Jornal do empreendedor
R$ 1,40
São Paulo, quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Aqui jaz o boleto falso Falsos sindicatos e associações com nomes talhados para confundir o empresário e, assim, aplicar o golpe do boleto (quem já não foi vítima?), têm agora uma inimiga mortal na nova legislação do BC. Entre outras medidas, passa a ser obrigatória a informação de que o pagamento é facultativo nos chamados boletos de proposta. Pág. 15
Arte nos códigos de barra Nas mãos de artista inglês, viram divertidos dentes de crocodilo, inscrições maias... Logo, pág. 14
Segundo Tony Tyler, diretor-geral da IATA, empresas aéreas têm gasto 28% maior com combustível comprado no Brasil, em relação ao vendido lá fora. Pág. 18
Dilma: 'Tenho muito respeito pelo ET de Varginha'.
Conclusão: 23h40
Ano 87 - Nº 23.931
www.dcomercio.com.br
No ar, o querosene mais caro do mundo.
Palavras da presidente Dilma em... Varginha, Minas. No Estado do tucano Aécio, lançou raios no governo FHC. Pág. 7 Michael Nelson/EFE
Nossa Posição
Pela extinção da contribuição adicional Pág. 2
Opinião
EUA: advogado bipolar em extinção. Pág. 3 Divulgação
Snowden congela relação Obama-Putin Presidente americano desmarca encontro com russo, que deu asilo temporário ao vazador de dados secretos. Pág. 8
Página 4
ISSN 1679-2688
23931
9 771679 268008
Carmen Lúcia e ministros prometem anular repasse de dados de 141 milhões de eleitores. Pág. 5
Nelson Jr./SCO/STF
Acordo TSE-Serasa vai ser cancelado
Quem sabe o que é grandolar? E schuldenbremse? Dica: fazem parte do idioma criado pela crise. Respostas na pág. 22.
A estreia de Orson Welles inédito A história da descoberta de Too Much Johnson (foto), de 1938, tem ingredientes da genialidade de Welles. Imagine como será o filme! Dia 16/10, estreia nos EUA. Pág. 13
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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Proposta dos economistas tem raiz no processo de esgarçamento da transparência da contabilidade pública. Roberto Fendt
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NOSSA POSIÇÃO
MOBILIZAÇÃO CONTRA A CONTRIBUIÇÃO ADICIONAL
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uando o Congresso aprovou o PLC 200/13, extinguindo, a partir de julho último, a Contribuição Adicional de 10% sobre o saldo do FGTS - Fundo de Garantia por Tempo de Serviço – no caso de demissão imotivada, consideramos o fato positivo. Entretanto, adicionamos a necessidade de cautela, já que havia a possibilidade – defendida ostensivamente por alguns setores do governo – de que fosse vetada pela Presidência da República. Fizemos esse alerta mesmo considerando não haver qualquer razão ética, jurídica ou econômica para o veto, por considerar que a experiência tem mostrado ser quase impossível revogar alguma tributação no País, sem que haja uma ampla e persistente mobilização da sociedade – como ocorreu com a CPMF, que só após várias prorrogações foi extinta. Essa contribuição adicional foi estabelecida pela lei complementar 110/01, com a finalidade específica de cobrir um rombo da or-
dem de R$ 42 bilhões no FGTS, provocado pela decisão judicial que obrigava a atualização dos valores das contas dos trabalhadores, que haviam sido corrigidos a menos em virtude dos Planos Verão e Collor.
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egundo relata o professor José Pastore, o então ministro do Trabalho e atual senador Francisco Dornelles – que negociou na época com as classes empresariais a contribuição adicional das empresas – considerou a solução encontrada para salvar o FGTS, com maior contribuição das empresas, como "o maior acordo do mundo". Em julho do ano passado, o Conselho Gestor do FGTS informou que o débito referente à atualização monetária das contas havia sido completamente quitado, com o que não mais seria necessária a contribuição – que, inclusive, não entrava na conta dos trabalhadores como recolhimento normal, mas diretamente para o fundo para a fina-
Os recursos que superaram a necessidade para a qual foi criada a contribuição adicional não ficaram ociosos no FGTS, mas passaram a ser considerados como pertencentes ao Tesouro Nacional. lidade específica. É evidente que os recursos que superaram a necessidade para a qual foi criada a contribuição não ficaram ociosos no fundo, mas passaram a ser considerados como pertencentes ao Tesouro – como se pode deduzir das razões apresentadas para justificar o veto do PLC 200/13, de que "a sanção do texto levaria à redução de investimentos em programas sociais e em ações estratégicas de infraestrutura", atividades típicas do orçamento e que nada têm
a ver com a finalidade da contribuição dos 10%. Na prática, houve a conversão da contribuição em um imposto, sem haver qualquer previsão legal para tanto. Essa razão já seria suficiente para justificar a derrubada do veto pelo Congresso, mas deve-se acrescentar que o "maior acordo", celebrado quando da criação da contribuição, deveria ser respeitado pelo governo, que é um ente de caráter permanente, embora os governantes sejam temporários. É preciso mais respeito para com os contribuintes, em reciprocidade ao muito que deles se exige em termos financeiros e burocráticos.
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o mesmo tempo em que adota medidas para desonerar a folha de pagamentos de diversos setores, por reconhecer a dificuldade das empresas brasileiras em competir nos mercados interno e externo, em virtude principalmente dos encargos trabalhistas, não faz sentido o governo insistir na manuten-
ção de um ônus que não mais se justifica. Invocar a Lei de Responsabilidade Fiscal também não faz sentido, porque se há perda de receita, existe, em contrapartida, a extinção do débito equivalente. Quanto à redução de obras de infraestrutura e programas sociais, a boa técnica de gestão não deveria considerar tais recursos como disponíveis, pois não foram gerados para essas finalidades.
