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Diário do Comércio - 09/08/2011

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Ano 87 - Nº 23.432

A FUGA DO

Conclusão: 23h40

Jornal do empreendedor

www.dcomercio.com.br

R$ 1,40

São Paulo, terça-feira, 9 de agosto de 2011

Cresce número de títulos protestados 13,1% em julho ante junho, segundo a Boa Vista Serviços. Pág. 30

Fernando Bizerra JR/EFE

A Ásia continuava nesta terça o derretimento das bolsas como não se via há 8 anos, desde a última crise internacional. A fuga dos investidores ao risco começou pelo rebaixamento da dívida dos EUA. O euro só se manteve porque o BC europeu comprou títulos da Itália e Espanha. Obama assegurou que os EUA são e sempre serão AAA, mesmo com nota AA+. Após seu discurso, Wall Street continou a mergulhar no abismo, até fechar. E, então, a Ásia acordou. Págs. 25 a 28, e Opinião, 2 e 3

O Brasil não vai tremer Tremer, não – mas o Brasil "não é uma ilha" imune ao mundo, acrescentou Dilma, para quem o rebaixamento dos EUA foi "um erro". Stan Honda/AFP

Kai Pfaffenbach/Reuters

ALEMANHA Bolsa de Frankfurt teve baixa de 5,02%

NOVA YORK Dow Jones registrou queda de 5,55%

Evert Elzinga/EFE

Jo Yong-Hak/Reuters

HOLANDA Bolsa de Amsterdã caiu 4,38%

COREIA -3% no fechamento da bolsa ontem

HOJE Começou o dia com um retrocesso de 6,35%

Yasuyoshi Chiba/AFP

Andrea Comas/Reuters

-8,08% NA BOVESPA

ESPANHA

O maior recuo desde 22 de outubro de 2008 (-10,18%) Bobby Yip/Reuters

Derretimento das ações chegou a 2,44% em Madri

HONG KONG Baixa de 2,17% na 2ª-feira

HOJE Abertura em queda de 7,55%

HOJE Pancadas de chuva à tarde e à noite. Máxima 27º C. Mínima 16º C.

AMANHÃ Pode garoar de manhã e à noite. Máxima 19º C. Mínima 12º C.

ISSN 1679-2688

9 771679 268008

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Os hackers estão de olho na sua loja Saiba como eles agem e conheça suas principais armas. Informática, pág. 31


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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terça-feira, 9 de agosto de 2011

Haverá tempo hábil para obter consenso em torno desse rol, ou de outro melhor, e colocá-lo em prática? Roberto Fendt

pinião

PAULO SAAB

Os Estados Unidos, eventualmente, darão a volta nos problemas atuais, dado o seu tamanho econômico e a flexibilidade de seus mercados. Mas é preciso olhar a Zona do Euro.

ARGENTINA DÁ DE GOLEADA NO BRASIL

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O PESSIMISTA DE PLANTÃO

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ouriel Roubini, ou "Mr. Doom" ("Sr. Ruína"), como é conhecido pelo público americano, publicou em seu site nesse fim de semana uma extensa análise intitulada "O risco crescente de uma recaída na recessão nos países desenvolvidos". Um título alternativo bem poderia ser: "as novas não são boas e as boas não são novas". Roubini parte da constatação de que os números para o crescimento dos Estados Unidos no primeiro semestre mostram uma forte desaceleração. A esse dado junta-se a debilidade econômica nos países da periferia da zona do Euro, do Japão e da Grã Bretanha. Adicionalmente, as economias emergentes, para ele, estão deixando de ser o carro chefe do crescimento mundial e, em consequência, o risco de uma recessão mundial teria subido para 50%. Parte da explicação estaria no esgotamento do arsenal de medidas econômicas heterodoxas postas em prática após a crise de 2008 pelos tesouros e bancos centrais dos países desenvolvidos. Não ajudou em nada a queda de braço entre o executivo dos EUA e a oposição republicana na Câmara de Deputados , e que teve por desfecho o rebaixamento da nota dos títulos do tesouro americano pela agência Standard & Poors (S&P). Também não ajudou a divulgação dos dados de emprego nos Estados Unidos na última sexta-feira. A taxa de desemprego americana só caiu porque cerca de 200 mil trabalhadores deixaram de procurar emprego, sendo automaticamente excluídos do rol dos

ROBERTO FENDT desempregados. Além disso, o Banco Central Europeu reuniu-se extraordinariamente no fim de semana e decidiu intervir nos mercados de câmbio e títulos públicos para socorrer a Itália e a Espanha em caso de uma corrida especulativa contra o euro e a rolagem das dívidas italiana e espanhola. A sinalização para a decisão veio do aumento sustentado dos spreads das taxas de juros dos títulos dos dois países em relação aos títulos alemães. O problema é que, diferentemente de Portugal, Grécia e Irlanda, esses países são grandes demais, tanto para socorrer como para ficarem inadimplentes.

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s problemas não estão localizados apenas de um dos lados do Canal da Mancha. Na Grã Bretanha, a economia não cresce há três trimestres e a austeridade fiscal, necessária para o ajuste a longo prazo está exacerbando os problemas de crescimento no curto prazo. Já no Japão, embora a economia esteja reagindo muito mais rapidamente que se esperava, depois do tsunami que atingiu o país, a reação ainda não foi capaz de modificar uma estagnação que tomou conta de forma estrutural da

economia japonesa. A retomada da economia mundial certamente não passa pelo Japão.

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á as economias emergentes (China, Índia e Brasil, entre outras), até agora as vedetes do crescimento mundial, estão desacelerando suas taxas de crescimento. A redução do crescimento chinês, abordada recentemente nesse espaço, poderá afetar negativamente o crescimento das economias desenvolvidas dele dependentes, como os exportadores de recursos naturais (Nova Zelândia e Austrália) e de bens de capital (Alemanha e economias desenvolvidas da Zona do Euro). Nouriel Roubini teria razão em sua análise (quase sempre) pessimista? Há muitas outras vozes, contudo, que veem como mais graves os problemas dos países da periferia da Zona do Euro. É daí, segundo alguns, que podem vir as maiores ameaças à estabilidade da economia mundial e à retomada do crescimento nos países desenvolvidos. Os Estados Unidos, eventualmente, darão a volta nos problemas atuais, dado o seu tamanho econômico e a flexibilidade de seus mercados. O caminho para

evitar a recaída na recessão passaria por uma redução organizada do nível de endividamento das economias avançadas. Importa menos o rebaixamento da nota dos papéis americanos e mais a garantia de solvência desses papéis a longo prazo. Dado tudo o que já foi feito em termos de estímulos à economia real e à solvência dos bancos, talvez manter um pouco mais expansionista a política fiscal a curto prazo, com o firme comprometimento de redução do deficit até 2021, faça mais sentido do que uma forte contração fiscal agora.

ROBERTO FENDT É ECONOMISTA

De futebol, no Brasil, todos entendem. Não que seja um mal. Mas isso revela com escancarada franqueza o nível de educação, da cultura e do desenvolvimento de um povo.

públicos, e a base educacional apenas sofrível dos brasileiros. A falta de um mínimo Prêmio Nobel é apenas mais um reflexo, um medidor, que revela a fragilidade de nossa base educacional e cultural, em cujo terreno lodoso florescem os populistas, corruptos, interesseiros, aventureiros, infratores, criminosos, que ganham a vida em nome da defesa dos interesses da população, roubando a riqueza nacional descaradamente. brasileiro comum recolhe aos cofres públicos uma fortuna – que já anda em agosto, entre impostos e taxas, acima da casa dos 800 bilhões de reais. São números das três esferas de poder. São montanhas de dinheiro que

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s brasileiros correm atrás de ganhar uma Medalha de Ouro em Olimpíadas – é o único título que não temos. E os argentinos já têm dois. Correr atrás de

O

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om relação à Europa, talvez o Banco Central Europeu devesse parar o processo de elevação das taxas de juros que está promovendo. Quem sabe, talvez fosse melhor aceitar um pouco mais de inflação agora e taxas de juros mais altas mais adiante. Finalmente, como o problema da maioria das economias não é de liquidez, mas de solvência, a solução para evitar-se a recaída na recessão passa por um reescalonamento das dívidas, públicas e privadas, nos países desenvolvidos. Foi o que ocorreu com a Grécia e talvez tenha de acontecer com outros países. Haverá tempo hábil para obter-se consenso em torno desse rol, ou de outro melhor, e colocálo em prática? Se houver, o pessimista Roubini se mostrará errado.Mas se não houver, Roubini terá acertado, como acertou com relação à crise de 2008.

Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Cláudio Vaz Edy Luiz Kogut Érico Sodré Quirino Ferreira Francisco Mesquita Neto João de Almeida Sampaio Filho João de Favari Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Paulo Roberto Pisauro Renato Abucham Roberto Faldini Roberto Mateus Ordine

rivalidade entre Brasil e Argentina no futebol tende a deixar os torcedores brasileiros mais entusiasmados, porque nosso país já conquistou cinco títulos mundiais contra os dois dos rivais do sul do continente. Mais ainda porque no primeiro título argentino houve manipulação de resultado para a classificação argentina e no segundo título um gol de mão de Maradona permitiu a vitória. Nada disso, todavia, tem maior importância na construção da história das nações, a não ser como diversão esportiva – no final um anestésico social. Naquilo que de fato propicia o desenvolvimento, a melhoria da qualidade de vida, o avanço de uma sociedade, a Argentina dá de goleada no Brasil. São cinco prêmios Nobel contra nenhum do Brasil. Foram três conquistas nas áreas de Ciência e Tecnologia e dois Nobéis da Paz. O Brasil fica só na vontade. Verdade que já quase bateu na trave em algumas oportunidades e tem a expectativa de um dia merecer reconhecimento. Mas nada até agora. Isso é significativo, daí a menção.

Prêmio Nobel, qualquer que seja a categoria, entretanto, não é meta brasileira. Na verdade, para a população média nacional, falar em Nobel é tão estranho quanto a física quântica. De futebol, todavia, todos entendem. Não que seja um mal. Ao contrário, faz até bem, mas isso revela com escancarada franqueza o nível de educação, cultura e desenvolvimento de um povo. Pouca gente faz a relação entre a indigente situação da vida política nacional, entre a mentalidade tacanha e muitas vezes corrupta de nossos dirigentes

despertam a cobiça e fazem a alegria dos desviadores dos recursos públicos. A corrupção, em todas as suas formas, é parte da existência da goleada da Argentina, citada apenas para servir de exemplo, como muitos outros existem, de nossa indigência educacional e cultural (repito). Em nosso grande Brasil, a falta de interesse popular nas grandes decisões políticas que a ignorância amamenta é tão acentuada que todos se esquecem de que não haveria corrupção sem o agente corruptor. Desse não se fala – e ninguém o procura e combate. E vamos tomando de goleada em assuntos que fariam a diferença na vida dos brasileiros. PAULO SAAB É JORNALISTA E ESCRITOR

Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, João de Scantimburgo, Marcel Solimeo Diretor-Responsável João de Scantimburgo (jscantimburgo@acsp.com.br) Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Editor-Chefe: José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br) Chefia de Reportagem: Teresinha Leite Matos (tmatos@acsp.com.br) Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br) Editores Seniores: Bob Jungmann (bob@dcomercio.com.br), Carlos de Oliveira (coliveira@dcomercio.com.br), chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), Estela Cangerana (ecangerana@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br), Luiz Antonio Maciel (maciel@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br) Editor de Fotografia: Alex Ribeiro (aribeiro@dcomercio.com.br) Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Ricardo Ribas (rribas@dcomercio.com.br) e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br) Subeditores: Fernanda Pressinott, Kleber Gutierrez, Marcus Lopes e Rejane Aguiar Redatores: Adriana David, Eliana Haberli, Evelyn Schulke, e Sérgio Siscaro Repórteres: Anderson Cavalcante (acavalcante@dcomercio.com.br), André de Almeida, Fátima Lourenço, Geriane Oliveira, Ivan Ventura, Kelly Ferreira, Kety Shapazian, Lúcia Helena de Camargo, Mário Tonocchi, Neide Martingo, Paula Cunha, Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibelli, Rita Alves, Sandra Manfredini, Sergio Leopoldo Rodrigues, Sílvia Pimentel, Vera Gomes e Wladimir Miranda. Gerente PL Arthur Gebara Jr. (agebara@acsp.com.br) Gerente Executiva Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações Valter Pereira de Souza (valter.pereira@dcomercio.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estado, Folhapress, Efe e Reuters Impressão OESP GRÁFICA S/A Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60

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DIÁRIO DO COMÉRCIO

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pinião

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O P R O B L E M A D O S E S TA D O S U N I D O S , M U I T O M A I S D O Q U E O A S P E C T O F I S C A L , É P O L Í T I C O .

Jason Reed

JORGE MARANHÃO

FUSÕES E O ESTADO QUE QUEREMOS Queremos que o Brasil seja um grande player internacional, mas pela via da livre concorrência e com instituições independentes da politicagem de ocasião.

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O maior problema que o governo Obama enfrenta é a ação do Partido Republicano, com maior impacto do que os déficits fiscais.

Credibilidade, audácia e dívida

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ara entender a agitação sobre a decisão da Standard & Poor’s, a agência de análise, em rebaixar a nota da dívida do governo dos EUA, é preciso ter em mente duas ideias aparentemente (mas não de fato) contraditórias. A primeira é que os Estados Unidos, com certeza, não são mais o país confiável e estável que já foi. A segunda é que a própria S&P está com credibilidade baixa; é o último lugar que alguém deveria procurar para julgamentos sobre as perspectivas de nosso país. Vamos começar com a falta de credibilidade da S&P. Se há uma única palavra que descreva a decisão da agência de classificação em rebaixar os Estados Unidos, é audácia – tradicionalmente definida pelo exemplo do jovem que mata seus pais e depois implora perdão porque é um órfão. O gigantesco déficit orçamentário é, afinal, basicamente o resultado da crise econômica que seguiu à crise financeira de 2008. E a S&P, (com suas irmãs agências de classificação) desempenhou um grande papel nas causas da crise, ao dar notas AAA a títulos lastreados em hipotecas que depois se transformaram em lixo tóxico. Não, as análises ruins não pararam aqui. Como se sabe, a S&P concedeu ao Lehman Brothers, cujo colapso disparou o pânico global, uma nota A até o mês de sua morte. E como a agência reagiu depois que essa empresa com nota A quebrou? Emitiu um relatório negando que tenha feito algo errado. E agora essas pessoas estão se pronunciando sobre a solvência dos Estados Unidos da América? Esperem, a coisa fica melhor. Antes de rebaixar a nota da dívida dos EUA, a S&P enviou para o Departamento do Tesouro um rascunho do release que seria divulgado à imprensa. Os funcionários do órgão rapidamente perceberam um erro de US$ 2 trilhões nos cálculos da S&P. E o erro era o tipo de coisa que qual-

PAUL KRUGMAN quer especialista em orçamento deveria ter visto. Depois de uma discussão, a S&P admitiu que estava errada – e mesmo assim rebaixou a nota dos EUA, após ter retirado algumas análises econômicas de seu relatório.

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omo vou explicar em um minuto, de qualquer maneira não se deve dar muita importância a essas estimativas de orçamento. Mas esse episódio dificilmente inspira confiança no julgamento da S&P. De forma mais abrangente, as agências de classificação nunca nos deram nenhuma razão para levarmos a sério suas análises sobre a solvência nacional. É verdade que os países inadimplentes eram geralmente rebaixados antes de ocorrer o fato. Mas nesses casos, as agências estavam apenas seguindo o mercado, que já tinha percebido esses devedores problemáticos. Nos raros casos em que as agências rebaixaram países que, como os Estados Unidos agora, ainda tinham a confiança dos investidores, elas sempre estavam erradas. Considerem, em particular, o caso do Japão,

que a S&P rebaixou em 2002. Pois bem, nove anos depois, o Japão ainda é capaz de pegar dinheiro emprestado facilmente e de forma barata. Aliás, na sextafeira, a taxa de juros para os títulos japoneses de 10 anos estava em apenas 1%. Assim não há motivo para levar a sério o rebaixamento dos Estados Unidos na sexta-feira. Essas são as últimas pessoas em cujo julgamento deveríamos confiar.

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s Estados Unidos ainda têm problemas maiores do que esses e eles têm pouco a ver com a aritmética orçamentária de curto prazo ou até de médio. O governo dos EUA não está tendo nenhum problema para obter dinheiro emprestado a fim de cobrir seu déficit atual. É verdade que estamos criando dívidas, sobre a qual eventualmente temos de pagar juros. Mas se a conta for realmente feita, em vez de entoar os grandes números na melhor voz "Dr. Evil", descobre-se que até mesmo os enormes déficits nos próximos anos terão um impacto muito pequeno na sustentabilidade fiscal dos EUA. Não, o que faz os Estados Unidos parecerem suspeitos não é a

O governo dos EUA não está tendo problemas para obter dinheiro emprestado e cobrir seu déficit. O que faz o país parecer suspeito não é a matemática orçamentária, é a política.

matemática orçamentária, é a política. E, por favor, não vamos usar as usuais declarações de que os dois lados são culpados. Nossos problemas estão quase todos em um lado – especificamente, são causados pela ascensão de uma direita extremista que está preparada para criar crises repetidas em lugar de ceder uma polegada em suas demandas.

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verdade é que enquanto a economia seguir em linha reta, os problemas fiscais dos Estados Unidos de longo prazo não seriam tão difíceis assim de resolver. É certo que uma população envelhecida e os custos crescentes com os tratamentos de saúde empurram os gastos para cima mais rápido do que as receitas fiscais. Mas os Estados Unidos têm custos de saúde bem maiores do que qualquer outro país desenvolvido e impostos bem baixos pelos padrões internacionais. Se conseguíssemos nos mover, mesmo em parte, para as normas internacionais nessas duas frentes, nossos problemas de orçamento seriam resolvidos. Então por que não conseguimos fazer isso? Porque temos um movimento político poderoso neste país que gritou "painéis da morte" diante de esforços modestos para usar as verbas do Medicare mais eficientemente e preferiu se arriscar a uma catástrofe financeira a concordar até com um centavo em mais impostos. A verdadeira questão, mesmo que encarando os Estados Unidos em termos puramente fiscais, não é se vamos cortar um trilhão aqui ou um trilhão ali dos déficits. É se os extremistas que agora estão bloqueando todo tipo de política responsável podem ser derrotados e marginalizados. PAUL KRUGMAN É ECONOMISTA, COLUNISTA DO THE NEW YORK TIMES, PROFESSOR E AUTOR DE VÁRIOS LIVROS E PRÊMIO NOBEL DE ECONOMIA 2008 TRADUÇÃO: RODRIGO GARCIA

udo bem que a opinião pública tenha prevalecido no episódio do Pão de Açúcar. Mas na sequência da discussão sobre as megafusões de grupos empresariais brasileiros, financiadas pelo dinheiro público, precisamos discutir as próprias funções do Estado e as de seu agente de financiamento, o BNDES. Ao fim e ao cabo, temos de discutir que tipo de capitalismo preferimos, como cidadãos pagadores de impostos: se o capitalismo surgido junto com o Estado democrático de direito, orientado para a livre concorrência, beneficiando os mercados e os consumidores, com agências reguladoras independentes e atuantes até seus limites legais, ou um capitalismo retrógrado, dito capitalismo de Estado, que na verdade é de governantes, bajulados por cabeças coroadas de tecnocratas, que favorecem empresários vencedores, amigos de copa e cozinha, com benesses custeadas pelo dinheiro público, e nunca pelos seus patrimônios privados ou pelas bolsas do mercado investidor. Os dois últimos exemplos de fusões evidenciaram que ainda há muitas confusões a serem elucidadas e que urge aprofundar a discussão. Curiosamente, os dois casos estão no setor de alimentos, vocação natural do País: um na distribuição e outro na produção. o primeiro, a pretensa fusão do Carreçúcar ou do Pãofour, só não teve a participação direta do BNDES pela grita generalizada questionando o financiamento público de grandes players internacionais sem as necessárias contrapartidas e garantias de benefícios reais para os consumidores, fornecedores e o mercado interno brasileiros. No segundo, tivemos o caso da criação da gigante BRFoods, enfim permitido pelo CADE – Conselho Administrativo de Defesa Econômica – depois de dois anos, desde que o novo grupo abrisse mão de ativos suficientes para uma formação futura do segundo maior conglomerado de alimentos brasileiro, evitando-se a ameaça de oligopólios na produção de alimentos no País. Como admite o próprio José Antonio Fay, presidente da nova empresa criada, "o processo foi bom para todos. É o tipo de acordo que todo mundo quer fazer". E até brincou sobre a venda de parte das marcas e instalações: "Estamos criando uma noiva para casar. Só ainda não sabemos com quem". O que é oportuno observar nos dois episódios, para além da escolha entre os tipos de regimes capitalistas, é o significado das instituições estatais que protagonizaram os eventos, o BNDES e o CADE – o que no fundo traz a luz à discussão do tipo de Estado que a cidadania mais consciente pretende sustentar: um intervencionista na ordem econômica, para além mesmo de suas atribuições constitucionais, ou um de direito democrático, que de fato arbitre os naturais conflitos de interesses sociais. É chegada a hora de os cidadãos mais conscientes

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e atuantes iniciarem uma ampla discussão sobre o que de fato é importante para a sociedade, se o Estado limitado às suas funções ontológicas de garantidor da ordem jurídica ou se o Estado-empresário interventor no livre mercado. E, em especial, sobre o que fazer para valorizar e empoderar as instituições que garantem a livre concorrência (como são a Federal Trade Commission, nos Estados Unidos, ou a Autorité de la Concurrence, na França) e um capitalismo que considere os direitos difusos dos cidadãos consumidores e não só os ganhos de escala dos grupos empresariais. laro que todos querem que o Brasil seja um grande player no mundo do comércio globalizado, mas pelo caminho da livre concorrência e com instituições de Estado fortes e independentes da politicagem de ocasião.

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embrem-se: somos cidadãos consumidores e pagadores de impostos, e não sócios de negócios privados. E estes, de há muito, deveriam saber que são responsáveis pelo tipo de capitalismo que legarão para as gerações futuras, que ainda não foram consultadas sobre os valores universais da liberdade de escolha e das vantagens da própria ordem concorrencial do livre mercado como único ambiente econômico que pode garantir estes valores. É que o capitalismo de Estado, na verdade, é uma contradição em si mesma, uma tentativa fraudulenta de resgatar o socialismo utópico ou a sua versão de coletivismo estatista, Seria mais honesto chamá-lo de capitalismo de governos, geralmente demagogos, se não simplesmente tiranos e arrogantes na sua presunção demiúrgica de achar que determinam por si mesmos os destinos de todo um povo.

L

ORGE MARANHÃO É DIRETOR DO

INSTITUTO DE CULTURA DE CIDADANIA A VOZ DO CIDADÃO. JORGE@AVOZDOCIDADAO.COM.BR


DIÁRIO DO COMÉRCIO

4 -.GERAL

3 Cândido Vaccarezza, líder 3 MAIS: só que o Planalto já do governo na Câmara, queria o lugar e, pelas costas, também critica a ministra Ideli Salvatti.

gibaum@gibaum.com.br

k Detesto photoshop. Fica com cara de político, político babaca.

«

GibaUm

CAETANO VELOSO // na contramão dos recursos do programa de retoques. Fotos: BusinessNews

Lembrando episódios já ocorridos na separação de outros casais ricos do país, como o de Jaqueline e Flávio Maluf e mais recentemente, Yara e Roberto (Rolly)Baungart,queaindacorre naesferajudicial,outronaufrágio conjugal, depois de trinta anos de vida em comum, ganha discussão nos tribunais. Ana Cambur, ex-mulher de David Feffer,poderosodogrupoSuzano e outros, quer uma pensão mensal de R$ 500 mil (R$ 6 milhões/ ano), enquanto o excônjuge dispõe-seapagarR$350 mil por mês (R$ 4,2 milhões/ano). 333

Nem só de lamentáveis episódios a favor do Irã de Ahmadinejad, de apoio aos irmãos Castro em Cuba e de plena confraternização com a Venezuela de Hugo Chávez viveu Celso Amorim, em seus tempos de ministro de Relações Exteriores de Lula. Além de acenos a Kadaf na Líbia, sempre foi a favor de Evo Morales, até mesmo na época que expulsou a Petrobras da Bolívia. Diplomatas no Ministério da Defesa também são de triste memória a partir de José Viegas Filho, hoje embaixador brasileiro na Itália: saiu em guerra declarada contra os militares. No passado, condecorou Alberto Fujimori e até queria que o Brasil abrigasse o japonesinho do Peru, perseguido por corrupção, como exilado. 333

Chaves à brasileira 333 Nem Roberto Bolaños, criador de Chaves, merece: o SBT, que passa a série mexicana três vezes por dia, começando às sete horas da manhã (os capítulos que a emissora diz ter descoberto não são inéditos, vinham sendo exibidos no Cartoon Network), vai produzir um especial com Ratinho no papel do Seu Barriga, Carlos Alberto de Nóbrega como o Professor Girafales e Marilia Gabriela interpretando Dona Florinda. A apresentadora está emocionada: acha que pode ser o papel de sua vida.

São Fermo e São Rústico

DINHEIRAMA Dia 12 de outubro será o julgamento, em tribunal de Nova York, de Regina da Silva, extesoureira da Igreja Universal do Reino de Deus, de Edir Macedo, nos Estados Unidos. Ela está presa e responderá por crime de lavagem de dinheiro por operações feitas entre 1995 e 2001 para a Igreja. Edir tem um super-apartamento em Manhattan e o suspense corre por conta da suposta decisão de Regina de associar o nome do bispo à dinheirama. 333

MISTURA FINA 333 O BILIONÁRIO Eike Batista está jurando que não perdeu (de novo) mais US$ 2 bilhões com as oscilações das bolsas. Ainda bem: sua namorada Flávia Sampaio já estava preparando o espírito para pedir emprestados a Luma de Oliveira, ex-mulher de Eike, alguns trajes, que ela usou no passado para seu desembarque na avenida, no carnaval do ano que vem, na Vila Isabel.

NÃO É de hoje: quando dá mostras de que acredita poder governar sem o Congresso, Dilma Rousseff faz lembrar para muitos Fernando Collor quando estava na Presidência e também acreditava que governaria virando as costas para Câmara e Senado. Segundo PC Farias, na época, essa foi a única razão para sua queda do poder.

Gramado é palco da 39ª edição de seu famoso festival de cinema, com 14 participantes e desta vez, com homenagem especial a Selton Melo (primeira foto à esquerda) por seu filme O Palhaço, que levou quatro prêmios em Paulínia. Um dos bem cotados é O Carteiro, de Reginaldo Faria, rodado nas serras do sul. Entre tantas famosas por lá, estão, da segunda foto à esquerda para a direita, Ingra Liberato, ex-musa de Jaime Monjardim; Carol Castro, de Morde e Assopra e, de quebra, a modelo Elisa Joenck.

Cinema no frio

333

333 DEPOIS de sucessivos namoros com O Boticário, Natura e Hypermarcas, Silvio Santos teria vendido a Jequiti, sua marca de cosméticos avaliada em R$ 1 bilhão e com 160 mil revendedoras cadastradas no país, para a americana Coty Beauty.

SE CONSEGUIR ou não uma boquinha no secretariado de Jaques Wagner, governador da Bahia, para ir trabalhando em sua candidatura em 2014 (agora, o próprio Wagner não gosta da idéia), a data de validade de José Sérgio Gabrielli na presidência da Petrobras expira no final do ano. Graça Foster, diretora de Gás e Energia da estatal, já está avisada: toma posse na presidência em janeiro próximo.

Solução

333

À beira de um ataque Cansada de tantos solavancos, descontente com a maioria dos ministros que não cumprem prazos e sempre de olho na saúde, a presidente Dilma Rousseff já voltou a seu antigo estilo: é ríspida e explode por qualquer motivo. Seu antigo colaborador e secretário particular Anderson Dornelles já pediu demissão três vezes. Outros que sofreram situações desconfortáveis com ela: Paulo César de Oliveira Campos, chefe do Cerimonial, o ministro José Eduardo Cardozo, da Justiça, general José Elito Carvalho Siqueira, do Gabinete de Segurança Institucional e, recentemente, Ideli Salvatti, das Relações Institucionais. Guido Mantega, da Fazenda, já levou tantas que está acostumado. 333

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Comida de boteco.

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MEMÓRIA

mbos veronenses de origem, foram decapitados em nome da fé cristã na África do Norte sob o império de Maximiano (entre 286 e 310). Fermo teria morrido em Cartago e Rústico martirizado junto com outros na Argélia. Suas relíquias estão na Igreja que leva seus nomes, em Verona, na Itália.

333

Futuro tucano 333 O ex-ministro Nelson Jobim conversou com o Michel Temer que, mesmo licenciado da presidência do PMDB, continua exercendo essas funções, que gostaria de ter maior atividade partidária. Temer, sempre polido, ouviu e com jeito, tratou de contar a Jobim que ele não é exatamente uma unanimidade no PMDB. Resumo da ópera: ele já iniciou tratativas e poderá se bandear para o PSDB. No ano que vem, quando sua mulher Adrienne Sena se aposentar da procuradoria da Fazenda Nacional, Jobim quer morar em São Paulo, mais perto de José Serra. Por enquanto, voltou aos rascunhos de um livro sobre lógica matemática.

A

R D E C MU S C A

MEGA-PENSÃO

333 O ex-presidente Lula acaba de aumentar para US$ 300 mil o cachê de suas palestras no Exterior. No Brasil, permanece em R$ 200 mil. O que significa que, hoje, ele é o palestrante mais caro do país. Seu antecessor FHC continua cobrando US$ 150 mil lá fora. Quem faz as tratativas com os contratantes é Paulo Okamoto, ex-Sebrae e sócio da empresa de eventos de Lula (também foi seu sócio no passado, numa empresa de vendas que durou seis meses). Em 21 viagens ao Exterior e outras 14 pelo Brasil, o ex-presidente fez nove palestras pelo mundo e sete no país, ultrapassando a casa dos R$ 2 milhões. Em todos os contratos são exigidos passagens, estadia em hotéis cinco estrelas (assessores ficam no mesmo andar), carro blindado e refeições em restaurantes sofisticados.

O mais caro do país

9 de Agosto

J V C U V OR A D OR L R O LA C L T A I R A L E S T E M L T I R A L I O A MA C MP A O A A P E L A R E L N A S A I X E L A B O E S E T OS S E R AB E S I M

Se o novo ministro Celso Amorim, da Defesa, historicamente não suporta militares (e a recíproca é mais do que verdadeira), a vida doméstica do titular da Defesa tem um posto avançado no esquerdismo ortodoxo. Sua mulher, Ana Maria, de família de antigos militantes comunistas, é avessa ao verde-oliva. E já foi condecorada pelo maridão quando ele era ministro das Relações Exteriores: ganhou a Ordem do Cruzeiro do Sul, concedida pelo Itamaraty, ao lado de Marisa Letícia, mulher de Lula. As duas “por relevantes serviços prestados ao Brasil no Exterior”. 333

A atriz Olívia Wilde, a médica Remmy Thirteen Hadley da série de televisão House M.D. vem colecionando ensaios em revistas de todo o mundo, da Details a Nylon, sempre com grande dose de generosa sensualidade. Agora, enquanto ganha capa e recheio da Los Angeles Times Magazine, vira atração internacional por causa de seu cachorro Paco (destaque). Achado num caminhão de mudanças sem comer há dias, virou personagem especial da vida de Olívia, depois que ela confessou que “era seu único namorado” e que “essencialmente, o homem da minha vida”, numa entrevista a People. “Chegam caminhões de presentes para ele”. 333

Cachorro em alta

detectou suas falações e lhe prepara uma surpresa. Dilma já está escolhendo um substituto para ele.

T A L U A B C A M A

Esquerda doméstica

terça-feira, 9 de agosto de 2011

OUT

Espuma gastronômica.

Mr. Gaga Com certo ar de Bob Dylan e Prince, Lady Gaga aparece em versão masculina, cigarro na boca, na capa de seu novo single, You and I, de frente e perfil. Ela própria tratou de divulgar as fotos em seu twitter e escreveu: “Você nunca vai encontrar o que está procurando em amor, se não amar a si mesmo”. E avisou que lançará o clipe da música em seu tweet nº 1000. Mais: seus novos planos incluem interpretar Amy Winehouse, morta há duas semanas, na primeira versão cinematográfica da vida da polêmica cantora, vítima de drogas e álcool. 333

AGORA, também o deputado federal e dirigente sindical no mundo do showbiz, o ator Stepan Nercessian (PP-RJ) está tendo sua candidatura a prefeito do Rio lançada e alimentada pelo exgovernador Antony Garotinho que quer emplacar sua filha Clarissa Garotinho (PP-RJ) na vice. 333

Por: José Nassif Neto Rejeita.

Medida de potencial elétrico.

Variedade de milho indiano.

Aquele que come com voracidade.

Língua falada no Império Romano.

Pequena pomba. Fantasma. (fig.)

Ponto cardeal lá nasce o sol. Shopping.

Penalidade por uma infração.

HÁ UM NOVO revés sendo detectado na eventual candidatura da senadora Marta Suplicy à prefeitura de São Paulo. Seu suplente é Antonio Rodrigues, do PR, partido que deixou o bloco do PT no Senado.

Colaboração: Paula Rodrigues,Alexandre Favero

Irmã do pai em relação ao filho.

Relação moléculagrama.

Exprime surpresa. Montgome'Gato', ry é a capiem inglês. tal deste Estado.

Criada de dama nobre; aia.

O (?), indivíduo em evidência. 3ª pess. do singular.

Peça que cobre aparelho sanitário.

Produto para aderir.

Ter como verdadeiro. 'Ela', em espanhol.

(?) Paula Arósio, atriz.

Conjunto de conhecimentos. Invocar socorro. 'Porca', em alemão.

'Menos', em inglês.

Utensílios para serviço de mesa.

Indica exclusão.

Sobra de comida.

333

O segundo elemento de uma série.

A mais baixa graduação militar. Língua falada em países muçulmanos.

Símbolo de oxigênio. (quím.)

Silício, símbolo químico.

Expulsão brusca de ar dos pulmões. Exprime consentimento; afirmação.

(380) 3-cat; sau (Säue vulgarmente: porcalhão, porcalhona); 4-mall; less; ella; volt; juar; 5-árabe.


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DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 9 de agosto de 2011

5 CONFIANÇA Ministro da Agricultura diz que presidente Dilma lhe dá respaldo.

olítica

DESCONFIANÇA Mas CGU recolhe computadores no ministério para averiguações.

Sergio Lima/Folhapress

O

ministro da Agricultura, Wagner Rossi, afirmou ontem, em Brasília, que está tranquilo no cargo, depois do apoio recebido da presidente Dilma Rousseff pela manhã. "Não há razão para ter qualquer questão em relação ao ministro", disse. "Ele já tomou as medidas e estamos sem sombra de dúvidas reiterando a confiança nele". À tarde, Rossi, cujo ministério tem sido alvo de denúncias por suspeitas de irregularidades, confirmava: "Dilma me dá motivos para que me sinta firme e confortável". Mesmo assim, anunciou que todas as denúncias serão apuradas por uma sindicância liderada pela Advocacia Geral da União (AGU). Além da presidente, também o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, afastou a possibilidade da sua demissão. "Ele é ministro do governo Dilma e assim vai seguir, enquanto ela avaliar que há condições para seguir". As declarações da presidente, de Rossi e Carvalho ocorreram depois da revelação feita pela revista Veja de que um lobista atuava dentro do ministério, influenciando contratos e licitações. Segundo o texto Júlio Fróes teria até uma sala para redigir editais de licitações e elaborar pareceres. Rossi negou que conhecesse Fróes, mas admitiu que o cumprimentou pelo menos uma vez dentro do ministério. Sobre a relação do lobista com o ex-secretário-executivo Milton Ortolan, que pediu demissão, explicou que ela se dava pelo fato de Fróes ser representante da fundação PUC-SP, que assinou contrato de R$ 9 milhões com o ministério sem licitação. O ministro também afirmou que anunciará nos próximos dias "medidas mais duras" em relação a ações judiciais que envolvem a Conab, que tem perdido prazos legais de contestações, e em relação à atuação de escritórios de advocacia contratados pela estatal. Dede tizaçã o – Por essas e outras, a oposição vem cobrando da presidente uma dedetização no Ministério da Agri-

Rossi: reconhecimento de loteamento na pasta

Rossi: 'Dilma me dá motivos para que me sinta firme' Por enquanto, o ministro da Agricultura merece a confiança da presidente. A permanência vai depender do que vem por aí cultura, nos mesmos moldes da faxina feita nos Transportes, que levou à demissão do titular Alfredo Nascimento, presidente nacional do PR, e de 26 servidores, dos quais 24 deles ligados ao PR. Ontem, a Comissão de Ética da Presidência da República, anunciou a abertura de investigação contra Ortolan e o exdiretor financeiro da Conab, Oscar Jucá Neto, além de Luiz

Antonio Pagot, ex-diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). De acordo com o presidente da comissão, Sepúlveda Pertence, não estão descartadas investigações sobre outros funcionários da Agricultura e do Transportes. L o te a m en t o – Apesar de realçar que não é "homem de teorias conspiratórias", Rossi reconheceu que as denúncias

podem ser a consequência de disputas entre grupos rivais dentro do ministério e na Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). "Quem conhece a administração pública sabe que, às vezes, você muda e a equipe atual e a anterior acabam se hostilizando, por baixo do pano", descreveu Rossi. Ele reconheceu o fato de as diretorias da Conab serem ocupadas por filiados ou indicados do

PMDB, PTB e PT. "Isso cria foco de problemas, não nego". Durante os 50 minutos de sua explicação, o ministro, que está no cargo desde abril de 2010, indicado pelo vice-presidente Michel Temer, depois de presidir a Conab por três anos, adotou a estratégia de desvincular as denúncias à sua gestão. E avisou que vai apurar todas as irregularidades. "Enfrentaremos as pessoas que

agem para lesar o erário público", enfatizou. Além disso, admitiu que os problemas vêm de ações de subordinados sobre os quais não tem controle direto. "Não tenho como controlar tudo", repetiu o ministro, que considera legítima a indicação de parentes para cargos no governo. "Ser parente não credencia nem tira credencial, o fundamental é ter qualificação". (Agências)

Elza Fiúza/ABr - 17/2/2011

Oposição quer ouvir o número dois, Jucazinho e o lobista A preocupação tucana: saber se há envolvimento do ministro da Agricultura

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Jorge Hage, ministro da CGU, não informou quando vai encerrar as investigações, "um trabalho normal".

CGU recolhe computadores do ministério A nova investigação vai apurar denúncia de tráfico de influência e corrupção

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pesar do apoio da presidente Dilma Rousseff e do ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria Geral da Presidência, ao ministro da Agricultura, Wagner Rossi, a Controladoria Geral da União (CGU) recolheu ontem computadores do ministério e abriu uma nova investigação para apurar as denúncias de tráfico de influência e corrupção na pasta. A informação foi dada pelo ministro-chefe da CGU, Jorge Hage, que não soube ou não quis precisar quantos compu-

tadores foram recolhidos. Procedimento semelhante foi adotado após denúncias no Ministério dos Transportes, que levaram à queda de Alfredo Nascimento. "Comuniquei ao ministro Rossi que uma equipe nossa estava a caminho para recolher os computadores das áreas que eram objeto de denúncia. Para fazer a cópia dos discos rígidos, dos e-mails, para começar o nosso trabalho", disse Hage, contemporizando com "um trabalho normal, como qualquer outro ". De acordo com ele, Rossi co-

locou-se à disposição para facilitar a auditoria. Hage disse ainda que não foi recolhido nenhuma material do ministro. "Não há nenhuma acusação que pese contra o ministro pessoalmente". Sobre a conclusão das investigações, Hage respondeu que a previsão inicial era para o final de setembro, quando forem iniciados os trabalho na Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). "Mas agora, com outra denúncia, o resultado poderá levar mais algum tempo". Ele não disse quanto. (AE)

oposição protocolou ontem requerimento para ouvir Milton Ortolan, ex-secretário-executivo do Ministério da Agricultura; Oscar Jucá Neto, ex-diretor financeiro da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), e o lobista Júlio Fróes para explicarem no Senado as denúncias de corrupção. De autoria do senador Álvaro Dias (PSDB-PR), líder dos tucanos, o requerimento convida os três a prestarem esclarecimento à Comissão de Agricultura do Senado sobre as denúncias de "graves irregularidades" cometidas na pasta durante a gestão do ministro Wagner Rossi, indicado para o cargo pelo PMDB. O convite para Rossi depor no Senado foi aprovado na semana passada e a expectativa é de que o ministro compareça à comissão amanhã, embora não tenha confirmado oficialmente se vai atender ao chamado da oposição. A convocação do ministro foi transformada em convite depois de os governistas obterem o compromisso de que Rossi irá ao Senado para esclarecer as dúvidas dos senadores. "Esse não é um caso fácil, não só porque envolve o maior partido da base governista no Congresso, mas porque alcança também o vice-presidente da República, que é o patrocinador do ministro no cargo",

Dida Sampaio/AE - 28/6/2011

Dias, do PSDB, considera caso "grave" porque atinge o vice de Dilma.

disse o líder tucano. "E vicepresidente não é demissível", acrescentou. Número dois – Ortolan pediu demissão do cargo no sábado à tarde. Número dois na estrutura da pasta, ele entregou a carta ao ministro em caráter "irrevogável", depois que a revista Veja revelou que o lobista Júlio Fróes teria uma gravação em que o ex-secretário exigia propina de 10% sobre contrato com o ministério. Ainda segundo a revista, Ortolan foi responsável por levar Fróes à primeira reunião na comissão de licitação do ministério, no qual o lobista teria até sala própria. Lá, segundo a revista, ele elaborava editais e escolhia as empresas prestadoras de serviço. O ministério está em evidência desde que Oscar Jucá Neto,

irmão do senador Romero Jucá (PMDB), conhecido como Jucazinho, disse à revista que há "bandidos" na Conab, e sugeriu que o ministro participava de esquemas de corrupção. Obedecendo à estratégia do PMDB, Rossi foi à comissão de Agricultura da Câmara e negou as irregularidades. Representação – Até o final da semana, o PSDB vai ingressar com representação no Ministério Público Federal para investigar as suspeitas de irregularidades, incluindo a denúncia de loteamento de cargos a líderes políticos na Conab, depois que Rossi assumiu. Entre eles, um filho do s e n a d o r R e n a n C a l h e i ro s (AL), líder do PMDB na Casa, e um sobrinho de Orestes Quércia, ex-presidente do PMDB de São Paulo. (Folhapress)


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DIÁRIO DO COMÉRCIO

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terça-feira, 9 de agosto de 2011

Dilma mexeu com o PR. Terá a coragem de enfrentar os problemas do PMDB? Senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP)

olítica

Beto Barata/AE - 06.07.2011

Aloysio desafia Dilma a tratar igual PR e PMDB Senador tucano propõe faxina extensiva ao maior partido de apoio ao governo

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senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) desafiou ontem a presidente Dilma Rousseff a agir com o PMDB como fez com o PR, que perdeu 28 servidores depois da primeira faxina em sua equipe ministerial. "Vamos ver se a presidente está realmente disposta a fazer o que ela chamou de faxina. Ela mexeu com o PR, será que terá a coragem de enfrentar os problemas do PMDB?" Para ele, o governo enfrenta o impasse de encontrar "coisas ruins" em qualquer lugar que mexer. No caso específico do Ministério da Agricultura, o senador lembra que a exoneração do ex-secretário-executivo Milton Ortolan "logo de cara" demonstra que a situação na pasta é pior do que mostra a reportagem da revista Veja sobre a cobrança de propina de contratos da pasta. "Se o assessor direto do ministro saiu logo de cara, é porque tem coisa mais grave lá dentro". O senador disse que falta à presidente um comportamento transparente em substituição à atitude adotada até agora, de "dar uma no cravo e outra na ferradura". "A presidente tirou muitas pessoas do Ministério dos Transportes mas, ao mesmo tempo, o governo se esforçou para retirar as assinaturas e impedir uma CPI para apurar irregularidades na pasta. Em matéria de corrupção, o governo está na seguinte situação, como se diz lá no interior: cada enxadada, uma minhoca". Ele acredita que o Planalto não deveria ter dificuldades

em fazer algo contra o PMDB, se tivesse uma regra de ação. "Se o governo define uma regra, essa regra tem de ser igual para todos e dentro do PMDB tem gente muito boa que quer fazer política corretamente. Não há por que ter medo de punir os maus feitos". Já o líder do PSDB, senador Álvaro Dias (PR), credita à dificuldade em fazer uma faxina no PMDB ao fato de se tratar do maior partido da base de apoio do governo. No caso do ministro Wagner Rossi, Dias acha que o empecilho maior vem do

Em matéria de corrupção, o governo está na situação de, como se diz lá no interior, 'cada enxadada, uma minhoca'. ALOYSIO NUNES FERREIRA fato dele ter como "patrono" o vice-presidente Michel Temer. "Vice-presidente não é demissível, então isso causa um enorme constrangimento ao governo". Sobre o apoio da presidente Dilma a Wagner Rossi, Dias lembra que ela também apoiou os ex-ministros da Casa Civil, Antonio Palocci, e do Transportes, Alfredo Nascimento. "E os afagos não foram suficientes para eles permanecerem no cargo". Fim de apoio? – O PR reúne suas bancadas na Câmara e no Senado hoje para decidir se vai deixar a base de apoio de Dil-

SECRETARIA DA SAÚDE

ma. Depois da "limpeza" da presidente no Ministério dos Transportes, com a demissão de servidores na pasta comandada pela sigla, o partido cobra o mesmo tratamento no Ministério da Agricultura – chefiado pelo PMDB. Lideranças do PR afirmam que Dilma impôs ao PR um "tratamento de choque", enquanto suaviza as denúncias que envolvem o ministro Wagner Rossi (Agricultura). "Esperávamos que o governo tivesse a mesma mão para os dois casos, mas não estamos vendo isso. Ficam dois pesos e duas medidas. As denúncias colocadas agora (contra o PMDB) têm endereço, nome e CPF. As denúncias no Ministério dos Transportes não tinham conteúdo", disse o senador Blairo Maggi (PR-MT). Para Maggi, Dilma não promoveu demissões na Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) nem no Ministério da Agricultura por ter no PMDB o seu principal aliado no Congresso. O parlamentar defende "independência" do PR em relação ao governo petista e também vai sugerir que a bancada da Câmara desembarque do bloco governista na Casa, a exemplo do que fizeram os senadores da sigla. "Eu defendo independência sem estarmos presentes no governo. Saímos do bloco aqui no Senado, o que nos dá liberdade para escolhermos nossos votos. Dá para fazer política sem estar no governo". Agora, o PR cobra o afastamento de servidores da Conab e do Ministério da Agricultura. (Agências)

Aloysio Nunes Ferreira: a atitude de Dilma até agora é de "dar uma no cravo e outra na ferradura".

PPS cobra investigação do MP Partido propõe apuração rigorosa das atuações de Júlio Fróes e d Milton Ortolan

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PPS pediu ontem que o Ministério Público Federal do Distrito Federal (MPF-DF) investigue as denúncias de corrupção no Ministério da Agricultura. A representação solicita a apuração das movimentações do lobista Júlio Fróes, de funcionários da Comissão de Licitações e de Milton Ortolan, que deixou a secretaria-executiva da pasta no sábado. O presidente do partido, Roberto Freire, afirma que o caminho escolhido visa dar mais celeridade à apuração. "Estamos pedindo para o

Ministério Público do Distrito Federal investigar porque quando entramos (com pedido de investigação) na Procuradoria-Geral da República, o pedido entra e para". O PPS vai solicitar também que o ministro Wagner Rossi retorne à Câmara dos Deputados para falar sobre as novas denúncias. Freire afirmou ter virado "rotina" haver denúncias contra o governo Dilma Rousseff. Ele ironizou o rótulo de "faxina" usado para as demissões no ministério dos Transportes e disse que isso não foi aplica-

Beto Oliveira/Ag. Câmara - 10.05.11

Freire: 'Estamos pedindo para o MP investigar. O pedido entra e para'.

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DIVISÃO TÉCNICA DE SUPRIMENTOS - SMS.3 ABERTURA DE LICITAÇÃO Encontram-se abertos no Gabinete: PREGÃO PRESENCIAL 254/2011-SMS.G, processo 2011-0.171.460-0, destinado ao registro de preços para SOLUÇÕES PARA TERAPIA DE NUTRIÇÃO PARENTERAL PROLONGADA, para Divisão Técnica de Suprimentos SMS.3/Grupo Técnico de Compras/Área Técnica de Medicamentos, do tipo menor preço. A sessão pública de pregão ocorrerá às 9h30min. do dia 24 de agosto de 2011, a cargo da 4ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. PREGÃO PRESENCIAL 250/2011-SMS.G, processo 2011-0.167.348-2, destinado ao registro de preços para AQUISIÇÃO de GATIL E CANIL, para a Coordenação de Vigilância em Saúde - COVISA/Gerência de Administração e Finanças, do tipo menor preço. A sessão pública de pregão ocorrerá às 9h30min. do dia 26 de agosto de 2011, a cargo da 4ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. RETIRADA DE EDITAL O edital do pregão acima poderá ser consultado e/ou obtido nos endereços: http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br, ou, no gabinete da Secretaria Municipal de Saúde, na Rua General Jardim, 36 - 3º andar - Vila Buarque São Paulo/SP - CEP 01223-010, mediante o recolhimento de taxa referente aos custos de reprografia do edital, através do DAMSP, Documento de Arrecadação do Município de São Paulo. DOCUMENTAÇÃO - PREGÃO PRESENCIAL Os documentos referentes ao credenciamento, os envelopes contendo as propostas comerciais e os documentos de habilitação das empresas interessadas, deverão ser entregues diretamente ao pregoeiro, no momento da abertura da sessão pública de pregão.

TOMADA DE PREÇOS Nº 005/SP-SM/2011 PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 2011-0.160.505-3 DATA DE ENTREGA DOS ENVELOPES: DIA 24/08/2011 ATÉ 10:00HS DATA DE ABERTURA DOS ENVELOPES: 24/08/2011 ÀS 10:30 MIN LOCAL: Sala de Licitações da Subprefeitura São Mateus, localizada na Avenida Ragueb Chohfi, 1400 - Pq. São Lourenço - São Paulo/SP TIPO: Menor preço global REGIME DE EXECUÇÃO: Empreitada por preços unitários A Prefeitura do Município de São Paulo, através da Subprefeitura São Mateus, pelo presente, torna público que, na data, horário e local acima assinalados, fará realizar licitação na modalidade TOMADA DE PREÇOS, do tipo MENOR PREÇO GLOBAL, sob regime de empreitada por preço unitário, em conformidade com as disposições deste edital e respectivos anexos. O extrato do instrumento convocatório encontra-se afixado em local visível no saguão de entrada da Subprefeitura São Mateus, sendo que o edital de licitação e seus anexos poderão ser obtidos gratuitamente por “download” na página http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br. O referido edital e seus anexos, poderão ser adquiridos na Subprefeitura São Mateus, situada na Avenida Ragueb Chohfi, 1400 - Pq. São Lourenço - São Paulo - SP, no horário das 10h00min às 15:30min mediante o recolhimento, através da DAMSP - Documento de Arrecadação do Município de São Paulo, aos cofres públicos na importância de R$ 0,15 (quinze centavos) por folha em conformidade com a legislação municipal. DO OBJETO DA LICITAÇÃO Constitui o objeto da presente licitação a contratação de serviços para limpeza e desassoreamento mecânico de córregos, por tonelada, em diversos córregos pertencentes a Subprefeitura São Mateus, em conformidade com as especificações contidas no Anexo I - Memorial Descritivo, que integra o presente Edital.

SECRETARIA DE COORDENAÇÃO DAS SUBPREFEITURAS

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SUBPREFEITURA DE M’BOI MIRIM COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÕES/PREGÕES AVISO DE ABERTURA DE LICITAÇÃO DATA: 05/08/2011 SPMB/COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO Acha-se aberta na Subprefeitura de M’Boi Mirim, sito à Avenida Guarapiranga, nº 1265 - Parque Alves de Lima - CEP 04902-903 - São Paulo - SP sala de Licitações - 1º andar, para a seguinte licitação: Tomada de Preços nº: 04/SPMB/2011 Processo nº: 2011-0.042.624-4 Objeto: Contratação de empresa para obra de contenção de talude em área de risco na Rua Orlando de Araujo Braga. Encerramento: dia 30/08/2011 às 09h30min Abertura: dia 30/08/2011 às 10h00min O edital de licitação e seus anexos poderão ser obtidos gratuitamente por “download” na pág. http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br, ou na Sede desta Subprefeitura na Supervisão de Administração e Suprimentos, mediante o recolhimento através da DAMSP - Documento de Arrecadação do Município de São Paulo aos cofres públicos na importância de R$ 0,15 (quinze centavos) por folhas em conformidade com o Decreto Municipal n° 51.157/09, ou ainda mediante a entrega de (um) CD-ROM, no horário das 09h às 12h e das 13h às 16h, até 24 (vinte quatro) horas da data fixada para a abertura do presente certame. Todas as empresas interessadas em participar deste Certame deverão efetuar vistoria no local de execução dos serviços. Com a finalidade de verificar as condições físicas para a execução dos serviços, com a finalidade de verificar as condições físicas para a execução dos mesmos. A saída para a realização da vistoria será da Sede desta Subprefeitura endereço constante no preâmbulo deste edital, onde as licitantes receberão a “declaração de vistoria”, que será assinado por responsável técnico da Coordenadoria de Infra-Estrutura Urbana e Obras. As empresas interessadas na presente licitação deverão entrar em contato com a Coordenadoria de Obras pelo telefone (11) 3396-8430/8431 das 09h às 17h, marcando presença para realização da visita ao local de execução dos serviços, prevista para acontecer até 24 (vinte e quatro) horas da abertura do certame.

SUBPREFEITURA DE M’BOI MIRIM COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÕES/PREGÕES AVISO DE ABERTURA DE LICITAÇÃO DATA: 05/08/2011 SPMB/COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO Acha-se aberta na Subprefeitura de M’Boi Mirim, sito à Avenida Guarapiranga, nº 1265 - Parque Alves de Lima - CEP 04902-903 - São Paulo - SP sala de Licitações - 1º andar, para a seguinte licitação: Tomada de Preços n°: 03/SPMB/2011 Processo n°: 2011-0.042.620-1 Objeto: Contratação de empresa para manutenção e contenção de taludes em área de risco na Rua Mahamed Aguil. Encerramento: dia 30/08/2011 às 13h30min Abertura: dia 10/08/2011 às 14h00min O edital de licitação e seus anexos poderão ser obtidos gratuitamente por “download” na pág. http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br, ou na Sede desta Subprefeitura na Supervisão de Administração e Suprimentos, mediante o recolhimento através da DAMSP - Documento de Arrecadação do Município de São Paulo aos cofres públicos na importância de R$ 0,15 (quinze centavos) por folhas em conformidade com o Decreto Municipal n° 51.157/09, ou ainda mediante a entrega de (um) CD-ROM, no horário das 09h às 12h e das 13h às 16h, até 24 (vinte quatro) horas da data fixada para a abertura do presente certame. Todas as empresas interessadas em participar deste Certame deverão efetuar vistoria no local de execução dos serviços. Com a finalidade de verificar as condições físicas para a execução dos serviços, com a finalidade de verificar as condições físicas para a execução dos mesmos. A saída para a realização da vistoria será da Sede desta Subprefeitura endereço constante no preâmbulo deste edital, onde as licitantes receberão a “declaração de vistoria”, que será assinado por responsável técnico da Coordenadoria de Infra-Estrutura Urbana e Obras. As empresas interessadas na presente licitação deverão entrar em contato com a Coordenadoria de Obras pelo telefone (11) 3396-8430/8431 das 09h às 17h, marcando presença para realização da visita ao local de execução dos serviços, prevista para acontecer até 24 (vinte e quatro) horas da abertura do certame.

do ainda em outras áreas. "Não acredito em quem vem com vassoura, porque teria que passar a vassoura em cima do Lula, e isso eu não acredito que ela vai fazer". PT ameniza – O diretório nacional do PT deixou para as duas últimas linhas da resolução do partido, de três páginas, o apoio à "faxina" promovida pela presidente Dilma Rousseff . Os petistas apontaram as medidas, iniciadas com as denúncias de corrupção no Ministério dos Transportes, como "continuidade" de iniciativas do ex-presidente Lula. "O diretório nacional do PT manifesta, por fim, seu apoio às medidas que o governo Dilma –dando continuidade ao que fazia o governo Lula – adota contra a corrupção", diz o trecho final do documento, divulgado no site do partido. Na semana passada, o presidente do PT, Rui Falcão, foi enfático na defesa das medidas saneadoras, apesar de rejeitar o termo "faxina". "Apoiamos a ação da presidente. O PT sempre foi defensor da ética, sempre combateu a corrupção e quer continuar empunhando esta bandeira". (Agências)

Copa: ministro elogia troca do Morumbi pelo Itaquerão Victoria Brotto

vio ético. Isso eu tenho pra mim", disse, negando desvios por parte de sua pasta. Orçamento– Silva estendeu ara o ministro dos Esportes Orlando Silva números: R$ 6 bilhões para os (PCdoB), o governador aeroportos, R $ 12 bilhões para Geraldo Alckmin tomou a po- estádios e R$ 900 milhões para sição certa sobre a troca do es- portos. Indagado se estamos tádio do Morumbi pelo Itaque- preparados para a Copa, Silva rão para ser um dos palcos da foi categórico. "A situação dos Copa de 2014. "Decidiu o que o 12 estádios entrou nos trilhos. governo anterior não teve ca- Investimentos e concessões pacidade de decidir". Segundo dos três principais aeroportos ele, a troca dos estádios não é do País resolvem essa questão. fruto de "jogada de braço" en- Estou tranquilo também quantre o presidente da Confedera- to à rede hoteleira". F if a – So bre ção Brasileira cumprir prade Futebol zos e normas (CBF), Ricarest abelec idas do Teixeira, e o A Copa de 2014 pela Fifa, seu presidente do será um evento presidente, JoSão Paulo, Juseph Blatter, venal Juvênextraordinário. dissera que "o cio. "Notou-se Mas temos que Brasil sabe de que o Morumenfrentar os suas responbi não consegargalos na sabilidades". guiria se eninfraestrutura. Que stion ado quadrar nas se a afirmação exigências da ORLANDO SILVA de Blatter foi Fifa. Foi só as re p re e n s i v a uma mudança ou elogiosa, Silva disse que o de endereço". O estádio do clube do São suíço tem compreensão "clara Paulo foi descartado em junho da situação" e confia no País: "A Fifa pode se preocupar de 2011, sob argumento da Fifa e do Comitê de 2014 de que as muito, mas não tanto quanto o arquibancadas não davam vi- governo brasileiro". E a abertura da Copa, será sibilidade adequada. As declarações do ministro em São Paulo? Resposta do midos Esportes foram dadas ao nistro: "Em outubro, eu te diprograma Roda Viva, no do- go". A cidade que sediará a abertura será conhecida neste mingo, pela TV Cultura. Silva se mostrou otimista mês. "Não confie apenas nas quanto à Copa. Rebateu críti- crônicas dos jornais, olhe mais cas de atraso, possíveis super- amplo. A Copa de 2014 será faturamentos de obras e inves- um evento extraordinário. Mas temos que enfrentar os timentos tardios: "No Brasil, tudo tem um rit- gargalos na infraestrutura e temo, e iremos segui-lo. Não mos que investir. Para a Copa e compactuo com nenhum des- para toda a sociedade".

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DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 9 de agosto de 2011

7 Os militares sabem mandar e sabem obedecer, isso é uma coisa muito importante. Celso Amorim, novo ministro da Defesa.

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Amorim: temas ásperos, mas afago aos militares

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o tomar posse ontem como o novo ministro da Defesa, o embaixador Celso Amorim surpreendeu por abordar, pelo menos numa frase, assuntos que os militares preferem ficar distantes. "Devemos valorizar a discussão de temas como direitos humanos, desenvolvimento sustentável, igualdade de raça, gênero e crença". Ao mesmo tempo, ele elogiou os militares e destacou o papel das Forças Armadas na defesa dos recursos naturais e das fronteiras. "Identifico nos militares valores dignos de admiração". Já a presidente Dilma Rousseff procurou enaltecer a figura do novo ministro: "Ele tem qualidades pessoais que o aproximam muito dos senhores militares de longa formação: cultura e preparo técnico, coleguismo e solidariedade no ambiente de trabalho, moderação nas manifestações públicas, elegância no relacionamento, profissionalismo e método na atividade como homem público. É o homem certo no lugar certo". "Somos detentores de riquezas, cabe ao Estado resguardar nossas extensas fronteiras. Além da defesa da população, devemos proteger nossos recursos naturais", afirmou Amorim, agora sim, abordando um tema que agrada muito às Forças Armadas. "Um país pacífico não pode ser confundido com um país desarmado", disse o novo ministro. "Cabe a mim empenhar e obter os recursos indispensáveis e equipamento adequado às Forças Armadas. Conto para tanto com a compreensão dos colegas da área financeira", discursou Amorim. Avaliou ainda que cabe a ele "mais ouvir do que falar". "Há um descompasso entre a crescente influência internacional e a nossa capacidade de

Evaristo SA/AFP

Ele (Celso Amorim) tem qualidades pessoais que o aproximam muito dos senhores militares de longa formação. DILMA ROUSSEFF

respaldá-la no plano da Defesa", disse o novo ministro. Logo em seguida, ele falou das relações do Brasil com os países africanos, que marcou sua passagem pelo Ministério das Relações Exteriores nos dois governos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Devemos reforçar a cooperação com países da região. Pretendo atribuir ênfase no relacionamento da defesa com países africanos, juntamente com o Itamaraty, continuaremos a dar nossa contribuição". Amorim também destacou o papel do serviço militar como "instrumento de ascensão social" e disse que as Forças Armadas devem, cada vez mais, refletir as características do povo brasileiro. Já Dilma, ao elogiar o novo ministro em seu discurso, deu alfinetadas no anterior, Nelson Jobim, que costumava fazer críticas aos colegas e dizer frases ambíguas. "Mudanças importantes sempre provocam tensão, mas elas requerem cuidado, elas cobram sensatez e exigem escolhas bem refletidas". Ela afirmou que a troca de comando faz parte da rotina, desde que se troque o comandante mas não se deixe de fazer o que tem de ser feito. Haiti – Não pode haver "permanência para sempre" nem retirada "irresponsável" das tropas brasileiras no Haiti, dis-

se Amorim, ontem, depois da cerimônia de posse no Palácio do Planalto. "Dentro disso vamos trabalhar, tem de ter uma estratégia de saída, isso é bom para o Haiti e para o Brasil. Graças em grande parte ao Brasil, a paz no Haiti é apontada como exemplo de componente humanitário, desenvolvimento econômico e social". O ministro disse ainda que não teve a oportunidade de conversar com a presidente nem com os comandos sobre a compra de caças. Divergências – O assessor especial da Presidência para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, minimizou divergências entre os militares com a escolha do nome de Amorim, diplomata de carreiUéslei Marcelino/Reuters

Respaldado por Dilma, Amorim destaca a importância da ampliação de recursos para a Defesa, sob o acompanhamento dos comandos militares.

Um país pacífico não pode ser confundido com um país desarmado. Cabe a mim obter recursos para as Forças Armadas. CELSO AMORIM ra, para a pasta da Defesa. "Os militares sabem mandar e sabem obedecer, isso é uma coisa muito importante", observou. "Eles sabem que a comandante em chefe das Forças Armadas do Brasil se chama Dilma Rousseff", disse após a cerimônia. (Agências)

Dida Sampaio/AE

Adeus à toga: primeira ministra a assumir uma cadeira no Supremo deixará a maior Corte do País.

Ellen Gracie se aposenta do STF

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oi publicado na edição de ontem do Diário Oficial da União o decreto de aposentadoria da ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Ellen Gracie Northfleet. Primeira mulher a assumir uma cadeira na mais alta Corte do país, ela deixa o Supremo depois de 11 anos. Nomeada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso no ano 2000, a ministra ainda tinha sete anos até chegar à aposentadoria compulsória. Ellen deixa o tribunal sem fazer despedida formal. Ela não fez, porém, qualquer ato referente à sua saída antecipada durante as sessões da semana passada, nem chegou a confirmar oficialmente a decisão de se aposentar.

Em seu discurso de posse, o novo ministro da Defesa, Celso Amorim, pregou a necessidade de maior discussão sobre temas como direitos humanos, sustentabilidade, tolerância racial e respeito às convicções. Ao mesmo tempo, elogiou e se comprometeu a reforçar as Forças Armadas.

Com a saída de Ellen Gracie, o STF ficará com dez ministros até que a presidente Dilma Rousseff indique um substituto. Há a expectativa de que seja indicada outra mulher. Após a escolha de Dilma, o indicado terá que passar por uma sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e ter o nome aprovado pelo plenário da Casa. Nascida no Rio de Janeiro, Ellen Gracie, também foi a primeira mulher a assumir a presidência do STF no biênio 2006/2008. Durante toda a semana passada houve a expectativa de que ela anunciasse publicamente sua aposentadoria, o que acabou não ocorrendo. Sua última sessão foi na quinta-feira Em 11 anos de STF, Ellen

Gracie votou pela extradição no italiano Cesare Battisti, mas foi voto vencido na decisão sobre a palavra final ficar a cargo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na votação da Lei da Imprensa, foi voto vencido em parte, pois os demais ministros decidiram pela derrubada integral da lei, e ela votou pela permanência da possibilidade do direito de resposta. Na votação do processo que permitia o uso das célulastronco, Ellen Gracie votou com a maioria, pela utilização científica. No caso da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol, votou pela demarcação de forma contínua. Ela ainda foi favorável à aplicação imediata da Lei da Ficha Limpa, mas foi vencida pela maioria. (Agências)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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William West/AFP

Logo Logo www.dcomercio.com.br

COMO TREINAR SEU DRAGÃO Dragão criado pela DreamWorks Theatricals e a Global Creatures em apresentação de espetáculo na Arena, em Melbourne, Austrália.

T ECNOLOGIA P RATICIDADE

G @DGET DU JOUR

Pequena Miss Hacker

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ma menina de apenas 10 anos, conhecida pelo apelido CyFi, descobriu vulnerabilidades em jogos para dispositivos móveis com sistema operacional iOS da Apple e Android da Google e apresentou sua conquista no evento de tecnologia DefCom, realizado em Las Vegas (EUA), informou ontem a revista norte-americana a PC World.

A menina explicou que, a partir da falha encontrada, é possível adiantar o relógio de alguns games de smartphones ou tablets, fazendo, por exemplo, que algo que levava muito tempo para acontecer (como o crescimento de uma planta em um jogo) aconteça rapidamente. A brecha, que é conhecida como uma falha de zero-day (quando uma falha é explorada antes que o desenvolvedor do

programa atingido tenha conhecimento) foi confirmada por especialistas em segurança de sistemas, enquanto a menina explicou que identificou a falha porque estava "entediada". O nome dos joguinhos que CyFi driblou a segurança não foram divulgados na conferência, mas os desenvolvedores responsáveis terão acesso à descoberta da menina para corrigirem a falha. (EFE)

M UNDO ANIMAL Dinuka Liyanawatte/Reuters

Cartão de barbear

Patrik Stollarz/AFP

Chaleira compacta

Carzor é um cartão barbeador que vem com espelho e é tão compacto que ocupa o espaço de um cartão de crédito. E tem iras perfumadas. Ideal para viagens e imprevistos. Custa US$ 17.

Apesar do preço salgado (30 libras esterlinas), esta chaleira é o utensílio perfeito para quem não vive sem seu chá. Quando não está em uso, pode ser comprimida e não ocupa espaço. Quando expandida, tem capacidade para mais de um litro de água.

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I NTERNET

FOTOS

LÊMURES de dorso vermelho se "abraçam" na área reservada à espécie no zoológico de Duisburg, na região oeste da Alemanha.

Nir Elias/Reuters

GATINHA Renana, de 3 semanas, e sua mãe, Rotem, fotografadas no Ramat Gan Safari, próximo a Tel Aviv. Ambas de uma espécie considerada extinta no país.

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Santos tem nova cartada para convencer Ganso a ficar no clube

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Rali dos Sertões começa em Goiás e promete ter mais dificuldades

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João Gilberto fará show em São Paulo no dia 5 de novembro

ri/AFP

PINGUIM é observado por duas meninas no aquário do zoo de Duisburg, na Alemanha.

A PLICATIVO

Fotos: Reuters

Acesse www.dcomercio.com.br para ler a íntegra das notícias abaixo:

H ISTÓRIA

Morre heroína da Segunda Guerra

Mostra 'Bom Retiro e Luz: um Roteiro 19762011' retrata a história dos bairros em 90 fotografias. Centro da Cultura Judaica. Rua Oscar Freire, 2500, tel.: 3065-4333. Grátis.

A TÉ LOGO

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Nicolas Asfou

Patrik Stollarz/AFP

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C A R T A Z

ELEFANTE flagrado na hora do banho na cidade de Kandy, no Sri Lanka.

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Facebook de manter as informações dos usuários mesmo quando eles desativam suas contas, de moro a recuperar todas as informações quando a empresa desejar. O Anonymous alerta ainda no comunicado que alterar as configurações de privacidade na rede não protegem o usuário. O Facebook está entre as redes sociais que têm banido, bloqueado e censurado as contas de membros do Anonymous, que já criaram um chat para que seus membros coordenem o ataque, chamado de "Operação Facebook". Há também uma conta no Twitter e uma hashtag, #opfacebook, para a ação.

