,7
28.203.557
22,1
1.660.889 72.825 1.588.064
204.829 1.856 202.973
51.891.791 36.807.495 15.084.296
27,7 19,6 8,1
28.734.084 19.787.899 8.946.185
22,5 15,5 7,0
21.699.378 21.266.637 432.741 49.516.519 36.708.613 86.225.132 21.430.835 2.708.710
538.335 92.942 631.277 288.568 249.767
30.380.677 29.918.615 462.062 187.201.348 44.223.223 231.424.571 116.045.699 45.778.675
16,2 16,0 0,2 100,0
28.227.694 27.501.727 725.967 127.552.630 29.202.365 156.754.995 69.032.387 30.316.686
22,1 21,6 0,5 100,0
25.376.974 49.516.519 36.708.613 86.225.132
538.335 92.942 631.277
25.376.974 187.201.348 44.223.223 231.424.571
13,6 100,0
28.203.557 127.552.630 29.202.365 156.754.995
22,1 100,0
2011
1 a 30 31 a 180 181 a 360 Acima de dias dias dias 360 dias 3.301.222 973.218 19.438.483 92.332.776 82.391 599.650 380.426 6.202.682 2.522.125 5.240 23.276 33.416.363 654.138 288.610 18.552.224 51.682.908 41.505 377 478.995 939.810 84.482 75.868 1.063 3.473 3.562 6.531 11.411.666 4.250.039 1.045.385 29.071.585 151.816 513.245 3.654 1.215.736 4.083.407 32.528 2.086.259 619.748 18.975.527 43.987 147.325 71.330 1.608 - 3.558.254 744.858 1.284.403 103.328 126.483 6.283.740 217.199 318.655 5.195.585
Valor de mercado/ contábil (5) (6) (7) 116.045.699 7.265.149 35.967.004 71.177.880 1.460.687 84.482 75.868 14.629 45.778.675 1.884.451 4.083.407 21.714.062 191.312 3.631.192 2.259.072 12.015.179
Valor de custo atualizado 116.402.335 7.308.856 36.116.645 71.429.368 1.385.624 71.173 75.838 14.831 46.437.533 1.884.451 4.928.710 21.730.492 193.601 3.489.655 2.193.805 12.016.819
61,9 24,5
% 55,4 17,1 14,9
54,1 23,8
Em 30 de junho - R$ mil 2010 Valor de Marcação mercado/ Marcação a contábil a mercado (5) (6) (7) mercado (356.636) 69.032.387 42.411 (43.707) 12.856.186 (4.998) (149.641) 8.957.687 (33.897) (251.488) 44.792.057 (72.676) 75.063 1.548.132 142.183 13.309 90.829 14.197 30 768.140 (2.566) (202) 19.356 168 (658.858) 30.316.686 (295.255) 1.027.662 (845.303) 3.773.506 (527.197) (16.430) 11.701.352 103.801 (2.289) 2.724.255 (806) 141.537 2.121.990 77.827 65.267 1.606.981 27.033 (1.640) 7.360.940 24.087
Títulos (3) Títulos públicos ................................. Letras financeiras do tesouro .............. Letras do tesouro nacional .................. Notas do tesouro nacional................... Títulos da dívida externa brasileira...... Moedas de privatização....................... s) Outros ativos e passivos Títulos de governos estrangeiros ........ Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias e cambiais auferidos (em Outros.................................................. base “pro-rata” dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos demonstrados incluem os valores conhecidos e mensuráveis, acrescidos Títulos privados................................. dos encargos e das variações monetárias e cambiais incorridos (em base “pro-rata” dia). Certificados de depósito bancário ....... Ações................................................... t) Eventos subsequentes Debêntures .......................................... Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para a sua emissão. Notas promissórias.............................. São compostos por: Títulos privados no exterior ................. • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e Instrumentos financeiros derivativos (1) .. • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis. Outros.................................................. Títulos vinculados aos produtos 4) INFORMAÇÕES PARA EFEITO DE COMPARABILIDADE PGBL/VGBL ...................................... 3.712.154 2.324.391 2.898.255 16.442.174 25.376.974 25.376.974 - 28.203.557 Não houve reclassificações ou outras informações relevantes em períodos anteriores que afetem a comparabilidade com as demonstrações contábeis em Subtotal .............................................. 18.425.042 7.547.648 23.382.123 137.846.535 187.201.348 188.216.842 (1.015.494)127.552.630 (252.844) 30 de junho de 2011. Operações compromissadas (2) ......... 42.431.492 1.661.035 130.015 681 44.223.223 44.223.223 - 29.202.365 Hedge – fluxo de caixa (Nota 8g) ........ - 418.395 274.915 5) BALANÇO PATRIMONIAL E DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO AJUSTADOS POR SEGMENTO DE NEGÓCIO - CONSOLIDADO Total geral........................................... 60.856.534 9.208.683 23.512.138 137.847.216 231.424.571 232.440.065 (597.099)156.754.995 22.071 a) Balanço patrimonial consolidado c) Classificação consolidada por categorias, prazos e segmentos de negócio Em 30 de junho - R$ mil I) Títulos para negociação Outras Eliminações Total Em 30 de junho - R$ mil Financeiras (1) (2) Grupo Segurador (2) (3) Atividades (2) (4) Consolidado 2011 2010 País Exterior País Exterior Valor de Valor de Ativo mercado/ Valor Marcação mercado/ Marcação Circulante e realizável a longo prazo 538.896.698 56.644.471 110.826.832 8.498 1.095.116 (29.900.667) 677.570.948 1 a 30 31 a 180 181 a 360 Acima de contábil de custo a contábil a Disponibilidades ............................... 6.042.951 1.625.505 140.706 7.110 10.153 (111.551) 7.714.874 Títulos (3) dias dias dias 360 dias (5) (6) (7) atualizado mercado (5) (6) (7) mercado Aplicações interfinanceiras de liquidez 85.469.131 678.082 86.147.213 - Financeiras ................................... 7.992.796 4.516.933 2.305.742 60.755.989 75.571.460 75.742.789 (171.329) 39.102.158 127.167 Títulos e valores mobiliários e instruLetras do tesouro nacional ............... 2.515.931 3.416 21.712 22.333.570 24.874.629 24.944.622 (69.993) 2.866.050 (739) mentos financeiros derivativos........ 120.956.665 6.744.763 103.699.039 31 632.959 (608.886) 231.424.571 Letras financeiras do tesouro ........... 75.599 429.274 244.557 5.181.681 5.931.111 5.969.588 (38.477) 10.555.807 (5.022) Relações interfinanceiras e interdeCertificados de depósito bancário .... 144.177 190.855 1.073 42.154 378.259 378.259 849.297 pendências ..................................... 67.032.601 67.032.601 Instrumentos financeiros derivativos (1) 744.858 1.284.403 103.328 126.483 2.259.072 2.193.805 65.267 1.606.981 27.033 Operações de crédito e de arrendaDebêntures ....................................... 2.694 2.085.754 619.114 17.531.652 20.239.214 20.257.535 (18.321) 9.923.364 96.982 mento mercantil .............................. 195.355.694 46.494.600 (26.703.151) 215.147.143 Notas promissórias........................... 147.325 147.325 149.609 (2.284) 2.697.227 (806) Outros créditos e outros valores Títulos da dívida externa brasileira... 1.035 17.038 18.073 16.885 1.188 30.518 2.618 Notas do tesouro nacional................ 104.603 288.610 1.297.380 15.151.791 16.842.384 16.951.913 (109.529) 5.883.158 8.330 e bens ............................................. 64.039.656 1.101.521 6.987.087 1.357 452.004 (2.477.079) 70.104.546 Títulos privados no exterior .............. 604 1.553 53.362 55.519 54.511 1.008 48.933 1.548 Permanente ..................................... 38.838.704 73.005 2.515.071 138 246.994 (29.937.847) 11.736.065 Títulos de governos estrangeiros ..... 75.868 75.868 75.838 30 768.140 (2.566) Investimentos.................................... 29.903.010 34.469 1.546.439 122 152.776 (29.937.847) 1.698.969 Ações................................................ 64.349 64.349 64.365 (16) 134.617 Imobilizado de uso e de arrendamento 3.241.698 12.476 331.559 16 72.119 3.657.868 Outros............................................... 4.338.946 9.875 18.578 318.258 4.685.657 4.685.859 (202) 3.738.066 (211) Intangível .......................................... 5.693.996 26.060 637.073 22.099 6.379.228 - Seguradoras e capitalização ....... 1.574.791 505.798 97.082 689.991 2.867.662 2.867.662 - 2.533.033 Total em 2011 .................................. 577.735.402 56.717.476 113.341.903 8.636 1.342.110 (59.838.514) 689.307.013 Letras financeiras do tesouro ........... 138.548 94.833 350.538 583.919 583.919 - 1.040.572 Total em 2010 .................................. 467.012.414 34.462.112 96.621.011 11.331 1.344.685 (41.351.337) 558.100.216 Letras do tesouro nacional ............... 452 26.955 27.407 27.407 58.128 Certificados de depósito bancário .... 281.737 2.249 188.100 472.086 472.086 96.144 Passivo Notas do tesouro nacional................ 528.657 47.363 576.020 576.020 17.642 Circulante e exigível a longo prazo 524.263.984 40.178.234 100.364.790 1.150 452.663 (29.900.667) 635.360.154 Ações................................................ 11.334 11.334 11.334 24.993 Depósitos.......................................... 195.532.469 18.141.818 (113.376) 213.560.911 Debêntures ....................................... 9.125 9.125 9.125 5.063 Captações no mercado aberto ......... 161.098.424 3.106.071 164.204.495 Títulos privados no exterior .............. 5.000 5.000 5.000 5.134 Recursos de emissão de títulos ....... 22.886.107 6.937.944 (780.489) 29.043.562 Outros............................................... 1.029.348 85.513 67.910 1.182.771 1.182.771 - 1.285.357 Relações interfinanceiras e interdependências ..................................... 3.033.445 3.309 3.036.754 Em 30 de junho - R$ mil Obrigações por empréstimos e 2011 2010 repasses ......................................... 65.852.355 5.886.792 (26.531.518) 45.207.629 Valor de Valor de Instrumentos financeiros derivativos 1.015.060 206.272 1.221.332 mercado/ Valor Marcação mercado/ Marcação Provisões técnicas de seguros, 1 a 30 31 a 180 181 a 360 Acima de contábil de custo a contábil a previdência e capitalização............. 93.937.346 957 93.938.303 Títulos (3) dias dias dias 360 dias (5) (6) (7) atualizado mercado (5) (6) (7) mercado Outras obrigações: - Previdência ................................... 4.324.774 2.329.916 2.899.546 16.602.016 26.156.252 26.156.260 (8) 28.642.382 17 - Dívidas subordinadas..................... 18.962.217 5.601.494 24.563.711 Letras financeiras do tesouro ........... 5.525 1.291 157 6.973 6.973 203.419 - Outras............................................. 55.883.907 294.534 6.427.444 193 452.663 (2.475.284) 60.583.457 Notas do tesouro nacional................ 57.667 57.667 57.675 (8) 13.011 17 Resultados de exercícios futuros.... 505.228 505.228 Letras do tesouro nacional ............... 26.733 26.733 26.733 9.748 Patrimônio líquido/participação Ações................................................ 1.193 1.193 1.193 2.153 minoritária nas controladas......... 123.422 16.539.242 12.977.113 7.486 889.447 (29.937.847) 598.863 Títulos vinculados a produtos Patrimônio líquido controlador ..... 52.842.768 52.842.768 PGBL/VGBL.................................... 3.712.154 2.324.391 2.898.255 16.442.174 25.376.974 25.376.974 - 28.203.557 Total em 2011 .................................. 577.735.402 56.717.476 113.341.903 8.636 1.342.110 (59.838.514) 689.307.013 Outros............................................... 611.427 75.285 686.712 686.712 210.494 Total em 2010 .................................. 467.012.414 34.462.112 96.621.011 11.331 1.344.685 (41.351.337) 558.100.216 - Outras atividades ......................... 37.088 34.098 21.380 240.940 333.506 333.506 313.279 Letras financeiras do tesouro ........... 6.792 18.000 18.552 207.696 251.040 251.040 271.623 b) Demonstração consolidada do resultado Certificados de depósito bancário .... 359 3.803 332 4.620 9.114 9.114 14.066 Semestres findos em 30 de junho - R$ mil Letras do tesouro nacional ............... 5.742 1.823 1.558 2.171 11.294 11.294 4.429 Outras Eliminações Total Debêntures ....................................... 1.244 505 634 5.548 7.931 7.931 17.184 Financeiras (1) (2) Grupo Segurador (2) (3) Atividades (2) (4) Consolidado Notas do tesouro nacional................ 20.878 3.500 24.378 24.378 3.686 País Exterior País Exterior Outros............................................... 2.073 9.967 304 17.405 29.749 29.749 2.291 Receitas da intermediação financeira 36.948.663 303.080 4.958.710 31.823 (111.838) 42.130.438 127.184 Subtotal ........................................... 13.929.449 7.386.745 5.323.750 78.288.936 104.928.880 105.100.217 (171.337) 70.590.852 23.278.420 392.606 3.085.279 (111.952) 26.644.353 Despesas da intermediação financeira Operações compromissadas (2) ... 42.431.492 1.661.035 130.015 681 44.223.223 44.223.223 - 29.202.365 Resultado bruto da intermediação Financeiras ...................................... 2.345.393 44.836 3.704 76 2.394.009 2.394.009 - 2.717.492 financeira....................................... 13.670.243 (89.526) 1.873.431 31.823 114 15.486.085 Seguradoras e capitalização ........... 5.110.635 9.361 605 5.120.601 5.120.601 - 4.766.583 Outras receitas/despesas operacionais (7.441.787) (28.562) 669.531 (7) 48.441 (114) (6.752.498) Previdência .................................... 34.975.464 1.606.838 126.311 - 36.708.613 36.708.613 - 21.718.290 Resultado operacional ................... 6.228.456 (118.088) 2.542.962 (7) 80.264 8.733.587 - PGBL/VGBL .................................. 33.011.073 1.596.693 126.311 - 34.734.077 34.734.077 - 21.151.733 Resultado não operacional............... (114.996) 4.523 (18.224) (845) (129.542) - Fundos .......................................... 1.964.391 10.145 1.974.536 1.974.536 566.557 Resultado antes da tributação Total geral........................................ 56.360.941 9.047.780 5.453.765 78.289.617 149.152.103 149.323.440 (171.337) 99.793.217 127.184 sobre o lucro e participações...... 6.113.460 (113.565) 2.524.738 (7) 79.419 8.604.045 Instrumentos financeiros Imposto de renda e contribuição derivativos (passivo) .................... (723.911) (231.466) (101.140) (164.815) (1.221.332) (1.258.633) 37.301 (1.096.892) 72.651 social............................................... (2.126.884) (181) (870.084) (46) (21.722) (3.018.917) II) Títulos disponíveis para venda Participação minoritária nas Em 30 de junho - R$ mil controladas ..................................... (4.224) (93.341) (135) (97.700) 2011 2010 Lucro líquido em 2011.................... 3.982.352 (113.746) 1.561.313 (53) 57.562 5.487.428 Valor de Valor de Lucro líquido em 2010.................... 2.077.942 951.808 1.403.932 (606) 74.948 4.508.024 mercado/ Valor Marcação mercado/ Marcação (1) Segmento “Financeiras” é representado por: instituições financeiras; empresas holdings (que, basicamente, administram recursos financeiros); empresas 1 a 30 31 a 180 181 a 360 Acima de contábil de custo a contábil a administradoras de cartões de crédito, consórcios e de ativos; Títulos (3) (8) dias dias dias 360 dias (5) (6) (7) atualizado mercado (5) (6) (7) mercado (2) Estão sendo eliminados os saldos de contas patrimoniais, as receitas e as despesas entre empresas do mesmo segmento; - Financeiras ................................... 1.439.780 116.218 17.561.284 29.342.774 48.460.056 48.590.376 (130.320) 25.274.448 54.175 (3) Segmento “Grupo Segurador” é representado por empresas seguradoras, de previdência e de capitalização; e Letras do tesouro nacional ............... - 11.026.933 11.026.933 11.106.589 (79.656) 6.019.332 (33.158) (4) Representam as eliminações entre empresas de segmentos diferentes, bem como entre operações realizadas no país e exterior. Títulos da dívida externa brasileira... 12.843 377 667.755 680.975 607.100 73.875 634.494 139.565 Títulos privados no exterior .............. 65.726 55 - 3.504.892 3.570.673 3.430.143 140.530 2.067.923 76.279 6) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA Notas do tesouro nacional................ - 17.254.844 7.265.612 24.520.456 24.662.407 (141.951) 12.270.461 (81.023) Em 30 de junho - R$ mil Letras financeiras do tesouro ........... 462 3.099 394.927 398.488 403.845 (5.357) 362.658 (173) BRADESCO MÚLTIPLO BRADESCO CONSOLIDADO Certificados de depósito bancário .... 3.496 980.862 984.358 984.358 47.789 2011 2010 2011 2010 Debêntures ....................................... 28.553 699.321 727.874 727.732 142 846.898 535 Ações................................................ 1.220.760 1.220.760 1.377.898 (157.138) 911.662 (76.970) Disponibilidades em moeda nacional ............................................... 5.268.747 5.484.664 5.483.512 5.652.542 Moedas de privatização.................... 84.482 84.482 71.173 13.309 90.829 14.197 Disponibilidades em moeda estrangeira .......................................... 2.124.881 1.153.886 2.231.279 1.224.837 Outros............................................... 108.402 115.324 303.341 4.717.990 5.245.057 5.219.131 25.926 2.022.402 14.923 Aplicações em ouro .......................................................................... 32 30 83 78 - Seguradoras e capitalização ....... 1.349.683 1.187 3.949 211.198 1.566.017 1.852.935 (286.918) 1.593.338 (195.753) 7.714.874 6.877.457 Total de disponibilidades (caixa) .................................................. 7.393.660 6.638.580 Letras financeiras do tesouro ........... 1.187 3.949 13.803 18.939 18.939 107.603 31 Aplicações interfinanceiras de liquidez (1) ....................................... 35.338.879 76.487.154 34.564.950 75.902.399 Ações................................................ 1.323.472 1.323.472 1.585.613 (262.141) 1.276.041 (211.611) Total de caixa e equivalentes de caixa ......................................... 42.732.539 83.125.734 42.279.824 82.779.856 Debêntures ....................................... 37 192.126 192.163 190.621 1.542 182.876 6.284 (1) Refere-se a operações cujo vencimento na data da efetiva aplicação foi igual ou inferior a 90 dias e apresentem risco insignificante de mudança de valor justo. Outros............................................... 26.174 5.269 31.443 57.762 (26.319) 26.818 9.543 7) APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ - Previdência ................................... 1.475.529 43.498 14.145 127.717 1.660.889 2.087.808 (426.919) 1.796.464 (238.574) Ações................................................ 1.462.144 1.462.144 1.888.152 (426.008) 1.423.900 (238.740) a) Composição e prazos Letras financeiras do tesouro ........... 6.655 14.145 52.025 72.825 72.695 130 299.991 166 Em 30 de junho - R$ mil Certificados de depósito bancário .... 36.843 36.843 36.843 BRADESCO MÚLTIPLO BRADESCO CONSOLIDADO Debêntures ....................................... 75.692 75.692 75.486 206 1 a 30 31 a 180 181 a 360 Acima de Outros............................................... 13.385 13.385 14.632 (1.247) 72.573 2011 2010 dias dias dias 360 dias 2011 2010 - Outras atividades ......................... 202.973 1.856 204.829 204.829 69.834 123 Aplicações no mercado Certificados de depósito bancário .... 3.785 3.785 3.785 20.366 aberto: Ações................................................ 155 155 155 140 123 Posição bancada ................... 37.391.674 14.469.367 3.995.501 33.626.553 37.622.054 15.478.822 Letras financeiras do tesouro ........... 1.856 1.856 1.856 • Letras financeiras do tesouro 774.167 230.380 230.380 1.783.623 Outros............................................... 199.033 199.033 199.033 49.328 • Notas do tesouro nacional..... 30.557.728 7.445.335 2.175.989 28.381.739 30.557.728 7.445.335 Subtotal ........................................... 4.467.965 160.903 17.579.378 29.683.545 51.891.791 52.735.948 (844.157) 28.734.084 (380.029) Hedge - fluxo de caixa (Nota 8g)...... - 418.395 274.915 • Letras do tesouro nacional .... 6.833.946 6.249.865 1.589.132 5.244.814 6.833.946 6.249.864 Total geral (8) .................................. 4.467.965 160.903 17.579.378 29.683.545 51.891.791 52.735.948 (425.762) 28.734.084 (105.114) • Outros.................................... Posição financiada ................ 35.244.687 73.086.047 29.837.742 5.176.565 35.014.307 72.033.280 III) Títulos mantidos até o vencimento • Letras financeiras do tesouro 17.506.530 58.244.889 17.276.150 17.276.150 57.192.121 Em 30 de junho - R$ mil • Notas do tesouro nacional..... 12.168.998 14.647.496 9.887.799 2.281.199 12.168.998 14.647.496 2011 2010 • Letras do tesouro nacional .... 5.569.159 193.662 2.673.793 2.895.366 5.569.159 193.663 Valor de Valor de Posição vendida .................... 5.499.129 1.368.110 1.605.504 3.893.625 5.499.129 1.368.110 1 a 30 31 a 180 181 a 360 Acima de custo atuacusto atua• Letras do tesouro nacional .... 5.499.129 1.368.110 1.605.504 3.893.625 5.499.129 1.368.110 Títulos (3) dias dias dias 360 dias lizado (5) (6) lizado (5) (6) Subtotal .................................. 78.135.490 88.923.524 35.438.747 42.696.743 78.135.490 88.880.212 Financeiras............................................................. 27.628 478.995 255.017 761.640 897.485 Aplicações em depósitos Títulos da dívida externa brasileira.......................... 27.628 478.995 255.017 761.640 883.118 interfinanceiros: Letras financeiras do tesouro .................................. 14.367 • Aplicações em depósitos Seguradoras e capitalização ................................ 7.919.659 7.919.659 7.095.753 interfinanceiros .................... 47.743.320 44.402.381 3.111.000 1.265.811 2.070.114 1.571.961 8.018.886 7.597.815 Debêntures .............................................................. 29.321 29.321 • Provisões para perdas .......... (7.163) (191) (349) (238) (6.576) (7.163) (191) Notas do tesouro nacional....................................... 7.890.338 7.890.338 7.095.753 Subtotal .................................. 47.736.157 44.402.190 3.110.651 1.265.573 2.063.538 1.571.961 8.011.723 7.597.624 Previdência ............................................................ 21.699.378 21.699.378 20.234.456 Total em 2011 ......................... 125.871.647 38.549.398 43.962.316 2.063.538 1.571.961 86.147.213 Debêntures .............................................................. 432.741 432.741 725.967 % ............................................. 44,8 51,0 2,4 1,8 100,0 Notas do tesouro nacional....................................... 21.266.637 21.266.637 19.508.344 Total em 2010 ......................... 133.325.714 83.574.533 11.129.461 1.219.118 554.724 96.477.836 Letras financeiras do tesouro .................................. 145 Total geral (4) ......................................................... 27.628 478.995 29.874.054 30.380.677 28.227.694 % ............................................. 86,6 11,5 1,3 0,6 100,0 continua...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
18
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
...continuação
Banco Bradesco S.A. Companhia Aberta CNPJ 60.746.948/0001-12 Sede: Cidade de Deus, Osasco-SP
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS d) Composição das carteiras distribuídas pelas rubricas de publicação
Em 30 de junho - R$ mil Em 30 de junho - R$ mil
BRADESCO CONSOLIDADO
BRADESCO CONSOLIDADO BRADESCO MÚLTIPLO 27.731.958 26.999.552 236.997 180 254.296 306.141 1.393.536 16.206.690 147.325 75.870 8.378.517 732.406 732.406 143.477.943 141.084.653 32.260.260 1.206.391 294.435 41.215.275 2.198.335 63.909.957 1.301.564 1.301.564 8.101 1.083.625 71.241 1.012.384 2.313.144
1 a 30 dias 58.733.205 54.649.798 82.391 42.431.492 654.138 5.991 151.816 1.220.561 29.937 32.528 43.987 3.712.154 6.284.803 4.083.407 1.728.161 2.355.246 1.378.471 76.907 35.514 41.393 1.301.564 1.301.564 744.858
31 a 180 dias 7.289.191 7.289.191 255.375 1.661.035 581 377 513.245 2.455 1.608 2.086.259 147.325 75.868 2.324.391 220.672 635.089 294.331 2.785 3.517 288.029 340.758 340.758 1.284.403
181 a 360 dias 4.356.644 4.356.644 373.938 130.015 2.360 4.893 3.654 1.564 619.748 2.898.255 322.217 19.052.166 19.047.695 21.712 474.102 2.017 18.549.864 4.471 4.471 103.328
Acima de 360 dias 77.953.458 77.953.458 4.080.556 681 29.305.526 243.034 1.215.736 1.086.795 1.401.313 18.975.527 16.442.174 5.202.116 58.700.410 56.770.864 31.250.864 696.776 288.901 22.377.382 2.156.941 84.482 1.845.064 71.241 1.773.823 126.483
Total Consolidado (3) (5) (6) (7) 148.332.498 144.249.091 4.792.260 44.223.223 29.962.605 254.295 1.884.451 2.311.375 1.432.858 21.714.062 191.312 75.868 25.376.974 12.029.808 4.083.407 1.728.161 2.355.246 79.766.136 76.189.797 31.275.361 1.206.392 294.435 41.215.275 2.198.334 1.301.564 1.301.564 84.482 2.190.293 71.241 2.119.052 2.259.072
Títulos Carteira própria...................................................... Títulos de renda fixa.............................................. • Letras financeiras do tesouro ................................ • Operações compromissadas (2) ........................... • Notas do tesouro nacional..................................... • Títulos da dívida externa brasileira........................ • Certificados de depósito bancário......................... • Letras do tesouro nacional .................................... • Títulos privados no exterior ................................... • Debêntures............................................................ • Notas promissórias ............................................... • Títulos de governos estrangeiros .......................... • Títulos vinculados aos produtos PGBL/VGBL....... • Outros.................................................................... Títulos de renda variável ...................................... • Ações de companhias abertas (provisão técnica) .. • Ações de companhias abertas (outras) ................ Títulos vinculados ................................................. A compromisso de recompra............................... • Letras do tesouro nacional .................................... • Títulos da dívida externa brasileira........................ • Letras financeiras do tesouro ................................ • Notas do tesouro nacional..................................... • Títulos privados no exterior ................................... • Debêntures............................................................ Ao Banco Central .................................................. • Letras do tesouro nacional .................................... Moedas de privatização ........................................ À prestação de garantias...................................... • Letras do tesouro nacional .................................... • Letras financeiras do tesouro ................................ Instrumentos financeiros derivativos (1) ............ Títulos objeto de operações compromissadas de livre movimentação ........................................ 1.066.865 1.066.865 1.066.865 • Letras do tesouro nacional .................................... 1.007.463 1.007.463 1.007.463 • Letras financeiras do tesouro ................................ 59.402 59.402 59.402 Total em 2011 ......................................................... 174.589.910 60.856.534 9.208.683 23.512.138 137.847.216 231.424.571 % ............................................................................. 100,0 26,3 4,0 10,2 59,5 100,0 Total em 2010 ......................................................... 105.394.174 42.718.048 12.628.651 15.693.047 85.715.249 156.754.995 % ............................................................................. 100,0 27,3 8,1 10,0 54,6 100,0 (1) Para efeito de comparabilidade com o critério adotado pela Circular nº 3.068/01 do Bacen e pela característica dos títulos, estamos considerando os instrumentos financeiros derivativos, exceto aqueles considerados como hedge de fluxo de caixa, na categoria “Títulos para Negociação”; (2) Referem-se a recursos de fundos de investimento e carteiras administradas aplicados em operações compromissadas com o Bradesco, cujos proprietários são empresas controladas, incluídas nas demonstrações contábeis consolidadas; (3) As aplicações em cotas de fundos de investimento foram distribuídas de acordo com os papéis que compõem suas carteiras, preservando a classificação da categoria dos fundos; (4) Atendendo ao disposto no Artigo 8º da Circular nº 3.068/01 do Bacen, o Bradesco declara possuir capacidade financeira e intenção de manter até o vencimento os títulos classificados na categoria mantidos até o vencimento. A capacidade financeira é evidenciada pela Nota 33a, na qual são demonstrados os vencimentos das operações ativas e passivas, com base em 30 de junho de 2011; (5) Na distribuição dos prazos, foram considerados os vencimentos dos papéis, independentemente de sua classificação contábil; (6) A coluna reflete o valor contábil após a marcação a mercado, de acordo com o item (7), exceto para os papéis classificados em títulos mantidos até o vencimento, cujo valor de mercado é superior ao valor de custo atualizado no montante de R$ 3.457.591 mil (2010 – R$ 3.395.319 mil); (7) O valor de mercado dos títulos e valores mobiliários é apurado de acordo com a cotação de preço de mercado disponível na data do balanço. Se não houver cotação de preços de mercado disponível, os valores são estimados com base em cotações de distribuidores, modelos de precificação, modelos de cotações ou cotações de preços para instrumentos com características semelhantes. No caso das aplicações em fundos de investimento, o custo atualizado reflete o valor de mercado das respectivas cotas; e (8) No 1º semestre de 2011, foram realizadas perdas que não temporárias, no valor de R$ 122 mil e no 1º semestre de 2010, não houve perdas que não temporárias, para os títulos classificados na categoria de disponíveis para venda. e) Instrumentos financeiros derivativos O Bradesco participa de operações envolvendo instrumentos financeiros derivativos, registrados em contas patrimoniais e de compensação, que se destinam a atender necessidades próprias para administrar sua exposição global, bem como para atender as solicitações de seus clientes, no sentido de administrar suas exposições. Essas operações envolvem uma variedade de derivativos, inclusive swaps de taxas de juros, swaps de moeda, futuros e opções. A política de gestão de riscos do Bradesco é fundamentada na utilização de instrumentos financeiros derivativos com o objetivo, predominantemente, de mitigar os riscos decorrentes das operações efetuadas pelo Bradesco e empresas controladas. Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de negociação e disponível para venda, bem como os instrumentos financeiros derivativos, são demonstrados no balanço patrimonial consolidado pelo seu valor justo estimado. O valor justo, geralmente, baseia-se em cotações de preços de mercado ou cotações de preços de mercado para ativos ou passivos com características semelhantes. Se esses preços de mercado não estiverem disponíveis, os valores justos são baseados em cotações de operadores de mercado, modelos de precificação, fluxo de caixa descontado ou técnicas similares, para as quais a determinação do valor justo pode exigir julgamento ou estimativa significativa por parte da Administração. Para instrumentos financeiros derivativos, cotações de preço de mercado são usadas para determinar o valor justo destes instrumentos. O valor justo dos swaps é determinado utilizando técnicas de modelagem de fluxo de caixa descontado que usam curvas de rendimento, refletindo os fatores de risco adequados. As informações para construir as curvas de rendimento são obtidas, principalmente, na Bolsa de Mercadoria e Futuros - BM&FBOVESPA (BM&FBOVESPA) e no mercado secundário doméstico e internacional. Estas curvas de rendimento são utilizadas para determinar o valor justo dos swaps de moeda, de taxa de juros e swaps com outros fatores de risco. O valor justo dos contratos a termo e de futuros também é determinado com base em cotações de preços de mercado para derivativos negociados em bolsa ou utilizando metodologias similares àquelas descritas para swaps. O valor justo dos instrumentos derivativos de crédito é determinado com base em cotações de preços de mercado ou obtido junto a entidades especializadas. O valor justo das opções é determinado com base em modelos matemáticos, tais como Black & Scholes, usando curvas de rendimento, volatilidades implícitas e o valor justo do ativo correspondente. Os preços atuais de mercado são usados para precificar as volatilidades. Os instrumentos financeiros derivativos no Brasil referem-se, substancialmente, a operações de swaps e futuros, sendo registradas na Câmara de Custódia e Liquidação – CETIP (CETIP) e na BM&FBOVESPA. As operações envolvendo contratos futuros de índices e moedas são efetuadas pela Administração, no sentido de proteção das exposições globais da instituição e nas operações para atendimento das necessidades dos clientes do Bradesco. Os instrumentos financeiros derivativos realizados no exterior referem-se a operações de swaps, termo, opções, crédito e futuros sendo efetuadas, substancialmente, nas Bolsas de Chicago e Nova York, bem como mercado de balcão. I) Valor dos instrumentos financeiros derivativos registrados em contas patrimoniais e de compensação BRADESCO MÚLTIPLO 2011 Valor global Valor líquido
2010 Valor global Valor líquido
Em 30 de junho - R$ mil BRADESCO CONSOLIDADO 2011 2010 Valor global Valor líquido Valor global Valor líquido
Contratos futuros Compromissos de compra: 31.497.162 3.304.312 31.497.162 3.304.312 - Mercado interfinanceiro......... 24.939.155 12.229 24.939.155 12.229 - Moeda estrangeira ................ 6.558.007 3.292.083 6.558.007 3.292.083 Compromissos de venda: 144.442.740 162.783.373 144.442.898 162.783.516 - Mercado interfinanceiro (1) ... 127.331.903 102.392.748 140.070.247 140.058.018 127.332.061 102.392.906 140.070.390 140.058.161 - Moeda estrangeira (2) ........... 15.859.337 9.301.330 22.713.126 19.421.043 15.859.337 9.301.330 22.713.126 19.421.043 - Outros.................................... 1.251.500 1.251.500 1.251.500 1.251.500 Contratos de opções Compromissos de compra: 19.851.710 69.109.636 20.296.581 69.577.758 - Mercado interfinanceiro......... 19.348.470 1.370 66.609.700 19.383.650 66.678.380 - Moeda estrangeira ................ 229.232 2.199.165 229.232 2.199.165 - Outros.................................... 274.008 300.771 683.699 700.213 Compromissos de venda: 21.735.374 91.675.496 22.606.874 92.788.350 - Mercado interfinanceiro......... 19.347.100 88.360.070 21.750.370 20.218.600 834.950 89.460.470 22.782.090 - Moeda estrangeira ................ 1.572.330 1.343.098 2.613.120 413.955 1.572.330 1.343.098 2.613.120 413.955 - Outros.................................... 815.944 541.936 702.306 401.535 815.944 132.245 714.760 14.547 Contratos a termo Compromissos de compra: 5.608.638 4.283.748 4.728.829 3.637.213 - Mercado interfinanceiro......... 61.454 61.454 - Moeda estrangeira ................ 5.540.813 4.014.265 4.661.005 3.367.730 - Outros.................................... 6.371 269.483 6.370 269.483 Compromissos de venda: 7.024.440 5.371.304 6.324.938 4.855.384 - Mercado interfinanceiro......... 392.364 330.910 392.364 330.910 - Moeda estrangeira ................ 6.614.988 1.074.175 5.078.745 1.064.480 5.915.486 1.254.481 4.562.825 1.195.095 - Outros.................................... 17.088 10.717 292.559 23.076 17.088 10.718 292.559 23.076 Contratos de swap Posição ativa: 18.829.890 22.340.076 19.456.619 23.293.030 - Mercado interfinanceiro......... 2.588.482 3.110.023 2.886.823 2.590.779 - Pré-fixados ............................ 624.680 2.178.111 1.389.425 623.232 2.176.184 1.393.577 - Moeda estrangeira (3) ........... 12.979.323 4.463.061 16.130.100 1.158.430 13.144.704 4.373.384 16.322.023 1.023.671 - Taxa referencial - TR ............. 15.034 60.000 15.034 934.475 - Selic....................................... 32.345 5.991 67.270 21.247 32.345 5.991 67.270 21.247 - IGP-M .................................... 1.710.343 1.448.860 661.550 582.764 1.723.951 1.448.753 675.149 582.649 - Outros.................................... 879.683 676.859 133.022 85.851 1.030.530 587.263 527.150 189.535 Posição passiva: 17.539.039 21.556.444 18.233.208 22.579.740 - Mercado interfinanceiro......... 6.619.769 4.031.287 3.807.911 697.888 6.806.431 3.919.608 5.071.831 2.481.052 - Pré-fixados ............................ 662.624 37.944 788.686 660.915 37.683 782.607 - Moeda estrangeira (3) ........... 8.516.262 14.971.670 8.771.320 15.298.352 - Taxa referencial - TR ............. 1.249.723 1.234.689 1.816.197 1.756.197 1.249.723 1.234.689 950.812 16.337 - Selic....................................... 26.354 46.023 26.354 46.023 - IGP-M .................................... 261.483 78.786 275.198 92.500 - Outros.................................... 202.824 47.171 443.267 337.615 Nos derivativos, estão incluídas as operações vencíveis em D+1. (1) Inclui hedge de fluxo de caixa para proteção de captações referenciadas ao CDI, no valor de R$ 57.502.527 mil (2010 – R$ 58.743.971 mil) (Nota 8g); (2) Inclui hedge específico para proteção dos investimentos no exterior, os quais totalizam R$ 16.617.177 mil (2010 – R$ 16.051.360 mil); e (3) Inclui operações de derivativos de créditos (Nota 8f). O Bradesco, com objetivo de obter maior garantia de liquidação nas operações com instituições financeiras e clientes, estabelece acordos de compensação e liquidação de obrigações no âmbito do Sistema Financeiro Nacional, em conformidade com a Resolução nº 3.263/05 do CMN.
Ajuste a receber – swap .......................................... Compras a termo a receber..................................... Vendas a termo a receber ....................................... Prêmios de opções a exercer .................................. Total do ativo.......................................................... Ajuste a pagar – swap ............................................. Compra a termo a pagar ......................................... Venda a termo a pagar ............................................ Prêmios de opções lançadas .................................. Total do passivo.....................................................
Custo atualizado 1.532.971 62.982 568.798 29.054 2.193.805 (413.402) (367.969) (397.475) (79.787) (1.258.633)
2011 Ajuste a valor de mercado 83.973 (18.706) 65.267 19.869 17.432 37.301
Valor de mercado 1.616.944 62.982 568.798 10.348 2.259.072 (393.533) (367.969) (397.475) (62.355) (1.221.332)
91 a 180 dias 36.825.322 16.047.534 2.110.971 1.972.209 56.956.036 36.344.453
BRADESCO MÚLTIPLO 181 a 360 Acima de dias 360 dias 50.778.614 51.516.365 215.330 133.423 1.879.719 3.088.450 2.190.888 10.821.492 55.064.551 65.559.730 47.259.820 37.113.469
91 a 180 dias 36.825.322 16.047.534 2.105.792 1.973.105 56.951.753 36.450.285
BRADESCO CONSOLIDADO 181 a 360 Acima de dias 360 dias 50.778.614 51.516.523 1.122.010 133.423 1.861.168 3.004.894 2.247.849 11.304.023 56.009.641 65.958.863 47.500.559 38.498.064
Custo atualizado 987.571 267.654 259.228 65.495 1.579.948 (347.829) (364.603) (307.688) (149.423) (1.169.543)
2010 Ajuste a valor de mercado 66.315 (302) 45 (39.025) 27.033 7.233 302 (45) 65.161 72.651
Valor de mercado 1.053.886 267.352 259.273 26.470 1.606.981 (340.596) (364.301) (307.733) (84.262) (1.096.892)
III) Contratos futuros, de opções, de termo e de swap – (Notional) Em 30 de junho - R$ mil
Contratos futuros ..................................................... Contratos de opções ............................................... Contratos a termo.................................................... Contratos de swap................................................... Total em 2011 ......................................................... Total em 2010 .........................................................
1 a 90 dias 36.819.601 25.190.797 5.553.938 2.205.161 69.769.497 237.057.438
Total 2011 2010 175.939.902 166.087.685 41.587.084 160.785.132 12.633.078 9.655.052 17.189.750 21.247.311 247.349.814 357.775.180 Em 30 de junho - R$ mil
Contratos futuros ..................................................... Contratos de opções ............................................... Contratos a termo.................................................... Contratos de swap................................................... Total em 2011 ......................................................... Total em 2010 .........................................................
1 a 90 dias 36.819.601 25.600.488 4.081.913 2.314.698 68.816.700 236.736.769
Total 2011 2010 175.940.060 166.087.828 42.903.455 162.366.108 11.053.767 8.492.597 17.839.675 22.239.144 247.736.957 359.185.677
IV) Tipos de margem oferecida em garantia para instrumentos financeiros derivativos representados, basicamente, por contratos futuros Em 30 de junho - R$ mil BRADESCO MÚLTIPLO BRADESCO CONSOLIDADO 2011 2010 2011 2010 Títulos públicos Notas do tesouro nacional................................................................ 1.501.123 1.518.222 1.501.123 1.564.841 Letras financeiras do tesouro ........................................................... 791.081 31.315 806.163 Letras do tesouro nacional ............................................................... 1.293.866 1.780.847 1.293.865 1.780.847 Total ................................................................................................. 2.794.989 4.090.150 2.826.303 4.151.851 V) Valores das receitas e das despesas líquidas Em 30 de junho - R$ mil BRADESCO CONSOLIDADO 2011 2010 493.853 51.101 (280.480) (45.942) (350) 219.851 945.547 46.768 (986.533) 137.013 172.037 408.791
BRADESCO MÚLTIPLO 2011 2010 504.942 44.141 (273.187) (46.996) (359) 209.022 945.544 46.221 1.176.940 252.388
Contratos de swap............................................................................ Contratos a termo............................................................................. Contratos de opções ........................................................................ Contratos futuros .............................................................................. Variação cambial de investimentos no exterior ................................ Total .................................................................................................