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O grupo hacker Anonymous responsável por ataques ao PayPal, Visa e Amazon em defesa do WikiLeaks – planeja realizar um ataque ao Facebook em 5 de novembro. O grupo, que acusa a rede social de violar a privacidade dos usuários, não informou como planeja realizar a ação, batizada de Operação Facebook. O ataque foi anunciado pelo grupo de hackers em um vídeo publicado no YouTube, em que o grupo afirma que pretende "destruir" a gigante das redes sociais por vender as informações dos usuários a governos que desejam vigiá-los. O Anonymous também acusa o

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Facebook, na mira do Anonymous

Análises químicas mostraram que o conteúdo do pote encontrado nas escavações era de creme de beleza usado por uma romana rica

Morreu no domingo em Londres, aos 98 anos, Nancy Wake, espiã australiana e heroína da Segunda Guerra Mundial. Nancy foi vítima de uma infecção no peito. Jornalista, Nancy [acima em foto de 2004] entrevistou Adolf Hitler em 1933, quando decidiu lutar contra a perseguição aos judeus. Em 1940, Wake tornou-se membro da resistência francesa com seu marido, o francês Henri Fiocca, e salvou a vida de centenas de pessoas, ajudando-as a fugir dos nazistas. "Só tenho uma coisa a dizer: matei um monte de alemães, e só lamento não ter matado mais", teria dito ela, que recebeu várias condecorações por suas ações. L OTERIAS Concurso 659 da LOTOFÁCIL

Tecnologia no museu Biquíni de couro do século I, creme facial da metade do século II e escultura da deusa Mitra do início do século III, peças descobertas durante escavações na Queen Street, em Londres, em 1953. Estas e outras 200 peças do Museu de Londres, bem como suas histórias, agora podem ser conhecidas pelos usuários de iPhone, iPad e smartphones com Android graças a um aplicativo, que também permite compartilhar as imagens vistas no Twitter e no Facebook. O aplicativo Streetmuseum Londinium pode ser baixado gratuitamente no site do museu. www.museumoflondon.org.uk/Explore-online/Apps

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Banco Votorantim S.A. C.N.P.J. 59.588.111/0001-03 Avenida das Nações Unidas, 14.171, Torre A, 18º andar - Vila Gertrudes - CEP 04794-000 - São Paulo - SP Tel. (11) 5171-1000 Fax (11) 5171-1900 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO - 1º SEMESTRE DE 2011 Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações contábeis individuais e consolidadas do Banco Votorantim S.A. (“Banco Votorantim”), relativas aos semestres findos em 30 de junho de 2011 (1S11) e 2010 (1S10), acompanhadas das respectivas notas explicativas e do parecer dos auditores independentes. 1. Destaques do Período Seguem os principais destaques do Banco Votorantim no 1S11: • Posicionado como 7º maior banco do Brasil em ativos, com R$119,2 bilhões, o Banco Votorantim registrou lucro líquido de R$541 milhões no 1S11, expansão de 13% sobre igual período de 2010; • A carteira de crédito encerrou o 1S11 com saldo de R$61,2 bilhões, crescimento de 31% nos últimos doze meses. A expansão da carteira de crédito foi impulsionada pelo crescimento dos segmentos de financiamento de veículos, consignado e middle market; • A BV Financeira, subsidiária integral do Banco Votorantim, manteve-se como 2º maior player no financiamento de veículos, com 22% de participação de mercado em termos de originação; • O segmento middle market encerrou o 1S11 com uma carteira de crédito de R$6,8 bilhões, expansão de robustos 122% nos últimos 12 meses; • O segmento corporate deu continuidade à sua estratégia de atendimento customizado, entregando soluções diferenciadas para sua ampla base de clientes. Sua atuação foi reconhecida com o prêmio “Deal of the Year”, da revista Euromoney, por uma operação de project finance para cliente de geração de energia eólica; • O Banco Votorantim participou em 12 operações de renda fixa local, com volume total de R$2,5 bilhões, que lhe garantiram o 5º lugar no ranking de distribuição de produtos de securitização da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais); • A Votorantim Wealth Management & Services manteve sua estratégia de crescimento sólido e, com soluções inovadoras e de qualidade, alcançou a posição de 9ª maior gestora de recursos do mercado pelo ranking da Anbima. Encerrou o 1S11 com R$36,7 bilhões de recursos geridos, crescimento de 45% nos últimos 12 meses; • O Banco Votorantim acessou o mercado externo de renda fixa em três oportunidades, emitindo US$1,25 bilhão e R$1,0 bilhão indexado ao IPCA, consolidando uma importante fonte de captação de recursos de longo prazo, com condições atrativas de custo; • No mercado local o Banco Votorantim registrou forte crescimento de captações de longo prazo via Letras Financeiras, atingindo R$5,7 bilhões em junho de 2011; • A Moody´s Investors Service elevou alguns ratings do Banco Votorantim, incluindo rating de depósito de longo prazo em moeda estrangeira (de Baa3 para Baa2), de dívida sênior de longo prazo em moeda estrangeira (de Baa2 para Baa1) e de dívida subordinada de longo prazo em moeda estrangeira (de Baa2 para Baa1). 2. Principais Indicadores e Informações Contábeis - Posição consolidada 1S11 1S10 ∆% Resultado (R$ Milhões) Lucro líquido 541 478 13,2 Margem financeira bruta (a) 3.031 2.408 25,9 Provisão para créditos de liquidação duvidosa - PDD (b) (1.268) (870) 45,8 Resultado bruto da intermediação financeira (a - b) 1.763 1.538 14,6 Receita de prestação de serviços 627 654 (4,0) Despesas administrativas e de pessoal (1.127) (992) 13,6 Resultado operacional 825 904 (8,8) Balanço Patrimonial (R$ Milhões) Total de ativos 119.190 99.416 19,9 Operações de crédito 61.213 46.699 31,1 Pessoas jurídicas 21.315 16.611 28,3 Pessoas físicas 39.898 30.088 32,6 Avais e fianças 10.598 9.645 9,9 Patrimônio líquido 8.706 8.039 8,3 Patrimônio de referência 12.592 11.216 12,3 Indicadores Financeiros (%) 1 13,0% 12,7% +0,3 p.p. Retorno sobre Patrimônio Líquido médio 36,3% 33,6% +2,7 p.p. Índice de Eficiência - últimos 12 meses2 Índice de Basiléia 13,9% 13,7% +0,2 p.p. Outros Indicadores Recursos captados (R$ Milhões) 74.007 63.805 16,0 Total de depósitos (R$ Milhões) 23.632 24.239 (2,5) Outros recursos (R$ Milhões) 50.374 39.566 27,3 Recursos geridos (R$ Milhões) 36.718 25.322 45,0 7.040 7.084 (0,6) Número de funcionários3 1. Quociente entre o lucro líquido do período e o PL médio do período; 2. Índice de eficiência = Despesas adm. e de pessoal/(Margem financeira bruta + Receita de prestação de serviços + Outras rec. operacionais + Outras desp. operacionais + Ajuste de hedge fiscal); 3. Exclui estagiários e estatutários. 3. Conjuntura Econômica A economia brasileira manteve sua trajetória de crescimento no 1S11. A demanda doméstica permaneceu aquecida, calçada num mercado de trabalho robusto, que tem gerado ganhos reais de renda para a população. Favorecido por bons fundamentos econômicos, o PIB atingiu crescimento de aproximadamente 4% em relação ao mesmo período do ano anterior, ritmo este que deverá ser mantido no restante do ano. Na política fiscal, o governo conteve o crescimento dos seus gastos e, na política monetária, retomou a elevação da taxa básica de juros. Para auxiliar na tarefa de buscar o equilíbrio da economia, o governo também recorreu a medidas macroprudenciais e com isso conseguiu sinalizar a convergência da inflação para a meta dentro do horizonte de projeção, contendo as expectativas dos agentes. O ambiente econômico positivo que tem se apresentado no Brasil, tem atraído um intenso fluxo de capitais e gerado atrativas oportunidades de negócios no mercado nacional de capitais. O mercado nacional de capitais movimentou R$58 bilhões em operações no 1S11, sendo R$42 bilhões em renda fixa e R$16 bilhões em renda variável, registrando crescimentos de 14% e 9%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano anterior. Em renda fixa, os destaques foram as emissões de debêntures, que somaram cerca de R$22 bilhões, assim como as operações de securitização via emissões de CRI, que totalizaram R$6 bilhões. No segmento de renda variável, o volume de ofertas públicas iniciais (IPO) somou R$7 bilhões e o volume das ofertas de companhias já listadas alcançou R$9 bilhões. As captações externas de renda fixa cresceram 52% no 1S11 em relação ao 1S10, atingindo um volume de US$26 bilhões, com destaque para as operações de bônus e medium term notes. Já no Sistema Financeiro Nacional, o estoque de empréstimos e financiamentos, computadas as operações com recursos livres e direcionados, alcançou R$1.834 bilhões em junho de 2011, crescimento de 20,0% em doze meses. Em decorrência, a relação crédito/PIB passou a representar 47,2%, ante 44,6% no ano anterior. O saldo das operações concedidas com recursos livres atingiu R$1.198 bilhões em junho de 2011, acumulando expansão de 17,9% no ano. No mesmo período, os financiamentos a pessoas físicas cresceram 18,9%, alcançando R$601 bilhões, refletindo a força da demanda doméstica que tem sido um dos pilares para o crescimento do PIB. Cabe destacar a expansão do saldo de operações de financiamento de veículos, que cresceu 17,0% em doze meses, alcançando saldo de R$195 bilhões em junho de 2011. 4. Desempenho dos Negócios 4.1. Banco Votorantim S.A. O Banco Votorantim é o sétimo maior banco do Brasil em ativos totais, com um portfólio crescente e diversificado de negócios. Atua nos segmentos de financiamento de veículos, crédito consignado, corporate (grandes empresas), middle market (médias empresas), gestão de recursos de terceiros (asset management), private bank, banco de investimentos, corretagem de valores mobiliários, entre outros. As operações do Banco Votorantim são conduzidas através de um conjunto de instituições controladas, que atuam integradamente no mercado financeiro, inclusive em relação ao gerenciamento de riscos. Entre essas empresas controladas estão a BV Financeira, BV Leasing, Votorantim Asset Management e Votorantim Corretora de Títulos e Valores Mobiliários. Para apoiar suas operações e conferir capilaridade estratégica, o Banco Votorantim possui sede em São Paulo, 46 pontos de atendimento dos segmentos middle e corporate e mais de 120 pontos de atendimento da BV Financeira nas principais cidades do Brasil, subsidiária e agência em Nassau (Bahamas), corretora em Nova York e escritório de representação em Londres. Além disso, a BV Financeira também atua por meio de uma extensa rede de distribuição terceirizada, formada por mais de 24 mil revendas de veículos e 1,4 mil correspondentes bancários. No 1S11, o Banco Votorantim registrou lucro líquido de R$541 milhões, aumento de 13,2% em relação ao resultado registrado no mesmo período de 2010. O resultado bruto de intermediação financeira, antes da provisão para créditos de liquidação duvidosa, alcançou R$3.031 milhões no 1S11, aumento de 25,9% em relação ao montante de R$2.408 milhões do mesmo período de 2010. Esse aumento se justifica principalmente pelo crescimento do saldo médio da carteira de crédito no período.

As despesas com provisão para créditos de liquidação duvidosa atingiram R$1.268 milhões no 1S11, ante R$870 milhões registrados no mesmo período de 2010, impulsionadas principalmente pelo aumento da inadimplência das pessoas físicas no mercado. Ainda assim, o Banco Votorantim manteve a qualidade de seus ativos, com 94,1% das operações de crédito classificadas entre AA e C em junho de 2011, ante 95,3% em junho de 2010. Os ativos totais alcançaram R$119,2 bilhões em junho de 2011, crescimento de 19,9% em relação ao montante de R$99,4 bilhões registrado em junho de 2010. Cabe destacar a evolução da carteira consolidada de operações de crédito, que atingiu R$61,2 bilhões em junho de 2011, crescimento de 31,1% em relação ao volume de R$46,7 bilhões no mesmo período de 2010. Esse crescimento ocorreu tanto no Varejo como no Atacado. No Varejo, a carteira alcançou R$40,8 bilhões em junho de 2011, ante R$30,2 bilhões em junho de 2010, o que corresponde a um crescimento de 35,0%. No negócio de financiamento de veículos, a BV Financeira, braço operacional de Varejo do Banco Votorantim, ampliou sua participação de mercado em veículos novos e consolidou a posição de liderança em veículos usados e motos. No Atacado, composto pelo middle market (médias empresas) e corporate (grandes empresas), a carteira de crédito consolidada atingiu R$20,4 bilhões no 1S11, significativo crescimento de 23,9% em relação ao 1S10. O middle market deu continuidade à sua estratégia de expansão, alcançando uma carteira de crédito de R$6,8 bilhões, aumento de 121,7% em relação ao 1S10. Esse desempenho é resultado do aumento da capilaridade para atendimento da sua crescente base de clientes, bem como investimentos em infraestrutura tecnológica e pessoas. O segmento corporate encerrou o semestre com carteira de crédito de R$13,6 bilhões, aumento de 1,6% em relação ao 1S10. O Banco Votorantim já é um dos principais players neste segmento de grandes empresas, com elevada penetração de mercado. Neste 1S11 o corporate deu continuidade à sua estratégia de atendimento customizado, entregando soluções diferenciadas para seus clientes. O patrimônio líquido consolidado do Banco Votorantim cresceu de R$8,0 bilhões em junho de 2010 para R$8,7 bilhões em junho de 2011. No mesmo período, o patrimônio líquido de referência evoluiu de R$11,2 bilhões para R$12,6 bilhões. O retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio foi de 13,0%, ante 12,7% do ano anterior. O Banco Votorantim acessou o mercado externo de renda fixa em três oportunidades no 1S11, emitindo US$1,25 bilhão e R$1,0 bilhão indexado ao IPCA, consolidando este mercado como uma importante fonte de captação de recursos de longo prazo, com condições atrativas de custo. Já no mercado local, registrou forte crescimento de captações de longo prazo via Letras Financeiras, que totalizaram R$5,7 bilhões em junho de 2011 (R$2,6 bilhões em dezembro de 2010). O Banco Votorantim manteve participação relevante em operações locais de renda fixa, com destaque para operações de debêntures, FIDCs e Créditos de Recebíveis Imobiliários - CRIs. Participou de 12 operações, com volume total de R$2,5 bilhões, que lhe garantiram o 5º lugar no ranking de distribuição de produtos de securitização da Anbima. No mercado externo de renda fixa, atuou como coordenador e estruturador de operações para seus clientes, totalizando aproximadamente US$3,3 bilhões e 750 milhões em emissões. Em renda variável, participou de três operações no 1S11, com volume total de R$1,1 bilhão. Já no segmento de Fusões e Aquisições, atuou como assessor financeiro em sete transações concluídas com sucesso, representando um volume de R$2,95 bilhões, com destaque para o setor de energia, açúcar e álcool e imobiliário. No ranking de M&A pela Bloomberg, o Banco Votorantim desponta em 9º lugar em número de transações assessoradas e 15º em valor total de operações realizadas. 4.2. BV Financeira S.A. – Crédito, Financiamento e Investimento A BV Financeira, focada nas modalidades de financiamento de veículos e crédito consignado, apresentou forte crescimento de 43,3% na sua carteira de crédito, evoluindo de R$25,8 bilhões, em junho de 2010, para R$37,0 bilhões no mesmo período de 2011. No 1S11, a BV Financeira obteve participação de mercado de 22% em novos financiamentos de veículos, posicionando-se como 2º maior player do mercado. Com presença em mais de 24.000 concessionárias e revendas do território nacional, neste semestre a BV Financeira ampliou sua participação de mercado no segmento de veículos novos e consolidou-se como líder no financiamento de motos e veículos usados. Já no negócio de crédito consignado, registrou participação de mercado de aproximadamente 7%, mantendo seu foco na modalidade INSS. Com o objetivo de ampliar a oferta de produtos e soluções para seus clientes, a BV Financeira estruturou no 1S11 o produto de crédito pessoal com garantia de imóvel, que está em fase piloto. O resultado bruto de intermediação financeira alcançou R$829 milhões no 1S11 (R$982 milhões no 1S10). No 1S11, houve um crescimento da inadimplência no mercado de crédito a pessoas físicas, que contribuiu para que as despesas com provisão para créditos de liquidação duvidosa alcançassem R$1,0 bilhão (R$753 milhões no 1S10). Ainda assim, em junho de 2011, as operações de crédito classificadas entre AA e C representavam 93,6% da carteira da BV Financeira, ante 93,8% registrados no mesmo período de 2010, atestando a qualidade da carteira. O lucro líquido atingiu R$98 milhões no 1S11 (R$241 milhões no 1S10). Ao final de junho de 2011, o patrimônio líquido atingiu R$1,4 bilhão (R$1,1 bilhão em 2010). 4.3. BV Leasing - Arrendamento Mercantil S.A. (“BV Leasing”) A BV Leasing, focada principalmente em operações de arrendamento de veículos a pessoas físicas, encerrou o 1S11 com carteira de crédito de R$3,9 bilhões, ante R$4,4 bilhões no mesmo período de 2010. A redução observada está consistente com a retração na carteira de Leasing - pessoa física do mercado, que reduziu 33% nos últimos doze meses, conforme dados do Banco Central. Essa redução está associada à preferência do mercado por financiar veículos através de operações de crédito direto ao consumidor (CDC). Em junho de 2011, o patrimônio líquido atingiu R$1.313 milhões (R$1.304 milhões em 2010). 4.4. Votorantim Asset Management Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (“VWM&S”) Focada em uma estratégia de crescimento sólido e de longo prazo, a Votorantim Asset Management Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda., também denominada Votorantim Wealth Management & Services (VWM&S), deu continuidade ao trabalho iniciado em 2010, em que desenhou uma nova e moderna estrutura organizacional e definiu a estratégia que norteará suas ações, até o ano de 2015, para cada um de seus segmentos de atuação: asset management e private bank. No 1S11, a VWM&S se consolidou como um dos melhores gestores do mercado de Renda Fixa Crédito Privado, Multimercado Long & Short e Renda Variável Ativo. Em consequência deste excelente desempenho, em abril de 2010, a Revista Valor Investe em parceria com a Standard & Poor’s concedeu à VWM&S o prêmio “Top Gestão 2010 - Renda Fixa”. No período, a VWM&S também se estabeleceu como a maior gestora de fundos imobiliários pela Anbima, atingindo R$8 bilhões de Produtos Estruturados sob sua gestão, principalmente em produtos inovadores e customizados de Direitos Creditórios (FIDCs), Imobiliários (FIIs) e Fundos de Investimentos em Participações (FIPs). Além de expandir sua presença nacional, em maio de 2011 a VWM&S iniciou seu ingresso no mercado internacional com o lançamento do seu primeiro fundo de investimentos offshore exclusivo para clientes estrangeiros, o “Selector Brazilian Equities”, em parceria com a EMG/Selector - distribuidor de fundos no mercado global com forte presença nos Estados Unidos, Europa e Ásia. A performance robusta obtida pelo segmento de asset management é resultado do contínuo desenvolvimento de soluções adequadas às necessidades de seus clientes, com inovação e qualidade. Já no segmento de private bank, para uma atuação mais eficiente a VWM&S promoveu uma reorganização das áreas comercial e de estratégia de investimentos. Essa reorganização permitiu um crescimento de 27% dos ativos sob gestão e de 11% da base de clientes no 1S11. Com a implementação desta nova estratégia, a VWM&S alcançou volume de recursos geridos de R$36,7 bilhões ao final do 1S11, aumento de 45% em relação ao mesmo período de 2010. Crescimento expressivo que lhe garantiu a posição de 9ª maior gestora de recursos do mercado pelo ranking de gestão de fundos da Anbima. A VWM&S fechou o semestre com um patrimônio líquido de R$66 milhões e lucro líquido de R$9 milhões (R$49 milhões e R$14 milhões no 1S10, respectivamente). 4.5. Votorantim Corretora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (“Votorantim Corretora”) No 1S11, a Votorantim Corretora deu continuidade à ampliação de suas operações e melhorou seu posicionamento em todos os rankings existentes, constando pela 2ª vez entre as “Top 30” do setor com a 26ª posição no ranking da Bovespa e alcançando o 10º lugar no ranking da BM&F. Com relação à posição de clientes, em junho de 2011 a Votorantim Corretora atingiu cerca de 6.000 clientes, praticamente duplicando sua base de clientes nos últimos doze meses, em parte devido ao lançamento em setembro de 2010 do seu novo homebroker (Sagaz). Com o Sagaz, a Votorantim Corretora evoluiu para o 13º lugar nas posições de negociações via homebroker (18º lugar em junho de 2010). Em junho de 2011, a Votorantim Corretora registrou patrimônio líquido de R$255 milhões (R$246 milhões em 2010). No 1S11, o lucro líquido atingiu R$5 milhões (R$5 milhões no 1S10) e as rendas de corretagem de operações em Bolsa totalizaram R$12 milhões (R$14 milhões no 1S10). 5. Avanços na Parceria Estratégica com o Banco do Brasil Em 2009, foi estabelecida uma parceria estratégica com o Banco do Brasil (BB), maior instituição financeira do Brasil em volume de ativos, que adquiriu 50% do capital social total do Banco Votorantim. O BB e o Banco Votorantim têm explorado oportunidades conjuntas de negócio em diversos segmentos, com resultados tangíveis já alcançados, como: • Programa de cessão de ativos: estabelecimento de acordo operacional com o BB para a realização de cessões de créditos originados pela BV Financeira, diversificando as fontes de captação de recursos e ampliando a capacidade de originação de ativos. Esse programa gera benefícios efetivos para ambas as instituições, na medida em que alia a elevada capacidade de originação de ativos do Banco Votorantim à ampla base de depósitos (funding) do BB;

• Crescimento em financiamento de veículos: a partir do estabelecimento da parceria, o Banco Votorantim passou a atuar como o braço do BB para realização de financiamentos de veículos fora do ambiente de agências. Com isso, sua participação estimada no mercado, por originação, apresentou elevado crescimento, dobrando de 11% em 2008 para 22% no 1S11; • Oferta cruzada de produtos de investimento: desenvolvimento de fundos de investimento estruturados em parceria com o BB, como o Fundo de Investimento Imobiliário BB Votorantim JHSF e o FIDC Americanas/B2W, que são distribuídos a clientes de alta renda de ambas as instituições. Outro exemplo de sinergia é o BB Renda Corporativa, fundo imobiliário cuja renda será destinada à compra de pontos comerciais para servirem de agências bancárias ao BB; • Ampliação dos negócios da Votorantim Corretora: crescente utilização pelo BB da corretora do Banco Votorantim para a realização de transações de posições proprietárias, fundos de investimentos e distribuição varejo (homebroker). 6. Agências de Rating No 1S11, a Moody´s elevou ainda mais alguns ratings do Banco Votorantim, acompanhando a elevação dos tetos soberanos do Brasil. • Depósito de longo prazo em moeda estrangeira: para Baa2 de Baa3, com perspectiva positiva; • Depósito de curto prazo em moeda estrangeira: para Prime-2 de Prime-3; • Dívida sênior de longo prazo em moeda estrangeira: para Baa1 de Baa2, com perspectiva positiva; • Dívida sênior de curto prazo em moeda estrangeira: para Prime-2 de Prime-3; e • Dívida subordinada de longo prazo em moeda estrangeira: para Baa1 de Baa2, com perspectiva estável. As demais agências de rating de crédito mantiveram no período as boas avaliações já atribuídas ao Banco Votorantim. 7. Prêmios e Reconhecimentos Seguem os principais prêmios e reconhecimentos recebidos pelo Banco Votorantim no 1S11: • “Deal of the Year”, categoria Wind, prêmio concedido, em março de 2011, pela segunda vez consecutiva pela Project Finance / Euromoney Magazine. O projeto premiado foi o da empresa SIIF Énergies do Brasil. • Posições de destaque no ranking da Anbima de operações de Project Finance 2010: 5º lugar em Assessor Financeiro de Leilão de Concessão, 3º lugar em Estruturador e 3º lugar em Emprestador. • “Top Gestão 2010 - Renda Fixa”, concedido a Votorantim Wealth Management & Services. Premiação promovida pela Revista Valor Investe em parceria com a Standard & Poor’s, na edição de abril de 2011. • Destaque de fundos “Excelentes” entre as gestoras de recursos listadas no ranking “Melhores Fundos para Investidores Institucionais” elaborado pela Revista Investidor Institucional, em parceria com a consultoria Luz Engenharia Financeira, na edição de março de 2011. 8. Governança e Gestão de Pessoas 8.1. Estrutura e Governança O Banco Votorantim conta com uma base sólida de acionistas, formada pelo Grupo Votorantim, um dos maiores conglomerados industriais privados da América Latina, e pelo Banco do Brasil (BB), maior instituição financeira do Brasil, com mais de 200 anos de experiência. Ambos os acionistas possuem grau de investimentos pelas principais agências internacionais de rating: Fitch Ratings, Moody’s e Standard & Poor’s. A partir do estabelecimento da parceria estratégica com Banco do Brasil, em 2009, a governança do Banco Votorantim passou a ser compartilhada entre os dois acionistas. O modelo de governança tem sido continuamente aprimorado, assegurando uma gestão profissional, ágil e independente. O Conselho de Administração é integrado por seis membros, sendo três representantes da Votorantim Finanças e três do Banco do Brasil. Os conselheiros reúnem-se regularmente para deliberar sobre questões estratégicas e acompanhar o desempenho dos negócios. O Conselho de Administração é apoiado por três comitês de assessoramento: Finanças, Recursos Humanos e Produtos e Marketing, que se reúnem periodicamente com o propósito de analisar temas específicos e assessorar a tomada de decisões por parte do Conselho. A estrutura de governança é integrada ainda por duas instâncias fiscalizadoras - Conselho Fiscal e o Comitê de Auditoria - que também possuem composições paritárias de representantes dos acionistas. 8.2. Administração de riscos A gestão de riscos tem suas políticas aderentes às melhores práticas de mercado e está em linha com as diretrizes definidas pelo Banco Central. Sua abrangência é no âmbito do Conglomerado Financeiro do Banco Votorantim. O Banco Votorantim possui políticas e procedimentos estabelecidos que suportam um sistema de gestão de riscos capaz de avaliar, mitigar e gerir os riscos inerentes aos seus negócios, proporcionando à Diretoria Executiva, ao Conselho de Administração e aos gestores de negócios e processos uma visão dos riscos incorridos. Nesse sentido, o Comitê de Gestão de Riscos instituído faz a gestão de três comissões: uma direcionada para a gestão do risco de mercado; outra para atuar como gestora do risco de crédito; e uma terceira focada na gestão do risco operacional. Além disso, deve-se mencionar a existência de subcomissões com caráter mais tático do que estratégico. O Comitê Operacional de Ativos e Passivos (ALM) tem a responsabilidade de executar as gestões estratégicas do capital e do balanço. O acompanhamento do risco de liquidez é feito por uma Comissão específica, que é subordinada a este Comitê. As informações referentes à estrutura de gestão de risco, Circular nº 3.477 do Banco Central do Brasil, de 24 de dezembro de 2009, estão disponíveis para consulta no website do Banco Votorantim (www.bancovotorantim.com.br). 8.3. Gestão de Pessoas O Banco Votorantim acredita que relações consistentes e verdadeiras são construídas a partir de princípios sólidos, buscando inovação e desenvolvimento, sem abrir mão de seus valores institucionais de Solidez, Ética, Respeito, Empreendedorismo e União (SEREU), que orientam a tomada de decisão e o comportamento de todos os colaboradores. Por meio de políticas diferenciadas e reconhecidas pelo mercado, o Banco Votorantim demonstra que uma gestão estratégica do capital humano, orientada para a obtenção dos resultados e desenvolvimento da equipe, fortalece e contribui para a sustentabilidade dos seus negócios. Com esse objetivo, a área de Recursos Humanos está alicerçada nas seguintes diretrizes: • Planejamento e Desenvolvimento da Força de Trabalho: mapear ações para suprir, adequar, treinar e capacitar os colaboradores às diretrizes estratégicas; • Gestão de Talentos: monitorar o desempenho individual dos colaboradores, estimular a meritocracia e o trabalho em equipe, identificar talentos e criar mecanismos de retenção; • Cultura e Clima: assegurar que o ambiente de trabalho esteja em consonância com a cultura, valores e diretrizes estratégicas da organização. O Banco Votorantim acredita no talento e nas pessoas que compõem seu time, e assim reforça que a sua prática de Gestão de Pessoas, além de ser o fator principal na busca pela excelência e na retenção de talentos, atua de maneira estratégica com foco nos resultados, mas sem perder de vista a importância do desenvolvimento constante de seus colaboradores. Todos os programas e investimentos realizados estão diretamente ligados às diretrizes estratégicas do Banco, e estimulam a liderança a engajar e motivar suas equipes, por meio de uma relação transparente que prioriza a comunicação clara e eficaz, reforçando o orgulho em pertencer à organização. 8.4. Responsabilidade Social Visando atender às necessidades de seus colaboradores e da comunidade, o Banco Votorantim tem intensificado e ampliado suas ações no âmbito de responsabilidade social através da ampliação das ações de investimento social. No 1S11, o Banco publicou sua Política de Investimento Social e formalizou parcerias com projetos culturais, sociais e esportivos, beneficiados pela destinação de recursos incentivados, selecionados e validados pela Comissão de Investimento Social. Na área cultural, foram destinados recursos para projetos desenvolvidos pelo MASP, MAM, Instituto Baccarelli, OSESP, Instituto Auditório Ibirapuera, Instituto Cultural Inhotim, entre outros. Todos os projetos culturais apoiados pelo Banco Votorantim contemplam a difusão cultural, valorizando as manifestações populares e a extensão do impacto social do projeto. Na área social, foram destinados recursos para inúmeros Fundos Municipais da Criança e do Adolescente, em localidades estratégicas para o Banco, que apresentam demandas na área da infância e adolescência alinhadas às diretrizes do ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente. Na área de esportes, foram destinados recursos incentivados para projetos de democratização esportiva, com o intuito de aperfeiçoar a prática de novas modalidades esportivas para comunidades, com destaque para três núcleos do Instituto Esporte e Educação e para o projeto Reação Olímpico, desenvolvido pelo Instituto Reação. Ainda no âmbito do investimento social, destaca-se o Projeto Viver, criado em 2001, que é o resultado do programa de voluntariado corporativo implementado por iniciativa dos colaboradores e executivos do Banco Votorantim através da Associação Viver em Família para um Futuro Melhor. O Projeto Viver promoveu atendimentos aos moradores da comunidade do Jardim Colombo (SP), oferecendo atividades de recreação, esportes, lazer, educação e capacitação profissional. Agradecemos aos nossos clientes, parceiros e colaboradores pelo sucesso alcançado neste semestre. São Paulo, 04 de agosto de 2011 Conselho de Administração e Diretoria

BALANÇOS PATRIMONIAIS em 30 de Junho de 2011 E 2010 (Em milhares de Reais) Ativo Circulante Disponibilidades Aplicações interfinanceiras de liquidez Aplicações no mercado aberto Aplicações em depósitos interfinanceiros Aplicações em moeda estrangeira Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Carteira própria Vinculados a compromissos de recompra Instrumentos financeiros derivativos Vinculados à prestação de garantias Relações interfinanceiras Pagamentos e recebimentos a liquidar Depósitos no Banco Central Repasses Interfinanceiros Correspondentes Operações de crédito Setor público Setor privado Provisão para operações de créditos de liquidação duvidosa Operações de arrendamento mercantil Arrendamento a receber - Setor privado Rendas a apropriar de arrendamento mercantil Provisão para créditos de arrendamento mercantil de liquidação duvidosa Outros créditos Carteira de câmbio Rendas a receber Negociação e intermediação de valores Diversos Provisão para outros créditos de liquidação duvidosa Outros valores e bens Outros valores e bens Despesas antecipadas Realizável a longo prazo Aplicações interfinanceiras de liquidez Aplicações em depósitos interfinanceiros Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Carteira própria Vinculados a compromissos de recompra Instrumentos financeiros derivativos Vinculados à prestação de garantias Operações de crédito Setor público Setor privado Provisão para operações de créditos de liquidação duvidosa Operações de arrendamento mercantil Arrendamento a receber - Setor privado Rendas a apropriar de arrendamento mercantil Provisão para créditos de arrendamento mercantil de liquidação duvidosa Outros créditos Créditos por avais e fianças honrados Negociação e intermediação de valores Diversos Outros valores e bens Outros valores e bens Despesas antecipadas Permanente Investimentos Participações em controladas no País Participação em controlada no exterior Outros investimentos Imobilizado de uso Outras imobilizações de uso Depreciações acumuladas Intangível Ativos intangíveis Amortização acumulada Diferido Gastos de organização e expansão Amortização acumulada Total do ativo

Banco 2011 88.282.753 62.452 35.158.994 14.856.571 20.177.468 124.955 35.728.429 5.613.731 26.236.672 815.904 3.062.122 6.113.585 1.494 6.048.845 61.119 2.127 8.679.297 11.009 8.778.872 (110.584) – – – – 2.478.276 1.739.919 112.710 98.988 573.388 (46.729) 61.720 – 61.720 40.767.541 19.085.059 19.085.059 10.305.895 4.132.537 3.411.415 1.009.986 1.751.957 10.525.505 50.658 10.722.286

2010 59.141.309 42.014 15.973.215 13.227.847 2.686.945 58.423 30.106.986 3.635.531 19.631.527 2.953.904 3.886.024 4.321.575 637 4.260.497 53.299 7.142 6.320.188 65.505 6.392.057 (137.374) – – – – 2.362.165 1.971.538 102.067 72.344 253.055 (36.839) 15.166 4.218 10.948 48.294.235 24.916.802 24.916.802 13.236.975 5.559.151 5.416.851 560.798 1.700.175 9.459.732 75.987 9.537.744

Consolidado 2011 2010 73.825.287 55.757.113 151.625 93.497 16.680.548 14.829.740 14.856.571 13.227.847 1.699.022 1.543.470 124.955 58.423 19.586.785 14.465.549 8.361.183 6.026.068 7.372.660 3.789.464 751.409 1.294.597 3.101.533 3.355.420 6.113.585 4.321.575 1.494 637 6.048.845 4.260.497 61.119 53.299 2.127 7.142 23.482.252 16.963.560 11.009 65.505 24.429.429 17.806.115 (958.186) (908.060) 3.208.584 1.456.678 4.542.013 2.247.064 (1.251.178) (758.374) (82.251) (32.012) 3.796.856 3.499.134 1.739.919 1.971.538 131.034 14.246 213.203 150.775 1.759.429 1.399.414 (46.729) (36.839) 805.052 127.380 90.271 87.110 714.781 40.270 45.124.379 43.466.366 382.820 959.109 382.820 959.109 10.190.727 13.722.202 4.132.537 5.559.151 3.411.415 5.416.851 894.818 485.226 1.751.957 2.260.974 31.361.530 23.524.522 50.658 75.987 32.081.952 23.956.371

(247.439) – – –

(153.999) – – –

(771.080) 213.357 2.073.795 (1.758.683)

(507.836) 2.487.467 4.496.556 (1.961.841)

– 596.802 672 – 596.130 254.280 3.125 251.155 3.219.659 3.134.547 3.066.954 42.206 25.387 39.377 79.219 (39.842) 14.803 14.803 – 30.932 35.126 (4.194) 132.269.953

– 680.726 – 5.134 675.592 – – – 2.940.839 2.866.717 2.801.253 37.849 27.615 40.414 72.636 (32.222) 2.904 2.904 – 30.804 32.533 (1.729) 110.376.383

(101.755) 2.395.212 672 – 2.394.540 580.733 3.125 577.608 239.928 65.446 432 – 65.014 109.339 185.385 (76.046) 32.338 37.263 (4.925) 32.805 43.192 (10.387) 119.189.594

(47.248) 2.510.324 – 5.134 2.505.190 262.742 – 262.742 192.024 62.228 – – 62.228 67.992 126.328 (58.336) 16.155 17.956 (1.801) 45.649 80.087 (34.438) 99.415.503

Passivo Circulante Depósitos Depósitos à vista Depósitos interfinanceiros Depósitos a prazo Outros depósitos Captações no mercado aberto Carteira própria Carteira de terceiros Carteira de livre movimentação Recursos de aceites e emissão de títulos Recursos de letras imobiliárias, hipotecárias, de crédito e similares Recursos de debêntures Obrigações por títulos e valores mobiliários no exterior Relações interfinanceiras Recebimentos e pagamentos a liquidar Relações interdependências Recursos em trânsito de terceiros Transferências internas de recursos Obrigações por empréstimos e repasses Empréstimos no País - Outras instituições Empréstimos no exterior Repasses do País - Instituições oficiais Tesouro nacional BNDES FINAME Instrumentos financeiros derivativos Instrumentos financeiros derivativos Outras obrigações Cobrança e arrecadação de tributos e assemelhados Carteira de câmbio Sociais e estatutárias Fiscais e previdenciárias Negociação e intermediação de valores Dívidas subordinadas Diversas Exigível a longo prazo Depósitos Depósitos interfinanceiros Depósitos a prazo Captações no mercado aberto Carteira própria Carteira de livre movimentação Recursos de aceites e emissão de títulos Recursos de letras imobiliárias, hipotecárias, de crédito e similares Recursos de debêntures Obrigações por títulos e valores mobiliários no exterior Obrigações por empréstimos e repasses Empréstimos no País - Outras instituições Empréstimos no exterior Repasses do País - Instituições oficiais Tesouro nacional BNDES FINAME Instrumentos financeiros derivativos Instrumentos financeiros derivativos Outras obrigações Fiscais e previdenciárias Negociação e intermediação de valores Dívidas subordinadas Diversas Resultados de exercícios futuros Participações de acionistas não controladores Patrimônio líquido Capital De domiciliados no País Reservas de capital Reservas de lucros Ajustes de avaliação patrimonial Lucros acumulados

Total do passivo

Banco 2011 71.712.951 19.337.722 353.229 1.333.190 17.651.196 107 37.124.674 26.096.351 9.276.880 1.751.443 901.640 473.952 – 427.688 11.518 11.518 113.618 113.618 – 6.976.970 10.076 3.823.217 3.143.677 60.926 1.680.911 1.401.840 4.426.575 4.426.575 2.820.234 11.404 1.599.349 207.689 806.593 88.592 – 106.607 51.812.583 4.565.084 97.270 4.467.814 4.319.205 4.271.409 47.796 11.765.324 6.816.633 – 4.948.691 5.698.632 – 1.727.895 3.970.737 7.500 2.165.275 1.797.962 19.765.160 19.765.160 5.699.178 18.950 – 5.680.228 – 38.872 – 8.705.547

2010 79.581.571 19.779.874 257.881 952.729 18.566.278 2.986 28.204.477 21.313.348 6.888.919 2.210 1.517.173 654.035 – 863.138 8.581 8.581 52.325 52.325 – 4.360.211 23.437 2.771.759 1.565.015 – 931.746 633.269 22.804.012 22.804.012 2.854.918 10.398 1.832.847 368.730 172.141 351.957 – 118.845 22.716.774 4.755.444 109.416 4.646.028 4.690.481 4.593.603 96.878 2.931.221 1.139.933 – 1.791.288 5.264.063 11.298 1.752.788 3.499.977 – 2.318.026 1.181.951 – – 5.075.565 594.369 1.065 4.480.131 – 39.095 – 8.038.943

Consolidado 2011 2010 74.979.474 59.902.381 19.134.161 19.547.890 374.282 285.230 1.130.510 693.549 17.629.262 18.566.279 107 2.832 35.612.070 27.096.783 24.994.865 20.941.548 8.865.762 6.153.025 1.751.443 2.210 2.148.045 1.517.173 473.952 654.035 1.478.978 – 195.115 863.138 11.518 8.581 11.518 8.581 113.621 52.370 113.618 52.325 3 45 6.977.821 4.360.813 10.076 23.437 3.823.217 2.771.759 3.144.528 1.565.617 60.926 – 1.680.911 931.746 1.402.691 633.871 5.260.500 715.438 5.260.500 715.438 5.721.738 6.603.333 34.278 26.906 1.599.349 1.832.847 323.994 501.531 2.265.513 1.299.930 180.189 416.880 – 1.375.370 1.318.415 1.149.869 35.465.642 31.435.041 4.498.250 4.691.392 30.436 55.986 4.467.814 4.635.406 4.319.289 4.690.481 4.271.493 4.593.603 47.796 96.878 13.527.134 6.002.792 6.816.633 1.139.933 1.529.237 3.071.571 5.181.264 1.791.288 5.721.618 5.294.107 – 11.298 1.727.895 1.752.788 3.993.723 3.530.021 7.500 – 2.165.275 2.318.026 1.820.948 1.211.995 1.075.943 4.929.297 1.075.943 4.929.297 6.323.408 5.826.972 531.431 1.345.776 – 1.065 5.680.228 4.480.131 111.749 – 38.872 39.095 59 43 8.705.547 8.038.943

4.026.841 585.104 3.861.317 (152.882) 385.167

3.994.896 617.049 3.086.397 2.139 338.462

4.026.841 585.104 3.861.317 (152.882) 385.167

3.994.896 617.049 3.086.397 2.139 338.462

132.269.953

110.376.383

119.189.594

99.415.503


DIÁRIO DO COMÉRCIO

10

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Banco Votorantim S.A. C.N.P.J. 59.588.111/0001-03 Avenida das Nações Unidas, 14.171, Torre A, 18º andar - Vila Gertrudes - CEP 04794-000 - São Paulo - SP Tel. (11) 5171-1000 Fax (11) 5171-1900

DEMONSTRAÇÕES DO FLUXO DE CAIXA Semestres findos em 30 de junho de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais)

DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS Semestres findos em 30 de junho de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais, exceto o lucro líquido do período por lote de mil ações) Banco 2011

Receitas da intermediação financeira Operações de crédito Operações de arrendamento mercantil

Banco

Consolidado 2011 2010

2010

7.675.291

2011

4.795.333

3.544.746

6.643.557

1.030.210

956.672

4.960.874

3.973.510

–

–

1.142.610

1.342.521

5.245.316

3.566.427

2.311.668

1.841.626

(1.822.454)

(1.150.470)

(1.082.100)

(686.212)

15.344

80.895

15.322

80.890

326.917

91.222

326.917

91.222

(3.878.202)

(3.065.805)

(5.912.563)

(5.106.012)

(3.751.221)

(2.733.041)

(3.794.258)

(2.968.635)

14.145

(252.309)

13.399

(253.577)

–

–

(863.271)

(1.013.569)

Resultado de operações com títulos e valores mobiliários Resultado com instrumentos financeiros derivativos Resultado de operações de câmbio Resultado das aplicações compulsórias

Despesas da intermediação financeira Operações de captação no mercado Operações de empréstimos, cessões e repasses Operações de arrendamento mercantil Provisão para créditos de liquidação duvidosa

(141.126)

(80.455)

(1.268.433)

(870.231)

Resultado bruto da intermediação financeira

917.131

478.941

1.762.728

1.537.545

(225.364)

112.902

(938.198)

(633.393)

112.557

137.610

225.555

309.850

4.778

531

401.876

343.977

Despesas de pessoal

(160.731)

(131.866)

(414.909)

(340.110)

Outras despesas administrativas

(158.376)

(155.996)

(712.005)

(651.461)

Despesas tributárias

(100.807)

(54.874)

(330.282)

(268.580)

Outras receitas/(despesas) operacionais Receitas de prestação de serviços Rendas de tarifas bancárias

Resultado de participações em 65.501

295.881

(170)

–

Outras receitas operacionais

coligadas e controladas

16.723

24.320

45.611

31.454

Outras despesas operacionais

(5.009)

(2.704)

(153.874)

(58.523)

691.767

591.843

824.530

904.152

1.983

(3.973)

17.011

(14.007)

693.750

587.870

841.541

890.145

(68.171)

(34.800)

(110.574)

(228.710)

Provisão para imposto de renda

(3.540)

(24.808)

43.694

(451.439)

Provisão para contribuição social

(6.004)

(17.409)

(105.230)

(150.486)

(58.627)

7.417

(49.038)

373.215

(84.994)

(75.552)

(190.381)

(183.923)

540.585

477.518

540.586

477.512

–

–

(1)

6

540.585

477.518

540.585

477.518

6,63

5,86

Resultado operacional Resultado não operacional Resultado antes da tributação sobre o lucro e participações

Imposto de renda e contribuição social

Ativo fiscal diferido

Participações no lucro

Lucro líquido antes da participação de acionistas não controladores

Participação de acionistas não controladores

Lucro líquido do semestre

Lucro líquido por lote de mil ações - R$

2010

DEMONSTRAÇÕES DOS VALORES ADICIONADOS Semestres findos em 30 de junho de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais)

Consolidado 2011 2010

Fluxos de caixa provenientes das operações Lucro líquido 540.585 477.518 540.585 477.518 Ajustes ao lucro líquido: 54.343 (169.293) 1.368.490 960.741 Depreciações e amortizações 5.232 4.382 22.179 13.499 Resultado de equivalência patrimonial (65.501) (295.881) 170 – Provisão para crédito de liquidação duvidosa 141.126 80.455 1.268.433 870.231 Variação cambial de agência no exterior (43.513) 22.971 – – Provisão para passivos contingentes/obrig. legais 18.982 14.807 94.719 63.004 Resultado não operacional (1.983) 3.973 (17.011) 14.007 Variações patrimoniais Aplicações interfinanceiras de liquidez (4.756.655) 217.378 (340.945) 4.699.423 Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos 814.605 (950.525) 1.620.433 (21.108.731) Relações interfinanceiras e interdependências 289.934 (4.201.296) 289.934 (4.204.812) Operações de crédito/de arrendamento (529.693) (396.879) (4.716.145) (4.918.822) Outros créditos (714.883) (1.455.179) (746.375) (2.100.254) Outros valores e bens (293.015) (4.891) (755.332) (42.159) Depósitos 43.747 (230.329) 33.955 (238.139) Captações no mercado aberto 5.768.322 7.291.054 5.551.439 7.019.796 Recursos de aceites e emissão de títulos 5.382.400 1.129.019 5.377.048 1.249.472 Obrigações por empréstimos e repasses 1.449.586 2.355.082 1.444.959 2.352.165 Outras obrigações (69.696) 1.951.628 (201.709) 2.618.704 Resultados de exercícios futuros (2.888) 4.176 (2.888) 4.176 Ajustes de avaliação patrimonial Títulos disponíveis para venda (95.526) 78.803 (95.526) 78.803 Caixa gerado/(Utilizado) pelas operações 7.881.166 6.096.266 9.367.923 (13.152.119) Fluxos de caixa provenientes das atividades de financiamento Aumento de capital – 450.000 – 450.000 Dividendos e bonificações pagos (128.301) – (128.301) – Participações de acionistas não controladores – – – 19 Dívidas subordinadas 227.041 1.552.316 (1.224.034) 1.488.680 Caixa gerado/(Utilizado) pelas 98.740 2.002.316 (1.352.335) 1.938.699 atividades de financiamento Fluxos de caixa provenientes das atividades de investimento Títulos e valores mobiliários disponíveis para venda (6.342.187) (10.180.695) (6.319.490) 10.160.869 Alienação de investimentos 26.798 2.779 – – Alienação de imobilizado de uso e de arrendamento 23 45 2.748 540 Alienação de diferido 3 – 586 223 Alienação de intangível 604 – 805 263 Aquisição de imobilizado de uso e de arrendamento (1.394) (10.655) (34.111) (17.259) Aquisição de investimentos (603) (6.376) (603) 3.489 Aplicações no diferido – (4.325) – (7.897) Aplicações no intangível (8.372) (2.904) (14.317) (12.039) Dividendos e bonificações recebidos 70.311 1.623 70.311 1.623 Caixa Gerado/(Utilizado) pelas (6.281.615) (10.200.508) (6.294.071) 10.129.812 atividades de investimento Variação líquida de caixa 1.698.291 (2.101.926) 1.721.517 (1.083.608) e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa no início do período 816.962 7.001.342 906.220 6.068.322 Caixa e equivalentes de caixa no fim do período 2.515.253 4.899.416 2.627.737 4.984.714 Aumento/(redução) no caixa e equivalentes de caixa 1.698.291 (2.101.926) 1.721.517 (1.083.608)

Receitas Receita da intermediação financeira Receitas de prestação de serviços e tarifas bancárias Provisão para créditos de liquidação duvidosa Outras receitas/(despesas) Resultado não operacional Despesas da intermediação financeira Insumos adquiridos de terceiros Materiais, energia e outros Serviços de terceiros Outras Comunicações Manutenção e conservação de bens Processamento de dados Promoções e relações públicas Publicações Propaganda e publicidade Serviços do sistema financeiro Serviços técnicos especializados Transportes Outras Valor Adicionado Bruto Despesas de amortização/depreciação Valor Adicionado Líquido produzido pela Entidade Valor Adicionado Recebido em transferência Resultado de participações em coligadas e controladas Valor Adicionado a distribuir Valor Adicionado distribuído Pessoal Salários e honorários Participação no lucro Benefícios e treinamentos FGTS Outros Impostos, Taxas e Contribuições INSS sobre salários Despesas tributárias (exceto IR e CS) Imposto de renda/contribuição Social Remuneração de Capitais de terceiros Aluguéis Remuneração de Capitais próprios Dividendos/juros sobre capital próprio Lucro retido Participações minoritárias no lucro retido

Banco 2011 2010 4.785.239 3.620.075 4.795.333 3.544.746

Consolidado 2011 2010 6.943.038 6.386.077 7.675.291 6.643.557

117.335 (141.126) 11.714 1.983 (3.737.076) (132.725) (1.605) (1.869) (129.251) (6.021) (2.317) (32.840) (7.051) (632) (1.140) (31.636) (32.904) (2.367) (12.343) 915.438 (5.232)

138.141 (80.455) 21.616 (3.973) (2.985.350) (134.037) (724) (1.487) (131.826) (5.349) (3.266) (28.102) (4.020) (1.204) (1.288) (27.520) (48.887) (2.146) (10.044) 500.688 (4.382)

627.431 (1.268.433) (108.262) 17.011 (4.644.130) (624.024) (5.505) (8.581) (609.938) (47.369) (9.268) (72.766) (10.323) (737) (4.227) (90.234) (202.361) (11.683) (160.970) 1.674.884 (22.179)

653.827 (870.231) (27.069) (14.007) (4.235.781) (589.325) (4.542) (9.197) (575.586) (48.333) (6.370) (48.870) (10.272) (1.355) (24.810) (87.304) (193.078) (9.976) (145.218) 1.560.971 (13.499)

910.206 65.501

496.306 295.881

1.652.705 (170)

1.547.472 –

65.501 975.707 975.707 219.235 106.648 84.994 18.360 9.164 69 195.468 26.490 100.807 68.171 20.419 20.419 540.585 128.389 412.196 –

295.881 792.187 792.187 184.973 87.283 75.552 15.223 6.908 7 112.119 22.445 54.874 34.800 17.577 17.577 477.518 112.821 364.697 –

(170) 1.652.535 1.652.535 539.660 263.962 190.381 61.403 23.799 115 506.486 65.630 330.282 110.574 65.803 65.803 540.586 128.389 412.198 (1)

– 1.547.472 1.547.472 469.765 212.713 183.923 55.979 17.027 123 551.558 54.268 268.580 228.710 48.637 48.637 477.512 112.821 364.685 6

DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Semestres findos em 30 de junho de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais) Capital social Capital Aumento realizado de capital 3.544.896 – 450.000 – – – – –

Saldos em 31 de dezembro de 2009 Integralização de Capital Ajustes de avaliação patrimonial Lucro líquido Destinações do lucro líquido: Reserva legal Reserva de incentivos fiscais Dividendos e juros sobre capital próprio Saldos em 30 de junho de 2010 Saldos em 31 de dezembro de 2010 Aumento de Capital Ajustes de avaliação patrimonial Lucro líquido Destinações do lucro líquido: Reserva legal Dividendos e juros sobre capital próprio ( R$0,00157 - p/ação) Saldos em 30 de junho de 2011

Reservas de lucros Reservas de capital 617.049 – – –

Legal 343.821 – – –

Expansão 2.716.341 – – –

Incentivos fiscais – – – –

Ajustes de valor patrimonial (76.664) – 78.803 –

Lucros acumulados – – – 477.518

Total 7.145.443 450.000 78.803 477.518

– – – 3.994.896 3.994.896 31.945 – –

– – – – 31.945 (31.945) – –

– – – 617.049 585.104 – – –

23.875 – – 367.696 394.583 – – –

– – – 2.716.341 3.439.705 – – –

– 2.360 – 2.360 – – – –

– – – 2.139 (57.356) – (95.526) –

(23.875) (2.360) (112.821) 338.462 – – – 540.585

– – (112.821) 8.038.943 8.388.877 – (95.526) 540.585

– – 4.026.841

– – –

– – 585.104

27.029 – 421.612

– – 3.439.705

– – –

– – (152.882)

(27.029) (128.389) 385.167

– (128.389) 8.705.547

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - Semestres findos em 30 de junho de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais) 1

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Contexto operacional O Banco Votorantim S.A. é uma companhia de capital fechado que, operando na forma de Banco Múltiplo, desenvolve atividades bancárias em modalidades autorizadas, por meio de suas carteiras comercial, de financiamento e de operações de câmbio. Por intermédio de suas controladas, a companhia atua também em diversas outras modalidades, com destaque para as atividades de crédito ao consumidor, de arrendamento mercantil, administração de fundos de investimento e cartões de crédito. As operações são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam integradamente no mercado financeiro, inclusive em relação ao gerenciamento de riscos, e certas operações tem a coparticipação ou a intermediação de instituições associadas, integrantes do sistema financeiro. Os benefícios dos serviços prestados entre essas instituições e os custos da estrutura operacional e administrativa são absorvidos segundo a praticabilidade e a razoabilidade de lhes serem atribuídos em conjunto ou individualmente. Apresentação das demonstrações contábeis As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas da Lei das Sociedades por Ações e normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN). Em 28 de dezembro de 2007 foi promulgada a Lei n° 11.638/07, complementada pela Lei n° 11.941/09, as quais alteraram a Lei das Sociedades por Ações quanto às práticas contábeis adotadas no Brasil. Embora a referida Lei já tenha entrado em vigor, algumas alterações por ela introduzidas dependem de normatização por parte do CMN. As alterações aprovadas pelo CMN, foram: 1) o tratamento contábil dos ativos intangíveis; 2) os procedimentos de mensuração do valor recuperável de ativos; 3) a elaboração do fluxo de caixa em substituição da demonstração das origens e aplicações de recursos; 4) a divulgação em notas explicativas às demonstrações contábeis, informações sobre partes relacionadas; 5) os procedimentos de reconhecimento, mensuração e divulgações de provisões, passivos e ativos contingentes; 6) pagamento baseado em ações; e 7) eventos subsequentes. As demonstrações contábeis consolidadas compreendem o Banco Votorantim e as controladas diretas, no País e no exterior, a seguir relacionadas: Percentual de participação 2011 2010

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Controladas diretas no País Votorantim Corretora de Títulos e Valores Mob. Ltda. 99,98% 99,98% Votorantim Asset Management Distrib. de TVM Ltda. 99,99% 99,99% BV Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimento 100% 100% BV Leasing Arrendamento Mercantil S.A. 99,99% 99,99% BVIP - BV Investimentos e Participações S.A. 100% 100% BVIA - BV Inv. Alternativos e Gestão de Recursos S.A. 100% 100% Controladas diretas no exterior Votorantim Bank Limited 100% 100% Banco Votorantim Securities Inc. 100% 100% As demonstrações contábeis consolidadas foram elaboradas em conformidade com as normas de consolidação e instruções do CMN. Os principais procedimentos no processo de consolidação das demonstrações contábeis são: a. Eliminação dos saldos das contas de ativos, passivos, receitas e despesas entre controladora e controladas; b. Eliminação das participações no capital, reservas e lucros acumulados das empresas controladas; c. Apresentação das operações de arrendamento mercantil pelo método financeiro, reclassificando o imobilizado de arrendamento para a rubrica de operações de arrendamento mercantil, reduzido do valor residual recebido antecipadamente; d. Os saldos contábeis das controladas diretas no exterior, que são preparados de acordo com as normas internacionais de contabilidade, foram convertidos para reais, utilizando-se a cotação do dólar norte-americano na data do encerramento do período, e foram ajustados conforme práticas contábeis descritas na nota explicativa nº 4; e. A variação cambial das operações da agência e das empresas controladas no exterior foi distribuída nas linhas da demonstração de resultado, de acordo com os respectivos ativos e passivos que lhes deram origem; f. O processo de consolidação não inclui a consolidação dos fundos de investimentos exclusivos e dos fundos de investimentos em direitos creditórios, de acordo com as normas de consolidação estabelecidas pelo CMN; e g. Foram efetuadas reclassificações nos saldos de 30 de junho de 2010 da demonstração de resultado, visando permitir a comparabilidade das demonstrações contábeis, em decorrência da alteração da política interna de agrupamento de contas de receitas e despesas, tendo como objetivo principal proporcionar ao usuário das demonstrações o melhor entendimento do resultado da Companhia. No Consolidado, as principais reclassificações foram: i) saldos anteriormente apresentados na rubrica de “Outras receitas operacionais”, no montante de R$ 818.430, para as rubricas “Resultado de operações de crédito” no montante de R$ 792.636 e “Resultado não operacional” no montante de R$ 25.794. ii) saldos anteriormente apresentados na rubrica “Outras despesas operacionais” no montante de R$ 1.263.305, para as rubricas “Resultado de operações de crédito” no montante de R$ 1.222.047 e “Despesas tributárias” no montante de R$ 41.258. Banco Divulgação Saldo Reclassificação reclassificado anterior Operações de crédito 958.892 (2.220) 956.672 Resultado de operações com títulos e valores mobiliários 3.646.965 (80.538) 3.566.427 Resultado com instrumentos financeiros derivativos (1.152.602) 2.132 (1.150.470) Resultado de operações de câmbio 90.076 (9.181) 80.895 Operações de captação no mercado (2.821.952) 88.911 (2.733.041) Operações de empréstimos, cessões e repasses (253.118) 809 (252.309) Outras receitas operacionais 24.340 (20) 24.320 Despesas tributárias (39.458) (15.416) (54.874) Outras despesas operacionais (18.227) 15.523 (2.704) Consolidado Divulgação Saldo Reclassificação reclassificado anterior Operações de crédito 4.536.535 (563.025) 3.973.510 Receita com operação de arrendamento mercantil 1.350.848 (8.327) 1.342.521 Resultado de operações com títulos e valores mobiliários 1.858.560 (16.934) 1.841.626 Resultado com instrumentos financeiros derivativos (769.464) 83.252 (686.212) Resultado de operações de câmbio 90.076 (9.186) 80.890 Operações de captação no mercado (2.993.947) 25.312 (2.968.635) Operações de empréstimos, cessões e repasses (254.385) 808 (253.577) Despesas com operações de arrendamento mercantil (958.045) (55.524) (1.013.569) Receitas de prestação de serviços 210.476 99.374 309.850 Rendas de tarifas bancárias 350.470 (6.493) 343.977 Outras receitas operacionais 868.766 (837.312) 31.454 Outras despesas administrativas (691.598) 40.137 (651.461) Despesas tributárias (227.322) (41.258) (268.580) Outras despesas operacionais (1.321.906) 1.263.383 (58.523) Resultado não operacional (39.801) 25.794 (14.007) A emissão das demonstrações contábeis foi autorizada pela Diretoria em 04 de agosto de 2011. Gerenciamento de riscos A gestão de riscos tem suas políticas aderentes às melhores práticas de mercado e está em linha com as diretrizes definidas pelo CMN. Sua abrangência é no âmbito das instituições que compõem o Conglomerado Financeiro Votorantim (“Conglomerado”). Foram implementadas políticas, procedimentos e sistemas de gestão capazes de gerir, avaliar e mitigar os riscos inerentes aos seus negócios, proporcionando à Administração uma visão de todos os riscos.

Risco de Mercado Risco de mercado é definido como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas. A gestão é feita de forma centralizada por uma área que mantém independência em relação à mesa de operações. Os procedimentos básicos adotados para o gerenciamento deste risco são: (a) integridade na precificação de ativos e derivativos; (b) avaliação do risco pela metodologia Value at Risk e pela simulação de cenários; e (c) acompanhamento de resultados diários com testes de aderência da metodologia (back-test). O Conglomerado realiza operações que envolvem instrumentos financeiros derivativos, atuando em mercados organizados e de balcão, com o objetivo de possibilitar uma gestão de risco de mercado adequada à sua política. Estes instumentos são utilizados para hedge de posições, para atender demanda de contrapartes e como meio de reversão de posições em momentos de grandes oscilações. Risco Operacional Risco operacional é definido como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, ou de eventos externos. Inclui também o risco legal associado à inadequação ou deficiência em contratos firmados pela instituição, bem como a sanções em razão de descumprimento de dispositivos legais e a indenizações por danos a terceiros decorrentes das atividades desenvolvidas. O processo de gestão tem início a partir da aplicação de uma metodologia própria no mapeamento dos riscos. As etapas do gerenciamento são: a identificação, a avaliação, o monitoramento, o controle e a mitigação dos riscos, a comunicação e o plano de ação. A conjunção das ações de mapeamento e monitoração dos riscos com as informações obtidas pelos registros das perdas incorridas permite uma melhoria contínua nas políticas e procedimentos adotados, bem como a redução dos riscos existentes. Risco de Crédito Risco de crédito consiste na possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, bem como à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, a vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação. Como parte do processo de gestão do risco de crédito, são realizados acompanhamentos das políticas, normas, processos, limites estabelecidos, além da análise dos riscos e submissão às alçadas e aos comitês aprovadores. A política de crédito é formulada com base em análise de indicadores internos da carteira e dos processos de precificação e avaliação de empresas, e em fatores externos, relacionados à situação financeira das empresas e à conjuntura econômica do País e do exterior. O Conglomerado realiza avaliações de risco de crédito das operações, determinadas através de modelos julgamentais e estatísticos. Ressalta-se que na identificação de deterioração da qualidade da carteira de crédito, são tomadas ações de mitigação de riscos, tais como, reavaliação do perfil de risco dos clientes e análises setoriais que influenciam na gestão de limites até a gestão e controle de garantias. Gestão de Ativos e Passivos O Comitê Operacional de Ativos e Passivos (ALM) é responsável pela gestão dos riscos estruturais de taxa de juros, taxa de câmbio e de liquidez, bem como a gestão do capital que busca otimizar a relação risco versus retorno e maior eficiência na composição dos fatores que impactam no Índice de Solvabilidade (Basileia). Índice de Basileia 2011 2010 12.592.040 11.215.500 Patrimônio de Referência Total (PR) Patrimônio de Referência Nível I 8.825.463 7.995.951 Patrimônio de Referência Nível II 3.766.577 3.219.549 9.999.931 8.981.876 Patrimônio de Referência Exigido (PRE) Pepr 9.106.298 7.605.795 Pcam – – Pjurs 467.709 833.939 Pcom 3.023 1.886 Pacs 59.909 13.341 Popr 362.992 526.915 2.592.109 2.233.624 Excesso de Patrimônio de Referência 13,9% 13,7% Índice (PR x 100)/(PRE/0,11) 4 Principais práticas contábeis a. Apuração do resultado As receitas e despesas são registradas de acordo com o regime de competência e são contabilizadas pelo critério “pro rata” dia, calculadas com base no método exponencial, exceto aquelas relacionadas a operações com o exterior, as quais são calculadas com base no método linear. b. Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades, aplicações em depósitos interfinanceiros, aplicações em moedas estrangeiras e aplicações em operações compromissadas posição bancada, com vencimento até 90 dias. c. Aplicações interfinanceiras de liquidez As aplicações interfinanceiras são registradas pelo valor de aplicação, acrescido dos rendimentos auferidos até a data do balanço, calculados “pro rata” dia com base na variação do indexador e na taxa de juros pactuados. d. Títulos e valores mobiliários Os títulos e valores mobiliários são registrados pelo valor efetivamente pago e classificados em função da intenção da Administração em três categorias distintas: i. Títulos para negociação - Títulos adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São ajustados pelo seu valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; ii. Títulos disponíveis para venda - Títulos que não se enquadrem para negociação nem como mantidos até o vencimento. São ajustados pelo seu valor de mercado em contrapartida à conta destacada do patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários; e iii. Títulos mantidos até o vencimento - Títulos adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Nesta categoria, os títulos não são ajustados ao seu valor de mercado. A metodologia de avaliação a mercado foi estabelecida com observância de critérios consistentes e verificáveis, que levam em consideração o preço médio de negociação no dia da apuração ou na falta desse, o valor de ajuste diário das operações de mercado futuro divulgados por fontes externas ou o valor líquido provável de realização obtido com a utilização de curvas de valores futuros de taxas de juros, taxas de câmbio, índice de preços e moedas, além de eventuais ajustes nos preços de títulos de baixa liquidez. Os rendimentos auferidos com os títulos e valores mobiliários, independentemente da categoria em que estão classificados, são calculados “pro rata” dia, com base na variação do indexador e na taxa de juros pactuados, pelo método exponencial ou linear, até a data do vencimento ou da venda definitiva do título, sendo reconhecidos diretamente no resultado do período. e. Instrumentos financeiros derivativos Os instrumentos financeiros derivativos são avaliados pelo seu valor de mercado, com critérios consistentes e verificáveis, considerando o preço médio de negociação no dia da apuração, ou, na falta deste, metodologias convencionais e consagradas. Os instrumentos financeiros derivativos são classificados de acordo com a intenção da Administração, levando-se em consideração a sua finalidade. Os instrumentos financeiros utilizados para compensar, no todo ou em parte, os riscos decorrentes das exposições às variações no valor de mercado de ativos ou passivos são considerados instrumentos de proteção (“hedge”) e são classificados de acordo com a sua natureza em:

i.

Hedge de risco de mercado - Os instrumentos financeiros derivativos classificados nessa categoria, bem como o item objeto de “hedge”, tem seus ajustes a valor de mercado registrados em contrapartida ao resultado do período; e ii. Hedge de fluxo de caixa - Os instrumentos financeiros derivativos classificados nesta categoria, tem seus ajustes a valor de mercado registrados em conta destacada do Patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários. Os instrumentos financeiros derivativos que não atendam aos critérios de “hedge” tem seus ajustes a valor de mercado registrados diretamente no resultado do período. Para os instrumentos financeiros derivativos negociados em associação com operações de captação, tanto o derivativo como a captação estão contabilizados pelas condições intrínsecas contratadas, não sendo ajustados pelo valor de mercado. f. Hedge contábil O Conglomerado mantém instrumentos derivativos de hedge financeiro para proteger suas exposições de risco de variação de moeda estrangeira e taxa de juros. No momento da designação inicial do hedge, o Conglomerado formalmente documenta o relacionamento entre os instrumentos de hedge e os itens objeto de hedge, incluindo os objetivos de gerenciamento de riscos e a estratégia na condução da transação de hedge, juntamente com os métodos que serão utilizados para avaliar a efetividade do relacionamento de hedge, considerando métodos de cálculo convencionais e consagrados. O Conglomerado faz uma avaliação, tanto no início do relacionamento de hedge, como continuamente, se existe uma expectativa que os instrumentos de hedge sejam altamente eficazes na compensação de variações no valor justo dos respectivos itens objeto e hedge durante o período para o qual o hedge é designado, e se os resultados reais de cada hedge estão dentro da faixa de 80-125 por cento. g. Operações de crédito, de arrendamento mercantil, adiantamentos sobre contratos de câmbio, outros créditos com características de concessão de crédito e provisão para créditos de liquidação duvidosa As operações de crédito, de arrendamento mercantil, adiantamentos sobre contratos de câmbio e outros créditos com características de concessão de crédito são classificadas de acordo com o julgamento da Administração quanto ao nível de risco, levando em consideração a conjuntura econômica, a experiência passada e os riscos específicos em relação à operação, aos devedores e garantidores, períodos de atraso, grupo econômico observando os parâmetros estabelecidos pelo CMN, que requer a análise da carteira e sua classificação em nove níveis, sendo AA (risco mínimo) e H (risco máximo). Com relação ao período de atraso verificado nas operações de varejo com prazo a decorrer superior a 36 (trinta e seis) meses, admite-se a contagem em dobro sobre os intervalos de atraso definidos para os nove níveis. As rendas das operações de crédito vencidas há mais de 60 dias, independentemente de seu nível de risco, somente são reconhecidas como receita quando efetivamente recebidas. As operações classificadas como nível H permanecem nessa classificação por 180 dias, quando então são baixadas contra a provisão existente e controladas em contas de compensação. As operações renegociadas são mantidas, no mínimo, no mesmo nível em que estavam classificadas, observado as regras da Resolução nº 2.682/CMN. As renegociações de operações de crédito que já haviam sido baixadas contra a provisão e que estavam em contas de compensação são classificadas como H e os eventuais ganhos provenientes da renegociação são reconhecidos como receita quando efetivamente recebidos. As operações de crédito e arrendamento mercantil que são objetos de “hedge” de instrumentos financeiros derivativos, são avaliadas pelo seu valor de mercado utilizando critério consistente e verificável. Os ajustes de avaliação a valor de mercado dessas operações são registrados, quando positivos, em Outros Créditos - Diversos, e, quando negativos, em Outras Obrigações - Diversas, em contrapartida de Receitas de Operações de Crédito e Receitas de Arrendamento Mercantil. As cessões de operações de crédito são contabilizadas através do reconhecimento do resultado no momento da realização da cessão, independente da retenção ou não do risco. Para a carteira de operações de crédito cedida com coobrigação, a Administração constitui provisão para perdas, registrada em Outras Obrigações - Diversas. h. Despesas antecipadas São contabilizadas as aplicações de recursos em pagamentos antecipados, cujos benefícios ou prestação de serviços ocorrerão em períodos futuros. i. Estimativas contábeis A elaboração de demonstrações contábeis requer que a Administração use de julgamento na determinação e registro de estimativas contábeis. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados, devido a imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. Itens significativos sujeitos a essas estimativas e premissas incluem avaliação de ativos e passivos financeiros e instrumentos financeiros derivativos pelo seu valor justo, análise de risco de crédito para determinação da provisão para créditos de liquidação duvidosa, assim como da análise sobre passivos contingentes. A Administração revisa as estimativas e premissas regularmente. Os principais valores reconhecidos nas Demonstrações Contábeis por meio das estimativas estão incluídos nas seguintes notas explicativas: nº 8 - Títulos e Valores Mobiliários; nº 9 - Instrumentos Financeiros Derivativos; nº 12 - Operações de Crédito; e nº 49 - Ativos e Passivos Contingentes. j. Ativo permanente i. Os Investimentos em participações societárias são avaliados pelo método da equivalência patrimonial. Os demais investimentos permanentes são demonstrados pelo seu custo de aquisição e deduzidos de provisão para perda, quando aplicável; ii. O Imobilizado é demonstrado pelo custo de aquisição, deduzido da respectiva conta de depreciação. A depreciação é calculada pelo método linear, com base nas seguintes taxas anuais, de acordo com a vida útil-econômica estimada dos bens, sendo: • Instalações, móveis e equipamentos de uso - 10%; • Sistema de comunicação, segurança e transporte - 10%; • Sistemas de processamento de dados - 20%; iii. O Ativo Diferido é demonstrado pelo custo de aquisição ou formação, deduzido da respectiva amortização composto, basicamente, por gastos em imóveis de terceiros. A amortização é calculada pelo método linear, com base no prazo que o benefício é gerado. Durante o semestre, não houve aquisições em decorrência da regulamentação vigente; e iv. O Ativo Intangível inclui os direitos que tenham por objeto os bens incorpóreos, destinados à manutenção da Companhia ou exercidos com essa finalidade. A amortização é calculada pelo método linear, com base no prazo que o benefício é gerado. Os ativos não financeiros estão sujeitos à avaliação do valor recuperável em períodos anuais. k. Imposto de renda e contribuição social O imposto de renda foi apurado com base na alíquota de 15%, acrescido de adicional de 10% e a contribuição social foi apurada com base na alíquota de 15%, ambas, aplicáveis ao lucro tributável. Na controlada BV Leasing, é reconhecido imposto de renda diferido, calculado à alíquota de 25%, sobre o ajuste da superveniência de depreciação da carteira de arrendamento mercantil. O crédito tributário de imposto de renda e de contribuição social é constituído de acordo com estudo de capacidade de realização preparado pela Administração. l. Ativos e passivos contingentes e obrigações legais O reconhecimento, a mensuração e a divulgação dos ativos contingentes, contingências passivas e obrigações legais são efetuados de acordo com os seguintes critérios: i. Ativos contingentes - São reconhecidos nas demonstrações contábeis somente quando da


DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 9 de agosto de 2011

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Banco Votorantim S.A. C.N.P.J. 59.588.111/0001-03 Avenida das Nações Unidas, 14.171, Torre A, 18º andar - Vila Gertrudes - CEP 04794-000 - São Paulo - SP Tel. (11) 5171-1000 Fax (11) 5171-1900 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - Semestres findos em 30 de junho de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais)

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existência de evidências que propiciem a garantia de sua realização, sobre as quais não cabem mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo; ii. Passivos contingentes - São reconhecidos nas demonstrações contábeis quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e da Administração, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, com uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes classificados como de perdas possíveis não são reconhecidos contabilmente, devendo ser apenas divulgados nas notas explicativas, e os classificados como remotos não requerem provisão e divulgação; e iii. Obrigações legais - Fiscais e Previdenciárias - São processos judiciais relacionados a obrigações tributárias, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da probabilidade de sucesso dos processos judiciais em andamento, tem os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis. m. Outros ativos e passivos Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias e cambiais auferidas (em base “pro rata” dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos estão demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias e cambiais incorridas (em base “pro rata” dia). Composição de caixa e equivalentes de caixa Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 Disponibilidades 62.452 42.014 151.625 93.497 Aplicações interfinanceiras de liquidez Oper. comprom. - posição bancada 1.636.099 3.926.040 1.636.099 3.926.040 Aplic. em depósitos interfinanceiros 691.747 872.939 715.058 906.754 124.955 58.423 124.955 58.423 Aplicações em moedas estrangeiras 2.515.253 4.899.416 2.627.737 4.984.714 Total Disponibilidades Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 Caixa 242 259 288 329 Depósitos bancários 34 94 78.219 48.501 Reservas livres 15.768 – 15.768 – 46.408 41.661 57.350 44.667 Disponibilidades em moeda estrangeira 62.452 42.014 151.625 93.497 Total Aplicações interfinanceiras de liquidez Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 3.833.461 6.333.835 3.833.461 6.333.835 Oper. comprom. - Posição bancada Letras Financeiras do Tesouro 332.800 1.099.998 332.800 1.099.998 Letras do Tesouro Nacional 746.276 835.989 746.276 835.989 Notas do Tesouro Nacional 2.635.917 4.150.275 2.635.917 4.150.275 Outros 118.468 247.573 118.468 247.573 9.289.985 6.894.012 9.289.985 6.894.012 Oper. comprom. - Posição financiada Letras Financeiras do Tesouro 2.148.390 – 2.148.390 – Letras do Tesouro Nacional 7.005.469 5.774.537 7.005.469 5.774.537 Notas do Tesouro Nacional 136.126 1.119.475 136.126 1.119.475 1.733.125 – 1.733.125 – Oper. comprom. - Posição vendida Letras do Tesouro Nacional 196.276 – 196.276 – Notas do Tesouro Nacional 1.536.849 – 1.536.849 – 39.262.527 27.603.747 2.081.842 2.502.579 Aplic. depósitos interfinanceiros 124.955 58.423 124.955 58.423 Aplic. em moeda estrangeira 54.244.053 40.890.017 17.063.368 15.788.849 Total Títulos e valores mobiliários Composição por categoria, no País e no exterior Banco 2011 2010 Valor de Ganho/ Valor de Ganho/ Valor de mercado (perda) não Valor de mercado (perda) não Títulos para negociação custo custo (contábil) realizado (contábil) realizado No País 28.124.856 28.093.209 (31.647) 20.877.570 20.927.259 49.689 Letras Financeiras do Tesouro 1.188.623 1.188.598 (25) 154.306 154.307 1 Letras do Tesouro Nacional 2.297.521 2.288.140 (9.381) 542.345 541.997 (348) Notas do Tesouro Nacional 4.366.115 4.301.683 (64.432) 2.921.567 2.926.007 4.440 Debêntures 19.458.122 19.490.683 32.561 16.530.369 16.568.690 38.321 Títulos da Dívida Agrária 35.328 36.408 1.080 65.349 69.876 4.527 Cédulas de Produto Rural 561.661 569.414 7.753 355.961 357.805 1.844 Notas Promissórias 169.510 169.354 (156) 284.711 286.191 1.480 Ações de Cias. Abertas 47.976 48.929 953 22.962 22.386 (576) No Exterior 1.151.286 1.101.320 (49.966) 4.725.562 4.454.443 (271.119) Dívida Externa Brasileira 74.755 77.817 3.062 119.779 128.703 8.924 Governos Estrangeiros 562.038 561.234 (804) 2.868.634 2.869.428 794 Tesouro Nacional 120.192 112.812 (7.380) 208.125 207.167 (958) Outros Títulos 394.301 349.457 (44.844) 1.529.024 1.249.145 (279.879)

29.276.142 29.194.529 (81.613) 25.603.132 25.381.702 (221.430) 2011 2010 Valor de Ganho/ Valor de Ganho/ Títulos disponíveis Valor de mercado (perda) não Valor de mercado (perda) não para venda custo custo (contábil) realizado (contábil) realizado No País 11.902.003 11.686.041 (215.962) 13.230.372 13.111.415 (118.957) Letras do Tesouro Nacional 1.171.539 1.168.574 (2.965) 7.672.938 7.649.029 (23.909) Notas do Tesouro Nacional 5.861.338 5.733.512 (127.826) 3.153.922 3.167.949 14.027 Certif. de Receb. Imobiliários 13.277 14.709 1.432 13.888 15.034 1.146 Debêntures 1.533.743 1.549.646 15.903 1.120.496 1.102.403 (18.093) Notas Promissórias 150.773 150.773 – – – – Cotas de FIDC 457.486 457.479 (7) 41.032 41.277 245 Cotas de FIP 675.205 675.205 – 61.773 61.773 – Ações de Cias. Abertas 314.562 288.839 (25.723) – – – Ações de Cias. Fechadas 1.724.080 1.647.304 (76.776) 1.166.323 1.073.950 (92.373) No Exterior 3.334.934 3.327.864 (7.070) 1.269.583 1.336.142 66.559 Governos Estrangeiros 2.299.282 2.304.036 4.754 – – – Outros Títulos 1.035.652 1.023.828 (11.824) 1.269.583 1.336.142 66.559 Total 15.236.937 15.013.905 (223.032) 14.499.955 14.447.557 (52.398) Consolidado 2011 2010 Valor de Ganho/ Valor de Ganho/ Valor de mercado (perda) não Valor de mercado (perda) não Títulos para negociação custo custo (contábil) realizado (contábil) realizado No País 11.511.828 11.487.699 (24.129) 6.860.747 6.926.867 66.120 Letras Financeiras do Tesouro 1.253.713 1.253.687 (26) 175.523 175.525 2 Letras do Tesouro Nacional 2.297.521 2.288.140 (9.381) 542.345 541.997 (348) Notas do Tesouro Nacional 4.417.680 4.360.767 (56.913) 2.998.660 3.019.531 20.871 Debêntures 264.812 297.373 32.561 487.466 525.786 38.320 Títulos da Dívida Agrária 35.328 36.408 1.080 65.349 69.876 4.527 Cédulas de Produto Rural 561.661 569.414 7.753 355.961 357.805 1.844 Notas Promissórias 169.510 169.354 (156) 284.711 286.191 1.480 Cotas de Fundos de Invest. 1.591.368 1.591.368 – 1.432.227 1.432.227 – Cotas de FIDC 872.259 872.259 – 495.525 495.525 – Ações de Cias. Abertas 47.976 48.929 953 22.980 22.404 (576) No Exterior 1.173.140 1.122.938 (50.202) 4.750.783 4.479.661 (271.122) Dívida Externa Brasileira 74.755 77.817 3.062 119.779 128.703 8.924 Governos Estrangeiros 576.244 575.440 (804) 2.893.855 2.894.647 792 Tesouro Nacional 120.192 112.812 (7.380) 208.125 207.167 (958) Outros Títulos 401.949 356.869 (45.080) 1.529.024 1.249.144 (279.880) Total 12.684.968 12.610.637 (74.331) 11.611.530 11.406.528 (205.002) Consolidado 2011 2010 Valor de Ganho/ Valor de Ganho/ Títulos disponíveis Valor de mercado (perda) não Valor de mercado (perda) não para venda custo custo (contábil) realizado (contábil) realizado No País 12.408.745 12.192.784 (215.961) 13.784.216 13.665.258 (118.958) Letras do Tesouro Nacional 1.171.539 1.168.574 (2.965) 7.672.938 7.649.029 (23.909) Notas do Tesouro Nacional 5.861.338 5.733.512 (127.826) 3.153.922 3.167.949 14.027 Certif. de Receb. Imobiliários 13.277 14.709 1.432 13.888 15.034 1.146 Debêntures 1.533.743 1.549.646 15.903 1.120.496 1.102.403 (18.093) Notas Promissórias 150.773 150.773 – – – – Cotas de Fundos de Invest. 4.572 4.572 – 1.837 1.837 – Cotas de FIDC 959.656 959.650 (6) 593.039 593.283 244 Cotas de FIP 675.205 675.205 – 61.773 61.773 – Ações de Cias. Abertas 314.562 288.839 (25.723) – – – Ações de Cias. Fechadas 1.724.080 1.647.304 (76.776) 1.166.323 1.073.950 (92.373) No Exterior 3.334.934 3.327.864 (7.070) 1.269.583 1.336.142 66.559 Governos Estrangeiros 2.299.282 2.304.036 4.754 – – – Outros Títulos 1.035.652 1.023.828 (11.824) 1.269.583 1.336.142 66.559 Total 15.743.679 15.520.648 (223.031) 15.053.799 15.001.400 (52.399) Em 30 de junho de 2011 ocorreu a reclassificação de títulos de Governos Estrangeiros, passando da categoria “Negociação” para a categoria “Disponível para Venda” em decorrência da revisão da intenção da Administração sobre os respectivos títulos. A reclassificação destes títulos não gerou impactos no Resultado e no Patrimônio Líquido na respectiva data-base. Valor de Custo Valor de Mercado Ganho/Perda não realizado Governos Estrangeiros 2.756.720 2.767.419 10.699 9 Instrumentos financeiros derivativos a. Composição em contas patrimoniais Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 Ativo Diferencial a receber de swap 1.177.850 2.673.201 998.187 938.320 Contratos de termo de moeda 1.482 352 1.482 352 Compra de opções de compra - ações 1.551 9.167 1.551 9.167 Compra de opções de venda - ações 5.352 – 5.352 – Compra de opções de compra - ativo fin./merc. 130.408 211.661 130.408 211.661 Compra de opções de venda - ativo fin./merc. 76.503 451.958 76.503 451.958 Derivativos de crédito 320.904 42.581 320.904 42.581 Non Deliverable Forward 111.836 69.222 111.836 69.222 4 56.560 4 56.562 Outros 1.825.890 3.514.702 1.646.227 1.779.823 Total Passivo Diferencial a pagar de swap 1.700.557 781.563 2.543.655 1.374.328 Contratos de termo de moeda 866 9.509 866 9.509 Venda de opções de compra - ações 4.051 4.883 4.051 4.883 Venda de opções de venda - ações 10.305 – 10.305 – Venda de opções de compra - ativo fin./merc. 146.702 204.629 146.702 204.629 Venda de opções de venda - ativo fin./merc. 109.033 77.427 109.033 77.427 Box de opção - Estratégia de Renda Fixa 21.912.399 21.546.939 3.214.009 3.794.897 Derivativos de crédito 171.731 115.825 171.731 115.825 136.091 63.237 136.091 63.237 Non Deliverable Forward Total 24.191.735 22.804.012 6.336.443 5.644.735 b. Composição dos contratos de swap por indexador 2011 2010 Banco Valor Valor de Valor de Valor Valor de Valor de original custo mercado original custo mercado Posição ativa 54.516.358 59.374.609 59.244.865 58.198.084 66.130.681 66.466.571 DI 13.206.992 15.116.857 15.120.817 11.855.288 13.687.091 13.670.062 Dólar 6.669.055 6.178.266 6.192.310 8.533.582 8.679.707 8.783.860 Euro 475.781 467.136 453.884 640.207 629.112 628.671 IGPM 1.095.141 1.403.290 1.406.216 1.813.868 2.191.093 2.209.715 IPCA 2.764.920 3.056.577 3.024.569 1.812.936 2.227.632 2.229.222 Pré-fixado 28.129.432 30.997.713 30.896.971 32.503.132 37.683.850 37.913.421 Libor 1.471.148 1.412.756 1.414.511 – – – Iene 23.982 23.463 23.380 – – – Commodities 2.976 2.953 3.144 1.039.071 1.032.196 1.031.620 Franco Suiço 441.047 479.715 474.889 – – – Outros 235.884 235.883 234.174 – – – Posição passiva 54.516.358 59.816.307 59.767.572 58.198.084 64.473.988 64.574.933 DI 31.387.401 34.525.843 34.515.750 30.828.565 34.939.373 34.951.071 Dólar 2.802.071 2.621.853 2.615.861 5.762.071 5.927.054 5.982.994 Euro 10.732 10.953 10.874 769.182 763.396 762.865 IGPM 917.270 1.257.463 1.264.985 1.720.928 2.173.465 2.194.032 IPCA 5.427.149 6.647.838 6.575.026 2.746.011 3.734.057 3.750.307 Pré-fixado 13.223.779 14.005.687 14.037.505 15.108.275 15.678.976 15.676.573 Libor 653.975 641.501 642.058 – – – Iene 39.736 39.449 39.309 89.503 92.635 92.492 TJLP 37.790 44.069 44.171 – – – Commodities 2.882 2.723 2.573 1.173.549 1.165.032 1.164.599 13.573 18.928 19.460 – – – Outros Diferencial – (441.698) (522.707) – 1.656.693 1.891.638 líquido

2011 2010 Valor Valor de Valor de Valor Valor de Valor de original custo mercado original custo mercado Posição ativa 29.912.820 32.320.810 32.302.272 82.838.098 95.034.506 95.181.324 DI 10.907.168 12.454.866 12.458.826 31.868.256 38.773.184 38.755.715 Dólar 7.711.086 7.540.171 7.556.348 10.164.397 10.751.418 10.858.705 Euro 475.781 467.136 453.884 640.207 629.112 628.671 IGPM 1.095.141 1.403.290 1.406.216 1.813.868 2.191.093 2.209.715 IPCA 2.764.920 3.056.577 3.024.569 1.812.936 2.227.632 2.229.222 Pré-fixado 4.783.687 5.244.000 5.252.331 35.499.363 39.429.871 39.467.676 Libor 1.471.148 1.412.756 1.414.511 – – – Iene 23.982 23.463 23.380 – – – Commodities 2.976 2.953 3.144 1.039.071 1.032.196 1.031.620 Franco suiço 441.047 479.715 474.889 – – – Outros 235.884 235.883 234.174 – – – Posição passiva 29.912.820 33.878.731 33.847.740 82.838.098 95.508.085 95.617.332 DI 9.083.687 11.283.590 11.273.470 52.876.263 60.139.559 60.163.326 Dólar 2.689.780 2.515.783 2.511.212 6.599.100 8.440.917 8.500.535 Euro 10.732 10.953 10.874 769.182 763.396 762.865 IGPM 917.270 1.257.463 1.264.985 1.720.928 2.173.465 2.194.032 IPCA 5.427.149 6.647.838 6.575.026 2.746.011 3.734.057 3.750.307 Pré-fixado 11.036.246 11.416.434 11.464.602 16.863.561 18.999.024 18.989.175 Libor 653.975 641.501 642.058 – – – Iene 39.736 39.449 39.309 89.503 92.635 92.493 TJLP 37.790 44.069 44.171 – – – Commodities 2.882 2.723 2.573 1.173.550 1.165.032 1.164.599 Outros 13.573 18.928 19.460 – – – Diferencial – (1.557.921) (1.545.468) – (473.579) (436.008) líquido Composição dos contratos de termo por indexador 2011 2010 Banco e Consolidado Valor Valor de Valor de Valor Valor de Valor de original custo mercado original custo mercado Posição ativa 59.324 1.482 1.482 67.363 352 352 Termo de moeda 59.324 1.482 1.482 67.363 352 352 Total Posição passiva 59.324 866 866 67.363 9.509 9.509 Termo de moeda Total 59.324 866 866 67.363 9.509 9.509 Composição dos contratos de opções por indexador 2011 2010 Banco e Consolidado Valor Valor de mercado Valor Valor de mercado Posição Comprada contratado (Contábil) contratado (Contábil) Dólar 7.451.886 81.310 13.055.281 518.568 Índice 549.853.347 842 298.276.816 102.932 DI 26 106.681 62.000 2.970 Ações 434.241 6.903 4.806 9.167 Commodities 8.955 7.131 257.105 15.793 598.046 10.947 3.250.932 23.356 Flexíveis 558.346.501 213.814 314.906.940 672.786 Total 2011 2010 Valor Valor de mercado Valor Valor de mercado Posição Vendida contratado (Contábil) contratado (Contábil) Dólar 8.788.017 86.874 17.267.600 100.471 Índice 591.110.985 100.901 367.902.516 112.190 DI 57 641 – – Ações 569.027 14.356 3.102 4.883 Commodities 34.537 1.874 245.170 508 2.588.641 65.445 3.456.370 68.887 Flexíveis 603.091.264 270.091 388.874.758 286.939 Total Composição dos contratos de futuros por indexador Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 41.058.362 18.161.862 41.058.362 18.189.358 Compromisso de compra DDI 12.578.598 5.823.358 12.578.598 5.823.358 Dólar 1.507.327 1.092.863 1.869.015 1.092.863 DI 25.902.914 9.164.394 25.902.914 9.191.890 Cupom Cambial 361.688 – – – Commodities 3.975 – 3.975 – T-Note – 442 – 442 Índice 228.459 – 228.459 – BGI – 146.410 – 146.410 475.401 1.934.395 475.401 1.934.395 SCC 58.710.024 31.048.639 98.403.187 60.578.006 Compromisso de venda DDI 11.749.711 6.060.750 11.791.842 6.108.265 Euro 16.793 530.470 16.793 530.470 Dólar 434.090 666.647 434.090 666.647 DI 45.966.556 21.536.104 85.578.763 51.017.956 Commodities 28.200 12.930 67.025 12.930 T-Note 38.193 309.517 38.193 309.517 Índice 632 – 632 – BGI 4.475 141 4.475 141 471.374 1.932.080 471.374 1.932.080 SCC (17.651.662) (12.886.777) (57.344.825) (42.388.648) Diferencial líquido Composição dos contratos de NDF por indexador 2011 2010 Banco e Consolidado Valor Valor de mercado Valor Valor de mercado contratado (Contábil) contratado (Contábil) Ativo Dólar 1.200.784 29.677 1.719.588 68.522 Euro 970 680 8.739 700 149.479 81.479 – – Outros 1.351.233 111.836 1.728.327 69.222 Total Passivo Dólar 470.704 118.945 2.001.792 62.845 Euro 13.194 13 81 9 239.125 17.133 4.983 383 Outros 723.023 136.091 2.006.856 63.237 Total 628.210 (24.255) (278.529) 5.985 Diferencial líquido Derivativos de crédito 2011 2010 Banco e Consolidado Valor de Valor de Valor de Valor de referência mercado referência mercado Risco recebido Swaps de crédito 3.293.921 43.322 3.165.236 3.174.954 285.681 302.703 – – Credit linked notes 3.579.602 346.025 3.165.236 3.174.954 Total Risco transferido Swaps de crédito 1.311.324 6.091 8.357.766 8.362.132 Credit linked notes 107.732 113.262 91.354 92.908 27.319 27.257 9.908 8.300 Equity linked notes 1.446.375 146.610 8.459.028 8.463.340 Total Derivativos de crédito por indexador 2011 2010 Banco e Consolidado Valor Valor de Valor de Valor Valor de Valor de original custo mercado original custo mercado Posição ativa 1.987.280 295.882 320.904 6.146.718 42.581 42.581 Pré-fixado 1.987.280 295.882 320.904 6.146.718 42.581 42.581 Total Posição passiva Pré-fixado 3.038.697 138.650 171.731 6.247.980 115.825 115.825 3.038.697 138.650 171.731 6.247.980 115.825 115.825 Total (1.051.417) 157.232 149.173 669.172 (73.244) (73.244) Diferencial líquido Composição dos contratos de Box de opção - estratégia de Renda fixa 2011 2010 Banco Valor Valor de mercado/ Valor Valor de mercado/ contratado Exposição a risco contratado Exposição a risco Risco pré-fixado Posição passiva Venda de Call com limite de alta 7.102.043 5.047.879 7.880.226 4.882.477 Venda de Put com 13.211.823 16.864.520 9.121.654 16.664.462 limite de baixa 20.313.866 21.912.399 17.001.880 21.546.939 Total Risco dólar Posição ativa Venda de Put com limite de baixa – 16.674.292 – 17.909.901 Subtotal – 16.674.292 – 17.909.901 Posição passiva Venda de Call com limite de alta – 16.674.292 – 17.909.901 Subtotal – 16.674.292 – 17.909.901 Total – – – – 2011 2010 Consolidado Valor Valor de mercado/ Valor Valor de mercado/ contratado Exposição a risco contratado Exposição a risco Risco pré-fixado Posição passiva Venda de Call com limite de alta 1.003.414 662.359 1.336.630 1.047.414 Venda de Put com 1.962.337 2.551.650 2.024.369 2.747.483 limite de baixa Total 2.965.751 3.214.009 3.360.999 3.794.897 Risco dólar Posição ativa Venda de Put com limite de baixa – 2.518.724 – 3.066.283 – 2.518.724 – 3.066.283 Subtotal Posição passiva Venda de Call com limite de alta – 2.518.724 – 3.066.283 – 2.518.724 – 3.066.283 Subtotal – – – – Total Títulos dados em garantia Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 1.087.786 2.214.593 1.111.302 2.237.767 Operações em Bolsa Notas do Tesouro Nacional 905.351 1.341.085 928.867 1.364.259 Letras Financeiras do Tesouro 23.733 80.641 23.733 80.641 Letras do Tesouro Nacional 158.702 792.867 158.702 792.867 Operações Câmera Comp. 117.489 79.422 117.489 79.422 Notas do Tesouro Nacional 49.702 44.697 49.702 44.697 Letras do Tesouro Nacional 67.787 34.725 67.787 34.725 Outros 3.608.804 3.292.184 3.624.699 3.299.205 Notas do Tesouro Nacional 812.302 – 812.302 – Letras Financeiras do Tesouro 1.340 1.205 17.235 8.226 Outros (a) 2.795.162 3.290.979 2.795.162 3.290.979 Total 4.814.079 5.586.199 4.853.490 5.616.394 (a) Em 2011, referem-se, basicamente, títulos de governos estrangeiros, no montante de R$ 1.879.453, e outros títulos no exterior, no montante de R$ 915.709. Instrumentos financeiros derivativos segregados por local de negociação Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 Posição ativa Operações em Bolsa 213.814 672.786 213.814 672.786 1.612.076 2.841.916 1.432.413 1.107.037 Balcão Instituições financeiras 1.388.851 2.340.418 1.175.501 597.640 223.225 501.498 256.912 509.397 Clientes 1.825.890 3.514.702 1.646.227 1.779.823 Total Consolidado

c.

d.

e.

Total Banco

f.

g.

h.

i.

j.

k.

Posição passiva Operações em Bolsa Balcão Instituições financeiras Clientes Total 10 Relações interfinanceiras Banco e Consolidado Ativo Pagtos. e recebtos. a liquidar Reservas compulsórias BACEN Repasses interfinanceiros Relações com correspondentes Total Passivo Pagtos. e recebtos. a liquidar Total 11 Relações interdependências

Banco 2011 2010 270.091 286.939 23.921.644 22.517.073 23.854.316 21.694.846 67.328 822.227 24.191.735 22.804.012

Consolidado 2011 2010 270.091 286.939 6.066.352 5.357.796 5.879.831 5.263.015 186.521 94.781 6.336.443 5.644.735

2011 2010 1.494 637 6.048.845 4.260.497 61.119 53.299 2.127 7.142 6.113.585 4.321.575 2011 2010 11.518 8.581 11.518 8.581

Banco 2011 2010 12.576 21.618 10 1 101.032 30.706 113.618 52.325 Consolidado 2011 2010 Passivo Recursos em trânsito - Sociedades Ligadas 12.576 21.618 Recebimento em trânsito - Terceiros 10 1 Ordens de pagamento em moeda estrangeira 101.032 30.706 3 45 Transferência interna de recursos 113.621 52.370 Total 12 Operações de crédito, de arrendamento mercantil, adiantamentos sobre contratos de câmbio, outros créditos com características de concessão de crédito e provisão para créditos de liquidação duvidosa: a. Composição das operações por modalidade e parcelas vencidas e vincendas Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 Adiantamentos a depositantes 982 397 982 397 Empréstimos 9.054.059 7.749.293 15.066.711 12.368.763 Títulos descontados 41.465 16.766 41.465 16.766 Financiamentos 5.880.854 4.445.507 36.878.425 25.658.722 Financiamentos a exportação 2.813.195 3.111.331 2.813.195 3.111.331 Financiamentos em moeda estrangeira 300.643 90.126 300.643 90.126 Financiamentos rurais 1.291.456 657.873 1.291.456 657.873 180.171 – 180.171 – Financiamentos imobiliários 19.562.825 16.071.293 56.573.048 41.903.978 Subtotal Adiant. sobre contratos de câmbio 733.248 426.168 733.248 426.168 Operações de arrendamento mercantil – – 3.605.947 4.023.405 Créditos por avais e fianças honrados 672 – 672 – – – 299.867 345.370 Títulos e créditos a receber 20.296.745 16.497.461 61.212.782 46.698.921 Total de operações de crédito Parcelas vencidas (a partir de 15 dias) 83.233 128.067 1.194.658 694.718 20.213.512 16.369.394 60.018.124 46.004.203 Parcelas vincendas 20.296.745 16.497.461 61.212.782 46.698.921 Total de parcelas b. Concentração das operações Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 Dez maiores devedores 2.880.019 3.719.268 2.938.187 3.747.195 Cinquenta seguintes maiores devedores 4.181.908 4.383.834 4.261.170 4.429.214 Cem seguintes maiores devedores 3.333.792 3.260.346 3.394.856 3.309.155 9.901.026 5.134.013 50.618.569 35.213.357 Demais clientes 20.296.745 16.497.461 61.212.782 46.698.921 Total c. Composição das operações por setor de atividade econômica Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 Pessoas jurídicas 19.519.672 15.378.871 21.314.407 16.611.309 Setor público estadual Serviços 61.667 141.492 61.667 141.492 Setor privado Indústria 10.116.783 8.638.530 10.263.942 8.717.760 Comércio 2.919.925 1.640.718 3.756.348 2.342.588 Rural 1.291.456 657.873 1.291.456 657.873 Serviços 5.129.841 4.272.565 5.940.994 4.723.903 Intermediários financeiros – 27.693 – 27.693 777.073 1.118.590 39.898.375 30.087.612 Pessoas físicas 20.296.745 16.497.461 61.212.782 46.698.921 Total d. Composição das operações nos correspondentes níveis de risco Banco 2011 2010 Curso Operações Total das Curso Operações Total das Nível de risco normal vencidas operações normal vencidas Operações AA 11.100.121 – 11.100.121 7.683.829 – 7.683.829 A 5.459.891 – 5.459.891 4.004.374 – 4.004.374 B 2.230.716 13.828 2.244.544 4.106.555 5.158 4.111.713 C 519.446 24.921 544.367 189.864 20.716 210.580 D 553.725 25.683 579.408 64.234 18.886 83.120 E 10.784 4.888 15.672 125.037 5.515 130.552 F 105.655 31.117 136.772 16 9.010 9.026 G 19.642 8.093 27.735 122.993 62.014 185.007 7.039 181.196 188.235 20.940 58.320 79.260 H 20.007.019 289.726 20.296.745 16.317.842 179.619 16.497.461 Total 2011 2010 Consolidado Curso Operações Total das Curso Operações Total das Nível de risco normal vencidas operações normal vencidas Operações AA 11.399.387 – 11.399.387 8.187.806 – 8.187.806 A 39.958.354 – 39.958.354 29.805.726 – 29.805.726 B 2.375.168 1.853.158 4.228.326 4.200.051 1.225.948 5.425.999 C 593.147 1.434.494 2.027.641 232.189 831.372 1.063.561 D 585.170 807.319 1.392.489 84.177 410.425 494.602 E 28.270 491.680 519.950 134.846 247.021 381.867 F 116.512 370.328 486.840 7.250 200.276 207.526 G 28.029 243.143 271.172 129.191 213.535 342.726 57.465 871.158 928.623 51.097 738.011 789.108 H 55.141.502 6.071.280 61.212.782 42.832.333 3.866.588 46.698.921 Total e. Constituição da provisão para créditos de liquidação duvidosa por nível de risco Banco Consolidado Níveis de risco % Provisão 2011 2010 2011 2010 A 0,5 27.300 20.022 199.792 149.029 B 1 22.445 41.117 42.283 54.260 C 3 16.331 6.317 60.829 31.907 D 10 57.940 8.312 139.249 49.460 E 30 4.701 39.165 155.985 114.560 F 50 68.386 4.513 243.421 103.763 G 70 19.414 129.506 189.819 239.908 188.235 79.260 928.623 789.108 H 100 404.752 328.212 1.960.001 1.531.995 Total 1,99% 1,99% 3,20% 3,28% Percentual sobre carteira f. Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa no semestre Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 Saldo inicial 285.684 329.815 1.153.336 1.361.982 Constituições/(reversões) 141.126 80.455 1.268.433 870.231 (22.058) (82.058) (461.768) (700.218) Baixas para prejuízo 404.752 328.212 1.960.001 1.531.995 Saldo final g. Informações sobre cessões de crédito Consolidado 2011 2010 Cessões com coobrigação realizadas pela controlada BV Financeira Valor de transferência dos ativos cedidos no período 7.045.324 6.925.478 Valor contábil dos ativos cedidos no período (6.243.999) (6.126.016) 801.925 799.462 Resultado bruto das cessões Despesas de liquidação antecipada de contratos cedidos (288.398) (208.116) Provisão para perdas com contratos cedidos (90.792) (18.789) 422.735 572.557 Resultado das cessões antes dos custos e tributos Aceleração do reconhecimento em resultado dos custos associados ao ativo cedido (180.951) (190.990) 241.784 381.567 Resultado das cessões antes dos tributos (108.907) (174.932) Efeitos tributários 132.877 206.635 Resultado líquido das cessões 2011 2010 Consolidado Saldo das coobrigações com cessões de crédito Instituições Financeiras - Partes relacionadas 13.496.615 6.333.062 1.343.840 2.363.099 Outras Instituições Financeiras 14.840.455 8.696.161 Total O Banco Votorantim e sua controlada BV Financeira detém 100% das cotas subordinadas dos fundos de investimento em direitos creditórios descritos a seguir: 2011 2010 Banco BV Financeira FIDC V 441.843 – 441.843 – 2011 2010 Consolidado BV Financeira FIDC I 262.888 241.511 BV Financeira FIDC II 164.803 135.889 BV Financeira FIDC III 160.123 118.125 BV Financeira FIDC IV 284.445 – 441.843 – BV Financeira FIDC V 1.314.102 495.525 Total das aplicações em cotas h. Estratégias de hedge contábil Foi procedida a avaliação a valor de mercado da carteira de crédito, conforme determina a Resolução nº 3.082/02 do BACEN. A referida avaliação considera o respectivo “hedge” em instrumentos financeiros derivativos, refletindo os efeitos da variação da taxa de juros na carteira de crédito, de acordo com o fluxo de vencimento das parcelas, em contrapartida aos ajustes ocorridos no referido mercado de derivativos. 2011 2010 Ganho/ Ganho/ Valor de Valor de Valor de Valor de (perda) não (perda) não Consolidado custo mercado custo mercado realizado realizado Operação crédito e arrend. mercantil 43.618.312 43.758.257 139.945 32.923.384 33.538.586 615.202 43.618.312 43.758.257 139.945 32.923.384 33.538.586 615.202 Total Em 30 de junho de 2011, a avaliação desses ativos gerou ajuste positivo não realizado no montante de R$ 139.945 (R$ 615.202 em 2010), registrados em Outros Créditos - Diversos. Para proteger os riscos de taxa de juros prefixada dos empréstimos, financiamentos e operações de arrendamento mercantil, o Conglomerado negociou contratos no mercado futuro de DI junto a BM&FBOVESPA, de acordo com o fluxo de vencimento das parcelas. O valor de mercado desses derivativos totalizaram R$ 40.186.334. Para proteger os riscos da variação cambial (Dólar) dos financiamentos a exportação, o Conglomerado negociou contratos no mercado futuro de DDI junto a BM&FBOVESPA, de acordo com o fluxo de vencimento das parcelas. O valor de mercado desses derivativos totalizam R$ 1.848.819. i. Informações complementares Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 Montante de créditos renegociados no período 5.891.661 3.639.910 6.036.033 3.691.985 Montante de créditos recuperados, baixados 2.323 30.439 95.948 71.131 como prejuízo 13 Carteira de câmbio Banco e consolidado 2011 2010 Outros créditos Câmbio comprado a liquidar 1.719.932 1.171.500 Direitos sobre vendas de câmbio 555.086 1.052.915 Adiantamentos em moeda nacional recebidos (5.137) (273.076) Adiantamentos em moeda estrangeira recebidos (546.105) – 16.143 20.199 Rendas a receber de adiantamentos concedidos 1.739.919 1.971.538 Total 2011 2010 Outras obrigações Câmbio vendido a liquidar 554.099 1.050.474 Obrigações por compras de câmbio 1.762.353 1.188.330 Adiantamentos sobre contrato de câmbio (717.105) (405.969) Valores em moedas estrangeiras a pagar 2 12 Total 1.599.349 1.832.847 Passivo Recursos em trânsito - Sociedades Ligadas Recebimento em trânsito - Terceiros Ordens de pagamento em moeda estrangeira Total


DIÁRIO DO COMÉRCIO

12

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Banco Votorantim S.A. C.N.P.J. 59.588.111/0001-03 Avenida das Nações Unidas, 14.171, Torre A, 18º andar - Vila Gertrudes - CEP 04794-000 - São Paulo - SP Tel. (11) 5171-1000 Fax (11) 5171-1900 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - Semestres findos em 30 de junho de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais)

14 Negociação e intermediação de valores Outros créditos Caixa de registro e liquidação Devedores conta liquidação pendentes Oper. com ativos financeiros e merc. a liquidar Outros créditos Total Outras obrigações

Caixa de registro e liquidação Comissões e Corretagens a pagar Credores conta liquidação pendentes Credores por empréstimos de ações Oper. com ativos financeiros e merc. a liquidar Total 15 Outros créditos - Diversos

Adiantamentos e antecipações salariais Adiantamentos a fornecedores Crédito tributário de impostos e contribuições Devedores por depósitos em garantia Impostos e contribuições a compensar Impostos e contribuições a recuperar Transações de cartão de crédito Ajuste ao mercado op. de crédito e arrendamento mercantil Créditos a receber de op. de arrendamento mercantil Liquidações de títulos no exterior Outros Total 16 Outros valores e bens

Consolidado 2011 2010 1.842 34.937 81.280 19.176 61.842 88.136 68.239 13.660 213.203 155.909 Consolidado 2011 2010 32.433 70 2.955 1.849 67.450 64.542 47.366 11.398 29.985 340.086 180.189 417.945

Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 5.060 3.634 13.129 11.045 2.015 3.141 2.521 51.917 520.995 558.666 2.141.648 2.137.466 146.927 11.193 438.647 44.864 128.240 69.911 385.875 273.518 – – 3 2 – – 209.017 133.993 76.321 212.992 139.945 615.201 – – 299.867 345.370 253.525 – 253.525 57.097 36.435 69.110 269.792 234.131 1.169.518 928.647 4.153.969 3.904.604

Despesas de seguros Despesas de processamento de dados Comissões por intermediação de operações Despesas de emissão de títulos Despesas de serviços do sistema financeiro Despesas de serviços técnicos especializados Bens não de uso próprio Direito de usufruto de títulos e valores mobiliários Outras Total 17 Investimentos a. Participação em controladas no País e no exterior

Banco 2011 2010 566 413 2.945 5.470 – – 1.294 918 8.096 3.915 30.814 230 2.839 2.875 268.678 – 768 1.345 316.000 15.166

Consolidado 2011 2010 5.155 1.845 3.435 5.668 915.564 253.881 2.855 3.246 45.181 20.636 38.400 15.614 93.110 85.763 268.678 – 13.407 3.469 1.385.785 390.122

Ajustes Saldo em Recebto. Resultado de diretos no Saldo em Empresas 31/12/10 dividendos equivalência patrimônio 30/06/11 No País 3.023.080 (70.311) 113.582 603 3.066.954 Votorantim CTVM Ltda. 250.519 (1.063) 5.035 – 254.491 Votorantim Asset DTVM Ltda. 60.032 (2.570) 8.505 – 65.967 BV Financeira S.A. 1.399.450 (64.587) 98.185 – 1.433.048 BV Leasing Arrend. Merc. S.A. 1.313.079 (2.091) 2.027 – 1.313.015 BVIP - BV Inv. e Partic. S.A. (a) – – (107) 301 194 BVIA - BV Inv. Alt. Gestão S.A. (b) – – (63) 302 239 No exterior 46.774 – (4.568) – 42.206 Votorantim Bank Limited 33.402 – (1.779) – 31.623 Banco Votorantim Securities 13.372 – (2.789) – 10.583 Subtotal 3.069.854 (70.311) 109.014 603 3.109.160. Variação cambial de – – (43.513) – – agência no exterior Total 3.069.854 (70.311) 65.501 603 3.109.160 (a) Constituída em 04 de maio de 2010. (b) Constituída em 15 de outubro de 2010. 2011 Nº de ações Capital Patrimônio Lucro ordinárias/quotas de Empresas social líquido Líquido propriedade do Banco No País Votorantim CTVM Ltda. 115.868 254.540 5.036 20.177 Votorantim Asset DTVM Ltda. 19.000 65.966 8.505 8.999.100 BV Financeira S.A. 472.000 1.433.048 98.185 126.361 BV Leasing Arrend. Merc. S.A. 998.800 1.313.023 2.027 510.353 BVIP - BV Inv. e Partic. S.A. 301 194 (107) 1.000 BVIA - BV Inv. Alt. Gestão S.A. 302 238 (63) 1.000 No exterior Votorantim Bank Limited 64.459 31.623 328 6.002.120 Banco Votorantim Securities 18.733 10.583 (1.945) 4.000.000 Total 1.689.463 3.109.215 111.966 b. Outros investimentos Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 Investimentos por incentivos fiscais 35.405 33.288 104.760 70.808 Provisão para perdas de investimentos por incentivos fiscais (10.298) (5.953) (40.057) (8.891) Títulos patrimoniais 175 175 176 176 Ações e cotas 6 6 6 6 Outros 99 99 129 129 Total 25.387 27.615 65.014 62.228 18 Imobilizado de uso Banco 2011 2010 Depreciação Saldo Saldo Custo acumulada líquido líquido Imobilizado em curso 111 – 111 111 Móveis e equipamentos de uso 31.997 (9.893) 22.104 22.705 Sistema de comunicação 7.314 (4.320) 2.994 3.504 Sistema de processamento de dados 36.414 (23.860) 12.554 12.402 Sistema de segurança 2.202 (606) 1.596 1.581 Sistema de transporte 1.181 (1.163) 18 111 Total 79.219 (39.842) 39.377 40.414 Consolidado Custo 111 41.895 53.926 11.839 73.699 2.250 1.665 185.385

Imobilizado em curso Instalações Móveis e equipamentos de uso Sistema de comunicação Sistema de processamento de dados Sistema de segurança Sistema de transporte Total

2011 Depreciação Saldo acumulada líquido – 111 (3.364) 38.531 (16.577) 37.349 (6.592) 5.247 (47.525) 26.174 (621) 1.629 (1.367) 298 (76.046) 109.339 Banco

2010 Saldo líquido 111 1.394 32.173 6.133 26.090 1.599 492 67.992

Consolidado

2011

2010

41.979

33.124

87.786

58.131

Aquisições

1.394

10.655

34.111

17.259

Alienações

(23)

(45)

(2.748)

(540)

(3.973)

(3.320)

(9.810)

(6.858)

Saldo inicial

Depreciação

2011

2010

39.377 40.414 109.339 67.992 Saldo final Em 30 de junho de 2011, não foi verificada a existência de ativos relevantes que indique perda de desvalorização. 19 Intangível 2011 2010 Amortização acumulada Valor custo Saldo líquido Saldo líquido Banco Projetos corporativos 14.803 – 14.803 2.904 Total 14.803 – 14.803 2.904

Consolidado SISBEX BM&FBovespa Software Licenças Acordo direitos comercialização Projetos corporativos Total

Valor Custo 200 1.410 15.850 5.000 14.803 37.263

27 Outras obrigações - Dívidas subordinadas

22 Captações no mercado aberto Banco 2011 2010 1.842 6.481 – – 29.307 57.904 67.839 13.093 98.988 77.478 Banco 2011 2010 9.933 1 1.085 1.356 223 181 47.366 11.398 29.985 340.086 88.592 353.022

2011 Amortização Acumulada – (516) (3.619) (790) – (4.925)

2010

Líquido Líquido 200 200 894 1.209 12.231 6.842 4.210 5.000 14.803 2.904 32.338 16.155 Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 Saldo inicial 7.035 – 20.691 5.121 Aquisições 8.372 2.904 14.317 12.039 Baixas (604) – (805) (263) Amortização – – (1.865) (742) Saldo final 14.803 2.904 32.338 16.155 Estimativa de amortização de software, licenças e acordo de direitos de comercialização Consolidado 2º semestre de 2011 2.096 Em 2012 4.193 Em 2013 4.193 Em 2014 4.023 Em 2015 1.953 Acima de 5 anos 877 Total 17.335 Em 30 de junho de 2011, não foi verificada a existência de ativos relevantes que indique perda de desvalorização. 20 Diferido 2011 2010 Banco Amortização Saldo Saldo Custo acumulada líquido líquido Gastos em imóveis de terceiros 35.126 (4.194) 30.932 30.804 Total 35.126 (4.194) 30.932 30.804 Consolidado 2011 2010 Amortização Saldo Saldo Custo acumulada líquido líquido Gastos em imóveis de terceiros 41.583 (9.158) 32.425 44.839 Gastos aquis. desenv. de logiciais 1.609 (1.229) 380 810 Total 43.192 (10.387) 32.805 45.649 Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 Saldo inicial 32.194 27.541 43.894 43.875 Aquisições – 4.325 – 7.897 Baixas (3) – (586) (223) Amortização (1.259) (1.062) (10.503) (5.900) Saldo final 30.932 30.804 32.805 45.649 Em 30 de junho de 2011, não foi verificada a existência de ativos relevantes que indique perda de desvalorização. 21 Depósitos Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 Depósitos à vista 353.229 257.881 374.282 285.230 Depósitos interfinanceiros 1.430.460 1.062.145 1.160.946 749.535 Depósitos a prazo 22.119.010 23.212.306 22.097.076 23.201.685 Outros depósitos 107 2.986 107 2.832 Total 23.902.806 24.535.318 23.632.411 24.239.282

Banco Carteira própria Letras Financeiras do Tesouro Letras do Tesouro Nacional Notas do Tesouro Nacional Outros Carteira de terceiros Letras Financeiras do Tesouro Letras do Tesouro Nacional Notas do Tesouro Nacional Carteira livre movimentação Letras do Tesouro Nacional Notas do Tesouro Nacional Outros Total 23 Recursos de aceites e emissão de títulos

2011 30.367.760 821.310 3.178.630 5.403.794 20.964.026 9.276.880 2.148.390 6.992.057 136.433 1.799.239 196.630 1.554.814 47.795 41.443.879

2010 25.906.951 – 4.487.877 3.137.114 18.281.960 6.888.919 – 5.774.537 1.114.382 99.088 – – 99.088 32.894.958

Consolidado 2011 2010 29.266.358 25.535.151 821.310 – 3.178.630 4.487.877 4.301.403 2.765.145 20.965.015 18.282.129 8.865.762 6.153.025 2.148.390 – 6.580.939 5.038.643 136.433 1.114.382 1.799.239 99.088 196.630 – 1.554.814 – 47.795 99.088 39.931.359 31.787.264

Banco Consolidado Debêntures 2011 2010 2011 2010 Com variação cambial (a) – – 1.478.978 1.699.552 Pós-fixado (b) – – 1.529.237 1.372.019 Recursos de Letras de Crédito Imobiliário Pós-fixado (c) 2.894 26.371 2.894 26.371 Recursos de Letras de Crédito Agronegócio Pós-fixado (d) 1.582.641 1.767.597 1.582.641 1.767.597 Letras Financeiras Pré-fixado (e) 46.590 – 46.590 – Pós-fixado (f) 5.658.460 – 5.658.460 – Obrigações por TVM no Exterior Pré-fixado (g) 1.477.786 – 1.477.786 – Com variação cambial (h) 3.898.593 2.654.426 3.898.593 2.654.426 Total 12.666.964 4.448.394 15.675.179 7.519.965 (a) Taxa de atualização em 2011: PTAX + 12,04% a.a.; (b) Taxa de atualização em 2011: DI + 0,35% a.a.; (c) e (d) Taxa de atualização em 2011: Taxa de atualização corresponde a 90% do DI; (e) Taxa de atualização em 2011: de 12,40% a.a. a 14,00% a.a.; (f) Taxa de atualização em 2011: 106% a 112% DI/108% Selic/100% IPCA; (g) Taxa de atualização em 2011: de 6,25 % a.a. a 14,19% a.a.; (h) Taxa de atualização em 2011: de 2,28% a.a. a 6,75% a.a. + variação cambial. Estratégias de hedge contábil Consolidado 2011 2010 Ganho/ Ganho/ Valor de Valor de (perda) não Valor de Valor de (perda) não realizado realizado custo mercado custo mercado Obrigação por TVM no exterior 452.907 450.474 (2.433) – – – Total 452.907 450.474 (2.433) – – – Para proteger os riscos da variação cambial (Dólar) das obrigações por TVM no exterior, o Conglomerado negociou contratos no mercado futuro de DDI junto a BM&FBOVESPA, de acordo com o fluxo de vencimento das parcelas. O valor de mercado desses derivativos totalizam R$ 474.889. 24 Obrigações por empréstimos e repasses Banco Consolidado Empréstimos no País 2011 2010 2011 2010 Com variação cambial (a) 10.076 34.735 10.076 34.735 Empréstimos no Exterior Com variação cambial (b) 5.551.112 4.524.547 5.551.112 4.524.547 Repasses no País - Tesouro Nacional Pré-fixado (c) 68.426 – 68.426 – Repasses no País - BNDES Pré-fixado (d) 1.478.229 648.963 1.478.229 648.963 Pós-fixado (e) 2.304.825 2.527.989 2.304.825 2.527.989 Com variação cambial (f) 63.132 72.820 63.132 72.820 Repasses no País - FINAME Pré-fixado (g) 2.619.824 1.133.779 2.643.661 1.164.425 Pós-fixado (h) 579.978 681.441 579.978 681.441 Total 12.675.602 9.624.274 12.699.439 9.654.920 (a) Taxa de atualização em 2011: 7,10% a.a. + variação cambial; (b) Taxa de atualização em 2011: de 0,40% a.a. a 5,95% a.a. + variação cambial.; (c) Taxa de atualização em 2011: 6,75% a.a.; (d) Taxa de atualização em 2011: de 1,50% a.a. a 8,00% a.a.; (e) Taxa de atualização em 2011: de 6,90% a.a. a 10,50% a.a + TJLP; (f) Taxa de atualização em 2011: de 1,30% a.a. a 4,00% a.a. + variação cambial; (g) Taxa de atualização em 2011: de 0,30% a.a. a 10,00% a.a.; (h) Taxa de atualização em 2011: de 6,50% a.a. a 11,50% a.a + TJLP. 25 Outras obrigações - Sociais e Estatutárias Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 Dividendos e bonificações a pagar 128.389 303.242 128.389 303.242 Provisão para participação nos lucros 79.300 65.391 195.605 198.192 – 97 – 97 Gratificações e participações a pagar 207.689 368.730 323.994 501.531 Total 26 Outras obrigações - Fiscais e Previdenciárias Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 Impostos e contribuições sobre o lucro a pagar 167.046 20.464 429.273 328.018 Impostos e contribuições sobre serviços de terceiros 854 971 10.182 9.694 Impostos e contribuições sobre salários 2.107 1.790 4.629 3.442 Impostos e contribuições sobre aplicações financeiras 26.653 20.956 26.691 21.570 PIS 4.959 6.612 10.319 14.170 COFINS 4.494 546 27.368 4.766 ISS 1.234 1.309 6.700 5.117 Provisão para riscos fiscais 585.210 515.756 1.458.421 1.220.562 Provisão para impostos e contribuições diferidos 32.959 198.106 823.331 1.038.363 27 – 30 4 Outros impostos e contribuições 825.543 766.510 2.796.944 2.645.706 Total Banco a. Ativo Disponibilidades Aplicações interf. de liquidez Operações comprom - pos. bancada Operações comprom - pos. financiada Operações comprom - livre movim. Aplicações em dep. interfinanceiros Aplicações em moeda estrangeira Títulos e valores mobiliários Títulos para negociação Títulos disponíveis para venda Instrumentos financeiros derivativos Diferencial de swap Contratos de termo de moeda Compra de opções - ações Compra de opções - ativo fin./merc. Derivativos de crédito NDF Outros Relações intefinanceiras/interdep. Operações de crédito Provisão créditos de liq. duvidosa Outros créditos Créditos por avais e fianças honrados Carteira de câmbio Rendas a receber NIV Diversos Provisão créditos de liq. duvidosa Outros valores e bens Permanente Total b. Passivo Depósitos Depósitos a vista Depósitos interfinanceiros Depósitos a prazo Outros depósitos Captações no mercado aberto Carteira própria Carteira de terceiros Carteira livre movimentação Recursos de aceites emissão de títulos Relações intefinanceiras/interdep. Obrigações por emprést. e repasses Instrumentos financeiros derivativos Diferencial de swap Contratos de termo de moeda Compra de opções - ações Compra de opções - ativo fin./merc. Box de opção Derivativos de crédito NDF Outras obrigações Cobrança arrecad. trib. e assemelhados Carteira de câmbio Sociais e estatutários Fiscais e previdenciárias NIV Dívidas subordinadas Diversas Resultados de exercícios futuros Patrimônio líquido Total Consolidado a. Ativo Disponibilidades Aplicações interf. de liquidez Operações comprom - pos. bancada Operações comprom - pos. financiada Operações comprom - livre movim. Aplicações em dep. interfinanceiros Aplicações em moeda estrangeira Títulos e valores mobiliários Títulos para negociação Títulos disponíveis para venda Instrumentos financeiros derivativos Diferencial de swap Contratos de termo de moeda Compra de opções - ações Compra de opções - ativo fin./merc. Derivativos de crédito NDF Outros Relações intefinanceiras/interdep. Operações de crédito Operações de arrend. mercantil Provisão créditos de liq. duvidosa Outros créditos Créditos por avais e fianças honrados Carteira de câmbio Rendas a receber NIV Diversos Provisão créditos de liq. duvidosa Outros valores e bens Permanente Total

Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 Letras financeiras subordinadas Pós-fixado (c) 1.069.045 – 1.069.045 – Certificado de depósito bancário Pós-fixado (a) 2.902.704 3.079.016 2.902.704 3.079.016 Debêntures Pós-fixado – – – 1.375.370 Nota subordinada Com variação cambial (b) 1.708.479 1.401.115 1.708.479 1.401.115 5.680.228 4.480.131 5.680.228 5.855.501 Total (a) Taxa de atualização em 2011: de 0,49% a.a. a 1,67% a.a. + CDI / 7,21% + IGPM / 7,85% a.a. a 8,00% a.a. + IPCA; (b) Taxa de atualização em 2011: 7,38% a.a. + PTAX; (c) Taxa de atualização em 2011: de 1,30% a.a. a 1,94% a.a + CDI / 7,00% a.a. a 7,95% a.a. + IPCA / 7,42% a.a. + IGPM. Estratégias de hedge contábil 2011 2010 Valor de Ganho/ Valor de Ganho/ Valor de mercado (perda) não Valor de mercado (perda) não Consolidado custo custo (contábil) realizado (contábil) realizado 1.861.142 1.708.479 (152.663) 1.401.115 1.401.115 – Nota Subordinada 1.861.142 1.708.479 (152.663) 1.401.115 1.401.115 – Total Para proteger os riscos da variação cambial (Dólar) das dívidas subordinadas, o Conglomerado negociou contratos no mercado futuro de DDI junto a BM&FBOVESPA, de acordo com o fluxo de vencimento das parcelas. O valor de mercado desses derivativos totalizam R$ 2.352.928. 28 Outras obrigações - Diversas Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 Provisão para despesas de pessoal 29.316 22.800 93.109 63.602 Provisão para despesas administrativas 6.860 6.805 58.785 73.899 Provisão para passivos contingentes 30.932 14.807 172.961 138.825 Comissões por intermediação de operações – – 65.783 63.759 Valores a repassar aos cessionários – – 295.650 243.689 Provisão para perdas com créditos cedidos – – 170.881 43.481 Transações de cartão de crédito 596 24 208.612 135.506 Liquidações de títulos no exterior 13.837 15.937 14.439 19.306 Operações de crédito e arrendamentos a liberar 9.834 51.796 87.669 131.017 15.232 6.676 262.275 236.785 Outras (a) 106.607 118.845 1.430.164 1.149.869 Total (a) No consolidado, refere-se, basicamente, aos valores a processar oriundos do fluxo operacional da carteira de operações de crédito e arrendamento mercantil. 29 Patrimônio líquido a. Capital social O capital social é representado por 81.538.822.950 ações, sendo 66.713.582.406 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal e 14.825.240.544 ações preferenciais nominativas e sem valor nominal. Conforme Assembléia Geral Extraordinária, realizada em 22 de dezembro de 2010, foi deliberada e aprovada a destinação dos saldos de reservas de capital constituídas por subvenções de incentivos fiscais e atualização de títulos patrimonais para aumento de capital, no montante de R$ 31.945. O aumento de capital foi homologado pelo BACEN em 24 de junho de 2011. b. Dividendos Aos acionistas é assegurado um dividendo mínimo obrigatório, correspondente a 25% do lucro de cada período, deduzido da reserva legal. A Administração propõe a distribuição de dividendos sobre o lucro do período, como demonstrado abaixo:

2011

2010

Lucro líquido

540.585

477.518

Reserva legal

27.029

23.875

–

2.360

Base de cálculo

513.556

451.283

Dividendos

128.389

112.821

Valor proposto

128.389

112.821

Reserva para incentivos fiscais

% sobre a base de cálculo 25% 25% c. Reserva de lucros Reseva legal Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do período, até atingir o limite de 20% do capital social. A reserva legal poderá deixar de ser constituída quando acrescida do montante das reservas de capital exceder 30% do capital social. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital ou para compensar prejuízos. Reserva de expansão Para cumprimento das exigências estabelecidas na legislação societária e regras do BACEN, no encerramento do exercício, a Administração propõe que, no encerramento do exercício, a parcela do lucro não distribuído seja destinado para “Reserva para Expansão”. O saldo de reserva está à disposição dos acionistas para deliberação futura em Assembléia Geral. d. Ajustes de valor patrimonial reconhecidos no patrimônio líquido no semestre Consolidado Saldo inicial Títulos disponíveis para venda

2011

2010

(57.356)

(76.664)

(159.757) 102.873

Banco Votorantim Controladas Efeitos tributários

(160.578)

60.174

821

42.699

64.231

(24.070)

Saldo final (152.882) 2.139 30 Balanço patrimonial por faixas de vencimento A demonstração do “balanço patrimonial por faixas de vencimento” de 30 de junho de 2011 foi elaborada considerando o prazo de vencimento dos ativos e passivos, independente da categoria em que estão classificados. Dos ativos e passivos de prazo indeterminado, classificam-se as operações ativas no realizável a longo prazo e as operações passivas no passivo circulante. O ativo permanente e o patrimônio líquido estão sendo apresentados como “acima de 5 anos”. Na demonstração “Balanço Patrimonial”, os títulos e valores mobiliários classificados na categoria “Títulos para negociação” são apresentados como ativo circulante, independentemente dos prazos de vencimento. As operações de arrendamento mercantil estão apresentadas pelo método financeiro, que consiste na reclassificação do imobilizado de arrendamento para a rubrica de operações de arrendamento mercantil, reduzido do valor residual recebido antecipadamente.

Até 90 dias 62.452 12.721.589 2.862.413 7.371.793 994.121 1.368.307 124.955 5.655.048 646.011 5.009.037 449.928 331.918 36 3.620 86.414 11.941 15.999 – 6.113.585 3.110.421 (59.540) 2.366.012 – 1.739.919 112.710 98.988 457.105

De 91 a 360 dias – 22.437.405 971.048 1.918.192 739.004 18.809.161 – 930.447 221.488 708.959 365.976 216.094 1.446 3.283 112.102 6.260 26.791 – – 5.679.460 (51.044) 112.264 – – – – 116.283

De 1 a 3 anos – 19.072.099 – – – 19.072.099 – 6.243.405 2.402.357 3.841.048 573.356 495.936 – – 8.370 – 69.046 4 – 6.816.196 (87.242) 260.990 672 – – – 260.318

De 3 a 5 anos – – – – – – – 5.629.572 5.225.079 404.493 27.987 27.962 – – 25 – – – – 2.136.546 (51.316) 51.088 – – – – 51.088

Acima de 5 anos – 12.960 – – – 12.960 – 25.749.962 20.699.594 5.050.368 408.643 105.940 – – – 302.703 – – – 1.820.202 (108.881) 284.724 – – – – 284.724

Total 62.452 54.244.053 3.833.461 9.289.985 1.733.125 39.262.527 124.955 44.208.434 29.194.529 15.013.905 1.825.890 1.177.850 1.482 6.903 206.911 320.904 111.836 4 6.113.585 19.562.825 (358.023) 3.075.078 672 1.739.919 112.710 98.988 1.169.518

(42.710) 19.523 – 30.439.018 Até 90 dias 7.256.807 353.229 594.282 6.309.189 107 20.454.236 11.449.175 7.993.033 1.012.028 217.840 125.136 2.663.517 901.237 393.661 408 1.154 79.116 324.822 63.050 39.026 2.165.389 11.404 1.123.252 207.689 627.845 88.592 – 106.607 37.706 – 33.821.868

(4.019) 42.197 – 29.516.705 De 91 a 360 dias 12.080.915 – 738.908 11.342.007 – 16.670.438 14.647.176 1.283.847 739.415 683.800 – 4.313.453 3.525.338 399.898 415 13.202 158.418 2.858.351 21.804 73.250 654.845 – 476.097 – 178.748 – – – 951 – 37.929.740

– 122.021 – 33.000.825 De 1 a 3 anos 4.508.919 – 92.092 4.416.827 – 4.194.734 4.194.734 – – 8.278.603 – 4.324.157 19.588.374 766.114 43 – 18.172 18.729.226 51.145 23.674 1.330.339 – – – 12.967 – 1.317.372 – 215 – 42.225.341

– 73.198 – 7.867.075 De 3 a 5 anos 42.683 – 4.591 38.092 – 76.675 76.675 – – 3.223.882 – 734.022 127.764 91.862 – – 29 – 35.732 141 1.655.329 – – – 3.200 – 1.652.129 – – – 5.860.355

– 58.578 3.220.142 31.446.330 Acima de 5 anos 13.482 – 587 12.895 – 47.796 – – 47.796 262.839 – 640.453 49.022 49.022 – – – – – – 2.713.510 – – – 2.783 – 2.710.727 – – 8.705.547 12.432.649

(46.729) 315.517 3.220.142 132.269.953 Total 23.902.806 353.229 1.430.460 22.119.010 107 41.443.879 30.367.760 9.276.880 1.799.239 12.666.964 125.136 12.675.602 24.191.735 1.700.557 866 14.356 255.735 21.912.399 171.731 136.091 8.519.412 11.404 1.599.349 207.689 825.543 88.592 5.680.228 106.607 38.872 8.705.547 132.269.953

Até 90 dias 151.625 12.744.898 2.862.412 7.371.793 994.121 1.391.617 124.955 8.647.035 3.131.255 5.515.780 435.240 317.229 36 3.621 86.414 11.941 15.999 – 6.113.585 8.320.784 3.122.841 (635.656) 2.845.065 – 1.739.919 131.034 213.203 803.620 (42.711) 756.510 – 42.501.927

De 91 a 360 dias – 3.935.650 971.049 1.918.192 739.004 307.405 – 931.076 222.117 708.959 316.169 166.288 1.446 3.282 112.102 6.260 26.791 – – 16.119.654 167.994 (404.781) 951.791 – – – – 955.809 (4.018) 48.542 – 22.066.095

De 1 a 3 anos – 382.820 – – – 382.820 – 6.349.861 2.508.813 3.841.048 468.312 390.892 – – 8.370 – 69.046 4 – 23.620.682 268.903 (583.312) 1.947.423 672 – – – 1.946.751 – 444.916 – 32.899.605

De 3 a 5 anos – – – – – – – 4.267.715 3.863.222 404.493 17.868 17.843 – – 25 – – – – 6.626.079 46.161 (179.027) 92.716 – – – – 92.716 – 76.421 – 10.947.933

Acima de 5 anos – – – – – – – 7.935.598 2.885.230 5.050.368 408.638 105.935 – – – 302.703 – – – 1.885.849 48 (110.496) 355.073 – – – – 355.073 – 58.578 240.746 10.774.034

Total 151.625 17.063.368 3.833.461 9.289.985 1.733.125 2.081.842 124.955 28.131.285 12.610.637 15.520.648 1.646.227 998.187 1.482 6.903 206.911 320.904 111.836 4 6.113.585 56.573.048 3.605.947 (1.913.272) 6.192.068 672 1.739.919 131.034 213.203 4.153.969 (46.729) 1.384.967 240.746 119.189.594


DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 9 de agosto de 2011

13

Banco Votorantim S.A. C.N.P.J. 59.588.111/0001-03 Avenida das Nações Unidas, 14.171, Torre A, 18º andar - Vila Gertrudes - CEP 04794-000 - São Paulo - SP Tel. (11) 5171-1000 Fax (11) 5171-1900 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - Semestres findos em 30 de junho de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais) b. Passivo Depósitos Depósitos à vista Depósitos interfinanceiros Depósitos a prazo Outros depósitos Captações no mercado aberto Carteira própria Carteira de terceiros Carteira livre movimentação Recursos de aceites emissão de títulos Relações intefinanceiras/interdep. Obrigações por emprést. e repasses Instrumentos financeiros derivativos Diferencial de swap Contratos de termo de moeda Compra de opções - ações Compra de opções - ativo fin./merc. Box de opção Derivativos de crédito NDF Outras obrigações Cobrança arrecad. trib. e assemelhados Carteira de câmbio Sociais e estatutários Fiscais e previdenciárias NIV Dívidas subordinadas Diversas Resultados de exercícios futuros Patrimônio líquido Total

Até 90 dias 7.272.707 374.282 540.464 6.357.854 107 19.908.817 11.416.605 7.480.184 1.012.028 217.840 125.139 2.663.701 896.938 389.362 408 1.154 79.116 324.822 63.050 39.026 4.397.612 34.278 1.123.252 323.994 1.617.039 180.189 – 1.118.860 37.706 – 35.520.460

De 91 a 360 dias 11.861.454 – 590.046 11.271.408 – 15.703.253 13.679.991 1.283.847 739.415 1.930.205 – 4.314.120 4.363.562 1.412.030 415 13.202 158.418 2.684.443 21.804 73.250 1.324.126 – 476.097 – 648.474 – – 199.555 951 – 39.497.671

De 1 a 3 anos 4.442.741 – 25.258 4.417.483 – 4.194.818 4.194.818 – – 10.040.413 – 4.335.459 900.355 602.577 43 – 18.172 204.744 51.145 23.674 1.890.893 – – – 461.772 – 1.317.372 111.749 215 – 25.804.894

De 3 a 5 anos 42.027 – 4.591 37.436 – 76.675 76.675 – – 3.223.882 – 745.706 126.566 90.664 – – 29 – 35.732 141 1.718.470 – – – 66.341 – 1.652.129 – – – 5.933.326

Banco

33

34

35

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37

38

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41

42

Total 23.632.411 374.282 1.160.946 22.097.076 107 39.931.359 29.368.089 8.764.031 1.799.239 15.675.179 125.139 12.699.439 6.336.443 2.543.655 866 14.356 255.735 3.214.009 171.731 136.091 12.045.146 34.278 1.599.349 323.994 2.796.944 180.189 5.680.228 1.430.164 38.872 8.705.606 119.189.594

43 Despesas tributárias

31 Receitas de operações de crédito

32

Acima de 5 anos 13.482 – 587 12.895 – 47.796 – – 47.796 262.839 – 640.453 49.022 49.022 – – – – – – 2.714.045 – – – 3.318 – 2.710.727 – – 8.705.606 12.433.243