VI) Valores globais dos instrumentos financeiros derivativos, separados por local de negociação e contrapartes Em 30 de junho - R$ mil BRADESCO MÚLTIPLO BRADESCO CONSOLIDADO 2011 2010 2011 2010 Cetip (balcão) ................................................................................... 21.025.002 15.300.481 20.335.016 16.155.054 BM&FBOVESPA (bolsa) ................................................................... 213.371.480 333.183.395 214.278.318 333.602.059 Exterior (balcão) (1).......................................................................... 10.038.417 5.946.829 10.208.708 6.084.090 Exterior (bolsa) (1)............................................................................ 2.914.915 3.344.475 2.914.915 3.344.474 Total ................................................................................................. 247.349.814 357.775.180 247.736.957 359.185.677 (1) Compreendem operações realizadas nas Bolsas de Chicago e Nova York e no mercado de balcão. As contrapartes, em 30 de junho de 2011, estão distribuídas em pessoas jurídicas com 94%, instituições financeiras com 5% e pessoas físicas/outras com 1%. f) Derivativos de crédito (Credit Default Swap – CDS) Representam, de forma geral, um contrato bilateral no qual uma das contrapartes compra proteção contra um risco de crédito de um determinado instrumento financeiro (o risco é transferido). A contraparte que vende a proteção recebe uma remuneração que, normalmente, será paga de forma linear ao longo da vigência da operação. No caso de um evento de crédito (“default”), a contraparte que comprou a proteção receberá um pagamento cujo objetivo é compensar a perda de valor no instrumento financeiro. Nesse caso, a contraparte que vende a proteção, normalmente, receberá o ativo objeto em troca do referido pagamento. Em 30 de junho - R$ mil Valor de risco Efeito no cálculo do de crédito patrimônio líquido exigido Consolidado 2011 2010 2011 2010 Transferido Swaps de créditos cujos ativos subjacentes são: • Títulos e valores mobiliários – Título da dívida pública brasileira... (452.719) (522.435) • Títulos e valores mobiliários – Título da dívida pública estrangeira.. (540.450) (29.725) • Derivativos com empresas ............................................................. (3.122) (3.603) (172) (198) Recebido Swaps de créditos cujos ativos subjacentes são: • Títulos e valores mobiliários – Título da dívida pública brasileira... 476.136 6.225.984 • Derivativos com empresas ............................................................. 4.683 14.412 515 1.585 Total Consolidado .......................................................................... 24.978 5.173.908 343 (28.338) Margem depositada.......................................................................... 6.357 316.216 O Bradesco realiza operações envolvendo derivativos de crédito com o objetivo de maximizar a gestão de sua exposição ao risco e de seus ativos. Os contratos relativos às operações de derivativos de crédito acima descritos possuem vencimentos diversos até 2013. A marcação a mercado das taxas de proteção que remunera a contraparte receptora do risco totaliza R$ 654 mil (2010 – R$ (1.543) mil). Durante o período, não houve ocorrência de evento de crédito relativo a fatos geradores previstos nos contratos. g) Hedge de fluxo de caixa O Bradesco constituiu hedge com o objetivo de proteger o fluxo de caixa de pagamentos de juros das captações em CDB referente ao risco de taxa de juros variável do CDI, representados pelas variações do DI Cetip, tornando o fluxo de caixa pré-fixado. O Bradesco negocia contratos de DI Futuro na BM&FBOVESPA, desde 2009, com a finalidade de hedge contábil, tendo como objeto de hedge as captações referenciadas ao DI, sendo: Em 30 de junho - R$ mil 2011 2010 DI Futuro com vencimentos entre os anos de 2011 e 2017.......................................................................... 57.502.527 58.743.971 Captações referenciadas ao CDI .................................................................................................................. 57.473.929 58.440.008 Ajuste a mercado registrado no patrimônio líquido (1).................................................................................. 418.395 274.915 Valor de mercado não efetivo registrado em resultado ................................................................................. 17 3.730 (1) O ajuste no patrimônio líquido é de R$ 251.037 mil, líquido dos efeitos tributários (2010 - R$ 164.949 mil). A efetividade verificada na carteira de hedge encontrava-se em conformidade com o estabelecido na Circular nº 3.082/02 do Bacen. h) Resultado com títulos e valores mobiliários, resultado financeiro de seguros, previdência e capitalização e instrumentos financeiros derivativos Em 30 de junho - R$ mil BRADESCO MÚLTIPLO BRADESCO CONSOLIDADO 2011 2010 2011 2010 Títulos de renda fixa ......................................................................... 8.302.453 4.806.187 6.239.210 3.297.197 Aplicações interfinanceiras de liquidez (Nota 7b)............................. 7.094.262 6.262.616 4.880.670 4.189.782 Títulos de renda variável .................................................................. (14.727) 4.356 8.851 18.765 Subtotal ........................................................................................... 15.381.988 11.073.159 11.128.731 7.505.744 Resultado financeiro de seguros, previdência e capitalização ......... 4.960.069 3.884.844 Resultado com instrumentos financeiros derivativos (Nota 8e V) .... 1.176.940 252.388 172.037 408.791 11.799.379 Total ................................................................................................. 16.558.928 11.325.547 16.260.837 9) RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS – CRÉDITOS VINCULADOS a) Créditos vinculados
Em 30 de junho - R$ mil BRADESCO MÚLTIPLO BRADESCO CONSOLIDADO Remuneração 2011 2010 2011 2010 Compulsório sobre depósitos à vista......................... não remunerado 7.981.219 8.979.727 7.981.845 9.333.765 Compulsório sobre depósitos de poupança .............. índice da poupança 10.907.864 9.557.242 10.907.864 9.557.242 Compulsório sobre depósitos a prazo (1).................. taxa selic 19.538.124 11.064.292 19.538.124 11.163.568 Recolhimento recursos crédito rural (2) .................... não remunerado 39.722 39.722 Compulsório adicional (3).......................................... taxa selic 26.683.016 18.236.050 26.694.883 18.349.679 Depósitos de poupança............................................. 5.453.932 4.778.620 5.453.932 4.778.620 Depósitos à vista ....................................................... 3.904.570 2.726.020 3.912.803 2.726.020 17.324.514 10.731.410 17.328.148 10.845.039 II) Composição dos instrumentos financeiros derivativos (ativos e passivos), demonstrada pelo seu valor de custo atualizado e valor de mercado Depósitos a prazo...................................................... Créditos vinculados ao SFH ...................................... taxa referencial – TR + juros 517.365 493.272 517.365 493.322 Em 30 de junho - R$ mil Recursos do crédito rural .......................................... não remunerado 578 578 578 578 BRADESCO MÚLTIPLO Total .......................................................................... 65.667.888 48.331.161 65.680.381 48.898.154 2011 2010 (1) Conforme Circular nº 3.513/10 do Bacen, a partir de dezembro de 2010, os Bancos estão recolhendo 20% dos depósitos a prazo em espécie; Ajuste a Ajuste a (2) Conforme Circular nº 3.460/09 do Bacen, a partir de agosto de 2010, os Bancos ficaram obrigados a recolher os recursos do crédito rural (sobre recursos Custo valor de Valor de Custo valor de Valor de à vista) que não foram emprestados, com devolução em agosto de 2011; e atualizado mercado mercado atualizado mercado mercado (3) Segundo a Circular nº 3.514/10 do Bacen, a partir de dezembro de 2010, a exigibilidade adicional passou a ser recolhida em espécie de acordo com as Ajuste a receber – swap .......................................... 1.550.562 89.578 1.640.140 1.030.905 61.860 1.092.765 seguintes alíquotas: depósitos à vista e a prazo – 12%; e depósitos de poupança – 10%. Compras a termo a receber..................................... 62.982 62.982 268.207 (303) 267.904 Vendas a termo a receber ....................................... 599.674 599.674 272.443 46 272.489 b) Resultado das aplicações compulsórias Prêmios de opções a exercer .................................. 28.859 (18.511) 10.348 64.978 (38.563) 26.415 Em 30 de junho - R$ mil Total do ativo.......................................................... 2.242.077 71.067 2.313.144 1.636.533 23.040 1.659.573 BRADESCO MÚLTIPLO BRADESCO CONSOLIDADO Ajuste a pagar – swap ............................................. (367.825) 18.536 (349.289) (312.856) 3.723 (309.133) 2011 2010 2011 2010 Compra a termo a pagar ......................................... (380.024) (380.024) (369.790) 303 (369.487) 2.856.653 929.627 2.857.252 933.874 Venda a termo a pagar ............................................ (397.475) (397.475) (308.283) (46) (308.329) Créditos vinculados ao Bacen (depósito compulsório)..................... 14.395 11.998 14.395 11.998 Prêmios de opções lançadas .................................. (74.228) 11.874 (62.354) (141.480) 58.532 (82.948) Créditos vinculados ao SFH ............................................................. 2.871.048 941.625 2.871.647 945.872 Total do passivo..................................................... (1.219.552) 30.410 (1.189.142) (1.132.409) 62.512 (1.069.897) Total .................................................................................................
10) OPERAÇÕES DE CRÉDITO Apresentamos as informações relativas às operações de crédito, que incluem adiantamentos sobre contratos de câmbio, operações de arrendamento mercantil e outros créditos com características de concessão de crédito: a) Modalidades e prazos Em 30 de junho - R$ mil BRADESCO CONSOLIDADO Curso normal 1 a 30 dias Empréstimos e títulos descontados (1) ............................................... Financiamentos ................................................................................... Financiamentos rurais e agroindustriais.............................................. Subtotal .............................................................................................. Operações de arrendamento mercantil ............................................... Adiantamentos sobre contratos de câmbio (2).................................... Subtotal .............................................................................................. Outros créditos (3)............................................................................... Total das operações de crédito........................................................ Avais e fianças (4) ............................................................................... Cessão de créditos (5) ........................................................................ Cessão de créditos – certificado de recebíveis imobiliários................ Coobrigações em cessões de crédito – rural (4)................................. Créditos abertos para importação (4).................................................. Créditos de exportação confirmados (4) ............................................. Aquisição de recebíveis – cartões de crédito ...................................... Total geral em 2011 ........................................................................... Total geral em 2010 ...........................................................................
17.171.385 3.168.017 991.151 21.330.553 677.377 1.321.625 23.329.555 4.642.247 27.971.802 1.698.935 27.084 22.427 173.508 4.981 342.760 30.241.497 27.870.582
31 a 60 dias 11.758.257 2.826.635 833.496 15.418.388 524.465 756.344 16.699.197 2.419.941 19.119.138 632.782 25.350 22.426 105.548 5.548 152.864 20.063.656 16.014.174
61 a 90 dias 8.672.231 2.696.327 957.161 12.325.719 511.555 874.642 13.711.916 1.238.893 14.950.809 996.103 24.100 22.425 90.604 1.303 108.889 16.194.233 14.441.200
91 a 180 dias 14.150.053 7.996.349 2.671.847 24.818.249 1.487.486 1.643.010 27.948.745 2.060.911 30.009.656 2.452.384 67.439 64.539 144.122 2.765 283.327 33.024.232 26.719.540
181 a 360 dias 14.801.681 12.447.323 2.633.062 29.882.066 2.581.954 2.173.289 34.637.309 1.464.428 36.101.737 4.042.183 113.119 96.318 541.287 26.494 320.817 41.241.955 33.908.909
Acima de 360 dias 43.368.324 48.703.509 6.335.894 98.407.727 5.917.359 104.325.086 240.848 104.565.934 33.620.987 185.064 323.830 140.963 533.441 230 77.570 139.448.019 110.487.906
2011 (A) 109.921.931 77.838.160 14.422.611 202.182.702 11.700.196 6.768.910 220.651.808 12.067.268 232.719.076 43.443.374 442.156 551.965 140.963 1.588.510 41.321 1.286.227 280.213.592
% (6)
2010 (A) 39,1 27,8 5,1 72,0 4,2 2,4 78,6 4,3 82,9 15,5 0,2 0,2 0,1 0,6 0,5 100,0
88.549.148 58.174.624 12.051.228 158.775.000 16.117.556 5.615.986 180.508.542 11.626.207 192.134.749 33.504.586 383.913 710.276 156.172 870.616 80.317 1.601.682 229.442.311
% (6) 38,5 25,4 5,3 69,2 7,0 2,4 78,6 5,1 83,7 14,6 0,2 0,3 0,1 0,4 0,7 100,0 continua...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
19
...continuação
Banco Bradesco S.A. Companhia Aberta CNPJ 60.746.948/0001-12 Sede: Cidade de Deus, Osasco-SP
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Em 30 de junho - R$ mil BRADESCO CONSOLIDADO Curso anormal Parcelas vencidas 1 a 30 dias Empréstimos e títulos descontados (1) ............................................... Financiamentos ................................................................................... Financiamentos rurais e agroindustriais.............................................. Subtotal .............................................................................................. Operações de arrendamento mercantil ............................................... Adiantamentos sobre contratos de câmbio (2).................................... Subtotal .............................................................................................. Outros créditos (3)............................................................................... Total geral em 2011 ........................................................................... Total geral em 2010 ...........................................................................
31 a 60 dias
933.883 181.370 23.373 1.138.626 88.538 6.259 1.233.423 6.336 1.239.759 1.101.165
61 a 90 dias
814.317 140.832 11.382 966.531 66.297 8.787 1.041.615 1.421 1.043.036 904.884
91 a 180 dias
819.298 77.677 17.773 914.748 39.533 1.174 955.455 862 956.317 857.948
181 a 540 dias
1.633.761 136.310 12.601 1.782.672 78.669 2.510 1.863.851 2.244 1.866.095 1.651.573
2011 (B)
2.017.882 147.074 21.754 2.186.710 118.829 440 2.305.979 102.748 2.408.727 1.997.139
% (6)
2010 (B)
6.219.141 683.263 86.883 6.989.287 391.866 19.170 7.400.323 113.611 7.513.934
82,7 9,1 1,2 93,0 5,2 0,3 98,5 1,5 100,0
% (6)
5.063.418 757.817 122.959 5.944.194 476.232 13.620 6.434.046 78.663
77,8 11,6 1,9 91,3 7,3 0,2 98,8 1,2
6.512.709
100,0 Em 30 de junho - R$ mil
BRADESCO CONSOLIDADO Curso anormal Parcelas vincendas 1 a 30 dias Empréstimos e títulos descontados (1) ............................................... Financiamentos ................................................................................... Financiamentos rurais e agroindustriais.............................................. Subtotal .............................................................................................. Operações de arrendamento mercantil ............................................... Subtotal .............................................................................................. Outros créditos (3)............................................................................... Total geral em 2011 ........................................................................... Total geral em 2010 ...........................................................................
31 a 60 dias
434.580 175.318 12.469 622.367 77.954 700.321 236 700.557 650.904
61 a 90 dias
397.671 162.064 12.163 571.898 66.765 638.663 236 638.899 543.229
91 a 180 dias
328.525 157.636 12.425 498.586 66.030 564.616 225 564.841 548.724
181 a 360 dias
745.388 444.740 6.561 1.196.689 197.959 1.394.648 636 1.395.284 1.290.451
Acima de 360 dias
1.035.976 733.820 18.109 1.787.905 362.729 2.150.634 1.157 2.151.791 2.008.634
2011 (C)
2.058.799 1.982.811 251.554 4.293.164 856.079 5.149.243 791 5.150.034 4.898.471
% (6)
5.000.939 3.656.389 313.281 8.970.609 1.627.516 10.598.125 3.281 10.601.406
2010 (C) 47,1 34,5 3,0 84,6 15,4 100,0 100,0
% (6)
3.952.095 3.259.067 367.420 7.578.582 2.356.845 9.935.427 4.986
39,7 32,8 3,7 76,2 23,7 99,9 0,1
9.940.413
100,0
Em 30 de junho - R$ mil BRADESCO CONSOLIDADO Total geral 2011 (A+B+C)
% (6)
2010 (A+B+C)
% (6)
Empréstimos e títulos descontados (1) ................................................................................................................. 121.142.011 40,7 97.564.661 39,7 Financiamentos ..................................................................................................................................................... 82.177.812 27,5 62.191.508 25,3 Financiamentos rurais e agroindustriais................................................................................................................ 14.822.775 5,0 12.541.607 5,1 Subtotal ................................................................................................................................................................ 218.142.598 73,2 172.297.776 70,1 Operações de arrendamento mercantil ................................................................................................................. 13.719.578 4,6 18.950.633 7,7 Adiantamentos sobre contratos de câmbio (2)...................................................................................................... 6.788.080 2,3 5.629.606 2,3 Subtotal ................................................................................................................................................................ 238.650.256 80,1 196.878.015 80,1 Outros créditos (3)................................................................................................................................................. 12.184.160 4,1 11.709.856 4,7 Total das operações de crédito.......................................................................................................................... 250.834.416 84,2 208.587.871 84,8 Avais e fianças (4) ................................................................................................................................................. 43.443.374 14,6 33.504.586 13,5 Cessão de créditos (5) .......................................................................................................................................... 442.156 0,1 383.913 0,2 Cessão de créditos – certificado de recebíveis imobiliários.................................................................................. 551.965 0,2 710.276 0,3 Coobrigações em cessões de crédito – rural (4)................................................................................................... 140.963 156.172 0,1 Créditos abertos para importação (4).................................................................................................................... 1.588.510 0,5 870.616 0,4 Créditos de exportação confirmados (4) ............................................................................................................... 41.321 80.317 Aquisição de recebíveis – cartões de crédito ........................................................................................................ 1.286.227 0,4 1.601.682 0,7 Total geral em 2011 ............................................................................................................................................. 298.328.932 100,0 Total geral em 2010 ............................................................................................................................................. 245.895.433 100,0 No Bradesco Múltiplo, as operações de curso normal apuradas nas mesmas bases do quadro anterior montam a R$ 229.403.452 mil (2010 – R$ 190.444.514 mil), as parcelas vencidas montam a R$ 4.458.329 mil (2010 – R$ 4.513.554 mil), e as vincendas a R$ 6.365.676 mil (2010 – R$ 5.565.540 mil). (1) Inclui os empréstimos de operações com cartões de crédito e operações de antecipação de recebíveis de cartões de crédito, no montante de R$ 16.713.840 mil (2010 – R$ 12.290.894 mil); (2) Os adiantamentos sobre contratos de câmbio estão classificados como redutor da rubrica “Outras Obrigações”; (3) A rubrica “Outros Créditos” compreende créditos por avais e fianças honrados, devedores por compra de valores e bens, títulos e créditos a receber, rendas a receber sobre contratos de câmbio, créditos decorrentes de contratos de exportação e créditos a receber relativos a cartões de crédito (compras à vista e parcelado lojistas), no montante de R$ 11.210.660 mil (2010 – R$ 9.748.231 mil); (4) Registrados em contas de compensação; (5) Valor da cessão de crédito atualizado até 30 de junho de 2011 e 30 de junho de 2010, respectivamente, líquido das parcelas recebidas; e (6) Relação entre modalidade e o total da carteira de crédito incluindo avais e fianças, cessão de créditos e aquisição de recebíveis. b) Modalidades e níveis de risco Em 30 de junho - R$ mil BRADESCO MÚLTIPLO Níveis de risco Operações de Crédito
AA
A
B
C
Empréstimos e títulos descontados............................ 24.314.157 40.704.008 8.541.549 21.614.368 Financiamentos .......................................................... 14.129.220 16.592.686 8.126.643 19.289.064 Financiamentos rurais e agroindustriais..................... 1.831.590 3.169.999 2.139.151 6.939.472 Subtotal ..................................................................... 40.274.967 60.466.693 18.807.343 47.842.904 Operações de arrendamento mercantil ...................... 10 1.817.674 160.677 145.165 Adiantamentos sobre contratos de câmbio (2)........... 3.644.527 1.788.524 821.697 468.544 Subtotal ..................................................................... 43.919.504 64.072.891 19.789.717 48.456.613 Outros créditos ........................................................... 9.378 2.328.422 66.832 52.028 Total geral em 2011 .................................................. 43.928.882 66.401.313 19.856.549 48.508.641 % ................................................................................ 22,8 34,6 10,3 25,2 Total geral em 2010 .................................................. 33.482.704 64.752.077 17.246.879 35.363.943 % ................................................................................ 20,5 39,5 10,5 21,6 (1) Relação entre a modalidade e o total da carteira de crédito sem avais e fianças, cessão de créditos e aquisição de recebíveis; e (2) Nota 11a.
D 2.880.058 662.567 357.477 3.900.102 24.943 37.364 3.962.409 10.845 3.973.254 2,1 3.405.084 2,1
E
F
1.166.341 155.853 87.899 1.410.093 17.671 2.310 1.430.074 5.291 1.435.365 0,7 1.273.672 0,8
1.038.681 134.528 209.708 1.382.917 17.570 2.072 1.402.559 4.300 1.406.859 0,7 1.428.770 0,9
G 889.750 93.243 23.074 1.006.067 13.460 1.021 1.020.548 3.424 1.023.972 0,5 1.029.953 0,6
H 5.241.803 495.572 64.405 5.801.780 100.863 22.021 5.924.664 138.526 6.063.190 3,1 5.661.115 3,5
2011 106.390.715 59.679.376 14.822.775 180.892.866 2.298.033 6.788.080 189.978.979 2.619.046 192.598.025 100,0
% (1) 55,2 31,0 7,7 93,9 1,2 3,5 98,6 1,4 100,0
2010
% (1)
88.026.749 44.832.538 12.541.608 145.400.895 4.448.734 5.629.606 155.479.235 8.164.962
53,8 27,4 7,7 88,9 2,7 3,4 95,0 5,0
163.644.197 100,0
100,0
Em 30 de junho - R$ mil BRADESCO CONSOLIDADO Níveis de risco Operações de Crédito
AA
A
B
C
Empréstimos e títulos descontados............................ 25.349.673 50.651.380 9.024.342 22.428.932 Financiamentos .......................................................... 14.349.867 35.474.624 9.517.294 20.056.593 Financiamentos rurais e agroindustriais..................... 1.831.590 3.169.999 2.139.151 6.939.472 Subtotal ..................................................................... 41.531.130 89.296.003 20.680.787 49.424.997 Operações de arrendamento mercantil ...................... 100.549 4.681.869 1.993.158 5.370.842 Adiantamentos sobre contratos de câmbio (2)........... 3.644.527 1.788.524 821.697 468.544 Subtotal ..................................................................... 45.276.206 95.766.396 23.495.642 55.264.383 Outros créditos ........................................................... 220.955 9.034.279 375.427 2.052.955 Total geral em 2011 .................................................. 45.497.161 104.800.675 23.871.069 57.317.338 % ................................................................................ 18,1 41,8 9,5 22,9 Total geral em 2010 .................................................. 34.206.493 93.191.504 21.181.099 42.775.262 % ................................................................................ 16,4 44,7 10,2 20,5 (1) Relação entre a modalidade e o total da carteira de crédito sem avais e fianças, cessão de créditos e aquisição de recebíveis; e (2) Nota 11a.
D 3.265.242 949.820 357.477 4.572.539 395.152 37.364 5.005.055 89.939 5.094.994 2,0 4.266.771 2,0
E
F
1.445.111 333.231 87.899 1.866.241 165.334 2.310 2.033.885 29.592 2.063.477 0,8 1.741.107 0,8
1.319.168 280.401 209.708 1.809.277 147.366 2.072 1.958.715 25.028 1.983.743 0,8 1.884.672 0,9
G 1.137.231 204.576 23.074 1.364.881 108.122 1.021 1.474.024 17.031 1.491.055 0,6 1.397.832 0,7
H 6.520.932 1.011.406 64.405 7.596.743 757.186 22.021 8.375.950 338.954 8.714.904 3,5 7.943.131 3,8
2011 121.142.011 82.177.812 14.822.775 218.142.598 13.719.578 6.788.080 238.650.256 12.184.160 250.834.416 100,0
% (1) 48,3 32,8 5,9 87,0 5,4 2,7 95,1 4,9 100,0
2010
% (1)
97.564.661 62.191.508 12.541.607 172.297.776 18.950.633 5.629.606 196.878.015 11.709.856
46,8 29,8 6,0 82,6 9,1 2,7 94,4 5,6
208.587.871 100,0
100,0
c) Faixas de vencimentos e níveis de risco Em 30 de junho - R$ mil BRADESCO MÚLTIPLO Níveis de risco Operações em curso anormal AA
A
B
C
D
E
Parcelas vincendas .................................................. 506.010 1.367.660 1.016.151 595.088 1 a 30.......................................................................... 78.122 130.375 62.898 32.783 31 a 60........................................................................ 69.098 115.173 58.050 31.343 61 a 90........................................................................ 49.518 90.893 51.736 28.229 91 a 180...................................................................... 74.446 180.794 129.362 72.773 181 a 360.................................................................... 96.068 256.845 193.206 108.211 Acima de 360.............................................................. 138.758 593.580 520.899 321.749 Parcelas vencidas (2) ............................................... 144.981 454.853 463.867 344.041 1 a 14.......................................................................... 2.461 44.032 27.476 13.202 15 a 30........................................................................ 140.755 168.363 66.985 23.769 31 a 60........................................................................ 1.765 236.514 136.527 61.178 61 a 90........................................................................ 4.825 223.678 89.722 91 a 180...................................................................... 1.119 9.201 153.286 181 a 360 ................................................................... 2.884 Acima de 360.............................................................. Subtotal ..................................................................... 650.991 1.822.513 1.480.018 939.129 Provisão específica .................................................... 6.510 54.676 148.002 281.738 (1) Relação entre prazos de vencimento e tipo de parcela; e (2) Para as operações com prazo a decorrer superior a 36 meses, é realizada a contagem em dobro dos períodos de atraso, conforme facultado pela Resolução nº 2.682/99 do CMN.
F
G
558.618 29.758 28.473 25.772 66.787 97.296 310.532 391.439 10.871 17.789 38.411 69.776 247.951 6.641 950.057 475.028
439.345 25.244 25.303 22.414 59.533 89.253 217.598 364.689 9.434 13.793 26.772 44.269 259.873 10.548 804.034 562.824
H 1.882.804 115.684 112.068 102.602 267.712 413.396 871.342 2.294.459 108.676 63.372 120.385 197.647 401.995 1.303.442 98.942 4.177.263 4.177.263
2011 6.365.676 474.864 439.508 371.164 851.407 1.254.275 2.974.458 4.458.329 216.152 494.826 621.552 629.917 1.073.425 1.323.515 98.942 10.824.005 5.706.041
% (1) 100,0 7,5 6,9 5,8 13,4 19,7 46,7 100,0 4,8 11,1 13,9 14,1 24,1 29,8 2,2
2010
% (1)
5.565.540 422.977 344.197 355.320 747.387 1.101.238 2.594.421 4.513.554 141.983 589.175 627.177 640.817 1.186.273 1.270.995 57.134 10.079.094 5.303.316
100,0 7,6 6,2 6,4 13,4 19,8 46,6 100,0 3,1 13,1 13,9 14,2 26,3 28,1 1,3
Em 30 de junho - R$ mil BRADESCO MÚLTIPLO Níveis de risco Operações em curso normal AA
A
B
C
D
E
F
Parcelas vincendas .................................................. 43.928.882 66.401.313 19.205.558 46.686.128 2.493.236 496.236 456.802 1 a 30.......................................................................... 3.824.640 10.607.406 1.461.348 4.092.755 220.532 44.792 29.861 31 a 60........................................................................ 2.406.976 6.970.801 1.202.554 3.571.965 115.292 28.878 20.842 61 a 90........................................................................ 2.821.715 5.022.326 1.219.852 2.947.902 85.204 22.886 16.844 91 a 180...................................................................... 5.906.159 8.584.953 2.824.451 5.810.981 242.436 53.565 37.521 181 a 360.................................................................... 6.244.996 10.484.861 2.894.439 7.027.514 349.300 76.939 54.851 Acima de 360.............................................................. 22.724.396 24.730.966 9.602.914 23.235.011 1.480.472 269.176 296.883 Provisão genérica....................................................... 332.007 192.055 1.400.584 249.324 148.871 228.401 Total geral em 2011 (2) ............................................. 43.928.882 66.401.313 19.856.549 48.508.641 3.973.254 1.435.365 1.406.859 Provisão existente ...................................................... 332.954 202.324 2.363.670 1.113.300 708.639 955.819 Provisão mínima requerida......................................... 332.007 198.565 1.455.260 397.326 430.609 703.429 Provisão excedente .................................................... 947 3.759 908.410 715.974 278.030 252.390 Total geral em 2010 (2) ............................................. 33.482.704 64.752.077 17.246.879 35.363.943 3.405.084 1.273.672 1.428.770 Provisão existente ...................................................... 324.752 175.429 2.209.186 910.406 629.383 971.530 Provisão mínima requerida......................................... 323.761 172.469 1.060.918 340.508 382.102 714.385 Provisão excedente .................................................... 991 2.960 1.148.268 569.898 247.281 257.145 (1) Relação entre prazos de vencimento e tipo de parcela; e (2) No total geral, inclui operações em curso normal de R$ 181.774.020 mil (2010 – R$ 153.565.103 mil) e operações em curso anormal de R$ 10.824.005 mil (2010 – R$ 10.079.094 mil).
G 219.938 20.982 13.841 12.831 23.762 37.399 111.123 153.956 1.023.972 1.020.261 716.780 303.481 1.029.953 1.024.842 720.967 303.875
H 1.885.927 181.537 133.379 96.452 214.172 299.709 960.678 1.885.927 6.063.190 6.063.190 6.063.190 5.661.115 5.661.115 5.661.115 -
2011 181.774.020 20.483.853 14.464.528 12.246.012 23.698.000 27.470.008 83.411.619 4.591.125 192.598.025 12.760.157 10.297.166 2.462.991
% (1) 100,0 11,3 8,0 6,7 13,0 15,1 45,9
2010
% (1)
153.565.103 22.201.167 12.063.716 11.258.943 19.293.798 22.675.415 66.072.064 4.072.909
100,0 14,5 7,9 7,3 12,5 14,8 43,0
163.644.197 11.906.643 9.376.225 2.530.418
Em 30 de junho - R$ mil BRADESCO CONSOLIDADO Níveis de risco Operações em curso anormal AA
A
B
C
D
E
F
Parcelas vincendas .................................................. 1.858.455 2.398.490 1.470.878 863.899 773.372 1 a 30.......................................................................... 145.651 187.460 86.630 47.211 41.657 31 a 60........................................................................ 129.027 164.537 79.363 44.238 38.851 61 a 90........................................................................ 107.426 139.554 72.254 40.609 35.874 91 a 180...................................................................... 235.739 320.124 186.702 107.137 94.700 181 a 360.................................................................... 364.903 487.099 287.071 163.370 142.244 Acima de 360.............................................................. 875.709 1.099.716 758.858 461.334 420.046 Parcelas vencidas (2) ............................................... 420.582 798.946 745.581 585.557 658.070 1 a 14.......................................................................... 16.991 82.661 41.604 21.091 17.156 15 a 30........................................................................ 379.064 242.481 95.501 38.439 28.840 31 a 60........................................................................ 24.527 455.275 190.426 87.869 58.859 61 a 90........................................................................ 13.850 395.617 127.968 94.766 91 a 180...................................................................... 4.679 22.433 302.850 444.284 181 a 360 ................................................................... 7.340 14.165 Acima de 360.............................................................. Subtotal ..................................................................... 2.279.037 3.197.436 2.216.459 1.449.456 1.431.442 Provisão específica .................................................... 22.791 95.922 221.646 434.837 715.720 (1) Relação entre prazos de vencimento e tipo de parcela; e (2) Para as operações com prazo a decorrer superior a 36 meses, é realizada a contagem em dobro dos períodos em atraso, conforme facultado pela Resolução nº 2.682/99 do CMN.
G 602.101 34.248 33.357 30.180 80.991 123.996 299.329 609.499 14.007 21.657 40.579 60.357 454.737 18.162 1.211.600 848.120
H 2.634.211 157.700 149.526 138.944 369.891 583.108 1.235.042 3.695.699 131.628 108.639 185.501 263.759 637.112 2.191.998 177.062 6.329.910 6.329.910
2011 10.601.406 700.557 638.899 564.841 1.395.284 2.151.791 5.150.034 7.513.934 325.138 914.621 1.043.036 956.317 1.866.095 2.231.665 177.062 18.115.340 8.668.946
% (1) 100,0 6,6 6,0 5,3 13,2 20,3 48,6 100,0 4,3 12,2 13,9 12,7 24,8 29,7 2,4
2010 9.940.413 650.904 543.229 548.724 1.290.451 2.008.634 4.898.471 6.512.709 250.786 850.379 904.884 857.948 1.651.573 1.890.105 107.034 16.453.122 7.885.123
% (1) 100,0 6,5 5,5 5,5 13,0 20,2 49,3 100,0 3,9 13,1 13,9 13,2 25,4 28,9 1,6
continua...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
20
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
...continuação
Banco Bradesco S.A. Companhia Aberta CNPJ 60.746.948/0001-12 Sede: Cidade de Deus, Osasco-SP
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Em 30 de junho - R$ mil BRADESCO CONSOLIDADO Níveis de risco Operações em curso normal E F 614.021 552.301 78.545 55.609 45.032 33.008 30.624 22.569 70.502 49.478 94.696 66.168 294.622 325.469 184.206 276.151 2.063.477 1.983.743 996.566 1.335.842 619.043 991.871 377.523 343.971 1.741.107 1.884.672 836.630 1.265.276 522.332 942.337 314.298 322.939
AA A B C D Parcelas vincendas .................................................. 45.497.161 104.800.675 21.592.032 54.119.902 2.878.535 1 a 30.......................................................................... 4.127.024 15.734.800 1.811.729 5.457.210 313.974 31 a 60........................................................................ 2.507.003 10.498.890 1.379.489 4.243.124 157.230 61 a 90........................................................................ 2.871.703 7.038.092 1.346.558 3.385.394 108.000 91 a 180...................................................................... 6.118.395 13.188.574 3.136.296 6.846.025 292.887 181 a 360.................................................................... 6.599.887 16.807.382 3.346.413 8.375.158 413.270 Acima de 360.............................................................. 23.273.149 41.532.937 10.571.547 25.812.991 1.593.174 Provisão genérica....................................................... 524.002 215.920 1.623.596 287.853 Total geral em 2011 (2) ............................................. 45.497.161 104.800.675 23.871.069 57.317.338 5.094.994 Provisão existente ...................................................... 525.550 243.668 2.707.230 1.379.030 Provisão mínima requerida......................................... 524.002 238.711 1.719.518 509.499 Provisão excedente .................................................... 1.548 4.957 987.712 869.531 Total geral em 2010 (2) ............................................. 34.206.493 93.191.504 21.181.099 42.775.262 4.266.771 Provisão existente ...................................................... 584.574 226.719 2.457.699 1.100.728 Provisão mínima requerida......................................... 465.956 211.810 1.283.257 426.676 Provisão excedente .................................................... 118.618 14.909 1.174.442 674.052 (1) Relação entre prazos de vencimento e tipo de parcela; e (2) No total geral, inclui operações em curso normal de R$ 232.719.076 mil (2010 – R$ 192.134.749 mil) e operações em curso anormal de R$ 18.115.340 mil (2010 – R$ 16.453.122 mil). d) Concentração das operações de crédito 2011 Maior devedor.......................... 2.241.710 Dez maiores devedores........... 14.545.231 Vinte maiores devedores ......... 22.728.420 Cinquenta maiores devedores.. 35.828.083 Cem maiores devedores.......... 45.321.747 e) Setor de atividade econômica 2011 1.073.645 739.614 739.614 334.031
G 279.455 39.313 22.684 16.835 31.878 45.685 123.060 195.618 1.491.055 1.461.835 1.043.738 418.097 1.397.832 1.366.816 978.483 388.333
H 2.384.994 353.598 232.678 131.034 275.621 353.078 1.038.985 2.384.994 8.714.904 8.714.904 8.714.904 7.943.131 7.943.131 7.943.131 -
2011 232.719.076 27.971.802 19.119.138 14.950.809 30.009.656 36.101.737 104.565.934 5.692.340 250.834.416 17.364.625 14.361.286 3.003.339
% (1) 100,0 12,0 8,2 6,4 12,9 15,5 45,0
2010 192.134.749 26.104.406 15.126.412 13.279.611 24.200.314 29.663.515 83.760.491 4.888.859
% (1) 100,0 13,6 7,9 6,9 12,6 15,4 43,6
208.587.871 15.781.573 12.773.982 3.007.591
g) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa BRADESCO MÚLTIPLO % 2010 1,2 2.380.667 7,6 12.404.157 11,8 19.290.030 18,6 30.522.264 23,5 39.179.100
BRADESCO MÚLTIPLO % 2010 0,6 1.229.382 0,4 795.304 0,4 795.304 0,2 434.078
% 1,5 7,6 11,8 18,7 23,9
%
2011 2.242.730 14.636.948 22.979.451 36.274.219 45.964.280
Em 30 de junho - R$ mil BRADESCO CONSOLIDADO % 2010 % 0,9 2.380.932 1,1 5,8 12.527.453 6,0 9,2 19.455.500 9,3 14,5 30.812.121 14,8 18,3 39.603.686 19,0
2011 1.082.773 748.742 739.614 9.128 334.031
Em 30 de junho - R$ mil BRADESCO CONSOLIDADO % 2010 % 0,4 1.248.908 0,6 0,3 814.830 0,4 0,3 795.304 0,4 19.526 0,1 434.078 0,2
Setor público ......................... 0,8 Federal ................................... 0,5 Petroquímica ........................... 0,5 Intermediários financeiros ...... Estadual ................................. 0,3 Produção e distribuição de energia elétrica ..................... 334.031 0,2 434.078 0,3 334.031 Setor privado ........................ 191.524.380 99,4 162.414.815 99,2 249.751.643 Indústria ................................ 46.729.532 24,3 40.197.795 24,5 49.380.260 Alimentícia e bebidas .............. 12.182.167 6,3 10.942.807 6,7 12.532.737 Siderúrgica, metalúrgica e mecânica .............................. 7.474.271 3,9 6.450.360 3,9 8.179.044 Química .................................. 3.852.148 2,0 4.203.746 2,6 4.027.414 Papel e celulose ..................... 3.240.695 1,7 2.433.499 1,5 3.295.455 Refino de petróleo e produção de álcool ............................... 2.868.516 1,5 2.007.247 1,2 2.894.091 Têxtil e confecções ................. 2.818.500 1,5 2.035.130 1,2 3.051.636 Veículos leves e pesados ........ 2.403.524 1,2 1.756.715 1,1 2.435.224 Artigos de borracha e plásticos 2.256.976 1,2 1.958.514 1,2 2.427.940 Eletroeletrônica ....................... 1.966.592 1,0 1.667.160 1,0 2.072.428 Extração de minerais metálicos e não metálicos ..................... 1.779.434 0,9 1.869.630 1,1 1.960.527 Móveis e produtos de madeira 1.556.826 0,8 1.248.322 0,8 1.726.563 Materiais não metálicos........... 1.303.490 0,7 939.862 0,6 1.448.775 Autopeças e acessórios .......... 907.864 0,5 875.572 0,5 972.488 Artefatos de couro .................. 584.863 0,3 455.398 0,3 630.635 Edição, impressão e reprodução 484.814 0,3 373.688 0,2 614.404 Demais indústrias ................... 1.048.852 0,5 980.145 0,6 1.110.899 Comércio ............................... 36.076.492 18,6 26.279.741 16,1 39.648.959 Produtos em lojas especializadas ...................... 9.260.313 4,8 6.385.317 3,9 10.410.376 Produtos alimentícios, bebidas e fumo ..................... 4.162.535 2,2 3.359.165 2,1 4.579.454 Varejista não especializado .... 3.553.412 1,8 2.398.638 1,5 3.818.923 Vestuário e calçados .............. 3.194.922 1,7 1.915.324 1,2 3.496.046 Veículos automotores ............. 3.139.502 1,6 2.671.564 1,6 3.296.244 Artigos de uso pessoal e doméstico ............................. 2.428.712 1,3 1.686.229 1,0 2.592.479 Reparação, peças e acessórios para veículos automotores..... 2.381.534 1,2 1.807.514 1,1 2.724.484 Combustíveis .......................... 1.629.949 0,8 1.110.095 0,7 1.756.401 Resíduos e sucatas ................ 1.533.487 0,8 1.233.502 0,8 1.753.392 Intermediário do comércio ...... 1.412.945 0,7 1.114.410 0,7 1.550.546 Atacadista de mercadorias em geral ................................ 1.221.480 0,6 903.006 0,5 1.334.514 Produtos agropecuários .......... 1.050.962 0,5 739.837 0,4 1.089.642 Demais comércios .................. 1.106.739 0,6 955.140 0,6 1.246.458 Intermediários financeiros.... 635.990 0,3 511.963 0,3 821.461 Serviços ................................. 48.698.147 25,3 38.912.785 23,8 54.858.275 Construção civil ...................... 12.504.410 6,4 8.415.442 5,1 13.383.208 Transportes e armazenagens ... 12.479.086 6,4 8.983.863 5,5 14.392.237 Atividades imobiliárias, aluguéis e serviços prestados às empresas ......................... 8.565.112 4,4 7.782.160 4,8 9.806.687 Produção e distribuição de eletricidade, gás e água ........ 4.743.553 2,5 5.028.521 3,1 4.768.529 Alojamento e alimentação ...... 1.829.908 1,0 1.413.468 0,9 2.037.894 Serviços sociais, educação, saúde, defesa e seguridade social ..................................... 1.646.366 0,9 1.361.688 0,8 1.934.529 Holdings, atividades jurídicas, contábeis e assessoria empresarial ........................... 1.489.928 0,8 1.486.081 0,9 1.925.993 Atividades associativas, recreativas, culturais e desportivas ........................... 1.258.850 0,7 1.040.311 0,6 1.496.658 Telecomunicações .................. 400.646 0,2 462.637 0,3 448.868 Demais serviços ..................... 3.780.288 2,0 2.938.614 1,8 4.663.672 Agricultura, pecuária, pesca, silvicultura e exploração florestal ................................ 3.420.832 1,8 2.563.397 1,5 3.580.621 Pessoa física ......................... 55.963.387 29,1 53.949.134 33,0 101.462.067 Total ....................................... 192.598.025 100,0 163.644.197 100,0 250.834.416 f) Composição das operações de crédito e da provisão para créditos de liquidação duvidosa
0,1 99,6 19,7 5,0
434.078 207.338.963 42.505.138 11.275.829
0,2 99,4 20,4 5,4
3,3 1,6 1,3
6.897.820 4.490.138 2.478.656
3,3 2,2 1,2
1,2 1,2 1,0 1,0 0,8
2.035.620 2.263.605 1.837.511 2.114.040 1.728.517
1,0 1,1 0,9 1,0 0,8
0,8 0,7 0,6 0,4 0,2 0,2 0,4 15,8
1.989.436 1.419.450 1.065.989 928.890 498.263 464.934 1.016.440 29.106.875
1,0 0,7 0,5 0,4 0,2 0,2 0,5 14,0
4,2
7.305.625
3,5
1,8 1,5 1,4 1,3
3.727.963 2.626.709 2.042.078 2.813.484
1,8 1,2 1,0 1,3
1,0
1.806.641
0,9
1,1 0,7 0,7 0,6
2.090.113 1.237.986 1.421.829 1.198.473
1,0 0,6 0,7 0,6
0,5 0,5 0,5 0,3 21,9 5,3 5,7
1.005.845 778.822 1.051.307 588.611 44.101.510 9.145.154 10.996.535
0,5 0,4 0,5 0,3 21,1 4,4 5,3
3,9
8.903.263
4,3
1,9 0,8
5.036.773 1.549.467
2,4 0,7
0,8
1.590.286
0,8
0,8
1.764.046
0,8
0,6 0,2 1,9
1.190.684 502.552 3.422.750
0,6 0,2 1,6
1,4 40,5 100,0
2.714.705 88.322.124 208.587.871
1,3 42,3 100,0
Em 30 de junho - R$ mil BRADESCO MÚLTIPLO Saldo da carteira Curso anormal Nível de risco Vencidas Vincendas AA............................................ A .............................................. B .............................................. 144.981 506.010 C .............................................. 454.853 1.367.660 Subtotal .................................. 599.834 1.873.670 D .............................................. 463.867 1.016.151 E .............................................. 344.041 595.088 F .............................................. 391.439 558.618 G.............................................. 364.689 439.345 H .............................................. 2.294.459 1.882.804 Subtotal .................................. 3.858.495 4.492.006 Total geral em 2011 ............... 4.458.329 6.365.676 % ............................................. 2,3 3,3 Total geral em 2010 ............... 4.513.554 5.565.540 % ............................................. 2,8 3,4 (1) Relação entre nível de risco e total da carteira; e (2) Relação acumulada entre nível de risco e total da carteira.
Total - Curso anormal 650.991 1.822.513 2.473.504 1.480.018 939.129 950.057 804.034 4.177.263 8.350.501 10.824.005 5,6 10.079.094 6,2
Curso normal 43.928.882 66.401.313 19.205.558 46.686.128 176.221.881 2.493.236 496.236 456.802 219.938 1.885.927 5.552.139 181.774.020 94,4 153.565.103 93,8
Total 43.928.882 66.401.313 19.856.549 48.508.641 178.695.385 3.973.254 1.435.365 1.406.859 1.023.972 6.063.190 13.902.640 192.598.025 100,0 163.644.197 100,0
% (1) 22,8 34,6 10,3 25,2 92,9 2,1 0,7 0,7 0,5 3,1 7,1 100,0
% Acumulado em 2011 (2) 22,8 57,4 67,7 92,9
% Acumulado em 2010 (2) 20,5 60,0 70,5 92,1
95,0 95,7 96,4 96,9 100,0
94,2 95,0 95,9 96,5 100,0
Em 30 de junho - R$ mil BRADESCO MÚLTIPLO Provisão Mínima requerida % Mínimo de provisioEspecífica namento Total Nível de risco requerido Vencidas Vincendas específica AA.................................... A ...................................... 0,5 B ...................................... 1,0 1.450 5.060 6.510 C ...................................... 3,0 13.646 41.030 54.676 Subtotal .......................... 15.096 46.090 61.186 D ...................................... 10,0 46.387 101.615 148.002 E ...................................... 30,0 103.212 178.526 281.738 F ...................................... 50,0 195.719 279.309 475.028 G...................................... 70,0 255.282 307.542 562.824 H ...................................... 100,0 2.294.459 1.882.804 4.177.263 Subtotal .......................... 2.895.059 2.749.796 5.644.855 Total geral em 2011 ....... 2.910.155 2.795.886 5.706.041 % ..................................... 22,8 21,9 44,7 Total geral em 2010 ....... 2.869.423 2.433.893 5.303.316 % ..................................... 24,1 20,4 44,5 (1) Relação entre provisão existente e carteira, por nível de risco.
Genérica
Total Excedente Existente 332.007 332.007 947 332.954 192.055 198.565 3.759 202.324 1.400.584 1.455.260 908.410 2.363.670 1.924.646 1.985.832 913.116 2.898.948 249.324 397.326 715.974 1.113.300 148.871 430.609 278.030 708.639 228.401 703.429 252.390 955.819 153.956 716.780 303.481 1.020.261 1.885.927 6.063.190 - 6.063.190 2.666.479 8.311.334 1.549.875 9.861.209 4.591.125 10.297.166 2.462.991 12.760.157 36,0 80,7 19,3 100,0 4.072.909 9.376.225 2.530.418 11.906.643 34,2 78,7 21,3 100,0
% Em 2011 (1) 0,5 1,0 4,9 1,6 28,0 49,4 67,9 99,6 100,0 70,9 6,6
% Em 2010 (1) 0,5 1,0 6,2 1,8 26,7 49,4 68,0 99,5 100,0 71,9 7,3
Em 30 de junho - R$ mil BRADESCO CONSOLIDADO Saldo da carteira Curso anormal Nível de risco Vencidas Vincendas AA............................................ A .............................................. B .............................................. 420.582 1.858.455 C .............................................. 798.946 2.398.490 Subtotal .................................. 1.219.528 4.256.945 D .............................................. 745.581 1.470.878 E .............................................. 585.557 863.899 F .............................................. 658.070 773.372 G.............................................. 609.499 602.101 H .............................................. 3.695.699 2.634.211 Subtotal .................................. 6.294.406 6.344.461 Total geral em 2011 ............... 7.513.934 10.601.406 % ............................................. 3,0 4,2 Total geral em 2010 ............... 6.512.709 9.940.413 % ............................................. 3,1 4,8 (1) Relação entre nível de risco e total da carteira; e (2) Relação acumulada entre nível de risco e total da carteira.
Total - Curso anormal 2.279.037 3.197.436 5.476.473 2.216.459 1.449.456 1.431.442 1.211.600 6.329.910 12.638.867 18.115.340 7,2 16.453.122 7,9
Curso normal 45.497.161 104.800.675 21.592.032 54.119.902 226.009.770 2.878.535 614.021 552.301 279.455 2.384.994 6.709.306 232.719.076 92,8 192.134.749 92,1
Total 45.497.161 104.800.675 23.871.069 57.317.338 231.486.243 5.094.994 2.063.477 1.983.743 1.491.055 8.714.904 19.348.173 250.834.416 100,0 208.587.871 100,0
% (1) 18,1 41,8 9,5 22,9 92,3 2,0 0,8 0,8 0,6 3,5 7,7 100,0
% Acumulado em 2011 (2) 18,1 59,9 69,4 92,3
% Acumulado em 2010 (2) 16,4 61,1 71,3 91,8
94,3 95,1 95,9 96,5 100,0
93,8 94,6 95,5 96,2 100,0
Em 30 de junho - R$ mil BRADESCO CONSOLIDADO Provisão Mínima requerida % Mínimo de provisioEspecífica namento Total Nível de risco requerido Vencidas Vincendas específica AA.................................... A ...................................... 0,5 B ...................................... 1,0 4.206 18.585 22.791 C ...................................... 3,0 23.968 71.954 95.922 Subtotal .......................... 28.174 90.539 118.713 D ...................................... 10,0 74.558 147.088 221.646 E ...................................... 30,0 175.667 259.170 434.837 F ...................................... 50,0 329.035 386.685 715.720 G...................................... 70,0 426.649 421.471 848.120 H ...................................... 100,0 3.695.699 2.634.211 6.329.910 Subtotal .......................... 4.701.608 3.848.625 8.550.233 Total geral em 2011 ....... 4.729.782 3.939.164 8.668.946 % ..................................... 27,2 22,7 49,9 Total geral em 2010 ....... 4.126.724 3.758.399 7.885.123 % ..................................... 26,1 23,8 49,9 (1) Relação entre provisão existente e carteira, por nível de risco.
Genérica
Total
524.002 524.002 215.920 238.711 1.623.596 1.719.518 2.363.518 2.482.231 287.853 509.499 184.206 619.043 276.151 991.871 195.618 1.043.738 2.384.994 8.714.904 3.328.822 11.879.055 5.692.340 14.361.286 32,8 82,7 4.888.859 12.773.982 31,0 80,9
Excedente Existente 1.548 525.550 4.957 243.668 987.712 2.707.230 994.217 3.476.448 869.531 1.379.030 377.523 996.566 343.971 1.335.842 418.097 1.461.835 - 8.714.904 2.009.122 13.888.177 3.003.339 17.364.625 17,3 100,0 3.007.591 15.781.573 19,1 100,0
% Em 2011 (1) 0,5 1,0 4,7 1,5 27,1 48,3 67,3 98,0 100,0 71,8 6,9
% Em 2010 (1) 0,6 1,1 5,7 1,7 25,8 48,1 67,1 97,8 100,0 72,6 7,6
BRADESCO MÚLTIPLO 2011 2010 12.279.058 12.052.998 5.416.268 5.929.660 4.276.784 3.633.764 2.586.006 2.489.574 3.650.675 3.649.508 (3.169.576) (3.795.863) 12.760.157 11.906.643 5.706.041 5.303.316 4.591.125 4.072.909 2.462.991 2.530.418
Semestres findos em 30 de junho - R$ mil BRADESCO CONSOLIDADO 2011 2010 16.289.671 16.313.243 7.898.327 8.886.147 5.389.925 4.424.421 3.001.419 3.002.675 5.219.181 4.478.283 (4.144.227) (5.009.953) 17.364.625 15.781.573 8.668.946 7.885.123 5.692.340 4.888.859 3.003.339 3.007.591
Saldo inicial..................................................................................... - Provisão específica (1)................................................................... - Provisão genérica (2) ..................................................................... - Provisão excedente (3)................................................................... Constituição.................................................................................... Baixas .............................................................................................. Saldo final ....................................................................................... - Provisão específica (1)................................................................... - Provisão genérica (2) ..................................................................... - Provisão excedente (3)................................................................... (1) Para operações que apresentem parcelas vencidas há mais de 14 dias; (2) Constituída em razão da classificação do cliente ou da operação e, portanto, não enquadrada no item anterior; e (3) A provisão excedente é constituída considerando a experiência da Administração e a expectativa de realização da carteira de créditos, de modo a apurar a provisão total julgada adequada para cobrir os riscos específicos e globais dos créditos, associada à provisão calculada de acordo com a classificação pelos níveis de risco e os respectivos percentuais de provisão estabelecidos como mínimos na Resolução nº 2.682/99 do CMN. A provisão excedente por cliente foi classificada nos níveis de riscos correspondentes (Nota 10f). h) Despesa de PDD líquida de recuperações Despesa de provisão para créditos de liquidação duvidosa líquida da recuperação de créditos baixados (“Write-off”) Semestres findos em 30 de junho - R$ mil BRADESCO MÚLTIPLO BRADESCO CONSOLIDADO 2011 2010 2011 2010 Constituição...................................................................................... 3.650.675 3.649.508 5.219.181 4.478.283 Recuperações (1) ............................................................................. (996.818) (936.659) (1.317.571) (1.227.288) Despesa de PDD líquida de recuperações................................... 2.653.857 2.712.849 3.901.610 3.250.995 (1) Classificadas em receitas de operações de crédito (Nota10j). i) Movimentação da carteira de renegociação Semestres findos em 30 de junho - R$ mil BRADESCO MÚLTIPLO BRADESCO CONSOLIDADO 2011 2010 2011 2010 Saldo inicial..................................................................................... 6.152.491 5.000.581 6.911.604 5.546.177 • Renegociação ................................................................................ 3.015.654 2.470.045 3.772.143 2.715.552 • Recebimentos ................................................................................ (1.252.737) (933.070) (1.670.474) (1.043.242) • Baixas............................................................................................. (1.149.361) (889.261) (1.208.949) (912.191) Saldo final ....................................................................................... 6.766.047 5.648.295 7.804.324 6.306.296 Provisão para créditos de liquidação duvidosa ................................ 4.319.015 3.619.740 4.851.715 3.928.140 Percentual sobre a carteira de renegociação................................... 63,8% 64,1% 62,2% 62,3% j) Receitas de operações de crédito e de arrendamento mercantil Semestres findos em 30 de junho - R$ mil BRADESCO MÚLTIPLO BRADESCO CONSOLIDADO 2011 2010 2011 2010 Empréstimos e títulos descontados.................................................. 12.095.270 10.243.184 14.902.486 11.963.432 Financiamentos ................................................................................ 2.943.323 2.207.170 5.052.923 3.928.841 Financiamentos rurais e agroindustriais........................................... 521.676 544.707 521.676 544.707 Subtotal ........................................................................................... 15.560.269 12.995.061 20.477.085 16.436.980 Recuperação de créditos baixados como prejuízo........................... 996.818 936.659 1.317.571 1.227.288 Subtotal ........................................................................................... 16.557.087 13.931.720 21.794.656 17.664.268 Arrendamento mercantil, líquido de despesas ................................. 155.630 414.777 885.902 1.196.716 Total ................................................................................................. 16.712.717 14.346.497 22.680.558 18.860.984 k) Conciliação da composição da carteira de arrendamento financeiro, a valor presente, com os saldos contábeis – Bradesco Múltiplo (Notas 2, 3g e 10b) Em 30 de junho - R$ mil 2011 2010 1.047.643 2.050.908 (1.028.216) (2.026.524) 8.349.975 11.705.784 (1.568.560) (2.016.617) (6.608.859) (6.855.204) 5.040.299 4.838.587 (4.502.809) (5.264.817) 2.298.033 4.448.734
Arrendamentos financeiros a receber ........................................................................................................... (–) Rendas a apropriar de arrendamentos financeiros a receber.................................................................. Bens arrendados financeiros + perdas em arrendamentos (líquidas)........................................................... (–) Depreciação acumulada sobre bens arrendados financeiros: ................................................................. Depreciações acumuladas ............................................................................................................................ Superveniência de depreciação .................................................................................................................... (–) Valor residual garantido antecipado (Nota 21b) ....................................................................................... Total do valor presente ............................................................................................................................... 11) OUTROS CRÉDITOS a) Carteira de câmbio Saldos patrimoniais
Em 30 de junho - R$ mil BRADESCO CONSOLIDADO 2011 2010
BRADESCO MÚLTIPLO 2011 2010
Ativo – outros créditos Câmbio comprado a liquidar............................................................. 11.235.550 9.117.146 11.235.550 9.117.146 Cambiais e documentos a prazo em moedas estrangeiras.............. 1.951 1.951 Direitos sobre vendas de câmbio ..................................................... 3.183.493 3.918.059 3.183.493 3.918.059 (–) Adiantamentos em moeda nacional recebidos ........................... (539.566) (348.522) (539.566) (348.522) Rendas a receber de adiantamentos concedidos ............................ 50.127 88.351 50.127 88.351 Total ................................................................................................. 13.929.604 12.776.985 13.929.604 12.776.985 Passivo – outras obrigações Câmbio vendido a liquidar ................................................................ 3.162.492 3.909.517 3.162.492 3.909.517 Obrigações por compras de câmbio................................................. 11.528.464 9.200.781 11.528.464 9.200.781 (–) Adiantamentos sobre contratos de câmbio................................. (6.788.080) (5.629.606) (6.788.080) (5.629.606) Outras............................................................................................... 4.823 4.031 4.823 4.031 Total ................................................................................................. 7.907.699 7.484.723 7.907.699 7.484.723 Carteira de câmbio líquida............................................................. 6.021.905 5.292.262 6.021.905 5.292.262 Contas de compensação: Créditos abertos para importação .................................................... 1.588.510 870.616 1.588.510 870.616 Créditos de exportação confirmados................................................ 41.321 80.317 41.321 80.317 Resultado de câmbio Composição do resultado de operações de câmbio ajustado, para melhor apresentação do resultado efetivo Semestres findos em 30 de junho - R$ mil BRADESCO MÚLTIPLO BRADESCO CONSOLIDADO 2011 2010 2011 2010 Resultado de operações de câmbio ............................................. 270.465 209.216 271.421 214.541 Ajustes: - Rendas de financiamentos de moedas estrangeiras (1)................ 5.076 38.322 10.416 39.794 - Rendas de financiamentos à exportação (1).................................. 234.271 164.070 234.271 164.070 - Rendas de aplicações no exterior (2)............................................. 530 27.010 530 27.010 - Despesas de obrigações com banqueiros no exterior (3) (Nota 18c) ..................................................................................... 7.852 (254.027) 8.309 (253.626) - Despesas de captações no mercado (4)........................................ (142.199) (118.918) (142.199) (118.918) - Outros............................................................................................. (109.302) 136.101 (109.302) 136.101 Total dos ajustes ............................................................................ (3.772) (7.442) 2.025 (5.569) Resultado ajustado de operações de câmbio ............................. 266.693 201.774 273.446 208.972 (1) Classificadas na rubrica “Receitas de operações de crédito”; (2) Demonstradas na rubrica “Resultado de operações com títulos e valores mobiliários”; (3) Relativas aos recursos de financiamentos de adiantamentos sobre contratos de câmbio e financiamentos à importação, registradas na rubrica “Despesas de operações de empréstimos e repasses”; e (4) Referem-se a despesas com captações, cujos recursos foram aplicados em operações de câmbio. b) Diversos Em 30 de junho - R$ mil BRADESCO MÚLTIPLO BRADESCO CONSOLIDADO 2011 2010 2011 2010 Créditos tributários (Nota 35c).......................................................... 12.944.325 11.040.639 19.979.224 17.273.477 Operações com cartão de crédito .................................................... 3.006.628 7.511.553 12.496.887 11.349.913 Devedores por depósitos em garantia ............................................. 3.625.248 3.192.195 8.251.539 7.166.084 Tributos antecipados (1) ................................................................... 2.756.429 1.071.566 4.635.965 2.152.663 Devedores diversos ......................................................................... 858.955 134.232 2.671.777 1.788.487 Títulos e créditos a receber (2)......................................................... 917.266 2.253.627 1.353.959 2.336.629 Adiantamentos ao Fundo Garantidor de Créditos – FGC ................ 441.431 624.092 441.431 624.092 Pagamentos a ressarcir.................................................................... 143.241 164.202 455.950 471.378 Devedores por compra de valores e bens........................................ 22.282 25.500 66.910 75.476 Outros............................................................................................... 187.903 120.032 370.621 319.380 Total ................................................................................................ 24.903.708 26.137.638 50.724.263 43.557.579 (1) Em 30 de junho de 2011, inclui créditos fiscais a compensar, no montante de R$ 2.911.634 mil no Bradesco Consolidado e R$ 2.306.804 mil no Bradesco Múltiplo (Nota 19a); e (2) Inclui valores a receber por aquisição de ativos financeiros de operações de crédito sem transferência substancial de riscos e benefícios. 12) OUTROS VALORES E BENS a) Bens não de uso próprio/outros
Imóveis ................................... Bens em regime especial ........ Veículos e afins ....................... Estoques/almoxarifado ............ Máquinas e equipamentos ...... Outros...................................... Total em 2011 ......................... Total em 2010 ......................... b) Despesas antecipadas
Custo 104.130 51.718 93.189 19.034 1.606 269.677 286.594
BRADESCO MÚLTIPLO Provisão Valor residual para perdas 2011 2010 (19.903) 84.227 100.887 (51.718) (24.490) 68.699 70.995 19.034 18.182 (547) 1.059 2.042 39 (96.658) 173.019 (94.449) 192.145
Custo 146.602 58.168 382.195 41.399 15.847 8.240 652.451 778.811
Em 30 de junho - R$ mil BRADESCO CONSOLIDADO Provisão Valor residual para perdas 2011 2010 (33.390) 113.212 142.833 (58.168) (121.005) 261.190 342.291 41.399 26.515 (6.485) 9.362 9.489 (7.140) 1.100 1.156 (226.188) 426.263 (256.527) 522.284
BRADESCO MÚLTIPLO 2011 2010 168.123 100.535 324.350 529.684 87.999 63.297 60.392 124.821 640.864 818.337
Em 30 de junho - R$ mil BRADESCO CONSOLIDADO 2011 2010 896.224 705.933 523.900 433.227 87.999 63.297 160.645 182.280 1.668.768 1.384.737
Comissão na colocação de financiamento (1).................................. Contrato na prestação de serviços bancários (2)............................. Despesas de comercialização de seguros (3).................................. Despesas de propaganda e publicidade (4)..................................... Outras............................................................................................... Total ................................................................................................. (1) Comissões pagas a lojistas e aos revendedores de veículos; (2) Valores desembolsados para aquisição de direito para prestação de serviços bancários, apresentados nas demonstrações contábeis consolidadas no intangível (Nota 16); (3) Comissões pagas aos corretores sobre as comercializações de produtos de seguros, previdência e capitalização; e (4) Despesas de propaganda e publicidade pagas antecipadamente, cuja veiculação na mídia ocorrerá em períodos futuros. 13) INVESTIMENTOS a) Composição dos investimentos nas demonstrações contábeis consolidadas Coligadas IRB-Brasil Resseguros S.A. .......................................................................................................................... Integritas Participações S.A. ......................................................................................................................... Serasa S.A. ................................................................................................................................................... BES Investimento do Brasil S.A. ................................................................................................................... Outras............................................................................................................................................................ Total em coligadas ...................................................................................................................................... Incentivos fiscais ........................................................................................................................................... Outros investimentos .................................................................................................................................... – Provisão para: – Incentivos fiscais....................................................................................................................................... – Outros investimentos .............................................................................................................................. Total geral dos investimentos ....................................................................................................................
Em 30 de junho - R$ mil 2011 2010 448.234 435.431 452.446 424.765 90.552 85.454 97.282 89.593 77.033 37.426 1.165.547 1.072.669 239.760 260.448 556.786 502.437 (212.912) (50.212) 1. 698.969
(231.295) (51.155) 1.553.104 continua...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
21
...continuação
Banco Bradesco S.A. Companhia Aberta CNPJ 60.746.948/0001-12 Sede: Cidade de Deus, Osasco-SP
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS b) Os ajustes decorrentes da avaliação pelo método de equivalência patrimonial dos investimentos foram registrados em contas de resultado, sob a rubrica “Resultado de participações em coligadas”, e corresponderam no 1º semestre de 2011 a R$ 3.864.786 mil (2010 – R$ 3.828.608 mil), BRADESCO CONSOLIDADO – R$ 50.065 mil (2010 – R$ 47.771 mil). R$ mil Patrimônio Participação Participação Lucro Líquido/ Valor Contábil Capital Líquido Quantidade de ações/cotas Direta no Consolidada no (Prejuízo) Bradesco Ajuste decorrente Empresas Social ajustado possuídas (em milhares) Capital Social Capital Social ajustado Múltiplo de avaliação (4) I – MÚLTIPLO O.N. P.N. Cotas 30.6.2011 30.6.2011 30.6.2010 A) Ramo Financeiro.......................................................................... 75.608.704 2.257.308 2.440.535 Banco Alvorada S.A. (1) ..................................................................... 14.750.000 22.849.426 209 99,952% 99,952% 1.135.160 22.838.370 1.134.611 789.751 Banco Bradesco BBI S.A. (1) ............................................................ 4.537.929 6.819.096 4.649.714 98,354% 98,354% 223.236 6.706.864 219.562 186.795 Banco Boavista Interatlântico S.A. (1) ................................................ 1.231.000 2.048.577 2.569.275 100,000% 100,000% 56.928 2.048.577 56.928 43.804 Banco Bradesco Argentina S.A. (1).................................................... 41.091 42.723 94.549 100,000% 100,000% 356 42.723 356 1.331 Banco Bradesco Europa S.A. (1) (3) .................................................. 418.921 518.334 4 99,973% 100,000% 17.517 518.193 17.534 6.769 Banco Bradesco Financiamentos S.A. (1) ......................................... 22.010.000 25.323.376 24.730.835 100,000% 100,000% 892.997 25.323.376 892.997 327.461 Bradesco Administradora de Consórcios Ltda. (1) ............................. 321.000 782.607 321.000 100,000% 100,000% 159.632 782.607 159.632 116.444 Bradesco Leasing S.A. Arrendamento Mercantil (1)........................... 7.127.800 9.092.725 23 100,000% 100,000% 392.606 9.092.725 392.606 177.209 Banco Bankpar S.A. (1) ...................................................................... 318.000 164.212 347.487 100,000% 100,000% 20.562 164.212 20.562 14.694 Banco Bradesco Cartões S.A. (1)....................................................... 1.768.359 2.751.010 115.663 115.663 100,000% 100,000% 176.885 2.751.010 176.885 457.400 Alvorada Cartões, Crédito, Financiamento e Investimento S.A. (1).... 3.044.000 4.641.014 5.009.949 100,000% 100,000% 148.514 4.641.014 148.514 107.664 Bradport – S.G.P.S. Sociedade Unipessoal Lda. (1)........................... 587.524 547.150 1 100,000% 100,000% 16.028 547.150 16.028 21.761 Ganho/perda cambial das agências no exterior (1)............................ (989.830) 178.068 Demais empresas financeiras ............................................................ 151.883 10.923 11.384 B) Ramo Segurador e Previdência.................................................. 1.560.972 12.356.345 1.560.972 1.401.910 Bradseg Participações Ltda. (1) ........................................................ 7.456.226 12.356.345 7.456.226 100,000% 100,000% 1.560.972 12.356.345 1.560.972 1.401.910 C) Outras atividades......................................................................... 1.003.174 46.506 (13.837) Serel Participações em Imóveis S.A. (1) ............................................ 111.000 1.063.645 7.074 48,984% 100,000% 53.044 507.538 25.983 20.654 Demais empresas controladas ........................................................... 495.636 20.523 (34.491) BRADESCO MÚLTIPLO.................................................................... 88.968.223 3.864.786 3.828.608 II – NÃO CONSOLIDADAS BES Investimento do Brasil S.A. Banco de Investimento (2).............. 5.249 5.610 IRB-Brasil Resseguros S.A. (2) .......................................................... 32.343 16.947 Integritas Participações S.A. (2) ......................................................... 1.997 14.148 Serasa (2)........................................................................................... 10.476 11.066 BRADESCO CONSOLIDADO ........................................................... 50.065 47.771 (1) Dados relativos a 30 de junho de 2011; (2) Informações contábeis utilizadas com defasagem de data; (3) Atual denominação do Banco Bradesco Luxembourg S.A.; e (4) Os ajustes decorrentes de avaliação consideram os resultados apurados pelas companhias a partir da aquisição e incluem variações patrimoniais das investidas não decorrentes de resultado, bem como os ajustes por equalização de práticas contábeis, quando aplicáveis. 14) IMOBILIZADO DE USO E DE ARRENDAMENTO Demonstrado ao custo de aquisição. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas anuais que contemplam a vida útil-econômica dos bens. Em 30 de junho - R$ mil BRADESCO MÚLTIPLO BRADESCO CONSOLIDADO DepreValor residual DepreValor residual Taxa Custo ciação 2011 2010 Custo ciação 2011 2010 Imóveis de uso: - Edificações ..................................... 4% 785.138 (360.211) 424.927 290.273 - Terrenos.......................................... 351.198 351.198 348.967 Instalações, móveis e equipamentos de uso ............................................. 10% 3.126.845 (1.741.675) 1.385.170 1.251.173 3.763.251 (2.140.038) 1.623.213 1.487.199 Sistemas de segurança e comunicações................................. 10% 194.400 (121.414) 72.986 70.982 217.559 (133.726) 83.833 76.498 Sistemas de processamento de dados ......................................... 20 a 50% 1.832.306 (1.195.410) 636.896 567.532 1.758.098 (1.090.201) 667.897 562.028 Sistemas de transportes .................. 20% 32.138 (21.888) 10.250 12.035 35.602 (23.923) 11.679 13.582 Arrendamento financeiro de sistemas de processamento de dados .......... 20 a 50% - 2.026.000 (1.532.736) 493.264 641.874 Subtotal .......................................... 5.185.689 (3.080.387) 2.105.302 1.901.722 8.936.846 (5.280.835) 3.656.011 3.420.421 Imobilizado de arrendamento .......... 8.349.975 (1.568.560) 6.781.415 9.689.167 11.783 (9.926) 1.857 6.530 Total geral em 2011 ........................ 13.535.664 (4.648.947) 8.886.717 8.948.629 (5.290.761) 3.657.868 Total geral em 2010 ........................ 16.229.539 (4.638.650) 11.590.889 8.359.789 (4.932.838) 3.426.951 Os imóveis de uso da Organização Bradesco apresentam mais-valia não contabilizada de R$ 2.889.995 mil (2010 – R$ 1.987.530 mil), que decorre, substancialmente, da valorização do preço de mercado dos mesmos, baseada em laudos de avaliação elaborados por peritos independentes em 2011, 2010 e 2009. O Bradesco celebrou contratos de arrendamento mercantil - financeiro, para sistemas de processamento de dados (hardware), que são apresentados no ativo imobilizado de uso. Segundo essa política contábil, classifica-se o bem no ativo e a obrigação no passivo nas demonstrações contábeis e a depreciação do bem é calculada de acordo com a política de depreciação para ativos próprios. Também são reconhecidos os juros da obrigação. O índice de imobilização em relação ao patrimônio de referência “consolidado econômico-financeiro” é de 17,33% (2010 – 20,91%) e no “consolidado financeiro” é de 47,13% (2010 – 48,03%), sendo o limite máximo de 50%. A diferença entre o índice de imobilização do “consolidado econômico-financeiro” e do “consolidado financeiro” decorre da existência de empresas controladas não financeiras, que dispõem de elevada liquidez e baixo nível de imobilização, com consequente aumento do índice de imobilização do “consolidado financeiro”. Quando necessário, podemos realocar recursos para as empresas financeiras, mediante o pagamento de dividendos/JCP para empresas financeiras ou de reorganização societária entre as empresas financeiras e não financeiras, possibilitando, assim, a melhora deste índice. 15) DIFERIDO Em 30 de junho - R$ mil BRADESCO MÚLTIPLO Valor residual Custo Amortização 2011 2010 Desenvolvimento de sistemas (1)..................................................... 1.384.864 (1.297.087) 87.777 197.734 Total geral em 30 de junho de 2011 .............................................. 1.384.864 (1.297.087) 87.777 Total geral em 2010 ........................................................................ 1.433.395 (1.235.661) 197.734 (1) Os valores registrados até 8 de dezembro de 2008 foram mantidos neste grupo até sua amortização, de acordo com a Carta-Circular Bacen nº 3.357/08, a partir dessa data passou a ser registrado no ativo intangível (Nota 16). 16) INTANGÍVEL a) Ágios – Consolidado O ágio apurado nas aquisições de investimentos totalizou R$ 2.913.753 mil, líquido das amortizações acumuladas, quando aplicável, sendo: (i) R$ 509.666 mil representado pela diferença entre o valor contábil e o valor de mercado de ações registradas no Ativo Permanente – Investimentos (ações da BM&FBOVESPA e Integritas/Fleury), amortizável mediante sua realização; e (ii) R$ 2.404.087 mil por rentabilidade futura/carteira de clientes, que é amortizado em até vinte anos, líquido das amortizações acumuladas, quando aplicável. No 1º semestre de 2011, foram amortizados ágios no montante de R$ 132.225 mil (1º semestre de 2010 – R$ 114.884 mil) (Nota 30). b) Ativos intangíveis Os ativos intangíveis adquiridos são compostos por: Em 30 de junho - R$ mil BRADESCO CONSOLIDADO
BRADESCO MÚLTIPLO Taxa Amortização (1)
Amortização
Custo
Valor residual 2011 2010
Custo
Amortização
Valor residual 2011 2010
Em 30 de junho - R$ mil BRADESCO MÚLTIPLO 2011
2010
1 a 30 dias
31 a 180 dias
BRADESCO CONSOLIDADO 181 a 360 Acima de dias 360 dias
31 a 180 dias 4.725.350 4.725.350 41,9 4.659.538 49,6
BRADESCO CONSOLIDADO 181 a 360 Acima de dias 360 dias 3.245.480 894.805 3.245.480 894.805 28,8 7,9 2.376.155 890.276 25,3 9,5
31 a 180 dias
BRADESCO CONSOLIDADO 181 a 360 Acima de dias 360 dias
2011 2010 Títulos e valores mobiliários – exterior: • MTN Program Issues (2) ....... 3.671.672 1.790.049 23.466 3.668.585 3.692.051 1.819.624 • Securitização do fluxo futuro de ordens de pagamentos recebidas do exterior (Nota 17d) ........... 3.269.812 3.855.329 5.500 174.063 195.137 2.895.112 3.269.812 3.855.329 • Securitização do fluxo futuro de recebíveis de faturas de cartão de crédito de clientes residentes no exterior (Nota 17d) ........... 72.467 72.467 • Custo de emissões sobre captações.............................. (23.920) (23.920) (29.575) Subtotal .................................. 6.941.484 5.717.845 28.966 174.063 195.137 6.539.777 6.937.943 5.717.845 Total geral em 2011 ............... 397.925 2.126.188 5.872.566 20.646.883 29.043.562 % ............................................. 1,4 7,3 20,2 71,1 100,0 Total geral em 2010 ............... 31.009.612 11.987.692 280.344 1.806.967 2.019.856 8.622.194 12.729.361 % ............................................. 2,2 14,2 15,9 67,7 100,0 (1) Operação vencida, em 1º de maio de 2011, referente às emissões de debêntures simples não conversíveis em ações da Bradesco Leasing S.A. Arrendamento Mercantil; e (2) Emissão de títulos no mercado internacional para aplicação em operações comerciais de câmbio, de compra e venda de moedas estrangeiras, relativas a desconto de letras de exportação, pré-financiamento à exportação, financiamento à importação e financiamento de capital de giro, substancialmente a médio e longo prazo. d) Desde 2003, a Organização Bradesco utiliza determinados acordos para otimizar suas atividades de captação e administração de liquidez por meio de Entidades de Propósito Específico (EPEs). Essas EPEs, denominadas International Diversified Payment Rights Company e Brazilian Merchant Voucher Receivables Limited, são financiadas com obrigações de longo prazo e são liquidadas por meio do fluxo de caixa futuro dos ativos correspondentes, que basicamente compreendem: (i) Fluxos de ordens de pagamento atuais e futuros remetidos por pessoas físicas e jurídicas localizadas no exterior para beneficiários no Brasil pelos quais o Banco atua como pagador; e (ii) Fluxos atuais e futuros de recebíveis de cartões de crédito oriundos de gastos realizados no território brasileiro por portadores de cartões de crédito emitidos fora do Brasil. Os títulos de longo prazo emitidos pelas EPEs e vendidos a investidores são liquidados com os recursos oriundos dos fluxos das ordens de pagamento e das faturas de cartão de crédito. O Bradesco é obrigado a resgatar os títulos em casos específicos de inadimplência ou encerramento das operações das EPEs. Os recursos provenientes da venda dos fluxos atuais e futuros de ordens de pagamento e recebíveis de cartões de crédito, recebidos pelas EPEs, devem ser mantidos em conta bancária específica até que um determinado nível mínimo seja atingido. Demonstramos a seguir as principais características das notas emitidas pelas EPEs: Em 30 de junho - R$ mil Data de Valor da Total emissão operação Vencimento 2011 2010 28.7.2004 305.400 20.8.2012 30.972 64.394 11.6.2007 481.550 20.5.2014 268.109 421.787 11.6.2007 481.550 20.5.2014 267.937 421.579 20.12.2007 354.260 20.11.2014 202.656 305.743 20.12.2007 354.260 20.11.2014 202.656 305.743 06.3.2008 836.000 22.5.2017 (1) 779.573 899.168 Securitização do fluxo futuro de ordens de pagamentos 19.12.2008 1.168.500 20.2.2019 (2) 779.328 899.136 recebidas do exterior ...................................................................... 20.3.2009 225.590 20.2.2015 (3) 179.444 17.12.2009 133.673 20.11.2014 116.740 134.673 17.12.2009 133.673 20.2.2017 116.286 134.212 17.12.2009 89.115 20.2.2020 77.503 89.450 20.8.2010 (4) 307.948 21.8.2017 272.386 29.9.2010 (5) 170.530 21.8.2017 155.666 Total ................................................................................................. 5.042.049 3.269.812 3.855.329 Securitização do fluxo futuro de recebíveis de faturas de cartão de crédito de clientes residentes no exterior .................................. 10.7.2003 800.818 15.6.2011 (6) 72.467 Total ................................................................................................ 800.818 72.467 (1) Prorrogada a data de vencimento de 20.5.2015 para 22.5.2017; (2) Prorrogada a data de vencimento de 20.2.2015 para 22.2.2016 e de 22.2.2016 para 20.2.2019; (3) Título liquidado antecipadamente em 20.8.2010; (4) Nova emissão de títulos no exterior com vencimento em 21.8.2017 no valor de US$ 175.000; (5) Nova emissão de títulos no exterior com vencimento em 21.8.2017 no valor de US$ 100.000; e (6) Título liquidado em 15.6.2011. e) Despesas com operações de captação no mercado e atualização e juros de provisões técnicas de seguros, previdência e capitalização Semestres findos em 30 de junho - R$ mil BRADESCO MÚLTIPLO BRADESCO CONSOLIDADO 2011 2010 2011 2010 Depósitos de poupança ................................................................... 1.801.966 1.379.195 1.801.454 1.350.320 Depósitos a prazo............................................................................. 6.515.675 4.605.374 6.513.021 4.617.419 Captações no mercado aberto ......................................................... 10.035.152 5.799.916 9.136.641 5.263.477 Recursos de emissão de títulos ....................................................... 1.216.944 373.065 1.147.331 408.428 Outras despesas de captação.......................................................... 5.092.441 3.694.169 180.670 169.329 Subtotal ........................................................................................... 24.662.178 15.851.719 18.779.117 11.808.973 Despesas de atualização e juros de provisões técnicas de seguros, previdência e capitalização .............................................. 3.085.279 2.474.880 Total ................................................................................................. 24.662.178 15.851.719 21.864.396 14.283.853
Aquisição de direito para prestação de serviços bancários..................... Contrato (4) 2.072.255 (631.987) 1.440.268 891.979 3.790.866 (2.059.696) 1.731.170 1.408.732 Software (2) ...................................... 20% a 50% 1.814.267 (234.448) 1.579.819 1.040.507 4.622.045 (2.418.809) 2.203.236 1.829.845 Rentabilidade futura/carteira de clientes (3) ...................................... Até 20% - 2.916.276 (512.189) 2.404.087 1.972.263 Outros .............................................. 20% 104.761 (64.026) 40.735 41.347 Total geral em 2011 ........................ 3.886.522 (866.435) 3.020.087 11.433.948 (5.054.720) 6.379.228 Total geral em 2010 ........................ 2.393.654 (461.168) 1.932.486 9.061.745 (3.809.558) 5.252.187 (1) A amortização dos ativos intangíveis é efetuada no decorrer de um período estimado de benefício econômico e contabilizada nas rubricas “outras despesas administrativas” e “outras despesas operacionais”, quando aplicável; (2) Software adquirido e/ou desenvolvido por empresas especializadas; (3) Compostos, basicamente, pelos ágios na aquisição da participação acionária no Banco Ibi - R$ 981.492 mil, Odontoprev - R$ 361.204 mil, Ágora Corretora - R$ 213.004 mil, Ibi México - R$ 25.592 mil, Europ Assistance Serviços de Assistência Personalizados - R$ 24.036 mil, CBSS – Cia. Brasileira de Soluções e Serviços - R$ 170.592 mil e Cielo S.A. - R$ 408.014 mil, líquidos de amortizações acumuladas, quando aplicável; e (4) Baseada na rentabilidade de cada convênio (pay-back). c) Movimentação dos ativos intangíveis por classe R$ mil BRADESCO MÚLTIPLO Aquisição de direitos bancários Software Total 18) OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS E REPASSES Saldo em 31 de dezembro de 2010 ............................................................................ 1.507.278 1.316.969 2.824.247 a) Obrigações por empréstimos Adições/Baixas .............................................................................................................. 109.071 353.925 462.996 (267.156) Amortização do período ................................................................................................ (176.081) (91.075) BRADESCO MÚLTIPLO Saldo em 30 de junho de 2011 ................................................................................... 1.440.268 1.579.819 3.020.087 R$ mil
Saldo em 31 de dezembro de 2010 ............................................... Adições/Baixas ................................................................................ Amortização do período .................................................................. Saldo em 30 de junho de 2011 ......................................................
Aquisição de direitos bancários 1.909.831 158.101 (336.762) 1.731.170
BRADESCO CONSOLIDADO Rentabilidade futura/carteira Software de clientes Outros 1.992.843 2.416.496 39.981 433.715 119.816 4.216 (223.322) (132.225) (3.462) 2.203.236 2.404.087 40.735
Total 6.359.151 715.848 (695.771) 6.379.228
17) DEPÓSITOS, CAPTAÇÕES NO MERCADO ABERTO E RECURSOS DE EMISSÃO DE TÍTULOS a) Depósitos
1 a 30 dias 33.007.178 54.810.856 149.448 11.881.900
31 a 180 dias
2011 2010 Depósitos à vista (1)................ 33.029.929 32.703.533 Depósitos de poupança (1) .... 54.810.856 48.204.881 Depósitos interfinanceiros ....... 98.937.351 87.900.029 85.373 Depósitos a prazo (2) .............. 125.242.991 96.546.360 22.056.892 Outros – depósitos para investimentos (1).................... 1.040.249 29.307 Total geral em 2011 ............... 312.021.127 99.878.689 22.142.265 % ............................................. 46,8 10,4 Total geral em 2010 ............... 266.395.052 85.969.992 11.309.883 % ............................................. 48,2 6,3 (1) Classificados no prazo de 1 a 30 dias, sem considerar a média histórica do giro; e (2) Considera os vencimentos estabelecidos nas aplicações. b) Captações no mercado aberto
BRADESCO CONSOLIDADO 181 a 360 Acima de dias 360 dias 2011 33.007.178 54.810.856 90.041 3.645 328.507 12.542.512 78.903.759 125.385.063 12.632.553 5,9 7.422.967 4,2
78.907.404 36,9 73.749.127 41,3
29.307 213.560.911 100,0
2010 32.754.590 47.331.685 454.948 96.823.703 1.087.043
178.451.969 100,0
Em 30 de junho - R$ mil BRADESCO MÚLTIPLO 2011 140.554.501 73.413.265 64.035.165 3.106.071 35.226.172
2010 73.014.453 16.124.058 53.800.584 3.089.811 73.080.385
1 a 30 dias 72.913.893 71.582.273 776.909 554.711 33.976.937
31 a 180 dias 6.972.664 497.053 4.812.924 1.662.687 1.018.855
BRADESCO CONSOLIDADO 181 a 360 Acima de dias 360 dias 2011 9.685.647 33.077.199 122.649.403 299.667 49.374 72.428.367 8.916.514 32.608.618 47.114.965 469.466 419.207 3.106.071 34.995.792
2010 Carteira própria ..................... 57.691.290 • Títulos públicos...................... 16.124.062 • Debêntures de emissão própria 40.914.745 • Exterior ................................. 652.483 Carteira de terceiros (1) ........ 72.027.616 Carteira livre movimentação (1) ............................... 6.559.300 1.414.807 2.611.267 3.932.023 16.010 6.559.300 1.414.807 Total geral em 2011 (2) .......... 182.339.973 109.502.097 11.923.542 9.685.647 33.093.209 164.204.495 % ............................................. 66,7 7,3 5,8 20,2 100,0 Total geral em 2010 (2) .......... 147.509.645 87.142.057 8.103.183 5.113.091 30.775.382 131.133.713 % ............................................. 66,5 6,2 3,8 23,5 100,0 (1) Representada por títulos públicos; e (2) Inclui no consolidado R$ 44.223.223 mil (2010 – R$ 29.202.365 mil) de recursos de fundos de investimento aplicados em operações compromissadas com o Bradesco, cujos cotistas são empresas controladas, integrantes das demonstrações contábeis consolidadas (Notas 8a, b, c e d). c) Recursos de emissão de títulos Em 30 de junho - R$ mil BRADESCO MÚLTIPLO BRADESCO CONSOLIDADO 1 a 30 31 a 180 181 a 360 Acima de 2011 2010 dias dias dias 360 dias 2011 2010 Títulos e valores mobiliários – país: Letras hipotecárias ................. 1.327.042 996.082 165.919 691.541 463.667 5.915 1.327.042 996.081 Letras de crédito imobiliário..... 1.521.421 202.228 77.440 516.619 924.031 3.331 1.521.421 202.228 Letras de crédito do agronegócio ..................................... 1.835.032 1.639.522 125.600 743.965 910.636 54.831 1.835.032 1.639.523 Letras financeiras .................... 19.384.633 3.432.015 3.379.095 14.043.029 17.422.124 3.432.015 Debêntures (1) ........................ 741.669 Subtotal .................................. 24.068.128 6.269.847 368.959 1.952.125 5.677.429 14.107.106 22.105.619 7.011.516
2010 9.358.007
9.358.007
1 a 30 dias 2.414.831 2.414.831 21,4 1.466.373 15,6
2011 11.280.466 11.280.466 100,0
2010 9.392.342
9.392.342 100,0 Em 30 de junho - R$ mil
BRADESCO MÚLTIPLO 2011
Em 30 de junho - R$ mil BRADESCO MÚLTIPLO
No exterior.............................. Total geral em 2011 ............... % ............................................. Total geral em 2010 ............... % ............................................. b) Obrigações por repasses
2011 11.068.891 11.068.891
Em 30 de junho - R$ mil
2010
Do país.................................... 33.519.950 24.702.571 • Tesouro nacional ................... 17.087 19.236 • BNDES.................................. 12.910.312 9.883.266 • CEF ....................................... 71.608 84.757 • FINAME................................. 20.520.316 14.714.657 • Outras instituições................. 627 655 Do exterior.............................. 36.743 498.841 Total geral em 2011 ............... 33.556.693 % ............................................. Total geral em 2010 ............... 25.201.412 % ............................................. c) Despesas de operações de empréstimos e repasses
1 a 30 dias 1.147.861 394.235 1.571 752.055 28.194 1.176.055 3,5 992.544 3,9
4.649.036 2.083.589 6.975 2.558.472 4.649.036 13,7 2.950.587 11,5
4.609.152 17.087 1.637.867 8.371 2.945.827 4.609.152 13,6 3.969.751 15,5
BRADESCO MÚLTIPLO 2011 2010 Empréstimos: • No país........................................................................................... • No exterior...................................................................................... Subtotal de empréstimos............................................................... Repasses do país: • Tesouro nacional ........................................................................... • BNDES........................................................................................... • CEF ................................................................................................ • FINAME.......................................................................................... • Outras instituições.......................................................................... Repasses do exterior: • Obrigações com banqueiros no exterior (Nota 11a) ...................... • Outras despesas com repasses do exterior................................... Subtotal de repasses ..................................................................... Total.................................................................................................