Consolidado 2011 2010 2011 2010 Adiantamentos a depositantes 91 25 91 25 Empréstimos 663.169 501.126 1.366.697 1.100.259 Títulos descontados 3.885 2.249 3.885 2.249 Financiamentos 231.258 201.744 3.375.082 2.398.927 Financiamentos a exportação 67.679 211.403 67.679 211.403 Financiamento em moeda estrangeira 4.580 4.407 4.580 4.407 Financiamentos rurais 59.273 24.537 59.273 24.537 Resultado de cessões de crédito – – 422.735 572.557 Recuperação de créditos baixados 2.121 2.876 91.982 68.597 Rendas de direitos por empréstimos de ações 3.219 7.033 3.219 7.033 (5.065) 1.272 (434.349) (416.484) Outros (a) 1.030.210 956.672 4.960.874 3.973.510 Total (a) Referem-se, basicamente, a receitas e custos associados a produção de operações de crédito. Receitas de operações de arrendamento mercantil Consolidado 2011 2010 Rendas com contraprestação 393.067 343.369 Lucro na alienação de bens arrendados 314.016 107.495 Rendas com superveniência de depreciação 405.272 868.860 30.255 22.797 Outros 1.142.610 1.342.521 Total Resultado de operações com títulos e valores mobiliários Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 Aplicações em operações compromissadas 780.120 528.832 780.120 528.832 Aplicações em depósitos interfinanceiros 2.214.762 1.248.651 58.805 52.203 Títulos de renda fixa 1.922.291 1.595.939 969.523 946.604 Títulos no exterior 120.339 194.203 120.350 194.213 Títulos de renda variável 344.299 4.613 353.383 13.550 Aplicações em fundos de investimento 25.627 3.955 204.964 127.584 Ajustes ao valor de mercado (161.255) (18.142) (165.288) (29.736) (867) 8.376 (10.189) 8.376 Outros 5.245.316 3.566.427 2.311.668 1.841.626 Total Resultado com instrumentos financeiros derivativos Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 Contratos de swap (292.219) 50.661 (483.776) (88.538) Contratos a termo 2.635 (12.763) 2.635 (12.763) Contratos de futuros (266.943) (259.610) (179.821) (509.737) Contratos de opções de ações (2.609) (20.269) (2.609) (20.269) Contrato de opções - ativo fin./merc. 6.555 46.535 6.555 46.535 Derivativos de crédito 13.480 22.130 13.480 22.130 Box de opções (1.185.025) (977.281) (174.983) (204.816) NDF - Non Deliverable Foward (75.345) 6.720 (75.345) 6.720 Ajustes ao valor de mercado (20.608) 2.132 (185.861) 83.251 Outros (2.375) (8.725) (2.375) (8.725) Total (1.822.454) (1.150.470) (1.082.100) (686.212) Resultado de operações de câmbio Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 Resultado de exportação 17.200 12.483 17.200 12.483 Resultado de importação 6.375 2.882 6.375 2.882 Resultado financeiro (150) (303) (150) (303) Variações e diferenças de taxas (14.988) 29.309 (14.988) 29.309 Disponib. em moedas estrangeiras 6.705 36.461 6.683 36.456 202 63 202 63 Outros 15.344 80.895 15.322 80.890 Total Despesas de operações de captação no mercado Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 Operações de TVM no exterior (30.057) (167.218) (30.057) (167.218) Depósitos interfinanceiros (72.589) (50.630) (57.892) (37.400) Depósitos a prazo (1.455.580) (1.094.718) (1.455.580) (1.094.718) Operações compromissadas (2.045.399) (1.333.799) (1.969.554) (1.293.387) Letras de crédito do agronegócio (79.967) (68.292) (79.967) (68.292) Letras de crédito imobiliário (184) (2.706) (184) (2.706) Letras financeiras (267.625) – (267.625) – Debêntures – – (133.579) (289.236) Ajustes ao valor de mercado 216.655 – 216.655 – (16.475) (15.678) (16.475) (15.678) Outras (3.751.221) (2.733.041) (3.794.258) (2.968.635) Total Despesas de operações de empréstimos, cessões e repasses Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 Empréstimos no país (289) (5.165) (289) (3.538) Empréstimos no exterior (9.386) (65.410) (9.381) (65.410) Repasses BNDES (123.535) (128.977) (124.756) (128.977) Repasses FINAME (75.307) (47.051) (76.058) (48.319) Obrigações com banqueiros no exterior 29.495 (30.996) 29.495 (30.996) Ajustes ao valor de mercado – – – (1.627) 193.167 25.290 194.388 25.290 Variação cambial 14.145 (252.309) 13.399 (253.577) Total Despesas de operações de arrendamento mercantil Consolidado 2011 2010 Depreciação de bens arrendados (838.271) (938.593) Amortização de bens arrendados (1.208) (677) Prejuízo na alienação bens arrendados (268) (35) (23.524) (74.264) Outros (863.271) (1.013.569) Total Receitas de prestação de serviços Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 Administração de fundos de investimento – – 57.242 51.761 Rendas de cobrança 4.577 2.306 4.577 2.306 Comissões sobre colocação de títulos 32.583 35.144 34.712 35.711 Corretagens de operações em bolsa – – 12.104 13.741 Rendas de garantias prestadas 67.605 81.373 67.605 81.373 Transações de cartão de crédito – – 8.708 5.672 Comissão de corretagem de seguros – – 16.657 4.844 Assessoria financeira 4.108 7.526 4.108 7.526 Rendas com serviços bancários – – 13.054 92.944 3.684 11.261 6.788 13.972 Outros 112.557 137.610 225.555 309.850 Total Receitas de tarifas bancárias Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 – – 389.385 337.857 Pessoa física Confecção de cadastro – – 262.006 265.641 Transferências – – 1 – Aditamentos contratuais – – 4.917 6.055 Avaliação de bens – – 108.292 60.113 Cartão de crédito – – 9.878 6.048 Outros – – 4.291 – 4.778 531 12.491 6.120 Pessoa jurídica Confecção de cadastro – – 6.153 4.885 Transferências 4.403 380 4.408 385 Avaliação de bens – – 1.553 700 375 151 377 150 Outros 4.778 531 401.876 343.977 Total Despesas de pessoal Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 Honorários (7.113) (6.560) (13.581) (13.264) Benefícios (17.532) (13.293) (59.961) (53.028) Encargos sociais (35.724) (29.360) (89.544) (71.418) Proventos (99.535) (80.723) (250.381) (199.449) (827) (1.930) (1.442) (2.951) Treinamento (160.731) (131.866) (414.909) (340.110) Total Outras despesas administrativas Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 Água, energia e gás (878) (507) (2.636) (2.388) Aluguéis (20.419) (17.577) (65.803) (48.637) Comunicações (6.021) (5.349) (47.369) (48.333) Manutenção e conservação de bens (2.317) (3.266) (9.268) (6.370) Material (727) (217) (2.869) (2.154) Processamento de dados (32.840) (28.102) (72.766) (48.870) Promoções e relações públicas (7.051) (4.020) (10.323) (10.272) Propaganda e publicidade (1.140) (1.288) (4.227) (24.810) Publicações (632) (1.204) (737) (1.355) Seguros (669) (1.333) (5.496) (15.863) Serviços do sistema financeiro (31.636) (27.520) (90.234) (87.304) Serviços de terceiros (1.869) (1.487) (8.581) (9.197) Vigilância e segurança (669) (808) (3.384) (1.945) Serviços técnicos especializados (32.904) (48.887) (202.361) (193.078) Transportes (2.367) (2.146) (11.683) (9.976) Viagens (3.171) (2.810) (18.067) (17.638) Emolumentos judiciais e cartor. (4.617) (2.766) (84.495) (60.908) Amortização (1.259) (1.062) (12.368) (6.642) Depreciação (3.973) (3.320) (9.811) (6.857) Outras (3.217) (2.327) (49.527) (48.864) Total (158.376) (155.996) (712.005) (651.461)

ISS PIS COFINS Outros tributos municipais Atualização monetária de passivos Outros Total 44 Outras receitas operacionais

Banco 2011 2010 (5.648) (6.622) (8.313) (4.110) (51.158) (25.434) (1.097) – (20.486) – (14.105) (18.708) (100.807) (54.874)

Consolidado 2011 2010 (32.078) (27.418) (30.123) (26.915) (185.361) (167.534) (2.103) (1.476) (58.306) (35.642) (22.311) (9.595) (330.282) (268.580)

Banco 2010 – 22.971 3.589 – 6.867 283 5.646 534 – – 621 532 16.723 24.320

Consolidado 2011 2010 – 24.167 4.839 159 18.873 991 10.547 1.211 10.245 2.800 1.107 2.126 45.611 31.454

Banco 2011 2010 (852) (2.535) (2.085) (5) – – – – (2.072) (164) (5.009) (2.704)

Consolidado 2011 2010 (852) (2.536) (41.252) (27.521) (46.462) – (37.463) (13.537) (27.845) (14.929) (153.874) (58.523)

Banco 2011 2010 (138) (11) – 44 2.118 2.360 3 (6.366) 1.983 (3.973)

Consolidado 2011 2010 (42.497) (58.803) 84 116 10.253 12.135 49.171 32.545 17.011 (14.007)

2011 Variação cambial de invest. no exterior Reversão de provisão de passivos contingentes Correção monetária de depósitos judiciais Variação monetária ativa Ressarcimento de custos associados Outras receitas Total 45 Outras despesas operacionais

Custos associados a produção Provisão para passivos contingentes Variação cambial de investim. no exterior Indenizações cíveis Outras Total 46 Resultado não operacional

Alienação de valores e bens Alienação de investimentos Investimentos em incentivo fiscal Outros Total 47 Imposto de renda e contribuição social a. Encargos devidos sobre as operações

Banco 2011

Consolidado 2011 2010

2010

Lucro antes do imposto de renda, da contribuição social e das participações 693.750 587.870 841.541 890.145 Encargos à alíquota nominal vigente (277.500) (235.148) (336.616) (356.058) 113.642 238.897 (72.645) 38.801 Exclusões/(Adições) Prejuízo fiscal de IR 44.773 (20) (27.296) (202.923) Base negativa de CS 27.374 130 27.668 130 Ajuste a mercado de TVM (63.105) 3.705 (64.717) (8.355) Ajuste a mercado de derivativos (58.328) (60.080) (17.037) 53.455 Ajuste a mercado de operação de crédito (9.971) (852) (62.329) (44.530) Ajuste a mercado de arrendamento mercantil – – (13.744) 11.229 Participações no lucro 33.998 30.221 75.846 96 Provisão para créditos de liq. duvidosa (20.829) (3.585) (172.786) (149.855) Provisão para perdas c/crédito cedido – – (36.317) (7.516) Provisão para contingências (835) 134 (16.263) (10.966) Derivativos - regime de caixa (7.675) (13.103) (6.075) (13.103) Equivalência patrimonial 43.606 118.352 – – Superveniência/Insuficiência de depreciação – – 101.318 217.215 Resultado de dependências no exterior (7.091) (371) (7.091) (371) Outros 131.725 164.366 146.178 194.295 Imposto de renda e contribuição social corrente (163.858) 3.749 (409.261) (317.257) Imposto de renda e contribuição social diferido 154.314 (45.966) 347.725 (284.668) (9.544) (42.217) (61.536) (601.925) Imposto de renda e contribuição social total b. Imposto de renda e contribuição social diferidos com efeito sobre o resultado no semestre Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 Crédito tributário Adições/(Exclusões) Prejuízo fiscal de IR (44.774) 20 27.296 202.923 Base negativa de CS (27.374) (130) (27.668) (130) Ajuste a mercado de TVM (18.848) 3.705 (18.848) 3.691 Ajuste a mercado de derivativos 3.614 – 3.291 328 Participações no lucro – – – (96) Provisão para créditos de liq. duvidosa 20.829 3.585 172.786 149.855 Provisão para perdas c/crédito cedido – – 36.317 7.516 Provisão para contingências 835 (134) 16.263 10.966 Derivativos - regime de caixa – – (1.600) (1.863) Compensação Superveniência/Insuficiência de depreciação – – (267.984) – Resultado de dependências no exterior 7.091 371 7.091 371 Outros – – 4.018 (346) Total (58.627) 7.417 (49.038) 373.215 Banco 2011

Consolidado

2010

2011

2010

Obrigação fiscal diferida Adições/(Exclusões) Ajuste a mercado de TVM

81.954

–

83.565

4.665

Ajuste a mercado de derivativos

54.714

(60.080)

13.746

(53.783)

Ajuste a mercado de operação de crédito

9.971

(852)

76.073

(33.301)

Derivativos - regime de caixa

7.675

14.966

7.675

14.966

Superveniência/Insuficiência de depreciação

–

–

Compensação Superveniência/Insuficiência de depreciação

–

–

(101.318) (217.215) 267.984

–

154.314 (45.966) 347.725 (284.668) Total c. Imposto de renda e contribuição social diferidos com efeito sobre contas patrimoniais no semestre Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 Ativo (Outros créditos - diversos) Saldo inicial 509.038 575.317 2.120.103 1.788.321 Prejuízo fiscal de IR (44.773) 20 27.296 202.923 Base negativa de CS (27.374) (130) (27.668) (130) Ajuste a mercado de TVM 51.735 (20.363) 51.735 (20.379) Ajuste a mercado de derivativos 3.614 – 3.291 328 Participações no lucro – – – (96) Provisão para créditos de liq. duvidosa 20.829 3.585 172.786 149.855 Provisão para perdas c/créditos cedidos – – 36.317 7.516 Provisão para contingências 835 (134) 16.263 10.966 Derivativos - regime de caixa – – (1.600) (1.863) Resultado de dependências no exterior 7.091 371 7.091 371 Compensação Superveniência/Insuficiência de depreciação – – (267.984) – – – 4.018 (346) Outros Saldo final 520.995 558.666 2.141.648 2.137.466 Banco 2011

Consolidado

2010

2011

2010

Passivo (Outras obrigações - Fiscais e Previdenciárias) Saldo inicial

180.922 152.140 1.164.705

Ajuste a mercado de TVM

(75.603)

–

(77.214)

753.695 (4.665)

Ajuste a mercado de derivativos

(54.714)

60.080

(13.746)

53.783

Ajuste a mercado de operação de crédito

(9.971)

852

(76.074)

33.301

Derivativos - regime de caixa

(7.675) (14.966)

(7.675)

(14.966)

Superveniência/Insuficiência de depreciação

–

–

101.318

217.215

Compensação Superveniência/Insuficiência de depreciação

–

–

(267.984)

–

32.959 198.106

823.331

1.038.363

Saldo final d. Composição do crédito tributário

Banco 2011

Consolidado

2010

2011

2010

861.124

706.883

Prejuízo fiscal de IR

59.727 132.355

Base negativa de CS

27.792

72.968

29.119

72.968

Ajuste a mercado de TVM

51.735

30.189

51.735

30.189

3.614

–

6.011

2.240

–

–

–

18

191.507 144.112

999.443

921.908

Ajuste a mercado de derivativos Participações no lucro Provisão para créditos de liq. duvidosa Provisão para perdas c/créditos cedidos Provisão para contingências

–

–

68.352

17.508

3.163

2.305

59.736

51.222

Derivativos - regime de caixa

–

–

–

14.673

Provisão para obrigação legal

81.877

81.876

223.002

223.003 94.861

Resultado de dependências no exterior

101.580

94.861

101.580

Superveniência/Insuficiência de depreciação

–

–

(267.984)

–

Outros

–

–

9.530

1.993

520.995 558.666 2.141.648

2.137.466

Total

e. Expectativa de realização do crédito tributário Banco Consolidado Valor nominal Valor presente Valor nominal Valor presente Em 2011 142.455 134.261 395.389 372.647 Em 2012 64.372 53.835 669.549 559.953 Em 2013 3.692 2.742 174.160 129.330 Em 2014 58.857 38.893 198.683 131.291 Em 2015 23.753 14.004 193.398 114.018 A partir de 2015 227.866 87.364 510.469 204.091 Total 520.995 331.099 2.141.648 1.511.330 No 1º semestre de 2011 observou-se a realização de créditos tributários no Banco no montante de R$ 154.389 correspondente a 76% da respectiva projeção de utilização para o período de 2011 que constava no estudo técnico elaborado em 31 de dezembro de 2010. f. Composição de obrigações fiscais diferidas Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 Ajuste a mercado de TVM – – 3.008 6.573 Ajuste a mercado de derivativos – 84.954 136.619 133.032 Ajuste a mercado de operação de crédito 28.801 85.195 54.250 246.080 Derivativos - regime de caixa 4.158 27.957 4.158 27.957 – – 625.296 624.721 Superveniência/Insuficiência de depreciação 32.959 198.106 823.331 1.038.363 Total 48 Partes relacionadas As operações entre partes relacionadas são efetuadas a valores, prazos e taxas médias usuais de mercado, vigentes nas respectivas datas e em condições de comutatividade. a. Sumário das transações com as controladas BV Financeira, BV Leasing, Votorantim CTVM, Votorantim Asset Management, BV Securities e Votorantim Bank Limited. 2011 2010 Ativos Aplicações interfinanceiras de liquidez 37.203.995 25.134.981 Títulos e valores mobiliários 19.444.639 16.332.956 Outros créditos 5.140 95.437 Passivos Depósitos 285.910 322.565 Captações no mercado aberto 1.513.509 1.107.864 Recursos de aceites e emissão de títulos 309.280 775.438 Obrigações por empréstimos e repasses 233.332 99.817 Instrumentos financeiros derivativos 18.711.518 16.247.771 Outras obrigações 5.390 181 Receitas Aplicação interfinanceira de liquidez 2.155.963 1.196.460 Operações com títulos e valores mobiliários 959.992 667.647 Receita de prestação de serviços 1.378 3.480 Despesas Despesa de captação (87.579) (53.639) Despesas de obrigações por empréstimos e repasses (2.920) (1.532) Operações com títulos e valores mobiliários (81) (11.991) Resultado de instrum. financeiros derivativos (1.054.437) (654.026) Outras despesas operacionais (1.414) – b. Sumário das transações com empresas associadas não-financeiras (consolidado BV Participações) 2011 Passivos Depósitos

172.005

2010 115.326

Outras obrigações 17.338 6.564 Despesas Despesa de captação (8.026) (3.473) Despesas administrativas (37.764) (34.345) c. Sumário das transações com partes relacionadas As operações com parte relacionada compreendem as empresas que compõem o Conglomerado Financeiro Banco do Brasil, e o Conglomerado Industrial Votorantim, sendo as principais Votorantim Finanças S.A. e Votorantim Industrial S.A. O saldo de instrumentos financeiros derivativos envolvendo empresas do conglomerado Industrial Votorantim é composto, basicamente, por contratos de estratégia de Renda Fixa - CETIP. Banco do Brasil Votorantim 2011 2010 2011 2010 Ativos Disponibilidades 21.406 98 – – Aplicações interfinanceiras de liquidez 1.899.996 1.291.999 – – Títulos e valores mobiliários – – 901 – Instrumentos financeiros derivativos 205.476 38.651 5.149 – Outros créditos – 787 – – Passivos Depósitos 264.705 – 179.817 1.331.765 Captações no mercado aberto 480.920 – 311.426 – Instrumentos financeiros derivativos 977.280 65.502 1.572.086 3.695.083 Outras obrigações – 365.316 129.051 – Receitas Operações de crédito (resultado bruto de cessão) 504.504 524.517 – – Aplicação interfinanceira de liquidez 71.704 3.307 – – Operações com títulos e valores mobiliários 133.352 – 25 – Resultado de instrum. financeiros derivativos 184.505 61.066 987 150.874 Resultado de operações de câmbio 244.395 – 271 – Despesas Operações de captação no mercado (77.546) (1.850) (10.231) (57.512) Despesas com operações compromissadas (65.376) – (41.392) – Resultado de instrum. financeiros derivativos (226.331) (63.526) (3.927) (136.940) Empréstimos, cessões e repasses (20.981) – – – Resultado de operações de câmbio (21.495) – – – Outras despesas operacionais – (310) – – d. Remuneração de pessoal-chave da Administração Em 30 de junho de 2011, o Banco Votorantim despendeu o montante de R$ 67.713 como remuneração às pessoas-chave da Administração. Consolidado Honorários

(13.581)

Gratificações

(38.306)

Encargos sociais

(15.826)

Total (67.713) e. Benefícios a empregados Não existe benefícios pós-emprego, tais como pensões, outros benefícios de aposentadoria, seguro de vida e assistência médica pós-emprego, outros benefícios de longo prazo a empregados e administradores, incluindo licença por anos de serviço ou outras licenças, jubileu ou outros benefícios por anos de serviço, remuneração baseada em ações e benefícios de rescisão de contrato de trabalho com exceção dos previstos em acordo coletivo da categoria. 49 Ativos e passivos contingentes e obrigações legais a. Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável e apresentados em Outras Obrigações - Diversas Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 Contingências fiscais (a) 23.026 9.047 24.559 13.209 Contingências cíveis (b) 4 – 33.302 49.714 7.902 5.760 115.100 75.902 Contingências trabalhistas (c) 30.932 14.807 172.961 138.825 Saldo final (a) Referem-se, basicamente, questões envolvendo IRRF, no montante de R$ 22.774. (b) No Consolidado referem-se, basicamente, as ações de cobrança. (c) No Consolidado referem-se a processos movidos, na grande maioria, por ex-empregados, cuja natureza das reclamações envolvem indenizações, horas extras, descaracterização de jornada de trabalho, adicional de função e representação e outros. b. Movimentação dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável no semestre Banco Demandas Demandas Demandas Fiscais Cíveis Trabalhistas 2011 2010 2011 2010 2011 2010 Saldo inicial 3.741 12.505 4 – 5.816 6.095 Constituições 22.774 – – – 2.086 – Reversões (3.489) (3.606) – – – (335) – 148 – – – – Atualizações 23.026 9.047 4 – 7.902 5.760 Saldo final Consolidado Demandas Demandas Demandas Fiscais Cíveis Trabalhistas 2011 2010 2011 2010 2011 2010 Saldo inicial 6.413 17.846 23.290 31.102 83.988 67.798 Constituições 22.845 132 10.012 18.612 31.170 8.104 Reversões (4.872) (5.212) – – (58) – Atualizações 173 443 – – – – Saldo final 24.559 13.209 33.302 49.714 115.100 75.902 c. Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco possível Banco Consolidado Contingências fiscais (a) 361.323 651.642 Contingências cíveis (b) 4.100 90.157 Contingências trabalhistas (c) 1.762 30.298 Saldo final 367.185 772.097 (a) No Consolidado referem-se, basicamente, IRPJ/CS sobre equivalência patrimonial de investimentos no exterior no montante de R$ 180.209 e IRPJ/CS sobre COFINS contingente e a sua variação monetária no montante de R$ 132.000. (b) No Consolidado referem-se, basicamente, as ações de cobrança. (c) No Consolidado referem-se a processos movidos, na grande maioria, por ex-empregados, cuja natureza das reclamações envolvem indenizações, horas extras, descaracterização de jornada de trabalho, adicional de função e representação e outros. d. Composição de obrigações legais apresentadas em Outras Obrigações - Fiscais e Previdenciárias Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 Questões fiscais (a) 585.210 515.756 1.458.421 1.220.562 Saldo final 585.210 515.756 1.458.421 1.220.562 (a) Referem-se, basicamente, ao pleito pelo não pagamento da COFINS com base nas receitas não derivadas do faturamento mensal (ampliação da base de cálculo introduzida pela Lei nº 9.718/98). e. Depósitos judiciais apresentados em Outros Créditos - Diversos Banco Consolidado 2011 2010 2011 2010 Contingências fiscais 142.537 8.844 372.772 11.568 Contingências cíveis – – 38.301 19.954 Contingências trabalhistas 4.365 2.321 27.444 13.236 Outros 25 28 130 106 Total 146.927 11.193 438.647 44.864 f. Ativos contingentes Não existe nenhum ativo contingente contabilizado. g. Outros compromissos O Banco protocolou junto à Secretaria da Receita Federal sua adesão ao Programa de Parcelamento Especial - PAES, instituído pela Lei nº 10.684/03, do Governo Federal. A adesão ao programa possibilitou o parcelamento do PIS, referente ao período de janeiro de 2000 a janeiro de 2003. O montante incluso no programa é de R$ 5.872. Marcelo Rosas Betine Contador - 1PR044644/“O“-6 “S“SP


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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terça-feira, 9 de agosto de 2011

Banco Votorantim S.A. C.N.P.J. 59.588.111/0001-03 Avenida das Nações Unidas, 14.171, Torre A, 18º andar - Vila Gertrudes - CEP 04794-000 - São Paulo - SP Tel. (11) 5171-1000 Fax (11) 5171-1900 RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA Introdução O Comitê de Auditoria do Banco Votorantim S.A., órgão estatutário constituído em 03 de Junho de 2004, em conformidade com a Resolução nº 3.198 do Conselho Monetário Nacional, foi devidamente aprovado pelo Banco Central do Brasil em 28 de Junho de 2004. Em 08 de dezembro de 2009, teve sua composição alterada e aprovada por aquela Autarquia, passando a ser composto por 4 membros efetivos e 2 suplentes, dos quais 2 membros efetivos e um suplente são executivos do Banco Votorantim S.A.. Este Comitê segue as determinações estabelecidas na regulamentação do Banco Central, no Estatuto Social do Banco Votorantim e em Regimento Interno vigente e aprovado pelo Conselho de Administração. A Administração tem a responsabilidade pela gestão das atividades operacionais, pelo gerenciamento de riscos, controles internos e processos, bem como pela elaboração e divulgação das demonstrações financeiras do Banco Votorantim e controladas. A KPMG Auditores Independentes é responsável pela auditoria das demonstrações financeiras do Banco Votorantim S.A. e controladas, tendo emitido opinião no sentido de que as posições patrimoniais e financeiras referentes ao semestre encerrado em 30 de junho de 2011 estão em conformidade com os princípios contábeis, a legislação societária e as normas regulamentares. A PricewaterhouseCoopers é a empresa responsável pelo exame das demonstrações financeiras dos Fundos de Investimentos administrados pela Votorantim Asset Management DTVM Ltda., empresa controlada pelo Banco Votorantim S.A. Atividades do Comitê Relativamente ao primeiro semestre de 2011, o Comitê de Auditoria coordenou determinadas atividades com o objetivo de avaliar os controles internos, os resultados dos trabalhos das auditorias interna e externa, bem como o processo de revisão das demonstrações financeiras relativas ao semestre findo em 30 de junho de 2011.

No primeiro semestre de 2011 foram realizadas 6 reuniões ordinárias com a participação das Gerências de Auditoria Interna e Externa. Os resultados das discussões referentes aos principais assuntos das reuniões foram devidamente formalizados, em conjunto com os respectivos planos de ação direcionados às VicePresidências e Diretorias responsáveis. Em complemento às atividades do período foram realizadas duas reuniões extraordinárias, sendo uma com o Conselho de Administração e uma com o Conselho Fiscal. As atividades do Comitê de Auditoria são fundamentadas nos relatórios emitidos pelas Auditorias Interna e Externa. Relativamente ao primeiro semestre de 2011, o Comitê de Auditoria efetuou as seguintes atividades: •

Revisou as demonstrações financeiras do semestre findo em 30 de junho de 2011 e as discutiu com os

•

Avaliou o resultado dos trabalhos efetuados pela KPMG Auditores Independentes, empresa responsável

respectivos Auditores Independentes e Conselho Fiscal; pela emissão de parecer sobre as demonstrações financeiras do Banco Votorantim S.A. e de suas controladas; •

Avaliou o resultado dos trabalhos efetuados pela Auditoria Interna e discutiu os principais assuntos com

•

Analisou os principais assuntos destacados pelas auditorias interna e externa relacionados aos controles

•

Indicou às diretorias as melhorias de controles internos a serem implementadas.

os administradores; internos e referendou melhorias a fim de mitigar os riscos;

Auditoria Interna Os trabalhos da Auditoria Interna foram reportados na íntegra ao Comitê de Auditoria e serviram de base para as devidas avaliações dos riscos, dos controles internos e dos sistemas de gestão. O Comitê de Auditoria avalia de forma positiva e adequada as atividades efetuadas pela Auditoria Interna, tendo destaque a evolução dos controles dos pontos de auditoria interna em relação aos auditados. Auditoria Externa O Comitê de Auditoria participou do processo de revisão das demonstrações financeiras, reunindo-se como o Conselho Fiscal e com o Auditor Independente responsável, quando tomou conhecimento do parecer sobre as demonstrações financeiras do semestre findo em 30 de junho de 2011, dando-se por satisfeito com a opinião emitida e com as informações prestadas. Ouvidoria O Comitê de Auditoria apreciou o relatório da Ouvidoria relativo às atividades do segundo semestre de 2010. Conclusão: Com base no resultado dos trabalhos efetuados, o Comitê de Auditoria avalia como adequada a qualidade das atividades de Auditoria Interna, a estruturação e eficácia dos Controles Internos, a qualidade e independência dos processos e relatórios da Auditoria Externa e a exatidão das Demonstrações Financeiras referentes ao semestre findo em 30 de junho de 2011. São Paulo, 4 de agosto de 2011 Antônio Carlos Correia Marcos Lima Monteiro Mario Antônio Thomazi Rolf Von Paraski

DIRETORIA

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

CONSELHO FISCAL

COMITÊ DE AUDITORIA

Diretor Presidente: Wilson Masao Kuzuhara Vice-Presidentes: João Roberto Gonçalves Teixeira Milton Roberto Pereira Walter Guilherme Piacsek Jr. Diretores: Vivaldo Monteiro Costa da Silva José Manoel Lobato Barletta Marta Cibella Knecht Pedro Paulo Mollo Neto Laércio Goulart Paiva Jr. Mário Antonio Thomazi Carlos Montone Celso Marques de Oliveira Marcos Lima Monteiro Abraham Bragança de Vasconcelos Weintraub

Presidente Aldemir Bendine Vice-Presidente José Ermírio de Moraes Neto

Presidente João Batista Donizete de Souza Vice-Presidente Pedro Carlos de Mello

Mário Antonio Thomazi Marcos Lima Monteiro Rolf Von Paraski Antonio Carlos Correia

Marcus Olyntho de Camargo Arruda Paulo Rogério Caffarelli Ivan de Souza Monteiro Wang Wei Chang

Membros Efetivos: Antonio Joaquim Ferreira Custódio Daniel André Stieler

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Ao Conselho de Administração e aos Acionistas do Banco Votorantim S.A. São Paulo - SP Examinamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas do Banco Votorantim S.A. identificadas como “Banco” e “Consolidado”, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas

requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis do Banco para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos do Banco. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas Em nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco Votorantim S.A. em 30 de junho de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para

c

o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Outros assuntos - Demonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado do Banco Votorantim S.A., para o semestre findo em 30 de junho de 2011, cuja apresentação está sendo efetuada de forma espontânea pelo Banco. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. São Paulo, 4 de agosto de 2011

KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6 Alberto Spilborghs Neto Contador CRC 1SP167455/O-0

Luciana Liberal Sâmia Contadora CRC 1SP198502/O-8

TRAVESSIA SEGURA A CET começou ontem a multar os motoristas que não respeitam o pedestre em travessias na região central da cidade e na avenida Paulista.

idades

Multa: proteção ao pedestre estreia com 20 atropelamentos

Leandro Moraes/Luz

Desrespeito pode custar R$ 191,53 e sete pontos na carteira de habilitação

A

Prefeitura pretende ampliar para toda a cidade, dentro de um mês, a aplicação de multa para motoristas que desrespeitarem a preferência do pedestre, segundo o secretário de Transportes, Marcelo Cardinale Branco. Ontem, a CET (Companhia de Engenharia e Tráfego) começou a multar o desrespeito ao pedestre em travessias na região central de São Paulo e na avenida Paulista. Vinteatropelamentos foram registrados até as 19h. Pelo menos dois deles ocorreram na área de fiscalização da CET. O número ficou acima da média do ano passado, de 19 casos por dia. "Estamos começando (a multar) nesses 78 pontos e depois vamos ampliar isso para a cidade como um todo. Esperamos que as pessoas tenham contato com esse novo modelo de fiscalização, se acostumem com essa nova prática, se adaptem e dentro de um mês ou pouco mais devemos ampliar", afirmou o secretário durante evento para marcar o aumento da fiscalização. Para orientar os motoristas, serão implantadas em cruzamentos 142 faixas de sinalização com as mensagens: "Pare antes da faixa. Evite multas e pontos na carteira" e "A faixa é do pedestre. Evite multas e pontos na carteira." Nos principais terminais de ônibus da SPTrans haverá distribuição de panfletos com divulgação do Programa de Proteção ao Pedestre. Nesse primeiro momento, entre os pontos que estão incluídos no programa estão os cruzamentos das avenidas Ipiranga e São Luís; Avenida São Luís com a Rua Xavier de Toledo; avenidas Brigadeiro Luís Antônio e Paulista; e Rua Libero Badaró com o Viaduto do Chá, no Centro Velho. Land Rover – O prefeito Gilberto Kassab (PSD) também

Monica Alves/AE

Na Líbero Badaró, educadores e agentes da CET usam mãos gigantes para orientar a travessia

Campanha ainda precisa de ajustes e paciência Mariana Missiaggia Gilberto Kassab no lançamento do programa, ontem: homenagem

esteve no lançamento e disse que São Paulo vai ganhar um cruzamento com o nome do administrador de empresas Vitor Gurman, de 24 anos, que morreu atropelado por um jipe Land Rover no fim de julho, na Vila Madalena, na zona oeste. O local exato onde seu nome será colocado, porém, ainda não foi definido. "Que nessa homenagem a ele sejam homenageadas todas as famílias que perderam alguém por conta de um acidente de trânsito", afirmou Kassab. O acidente aconteceu no dia 23 de julho. Vitor caminhava para sua casa de madrugada quando um Land Rover conduzido pela nutricionista Gabriella Guerrero, de 28 anos, capotou. O veículo, que pertencia ao seu namorado, acabou atingindo o rapaz. Ela foi indiciada por homicídio com dolo eventual (quando assume o risco de matar) porque, para a polícia, trafegava acima da velocidade permitida no local (30 km/h). Pen alida des – A fiscalização do respeito ao pedestre, com penalidades de até R$

191,53 e sete pontos na carteira de habilitação, começa três meses após o lançamento do Programa de Proteção ao Pedestre, campanha que, até agora, não conseguiu mudar o quadro de desobediência generalizada nas ruas da cidade. Monitoramento realizado pela CET em quatro pontos da região central mostra que 90,3% dos condutores ainda desrespeitam a preferência dos pedestres e 42,2% não dão seta na conversão. O patamar é semelhante aos 89,6% antes do programa, que mantém hoje 1.040 orientadores educativos. A CET treinou 154 agentes para multar na zona central de São Paulo. Segundo dados da Prefeitura, em 2010, a cidade de São Paulo registrou 7.007 acidentes, resultando na morte de 630 pedestres. Apesar de representar uma queda em relação ao ano anterior, esse número corresponde a 46,4% das 1.357 mortes em decorrência de acidentes de trânsito na Capital. Deste total, 83% das vítimas fatais estavam atravessando as ruas. (Agências)

D

epois de uma campanha educativa desenvolvida pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) ao longo do últimos três meses, com o objetivo de aumentar o nível de sociabilidade entre motoristas e pedestres, o que se observou ontem, na área central da cidade, é que, por enquanto, a iniciativa só teve o impacto desejado em trechos orientados por educadores e agentes da CET. Ontem à tarde, no cruzamento da rua Líbero Badaró com o viaduto do Chá, bem em frente à sede da Prefeitura de São Paulo, quatro educadores de trânsito e um agente da CET orientavam, sem grande esforço, a travessia de pedestres, auxiliados por um semáforo. Mais abaixo, porém, na mesma rua Líbero Badaró, um outro ponto de travessia estava mais tumultuado, apesar da presença de um agente da CET. Apressados, pedestres invadiam a faixa de segurança ou mesmo se arriscavam em travessias perigosas, longe das faixas.

Os mais audaciosos (ou imprudentes) passavam a poucos centímetros de distância de ônibus e carros. A travessia da rua Benjamin Constant com a rua Quintino Bocaiúva, também no Centro, era um exemplo da falta de sintonia entre motoristas e pedestres. Muito próximo à faixa de pedestres, um ponto de ônibus instalado na altura do número 150 da Benjamin Constant transformou-se em um obstáculo no momento da travessia. Motivo: quando os ônibus estacionam, a faixa de segurança praticamente desaparece. Sem alternativa, os pedestres tentam se impor aos carros e correm riscos. Já no cruzamento da rua Riachuelo com a rua Quintino Bocaiúva, uma das travessias mais desrespeitadas por pedestres e motoristas, de acordo com levantamento da CET, atravessar qualquer uma dessas vias é uma tarefa difícil e, ao mesmo tempo, engenhosa. A faixa de pedestres disposta na diagonal e muito próxima à esquina, alongando o caminho a ser percorrido pelos pedestres e dificultando a visão dos

motoristas, surpreendidos por uma faixa logo depois de uma curva. Quem já conhece o cruzamento acaba ignorando a faixa de pedestres e faz a travessia pelo meio da rua, afastando se da curva e do risco de ser atropelado. Os sinais feitos com as mãos – que na prática deveriam funcionar como um pedido de passagem para pedestres – só funcionam se houver um agente da CET por perto. Na opinião do sociólogo e especialista em segurança no trânsito Eduardo Biavati, 45 anos, São Paulo ainda tem um longo caminho a percorrer na relação pedestre-motorista. "O pedestre nunca foi muito respeitado. Agora, com essa campanha, eles se sentem apoiados e tendem a reagir a essa situação, se impondo um pouco mais, assim como aconteceu em Brasília há 10 anos. Ocorre que em São Paulo o volume de carros e de pedestres é bem maior. Por isso precisamos ter paciência", disse Biavati, acrescentando que a melhor saída para uma travessia segura é a instalação de semáforos. Mais sobre trânsito na pág. 17


DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 9 de agosto de 2011

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BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento CNPJ/MF nº 01.149.953/0001-89 Av. das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 8º andar, conj. 82, Vila Gertrudes - CEP: 04794-000 - São Paulo - SP

Associada ao

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO - 1º SEMESTRE DE 2011

Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações contábeis da BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento (“BV Financeira”), relativas aos semestres findos em 30 de junho de 2011 (1S11) e 2010 (1S10), acompanhadas das notas explicativas e do parecer dos auditores independentes. A BV Financeira, focada nas modalidades de financiamento de veículos e crédito consignado, apresentou forte crescimento de 43,3% na sua carteira de crédito, evoluindo de R$25,8 bilhões, em junho de 2010, para R$37,0 bilhões no mesmo período de 2011. No 1S11, a BV Financeira obteve participação de mercado de 22% em novos financiamentos de veículos, posicionando-se como 2º maior player do mercado.

Com presença em mais de 24.000 concessionárias e revendas do território nacional, neste semestre a BV Financeira ampliou sua participação de mercado no segmento de veículos novos e consolidou-se como líder no financiamento de motos e veículos usados. Já no negócio de crédito consignado, registrou participação de mercado de aproximadamente 7%, mantendo seu foco na modalidade INSS. Com o objetivo de ampliar a oferta de produtos e soluções para seus clientes, a BV Financeira estruturou no 1S11 o produto de crédito pessoal com garantia de imóvel, que está em fase piloto. O resultado bruto de intermediação financeira alcançou R$829 milhões no 1S11 (R$982 milhões no 1S10). No 1S11, houve um crescimento da inadimplência no mercado de crédito a pessoas físicas, que contribuiu para que as despesas com provisão para créditos de liquidação duvidosa alcançassem R$1,0 bilhão

(R$753 milhões no 1S10). Ainda assim, em junho de 2011, as operações de crédito classificadas entre AA e C representavam 93,6% da carteira da BV Financeira, ante 93,8% registrados no mesmo período de 2010, atestando a qualidade da carteira. O lucro líquido atingiu R$98 milhões no 1S11 (R$241 milhões no 1S10). Ao final de junho de 2011, o patrimônio líquido atingiu R$1,4 bilhão (R$1,1 bilhão em 2010). Agradecemos aos nossos acionistas, clientes, parceiros e colaboradores pelo sucesso obtido neste semestre. São Paulo, 04 de agosto de 2011 A Diretoria

BALANÇOS PATRIMONIAIS em 30 de Junho de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais)

Ativo Circulante Disponibilidades Aplicações interfinanceiras de liquidez Aplicações no mercado aberto Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Carteira própria Vinculados à prestação de garantias Operações de crédito Setor privado Provisão para operações de créditos de liquidação duvidosa Outros créditos Rendas a receber Negociação e intermediação de valores Diversos Outros valores e bens Outros valores e bens Despesas antecipadas Realizável a longo prazo Aplicações interfinanceiras de liquidez Aplicações no mercado aberto Operações de crédito Setor privado Provisão para operações de créditos de liquidação duvidosa Outros créditos Diversos Outros valores e bens Despesas antecipadas Permanente Investimentos Outros investimentos Imobilizado de uso Outras imobilizações de uso Depreciações acumuladas Intangível Ativos intangíveis Amortização acumulada Diferido Gastos de organização e expansão Amortização acumulada Total do ativo

2011 19.019.729 74.727 1.513.509 1.513.509 892.192 876.296 15.896 14.802.956 15.650.558 (847.602) 1.010.792 2.566 44.129 964.097 725.553 82.409 643.144 22.195.680 – – 20.836.026 21.359.666 (523.640) 1.044.759 1.044.759 314.895 314.895 112.757 28.660 28.660 66.467 98.574 (32.107) 15.756 19.762 (4.006) 1.874 8.067 (6.193) 41.328.166

2010 13.305.480 48.423 1.094.563 1.094.563 503.963 496.942 7.021 10.643.374 11.414.059 (770.685) 914.782 – 29.736 885.046 100.375 74.181 26.194 15.331.101 13.301 13.301 14.064.789 14.418.626 (353.837) 996.022 996.022 256.989 256.989 73.500 22.949 22.949 24.699 47.528 (22.829) 11.006 12.081 (1.075) 14.846 47.554 (32.708) 28.710.081

Passivo Circulante Depósitos Depósitos interfinanceiros Relações interdependências Transferências internas de recursos Outras obrigações Cobrança e arrecadação de tributos e assemelhados Sociais e estatutárias Fiscais e previdenciárias Diversas Exigível a longo prazo Depósitos Depósitos interfinanceiros Outras obrigações Fiscais e previdenciárias Diversas Patrimônio líquido Capital De domiciliados no País Reservas de capital Reservas de lucros Lucros acumulados

2011 20.974.324 18.501.756 18.501.756 3 3 2.472.565 22.876 101.205 1.160.659 1.187.825 18.920.794 18.702.239 18.702.239 218.555 114.690 103.865 1.433.048

2010 2.794.478 1.177.288 1.177.288 46 46 1.617.144 16.510 280.223 374.872 945.539 24.782.293 23.957.693 23.957.693 824.600 785.231 39.369 1.133.310

845.718 – 494.054 93.276

472.000 12.054 481.348 167.908

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4

Contexto operacional A BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento é uma companhia de capital fechado que, opera na forma de financeira, principalmente, na realização de operações de financiamento de veículos e créditos consignados. As operações são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam integradamente no mercado financeiro, inclusive em relação ao gerenciamento de riscos, e certas operações têm a coparticipação ou a intermediação de instituições associadas, integrantes do sistema financeiro. Os benefícios dos serviços prestados entre essas instituições e os custos da estrutura operacional e administrativa são absorvidos segundo a praticabilidade e a razoabilidade de lhes serem atribuídos em conjunto ou individualmente. Apresentação das demonstrações contábeis As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas da Lei das Sociedades por Ações e normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN). Em 28 de dezembro de 2007 foi promulgada a Lei n°11.638/07, complementada pela Lei n° 11.941/09, as quais alteraram a Lei das Sociedades por Ações quanto às práticas contábeis adotadas no Brasil. Embora a referida lei já tenha entrado em vigor, algumas alterações por ela introduzidas dependem de normatização por parte do CMN. As alterações aprovadas pelo CMN, foram: 1) o tratamento contábil dos ativos intangíveis; 2) os procedimentos de mensuração do valor recuperável de ativos; 3) a elaboração do fluxo de caixa em substituição da demonstração das origens e aplicações de recursos; 4) a divulgação em notas explicativas às demonstrações contábeis, informações sobre partes relacionadas; 5) os procedimentos de reconhecimento, mensuração e divulgações de provisões, passivos e ativos contingentes; 6) pagamento baseado em ações; e 7) eventos subsequentes. Foram efetuadas reclassificações nos saldos de 30 de junho de 2010 da demonstração de resultado, visando permitir a comparabilidade das demonstrações contábeis, em decorrência da alteração da política interna de aglutinação de contas de receitas e despesas, tendo como objetivo principal proporcionar o melhor entendimento do resultado da Companhia. Na BV Financeira as principais reclassificações referem-se aos saldos anteriormente apresentados nas rubricas de “Outras receitas operacionais” no montante de R$ 822.625 e “Outras despesas operacionais” no montante de R$1.181.392 para as rubricas que compõem o “Resultado bruto de intermediação financeira”. Divulgação Saldo Reclassificação reclassificado anterior Operações de crédito 3.577.643 (524.762) 3.052.881 Resultado de operações com títulos e valores mobiliários 75.534 (1) 75.533 Resultado com instrumentos financeiros derivativos (249.958) 53.048 (196.910) Receitas de prestação de serviços 10.059 97.724 107.783 Rendas de tarifas bancárias 327.735 1 327.736 Outras despesas administrativas (500.033) 39.510 (460.523) Despesas tributárias (170.744) (24.287) (195.031) Outras receitas operacionais 824.548 (822.625) 1.923 Outras despesas operacionais (1.234.680) 1.181.392 (53.288) A emissão das demonstrações contábeis foi autorizada pela Diretoria em 4 de agosto de 2011. Gerenciamento de riscos A gestão de riscos tem suas políticas aderentes às melhores práticas de mercado e está em linha com as diretrizes definidas pelo CMN. Sua abrangência é no âmbito das instituições que compõem o Conglomerado Financeiro Votorantim (“Conglomerado”). Foram implementadas políticas, procedimentos e sistemas de gestão capazes de gerir, avaliar e mitigar os riscos inerentes aos seus negócios, proporcionando à Administração uma visão de todos os riscos. Risco de Mercado Risco de mercado é definido como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas. A gestão é feita de forma centralizada por uma área que mantém independência em relação à mesa de operações. Os procedimentos básicos adotados para o gerenciamento deste risco são: (a) integridade na precificação de ativos e derivativos; (b) avaliação do risco pela metodologia Value at Risk e pela simulação de cenários; e (c) acompanhamento de resultados diários com testes de aderência da metodologia (back-test). O Conglomerado realiza operações que envolvem instrumentos financeiros derivativos, atuando em mercados organizados e de balcão, com o objetivo de possibilitar uma gestão de risco de mercado adequada à sua política. Estes instrumentos são utilizados para hedge de posições, para atender demanda de contrapartes e como meio de reversão de posições em momentos de grandes oscilações. Risco Operacional Risco operacional é definido como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, ou de eventos externos. Inclui também o risco legal associado à inadequação ou deficiência em contratos firmados pela instituição, bem como a sanções em razão de descumprimento de dispositivos legais e a indenizações por danos a terceiros decorrentes das atividades desenvolvidas. O processo de gestão tem início a partir da aplicação de uma metodologia própria no mapeamento dos riscos. As etapas do gerenciamento são: a identificação, a avaliação, o monitoramento, o controle e a mitigação dos riscos, a comunicação e o plano de ação. A conjunção das ações de mapeamento e monitoração dos riscos com as informações obtidas pelos registros das perdas incorridas permite uma melhoria contínua nas políticas e procedimentos adotados, bem como a redução dos riscos existentes. Risco de Crédito Risco de crédito consiste na possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, bem como à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, a vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação. Como parte do processo de gestão do risco de crédito, são realizados acompanhamentos das políticas, normas, processos, limites estabelecidos, além da análise dos riscos e submissão às alçadas e aos comitês aprovadores. A política de crédito é formulada com base em análise de indicadores internos da carteira e dos processos de precificação e avaliação de empresas, e em fatores externos, relacionados à situação financeira das empresas e à conjuntura econômica do país e do exterior. O Conglomerado realiza avaliações de risco de crédito das operações, determinadas através de modelos julgamentais e estatísticos. Ressalta-se que na identificação de deterioração da qualidade da carteira de crédito, são tomadas ações de mitigação de riscos, tais como, reavaliação do perfil de risco dos clientes e análises setoriais que influenciam na gestão de limites até a gestão e controle de garantias. Gestão de Ativos e Passivos O Comitê Operacional de Ativos e Passivos (ALM) é responsável pela gestão dos riscos estruturais de taxa de juros, taxa de câmbio e de liquidez, bem como a gestão do capital que busca otimizar a relação risco versus retorno e maior eficiência na composição dos fatores que impactam no Índice de Solvabilidade (Basiléia). Principais práticas contábeis a. Apuração do resultado As receitas e despesas são registradas de acordo com o regime de competência e são contabilizadas pelo critério “pro rata” dia, calculadas com base no método exponencial, exceto aquelas relacionadas a operações com o exterior, as quais são calculadas com base no método linear. b. Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades, aplicações em depósitos interfinanceiros e aplicações em operações compromissadas - posição bancada, com vencimento até 90 dias. c. Aplicações interfinanceiras de liquidez As aplicações interfinanceiras são registradas pelo valor de aplicação, acrescido dos rendimentos auferidos até a data do balanço, calculados “pro rata” dia com base na variação do indexador e na taxa de juros pactuados. d. Títulos e valores mobiliários Os títulos e valores mobiliários são registrados pelo valor efetivamente pago e classificados em função da intenção da Administração em três categorias distintas: i. Títulos para negociação - Títulos adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São ajustados pelo seu valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; ii. Títulos disponíveis para venda - Títulos que não se enquadrem para negociação nem como mantidos até o vencimento. São ajustados pelo seu valor de mercado em contrapartida à conta destacada do patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários; e iii. Títulos mantidos até o vencimento - Títulos adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Nesta categoria, os títulos não são ajustados ao seu valor de mercado. A metodologia de avaliação a mercado foi estabelecida com observância de critérios consistentes e verificáveis, que levam em consideração o preço médio de negociação no dia da apuração ou na falta desse, o valor de ajuste diário das operações de mercado futuro divulgados por fontes externas ou o valor líquido provável de realização obtido com a utilização de curvas de valores futuros de taxas de juros, taxas de câmbio, índice de preços e moedas, além de eventuais ajustes

2011 2010 4.025.683 2.931.504 3.932.992 3.052.881 141.038 75.533 (48.347) (196.910) (3.196.330) (1.949.336) (2.155.963) (1.196.460) (1.040.367) (752.876) 829.353 982.168 (593.479) (447.104) 39.759 107.783 388.790 327.736 (212.089) (175.704) (518.144) (460.523) (209.626) (195.031) 17.006 1.923 (99.175) (53.288) 235.874 535.064 (15.675) (33.545) 220.199 501.519 (32.559) (160.485) (122.475) (197.346) (83.689) (117.053) 173.605 153.914 (89.455) (99.574) 98.185 241.460 777,02 1.910,87

2011

Total do passivo

41.328.166

28.710.081

Capital Social Capital Aumento Realizado de Capital 342.000 130.000 – –

Reservas de lucros Incentivos Expansão fiscais 395.365 – – –

Reservas de Capital 12.054 –

Legal 68.400 –

Lucros acumulados – 241.460

Total 947.819 241.460

– – – 342.000 472.000 –

– – – 130.000 373.718 –

– – – 12.054 – –

8.235 – – 76.635 93.780 –

– – – 395.365 395.365 –

– 9.348 – 9.348 – –

(8.235) – (9.348) – (55.969) (55.969) 167.908 1.133.310 – 1.334.863 98.185 98.185

– 472.000

– 373.718

– –

4.909 98.689

– 395.365

– –

(4.909) – 93.276 1.433.048

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - Semestres Findos em 30 de Junho de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais)

1

Receitas da intermediação financeira Operações de crédito Resultado de operações com títulos e valores mobiliários Resultado com instrumentos financeiros derivativos Despesas da intermediação financeira Operações de captação no mercado Provisão para créditos de liquidação duvidosa Resultado bruto da intermediação financeira Outras receitas/(despesas) operacionais Receitas de prestação de serviços Rendas de tarifas bancárias Despesas de pessoal Outras despesas administrativas Despesas tributárias Outras receitas operacionais Outras despesas operacionais Resultado operacional Resultado não operacional Resultado antes da tributação sobre o lucro e participações Imposto de renda e contribuição social Provisão para imposto de renda Provisão para contribuição social Ativo fiscal diferido Participações no lucro Lucro líquido do semestre Lucro líquido por ação - R$

DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA Semestres Findos em 30 de Junho de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais)

DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Semestres Findos em 30 de Junho de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais)

Saldos em 31 de dezembro de 2009 Lucro líquido Destinações do lucro líquido: Reserva legal Reserva de incentivos fiscais Dividendos e juros sobre capital próprio Saldos em 30 de junho de 2010 Saldos em 31 de dezembro de 2010 Lucro líquido Destinações do lucro líquido: Reserva legal Saldos em 30 de junho de 2011

DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS Semestres Findos em 30 de Junho de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais, exceto o lucro líquido do período por ação)

e.

f.

g.

h. i.

j.

k.

l.

nos preços de títulos de baixa liquidez. Os rendimentos auferidos com os títulos e valores mobiliários, independentemente da categoria em que estão classificados, são calculados “pro rata” dia, com base na variação do indexador e na taxa de juros pactuados, pelo método exponencial ou linear, até a data do vencimento ou da venda definitiva do título, sendo reconhecidos diretamente no resultado do período. Instrumentos financeiros derivativos Os instrumentos financeiros derivativos são avaliados pelo seu valor de mercado, com critérios consistentes e verificáveis, considerando o preço médio de negociação no dia da apuração, ou, na falta deste, metodologias convencionais e consagradas. As valorizações ou desvalorizações do seu valor de mercado são registradas em contas de receitas ou despesas dos respectivos instrumentos financeiros. Os instrumentos financeiros derivativos são classificados de acordo com a intenção da Administração, levando-se em consideração a sua finalidade. Os instrumentos financeiros utilizados para compensar, no todo ou em parte, os riscos decorrentes das exposições às variações no valor de mercado de ativos ou passivos são considerados instrumentos de proteção (“hedge”) e são classificados de acordo com a sua natureza em: i. Hedge de risco de mercado - Os instrumentos financeiros classificados nessa categoria, bem como o item objeto de “hedge”, têm seus ajustes a valor de mercado registrados em contrapartida ao resultado do período; e ii. Hedge de fluxo de caixa - Os instrumentos financeiros derivativos classificados nesta categoria, têm seus ajustes a valor de mercado registrados em conta destacada do Patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários. Os instrumentos financeiros derivativos que não atendam aos critérios de “hedge” têm seus ajustes a valor de mercado registrados diretamente no resultado do período. Para os instrumentos financeiros derivativos negociados em associação com operações de captação, tanto o derivativo como a captação estão contabilizados pelas condições intrínsecas contratadas, não sendo ajustados pelo valor de mercado. Hedge contábil A Companhia mantém instrumentos derivativos de hedge financeiro para proteger suas exposições de risco de variação de moeda estrangeira e taxa de juros. No momento da designação inicial do hedge, a Companhia formalmente documenta o relacionamento entre os instrumentos de hedge e os itens objeto de hedge, incluindo os objetivos de gerenciamento de riscos e a estratégia na condução da transação de hedge, juntamente com os métodos que serão utilizados para avaliar a efetividade do relacionamento de hedge. A Companhia faz uma avaliação, tanto no início do relacionamento de hedge, como continuamente, se existe uma expectativa que os instrumentos de hedge sejam altamente eficazes na compensação de variações no valor justo dos respectivos itens objeto e hedge durante o período para o qual o hedge é designado, e se os resultados reais de cada hedge estão dentro da faixa de 80-125 por cento. Operações de crédito e provisão para créditos de liquidação duvidosa As operações de crédito são classificadas de acordo com o julgamento da Administração quanto ao nível de risco, levando em consideração a conjuntura econômica, a experiência passada e os riscos específicos em relação à operação, aos devedores e garantidores, períodos de atraso, grupo econômico observando os parâmetros estabelecidos pelo CMN, que requer a análise da carteira e sua classificação em nove níveis, sendo AA (risco mínimo) e H (risco máximo). Com relação ao período de atraso verificado nas operações de varejo com prazo a decorrer superior a 36 (trinta e seis) meses, admite-se a contagem em dobro sobre os intervalos de atraso definidos para os nove níveis. As rendas das operações de crédito vencidas há mais de 60 dias, independentemente de seu nível de risco, somente são reconhecidas como receita quando efetivamente recebidas. As operações classificadas como nível H permanecem nessa classificação por 180 dias, quando então são baixadas contra a provisão existente e controladas em contas de compensação. As operações renegociadas são mantidas, no mínimo, no mesmo nível em que estavam classificadas, observado as regras da Resolução nº 2.682/CMN. As renegociações de operações de crédito que já haviam sido baixadas contra a provisão e que estavam em contas de compensação são classificadas como H e os eventuais ganhos provenientes da renegociação são reconhecidos como receita quando efetivamente recebidos. A provisão para créditos de liquidação duvidosa, considerada suficiente pela Administração, atende ao requisito mínimo estabelecido pela regulamentação vigente. As operações de crédito que são objetos de “hedge” de instrumentos financeiros derivativos, são avaliadas pelo seu valor de mercado utilizando critério consistente e verificável. Os ajustes de avaliação a valor de mercado dessas operações são registrados, quando positivos, em Outros Créditos - Diversos, e, quando negativos, em Outras Obrigações - Diversas, em contrapartida de Resultado com Instrumentos Financeiros Derivativos. As cessões de operações de crédito são contabilizadas através do reconhecimento do resultado no momento da realização da cessão, independente da retenção ou não do risco. Para a carteira de operações de crédito cedida com coobrigação, a Administração constitui provisão para perdas, registrada em Outras obrigações - Diversas. Despesas antecipadas São contabilizadas as aplicações de recursos em pagamentos antecipados, cujos benefícios ou prestação de serviços ocorrerão em períodos futuros. Estimativas contábeis A elaboração de demonstrações contábeis requer que a Administração use de julgamento na determinação e registro de estimativas contábeis, quando aplicável. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados, devido a imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. Itens significativos sujeitos a essas estimativas e premissas incluem avaliação de ativos e passivos financeiros e instrumentos financeiros derivativos pelo seu valor justo, análise de risco de crédito para determinação da provisão para créditos de liquidação duvidosa, assim como da análise sobre passivos contingentes. A Administração revisa as estimativas e premissas regularmente. Os principais valores reconhecidos nas Demonstrações Contábeis por meio das estimativas estão incluídos nas seguintes notas explicativas: nº 8 - Títulos e Valores Mobiliários; nº 9 - Instrumentos Financeiros Derivativos; nº 35 - Ativos e Passivos Contingentes. Ativo permanente i. Os Investimentos são demonstrados pelo seu custo de aquisição e deduzidos de provisão para perda, quando aplicável; ii. O Imobilizado é demonstrado pelo custo de aquisição, deduzido da respectiva conta de depreciação. A depreciação é calculada pelo método linear, com base nas seguintes taxas anuais, de acordo com a vida útil-econômica estimada dos bens, sendo: • Instalações, móveis e equipamentos de uso - 10%; • Sistema de comunicação, segurança e transporte - 10%; • Sistemas de processamento de dados - 20%; iii. O Ativo Diferido é demonstrado pelo custo de aquisição ou formação, deduzido da respectiva amortização composto, basicamente, por gastos em imóveis de terceiros. A amortização é calculada pelo método linear, com base no prazo que o benefício é gerado. Durante o semestre, não houve aquisições em decorrência da regulamentação vigente. iv. O Ativo Intangível inclui os direitos que tenham por objeto os bens incorpóreos, destinados à manutenção da companhia ou exercidos com essa finalidade. A amortização é calculada pelo método linear, com base no prazo que o benefício é gerado. Os ativos não financeiros estão sujeitos à avaliação do valor recuperável em períodos anuais. Imposto de renda e contribuição social O imposto de renda foi apurado com base na alíquota de 15%, acrescido de adicional de 10% e a contribuição social foi apurada com base na alíquota de 15%, ambas, aplicáveis ao lucro tributável. O crédito tributário de imposto de renda e de contribuição social é constituído de acordo com estudo de capacidade de realização preparado pela Administração. Ativos e passivos contingentes e obrigações legais O reconhecimento, a mensuração e a divulgação dos ativos contingentes, contingências passivas e obrigações legais são efetuados de acordo com os seguintes critérios: i. Ativos contingentes - São reconhecidos nas demonstrações contábeis somente quando da existência de evidências que propiciem a garantia de sua realização, sobre as quais não cabem mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo; ii. Passivos contingentes - São reconhecidos nas demonstrações contábeis quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e da Administração, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, com uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes classificados como de perdas possíveis não são reconhecidos contabilmente, devendo ser apenas divulgados nas notas explicativas, e os classificados como remotos não requerem provisão e divulgação; e iii. Obrigações legais - Fiscais e Previdenciárias - São processos judiciais relacionados a obrigações tributárias, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da probabilidade de sucesso dos processos judiciais em andamento, têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis.

Fluxos de caixa provenientes das operações Lucro líquido Ajustes ao lucro líquido: Depreciações e amortizações Provisão para crédito de liquidação duvidosa Provisão para passivos contingentes/obrig. legais Resultado não operacional Variações patrimoniais Aplicações interfinanceiras de liquidez Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Relações interfinanceiras e interdependências Operações de crédito Outros créditos Outros valores e bens Depósitos Outras obrigações Caixa gerado/(Utilizado) pelas operações Fluxos de caixa provenientes das atividades de financiamento Dividendos pagos Caixa gerado/(Utilizado) pelas atividades de financiamento Fluxos de caixa provenientes das atividades de investimento Alienação de imobilizado de uso Aquisição de imobilizado de uso Aquisição de investimentos Aplicações no diferido Aplicações no intangível Outros Caixa Gerado/(Utilizado) pelas atividades de investimento Variação líquida de caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa no início do período Caixa e equivalentes de caixa no fim do período Aumento/(Redução) no caixa e equivalentes de caixa

2010

98.185 1.146.642 16.321 1.040.367 74.279 15.675

241.460 839.908 8.650 752.876 44.837 33.545

(466.558) (136.096) – (4.557.353) (160.780) (461.128) 4.415.709 (17.984) (1.384.190)

(635.270) (146.869) (3.515) (4.135.176) (312.417) (57.273) 3.498.192 372.788 (1.419.540)

(64.586) (64.586)

– –

2.661 (31.849) – – (5.860) 582 (34.466) (238.415) 825.991 587.576 (238.415)

495 (5.972) (1.477) (3.351) (8.796) 1.880 (17.221) (355.393) 501.655 146.262 (355.393)

DEMONSTRAÇÕES DOS VALORES ADICIONADOS Semestres Findos em 30 de Junho de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais) Receitas Receita da intermediação financeira Receitas de prestação de serviços e tarifas bancárias Provisão para créditos de liquidação duvidosa Outras receitas/(despesas) Resultado não operacional Despesas da intermediação financeira Insumos adquiridos de terceiros Materiais, energia e outros Serviços de terceiros Outras Comunicações Manutenção e conservação de bens Processamento de dados Promoções e relações públicas Propaganda e publicidade Serviços do sistema financeiro Serviços técnicos especializados Transportes Outras Valor Adicionado Bruto Despesas de amortização/depreciação Valor Adicionado Líquido produzido pela Entidade Valor Adicionado a distribuir Valor Adicionado distribuído Pessoal Salários e honorários Participação no lucro Benefícios e treinamentos FGTS Impostos, Taxas e Contribuições INSS sobre salários Despesas tributárias (exceto IR e CS) Imposto de Renda/Contribuição Social Remuneração de Capitais de Terceiros Aluguéis Remuneração de Capitais Próprios Dividendos Lucro retido m.

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2011 3.316.021 4.025.683 428.549 (1.040.367) (82.169) (15.675) (2.155.963) (459.818) (3.710) (6.464) (449.644) (40.321) (6.811) (33.593) (2.243) (2.663) (52.171) (162.533) (9.119) (140.190) 700.240 (16.321) 683.919 683.919 683.919 269.045 127.446 89.455 39.793 12.351 274.684 32.499 209.626 32.559 42.005 42.005 98.185 – 98.185

2010 2.529.237 2.931.504 435.519 (752.876) (51.365) (33.545) (1.196.460) (424.351) (3.762) (7.587) (413.002) (40.847) (2.978) (15.779) (5.305) (22.650) (55.120) (135.286) (7.699) (127.338) 908.426 (8.650) 899.776 899.776 899.776 248.326 104.190 99.574 36.041 8.521 382.468 26.951 195.031 160.486 27.522 27.522 241.460 55.969 185.491

Outros ativos e passivos Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias e cambiais auferidas (em base “pro rata” dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos estão demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias e cambiais incorridas (em base “pro rata” dia). Composição de caixa e equivalentes de caixa 2011 2010 Disponibilidades 74.727 48.423 Aplicações interfinanceiras de liquidez 512.849 97.839 Oper. comprom. - Posição Bancada 587.576 146.262 Total Disponibilidades 2011 2010 Caixa 46 69 Depósitos bancários 74.387 48.170 294 184 Disponibilidades em moeda estrangeira 74.727 48.423 Total Aplicações interfinanceiras de liquidez 2011 2010 Oper. comprom. - Posição bancada Letras do Tesouro Nacional 512.849 735.895 1.000.660 371.969 Notas do Tesouro Nacional Total 1.513.509 1.107.864 Títulos e valores mobiliários a. Composição por categoria no País 2011 2010 Valor de Ganho/ Valor de Ganho/ Títulos para mercado (perda) não Valor mercado (perda) não Valor negociação de custo (contábil) realizado de custo (contábil) realizado No País Letras Financeiras do Tesouro 15.896 15.896 – 7.021 7.021 – 872.259 872.259 – 495.525 495.525 – Cotas de FIDC Total 888.155 888.155 – 502.546 502.546 – 2011 2010 Valor de Ganho/ Valor de Ganho/ Títulos disponíveis Valor de mercado (perda) não Valor de mercado (perda) não custo custo para a venda (contábil) realizado (contábil) realizado No País Cotas de fundos 4.037 4.037 – 1.417 1.417 – de investimentos 4.037 4.037 – 1.417 1.417 – Total Instrumentos financeiros derivativos a. Composição dos contratos de futuros por indexador 2011 2010 Valor de referência Valor de referência (mercado) (mercado) – 27.495 Compromisso de compra DI – 27.495 39.612.209 29.481.852 Compromisso de venda 39.612.209 29.481.852 DI 39.612.209 29.454.357 Total b. Títulos dados em garantia 2011 2010 Outros Letras Financeiras do Tesouro 15.896 7.021 Total 15.896 7.021 Operações de crédito e provisão para créditos de liquidação duvidosa a. Composição das operações por modalidade e parcelas vencidas e vincendas 2011 2010 Empréstimos 6.012.652 4.619.469 Financiamentos 30.997.572 21.213.216 Total de operações de crédito 37.010.224 25.832.685 Parcelas vencidas (a partir de 15 dias) 1.019.240 590.454 35.990.984 25.242.231 Parcelas vincendas Total de parcelas 37.010.224 25.832.685


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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terça-feira, 9 de agosto de 2011

BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento CNPJ/MF nº 01.149.953/0001-89 Av. das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 8º andar, conj. 82, Vila Gertrudes - CEP: 04794-000 - São Paulo - SP

Associada ao

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS (Em milhares de Reais) b.

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Concentração das operações Dez maiores devedores Cinquenta seguintes maiores devedores Cem seguintes maiores devedores Demais clientes Total Composição das operações por setor de atividade econômica

20 2011 5.905 18.579 27.056 36.958.684 37.010.224

2011 2010 Pessoas jurídicas Setor privado Indústria 147.076 79.017 Comércio 835.834 700.201 Serviços 561.120 270.676 35.466.194 24.782.791 Pessoas físicas 37.010.224 25.832.685 Total d. Composição das operações nos correspondentes níveis de risco 2011 2010 Nível de Curso Operações Total das Curso Operações Total das risco normal vencidas operações normal vencidas Operações AA 299.266 – 299.266 503.977 – 503.977 A 31.148.332 – 31.148.332 21.799.848 – 21.799.848 B 144.452 1.675.860 1.820.312 93.497 1.069.342 1.162.839 C 73.700 1.294.535 1.368.235 42.326 722.294 764.620 D 31.446 721.667 753.113 19.944 349.847 369.791 E 17.486 439.440 456.926 9.810 212.184 221.994 F 10.857 302.416 313.273 7.233 171.401 178.634 G 8.387 203.421 211.808 6.196 136.872 143.068 H 50.274 588.685 638.959 30.082 657.832 687.914 Total 31.784.200 5.226.024 37.010.224 22.512.913 3.319.772 25.832.685 e. Constituição da provisão para créditos de liquidação duvidosa por nível de risco Níveis de risco Provisão % 2011 2010 A 0,5 155.741 108.999 B 1,0 18.203 11.628 C 3,0 41.046 22.939 D 10,0 75.312 36.979 E 30,0 137.078 66.598 F 50,0 156.637 89.317 G 70,0 148.266 100.148 H 100,0 638.959 687.914 Total 1.371.242 1.124.522 Percentual sobre a carteira 3,71% 4,35% f. Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa no semestre 2011 2010 Saldo inicial 767.469 977.777 Constituições/(reversões) 1.040.367 752.876 (436.594) (606.131) Baixas para prejuízo 1.371.242 1.124.522 Saldo final g. Avaliação a valor de mercado Foi procedida a avaliação a valor de mercado da carteira de crédito, conforme determina a Resolução nº 3.082/02 do BACEN. A referida avaliação considera o respectivo “hedge” em instrumentos financeiros derivativos, refletindo os efeitos da variação da taxa de juros na carteira de crédito, de acordo com o fluxo de vencimento das parcelas, em contrapartida aos ajustes ocorridos no referido mercado de derivativos. Em 30 de junho de 2011, a avaliação desses ativos gerou ajuste positivo não realizado, no montante de R$ 31.576 (R$ 310.542 em 2010), registrado em Outros créditos - Diversos. h. Informações sobre impactos das cessões de crédito no período 2011 2010 Valor de transferência dos ativos cedidos no período 7.045.324 6.925.478 Valor contábil dos ativos cedidos no período (6.243.399) (6.126.016) Resultado bruto das cessões 801.925 799.462 Despesas de liquidação antecipada de contratos cedidos (288.398) (208.116) Provisão para perdas com contratos cedidos (90.792) (18.789) Resultado das cessões antes dos custos e tributos 422.735 572.557 Aceleração do reconhecimento em resultado dos custos associados ao ativo cedido (180.951) (190.990) Resultado das cessões antes dos tributos 241.784 381.567 Efeitos tributários (108.907) (174.932) Resultado líquido das cessões 132.877 206.635 2011 2010 Saldo das coobrigações com cessões de crédito Instituições Financeiras - Partes relacionadas 13.496.615 6.333.062 1.343.840 2.363.099 Outras Instituições Financeiras 14.840.455 8.696.161 Total A BV Financeira detém 100% das cotas subordinadas dos fundos de investimento em direitos creditórios descritos a seguir: 2011 2010 BV Financeira FIDC I 262.888 241.511 BV Financeira FIDC II 164.803 135.889 BV Financeira FIDC III 160.123 118.125 284.445 – BV Financeira FIDC IV 872.259 495.525 Total das aplicações em cotas i. Informações complementares 2011 2010 Montante de créditos renegociados no período 96.411 95.577 Montante de créditos recuperados, baixados como prejuízo 89.861 65.720 Outros créditos - Negociação e intermediação de valores 2011 2010 44.129 29.736 Devedores conta liquidação pendentes 44.129 29.736 Total Outros créditos - Diversos 2011 2010 Adiantamentos e antecipações salariais 7.205 6.706 Adiantamentos a fornecedores 173 48.510 Crédito tributário de impostos e contribuições 1.004.916 949.951 Devedores por depósitos em garantia 282.675 28.564 Impostos e contribuições a compensar 236.101 188.094 Títulos e créditos a receber – 1.100 Ajuste a mercado op. de crédito 31.576 310.542 Transações de cartão de crédito 209.017 132.892 Custos associados a produção 179.662 147.232 57.531 67.477 Outros 2.008.856 1.881.068 Total Outros valores e bens 2011 2010 Despesas de seguros 4.586 1.429 Despesas de processamentos de dados 124 74 Comissões por intermediação de operações 903.554 249.545 Despesas de serviços do sistema financeiro 37.054 16.715 Despesas de serviços técnicos especializados 12.721 15.402 Bens não de uso próprio 82.409 74.181 – 18 Outras 1.040.448 357.364 Total Outros investimentos 2011 2010 Investimentos por incentivos fiscais 55.005 24.676 (26.345) (1.727) Provisão para perdas 28.660 22.949 Total Imobilizado de uso 2011 2010 Depreciação Saldo Saldo Custo acumulada líquido líquido Instalações 41.896 (3.365) 38.531 1.394 Móveis e equipamentos de uso 19.378 (5.575) 13.803 8.513 Sistema de comunicação 3.098 (1.531) 1.567 1.840 Sistema de processamento de dados 33.795 (21.456) 12.339 12.654 Sistema de segurança 18 (3) 15 17 389 (177) 212 281 Sistema de transporte Total 98.574 (32.107) 66.467 24.699 2011 2010 Saldo inicial 42.646 22.445 Aquisições 31.849 5.972 Alienações (2.661) (495) (5.367) (3.223) Depreciação 66.467 24.699 Saldo final Em 30 de junho de 2011, não foi verificada a existência de ativos relevantes que indique perda de desvalorização. Intangível 2011 2010 Amortização Saldo Saldo Custo acumulada líquido líquido Licenças 14.762 (3.216) 11.546 6.006 5.000 (790) 4.210 5.000 Acordos por direitos de comercialização Total 19.762 (4.006) 15.756 11.006 2011 2010 Saldo inicial 11.606 2.798 Aquisições 5.860 8.796 Alienações – – Amortização (1.710) (588) 15.756 11.006 Saldo final Estimativa de amortização 2º semestre de 2011

1.847

Em 2012

3.693

Em 2013

3.693

Em 2014

3.693

Em 2015

1.953

A partir de 2016

17

18

19

2010 5.636 17.665 25.728 25.783.656 25.832.685

2011 2010 Saldo inicial 11.700 16.334 Aquisições – 3.351 Alienações (582) – (9.244) (4.839) Amortização 1.874 14.846 Saldo final Em 30 de junho de 2011, não foi verificada a existência de ativos relevantes que indique perda de desvalorização. Depósitos 2011 2010 37.203.995 25.134.981 Depósitos interfinanceiros 37.203.995 25.134.981 Total Outras obrigações - Sociais e Estatutárias 2011 – 101.205 101.205

2010 151.406 128.817 280.223

2011 237.788 4.546 20.594 857.376 139.237 15.808 1.275.349

2010 284.105 6.670 2.610 689.601 164.224 12.893 1.160.103

2011 52.667 50.214 136.483 44.523 295.650 170.881 208.612 76.011 256.649 1.291.690

2010 36.673 63.442 116.103 32.838 243.688 43.481 135.506 76.279 236.898 984.908

Outras obrigações - Diversas Provisão para despesas de pessoal Provisão para despesas administrativas Provisão para passivos contingentes Comissões por intermediação de operações Valores a repassar aos cessionários Provisão para perdas com créditos cedidos Transações de cartão de crédito Operações de crédito a liberar Outras (a) Total

23

(a) Refere-se, basicamente, aos valores a processar oriundos do fluxo operacional da carteira de operações de crédito. a.