23.492.920 8.794.621 55.845 14.641.827 627 23.492.920 69,2 17.728.067 69,1
2011 33.898.969 17.087 12.910.312 72.762 20.898.181 627 28.194 33.927.163 100,0
2010 25.152.024 19.236 9.883.266 87.411 15.161.456 655 488.925
25.640.949 100,0
Semestres findos em 30 de junho - R$ mil BRADESCO CONSOLIDADO 2011 2010
894 35.469 36.363
1.585 28.449 30.034
1.363 38.251 39.614
1.589 29.255 30.844
341 368.581 2.890 453.995 842
1.982 281.135 3.282 368.590 300
341 368.581 2.950 466.188 11
1.982 281.135 3.393 387.166 69
(7.852) (1.310.616) (491.819) (455.456)
254.027 93.830 1.003.146 1.033.180
(8.309) (1.310.725) (480.963) (441.349)
253.626 93.713 1.021.084 1.051.928
19) PROVISÕES, ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS – FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS a) Ativos contingentes Não são reconhecidos contabilmente ativos contingentes, porém, existem processos em curso cuja perspectiva de êxito é provável, tais como: a) Programa de Integração Social – (PIS), que pleiteia a compensação do PIS sobre a Receita Operacional Bruta, recolhido nos termos dos Decretos Leis nº 2.445/88 e nº 2.449/88, naquilo que excedeu ao valor devido nos termos da Lei Complementar nº 07/70 (PIS Repique); e b) outros tributos, cuja legalidade e/ou constitucionalidade está sendo questionada, que poderão ocasionar o ressarcimento dos valores recolhidos. Durante o 2º trimestre de 2011, seguindo o trâmite normal dos processos ativos em andamento, o Bradesco habilitou créditos fiscais, no valor de R$ 2.306.804 mil (BRADESCO CONSOLIDADO - R$ 2.911.634 mil), os quais foram registrados na rubrica “impostos a compensar” (Nota 11b), sem contudo produzirem efeitos no resultado do período e no patrimônio líquido, uma vez que foram integralmente provisionados na rubrica “provisão para riscos fiscais” (Nota 21a) até que sejam formalizadas e endereçadas todas as ações que permitam a Administração concluir sua avaliação quanto à evolução de sua compensação. b) Provisões, passivos contingentes classificados como perdas prováveis e obrigações legais – fiscais e previdenciárias A Organização Bradesco é parte em processos judiciais de natureza trabalhista, cível e fiscal, decorrentes do curso normal de suas atividades. As provisões foram constituídas levando em conta: a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável. A Administração entende que a provisão constituída é suficiente para atender as perdas decorrentes dos respectivos processos. O passivo relacionado à obrigação legal em discussão judicial é mantido até o ganho definitivo da ação, representado por decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não cabem mais recursos, ou a sua prescrição. continua...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
22
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
...continuação
Banco Bradesco S.A. Companhia Aberta CNPJ 60.746.948/0001-12 Sede: Cidade de Deus, Osasco-SP
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS I - Processos trabalhistas São ações ajuizadas por ex-empregados, visando obter indenizações, em especial o pagamento de “horas extras”. Nos processos em que é exigido depósito judicial, o valor das provisões trabalhistas é constituído considerando a efetiva perspectiva de perda destes depósitos. Para os demais processos, a provisão é constituída com base no valor médio apurado pela totalidade dos pagamentos efetuados de processos encerrados nos últimos 12 meses, considerando o ano de ajuizamento. Com a implantação do controle efetivo da jornada de trabalho em 1992, por meio do sistema de “ponto eletrônico”, as horas extras são pagas durante o curso normal do contrato de trabalho, de modo que as ações trabalhistas ajuizadas a partir de 1997, individualmente, tiveram seus valores substancialmente reduzidos.
b) Provisões técnicas por produto SEGUROS 2011 2010 3.887.910 3.453.252 2.348.777 2.124.851 117.960 92.134 16.858 16.330 1.479.697 1.329.826
Saúde (1)..................................... Auto/RCF..................................... DPVAT ......................................... Vida ............................................ Ramos elementares .................... Plano Gerador de Benefícios Livres – PGBL – a conceder ..... Vida Gerador de Benefícios Livres – VGBL – a conceder ...... Planos de previdência ................. Capitalização ............................... Total das provisões técnicas ... 7.851.202 c) Garantias das provisões técnicas
VIDA E PREVIDÊNCIA 2011 2010 283.649 207.272 3.592.886 2.921.849 -
CAPITALIZAÇÃO 2011 2010 -
-
Em 30 de junho - R$ mil Total 2011 2010 3.887.910 3.453.252 2.348.777 2.124.851 401.609 299.406 3.609.744 2.938.179 1.479.697 1.329.826
II - Processos cíveis São pleitos de indenização por dano moral e patrimonial, na maioria referente a protestos, devolução de cheques, inserção de informações sobre devedores 13.916.893 12.029.539 13.916.893 12.029.539 no cadastro de restrições ao crédito e a reposição dos índices de inflação expurgados resultantes de planos econômicos. Essas ações são controladas individualmente por meio de sistema informatizado e provisionadas sempre que a perda for avaliada como provável, considerando a opinião de assessores 46.194.320 37.325.751 46.194.320 37.325.751 jurídicos, natureza das ações, similaridade com processos anteriores, complexidade e posicionamento de Tribunais. 18.003.444 16.490.506 18.003.444 16.490.506 As questões discutidas nas ações sobre protestos, devolução de cheques e inserção de informações dos devedores no cadastro de restrições ao crédito, 4.095.909 3.317.077 4.095.909 3.317.077 normalmente não constituem eventos capazes de causar impacto representativo no resultado financeiro. A maioria dessas ações envolve Juizado Especial 7.016.393 81.991.192 68.974.917 4.095.909 3.317.077 93.938.303 79.308.387 Cível (JEC), no qual os pedidos estão limitados em 40 salários mínimos. Vale registrar a existência de expressiva quantidade de ações judiciais pleiteando a incidência de índices de inflação, que foram expurgados quando da Em 30 de junho - R$ mil correção dos saldos de cadernetas de poupança, em razão de Planos Econômicos, que fizeram parte da política econômica do Governo Federal no combate aos índices inflacionários no passado. Embora o Banco tenha cumprido a ordem legal vigente à época, referidos processos vêm sendo provisionados SEGUROS VIDA E PREVIDÊNCIA CAPITALIZAÇÃO Total considerando as ações efetivamente notificadas e as correspondentes perspectivas de perdas analisadas considerando a jurisprudência atual do Superior 2011 2010 2011 2010 2011 2010 2011 2010 Tribunal de Justiça (STJ). Cotas de fundos de investimento Cabe ressaltar dois pontos quanto aos litígios a respeito de Planos Econômicos: a) inexistência de passivo potencial representativo, uma vez que se (VGBL e PGBL) ......................... 60.111.213 49.355.290 60.111.213 49.355.290 encontra prescrito o direito a novas postulações; e b) está pendente de julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) a ação “APDF”/165 (arguição de Cotas de fundos de investimento descumprimento de preceito fundamental) proposta pela Confederação Nacional do Sistema Financeiro (CONSIF), que visa suspender todos os processos (exceto VGBL e PGBL) ............. 6.561.137 5.911.775 15.482.170 14.624.897 3.717.142 3.036.637 25.760.449 23.573.309 de planos em tramitação. Títulos públicos........................... 4.544.307 4.146.162 4.544.307 4.146.162 Títulos privados .......................... 62.533 22.296 583.707 798.531 227.136 182.842 873.376 1.003.669 III - Obrigações legais – provisão para riscos fiscais 2.945 2.111 1.373.551 27.868 351.665 297.613 1.728.161 327.592 A Organização Bradesco vem discutindo judicialmente a legalidade e constitucionalidade de alguns tributos e contribuições, os quais estão totalmente Ações.......................................... Direitos creditórios...................... 790.392 704.274 790.392 704.274 provisionados, não obstante as boas chances de êxito a médio e longo prazo, de acordo com a opinião dos assessores jurídicos. Depósitos retidos no IRB e As principais questões são: depósitos judiciais...................... 39.644 6.552 73.230 65.770 112.874 72.322 – Cofins – R$ 4.895.726 mil (BRADESCO CONSOLIDADO – R$ 5.655.947 mil): pleiteia calcular e recolher a Cofins, a partir de outubro de 2005, sobre Créditos de resseguros ............... 702.416 620.754 7.977 7.126 710.393 627.880 o efetivo faturamento, cujo conceito consta do artigo 2º da Lei Complementar nº 70/91, afastando-se, assim, a inconstitucional ampliação da base de Total das garantias das cálculo pretendida pelo parágrafo 1º do artigo 3º da Lei nº 9.718/98; provisões técnicas................... 8.159.067 7.267.762 82.176.155 69.025.644 4.295.943 3.517.092 94.631.165 79.810.498 – INSS Corretores Autônomos – (BRADESCO CONSOLIDADO – R$ 911.663 mil): discute a incidência da contribuição previdenciária sobre as remunerações pagas aos prestadores de serviços autônomos, instituída pela Lei Complementar nº 84/96 e regulamentações/alterações posteriores (1) A linha de “Outras Provisões” refere-se, basicamente, às provisões técnicas da carteira de “saúde individual”, constituídas para fazer frente às diferenças dos reajustes futuros de prêmios e aqueles necessários ao equilíbrio técnico da carteira; à alíquota de 20% e adicional de 2,5%, sob o argumento de que os serviços não são prestados às seguradoras, mas aos segurados, estando dessa (2) Compreende as operações de seguros de pessoa e previdência; e forma fora do campo de incidência da contribuição prevista no inciso I, artigo 22, da Lei nº 8.212/91, com nova redação contida na Lei nº 9.876/99; – IRPJ/Perdas de Crédito – R$ 652.102 mil (BRADESCO CONSOLIDADO – R$ 764.264 mil): pleiteia deduzir, para efeito de apuração da base de cálculo (3) A provisão de insuficiência de contribuição para planos de aposentadoria e pensão é calculada de acordo com a tábua biométrica AT-2000 suavizada, agravada em 1,5% a.a. (improvement), considerando separadamente homens (male) e mulheres (female), as quais têm uma maior expectativa de vida, do IRPJ e da CSLL devidos, o valor das perdas efetivas e definitivas, totais ou parciais, sofridas, no recebimento de créditos, independentemente do e com taxa real de juros de 4,0% a.a. Nos planos de invalidez, a provisão também é calculada atuarialmente e leva em consideração a tábua biométrica atendimento das condições e prazos previstos nos artigos 9º a 14º da Lei nº 9.430/96 que só se aplicam às perdas provisórias; AT-49 (male) e taxa real de juros de 4,0% a.a. – CSLL – Dedutibilidade na base de cálculo do IRPJ – R$ 245.543 mil (BRADESCO CONSOLIDADO – R$ 584.585 mil): pleiteia calcular e recolher o imposto de renda devido, relativo ao ano-base de 1997 e subsequentes, sem efetuar a adição da CSLL na base de cálculo respectiva, determinada pelo d) Prêmios retidos de seguros, contribuições de planos de previdência e títulos de capitalização artigo 1º, da Lei nº 9.316/96, uma vez que essa contribuição representa uma despesa efetiva, necessária e obrigatória à empresa; e Semestres findos em 30 de junho - R$ mil – PIS – R$ 279.475 mil (BRADESCO CONSOLIDADO – R$ 287.311 mil): pleiteia a compensação dos valores indevidamente pagos a maior nos anos2011 2010 base de 1994 e 1995 a título de contribuição ao PIS, correspondentes ao excedente ao que seria devido sobre a base de cálculo constitucionalmente Prêmios emitidos ........................................................................................................................................... 8.197.036 6.631.257 prevista, ou seja, receita bruta operacional, como definida na legislação do imposto de renda – conceito contido no artigo 44 da Lei nº 4.506/64, nele Contribuições de previdência complementar (inclui VGBL)........................................................................... 8.029.595 6.342.674 não incluídas as receitas financeiras. Receitas com títulos de capitalização ........................................................................................................... 1.399.757 1.119.776 IV - Provisões segregadas por natureza Prêmios de cosseguros cedidos.................................................................................................................... (90.496) (59.223) Em 30 de junho - R$ mil Prêmios restituídos........................................................................................................................................ (63.228) (47.486) BRADESCO MÚLTIPLO BRADESCO CONSOLIDADO Prêmios emitidos líquidos.......................................................................................................................... 17.472.664 13.986.998 2011 2010 2011 2010 Prêmios de resseguros.................................................................................................................................. (120.662) (140.025) Processos trabalhistas .................................................................... 1.462.705 1.362.291 1.727.735 1.618.413 Prêmios retidos de seguros, planos de previdência e capitalização ..................................................... 17.352.002 13.846.973 Processos cíveis .............................................................................. 1.926.495 1.659.067 2.901.382 2.446.055 23) PARTICIPAÇÃO MINORITÁRIA NAS CONTROLADAS Subtotal (1) ..................................................................................... 3.389.200 3.021.358 4.629.117 4.064.468 Em 30 de junho - R$ mil Provisão para riscos fiscais (2) (3) .................................................. 8.539.940 4.707.777 13.274.393 8.291.665 2011 2010 Total ................................................................................................ 11.929.140 7.729.135 17.903.510 12.356.133 (1) Nota 21b; Andorra Holdings S.A. (1).............................................................................................................................. 180.812 (2) Classificados na rubrica “Outras obrigações – fiscais e previdenciárias” (Nota 21a); e Banco Bradesco BBI S.A. ............................................................................................................................. 112.232 89.956 (3) Inclui provisão para riscos fiscais (Nota 19a). Outros (2) ...................................................................................................................................................... 486.631 407.181 Total ............................................................................................................................................................. 598.863 677.949 V - Movimentação das provisões Em 30 de junho - R$ mil (1) A participação na empresa passou a ser de 100% em função da aquisição de ações efetuada em dezembro de 2010; e 2011 (2) Representada, basicamente, por participação minoritária na Odontoprev S.A. BRADESCO MÚLTIPLO BRADESCO CONSOLIDADO 24) PATRIMÔNIO LÍQUIDO (CONTROLADOR) Trabalhistas Cíveis Fiscais (1) Trabalhistas Cíveis Fiscais (1) a) Composição do capital social em quantidade de ações No início do período.............................................. 1.341.485 1.783.101 5.535.848 1.580.811 2.664.436 9.234.533 O capital social, totalmente subscrito e integralizado, é dividido em ações nominativas-escriturais, sem valor nominal. Atualização monetária ............................................ 89.319 120.155 231.134 89.319 179.668 371.465 Constituições líquidas de reversões e baixas.......... 265.380 196.898 2.808.954 294.581 264.515 3.706.116 Em 30 de junho - R$ mil Pagamentos ............................................................ (233.479) (173.659) (35.996) (236.976) (207.237) (37.721) 2011 2010 No final do período................................................ 1.462.705 1.926.495 8.539.940 1.727.735 2.901.382 13.274.393 Ordinárias...................................................................................................................................................... 1.912.397.390 1.881.225.318 (1) Compreende, substancialmente, obrigações legais. Preferenciais.................................................................................................................................................. 1.912.397.191 1.881.225.123 c) Passivos contingentes classificados como perdas possíveis Subtotal ........................................................................................................................................................ 3.824.794.581 3.762.450.441 A Organização Bradesco mantém um sistema de acompanhamento para todos os processos administrativos e judiciais em que a Instituição figura como Em tesouraria (ordinárias)............................................................................................................................. (2.487.000) “autora” ou “ré” e, amparada na opinião dos assessores jurídicos, classifica as ações de acordo com a expectativa de insucesso. Periodicamente são Total em circulação ..................................................................................................................................... 3.822.307.581 3.762.450.441 realizadas análises sobre as tendências jurisprudenciais e efetivadas, e se necessária, a reclassificação dos riscos desses processos. Neste contexto, os b) Movimentação do capital social em quantidade de ações processos contingentes avaliados como de risco de perda possível não são reconhecidos contabilmente. Os principais processos com essa classificação Ordinárias Preferenciais Total são os seguintes: a) ISSQN de empresas de Arrendamento Mercantil, cuja totalidade dos processos corresponde a R$ 423.707 mil no BRADESCO 1.880.830.018 1.881.225.123 3.762.055.141 CONSOLIDADO, em que se discute a exigência do referido tributo por municípios outros que não aqueles onde as empresas estão instaladas, para os Quantidade de ações em circulação em 31.12.2010 ................................................ 31.172.072 31.172.068 62.344.140 quais o tributo é recolhido na forma da lei, havendo casos de nulidades formais ocorridas na constituição do crédito tributário; b) INSS sobre aportes em Aumento de capital social por subscrição de ações ..................................................... (2.091.700) (2.091.700) planos de previdência privada, considerados pela fiscalização como verbas remuneratórias sujeitas à incidência do INSS, no montante de R$ 241.155 mil no Ações adquiridas e não canceladas.............................................................................. Quantidade de ações em circulação em 30.6.2011 .................................................. 1.909.910.390 1.912.397.191 3.822.307.581 BRADESCO CONSOLIDADO, assim como multa isolada pela não retenção de Imposto de Renda na Fonte sobre tais verbas no montante de R$ 147.546 mil; e c) IRPJ e CSLL lançados a título de suposta dedução indevida de perdas no recebimento de créditos de natureza financeira de que tratam os artigos Em Assembleia Geral Extraordinária de 17 de dezembro de 2010, deliberou-se aumentar o Capital Social, no valor de R$ 1.500.000 mil, elevando-o de R$ 28.500.000 mil para R$ 30.000.000 mil, mediante a emissão de 62.344.140 novas ações, nominativas-escriturais, sem valor nominal, sendo 31.172.072 9º e 10º da Lei nº 9.430/96, no montante de R$ 231.184 mil no BRADESCO CONSOLIDADO. ordinárias e 31.172.068 preferenciais, ao preço de R$ 24,06 por ação, mediante subscrição particular pelos acionistas no período de 29 de dezembro de 20) DÍVIDAS SUBORDINADAS 2010 a 31 de janeiro de 2011, na proporção de 1,657008936% sobre a posição acionária que cada um possuía na data da Assembleia. Os acionistas Em 30 de junho - R$ mil integralizaram as ações subscritas, em 18 de fevereiro de 2011, correspondentes a 96,53% das ações e as sobras equivalentes a 3,47% do total da oferta Prazo foram alienados no leilão, realizado em 15 de fevereiro de 2011, na BM&FBOVESPA e a liquidação financeira ocorreu em 18 de fevereiro de 2011. O original Valor da excedente da importância destinada à formação de Capital Social, no valor de R$ 11.441 mil, apurado pela diferença entre o preço de emissão e o de venda Vencimento em anos operação Moeda Remuneração 2011 2010 das ações em leilão, foi contabilizado na conta “Reserva de Capital – Ágio de Ações”. O processo foi homologado pelo Bacen em 18 de março de 2011. No País: Em Assembleia Geral Extraordinária de 10 de março de 2011, deliberou-se aumentar o Capital Social, no valor de R$ 100.000 mil, elevando-o de CDB subordinado: R$ 30.000.000 mil para R$ 30.100.000 mil, mediante a utilização do saldo das contas “Reserva de Capital - Incentivos Fiscais – IR, Atualização de Títulos Patrimoniais e Frações de Ações”, e parte do saldo das contas “Reserva de Capital – Ágio de ações e Reserva de Lucros – Reserva Legal”, sem emissão 2011 (4) ................................................................... 5 523.000 R$ 102,5% a 103,0% da taxa CDI 902.857 7.289.281 de ações. O processo foi homologado pelo Bacen em 18 de março de 2011. 103,0% da taxa CDI ou 100,0% da taxa CDI + c) Juros sobre o capital próprio/dividendos (0,344% a.a. - 0,4914% a.a.) ou As ações preferenciais não possuem direito a voto, mas conferem todos os direitos e vantagens das ações ordinárias, além da prioridade assegurada pelo Estatuto Social no reembolso do capital e adicional de 10% (dez por cento) de juros sobre o capital próprio e/ou dividendos, conforme disposto no inciso II 2012......................................................................... 5 3.236.273 R$ IPCA + (7,102% a.a. 4.861.110 4.348.840 do parágrafo 1º do Artigo 17 da Lei nº 6.404/76, com a nova redação na Lei nº 10.303/01. 7,632% a.a.) 100,0% da taxa CDI + Conforme disposição estatutária, aos acionistas estão assegurados juros sobre o capital próprio e/ou dividendos que somados correspondam, no mínimo, a (0,344% a.a. - 1,0817% a.a.) ou 30% do lucro líquido do exercício, ajustado nos termos da lei societária. Os juros sobre o capital próprio são calculados com base nas contas do patrimônio líquido, limitando-se à variação da taxa de juros de longo prazo (TJLP), 2013......................................................................... 5 575.000 R$ IPCA + (7,74% a.a. - 8,20% a.a.) 830.310 737.686 condicionados à existência de lucros computados antes de sua dedução ou de lucros acumulados e reservas de lucros, em montante igual ou superior a 2014......................................................................... 6 1.000.000 R$ 112,0% da taxa CDI 1.333.482 1.185.886 duas vezes o seu valor. 108,0% e 112,0% da taxa CDI ou A política de remuneração do capital adotada pelo Bradesco visa distribuir juros sobre o capital próprio no valor máximo calculado em conformidade com 2015......................................................................... 6 1.274.696 R$ IPCA + (6,92% a.a. - 8,55% a.a.) 1.664.564 1.444.378 a legislação vigente, os quais são computados, líquidos de Imposto de Renda na Fonte, no cálculo dos dividendos obrigatórios do exercício previsto no 2016......................................................................... 6 500 R$ IPCA + (7,1292% a.a.) 609 534 Estatuto Social. 100,0% da taxa DI - CETIP ou Em reunião do Conselho de Administração de 6 de dezembro de 2010, aprovou-se a proposta da Diretoria para pagamento aos acionistas de juros sobre o 100,0% da taxa CDI + capital próprio complementares, relativos ao exercício de 2010, no valor de R$ 1.906.000 mil, sendo R$ 0,482461664 (líquido de imposto de renda na fonte (0,75% a.a. - 0,87% a.a.) ou de 15% - R$ 0,410092414) por ação ordinária e R$ 0,530707830 (líquido de imposto de renda na fonte de 15% - R$ 0,451101656) por ação preferencial, 2012......................................................................... 10 1.569.751 R$ 101,0% a 102,5% da taxa CDI 5.459.081 4.898.612 cujo pagamento foi efetuado em 18 de fevereiro de 2011. Em Reunião do Conselho de Administração de 11 de fevereiro de 2011, aprovou-se a proposta da Diretoria para pagamento aos acionistas de dividendos 2019......................................................................... 10 20.000 R$ IPCA + (7,76% a.a.) 25.728 22.408 em complemento aos juros sobre o capital próprio e dividendos, relativos ao exercício de 2010, no valor de R$ 315.100 mil, sendo R$ 0,079771188 por ação Letras Financeiras/Outras: ordinária e R$ 0,087748307 por ação preferencial, cujo pagamento foi efetuado em 18 de fevereiro de 2011. 2011 a 2021 (5) ....................................................... até 11 3.236.869 R$ 100,0% a 112,0% da taxa CDI 3.336.408 3.628 Em Reunião do Conselho de Administração de 27 de junho de 2011, aprovou-se a proposta da Diretoria para pagamento aos acionistas de juros sobre o capital próprio intermediários, relativos ao 1º semestre de 2011, no valor de R$ 624.200 mil, sendo R$ 0,155520588 (líquido de imposto de renda na fonte 2010 a 2012 (3) ....................................................... até 2 R$ Taxa de 9,43% a.a. 128.449 de 15% - R$ 0,132192500) por ação ordinária e R$ 0,171072647 (líquido de imposto de renda na fonte de 15% - R$ 0,145411750) por ação preferencial, 2011 a 2018............................................................. até 8 352.089 R$ IPCA + (6,5151% a.a. 369.846 20.298 cujo pagamento foi efetuado em 18 de julho de 2011. 7,4724% a.a.) O cálculo dos juros sobre o capital próprio e dividendos relativos ao 1º semestre de 2011 está demonstrado a seguir: 2011 a 2021............................................................. até 11 90.922 R$ Taxa de 12,7513% a.a. 96.849 20.336 R$ mil % (1) 13,8609% a.a. Lucro líquido do semestre ............................................................................................................................. 5.487.428 2011 a 2021............................................................. até 11 77.074 R$ IGPM + (5,8351% a.a. 81.373 (-) Reserva legal ........................................................................................................................................... (274.371) 7,0670% a.a.) Base de cálculo ajustada ........................................................................................................................... 5.213.057 Subtotal - no país ................................................. 18.962.217 20.100.336 Juros sobre o capital próprio (bruto) complementares provisionados .......................................................... 1.560.353 No exterior: Imposto de renda na fonte relativo aos juros sobre o capital próprio ........................................................... (234.053) Juros sobre o capital próprio (líquido) ..................................................................................................... 1.326.300 2011......................................................................... 10 353.700 US$ Taxa de 10,25% a.a. 235.046 284.212 Dividendos mensais, pagos e provisionados ................................................................................................ 315.799 2012 (1) ................................................................... 10 315.186 Yene Taxa de 4,05% a.a. 342.106 239.926 Juros sobre o capital próprio (líquido) e dividendos acumulados no 1º semestre de 2011 ................ 1.642.099 31,50 Juros sobre o capital próprio (líquido) e dividendos acumulados no 1º semestre de 2010 ................ 1.349.788 31,52 2013......................................................................... 10 1.434.750 US$ Taxa de 8,75% a.a. 779.073 898.310 (1) Percentual dos juros sobre o capital próprio/dividendos sobre a base de cálculo ajustada. 2014......................................................................... 10 801.927 Euro Taxa de 8,00% a.a. 516.704 503.040 Foram pagos e provisionados juros sobre o capital próprio e dividendos, conforme segue: 2019......................................................................... 10 1.333.575 US$ Taxa de 6,75% a.a. 1.203.733 1.380.012 R$ mil 2021 (2) ................................................................... 11 1.600.000 US$ Taxa de 5,90% a.a. 2.552.061 Valor pago/ Valor pago/ Por ação (bruto) provisionado IRRF provisionado Custos de emissões sobre captações .................... (27.229) (21.225) Descrição Ordinárias Preferenciais bruto (15%) líquido Subtotal - no exterior ........................................... 5.601.494 3.284.275 Juros sobre o capital próprio complementares pagos...................... 0,194730 0,214203 699.360 104.904 594.456 Total geral............................................................... 24.563.711 23.384.611 Juros sobre o capital próprio intermediários pagos ......................... 0,155521 0,171073 558.600 83.790 474.810 (1) Incluindo-se o custo de “swap” para dólar, a taxa se eleva para 10,15% a.a.; Dividendos mensais pagos............................................................... 0,079316 0,087248 280.522 280.522 (2) Em agosto de 2010 e em janeiro de 2011, foram emitidas dívidas subordinadas no exterior no montante de US$ 1.100.000 mil e US$ 500.000 mil, Total no 1º semestre de 2010......................................................... 0,429567 0,472524 1.538.482 188.694 1.349.788 respectivamente, com taxa de 5,90% a.a. e vencimento para 2021; Juros sobre o capital próprio complementares provisionados ......... 0,233248 0,256573 936.153 140.423 795.730 (3) Refere-se à resgates efetuados antecipadamente em CDB subordinado vinculado a operações de crédito/outros em 21 de dezembro de 2010; Juros sobre o capital próprio intermediários (1) ............................... 0,155521 0,171073 624.200 93.630 530.570 (4) Vencimento de operações de dívidas subordinadas no montante de US$ 3.981.022 mil, sendo: (i) US$ 1.000.000 mil em janeiro de 2011; Dividendos mensais pagos............................................................... 0,079316 0,087248 315.799 315.799 (ii) US$ 1.171.022 mil em fevereiro de 2011; (iii) US$ 710.000 mil em março de 2011; e (iv) US$ 1.100.000 mil em junho de 2011; e Total no 1º semestre de 2011......................................................... 0,468085 0,514894 1.876.152 234.053 1.642.099 (5) Em fevereiro e junho de 2011, foram emitidas letras financeiras no montante de R$ 1.520.700 mil e R$ 944.662 mil, respectivamente, com (1) Pagos em 18 de julho de 2011. vencimento para 2017. d) Ações em tesouraria Em reunião do Conselho de Administração de 20 de dezembro de 2010, foi deliberado autorizar a aquisição de ações de própria emissão do Bradesco em 21) OUTRAS OBRIGAÇÕES até 15.000.000 ações nominativas-escriturais, sem valor nominal, sendo 7.500.000 ordinárias e 7.500.000 preferenciais, para permanência em tesouraria a) Fiscais e previdenciárias e posterior alienação ou cancelamento, sem redução do capital social. A autorização vigorou até 21 de junho de 2011. Em reunião do Conselho de Em 30 de junho - R$ mil Administração de 20 de junho de 2011, foi deliberada a renovação do prazo de aquisição de ações, com base nas mesmas condições anteriores. A nova BRADESCO MÚLTIPLO BRADESCO CONSOLIDADO autorização vigorará até 22 de dezembro de 2011. 2011 2010 2011 2010 Até 30 de junho de 2011, foram adquiridas e permaneciam em tesouraria 2.487.000 ações ordinárias, no montante de R$ 63.091 mil. O custo mínimo, médio Provisão para riscos fiscais (Nota 19b IV)........................................ 8.539.940 4.707.777 13.274.393 8.291.665 Provisão para imposto de renda diferido (Nota 35f) ......................... 1.810.587 1.984.021 4.810.120 4.875.607 ponderado e máximo por ação é, respectivamente, R$ 23,62221, R$ 25,36840 e R$ 26,83286. O valor de mercado dessas ações, em 30 de junho de 2011, Impostos e contribuições sobre lucros a pagar ................................ 1.168.820 3.416.483 959.081 era de R$ 26,78 por ação ON. Impostos e contribuições a recolher................................................. 335.433 280.617 904.709 610.635 25) RECEITAS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Total ................................................................................................ 11.854.780 6.972.415 22.405.705 14.736.988 Semestres findos em 30 de junho - R$ mil b) Diversas BRADESCO MÚLTIPLO BRADESCO CONSOLIDADO Em 30 de junho - R$ mil 2011 2010 2011 2010 BRADESCO MÚLTIPLO BRADESCO CONSOLIDADO Rendas de cartão ............................................................................. 345.799 374.707 2.278.772 1.928.750 2011 2010 2011 2010 Conta corrente.................................................................................. 1.322.239 1.111.775 1.330.220 1.118.766 Operações com cartão de crédito ................................................... 1.529.675 5.944.449 10.881.090 9.532.694 Provisão para pagamentos a efetuar ............................................... 2.162.820 1.880.641 3.850.215 3.580.084 Operações de crédito ....................................................................... 732.726 686.106 967.025 861.495 Provisões cíveis e trabalhistas (Nota 19b IV) ................................... 3.389.200 3.021.359 4.629.117 4.064.468 Administração de fundos .................................................................. 380.937 359.952 944.994 870.361 Credores diversos ........................................................................... 545.497 537.770 2.526.619 1.765.182 Cobrança .......................................................................................... 548.820 509.029 574.897 522.455 Credores por antecipação de valor residual..................................... 4.502.809 5.264.817 Serviços de custódia e corretagens ................................................. 114.535 99.827 210.137 229.354 Obrigações por aquisição de bens - arrendamento financeiro (1) ... 667.283 836.613 Administração de consórcios............................................................ 249.911 201.848 Obrigações por aquisição de bens e direitos ................................... 590.884 766.768 434.091 585.459 Arrecadações ................................................................................... 153.377 138.559 153.377 138.559 Obrigações por convênios oficiais ................................................... 300.387 288.149 300.387 288.149 Underwriting/Assessoria financeira .................................................. 151.395 115.748 Outras .............................................................................................. 977.463 702.627 1.072.286 870.612 Outras .............................................................................................. 79.471 77.459 182.694 286.143 Total ................................................................................................ 13.998.735 18.406.580 24.361.088 21.523.261 Total ................................................................................................. 3.677.904 3.357.414 7.043.422 6.273.479 (1) Referem-se a obrigações por aquisição de sistemas de processamentos de dados (hardware) por meio de operações de arrendamento mercantil 26) DESPESAS DE PESSOAL financeiro (Bradesco como arrendatário). Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 22) OPERAÇÕES DE SEGUROS, PREVIDÊNCIA E CAPITALIZAÇÃO BRADESCO MÚLTIPLO BRADESCO CONSOLIDADO a) Provisões por conta 2011 2010 2011 2010 Em 30 de junho - R$ mil Proventos ......................................................................................... 1.775.859 1.525.241 2.341.764 2.063.570 SEGUROS (1) VIDA E PREVIDÊNCIA (2) CAPITALIZAÇÃO Total Benefícios......................................................................................... 769.388 641.808 1.005.968 841.433 2011 2010 2011 2010 2011 2010 2011 2010 Encargos sociais .............................................................................. 698.069 597.110 885.508 776.742 Passivo circulante e exigível a Participação dos empregados nos lucros ........................................ 348.000 300.000 429.817 401.572 longo prazo Provisão para processos trabalhistas............................................... 263.678 184.212 319.451 237.125 Provisão matemática de Treinamentos .................................................................................... 44.394 27.035 58.048 37.825 benefícios a conceder................ 690.423 652.386 69.176.011 57.423.497 69.866.434 58.075.883 Total ................................................................................................. 3.899.388 3.275.406 5.040.556 4.358.267 Provisão matemática de benefícios concedidos ............... 134.380 123.848 5.224.924 4.753.910 5.359.304 4.877.758 27) OUTRAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS Provisão matemática para Semestres findos em 30 de junho - R$ mil resgates ..................................... 3.412.918 2.728.694 3.412.918 2.728.694 BRADESCO MÚLTIPLO BRADESCO CONSOLIDADO Provisão de IBNR ........................ 1.092.651 1.482.913 702.334 584.941 1.794.985 2.067.854 2011 2010 2011 2010 Provisão de prêmios não ganhos 1.892.095 1.789.978 115.566 74.129 2.007.661 1.864.107 Serviços de terceiros........................................................................ 896.076 892.331 1.713.146 1.454.281 Provisão de insuficiência de Comunicação.................................................................................... 521.663 484.358 768.613 677.084 contribuição (3) .......................... 3.553.018 3.498.876 3.553.018 3.498.876 Serviços do sistema financeiro......................................................... 158.347 108.155 229.825 178.217 Provisão de sinistros a liquidar.... 2.306.015 1.330.477 927.114 812.420 3.233.129 2.142.897 Depreciação e amortização.............................................................. 611.171 504.541 701.998 634.019 Provisão de oscilação financeira 619.739 636.880 619.739 636.880 Transporte ........................................................................................ 309.902 259.042 358.904 303.150 Provisão de insuficiência de Propaganda, promoções e publicidade ............................................ 228.146 192.317 395.887 308.700 prêmio........................................ 547.090 211.725 547.090 211.725 Aluguéis............................................................................................ 409.483 344.941 319.370 280.534 Provisão de excedente Processamento de dados................................................................. 312.167 305.383 444.380 396.578 financeiro ................................... 373.782 361.072 373.782 361.072 Manutenção e conservação de bens................................................ 323.738 269.137 261.425 217.125 Provisão para sorteios e Segurança e vigilância ..................................................................... 153.229 130.132 155.935 132.609 resgates ..................................... 528.202 468.789 528.202 468.789 Água, energia e gás ......................................................................... 104.170 97.655 115.306 107.432 Provisão de despesas Materiais........................................................................................... 106.460 94.258 175.797 128.916 administrativas........................... 99.543 128.824 147.319 112.170 246.862 240.994 Viagens............................................................................................. 32.744 17.424 70.881 50.038 Provisão para contingências ....... 7.470 7.424 7.470 7.424 Outras............................................................................................... 444.313 353.859 418.112 358.480 Outras provisões ......................... 1.735.638 1.636.791 652.071 488.643 2.387.709 2.125.434 Total ................................................................................................. 4.611.609 4.053.533 6.129.579 5.227.163 Total das provisões ................... 7.851.202 7.016.393 81.991.192 68.974.917 4.095.909 3.317.077 93.938.303 79.308.387 continua...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
23
...continuação
Banco Bradesco S.A. Companhia Aberta CNPJ 60.746.948/0001-12 Sede: Cidade de Deus, Osasco-SP
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 28) DESPESAS TRIBUTÁRIAS
Contribuição à Cofins ....................................................................... Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza – ISS...................... Contribuição ao PIS.......................................................................... Despesas com IPTU......................................................................... Outras............................................................................................... Total .................................................................................................
BRADESCO MÚLTIPLO 2011 2010 665.292 498.978 126.798 113.929 108.083 81.400 25.093 22.624 28.462 69.186 953.728 786.117
Semestres findos em 30 de junho - R$ mil BRADESCO CONSOLIDADO 2011 2010 1.325.645 982.885 199.185 180.806 229.514 166.776 25.668 23.086 143.329 103.339 1.923.341 1.456.892
29) OUTRAS RECEITAS OPERACIONAIS Semestres findos em 30 de junho - R$ mil BRADESCO MÚLTIPLO BRADESCO CONSOLIDADO 2011 2010 2011 2010 Outras receitas financeiras............................................................... 107.625 163.781 525.946 476.581 Reversão de outras provisões operacionais..................................... 75.766 47.545 182.471 170.795 Resultado na venda de mercadorias................................................ 25.953 27.491 Receitas de recuperação de encargos e despesas ......................... 32.305 27.558 71.490 30.819 Outras (1) ......................................................................................... 2.471.711 182.311 3.553.582 555.891 Total ................................................................................................. 2.687.407 421.195 4.359.442 1.261.577 (1) No 1º semestre de 2011, inclui receitas de créditos fiscais a compensar, no montante de R$ 2.306.804 mil e no Bradesco Consolidado R$ 2.911.634 mil (Nota 19a). 30) OUTRAS DESPESAS OPERACIONAIS
33) INSTRUMENTOS FINANCEIROS a) Gerenciamento de riscos A atividade de gerenciamento dos riscos é altamente estratégica em virtude da crescente complexidade dos serviços e produtos ofertados e da globalização dos negócios da Organização, motivo pelo qual está constantemente sendo aprimorada em seus processos. As decisões da Organização são pautadas em fatores que combinam o retorno sobre o risco previamente identificado, mensurado e avaliado, viabilizando condições para o alcance dos objetivos estratégicos e zelando pelo fortalecimento da Instituição. A Organização aborda o gerenciamento de riscos de modo integrado, proporcionando unicidade às políticas, processos, critérios e metodologias de controle de riscos por meio de um órgão estatutário, o Comitê de Gestão Integrada de Riscos e Alocação de Capital, o qual é apoiado por comitês específicos e políticas de gerenciamento de riscos aprovadas pelo Conselho de Administração. Gerenciamento de risco de crédito O risco de crédito consiste na possibilidade de ocorrerem perdas associadas ao não cumprimento, pelo tomador ou contraparte, de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, bem como à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, às vantagens concedidas na renegociação, aos custos de recuperação e a outros valores relativos ao descumprimento de obrigações financeiras da contraparte. O gerenciamento de risco de crédito da Organização é um processo contínuo e evolutivo de mapeamento, desenvolvimento, aferição e diagnóstico, por meio de modelos, instrumentos e procedimentos vigentes, que exigem alto grau de disciplina e controle nas análises das operações efetuadas, preservando a integridade e a independência dos processos. A Organização controla cuidadosamente a exposição ao risco de crédito, que decorre principalmente de operações de crédito, de títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos. Há também o risco de crédito em obrigações financeiras relacionadas a compromissos de empréstimo ou prestação de garantias financeiras. Gerenciamento de risco de mercado O risco de mercado é representado pela possibilidade de perda financeira por oscilação de preços e taxas de juros dos ativos financeiros da Organização, uma vez que suas carteiras ativas e passivas podem apresentar descasamentos de prazos, moedas e indexadores. Este risco é cuidadosamente identificado, mensurado, mitigado e gerenciado. O perfil de exposição a risco de mercado da Organização é conservador, sendo as diretrizes e limites monitorados diariamente, de maneira independente. O controle do risco de mercado é realizado para todas as empresas da Organização de maneira corporativa e centralizada. Todas as atividades expostas a risco de mercado são mapeadas, mensuradas e classificadas quanto à probabilidade e magnitude, com seus respectivos planos de mitigação devidamente aprovados pela estrutura de governança.