Ativo

b.

Disponibilidades Aplicações interf. de liquidez Operações comprom. - pos. bancada Títulos e valores mobiliários Títulos para negociação Títulos disponíveis para venda Operações de crédito Provisão créditos de liq. duvidosa Outros créditos Rendas a receber Negociação e intermediação de valores Diversos Outros valores e bens Permanente Total Passivo Depósitos Depósitos interfinanceiros Relações intefinanceiras/interdep. Outras obrigações Cobrança e arrecad. de Trib. e Assem. Sociais e estatutárias Fiscais e previdenciárias Diversas Patrimônio Líquido Total

24

25

26

27

28

29

30

31

32

33

34

35

36

877

Total 15.756 Em 30 de junho de 2011, não foi verificada a existência de ativos relevantes que indique perda de desvalorização. Diferido 2011 2010 Amortização Saldo Saldo Custo acumulada líquido líquido Gastos em imóveis de terceiros 6.458 (4.964) 1.494 14.036 1.609 (1.229) 380 810 Gastos aquis. desenv. de logiciais 8.067 (6.193) 1.874 14.846 Total

Dividendos e bonificações a pagar Provisão para participação nos lucros Total

Impostos e contribuições sobre o lucro a pagar PIS COFINS Provisão para riscos fiscais Provisão para impostos e contribuições diferidos Outros Total 21

22

Outras obrigações - Fiscais e Previdenciárias

37

Patrimônio líquido a. Capital social: O capital social é representado por 81.538.822.950 ações, sendo 66.713.582.406 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal e 14.825.240.544 ações preferenciais nominativas e sem valor nominal. Conforme Assembléia Geral Extraordinária, realizada em 22 de dezembro de 2010, foi deliberada e aprovada a destinação dos saldos de reservas de capital constituídas por subvenções de incentivos fiscais e atualização de títulos patrimonais para aumento de capital, no montante de R$ 12.054. Conforme Assembléia Geral Extraordinária, realizada em 29 de abril de 2011, foi deliberado e aprovado para cumprimento das exigências estabelecidas na legislação societária, o aumento de capital social no montante de R$ 361.664, sem modificação no número de ações. b. Reserva de lucros Reserva legal Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do período, até atingir o limite de 20% do capital social. A reserva legal poderá deixar de ser constituída quando acrescida do montante das reservas de capital exceder 30% do capital social. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital ou para compensar prejuízos. Reserva de expansão Para cumprimento das exigências estabelecidas na legislação societária e regras do BACEN, no encerramento do exercício, a Administração propõe que, no encerramento do exercício, a parcela do lucro não distribuído seja destinado para “Reserva para Expansão”. O saldo de reserva está à disposição dos acionistas para deliberação futura em Assembléia Geral. Balanço patrimonial por faixas de vencimento A demonstração do “balanço patrimonial por faixas de vencimento” foi elaborada considerando o prazo de vencimento dos ativos e passivos, independente da categoria em que estão classificados. Dos ativos e passivos de prazo indeterminado, classificam-se as operações ativas no realizável a longo prazo e as operações passivas no passivo circulante. O ativo permanente e o patrimônio líquido estão sendo apresentados como “acima de 5 anos”. Na demonstração “Balanço Patrimonial”, os títulos e valores mobiliários classificados na categoria “Títulos para negociação” são apresentados como Ativo Circulante, independentemente dos prazos de vencimento.

Até 90 dias 74.727 546.270 546.270 876.296 872.259 4.037 5.210.364 (529.650) 321.549 2.566 44.129 274.854 722.422 – 7.221.978

De 91 a 360 dias – 967.239 967.239 627 627 – 10.440.194 (317.952) 689.243 – – 689.243 3.131 – 11.782.482

De 1 a 3 anos – – – 14.832 14.832 – 16.804.486 (411.968) 970.679 – – 970.679 314.895 – 17.692.924

De 3 a 5 anos – – – 437 437 – 4.489.533 (110.063) 3.830 – – 3.830 – – 4.383.737

Acima de 5 anos – – – – – – 65.647 (1.609) 70.250 – – 70.250 – 112.757 247.045

Total 74.727 1.513.509 1.513.509 892.192 888.155 4.037 37.010.224 (1.371.242) 2.055.551 2.566 44.129 2.008.856 1.040.448 112.757 41.328.166

Até 90 dias – – 3 2.017.933 22.876 101.205 900.170 993.682 – 2.017.936

De 91 a 360 dias 18.501.756 18.501.756 – 454.632 – – 260.489 194.143 – 18.956.388

De 1 a 3 anos 18.689.280 18.689.280 – 218.555 – – 114.690 103.865 – 18.907.835

De 3 a 5 anos – – – – – – – – – –

Acima de 5 anos 12.959 12.959 – – – – – – 1.433.048 1.446.007

Total 37.203.995 37.203.995 3 2.691.120 22.876 101.205 1.275.349 1.291.690 1.433.048 41.328.166

Receitas de operações de crédito 2011 2010 Empréstimos 703.530 599.133 Financiamentos 3.143.822 2.197.183 Resultado de cessões de crédito 422.735 572.557 Recuperação de créditos baixados 89.861 65.721 (426.956) (381.713) Outros (a) 3.932.992 3.052.881 Total (a) Referem-se, basicamente, às receitas e custos associados a produção de operações de crédito. Resultado de operações com títulos e valores mobiliários 2011 2010 Aplicações em operações compromissadas 75.883 40.412 Títulos de renda fixa 747 174 Títulos de renda variável – (65) Aplicações em fundos de investimento 64.408 34.944 – 68 Ajustes ao valor de mercado 141.038 75.533 Total Resultado com instrumentos financeiros derivativos 2011 2010 Contratos de futuros 82.547 (249.958) (130.894) 53.048 Ajustes ao valor de mercado (48.347) (196.910) Total Despesas de operações de captação no mercado 2011 2010 (2.155.963) (1.196.460) Depósitos interfinanceiros (2.155.963) (1.196.460) Total Despesas de provisão para créditos de liquidação duvidosa 2011 2010 Empréstimos e títulos descontados (261.314) (135.362) (779.053) (617.514) Financiamentos (1.040.367) (752.876) Total Receitas de prestação de serviços 2011 2010 Transações de cartão de crédito 8.708 5.672 Comissão de corretagem de seguros 16.536 4.844 Rendas com serviços bancários 13.054 92.944 1.461 4.323 Outros 39.759 107.783 Total Receitas de tarifas bancárias 2011 2010 Pessoa física Confecção de cadastro 258.513 251.879 Aditamentos contratuais 3.946 5.499 Avaliação e reavaliação bens receb. em garantia 107.890 59.035 Cartão de crédito 9.879 6.048 Outros 1.001 – Pessoa jurídica Confecção de cadastro 6.017 4.585 1.544 690 Avaliação e reavaliação bens receb. em garantia 388.790 327.736 Total Despesas de pessoal 2011 2010 Honorários (4.218) (4.061) Benefícios (39.360) (35.365) Encargos sociais (44.850) (35.473) Proventos (123.228) (100.129) (433) (676) Treinamento (212.089) (175.704) Total Outras despesas administrativas 2011 2010 Água, energia e gás (1.614) (1.846) Aluguéis (42.005) (27.522) Comunicações (40.321) (40.847) Manutenção e conservação de bens (6.811) (2.978) Material (2.096) (1.916) Processamento de dados (33.593) (15.779) Promoções e relações públicas (2.243) (5.305) Propaganda e publicidade (2.663) (22.650) Seguros (4.810) (14.509) Serviços do sistema financeiro (52.171) (55.120) Serviços de terceiros (6.464) (7.587) Vigilância e segurança (2.608) (1.088) Serviços técnicos especializados (162.533) (135.286) Transportes (9.119) (7.699) Viagens (13.874) (13.573) Emolumentos judiciais e cartor. (76.069) (54.833) Amortização (10.954) (5.427) Depreciação (5.367) (3.223) (42.829) (43.335) Outras (518.144) (460.523) Total Despesas tributárias 2011 2010 ISS (22.791) (17.792) PIS (19.771) (20.883) COFINS (121.657) (130.192) Variação monetária passiva (42.420) (24.287) (2.987) (1.877) Outros (209.626) (195.031) Total Outras receitas operacionais 2011 2010 Variação monetária ativa 16.286 841 720 1.082 Outras receitas 17.006 1.923 Total Outras despesas operacionais 2011 2010 Provisão para passivos contingentes (37.601) (26.074) Indenizações cíveis (36.705) (13.384) (24.869) (13.830) Outras (99.175) (53.288) Total Resultado não operacional 2011 2010 Resultado de bens não de uso (48.777) (55.653) Investimentos em incentivos fiscais 7.697 9.348 Provisão p/perdas com investimentos – (1.649) 25.405 14.409 Outros (15.675) (33.545) Total Imposto de renda e contribuição social a. Encargos devidos sobre as operações 2011 2010 Lucro antes do imposto de renda, da contribuição social 220.199 501.519 das participações (88.080) (200.608) Encargos à alíquota nominal vigente (133.478) (96.754) Exclusões/(adições) Ajuste a mercado de derivativos 36.963 (4.182) Ajuste a mercado de operação de crédito (52.357) 21.219 Provisão para perdas c/créditos cedidos (36.317) (7.515) Participações no lucro 35.782 39.830 Provisão para créditos de liq. duvidosa (118.427) (136.333) Provisão para contingências (14.843) (10.426) Outros 15.721 653 (221.558) (297.362) Imposto de renda e contribuição social corrente 15.394 (17.037) Imposto de renda e contribuição social diferido (206.164) (314.399) Imposto de renda e contribuição social total b. Imposto de renda e contribuição social diferidos com efeito sobre o resultado no semestre 2011 2010 Crédito tributário Adições/(exclusões) Ajuste a mercado de TVM – (14) Provisão para créditos de liq. duvidosa 118.427 136.333 Provisão para perdas c/créditos cedidos 36.317 7.515 Provisão para contingências 14.843 10.426 4.018 (346) Outros 173.605 153.914 Total

c.

38

39

2011 2010 Obrigação fiscal diferida Adições/(exclusões) Ajuste a mercado de derivativos (36.963) 4.182 52.357 (21.219) Ajuste a mercado de operação de crédito 15.394 (17.037) Total Imposto de renda e contribuição social diferidos com efeito sobre contas patrimoniais no semestre 2011 2010 Ativo (Outros créditos - diversos) Saldo inicial 831.311 796.037 Provisão para créditos de liq. duvidosa 118.427 136.333 Provisão para perdas c/créditos cedidos 36.317 7.515 Provisão para contingências 14.843 10.426 4.018 (360) Outros 1.004.916 949.951 Saldo final

d.

Passivo (Outras obrigações - Fiscais e Previdenciárias) Saldo inicial Ajuste a mercado de derivativos Ajuste a mercado de operação de crédito Saldo final Composição do crédito tributário

e.

Provisão para créditos de liq. duvidosa Provisão para perdas c/créditos cedidos Provisão para contingências Provisão para obrigação legal Outros Total Expectativa de realização do crédito tributário

2011

2010

154.631 36.963 (52.357) 139.237

147.187 (4.182) 21.219 164.224

2011 733.975 68.352 54.573 138.494 9.522 1.004.916

2010 745.730 17.509 46.225 138.494 1.993 949.951

Valor nominal Valor presente Em 2011 206.514 194.636 Em 2012 563.795 471.510 Em 2013 41.546 30.852 Em 2014 – – Em 2015 – – 193.061 70.194 A partir de 2016 1.004.916 767.192 Total No 1º semestre de 2011 observou-se a realização de créditos tributários no montante de R$ 300.808 correspondente a 82% da respectiva projeção de utilização para o período de 2011 que constava no estudo técnico elaborado em 31 de dezembro de 2010. f. Composição de obrigações fiscais diferidas 2011 2010 Ajuste a mercado de derivativos 126.607 40.008 12.630 124.216 Ajuste a mercado de operação de crédito 139.237 164.224 Total Partes relacionadas As operações entre partes relacionadas são efetuadas a valores, prazos e taxas médias usuais de mercado, vigentes nas respectivas datas e em condições de comutatividade. As partes relacionadas compreendem, basicamente, Banco Votorantim S.A. e CP Prom otora de Vendas S.A. a. Sumário das transações com partes relacionadas Em 30 de junho de 2011, os saldos das operações ativas, passivas, de receitas e despesas envolvendo partes relacionadas são os seguintes: 2011 2010 Ativos Disponibilidades 22.069 5.319 Aplicações interfinanceiras de liquidez 1.513.509 1.107.864 Negociação e intermediação de valores 44.129 29.736 Outros valores e bens 47.705 – Passivos Depósitos 37.203.995 25.134.981 Outras obrigações - Sociais e Estatutárias – 151.406 Outras obrigações - Diversos 278.932 – Receitas Operações com títulos e valores mobiliários 75.882 40.412 Resultado com cessões de crédito 504.504 524.517 Despesas Operações de captação no mercado 2.155.963 1.196.460 Outras despesas administrativas 46.005 16.490 b. Remuneração de pessoal-chave da Administração Em 30 de junho de 2011, a Companhia despendeu o montante de R$ 19.850 como remuneração às pessoas-chave da Administração. Honorários (4.218) Gratificações (10.993) (4.639) Encargos sociais (19.850) Total c. Benefícios a empregados Não existe benefícios pós-emprego, tais como pensões, outros benefícios de aposentadoria, seguro de vida e assistência médica pós-emprego, outros benefícios de longo prazo a empregados e administradores, incluindo licença por anos de serviço ou outras licenças, jubileu ou outros benefícios por anos de serviço, remuneração baseada em ações e benefícios de rescisão de contrato de trabalho com exceção dos previstos em acordo coletivo da categoria. Ativos e passivos contingentes e obrigações legais a. Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável apresentados em Outras Obrigações - Diversas 2011 2010 Contingências fiscais (a) 123 579 Contingências cíveis (b) 31.590 46.948 104.770 68.576 Contingências trabalhistas (c) 136.483 116.103 Total (a) referem-se, basicamente, às fiscalizações das Autoridades Fiscais com relação aos impostos incidentes sobre suas atividades, tais como: PIS, IPVA (de Terceiros) e ISSQN. (b) referem-se, basicamente, às ações de cobrança. (c) processos movidos, na grande maioria, por ex-empregados, cuja natureza das reclamações envolvem indenizações, horas extras, descaracterização de jornada de trabalho, adicional de função e representação e outros. b. Movimentação dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável no semestre Demandas Fiscais Demandas Cíveis Demandas Trabalhistas 2011 2010 2011 2010 2011 2010 Saldo inicial 610 1.801 22.164 29.324 76.601 60.137 Constituições 6 12 9.426 17.624 28.169 8.439 Reversões (519) (1.247) – – – – 26 13 – – – – Atualizações 123 579 31.590 46.948 104.770 68.576 Saldo final c. Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco possível 2011 Contingências fiscais (a) 236.446 Contingências cíveis (b) 82.135 28.330 Contingências trabalhistas (c) 346.911 Total (a) referem-se, basicamente, a processos contingentes avaliados como risco de perda possível são relacionados à questões tributárias, relacionadas a IPVA (de Terceiros), IRPJ, CSLL, ISS e PIS. (b) referem-se, basicamente, as ações de cobrança. (c) processos movidos, na grande maioria, por ex-empregados, cuja natureza das reclamações envolvem indenizações, horas extras, descaracterização de jornada de trabalho, adicional de função e representação e outros. d. Composição de obrigações legais apresentadas em Outras Obrigações - Fiscais e Previdenciárias no semestre 2011 2010 Saldo inicial 820.206 553.747 Constituições – 124.790 37.170 11.064 Atualizações 857.376 689.601 Saldo final Refere-se, basicamente, ao pleito pelo não pagamento da COFINS com base nas receitas não derivadas do faturamento mensal (ampliação da base de cálculo introduzida pela Lei nº 9.718/98). e. Depósitos judiciais apresentados em Outros Créditos 2011 2010 Contingências fiscais 224.981 223 Contingências cíveis 34.640 17.442 23.054 10.899 Contingências trabalhistas 282.675 28.564 Total f. Ativos contingentes Não existe nenhum ativo contingente contabilizado. Marcelo Rosas Betine Contador - 1 PR044644/”O”-6 “S” SP


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BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento CNPJ/MF nº 01.149.953/0001-89 Av. das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 8º andar, conj. 82, Vila Gertrudes - CEP: 04794-000 - São Paulo - SP

Associada ao

DIRETORIA

Diretor Executivo: Wilson Masao Kuzuhara Walter Guilherme Piacsek Jr. Milton Roberto Pereira

Diretores: José Manoel Lobato Barletta Pedro Paulo Mollo Neto Mário Antonio Thomazi

Dir. Exec. Oper.: Luis Henrique Campana Rodrigues

Dir. Gerentes: Dídimo Santana Fernandes Jr. Geraldo Donizeti da Silva Bartholomeu Antonio G. Machado Ribeiro Yen Jui Cheng Marcos Lima Monteiro

Dir. Exec. RH Celso Marques de Oliveira

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Diretores e aos Acionistas da BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento São Paulo - SP Examinamos as demonstrações contábeis da BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento (Instituição) que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo

de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento em 30 de junho de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.

c

Outros assuntos - Demonstração do valor adicionado Examinamos, também, a demonstração do valor adicionado da BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento, para o semestre findo em 30 de junho de 2011, cuja apresentação está sendo efetuada de forma espontânea pela Instituição. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto.

São Paulo, 4 de agosto de 2011

KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6 Alberto Spilborghs Neto Contador CRC 1SP167455/O-0

Luciana Liberal Sâmia Contadora CRC 1SP198502/O-8

Não é uma ação contra os comerciantes, é uma ação contra o crime. Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo

idades

Feira da madrugada deve ser liberada

Leandro Moraes/Luz

Prefeito Kassab promete autorizar o funcionamento de barracas regularizadas Werther Santana/AE

A roda de motocicleta sobre a faixa de segurança: desrespeito às novas normas de conduta no trânsito

Para sindicato, educação do motorista começa em casa Geriane Oliveira

J

osé Guedes Pereira, 55 anos, presidente do Sindicato das Auto Moto Escolas e Centro de Formação de Condutores no Estado de São Paulo (Sindautoescola) afirma que os alunos de auto-escolas praticam o respeito ao pedestre, conforme lhes foi ensinado, até receberem a carteira definitiva. Depois, esquecem o que aprenderam. Atualmente existem cerca de quatro mil centros de formação no Estado, dos quais 750 estão na Capital.

condutores como motorista permissionário, condição que se estende por um ano, começa a dirigir com cautela, sabendo que deve respeitar o pedestre e os colegas na via porque está nessa condição de pedestre. Depois, quando recebe a carteira permanente, muda o comportamento e se arrisca mais, a ponto de transformar o trânsito das ruas e avenidas das cidades e as rodovias no que vemos hoje em dia.

Diário do Comércio -Como o Sindautoescola está acompanhando a campanha da CET em favor do respeito às faixas de pedestres? José Guedes Pereira - O Sindautoescola está bastante envolvido com essas iniciativas. Recentemente recebemos o gerente de educação de trânsito da CET para tratar de uma parceria visando a ampliar essa campanha junto aos alunos para os quais vamos criar materiais específicos – e para cada categoria de condutor.

DC - Então o desafio está em mudar essa cultura? Pereira - Sim. No geral, infelizmente o condutor não age como cidadão. O desrespeito ao pedestre nas vias urbanas é muito grande. Pela nossa experiência, isso não é uma questão de falta de informação nem de formação e aprendizado teórico e prático das leis de trânsito porque os programas dos centros de formação sempre abordaram a legislação. Esse motorista sai consciente, mas é uma questão comportamental que passa pela educação que se começa lá atrás, em casa, e a falta dela se estende à rua e aos espaços públicos.

DC - Como tem sido a receptividade dessa movimentação nas autoescolas? Pereira - Muito boa. Na verdade, o candidato que sai dos centros de formação de

DC - Em todo caso, a fiscalização na Capital vai ajudar a melhorar esse quadro? Pereira - Certamente. Mas a minha posição é que as campanhas da Prefeitura ainda são muito tímidas e fo-

Aos 80, morre Walter Abrahão

F

aleceu aos 80 anos o locutor esportivo Walter Abrahão. Além de ter narrado 6 copas do mundo pela TV Tupi, TV Manchete, entre outras, cunhou expressões memoráveis como "OXO" para se referir a um jogo que não apresentava grandes lances e teimava em não sair do 0 X 0. Quando identificava um joga-

cam mais no Centro, enquanto que nas periferias a prática ainda é de muita barbeiragem e de desrespeito ao pedestre. Para começar, em média, 80% dos motoristas da periferia não usam o cinto de segurança e isso não é por falta de educação de trânsito, já que essa pessoa passou pela auto-escola e viu tudo isso. E a ausência de uma fiscalização só piora esse quadro. Por isso, somos favoráveis à extensão dessas campanhas educativas às periferias e ali se fazer um longo e profundo trabalho de conscientização junto a esse infrator, além de uma eficiente fiscalização. DC - Qual é a estratégia da Sindautoescola para colaborar com essa nova iniciativa? Pereira - Os instrutores já estão acostumados a divulgar as campanhas educativas da Prefeitura e da CET. Agora, eles serão orientados a alertar com maior atenção sobre a multa (que vai até R$ 191,53) e seu objetivo durante as aulas teóricas e práticas. E, como parceiros da Prefeitura de São Paulo e dos demais órgãos públicos do setor, desde já nos colocamos à disposição para juntos formarmos motoristas comprometidos com a responsabilidade social no trânsito e transformamos esse ambiente em um lugar também de cidadania. Sérgio Andrade/Folhapress - 02/06/1992

dor que não rendia, logo gritava "tá gordo". Ao referir-se ao rei Pelé em campo dizia "Ele pega na bola.... " sem nunca pronunciar seu nome. Era sua maneira de reverenciar o rei. Foi assim que Walter Abrahão narrou para o mundo o milésimo gol de Pelé. Também teve relevante vida pública. Primeiro como vereador de São Paulo e depois como membro e Presidente do Tribunal de Contas do Município. Viveu intensamente. Deixa os filhos Marcelle, Thalita e Walter Abrahão Filho.

Abrahão: inovador da linguagem

Comerciantes da feira da madrugada fizeram ontem novo protesto contra o fechamento do local pela Prefeitura

O

prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), afirmou ontem que parte da feira da madrugada deve ser liberada em cinco dias. O local, no Pari, região central da cidade, está interditado desde a última sexta-feira em decorrência de uma operação da Prefeitura contra a venda de produtos piratas. "Não é uma ação contra os comerciantes, é uma ação de enfrentamento contra o crime. Estão envolvidos nessa ação Polícia Militar, Polícia Civil, Ministério Público Federal e Ministério Público Estadual para enfrentar aqueles que criminosamente assumiram aquela área explorando pes-

soas humildes", disse Kassab. Segundo a Prefeitura, das 36 lojas vistoriadas, sete comercializavam produtos ilegais. Foram apreendidos 23 mil produtos (roupas, óculos, relógios e bolsas) nessa primeira fase da operação, que consiste em identificar a documentação pessoal dos lojistas e dos produtos e na apreensão de mercadorias ilegais. No dia do fechamento da feira, o secretário municipal de Segurança Urbana, Edson Ortega, estimou que 50% dos 2.897 comércios estavam em situação irregular. A operação foi preparada durante dois meses e contou com dezenas de agentes que trabalharam à paisana para coletar dados soEvelson Freitas/AE

Ó RBITA

RODOANEL

O

trecho oeste do Rodoanel foi interditado na manhã de ontem na altura do km 24, em Osasco, após a queda de uma carreta na rodovia Raposo Tavares (foto). O acidente ocorreu por volta das 12h30, quando o motorista trafegava no sentido Castello Branco. Ele disse que foi fechado por outro veículo e perdeu o controle. O veículo bateu na proteção do viaduto sobre a Raposo Tavares, quebrou o concreto e caiu de frente. Mesmo com o impacto, o motorista saiu sozinho do veículo e não teve ferimentos graves. Ele foi atendido pela própria concessionária que administra a via. Com a ajuda de um guindaste, a carreta foi retirada do viaduto e posicionada na pista marginal da Raposo Tavares. (Folhapress)

bre os ambulantes. Entre os problemas apontados estão a venda de produtos de origem desconhecida, a venda de produtos falsificados e a presença de trabalhadores estrangeiros sem documentação legal. Protesto – Durante o fim de semana, um grupo de comerciantes protestou contra o fechamento da feira e chegou a bloquear a avenida do Estado, na região central. Houve desentendimento entre os manifestantes e guardas civis. Ontem, um novo grupo, com cerca de 400 pessoas, voltou a protestar, mas, de acordo com a PM, desta vez pacificamente. Não foram registrados incidentes. (Folhapress)


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BV Leasing - Arrendamento Mercantil S.A. CNPJ 01.858.774/0001-10 Al. Rio Negro, nº161 - 12º andar, sala A, Cond. West Point, Alphaville Industrial - Barueri - SP

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO - 1º SEMESTRE DE 2011 Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações contábeis da BV Leasing - Arrendamento Mercantil S.A. (“BV Leasing”), relativas aos semestres findos em 30 de junho de 2011 (1S11) e 2010 (1S10), acompanhadas das respectivas notas explicativas e do parecer dos auditores independentes. Dentro de uma estratégia de diversificação de produtos, a BV Leasing está focada na concessão de operações de arrendamento a pessoas físicas no segmento de veículos. As operações são conduzidas no contexto de

um conjunto de instituições que atuam integradamente no mercado financeiro, inclusive em relação ao gerenciamento de riscos. A BV Leasing, focada principalmente em operações de arrendamento de veículos a pessoas físicas, encerrou o 1S11 com carteira de crédito de R$3,9 bilhões, ante R$4,4 bilhões no mesmo período de 2010. A redução observada está consistente com a retração na carteira de Leasing - pessoa física do mercado, que reduziu 33% nos últimos doze meses, conforme dados do Banco Central. Essa redução está associada à preferência do mercado por financiar veículos através de operações de crédito direto ao consumidor (CDC).

Em junho de 2011, o patrimônio líquido atingiu R$1.313 milhões (R$1.304 milhões em 2010). Nos semestres findos em 30 de junho de 2011 e 2010, não foram prestados pelos auditores independentes serviços não relacionados à auditoria externa em patamar superior a 5% do total dos honorários relativos aos serviços de auditoria externa. Agradecemos aos nossos acionistas, clientes, parceiros e colaboradores pelo sucesso alcançado neste semestre. São Paulo, 04 de agosto de 2011 A Diretoria

BALANÇOS PATRIMONIAIS - em 30 de Junho de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais) Ativo Circulante Disponibilidades Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Carteira própria Instrumentos financeiros derivativos Operações de arrendamento mercantil Arrendamento a receber - Setor privado Rendas a apropriar de arrendamento mercantil Adiantamentos a Fornecedores por conta de subarrendamentos Provisão para créditos de arrendamento mercantil de liquidação duvidosa Outros créditos Diversos Outros valores e bens Bens não de uso próprio Despesas antecipadas Realizável a longo prazo Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Instrumentos financeiros derivativos Operações de arrendamento mercantil Arrendamento a receber - Setor privado Rendas a apropriar de arrendamento mercantil Provisão para créditos de arrendamento mercantil de liquidação duvidosa Outros créditos Diversos Outros valores e bens Despesas antecipadas Permanente Investimentos Outros investimentos Imobilizado de uso Outras imobilizações de uso Depreciações acumuladas Imobilizado de arrendamento Bens Arrendados Superveniência de depreciação Depreciações acumuladas Diferido Gastos de organização e expansão Amortização acumulada Total do ativo

2011 2.493.482 4.825 2.332.371 2.143.267 189.104 (77.209) 1.255.199 (1.251.178) 1.021 (82.251) 210.979 210.979 22.516 7.862 14.654 19.349.765 18.684.006 18.684.006 (87.308) 1.773.130 (1.758.683) (101.755) 744.895 744.895 8.172 8.172 6.631.888 2.433 2.433 – 186 (186) 6.625.518 6.449.923 3.573.122 (3.397.527) 3.937 7.977 (4.040) 28.475.135

2010 19.719.805 6.231 19.555.687 1.998.849 17.556.838 (13.689) 772.446 (758.374) 4.251 (32.012) 160.229 160.229 11.347 8.707 2.640 1.072.545 216.785 216.785 (47.248) 1.961.841 (1.961.841) (47.248) 898.982 898.982 4.026 4.026 6.647.332 3.008 3.008 – 186 (186) 6.639.052 6.385.341 2.498.887 (2.245.176) 5.272 8.375 (3.103) 27.439.682

Passivo Circulante Recursos de aceites e emissão de títulos Recursos de debêntures Obrigações por empréstimos e repasses Repasses do País - Instituições oficiais FINAME Instrumentos financeiros derivativos Instrumentos financeiros derivativos Outras obrigações Sociais e estatutárias Fiscais e previdenciárias Credores por antecipação de valor residual Dívidas subordinadas Diversas Exigível a longo prazo Recursos de aceites e emissão de títulos Recursos de debêntures Obrigações por empréstimos e repasses Repasses do País - Instituições oficiais FINAME Instrumentos financeiros derivativos Instrumentos financeiros derivativos Outras obrigações Fiscais e previdenciárias Credores por antecipação de valor residual Diversas Patrimônio líquido Capital De domiciliados no País Reservas de capital Reservas de lucros Lucros acumulados

2011 4.123.316 1.478.978 1.478.978 851 851 851 1.088.241 1.088.241 1.555.246 – 285.306 1.250.528 – 19.412 23.038.796 20.722.547 20.722.547 22.986 22.986 22.986 112.199 112.199 2.181.064 381.732 1.791.449 7.883 1.313.023

2010 3.948.889 – – 602 602 602 1.603.374 1.603.374 2.344.913 7.691 205.296 733.948 1.375.370 22.608 22.186.510 19.114.477 19.114.477 30.044 30.044 30.044 653.880 653.880 2.388.109 474.933 1.901.043 12.133 1.304.283

998.800 – 312.297 1.926

996.200 2.600 282.409 23.074

28.475.135

Total do passivo

27.439.682

DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Semestres Findos em 30 de Junho de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais)

Saldos em 31 de dezembro de 2009 Lucro líquido Destinações do lucro líquido: Reserva legal Dividendos Saldos em 30 de junho de 2010 Saldos em 31 de dezembro de 2010 Integralização de capital Lucro líquido Destinações do lucro líquido: Reserva legal Saldos em 30 de junho de 2011

Capital social Capital realizado Aumento de capital Reservas de capital 996.200 – 2.600 – – – – – 996.200 996.200 2.600 –

– – – 2.600 (2.600) –

– 998.800

– –

Reservas de lucros Legal Expansão 22.994 257.796 – –

Lucros acumulados – 32.384

Total 1.279.590 32.384

– – 2.600 – – –

1.619 – 24.613 25.053 – –

– – 257.796 287.143 – –

(1.619) – (7.691) (7.691) 23.074 1.304.283 – 1.310.996 – – 2.027 2.027

– –

101 25.154

– 287.143

(101) – 1.926 1.313.023

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - Semestres Findos em 30 de Junho de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais) 1 Contexto operacional A BV Leasing - Arrendamento Mercantil S.A. é uma companhia de capital fechado que tem por objetivo social, principalmente, a realização de operações de arrendamento mercantil de veículos. As operações são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam integradamente no mercado financeiro, inclusive em relação ao gerenciamento de riscos, e certas operações têm a coparticipação ou a intermediação de instituições associadas, integrantes do sistema financeiro. Os benefícios dos serviços prestados entre essas instituições e os custos da estrutura operacional e administrativa são absorvidos segundo a praticabilidade e a razoabilidade de lhes serem atribuídos em conjunto ou individualmente. 2 Apresentação das demonstrações contábeis As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas da Lei das Sociedades por Ações e normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Em 28 de dezembro de 2007 foi promulgada a Lei n° 11.638/07, complementada pela Lei n° 11.941/09, as quais alteraram a Lei das Sociedades por Ações quanto às práticas contábeis adotadas no Brasil. Embora a referida lei já tenha entrado em vigor, algumas alterações por ela introduzidas dependem de normatização por parte do CMN. As alterações aprovadas pelo CMN, foram: 1) o tratamento contábil dos ativos intangíveis; 2) os procedimentos de mensuração do valor recuperável de ativos; 3) a elaboração do fluxo de caixa em substituição da demonstração das origens e aplicações de recursos; 4) a divulgação em notas explicativas às demonstrações contábeis, informações sobre partes relacionadas; 5) os procedimentos de reconhecimento, mensuração e divulgações de provisões, passivos e ativos contingentes; 6) pagamento baseado em ações; e 7) eventos subsequentes. Foram efetuadas reclassificações nos saldos de 30 de junho de 2010 da demonstração de resultado, visando permitir a comparabilidade das demonstrações contábeis, em decorrência da alteração da política interna de aglutinação de contas de receitas e despesas, tendo como objetivo principal proporcionar o melhor entendimento do resultado da Companhia. Na BV Leasing as principais reclassificações referem-se aos saldos anteriormente apresentados nas rubricas “Outras receitas operacionais” no montante de R$ 45.540 e “Outras despesas operacionais” no montante de R$ 55.589 para as rubricas que compõem o “Resultado bruto de intermediação financeira”. Divulgação Saldo Reclassificação reclassificado anterior Receitas com operações de arrendamento mercantil 1.350.848 (8.327) 1.342.521 Resultado com instrumentos financeiros derivativos 637.632 28.072 665.704 Despesas com operações de arrendamento mercantil (958.044) (55.525) (1.013.569) Outras despesas administrativas (32.157) 626 (31.531) Despesas tributárias (10.607) (691) (11.298) Outras receitas operacionais 48.963 (45.540) 3.423 Outras despesas operacionais (93.721) 55.589 (38.132) Resultado não operacional (2.283) 25.794 23.511 A emissão das demonstrações contábeis foram aprovadas pela Diretoria em 04 de agosto de 2011. 3 Gerenciamento de riscos A gestão de riscos tem suas políticas aderentes às melhores práticas de mercado e está em linha com as diretrizes definidas pelo CMN. Sua abrangência é no âmbito das instituições que compõem o Conglomerado Financeiro Votorantim (“Conglomerado”). Foram implementadas políticas, procedimentos e sistemas de gestão capazes de gerir, avaliar e mitigar os riscos inerentes aos seus negócios, proporcionando à Administração uma visão de todos os riscos. Risco de Mercado Risco de mercado é definido como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas. A gestão é feita de forma centralizada por uma área que mantém independência em relação à mesa de operações. Os procedimentos básicos adotados para o gerenciamento deste risco são: (a) integridade na precificação de ativos e derivativos; (b) avaliação do risco pela metodologia Value at Risk e pela simulação de cenários; e (c) acompanhamento de resultados diários com testes de aderência da metodologia (back-test). O Conglomerado realiza operações que envolvem instrumentos financeiros derivativos, atuando em mercados organizados e de balcão, com o objetivo de possibilitar uma gestão de risco de mercado adequada à sua política. Estes instumentos são utilizados para hedge de posições, para atender demanda de contrapartes e como meio de reversão de posições em momentos de grandes oscilações. Risco Operacional Risco operacional é definido como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, ou de eventos externos. Inclui também o risco legal associado à inadequação ou deficiência em contratos firmados pela instituição, bem como a sanções em razão de descumprimento de dispositivos legais e a indenizações por danos a terceiros decorrentes das atividades desenvolvidas. O processo de gestão tem início a partir da aplicação de uma metodologia própria no mapeamento dos riscos. As etapas do gerenciamento são: a identificação, a avaliação, o monitoramento, o controle e a mitigação dos riscos, a comunicação e o plano de ação. A conjunção das ações de mapeamento e monitoração dos riscos com as informações obtidas pelos registros das perdas incorridas permite uma melhoria contínua nas políticas e procedimentos adotados, bem como a redução dos riscos existentes. Risco de Crédito Risco de crédito consiste na possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, bem como à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, a vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação. Como parte do processo de gestão do risco de crédito, são realizados acompanhamentos das políticas, normas, processos, limites estabelecidos, além da análise dos riscos e submissão às alçadas e aos comitês aprovadores. A política de crédito é formulada com base em análise de indicadores internos da carteira e dos processos de precificação e avaliação de empresas, e em fatores externos, relacionados à situação financeira das empresas e à conjuntura econômica do País e do exterior. O Conglomerado realiza avaliações de risco de crédito das operações, determinadas através de modelos julgamentais e estatísticos. Ressalta-se que na identificação de deterioração da qualidade da carteira de crédito, são tomadas ações de mitigação de riscos, tais como, reavaliação do perfil de risco dos clientes e análises setoriais que influenciam na gestão de limites até a gestão e controle de garantias. Gestão de Ativos e Passivos O Comitê Operacional de Ativos e Passivos (ALM) é responsável pela gestão dos riscos estruturais de taxa de juros, taxa de câmbio e de liquidez, bem como a gestão do capital que busca otimizar a relação risco versus retorno e maior eficiência na composição dos fatores que impactam no Índice de Solvabilidade (Basileia). 4 Principais práticas contábeis a. Apuração do resultado As receitas e despesas são registradas de acordo com o regime de competência e são contabilizadas pelo critério “pro rata” dia, calculadas com base no método exponencial, exceto aquelas relacionadas a operações com o exterior, as quais são calculadas com base no método linear. b. Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades, aplicações em depósitos interfinanceiros e aplicações em operações compromissadas - posição bancada, com vencimento até 90 dias. c. Títulos e valores mobiliários Os títulos e valores mobiliários são registrados pelo valor efetivamente pago e classificados em função da intenção da Administração em três categorias distintas: i. Títulos para negociação: Títulos adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São ajustados pelo seu valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; ii. Títulos disponíveis para venda: Títulos que não se enquadrem para negociação nem como mantidos até o vencimento. São ajustados pelo seu valor de mercado em contrapartida à conta destacada do patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários; e iii. Títulos mantidos até o vencimento: Títulos adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Nesta categoria, os títulos não são ajustados ao seu valor de mercado. A metodologia de avaliação a mercado foi estabelecida com observância de critérios consistentes e verificáveis, que levam em consideração o preço médio de negociação no dia da apuração ou na falta desse, o valor de ajuste diário das operações de mercado futuro divulgados por fontes externas ou o valor líquido provável de realização obtido com a utilização de curvas de valores futuros de taxas de juros, taxas de câmbio, índice de preços e moedas, além de eventuais ajustes nos preços de títulos de baixa liquidez. Os rendimentos auferidos com os títulos e valores mobiliários, independentemente da categoria em que estão classificados, são calculados “pro rata” dia, com base na variação do indexador e na taxa de juros pactuados, pelo método exponencial ou linear, até a data do vencimento ou da venda definitiva do título, sendo reconhecidos diretamente no resultado do período.

d.

e.

f.

g.

h.

i.

j.

k.

Instrumentos financeiros derivativos Os instrumentos financeiros derivativos são avaliados pelo seu valor de mercado, com critérios consistentes e verificáveis, considerando o preço médio de negociação no dia da apuração, ou, na falta deste, metodologias convencionais e consagradas. As valorizações ou desvalorizações do seu valor de mercado são registradas em contas de receitas ou despesas dos respectivos instrumentos financeiros. Os instrumentos financeiros derivativos são classificados de acordo com a intenção da Administração, levando-se em consideração a sua finalidade. Os instrumentos financeiros utilizados para compensar, no todo ou em parte, os riscos decorrentes das exposições às variações no valor de mercado de ativos ou passivos são considerados instrumentos de proteção (“hedge”) e são classificados de acordo com a sua natureza em: i. Hedge de risco de mercado Os instrumentos financeiros classificados nessa categoria, bem como o item objeto de “hedge”, têm seus ajustes a valor de mercado registrados em contrapartida ao resultado do período; e ii. Hedge de fluxo de caixa Os instrumentos financeiros derivativos classificados nesta categoria, têm seus ajustes a valor de mercado registrados em conta destacada do Patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários. Os instrumentos financeiros derivativos que não atendam aos critérios de “hedge” têm seus ajustes a valor de mercado registrados diretamente no resultado do período. Para os instrumentos financeiros derivativos negociados em associação com operações de captação, tanto o derivativo como a captação estão contabilizados pelas condições intrínsecas contratadas, não sendo ajustados pelo valor de mercado. Hedge contábil A Companhia mantém instrumentos derivativos de hedge financeiro para proteger suas exposições de risco de variação de moeda estrangeira e taxa de juros. No momento da designação inicial do hedge, a Companhia formalmente documenta o relacionamento entre os instrumentos de hedge e os itens objeto de hedge, incluindo os objetivos de gerenciamento de riscos e a estratégia na condução da transação de hedge, juntamente com os métodos que serão utilizados para avaliar a efetividade do relacionamento de hedge, considerando métodos de cálculo convencionais e consagrados. A Companhia faz uma avaliação, tanto no início do relacionamento de hedge, como continuamente, se existe uma expectativa que os instrumentos de hedge sejam altamente eficazes na compensação de variações no valor justo dos respectivos itens objeto e hedge durante o período para o qual o hedge é designado, e se os resultados reais de cada hedge estão dentro da faixa de 80-125 por cento. Operações de arrendamento mercantil e provisão para créditos de liquidação duvidosa As operações de arrendamento mercantil são registradas na forma da Portaria MF nº 140/84 e ajustadas por provisão para superveniência ou insuficiência de depreciação, calculada com base no valor presente da carteira de arrendamento mercantil. As operações de arrendamento mercantil e outros créditos com características de concessão de crédito são classificadas de acordo com o julgamento da Administração quanto ao nível de risco, levando em consideração a conjuntura econômica, a experiência passada e os riscos específicos em relação à operação, aos devedores e garantidores, períodos de atraso, grupo econômico observando os parâmetros estabelecidos pelo CMN, que requer a análise da carteira e sua classificação em nove níveis, sendo AA (risco mínimo) e H (risco máximo). Com relação ao período de atraso verificado nas operações de varejo com prazo a decorrer superior a 36 (trinta e seis) meses, admite-se a contagem em dobro sobre os intervalos de atraso definidos para os nove níveis. As rendas das operações de arrendamento mercantil vencidas há mais de 60 dias, independentemente de seu nível de risco, somente são reconhecidas como receita quando efetivamente recebidas. As operações classificadas como nível H permanecem nessa classificação por 180 dias, quando então são baixadas contra a provisão existente e controladas em contas de compensação. As operações renegociadas são mantidas, no mínimo, no mesmo nível em que estavam classificadas, observando as regras da Resolução nº 2.682/CMN. As renegociações de operações de arrendamento mercantil que já haviam sido baixadas contra a provisão e que estavam em contas de compensação são classificadas como H e os eventuais ganhos provenientes da renegociação são reconhecidos como receita quando efetivamente recebidos. A provisão para créditos de liquidação duvidosa, considerada suficiente pela Administração, atende ao requisito mínimo estabelecido pela regulamentação vigente. As operações de arrendamento mercantil que são objetos de “hedge” de instrumentos financeiros derivativos, são avaliadas pelo seu valor de mercado utilizando critério consistente e verificável. Os ajustes de avaliação a valor de mercado dessas operações são registrados, quando positivos, em Outros Créditos - Diversos, e, quando negativos, em Outras Obrigações - Diversas, em contrapartida de Receitas de Arrendamento Mercantil. Despesas antecipadas São contabilizadas as aplicações de recursos em pagamentos antecipados, cujos benefícios ou prestação de serviços ocorrerão em períodos futuros. Estimativas contábeis A elaboração de demonstrações contábeis requer que a Administração use de julgamento na determinação e registro de estimativas contábeis, quando aplicável. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados, devido a imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. Itens significativos sujeitos a essas estimativas e premissas incluem avaliação de ativos e passivos financeiros e instrumentos financeiros derivativos pelo seu valor justo, análise de risco de crédito para determinação da provisão para créditos de liquidação duvidosa, assim como da análise sobre passivos contingentes. A Administração revisa as estimativas e premissas regularmente. Os principais valores reconhecidos nas Demonstrações Contábeis por meio das estimativas estão incluídos nas seguintes notas explicativas: nº 7 - Títulos e Valores Mobiliários; nº 8 - Instrumentos Financeiros Derivativos; nº 9 - Operações de Arrendamento Mercantil; e nº 40 - Ativos e Passivos Contingentes. Ativo permanente i. Os Investimentos são demonstrados pelo seu custo de aquisição e deduzidos de provisão para perda, quando aplicável; ii. O Imobilizado é demonstrado pelo custo de aquisição, deduzido da respectiva conta de depreciação. A depreciação é calculada pelo método linear, com base nas seguintes taxas anuais, de acordo com a vida útil-econômica estimada dos bens, sendo: • Instalações, móveis e equipamentos de uso - 10%; • Sistema de comunicação, segurança e transporte - 10%; e • Sistemas de processamento de dados - 20%. iii. O Imobilizado de arrendamento é demonstrado pelo custo de aquisição, deduzido pela respectiva depreciação calculada pelo método linear e de forma acelerada nos casos previstos na regulamentação vigente; iv. O Ativo Diferido é demonstrado pelo custo de aquisição ou formação, deduzido da respectiva amortização composto, basicamente, por gastos em imóveis de terceiros. A amortização é calculada pelo método linear, com base no prazo que o benefício é gerado. Durante o semestre, não houve aquisições em decorrência da regulamentação vigente; v. O Ativo Intangível inclui os direitos que tenham por objeto os bens incorpóreos, destinados à manutenção da companhia ou exercidos com essa finalidade. A amortização é calculada pelo método linear, com base no prazo que o benefício é gerado. Os ativos não financeiros estão sujeitos à avaliação do valor recuperável em períodos anuais. Imposto de renda e contribuição social O imposto de renda foi apurado com base na alíquota de 15%, acrescido de adicional de 10% e a contribuição social foi apurada com base na alíquota de 15%, ambas, aplicáveis ao lucro tributável. É reconhecido imposto de renda diferido, calculado à alíquota de 25%, sobre o ajuste da superveniência de depreciação da carteira de arrendamento mercantil. O crédito tributário de imposto de renda e de contribuição social é constituído de acordo com estudo de capacidade de realização preparado pela Administração. Ativos e passivos contingentes e obrigações legais O reconhecimento, a mensuração e a divulgação dos ativos contingentes, contingências passivas e obrigações legais são efetuados de acordo com os seguintes critérios: i. Ativos contingentes: São reconhecidos nas demonstrações contábeis somente quando da existência de evidências que propiciem a garantia de sua realização, sobre as quais não cabem mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo; ii. Passivos contingentes: São reconhecidos nas demonstrações contábeis quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e da Administração, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, com uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes classificados como de perdas possíveis não são reconhecidos contabilmente, devendo ser apenas divulgados nas notas explicativas, e os classificados como remotos não requerem provisão e divulgação; e

DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS Semestres Findos em 30 de Junho de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais, exceto o lucro líquido por ação) 2011 2.043.270 1.142.610 119.432 781.228 (2.043.910) (1.092.949) (751) (863.271) (86.939) (640) (24.931) 121 4.381 (5.130) (19.884) (11.286) 10.992 (4.125) (25.571) 30.023 4.452 (2.425) 172.753 (13.335) (161.843)

Receitas da intermediação financeira Operações de arrendamento mercantil Resultado de operações com títulos e valores mobiliários Resultado com instrumentos financeiros derivativos Despesas da intermediação financeira Operações de captação no mercado Operações de empréstimos, cessões e repasses Operações de arrendamento mercantil Provisão para créditos de liquidação duvidosa Resultado bruto da intermediação financeira Outras receitas/(despesas) operacionais Receitas de prestação de serviços Rendas de tarifas bancárias Despesas de pessoal Outras despesas administrativas Despesas tributárias Outras receitas operacionais Outras despesas operacionais Resultado operacional Resultado não operacional Resultado antes da tributação sobre o lucro e participações Imposto de renda e contribuição social Provisão para imposto de renda Provisão para contribuição social Ativo fiscal diferido Lucro líquido antes da participação de acionistas não controladores Lucro líquido do semestre Lucro líquido por ação - R$

2.027 2.027 3,97

2010 2.096.977 1.342.521 88.752 665.704 (1.999.584) (947.849) (1.267) (1.013.569) (36.899) 97.393 (66.259) – 15.705 (4.426) (31.531) (11.298) 3.423 (38.132) 31.134 23.511 54.645 (22.261) (223.706) (12.005) 213.450 32.384 32.384 63,45

DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA Semestres Findos em 30 de Junho de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais) Fluxos de caixa provenientes das operações Lucro líquido Ajustes ao lucro líquido: Depreciações e amortizações Superveniência de depreciação Provisão para crédito de liquidação duvidosa Provisão para passivos contingentes/obrig. legais Variações patrimoniais Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Operações de arrendamento mercantil Outros créditos Outros valores e bens Outras obrigações Recursos de aceites e emissão de títulos Obrigações por empréstimos e repasses Caixa gerado/(Utilizado) pelas operações Fluxos de caixa provenientes das atividades de financiamento Dividendos pagos Dívidas subordinadas Caixa gerado/(Utilizado) pelas atividades de financiamento Fluxos de caixa provenientes das atividades de investimento Alienação de imobilizado de uso e de arrendamento Alienações no diferido Aquisição de imobilizado de uso e de arrendamento Aquisição de investimentos Aplicações no diferido Outros Caixa Gerado/(Utilizado) pelas atividades de investimento Variação líquida de caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa no início do período Caixa e equivalentes de caixa no fim do período Aumento/(Redução) no caixa e equivalentes de caixa

2011

2010

2.027 521.796 839.479 (405.273) 86.939 651

32.384 108.751 939.270 (868.860) 36.899 1.442

(1.364.308) (9.433) 252.774 (18.685) (1.515.134) 2.304.825 (4.626) 169.236

(340.066) (12.450) (274.150) (2.177) 727.770 779.068 (2.917) 1.016.213

(2.091) – (2.091)

(7.691) (63.636) (71.327)

198.597 – (368.840) – (646) – (170.889) (3.744) 8.569 4.825 (3.744)

149.205 184 (1.092.197) (465) (1.401) 632 (944.042) 844 5.387 6.231 844

DEMONSTRAÇÕES DOS VALORES ADICIONADOS Semestres Findos em 30 de Junho de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais) 2011 1.997.723 2.043.270 4.502 (86.939) 6.867 30.023 (1.117.492) (19.882) (3) (5) (19.874) (2.187) (208) (5.051) (2.198) (3.320) (6.910) 860.349 (839.479) 20.870 20.870 20.870 4.249 3.918 18 313 14.594 883 11.286 2.425 2.027 – 2.027

Receitas Receita da intermediação financeira Receitas de prestação de serviços e tarifas bancárias Provisão para créditos de liquidação duvidosa Outras receitas/(despesas) Resultado não operacional Despesas da intermediação financeira Insumos adquiridos de terceiros Materiais, energia e outros Serviços de terceiros Outras Processamento de dados Propaganda e publicidade Serviços do sistema financeiro Serviços técnicos especializados Despesas com entidades ligadas Outras Valor Adicionado Bruto Despesas de amortização/depreciação Valor Adicionado Líquido produzido pela Entidade Valor Adicionado a distribuir Valor Adicionado distribuído Pessoal Salários e honorários Benefícios e treinamentos FGTS Impostos, Taxas e Contribuições INSS sobre salários Despesas tributárias (exceto IR e CS) Imposto de Renda/Contribuição Social Remuneração de Capitais Próprios Dividendos/juros sobre capital próprio Lucro retido

2010 2.064.585 2.096.977 15.705 (36.899) (34.709) 23.511 (1.023.415) (31.531) – (10) (31.521) (1.598) (221) (3.818) (4.914) (14.665) (6.305) 1.009.639 (939.270) 70.369 70.369 70.369 3.787 2.630 949 208 34.198 639 11.298 22.261 32.384 7.691 24.693

iii. Obrigações legais: Fiscais e Previdenciárias - São processos judiciais relacionados a obrigações tributárias, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da probabilidade de sucesso dos processos judiciais em andamento, têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis. l.

Outros ativos e passivos Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias e cambiais auferidas (em base “pro rata” dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos estão demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias e cambiais incorridas (em base “pro rata” dia).

5 Composição de caixa e equivalentes de caixa Disponibilidades Total

2011 4.825 4.825

2010 6.231 6.231

2011 4.825 4.825

2010 6.231 6.231

6 Disponibilidades Depósitos bancários Total 7 Títulos e valores mobiliários a.

Composição por categoria no País

Títulos para negociação No País Letras Financeiras do Tesouro Cotas de Fundos de Invest. Referenciados Total Títulos disponíveis para venda No País Cotas de FIDC Total

2011 Valor de Ganho/ mercado (perda) não (contábil) realizado 1.640.561 –

Valor de custo 1.640.561 49.193

Valor de custo 1.446.424

2010 Valor de mercado (contábil) 1.446.424

Ganho/ (perda) não realizado –

–

14.197

14.197

–

1.591.368 – 1.640.561 – 2011 Valor de Ganho/ mercado (perda) não (contábil) realizado 502.706 – 502.706 – 502.706 –

1.432.227 1.446.424

1.432.227 1.446.424 2010 Valor de mercado (contábil) 552.425 552.425 552.425

– –

49.193

1.591.368 1.640.561

Valor de custo 502.706 502.706 502.706

Valor de custo 552.425 552.425 552.425

Ganho/ (perda) não realizado – – –

b. Composição por carteira Carteira própria Total 8

2011 2.143.267 2.143.267

2010 1.998.849 1.998.849

2011 174.720 18.698.390 18.873.110

2010 21.580 17.752.043 17.773.623

1.200.440 1.200.440

2.257.254 2.257.254

Instrumentos financeiros derivativos a.

Composição em contas patrimoniais Ativo Diferencial a receber de swap Box de opção - Estratégia de Renda Fixa Total Passivo Diferencial a pagar de swap Total

b.

Composição dos contratos de swap por indexador Valor original Posição ativa 26.716.811 DI 23.345.745 Dólar 1.183.533 Prefixado 2.187.533 Posição passiva 26.716.811 DI 3.371.066 Dólar – Prefixado 23.345.745 Diferencial – líquido

2011 Valor de custo 29.709.715 25.624.113 1.496.349 2.589.253

Valor de mercado 29.693.394 25.624.142 1.496.349 2.572.903

Valor original 26.474.403 21.845.421 1.469.633 3.159.349

2010 Valor de custo 30.252.320 25.010.675 1.909.031 3.332.614

Valor de mercado 30.238.489 25.010.675 1.910.143 3.317.671

30.828.186 5.074.473 – 25.753.713

30.719.114 5.074.473 – 25.644.641

26.474.403 4.628.983 130.261 21.715.159

32.290.937 5.876.279 156.990 26.257.668

32.474.163 5.876.279 158.566 26.439.318

(1.118.471)

(1.025.720)

–

(2.038.617)

(2.235.674)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 9 de agosto de 2011

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BV Leasing - Arrendamento Mercantil S.A. CNPJ 01.858.774/0001-10 Al. Rio Negro, nº161 - 12º andar, sala A, Cond. West Point, Alphaville Industrial - Barueri - SP

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - (Em milhares de Reais) c.

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Composição dos contratos de Box de opção - estratégia de Renda fixa 2011 2010 Valor de Valor de mercado/ mercado/ Valor Valor Exposição Exposição a contratado contratado a risco risco Risco prefixado Posição ativa Compra de Call com limite de alta 6.098.629 4.385.520 6.543.596 3.835.064 Compra de Put com limite 11.249.486 14.312.870 7.097.285 13.916.979 de baixa 17.348.115 18.698.390 13.640.881 17.752.043 Total Risco dólar Posição ativa Compra de Call com limite de alta 14.155.568 14.043.949 14.155.568 14.043.949 Total Posição passiva Compra de Put com limite de baixa 14.155.568 14.043.949 14.155.568 14.043.949 Total d. Instrumentos financeiros derivativos segregado por local de negociação Posição ativa 2011 2010 Operações em Bolsa 18.873.110 17.773.623 Balcão 18.873.110 17.773.623 Instituições financeiras 18.873.110 17.773.623 Total Posição passiva Operações em Bolsa 1.200.440 2.257.254 Balcão 1.200.440 2.257.254 Instituições financeiras 1.200.440 2.257.254 Total Operações de arrendamento mercantil e provisão para créditos de liquidação duvidosa a. Composição das operações por modalidade e parcelas vencidas e vincendas 2011 2010 Recursos Internos Arrendamentos a receber 3.028.329 2.734.287 Rendas a apropriar de arrendamento mercantil (3.009.861) (2.720.215) Imobilizado de arrendamento 3.052.396 4.140.165 Superveniência de depreciação 3.573.122 2.498.887 Diferido de arrendamento 3.937 5.272 Custos financiados 299.867 345.370 (3.041.977) (2.634.991) Credores por antecipação de valor residual 3.905.813 4.368.775 Valor presente dos contratos com valor residual Parcelas vencidas (a partir de 15 dias) 92.185 31.722 3.813.628 4.337.053 Parcelas vincendas 3.905.813 4.368.775 Total de parcelas No semestre, a Instituição registrou resultado com superveniência de depreciação no montante de R$ 405.272 (R$ 868.860 em 2010), classificada na demonstração do resultado em “Receitas de operações de arrendamento mercantil”. b. Concentração das operações 2011 2010 Dez maiores devedores 51.905 22.291 Cinquenta seguintes maiores devedores 59.783 27.714 Cem seguintes maiores devedores 32.705 23.080 3.761.420 4.295.690 Demais clientes 3.905.813 4.368.775 Total c. Composição das operações por setor de atividade econômica 2011 2010 Pessoas jurídicas 250.705 182.545 Setor privado 250.705 182.545 Indústria 83 213 Comércio 589 1.669 Serviços 250.033 180.663 3.655.108 4.186.230 Pessoas físicas 3.905.813 4.368.775 Total d. Composição das operações nos correspondentes níveis de risco 2011 2010 Curso Operações Total das Curso Operações Total das Nível de risco Normal Vencidas Operações Normal Vencidas Operações A 3.350.131 – 3.350.131 4.001.504 – 4.001.504 B – 163.470 163.470 – 151.448 151.448 C – 115.038 115.038 – 88.362 88.362 D – 59.969 59.969 – 41.690 41.690 E – 47.352 47.352 – 29.321 29.321 F – 36.795 36.795 – 19.866 19.866 G – 31.629 31.629 – 14.651 14.651 151 101.278 101.429 73 21.860 21.933 H 3.350.282 555.531 3.905.813 4.001.577 367.198 4.368.775 Total e. Constituição da provisão para créditos de liquidação duvidosa por nível de risco Nível de risco % Provisão 2011 2010 A 0,5 16.751 20.008 B 1 1.635 1.514 C 3 3.451 2.651 D 10 5.997 4.169 E 30 14.205 8.796 F 50 18.398 9.933 G 70 22.140 10.256 H 100 101.429 21.933 184.006 79.260 Total 4,71% 1,81% Percentual sobre carteira f. Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa no semestre 2011 2010 Saldo inicial 100.183 54.390 Constituições/(reversões) 86.939 36.899 (3.116) (12.029) Baixas para prejuízo 184.006 79.260 Saldo final g. Avaliação a valor de mercado Foi procedida a avaliação a valor de mercado da carteira de arrendamentos, conforme determina a Resolução nº 3.082/02 do BACEN. A referida avaliação considera o respectivo “hedge” em instrumentos financeiros derivativos, refletindo os efeitos da variação da taxa de juros na carteira de arrendamento, de acordo com o fluxo de vencimento das parcelas, em contrapartida aos ajustes ocorridos no referido mercado de derivativos. Em 30 de junho de 2011, a avaliação desses ativos gerou ajuste positivo não realizado, no montante de R$ 32.047 (R$ 91.668 em 2010 - Ajuste positivo) registrado em Outros créditos - Diversos. h. Informações complementares 2011 2010 Montante de créditos renegociados no período 1.197 242 Montante de créditos recuperados, baixados como prejuízo 3.764 2.472 Outros créditos - Diversos 2011 2010 Adiantamentos a fornecedores 116 – Cheques a receber 38 23 Crédito tributário de impostos e contribuições 604.157 607.902 Devedores por depósitos em garantia 4.559 3.476 Impostos e contribuições a compensar 14.979 10.572 Impostos e contribuições a recuperar 3 – Ajuste a mercado op. de arrendamento 32.047 91.668 Custos associados op. de arrendamento 299.867 345.370 108 200 Outros 955.874 1.059.211 Total Outros valores e bens 2011 2010 Comissões por intermediação de operações 12.009 4.337 Despesas de emissão de títulos 1.561 2.327 Despesas de serviços do sistema financeiro 4 2 Outras despesas administrativas (a) 9.252 – 7.862 8.707 Bens não de uso próprio 30.688 15.373 Total (a) Refere-se, basicamente, aos impostos e multas de bens arrendados, a serem ressarcidos pelos arrendatários. Investimentos 2011 2010 Investimentos por incentivos fiscais 3.639 3.640 (1.206) (632) Provisão para perdas 2.433 3.008 Total Imobilizado de arrendamento 2011 2010 Depreciação Custo Acumulada Saldo Líquido Saldo Líquido Veículos 6.342.381 (3.382.467) 2.959.914 4.118.160 Aeronaves 4.861 (174) 4.687 – Instalações 1.628 (230) 1.398 405 Máquinas e equipamentos 81.506 (10.898) 70.608 17.567 Sistema de processamento de dados 18.305 (3.589) 14.716 3.288 Móveis 1.215 (167) 1.048 745 27 (2) 25 – Outros 6.449.923 (3.397.527) 3.052.396 4.140.165 Total 2011 2010 Saldo inicial 3.720.423 4.135.765 Aquisições 368.840 1.092.197 Alienações (198.597) (149.205) (838.270) (938.592) Depreciação 3.052.396 4.140.165 Saldo final Diferido 2011 2010 Amortização Custo Saldo Líquido Saldo Líquido Acumulada 7.977 (4.040) 3.937 5.272 Perdas em arrendamentos a amortizar 7.977 (4.040) 3.937 5.272 Total 2011 2010 Saldo inicial 4.500 4.733 Aquisições 646 1.401 Alienações – (184) (1.209) (678) Amortização 3.937 5.272 Saldo final Em 30 de junho de 2011, não foi verificada a existência de ativos relevantes que indique perda de desvalorização. Recursos de aceites e emissão de títulos 2011 2010 Debêntures Com variação cambial (a) 1.478.978 1.699.555 Pós-fixado (b) 19.193.698 16.042.903 1.528.849 1.372.019 Pós-fixado (c) 22.201.525 19.114.477 Total (a) Taxa de atualização em 2011: PTAX+12,0436% a.a. (b) Taxa de atualização em 2011: DI (c) Taxa de atualização em 2011: DI + 0,35% a.a. Obrigações por empréstimos e repasses 2011 2010 Repasses do País - FINAME 23.837 30.646 Pós-fixado (a) 23.837 30.646 Total (a) Taxa de atualização em 2011: TJLP + encargos financeiros de até 11,5% a.a. Outras obrigações - Sociais e Estatutárias 2011

2010

Dividendos e bonificações a pagar

–

7.691

Total

–

7.691

18 Outras obrigações - Fiscais e Previdenciárias Provisão para impostos e contribuições diferidos Impostos e contribuições sobre o lucro a pagar Impostos e contribuições sobre serviços de terceiros Impostos e contribuições sobre salários PIS COFINS ISS Total 19 Outras obrigações - Dívidas subordinadas

2011 648.128 16.988 139 42 215 1.330 196 667.038 2011

Debêntures Pós-fixado (a) Total (a) Taxa de atualização em 2010: DI + 0,5% a.a. 20 Outras obrigações - Diversas

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– –

2010 669.461 8.829 325 55 195 1.198 166 680.229 2010 1.375.370 1.375.370

2011 2010 Provisão para despesas de pessoal 56 540 Provisão para despesas administrativas 1.258 1.481 Provisão para passivos contingentes 3.057 4.402 Comissões por intermediação de operações 1.380 2.093 Valores a pagar sociedades ligadas 59 254 Operações de arrendamentos a liberar 1.824 2.942 Acordo comercial 12.133 17.733 7.528 5.296 Outras (a) 27.295 34.741 Total (a) Refere-se, basicamente, aos valores a processar oriundos do fluxo operacional da carteira de arrendamento mercantil. Patrimônio líquido a. Capital social O capital social, subscrito e integralizado, é representado por 510.404 ações ordinárias, sem valor nominal. Conforme Assembléia Geral Extraordinária, realizada em 22 de dezembro de 2010, foi deliberada e aprovada a destinação dos saldos de reserva de capital constituídas por subvenções de incentivos fiscais e atualização de títulos patrimoniais para aumento de capital, no montante de R$ 2.600. O aumento de capital foi homologado pelo BACEN em 10 de junho de 2011. b. Reserva de lucros Reserva legal Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do período, até atingir o limite de 20% do capital social. A reserva legal poderá deixar de ser constituída quando acrescida do montante das reservas de capital exceder 30% do capital social. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital ou para compensar prejuízos. Reserva de expansão Para cumprimento das exigências estabelecidas na legislação societária e regras do BACEN, no encerramento do exercício, a Administração propõe que, no encerramento do exercício, a parcela do lucro não distribuído seja destinado para “Reserva para Expansão”. O saldo de reserva está à disposição dos acionistas para deliberação futura em Assembléia Geral. Balanço patrimonial por faixas de vencimento A demonstração do “balanço patrimonial por faixas de vencimento” foi elaborada considerando o prazo de vencimento dos ativos e passivos, independente da categoria em que estão classificados. Dos ativos e passivos de prazo indeterminado, classificam-se as operações ativas no realizável a longo prazo e as operações passivas no passivo circulante. O ativo permanente e o patrimônio líquido estão sendo apresentados como “acima de 5 anos”. Na demonstração “Balanço Patrimonial”, os títulos e valores mobiliários classificados na categoria “Títulos para negociação” são apresentados como Ativo Circulante, independentemente dos prazos de vencimento. As operações de arrendamento mercantil estão apresentadas pelo método financeiro, que consiste na reclassificação do imobilizado de arrendamento para a rubrica de operações de arrendamento mercantil, reduzido do valor residual recebido antecipadamente. a. Ativo Acima Até 90 De 91 a De 1 a De 3 a de Total dias 360 dias 3 anos 5 anos 5 anos Disponibilidades 4.825 – – – – 4.825 Títulos e valores mobiliários 2.094.074 – 32.538 16.655 – 2.143.267 Títulos para negociação 1.591.368 – 32.538 16.655 – 1.640.561 Títulos disponíveis para venda 502.706 – – – – 502.706 Instrumentos financeiros derivativos 3.783 185.321 18.682.808 1.198 – 18.873.110 Diferencial de Swap 3.783 11.413 158.326 1.198 – 174.720 Box de opção – 173.908 18.524.482 – – 18.698.390 Operações de arrend. mercantil 3.161.084 252.865 414.855 76.864 145 3.905.813 Provisão para créditos de liq. duvidosa (46.466) (35.785) (84.101) (17.648) (6) (184.006) Outros créditos 33.212 55.672 561.048 7.094 2 657.028 Diversos 33.212 55.672 561.048 7.094 2 657.028 Outros valores e bens 19.404 3.112 4.949 3.223 – 30.688 – – – – 2.433 2.433 Permanente 5.269. 916 461.185 19.612.097 87.386 2.574 25.433.158 Total b. Passivo Até 90 De 91 a De 1 a De 3 a Acima de Total dias 360 dias 3 anos 5 anos 5 anos Recursos de aceites e emissão de títulos – 1.478.978 1.528.849 – 19.193.698 22.201.525 Obrigações por emprést. e repasses 183 668 11.302 11.684 – 23.837 Instrumentos financeiros derivativos 12.660 1.075.581 102.076 10.118 5 1.200.440 Diferencial de Swap 12.660 1.075.581 102.076 10.118 5 1.200.440 Outras obrigações 97.685 207.033 325.940 63.141 534 694.333 Fiscais e previdenciárias 83.685 201.621 318.057 63.141 534 667.038 Diversas 14.000 5.412 7.883 – – 27.295 – – – – 1.313.023 1.313.023 Patrimônio líquido 110.528 2.762.260 1.968.167 84.943 20.507.260 25.433.158 Total Receitas de operações de arrendamento mercantil 2011 2010 Rendas com contraprestação 393.067 343.369 Lucro na alienação de bens arrendados 314.016 107.495 Rendas com superveniência de depreciação 405.272 868.860 30.255 22.797 Outros 1.142.610 1.342.521 Total Resultado de operações com títulos e valores mobiliários 2011 2010 Títulos de renda fixa 4.502 65 114.930 88.687 Aplicações em fundos de investimento 119.432 88.752 Total Resultado com instrumentos financeiros derivativos 2011 2010 Contratos de swap (194.454) (134.833) Box de opções 1.010.043 772.465 (34.361) 28.072 Outros 781.228 665.704 Total Despesas de operações de captação no mercado 2011 2010 (1.092.949) (947.849) Debêntures (1.092.949) (947.849) Total Despesas de operações de empréstimos, cessões e repasses 2011 2010 (751) (1.267) Repasses FINAME (751) (1.267) Total Despesas de operações de arrendamento mercantil 2011 2010 Depreciação de bens arrendados (838.271) (938.593) Amortização de bens arrendados (1.208) (677) Prejuízo na alienação bens arrendados (268) (35) (23.524) (74.264) Outros (863.271) (1.013.569) Total Receitas de tarifas bancárias 2011 2010 4.236 15.396 Pessoa física Confecção de cadastro 3.493 13.762 Aditamentos contratuais 341 556 Avaliação de Bens 402 1.078 145 309 Pessoa jurídica Confecção de cadastro 136 299 9 10 Outros 4.381 15.705 Total Despesas de pessoal 2011 2010 Honorários (1.317) (1.344) Benefícios (18) (944) Encargos sociais (1.196) (847) Proventos (2.599) (1.286) – (5) Treinamento (5.130) (4.426) Total Outras despesas administrativas 2011 2010 Água, energia e gás (3) – Processamento de dados (2.187) (1.598) Propaganda e publicidade (208) (221) Serviços do sistema financeiro (5.051) (3.818) Serviços de terceiros (5) (10) Serviços técnicos especializados (2.198) (4.914) Emolumentos judiciais e cartório (3.688) (3.231) Serviços técnicos especializados - partes relacionadas (3.320) (14.665) (3.224) (3.074) Outras (a) (19.884) (31.531) Total (a) Refere-se, basicamente, aos impostos e multas de bens arrendados, a serem ressarcidos pelos arrendatários. Despesas tributárias 2011 2010 ISS (1.108) (947) PIS (1.419) (1.349) COFINS (8.732) (8.304) (27) (698) Outros (11.286) (11.298) Total Outras receitas operacionais 2011 2010 Ressarcimento de custos associados 10.045 2.800 Atualização monetária de ativos 217 483 730 140 Reversão de passivos contingentes 10.992 3.423 Total Outras despesas operacionais 2011 2010 Custos associados à produção (2.329) (36.043) Provisão para passivos contingentes (651) (1.442) Indenizações Cíveis (758) (152) (387) (495) Outras (4.125) (38.132) Total Resultado não operacional 2011 2010 Resultado de bens não de uso 28.926 22.644 1.097 867 Outros 30.023 23.511 Total

36 Imposto de renda e contribuição social a. Encargos devidos sobre as operações 2011 2010 Lucro antes do imposto de renda, da contribuição social, e das partici4.452 54.645 pações (1.781) (21.858) Encargos à alíquota nominal vigente (15.207) 12.477 Exclusões/(adições) Prejuízo fiscal de IR (72.370) (202.903) Ajuste a mercado de derivativos 4.004 (2.114) Ajuste a mercado de arrendamento mercantil (13.744) 11.229 Provisão para créditos de liq. duvidosa (33.529) (9.947) Provisão para contingências (242) (600) Superveniência/Insuficiência de depreciação 101.318 217.215 Outros (644) (403) (16.988) (9.381) Imposto de renda e contribuição social corrente 176.406 (226.330) Imposto de renda e contribuição social diferido 159.418 (235.711) Imposto de renda e contribuição social total b. Imposto de renda e contribuição social diferidos com efeito sobre o resultado no semestre 2011 2010 Crédito tributário Adições/(exclusões) Prejuízo fiscal de IR 72.370 202.903 Provisão para créditos de liq. duvidosa 33.529 9.947 Provisão para contingências 242 600 (267.984) – Compensação Superveniência/Insuficiência - Depreciação (161.843) 213.450 Total 2011 2010 Obrigação fiscal diferida Adições/(exclusões) Ajuste a mercado de derivativos (4.004) 2.114 Ajuste a mercado de operações de arrendamento mercantil 13.744 (11.229) Compensação Superveniência/Insuficiência - Depreciação 267.984 – (101.318) (217.215) Superveniência de depreciação 176.406 (226.330) Total c. Imposto de renda e contribuição social diferidos com efeito sobre contas patrimoniais no semestre 2011 2010 Ativo (Outros créditos - diversos) Saldo inicial 766.000 394.452 Prejuízo fiscal de IR 72.370 202.903 Compensação Superveniência/Insuficiência - Depreciação (267.984) – Provisão para créditos de liq. duvidosa 33.529 9.947 242 600 Provisão para contingências 604.157 607.902 Saldo final Passivo (Outras obrigações - Fiscais e previdenciárias) Saldo inicial 824.534 443.131 Compensação Superveniência/Insuficiência - Depreciação (267.984) – Ajuste a mercado de derivativos 4.004 (2.114) Ajuste a mercado de operações de arrendamento mercantil (13.744) 11.229 101.318 217.215 Superveniência de depreciação 648.128 669.461 Saldo final d. Composição do crédito tributário 2011 2010 Prejuízo fiscal de IR 797.143 574.529 Provisão para créditos de liq. duvidosa 73.961 32.062 Provisão para contingências 1.037 1.311 (267.984) – Superveniência/Insuficiência de depreciação 604.157 607.902 Total e. Expectativa de realização do crédito tributário Valor nominal Valor presente Em 2011 40.572 38.238 Em 2012 39.285 32.855 Em 2013 128.888 95.711 Em 2014 139.826 92.398 Em 2015 169.645 100.014 85.941 45.235 A partir de 2016 604.157 404.451 Total No 1º semestre de 2011 observou-se a realização de créditos tributários no montante de R$ 196.861 correspondente a 47% da respectiva projeção de utilização para o período de 2011 que constava no estudo técnico elaborado em 31 de dezembro de 2010. f. Composição de obrigações fiscais diferidas 2011 2010 Ajuste a mercado de derivativos 10.013 8.072 Ajuste a mercado de operação de arrendamento mercantil 12.819 36.667 Superveniência de depreciação 625.296 624.722 648.128 669.461 Total 37 Partes relacionadas As operações entre partes relacionadas são efetuadas a valores, prazos e taxas médias usuais de mercado, vigentes nas respectivas datas e em condições de comutatividade. As partes relacionadas compreendem basicamente o Banco Votorantim S.A., BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento e a BV Sistemas de Tecnologia da Informação S.A.. a. Sumário das transações com partes relacionadas Em 30 de junho de 2011, os saldos das operações ativas, passivas, de receitas e despesas envolvendo partes relacionadas são os seguintes: 2011 2010 Ativos Disponibilidades 620 739 Instrumentos financeiros derivativos 18.708.559 16.171.137 Passivos Recursos de aceites e emissão de títulos 19.193.310 16.042.903 Outras obrigações 59 7.945 Receitas Resultado de instrum. financeiros derivativos 1.051.539 656.965 Despesas Operações de captação no mercado (959.366) (658.613) Outras despesas administrativas (3.332) (15.695) Outras despesas operacionais (2.329) (26.028) b. Remuneração de pessoal-chave da Administração Em 30 de junho de 2011, a Companhia despendeu o montante de R$ 5.036 como remuneração às pessoas-chave da Administração. Honorários 1.317 Gratificações 2.542 1.177 Encargos sociais 5.036 Total c. Benefícios a empregados Não existe benefícios pós-emprego, tais como pensões, outros benefícios de aposentadoria, seguro de vida e assistência médica pós-emprego, outros benefícios de longo prazo a empregados e administradores, incluindo licença por anos de serviço ou outras licenças, jubileu ou outros benefícios por anos de serviço, remuneração baseada em ações e benefícios de rescisão de contrato de trabalho com exceção dos previstos em acordo coletivo da categoria. 38 Valor de mercado O valor contábil e de mercado dos principais instrumentos financeiros são: 2011 2010 Valor Valor de Valor Valor de Contábil Mercado Contábil Mercado Ativo Circulante e realizável a longo prazo Títulos e valores mobiliários 2.143.267 2.143.267 1.998.849 1.998.849 Instrumentos financeiros derivativos 18.873.110 18.873.110 17.773.623 17.773.623 Operações de arrendamento mercantil 3.905.813 3.905.813 4.368.775 4.368.775 Passivo Circulante e exigível a longo prazo Recursos de aceites e emissão de títulos 22.201.525 22.243.944 19.114.477 19.114.477 Obrigações por empréstimos e repasses 23.837 23.837 30.646 30.646 Instrumentos financeiros derivativos 1.200.440 1.248.958 2.257.254 2.259.288 Outras obrigações - Dívida subordinada – – 1.375.370 1.375.370 39 Análise de sensibilidade A BV Leasing gerencia seus instrumentos financeiros derivativos buscando limitar oscilações de mercado decorrentes dos principais fatores de risco a que sua carteira de ativos e passivos está sujeita, tais como, exposições a taxas de juros prefixadas em reais, moedas estrangeiras e seus respectivos cupons. Na gestão de oscilações dos fatores de riscos de mercado da carteira de arrendamento mercantil, a BV Leasing utiliza instrumentos financeiros derivativos contratados com terceiros. A análise de sensibilidade envolveu todas as operações com instrumentos financeiros e mercadorias, inclusive os derivativos, com intenção de Negociação (Trading) e Não Negociação (Banking). Nos quadros a seguir, encontram-se sintetizados os resultados para a Carteira de Negociação (Trading), apresentando os valores observados em 30 de junho de 2011: Cenário I Fator de Risco Conceito Variação de Taxas Resultado Taxa Prefixada Risco de variação das taxas prefixadas de juros Aumento – Cupons de moedas estrangeiras Risco de variação de cupom cambial Aumento – Variação cambial (1) Risco de variação das taxas de câmbio Aumento – TJLP Risco de variação de cupons de TJLP Aumento – TR/TBF Risco de variação de cupom de TR e TBF Aumento – Índices de preços Risco de variação de cupons de índices de preços Aumento – Cenário II Fator de Risco Conceito Variação de Taxas Resultado Taxa Prefixada Risco de variação das taxas prefixadas de juros Aumento – Cupons de moedas estrangeiras Risco de variação de cupom cambial Aumento – Variação cambial (1) Risco de variação das taxas de câmbio Aumento – TJLP Risco de variação de cupons de TJLP Aumento – TR/TBF Risco de variação de cupom de TR e TBF Aumento – Índices de preços Risco de variação de cupons de índices de preços Aumento – Cenário III Fator de Risco Conceito Variação de Taxas Resultado Taxa Prefixada Risco de variação das taxas prefixadas de juros Aumento – Cupons de moedas estrangeiras Risco de variação de cupom cambial Aumento – Variação cambial (1) Risco de variação das taxas de câmbio Aumento – TJLP Risco de variação de cupons de TJLP Aumento – TR/TBF Risco de variação de cupom de TR e TBF Aumento – Índices de preços Risco de variação de cupons de índices de preços Aumento – (1) Valores líquidos de efeitos fiscais. Nos quadros a seguir, encontram-se sintetizados os resultados para a Carteira de Não Negociação (Banking), composta por títulos públicos e privados, instrumentos financeiros derivativos e recursos captados, apresentando os valores observados em 30 de junho de 2011: Cenário I Fator de Risco Conceito Variação de Taxas Resultado Taxa Prefixada Risco de variação das taxas prefixadas de juros Aumento 4.191 Cupons de moedas estrangeiras Risco de variação de cupom cambial Aumento – Variação cambial (1) Risco de variação das taxas de câmbio Aumento – TJLP Risco de variação de cupons de TJLP Aumento – TR/TBF Risco de variação de cupom de TR e TBF Aumento – Índices de preços Risco de variação de cupons de índices de preços Aumento –


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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terça-feira, 9 de agosto de 2011

BV Leasing - Arrendamento Mercantil S.A. CNPJ 01.858.774/0001-10 Al. Rio Negro, nº161 - 12º andar, sala A, Cond. West Point, Alphaville Industrial - Barueri - SP

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - (Em milhares de Reais) Cenário II Conceito Risco de variação das taxas prefixadas de juros

Fator de Risco Taxa Prefixada Cupons de moedas estrangeiras Variação cambial (1) TJLP TR/TBF Índices de preços

Fator de Risco Taxa Prefixada Cupons de moedas estrangeiras Variação cambial (1) TJLP TR/TBF Índices de preços

Risco de variação de cupom cambial Risco de variação das taxas de câmbio Risco de variação de cupons de TJLP Risco de variação de cupom de TR e TBF Risco de variação de cupons de índices de preços Cenário III Conceito Risco de variação das taxas prefixadas de juros Risco de variação de cupom cambial Risco de variação das taxas de câmbio Risco de variação de cupons de TJLP Risco de variação de cupom de TR e TBF Risco de variação de cupons de índices de preços

Variação de Taxas Redução

Resultado (42.299)

Aumento

–

Aumento Aumento

– –

Aumento

–

Aumento Variação de Taxas Redução

– Resultado (103.125)

Aumento

–

Aumento Aumento

– –

Aumento

–

Aumento

–

(1) Valores líquidos de efeitos fiscais. A análise de sensibilidade foi efetuada a partir dos seguintes cenários: Cenário I - Cenário provável gerado pela área de gerenciamento de Risco conforme os fatores abaixo: Câmbio O dólar americano fechou Junho/11 em 1,5605, foi usada como referência para o cenário uma cotação de 1,5000 (projeção do Banco para final de 2011).

Para as demais moedas foi considerado o mesmo comportamento do Dólar Americano em relação ao 40 Ativos e passivos contingentes e obrigações legais a. Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável e apreReal, -3,88%. sentados em Outras Obrigações - Diversas Juros Pré 2011 2010 Taxa para final de 2011 12,75% (projeção do Banco). Contingências fiscais (a) 1.350 1.636 Índice de Preços 1.707 2.766 Contingências cíveis (b) 3.057 4.402 Total IPCA para 2011 de 6,20% (projeção do Banco). IGP-M para 2011 de 5,50% (projeção do Banco). (a) Referem-se, basicamente, a questionamento referente a ISS (R$ 601) e IR Finor (R$465). Para a curva de cupom IPCA foi utilizado um deslocamento paralelo de -1,21%, e para a curva de cupom (b) Referem-se, basicamente, às ações de cobrança. de IGP-M o deslocamento utilizado foi de -0,20%. b. Movimentação dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável Bolsa no semestre O índice IBOVESPA estava 68.586 pontos no final de Junho/11 e recebeu um choque de +14,58%. Demandas Demandas Fiscais Cíveis O mesmo choque foi empregado para as ADRs e ações de Bolsas no Exterior. 2011 2010 2011 2010 Taxa de Juros Moeda Estrangeira Saldo inicial 2.003 1.310 1.122 1.779 Foi aplicado um deslocamento de +8,45%. Constituições – 312 1.792 987 Cupom de Taxa de Juros Reversões (699) – (283) – Foi aplicado um deslocamento de +0,00% para o cupom de TJLP e de +0,00% para o cupom de TR. Baixas – – (924) – 46 14 – – Atualizações Cenário II - Deterioração de 25% em todos os fatores de risco de mercado descritos no Cenário I: 1.350 1.636 1.707 2.766 Saldo final Câmbio -25% c. Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco possível Juros Pré -25% Contingências fiscais (a) 22.536 Índice de Preços +25% 3.923 Contingências cíveis (b) 26.459 Total Bolsa -25% (a) Referem-se, basicamente ao questionamento referente à ISS, no valor de R$ 21.853. Juros Moeda Estrangeira +25% (b) Referem-se, basicamente, às ações de cobrança. Cupom de Taxa de Juros +25% d. Depósitos judiciais apresentados em Outros Créditos Cenário III - Deterioração de 50% em todos os fatores de risco de mercado descritos no Cenário I: 2011 2010 Câmbio -50% Contingências fiscais 898 810 3.661 2.666 Contingências cíveis Juros Pré -50% 4.559 3.476 Total Índice de Preços +50% e. Ativos contingentes Bolsa -50% Não existe nenhum ativo contingente contabilizado. Juros Moeda Estrangeira +50% Marcelo Rosas Betine Cupom de Taxa de Juros +50% Contador - 1 PR044644/”O”-6 “S” SP

DIRETORIA Diretor Executivo: Wilson Masao Kuzuhara

Diretores: José Manoel Lobato Barletta Luis Henrique Campana Rodrigues

Conselho de Administração: Celso Marques de Oliveira Mário Antonio Thomazi

Pedro Paulo Mollo Neto Marcos Lima Monteiro

Wilson Masao Kuzuhara - Presidente Milton Roberto Pereira Walter Guilherme Piacsek Junior

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Ao Conselho de Administração e aos Acionistas da BV Leasing - Arrendamento Mercantil S.A. Barueri - SP Examinamos as demonstrações contábeis da BV Leasing - Arrendamento Mercantil S.A. (Instituição), que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos

valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva. Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações contábeis A Instituição registra as suas operações e elabora as suas demonstrações contábeis com a observância das diretrizes contábeis estabelecidas pelo Banco Central do Brasil, que requerem o ajuste ao valor presente da carteira de arrendamento mercantil como provisão para superveniência ou insuficiência de depreciação, classificada no ativo permanente, conforme mencionado nas Notas Explicativas às demonstrações contábeis nº 4e e 9. Essas diretrizes não requerem a reclassificação das operações, que permanecem registradas de acordo com as disposições da Lei nº 6.099/74, para as rubricas do ativo circulante e realizável a longo prazo, e rendas e despesas de arrendamento, mas resultam na apresentação do resultado do semestre e do patrimônio líquido findos em 30 de junho de 2011, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.

Opinião com ressalva Em nossa opinião, exceto pelos efeitos do assunto descrito no parágrafo Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações contábeis, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da BV Leasing - Arrendamento Mercantil S.A. em 30 de junho de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Demonstração do valor adicionado Examinamos também a demonstração do valor adicionado (DVA) para o semestre findo em 30 de junho de 2011, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. São Paulo, 4 de agosto de 2011 KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6 Alberto Spilborghs Neto Contador CRC 1SP167455/O-0

Luciana Liberal Sâmia Contadora CRC 1SP198502/O-8

ESTADOS UNIDOS Camareira abre ação civil contra Strauss-Kahn por agressão sexual

nternacional

LÍBIA Rebeldes dissolvem comitê executivo após morte de comandante militar

Luke MacGregor/Reuters

Um país fora de controle Distúrbios se espalham por Londres e pela Inglaterra. Prisão de 225 pessoas não interrompe a violência.

A

Olivia Harris/Reuters

Os piores distúrbios de ontem ocorreram em Hackney. Carros foram incendiados e lojas saqueadas.

onda de distúrbios e m L o n d re s a mpliou-se ontem para novos bairros, e pela terceira noite consecutiva jovens encapuzados incendiaram carros e imóveis, atiraram rojões em policiais e saquearam o comércio, nos piores incidentes registrados em várias décadas na capital britânica. Pela primeira vez, também houve confrontos com a polícia e saques fora de Londres, em Birmingham, Liverpool e Manchester, informou a rede BBC. A polícia de Londres recebeu reforços, mas teve dificuldades para conter a onda de violência que chegou aos bairros de Hackney (zona leste), Ealing (oeste), Peckham, Lewisham, Clapham e Croydon (sul) e Camden Town e Notting Hill (norte). Ontem, os tumultos ainda se espalharam para Birmingham, na região central da Inglaterra, onde jovens atacaram lojas no centro da cidade, e Liverpool, no norte do país, onde veículos foram incendiados e imóveis foram alvo de depredação. Pelo menos 225 pessoas foram presas em Londres desde que os tumultos começaram no sábado e pelo menos 36 foram acusadas, incluído um menino de 11 anos acusado de assalto à mão armada. Cerca de cem dos detidos são menores de 21 anos e 35 policiais ficaram feridos. Os distúrbios de ontem começaram à tarde em Hackney, no leste, onde ocorrerá a Olimpíada no ano que vem. Após a polícia revistar um homem, um grupo se juntou e começou a atirar o que encontrava nos policiais: latas de lixo, garrafas, pedras, pedaços de madeira. Tumultos também ocorre-

Stefan Rousseau/AFP

Foram furtos e (incidentes de) violência desne cessários e oportunistas. NICK CLEGG ram no distrito de Peckham, no sul de Londres, onde um ônibus foi incendiado perto de um prédio também queimado. No bairro vizinho de Lewisham, vários automóveis estacionados foram incendiados. Saques também foram registrados em Ealing, no oeste da cidade, e Clapham, no sul. Por volta das 20h30 locais, um grupo incendiou uma loja de móveis e casas em Croydon, no sul. Havia relatos de vandalismo em Camden Town e Notting Hill, ao norte. Segundo a polícia, a violência se espalhou por outras partes da cidade na noite de domingo e madrugada desta segunda-feira, afetando rapidamente até mesmo o bairro central onde fica Oxford Circus, local bastante frequentado por turistas. Críticas - Os distúrbios levaram o primeiro-ministro da Grã-Bretanha, David Cameron; a secretária de Segurança Interna da Grã-Bretanha, Theresa

May, ministra responsável pela polícia; e o prefeito de Londres, Boris Johnson, a interromperam suas férias em uma tentativa de lidar com a crise. Apesar do envio de centenas de policiais, a polícia parecia incapaz de controlar totalmente a situação. Os jovens aparentemente usam um serviço gratuito de mensagens nos celulares BlackBerry para coordenar os ataques, dificultando a ação da polícia, uma vez que as mensagens são codificadas. Há quem diga que os distúrbios são um grito de socorro dos bairros pobres da cidade, afetados pelas duras medidas de austeridade fiscal adotadas pelo governo – o que implicou em restrições a serviços de amparo aos jovens, por exemplo. As autoridades dizem que isso não é desculpa. "Foram furtos e (incidentes de) violência desnecessários e oportunistas – nada mais, nada menos", afirmou o vice-primeiroministro Nick Clegg. Ligação - A polícia investiga a conexão entre os conflitos. O primeiro, em Tottenham, aconteceu após protestos pela morte de Mark Duggan, que tinha 29 anos e foi baleado pela polícia na quinta-feira. As manifestações foram inicialmente pacíficas, mas a coisa piorou quando cerca de 500 pessoas se reuniram perto da delegacia de Tottenham na noite de sábado. As coisas estavam calmas na noite de domingo em Tottenham, mas ocorreram saques em Enfield, alguns quilômetros ao norte, e em Walthamstow, no nordeste. Em Brixton, sul de Londres, jovens quebraram vidros e atacaram carros, além de atearem fogo a lixeiras e roubarem videogames. (Agências)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Votorantim Corretora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. CNPJ/MF nº 01.170.892/0001-31 Av. das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 14º andar - Vila Gertrudes - CEP: 04794-000 - São Paulo - SP RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO - 1º SEMESTRE DE 2011

Senhores Quotistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações contábeis da Votorantim Corretora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (“Votorantim Corretora”), relativas aos semestres findos em 30 de junho de 2011 (1S11) e 2010 (1S10), acompanhadas das notas explicativas e do parecer dos auditores independentes. A Votorantim Corretora tem por objeto social, principalmente, operar em bolsas de valores, negociar e distribuir títulos e valores mobiliários por conta própria ou de terceiros. As operações são conduzidas no contexto de um conjunto

3

4

2011 415.053 676 195.176 195.176 93.877 56.490 1.013 12.860 23.514 125.080 108 114.040 10.932 244 244 13.507 5.211 5.211 8.296 8.296 7.644 6.509 6.509 935 1.918 (983) 200 200 436.204

2010 495.061 121 251.972 251.972 144.716 80.813 168 40.563 23.172 98.194 31 78.044 20.119 58 58 4.605 – – 4.605 4.605 8.231 6.909 6.909 1.122 1.840 (718) 200 200 507.897

Passivo Circulante Captações no mercado aberto Carteira própria Instrumentos financeiros derivativos Instrumentos financeiros derivativos Outras obrigações Sociais e estatutárias Fiscais e previdenciárias Negociação e intermediação de valores Diversas Exigível a longo prazo Captações no mercado aberto Carteira própria Instrumentos financeiros derivativos Instrumentos financeiros derivativos Outras obrigações Fiscais e previdenciárias Patrimônio líquido Capital De domiciliados no País Reservas de capital Reservas de lucros Lucros acumulados

2011 162.554 906 906 12.143 12.143 149.505 4.800 5.259 135.950 3.496 19.110 83 83 2.969 2.969 16.058 16.058 254.540

2010 254.902 168 168 132.534 132.534 122.200 3.114 19.523 94.840 4.723 6.998 – – – – 6.998 6.998 245.997

139.280 – 110.476 4.784

115.867 23.412 102.822 3.896

Total do passivo

436.204

507.897

DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Semestres findos em 30 de junho de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais)

Saldos em 31 de dezembro de 2009 Lucro líquido Destinações do lucro líquido: Reserva legal Reserva de incentivos fiscais Dividendos (R$ 272,28 p/quota) Saldos em 30 de junho de 2010 Saldos em 31 de dezembro de 2010 Lucro líquido Destinações do lucro líquido: Reserva legal Saldos em 30 de junho de 2011

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de instituições que atuam integradamente no mercado financeiro, inclusive em relação ao gerenciamento de riscos. No 1S11, a Votorantim Corretora deu continuidade à ampliação de suas operações e melhorou seu posicionamento em todos os rankings existentes, constando pela 2ª vez entre as “Top 30” do setor com a 26ª posição no ranking da Bovespa e alcançando o 10º lugar no ranking da BM&F. Com relação à posição de clientes, em junho de 2011 a Votorantim Corretora atingiu cerca de 6.000 clientes, praticamente duplicando sua base de clientes nos últimos doze meses, em parte devido ao lançamento em setembro de 2010 do seu novo homebroker (Sagaz). Com o Sagaz, a Votorantim Corretora evoluiu para o

13º lugar nas posições de negociações via homebroker (18º lugar em junho de 2010). Em junho de 2011, a Votorantim Corretora registrou patrimônio líquido de R$255 milhões (R$246 milhões em 2010). No 1S11, o lucro líquido atingiu R$5 milhões (R$5 milhões no 1S10) e as rendas de corretagem de operações em Bolsa totalizaram R$12 milhões (R$14 milhões no 1S10). Agradecemos aos nossos quotistas, clientes, parceiros e colaboradores pelo sucesso alcançado neste semestre. São Paulo, 04 de agosto de 2011 A Diretoria

BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 30 DE JUNHO DE 2011 E 2010 (Em milhares de Reais)

Ativo Circulante Disponibilidades Aplicações interfinanceiras de liquidez Aplicações em depósitos interfinanceiros Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Carteira própria Vinculados a compromissos de recompra Instrumentos financeiros derivativos Vinculados à prestação de garantias Outros créditos Rendas a receber Negociação e intermediação de valores Diversos Outros valores e bens Despesas antecipadas Realizável a longo prazo Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Instrumentos financeiros derivativos Outros créditos Diversos Permanente Investimentos Outros investimentos Imobilizado de uso Outras imobilizações de uso Depreciações acumuladas Intangível Ativos intangíveis Total do ativo

1

21

Capital social Capital realizado Aumento de capital 59.250 56.617 – –

Reservas de capital 23.412 –

Reservas de lucros Legal Expansão Incentivos fiscais 11.261 91.289 – – – –

Lucros acumulados – 5.495

Total 241.829 5.495

– – – 59.250 115.868 –

– – – 56.617 23.412 –

– – – 23.412 – –

87 – – 11.348 11.764 –

– – – 91.289 98.460 –

– 185 – 185 – –

(87) – (185) – (1.327) (1.327) 3.896 245.997 – 249.504 5.036 5.036

– 115.868

– 23.412

– –

252 12.016

– 98.460

– –

(252) – 4.784 254.540

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - Semestres findos em 30 de junho de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais) Contexto operacional A Votorantim Corretora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. é uma companhia de capital fechado que tem por objeto social, principalmente, operar em bolsas de valores, negociar e distribuir títulos e valores mobiliários por conta própria ou de terceiros. As operações são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam integradamente no mercado financeiro, inclusive em relação ao gerenciamento de riscos, e certas operações tem a coparticipação ou a intermediação de instituições associadas, integrantes do sistema financeiro. Os benefícios dos serviços prestados entre essas instituições e os custos da estrutura operacional e administrativa são absorvidos segundo a praticabilidade e a razoabilidade de lhes serem atribuídos em conjunto ou individualmente. Apresentação das demonstrações contábeis As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas da Lei das Sociedades por Ações e normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN). Em 28 de dezembro de 2007 foi promulgada a Lei n°11.638/07, complementada pela Lei n°11.941/09, as quais alteraram a Lei das Sociedades por Ações quanto às práticas contábeis adotadas no Brasil. Embora a referida lei já tenha entrado em vigor, algumas alterações por ela introduzidas dependem de normatização por parte do CMN. As alterações aprovadas pelo CMN, foram: 1) o tratamento contábil dos ativos intangíveis; 2) os procedimentos de mensuração do valor recuperável de ativos; 3) a elaboração do fluxo de caixa em substituição da demonstração das origens e aplicações de recursos; 4) a divulgação em notas explicativas às demonstrações contábeis, informações sobre partes relacionadas; 5) os procedimentos de reconhecimento, mensuração e divulgações de provisões, passivos e ativos contingentes; 6) pagamento baseado em ações; e 7) eventos subsequentes. Foram efetuadas reclassificações nos saldos de 30/06/10 da demonstração de resultado, visando permitir a comparabilidade das demonstrações contábeis, em decorrência da alteração da política interna de aglutinação de contas de receitas e despesas, tendo como objetivo principal proporcionar o melhor entendimento do resultado da Companhia. Divulgação Saldo Reclassificação anterior reclassificado Despesas tributárias (2.213) (753) (2.966) Outras despesas operacionais (1.117) 753 (364) A emissão das demonstrações contábeis foi autorizada pela Diretoria em 04 de agosto de 2011. Gerenciamento de riscos A gestão de riscos tem suas políticas aderentes às melhores práticas de mercado e está em linha com as diretrizes definidas pelo CMN. Sua abrangência é no âmbito das instituições que compõem o Conglomerado Financeiro Votorantim (“Conglomerado”). Foram implementadas políticas, procedimentos e sistemas de gestão capazes de gerir, avaliar e mitigar os riscos inerentes aos seus negócios, proporcionando à Administração uma visão de todos os riscos. Risco de Mercado Risco de mercado é definido como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas. A gestão é feita de forma centralizada por uma área que mantém independência em relação à mesa de operações. Os procedimentos básicos adotados para o gerenciamento deste risco são: (a) integridade na precificação de ativos e derivativos; (b) avaliação do risco pela metodologia Value at Risk e pela simulação de cenários; e (c) acompanhamento de resultados diários com testes de aderência da metodologia (back-test). O Conglomerado realiza operações que envolvem instrumentos financeiros derivativos, atuando em mercados organizados e de balcão, com o objetivo de possibilitar uma gestão de risco de mercado adequada à sua política. Estes instrumentos são utilizados para hedge de posições, para atender demanda de contrapartes e como meio de reversão de posições em momentos de grandes oscilações. Risco Operacional Risco operacional é definido como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, ou de eventos externos. Inclui também o risco legal associado à inadequação ou deficiência em contratos firmados pela instituição, bem como a sanções em razão de descumprimento de dispositivos legais e a indenizações por danos a terceiros decorrentes das atividades desenvolvidas. O processo de gestão tem início a partir da aplicação de uma metodologia própria no mapeamento dos riscos. As etapas do gerenciamento são: a identificação, a avaliação, o monitoramento, o controle e a mitigação dos riscos, a comunicação e o plano de ação. A conjunção das ações de mapeamento e monitoração dos riscos com as informações obtidas pelos registros das perdas incorridas permite uma melhoria contínua nas políticas e procedimentos adotados, bem como a redução dos riscos existentes. Risco de Crédito Risco de crédito consiste na possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, bem como à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, a vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação. Como parte do processo de gestão do risco de crédito, são realizados acompanhamentos das políticas, normas, processos, limites estabelecidos, além da análise dos riscos e submissão às alçadas e aos comitês aprovadores. A política de crédito é formulada com base em análise de indicadores internos da carteira e dos processos de precificação e avaliação de empresas, e em fatores externos, relacionados à situação financeira das empresas e à conjuntura econômica do país e do exterior. O Conglomerado realiza avaliações de risco de crédito das operações, determinadas através de modelos julgamentais e estatísticos. Ressalta-se que na identificação de deterioração da qualidade da carteira de crédito, são tomadas ações de mitigação de riscos, tais como, reavaliação do perfil de risco dos clientes e análises setoriais que influenciam na gestão de limites até a gestão e controle de garantias. Gestão de Ativos e Passivos O Comitê Operacional de Ativos e Passivos (ALM) é responsável pela gestão dos riscos estruturais de taxa de juros, taxa de câmbio e de liquidez, bem como a gestão do capital que busca otimizar a relação risco versus retorno e maior eficiência na composição dos fatores que impactam no Índice de Solvabilidade (Basiléia). Principais práticas contábeis a. Apuração do resultado As receitas e despesas são registradas de acordo com o regime de competência e são contabilizadas pelo critério “pro rata” dia, calculadas com base no método exponencial, exceto aquelas relacionadas a operações com o exterior, as quais são calculadas com base no método linear. b. Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades, aplicações em depósitos interfinanceiros, aplicações em moedas estrangeiras e aplicações em operações compromissadas posição bancada, com vencimento até 90 dias. c. Aplicações interfinanceiras de liquidez As aplicações interfinanceiras são registradas pelo valor de aplicação, acrescido dos rendimentos auferidos até a data do balanço, calculados “pro rata” dia com base na variação do indexador e na taxa de juros pactuados. d. Títulos e valores mobiliários Os títulos e valores mobiliários são registrados pelo valor efetivamente pago e classificados em função da intenção da Administração em três categorias distintas: i. Títulos para negociação - Títulos adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São ajustados pelo seu valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; ii. Títulos disponíveis para venda - Títulos que não se enquadrem para negociação nem como mantidos até o vencimento. São ajustados pelo seu valor de mercado em contrapartida à conta destacada do patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários; iii. Títulos mantidos até o vencimento - Títulos adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Nesta categoria, os títulos não são ajustados ao seu valor de mercado. A metodologia de avaliação a mercado foi estabelecida com observância de critérios consistentes e verificáveis, que levam em consideração o preço médio de negociação no dia da apuração ou na falta desse, o valor de ajuste diário das operações de mercado futuro divulgados por fontes externas ou o valor líquido provável de realização obtido com a utilização de curvas de valores futuros de taxas de juros, taxas de câmbio, índice de preços e moedas, além de eventuais ajustes nos preços de títulos de baixa liquidez. Os rendimentos auferidos com os títulos e valores mobiliários, independentemente da categoria em que estão classificados, são calculados “pro rata” dia, com base na variação do indexador e na taxa de juros pactuados, pelo método exponencial ou linear, até a data do vencimento ou da venda definitiva do título, sendo reconhecidos diretamente no resultado do período. e. Instrumentos financeiros derivativos Os instrumentos financeiros derivativos são avaliados pelo seu valor de mercado, com critérios consistentes e verificáveis, considerando o preço médio de negociação no dia da apuração, ou, na falta deste, metodologias convencionais e consagradas. Os instrumentos financeiros derivativos são classificados de acordo com a intenção da Administração, levando-se em consideração a sua finalidade. Os instrumentos financeiros utilizados para compensar, no todo ou em parte, os riscos decorrentes das exposições às variações no valor de mercado de ativos ou passivos são considerados instrumentos de proteção (hedge) e são classificados de acordo com a sua natureza em: i. Hedge de risco de mercado - Os instrumentos financeiros derivativos classificados nessa categoria, bem como o item objeto de hedge, tem seus ajustes a valor de mercado registrados em contrapartida ao resultado do período; e ii. Hedge de fluxo de caixa - Os instrumentos financeiros derivativos, classificados nesta categoria, tem seus ajustes a valor de mercado registrados no Patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários. Os instrumentos financeiros derivativos que não atendam aos critérios de hedge tem seus ajustes a valor de mercado registrados diretamente no resultado do período. Para os instrumentos financeiros derivativos negociados em associação com operações de captação, tanto o derivativo como a captação estão contabilizados pelas condições intrínsecas contratadas, não sendo ajustados pelo valor de mercado.

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f. Hedge contábil O Conglomerado mantém instrumentos derivativos de hedge financeiro para proteger suas exposições de risco de variação de moeda estrangeira e taxa de juros. No momento da designação inicial do hedge, o Conglomerado formalmente documenta o relacionamento entre os instrumentos de hedge e os itens objeto de hedge, incluindo os objetivos de gerenciamento de riscos e a estratégia na condução da transação de hedge, juntamente com os métodos que serão utilizados para avaliar a efetividade do relacionamento de hedge, considerando métodos de cálculo convencionais e consagrados. O Conglomerado faz uma avaliação, tanto no início do relacionamento de hedge, como continuamente, se existe uma expectativa que os instrumentos de hedge sejam altamente eficazes na compensação de variações no valor justo dos respectivos itens objeto e hedge durante o período para o qual o hedge é designado, e se os resultados reais de cada hedge estão dentro da faixa de 80-125 por cento. g. Despesas antecipadas São contabilizadas as aplicações de recursos em pagamentos antecipados, cujos benefícios ou prestação de serviços ocorrerão em períodos futuros. h. Estimativas contábeis A elaboração de demonstrações contábeis requer que a Administração use de julgamento na determinação e registro de estimativas contábeis. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados, devido a imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. Itens significativos sujeitos a essas estimativas e premissas incluem avaliação de ativos e passivos financeiros e instrumentos financeiros derivativos pelo seu valor justo, análise de risco de crédito para determinação da provisão para créditos de liquidação duvidosa, assim como da análise sobre passivos contingentes. A Administração revisa as estimativas e premissas regularmente. Os principais valores reconhecidos nas Demonstrações Contábeis por meio das estimativas estão incluídos nas seguintes notas explicativas: nº 8 - Títulos e Valores Mobiliários; nº 9 - Instrumentos Financeiros Derivativos; nº 35 - Ativos e Passivos Contingentes. i. Ativo permanente i. Os investimentos são demonstrados pelo seu custo de aquisição e deduzidos de provisão para perda, quando aplicável; ii. O imobilizado é demonstrado pelo custo de aquisição, deduzido da respectiva conta de depreciação. A depreciação é calculada pelo método linear, com base nas seguintes taxas anuais, de acordo com a vida útil-econômica estimada dos bens, sendo: • Instalações, móveis e equipamentos de uso - 10%; • Sistema de comunicação, segurança e transporte - 10%; • Sistemas de processamento de dados - 20%. iii. O Ativo Intangível inclui os direitos que tenham por objeto os bens incorpóreos, destinados à manutenção da companhia ou exercidos com essa finalidade. A amortização é calculada pelo método linear, com base no prazo que o benefício é gerado. Os ativos não financeiros estão sujeitos à avaliação do valor recuperável em períodos anuais. j. Imposto de renda e contribuição social O imposto de renda foi apurado com base na alíquota de 15%, acrescido de adicional de 10% e a contribuição social foi apurada com base na alíquota de 15%, ambas, aplicáveis ao lucro tributável. O crédito tributário de imposto de renda e de contribuição social é constituído de acordo com estudo de capacidade de realização preparado pela Administração. k. Ativos e passivos contingentes e obrigações legais O reconhecimento, a mensuração e a divulgação dos ativos contingentes, contingências passivas e obrigações legais são efetuados de acordo com os seguintes critérios: i. Ativos contingentes: São reconhecidos nas demonstrações contábeis somente quando da existência de evidências que propiciem a garantia de sua realização, sobre as quais não cabem mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo; ii. Passivos contingentes: São reconhecidos nas demonstrações contábeis quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e da Administração, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, com uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes classificados como de perdas possíveis não são reconhecidos contabilmente, devendo ser apenas divulgados nas notas explicativas, e os classificados como remotos não requerem provisão e divulgação; e iii. Obrigações legais - Fiscais e Previdenciárias - São processos judiciais relacionados a obrigações tributárias, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da probabilidade de sucesso dos processos judiciais em andamento, tem os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis. l. Outros ativos e passivos Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias e cambiais auferidas (em base “pro rata” dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos estão demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias e cambiais incorridas (em base “pro rata” dia). Composição de caixa e equivalentes de caixa 2011 2010 Disponibilidades 676 121 Aplicações interfinanceiras de liquidez 46.315 48.996 Aplic. em depósitos interfinanceiros 46.991 49.117 Total Disponibilidades 2011 2010 676 121 Depósitos bancários 676 121 Total Aplicações interfinanceiras de liquidez 2011 2010 195.176 251.972 Aplic. depósitos interfinanceiros 195.176 251.972 Total Títulos e valores mobiliários a. Composição por categoria, no País e no Exterior 2011 2010 Valor Valor de Ganho/ Valor Valor de Ganho/ de mercado (perda) não de mercado (perda) não Títulos para negociação custo (contábil) realizado custo (contábil) realizado 73.499 81.017 7.518 87.724 104.153 16.429 No País Notas do Tesouro Nacional 51.565 59.083 7.518 77.094 93.523 16.429 Certif. de Depósito Bancário 21.934 21.934 – 10.622 10.622 – Ações de Cias. Abertas – – – 8 8 – 73.499 81.017 7.518 87.724 104.153 16.429 Total Instrumentos financeiros derivativos a. Composição em contas patrimoniais 2011 2010 Ativo 18.071 40.563 Diferencial a receber de swap 18.071 40.563 Total 2011 2010 Passivo 15.112 132.534 Diferencial a pagar de swap 15.112 132.534 Total b. Composição dos contratos de swap por indexador 2011 2010 Valor Valor Valor de Valor Valor Valor de original de custo mercado original de custo mercado 253.792 256.447 255.026 390.810 439.918 441.895 Posição ativa DI 141.501 150.377 150.377 202.277 263.058 263.059 Dólar 112.291 106.070 104.649 175.933 162.879 164.857 Pré-fixado – – – 12.600 13.981 13.979 253.792 254.200 252.067 390.810 531.571 533.866 Posição passiva DI 112.291 119.756 119.756 188.533 220.495 222.789 Dólar 141.501 134.444 132.311 189.677 297.167 297.168 – – – 12.600 13.909 13.909 Pré-fixado – 2.247 2.959 – (91.653) (91.971) Diferencial líquido c. Composição dos contratos de futuros por indexador 2011 2010 Compromisso de venda 42.131 47.515 DDI 42.131 47.515 Diferencial líquido d. Títulos dados em garantia 2011 2010 Operações em Bolsa 23.514 23.172 Notas do Tesouro Nacional 23.514 23.172 Total e. Instrumentos financeiros derivativos segregados por local de negociação 2011 2010 Posição ativa Operações em Bolsa Balcão 18.071 40.563 Instituições financeiras 18.071 40.563 Total 2011 2010 Posição passiva Operações em Bolsa Balcão 15.112 132.534 Instituições financeiras 15.112 132.534 Total

DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS Semestres findos em 30 de junho de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais, exceto o lucro líquido do período por quota) Receitas da intermediação financeira Operações de crédito Resultado de operações com títulos e valores mobiliários Resultado com instrumentos financeiros derivativos Despesas da intermediação financeira Operações de captação no mercado Resultado bruto da intermediação financeira Outras receitas/(despesas) operacionais Receitas de prestação de serviços Rendas de tarifas bancárias Despesas de pessoal Outras despesas administrativas Despesas tributárias Outras receitas operacionais Outras despesas operacionais Resultado operacional Resultado não operacional Resultado antes da tributação sobre o lucro e participações Imposto de renda e contribuição social Provisão para imposto de renda Provisão para contribuição social Ativo fiscal diferido Participações no lucro Lucro líquido do semestre Lucro líquido por quota - R$

2011 15.456 1 7.982 7.473 (37) (37) 15.419 (5.180) 12.634 3.921 (9.725) (9.061) (2.997) 577 (529) 10.239 36 10.275 (2.060) 463 (82) (2.441) (3.179) 5.036 249,53

2010 12.732 – 17.268 (4.536) (1) (1) 12.731 (3.933) 14.048 – (6.403) (8.503) (2.966) 255 (364) 8.798 74 8.872 (1.636) 407 (476) (1.567) (1.741) 5.495 272,28

DEMONSTRAÇÕES DO FLUXO DE CAIXA Semestres findos em 30 de junho de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais) Fluxos de caixa provenientes das operações Lucro líquido Ajustes ao lucro líquido: Depreciações Provisão para passivos contingentes/obrig. legais Variações patrimoniais Aplicações interfinanceiras de liquidez Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Outros créditos Outros valores e bens Captações no mercado aberto Outras obrigações Caixa gerado/(utilizado) pelas operações Fluxos de caixa provenientes das atividades de financiamento Dividendos e bonificações pagos Caixa gerado/(utilizado) pelas atividades de financiamento Fluxos de caixa provenientes das atividades de investimento Alienação de investimentos Aquisição de imobilizado de uso Aquisição de investimentos Caixa gerado/(utilizado) pelas atividades de investimento Variação líquida de caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa no início do período Caixa e equivalentes de caixa no fim do período Aumento/(redução) no caixa e equivalentes de caixa

2011

2010

5.036 322 135 187

5.495 (16) 96 (112)

(8.202) 6.289 (67.798) (3) (172) 73.081 8.553

(8.740) 7.079 (59.533) (55) 168 61.724 6.122

(1.064) (1.064)

– –

– (7) – (7) 7.482 39.509 46.991 7.482

405 (509) (633) (737) 5.385 43.732 49.117 5.385

DEMONSTRAÇÕES DOS VALORES ADICIONADOS Semestres findos em 30 de junho de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais) Receitas Receita da intermediação financeira Receitas de prestação de serviços e tarifas bancárias Outras receitas/(despesas) Resultado não operacional Despesas da intermediação financeira Insumos adquiridos de terceiros Materiais, energia e outros Serviços de terceiros Outras Comunicações Manutenção e conservação de bens Processamento de dados Promoções e relações públicas Publicações Propaganda e publicidade Serviços do sistema financeiro Serviços técnicos especializados Transportes Outras Valor Adicionado Bruto Despesas de depreciação Valor Adicionado Líquido produzido pela Entidade Valor Adicionado a distribuir Valor Adicionado distribuído Pessoal Salários e honorários Participação no lucro Benefícios e treinamentos FGTS Impostos, Taxas e Contribuições INSS sobre salários Despesas tributárias (exceto IR e CS) Imposto de Renda/Contribuição Social Remuneração de Capitais de Terceiros Aluguéis Remuneração de Capitais Próprios Dividendos/juros sobre capital próprio Lucro retido

2011 32.095 15.456 16.555 48 36 (37) (7.850) (48) (87) (7.715) (464) (15) (2.420) (502) (57) (132) (359) (3.207) (49) (510) 24.208 (135) 24.073 24.073 24.073 11.027 6.333 3.179 838 677 6.934 1.877 2.997 2.060 1.076 1.076 5.036 – 5.036

2010 26.745 12.732 14.048 (109) 74 (1) (7.257) (13) (33) (7.211) (270) (100) (1.744) (264) (67) – (148) (1.676) (23) (2.919) 19.487 (96) 19.391 19.391 19.391 7.064 4.358 1.741 626 339 5.682 1.080 2.966 1.636 1.150 1.150 5.495 1.327 4.168

10 Outros créditos - Negociação e intermediação de valores Outros créditos Caixa de registro e liquidação Devedores conta liquidação pendentes Oper. ativos financeiros e merc. a liquidar Total Outras obrigações Caixa de registro e liquidação Comissões e Corretagens a pagar Credores conta liquidação pendentes Total 11 Outros créditos - Diversos Adiantamentos e antecipações salariais Adiantamentos a fornecedores Crédito tributário de impostos e contribuições Devedores por depósitos em garantia Impostos e contribuições a compensar Outros Total 12 Outros valores e bens Despesas de processamento de dados Despesas de serviços do sistema financeiro Total 13 Investimentos Investimentos por incentivos fiscais Títulos patrimoniais Provisão para perdas Total 14 Imobilizado de uso

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2011 – 81.504 32.536 114.040

2010 28.455 19.357 30.232 78.044

2011 22.501 1.870 111.579 135.950

2010 70 493 94.277 94.840

2011 245 126 11.226 4.382 3.232 17 19.228

2010 190 – 20.804 1.708 1.918 104 24.724

2011 216 28 244

2010 55 3 58

2011 7.442 1 (934) 6.509

2010 7.240 1 (332) 6.909

2011 2010 Depreciação Saldo Saldo Custo Acumulada Líquido Líquido Móveis e equipamentos de uso 357 (134) 223 227 Sistema de comunicação 520 (419) 101 132 1.041 (430) 611 763 Sistema de processamento de dados 1.918 (983) 935 1.122 Total 2011 2010 Saldo inicial 1.063 709 Aquisições 7 509 (135) (96) Depreciação 935 1.122 Saldo final Em 30 de Junho de 2011, não foi verificada a existência de ativos relevantes que indique perda de desvalorização. Intangível 2011 2010 Valor Amortização Saldo Saldo Custo Acumulada Líquido Líquido 200 – 200 200 SISBEX BM&FBOVESPA 200 – 200 200 Total Em 30 de junho de 2011, não foi verificada a existência de ativos relevantes que indiquem perdas de desvalorização. Captações no mercado aberto 2011 2010 Carteira própria 989 168 Obrigações por operações compromissadas 989 168 Total Outras obrigações - Sociais e Estatutárias 2011 2010 Dividendos e bonificações a pagar – 1.327 4.800 1.787 Provisão para participação nos lucros 4.800 3.114 Total Outras obrigações - Fiscais e Previdenciárias 2011 2010 Impostos e contribuições sobre o lucro a pagar 1.355 3.152 Impostos e contribuições sobre serviços de terceiros 50 44 Impostos e contribuições sobre salários 105 90 Impostos e contribuições sobre aplicações financeiras 38 613 PIS 487 642 COFINS 276 90 ISS 163 110 Provisão para riscos fiscais 15.835 15.204 Provisão para impostos e contribuições diferidos 3.008 6.572 – 4 Outros impostos e contribuições 21.317 26.521 Total


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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terça-feira, 9 de agosto de 2011

Votorantim Corretora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. CNPJ/MF nº 01.170.892/0001-31 Av. das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 14º andar - Vila Gertrudes - CEP: 04794-000 - São Paulo - SP

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - Semestres findos em 30 de junho de 2011 e 2010 - (Em milhares de Reais)

19 Outras obrigações - Diversas

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d. Composição do crédito tributário

28 Outras despesas administrativas 2011 1.719 95 1.603 79 3.496

2010 1.177 304 3.154 88 4.723

Provisão para despesas de pessoal Provisão para despesas administrativas Provisão para passivos contingentes Outras Total Patrimônio líquido a. Capital social O capital social é representado por 20.181 quotas subscritas e integralizadas. Conforme Reunião de Quotistas, realizada em 22 de dezembro de 2010, foi deliberada e aprovada a destinação dos saldos de reservas de capital constituídas por subvenções de incentivos fiscais e atualização de títulos patrimoniais para aumento de capital, no montante de R$ 23.412. b. Reserva de lucros Reserva legal Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do período, até atingir o limite de 20% do capital social. A reserva legal poderá deixar de ser constituída quando acrescida do montante das reservas de capital exceder 30% do capital social. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital ou para compensar prejuízos. Reserva de expansão Para cumprimento das exigências estabelecidas na legislação societária e regras do BACEN, no encerramento do exercício, a Administração propõe que, no encerramento do exercício, a parcela do lucro não distribuído seja destinado para “Reserva para Expansão”. O saldo de reserva está à disposição dos quotistas para deliberação futura em Reunião de Quotistas. Balanço patrimonial por faixas de vencimento A demonstração do “balanço patrimonial por faixas de vencimento” foi elaborada considerando o prazo de vencimento dos ativos e passivos, independente da categoria em que estão classificados. Dos ativos e passivos de prazo indeterminado, classificam-se as operações ativas no realizável a longo prazo e as operações passivas no passivo circulante. O ativo permanente e o patrimônio líquido estão sendo apresentados como “acima de 5 anos”. Na demonstração “Balanço Patrimonial”, os títulos e valores mobiliários classificados na categoria “Títulos para negociação” são apresentados como Ativo Circulante, independentemente dos prazos de vencimento. a. Ativo De 91 De 3 Acima Até 90 a 360 De 1 a a5 de 5 Total dias dias 3 anos anos anos Disponibilidades 676 – – – – 676 Aplicações interf. de liquidez Aplicações em dep. Interfinanceiros 46.315 148.861 – – – 195.176 Títulos e valores mobiliários Títulos para negociação – 11.794 69.223 – – 81.017 Instrumentos financeiros derivativos Diferencial de Swap 515 12.345 5.211 – – 18.071 Outros créditos Rendas a receber 108 – – – – 108 NIV 114.040 – – – – 114.040 Diversos 4.426 6.506 8.296 – – 19.228 Outros valores e bens 244 – – – – 244 – – – – 7.644 7.644 Permanente 166.324 179.506 82.730 – 7.644 436.204 Total b. Passivo De 91 De 3 Acima Até 90 a 360 De 1 a a5 de 5 Total dias dias 3 anos anos anos Captações no mercado aberto Carteira própria 851 55 83 – – 989 Instrumentos financeiros derivativos Diferencial de Swap 2.029 10.114 2.969 – – 15.112 Outras obrigações Sociais e estatutários 4.800 – – – – 4.800 Fiscais e previdenciárias 3.739 1.520 16.058 – – 21.317 NIV 135.950 – – – – 135.950 Diversas 3.496 – – – – 3.496 – – – – 254.540 254.540 Patrimônio líquido 150.865 11.689 19.110 – 254.540 436.204 Total Resultado de operações com títulos e valores mobiliários 2011 2010 Aplicações em depósitos interfinanceiros 10.666 10.984 Títulos de renda fixa 1.348 9.038 Títulos de renda variável – 4.480 (4.032) (7.234) Ajustes ao valor de mercado 7.982 17.268 Total Resultado com instrumentos financeiros derivativos 2011 2010 Contratos de swap 1.281 (3.721) Contratos de futuros 4.575 (169) 1.617 (646) Ajustes ao valor de mercado 7.473 (4.536) Total Despesas de operações de captação no mercado 2011 2010 (37) (1) Operações compromissadas (37) (1) Total Receitas de prestação de serviços 2011 2010 Comissões sobre colocação de títulos 31 28 Corretagens de operações em bolsa 12.091 13.727 512 293 Outros 12.634 14.048 Total Receitas de tarifas bancárias 2011 2010 Administração de fundos de investimento 204 – 3.717 – Corretagem, TVM, derivativos e custódia 3.921 – Total Despesas de pessoal 2011 2010 Honorários (261) (258) Benefícios (822) (591) Encargos sociais (2.554) (1.419) Proventos (6.072) (4.100) (16) (35) Treinamento (9.725) (6.403) Total

Água, energia e gás Aluguéis Comunicações Manutenção e conservação de bens Processamento de dados Promoções e relações públicas Propaganda e publicidade Publicações Serviços do sistema financeiro Serviços de terceiros Vigilância e Segurança Serviços técnicos especializados Serviços técnicos especializados - Partes relacionadas Viagens Transportes Depreciação Outras Total

2011 (48) (1.076) (464) (15) (2.420) (502) (132) (57) (359) (87) (46) (519) (2.688) (381) (49) (135) (83) (9.061)

2010 (13) (1.150) (270) (100) (1.744) (264) – (67) (148) (33) (24) (1.676) (2.456) (319) (23) (96) (120) (8.503)

2011 (828) (205) (1.261) (612) (91) (2.997)

2010 (702) (197) (1.293) (565) (209) (2.966)

2011 183 200 135 – 59 – 577

2010 118 61 – 33 – 43 255

2011 (246) (283) (529)

2010 – (364) (364)

2011 – 36 – 36

2010 (146) 36 184 74

2011

2010

10.275 (4.110) 2.879 299 294 (1.612) 322 1.271 – (75) 1.601 779 (1.231) 1.612 381

8.872 (3.549) 587 – – 2.893 328 (96) (10) 74 (1.863) (739) (2.962) 2.893 (69)

29 Despesas tributárias ISS PIS COFINS Atualização de tributos - Obrigações legais Outros Total 30 Outras receitas operacionais Juros sobre Liquidação Atraso - Clientes Correção Monetária - Depósitos Judiciais Variação monetária ativa Recuperação de encargos e despesas Reversão provisão passivos contingentes Outras receitas Total 31 Outras despesas operacionais Provisão para passivos contingentes Outras Total 32 Resultado não operacional Provisão para perdas com incentivo fiscal Alienação de investimentos Incentivo fiscal Total 33 Imposto de renda e contribuição social a. Encargos devidos sobre as operações Lucro antes do imposto de renda, da contribuição social e das participações Encargos à alíquota nominal vigente Exclusões/(Adições) Prejuízo fiscal de IR Base negativa de CS Ajuste a mercado de TVM Ajuste a mercado de derivativos Participações no lucro Provisão para créditos de liq. duvidosa Provisão para contingências Derivativos - regime de caixa Outros Imposto de renda e contribuição social corrente Imposto de renda e contribuição social diferido Imposto de renda e contribuição social total

b. Imposto de renda e contribuição social diferidos com efeito sobre o resultado no semestre Crédito tributário Adições/(Exclusões) Prejuízo fiscal de IR Base negativa de CS Ajuste a mercado de derivativos Participações no lucro Provisão para créditos de liq. duvidosa Provisão para contingências Derivativos - regime de caixa Total Obrigação fiscal diferida Adições/ (Exclusões) Ajuste a mercado de TVM Total

2011

2010

(299) (294) (322) – – 75 (1.601) (2.441)

– – (328) 96 10 (74) 1.863 1.567

2011

2010

1.612 1.612

2.893 2.893

c. Imposto de renda e contribuição social diferidos com efeito sobre contas patrimoniais no semestre Ativo (Outros créditos - diversos) Saldo inicial Prejuízo fiscal de IR Base negativa de CS Ajuste a mercado de derivativos Participações no lucro Provisão para créditos de liq. duvidosa Provisão para contingências Derivativos - regime de caixa Saldo final Passivo (Outras obrigações - Fiscais e Previdenciárias) Saldo inicial Ajuste a mercado de TVM Saldo final

2011

2010

13.666 (299) (294) (322) – – 75 (1.600) 11.226

22.371 – – 328 (96) (10) 74 (1.863) 20.804

2011

2010

4.620 (1.612) 3.008

9.465 (2.893) 6.572

2011 4.254 1.327 2.397 – – 617 – 2.631 11.226

Prejuízo fiscal de IR Base negativa de CS Ajuste a mercado de derivativos Participações no lucro Provisão para créditos de liq. duvidosa Provisão para contingências Derivativos - regime de caixa Provisão para obrigação legal Total e. Expectativa de realização do crédito tributário

2010 – – 2.241 18 3 1.238 14.673 2.631 20.804

Valor nominal Valor presente Em 2011 5.847 5.511 Em 2012 2.097 1.754 Em 2013 34 25 3.248 1.112 A partir de 2016 11.226 8.402 Total No 1º semestre de 2011 observou-se a realização de créditos tributários no montante de R$ 2.515 correspondente a 28% da respectiva projeção de utilização para o período de 2011 que constava no estudo técnico elaborado em 31 de dezembro de 2010. f. Composição de obrigações fiscais diferidas 2011 2010 3.008 6.572 Ajuste a mercado de TVM 3.008 6.572 Total 34 Partes relacionadas As operações entre partes relacionadas são efetuadas a valores, prazos e taxas médias usuais de mercado, vigentes nas respectivas datas e em condições de comutatividade. As partes relacionadas compreendem, basicamente, o Banco Votorantim S.A. e a BV Sistemas de Tecnologia da Informação S.A. a. Sumário das transações com partes relacionadas Os saldos das operações ativas, passivas, de receitas e despesas envolvendo partes relacionadas são os seguintes: 2011 2010 Ativos Disponibilidades 413 87 Aplicações interfinanceiras de liquidez 195.176 251.972 Títulos e valores mobiliários 21.934 10.622 Instrumentos financeiros derivativos 2.959 – Outros créditos 223 181 Passivos Instrumentos financeiros derivativos – 91.971 Outras obrigações 44.129 31.063 Receitas Operações com títulos e valores mobiliários 10.666 436 Resultado de instrum. financeiros derivativos 2.897 16.927 Despesas Operações de captação no mercado – (1) Resultado de instrum. financeiros derivativos – (4.367) Outras despesas administrativas (2.688) (456) b. Remuneração de pessoal-chave da Administração Em 30 junho de 2011, a Companhia despendeu o montante de R$ 551 como remuneração às pessoas-chave da Administração. 2011 Honorários (261) Gratificações (161) (129) Encargos sociais (551) Total c. Benefícios a empregados Não existem benefícios pós-emprego, tais como pensões, outros benefícios de aposentadoria, seguro de vida e assistência médica pós-emprego, outros benefícios de longo prazo a empregados e administradores, incluindo licença por anos de serviço ou outras licenças, jubileu ou outros benefícios por anos de serviço, remuneração baseada em ações e benefícios de rescisão de contrato de trabalho com exceção dos previstos em acordo coletivo da categoria. 35 Ativos e passivos contingentes e obrigações legais a. Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável e apresentados em Outras Obrigações - Diversas 2011 2010 Contingências fiscais (a) 61 1.946 1.542 1.208 Contingências trabalhistas (b) 1.603 3.154 Total (a) referem-se, basicamente, às questões tributárias sobre PIS. (b) referem-se a processos movidos, na grande maioria, por ex-empregados, cuja natureza das reclamações envolvem indenizações, horas extras, descaracterização de jornada de trabalho, adicional de função e representação e outros. b. Movimentação dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável no semestre Demandas Fiscais Demandas Trabalhistas 2011 2010 2011 2010 Saldo inicial 60 2.058 1.355 1.208 Constituições – – 246 – Reversões – (189) (59) – 1 77 – – Atualizações 61 1.946 1.542 1.208 Saldo final c. Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco possível 2011 Contingências fiscais (a) 27.287 207 Contingências trabalhistas (b) 27.494 Total (a) Referem-se, basicamente, a questões tributárias de IRPJ, CSLL, PIS e Cofins sobre desmutualização. (b) processos movidos, na grande maioria, por ex-empregados, cuja natureza das reclamações envolvem indenizações, horas extras, descaracterização de jornada de trabalho, adicional de função e representação e outros. d. Composição de obrigações legais apresentadas em Outras Obrigações - Fiscais e Previdenciárias 2011 2010 15.835 15.204 Questões fiscais (a) 15.835 15.204 Total (a) Refere-se, basicamente, ao pleito pelo não pagamento da Cofins com base nas receitas não derivadas do faturamento mensal (ampliação da base de cálculo introduzida pela Lei nº 9.718/98). e. Depósitos judiciais apresentados em Outros Créditos - Diversos 2011 2010 Contingências fiscais 4.357 1.691 25 17 Contingências trabalhistas 4.382 1.708 Total f. Ativos contingentes Não existe nenhum ativo contingente contabilizado. Marcelo Rosas Betine Contador - 1 PR044644/“O”-6 “S” SP

ADMINISTRADORES Wilson Masao Kuzuhara Milton Roberto Pereira

Walter Guilherme Piacsek Jr. José Manoel Lobato Barletta

Abraham B. Vasconcelos W. Celso Marques de Oliveira

Mário Antonio Thomazi Marcos Lima Monteiro

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

Aos Administradores e aos Quotistas da Votorantim Corretora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. São Paulo - SP Examinamos as demonstrações contábeis da Votorantim Corretora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (Instituição) que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas

requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Votorantim Corretora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. em 30 de junho de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa

para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Outros assuntos - Demonstração do valor adicionado Examinamos, também, a demonstração do valor adicionado da Votorantim Corretora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda., para o semestre findo em 30 de junho de 2011, cuja apresentação está sendo efetuada de forma espontânea pela Instituição. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. São Paulo, 4 de agosto de 2011

KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6 Alberto Spilborghs Neto Contador CRC 1SP167455/O-0

Luciana Liberal Sâmia Contadora CRC 1SP198502/O-8

Não há socialismo no Tibete, mas colonialismo. Lobsang Sangay, primeiro-ministro do governo tibetano no exílio. nternacional Divulgação/Reuters

Um premiê para o Tibete Dalai lama se afasta da política, mas continua como líder espiritual budista.