Semestres findos em 30 de junho - R$ mil BRADESCO MÚLTIPLO BRADESCO CONSOLIDADO 2011 2010 2011 2010 Outras despesas financeiras ............................................................ 473.120 400.557 1.327.550 1.157.777 Despesas com perdas diversas ....................................................... 420.448 508.994 632.505 623.648 Amortização de intangível – aquisição de direitos bancários........... 176.081 145.012 336.762 291.559 Despesas de outras provisões operacionais (1)............................... 2.602.066 260.751 3.413.326 802.758 Apresentamos o balanço patrimonial por moedas: Amortização de ágio (Nota 16a)....................................................... 132.225 114.884 Em 30 de junho - R$ mil Outras............................................................................................... 59.147 116.852 841.772 545.776 2011 2010 Total ................................................................................................. 3.730.862 1.432.166 6.684.140 3.536.402 Estrangeira Estrangeira (1) Inclui: (i) provisão para riscos fiscais no 2º trimestre de 2011 - R$ 2.306.804 mil e no Bradesco Consolidado - R$ 2.911.634 mil (Nota 19a); (ii) provisão Balanço Nacional (1) (2) (1) (2) complementar de processo cível – planos econômicos no 1º semestre de 2011 - R$ 122.193 mil (2010 - R$ 111.559 mil); e (iii) no Bradesco Consolidado, Consolidado Ativo provisão para contingências fiscais no 1º semestre de 2010 - R$ 396.731 mil. Circulante e realizável a longo prazo .......................................... 677.570.948 632.819.549 44.751.399 37.278.675 31) RESULTADO NÃO OPERACIONAL Disponibilidades .............................................................................. 7.714.874 5.483.595 2.231.279 1.224.837 Semestres findos em 30 de junho - R$ mil Aplicações interfinanceiras de liquidez ............................................ 86.147.213 84.704.457 1.442.756 2.119.671 BRADESCO MÚLTIPLO BRADESCO CONSOLIDADO Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos .... 231.424.571 223.766.699 7.657.872 7.193.606 2011 2010 2011 2010 Relações interfinanceiras e interdependências ............................... 67.032.601 67.032.601 353.461 Resultado na alienação e baixa de valores, bens e investimentos .. (40.853) (43.239) (130.471) (182.296) Operações de crédito e de arrendamento mercantil ....................... 215.147.143 194.133.152 21.013.991 16.804.073 Constituição/reversão de provisões não operacionais ..................... (20.290) (16.652) (11.930) (29.737) Outros créditos e outros valores e bens .......................................... 70.104.546 57.699.045 12.405.501 9.583.027 Outros............................................................................................... 23.380 18.456 12.859 (5.394) Permanente .................................................................................... 11.736.065 11.697.289 38.776 137.360 Total ................................................................................................. (37.763) (41.435) (129.542) (217.427) Investimentos ................................................................................... 1.698.969 1.698.745 224 Imobilizado de uso e de arrendamento ........................................... 3.657.868 3.645.376 12.492 12.523 32) TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS (DIRETAS E INDIRETAS) 6.379.228 6.353.168 26.060 124.837 a) As transações com controladores, empresas controladas, empresas coligadas e empresas controladas de controle compartilhado (diretas e indiretas) são Intangível ......................................................................................... 689.307.013 644.516.838 44.790.175 37.416.035 efetuadas em condições e taxas compatíveis com as médias praticadas com terceiros, e vigentes nas datas das operações, e estão assim representadas: Total ................................................................................................ Passivo Em 30 de junho - R$ mil Circulante e exigível a longo prazo .............................................. 635.360.154 584.328.232 51.031.922 29.692.749 2011 2010 Depósitos ......................................................................................... 213.560.911 195.358.955 18.201.956 4.043.580 Ativos Receitas Ativos Receitas Captações no mercado aberto ........................................................ 164.204.495 161.098.424 3.106.071 652.483 (passivos) (despesas) (passivos) (despesas) Recursos de emissão de títulos ...................................................... 29.043.562 22.105.618 6.937.944 5.752.347 Juros sobre o capital próprio e dividendos:................................ 5.261.482 5.198.888 Relações interfinanceiras e interdependências ............................... 3.036.754 1.227.626 1.809.128 1.401.752 Cidade de Deus Companhia Comercial de Participações (1) .......... (366.151) (296.064) Obrigações por empréstimos e repasses ........................................ 45.207.629 33.588.083 11.619.546 10.168.190 Fundação Bradesco (1) ................................................................... (139.405) (112.721) Instrumentos financeiros derivativos ............................................... 1.221.332 954.416 266.916 154.389 Banco Alvorada S.A. (2) .................................................................. 1.891.451 1.133.196 Provisão técnica de seguros, previdência e capitalização .............. 93.938.303 93.937.346 957 1.671 Banco Bradesco Cartões S.A. (2)..................................................... 7.968 364.970 Outras obrigações: Tempo e Serviços Ltda. (2) .............................................................. 407.307 407.307 - Dívidas subordinadas .................................................................... 24.563.711 18.962.217 5.601.494 3.284.275 Bradesco Administradora de Consórcios Ltda. (2) .......................... 136.517 295.000 - Outras ............................................................................................ 60.583.457 57.095.547 3.487.910 4.234.062 Bradesco Leasing S.A. Arrendamento Mercantil (2) ........................ 429.127 198.554 Resultados de exercícios futuros ................................................ 505.228 505.228 Elba Holdings Ltda. (2) .................................................................... 427.742 568.007 Participação minoritária nas controladas ................................... 598.863 598.863 Bradseg Participações Ltda. (2) ...................................................... 2.340.198 2.530.166 Patrimônio líquido ......................................................................... 52.842.768 52.842.768 Serel Participações em Imóveis S.A. (2) ......................................... 78.798 78.374 Total ................................................................................................ 689.307.013 638.275.091 51.031.922 29.692.749 Outros controladores, controladas e controle compartilhado .......... 47.930 32.099 Posição líquida de ativos e passivos ........................................... (6.241.747) 7.723.286 Depósitos à vista/Poupança:......................................................... (242.200) (766) (1.112.784) (29.110) Derivativos posição líquida (2) ......................................................... (5.343.675) (18.758.573) Bradesco Vida e Previdência S.A. (2) .............................................. (80.719) (64.033) Outras contas de compensação líquidas (3) ................................... 23.386 (2.471) Banco Bradesco Cartões S.A. (2) .................................................... (9.824) Posição cambial líquida (passiva) ............................................... (11.562.036) (11.037.758) Bradesco Overseas Funchal Cons. Serv. Soc. Unipessoal Ltda. (2) .... (599) (1.314) (1) Valores expressos e/ou indexados, basicamente, em dólares norte-americanos; Brasília Cayman Investments II Limited (2) ...................................... (123.938) (143.030) STVD Holdings S.A. (2) ................................................................... (5) (512) (873.209) (28.875) (2) Excluídas as operações vencíveis em D+1, a serem liquidadas em moeda do último dia do mês; e Pessoal-chave da Administração (4) ............................................... (17.065) (254) (14.990) (235) (3) Referem-se a outros compromissos registrados em conta de compensação. Outros controladores, controladas e controle compartilhado .......... (10.050) (16.208) VaR Modelo Interno – Carteira Trading Depósitos a prazo:.......................................................................... (183.861) (12.394) (216.654) (7.030) Em 30 de junho - R$ mil Cidade de Deus Companhia Comercial de Participações (1) .......... (30.982) (44) (11.441) (17) Fatores de riscos 2011 2010 Pessoal-chave da Administração (4) ............................................... (132.441) (7.604) (116.131) (4.934) Pré-fixado ..................................................................................................................................................... 39.678 3.544 Outros controladores, controladas e controle compartilhado .......... (20.438) (4.746) (89.082) (2.079) Cupom cambial interno ................................................................................................................................ 4.799 1.505 Depósitos no exterior em moedas estrangeiras: ........................ (2.245) 1.551 Moeda estrangeira ........................................................................................................................................ 30.270 172 Banco Bradesco Europa S.A. (2) (g) ............................................... (2.237) 1.541 IGP-M ........................................................................................................................................................... 824 494 Banco Bradesco Argentina S.A. (2) ................................................. (8) 10 IPCA ............................................................................................................................................................. 10.376 716 Aplicações em moedas estrangeiras: .......................................... 1.238.499 26 324.494 95 Renda variável .............................................................................................................................................. 9.100 4.894 Banco Bradesco Europa S.A. (2) (g) ............................................... 1.238.499 26 324.494 95 Soberanos/Eurobonds e Treasuries ............................................................................................................. 186 3.113 Captações/aplicações em depósitos interfinanceiros (a): Outros ........................................................................................................................................................... 4 4 Captações: ...................................................................................... (98.629.640) (4.913.664) (87.453.930) (3.527.065) Efeito correlação/diversificação .................................................................................................................... (35.984) (8.900) Alvorada Cartões, Crédito, Financiamento e Investimento S.A. (2) ..... (4.093.727) (216.083) (3.761.272) (155.998) VaR (Value at Risk) ..................................................................................................................................... 59.253 5.542 Banco Alvorada S.A. (2) .................................................................. (12.366.661) (661.861) (9.606.467) (230.948) Banco Bradesco Financiamentos S.A. (2) ....................................... (27.686.448) (1.462.736) (29.046.267) (1.301.123) Análise de sensibilidade Banco Boavista Interatlântico S.A. (2) ............................................. (558.785) (29.528) (508.397) (20.987) A Carteira Trading, a qual é acompanhada diariamente por VaR (Value at Risk) e Análise de Estresse, também é avaliada em termos de sensibilidade, cujo Banco Bradesco BBI S.A. (2) .......................................................... (4.394.766) (233.093) (3.922.855) (165.815) intuito é mensurar os efeitos dos movimentos das curvas de mercado e dos preços sobre nossas posições. Além disso, é realizada trimestralmente análise Banco IBI S.A. (2) ............................................................................. (1.045.423) (51.410) (31.659) de sensibilidade das exposições financeiras (Carteiras Trading e Banking) da Organização, seguindo as determinações da Instrução CVM nº 475/08. Bradesco Leasing S.A. Arrendamento Mercantil (2) ........................ (47.391.540) (2.242.822) (38.969.536) (1.606.736) Cabe ressaltar que os impactos das exposições financeiras da Carteira Banking (notadamente nos fatores taxa de juros e índices de preços), não Everest Leasing S.A. Arrendamento Mercantil (2) ........................... (275.414) (15.169) (275.801) (11.364) necessariamente representam potencial prejuízo contábil para a Organização. Isto ocorre porque parte das operações de crédito que estão na Carteira Outros controladores, controladas e controle compartilhado .......... (816.876) (962) (1.363.335) (2.435) Banking é financiada por depósitos à vista e/ou poupança, os quais são “hedge natural” para eventuais oscilações de taxa de juros, bem como as Aplicações:...................................................................................... 38.769.080 2.226.394 36.558.394 2.080.034 oscilações de taxa de juros não representam impacto material sobre o resultado da instituição, uma vez que a intenção é manter as operações de crédito Banco Bradesco Financiamentos S.A. (2) ....................................... 34.533.220 1.992.366 33.242.549 1.946.133 até o seu vencimento. Banco Bankpar S.A. (2) ................................................................... 856.165 43.445 773.662 31.613 Análise de Sensibilidade – Carteiras Trading e Banking Banco Bradesco Cartões S.A. (2)..................................................... 3.130.756 173.408 2.393.483 95.013 Carteiras Trading e Banking Outros controladores, controladas e controle compartilhado .......... 248.939 17.175 148.700 7.275 Fatores de Riscos R$ mil Captações/aplicações no mercado aberto (b): Soberanos/ Captações: ...................................................................................... (18.701.654) (928.080) (16.987.211) (560.360) Taxa Moeda EuroTotal Total Ágora CTVM S.A. (2) ....................................................................... (384.583) (25.205) (451.303) (19.456) Cenários de Juros Índices Cupom EstranRenda bonds e sem cor- com corAlvorada Administradora de Cartões Ltda. (2) ................................ (164.841) (9.916) (186.242) (7.833) Período (1) em Reais de Preços Cambial geira Variável Treasuries Outros relação relação Alvorada Serviços e Negócios Ltda. (2) .......................................... (711.015) (37.407) (639.868) (26.439) 1 (7.026) (11.079) (152) (13.510) (15.481) (551) (12) (47.811) (19.185) Banco Bradesco Financiamentos S.A. (2)........................................ (71.825) (7.901) (120.081) (6.070) Jun 11.............................. 2 (2.137.828) (1.454.501) (14.192) (337.745) (387.017) (19.803) (303) (4.351.389) (3.128.587) Banco Bradesco Cartões S.A. (2) .................................................... (290.498) (14.642) (23.275) (2.236) 3 (4.089.479) (2.584.329) (27.792) (675.491) (774.035) (42.192) (607) (8.193.925) (5.841.763) Tempo e Serviços Ltda. (2) .............................................................. (1.053.895) (60.153) (1.211.197) (49.967) 1 (4.588) (12.669) (134) (4.085) (15.725) (600) (55) (37.856) (23.826) Banco Bradesco BBI S.A. (2) .......................................................... (150.144) (5.781) (164.524) (4.152) Mar 11 ............................. 2 (1.369.728) (1.638.667) (10.555) (102.114) (393.113) (31.648) (1.383) (3.547.208) (2.800.667) Bradesco Leasing S.A. Arrendamento Mercantil (2) ........................ (14.366.202) (680.955) (10.999.990) (305.666) 3 (2.631.091) (2.904.244) (20.870) (204.228) (786.226) (65.492) (2.765) (6.614.916) (5.165.722) Bradesco S.A. – CTVM (2) .............................................................. (230.380) (11.411) (117.200) (6.313) 1 (4.559) (11.338) (76) (3.061) (16.610) (383) (10) (36.037) (24.371) Bradesplan Participações Ltda. (2) .................................................. (548.287) (29.395) (606.242) (25.020) Dez 10 ............................. 2 (1.333.759) (1.440.641) (5.223) (76.533) (415.241) (7.411) (246) (3.279.054) (2.721.192) Cia. Securitizadora de Créditos Financeiros Rubi (2) ...................... (3.179) (682.905) (28.035) 3 (2.552.669) (2.578.706) (10.283) (153.066) (830.483) (17.556) (492) (6.143.255) (5.058.152) Pessoal-chave da Administração (4) ............................................... (566.176) (29.567) (611.276) (23.907) 1 (3.102) (10.469) (81) (2.753) (15.182) (311) (15) (31.913) (17.562) Outros controladores, controladas e controle compartilhado .......... (163.808) (12.568) (1.173.108) (55.266) Set 10 .............................. 2 (860.938) (1.375.770) (4.008) (68.826) (379.542) (16.579) (373) (2.706.036) (1.953.978) Aplicações:...................................................................................... 43.312 3 (1.664.177) (2.449.167) (7.986) (137.653) (759.085) (30.860) (745) (5.049.673) (3.585.011) Banco Alvorada S.A. (2) .................................................................. 43.312 Jun 10.............................. 1 (2.786) (9.339) (108) (43) (14.026) (445) (26.747) (17.480) Instrumentos financeiros derivativos (Swap) (c):........................ 79.568 12.558 75.267 36.769 2 (821.984) (1.288.063) (7.667) (1.069) (350.658) (14.411) (1) (2.483.853) (1.672.997) Tempo e Serviços Ltda. (2) .............................................................. 14.763 3.878 2.499 1.266 3 (1.578.689) (2.287.844) (15.214) (2.137) (701.315) (28.648) (2) (4.613.849) (3.067.224) Banco Bradesco BBI S.A. (2) .......................................................... 60.749 8.029 73.082 43.941 STVD Holdings S.A. (2) ................................................................... 1.903 (6.063) (12.053) ExpoOutros controladores, controladas e controle compartilhado .......... 4.056 (1.252) 5.749 3.615 sições ExpoExpoObrigações por empréstimos e repasses no exterior (d):.......... (251.570) (1.308) (179.578) (2.261) ExpoExposisujeitas à sições sições Banco Bradesco Europa S.A. (2) (g) ................................................ (192.065) (1.193) (111.560) (2.195) sições ções que variasujeitas à sujeitas a Outros controladores, controladas e controle compartilhado .......... (59.505) (115) (68.018) (66) Exposujeitas à não se ção da Expovariação variaPrestação de serviços (e): ............................................................. (17.770) (207.505) (32.568) (239.322) sições variação enquataxa de sições da taxa ções de Scopus Tecnologia Ltda. (2) ............................................................ (16.649) (170.953) (23.368) (133.776) sujeitas à da taxa dram nas juros de sujeitas à dos taxas de Definição Fidelity Processadora e Serviços S.A. (3) ....................................... (9.726) (52.275) (94.968) variação dos definipapéis variação cupons juros préVisa Vale – Cia. Brasileira de Soluções e Serviços (3) .................... 8.573 15.585 1.201 4.826 do preço cupons ções negociacambial de fixadas e de ações de índiOutros controladores, controladas e controle compartilhado .......... 32 138 (10.401) (15.404) anteriodos no moedas cupons ces de Aluguéis de agências:.................................................................... (147.128) (118.304) res mercado estrande taxas preços Fundação Bradesco (1) ................................................................... (249) (237) internageiras de juros Alvorada Cartões, Crédito, Financiamento e Investimento S.A. (2) ..... (3.502) (2.906) cional Bradesco Vida e Previdência S.A. (2) .............................................. (12.822) (11.546) Outros controladores, controladas e controle compartilhado........... (130.555) (103.615) (1) Valores líquidos de efeitos fiscais. Títulos e valores mobiliários:........................................................ 59.659.722 2.718.744 47.450.367 1.954.342 Demonstra-se também a seguir, a análise de sensibilidade exclusivamente da Carteira Trading, que representa as exposições que poderão causar Bradesco Leasing S.A. Arrendamento Mercantil (2) ........................ 59.659.722 2.718.744 47.450.367 1.954.342 impactos relevantes sobre o resultado da Organização, valendo ressaltar que os resultados apresentados revelam os impactos para cada cenário Operações de securitização (f): .................................................... (457) (34.502) (3.592) numa posição estática da carteira. O dinamismo do mercado faz com que essas posições se alterem continuamente e não obrigatoriamente reflitam a Cia. Brasileira de Meios de Pagamento – Cielo (3) ......................... (457) (34.502) (3.592) posição aqui demonstrada. Além disso, conforme comentado anteriormente, a Organização possui um processo de gestão contínua do risco de mercado Dívidas subordinadas: ................................................................... (36.572) (12.092) (163.214) (6.149) que procura, formas de mitigar os riscos associados, de acordo com a estratégia determinada pela Alta Administração. Assim, em casos de sinais de Cidade de Deus Companhia Comercial de Participações (1) ......... (1.534) (8.195) (88.507) (3.082) deterioração de determinada posição, ações proativas são tomadas para minimização de possíveis impactos negativos, visando maximizar a relação Fundação Bradesco (1) ................................................................... (35.038) (3.897) (74.707) (3.067) risco retorno para a Organização. Obrigações por emissão de letras financeiras: .......................... (1.962.510) (101.110) Análise de Sensibilidade – Carteira Trading Bradesplan Participações Ltda. (2) .................................................. (111.208) (5.608) Carteiras Trading STVD Holdings S.A. (2) ................................................................... (687.406) (37.406) Tempo e Serviços Ltda. (2)............................................................... (227.154) (11.454) Fatores de Riscos R$ mil Cia. Securitizadora de Créditos Financeiros Rubi (2) ...................... (730.747) (36.847) Soberanos/ Andorra Holdings S.A. (2) ................................................................ (205.995) (9.795) Taxa Moeda EuroTotal Total (1) Controladores; Cenários de Juros Índices Cupom EstranRenda bonds e sem cor- com cor(2) Controladas e Coligadas; Período (1) em Reais de Preços Cambial geira Variável Treasuries Outros relação relação (3) Controle Compartilhado; Jun 11.............................. 1 (1.727) (669) (59) (14.736) (1.821) (37) (19.049) (12.769) (4) Pessoal-chave da Administração; 2 (522.985) (110.693) (5.815) (368.399) (45.535) (684) - (1.054.111) (729.975) (a) Aplicações interfinanceiras de liquidez – depósitos interfinanceiros com taxas equivalentes às do CDI – certificado de depósito interfinanceiro; 3 (1.001.940) (214.829) (11.362) (736.797) (91.070) (1.362) (1) (2.057.361) (1.416.962) (b) Recompras e/ou revendas a liquidar, de operações compromissadas, lastreadas em títulos públicos, com taxas equivalentes às do “overnight”; Mar 11 ............................. 1 (281) (112) (34) (4.140) (1.378) (275) (6.220) (4.201) (c) Diferenciais a receber e a pagar de operações de “swap”; 2 (85.271) (17.771) (3.617) (103.498) (34.450) (15.540) (1) (260.148) (147.141) (d) Empréstimos no exterior, captados em moeda estrangeira, para financiamento à exportação, com encargos equivalentes à variação cambial e juros 3 (164.173) (34.765) (7.019) (206.996) (68.899) (30.660) (1) (512.513) (289.775) do mercado internacional; Dez 10 ............................. 1 (439) (374) (40) (3.707) (322) (154) (5.036) (2.669) (e) Basicamente, contratos celebrados com a Scopus Tecnologia Ltda. para serviços de manutenção de equipamentos de informática e com a Fidelity 2 (130.396) (55.064) (3.924) (92.673) (8.054) (4.570) (1) (294.682) (155.665) Processadora e Serviços S.A. para processamento de cartões de crédito; 3 (251.911) (106.444) (7.650) (185.345) (16.109) (8.927) (1) (576.387) (301.866) (f) Operações de securitização do fluxo futuro de recebíveis de faturas de cartão de crédito de clientes residentes no exterior; e Set 10 .............................. 1 (284) (117) (15) (297) (613) (168) (1.494) (776) (g) Em setembro de 2010 a empresa Banco Bradesco Luxembourg S.A. passou a ser denominada Banco Bradesco Europa S.A. 2 (78.051) (16.801) (865) (7.427) (15.324) (861) (119.329) (91.207) b) Remuneração do pessoal-chave da Administração 3 (152.110) (31.858) (1.711) (14.854) (30.648) (1.620) (1) (232.802) (177.470) Anualmente na Assembleia Geral Ordinária é fixado: Jun 10.............................. 1 (215) (41) (35) (43) (583) (211) (1.128) (588) 2 (57.019) (6.240) (2.865) (1.069) (14.563) (6.611) (1) (88.368) (59.627) • O montante global anual da remuneração dos Administradores, que é definido em reunião do Conselho de Administração, aos membros do próprio 3 (112.008) (11.794) (5.650) (2.137) (29.125) (13.066) (2) (173.782) (117.213) Conselho e da Diretoria, conforme determina o Estatuto Social; e • A verba destinada a custear Planos de Previdência Complementar aberta dos Administradores, dentro do Plano de Previdência destinado aos Funcionários Expoe Administradores da Organização Bradesco. sições ExpoExpoPara 2011, foi determinado o valor máximo de R$ 360.400 mil para remuneração dos Administradores (proventos e gratificações) e de R$ 341.000 mil para Exposujeitas à sições sições custear planos de previdência complementar de contribuição definida. Exposisições variasujeitas à sujeitas a ções que Exposujeitas à Benefícios de curto prazo a administradores ção da Expovariação varianão se sições variação Semestres findos em 30 de junho - R$ mil taxa de sições da taxa ções de enquasujeitas à da taxa 2011 2010 juros de sujeitas à dos taxas de Definição dram nas variação dos Proventos ...................................................................................................................................................... 96.978 70.899 papéis variação cupons juros prédefinido preço cupons negociacambial de fixadas e Gratificações/Bônus ...................................................................................................................................... 22.471 64.700 ções de ações de índidos no moedas cupons Subtotal ........................................................................................................................................................ 119.449 135.599 anteriores ces de mercado estrande taxas Contribuição ao INSS ................................................................................................................................... 26.758 30.368 preços internageiras de juros Total ............................................................................................................................................................. 146.207 165.967 cional Benefícios pós-emprego Semestres findos em 30 de junho - R$ mil (1) Valores líquidos de efeitos fiscais. 2011 2010 As análises de sensibilidade foram efetuadas a partir dos cenários elaborados para as respectivas datas, sempre considerando as informações de mercado Planos de previdência complementar de contribuição definida .................................................................... 94.024 70.011 na época e cenários que afetariam negativamente nossas posições, conforme exemplos abaixo: Total ............................................................................................................................................................. 94.024 70.011 Cenário 1: Com base nas informações de mercado (BM&FBOVESPA, Anbima, etc.) foram aplicados choques de 1 ponto base para taxa de juros e 1% de O Bradesco não possui benefícios de longo prazo de rescisão de contrato de trabalho ou remuneração baseada em ações para seu pessoal-chave variação para preços. Por exemplo: no cenário aplicado sobre as posições de 30.6.2011 a cotação Real/Dólar foi de R$ 1,58. Para o cenário de da Administração. juros, a taxa pré-fixada de 1 ano aplicada nas posições de 30.6.2011 foi de 12,66% a.a.; Outras informações Cenário 2: Foram determinados choques de 25% com base no mercado. Por exemplo: no cenário aplicado sobre as posições de 30.6.2011 a cotação Real/ I) Conforme legislação em vigor, as instituições financeiras não podem conceder empréstimos ou adiantamentos para: Dólar foi de R$ 1,95. Para o cenário de juros, a taxa pré-fixada de 1 ano aplicada nas posições de 30.6.2011 foi de 15,81% a.a. Os cenários para a) Diretores e membros dos conselhos consultivos ou administrativo, fiscais e semelhantes, bem como aos respectivos cônjuges e parentes até o 2º grau; os demais fatores de risco também representaram choque de 25% nas respectivas curvas ou preços; e b) Pessoas físicas ou jurídicas que participem de seu capital, com mais de 10%; e Cenário 3: Foram determinados choques de 50% com base no mercado. Por exemplo: no cenário aplicado sobre as posições de 30.6.2011 a cotação Real/ Dólar foi de R$ 2,34. Para o cenário de juros, a taxa pré-fixada de 1 ano aplicada nas posições de 30.6.2011 foi de 18,97% a.a. Os cenários para c) Pessoas jurídicas de cujo capital participem, com mais de 10%, a própria instituição financeira, quaisquer diretores ou administradores da própria os demais fatores de risco também representaram choque de 50% nas respectivas curvas ou preços. instituição, bem como seus cônjuges e respectivos parentes até o 2º grau. Dessa forma, não são efetuados pelas instituições financeiras empréstimos ou adiantamentos a qualquer subsidiária, membros do Conselho de Administração Risco de Liquidez ou da Diretoria Executiva e seus familiares. Risco de Liquidez é a possibilidade da não existência de recursos financeiros suficientes para que a Organização honre seus compromissos em razão dos descasamentos entre pagamentos e recebimentos considerando as diferentes moedas e prazos de liquidação de seus direitos e obrigações. II) Participação acionária A Organização possui uma política de liquidez que define não só os níveis mínimos que devem ser observados, levando inclusive em consideração cenários Os membros do Conselho de Administração e da Diretoria possuíam em conjunto a seguinte participação acionária no Bradesco: de estresse, mas também em que tipo de instrumentos financeiros os recursos devem permanecer aplicados e define ainda a estratégia de atuação a ser Em 30 de junho acionada em caso de necessidade. 2011 2010 O processo de gerenciamento do risco de liquidez contempla o acompanhamento diário da composição dos recursos disponíveis, do cumprimento • Ações ordinárias ......................................................................................................................................... 0,74% 0,74% do nível mínimo de liquidez e do plano de contingência para situações de estresse. O controle e o acompanhamento das posições são realizados • Ações preferenciais..................................................................................................................................... 1,03% 1,08% de maneira centralizada. • Total de ações ............................................................................................................................................. 0,89% 0,91% continua...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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quarta-feira, 10 de agosto de 2011
...continuação
Banco Bradesco S.A. Companhia Aberta CNPJ 60.746.948/0001-12 Sede: Cidade de Deus, Osasco-SP
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Apresentamos o balanço patrimonial por prazos – Consolidado: 1 a 30 dias
b) Composição da conta de resultado de imposto de renda e contribuição social 31 a 180 dias
181 a 360 dias
Acima de 360 dias
Em 30 de junho - R$ mil Prazo indeterminado Total
Ativo Circulante e realizável a longo prazo ................. 357.140.297 115.991.052 41.764.398 162.675.201 677.570.948 Disponibilidades ..................................................... 7.714.874 7.714.874 Aplicações interfinanceiras de liquidez ................... 38.549.398 43.962.316 2.063.538 1.571.961 86.147.213 Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos (1) (2)................................. 190.948.848 6.405.077 1.391.057 32.679.589 231.424.571 Relações interfinanceiras e interdependências ...... 66.519.004 513.597 67.032.601 Operações de crédito e de arrendamento mercantil ............................................................... 24.360.610 54.790.829 32.497.037 103.498.667 215.147.143 Outros créditos e outros valores e bens ................. 29.047.563 10.832.830 5.812.766 24.411.387 70.104.546 Permanente ........................................................... 218.799 988.596 869.854 7.200.636 2.458.180 11.736.065 Investimentos ......................................................... 1.698.969 1.698.969 Imobilizado de uso e de arrendamento ................. 49.709 248.557 298.269 2.710.136 351.197 3.657.868 Intangível ............................................................... 169.090 740.039 571.585 4.490.500 408.014 6.379.228 Total em 2011 ......................................................... 357.359.096 116.979.648 42.634.252 169.875.837 2.458.180 689.307.013 Total em 2010 ......................................................... 306.037.083 68.302.851 42.359.040 139.499.171 1.902.071 558.100.216 Passivo Circulante e exigível a longo prazo ..................... 322.685.314 49.302.836 45.671.008 217.700.996 635.360.154 Depósitos (3) .......................................................... 99.878.689 22.142.265 12.632.553 78.907.404 213.560.911 Captações no mercado aberto (2)........................... 109.502.097 11.923.542 9.685.647 33.093.209 164.204.495 Recursos de emissão de títulos ............................. 397.925 2.126.188 5.872.566 20.646.883 29.043.562 Relações interfinanceiras e interdependências ...... 3.036.754 3.036.754 Obrigações por empréstimos e repasses ............... 3.590.886 9.374.386 7.854.632 24.387.725 45.207.629 Instrumentos financeiros derivativos ...................... 723.911 231.466 101.140 164.815 1.221.332 Provisões técnicas de seguros, previdência e capitalização (3) .................................................... 69.783.630 1.985.135 1.320.768 20.848.770 93.938.303 Outras obrigações: - Dívidas subordinadas ........................................... 1.380.694 9.370 4.171.568 19.002.079 24.563.711 - Outras ................................................................... 34.390.728 1.510.484 4.032.134 20.650.111 60.583.457 Resultados de exercícios futuros ....................... 505.228 505.228 Participação minoritária nas controladas .......... 598.863 598.863 Patrimônio líquido ................................................ 52.842.768 52.842.768 Total em 2011 ......................................................... 323.190.542 49.302.836 45.671.008 217.700.996 53.441.631 689.307.013 Total em 2010 ......................................................... 264.781.813 32.575.624 31.068.184 184.701.323 44.973.272 558.100.216 Ativos líquidos acumulados em 2011.................. 34.168.554 101.845.366 98.808.610 50.983.451 Ativos líquidos acumulados em 2010.................. 41.255.270 76.982.497 88.273.353 43.071.201 (1) As aplicações em fundos de investimento estão classificadas no prazo de 1 a 30 dias; (2) As operações vinculadas a compromissos de recompra estão classificadas conforme o prazo da operação; e (3) Os depósitos à vista, de poupança e as provisões técnicas de seguros, previdência e capitalização, representadas por produtos “VGBL” e “PGBL”, estão classificados no prazo de 1 a 30 dias, sem considerar a média histórica do giro. Risco Operacional O risco operacional é representado pela perda resultante de processos internos, pessoas e sistemas inadequados ou falhos e de eventos externos. Essa definição inclui o Risco Legal, mas exclui o Estratégico e o de Imagem. A Organização considera a atividade de gerenciamento do risco operacional imprescindível para a geração de valor agregado. O controle deste risco é realizado de maneira centralizada, por meio da identificação, mensuração, planos de mitigação e administração dos seus riscos operacionais, de maneira consolidada e por empresa. Dentre os planos de mitigação de riscos operacionais, destacamos a existência do gerenciamento da continuidade de negócios, que consiste em planos formais a serem adotados em momentos de crise, garantindo a recuperação e continuidade dos negócios, assim evitando ou mitigando perdas. Gerenciamento de Capital O processo de gerenciamento de capital é realizado de forma a proporcionar condições para o alcance dos objetivos estratégicos da Organização, levando em consideração o ambiente econômico e comercial onde atua. Este processo é compatível com a natureza das operações, complexidades dos produtos e serviços e com a dimensão da exposição a riscos da Organização. Sob a ótica do Bacen, as instituições financeiras devem manter, permanentemente, capital (Patrimônio de Referência) compatível com os riscos de suas atividades, representado pelo Patrimônio de Referência Exigido (PRE). O PRE é calculado considerando, no mínimo, a soma das parcelas de risco de crédito, risco de mercado e risco operacional. O processo de adequação do Patrimônio de Referência é acompanhado diariamente e visa assegurar que a Organização mantenha uma sólida base de capital para apoiar o desenvolvimento das atividades e fazer face aos riscos incorridos, seja em situações normais ou em condições extremas de mercado, além de atender aos requerimentos regulatórios de capital. Apresentamos a seguir o cálculo do Índice de Basileia: 2011
Em 30 de junho - R$ mil 2010 EconômicoFinanceiro financeiro 44.295.323 44.295.323
EconômicoBase de cálculo - Índice de Basileia Financeiro financeiro Patrimônio Líquido......................................................................... 52.842.768 52.842.768 Redução dos ativos diferidos, conforme Resolução nº 3.444/07 do CMN .......................................................................................... (197.221) (279.101) (357.852) (441.456) Redução dos ganhos/perdas de ajustes a valor de mercado em DPV e derivativos, conforme Resolução nº 3.444/07 do CMN ...... 1.947.294 1.947.294 1.751.725 1.751.725 Minoritários/outros ........................................................................... 176.560 598.863 164.029 677.949 Patrimônio de referência nível I ................................................... 54.769.401 55.109.824 45.853.225 46.283.541 Soma dos ganhos/perdas de ajustes a valor de mercado em DPV e derivativos, conforme Resolução nº 3.444/07 do CMN ...... (1.947.294) (1.947.294) (1.751.725) (1.751.725) Dívida subordinada........................................................................... 9.491.195 9.491.195 8.607.645 8.607.645 Patrimônio de referência nível II .................................................. 7.543.901 7.543.901 6.855.920 6.855.920 Patrimônio de referência total (nível I + nível II) ......................... 62.313.302 62.653.725 52.709.145 53.139.461 Dedução dos instrumentos de captação, conforme Resolução nº 3.444/07 do CMN ...................................................................... (96.828) (130.064) (89.593) (233.649) Patrimônio de referência (a) ......................................................... 62.216.474 62.523.661 52.619.552 52.905.812 Alocação de capital (por risco) - Risco de crédito ............................................................................. 43.209.088 43.324.158 34.824.557 34.754.633 - Risco de mercado ......................................................................... 846.567 846.567 134.901 134.901 - Risco operacional (1) ..................................................................... 1.883.392 2.690.028 1.677.756 1.677.756 Patrimônio de referência exigido (b) ........................................... 45.939.047 46.860.753 36.637.214 36.567.290 Margem (a-b) .................................................................................. 16.277.427 15.662.908 15.982.338 16.338.522 Ativo ponderado pelo risco (c) ..................................................... 417.627.700 426.006.845 333.065.578 332.429.906 Índice de Basileia (a/c) ................................................................... 14,90% 14,68% 15,80% 15,91% (1) Conforme definido pela Circular nº 3.383/08 e Circular nº 3.476/09 do Bacen, ressaltamos que, a partir de julho de 2010, o cálculo de alocação de capital de Risco Operacional para o Consolidado Econômico-Financeiro passou a contemplar as empresas não financeiras. b) Valor de mercado O valor contábil, líquido das provisões para desvalorização, dos principais instrumentos financeiros Consolidado está apresentado a seguir:
Impostos correntes: Imposto de renda e contribuição social devidos ........................ (1.834.916) Impostos diferidos: Constituição/realização no período sobre adições temporárias....... 1.877.871 Utilização de saldos iniciais de: Base negativa de contribuição social ............................................... (79.222) Prejuízo fiscal ................................................................................... (128.733) Crédito tributário de períodos anteriores constituídos: Base negativa de contribuição social ............................................... Prejuízo fiscal ................................................................................... Adições temporárias......................................................................... Constituição/utilização no período sobre: Base negativa de contribuição social ............................................... 33.845 Prejuízo fiscal ................................................................................... 59.839 Total dos impostos diferidos ........................................................ 1.763.600 Imposto de renda e contribuição social do período ................... (71.316) c) Origem dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social diferidos
(924.099) 1.221.222 (75.189) (211.108) 6.111 160.362 1.101.398 177.299
(5.399.512)
(3.097.822)
2.615.853
1.318.471
(97.014) (269.613) 44.906 86.463 2.380.595 (3.018.917)
(87.019) (247.551) 12.102 33.617 196.013 16.711 189.579 1.431.923 (1.665.899) R$ mil
Saldo em 31.12.2010 6.279.842 692.850 1.835.686 542.697 18.220 37.898 39.066 166.836 76.615 1.169.774 10.859.484
BRADESCO MÚLTIPLO Constituição (3) Realização 1.727.479 995.260 144.142 66.394 383.601 852 152.524 110.137 2.379 718 10.234 10.807 61.092 4.304 3.418 331.706 4.495 3.171 353.583 106.911 3.175.539 1.297.668
Saldo em 30.6.2011 7.012.061 770.598 2.218.435 585.084 19.881 37.325 100.158 167.722 331.706 77.939 1.416.446 12.737.355
Provisão para créditos de liquidação duvidosa ................................ Provisões cíveis ............................................................................... Provisões fiscais .............................................................................. Provisão trabalhista .......................................................................... Provisão para desvalorização de títulos e investimentos ................ Provisão para desvalorização de bens não de uso.......................... Ajuste a valor de mercado dos títulos para negociação................... Ágio amortizado .............................................................................. Provisão de juros sobre o capital próprio (1).................................... Ajuste da Lei nº 11.638/07 ............................................................... Outros .............................................................................................. Total dos créditos tributários sobre diferenças temporárias .... Prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social do país e exterior ........................................................................................... 211.343 93.684 207.955 97.072 Subtotal ........................................................................................... 11.070.827 3.269.223 1.505.623 12.834.427 Contribuição social – Medida Provisória nº 2.158-35/01 (2)............. 123.067 13.169 109.898 Total dos créditos tributários (Nota 11b)...................................... 11.193.894 3.269.223 1.518.792 12.944.325 Obrigações fiscais diferidas (Nota 35f) ........................................ 1.762.772 139.700 91.885 1.810.587 Créditos tributários líquidos das obrigações fiscais diferidas .. 9.431.122 3.129.523 1.426.907 11.133.738 - Proporção dos créditos tributários líquidos sobre o patrimônio de referência (Nota 33a) ........................................... 16,9% 17,9% - Proporção dos créditos tributários líquidos sobre o ativo total .. 1,5% 1,6% (1) O crédito tributário sobre os juros sobre o capital próprio é contabilizado até o limite fiscal permitido; (2) Até o final do exercício, há previsão de realização do valor de R$ 13.169 mil, que será contabilizado quando de sua efetiva utilização (item d); e (3) Contempla o crédito tributário relativo à elevação da alíquota de contribuição social para as empresas dos segmentos financeiro e de seguros, determinada pela Lei nº 11.727/08, os quais correspondem ao valor de R$ 34.900 mil (Nota 3h). R$ mil BRADESCO CONSOLIDADO Saldo em Constituição Saldo em 31.12.2010 (3) Realização 30.6.2011 Provisão para créditos de liquidação duvidosa ................................ 8.797.082 2.444.210 1.235.780 10.005.512 Provisões cíveis ............................................................................... 1.025.560 217.630 95.216 1.147.974 Provisões fiscais .............................................................................. 2.770.672 738.850 8.953 3.500.569 Provisão trabalhista .......................................................................... 627.215 164.059 112.136 679.138 Provisão para desvalorização de títulos e investimentos ................. 100.554 7.387 2.005 105.936 Provisão para desvalorização de bens não de uso.......................... 105.913 45.186 52.805 98.294 Ajuste a valor de mercado dos títulos para negociação................... 58.546 63.405 320 121.631 Ágio amortizado ............................................................................... 906.512 7.942 117.696 796.758 Provisão de juros sobre o capital próprio (1).................................... 331.706 331.706 Ajuste da Lei nº 11.638/07 ............................................................... 77.458 4.539 3.322 78.675 Outros............................................................................................... 1.864.356 592.194 373.022 2.083.528 Total dos créditos tributários sobre diferenças temporárias..... 16.333.868 4.617.108 2.001.255 18.949.721 Prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social do país e exterior............................................................................................ 739.453 131.369 366.627 504.195 Subtotal ........................................................................................... 17.073.321 4.748.477 2.367.882 19.453.916 Ajuste a valor de mercado dos títulos disponíveis para venda......... 215.881 185.656 20.872 380.665 Contribuição social – Medida Provisória nº 2.158-35/01 (2)............. 157.813 13.170 144.643 Total dos créditos tributários (Nota 11b)...................................... 17.447.015 4.934.133 2.401.924 19.979.224 Obrigações fiscais diferidas (Nota 35f) ........................................ 4.791.462 265.376 246.718 4.810.120 Créditos tributários líquidos das obrigações fiscais diferidas .... 12.655.553 4.668.757 2.155.206 15.169.104 - Proporção dos créditos tributários líquidos sobre o patrimônio de referência (Nota 33a) ........................................... 22,5% 24,3% - Proporção dos créditos tributários líquidos sobre o ativo total 2,0% 2,2% (1) O crédito tributário sobre os juros sobre o capital próprio é contabilizado até o limite fiscal permitido; (2) Até o final do exercício, há previsão de realização do valor de R$ 39.959 mil, que será contabilizado quando de sua efetiva utilização (item d); e (3) Contempla o crédito tributário relativo à elevação da alíquota de contribuição social para as empresas dos segmentos financeiro e de seguros, determinada pela Lei nº 11.727/08, os quais correspondem ao valor de R$ 226.711 mil (Nota 3h). d) Previsão de realização dos créditos tributários sobre diferenças temporárias, prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social e crédito tributário de contribuição social M.P. nº 2.158-35 Semestres findos em 30 de junho - R$ mil BRADESCO MÚLTIPLO Prejuízo fiscal Diferenças temporárias e base negativa Imposto Contribuição Imposto Contribuição de renda social de renda social Total 2011.................................................................................................. 1.650.023 894.414 8.841 4.706 2.557.984 2012.................................................................................................. 2.468.221 1.437.402 42.988 26.990 3.975.601 2013.................................................................................................. 2.446.963 1.429.640 8.841 4.706 3.890.150 2014 ................................................................................................. 770.139 542.559 1.312.698 2015 ................................................................................................. 585.739 415.289 1.001.028 2016 (1º sem) ................................................................................... 51.790 45.176 96.966 Total ................................................................................................. 7.972.875 4.764.480 60.670 36.402 12.834.427
2011.................................................................................................. 2012.................................................................................................. 2013.................................................................................................. 2014 ................................................................................................. 2015 ................................................................................................. 2016 (1º sem) ................................................................................... Total .................................................................................................
Semestres findos em 30 de junho - R$ mil BRADESCO CONSOLIDADO Prejuízo fiscal Diferenças temporárias e base negativa Imposto Contribuição Imposto Contribuição de renda social de renda social Total 2.633.778 1.395.992 78.615 21.184 4.129.569 3.702.118 2.116.038 102.873 59.329 5.980.358 3.721.559 2.115.483 54.298 29.707 5.921.047 1.126.202 731.540 47.012 28.974 1.933.728 756.621 506.372 54.509 26.186 1.343.688 80.348 63.670 403 1.105 145.526 12.020.626 6.929.095 337.710 166.485 19.453.916
Total .................................................................................................
Semestres findos em 30 de junho - R$ mil BRADESCO MÚLTIPLO Crédito tributário de contribuição social M.P. nº 2.158-35 2011 2012 2013 Total 13.169 87.468 9.261 109.898
Total .................................................................................................