O

ÁFRICA – A ONU realizou entregas aéreas de alimentos em Mogadiscio pela primeira vez em cinco anos, enquanto milhares de pessoas continuam chegando à capital da Somália. Cerca de 400 mil refugiados – quase 5% da população do país – estão acampados na região. No total, mais de 12 milhões de pessoas no Chifre da África estão sentindo os efeitos da estiagem, a pior em 60 anos (foto, refugiados somalis no Quênia).

jurista educado em Harvard, Lobsang Sangay, recebeu ontem do dalai lama a missão de conduzir o poder político do governo tibetano no exílio, em cerimônia em que prometeu negociar com a China uma maior autonomia para o Tibete. Sangay, de 43 anos, jurou o novo cargo de primeiro-ministro ("kalon tripa") do governo no exílio na localidade ao norte da Índia de Dharamsala, região em que o dalai lama refugiou-se após a fracassada revolta tibetana em 1959. Atualmente, 140 mil tibetanos vivem no exílio. "Demos todas as responsabilidades políticas ao líder eleito democraticamente", proclamou o dalai lama – quem conserva a autoridade como líder espiritual budista. O juramento ocorreu às nove

Adnan Abidi/Reuters

O dalai lama (à dir.) abraça Sangay durante a posse do novo premiê

horas, nove minutos e nove segundos, um momento considerado especialmente propício pelas autoridades tibetanas. Sangay ressaltou que sua lu-

ta não é contra "o povo chinês", nem contra "China como Estado", mas contra as "políticas de linha dura" que esse país pratica no Tibete. (EFE)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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Votorantim Asset Management Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. CNPJ 03.384.738/0001-98 Avenida das Nações Unidas, 14.171, Torre A - 7º andar, Vila Gertrudes - CEP: 04794-000 - São Paulo-SP

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO - 1º SEMESTRE DE 2011

Senhores Quotistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações contábeis da Votorantim Asset Management Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda., também denominada Votorantim Wealth Management & Services (“VWM&S”), relativas aos semestres findos em 30 de junho de 2011 (1S11) e 2010 (1S10), acompanhadas das respectivas notas explicativas e do parecer dos auditores independentes. Focada em uma estratégia de crescimento sólido e de longo prazo, a VWM&S deu continuidade ao trabalho iniciado em 2010, em que desenhou uma nova e moderna estrutura organizacional, e definiu sua Missão “Servir plenamente aos nossos clientes desenvolvendo e promovendo de maneira sustentável as melhores soluções em gestão patrimonial, comprometidos integralmente com seus objetivos, valorizando nossos colaboradores, parceiros e acionistas” e a estratégia que norteará suas ações, até o ano de 2015, para cada um de seus segmentos de atuação: asset management e private bank. Em consonância com a sua visão de ser reconhecida pelo mercado local e internacional como uma das melhores gestoras de recursos pela sua consistência de performance, desenvolvendo e entregando soluções adequadas às necessidades dos seus clientes com inovação e qualidade, a VWM&S se consolidou como um

dos melhores gestores do mercado de Renda Fixa Crédito Privado, Multimercado Long & Short e Renda Variável Ativo. Em maio de 2011 a VWM&S, em parceria com a EMG/Selector - distribuidor de fundos no mercado global com forte presença nos Estados Unidos, Europa e Ásia - deu um importante passo para conquistar presença internacional lançando seu primeiro fundo de investimentos offshore exclusivo para clientes estrangeiros, o “Selector Brazilian Equities”. O novo fundo difere da versão local por seguir o benchmark MSCI Brazil 10/40 que é amplamente utilizado no mercado internacional e respeita os limites de alocação da legislação de Luxemburgo, domicílio do fundo. Mantendo a atenção em produtos tradicionais, porém sem perder o foco em soluções diferenciadas para seus clientes, a VWM&S conquistou a posição de maior gestora de fundos imobiliários pela Anbima e atingiu R$8 bilhões de Produtos Estruturados sob sua gestão, principalmente produtos inovadores e customizados de Direitos Creditórios (FIDCs), Imobiliários (FIIs) e Fundos de Investimentos em Participações (FIPs). Já no segmento de private bank, para uma atuação mais eficiente foi definida como visão ser reconhecidamente um dos melhores gestores patrimoniais do Brasil, estabelecendo relacionamentos próximos e duradouros, através de soluções diferenciadas nos mercados local e internacional adequadas aos

perfis dos seus clientes. Para tanto, desde o início de 2011, o private promoveu uma reorganização das áreas comercial e de estratégia de investimentos. Essa reorganização mostrou-se bastante efetiva e permitiu um crescimento da ordem de 27% dos ativos sob gestão e 11% da base de clientes no 1S11. De igual modo, a área de Planejamento Patrimonial foi reorganizada, colocando à disposição dos clientes uma assessoria destinada a orientá-los quanto à estratégia patrimonial em situações como, por exemplo, planejamento sucessório. Com a implementação desta nova estratégia a VWM&S alcançou volume de recursos geridos de R$36,7 bilhões ao final do 1S11, aumento de 45% em relação ao mesmo período de 2010. Crescimento expressivo que garantiu à VWM&S a posição de 9ª maior gestora de recursos do mercado pelo ranking de gestão de fundos da Anbima. A VWM&S fechou o semestre com um patrimônio líquido de R$66 milhões e lucro líquido de R$9 milhões (R$49 milhões e R$14 milhões no 1S10, respectivamente). Agradecemos aos nossos quotistas, clientes, parceiros e colaboradores pelo sucesso alcançado neste semestre. São Paulo, 04 de agosto de 2011 A Diretoria

BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 30 DE JUNHO DE 2011 E 2010 (Em milhares de Reais)

Ativo Circulante Disponibilidades Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Carteira própria Outros créditos Rendas a receber Diversos Outros valores e bens Outros valores e bens Despesas antecipadas Realizável a longo prazo Aplicações interfinanceiras de liquidez Aplicações em depósitos interfinanceiros Outros créditos Diversos Outros valores e bens Despesas antecipadas Permanente Investimentos Outros investimentos Imobilizado de uso Outras imobilizações de uso Depreciações acumuladas Total do ativo

2011 19.959 260 – – 19.549 15.514 4.035 150 – 150 70.573 66.835 66.835 354 354 3.384 3.384 4.035 2.024 2.024 2.011 4.603 (2.592) 94.567

2010 13.563 270 9 9 11.107 7.403 3.704 2.177 4 2.173 53.575 53.431 53.431 144 144 – – 3.294 1.747 1.747 1.547 3.719 (2.172) 70.432

Passivo Circulante Outras obrigações Sociais e estatutárias Fiscais e previdenciárias Diversas Patrimônio líquido Capital De domiciliados no País Reservas de capital Reservas de lucros Lucros acumulados

2011 28.601 28.601 10.300 7.696 10.605 65.966

2010 20.964 20.964 5.454 12.343 3.167 49.468

36.536 – 21.350 8.080

19.000 1.927 18.770 9.771

Total do passivo

94.567

70.432

DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Sem estres findos em 30 de junho de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais)

Saldos em 31 de dezembro de 2009 Lucro líquido Destinações do lucro líquido: Reserva legal Dividendos (R$ 0,36 - p/quota) Reserva de incentivos fiscais Saldos em 30 de junho de 2010 Saldos em 31 de dezembro de 2010 Lucro líquido Destinações do lucro líquido: Reserva legal Saldos em 30 de junho de 2011

1

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Capital Social Capital Realizado Aumento de Capital 9.000 10.000 – –

Reservas de capital 1.927 –

Legal 1.762 –

Reservas de lucros Expansão Incentivos fiscais 16.066 – – –

Lucros acumulados – 13.970

Total 38.755 13.970

– – – 9.000 19.000 –

– – – 10.000 17.536 –

– – – 1.927 – –

699 – – 2.461 2.989 –

– – – 16.066 17.936 –

– – 243 243 – –

(699) (3.257) (243) 9.771 – 8.505

– (3.257) – 49.468 57.461 8.505

– 19.000

– 17.536

– –

425 3.414

– 17.936

– –

(425) 8.080

– 65.966

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - Semestres findos em 30 de junho de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais) Contexto operacional A Votorantim Asset Management Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. é uma companhia de capital fechado que, tem como objetivo social, principalmente, intermediar, comprar e vender títulos e valores mobiliários por conta própria ou de terceiros; instituir, organizar e administrar fundos e clubes de investimentos. As operações são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam integradamente no mercado financeiro, inclusive em relação ao gerenciamento de riscos, e certas operações tem a coparticipação ou a intermediação de instituições associadas, integrantes do sistema financeiro. Os benefícios dos serviços prestados entre essas instituições e os custos da estrutura operacional e administrativa são absorvidos segundo a praticabilidade e a razoabilidade de lhes serem atribuídos em conjunto ou individualmente. Apresentação das demonstrações contábeis As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas da Lei das Sociedades por Ações e normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN). Em 28 de dezembro de 2007 foi promulgada a Lei n° 11.638/07, complementada pela Lei n° 11.941/09, as quais alteraram a Lei das Sociedades por Ações quanto às práticas contábeis adotadas no Brasil. Embora a referida lei já tenha entrado em vigor, algumas alterações por ela introduzidas dependem de normatização por parte do CMN. As alterações aprovadas pelo CMN, foram: 1) o tratamento contábil dos ativos intangíveis; 2) os procedimentos de mensuração do valor recuperável de ativos; 3) a elaboração do fluxo de caixa em substituição da demonstração das origens e aplicações de recursos; 4) a divulgação em notas explicativas às demonstrações contábeis, informações sobre partes relacionadas; 5) os procedimentos de reconhecimento, mensuração e divulgações de provisões, passivos e ativos contingentes; 6) pagamento baseado em ações; e 7) eventos subsequentes. Foram efetuadas reclassificações nos saldos de 30/06/10 da demonstração de resultado, visando permitir a comparabilidade das demonstrações contábeis, em decorrência da alteração da política interna de aglutinação de contas de receitas e despesas, tendo como objetivo principal proporcionar o melhor entendimento do resultado da Companhia. Divulgação anterior Reclassificação Saldo reclassificado Despesas tributárias (4.179) (111) (4.290) Outras despesas operacionais (120) 111 (9) A emissão das demonstrações contábeis foi autorizada pela Diretoria em 04 de agosto de 2011. Gerenciamento de riscos A gestão de riscos tem suas políticas aderentes às melhores práticas de mercado e está em linha com as diretrizes definidas pelo CMN. Sua abrangência é no âmbito das instituições que compõem o Conglomerado Financeiro Votorantim (“Conglomerado”). Foram implementadas políticas, procedimentos e sistemas de gestão capazes de gerir, avaliar e mitigar os riscos inerentes aos seus negócios, proporcionando à Administração uma visão de todos os riscos. Risco de Mercado Risco de mercado é definido como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas. A gestão é feita de forma centralizada por uma área que mantém independência em relação à mesa de operações. Os procedimentos básicos adotados para o gerenciamento deste risco são: (a) integridade na precificação de ativos e derivativos; (b) avaliação do risco pela metodologia Value at Risk e pela simulação de cenários; e (c) acompanhamento de resultados diários com testes de aderência da metodologia (back-test). O Conglomerado realiza operações que envolvem instrumentos financeiros derivativos, atuando em mercados organizados e de balcão, com o objetivo de possibilitar uma gestão de risco de mercado adequada à sua política. Estes instrumentos são utilizados para hedge de posições, para atender demanda de contrapartes e como meio de reversão de posições em momentos de grandes oscilações. Risco Operacional Risco operacional é definido como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, ou de eventos externos. Inclui também o risco legal associado à inadequação ou deficiência em contratos firmados pela instituição, bem como a sanções em razão de descumprimento de dispositivos legais e a indenizações por danos a terceiros decorrentes das atividades desenvolvidas. O processo de gestão tem início a partir da aplicação de uma metodologia própria no mapeamento dos riscos. As etapas do gerenciamento são: a identificação, a avaliação, o monitoramento, o controle e a mitigação dos riscos, a comunicação e o plano de ação. A conjunção das ações de mapeamento e monitoração dos riscos com as informações obtidas pelos registros das perdas incorridas permite uma melhoria contínua nas políticas e procedimentos adotados, bem como a redução dos riscos existentes. Risco de Crédito Risco de crédito consiste na possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, bem como à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, às vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação. Como parte do processo de gestão do risco de crédito, são realizados acompanhamentos das políticas, normas, processos, limites estabelecidos, além da análise dos riscos e submissão às alçadas e aos comitês aprovadores. A política de crédito é formulada com base em análise de indicadores internos da carteira e dos processos de precificação e avaliação de empresas, e em fatores externos, relacionados à situação financeira das empresas e à conjuntura econômica do país e do exterior. O Conglomerado realiza avaliações de risco de crédito das operações, determinadas através de modelos julgamentais e estatísticos. Ressalta-se que na identificação de deterioração da qualidade da carteira de crédito, são tomadas ações de mitigação de riscos, tais como, reavaliação do perfil de risco dos clientes e análises setoriais que influenciam na gestão de limites até a gestão e controle de garantias. Gestão de Ativos e Passivos O Comitê Operacional de Ativos e Passivos (ALM) é responsável pela gestão dos riscos estruturais de taxa de juros, taxa de câmbio e de liquidez, bem como a gestão do capital que busca otimizar a relação risco versus retorno e maior eficiência na composição dos fatores que impactam no Índice de Solvabilidade (Basiléia). Principais práticas contábeis a. Apuração do resultado As receitas e despesas são registradas de acordo com o regime de competência e são contabilizadas pelo critério “pro rata” dia, calculadas com base no método exponencial, exceto aquelas relacionadas a operações com o exterior, as quais são calculadas com base no método linear. b. Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades, aplicações em depósitos interfinanceiros e aplicações em operações compromissadas - posição bancada, com vencimento até 90 dias. c. Aplicações interfinanceiras de liquidez As aplicações interfinanceiras são registradas pelo valor de aplicação, acrescido dos rendimentos auferidos até a data do balanço, calculados “pro rata” dia com base na variação do indexador e na taxa de juros pactuados. d. Títulos e valores mobiliários Os títulos e valores mobiliários são registrados pelo valor efetivamente pago e classificados em função da intenção da Administração em três categorias distintas: i. Títulos para negociação - Títulos adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São ajustados pelo seu valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; ii. Títulos disponíveis para venda - Títulos que não se enquadram para negociação nem como mantidos até o vencimento. São ajustados pelo seu valor de mercado em contrapartida à conta destacada do patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários; iii. Títulos mantidos até o vencimento - Títulos adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Nesta categoria, os títulos não são ajustados ao seu valor de mercado. A metodologia de avaliação a mercado foi estabelecida com observância de critérios consistentes e verificáveis, que levam em consideração o preço médio de negociação no dia da apuração ou na falta desse, o valor de ajuste diário das operações de mercado futuro divulgados por fontes externas ou o valor líquido provável de realização obtido com a utilização de curvas de valores futuros de taxas de juros, taxas de câmbio, índice de preços e moedas, além de eventuais ajustes nos preços de títulos de baixa liquidez. Os rendimentos auferidos com os títulos e valores mobiliários, independentemente da categoria em que estão classificados, são calculados “pro rata” dia, com base na variação do indexador e na taxa de juros pactuados, pelo método exponencial ou linear, até a data do vencimento ou da venda definitiva do título, sendo reconhecidos diretamente no resultado do período. e. Despesas antecipadas São contabilizadas as aplicações de recursos em pagamentos antecipados, cujos benefícios ou prestação de serviços ocorrerão em períodos futuros. f. Estimativas contábeis A elaboração de demonstrações contábeis requer que a Administração use de julgamento na determinação e registro de estimativas contábeis, quando aplicável. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados, devido a imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. Itens significativos sujeitos a essas estimativas e premissas incluem avaliação de ativos e passivos financeiros e instrumentos financeiros derivativos pelo seu valor justo, análise de risco de crédito para determinação da provisão para créditos de liquidação duvidosa, assim como da análise sobre passivos contingentes. A Administração revisa as estimativas e premissas regularmente. Os principais valores reconhecidos nas Demonstrações Contábeis por meio das estimativas estão incluídos nas seguintes notas explicativas: nº 28 - Ativos e Passivos Contingentes.

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g. Ativo permanente i. Os Investimentos são demonstrados pelo seu custo de aquisição e deduzidos de provisão para perda, quando aplicável; ii. O Imobilizado é demonstrado pelo custo de aquisição, deduzido da respectiva conta de depreciação. A depreciação é calculada pelo método linear, com base nas seguintes taxas anuais, de acordo com a vida útil-econômica estimada dos bens, sendo: • Instalações, m óveis e equipamentos de uso - 10%. • Sistema de comunicação, segurança e transporte - 10%. • Sistemas de processamento de dados - 20%. Os ativos não financeiros estão sujeitos à avaliação do valor recuperável em períodos anuais. h. Imposto de renda e contribuição social O imposto de renda foi apurado com base na alíquota de 15%, acrescido de adicional de 10% e a contribuição social foi apurada com base na alíquota de 15%, ambas, aplicáveis ao lucro tributável. O crédito tributário de imposto de renda e de contribuição social é constituído de acordo com estudo de capacidade de realização preparado pela Administração. i. Ativos e passivos contingentes e obrigações legais O reconhecimento, a mensuração e a divulgação dos ativos contingentes, contingências passivas e obrigações legais são efetuados de acordo com os seguintes critérios: i. Ativos contingentes São reconhecidos nas demonstrações contábeis somente quando da existência de evidências que propiciem a garantia de sua realização, sobre as quais não cabem mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo; ii. Passivos contingentes São reconhecidos nas demonstrações contábeis quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e da Administração, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, com uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes classificados como de perdas possíveis não são reconhecidos contabilmente, devendo ser apenas divulgados nas notas explicativas, e os classificados como rem otos não requerem provisão e divulgação; e iii. Obrigações legais Fiscais e Previdenciárias - São processos judiciais relacionados a obrigações tributárias, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da probabilidade de sucesso dos processos judiciais em andamento, tem os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis. j. Outros ativos e passivos Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias e cambiais auferidas (em base “pro rata” dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos estão demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias e cambiais incorridas (em base “pro rata” dia). Composição de caixa e equivalentes de caixa 2011 2010 260 270 Disponibilidades 260 270 Total Disponibilidades 2011 2010 260 270 Depósitos bancários 260 270 Total Aplicações interfinanceiras de liquidez 2011 2010 Aplicações interfinaceiras de liquidez 66.835 53.431 Aplic. em depósitos interfinanceiros 66.835 53.431 Total Outros créditos - Rendas a receber Rendas a receber referem-se, basicamente, aos valores a receber pela cobrança de taxas de administração e de performance dos fundos de investimento administrados, sendo a sua contrapartida registrada na conta de receitas de prestação de serviços. Outros créditos - Diversos 2011 2010 Adiantamentos e antecipações salariais 619 443 Adiantamentos a fornecedores 92 183 Crédito tributário de impostos e contribuições 354 144 Impostos e contribuições a compensar 3.323 3.023 1 55 Outros 4.389 3.848 Total Outros valores e bens 2011 2010 Despesa de manutenção e conservação 334 – Despesas de processamento de dados 150 68 3.050 2.105 STI - Anbid 3.534 2.173 Total Investimentos 2011 2010 Investimentos por incentivos fiscais 3.268 1.965 Títulos patrimoniais 1 1 Provisão para perdas (1.274) (248) 29 29 Outros 2.024 1.747 Total Imobilizado de uso 2011 2010 Depreciação Custo Acumulada Saldo Líquido Saldo Líquido Móveis e equipamentos de uso 1.666 (827) 839 659 Sistema de comunicação 814 (248) 566 652 Sistema de processamento de dados 2.093 (1.505) 588 235 30 (12) 18 1 Sistema de segurança 4.603 (2.592) 2.011 1.547 Total 2011 2010 Saldo inicial 1.544 1.722 Aquisições 691 9 (224) (184) Depreciação 2.011 1.547 Saldo final Em 30 de junho de 2011, não foi verificada a existência de ativos relevantes que indique perda de desvalorização. Outras obrigações - Sociais e Estatutárias 2011 2010 Dividendos e bonificações a pagar – 3.257 10.300 2.197 Provisão para participação nos lucros 10.300 5.454 Total Outras obrigações - Fiscais e Previdenciárias 2011 2010 Impostos e contribuições sobre o lucro a pagar 6.096 11.469 Impostos e contribuições sobre serviços de terceiros 58 93 Impostos e contribuições sobre salários 249 198 PIS 111 52 COFINS 675 322 ISS 504 209 3 – Outros impostos e contribuições 7.696 12.343 Total Outras obrigações - Diversas 2011 2010 Provisão para despesas de pessoal 9.353 2.411 Provisão para despesas administrativas 127 220 Provisão para passivos contingentes 886 358 239 178 Outras 10.605 3.167 Total Patrimônio líquido a. Capital social O capital social, subscrito e integralizado, é representado por 19.000.000 quotas. b. Reserva de lucros Reserva legal Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do período, até atingir o limite de 20% do capital social. A reserva legal poderá deixar de ser constituída quando acrescida do montante das reservas de capital exceder 30% do capital social. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital ou para compensar prejuízos. Reserva de expansão Para cumprimento das exigências estabelecidas na legislação societária e regras do BACEN, no encerramento do exercício, a Administração propõe que no encerramento do exercício, a parcela do lucro não distribuído seja destinado para “Reserva para Expansão”. O saldo de reserva está à disposição dos quotistas para deliberação futura em Reunião de Quotistas. Balanço patrimonial por faixas de vencimento A demonstração do “balanço patrimonial por faixas de vencimento” foi elaborada considerando o prazo de vencimento dos ativos e passivos, independente da categoria em que estão classificados. Dos ativos e passivos de prazo indeterminado, classificam-se as operações ativas no realizável a longo

DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS Semestres findos em 30 de junho de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais, exceto o lucro líquido do período por quotas) Receitas da intermediação financeira Resultado de operações com títulos e valores mobiliários Resultado bruto da intermediação financeira Outras receitas/(despesas) operacionais Receitas de prestação de serviços Despesas de pessoal Outras despesas administrativas Despesas tributárias Outras receitas operacionais Outras despesas operacionais Resultado operacional Resultado não operacional Resultado antes da tributação sobre o lucro e participações Imposto de renda e contribuição social Provisão para imposto de renda Provisão para contribuição social Ativo fiscal diferido Participações no lucro Lucro líquido do semestre Lucro líquido por quotas

2011 4.030 4.030 4.030 21.176 59.550 (23.091) (9.186) (5.505) 312 (904) 25.206 642 25.848 (5.359) (3.507) (2.119) 267 (11.984) 8.505 0,45

2010 2.337 2.337 2.337 24.951 50.732 (12.911) (8.907) (4.290) 336 (9) 27.288 (84) 27.204 (9.528) (5.985) (3.543) – (3.706) 13.970 1,55

2011

2010

DEMONSTRAÇÕES DO FLUXO DE CAIXA Semestres findos em 30 de junho de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais) Fluxos de caixa provenientes das operações Lucro líquido Ajustes ao lucro líquido: Depreciações Variações patrimoniais Aplicações interfinanceiras de liquidez Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Outros créditos Outros valores e bens Outras obrigações Caixa gerado/(utilizado) pelas operações Fluxos de caixa provenientes das atividades de financiamento Dividendos e bonificações pagos Caixa gerado/(utilizado) pelas atividades de financiamento Fluxos de caixa provenientes das atividades de investimento Alienação de investimentos Aquisição de imobilizado de uso Aquisição de investimentos Caixa gerado/(utilizado) pelas atividades de investimento Variação líquida de caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa no início do período Caixa e equivalentes de caixa no fim do período Aumento/(Redução) no caixa e equivalentes de caixa

8.505 224 224

13.970 184 184

(780) – 3.407 (1.209) (6.503) 3.644

(16.694) 5.003 1.492 (488) (3.357) 110

(2.571) (2.571) – (691) (439) (1.130) (57) 317 260 (57)

– – 363 (9) (413) (59) 51 219 270 51

DEMONSTRAÇÕES DOS VALORES ADICIONADOS Semestres findos em 30 de junho de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais) Receitas Receita da intermediação financeira Receitas de prestação de serviços Outras receitas/(despesas) Resultado não operacional Insumos adquiridos de terceiros Materiais, energia e outros Serviços de terceiros Outros Comunicações Manutenção e conservação de bens Processamento de dados Promoções e relações públicas Publicações Propaganda e publicidade Serviços do sistema financeiro Serviços técnicos especializados Transportes Outros Valor Adicionado Bruto Despesas de depreciação Valor Adicionado Líquido produzido pela Entidade Valor Adicionado a distribuir Valor Adicionado distribuído Pessoal Salários e honorários Participação no lucro Benefícios e treinamentos FGTS Impostos, Taxas e Contribuições INSS sobre salários Despesas tributárias (exceto IR e CS) Imposto de Renda/Contribuição Social Remuneração de Capitais de Terceiros Aluguéis Remuneração de Capitais Próprios Dividendos/juros sobre capital próprio Lucro retido

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2011 63.630 4.030 59.550 (592) 642 (7.347) (99) (158) (7.090) (45) (123) (1.696) (484) (47) (53) (721) (3.153) (149) (619) 56.283 (224) 56.059 56.059 56.059 31.457 16.460 11.984 1.817 1.196 14.482 3.618 5.505 5.359 1.615 1.615 8.505 – 8.505

2010 53.312 2.337 50.732 327 (84) (7.133) (31) (80) (7.022) (126) (25) (783) (669) (77) (40) (604) (3.341) (108) (1.249) 46.179 (184) 45.995 45.995 45.995 14.515 8.567 3.706 1.527 715 15.920 2.102 4.290 9.528 1.590 1.590 13.970 3.257 10.713

prazo e as operações passivas no passivo circulante. O ativo permanente e o patrimônio líquido estão sendo apresentados como “acima de 5 anos”. a. Ativo Até 90 De 91 a De 1 a 3 De 3 a 5 Acima de Total dias 360 dias anos anos 5 anos Disponibilidades 260 – – – – 260 Aplicações interf. de liquidez – – 66.835 – – 66.835 Aplicações em dep. Interfinanceiros – – 66.835 – – 66.835 Outros créditos 16.311 3.238 354 – – 19.903 Rendas a receber 15.514 – – – – 15.514 Diversos 797 3.238 354 – – 4.389 Outros valores e bens 150 – 3.384 – – 3.534 – – – – 4.035 4.035 Permanente 16.721 3.238 70.573 – 4.035 94.567 Total b. Passivo Até 90 De 91 a De 1 a De 3 a 5 Acima de dias 360 dias 3 anos anos 5 anos Total Outras obrigações 22.505 6.096 – – – 28.601 Sociais e estatutárias 10.300 – – – – 10.300 Fiscais e previdenciárias 1.600 6.096 – – – 7.696 Diversas 10.605 – – – – 10.605 – – – – 65.966 65.966 Patrimônio líquido 22.505 6.096 – – 65.966 94.567 Total Resultado de operações com títulos e valores mobiliários 2011 2010 Aplicações em depósitos interfinanceiros 4.030 2.244 – 93 Títulos de renda variável 4.030 2.337 Total Receitas de prestação de serviços 2011 2010 Administração de fundos de investimento 56.109 50.423 3.441 309 Comissões sobre colocação de títulos 59.550 50.732 Total Despesas de pessoal 2011 2010 Honorários (673) (1.041) Benefícios (1.663) (1.307) Encargos sociais (4.814) (2.817) Proventos (15.787) (7.526) (154) (220) Treinamento (23.091) (12.911) Total Outras despesas administrativas 2011 2010 Água, energia e gás (85) (22) Aluguéis (1.615) (1.590) Comunicações (45) (126) Manutenção e conservação de bens (123) (25) Material (14) (9) Processamento de dados (1.696) (783) Promoções e relações públicas (484) (669) Propaganda e publicidade (53) (40) Publicações (47) (77) Serviços do sistema financeiro (721) (604) Serviços de terceiros (158) (80) Vigilância e Segurança (60) (25) Serviços técnicos especializados (3.153) (3.341) Transportes (149) (108) Viagens (320) (115) Depreciação (224) (184) (239) (1.109) Outras (9.186) (8.907) Total Despesas tributárias 2011 2010 ISS (1.703) (1.355) PIS (415) (376) COFINS (2.553) (2.311) Outros tributos municipais (93) (19) (741) (229) Outros (5.505) (4.290) Total Outras receitas operacionais 2011 2010 Recuperação de encargos e despesas 243 336 69 – Variação monetária ativa 312 336 Total Outras despesas operacionais 2011 2010 Provisão para passivos contingentes (669) – (235) (9) Outras (904) (9) Total Resultado não operacional 2011 2010 Resultado na alienação de investimentos 49 36 Incentivos fiscais 438 243 Provisão para perdas com investimentos – (363) Outros 155 – Total 642 (84)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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terça-feira, 9 de agosto de 2011

Votorantim Asset Management Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. CNPJ 03.384.738/0001-98 Avenida das Nações Unidas, 14.171, Torre A - 7º andar, Vila Gertrudes - CEP: 04794-000 - São Paulo-SP

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - Semestres findos em 30 de junho de 2011 e 2010 - (Em milhares de Reais)

26 Imposto de renda e contribuição social a. Encargos devidos sobre as operações

d. Composição do crédito tributário

2011 2010 Lucro antes do imposto de renda, da contribuição social e das participações 25.848 27.204 (10.339) (10.882) Encargos à alíquota nominal vigente 4.713 (417) Exclusões/(adições) Participações no lucro 4.794 – Provisão para contingências (267) – Outros 186 (417) (5.626) (11.299) Imposto de renda e contribuição social corrente – 1.771 Imposto de renda e contribuição social diferido (5.626) (9.528) Imposto de renda e contribuição social total b. Imposto de renda e contribuição social diferidos com efeito sobre o resultado no semestre 2011 2010 Crédito tributário Adições/(exclusões) 267 – Provisão para contingências 267 – Total 2011 2010 Obrigação fiscal diferida Adições/(exclusões) – 1.771 Ajuste a mercado de TVM – 1.771 Total c. Imposto de renda e contribuição social diferidos com efeito sobre contas patrimoniais no semestre 2011 2010 Ativo (Outros créditos - diversos) Saldo inicial 87 144 267 – Provisão para contingências 354 144 Saldo final 2011 2010 Passivo (Outras obrigações - Fiscais e previdenciárias) Saldo inicial – 1.771 – (1.771) Ajuste a mercado de TVM – – Saldo final

Provisão para contingências Total e. Expectativa de realização do crédito tributário

2011 354 354

2010 144 144

Valor nominal Valor presente 354 187 Em 2016 354 187 Total 27 Partes relacionadas As operações entre partes relacionadas são efetuadas a valores, prazos e taxas médias usuais de mercado, vigentes nas respectivas datas e em condições de comutatividade. As partes relacionadas compreendem, basicamente Banco Votorantim S.A. e BV Sistemas de Tecnologia da Informação S.A. a. Sumário das transações com partes relacionadas Os saldos das operações ativas, passivas, de receitas e despesas envolvendo partes relacionadas são os seguintes: 2011 2010 Ativos Disponibilidades 21.572 240 Aplicações interfinanceiras de liquidez 66.835 53.431 Passivos Outras obrigações – 3.257 Receitas Operações com títulos e valores mobiliários 4.030 2.244 Despesas Outras despesas administrativas (2.575) (1.024) b. Remuneração de pessoal-chave da Administração No primeiro semestre de 2011, a Companhia despendeu o montante de R$ 3.828 como remuneração às pessoas-chave da Administração. Honorários (673) Gratificações (2.260) (895) Encargos sociais (3.828) Total c. Benefícios a empregados Não existe benefícios pós-emprego, tais como pensões, outros benefícios de aposentadoria, seguro de vida e assistência médica pós-emprego, outros benefícios de longo prazo a emprega-

dos e administradores, incluindo licença por anos de serviço ou outras licenças, jubileu ou outros benefícios por anos de serviço, remuneração baseada em ações e benefícios de rescisão de contrato de trabalho com exceção dos previstos em acordo coletivo da categoria. 28 Ativos e passivos contingentes a. Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável apresentados em Outras obrigações - Diversas 2011 2010 886 358 Contingências trabalhistas (a) 886 358 Saldo final (a) processos movidos, na grande maioria, por ex-empregados, cuja natureza das reclamações envolvem indenizações, horas extras, descaracterização de jornada de trabalho, adicional de função e representação e outros. b. Movimentação dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável no semestre Demandas Demandas Fiscais Trabalhistas 2011 2010 2011 2010 Saldo inicial – 170 217 358 Constituições – – 1.340 – – (170) (671) – Reversões – – 886 358 Saldo final c. Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco possível 2011 Contingências fiscais (a) 4.048 1.150 Contingências trabalhistas (b) 5.198 Saldo final (a) Os principais processos contingentes fiscais, avaliados como risco de perda possível, são relacionados a questões tributárias: IRPJ/CS sobre JCP R$ 3.745 e IRPJ-FINOR R$ 303. (b) Referem-se a vários pedidos reclamados, como indenizações, horas extras, adicional de função e representação e outros. d. Ativos contingentes Não existe nenhum ativo contingente contabilizado. Marcelo Rosas Betine Contador - 1PR044644/“O“-6 “S“SP

ADMINISTRADORES Walter Guilherme Piacsek Jr. Wilson Masao Kuzuhara

Milton Roberto Pereira Robert John Van Dijk

Mário Antonio Thomazi José Manoel Lobato Barletta

Celso Marques de Oliveira Marcos Lima Monteiro

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

Aos Administradores e aos Quotistas da Votorantim Asset Management Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. São Paulo - SP Examinamos as demonstrações contábeis da Votorantim Asset Management Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (Instituição) que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.

Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Votorantim Asset Management Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. em 30 de junho de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.

Outros assuntos - Demonstrações do valor adicionado Examinamos, também, a demonstração do valor adicionado da Votorantim Asset Management Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda., para o semestre findo em 30 de junho de 2011, cuja apresentação está sendo efetuada de forma espontânea pela Instituição. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. São Paulo, 04 de agosto de 2011

KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6 Alberto Spilborghs Neto

Luciana Liberal Sâmia

Contador - CRC 1SP167455/O-0

Contadora - CRC 1SP198502/O-8

O mundo os apoia contra o regime brutal. Hackers do Anonymous, aos opositores sírios. nternacional

Assad, cada vez mais isolado. Países árabes rompem silêncio e condenam repressão síria. Críticas também são internas: o ministro da Defesa síria foi afastado ou pediu demissão?

E

nviados do Brasil, Índia e África do Sul partiram ontem para Damasco em uma missão diplomática, cujo objetivo é convencer o regime sírio a parar com a repressão violenta e implementar reformas democráticas. Além de sofrer condenações internacionais, o presidente sírio, Bashar al-Assad, enfrenta supostas divergências dentro do próprio governo. Ontem, ele demitiu seu ministro da Defesa, Ali Habib, que oficialmente se afastou por causa de problemas de saúde. Mas alguns analistas dizem que ele deixou o cargo porque discorda da violência usada contra os manifestantes. A violência do governo sírio atraiu a condenação de outros países árabes. Primeiro foi a Arábia Saudita, que no domingo criticou a repressão e retirou seu embaixador de Damasco. Ontem, dois países do Golfo Pérsico, Bahrein e Kuwait, condenaram a violência do regime de Assad e também retiraram seus embaixadores. A decisão foi anunciada após a Liga Árabe, pela primeira vez, condenar publicamente a repressão do ditador sírio contra os opositores. Os Estados Unidos saudaram a posição da Liga Árabe. Para Washington, isso demonstra novos sinais de rejeição à "brutalidade" de Assad, disse o porta-voz adjunto do Departamento de Estado, Mark Toner. Pressão - Os representantes de Índia, Brasil e África do Sul (Ibas) chegam hoje a Damasco, onde entregarão um documento conjunto ao chanceler sírio, Walid Muallem, pedindo "comedimento, o fim da violência e o avanço das reformas". A Turquia, aliada da Síria, anunciou que enviará também seu chanceler a Damasco. Ontem, Assad substituiu seu ministro da Defesa, indicando o general Daoud Rajha para substituir Ali Habib no cargo. A designação de Rajha coincide com uma forte ofensiva militar contra várias cidades sírias, como Hama e Deir ez-Zour. Segundo ativistas, mais de 1.700 pessoas já morreram vítimas da repressão do governo. (Agências)

Fotos: Jamal Saidi/Reuters

Crianças sírias participam de protesto em Beirute, em solidariedade aos opositores de Assad. Depois da Arábia Saudita, ontem foi a vez de Bahrein e Kuwait criticarem a repressão.

Hackers do Anonymous se juntam à oposição

O

grupo internacional de hackers Anonymous resolveu apoiar a oposição síria. Ontem, o grupo derrubou o site do ministério da Defesa sírio e postou uma mensagem em defesa dos manifestantes. O site saiu do ar e mensagens com uma cópia da tela da página militar síria mostravam o símbolo do grupo, um terno sem cabeça, e um texto dirigido ao povo sírio dizendo que "o mundo os apoia contra o regime brutal". "Todos os tiProtesto em Beirute reuniu libaneses e sírios. Mais de 1.700 pessoas já morreram na Síria, dizem ativistas.

ranos cairão, e graças à coragem de vocês, Bashar al-Assad é o próximo", conclui a mensagem. Os hackers também postaram um recado aos militares sírios, no qual pedem para que se juntem à oposição. "Vocês são responsáveis por proteger o povo sírio, e aqueles que lhes dão ordens para matar mulheres, crianças e idosos merecem ser julgados por traição", diz. "Defendam o seu país – levantem-se contra o regime!", exorta o texto. (Agências)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 9 de agosto de 2011

e

25 RICARDO ELETRO Ricardo Nunes é condenado a 3 anos de cadeia por corrupção

conomia

ALSHOP Negócios em shopping centers subiram 8% no 1º semestre Brendan McDermid/Reuters

Kai Pfaffenbach/Reuters

5,02

5,55

FRANKFURT

NOVA YORK

Yoshikazu Tsuno/AFP

Andrew Gombert/EFE

2,17 HONG KONG

2,18 TÓQUIO Laurent Fievet/AFP

Yasuyoshi Chiba/AFP

Andrea Comas/Reuters

8,08

2,44

SÃO PAULO

MADRI

DIA DE MEDO NAS BOLSAS O rebaixamento da nota atribuída à dívida dos Estados Unidos pela agência Standard & Poor's derrubou as bolsas mundiais. Os índices dos mercados acionários regrediram a patamares

O

s principais índices do mercado de ações do mundo fecharam em baixa ontem, reagindo à notícia de que a agência de classificação de risco Standard & Poor's (S&P) rebaixou o rating de crédito dos Estados Unidos de AAA para AA+ na noite de sexta-feira – citando como justificativa o entrave político entre republicanos e democratas durante o debate sobre as possíveis soluções para os problemas fiscais do país. Nos mercados de ações, a queda foi generalizada. Nas bolsas da Ásia, foram contabi-

l i z a d a s b a i x a s e m Tó q u i o (2,18%), Hong Kong (3,82), Xangai (3,79%) e Cingapura (3,7%). O nervosismo dos investidores também se fez presente na Europa, com recuos sendo registrados em Londres (3,39%), Paris (4,68%), Frankfurt (5,02%) e Madri (2,44%). Em Nova York, o índice Dow Jones caiu 5,55%, ao passo que o Nasdaq fechou na mínima, recuando 6,9%, enquanto o S&P 500 teve declínio de 6,66%. "O movimento foi baseado no medo", disse o operador Stephen Leuer, da X-FA Trading, acrescentando que o mercado está sendo atingido

por um efeito manada, com todos "correndo para a saída." Influenciada pelo baque internacional dos mercados, a BM&FBovespa também sofreu. O Ibovespa caiu 8,08% – a maior perda desde 22 de outubro de 2008 – após ter acusado baixas de até 9,73%. Em Buenos Aires, o índice Merval encerrou em queda de 10,73%. O recuo nas bolsas e a fuga dos investidores para ativos mais seguros, como os títulos da dívida dos EUA , levaram a moeda norte-americana a fechar com alta de 1,44% – a maior verificada desde outubro de 2010. O dólar comer-

negativos – em alguns casos, como no Brasil, ao nível observado quando da eclosão da crise financeira mundial, em 2008. Em um movimento paralelo, o Banco Central Europeu (BCE) foi ao mercado para comprar títulos da Itália e Espanha, em uma tentativa de evitar uma crise na zona do euro. cial foi negociado por R$ 1,61, na venda. O dólar turismo foi vendido por R$ 1,7 e comprado por R$ 1,54 nas casas de câmbio paulistas. Agências – Após ter rebaixado a nota dos EUA, a S&P cortou os ratings de algumas instituições norte-americanas, como a Fannie Mae e a Freddie Mac, e diminuiu as perspectivas de crédito de algumas empresas, como a Berkshire Hathaway, do megainvestidor Warren Buffet. A reação do mercado foi migrar para ativos mais seguros, como o ouro. O Comitê Bancário do Senado dos EUA investigará a deci-

são da S&P de rebaixar o rating do país, de acordo com um assessor não identificado. A S&P também indicou que não rebaixará a nota dos títulos da França e do Reino Unido, e que vai levar alguns anos para os EUA recuperarem a classificação máxima para os seus papéis. Segundo a empresa, os dois países europeus conseguiram manter a nota AAA porque tomaram medidas duras, ainda que impopulares, para reduzir sua dívida. "Esse é um exemplo de medida fiscal bem elaborada", disse John Chambers, chefe do comitê de nota soberana da S&P.

Já a agência Moody's alertou que pode diminuir a nota da dívida dos EUA antes de 2013 se o país não adotar novas medidas para realizar uma maior redução do déficit público. "Para manter a nota AAA, queríamos ver medidas que façam com que a proporção da dívida pública com relação ao Produto Interno Bruto (PIB) em meados da década não fique longe do nível de quase 75% inicialmente previsto para 2012", disse o analista Stephen Hess. (Agências) Leia artigo do economista Paul Krugman sobre o assunto em Opinião, na página 3.

Para evitar crise, BCE compra títulos da Itália e da Espanha.

O

Banco Central Europeu (BCE) interveio ontem nos mercados de bônus, cumprindo a promessa de ajudar Espanha e Itália para tentar evitar uma crise financeira na zona do euro. A compra de títulos derrubou os custos de financiamento dos governos italiano e espanhol. Operadores estimavam que o

BCE tenha adquirido cerca de 2 bilhões de euros em papéis das dívidas desses dois países. "Os especuladores agora terão de pensar duas vezes antes de vender a descoberto bônus italianos e espanhóis, sabendo que o BCE agirá contra eles", avaliou Shane Oliver, diretor de investimentos da AMP Capital Investors. Mas especialistas alertaram

que o BCE terá de fazer compras de grande escala para produzir um impacto considerável, com a medida que enfrentou oposição de membros influentes do Conselho Executivo na semana passada. "O BCE terá de comprar 320 bilhões de euros de bônus governamentais italianos e espanhóis simplesmente para manter a mesma proporção de

compras feitas nas dívidas de Grécia, Irlanda e Portugal até agora", disse Vincenzo Albano, analista da Reuters Insider Fixed Income. Os spreads dos bônus italianos e espanhois sobre a dívida alemã diminuíram, e o custo de proteger contra moratória a dívida de países periféricos da zona do euro caiu. Mas os credit default

swaps da França atingiram a máxima recorde de 160 pontos-básicos, dadas as dúvidas sobre por quanto tempo as economias AAA, como é o caso da francesa, poderão manter os ratings máximos definidos pelas agências classificadoras. Os investidores também voltavam a atenção para o que o Federal Reserve (Fed, banco

central dos EUA) poderá dizer na reunião de política monetária que começa hoje, alimentando especulações de uma nova rodada de estímulos. Os países que compõem o G7 (EUA, Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Itália e Japão) disseram que, se necessário, agirão nos mercados de câmbio de forma conjunta. (Reuters)


26 -.ECONOMIA

DIÁRIO DO COMÉRCIO

COMÉRCIO

terça-feira, 9 de agosto de 2011


DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 9 de agosto de 2011

e Obama diz que os EUA são e sempre serão AAA

É a segunda vez que a crise afeta o mundo, e que o Brasil não treme. Dilma Rousseff, presidente do Brasil

conomia

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, reagiu ao rebaixamento da nota da dívida norteamericana para AA+ pela Standard & Poor's (S&P) dizendo que não importa o que diz a agência de risco. Ele saiu em defesa da excelência dos norteamericanos, seja como estudantes ou empreendedores, para minimizar o impacto da notícia, que vem abalando as bolsas.

Larry Downing/Reuters

No Brasil, a presidente Dilma Rousseff também disparou contra a agência S&P, cuja decisão de rebaixar a nota dos EUA ela considerou "precipitada" e "não correta". No entanto, lembrou que o País não é uma ilha, embora esteja, a seu ver, preparado. O ministro Guido Mantega chegou a dizer que a S&P forçou a barra e reconheceu que, caso a crise se prolongue, poderá comprometer o crescimento do Brasil.

O

presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, criticou ontem a decisão da agência de classificação de risco Standard & Poor's (S&P) de rebaixar a nota da dívida americana de AAA para AA+ pela primeira vez desde 1917. "Não importa o que uma agência pode dizer, nós sempre fomos e sempre seremos uma nação AAA. Apesar de todas as crises que passamos, temos as melhores universidades, as melhores empresas, e os mais inventivos empreendedores", disse Obama. O presidente afirmou ainda

27

que, apesar da redução da nota na semana passada, os mercados acreditam no crédito dos Estados Unidos, um país seguro para os investidores, como disse. Obama aproveitou para criticar o Congresso por arrastar as decisões cruciais para a economia norte-americana por meio de debates políticos.

Ele reconheceu que, para os demais países, o debate prolongado do pacote fiscal aprovado na semana passada "poderia fazer grande dano a nossa economia e ao mundo". "Nosso problema não é nossa nota de risco, o mercado sabe que nossa economia é uma das mais seguras do mundo. [...] O problema é a falta de vontade política de Washington", afirmou o presidente. Na sexta-feira, quando rebaixou a nota americana, a S&P disse que a disputa entre os partidos Democrata e Republicano sobre a política fiscal a deixou pessimista sobre

O presidente dos Estados Unidos criticou, ontem, o Congresso, ao dizer que o problema dos EUA não são as notas da agência S&P: "O problema é a falta de vontade política de Washington", afirmou ele.

a capacidade dos Estados Unidos em conter o déficit. Dinâm ica – A S&P disse ainda que a medida reflete a opinião de que o pacote de medidas fiscais "fica aquém do necessário para estabilizar a dinâmica do débito do governo no médio prazo". A dívida total norte-americana, de US$ 14,3 trilhões, equivale a quase uma vez o PIB do país. O acordo aprovado

autoriza a elevação da dívida em até US$ 2,4 trilhões em troca de cortes de gastos, no mesmo valor. Com um deficit público na dimensão do atual, o novo teto da dívida seria alcançado até o final de 2012. Obama afirmou que "não há muito mais a cortar" do Orçamento e que os próximos passos não são radicais e sim de "senso comum e compromisso". O presidente defen-

deu uma reforma tributária que aumente os impostos dos mais ricos, "para que os americanos que tenham condição façam sua parte pelo país" e condenou ideias de corte nos benefícios sociais. "Cortar os benefícios de seguro-desemprego tiraria 1 milhão de empregos e reduziria nosso crescimento em 0,5%", disse ontem o presidente Barack Obama. (Folhapress)

Ueslei Marcelino/Reuters

Para Dilma, agência "errou", mas EUA não têm política fiscal. Presidente reiterou que o País não vai "tremer" diante do cenário internacional

Presidente recebeu o primeiroministro do Canadá, Stephen Harper, e criticou os EUA.

Emergentes devem debater soluções

A

presidente Dilma Rousseff cobrou maior participação dos países emergentes na busca por uma solução para a crise internacional. Além disso, a presidente repudiou a adoção de "soluções recessivas", e disse que o Brasil trilha o caminho de políticas econômicas prudentes. "Repudiamos todas as soluções recessivas para a crise mundial. Elas acirram o custo social dos ajustes, transferindo-os para os segmentos

sociais menos protegidos, com destruição dos empregos e redução do estado de bem-estar", disse. Em seguida, acrescentou: "Precisamos incorporar a voz e os pontos de vista de um número maior de países emergentes e países desenvolvidos no enfrentamento da crise global. Temos de nos coordenar contra as depreciações cambiais competitivas que anulam os esforços empreendidos pelos países em desenvolvimento." (Agências)

Turbulência pode afetar o Brasil

O

ministro da Fazenda, Guido Mantega, reconheceu ontem que, caso o desajuste internacional nos mercados da Europa e Estados Unidos se prolongue, o Brasil poderá ter que rever sua meta de crescimento para baixo. "Não podemos fazer milagre", disse Mantega. O ministro afirmou que os problemas são "crônicos" nos países desenvolvidos e que a "situação de crise" irá se prolongar pelos próximos anos. Caso haja menos consumo, o mundo poderá caminhar para uma reces-

são, afirmou o ministro. Epicentro – Mantega disse que o Brasil "não está no epicentro" da crise, mas sente seus efeitos. Por isso, o governo pretende fortalecer a fiscalização tributária no País e as empresas. Segundo ele, o mercado interno precisa ser estimulado de forma que consuma produtos brasileiros. O ministro disse ser essencial que o País não gaste mais, mas não anunciou corte de gastos. Ele criticou a Europa pela dificuldade de reagir à crise. Disse que o G7 "não está dando conta" do pro-

blema. Sobre o rebaixamento dos títulos do governo dos EUA, Mantega afirmou que houve "forçação de barra". Banco Central – O Banco Central avaliou que a piora no cenário internacional vai contribuir para desaceleração "um pouco mais forte" que a esperada na economia mundial. E afirmou que é cedo para medir os efeitos sobre o crescimento do País. O diretor de Assuntos Internacionais do BC, Luiz Awazu Pereira, disse que a situação ficou "um pouquinho mais séria". (Agências)

A

presidente Dilma Rousseff criticou ontem a decisão da agência de classificação de risco Standard & Poor's de rebaixar a nota dos títulos do tesouro dos Estados Unidos. Segundo Dilma, a decisão foi "precipitada" e "não correta". Ela explicou: "Todas as avaliações apontam que ela [Standard & Poor's] errou. Ela errou porque fez um cálculo por erro de, me parece, US$ 2 trilhões." Dilma Rousseff deu as declarações logo após ter recebido o primeiro-ministro do Canadá, Stephen Harper, que visitou o Palácio do Planalto. A presidente afirmou ainda que o País não vai "tremer" diante da crise internacional e que o brasileiro deve continuar indo às compras. Este não é um momento para "sair por aí gastando o que não temos", porque o Brasil não é "uma ilha isolada no mundo" e não está "imune" às turbulências econômicas globais, mas que o consumo deve continuar porque o País não passa por "nenhuma ameaça". Em 2008, a política adotada pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva para reagir à crise internacional foi turbinar o consumo interno com isenções de impostos e ampliação de programas de redistribuição de renda. Ontem, a presidente fez um apelo para que todos os segmentos da sociedade tenham "muita tranquilidade, muita calma e nenhum excesso". E disse que, se chamado a ajudar, o País irá colaborar. "Se houver necessidade de ajuda, seja ela qual for, o Brasil não se

furtará. Mas não há perspectiva disso", afirmou. Dilma disse que está "com aquela preocupação que me faz não ser uma pessoa alheia à realidade", mas que tomará todas as medidas necessárias. Dilma voltou a afirmar que o Brasil está em uma situação "muito mais sólida" do que em 2008, na última crise financeira. "É a segunda vez que a crise afeta o mundo e é a segunda vez que o Brasil não treme. Vocês lembram muito bem como era no passado", disse ela. A presidente também reforçou que os bancos brasileiros, públicos e privados, estão "robustos" porque praticaram uma "política muito sóbria". Dilma afirmou que o mercado interno é uma "grande vantagem" que o País tem.

Insensatez – A presidente criticou a falta de política fiscal na Europa e EUA. Para Dilma, eles devem "tomar providências" para resolver o problema – e não o Brasil –, e afirmou mais uma vez que foi uma "insensatez" o impasse político nos EUA em torno da necessidade de ampliação do teto da dívida, na semana passada, que ameaçou toda a economia mundial. "O que se percebe é que não há política fiscal. Não há política fiscal na Europa e não há política fiscal nos Estados Unidos. Não é possível os países desenvolvidos acharem que o mundo pode ficar contemplando de uma forma perplexa o que aconteceu na semana passada e que todos viram ", afirmou. (Folhapress)

OAS Infraestrutura S.A. CNPJ/MF nº 11.780.712/0001-97 - NIRE 35300378059 Ata das Assembleias Gerais Ordinária e Extraordinária Realizadas em 28 de Abril de 2011 Data, Horário e Local: Aos 28 dias do mês de abril do ano de 2011, às 10:00 horas, na sede da OAS Infraestrutura S.A., localizada na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Angélica, nºs 2.330, 2.346 e 2.364, 9º andar, Sala 907, Consolação, CEP 01228-200 (“Companhia”). Convocação: Dispensada a publicação de editais de convocação, nos termos do artigo 124, § 4º, da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, e suas posteriores alterações (“Lei das S.A.”), tendo-se em vista a presença de acionista representando a totalidade do capital social da Companhia. Presença: Acionista representando a totalidade do capital social da Companhia, além dos Srs. Bruno Dauster Magalhães e Silva, Louzival Luiz Lago Mascarenhas Junior, Carlos Eduardo Paes Barreto Neto e Fabio Hori Yonamine. Composição da Mesa: Os trabalhos foram presididos pelo Sr. Bruno Dauster Magalhães e Silva e secretariados pelo Sr. Louzival Luiz Lago Mascarenhas Junior. Ordem do Dia: A Assembleia Geral Ordinária teve como ordem do dia: (i) tomar as contas dos administradores, examinar, discutir e votar as demonstrações financeiras da Companhia relativas ao exercício social findo em 31/12/2010; (ii) destituir e eleger novos membros para o Conselho de Administração da Companhia, além de remanejar determinados membros desse Conselho; A Assembleia Geral Extraordinária teve como ordem do dia: (iii) acrescentar o parágrafo 3º ao artigo 23 do Estatuto Social da Companhia; e (iv) escolher os jornais de publicação dos atos da Companhia. Deliberações: Submetidas a discussão e, em seguida, a votação, foram aprovadas, por unanimidade e sem quaisquer restrições, as seguintes matérias: Em Assembleia Geral Ordinária: (i) Aprovar as contas dos administradores e as demonstrações financeiras da Companhia relativas ao exercício social findo em 31/12/2010; (ii.1) Destituir os membros suplentes do Conselho de Administração da Companhia Rodrigo Zúniga de Melo Sousa e Josedir Barreto dos Santos, eleitos na Assembleia Geral Extraordinária de 25 de agosto de 2010; (ii.2) Eleger para o Conselho de Administração da Companhia Carlos Eduardo Paes Barreto Neto e Fabio Hori Yonamine, abaixo qualificados, sendo que o primeiro deles na qualidade de Vice-Presidente e o segundo como membro efetivo. Os Conselheiros ora eleitos tomarão posse mediante a lavratura de termo próprio no Livro de Atas de Reuniões do Conselho de Administração, dispensada a garantia de gestão, e terão mandato unificado até a Assembleia Geral Ordinária de 2012, permitida a reeleição, devendo permanecer em seus cargos até que sejam eleitos os seus substitutos. Os referidos Conselheiros declaram, ainda, sob as penas da lei, que não estão impedidos, por lei especial, de exercer a administração da Companhia, nem condenados por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato, contra a economia popular, a fé pública ou a propriedade, ou a pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos. (ii.3) Remanejar: (a) Alexandre Louzada Tourinho, eleito na Assembleia Geral Extraordinária de 25 de agosto de 2010 como VicePresidente do Conselho de Administração da Companhia, para o cargo de Conselheiro suplente de Bruno Dauster Magalhães e Silva, atual Presidente. O número de inscrição no CPF/MF de Bruno Dauster Magalhães e Silva constou incorretamente na Assembleia Geral Extraordinária de 25 de agosto de 2010 e fica ora rerratificado para 712.013.007-20; (b) Luiz Eduardo Silva Lyra Magalhães, eleito na Assembleia Geral Extraordinária de 25 de agosto de 2010 como membro efetivo do Conselho de Administração da Companhia, para o cargo de Conselheiro suplente de Carlos Eduardo Paes Barreto Neto, ora eleito como Vice-Presidente; e (c) Marco Aurélio de Paula Affonseca, eleito na Assembleia Geral Extraordinária de 25 de agosto de 2010 como Conselheiro suplente de Bruno Dauster Magalhães e Silva, para o cargo de Conselheiro suplente de Fabio Hori Yonamine, ora eleito como membro efetivo. Dessa forma, o Conselho de Administração da Companhia fica com a seguinte composição: (i) Bruno Dauster Magalhães e Silva, brasileiro, casado, economista, portador da carteira de identidade RG nº 32.461.950-2, SSP/BA, inscrito no CPF/MF sob o nº 712.013.007-20, como membro efetivo, na qualidade de Presidente, e seu suplente, Alexandre Louzada Tourinho, brasileiro, casado, administrador de empresas, portador da carteira de identidade RG nº 16.775.761-1, SSP/SP, inscrito no CPF/MF sob o nº 174.387.558-43; (ii) Carlos Eduardo Paes Barreto Neto, brasileiro, casado, engenheiro, portador da carteira de identidade RG nº 13.800.729-9, SSP/SP, inscrito no CPF/MF sob o nº 185.155.568-47, como membro efetivo, na qualidade de Vice-Presidente, e seu suplente, Luiz Eduardo Silva Lyra Magalhães, brasileiro, solteiro, contador, portador da carteira de identidade RG nº 09.023.769-4, IFP/RJ, inscrito no CPF/MF sob o nº 014.165.897-59; (iii) Fabio Hori Yonamine, brasileiro, casado, administrador de empresas, portador da carteira de identidade RG nº 17.256.000-7, SSP/SP, inscrito no CPF/MF sob o nº 163.120.278-21, como membro efetivo, e seu suplente, Marco Aurélio de Paula Affonseca, brasileiro, casado, bacharel em direito e mestre em economia, portador da carteira de identidade RG nº 23.823.616-X, SSP/SP, inscrito no CPF/MF sob o nº 214.152.748-19; (iv) Maria Beatriz Lira Gomes, brasileira, solteira, advogada, portadora da carteira de identidade RG nº 26.610.528-2, SSP/SP, inscrita no CPF/MF sob o nº 272.376.328-50, como membro efetivo, e seu suplente, Renato Fermiano Tavares, brasileiro, solteiro, advogado, portador da carteira de identidade RG nº 28.202.035-4, SSP/SP, inscrito no CPF/MF sob o nº 281.000.898-17, todos com endereço comercial na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Angélica, nºs 2.330, 2.346 e 2.364, 9° andar, Sala 901, Consolação, CEP 01.228-200. Todos os Conselheiros acima terão mandato unificado até a Assembleia Geral Ordinária de 2012, permitida a reeleição, devendo permanecer em seus cargos até que sejam eleitos os seus substitutos. Em Assembleia Geral Extraordinária: (iii) acrescentar o parágrafo 3º ao artigo 23 do Estatuto Social da Companhia, de modo a outorgar poderes ao Diretor Presidente para assinar isoladamente os termos de abertura e encerramento de todos e quaisquer livros sociais da Companhia, bem como convalidar todos os atos até então praticados nesse sentido, com a seguinte redação: “Parágrafo 3º - O Diretor Presidente terá poderes para assinar, na qualidade de administrador, os termos de abertura e encerramento de todos e quaisquer livros da Companhia”. (iv) escolher os jornais Diário Oficial do Estado de São Paulo e Diário do Comércio para publicação dos atos da Companhia, nos termos do artigo 289 da Lei das S.A. Como a Companhia não auferiu resultado, por encontrar-se em fase pré-operacional, torna-se desnecessário deliberar, nesta Assembleia Geral Ordinária, sobre a matéria prevista no artigo 132, inciso II, da Lei das S.A. Em decorrência da aprovação da matéria elencada no item “iii” acima, o Estatuto Social da Companhia fica consolidado na forma do Anexo I a esta ata, que dela faz parte integrante e inseparável. Encerramento: Após tomadas e aprovadas as deliberações, foi oferecida a palavra a quem dela quisesse fazer uso e, como ninguém se manifestou, foram dados por encerrados os trabalhos, lavrando-se a presente ata, que, após lida e aprovada, foi assinada por todos os presentes. Assinaturas: OAS Investimentos S.A. (Acionista), Bruno Dauster Magalhães e Silva (Presidente da Mesa), Louzival Luiz Lago Mascarenhas Junior (Secretário), Carlos Eduardo Paes Barreto Neto (Vice-Presidente do Conselho de Administração eleito) e Fabio Hori Yonamine (membro efetivo do Conselho de Administração eleito). Confere com o original lavrado em livro próprio. A presente ata de assembleia, bem como o estatuto social consolidado encontram-se arquivados na sede da companhia e registrados na Junta Comercial de São Paulo sob nº 209.173/11-7 de 06/06/2011. Kátia Regina Bueno de Godoy - Secretária Geral. Bruno Dauster Magalhães e Silva - Presidente da Mesa; Louzival Luiz Lago Mascarenhas Junior - Secretário. OAS Investimentos S.A. Acionista: Cesar de Araújo Mata Pires, José Adelmário Pinheiro Filho. Carlos Eduardo Paes Barreto Neto - Vice-Presidente do Conselho de Administração Eleito; Fabio Hori Yonamine Membro efetivo eleito.


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A área cultivada da China caiu 0,6% ao ano, nos últimos cinco anos. José Roberto Mendonça de Barros, economista

conomia

A crise dos mercados acionários se desenvolverá no sentido de menor demanda do comércio internacional e afetará o Brasil, que é grande exportador. Mas, por outro lado, a procura por alimentos dos grandes países emergentes não pode se restringir, devido à crescente pressão das populações em desenvolvimento.

País dependerá mais da China Renato Carbonari Ibelli

A

volta da sensação de instabilidade mundial – acentuada com o rebaixamento do rating da dívida dos Estados Unidos – deve levar os investidores a fugir dos ativos de risco, apontam analistas de mercado. Como as commodities se encaixam dentro desse perfil de investimento, a tendência é que seus preços caiam. O que não é nada bom para o Brasil, país cujo saldo da balança comercial é bastante dependente desses produtos básicos. Até o momento esse movimento não foi sentido, como apontaram dados divulgados ontem pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). A balança comercial brasileira registrou, na primeira semana de agosto, superávit de US$ 1,054 bilhão, sendo que a média de saldo diário foi 94% superior ao registrado em igual período de 2010. Mas Síl-

vio Campos Neto, economista da consultoria Tendências, pondera que os efeitos da desvalorização das commodities são de médio para longo prazos. "A maioria dos contratos foram fechados antes do agravamento do problema dos Estados Unidos. Vamos esperar os próximos meses para ver o real impacto nos preços." D em a n da – A balança comercial brasileira pode sentir ainda os efeitos da redução da demanda por parte dos Estados Unidos. Vale lembrar que para que o governo norte-americano elevasse o teto da sua dívida ficou acordado que fortes cortes de gastos fossem realizados. Ou seja, a economia americana vai crescer menos e, consequentemente, vai comprar menos do resto do mundo. "Podemos esperar que a corrente comercial brasileira fique ainda mais dependente de economias emergentes e, em especial, da China", avalia o economista da Tendências. Ainda que os problemas norte-americanos tenham po-

Tasso Marcelo/ AE

Jonas Oliveira/ Folhapress

A exportação de alimentos tem mercado garantido mesmo com crise econômica, avaliam os especialistas.

tencial para desacelerar a economia global, os analistas acreditam que a China não poderá se furtar de crescer. Para Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating, a China vai precisar crescer 8%

pel cada vez mais importante no cenário global", diz. De uma maneira mais ampla, os efeitos da instabilidade da economia dos Estados Unidos não têm impacto tão imediato na balança comercial quanto

Preços dos alimentos seguirão em alta Rejane Tamoto

A

ESTABILIDADE – A utilização da capacidade instalada na indústria, calculada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) foi de 82,3% em junho ante 82,5%, em maio, pelos dados ajustados. O faturamento subiu 0,7% em junho, ante maio.

ao ano caso não queira entrar em recessão técnica, uma vez que precisa absorver a crescente mão de obra que ingressa no mercado. "Assim, a China não vai deixar de comprar manufaturados brasileiros, e terá pa-

têm no mercado em geral. Agostini lembra que as empresas brasileiras já devem sentir o impacto da redução de oferta de crédito fora do País. Com isso, terão de tomar dinheiro no Brasil, onde o custo é maior. "Essa elevação de custo habitualmente é repassada para o consumidor." Além disso, esses recursos mais em conta captados fora do País muitas vezes são usados para financiar investimentos futuros, que agora podem ser postergados. "Isso, evidentemente, pode ter impacto na geração de emprego e renda." Revisão – Por causa das recentes incertezas do mercado, a Austin Rating refez os cálculos para o crescimento da economia dos Estados Unidos. No início do ano o previsto era uma expansão de 2,8%, mesmo percentual indicado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). Agora, o avanço foi revisto para 1,5%. Já a previsão para o crescimento da economia brasileira permaneceu inalterada – 4% no ano.

queda nas ações da bolsa de valores, que afeta praticamente todos os setores, não mexeu com as expectativas dos empresários de alimentos – o setor ainda não prevê redução nos preços dos produtos, sob o argumento de que a demanda continuará alta. Segundo o presidente do Conselho Empresarial da América Latina (CEAL), Ingo Plöger, o setor ainda tenta entender para onde o mercado financeiro está indo. "A questão do preço está em aberto porque a demanda continua", disse ontem no 10º Congresso Brasileiro de Agronegócio. Para o diretor da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) e do Itaú BBA, Alexandre Figliorino, os preços altos das commodities agrícolas vêm compensando a valorização do real e um possível processo de queda deles não preocupa porque poderia ser reposto pela alta da moeda norte-americana. O economista e consultor da MB Associados, José Roberto Mendonça de Barros, disse que a crise internacional não altera os preços dos alimentos, mas aumenta a volatilidade da cotação. Para ele, apenas a queda da China e da Índia poderiam alterar o quadro ascendente dos preços. O presidente da Brasil Foods, José Antonio do Prado Fay, disse que ontem era o pior dia para

fazer previsões, por causa da queda da bolsa. "Os alimentos não têm morte súbita por causa do consumo", disse. O presidente da ABAG, Carlo Lovatelli, disse ainda que o setor preparou um ofício para enviar ao Ministério da Fazenda contra a taxação das operações de hedge cambial na bolsa de valores. A medida, tomada pelo governo no final do mês passado para conter a especulação que investidores fazem com o dólar no mercado futuro – o que ajuda a valorizar o real – foi "abrangente e genérica demais", segundo Lovatelli. "Sabemos que o objetivo não é cercear as exportações, mas a medida precisa de ajustes e sintonia", disse. Demanda – Durante a palestra "O fim do alimento barato", Mendonça de Barros disse que os preços aumentaram no século 21 porque a demanda passou a comandar o mercado.

"Ela é crescente e continuará nos próximos dez anos ou 15 anos. Vai depender do crescimento da Ásia e da China", afirmou. Além disso, o economista disse que os extremos climáticos de calor, frio, chuva e seca devem se acentuar, o que também diminui a oferta de alimentos, fator embutido no preço final. "A área cultivada da China caiu 0,6% ao ano nos últimos cinco anos, principalmente pela urbanização e oferta de água restrita. A importação de alimento continuará a crescer. No Brasil, a demanda continuará crescendo em volume e qualidade até 2014, puxada pela nova classe média", afirmou. Para o consultor da MB, os desafios do Brasil são reduzir sua dependência da China, elevar a produção de energia renovável, combustíveis e plásticos biodegradáveis de segunda geração. Hoje, a par-

ticipação do Brasil nas exportações de alimentos mundiais é de 2% a 3%, segundo o sóciodiretor da Decisão Consultores Associados, José Milton Dallari. "Ainda não somos o celeiro do mundo", afirma. Durante a discussão, Plöger, da CEAL, disse que hoje, das 6 bilhões de pessoas no mundo, um bilhão responde pelo consumo de três quartos dos alimentos, um bilhão passa fome e quatro bilhões estão no meio termo. Mendonça de Barros explica que havia uma tendência de queda dos preços desde o início do século passado que mudou recentemente, em 2005, por causa do aumento de renda, enquanto a produtividade evoluiu lentamente. Segundo ele, o consumidor da América Latina busca mais alimentos de conveniência e snacks, enquanto o de países mais desenvolvidos quer alimentos funcionais, dietéticos e light.