Semestres findos em 30 de junho - R$ mil BRADESCO CONSOLIDADO Crédito tributário de contribuição social M.P. nº 2.158-35 2011 2012 2013 2014 Total 39.959 94.256 9.260 1.168 144.643
Em 30 de junho - R$ mil Lucro (prejuízo) não realizado sem efeitos fiscais Valor Valor de contábil mercado No resultado No patrimônio líquido 2011 2011 2010 2011 2010
Carteira Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos (Notas 3e, 3f e 8)............... 231.424.571 234.882.162 3.031.829 3.290.205 3.457.591 3.395.319 - Ajuste de títulos disponíveis para venda (Nota 8c II) ............................................................. (425.762) (105.114) - Ajuste de títulos mantidos até o vencimento (Nota 8d item 7) ..................................................... 3.457.591 3.395.319 3.457.591 3.395.319 Operações de crédito e de arrendamento mercantil (1) (Notas 3g e 10) ................................. 250.834.416 250.260.155 (574.261) 178.274 (574.261) 178.274 Investimentos (2) (Notas 3j e 13)............................. 1.698.969 9.011.801 7.312.832 6.527.565 7.312.832 6.527.565 Ações em tesouraria (Nota 24d).............................. 63.091 66.602 3.511 Depósitos a prazo (Notas 3n e 17a)........................ 125.385.063 125.161.236 223.827 150.567 223.827 150.567 Recursos de emissão de títulos (Nota 17c)............. 29.043.562 29.218.615 (175.053) 8.905 (175.053) 8.905 Obrigações por empréstimos e repasses (Notas 18a e 18b) .................................................. 45.207.629 44.621.145 586.484 70.014 586.484 70.014 Dívidas subordinadas (Nota 20) .............................. 24.563.711 25.592.511 (1.028.800) (999.041) (1.028.800) (999.041) Lucro não realizado sem efeitos fiscais.............. 9.376.858 9.226.489 9.806.131 9.331.603 (1) Inclui adiantamentos sobre contratos de câmbio, operações de arrendamento mercantil e outros créditos com características de concessão de créditos; e (2) Inclui, basicamente, a mais valia das participações em controladas e coligadas (Cielo, Odontoprev e Fleury) e outros investimentos (BM&FBOVESPA e Cetip). Determinação do valor de mercado dos instrumentos financeiros • Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos, investimentos, dívidas subordinadas e ações em tesouraria baseiam-se em cotação de preços de mercado na data do balanço. Se não houver cotação de preços de mercado, os valores são estimados com base em cotações de distribuidores, modelos de precificação, modelos de cotações ou cotações de preços para instrumentos com características semelhantes; • Operações de crédito pré-fixadas foram determinadas mediante desconto dos fluxos de caixa estimados, adotando as taxas de juros praticadas pela Organização Bradesco em novos contratos de características similares. As referidas taxas são compatíveis com o mercado na data do balanço; e • Depósitos a prazo, recursos de emissão de títulos e obrigações por empréstimos e repasses foram calculados mediante o desconto da diferença entre os fluxos de caixa nas condições contratuais e as taxas praticadas no mercado na data do balanço.
Semestres findos em 30 de junho - R$ mil BRADESCO CONSOLIDADO 2011 2010
BRADESCO MÚLTIPLO 2011 2010
A projeção de realização de crédito tributário é uma estimativa e não está diretamente relacionada à expectativa de lucros contábeis. O valor presente dos créditos tributários, calculados considerando a taxa média de captação, líquida dos efeitos tributários, monta a R$ 12.037.983 mil (2010 – R$ 9.789.775 mil) BRADESCO CONSOLIDADO – R$ 18.258.148 mil (2010 – R$ 15.340.284 mil), sendo R$ 11.840.738 mil (2010 – R$ 9.257.683 mil) BRADESCO CONSOLIDADO – R$ 17.653.909 mil (2010 – R$ 14.189.571 mil) de diferenças temporárias, R$ 92.428 mil (2010 – R$ 347.944 mil) BRADESCO CONSOLIDADO – R$ 465.465 mil (2010 – R$ 939.719 mil) de prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social e R$ 104.817 mil (2010 – R$ 184.148 mil) BRADESCO CONSOLIDADO – R$ 138.774 mil (2010 – R$ 210.994 mil) de crédito tributário de contribuição social M.P. nº 2.158-35.
e) Créditos tributários não ativados Não foram constituídos créditos tributários no montante de R$ 2.578 mil (2010 – R$ 74.693 mil), os quais serão registrados quando apresentarem efetivas perspectivas de realização de acordo com estudos e análises elaboradas pela Administração e pelas normas do Bacen. 34) BENEFÍCIOS A EMPREGADOS Em função da Ação Direta de Inconstitucionalidade ajuizada pela CONSIF contra a Lei nº 11.727/08, artigos nº 17 e 41, os créditos tributários de O Bradesco e suas controladas são patrocinadores de um plano de previdência complementar para seus funcionários e administradores, na modalidade períodos anteriores decorrentes da elevação da alíquota da Contribuição Social de 9% para 15% foram registrados até o limite das obrigações Plano Gerador de Benefícios Livres (PGBL). O PGBL é um plano de previdência do tipo de contribuição definida, que permite acumular recursos financeiros tributárias consolidadas correspondentes. Neste semestre, o saldo remanescente em 31 de dezembro de 2010, no montante de R$ 226.711 mil, foi ao longo da carreira profissional do participante mediante contribuições pagas por ele mesmo e pela empresa patrocinadora, sendo os recursos investidos integralmente constituído (Nota 3h). em um FIE (Fundo de Investimento Exclusivo). f) Obrigações fiscais diferidas O PGBL é administrado pela Bradesco Vida e Previdência S.A. e a BRAM – Bradesco Asset Management S.A. DTVM é a responsável pela gestão financeira Semestres findos em 30 de junho - R$ mil dos fundos FIEs. BRADESCO MÚLTIPLO BRADESCO CONSOLIDADO As contribuições dos funcionários e administradores do Bradesco e suas controladas são equivalentes a 4% do salário, exceto para os participantes que, em 2011 2010 2011 2010 2001, optaram por migrar do plano de benefício definido para o plano de contribuição definida (PGBL), cujas contribuições foram mantidas nos níveis que Ajuste a valor de mercado de instrumentos financeiros derivativos 186.830 413.287 222.709 443.889 vigoravam no plano de benefício definido quando da transferência de plano, observando sempre o mínimo de 4% do salário. Superveniência de depreciação ....................................................... 1.260.075 1.209.647 3.796.765 3.720.665 As obrigações atuariais do plano de contribuição definida (PGBL) estão integralmente cobertas pelo patrimônio do FIE correspondente. Atualização de depósitos judiciais e outros...................................... 363.682 361.087 790.646 711.053 Além do plano (PGBL) anteriormente apresentado, estão assegurados aos participantes que optaram em migrar do plano de benefício definido, um benefício Total ................................................................................................. 1.810.587 1.984.021 4.810.120 4.875.607 proporcional diferido, correspondente aos seus direitos acumulados nesse plano. Para os participantes do plano de benefício definido, migrados ou não para As obrigações fiscais diferidas das empresas dos segmentos financeiro e de seguros foram constituídas considerando a elevação da alíquota de contribuição o PGBL, participantes aposentados e pensionistas, o valor presente das obrigações atuariais do plano está integralmente coberto por ativos garantidores. social, determinada pela Lei nº 11.727/08 (Nota 3h). O Banco Alvorada S.A. (incorporador do Banco Baneb S.A.) mantém planos de aposentadoria complementar de contribuição definida e de benefício definido, por meio da Fundação Baneb de Seguridade Social – Bases (relativos aos ex-empregados do Baneb). As obrigações atuariais dos planos de contribuição 36) OUTRAS INFORMAÇÕES definida e benefício definido estão integralmente cobertas pelos patrimônios dos planos. a) A Organização Bradesco administra fundos de investimento e carteiras, cujos patrimônios líquidos em 30 de junho de 2011 atingiram a R$ 310.681.731 mil (2010 – R$ 263.296.711 mil). O Banco Bradesco BBI S.A. (atual denominação do Banco BEM S.A.) patrocina planos de aposentadoria complementar de benefício definido e de b) Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, alguns pronunciamentos contábeis e suas contribuição definida, por meio da Caixa de Assistência e Aposentadoria dos Funcionários do Banco do Estado do Maranhão – Capof. interpretações foram emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), os quais serão aplicáveis às instituições financeiras somente A Alvorada Cartões, Crédito, Financiamento e Investimento S.A. (Alvorada CCFI) (incorporadora do Banco BEC S.A.) patrocina plano de benefício definido quando aprovado pelo CMN. por meio da Caixa de Previdência Privada do Banco do Estado do Ceará – Cabec. Os recursos garantidores dos planos de previdência são investidos de acordo com a legislação pertinente (títulos públicos e privados, ações de companhias Os pronunciamentos contábeis já aprovados foram: • Resolução nº 3.566/08 – Redução ao Valor Recuperável de Ativos (CPC 01); abertas e imóveis). • Resolução nº 3.604/08 – Demonstração do Fluxo de Caixa (CPC 03); O Bradesco, em suas dependências no exterior, proporciona para seus funcionários e administradores plano de pensão de acordo com as normas • Resolução nº 3.750/09 – Divulgação sobre Partes Relacionadas (CPC 05); estabelecidas pelas autoridades locais, que permite acumular recursos financeiros ao longo da carreira profissional do participante. • Resolução nº 3.823/09 – Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (CPC 25); As despesas com contribuições efetuadas durante o 1º semestre de 2011 totalizaram – R$ 137.609 mil (2010 – R$ 109.711 mil), BRADESCO • Resolução nº 3.973/11 – Evento Subsequente (CPC 24); e CONSOLIDADO – R$ 187.047 mil (2010 – R$ 142.544 mil). • Resolução nº 3.989/11 – Pagamento Baseado em Ações (CPC 10). Além desse benefício, o Bradesco e suas controladas oferecem aos seus funcionários e administradores outros benefícios, dentre os quais: seguro saúde, Atualmente, não é possível estimar quando o CMN irá aprovar os demais pronunciamentos contábeis do CPC e tampouco se a utilização dos mesmos assistência odontológica, seguro de vida e de acidentes pessoais e treinamento profissional, cujo montante dessas despesas, incluindo as contribuições será de maneira prospectiva ou retrospectiva. Com isso ainda não é possível quantificar os impactos contábeis da utilização desses pronunciamentos nas mencionadas anteriormente, totalizaram no 1º semestre de 2011 – R$ 813.782 mil (2010 – R$ 668.843 mil) BRADESCO CONSOLIDADO – R$ 1.064.016 demonstrações contábeis do Bradesco. mil (2010 – R$ 879.258 mil). A Resolução nº 3.786/09 do CMN e as Circulares nº 3.472/09 e nº 3.516/10 do Bacen estabeleceram que as instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Bacen, constituídas sob a forma de companhia aberta ou que sejam obrigadas a constituir Comitê de Auditoria devem, a 35) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL partir de 31 de dezembro de 2010, elaborar anualmente e divulgar em até 90 dias após a data-base de 31 de dezembro suas demonstrações contábeis a) Demonstração do cálculo dos encargos com imposto de renda e contribuição social consolidadas, preparadas de acordo com as normas internacionais de contabilidade (IFRS), seguindo os pronunciamentos internacionais emitidos pelo Semestres findos em 30 de junho - R$ mil IASB – International Accounting Standards Board. BRADESCO MÚLTIPLO BRADESCO CONSOLIDADO Conforme estabelecido na resolução do CMN, em 15 de abril de 2011, o Bradesco divulgou em seu website, suas demonstrações contábeis de 31 de dezembro de 2010 e 2009 preparadas de acordo com as IFRSs. Tais demonstrações contábeis não fazem parte ou não estão incorporadas a estas 2011 2010 2011 2010 demonstrações. A Administração acredita que as diferenças entre o lucro líquido e o patrimônio líquido para 30 de junho de 2011, não são significativamente Resultado antes do imposto de renda e contribuição social..... 5.558.744 4.330.725 8.604.045 6.209.316 diferentes, quanto à sua natureza ou seus valores, das apresentadas na reconciliação de 31 de dezembro de 2010, divulgada nas demonstrações contábeis Encargo total do imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 15%, respectivamente (1) ............................... (2.223.498) (1.732.290) (3.441.618) (2.483.726) em IFRS e não incorporadas nestas demonstrações contábeis. c) Em maio de 2011, no leilão conduzido pela BM&FBOVESPA, o Bradesco adquiriu o controle acionário do Banco do Estado do Rio de Janeiro S.A. (BERJ). Efeito no cálculo dos tributos: A operação envolveu a compra de 96,99% de ações ordinárias e 95,21% de ações preferenciais, que representam 96,23% do capital social do BERJ, pelo Participações em coligadas ............................................................. 1.941.837 1.460.216 20.026 19.108 valor de R$ 1,025 bilhão (Preço do BERJ). (Perda)/ganho cambial ..................................................................... (395.923) 71.227 (394.613) 54.805 Despesas indedutíveis líquidas de receitas não tributáveis ............ (80.364) (88.815) (174.897) (128.972) Com a aquisição do BERJ, o Bradesco também adquiriu o direito de prestar ao Estado do Rio de Janeiro os serviços referentes a pagamento de sua folha salarial, bem como, o pagamento de seus fornecedores e do serviço de recolhimento de impostos estaduais, dentre outros serviços, no período de janeiro Crédito tributário de períodos anteriores constituídos...................... 241.732 de 2012 a dezembro de 2014. Por esse direito, o Bradesco pagará o valor de R$ 748,7 milhões (Preço da Folha). Juros sobre o capital próprio (pagos e a pagar)............................... 581.381 489.984 581.381 489.984 O pagamento dos valores acima referidos deverá ocorrer conforme o seguinte cronograma: Efeito do diferencial da alíquota da contribuição social (2) .............. 34.900 27.438 226.711 342.823 Outros valores .................................................................................. 70.351 (50.461) 164.093 (201.653) • 20% do valor do Preço do BERJ e 100% do Preço da Folha em até 5 dias após o atendimento de determinadas condições, dentre elas a aprovação pelo Imposto de renda e contribuição social do período ................... (71.316) 177.299 (3.018.917) (1.665.899) Bacen da transferência do controle acionário do BERJ e a assinatura do Contrato de Compra e Venda do Lote Único de Ações; e (1) A alíquota da contribuição social para as empresas dos segmentos financeiros e de seguros foi elevada para 15%, de acordo com a Lei nº 11.727/08, • 80% do valor do Preço do BERJ em até 5 dias após a ratificação quanto à existência e possibilidade de realização do crédito tributário do BERJ. permanecendo em 9% para as demais empresas (Nota 3h); e Concretizada a operação de compra e venda das ações, o Bradesco irá realizar oferta pública aos acionistas minoritários, nos moldes do Artigo 254-A da Lei nº 6.404/76 e da Instrução CVM nº 361/02. (2) Refere-se à equalização da alíquota efetiva da contribuição social em relação à alíquota (40%) demonstrada. continua...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
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...continuação
Banco Bradesco S.A. Companhia Aberta CNPJ 60.746.948/0001-12 Sede: Cidade de Deus, Osasco-SP
ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO Data-Base 30 de junho de 2011
Conselho de Administração Presidente Lázaro de Mello Brandão
Vice-Presidente Antônio Bornia
Membros Mário da Silveira Teixeira Júnior João Aguiar Alvarez Denise Aguiar Alvarez Luiz Carlos Trabuco Cappi Carlos Alberto Rodrigues Guilherme Milton Matsumoto Ricardo Espírito Santo Silva Salgado
Diretoria Diretores Executivos Diretor-Presidente Luiz Carlos Trabuco Cappi
Diretores Vice-Presidentes Laércio Albino Cezar Julio de Siqueira Carvalho de Araujo Norberto Pinto Barbedo Domingos Figueiredo de Abreu
Diretores Gerentes José Alcides Munhoz Aurélio Conrado Boni Ademir Cossiello Sérgio Alexandre Figueiredo Clemente Candido Leonelli Maurício Machado de Minas
Diretores Adjuntos Alexandre da Silva Glüher Alfredo Antônio Lima de Menezes André Rodrigues Cano Josué Augusto Pancini Luiz Carlos Angelotti Marcelo de Araújo Noronha Nilton Pelegrino Nogueira *Processo em fase de homologação pelo Bacen
Diretores Departamentais
Octávio de Lazari Júnior Octavio Manoel Rodrigues de Barros Paulo Aparecido dos Santos Paulo Faustino da Costa Roberto Sobral Hollander Waldemar Ruggiero Júnior Walkiria Schirrmeister Marquetti
Adineu Santesso Altair Antônio de Souza Amilton Nieto André Bernardino da Cruz Filho André Marcelo da Silva Prado Antonio Carlos Melhado Antonio de Jesus Mendes Antonio José da Barbara Arnaldo Nissental Aurélio Guido Pagani Cassiano Ricardo Scarpelli Clayton Camacho Denise Pauli Pavarina Douglas Tevis Francisco Edilson Wiggers Fernando Roncolato Pinho *Frederico William Wolf *Glaucimar Peticov Jean Philippe Leroy João Albino Winkelmann *Joel Antonio Scalabrini Jorge Pohlmann Nasser José Luis Elias José Luiz Rodrigues Bueno José Maria Soares Nunes José Ramos Rocha Neto Júlio Alves Marques Laércio Carlos de Araújo Filho *Layette Lamartine Azevedo Júnior Lúcio Rideki Takahama Luiz Alves dos Santos Luiz Carlos Brandão Cavalcanti Junior Luiz Fernando Peres Marcos Aparecido Galende Marcos Bader Marcos Daré Mario Helio de Souza Ramos Marlene Morán Millan Moacir Nachbar Junior Nobuo Yamazaki
Comitê de Auditoria Carlos Alberto Rodrigues Guilherme - Coordenador José Lucas Ferreira de Melo Romulo Nagib Lasmar Osvaldo Watanabe
Comitê de Controles Internos e Compliance Mário da Silveira Teixeira Júnior - Coordenador Carlos Alberto Rodrigues Guilherme Milton Matsumoto Domingos Figueiredo de Abreu Alexandre da Silva Glüher Marco Antonio Rossi Clayton Camacho Frederico William Wolf Moacir Nachbar Junior Roberto Sobral Hollander
Diretores Antonio Chinellato Neto Cláudio Borges Cassemiro Cláudio Fernando Manzato Eurico Ramos Fabri Guilherme Muller Leal *Luis Carlos Furquim Vermieiro Osmar Roncolato Pinho Renan Mascarenhas Carmo *Roberto de Jesus Paris *Rogério Pedro Câmara *Vinicius José de Almeida Albernaz
Comitê Executivo de Divulgação (Órgão não Estatutário) Domingos Figueiredo de Abreu - Coordenador Julio de Siqueira Carvalho de Araujo Alexandre da Silva Glüher Luiz Carlos Angelotti Marco Antonio Rossi Antonio José da Barbara José Maria Soares Nunes Paulo Faustino da Costa Marcos Aparecido Galende Haydewaldo Roberto Chamberlain da Costa
Diretores Regionais Alex Silva Braga Almir Rocha Antonio Gualberto Diniz Antonio Piovesan Delvair Fidencio de Lima Diaulas Morize Vieira Marcondes Junior Francisco Aquilino Pontes Gadelha Francisco Assis da Silveira Junior Geraldo Dias Pacheco João Alexandre Silva João Carlos Gomes da Silva José Sergio Bordin Mauricio Gomes Maciel Volnei Wulff Wilson Reginaldo Martins
Comitê de Gestão Integrada de Riscos e Alocação de Capital Julio de Siqueira Carvalho de Araujo - Coordenador Laércio Albino Cezar Norberto Pinto Barbedo Domingos Figueiredo de Abreu *José Alcides Munhoz Alexandre da Silva Glüher *Nilton Pelegrino Nogueira Marco Antonio Rossi Roberto Sobral Hollander
Conselho Fiscal Efetivos Ricardo Abecassis Espírito Santo Silva - Coordenador Domingos Aparecido Maia Nelson Lopes de Oliveira
Suplentes Renaud Roberto Teixeira João Batistela Biazon Jorge Tadeu Pinto de Figueiredo
Ouvidoria Júlio Alves Marques - Ouvidor
Comitê de Conduta Ética
Comitê de Remuneração Lázaro de Mello Brandão - Coordenador Antônio Bornia Mário da Silveira Teixeira Júnior Luiz Carlos Trabuco Cappi Carlos Alberto Rodrigues Guilherme Milton Matsumoto
Milton Matsumoto - Coordenador Carlos Alberto Rodrigues Guilherme Julio de Siqueira Carvalho de Araujo Domingos Figueiredo de Abreu Alexandre da Silva Glüher André Rodrigues Cano Josué Augusto Pancini Marco Antonio Rossi Clayton Camacho Frederico William Wolf Glaucimar Peticov José Luiz Rodrigues Bueno Júlio Alves Marques Moacir Nachbar Junior
Departamento de Contadoria Geral Marcos Aparecido Galende Contador-CRC 1SP201309/O-6
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADAS Ao Conselho de Administração e aos Acionistas do Banco Bradesco S.A. Osasco - SP Examinamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas do Banco Bradesco S.A., identificadas como Bradesco Múltiplo e Bradesco Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.
Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.
Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A Administração do Banco Bradesco S.A. é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.
Outros assuntos Demonstrações do valor adicionado Examinamos também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), elaborada sob a responsabilidade da Administração do Banco Bradesco S.A., para o semestre findo em 30 de junho de 2011, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto.
Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis do Banco Bradesco S.A. para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos do Banco Bradesco S.A.
Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco Bradesco S.A. em 30 de junho de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.
Auditoria dos valores correspondentes a 30 de junho de 2010 As informações correspondentes ao semestre findo em 30 de junho de 2010, apresentados para fins de comparação, foram anteriormente auditados por outros auditores independentes que emitiram relatório datado de 27 de julho de 2010, que não continha qualquer modificação. São Paulo, 26 de julho de 2011 KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6
Cláudio Rogélio Sertório Contador CRC 1SP212059/O-0
RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA Governança Corporativa e as Respectivas Responsabilidades O Conselho de Administração do Banco Bradesco S.A. optou por Comitê de Auditoria único para todas as empresas integrantes do Conglomerado Financeiro, inclusive para as do Grupo Bradesco de Seguros e Previdência (Grupo Segurador). São de responsabilidade da Administração a definição e implementação de sistemas de informações contábeis e gerenciais que produzam as demonstrações contábeis das empresas que compõem a Organização Bradesco, em observância às práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, e às normas do Conselho Monetário Nacional, do Banco Central do Brasil, da Comissão de Valores Mobiliários - CVM, do Conselho Nacional de Seguros Privados - CNSP, da Superintendência de Seguros Privados - Susep e da Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS. A Administração é também responsável por processos, políticas e procedimentos de controles internos que assegurem a salvaguarda dos ativos, o tempestivo reconhecimento de passivos e o gerenciamento dos riscos das operações da Organização Bradesco. A Auditoria Independente é responsável por examinar as demonstrações contábeis e emitir relatório sobre sua aderência aos princípios contábeis. Adicionalmente, como resultado dos trabalhos para fins de emissão do relatório mencionado, produz relatório de recomendações sobre procedimentos contábeis e controles internos, sem prejuízo de outros relatórios que também deva preparar, como os das revisões limitadas das informações trimestrais ao Banco Central do Brasil e à CVM. A Auditoria Interna (Departamento de Inspetoria Geral) tem como atribuições aferir a qualidade dos sistemas de controles internos da Organização Bradesco e a regularidade das políticas e dos procedimentos definidos pela Administração, inclusive daqueles adotados na elaboração dos relatórios contábeis e financeiros. Compete ao Comitê de Auditoria avaliar a qualidade e a efetividade das Auditorias Interna e Independente, a efetividade e a suficiência dos sistemas de controles internos da Organização Bradesco e analisar as demonstrações contábeis, emitindo, quando aplicável, as recomendações pertinentes. Dentre as atribuições do Comitê de Auditoria estão, também, aquelas requeridas pela Lei Americana Sarbanes-Oxley para as Companhias registradas na U.S. Securities and Exchange Commission e cotadas na Bolsa de Valores de Nova York. O Comitê de Auditoria tem o seu Regimento disponível no site www.bradesco.com.br, área de Governança Corporativa. Atividades exercidas no 1º semestre de 2011 O Comitê participou de 86 reuniões com áreas de negócio, de controle e de gestão de riscos e com os auditores internos e independentes, conferindo, por meio de diferentes fontes, as informações sobre os aspectos considerados relevantes ou críticos. O programa de trabalho do Comitê de Auditoria, para o exercício de 2011, tem como foco os principais processos e produtos inerentes aos negócios da Organização Bradesco. Dentre os aspectos considerados mais relevantes, destacamos: • processos de elaboração e divulgação dos relatórios financeiros a acionistas e usuários externos da informação contábil-financeira; • sistemas de gerenciamento e controle de riscos de mercado, de crédito e operacional, preparação para a utilização de modelos internos em linha com as condições estabelecidas pelo Novo Acordo de Capital (Basileia II) e a regulamentação do Banco Central do Brasil sobre o assunto, com ênfase no monitoramento do processo de aprovação por aquele Órgão, para a obtenção de autorização para utilização de modelos internos de risco de mercado. O Caderno, nos moldes da Circular nº 3.478/2009, foi protocolado no Banco Central do Brasil, na abertura do prazo, em 30 de junho de 2010; e • aperfeiçoamentos nos sistemas de controles internos decorrentes dos projetos nas áreas de Tecnologia e de Gestão de Riscos.
Com base nas informações e observações colhidas, o Comitê de Auditoria julga que o sistema de controles internos da Organização Bradesco é adequado ao porte e complexidade de seus negócios e foi estruturado de modo a garantir a eficiência das suas operações, dos sistemas que geram os relatórios financeiros, bem como a observância às normas internas e externas a que se sujeitam as transações. Auditoria Independente O planejamento dos trabalhos de auditoria independente para o exercício de 2011 foi discutido com a KPMG Auditores Independentes (KPMG) e, no decorrer do 1º semestre de 2011, as equipes de auditoria encarregadas dos serviços apresentaram os resultados e principais conclusões ao Comitê de Auditoria. Os pontos relevantes apontados no relatório sobre o estudo e a avaliação dos sistemas contábil e de controles internos, elaborado em conexão com o exame das demonstrações contábeis e respectivas recomendações para aprimoramento desses sistemas, foram discutidos com o Comitê, que solicitou acompanhamento das implementações das melhorias nas áreas responsáveis. Com base no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados, o Comitê considera que os trabalhos desenvolvidos pelas equipes foram adequados aos negócios da Organização. Auditoria Interna O Comitê solicitou à Auditoria Interna que considerasse no seu planejamento, para o ano de 2011, diversos trabalhos em linha com os temas abrangidos na agenda do Comitê. No decorrer do 1º semestre de 2011, as equipes encarregadas da execução dos trabalhos planejados reportaram e discutiram com o Comitê de Auditoria as principais conclusões na visão de processo e riscos inerentes. Com base nas discussões sobre o planejamento dos trabalhos da Auditoria Interna, com foco nos riscos, processos e nas apresentações dos seus resultados, o Comitê de Auditoria julga que aquela Dependência tem respondido adequadamente às demandas para que os membros do Comitê possam formar opinião sobre os assuntos discutidos. Demonstrações Contábeis Consolidadas No 1º semestre de 2011, o Comitê reuniu-se com as áreas de Contadoria Geral, de Planejamento, Orçamento e Controle e de Auditoria Interna para avaliação das demonstrações contábeis mensais, trimestrais e semestral. Nessas reuniões, foram analisados e avaliados os aspectos de preparação dos balancetes e balanços, individuais e consolidados, as notas explicativas e os relatórios financeiros publicados em conjunto com as demonstrações contábeis consolidadas. Foram também consideradas as práticas contábeis adotadas pelo Bradesco na elaboração das demonstrações contábeis e a observância às práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, bem como o cumprimento da legislação aplicável. Antes das divulgações das Informações Financeiras Trimestrais (IFTs) e do balanço semestral, o Comitê reuniu-se com a KPMG para avaliar os aspectos de independência dos auditores e do ambiente de controle na geração dos números a serem divulgados. Com base nas revisões e discussões acima mencionadas, o Comitê de Auditoria recomenda, ao Conselho de Administração, a aprovação das demonstrações contábeis auditadas relativas ao semestre findo em 30 de junho de 2011. Cidade de Deus, Osasco, SP, 26 de julho de 2011
Sistemas de Controles Internos Com base no programa de trabalho e na agenda definidos para o exercício de 2011, o Comitê de Auditoria informou-se sobre os principais processos dentro da Organização, avaliando a sua qualidade e o comprometimento dos dirigentes com o seu aperfeiçoamento contínuo. Como resultado das reuniões com as áreas da Organização Bradesco, o Comitê de Auditoria teve a oportunidade de oferecer ao Conselho de Administração sugestões de melhoria nos processos, bem como de acompanhar as implementações de recomendações para melhoria, identificadas no decorrer dos trabalhos das auditorias e nas discussões com as áreas de negócios.
CARLOS ALBERTO RODRIGUES GUILHERME (Coordenador) JOSÉ LUCAS FERREIRA DE MELO ROMULO NAGIB LASMAR OSVALDO WATANABE
PARECER DO CONSELHO FISCAL Os infra-assinados, membros do Conselho Fiscal do Banco Bradesco S.A., no exercício de suas atribuições legais e estatutárias, tendo examinado o Relatório da Administração e as Demonstrações Contábeis relativos ao primeiro semestre de 2011, e o estudo técnico de viabilidade de geração de lucros tributáveis, trazidos a valor presente, que tem por objetivo a realização de Ativo Fiscal Diferido de acordo com a Instrução CVM nº 371/02, Resolução nº 3.059/02, do Conselho Monetário Nacional, e Circular nº 3.171/02, do Banco Central do Brasil, e à vista do relatório da KPMG Auditores Independentes, apresentado sem ressalvas, são de opinião que as citadas peças, examinadas à luz das práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, refletem adequadamente a situação patrimonial e financeira da Sociedade. Cidade de Deus, Osasco, SP, 26 de julho de 2011 Ricardo Abecassis E. Santo Silva
Domingos Aparecido Maia
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Nelson Lopes de Oliveira
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Com a temporada de chuvas, o risco da cólera está cada vez mais elevado. Tarik Jasarevic, porta-voz da OMS
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WFP (Programa de Alimentos da ONU, na sigla em inglês) iniciou ontem uma série de nove voos para Mombasa, no Quênia. Os aviões levam um total de 800 toneladas de biscoitos energéticos (HEBs, em inglês), o suficiente para alimentar 1,6 milhão de pessoas por um dia. Do Quênia, os biscoitos deverão ser enviados a outros países do chifre da África, que enfrentam uma crise de fome gerada pela pior seca na região em 60 anos. Desde o começo de julho, o WFP atendeu cerca de 8 milhões de pessoas na região. Estima-se que 13 milhões de pessoas já estejam sendo afetadas pela fome no Quênia, Etiópia, Somália e Dijibuti. A FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação) convocou uma reunião urgente em Roma, para o dia 18, para buscar com ministros e especialistas soluções para a grave situação que assola o continente. Já a Organização Mundial da Saúde (OMS) advertiu que, à
medida que a crise se agrava os casos de sarampo e cólera se multiplicam entre as povoações afetadas pela dificuldade de acesso à água potável e pela alimentação deficiente. A OMS confirmou a existência de surtos de cólera nas regiões somalis de Mogadíscio, Bay, Mudug e Lower Shabelle. No Hospital Banadir da capital foram registrados 4.061 casos – 76% em menores de 5 anos – e 172 mortes relacionadas à doença desde o início do ano. O porta-voz da OMS, Tarik Jasarevic, declarou ontem, em Genebra, que neste momento, quando a temporada de chuva está chegando a algumas áreas do país, o risco de transmissão de cólera é cada vez mais elevado, especialmente nas comunidades onde as pessoas utilizam água que pode estar contaminada. Por isso, a OMS está realizando uma campanha para a prevenção da doença. Jasarevic explicou que os novos fluxos de deslocados internos, que se concentram em assentamentos improvisados com precárias
Kabir Dhanji/Reuters
Biscoitos energéticos contra fome na África
Mulheres aguardam alimentos em Kalok Tonyang, distrito de Turkana, a noroeste de Nairobi, Quênia, um dos países afetados pela fome
condições de salubridade, representam o maior problema para controlar a propagação. Em relação ao sarampo, o
porta-voz da OMS destacou que o surto mais grave se deu no campo de refugiados de Dolo Ado, na Etiópia, região
na qual desde o início do ano foram registrados 17,5 mil casos. Uma campanha de vacinação já contemplou 300 crianças
em Dolo Ado, onde na semana passada foram isoladas sete pessoas com suspeita de sarampo. (EFE)
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
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quarta-feira, 10 de agosto de 2011
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FAT MAN Hoje, há cerca de 40 mil sobreviventes da bomba atômica.
TSUNAMI Cientistas flagram conexão entre o fenômeno e a ruptura de iceberg.
Jewel Samad
Em Washington (EUA), pacifista exibe fotografia de vítimas da bomba atômica 'Fat Man', que matou 70 mil pessoas em 9 de agosto de 1945; 3 dias antes, mais de 100 mil tinham sido mortas em Hiroshima.
Nagasaki lembra os 66 anos da 'Fat Man' Aniversário do segundo bombardeio atômico da história foi marcado por mensagens anti-nucleares e contou, pela primeira vez, com representante dos EUA.
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agasaki lembrou ontem o 66º aniversário do bombardeio atômico que matou mais de 100 mil pessoas, com uma chamada em favor da energia renovável em lugar da nuclear e a participação, pela primeira vez, de um representante dos Estados Unidos na cerimônia. Às 11h locais (23h02 de segunda-feira em Brasília), o exato momento em que a bomba Fat Man explodiu sobre Nagasaki, os sinos lembraram no Parque da Paz as vítimas do segundo ataque nuclear da história, que matou de forma instantânea cerca de 70 mil pessoas. Além do encarregado de negócios da embaixada
americana no Japão, James P. Zumwalt, assistiram à cerimônia o primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, e representantes de outros 45 países. O prefeito de Nagasaki, Tomihisa Taue, se referiu durante sua Declaração pela Paz ao acidente na usina nuclear de Fukushima e manifestou sua incredulidade de isso ter acontecido em um país cujo compromisso é o de "não mais hibakusha" (como são conhecidas no Japão as vítimas da bomba atômica). "Não importa quanto tempo leve, é necessário promover o desenvolvimento das energias renováveis em lugar da energia nuclear para nos tornamos uma
sociedade com uma base energética mais segura", disse Taue, à sombra da famosa estátua pela paz esculpida por Seibou Kitamura. O prefeito também pediu aos países que têm armas atômicas o fim da proliferação nuclear e exortou o Governo japonês a se esforçar para promover este objetivo e aplicar medidas de alívio com relação à realidade dos sobreviventes da bomba atômica, muitos deles idosos. O número de sobreviventes da bomba atômica reconhecidos oficialmente pela cidade era em março passado de 40.908, com uma idade média de 76,8 anos.
O primeiro-ministro do Japão defendeu, assim como há três dias na cerimônia que lembrou o bombardeio atômico de Hiroshima, a redução da dependência japonesa com relação à energia nuclear e uma investigação a fundo sobre as causas do acidente na usina de Fukushima após o terremoto de 11 de março. Kan voltou a defender em seu discurso os três princípios não nucleares do Japão (não possuir, produzir ou introduzir armas atômicas no país), ao tempo que destacou o compromisso da nação asiática para liderar os debates globais que buscam acabar com a proliferação nuclear. (EFE)
Japão e s
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New Yor k denunc Times os vento io u ontem que as a s u sopraria do inverno japones toridades m para o s as limpa ul, populaç esconderam d ão infor a em ndo a região d issões ra mações as importa n que não dioativas, o vazame tes sobre o o nt Segund correu. nuclear o da usina o o NYT de Fuku , durant três noit shima. Segund e e o explosõ s, enquanto um dia a reportagem, e s ap ocorriam de hidrogênio milhare ós a tragédia, na usina s de res r emo , os id Namie, cidade v entes de áre vidos ficaram em a de risc izinha à usina, fo o, no ca ra distrito s oo área. Ma m retirados da d e s crianças Tsushima, ond de Tóqu sem orientaçã e b o io enquan rincavam na ru locais o , autoridades t a o s le usavam seus pais ao norte varam para o á , acredit das mo gua que corria ando qu n t anh e pre parar o as para arroz.
Reuters
Tsunami estilhaçou iceberg na Antártida
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Imagens feitas a partir do satélite Envisat mostram os efeitos do tsunami (ocorrido em 11 de março) na geleira Sulzberger, na Antártida, a 13,6 mil quilômetros do Japão
ientistas da Nasa, a agência espacial americana, descobriram que o tsunami vinculado ao terremoto que atingiu o Japão em 11 de março foi o responsável pela ruptura de um iceberg na Antártida. A informação foi publicada no Journal of Glaciology. Cientistas, geólogos e especialistas tinham relacionado anteriormente os desprendimentos de gelo nos grandes icebergs a outros efeitos naturais tão afastados que não pudeam se associar a "causa-efeito" em um primeiro momento. Por isso, após o terremoto de 8,8 graus na escala Richter e o posterior tsunami que castigou as costas do Japão, Brunt Kelly, especialista do Goddard Space Flight Center em Greenbelt, Maryland, e seus colegas começaram seus estudos observando o sul. Utilizando diversas imagens de satélite, Brunt, junto a Emile Okal, da Universidade de Northwestern, e Douglas MacAyeal, da Universidade de Chicago, ob-
servaram novos icebergs flutuando no mar pouco depois de o impacto do terremoto ter provocado o tsunami. Assim, cerca de 18 horas depois do terremoto, a 13,6 mil quilômetros de distância, puderam ver quase em tempo real como se desprenderam vários pedaços de gelo da geleira Sulzberger, que, segundo os registros históricos, não tinha sofrido nenhuma ruptura nos últimos , 46 anos. Trata-se da primeira observação direta que demonstra uma conexão entre os tsunamis e a ruptura de icebergs a milhares de quilômetros, segundo assinala a equipe científica. "No passado vimos fragmentos de gelo e procuramos a fonte", assinalou Brunt. No entanto, desta vez o cenário era inverso. "Sabíamos imediatamente que (o tsunami) era um dos fenômenos mais importantes na história recente, sabíamos que provocaria muitas ondas, com o que desta vez tínhamos primeiro uma fonte", explicou o cientista. (EFE)
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quarta-feira, 10 de agosto de 2011
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27 ENERGIA EÓLICA Dinamarquesa Vestas irá instalar unidade no Ceará neste ano
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PETRÓLEO A OGX, de Eike Batista, foi multada em R$ 3,3 milhões por acidente.
Bolsas sobem no 'day after'
A queda das bolsas de todo o mundo na segunda-feira, com perdas históricas, foi interrompida em parte ontem. O Ibovespa fechou em alta de 5,09%. Issei Kato/Reuters
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enos de 24 horas depois da queda das bolsas em todo o mundo, a patamares como não se via desde a última crise internacional em 2008, os ações reagiram positivamente ontem. Dos Estados Unidos, à Europa e ao Brasil os pregões encerraram no azul, após um dia de grande instabilidade. A forte subida das bolsas internacionais após reunião do Federal Reserve (Fed) serviu de pretexto para a alta ontem de 5,09% do Ibovespa – a maior desde 2009, chegando a 51.150 pontos, com movimento de R$ 8,7 bilhões. Na segunda-feira, a BM&FBovespa registrou queda de 8,08%. Na manhã e tarde de ontem, após um intenso vaivém nas cotações, a alta foi construída nos últimos minutos de pregão, acompanhando a subida das ações em Nova York. O índice Standard & Poor's 500 subiu 4,74% (no dia anterior teve declínio de 6,66%), e o índice Dow Jones teve alta de 3,98% (na segunda-feira caiu 5,55%). Apesar de ter registrado a maior alta desde 29 outubro de 2009, quando o índice subiu 5,91%, o Ibovesp a n ã o c o n s eguiu recuperar todas as perdas Na segunda-feira, provocadas pela tivemos um queda de 8,08%. No mês, o índice mercado tomado pelo pânico e pela ainda tem baixa de 13%. histeria. "O mercado JOSEPH TANIOUS, estava ansioso ESTRATEGISTA J.P. MORGAN com o QE3 (uma ASSET MANAGEMENT terceira edição do "quantitative easing", ou seja, relaxamento quantitativo, que tem como objetivo aumentar a liquidez do sistema econômico) e ele não veio. Mas, no geral, o comunicado do Fed trouxe o que já era esperado, como a manutenção da taxa de juros entre zero e 0,25%", destacou o analista-sênior da TOV Corretora, André Mello. Segundo ele, apesar de o estímulo não ter sido anunciado, o comunicado mostrou que o Fed "não está apavorado" com o rebaixamento da nota da dívida norte-americana pela Standard & Poor's, já que o dinheiro continua entrando nos ativos do país (leia mais sobre o Fed na página 29). Recessão – "Na segunda-feira, tivemos um mercado tomado pelo pânico e pela histeria", disse Joseph Tanious, estrategista de mercado do J. P. Morgan Asset Management. "Hoje (ontem) estamos vendo uma pequena reversão disso, mas ainda há muito nervosismo no ar. A palavra recessão está circulando e deixando
O mercado esteve ontem instável, mas pregões relevantes fecharam no azul. Ao lado, tensão na Alemanha.
as pessoas angustiadas." Keith Bliss, vice-presidente da corretora Cuttone & Co., disse que "ainda estamos dolorosamente vendidos em relação a sessões anteriores. O mercado é temperamental. Há muita emoção e, quando isso acontece, temos um amplo movimento ao longo do dia". Câmbio – A volatilidade dos mercados internacionais contaminou o dólar ontem, com a moeda fechando abaixo de R$ 1,60 após ter saltado acima de R$ 1,65 antes do comunicado do Fed (leia mais sobre câmbio na página 28). O pessimismo dos investidores nas últimas
semanas, intensificado pelo rebaixamento da nota de crédito dos Estados Unidos, fez o valor de mercado das empresas de capital aberto do País derreter. Das 61 companhias negociadas na BM&FBovespa, 22 estão com o preço abaixo do patrimônio líquido (ativos menos passivos), conforme dados da Economatica, empresa de informação financeira. Patrimônio – A lista poderá subir ainda mais ao final da safra de balanços na semana que vem, já que algumas comparações foram feitas com base no patrimônio do primeiro trimestre, afirmou o gerente de relacionamento institu-
cional da Economatica, Einar Rivero, responsável pelo levantamento. Um dos casos é o da Eletrobras, cujo valor de mercado ontem correspondia a 29,8% do patrimônio registrado no primeiro trimestre de 2011. É a pior relação entre as 22 empresas levantadas. Segundo especialistas, essa relação pode ser um indicador importante para avaliar se as ações das empresas estão com valores elevados ou não. Ter o preço abaixo do patrimônio significa que a ação está com um desconto grande, afirma a chefe da área de análise da Ativa Corretora, Luciana Leocádio. Isso não significa, entretanto, que o valor de mercado esteja refletindo os fundamentos econômicos das companhias. Petrobras – A crise derrubou também o valor de mercado da Petrobras, que se aproxima do nível anterior à apresentação das ações do présal na capitalização recorde de R$ 120 bilhões do segundo semestre do ano passado. O valor de mercado da estatal atingiu na segunda-feira R$ 258,9 bilhões. Em 23 de setembro do ano passado, véspera da capitalização, o valor era de R$ 252,6 bilhões. O maior valor de mercado da Petrobras desde o anúncio da descoberta da camada petrolífera do pré-sal foi de R$ 413,3 bilhões. Em cinco exatos meses desde o seu maior valor, a perda atingiu R$ 154,4 bilhões. Em comunicado, a companhia sustentou que a queda é interpretada como reflexo da crise global e que não estuda planos de recompra das ações. O professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Ernesto Lozardo, explica que a redução do valor diminui a possibilidade de a Petrobras alavancar recursos no mercado. (Agências)
Pontos de vista divergentes Mantega não teme crise, mas pede aperto. O Economistas têm diferentes perspectivas sobre reflexos no Brasil
O
ministro da Fazenda, Guido Mantega, fez um apelo ontem aos três Poderes da República para que contenham os gastos públicos. Chegou a destacar o Congresso e o Judiciário, dizendo que vão ter que participar do aperto nas despesas que o Palácio do Planalto pretende fazer. Mantega afirmou que reajustes salariais, como o pretendido pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), devem ser engavetados. "Não é conveniente, não é recomendável, que neste momento se fale em aumento salário de qualquer área do setor público", disse. "A dívida brasileira é uma das poucas do mundo que estão caindo. Manter um aperto fiscal forte é um anteparo contra o seu agravamento." Segundo afirmou, todo o Executivo está empenhado para que os gastos não cresçam. "Temos uma unidade política que não existe nos Estados Unidos. Queremos que outros Poderes da República não façam propostas que aumentem gastos", acrescentou. Além disso, ele disse que o País está preparado para enfrentar o agravamento da crise e tem espaço para reduzir os juros e os depósitos compulsórios (parcela que os bancos são obrigados a manter retida no Banco Central) caso haja novas restrições ao crédito. "Na política monetária, temos raio de manobra – coisa que os norte-
Ueslei Marcelino/Reuters
Ministro fez apelo para a redução de gastos e disse que reajustes salariais no setor público são inviáveis
americanos, que já reduziram o juro a zero, não têm", disse. O ministro voltou a dizer que a enxurrada de dólares que o País tem recebido está atrelada à política monetária nos Estados Unidos. "Isso alimenta o que chamamos de guerra cambial", afirmou. Dilma – A presidenta Dilma Rousseff avaliou ontem que o fortalecimento do mercado interno é uma ferramenta para o enfrentamento da crise. Ela reiterou que o governo está atento e tomando medidas necessárias para fortalecer a economia brasileira e preservar os
empregos sem se afastar do modelo de desenvolvimento. Dilma disse também que nossas empresas são competitivas, mas sofrem com assimetrias do mercado internacional. "Há um mar de liquidez, com o qual os países centrais pretendem enfrentar seu baixo nível de atividade. Ele transforma a competição internacional de forma perversa, uma vez que afeta a taxa de câmbio. De outro lado, a redução da atividade econômica dos países desenvolvidos cria um mar de produtos procurando mercado", afirmou. (Agências)
risco de repetição da crise econômica de 2008 é baixo porque os fatores que desencadearam o travamento do crédito em todo o mundo não estão presentes, afirmou ontem o ex-ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega, ao participar de audiência, na Câmara dos Deputados, para discutir o agravamento da crise financeira internacional e a nova política industrial. De acordo com Maílson, as turbulências atuais são desdobramentos da crise de três anos atrás. "Os riscos da crise atual estão mais associados à recessão na Europa do que ao colapso do sistema financeiro que levou à restrição do crédito", disse o ex-ministro. Ele também afirmou estar seguro de que o Brasil está mais bem preparado para lidar com as turbulên-
cias externas do que em 2008. Em relação aos fatores que detonaram a crise financeira internacional de 2008, o exministro lembrou que, diferentemente dos meses que sucederam à quebra do banco Lehman Brothers, hoje não há crise de liquidez no sistema financeiro dos países centrais. "O que está ocorrendo é apenas uma reavaliação de riscos dada a menor recuperação da economia americana, mas não o travamento do crédito", argumentou. Sobre o Brasil, ele disse acreditar que a política econômica construída ao longo dos últimos 15 anos manterá o País sólido perante a instabilidade no exterior. Ipea – O economista Márcio Pochmann, presidente do Instituto de Pesquisas Econômi-
cas Aplicadas (Ipea), afirmou que a crise internacional, acentuada com as dificuldades fiscais dos Estados Unidos e União Europeia (UE), terá reflexos mais fortes no Brasil que a crise de 2008. Para ele, os países ricos hoje em dificuldade não têm o arsenal de medidas de blindagem como há três anos. "Teremos um quadro recessivo mais grave", disse. Pochmann afirmou que EUA e UE não estão adotando estratégias para estimular seus mercados internos, mas, ao contrário, buscam utilizar as exportações junto com corte de gastos. "A consequência é que haverá um acirramento profundo da competição pelo mercado internacional em um cenário de redução do nível de atividade do mundo", previu o economista. (Agências)
CVM elabora regras para agências de classificação E
nquanto o mundo discute a credibilidade das agências classificadoras de risco após o rebaixamento da nota dos títulos norteamericanos, o Brasil revê suas regras no setor. A área técnica da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) está redigindo a primeira regulamentação para essas agências no País e deve apresentá-la nos próximos meses ao colegiado, órgão máximo da autarquia. O Comitê de Regulação e Fiscalização dos Mercados Financeiro, de Capitais, de Seguros, de Previdência e Capitalização deve concluir até o fim do ano como reduzir e, em alguns casos, eliminar as exigências
de uso dos ratings nas normas usadas em seus órgãos. Isso significa restringir exigências ligadas à classificação de riscos de ativos financeiros nas normas da CVM, Banco Central (BC), Superintendência de Seguros Privados (Susep) e do Ministério da Previdência Social. As duas medidas têm como objetivo regular o trabalho feito pelas agências. "Não condenamos as classificações das agências. São boas fontes de consulta. Mas não deve haver uma confiança cega nelas", disse a superintendente de Desenvolvimento de Mercado da CVM, Flavia Mouta. (AE)
28 -.ECONOMIA
DIÁRIO DO COMÉRCIO
COMÉRCIO
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
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29 Só haverá redução da Selic caso a economia dos EUA sofra um double dip. Emílio Alfieri, economista da ACSP
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Especialistas argumentam que Copom tende a ser conservador na hora de iniciar reduções na taxa básica
Tensão nas bolsas não terá efeito imediato na Selic Renato Carbonari Ibelli
para 30 e 31 de agosto, o esperado é que a Selic seja mantida no patamar atual, em 12,5%. Emílio Alfieri, economista da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), lembrou que, durante a crise financeira iniciada em 2008, o Copom esperou três meses de recessão instalada para começar a baixar a Selic, que estava em 13,75%. "Acredito que neste ano só haverá redução da taxa caso a economia norte-americana sofra um double dip (quando a economia enfrenta recessão, volta a crescer, mas, em seguida, tem queda ainda maior). Do contrário, podemos esperar manutenção da Selic atual", disse. Ainda assim, manter a Selic no patamar atual já demonstraria que o governo admitiria redução da pressão infla-
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Svilen Milev/SXC
insegurança nos mercados causad a p e l o a g r a v amento da crise norte-americana tem potencial para refletir em menor pressão inflacionária na economia brasileira. Assim, abre-se, em tese, o caminho para que o Conselho de Política Monetária (Copom) reduza a taxa básica de juros, a Selic, nas suas próximas reuniões. Algo possível, mas pouco provável, segundo economistas. De acordo com eles, o tradicional conservadorismo do conselho deve adiar ao máximo uma possível decisão de baixar os juros. Para a próxima reunião do Copom, marcada
Aplicações demandam sangue-frio Rejane Tamoto
ços Bancários (MBA) da Fundação Vanzolini e sócio-diretor da ADN Investimentos, Carlos Alberto Widonsck, disse que o investidor terá de aprender a lidar com essas oscilações. "A crise dos EUA e a falta de soluções para a dívida da Europa respingam aqui. Se há desaceleração da economia mundial, isso afeta as perspectivas de crescimento dos balanços das empresas, de contratações e de vendas no comércio. Não estamos blindados", afirmou. Para o professor de finanças da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (Eaesp) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Fábio Gallo, o momento exige prudência e tranquilidade do investidor pessoa física. Ele recomenda sangue-frio para o aplicador se manter firme na estratégia em relação à carteira de ações. "Não adianta sair na baixa e voltar na alta.
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m dia após sua mais forte queda desde outubro de 2008, a Bolsa de Valores, Mercadorias & Futuros de São Paulo (BM&FBovespa) operou em alta de 5,1% ontem e fechou a 51.151 pontos. Para analistas, isso reflete a reposição da carteira por parte dos investidores. "A divulgação de balanços devolveu a lógica aos aplicadores, que lembraram que as empresas brasileiras apresentam bons resultados", disse o operador da TOV Corretora, Luiz Morato. A questão da dívida dos Estados Unidos aumentou a volatilidade no mercado, o que deve se manter até o final deste trimestre. O professor do curso de especialização em Gestão de Operações e Servi-
É perder dinheiro duas vezes. Quem não está acostumado com a bolsa e com aplicações em renda variável deve permanecer na renda fixa." O educador financeiro da MoneyFit, André Massaro, disse que o investidor que está na bolsa para receber dividendos das empresas, por exemplo, deve manter essa estratégia. "Deve agir como se tivesse comprado um imóvel para ter a renda do aluguel. Não importa o que aconteça, ele não vai vender", ponderou. Comportamento – O medo de perder faz com que muitos investidores repitam o comportamento dos demais – o chamado "efeito manada" – um "erro clássico", segundo o administrador de investimentos Fabio Colombo. "O investidor que tem horizonte de longo prazo deve comprar ações na baixa. Para quem tem recur-
sos e não vai precisar de dinheiro em curto prazo, este é o momento de aumentar a carteira na bolsa, desde que tenha conhecimento das empresas." Renda fixa – Para quem investe em renda fixa, ainda é cedo para avaliar mudanças no cenário. A aplicação tem oferecido boa rentabilidade por causa dos aumentos da taxa básica de juros Selic, que está em 12,5% ao ano. Para Colombo, não há nenhum dado que afete esse tipo de aplicação no momento, e ainda é arriscado investir em prefixados esperando a queda nos juros. "A tendência é que a renda fixa se comporte da mesma maneira, a não ser que a taxa de juros caia nas próximas reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom), o que pode ocorrer só se houver desaquecimento grande da economia", afirmou.
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Pawel Kopczynski/Reuters
tivas de inflação no médio prazo – devem garantir níveis excepcionalmente baixos para os juros dos fundos federais até ao menos meados de 2013", disse o órgão em comunicado. O documento decepcionou os economistas, que esperavam medidas concretas para influenciar a economia norteamericana. Há três semanas, o presidente do Fed, Ben Bernanke, disse estar preparado para oferecer mais estímulos à economia se a medida fosse considerada necessária. Outra forma de intervir , segundo o próprio Bernanke, seria reduzir os juros pagos aos bancos pelas reservas bancárias, o que iria encorajar essas instituições a aumentar o crédito. (Folhapress)
Autoridade monetária diz que taxa será baixa até meados de 2013
EUA está consideravelmente mais fraco do que o esperado, sugerindo que a inflação vai continuar contida no futuro próximo. Três integrantes de seu conselho, Richard Fisher, de Dallas, Narayana Kocher-
lakota, de Minneapolis, e Charles Plosser, da Filadélfia, votaram contra a medida. "O comitê antecipa que as condições econômicas – incluindo as baixas taxas de utilização de recurso e as expecta-
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presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, insistiu na necessidade de os países reduzirem seus déficits e aplicarem logo as medidas estipuladas pelo Eurogrupo em 21 de julho. Para Trichet, "há uma multidão de fatores" que influíram
nesta situação e nas réplicas à crise gerada neste ano. "Em conjunto, e particularmente desde o Lehman Brothers, foi a crise mais grave desde a 2ª Guerra Mundial. E poderia têlo sido desde a 1ª Guerra se o conjunto de responsáveis não tivesse tomado decisões muito importantes", avaliou. (EFE)
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acredita em redução da liquidez, com menos crédito de baixo custo no mercado. "Esse é um cenário que pode reduzir a pressão inflacionária, o que permitiria baixar a Selic", avaliou. "Mas acredito em uma posição mais conservadora do Copom", complementou. Também para Leonardo Basso, professor de economia do Mackenzie, o mais provável é que o Copom seja conservador até que o desenho da situação econômica mundial esteja melhor definido. Ele lembra que com o real valorizado – e a divisa deve se valorizar ainda mais com a decisão do Fed –, as importações ganham espaço. E essas compras externas também são uma alternativa para o controle inflacionário, o que abriria outro caminho para a redução da Selic. "Mesmo reduzindo a Selic, dólares vão continuar entrando no País porque nossos juros ainda continuarão elevados", disse Basso. SECRETARIA DE HABITAÇÃO - SEHAB
Sem anunciar pacote, Fed mantém juro.
Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) afirmou ontem que manterá a taxa de juros "excepcionalmente baixa" até meados de 2013, em um esforço para apoiar a frágil economia em um momento de lenta recuperação e temores de uma recessão. Atualmente, a taxa de juros dos EUA está no nível histórico de entre 0% e 0,25%. A ideia é dar confiança aos investidores de que o Fed continua ajudando a economia. Não está claro se a decisão será suficiente para reverter a tendência de queda das bolsas norte-americanas, que caíram mais de 15% nas últimas duas semanas. O Fed disse ainda que o crescimento econômico dos
cionária. Vale lembrar que até julho – antes do agravamento da crise norte-americana –, o boletim Focus, do Banco Central (BC), previa elevação da taxa para 12,75% para que fosse possível segurar a inflação no centro da meta. Os economistas ainda não falam em recessão mundial. A própria decisão do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) de segurar os juros no mesmo patamar pelos próximos dois anos (leia abaixo ), segundo Alfieri, mostra que os Estados Unidos vão buscar crescimento econômico a qualquer custo. Assim, o cenário mais esperado é que todo o panorama de insegurança acarrete desaceleração das economias mundiais. Mas com o mundo "mais pobre", segundo o economista Roberto Troster, da Delta Consultoria, vai cair a demanda por commodities metálicas, energéticas (petróleo) e agropecuárias, que terão os preços reduzidos. Troster também
SEÇÃO DE LICITAÇÕES - SEHAB.12 COORDENADORIA DE HABITAÇÃO PRÉ-QUALIFICAÇÃO A Secretaria Municipal de Habitação torna pública a abertura dos procedimentos licitatórios destinados à pré-qualificação de empresas para participação na concorrência para execução de obras do Programa de Saneamento, Proteção Ambiental e Recuperação da Qualidade das Águas em Áreas Degradadas de Manancial Hídrico das Bacias Guarapiranga e Billings, Urbanização de Favelas e Regularização de Loteamentos Precários, constituído por 13 (treze) lotes, conforme exposto na Audiência Pública realizada no dia 14 de abril de 2011. O recebimento dos envelopes contendo a documentação das empresas e sessões das suas aberturas públicas serão as seguintes: EDITAL Nº CHM - 01/13/2011 PROCESSO Nº 2011-0.200.991-8 OBJETO: Pré-qualificação para participação na concorrência para execução de obras do Lote 01. Data de Recebimento do envelope de documentação: 26 de setembro de 2011, das 10:00hs às 15hs. Data da Abertura da Sessão Pública: 27 de setembro de 2011 às 9:00hs EDITAL Nº CHM - 02/13/2011 PROCESSO Nº 2011-0.200.993-4 OBJETO: Pré-qualificação para participação na concorrência para execução de obras do Lote 02 Data de Recebimento do envelope de documentação: 26 de setembro de 2011, das 10:00hs às 15hs. Data da Abertura da Sessão Pública: 27 de setembro de 2011 às 10:00hs EDITAL Nº CHM - 03/13/2011 PROCESSO Nº 2011-0.200.999-3 OBJETO: Pré-qualificação para participação na concorrência para execução de obras do Lote 03 Data de Recebimento do envelope de documentação: 26 de setembro de 2011, das 10:00hs às 15hs. Data da Abertura da Sessão Pública: 27 de setembro de 2011 às 11:00hs EDITAL Nº CHM - 04/13/2011 PROCESSO Nº 2011-0.201.001-0 OBJETO: Pré-qualificação para participação na concorrência para execução de obras do Lote 04 Data de Recebimento do envelope de documentação: 26 de setembro de 2011, das 10:00hs às 15hs. Data da Abertura da Sessão Pública: 28 de setembro de 2011 às 9:00hs EDITAL Nº CHM - 05/13/2011 PROCESSO Nº 2011-0.200.990-0 OBJETO: Pré-qualificação para participação na concorrência para execução de obras do Lote 05 Data de Recebimento do envelope de documentação: 26 de setembro de 2011, das 10:00hs às 15hs. Data da Abertura da Sessão Pública: 28 de setembro de 2011 às 10:00hs EDITAL Nº CHM - 06/13/2011 PROCESSO Nº 2011-0.200.994-2 OBJETO: Pré-qualificação para participação na concorrência para execução de obras do Lote 06 Data de Recebimento do envelope de documentação: 26 de setembro de 2011, das 10:00hs às 15hs. Data da Abertura da Sessão Pública: 28 de setembro de 2011 às 11:00hs EDITAL Nº CHM - 07/13/2011 PROCESSO Nº 2011-0. 201.011-8 OBJETO: Pré-qualificação para participação na concorrência para execução de obras do Lote 07 Data de Recebimento do envelope de documentação: 26 de setembro de 2011, das 10:00hs às 15hs. Data da Abertura da Sessão Pública: 29 de setembro de 2011 às 9:00hs EDITAL Nº CHM - 08/13/2011 PROCESSO Nº 2011-0. 201.016-9 OBJETO: Pré-qualificação para participação na concorrência para execução de obras do Lote 08 Data de Recebimento do envelope de documentação: 26 de setembro de 2011, das 10:00hs às 15hs. Data da Abertura da Sessão Pública: 29 de setembro de 2011 às 10:00hs EDITAL Nº CHM - 09/13/2011 PROCESSO Nº 2011-0. 202.135-7 OBJETO: Pré-qualificação para participação na concorrência para execução de obras do Lote 09 Data de Recebimento do envelope de documentação: 26 de setembro de 2011, das 10:00hs às 15hs. Data da Abertura da Sessão Pública: 29 de setembro de 2011 às 11:00hs EDITAL Nº CHM - 10/13/2011 PROCESSO Nº 2011-0. 202.158-6 OBJETO: Pré-qualificação para participação na concorrência para execução de obras do Lote 10 Data de Recebimento do envelope de documentação: 26 de setembro de 2011, das 10:00hs às 15hs. Data da Abertura da Sessão Pública: 30 de setembro de 2011 às 9:00hs EDITAL Nº CHM - 11/13/2011 PROCESSO Nº 2011-0. 202.168-3 OBJETO: Pré-qualificação para participação na concorrência para execução de obras do Lote 11 Data de Recebimento do envelope de documentação: 26 de setembro de 2011, das 10:00hs às 15hs. Data da Abertura da Sessão Pública: 30 de setembro de 2011 às 10:00hs EDITAL Nº CHM - 12/13/2011 PROCESSO Nº 2011-0. 202.202-7 OBJETO: Pré-qualificação para participação na concorrência para execução de obras do Lote 12 Data de Recebimento do envelope de documentação: 26 de setembro de 2011, das 10:00hs às 15hs. Data da Abertura da Sessão Pública: 30 de setembro de 2011 às 11:00hs EDITAL Nº CHM - 13/13/2011 PROCESSO Nº 2011-0. 202.217-5 OBJETO: Pré-qualificação para participação na concorrência para execução de obras do Lote 13 Data de Recebimento do envelope de documentação: 26 de setembro de 2011, das 10:00hs às 15hs. Data da Abertura da Sessão Pública: 30 de setembro de 2011 às 12:00hs Os editais estarão disponíveis para aquisições a partir do dia 11 de agosto de 2011, de 2ª a 6ª, no horário das 9:00 horas às 18:00, no endereço abaixo, mediante o pagamento de R$ 20,00 (vinte reais) pelo Caderno de Licitação em CD-ROM, por meio de Documento de Arrecadação do Município de São Paulo para pagamento na rede bancária. Os editais poderão também ser consultados no site http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br a partir do dia 11 de agosto de 2011. SEÇÃO DE LICITAÇÕES-SEHAB-12, Rua São Bento, nº 405 - 22º andar - sala 221-A, Centro - São Paulo/SP. Telefone: 3397-3507 e Telefone/Fax: 3397-3509.
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A presidente da República, Dilma Rousseff, voltou a defender a criação de um ministério para micro e pequenas empresas.
conomia Ed Ferreira/AE
Simples terá teto elevado Acordo entre o Executivo e deputados deve gerar crescimento de 50% no limite de receita anual Sílvia Pimentel
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e p o i s d e q u a t ro anos e meio sem alteração, o limite máximo de faturamento anual para ser tributado como microempresa pelo Simples Nacional será atualizado em 50%, passando dos atuais R$ 240 mil para R$ 360 mil. O mesmo acontecerá com o teto da receita para empresas de pequeno porte, que subirá de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões. No caso do Empreendedor Individual (EI), a nova figura jurídica do sistema de tributação, o reajuste do limite da receita bruta será maior, passando dos atuais R$ 36 mil por ano para R$ 60 mil. A ampliação dos limites do Simples é um dos pontos do acordo fechado ontem entre a presidente Dilma Rousseff e a Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas. Os valores serão incorporados ao Projeto de Lei Complementar 591/10, que deverá ser votado até setembro pela Câmara dos Deputados. A medida deve beneficiar diretamente 5,2 milhões de negócios enquadrados nesse regime de tributação, sendo 1,4 milhão conduzidos por empreendedores individuais. Renúncia – Durante encontro no Palácio do Planalto, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, informou que as medidas de incentivo ao segmento representam uma renúncia fiscal de R$ 4,8 bilhões por ano. Somando o montante que deixará de ser arrecadado por es-
tados e municípios, o valor pode chegar a R$ 6,6 bilhões. O deputado Guilherme Campos (DEM-SP), secretário geral da Frente, lembrou que a atualização da tabela do Simples vinha sendo discutida desde o final do ano passado, quando foram requeridos pedidos de urgência para a votação da matéria. "Havia consenso de todos os líderes de partido, menos do governo." Agora, com o sinal verde do Planalto, sugestão nesse sentido será encaminhada para a Câmara dos Deputados com as propostas. Também será designado um relator para fazer ajuste no texto e, na primeira oportunidade, a matéria será votada em plenário. "Ainda não se sabe quando as mudanças entrarão em vigor. Estou confiante que valerão a partir deste ano", disse. Outra questão negociada foi a permissão para que as empresas inscritas no Simples parcelem suas dívidas tributárias em até 60 meses. A legislação atual proíbe essa possibilidade para o segmento. Pelos cálculos do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o pagamento parcelado de tributos em atraso deve beneficiar cerca de 500 mil empresários de pequeno porte que devem para o fisco e corriam o risco de serem excluídos do Simples. Outro tópico importante defendido pela Frente e que obteve consenso é a "separação" das receitas obtidas pelas vendas no mercado interno das exportações. "Com isso, uma empresa que atua na área po-
A presidente Dilma Rousseff anunciou, ontem, o acordo que deve beneficiar 5,2 milhões de negócios enquadrados no Simples Nacional.
derá faturar até R$ 7,2 milhões, sem ser excluída do regime", explicou o parlamentar. Sem acordo – Pelo menos três questões que vinham sendo defendidas pela Frente não foram contempladas no acordo. Uma delas diz respeito a "um antídoto", que seria criado para livrar as empresas do Simples do regime de substituição tributária do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS). "Os fiscos estaduais têm um apreço por essa modalidade", disse. Não houve consenso, ainda, no item referente à cobrança do diferencial de alíquotas. O governo também não concordou em incluir novas categorias no Simples Nacional. O texto original abria possibilidade para o ingresso de representantes comerciais, corretores de seguros e clínicas de fisioterapia. "São mudanças importantes para aperfeiçoar a legislação do Simples que vão continuar na pauta da Frente", concluiu Campos. O presidente da Confederação das Associações Comer-
ciais e Empresariais do Brasil (CACB), José Paulo Dornelles Cairoli, aplaudiu as medidas anunciadas pela presidente Dilma Rousseff de incentivo ao Simples. Antes do anúncio,
a presidente disse a empresários o conteúdo da ampliação. Cairoli lembrou que mais de 85% dos 2,4 milhões de filiados da CACB se enquadram entre os micro e pequenos em-
Dilma enfatiza importância dos pequenos negócios
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Brasil deve pensar primeiro nos pequenos empresários, disse a presidente Dilma Rousseff, ontem, durante cerimônia no Palácio do Planalto em que foi celebrado acordo entre a Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas e o governo federal sobre o aperfeiçoamento da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas. "Acredito muito numa palavra de ordem, que em alguns países da Europa se utiliza pra enfatizar a importância da pequena empresa, acho que cabe a nós reiterar e adotar no Brasil: 'pense primeiro nos pequenos'", disse a presidente. "Quando pensamos primeiro nos pequenos, pensamos num mundo em que várias pessoas têm oportunidades." De acordo com a presidente, os grandes e pequenos empresários, os trabalhadores e intelectuais constituem uma "parte relevante" do que no País se denomina
A crise na visão de empresários brasileiros Neide Martingo
são da crise externa no varejo. "O Brasil está muito bem, as vendas, de forma geral, também. Porém, qualquer movicrise de crédito internacional mento de uma economia global traz risque começou em 2008 foi o mo- cos ao País. Mas eu estou confiante. A mento de mostrar que a econo- oferta de empregos está crescendo, e as mia do Brasil estava preparada para as vendas de julho foram bem. Precisamos turbulências – a ponto de "sofrer" menos entender que essa crise é mais política em relação às potências mundiais, con- do que econômica. Em 2009, os bancos forme os especialistas. E, diante dos pro- estavam quebrados. Temos que nos unir blemas atuais, protagonizados pelos Es- e acreditar no Brasil neste momento." A empresária elogiou o pacote de estítados Unidos e Europa, o otimismo paLeandro Moraes/LUZ mulo à indústria divulrece ter permanecido. gado recentemente O presidente do Banpelo governo federal. co Interamericano de "Ele fortalece o setor." Desenvolvimento (BID), A empresária CristiaLuis Moreno, disse onna Arcangeli analisou tem que o Brasil e a que existem muitos inAmérica Latina têm vestimentos no Brasil – muito a ensinar aos Esmas, durante uma crise tados Unidos e à Europa internacional, as pesquando o assunto é crisoas acabam recolhense. "Há muitas tensões do o dinheiro. "Sempre no mercado internaciosão os mercados emernal – e tudo indica que gentes que sofrem." os problemas vão contiNo entanto, afirmou nuar. O mercado brasiCristiana, o poder de leiro mudou para mecompra da classe C, será lhor. Quando há reamantido. "Não há como ções, os governos têm Luiza: sempre são os mercados mudar isso. O probleque criar uma situação emergentes que sofrem. ma, disse a empresária, de tranquilidade e seé que a cada dois anos gurança. O Brasil fez isso na turbulência que começou em 2008. Os acontece uma crise. "O tempo entre uma Estados Unidos e a Europa podem seguir turbulência e outra era mais longo. Por isso, a população precisa prestar atenção e o exemplo – e aprender com o Brasil." Porém, se os grandes motores da eco- ser mais responsável com o dinheiro, e nomia mundial entrarem em recessão, praticar o consumo responsável – não só isso afetará a todos, disse Moreno em sustentável. Não temos mais tempo para São Paulo durante o lançamento do por- jogar dinheiro fora com futilidade." Já a presidente do Instituto Ayrton tal Tempo de Mulher (www.tempodemulher.com.br). "Na crise anterior, o proble- Senna, Viviane Senna, afirmou que a crima enfrentado pela América Latina não se global traz um ponto positivo: faz foi financeiro e sim comercial. O comér- com que todos se unam para resolver os problemas. "Quando o problema é cio mundial caiu naquela época." A presidente do Magazine Luiza, Luiza grande, afeta a todos. E tem que ter uma Helena Trajano mistura otimismo com solução, porque todos saem perdendo, preocupação ao falar sobre a repercus- de todas as classes sociais."
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presários, e poderão solidificar seus negócios com as novas regras que vão ajudar a reduzir a informalidade especialmente pela possibilidade de parcelamento dos tributos.
"classe média". Em seu discurso, Dilma voltou a defender a criação de um ministério para micro e pequenas empresas. Concorrência – No evento, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que, na semana passada, o governo lançou um programa para fortalecer o setor manufatureiro e começou a desonerar a folha de pagamentos para dar competitividade. Hoje, a intenção é ampliar o Simples Nacional e fortalecer a micro e pequena empresa brasileira. "É bom termos grandes empresas no País, mas micro e pequenas estimulam concorrência", declarou o ministro. Segundo Mantega, o programa está habilitando o pequeno empreendedor a fazer mais exportações. "Estamos dando oportunidade para que mais emprego seja gerado no País e que a formalização avance cada vez mais", considerou. (AE)
Para falar com o fisco: e-CNPJ. A
té o final deste ano, todas as empresas brasileiras serão obrigadas a usar a certificação digital para lidar com os órgãos do governo, independentemente do regime tributário adotado, porte do estabelecimento ou número de funcionários. Desde o início de maio, a Caixa Econômica Federal vem exigindo a ferramenta das empresas com mais de 500 colaboradores para a transmissão dos arquivos de movimentação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). No cronograma da instituição, empresas com até cinco funcionários, cujo CNPJ comece com zero, serão as últimas a p ro v i d e nciar a certificação digital. O prazo final é 23 de dezembro. A diretora da Trade Contabilidade, do G r u p o V i rtual Office, Simone Domingues, chama a atenção para o s t r a n s t o rnos causados aos empresários que não cumprirem os prazos. "Será impossível transmitir os dados. Assim, a empresa deixa de gerar a guia do FGTS, não faz o recolhimento e vai pagar multa e juros", explica. O uso obrigatório da certificação digital já é realidade para um universo expressivo de companhias. Começou com as grandes empresas para o envio de arquivos digitais à Receita Federal ou emissão de notas fiscais eletrônicas. "A tendência é de que todos usem a ferramenta", prevê Simone. A contadora recomenda aos empresários obterem a modalidade e-CNPJ, que serve também para a emissão de nota fiscal eletrônica. Hoje, o custo de uma certificação digital gira em torno de R$ 400. (SP)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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DEPARTAMENTO INTERSINDICAL DE ESTATÍSTICA E ESTUDOS SOCIOECONÔMICOS - DIEESE
conomia
Fiat: turbulências não afetam planos.
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presidente da Fiat para a América Latina, Cleodorvino Belini, afirmou ontem em Recife (PE) que as turbulências internacionais não alterarão os planos da montadora para a instalação da sua nova fábrica em Goiana (a 65 km ao norte de Recife). "As crises não afetam os investimentos por uma razão simples: elas são passageiras, e nós estamos falando de investimentos de longo prazo, para 2014." Para Belini, a solução para a crise passa pelo mercado interno. "Nosso País tem um potencial de mercado interno muito grande, e o governo está justamente orientando, fortalecendo esse mercado para não sofrer os reflexos dessa crise externa", disse. Segundo ele, a decisão de mudar o local da indústria, do complexo de Suape (a 60 km ao sul de Recife) para Goiana, permitiu à Fiat am-
pliar de R$ 3 bilhões para R$ 4 bilhões a previsão de investimentos na nova fábrica. A capacidade de produção aumentou de 200 mil veículos por ano para 250 mil. IPI – De acordo com ele, a Fiat ainda não avaliou qual será o impacto da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para as montadoras, anunciada pelo governo federal, mas disse que a medida difere daquela adotada na crise de 2008. "É difícil avaliar esse impacto, porque ela (a redução do IPI) não é uma medida que traz algo ao consumidor", afirmou. "Ela é benéfica para estimular a inovação, a pesquisa, a inteligência automotiva, que são fatores-chave para dar competitividade." Em 2008, comparou Belini, o "incentivo foi para o mercado" e, hoje, é "voltado ao desenvolvimento tecnológico do País". (Folhapress)
AngloGold investe em Minas
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mineradora sul-africana AngloGold Ashanti firmou ontem protocolo com o governo de Minas Gerais para investimento de R$ 2,24 bilhões na implantação das minas Lamego, em Sabará, na região metropolitana de Belo Horizonte, e Córrego do Sítio, em Santa Bárbara, na região central do Estado. O objetivo é a produção de ouro para exportação e de ácido sulfúrico, usado em fertilizantes, para comercialização no mercado interno. O documento foi assinado entre o presidente da empresa no Brasil, Hélcio Guerra, e o governador Antonio Anastasia (PSDB). Do total a ser in-
vestido, R$ 160 milhões irão para a mina Lamego, cujo projeto foi iniciado em 2009. Os recursos serão usados para compra de equipamentos e em infraestrutura. O objetivo é a produção de 1,5 tonelada de ouro e 20 mil toneladas de ácido sulfúrico anuais. A previsão é de a mina alcance sua capacidade de operação no fim deste ano. A mina Córrego do Sítio receberá R$ 2,07 bilhões para infraestrutura, compra de equipamentos e reforma da unidade metalúrgica. A previsão é de que produza até 4,1 toneladas de ouro por ano. Não foi divulgado o prazo para os investimentos. (AE)
DEPARTAMENTO INTERSINDICAL DE ESTATÍSTICA E ESTUDOS SOCIOECONÔMICOS - DIEESE
CNPJ nº 60.964.996/0001-87 RESULTADO DE JULGAMENTO - PREGÃO ELETRÔNICO DIE 07/2011 A Comissão de Licitação do DIEESE, comunica a vencedora do Pregão Eletrônico DIE 07/2011: PUBLISITE LTDA., CNPJ 05.278.343/0001-36, para o desenvolvimento de um aplicativo multimídia , no âmbito do Convênio MTE/SPPE/CODEFAT nº 003/2007 eTermoAditivo, valor total estimado R$ 21.000,00 (vinte e um mil reais). São Paulo, 10 de agosto de 2011.
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CNPJ nº 60.964.996/0001-87 EXTRATO DE CONTRATO - PREGÃO ELETRÔNICO DIE 07/2011 Espécie: Contrato de prestação de serviços firmado entre o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos DIEESE, CNPJ nº 60.964.996/0001-87, e PUBLISITE LTDA., CNPJ nº 05.278.373/0001-36. Objeto: Contratação de empresa especializada no desenvolvimento de um aplicativo multimídia a partir de um conteúdo fornecido pela CONTRATANTE para a produção de 5.000 (cinco mil) unidades do CD-ROM do Anuário dos Trabalhadores 2010-2011, considerando os objetivos do Convênio MTE/SPPE/CODEFAT nº 003/2007 e Termo Aditivo. Modalidade: Pregão Eletrônico nº DIE 07/2011. Valor Estimado: R$ 21.000,00 (vinte e um mil reais). Fonte de Recursos: Convênio MTE/SPPE/CODEFAT nº 003/2007 e Termo Aditivo. Data da Assinatura: 09/08/2011. Vigência: 09/08/2011 a 08/09/2011. Assinam: Pelo DIEESE, CLEMENTE GANZ LÚCIO, Diretor Técnico, pela PUBLISITE LTDA., Sr. LEANDRO DIAS FARIAS,Administrador. São Paulo, 10 de agosto de 2011.
DEPARTAMENTO INTERSINDICAL DE ESTATÍSTICA E ESTUDOS SOCIOECONÔMICOS - DIEESE
CNPJ nº 60.964.996/0001-87 EXTRATO DE CONTRATO - PREGÃO ELETRÔNICO DIE 08/2011 Espécie: Contrato de prestação de serviços firmado entre o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos - DIEESE, CNPJ nº 60.964.996/0001-87, e RETTEC, REPRODUÇÕES GRÁFICAS, TRADUÇÕES E EDIÇÕES TÉCNICO CIENTÍFICAS LTDA., CNPJ nº 62.060.074/0001-70. Objeto: Contratação de empresa especializada em serviços gráficos compreendendo impressão de 5.000 (cinco mil) exemplares, com fornecimento de prova de capa, do miolo e do acabamento do Anuário dos Trabalhadores 2010-2011, considerando os objetivos do Convênio MTE/SPPE/CODEFAT nº 003/2007 e Termo Aditivo. Modalidade: Pregão Eletrônico nº DIE 08/2011. Valor Estimado: R$ 13.400,00. Fonte de Recursos: Convênio MTE/SPPE/CODEFAT nº 003/2007 e Termo Aditivo. Data da Assinatura: 09/08/2011. Vigência: 09/08/2011 a 08/09/2011. Assinam: Pelo DIEESE, CLEMENTE GANZ LÚCIO, Diretor Técnico, pela RETTEC, REPRODUÇÕES GRÁFICAS, TRADUÇÕES E EDIÇÕESTÉCNICO CIENTÍFICAS LTDA., Sr. MICHAEL CHRISTIAN, Sócio Diretor. São Paulo, 10 de agosto de 2011.
NOVA GASÔMETRO S/A CNPJ: 45.356.466/0001-62 Assembleia Geral Extraordinária - Convocação Convidamos os acionistas da empresa Nova Gasômetro S/A a reunirem-se em AGE, em 1ª convocação, dia 18/08/2011, às 14h, e em 2ª convocação, às 14h30, na Rua Chico Pontes, 1500, a fim de deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: 1) Proposta de Rescisão do Instrumento Particular de Compra de Terreno em Permuta por Área Construída no Próprio Local e Outras Avencas firmado aos 16/8/2002, contratado com o Condomínio Apart Hotel Mart Center. 2) Proposta apresentada pela Diretoria Executiva de contratação de Instrumento Particular de Compra de Terreno em Permuta por Área Construída no Próprio Local e Outras Avencas a ser firmado com a empresa Vivenda SPE Mart Center Empreendimento Imobiliário Ltda., relativamente ao imóvel sito à Rua São Quirino, 823, Vila Guilherme, Capital, SP. Gilda Antonietta Orlando Cury - Presidente do Conselho de Administração.
RB Capital Holding S.A. - CNPJ/MF nº 10.140.272/0001-40 - NIRE 35.300.360.346 Extrato da Ata da Assembleia Geral Ordinária realizada em 30/06/2011 Data, Hora e Local: 30/06/2011, às 10hs, na sede, R. Amauri, 255, 5º and., parte, Jd. Europa, SP/SP. Convocação: Dispensada (§ 4º do art. 124 da Lei nº 6.404/76). Presença: Totalidade do capital social. Mesa: Presidente, Marcelo Pinto Duarte Barbará; Secretário, Alexandre Rhinow. Deliberações Aprovadas por Unanimidade: (i) as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício findo em 31/12/2010, publicados em 23/06/2011 no DOESP e jornal “Diário do Comércio”; (ii) a destinação do lucro líquido, no valor de R$ 49.729.854,61 da seguinte forma: (a) o valor de R$ 2.486.492,73, correspondente a 5% do lucro líquido, deverá ser destinado para a reserva legal; (b) ratificar a distribuição de dividendos realizada pela Cia. em 24/11/2010, no valor de R$ 443.107,45; (c) o lucro remanescente, no valor de R$ 46.800.254,43, será integralmente destinado para a Reserva de Lucros, sem a distribuição mínima de dividendos; e (iii) reeleger os membros do Conselho de Administração: (a) Luis Cláudio Garcia de Souza, brasileiro, casado, engenheiro civil, RG nº 17.470.433 (SSP/SP), CPF/MF nº 316.230.187-49, residente em SP/SP, como Presidente do Conselho de Administração, (b) Marcelo Pinto Duarte Barbará, brasileiro, casado, administrador de empresas, RG nº 32.269.557-0 (SSP/SP), CPF/MF nº 766.236.707-00, residente em SP/SP, como Vice-Presidente do Conselho de Administração, (c) Marcelo Pereira Lopes de Medeiros, brasileiro, casado, engenheiro, RG nº 5.347.941 (SSP/SP), CPF/MF nº 022.725.508-94, residente em SP/SP, (d) José Pio Borges, brasileiro, casado, engenheiro, RG nº 2.065.238 (IFP/RJ), CPF/MF nº 203.879.387-53, residente no RJ/RJ, (e) André Pinheiro Lara Resende, brasileiro, casado, economista, RG nº 2.397.791 (IFP/RJ), CPF/MF nº 334.600.437-68, residente em SP/SP, e (f) Winston Fritsch, brasileiro, casado, economista, RG nº 02015048 (IFP/RJ), CPF/MF nº 216.632.037-68, residente no RJ/RJ, com mandato até a AGO que aprovar as contas do exercício de 31/12/2011, e farão jus a uma remuneração anual global no montante de até R$ 100.000,00, caso assim seja aprovado pela Assembleia Geral de Acionistas. Encerramento: Nada mais, lavrou-se a ata. Acionistas: RB Capital Fundo de Investimento em Participações, Luis Cláudio Garcia de Souza, Marcelo Pinto Duarte Barbará, Marcelo Pereira Lopes de Medeiros, José Pio Borges, André Pinheiro Lara Resende e Winston Frisch. Alexandre Rhinow - Secretário. JUCESP 300.912/11-0 em 04.08.11. Kátia Regina Bueno de Godoy - Sec. Geral.
FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL Conforme informação da Distribuição Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, foram ajuizados no dia 09 de agosto de 2011, na Comarca da Capital, os seguintes pedidos de falência, recuperação extrajudicial e recuperação judicial: Reqte: Manetoni Distribuidora de Cimento, Cal e Produtos Siderúrgicos Ltda. Reqdo: War Ferr Comércio de Ferro e Aço Ltda. Av. Mutinga, 2.796 - Pirituba 1ª V. de Falências. Reqte: Pablo Dotto. Reqdo: Jolete Participações e Empreendimentos Imobiliários Ltda. R. Estela, 96 - 1° Andar, Conj. 11 – Vila Mariana - 2ª V. de Falências. Reqte: De Castro Loureiro Engenharia, Indústria e Comércio Ltda. Reqdo: Armac Comercial e Distribuidora de Ferro e Aço Ltda. R. dos Correntistas, 150 – Vila Bancária - 2ª V. de Falências.
CNPJ nº 60.964.996/0001-87 RESULTADO DE JULGAMENTO - PREGÃO ELETRÔNICO DIE 08/2011 A Comissão de Licitação do DIEESE, comunica a vencedora do Pregão Eletrônico DIE 08/2011: RETTEC - REPRODUÇÕES GRÁFICAS, TRADUÇÕES E EDIÇÕES, CNPJ 62.060.074/0001-70, para prestação de serviços gráficos, compreendendo impressão, com fornecimento de prova da capa, do miolo e do acabamento do Anuário dos Trabalhadores 2010-2011, no âmbito do Convênio MTE/SPPE/CODEFAT nº 003/2007 eTermoAditivo,valor total estimado R$ 13.400,00 (treze mil e quatrocentos reais).São Paulo,10 de agosto de 2011.
EMPRESA MUNICIPAL DE PROCESSAMENTO DE DADOS – EMPRO Aviso de Reabertura de Licitação Pregão Presencial nº 007/2011 Objeto: Contratação de empresa especializada para o fornecimento, sob demanda, de vale-alimentação, em formato de cartões eletrônicos/magnéticos personalizados, visando a aquisição de gêneros alimentícios em estabelecimentos comerciais, no Município de São José do Rio Preto (SP), destinados aos empregados da EMPRO, em quantidades e frequência variáveis, pelo período de 12 (doze) meses, conforme condições constantes nos Anexos I, II, III e IV, deste Edital. Edital completo na sede da Empro: Av. Romeu Strazzi, 199 – Bairro Vila Sinibaldi, São José do Rio Preto/SP, ou pelo site http:// www.empro.com.br – Fone: (17) 3201-1201/1216. Reabertura: 23 de agosto de 2011, às 09h30. São José do Rio Preto/SP, 09 de agosto de 2011. Cássio Domingos Dosualdo Moreira – Pregoeiro
31 DIGITALMASTER SERVIÇOS LTDA., CNPJ 05.531.602/0001-99, por seus sócios declara extinta a sociedade em 01.06.2011, conforme distrato social.