Safra não foi atingida

O

aprofundamento da crise econômicofinanceira internacional não deve comprometer os resultados do agronegócio brasileiro na safra 2011/12, disse ontem o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, José Carlos Vaz. "No curto prazo, a crise não deve atingir o

agronegócio. Os preços agrícolas continuam sustentados e, por enquanto, não temos crise de crédito (no Brasil)." Segundo Vaz, os produtores chegarão à fase do plantio com as compras de insumos adiantadas. Além disso, destacou, o cenário é de preços sustentados durante o

período de comercialização em 2012. Mas ele admitiu que a situação é incerta. "Previsão com mais do que três meses é longo prazo." A soja, que será plantada a partir de setembro, tem comercialização bem adiantada, disse o secretário. Mas os demais grãos podem sofrer com as oscilações de preços. (AE)

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terça-feira, 9 de agosto de 2011

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

FDE AVISA: TOMADA DE PREÇOS - TIPO TÉCNICA E PREÇO A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para Elaboração de Projeto Executivo de Engenharia de Segurança Contra Incêndio e de Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas Contemplando a Documentação Relativa ao Projeto Técnico de Segurança: TOMADA DE PREÇOS Nº - PRÉDIO - LOCALIZAÇÃO - ÁREA (se houver) - PRAZO - ABERTURA DA LICITAÇÃO (HORA E DIA) 46/00420/11/02 - EE Dona Zalina Rolim - Rua Dr. Luiz Carlos, 740 - 03505-000 - Vila Aricanduva - São Paulo/SP 2.809,00; EE Julio Mesquita - Rua Daniel Cesario de Andrade, 190 - 13043-040 - Jd. Oliveiras - Campinas/SP 2.435,47; EE Profª Rosina Frazatto dos Santos - Rua Reverendo Jode Coelho Ferraz s/nº - 13059-662 - Cid. Satélite Iris - Campinas/SP - 1.126,80 - 150 - 14:00 - 12/09/2011. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital, na SEDE DA FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP ou através da Internet pelo endereço eletrônico www.fde.sp.gov.br. Os interessados poderão adquirir o Edital completo através de CD-ROM a partir de 09/08/2011, na SEDE DA FDE, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, mediante pagamento não reembolsável de R$ 40,00 (quarenta reais). Os invólucros contendo a Proposta Técnica, a Proposta Comercial e os documentos de Habilitação, deverão ser entregues, juntamente com a Solicitação de Participação, a Declaração de Pleno Atendimento aos Requisitos de Habilitação e a garantia de participação, no Setor de Protocolo da Supervisão de Licitações - SLI na SEDE DA FDE, até 30 minutos antes da abertura da licitação. Esta Licitação será processada em conformidade com a LEI FEDERAL nº 8.666/93 e suas alterações, e com o disposto nas CONDIÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DE LICITAÇÕES E CONTRATAÇÕES DA FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE. As propostas deverão obedecer, rigorosamente, o estabelecido no edital. JOSÉ BERNARDO ORTIZ Presidente

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

FDE AVISA: TOMADA DE PREÇOS - TIPO TÉCNICA E PREÇO A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para Execução de Serviços de Engenharia de Sondagem de Simples Reconhecimento a Percussão de Acordo com a NBR 6484/2001 - ABNT: TOMADA DE PREÇOS Nº - PRÉDIO - LOCALIZAÇÃO - SONDAGEM (M) - PRAZO - ABERTURA DA LICITAÇÃO (HORA E DIA) 46/00319/11/02 - EE Prof. Astrogildo Silva - Av. Patente, 615 - 04243-000 - Jd. Patente - São Paulo/SP - 75; EE Alexandre Von Humboldt - Av. Raimundo Pereira de Magalhães, 1.201 - 05092-040 - Vila Anastácio - São Paulo/SP 75; EE Suzana Dias - Av. Prof. Walter Ribas de Andrade, 169 - 07750-000 - Centro - Cajamar/SP - 75; EE Antonio Carlos da Trindade - Av. Onix / Esq. Rua Coral s/nº - 6280030 - Vila Ayrosa - Osasco/SP - 100; EE Maria Teresa do Espírito Santo - Est. dos Lavradores, Km 6 - 18170-000 - Godinhos - Piedade/SP - 75; EE/EMEF Francisco Ribeiro Soares Junior - Rua Rio de Janeiro, 517 - 14570-000 - Centro - Buritizal/SP - 75; EE José Zanovelli - Rua Cândido Poloni, 218 - 15160-000 - Centro - Poloni/SP - 75; EE/ETEC Manoel Bento da Cruz/Araçatuba (Cl. Descentr.) - Rua Carlos Gomes, 732 - 16010-310 - Higienópolis - Araçatuba/SP - 75; EE Hans Wirth - Rua Bartolomeu Bueno, 420 17720-000 - Centro - Salmourão/SP - 100 - 60 - 11:30 - 12/09/2011. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital, na SEDE DA FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP ou através da Internet pelo endereço eletrônico www.fde.sp.gov.br. Os interessados poderão adquirir o Edital completo através de CD-ROM a partir de 09/08/2011, na SEDE DA FDE, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, mediante pagamento não reembolsável de R$ 40,00 (quarenta reais). Os invólucros contendo a Proposta Técnica, a Proposta Comercial e os documentos de Habilitação, deverão ser entregues, juntamente com a Solicitação de Participação, a Declaração de Pleno Atendimento aos Requisitos de Habilitação e a garantia de participação, no Setor de Protocolo da Supervisão de Licitações - SLI na SEDE DA FDE, até 30 minutos antes da abertura da licitação. Esta Licitação será processada em conformidade com a LEI FEDERAL nº 8.666/93 e suas alterações, e com o disposto nas CONDIÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DE LICITAÇÕES E CONTRATAÇÕES DA FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE. As propostas deverão obedecer, rigorosamente, o estabelecido no edital. JOSÉ BERNARDO ORTIZ Presidente

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Companhia Manufatureira Auxiliar - C.N.P.J. 96.198.486/0001-93 - N.I.R.E. 35.300.135.601 Ata da Assembleia Geral Extraordinária de Transformação da Sociedade por Ações em Sociedade Limitada, sob a denominação de Manufatureira Auxiliar Ltda., realizada em 01 de junho de 2011 1. Data, Hora e Local: dia 01 de junho de 2011, às 10:00 horas, na sede social da Companhia Manufatureira Auxiliar, localizada na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Praça Eng. Hugo Brandi, 93, Bloco B, Vila Maria, CEP 02168-050 (“Companhia”). 2. Presença: acionistas representando a totalidade do capital social da Companhia, conforme segue: Lista de Presença de Acionistas - Acionista - Qualificação do Acionista - Ações Ordinárias - Total (R$), Arthur Brandi Mascioli - Brasileiro, casado, maior, advogado, portador da carteira de identidade RG nº 2.901.846, inscrito no C.P.F/M.F. sob o nº 001.460.998-34, residente e domiciliado na Alameda Itu, 852, 4º Andar, Cerqueira César, Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, CEP 01421-001; e - 2.751.246 - 5.304.690,00. Gabriela Mascioli - Brasileira, solteira, maior, administradora, portadora da carteira de identidade RG nº 26.372.455-4, inscrita no C.P.F./M.F. sob o nº 154.325.978-29, residente e domiciliada na Alameda Itu, 852, 4º Andar, Cerqueira César, Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, CEP 01421-001 - 2.754 - 5.310,00. 3. Convocação: dispensada a publicação de editais de convocação, conforme disposto no art. 124, par. 4, da Lei nº 6.404/76, conforme alterada (“LSA”), tendo em vista o comparecimento de acionistas representando a totalidade do capital social, conforme se verifica pela assinatura no “Livro de Presença de Acionistas”. 4. Composição da Mesa: Sr. Arthur Brandi Mascioli, Presidente, Sr. Manuel Vazquez Fariña, Secretário. 5. Ordem do dia: apreciar e deliberar sobre - (a) Lavratura da ata que se refere à presente Assembleia Geral Extraordinária em forma de sumário, de acordo com o artigo 130, § 1º, da Lei nº 6.404/76, conforme alterada (“Lei nº 6.404/76”); (b) A transformação do tipo jurídico da sociedade, nos termos dos artigos 220 a 222 da LSA, de sociedade por ações para sociedade empresária limitada, a ser regida por seu Contrato Social, pelas disposições contidas nos artigos 1.052 e seguintes da Lei 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (“Código Civil”), e, nas omissões do, pelas normas aplicáveis às sociedades simples, nos termos do artigo 1.053 do Código Civil; (c) A alteração da denominação da Companhia para “Manufatureira Auxiliar Ltda”; (d) A manutenção da sede da Companhia na Praça Eng. Hugo Brandi, 93, Bloco B, Vila Maria, SP, CEP 02168-050; (e) A manutenção do objeto social da Companhia, que tem como fins precípuos a fabricação, venda, conserto e reforma de carrocerias para ônibus e seus componentes, bem como sua importação e exportação, podendo a Companhia participar de outras sociedades; (f) A distribuição das quotas da sociedade que resultarem da transformação mencionada, se aprovada, na mesma proporção em que o capital da sociedade se encontra atualmente dividido entre seus acionistas; (g) Eleição da nova administração da sociedade e fixar a sua remuneração; (h) aprovação do projeto do Contrato Social da sociedade; e 6. Deliberações: após discussões, foram aprovadas, por unanimidade de votos dos presentes, as seguintes matérias: (a) lavratura da ata que se refere à presente Assembleia Geral Extraordinária em forma de sumário, de acordo com o artigo 130, § 1º, da Lei nº 6.404/76, conforme alterada (“Lei nº 6.404/76”); (b) a transformação do tipo jurídico da Companhia, de sociedade por ações para sociedade empresária limitada, a ser regida por seu Contrato Social, pelas disposições dos artigos 1.052 e seguintes do Código Civil, e, nas omissões do Capítulo mencionado acima, pelas normas aplicáveis às sociedades simples, nos termos do artigo 1.053 do Código Civil, estabelecendo os sócios que a Companhia continuará a operar dentro do mesmo exercício social, sem solução de continuidade, permanecendo em vigor todos os direitos e obrigações da Companhia, incluindo, exemplificativamente, as obrigações civis, comerciais, fiscais e trabalhistas, mantendose o mesmo patrimônio e atendidas as exigências fiscais e contábeis; (c) a alteração da denominação da Companhia, de “Companhia Manufatureira Auxiliar”, para “Manufatureira Auxiliar Ltda.” (“Sociedade”); (d) a manutenção da sede da Sociedade na Praça Eng. Hugo Brandi, 93, Bloco B, Vila Maria, SP, CEP 02168-050; (e) a manutenção do objeto social da Sociedade, que tem como fins precípuos a fabricação, venda, conserto e reforma de carrocerias para ônibus e seus componentes, bem como sua importação e exportação, podendo a Companhia participar de outras sociedades; (f) A distribuição das quotas da Sociedade entre os atuais sócios, conforme segue: (i) o sócio Arthur Brandi Mascioli, brasileiro, casado, maior, advogado, portador da carteira de identidade RG nº 2.901.846, inscrito no C.P.F/M.F. sob o nº 001.460.998-34, residente e domiciliado na Alameda Itu, 852, 4º Andar, Cerqueira César, Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, CEP 01421-001, passa a deter 5.304.690 (cinco milhões, trezentos e quatro mil, seiscentas e noventa) quotas, no valor total de R$ 5.304.690,00 (cinco milhões, trezentos e quatro mil, seiscentos e noventa reais), representando 99,9% do Capital Social; e (ii) a sócia Gabriela Mascioli, brasileira, solteira, maior, administradora, portadora da carteira de identidade RG nº 26.372.455-4, inscrita no C.P.F./M.F. sob o nº 154.325.978-29, residente e domiciliada na Alameda Itu, 852, 4º Andar, Cerqueira César, Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, CEP 01421001, passa a deter 5.310 (cinco mil trezentos e dez) quotas, no valor total de R$5.310,00 (cinco mil, trezentos e dez reais), representando 0,1% do Capital Social. (g) a eleição dos seguintes administradores para a Sociedade: Srs. Justino Augusto Azevedo Peixeiro, brasileiro, separado judicialmente, economista, portador da Carteira de Identidade R.G. nº 3.225.105-SSP/SP, inscrito no C.P.F.M.F. sob nº 047.725.638-49, sob a designação de Diretor-Presidente; Carlos Hernani de Almeida Prado, brasileiro, casado, economista, portador da Carteira de Identidade R.G. nº 1.146.144-SSP/SP, inscrito no C.P.F.M.F. sob nº 001.043.538-72, sob a designação de Diretor; Amilcar de Oliveira, brasileiro, casado, engenheiro, portador da Carteira de Identidade R.G. nº 203.303-Ministério da Marinha, inscrito no C.P.F.M.F. sob nº 046.214.257-49, sob a designação de Diretor; Hilário da Costa, brasileiro, casado, assistente de departamento, Carteira de Identidade R.G. nº 3.946.365-SSP/SP, inscrito no C.P.F.M.F. sob nº 058.833.778-15, sob a designação de Diretor; todos eles domiciliados na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Praça Eng. Hugo Brandi, 93, Bloco B, Vila Maria, CEP 02168-050. (h) tendo em vista as deliberações acima, foi aprovada a elaboração do Contrato Social da Sociedade de acordo com a legislação vigente. (i) autorizar os diretores da Sociedade, ora eleitos, a praticar todos os atos necessários para a implementação das deliberações anteriores. Declaração de Desimpedimento: por fim, os Srs. Justino Augusto Azevedo Peixeiro, Carlos Hernani de Almeida Prado, Amilcar de Oliveira e Hilário da Costa, declararam, para os devidos fins, que não estão impedidos de participar da Sociedade, bem como de exercer suas funções de administradores em razão de qualquer um dos motivos elencados no § 1º do art. 1.011 do Código Civil. 7. Encerramento: nada mais havendo a ser tratado, o Sr. Presidente ofereceu a palavra a quem dela quisesse fazer uso e, como ninguém se manifestasse, foi suspensa a Assembleia Geral pelo tempo necessário à lavratura desta Ata, a qual, lida e achada conforme, foi aprovada pela unanimidade dos presentes e vai por todos os presentes assinada. Confere com o original. São Paulo, 01 de junho de 2011. Manuel Vazquez Fariña - Secretário. JUCESP 239.424/11-6 em 21.06.11. Kátia Regina Bueno de Godoy - Secretária Geral.

BV LEASING – ARRENDAMENTO MERCANTIL S.A. SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

FDE AVISA: TOMADAS DE PREÇOS A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para execução de Obras: TOMADA DE PREÇOS Nº - OBJETO - PRÉDIO - LOCALIZAÇÃO - PRAZO - ÁREA (se houver) - PATRIMÔNIO LÍQUIDO MÍNIMO P/ PARTICIPAR - GARANTIA DE PARTICIPAÇÃO - ABERTURA DA LICITAÇÃO (HORA E DIA) 69/00195/11/02 - Construção de Cobertura de Quadra em Estrutura Mista e Reforma de Prédios Escolares - EE Profª Maria da Conceição Querido - Rua Dr. Alfredo Casemiro Rocha Filho, 156 - 12530-000 - Cajuru - Cunha/SP - 120; EE Faz São Geraldo - B. São Geraldo, s/nº - 12530-000 - Tapera - Cunha/SP - 30; EE Profª Paulina Cardoso - Rua Cap. Emidio Moraes, 153 - 12570-000 - Ponte Alta - Aparecida/SP - 90; EE/EMEF B. Paraitinga - Rodovia Paulo Virginio, Km 32, s/nº - 12530-000 - Paraitinga - Cunha/SP - 150 - R$ 76.327,00 - R$ 7.632,00 - 09:30 - 25/08/2011. 69/00229/11/02 - Reforma de Prédio Escolar - EE Jd. São Marcos - Rua Sete, 344 - 13272-755 - Jd. São Marcos Valinhos/SP - 90 - R$ 20.912,00 - R$ 2.091,00 - 10:00 - 25/08/2011. 69/00230/11/02 - Reforma de Prédio Escolar - EE Dona Vitu Giorgi - Rua Washington Luis, 85A - 17570-000 - Centro - Oriente/SP - 150 - R$ 34.717,00 - R$ 3.471,00 - 10:30 - 25/08/2011. 69/00232/11/02 - Reforma de Prédio Escolar - EE/DER Prof. Victor Lacorte/Araraquara - Rede do Saber - Av. Mario Ybarra de Almeida, 1.355 - 14800-420 - Carmo - Araraquara/SP - 150 - R$ 20.644,00 - R$ 2.064,00 - 11:00 - 25/ 08/2011. 69/00243/11/02 - Construção de Cobertura de Quadra em Estrutura Mista e Reforma de Prédios Escolares - EE Profª Maria do Carmo Barbosa - Rua Jose Silva, s/nº - 12954-779 - Tanque - Atibaia/SP; EE Profª Maria Cecilia Teixeira Pinto - Rua Santo Rosa, 630 - 12943-050 - Alvinopolis - Atibaia/SP - 150 - R$ 75.321,00 - R$ 7.532,00 - 11:30 - 25/ 08/2011. 69/00250/11/02 - Reforma de Prédio Escolar - EE Antonio Marin Cruz - Rua Ceará, 168 - 15730-000 - Centro Marinópolis/SP - 120 - R$ 37.658,00 - R$ 3.765,00 - 14:00 - 25/08/2011. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital e o respectivo Caderno de Encargos e Composição do BDI na SEDE DA FDE na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP, ou através da Internet, pelo endereço eletrônico www.fde.sp.gov.br. Os interessados poderão adquirir o Edital completo através de CD-ROM, a partir de 09/08/2011, na SEDE DA FDE, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, mediante pagamento não reembolsável de R$ 40,00 (quarenta reais). Todas as propostas deverão estar acompanhadas de garantia de participação, a ser apresentada à Supervisão de Licitações da FDE, conforme valor indicado acima. Os invólucros contendo a PROPOSTA COMERCIAL e os DOCUMENTOS DE HABILITAÇÃO deverão ser entregues, juntamente com a Solicitação de Participação, a Declaração de Pleno Atendimento aos Requisitos de Habilitação e a garantia de participação, no Setor de Protocolo da Supervisão de Licitações - SLI na SEDE DA FDE, até 30 minutos antes da abertura da licitação. Esta Licitação será processada em conformidade com a LEI FEDERAL nº 8.666/93 e suas alterações, e com o disposto nas CONDIÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DE LICITAÇÕES E CONTRATAÇÕES DA FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE. As propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital. JOSÉ BERNARDO ORTIZ - Presidente.

Oas Empreendimentos S.A. CNPJ/MF Nº 06.324.922/0001-30 - NIRE Nº 35.3.0036333-7

Ata da Quinta Assembléia Geral de Debenturistas de 1ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, com garantia real e garantia adicional fidejussória, de emissão da OAS Empreendimentos S.A., Realizada no dia 29/04/2011 DATA, HORA E LOCAL: Realizada aos vinte e nove dias do mês de abril do ano de 2011, às 10:00 horas, na Av. Brigadeiro Faria Lima, n.º 3.900, 10º andar, Itaim Bibi, Cidade e Estado de São Paulo. CONVOCAÇÃO: Dispensada a publicação do Edital de Convocação da Assembleia pelo comparecimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS, na qualidade de único debenturista (“Debenturista”). PRESENÇA: Presente o Debenturista, representando 100% das debêntures em circulação da 1ª Emissão de Debêntures Simples não Conversíveis em Ações com Garantia Real e Garantia Adicional Fidejussória, da OAS Empreendimentos S.A., conforme assinaturas apostas na lista de presença anexa. Contou ainda com a participação dos representantes da Planner Trustee DTVM Ltda., na qualidade de agente fiduciário (“Agente Fiduciário”), da OAS Engenharia e Participações S.A., na qualidade de garantidora, e da OAS Empreendimentos S.A. (“Emissora” ou “Companhia.”). MESA: Foi eleito para assumir a presidência dos trabalhos o Sr. Vitor Hugo dos Santos Pinto, representante do Debenturista, o qual convidou a Sra. Viviane Rodrigues para secretariá-lo. ORDEM DO DIA: Examinar e votar a proposta de alteração dos cronogramas físico-financeiros das obras dos empreendimentos imobiliários denominados Jardins Girassóis, e Jardins Cajazeiras, cujos memoriais de incorporação encontram-se registrados sob o R. 03 da matrícula 112.716 do 2º Ofício do Registro de Imóveis e Hipotecas de Salvador – Bahia e sob o R.10 da matrícula 70.226 do 2º Cartório de Registro Geral de Imóveis Salvador – Bahia, respectivamente (“Jardins Girassóis” e “Jardins Cajazeiras”), em percentual superior a 20% dos cronogramas físico-financeiros inicialmente aprovados, tudo de acordo com a previsão da cláusula 6.2.2 da Escritura da 1ª Emissão de Debêntures Simples, Não Conversíveis em Ações, Com Garantia Real e Garantia Adicional Fidejussória, de Emissão da OAS Empreendimentos S.A. Iniciando os trabalhos e após cumprimento das formalidades legais, o Sr. Presidente declarou estar instalada a Assembleia Geral de Debenturistas. A palavra foi passada ao representante da Emissora que explanou a respeito das alterações propostas para alteração da Escritura de Emissão de Debêntures. DELIBERAÇÕES: O Debenturista, representando 100% das debêntures em circulação, deliberou: 1) Aprovar a alteração dos cronogramas físico-financeiros das obras dos empreendimentos Jardins dos Girassóis e Jardins Cajazeiras, em percentual superior a 20% daqueles cronogramas inicialmente aprovados, uma vez que consentiu com a justificativa detalhada apresentada pela Emissora para tal fim, e com o relatório apresentado pela Empresa de Engenharia que atestou que os novos cronogramas são exeqüíveis. ENCERRAMENTO: Nada mais havendo a tratar, o Presidente concedeu a palavra a quem dela quisesse fazer uso e como ninguém se manifestou, os trabalhos da Assembleia Geral de Debenturistas foram encerrados da qual foi lavrada a presente ata que foi aprovada e assinada pelo Presidente da Assembleia Geral de Debenturistas, por mim, Secretária, pelo Agente Fiduciário, pela Emissora e pelo Debenturista. São Paulo 29 de abril de 2011. A presente Ata encontra-se arquivada na JUCESP sob nº 216.837/11-0, protocolo nº 0.517.922/11-3 em sessão de 09/06/11. Kátia Regina Bueno de Godoy – Secretária Geral. Mesa: Vitor Hugo dos Santos Pinto – Presidente da Mesa / Viviane Rodrigues – Secretária. Planner Trustee DTVM Ltda. – Agente Fiduciário – Viviane Rodrigues / Flávio Aguetoni. Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS – Debenturista representado pela caixa econômica federal – Alexandre Pereira do Nascimento / Vitor Hugo dos Santos Pinto. OAS Empreendimentos S.A. – Emissora – Fábio Hori Yonamine / Luigi Petti. OAS Engenharia e Participações S.A. – Garantidora – Almir Bottura / Leonardo Morari.

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Edital de Pregão Eletrônico para Registro de Preços objetivando a compra de mistura para o preparo de leite com chocolate - Tipo Frapê. Edital de Pregão Eletrônico n° 083/2011 Processo n° 4825/5900/2011. Oferta de compra n° 080105000012011OC00091. Endereço eletrônico: www.bec.sp.gov.br ou www.bec.fazenda.sp.gov.br. Data do início do prazo para envio da proposta eletrônica: 05/08/2011. Data e hora da abertura da sessão pública: 18/08/2011 – 10:00 horas. Edital de Pregão Eletrônico para Registro de Preços objetivando a compra de jarra graduada de 03 litros com tampa e pote para freezer. Edital de Pregão Eletrônico n° 085/ 2011. Processo n° 5155/5900/2011. Oferta de compra n° 080105000012011OC00076. Endereço eletrônico: www.bec.sp.gov.br ou www.bec.fazenda.sp.gov.br. Data do início do prazo para envio da proposta eletrônica: 05/08/2011. Data e hora da abertura da sessão pública: 18/08/2011 – 10:00 horas. Edital de Pregão Eletrônico para Registro de Preços objetivando a compra de fogão industrial de quatro bocas com forno. Edital de Pregão Eletrônico n° 086/2011. Processo n° 4584/5900/ 2011. Oferta de compra n° 080105000012011OC00101. Endereço eletrônico: www.bec.sp.gov.br ou www.bec.fazenda.sp.gov.br. Data do início do prazo para envio da proposta eletrônica: 05/08/ 2011. Data e hora da abertura da sessão pública: 19/08/2011 – 10:00 horas. Edital de Pregão Eletrônico para Registro de Preços objetivando a compra de prato de polipropileno. Edital de Pregão Eletrônico n° 088/2011. Processo n° 2511/5900/2011. Oferta de compra n° 080105000012011OC00103. Endereço eletrônico: www.bec.sp.gov.br ou www.bec.fazenda.sp.gov.br Data do início do prazo para envio da proposta eletrônica: 05/08/2011. Data e hora da abertura da sessão pública: 19/08/2011 – 10:00 horas Edital de Pregão Eletrônico para Registro de Preços objetivando a compra de avental de frente. Edital de Pregão Eletrônico n° 087/2011. Processo n° 2519/5900/2011. Oferta de compra n° 080105000012011OC00102. Endereço eletrônico: www.bec.sp.gov.br ou www.bec.fazenda.sp.gov.br Data do início do prazo para envio da proposta eletrônica: 09/08/2011. Data e hora da abertura da sessão pública: 22/08/2011 – 10:00 horas. Edital de Pregão Eletrônico para Registro de Preços objetivando a compra de mistura para o preparo de café com leite. Edital de Pregão Eletrônico n° 089/2011. Processo n° 4824/5900/ 2011. Oferta de compra n° 080105000012011OC00104. Endereço eletrônico: www.bec.sp.gov.br ou www.bec.fazenda.sp.gov.br. Data do início do prazo para envio da proposta eletrônica: 09/08/ 2011 Data e hora da abertura da sessão pública: 22/08/2011 – 10:00 horas. Informações: Fones: (11) 3866-1615/1616, de 2ª a 6ª feira, no horário das 8h às 17h. Endereço eletrônico: www.bec.sp.gov.br ou www.bec.fazenda.sp.gov.br

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE SUPRIMENTO ESCOLAR

CNPJ/MF nº 01.858.774/0001-10 - NIRE 35.300.150.082 ATA DE REUNIÃO DE CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO, REALIZADA EM 03 DE MAIO DE 2011 1. DATA, HORÁRIO E LOCAL – Dia 03 de maio de 2011, às 17:00 horas, na sede social da Companhia, localizada na Cidade de Barueri, Estado de São Paulo, na Alameda Rio Negro, nº 161, 12º andar, sala A, Condomínio West Point, Alphaville Industrial, CEP 06454-000. 2. CONVOCAÇÃO E PRESENÇA – Dispensada a convocação, tendo em vista a presença da totalidade dos membros do Conselho de Administração. 3. MESA – Os trabalhos foram presididos pelo Sr. Wilson Masao Kuzuhara, e secretariados pela Sra. Marta Cibella Knecht. 4. DELIBERAÇÕES: Os Conselheiros, por unanimidade de votos e sem quaisquer restrições, deliberaram o quanto segue: (i) Aprovaram a (i.a) reeleição dos seguintes atuais membros da Diretoria, Srs. Luis Henrique Campana Rodrigues, brasileiro, casado, engenheiro, portador da Cédula de Identidade RG nº 13.921.485 SSP/SP e inscrito no CPF/MF sob o nº 025.806.938-40, para ocupar o cargo de Diretor Executivo; Celso Marques de Oliveira, brasileiro, casado, sociólogo, portador da Cédula de Identidade RG nº 5.117.523-X SSP/ SP e inscrito no CPF/MF sob o nº 565.722.718-20; José Manoel Lobato Barletta, brasileiro, casado, economista, portador da Cédula de Identidade RG nº 102.121.663-3 SSP/RS e inscrito no CPF/ MF sob o nº 215.175.090-68; Marcos Lima Monteiro, brasileiro, casado, economista, portador da Cédula de Identidade RG nº 19.897.606-9 SSP/SP e inscrito no CPF/MF sob o nº 105.109.42830; Mario Antonio Thomazi, brasileiro, casado, contador, portador da Cédula de Identidade RG nº 600.208.785-3 SSP/RS e inscrito no CPF/MF sob o nº 290.272.500-06; e Pedro Paulo Mollo Neto, brasileiro, casado, economista, portador da Cédula de Identidade RG nº 15.549.680-3 SSP/SP e inscrito no CPF/MF sob o nº 125.968.388-50, para ocuparem cargos de Diretores sem designação específica, todos domiciliados na Capital do Estado de São Paulo, na Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 18º andar, Vila Gertrudes, CEP 047-94-000; (i.b) eleição da Sra. Marta Cibella Knecht, brasileira, casada, advogada, portadora da Cédula de Identidade RG nº 12.622.095-5 SSP/ SP e inscrita no CPF/MF sob o nº 088.551.948-52, para ocupar o cargo de Diretora sem designação específica, domiciliada na Capital do Estado de São Paulo, na Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 18º andar, Vila Gertrudes, CEP 04794-000, permanecendo vago 04 (quatro) cargos de Diretores sem designação específica; e (i.c) designação do Diretor Marcos Lima Monteiro, supra qualificado, para o cargo de Diretor de Relações com os Investidores da Sociedade. A posse dos Diretores, ora eleitos, em seus respectivos cargos fica condicionada à prévia homologação de seus nomes pelo Banco Central do Brasil, ocasião em que assinarão os termos de posse correspondentes. O mandato dos Diretores, ora eleitos, vigorará até a primeira Reunião do Conselho de Administração que suceder a Assembleia Geral Ordinária da Sociedade a realizar-se em 2013. Os membros da Diretoria ora eleitos declararam que (a) preenchem os requisitos mencionados na Resolução nº 3.041, de 28/11/2002, do Banco Central do Brasil, conforme alterada, (b) não estão incursos em nenhum dos crimes previstos em lei que os impeçam de exercer a atividade mercantil e (c) atendem às demais exigências legais e estatutárias para o exercício do cargo. Os Conselheiros aprovam, também, o término do mandato dos Srs. Silvio Alfredo Frugoli, brasileiro, casado, economista, portador da Cédula de Identidade RG nº 7.702.096-0 SSP/SP e inscrito no CPF/MF sob o nº 054.475.868-44; Marcelo Parente Vives, brasileiro, casado, engenheiro elétrico, portador da Cédula de Identidade RG nº 1.138.146 SSP/DF e inscrito no CPF/MF sob o nº 584.276.431-87; e Paulo Ribeiro de Mendonça, brasileiro, casado, economista, portador da Cédula de Identidade RG nº 5.675.419 SSP/SP e inscrito no CPF/MF sob o nº 661.338.408-97; todos domiciliados na Capital do Estado de São Paulo, na Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 18º andar, Vila Gertrudes, CEP 04794-000, sendo nesta data, por iniciativa da Sociedade, destituídos de suas atribuições; e (ii) Com relação às debêntures da primeira emissão da Sociedade, aprovaram a retificação da informação deliberada em Reunião do Conselho de Administração da Sociedade, realizada em 07/04/2011, para que o início do Segundo Período de Remuneração da Primeira Série das debêntures passe a vigorar a partir do dia 20/04/2011 e não do dia 21/04/2011, como constou em referida deliberação. 5. OBSERVAÇÕES FINAIS - O Sr. Presidente franqueou o uso da palavra, não havendo, todavia, nenhuma manifestação. Os trabalhos foram suspensos para a lavratura da presente ata, que tendo sido lida e achada conforme, vai assinada pelos presentes. (aa) Wilson Masao Kuzuhara, Presidente; Marta Cibella Knecht, Secretária; Wilson Masao Kuzuhara, Milton Roberto Pereira e Walter Guilherme Piacksek Junior. A presente transcrição é cópia fiel da ata lavrada no livro próprio. São Paulo, 03 de maio de 2011. MARTA CIBELLA KNECHT - Secretária. Arquivado na JUCESP em 29.07.11, sob nº 293.323/11-2. Kátia Regina Bueno de Godoy - Secretária Geral.

BV EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A. CNPJ/MF Nº 08.959.996/0001-79 - NIRE 35.300.386.329 ATA DA ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA, REALIZADA EM 29 DE JUNHO DE 2011 1. DATA, HORÁRIO E LOCAL – Dia 29 de junho de 2011, às 10:00 horas, na sede social, na Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 6º andar, Conjunto 604, Sala A, Vila Gertrudes, CEP 04794000, na Capital do Estado de São Paulo. 2. PRESENÇA E CONVOCAÇÃO - Acionistas representando a totalidade do capital social, ficando dispensados, conseqüentemente, os Editais de Convocação, de acordo com o Parágrafo 4º do Artigo 124 da Lei nº 6.404/76. 3. MESA DIRIGENTE – Walter Guilherme Piacsek Junior, Presidente; Marta Cibella Knecht, Secretária. 4. DELIBERAÇÕES – Foi aprovada, por unanimidade de votos, a reversão da Reserva Estatutária denominada “Reserva de Expansão”, no montante de R$ 85.933.945,86 (oitenta e cinco milhões, novecentos e trinta e três mil, novecentos e quarenta e cinco reais e oitenta e seis centavos) e a distribuição, a título de dividendos, do montante de R$ 85.933.945,86 (oitenta e cinco milhões, novecentos e trinta e três mil, novecentos e quarenta e cinco reais e oitenta e seis centavos), a ser pago diretamente ao quotista do BVIA Fundo de Investimento em Participações, único Acionista da Sociedade. 5. OBSERVAÇÕES FINAIS - O Sr. Presidente franqueou o uso da palavra, não havendo, todavia, nenhuma manifestação. Os trabalhos foram suspensos para a lavratura da presente ata, que tendo sido lida e achada conforme, vai assinada pelo Presidente, Secretária e demais acionistas presentes. (aa) Walter Guilherme Piacsek Junior, Presidente; Sra. Marta Cibella Knecht, Secretária. Acionista: BVIA Fundo de Investimento em Participações; Wilson Masao Kuzuhara; Milton Roberto Pereira; Walter Guilherme Piacsek Junior; João Roberto Gonçalves Teixeira. A presente transcrição é cópia fiel da ata lavrada no livro próprio. São Paulo, 29 de junho de 2011. Marta Cibella Knecht - Secretária. Arquivado na JUCESP em 26.07.11, sob nº 289.840/11-9. Kátia Regina Bueno de Godoy - Secretária Geral.

BV LEASING - ARRENDAMENTO MERCANTIL S.A. COMPANHIA ABERTA CNPJ/MF Nº 01.858.774/0001-10 - NIRE Nº 35.300.150.082 ATA DA ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA, REALIZADA EM 29 DE ABRIL DE 2011 1. DATA, HORÁRIO E LOCAL - Dia 29 de abril de 2011, às 18:00 horas, na sede social da Companhia, localizada na Cidade de Barueri, Estado de São Paulo, na Alameda Rio Negro, nº 161, 12º andar, Sala A, Condomínio West Point, Alphaville Industrial, CEP 06454-000. 2. PRESENÇA Acionistas representando a totalidade do capital social, ficando dispensados, consequentemente, os Editais de Convocação, de acordo com o Artigo 124 da Lei 6.404/76. 3. MESA DIRIGENTE – Wilson Masao Kuzuhara, Presidente; Marta Cibella Knecht, Secretária. 4. PUBLICAÇÕES – Os documentos previstos no Parágrafo 3º do Artigo 133 da Lei nº 6.404/76 foram publicados nos jornais “Diário Oficial do Estado de São Paulo” e “Diário do Comércio” em 25/02/2011. 5. DELIBERAÇÕES ORDINÁRIAS – Por unanimidade, abstendo-se de votar os legalmente impedidos, foram aprovados: (i) o Relatório da Administração, o Balanço Patrimonial, a Demonstração do Resultado e as demais Demonstrações Contábeis referentes ao exercício encerrado em 31/12/2010. Conseqüentemente, foi aprovada a seguinte destinação do lucro líquido do exercício, que totalizou R$ 41.188.023,78 (quarenta e um milhões, cento e oitenta e oito mil, vinte e três reais e sessenta e oito centavos): (a) R$ 2.059.401,19 (dois milhões, cinquenta e nove mil, quatrocentos e um reais e dezenove centavos) foram destinados para a Reserva Legal; (b) R$ 9.782.155,65 (nove milhões, setecentos e oitenta e dois mil, cento e cinquenta e cinco reais e sessenta e cinco centavos) foram provisionados para pagamento aos acionistas em 2011, a título de dividendos, observada a proporção das respectivas participações no capital social; e (c) R$ 29.346.466,94 (vinte e nove milhões, trezentos e quarenta e seis mil, quatrocentos e sessenta e seis reais e noventa e quatro centavos) foram retidos em reserva estatutária denominada “Reserva de Expansão”. 6. DELIBERAÇÕES EXTRAORDINÁRIAS – Por unanimidade, abstendo-se de votar os legalmente impedidos, foram aprovados: (i) A alteração do número de membros que compõem o Conselho de Administração da Sociedade, de 3 (três) para 5 (cinco) membros, bem como a exclusão do Parágrafo 4º do Artigo 7º do Estatuto Social da Sociedade. Diante de referida deliberação, os acionistas da Sociedade decidem alterar o Artigo 7º do Estatuto Social, que passa a vigorar com a seguinte e nova redação: “Artigo 7º - O Conselho de Administração da Companhia será composto por 05 (cinco) membros, acionistas, residentes no país, eleitos pela Assembléia Geral, com mandato de 02 (dois) anos, permitida a reeleição. Parágrafo Primeiro Dentre os eleitos, a Assembléia Geral indicará o Presidente do Conselho de Administração. Parágrafo Segundo - Os membros do Conselho de Administração serão investidos em seus cargos mediante assinatura de termo de posse no livro de atas do Conselho, devendo permanecer no exercício de seus cargos até a posse dos eleitos para sua substituição. Parágrafo Terceiro Em caso de vaga ou impedimento definitivo ou temporário, será convocada, dentro de 30 (trinta) dias, uma Assembléia Geral para eleger um substituto que completará o mandato do Conselheiro substituído”. (ii) Permanecem inalteradas e em vigor as cláusulas do Estatuto Social da Sociedade não modificadas neste ato; e (iii) A reeleição dos seguintes membros para comporem o Conselho de Administração da Sociedade: Srs. Wilson Masao Kuzuhara, brasileiro, casado, engenheiro, portador da Cédula de Identidade RG nº 4.626.032-8 SSP/SP e inscrito no CPF/MF sob o nº 662.210.30897, para ocupar o cargo de Presidente do Conselho de Administração; Milton Roberto Pereira, brasileiro, casado, engenheiro mecânico, portador da Cédula de Identidade RG nº 29.081.2914 SSP/RS e inscrito no CPF/MF sob o nº 224.193.060-15, para ocupar o cargo de Conselheiro; e Walter Guilherme Piacsek Junior, brasileiro, casado, administrador de empresas, portador da Cédula de Identidade RG nº 11.758.887 SSP/SP e inscrito no CPF/MF sob o nº 127.230.358-67, para ocupar o cargo de Conselheiro; e a eleição dos Srs. Luis Henrique Campana Rodrigues, brasileiro, casado, engenheiro, portador da Cédula de Identidade RG nº 13.921.485 SSP/SP e do CPF/MF nº 025.806.938-40, para ocupar o cargo de Conselheiro; e João Roberto Gonçalves Teixeira, casado, economista, brasileiro, portador da Cédula de Identidade RG nº 05243221-8 IFP/RJ e inscrito no CPF/MF sob o nº 806.452.757-00, para ocupar o cargo de Conselheiro, todos com domicílio na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 18º andar, Vila Gertrudes, CEP 04794-000. A posse dos Conselheiros em seus respectivos cargos fica condicionada à prévia homologação de seus nomes pelo Banco Central do Brasil, ocasião em que assinarão os termos de posse correspondentes. O mandato dos Conselheiros de Administração, ora eleitos, vigorará até a Assembleia Geral Ordinária da Sociedade a realizar-se em 2013. Os membros do Conselho de Administração ora eleitos declararam que (a) preenchem os requisitos mencionados na Resolução nº 3.041, de 28/11/2002, do Banco Central do Brasil, conforme alterada, (b) não estão incursos em nenhum dos crimes previstos em lei que os impeçam de exercer a atividade mercantil e (c) atendem às demais exigências constantes do Estatuto Social e da legislação em vigor. 7. OBSERVAÇÕES FINAIS - O Sr. Presidente franqueou o uso da palavra não havendo, todavia, nenhuma manifestação. Os trabalhos foram suspensos para a lavratura da presente ata, que tendo sido lida e achada conforme, vai assinada pelo Presidente, Secretária e demais presentes. (aa) Wilson Masao Kuzuhara, Presidente; Marta Cibella Knecht, Secretária. p. Banco Votorantim S.A., Wilson Masao Kuzuhara e Milton Roberto Pereira; Wilson Masao Kuzuhara, Milton Roberto Pereira e Walter Guilherme Piacsek Junior. A presente transcrição é cópia fiel da ata lavrada no livro próprio. São Paulo, 29 de abril de 2011. Marta Cibella Knecht - Secretária. Arquivado na JUCESP em 29.07.11, sob nº 293.322/11-9. Kátia Regina Bueno de Godoy - Secretária Geral.

BV FINANCEIRA S.A. - CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO CNPJ/MF Nº 01.149.953/0001-89 - NIRE Nº 35.300.145.399 ATA DA ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA, REALIZADA EM 29 DE ABRIL DE 2011 1. DATA, HORA E LOCAL: Dia 29 de abril de 2011, às 16:00 horas, na sede social, localizada na Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 8º andar, Conjunto 82, na Capital do Estado de São Paulo. 2. CONVOCAÇÃO: Dispensada em virtude da presença da totalidade dos acionistas. 3. PRESENÇA: Acionistas representando a totalidade do capital social, ficando dispensados, conseqüentemente, os Editais de Convocação, de acordo com o Parágrafo 4º do Artigo 124 da Lei nº 6.404/76. 4. MESA DIRIGENTE: Wilson Masao Kuzuhara, Presidente; Marta Cibella Knecht, Secretária. 5. PUBLICAÇÕES: Os documentos previstos no Parágrafo 3º do Artigo 133 da Lei nº 6.404/76 foram publicados nos jornais “Diário Oficial do Estado de São Paulo” e “Diário do Comércio” em 25/02/2011. 6. DELIBERAÇÕES ORDINÁRIAS: Por unanimidade de votos, foram aprovados: (i) O Relatório da Diretoria, o Balanço Patrimonial, a Demonstração do Resultado, incluindo as despesas administrativas e de pessoal, e as demais Demonstrações Contábeis referentes ao exercício social encerrado em 31/12/2010. Conseqüentemente, foi aprovada a seguinte destinação do lucro líquido do exercício, que totalizou R$ 507.599.240,31 (quinhentos e sete milhões, quinhentos e noventa e nove mil, duzentos e quarenta reais e trinta e um centavos): (a) R$ 361.664.458,72 (trezentos e sessenta e um milhões, seiscentos e sessenta e quatro mil, quatrocentos e cinqüenta e oito reais e setenta e dois centavos) foram destinados para aumento do capital social; (b) R$ 120.554.819,57 (cento e vinte milhões, quinhentos e cinqüenta e quatro mil, oitocentos e dezenove reais e cinqüenta e sete centavos) foram provisionados para pagamento aos acionistas em 2011, a título de dividendos; e (c) R$ 25.379.962,02 (vinte e cinco milhões, trezentos e setenta e nove mil, novecentos e sessenta e dois reais e dois centavo) foram destinados para a Reserva Legal; e (ii) A reeleição dos seguintes membros da Diretoria: Srs. Wilson Masao Kuzuhara, brasileiro, casado, engenheiro, portador da Cédula de Identidade RG nº 4.626.032-8 SSP/SP e do CPF/MF nº 662.210.308-97; Milton Roberto Pereira, brasileiro, casado, engenheiro mecânico, portador da Cédula de Identidade RG nº 29.081.291-4 SSP/RS e do CPF/MF nº 224.193.060-15; Walter Guilherme Piacsek Junior, brasileiro, casado, administrador de empresas, portador da Cédula de Identidade RG nº 11.758.887 SSP/SP e do CPF/MF nº 127.230.358-67; e Luis Henrique Campana Rodrigues, brasileiro, casado, engenheiro, portador da Cédula de Identidade RG sob nº 13.921.485-9 e do CPF sob nº 025.806.938-40, como Diretores Executivos; Bartholomeu Antonio Gonzaga Machado Ribeiro, brasileiro, casado, contador, portador da Cédula de Identidade RG nº 5597470 – SSP/SP, inscrito no CPF/MF sob nº 529.867.998-68; Dídimo Santana Fernandes Junior, brasileiro, casado, gerente de vendas, portador da Cédula de Identidade RG nº 1.596.182-1 SSP/PR e do CPF/MF nº 278.347.359-34; Geraldo Donizeti da Silva, brasileiro, casado, administrador de empresas, portador da Cédula de Identidade RG nº 9.352.704-4 SSP/SP e do CPF/ MF nº 041.376.828-79; e Yeh Jui Cheng, brasileiro, casado, engenheiro, portador da Cédula de Identidade RG nº 36.766.211-5 SSP/SP e do CPF/MF sob nº 212.982.558-30, como Diretores Gerentes; e Marcos Lima Monteiro, brasileiro, casado, economista, portador da Cédula de Identidade RG nº 19.897.606-9 SSP/SP e do CPF/MF sob nº 105.109.428-30; Mario Antonio Thomazi, brasileiro, casado, contador, portador da Cédula de Identidade RG nº 600.208.785-3 SSP/RS e do CPF/MF nº 290.272.500-06; Pedro Paulo Mollo Neto, brasileiro, casado, economista, portador da Cédula de Identidade RG nº 15.549.680-3 SSP/SP e do CPF/MF nº 125.968.388-50; José Manoel Lobato Barletta, brasileiro, casado, economista, portador da Cédula de Identidade RG nº 102.121.663-3 SSP/RS e do CPF/MF nº 215.175.09068; e Celso Marques de Oliveira, brasileiro, casado, sociólogo, portador da Cédula de Identidade RG nº 5.117.523-X SSP/SP e do CPF/ MF nº 565.722.718-20, como Diretores sem designação especial; a eleição dos seguintes membros para comporem a Diretoria da Sociedade: João Roberto Gonçalves Teixeira, casado, economista, brasileiro, portador da Cédula de Identidade RG nº 05243221-8 IFP/RJ e do CPF/MF nº 806.452.757-00, para o cargo de Diretor Executivo; Alex Sander Moreira Gonçalves, brasileiro, solteiro, administrador de empresas, portador da Cédula de Identidade RG nº M-4.845.679 SSP/ MG e do CPF/MF nº 668.687.186-91, e Paulo Bacelete Gerber, brasileiro, casado, administrador de empresas, portador da Cédula de Identidade RG nº 14.341.811 SSP/SP e do CPF/MF nº 088.248.398-60, para os cargos de Diretores Gerentes; Marta Cibella Knecht, brasileira, casada, advogada, portadora da Cédula de Identidade RG nº

12.622.095-5 SSP/SP, inscrita no CPF/MF sob nº 088.551.948-52; e Laércio Goulart Paiva Junior, brasileiro, casado, analista de sistemas, portador da Cédula de Identidade RG nº 08545519-4 IFP/RJ e do CPF/ MF nº 005.634.377-90, para os cargos de Diretores sem designação especial, todos com domicílio na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 18º andar, Vila Gertrudes, CEP 04794-000. O mandato dos Diretores ora eleitos vigorará por 2 anos, até a Assembleia Geral Ordinária da Sociedade a realizar-se em 2013. A posse dos Diretores em seus respectivos cargos fica condicionada à prévia homologação de seus nomes pelo Banco Central do Brasil, ocasião em que assinarão os termos de posse correspondentes. Os membros da Diretoria ora eleitos declararam que: (a) preenchem os requisitos mencionados na Resolução nº 3.041, de 28/11/2002, do Banco Central do Brasil, conforme alterada, (b) não estão incursos em nenhum dos crimes previstos em lei que os impeçam de exercer a atividade mercantil e (c) atendem às demais exigências legais e estatutárias para o exercício do cargo. Os acionistas aprovam, também, o término dos mandatos dos Srs. Marcelo Parente Vives, brasileiro, casado, engenheiro elétrico, portador da Cédula de Identidade RG nº 1.138.146 SSP/DF e do CPF/MF nº 584.276.431-87 e Paulo Ribeiro de Mendonça, brasileiro, casado, economista, portador da Cédula de Identidade RG nº 5.675.419 SSP/SP e do CPF/MF nº 661.338.408-97, ambos domiciliados na Capital do Estado de São Paulo, com endereço na Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 18º andar, sendo nesta data, por iniciativa da Sociedade, destituídos de suas atribuições. 7. DELIBERAÇÕES EXTRAORDINÁRIAS: Por unanimidade de votos, foram aprovados: Alterar a composição, a designação e o número de Diretores da Sociedade, bem como excluir o Parágrafo Quarto do Artigo 6º do Estatuto Social, que passa a vigorar com a seguinte e nova redação: “Artigo 6º. A sociedade será administrada por uma Diretoria composta de 18 (dezoito) membros, sendo 5 (cinco) Diretores Executivos, 6 (seis) Diretores Gerentes e 7 (sete) Diretores sem designação especial, acionistas ou não, residentes no País, eleitos pela Assembléia Geral Ordinária, para um mandato de 2 (dois) anos, admitida a reeleição. Parágrafo Primeiro. Os Diretores serão investidos em seus cargos, independentemente de caução, mediante termo lavrado e assinado no livro próprio, após seus nomes terem sido aprovados pelas autoridades competentes. Parágrafo Segundo. O prazo de gestão estender-se-á até a investidura dos novos administradores. Parágrafo Terceiro. A remuneração dos diretores será fixada pela Assembléia Geral.” (ii) O aumento do capital social, de R$ 484.054.322,14 (quatrocentos e oitenta e quatro milhões, cinquenta e quatro mil, trezentos e vinte e dois reais e quatorze centavos) para R$ 845.718.780,86 (oitocentos e quarenta e cinco milhões, setecentos e dezoito mil, setecentos e oitenta reais e oitenta e seis centavos), sendo o aumento no valor de R$ 361.664.458,72 (trezentos e sessenta e um milhões, seiscentos e sessenta e quatro mil, quatrocentos e cinquenta e oito reais e setenta e dois centavos) realizado sem emissão de novas ações, de acordo com o Parágrafo 1º do Artigo 169 da Lei 6.404/76, sendo totalmente subscrito e integralizado pela acionista neste ato mediante capitalização de lucros; (iii) Em virtude da deliberação (ii) acima, fica alterado o Artigo 5º do Estatuto Social, que passa a vigorar com a seguinte e nova redação: “Artigo 5º. O capital social, totalmente subscrito e integralizado, é R$ 845.718.780,86 (oitocentos e quarenta e cinco milhões, setecentos e dezoito mil, setecentos e oitenta reais e oitenta e seis centavos), dividido em 126.361 (cento e vinte e seis mil, trezentas e sessenta e uma) ações ordinárias, sem valor nominal, obrigatoriamente nominativas. Parágrafo Único - Cada ação ordinária dará direito a um voto nas deliberações das Assembléias Gerais.” (iv) Permanecem em vigor e inalterados os demais artigos do Estatuto Social não alterados pelo presente instrumento. 8. ENCERRAMENTO: a) O Sr. Presidente franqueou o uso da palavra, não havendo, todavia, nenhuma manifestação. b) Os trabalhos foram suspensos para a lavratura da presente ata, que tendo sido lida e achada conforme, vai assinada pelo Presidente, Secretário e demais acionistas presentes. (aa) Wilson Masao Kuzuhara, Presidente; Marta Cibella Knecht, Secretária; p. Banco Votorantim S.A., Wilson Masao Kuzuhara e Milton Roberto Pereira. A presente transcrição é cópia fiel da ata lavrada no livro próprio. São Paulo, 29 de abril de 2011. Marta Cibella Knecht Secretária. Arquivado na JUCESP em 29.07.11, sob nº 293.330/11-6 . Kátia Regina Bueno de Godoy - Secretária Geral.

FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL

NOS TERMOS PROVIMENTO CSM CXC/84, INFORMAMOS QUE HOJE (08/08/11) NÃO HOUVE PEDIDO DE FALÊNCIA NA COMARCA DA CAPITAL.

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O Jornal do Empreendedor

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DIÁRIO DO COMÉRCIO

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terça-feira, 9 de agosto de 2011

O Data Popular verificou que 59,1% das 104 milhões de pessoas que integram a nova classe média possuem cartão de crédito e 52,7% têm conta em banco.

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R$ 1 trilhão para a classe média consumir Levantamento do Data Popular mostra que 23,16% dos gastos da classe C serão com serviços, como cabeleireiros, empregados domésticos e cartórios.

Medidas se refletem nas falências e recuperações Neide Martingo

Paulo Pampolin/Hype

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s 104 milhões de brasileiros que compõem a nova classe média devem gastar R$ 1,03 trilhão em consumo em 2011. Segundo pesquisa feita pelo Data Popular e divulgada ontem, o valor considera a renda total somada ao crédito das famílias. Segundo as categorias, o principal gasto da classe C, com 23,16%, será com os Serviços, que incluem cabeleireiros, manicures, lavanderias, sapateiros, empregados domésticos, cartórios etc. Os outros quatro grupos que estarão na mira da nova classe média são Alimentação e Bebidas (18,49%), Saúde e Beleza (8,32%), Transporte (8,17%) e Vestuário (5,12%). O estudo também apontou que a classe média lidera em número de universitários, de crianças em escolas particulares e pessoas com acesso à internet. O estudo verificou que 59,1% das 104 milhões de pessoas que integram a nova classe média possuem cartão de crédito e 52,7% têm conta em banco. Quando questionados se dispõem de

computador em casa, 52,5% responderam que sim. E 57,6% disseram que acessam a internet. A classe C tem 36 milhões de pessoas que participam de redes sociais – nas classes A e B, juntas, são 13 milhões. Cerca de 80% da classe média espera um futuro melhor. O otimismo é maior entre os moradores do Nordeste (89%) e Norte (88%). O menor percentual está no Sul, com 75%. Outra ferramenta utilizada para avaliar o potencial de consumo da classe C se refere à alimentação fora do lar, que totaliza 46,6%, e dentro de casa, 48,3%. Novamente, a classe C se destaca em relação às demais, cujo potencial de consumo

Ouro registra valorização de 20% neste ano Arko D

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busca dos investidore s p o r a p l i c a ç õ e s consideradas mais seguras após a agência de avaliação de risco financeiro Standard & Poor's (S&P) reduzir, na sexta-feira, a nota da dívida pública dos Estados Unidos, aumentou a cotação do ouro. Um novo recorde foi registrado ontem, ultrapassando a barreira dos US$ 1,7 mil (31,1 g) a onça pela primeira vez. O preço do ouro já subiu 20% em 2011, acompanhando o crescimento da crise do rebaixamento da nota da dívida da Standard & Poor's nos Estados Unidos, que aumenta as perspectivas de enfraquecimento do dólar. Metal – A incerteza econô-

uters

mica global aumenta o apelo entre os investidores de ativos considerados de menos risco, como ouro e prata. O metal precioso é utilizado como moeda desde as épocas mais remotas – as primeiras cunhagens conhecidas datam de 568 A. C. A onça encerrou a sessão de ontem de Hong Kong a US$ 1.706,50 , em um dia de fortes baixas nas bolsas do mundo todo após o rebaixamento da nota da dívida dos Estados Unidos, pela agência de classificação. Na sexta-feira da semana passada, o metal teve sua cotação fechada em US$ 1,656 mil a onça. (Agências)

ficou em 15,4% e 24,8% para a baixa renda, e 38% e 26,9% para a alta renda, respectivamente. O estudo ainda avaliou a intenção de compra da baixa renda, a nova classe média e a alta renda, e detectou que os maiores percentuais estão mesmo com a classe C. Veja tabela acima. Outros países – O potencial de consumo da nova classe média está no patamar de US$ 661,9 bilhões. Um montante superior ao Produto Interno Bruto (PIB) da Argentina (US$ 370,2 bilhões), de Portugal (US$ 229,3 bilhões), do Uruguai (US$ 40,2 bi) e do Paraguai (US$ 18,4 bilhões) juntos. (Agências)

Projeção da inflação cai para 6,31%

O

mercado reduziu as previsões deste ano para a inflação oficial – medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – , a taxa básica de juros (Selic) e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), segundo o boletim Focus, divulgado pelo Banco Central (BC) ontem. A estimativa do IPCA para este ano diminuiu de 6,31% na semana passada para 6,28%. Para 2012, baixou de 5,3%, no período, para 5,27% ontem. Já a projeção do mercado para a Selic foi reduzida, em 2011, para 12,5% nesta semana, ante 12,75% na semana passada. A projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) teve leve recuo de 3,96% para 3,94% para este ano. As previsões para o preço da moeda americana ficaram inalteradas em R$ 1,60 neste ano. Para 2012, o preço estimado é de R$ 1,65. (Folhapress)

s empresários brasileiros começam a registrar os efeitos das medidas de contenção de consumo – pela restrição do crédito – do governo federal para frear os índices inflacionários. De acordo com o economista da Boa Vista Serviços (BVS), Flávio Calife, as medidas de combate à inflação, com aumentos constantes na taxa básica de juros, restringiram a liquidez da economia nacional. Houve reflexo na inadimplência e aumentaram as exigências e os custos para a tomada de recursos pelas empresas. Os próximos No acumulado de janeiro a jumeses vão refletir lho, os pedidos de falência tiveram alta de 1,2%, em comparação a preocupação com igual período de 2010. As incom os rumos da formações são da Boa Vista Servieconomia ços, da Associação Comercial de internacional. São Paulo (ACSP), que publica esIsso vai trazer te Diário do Comércio. O levantamento mostra queda reflexos para o de 1,7% entre os meses de janeiro mercado interno. e julho no número de falências FLÁVIO CALIFE, BVS decretadas, em relação a igual período do ano passado. "Os próximos meses vão refletir também a preocupação com os rumos da economia internacional. Isso vai trazer reflexos para o mercado interno, com crescimento menor", detalhou Calife. "A Boa Vista Serviços analisa que o cenário econômico deve continuar a causar impactos no número de protestos nos próximos meses", disse o economista. O total de falências cresceu em julho deste ano. Foi 28,6% maior que o verificado em igual mês de 2010. Se a comparação for feita com junho deste ano, o aumento é de 18%. O índice de falências decretadas deu um salto de 57,8% ante julho de 2010 e de 36,5% em relação a junho deste ano. Títulos protestados – O número de títulos protestados também cresceu no mês passado: 13,1% em comparação com o mês anterior, e 1,3% em relação a igual período de 2010. O valor médio dos títulos protestados em julho foi de R$ 1.774 para a pessoa física, e de R$ 2.290 para a jurídica. No acumulado do ano, entre os meses de janeiro e julho, a alta nos títulos protestados foi de 1,7%, sendo avanço de 6% para a pessoa jurídica e queda de 4,6% para a pessoa física.

Pais: preços diferentes. Procon-SP constata que valor de itens pode variar até 100% no varejo

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esquisa realizada pela Fundação ProconSP constatou diferenças de preços de até 100% nos presentes para o Dia dos Pais neste ano. De acordo com levantamento feito pela Fundação, entre os dias 11 e 12 de julho, a maior diferença foi encontrada nos preços de um aparelho celular da marca Motorola (foto abaixo), modelo EX 245, desbloqueado, com bluetooth, TV digital, 2 GB e 3MP, que entre um estabelecimento e outro apresentou acréscimo de 100,4%, passando de um valor de R$ 249 para R$ 499. O maior preço, de R$ 499, foi encontrado na Casas Bahia e na Lojas Cem. O Menor preço, de R$ 249, foi encontrado no Magazine Luiza. O item com a segunda maior diferença de preço (90%) foi a câmera fotográfica digital da Sony – DSC – W350 – tela

LCD 2,7'' – zoom óptico 4 X – 14,1 MP – 4 GB. Entre um estabelecimento e outro, de R$ 499 a R$ 853,10. O home theater da LG – HT 305 SU – Simula 10,1 canais, com DVD, 300w RMS veio em seguida, podendo ser encontrado entre R$ 399 e R$ 598, o que equivale a uma diferença de 49,87%. O Procon-SP ainda pesquisou os preços do barbeador

Philips – HQ 6920 – bivolt – recarregável e do notebook HP – G42-340 – Intel Core i5 – HD 320 GB – Tela Led – Bluetooth – Win 7 – 3 GB e verificou diferenças de 49,15% (entre R$ 99 e R$ 149) e 35,77% (de R$ 1,398 mil a R$ 1,898 mil), respectivamente. Do total dos itens comparados, o estabelecimento Ponto Frio (Lapa) foi o que apresentou a maior quantidade de produtos com menor preço (28 itens). O levantamento comparativo de preços envolveu oito estabelecimentos comerciais da Capital paulista e pesquisou barbeadores, câmeras fotográficas digitais, celulares desbloqueados (sem qualquer vínculo com operadoras de telefonia móvel), computadores pessoais e eletrônico áudio (micro system e home theater), de diferentes marcas e modelos. (Agências)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 9 de agosto de 2011

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É fácil encontrar programas que invadam, praticamente sozinhos, os sistemas Ricardo Giorgi, professor da FIAP

nformática

Xô invasores! Todos os usuários, mas principalmente as lojas virtuais, devem tomar cuidados para não terem seus sistemas invadidos por hackers. Saiba como eles agem e quais ferramentas costumam usar. SÉRGIO VINICIUS

a semana passada, a empresa de segurança McAfee revelou a descoberta do maior ciberataque da história. Segundo a empresa, em um período de cinco anos, 72 organizações sofreram invasões em suas redes, incluindo os governos dos Estados Unidos, Taiwan, Índia, Coreia do Sul, Vietnã e Canadá; além de entidades como a ONU e até o Comitê Olímpico Internacional. Empresas privadas de diversos setores também foram vítimas. Há a suspeita de que houve a colaboração de algum país nestes ataques, mas a McAfee não quis revelar o nome. Em junho, sites do governo brasileiro também sofreram ataques. Se sites governamentais e sistemas robustos são suscetíveis a falhas, ataques e problemas de segurança, páginas eletrônicas mais modestas e de e-commerce devem redobrar suas preocupações para evitar que sejam alvo fácil de piratas virtuais. E um bom começo para evitar, ou minimizar, o problema é se preocupar com isso. "Hoje em dia, na web, é muito fácil encontrar programas que invadam, praticamente sozinhos, os sistemas", diz Ricardo Giorgi, professor de MBA e pós-graduação nas áreas de segurança da informação e redes da FIAP. "Logo, como há a popularização e o fácil alcance a essas ferramentas, um ataque é algo palpável, que pode acontecer com qualquer um." O principal "vacilo" de um ecommerce, por exemplo, é que seus administradores ignorem medidas de segurança. Aliás, o relaxamento natural com relação às medidas de segurança é praticamente uma unanimidade entre os entrevistados pelo Diário do Comércio quando o assunto é proteção a sistemas. "As falhas mais comuns em sites de e-commerce são a falta de monitoração e, principalmente, a não atualização dos pacotes de segurança que são liberados pelo fabricante do sistema operacional ou mesmo pelo fabricante da loja virtual", aponta Márcio Roberto Albero, gerente de infraestrutura da Clearsale, empresa de autenticação de compras, que tem clientes como Gol, Submarino,

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Carrefour, Americanas.com. Ataques Na prática, os erros mais comuns costumam acontecer durante o desenvolvimento do site. De acordo com o professor universitário e hacker ético Marcos Flávio Araújo Assunção, scripts malfeitos podem "abrir" o banco de dados de uma empresa. Nomes como SQL Injection, PHP Injection e Cross Site Scripting são os responsáveis pelo aproveitamento das brechas (veja quadro). "Muitas vezes, o próprio banco de dados é acessado de uma forma insegura, o que facilita seu comprometimento", aponta o hacker. "Isto são problemas que afetarão o servidor. Mas se o atacante conseguir informações como nome completo, endereço, CPF, cartão de crédito, aí sim haverá problema para a pessoa física." A principal dica, nesse caso, é que sites de e-commerce deem preferência à utilização de plataformas conhecidas. Apesar de nada ser 100% seguro, sistemas dedicados e profissionais de venda via internet garantem nível maior de confiabilidade. "Pode existir um sistema criado pela própria empresa que seja muito seguro. Mas para isso, a companhia precisa ter alto custo em treinamento e certificação de profissionais que saibam desenvolver um sistema", comenta o hacker.

Ferramentas hackers Os tipos mais comuns de ataques são SQL Injection, PHP Injection e Cross Site Scripting. Veja detalhes de cada um.

SQL Injection Método utilizado para inserir, apagar, editar, entre várias outras funções SQL (linguagem de pesquisa de programação) em ataques a banco de dados. O hacker consegue permissão para acessar todo o sistema ou apagar informações. PHP Injection Ataque no qual comandos em PHP (linguagem de programação interpretada no servidor) são enviados, interpretados e executados no site. O invasor consegue total acesso e controle sobre o site. Cross Site Scripting Conhecido também como XSS, a vulnerabilidade possibilita que scripts maliciosos ataquem usuários e visitantes de sites. Ele permite ao hacker simular páginas idôneas e ludibriar os internautas.

MÁRCIO ROBERTO ALBERO, DA CLEARSALE

NOTEBOOKS

PORTÁTEIS

SMARTPHONES

Tablet Transformer os vários lançamentos feitos pela Asus no Brasil, o destaque foi o Transformer, já à venda no varejo. Ele é um tablet que pode funcionar com um teclado e uma dock station que lhe dá autonomia entre 9 e 16 horas, graças à ajuda de uma bateria interna. Ele vem com Android 3.1 Honeycomb, pronto para tablets. Por R$ 1.499 sem a dock station. Com o acessório sobe para R$ 1.900

Apple lançou o novo MacBook Air com processadores Intel Core i5 e i7, 4 GB de RAM e telas de 11 e 13 polegadas. O portátil tem até 1,7 cm de espessura (na parte mais grossa) e pesa entre 1,3 kg e 1 kg (dependendo do tamanho da tela). A conexão Thunderbolt conecta vários periféricos com apenas um cabo, e a bateria promete 7 horas de autonomia. O teclado é iluminado e o trackpad de vidro dá suporte a múltiplos gestos. A novidade também é a nova versão do sistema operacional Mac OS X Lion. Nos Estados Unidos a partir de US$ 999 (tela de 11") e no Brasil, começa em R$ 2.999.

A

s exigências de peso nas aeronaves estão ficando muito rígidas. Por isso, a Zagg está ampliando sua linha de mochilas para modelos mais leves e resistentes. As Super Light, Classic Light e Extra Pockets trazem formatos clássicos e elegantes para levar notebooks, tablets e acessórios. Elas são feitas de poliéster com alças acolchoadas e o apoio lombar também é forrado com tecido especial Airmash, que evita a transpiração. Por R$ 59, R$ 79 e R$ 99.

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Two-s, que cria aplicativos para iPad, está lançando o Ristorante, um software que pode ser customizado conforme as necessidades do restaurante ou bar. O app substitui o cardápio de papel e permite aos clientes escolherem seus pratos com a ajuda de imagens de alta definição. É possível ao garçom fazer alguma observação sobre temperos não desejados pelo freguês, alterar os preços e excluir pratos quando não estão mais disponíveis.

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ACESSÓRIOS

Mochilas para portáteis mais leves

APLICATIVOS

Menu no iPad

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D MacBook com Lion

As falhas mais comuns em sites de ecommerce são a falta de monitoração e, principalmente, a não atualização dos pacotes de segurança que são liberados pelo fabricante do sistema operacional ou mesmo pelo fabricante da loja virtual

Celular para TV Xperia Neo é o novo smartphone da Sony Ericsson que começa a ser vendido no Brasil pela Vivo. O aparelho tem ergonomia para se encaixar perfeitamente nas mãos. A tela é de 3,7 polegadas e o telefone possui saída HDMI para ser conectado a um televisor de alta definição para compartilhar fotos, filmes e internet. Os preços variam de R$ 399 a R$ 1.349, conforme o plano da operadora.

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terça-feira, 9 de agosto de 2011

Unimos a interação nas redes com o poder de conversão de vendas Gabriel Borges, diretor do Likestore nformática

O Facebook é a nova vitrine Um novo jeito de vender na rede social está sendo criado pela LikeStore BARBARA OLIVEIRA

ransformar o Facebook numa vitrine de compras e de e-commerce, onde empresas de todos os portes, até mesmo as bem pequenas, possam divulgar suas ofertas e vender seus produtos é a proposta da ferramenta LikeStore (www.likestore.com.br). O aplicativo brasileiro permite a criação de lojas dentro da rede social sem que o internauta/consumidor saia do ambiente da fan page do estabelecimento no FB. O nome LikeStore faz alusão ao botão Like ("curtir") da rede social mais popular do mundo e, segundo seu diretor, Gabriel Borges, a vantagem para o lojista e para o consumidor é utilizar o canal para a experiência de compra e venda. Quando o internauta precisa sair do Facebook para efetuar a compra, clicando em um link externo, são grandes as chances de ela não se efetivar. "Unimos a interação dos amigos nas redes com o poder de conversão de vendas. Se eu dou um 'like', todos os meus amigos vão ver, e se um deles clicar na fan page, a sua lista de contatos também vai ficar sabendo". É essa audiência direta que os clientes da LikeStore querem atingir, explica Borges. Os números falam por si. Cerca de 23 milhões de brasileiros têm o hábito de realizar compras online, e 85% dos usuários de internet no Brasil dizem que as redes sociais estão entre seus prin-

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cipais motivos de acesso. Só o Facebook tem mais de 22 milhões de internautas no País. A ferramenta foi lançada em maio e, nesta fase inicial, conta com 10 clientes (empresas de camisetas, de venda de ingressos, de câmeras digitais usadas, de bijuterias, cursos de tecnologia da informação). Segundo Borges, já existem "milhares" de cadastros prontos (de pessoas e de empresas) para colocarem suas lojas nesse f-commerce (como está sendo chamada a loja online do FB). Para abrir o seu espaço, o internauta não paga nada. Apenas se cadastra e segue um passo-a-passo simplificado no site da LikeStore. Lá, ele configura

o layout e sobe as fotos dos produtos, com uma descrição de cada um e o preço. O consumidor terá disponível o carrinho de compras e o valor do frete para a sua região (com entrega pelos Correios). Há, ainda, um gerenciador de loja com controle de estoque e gestão de pedidos em tempo real, e as transações são protegidas pelo sistema de pagamentos MoIP, com quem a LikeStore fez parceria. Se houver dificuldades para a criação do layout, o cliente pode entrar em contato com a central de suporte online. Cada venda efetuada é divulgada no mural do comprador, ampliando a divulgação da loja. Mesmo sem comprar, os inter-

nautas podem "curtir" as ofertas, o que vai aparecer em suas páginas principais. Embora seja gratuita a criação da fan page no Facebook, o lojista precisa pagar uma comissão de 2% sobre o valor de cada venda efetivada à LikeStore, e outros 5,9% para o sistema de meios de pagamento MoIP. É ele que gerencia e remunera os cartões de crédito, de débito e os bancos. Segundo Borges, que é mestre em Marketing Avançado pela Universidade de Lancaster, na Inglaterra, a meta da LikeStore é chegar a 150 mil vendas dentro das lojinhas no primeiro ano de funcionamento, com faturamento de R$ 18 milhões e um tíquete médio de R$ 120.

Sergio Kulpas sergiokulpas@gmail.com

Cadastro indesejável

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caso não é exatamente novo. Ocorreu em 2009, e quem narra é Jared Spool, um dos mais renomados especialistas mundiais em interfaces e usabilidade, e fundador da User Interface Engineering (http://www.uie.com). Spool foi consultado por Luke Wroblewski, autor de "Web Form Design: Filling in the Blanks" ("Design de Formulários na Web: Preenchendo os Espaços", em tradução livre. O livro está disponível na Amazon.com por US$ 39). Wroblewski queria um exemplo de uma mudança no design de um formulário online que tivesse causado impacto significativo nos negócios. Spool perguntou a Wroblewski: "Que tal uma modificação que causou um aumento de US$ 300 milhões no faturamento?" No artigo que Spool escreveu para o livro de Wroblewski, ele fala sobre um grande varejista online que tinha um problema. No site, havia um formulário muito simples para os usuários. Dois campos, Endereço de Email e Senha. E dois botões, Login e Register. É o formulário de registro mais comum nos sites de comércio. O problema não era no layout, mas na relação dos usuários com esse cadastro. O cliente se depararia com o formulário logo depois de encher o carrinho de compras, antes de concluir o pagamento. Os designers acharam que esse cadastro facilitaria a vida dos clientes, tornando mais rápidas as compras dos clientes frequentes. Os compradores de primeira visita não se incomodariam em perder alguns instantes preenchendo o cadastro, porque isso facilitaria a compras futuras, e todos ganhariam. Mas eles estavam errados.

Incômodo – Spool disse que realizou testes de usabilidade com pessoas que queriam comprar produtos do varejista. Os voluntários deram suas listas de compras e a empresa de Spool deu o dinheiro para elas comprarem. Eles deveriam relatar todas suas impressões sobre a experiência de compras no site. A primeira conclusão: os compradores de primeira viagem no site se incomodavam com o cadastro. O formulário, embora simples, era um incômodo. Um usuário disse: "Não entrei no site para criar um relacionamento, mas para comprar um produto." Outros usuários não conseguiam lembrar se era a primeira vez que visitavam o site, e se frustravam quando as combinações de email e senha não davam acesso. Muitos reclamaram que aquele cadastro era inútil, que só servia para que o varejista entupisse suas caixas postais com mensagens e promoções indesejadas. Os clientes regulares também não estavam contentes. Poucos se lembravam da combinação entre e-mail e senha. A empresa de Spool descobriu que 45% dos clientes do site tinham vários cadastros no sistema. Em vez de facilitar as compras, esse cadastro fazia o varejista perder milhões em vendas. A solução foi simples. Os designers eliminaram o botão de Registro. Em seu lugar, colocaram um botão de "Continuar", informando ao cliente que não era preciso criar uma conta antes de completar as compras. Se o cliente desejasse, ele poderia criar um cadastro DEPOIS das compras. Em pouco tempo, o número de clientes subiu 45%. As vendas extras chegaram a US$ 15 milhões no primeiro mês. Em um ano, o valor atingiu US$ 300 milhões.


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