S4 BRASIL INFORMÁTICA LTDA., CNPJ 05.310.822/0001-92, por seus sócios declara extinta a sociedade em 01.06.2011, conforme distrato social.
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
FDE AVISA: COMUNICADO Tendo em vista o acolhimento parcial da impugnação apresentada pela empresa Politec Tecnologia da Informação S/A., comunicamos a suspensão da sessão de processamento do Pregão Eletrônico nº 14/00006/11/05 - Contratação de empresa para prestação de serviços contínuos de apoio técnico para a área de tecnologia da informação da FDE.
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO HOSPITAL NESTOR GOULART REIS AMÉRICO BRASILIENSE PREGÃO ELETRÔNICO nº 027/2011 O Diretor Técnico de Departamento de Saúde do Hospital, Nestor Goulart Reis, usando de sua competência delegada pelos artigos 3° e 7°, inciso I, do Decreto Estadual n° 47.297, de 06 de novembro de 2002, c.c. artigo 8°, do Decreto estadual n° 49.722, de 24 de junho de 2005, torna público que se encontra aberto, no HOSPITAL NESTOR GOULART REIS, PREGÃO ELETRÔNICO nº 027/2011, destinado à Contratação de mão de obra especializada para prestação de serviços de nutrição e alimentação hospitalar transportada para pacientes, bem como de nutrição e alimentação transportada para servidores e empregados, por um período de 15 (quinze) meses do tipo MENOR PREÇO. A realização da sessão será na data 18/08/2011, às 09h30, na sala do Núcleo de Gestão de Contratos do Hospital Nestor Goulart Reis, sito na Rua Pedro Frigeri, nº 10 - Santa Terezinha - Américo Brasiliense/SP, através do sistema eletrônico BEC, no site www.bec.sp.gov.br. A vistoria para o serviço supracitado será nos dias úteis compreendidos entre 08/08 e 17/08/2011, no horário das 09h00 às 16h00, com intervalo para almoço das 12h00 às 13h00, acompanhado pela nutricionista responsável ou a sua ordem. O certame será conduzido pela pregoeira Sra. Lúcia Helena de Oliveira Maduro, tendo como suplente de pregoeiro o Sr. Haroldo Carlos Defávere, e equipe de apoio Elaine Cristina Roberto Antonio, Beatriz Mari Saeki.
HEJOASSU ADMINISTRAÇÃO S.A. CNPJ/MF Nº 61.194.148/0001-07 - NIRE Nº 35 3 0019255 9 ATA DAS ASSEMBLÉIAS GERAIS ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA, REALIZADAS EM 29 DE ABRIL DE 2011 1. DATA, HORÁRIO E LOCAL - Dia 29 de abril de 2011, às 10:00 h., na sede social, Praça Ramos de Azevedo nº 254 - 7º andar, Capital de São Paulo. 2. CONVOCAÇÃO - Dispensada em virtude da presença da totalidade dos acionistas. 3. PRESENÇA - Acionistas representando a totalidade do capital social, conforme assinaturas lançadas no livro “Presença de Acionistas”. 4. MESA DIRIGENTE – José Ermírio de Moraes Neto, Presidente; Marcus Olyntho de Camargo Arruda, Secretário. 5. DELIBERAÇÕES NA AGO - a) Foram aprovadas as Demonstrações Financeiras e Relatório da Diretoria referentes ao exercício encerrado em 31.12.2010. b) Conseqüentemente, foi aprovada a seguinte destinação do Lucro Líquido do exercício, que totalizou R$ 4.700.244.279,77: “Dividendos Propostos”, R$ 492.000.000,00; “Retenção de Lucros”, R$ 4.208.244.279,77. 6. DELIBERAÇÕES NA AGE: a) Foi aprovada, por unanimidade, a alteração da sede social da Praça Ramos de Azevedo, 254 – 7º andar, nesta Capital, para Rua Amauri, 255, 10º andar, conjunto “A”, Capital de São Paulo. b) Em virtude da alteração ora deliberada, o artigo 2º do Estatuto Social, passa a ter a seguinte nova redação: Artigo 2° - A Companhia tem sede e foro na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Amauri nº 255, 10º andar, conjunto “A”, podendo, por deliberação de seu Conselho de Administração, criar, transferir e encerrar filial, agência, sucursal, escritório, depósito ou outro estabelecimento em qualquer parte do território nacional ou no exterior. 6. OBSERVAÇÕES FINAIS - a) - Em todas as deliberações deixaram de votar os legalmente impedidos; b) - O Sr. Presidente franqueou o uso da palavra, não havendo, todavia, nenhuma manifestação; c) - Os trabalhos foram suspensos para a lavratura da presente ata, que tendo sido lida e achada conforme vai assinada pelo Presidente, Secretário e demais acionistas presentes. (a.a.) José Ermírio de Moraes Neto, Presidente; Marcus Olyntho de Camargo Arruda, Secretário; JEMF Participações S.A., AEM Participações S.A.; ERMAN Participações S.A. e MRC Participações S.A., Acionistas. A presente transcrição é cópia fiel da ata lavrada no livro próprio. São Paulo, 29 de abril de 2011. SECRETARIA DA FAZENDA – JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO – CERTIDÃO – Certifico o Registro sob o nº 177.668/11-8 em 10.05.2011 (a) Kátia Regina Bueno de Godoy, Secretária Geral.
Bradesco Seguros S.A. CNPJ no 33.055.146/0001-93 - NIRE 35.300.329.091 Grupo Bradesco de Seguros e Previdência Ata da 129a Assembleia Geral Extraordinária e 76a Assembleia Geral Ordinária realizadas cumulativamente em 30.3.2011 Data, Hora e Local: Aos 30 dias do mês de março de 2011, às 13h, na sede social, Avenida Paulista, 1.415, parte, Bela Vista, São Paulo, SP. Quorum: Compareceram, identificaram-se e assinaram o Livro de Presença os representantes da Bradseg Participações Ltda., única acionista da Sociedade. Verificou-se também a presença dos senhores Marcos Suryan Neto, Diretor Gerente, e Edison Arisa Pereira, representante da empresa PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes. Mesa: Presidente: Marco Antonio Rossi; Secretário: Ivan Luiz Gontijo Júnior. Convocação: dispensada a convocação por Edital, de conformidade com o disposto no Parágrafo Quarto do Artigo 124 da Lei no 6.404, de 1976. Ordem do Dia: Assembleia Geral Extraordinária: Examinar propostas da Diretoria para: a) aumentar o Capital Social no valor de R$1.000.000.000,00, elevando-o de R$4.900.000.000,00 para R$5.900.000.000,00, sem emissão de ações, mediante capitalização de parte do saldo da conta “Reserva de Lucros – Estatutária”, de acordo com o disposto no Parágrafo Primeiro do Artigo 169 da Lei no 6.404/76, com a consequente alteração do “caput” do Artigo 6 o do Estatuto Social; b) alterar o Estatuto Social no Artigo 7 o, reduzindo de 4 (quatro) para 3 (três) o número mínimo de cargos na Diretoria, eliminando o cargo de Diretor Vice-Presidente Executivo, e, por consequência, nos Parágrafos Segundo e Quinto do 8o, Artigo 10 e Inciso “I” do Artigo 13. Assembleia Geral Ordinária: I) tomar conhecimento do Relatório da Administração, do Parecer Atuarial e do Relatório dos Auditores Independentes, e examinar, discutir e votar as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício social findo em 31.12.2010; II) deliberar sobre proposta da Diretoria para destinação do lucro líquido do exercício encerrado em 31.12.2010 e distribuição de dividendos; III) eleger os membros da Diretoria da Sociedade; IV) fixar o montante global anual da remuneração dos Administradores; V) ratificar as seguintes designações de Diretor responsável: pelo cumprimento do disposto na Lei no 9.613, de 3.3.1998, que trata dos crimes de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores; pelo acompanhamento, supervisão e cumprimento das normas e procedimentos de contabilidade; pela implementação de controles internos das atividades da Sociedade; pelos controles internos específicos para a prevenção contra fraudes. VI) designar, perante à SUSEP – Superintendência de Seguros Privados, o Diretor: de Relações com a SUSEP; responsável pela Área Técnica de Seguros; responsável administrativo-financeiro; responsável pelos registros de apólices e endossos emitidos e dos cosseguros aceitos. Deliberações: Assembleia Geral Extraordinária: aprovadas, sem qualquer alteração ou ressalva, as Propostas da Diretoria, registradas na Reunião daquele Órgão, de 25.3.2011, a seguir transcritas: “I) Aumentar o Capital Social no valor de R$1.000.000.000,00, elevando-o de R$4.900.000.000,00 para R$5.900.000.000,00, sem emissão de ações, mediante capitalização de parte do saldo da conta “Reserva de Lucros – Estatutária”, de acordo com o disposto no Parágrafo Primeiro do Artigo 169 da Lei no 6.404/76. Se aprovada esta proposta, a redação do “caput” do Artigo 6o do Estatuto Social passa a ser a seguinte: “Art. 6o) O Capital Social é de R$5.900.000.000,00 (cinco bilhões e novecentos milhões de reais), dividido em 750.693 (setecentas e cinquenta mil, seiscentas e noventa e três) ações ordinárias, nominativasescriturais, sem valor nominal.”; II) Alterar o Estatuto Social no Artigo 7o, reduzindo de 4 (quatro) para 3 (três) o número mínimo de cargos na Diretoria, eliminando o cargo de Diretor VicePresidente Executivo, e, por consequência, nos Parágrafos Segundo e Quinto do 8 o, Artigo 10 e Inciso “I” do Artigo 13. Se aprovada esta proposta, as redações dos Artigos 7o, Parágrafos Segundo e Quinto do 8o , Artigo 10 e Inciso “I” do Artigo 13 do Estatuto Social passarão a ser as seguintes: Art. 7o) A Sociedade será administrada por uma Diretoria, eleita pela Assembleia Geral, com mandato de 1 (um) ano, composta de 3 (três) a 12 (doze) membros, sendo 1 (um) DiretorPresidente, de 1 (um) a 6 (seis) Diretores Gerentes e de 1 (um) a 5 (cinco) Diretores. Art. 8o) Parágrafo Segundo – Ressalvadas as exceções previstas expressamente neste Estatuto, a Sociedade só se obriga mediante assinaturas, em conjunto, de no mínimo 2 (dois) Diretores, devendo um deles estar no exercício do cargo de Diretor-Presidente ou Diretor Gerente. Parágrafo Quinto – Em caso de ausência ou impedimento temporário de qualquer Diretor, inclusive do Diretor-Presidente, a própria Diretoria escolherá o substituto interino dentre seus membros. Em caso de vaga, a eleição do substituto se fará de acordo com o que dispõe o Artigo 7o, deste Estatuto. Art. 10) Além das atribuições normais que lhe são conferidas pela lei e por este Estatuto, compete especificamente a cada membro da Diretoria: a) Diretor-Presidente: I. presidir as reuniões da Diretoria, supervisionar e coordenar a ação dos seus membros; II. distribuir entre os Diretores Gerentes e Diretores, atribuições nas diversas áreas operacionais e administrativas da Sociedade; III. dirimir dúvidas ou controvérsias surgidas na administração executiva da Sociedade; b) Diretores Gerentes: auxiliar o Diretor-Presidente, supervisionando e coordenando as Diretorias que lhe ficarem afetas; c) Diretores: coordenar e dirigir as atividades de suas respectivas Diretorias, reportando-se ao Diretor Presidente ou Diretor (es) Gerente (es) a que ficarem subordinados. Art. 13) Para exercer o cargo de Diretor é necessário, ainda, que o candidato, na data da eleição, tenha: I. Diretor-Presidente e Diretor Gerente – menos de 65 (sessenta e cinco) anos de idade.”. Assembleia Geral Ordinária: I) tomaram conhecimento do Relatório da Administração, do Parecer Atuarial e do Relatório dos Auditores Independentes e aprovaram, sem ressalvas, as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício social findo em 31.12.2010, de conformidade com a publicação efetivada em 25.2.2011, no jornal “Diário do Comércio”, páginas 17 a 22; e em 26.2.2011, no jornal “Diário Oficial do Estado de São Paulo”, páginas 9 a 18; II) aprovada a proposta da Diretoria registrada na Reunião daquele Órgão, de 22.2.2011, para destinação do lucro líquido do exercício e distribuição de dividendos, conforme segue: “Tendo em vista que esta Sociedade obteve no exercício social encerrado em 31.12.2010 lucro líquido de R$2.741.493.490,79, propomos que seja destinado da seguinte forma: R$137.074.674,54 para a conta “Reserva de Lucros - Reserva Legal de 2010”; e, após adicionar o efeito positivo referente à realização da “Reserva de Reavaliação”, no montante de R$1.530,12, R$1.842.420.346,37 para a conta “Reserva de Lucros - Estatutária de 2010”; e R$762.000.000,00 para pagamento de Dividendos, o qual foi feito em 29.12.2010.”; III) para composição da Diretoria, com mandato de 1 (um) ano, até 30.3.2012, foram reeleitos os senhores: Diretor-Presidente: Marco Antonio Rossi, brasileiro, casado, securitário, RG 12.529.752/SSP-SP, CPF 015.309.538/55, com domicílio na Avenida Paulista, 1.415, parte, Bela Vista, São Paulo, SP; Diretores Gerentes: Aurélio Conrado Boni, brasileiro, casado, bancário, RG 4.661.428/SSP-SP, CPF 191.617.008/00, com domicílio na Cidade de Deus, Vila Yara, Osasco, SP; Marcos Suryan Neto, brasileiro, divorciado, securitário, RG 12.925.794-SSP/SP, CPF 014.196.728/51; Ivan Luiz Gontijo Júnior, brasileiro, casado, advogado, Registro no 44.902/OAB, CPF 770.025.397/87, ambos com domicílio na Avenida Paulista, 1.415, parte, Bela Vista, São Paulo, SP; Marcio Serôa de Araujo Coriolano, brasileiro, divorciado, economista, RG 2.686.957/IFP-RJ, CPF 330.216.357/68; Ricardo Saad Affonso, brasileiro, casado, securitário, RG 04.388.031-9/IFP-RJ, CPF 531.032.627/87, ambos com domicílio na Rua Barão de Itapagipe, 225, parte, Rio Comprido, Rio de Janeiro, RJ; Norton Glabes Labes, brasileiro, casado, securitário, RG 3.594.614-3/SSP-SP, CPF 111.610.008/87, com domicílio na Avenida Paulista, 1.415, parte, Bela Vista, São Paulo, SP; Diretores: Haydewaldo Roberto Chamberlain da Costa, brasileiro, casado, contador, CRC RJ-075823/0-9, CPF 756.039.427/20; Enrique Adan Y Coello, espanhol, casado, securitário, RNE W491.929-4-SE/ DPMAF/DPF, CPF 037.520.188-28; Tarcísio José Massote de Godoy, brasileiro, casado, securitário, RG 554.548/SSP-DF, CPF 316.688.601/04; e Alexandre Nogueira da Silva, brasileiro, casado, engenheiro de produção, RG 08.473.020-9/IFP-RJ, CPF 026.251.157/69, todos com domicílio na Avenida Paulista, 1.415, parte, Bela Vista, São Paulo, SP, sendo que permanecerão em suas funções até que os nomes dos Diretores que forem eleitos em 2012 recebam a homologação da Superintendência de Seguros Privados - SUSEP e seja a Ata arquivada na Junta Comercial e publicada. Os Diretores reeleitos preenchem as condições previstas na Resolução no 136, de 7.11.2005, da Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, e declararam, sob as penas da lei, que não estão impedidos de exercer a administração de sociedade mercantil em virtude de condenação criminal; IV) fixados: a) o montante global anual da remuneração dos Administradores, no valor de até R$15.000.000,00 (quinze milhões de reais), a ser distribuída em Reunião da Diretoria, aos membros da própria Diretoria, conforme determina a letra “g” do Artigo 9 o do Estatuto Social; b) a verba de até R$15.000.000,00 (quinze milhões de reais), para custear Plano de Previdência Complementar Aberta destinado aos Administradores e Funcionários da Organização Bradesco; V) ratificadas as seguintes designações: senhor Marcos Suryan Neto - responsável pelo cumprimento do disposto na Lei n o 9.613, de 3.3.1998, que trata dos crimes de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores; pela implementação de controles internos das atividades da Sociedade; e pelos controles internos específicos para a prevenção contra fraudes; senhor Haydewaldo Roberto Chamberlain da Costa - responsável pelo acompanhamento, supervisão e cumprimento das normas e procedimentos de contabilidade; VI) designados: a) o senhor Tarcísio José Massote de Godoy: 1) em substituição ao senhor Ivan Luiz Gontijo Júnior, como Diretor de Relações com a SUSEP e responsável pela Área Técnica de Seguros; 2) em substituição ao senhor Haydewaldo Roberto Chamberlain da Costa, como Diretor responsável pelos registros de apólices e endossos emitidos e dos cosseguros aceitos; b) o senhor Haydewaldo Roberto Chamberlain da Costa, em substituição ao senhor Samuel Monteiro dos Santos Júnior, como Diretor responsável administrativo-financeiro. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, o senhor Presidente esclareceu que para as deliberações tomadas, o Conselho Fiscal da Companhia não foi ouvido por não se encontrar instalado no período e encerrou os trabalhos, lavrando-se a presente Ata, que lida e achada conforme, foi aprovada por todos os presentes, que a subscrevem. Assinaturas: Presidente: Marco Antonio Rossi; Secretário: Ivan Luiz Gontijo Júnior; Administrador: Marcos Suryan Neto: Acionista: Bradseg Participações Ltda., por seus procuradores, senhores Carlos Laurindo Barbosa e Johan Albino Ribeiro; Auditor: Edison Arisa Pereira. Declaração: Declaramos para os devidos fins que a presente é cópia fiel da Ata original lavrada no livro próprio e que são autênticas, no mesmo livro, as assinaturas nele apostas. Bradesco Seguros S.A. aa) Ivan Luiz Gontijo Júnior e Tarcísio José Massote de Godoy. Certidão - Secretaria da Fazenda - Junta Comercial do Estado de São Paulo - Certifico o registro sob no 263.790/11-3, em 13.7.2011. a) Kátia Regina Bueno de Godoy - Secretária Geral.
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
FDE AVISA: PREGÃO ELETRÔNICO Nº 14/00006/11/05 OBJETO PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS CONTÍNUOS DE APOIO TÉCNICO PARA A ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DA FDE. A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS CONTÍNUOS DE APOIO TÉCNICO PARA A ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DA FDE. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital a partir de 10/08/2011, no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br, ou na sede da FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, ou verificar o edital na íntegra, através da Internet, no endereço: http://www.fde.sp.gov.br. A sessão pública de processamento do Pregão Eletrônico será realizada no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br, no dia 25/08/2011, às 09:30 horas, e será conduzida pelo pregoeiro com o auxílio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epígrafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverão obedecer rigorosamente ao estabelecido no edital e seus anexos e serão encaminhadas, por meio eletrônico, após o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do início do prazo para envio da proposta eletrônica será de 10/08/2011, até o momento anterior ao início da sessão pública. JOSÉ BERNARDO ORTIZ Presidente
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
FDE AVISA: TOMADAS DE PREÇOS A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para execução de Obras: TOMADA DE PREÇOS Nº - OBJETO - PRÉDIO - LOCALIZAÇÃO - PRAZO - ÁREA (se houver) - PATRIMÔNIO LÍQUIDO MÍNIMO P/ PARTICIPAR - GARANTIA DE PARTICIPAÇÃO - ABERTURA DA LICITAÇÃO (HORA E DIA) 70/00165/11/02 - Reforma de Prédio Escolar - EE Dr. Manoel Grandini Casquel - Rua das Hortênsias, 1.617 - 09175500 - Jd. Estádio - Santo André/SP - 90 - R$ 17.920,00 - R$ 1.792,00 - 10:00 - 26/08/2011. 70/00167/11/02 - Reforma de Prédios Escolares - EE Profa Julia Della Casa Paula - Rua Georges Bernanos, 311 04432-110 - Jd. São Jorge - São Paulo/SP - 150; EE Prof. José Nascimento - Rua Luiza, 48 - 04424-030 - Cid Julia - São Paulo/SP - 180 - R$ 149.191,00 - R$ 14.919,00 - 10:30 - 26/08/2011. 70/00169/11/02 - Reforma de Prédios Escolares - EE Gal. Rubem Carlos Ludwig - Est. Maria Imaculada, 2.000 06843-010 - Jd. Marajoara - Embu/SP - 120; EE Solano Trindade - Av. Sta. Tereza/Cont. R. Brooklim, 30 - 06813-340 - Sta. Teresa - Embu/SP - 150; EE Alexandrina Bassith - Rua Avaré, 25 - 06824-270 - Jd. Ângela - Embu/SP - 150 R$ 78.848,00 - R$ 7.884,00 - 11:00 - 26/08/2011. 70/00181/11/02 - Reforma de Prédio Escolar, Construção de Ambientes Complementares e de Sala de Aula com Fornecimento, Instalação, Licenciamento e Manutenção de Elevador - EE João Cavalheiro Salem - Rua Porto Velho, 125 - 07240-000 - Jd. Cumbica - Guarulhos/SP - 45 - 201,52 - R$ 112.611,00 - R$ 11.261,00 - 11:30 26/08/2011. 70/00184/11/02 - Reforma de Prédio Escolar - EE Madre Paulina - Rua Pe. Virgílio Campelo, 130 - 08130-310 - Jd. Mabel - São Paulo/SP - 150 - R$ 49.711,00 - R$ 4.971,00 - 14:00 - 26/08/2011. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital e o respectivo Caderno de Encargos e Composição do BDI, na SEDE DA FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP ou através da Internet pelo endereço eletrônico www.fde.sp.gov.br. Os interessados poderão adquirir o Edital completo através de CD-ROM a partir de 10/08/2011, na SEDE DA FDE, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, mediante pagamento não reembolsável de R$ 40,00 (quarenta reais). Todas as propostas deverão estar acompanhadas de garantia de participação, a ser apresentada à Supervisão de Licitações da FDE, conforme valor indicado acima. Os invólucros contendo a PROPOSTA COMERCIAL e os DOCUMENTOS DE HABILITAÇÃO deverão ser entregues, juntamente com a Solicitação de Participação, a Declaração de Pleno Atendimento aos Requisitos de Habilitação e a garantia de participação, no Setor de Protocolo da Supervisão de Licitações - SLI, na SEDE DA FDE, até 30 minutos antes da abertura da licitação. Esta Licitação será processada em conformidade com a LEI FEDERAL nº 8.666/93 e suas alterações, e com o disposto nas CONDIÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DE LICITAÇÕES E CONTRATAÇÕES DA FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE. As propostas deverão obedecer, rigorosamente, o estabelecido no edital. JOSÉ BERNARDO ORTIZ Presidente
Bradesco Capitalização S.A. CNPJ no 33.010.851/0001-74 - NIRE 35.300.331.354 Grupo Bradesco de Seguros e Previdência Ata da 84a Assembleia Geral Extraordinária e 73a Assembleia Geral Ordinária realizadas cumulativamente em 30.3.2011 Data, Hora e Local: Aos 30 dias do mês de março de 2011, às 10h, na sede social, Avenida Paulista, 1.415, parte, Bela Vista, São Paulo, SP. Quorum: Compareceram, identificaram-se e assinaram o Livro de Presença os representantes da Bradesco Seguros S.A., única acionista da Sociedade. Verificou-se também a presença dos senhores Marcos Suryan Neto, Diretor, e Edison Arisa Pereira, representante da empresa PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes. Mesa: Presidente: Norton Glabes Labes; Secretário: Ivan Luiz Gontijo Júnior. Convocação: Dispensada a publicação do Edital de Convocação, de conformidade com o disposto no Parágrafo Quarto do Artigo 124 da Lei no 6.404/76. Ordem do Dia: Assembleia Geral Extraordinária: Examinar propostas da Diretoria para: 1) aumentar o Capital Social no valor de R$1.000.000,00, elevando-o de R$249.000.000,00 para R$250.000.000,00, sem emissão de ações, mediante a capitalização de parte do saldo da conta “Reserva de Lucros - Reserva Legal de 2007”, de acordo com o disposto no Parágrafo Primeiro do Artigo 169 da Lei no 6.404/76, com a consequente alteração do “caput” do Artigo 6 o do Estatuto Social; 2) alterar o Estatuto Social no Artigo 7 o, reduzindo de 4 (quatro) para 3 (três) o número mínimo e elevando de 6 (seis) para 7 (sete) o número máximo de cargos na Diretoria, eliminando o cargo de Diretor Vice-Presidente Executivo e criando mais 2 (dois) cargos de Diretor, e, por consequência, nos Parágrafos Segundo e Quinto do 8o , Artigo 10 e Inciso “I” do Artigo 13. Assembleia Geral Ordinária: I. tomar conhecimento do Relatório da Administração, do Parecer Atuarial e do Relatório dos Auditores Independentes, e examinar, discutir e votar as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício social findo em 31.12.2010; II. deliberar sobre proposta da Diretoria para destinação do lucro líquido do exercício encerrado em 31.12.2010 e distribuição de dividendos; III. eleger os membros da Diretoria da Sociedade; IV. fixar o montante global anual da remuneração dos Administradores; V. ratificar as seguintes designações de Diretor: de Relações com a SUSEP; responsável pela Área Técnica de Capitalização; responsável pelo cumprimento do disposto na Lei n o 9.613, de 3.3.1998, que trata dos crimes de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores; responsável pelo acompanhamento, supervisão e cumprimento das normas e procedimentos de contabilidade; responsável pela implementação de controles internos das atividades da Sociedade; responsável pelos controles internos específicos para a prevenção contra fraudes. VI. designar, perante à SUSEP – Superintendência de Seguros Privados, o Diretor responsável administrativo-financeiro. Deliberações: Assembleia Geral Extraordinária: aprovadas, sem quaisquer alteração ou ressalva, as Propostas da Diretoria, registradas na Reunião daquele Órgão, de 25.3.2011, a seguir transcritas: “I) Aumentar o Capital Social no valor de R$1.000.000,00, elevando-o de R$249.000.000,00 para R$250.000.000,00, sem emissão de ações, mediante a capitalização de parte do saldo da conta “Reserva de Lucros - Reserva Legal de 2007”, de acordo com o disposto no Parágrafo Primeiro do Artigo 169 da Lei n o 6.404/76. Se aprovada esta proposta, a redação do “caput” do Artigo 6o do Estatuto Social passa a ser a seguinte: “Art. 6 o) O Capital Social é de R$250.000.000,00 (duzentos e cinquenta milhões de reais), dividido em 234.013 (duzentas e trinta e quatro mil e treze) ações ordinárias, nominativas-escriturais, sem valor nominal.”; II) Alterar o Estatuto Social no Artigo 7 o, reduzindo de 4 (quatro) para 3 (três) o número mínimo e elevando de 6 (seis) para 7 (sete) o número máximo de cargos na Diretoria, eliminando o cargo de Diretor VicePresidente Executivo e criando mais 2 (dois) cargos de Diretor, e, por consequência, nos Parágrafos Segundo e Quinto do 8 o, Artigo 10 e Inciso “I” do Artigo 13. Se aprovada esta proposta, as redações dos Artigos 7 o, Parágrafos Segundo e Quinto do 8o, Artigo 10 e Inciso “I” do Artigo 13 do Estatuto Social passarão a ser as seguintes: “Art. 7 o) A Sociedade será administrada por uma Diretoria, eleita pela Assembleia Geral, com mandato de 1 (um) ano, composta de 3 (três) a 7 (sete) membros, sendo 1 (um) Diretor-Presidente, de 1 (um) a 2 (dois) Diretores Gerentes e de 1 (um) a 4 (quatro) Diretores. Art. 8 o) Parágrafo Segundo - Ressalvadas as exceções previstas expressamente neste Estatuto, a Sociedade só se obriga mediante assinaturas, em conjunto, de no mínimo 2 (dois) Diretores, devendo um deles estar no exercício do cargo de Diretor-Presidente ou Diretor Gerente. Parágrafo Quinto – Em caso de ausência ou impedimento temporário de qualquer Diretor, inclusive do Diretor-Presidente, a própria Diretoria escolherá o substituto interino dentre seus membros. Em caso de vaga, a eleição do substituto se fará de acordo com o que dispõe o Artigo 7 o, deste Estatuto. Art. 10) Além das atribuições normais que lhe são conferidas pela lei e por este Estatuto, compete especificamente a cada membro da Diretoria: a) ao Diretor-Presidente, presidir as reuniões da Diretoria, supervisionar e coordenar a ação dos seus membros; b) aos Diretores Gerentes, desempenhar as funções que lhes forem atribuídas, reportando-se ao DiretorPresidente; c) aos Diretores, colaborar com o Diretor-Presidente e Diretores Gerentes no desempenho de suas funções e coordenar e dirigir as atividades das áreas que lhes ficarem afetas. Art. 13) Para exercer o cargo de Diretor é necessário, ainda, que o candidato, à data da eleição, tenha: I. Diretor-Presidente e Diretor Gerente - menos de 65 (sessenta e cinco) anos de idade.”. Assembleia Geral Ordinária: I) tomaram conhecimento do Relatório da Administração, do Parecer Atuarial e do Relatório dos Auditores Independentes, e aprovaram, sem ressalvas, as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício social findo em 31.12.2010, de conformidade com a publicação efetivada em 25.2.2011, no jornal “Diário do Comércio”, páginas 27 a 29; e em 26.2.2011, no jornal “Diário Oficial do Estado de São Paulo”, páginas 59 a 63; II) aprovada a proposta da Diretoria registrada na Reunião daquele Órgão, de 23.2.2011, para destinação do lucro líquido do exercício e distribuição de dividendos, conforme segue: “Tendo em vista que esta Sociedade obteve no exercício social encerrado em 31.12.2010 lucro líquido de R$234.964.475,62, propomos que seja destinado da seguinte forma: R$11.748.223,78 para a conta “Reserva de Lucros - Reserva Legal de 2010”, e após adicionar ao saldo remanescente o efeito positivo referente à realização da “Reserva de Reavaliação” no montante de R$38.719,20, R$223.254.971,04 para pagamento de Dividendos, o qual será efetuado em 25.2.2011.”; III) para composição da Diretoria, com mandato de 1 (um) ano, até 30.3.2012, foram reeleitos os senhores: Diretor-Presidente: Norton Glabes Labes, brasileiro, casado, securitário, RG 3.594.614-3/SSP-SP, CPF 111.610.008/ 87; Diretores Gerentes: Ivan Luiz Gontijo Júnior, brasileiro, casado, advogado, Registro n o 44.902/OAB, CPF 770.025.397/87; e Marcos Suryan Neto, brasileiro, divorciado, securitário, RG 12.925.794-SSP/SP, CPF 014.196.728/51; Diretores: Haydewaldo Roberto Chamberlain da Costa, brasileiro, casado, contador, CRC RJ-075823/0-9, CPF 756.039.427/20; e Ricardo Alahmar, brasileiro, casado, economista, RG 7.706.734/SSP-SP, CPF 033.677.718/30, todos com domicílio na Avenida Paulista, 1.415, parte, Bela Vista, São Paulo, SP; e eleitos Diretores: Enrique Adan Y Coello, espanhol, casado, securitário, RNE-W 491.929-4-SE/DPMAF, CPF 037.520.18828; e Tarcísio José Massote de Godoy, brasileiro, casado, securitário, RG 554.548/SSP-DF, CPF 316.688.601/04, ambos com domicílio na Avenida Paulista, 1.415, parte, Bela Vista, São Paulo, SP, sendo que permanecerão em suas funções até que os nomes dos Diretores que forem eleitos em 2012 recebam a homologação da Superintendência de Seguros Privados - SUSEP e seja a Ata arquivada na Junta Comercial e publicada. Os Diretores reeleitos e os eleitos preenchem as condições previstas na Resolução no 136, de 7.11.2005, da Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, e declararam, sob as penas da lei, que não estão impedidos de exercer a administração de sociedade mercantil em virtude de condenação criminal; IV) fixados: a) o montante global anual da remuneração dos Administradores, no valor de até R$5.000.000,00 (cinco milhões de reais), a ser distribuída em Reunião da Diretoria, aos membros da própria Diretoria, conforme determina a letra “g” do Artigo 9 o do Estatuto Social; b) a verba de até R$5.000.000,00 (cinco milhões de reais), para custear Plano de Previdência Complementar Aberta destinado aos Administradores e Funcionários da Organização Bradesco; V) ratificadas as seguintes designações de Diretor: senhor Norton Glabes Labes - Relações com a SUSEP e responsável pela Área Técnica de Capitalização; senhor Ricardo Alahmar - responsável pelo cumprimento do disposto na Lei n o 9.613, de 3.3.1998, que trata dos crimes de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores; e pelos controles internos específicos para a prevenção contra fraudes; senhor Haydewaldo Roberto Chamberlain da Costa - responsável pelo acompanhamento, supervisão e cumprimento das normas e procedimentos de contabilidade; senhor Marcos Suryan Neto - responsável pela implementação de controles internos das atividades da Sociedade; VI) designado o senhor Haydewaldo Roberto Chamberlain da Costa, em substituição ao senhor Samuel Monteiro dos Santos Júnior, como Diretor responsável administrativo-financeiro. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, o senhor Presidente esclareceu que para as deliberações tomadas, o Conselho Fiscal da Companhia não foi ouvido por não se encontrar instalado no período e encerrou os trabalhos, lavrando-se a presente Ata, que lida e achada conforme, foi aprovada por todos os presentes, que a subscrevem, inclusive pelo representante da empresa PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes. Assinaturas: Presidente: Norton Glabes Labes; Secretário: Ivan Luiz Gontijo Júnior; Administrador: Marcos Suryan Neto; Acionista: Bradesco Seguros S.A., por seus procuradores, senhores Carlos Laurindo Barbosa e Johan Albino Ribeiro; Auditor: Edison Arisa Pereira. Declaração: Declaramos para os devidos fins que a presente é cópia fiel da Ata lavrada no livro próprio e que são autênticas, no mesmo livro, as assinaturas nele apostas. Bradesco Capitalização S.A. aa) Norton Glabes Labes e Ricardo Alahmar. Certidão - Secretaria da Fazenda Junta Comercial do Estado de São Paulo - Certifico o registro sob no 275.054/11-1, em 21.7.2011. a) Kátia Regina Bueno de Godoy - Secretária Geral.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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quarta-feira, 10 de agosto de 2011
e Beleza na farmácia é tendência em alta Não pode haver falta de produto e é importante oferecer itens diferenciados. Samanta Puglia, da Nielsen
conomia
Venda de produtos de higiene e perfumaria cresce mais nesse canal e continua forte no porta a porta. Os consumidores da classe C pesam na escolha. Fátima Lourenço
A
s redes de farmác i a s p o d e m a mpliar sua atuação como canal de venda de produtos de higiene, perfumaria e beleza (os HPCs), aproveitando a onda favorável do mercado interno e observando soluções já experimentadas fora do País. O tema foi discutido em painel do Fórum Nacional para o Desenvolvimento do Setor Farmacêutico e Cosmético (PharManager), aberto ontem na Capital paulista e realizado pela consultoria DpvNice. Segundo a coordenadora de atendimento ao varejo da Nielsen, Samanta Puglia, nos últimos cinco anos houve um crescimento maior das vendas de HPC no canal farmácia, na comparação com os supermercados. A expansão no porta a porta é maior, ressalvou, porque ele já detinha boa penetração junto à classe C, apontada como grande impulsora do consumo de produtos HPCs. As farmácias, justificou, são mais visitadas pela população de nível econômico mais alto. Samanta mostrou que no acumulado de janeiro a abril de 2011, ante igual período de 2010, as cestas auditadas pela Nielsen nos autosserviços e farmácias (com 170 categorias) cresceram, em média, 9% (valor nominal). Com higiene e beleza, o salto, na mesma base de comparação, foi de 9,5%, com destaque para o desempenho das farmácias. Entre janeiro e abril deste ano, as redes de farmácias acumularam alta de 21,3% em
Divulgação
vendas de HPC. As unidades independentes venderam, em termos nominais, mais 3,8%. E as redes, embora com menor número de lojas, respondem por participação no faturamento igual à de todas as demais farmácias, comparou. A favor da expansão dos HPC no canal farmácia pesam, segundo Samanta, fatores como a importância que o brasileiro dá à beleza, ampliação da classe C e crescimento econômico do País com a abertura de oportunidades também em cidades de menor porte. Entre os desafios apontados pela coordenadora da Nielsen para se ampliar os ganhos com produtos de higiene e beleza estão questões como conhecimento do público consumidor e escolha do mix de produtos mais adequado a ele. " Não pode haver ruptura (falta de itens) e é importante oferecer um produto diferenciado", afirmou Samanta. Não se pode esquecer, acrescentou, que as farmácias ainda podem crescer nas classes A e B. Ex pan sã o – A diretora do Barclays Capital, Ana Cabral Gardner, lembrou, no entanto, que até 2015 a classe C consumirá mais que a B e chegará muito próximo ao volume da A. "Esse consumidor vai determinar as tendências de consumo, de lançamentos e de marketing. As farmácias têm entre 2011 e 2015 para se preparar para isso e se posicionar." Aproveitar a experiência do serviço personalizado utilizado na venda direta e a abertura do consumidor brasileiro à mudança de canais de venda foram dois dos alertas feitos por ela para o segmento.
As grandes redes de drogarias reestruturaram suas lojas para atender à demanda por produtos do segmento, batizado de HPC.
Recuperação de terreno
O
presidente da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), João Carlos Basilio avalia que, para o seu setor, o momento é de recuperação de terreno junto às farmácias. Nos anos 1960, ele lembra, elas eram "fortíssimas" no ramo, especialmente pelo atendimento personalizado que ofereciam.
"As farmácias e drogarias eram líderes na venda de tintura para cabelo", comenta o executivo. O período de inflação alta que se seguiu, no entanto, dificultou a manutenção de estoques dos produtos do gênero pelas farmácias. Além disso, acrescenta Basilio, esses itens ganharam espaço nos supermercados e hipermercados, nas operações de vendas dire-
tas e nas redes de franquias. As farmácias buscaram outras alternativas, como sorvetes, refrigerantes, chocolates. "Depois que a Anvisa permitiu só a venda de medicamentos, higiene pessoal, perfumaria e cosméticos, observamos a farmácia estrategicamente empenhada em melhorar a exposição desses produtos", comenta o presidente da Abihpec. Na Dro-
gasil, por exemplo, há ilhas específicas para destacar os itens. Segundo Basilio, a indústria fornecedora também está muito interessada nesse canal de venda. As expectativas da Abihpec sobre as vendas do setor (em todos os canais) apontam para um crescimento de faturamento anual de 18% a 20% em 2011, batendo na casa dos US$ 45 bilhões. (FL)
BB lucra R$ 6,2 bilhões no semestre
O
Banco do Brasil (BB) teve lucro líquido de R$ 6,262 bilhões no primeiro semestre, com expansão de 23,4% ante igual período no ano passado. Considerando o ganho recorrente, sem eventos extraordinários, a alta foi de 40,4%, atingindo R$ 6,153 bilhões. O resultado do maior banco do País ficou abaixo do Itaú, que apresentou lucro de R$ 7,133 bilhões nesse intervalo e alta de 11,5% no mesmo comparativo. No segundo trimestre, o lucro do BB (de R$ 3,33 bilhões) aumentou 22,2% em 12 meses e 13,6% ante os três meses imediatamente anteriores. A carteira de crédito do ban-
co, que inclui garantias prestadas e os títulos e valores mobiliários privados, alcançou R$ 421,3 bilhões em junho, com crescimento de 20,2% em 12 meses. As despesas de provisão para risco de crédito somaram R$ 5,7 bilhões no semestre, com queda de 3,7% sobre igual período do ano anterior. O crédito para consumidores subiu para R$ 122,6 bilhões ao final de junho, com evolução de 21,2% em um ano. Os destaques nesse período foram o crédito consignado (R$ 47,9 bilhões), que teve expansão de 18,4% em 12 meses, e o CDC Salário (R$ 14,6 bilhões), com alta de 25,2% ante igual período de 2010. O crédito imobiliário mante-
Produção industrial cai em nove regiões
A
produção industrial diminuiu em nove dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na passagem de maio para junho. As quedas mais acentuadas, conforme dados da Pesquisa Industrial Mensal Produção Física – Regional, divulgados ontem, foram observadas no Rio de Janeiro (-4,5%) e no Amazonas (-3,7%). No período, a média registrada no País foi –1,6%. De acordo com o documento do IBGE, também apresentaram queda superior à média nacional o Ceará (-2,9%), o Espírito Santo (-2,4%) e o Pará (-1,8%). No Rio Grande do Sul, houve recuo de 1,6%. São Paulo (-1,5%), Minas Gerais (-1,3%) e Santa Catarina (-0,1%) também tiveram produção menor em junho, porém com quedas menos intensas do que a média geral. Já as cinco áreas que registraram aumento na
produção no período foram a Bahia (5,6%), Pernambuco (4,8%), Paraná (3,1%), Goiás (2,3%) e a Região Nordeste (0,5%). No acumulado dos seis primeiros meses de 2011, a produção da indústria cresceu 1,7% na comparação com igual período de 2010. Nove dos 14 locais pesquisados apresentaram expansão, com destaque para o Espírito Santo (12,4%). Em relação a junho de 2010, a produção industrial cresceu 0,9%. Houve aumento da atividade em nove dos 14 locais pesquisados, com destaque para Goiás (26,1%), especialmente influenciado pelos avanços nos setores de produtos químicos e de alimentos e bebidas. Acima da média nacional (0,9%) nessa base de comparação também aparecem o Espírito Santo (8%), a Bahia (6,1%), o Pará (4,5%), São Paulo (1,9%), o Paraná e Pernambuco (ambos com 1,6%) e Minas Gerais (1,3%). (ABr)
ve a trajetória de expansão, com saldo de R$ 4,2 bilhões em junho, quase o dobro (99,5%) do registrado há 12 meses. Já as operações de financiamento de veículos somaram R$ 30,5 bilhões ao final do semestre, com aumento de 34,1%. Para as empresas, a carteira de crédito apresentou crescimento de 21,4% em 12 meses, registrando saldo de R$ 191,2 bilhões, com destaque para as linhas para investimento e capital de giro. (Leia mais abaixo) O índice de inadimplência, levando em conta apenas atrasos superiores a 90 dias, ficou em 2% ao final de junho, abaixo do registrado em março (2,1%) e em igual mês do ano passado (2,7%). (Folhapress)
Financiamento não muda
O
presidente do Banco do Brasil (BB), Aldemir Bendine, disse ontem que, ainda que a situação da economia mundial se deteriore mais, a instituição não vai voltar a aumentar o ritmo dos financiamentos. A providência foi adotada pelo banco durante a crise de 2008 como forma de manter o consumo interno aquecido. "Essa crise, que diz mais respeito a governos e a ajustes fiscais, não deve passar pelo financiamento, como em 2008", disse Bedine. Para o presidente do BB, a instituição deve seguir com sua tradicional política de cautela em relação ao crédito. "Vamos manter uma postura mais conservadora. Esperamos que a inadimplência não tenha solavancos e permaneça na casa dos 2%. (Folhapress)