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s 420 associações comerciais que compõem a Facesp, dirigiram-se aos deputados federais de suas regiões, por meio de sua entidade representativa, solicitando que votem pela derrubada do veto, restabelecendo a extinção da contribuição como uma medida de justiça fiscal e de impacto econômico positivo para a economia. É muito importante que todas as entidades se mobilizem para que o Congresso Nacional faça prevalecer sua decisão que, afinal, foi aprovada pela maioria expressiva dos parlamentares.
EXCESSO DE CRIATIVIDADE U
ma manobra contábil para melhorar o resultado da balança comercial de 2013 foi sugerida por economistas do mercado financeiro ao secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Márcio Holland, em reunião na última sexta-feira. Qual a razão da sugestão? Como já foi comentado nesse espaço, a Receita Federal brasileira emitiu, em 16 de julho de 2012, a Instrução Normativa nº 1282, que dispõe sobre a descarga direta e o despacho aduaneiro de importação de mercadoria transportada a granel, como o petróleo. Segundo o normativo, os documentos para inserção no sistema Siscomex (que registra as importações e exportações em geral) deverão ser apresentados no prazo de 20 dias contados do término da descarga da mercadoria. No caso específico das importações de petróleo e seus derivados, o prazo é de 50 dias.
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ão há nada errado com a defasagem no registro, motivada pela especificidade do manuseio e controle da entrada de granéis no País, especialmente no que diz respeito aos aspectos tributários da questão. Apurações de entrada de produtos provenientes do exterior no país com defasagens de registro são
Nacional financia a aquisição dessas novas reservas emitindo títulos da dívida pública. Adquiridas as reservas, a dívida líquida permanece constante, já que aumentou pelo mesmo valor o passivo do governo e o seu ativo.
ROBERTO FENDT comuns em muitos países. O Conselho da União Europeia, por exemplo, através da Portaria nº 2964/95, de dezembro de 1995, estabeleceu a obrigatoriedade de registro para importações de petróleo e entregas na Comunidade Europeia. A informação deve ser enviada pelos estados membros da comunidade à Comissão Europeia.
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entro das normas de registro das importações de granéis em vigor desde julho do ano passado está correto o procedimento de apuração das importações de produtos a granel – aí incluído o principal deles, o petróleo e seus derivados. Não há, portanto, como retroagir o lançamento dos valores da importação de petróleo e derivados ocorrida nos últimos 50 dias de 2012 e registrados em 2013. A prática já estava autorizada desde julho do ano passado e qualquer tentativa de regredir os lançamentos a 2012 seria encarada pelos agentes econômicos como tentativa de embelezar o saldo
comercial de 2013. Não cabe a sugestão dos economistas presentes à reunião com o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda.
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iferente desse caso é a insistência em apontar a trajetória da dívida líquida do governo e ignorar a trajetória da dívida bruta como evidência da
qualidade da solvência do setor público. Os encargos pagos sobre o endividamento se referem ao estoque da dívida líquida e não da dívida bruta. Um exemplo ilustra essa diferença. Suponhamos que a dívida bruta aumenta pelo contravalor em reais de um aumento de 100 milhões de dólares de reservas internacionais. O Tesouro
Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Cesário Ramalho da Silva Edy Luiz Kogut João Bico de Souza José Maria Chapina Alcazar Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Miguel Antonio de Moura Giacummo Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Renato Abucham Roberto Mateus Ordine Roberto Penteado de Camargo Ticoulat Sérgio Belleza Filho Walter Shindi Ilhoshi
corre, contudo, que o valor dos juros obtidos com a aplicação das reservas é menor do que o pago sobre o aumento da dívida pública. A conta de juros líquidos pagos aumenta, embora o saldo da dívida líquida tenha permanecido constante. Também diferentes são os casos da chamada "contabilidade criativa" utilizada para aumentar o saldo primário das contas públicas e a proposta de retirar do cálculo do endividamento dos Estados e municípios as dívidas relativas a projetos de mobilidade urbana. O primeiro desses casos já foi amplamente discutido na
mídia e não requer maiores apreciações. Releva apenas insistir que o saldo primário – diferença entre receitas e despesas exclusive pagamento de juros – é conceito que mais esconde que esclarece a real posição das contas públicas. O conceito correto é o do saldo nominal, que inclui todas as despesas e receitas do setor público. Com relação a esse último conceito não existem contabilizações "criativas".
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á a proposta de retirar do cálculo do endividamento dos estados e municípios as dívidas relativas a projetos de mobilidade urbana colide diretamente com o disposto na Lei de Responsabilidade Fiscal. Se levada adiante, a proposta iniciará um processo que porá por terra todo o esforço de saneamento das finanças dos Estados e municípios iniciado em 2000 e concluído a duras penas nos anos subsequentes.
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proposta dos economistas tem sua raiz nesse processo de esgarçamento institucional da transparência da contabilidade pública. Tivesse sido aceita a sugestão, teríamos dado mais um passo na direção do descrédito que vai tomando corpo na sociedade com relação à veracidade das informações providas pelos governos – federal, estaduais e municipais. ROBERTO FENDT É ECONOMISTA
Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, Marcel Solimeo Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Editor-Chefe: José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br). Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br). Editores Seniores: chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), José Roberto Nassar (jnassar@dcomercio.com.br), Luciano de Carvalho Paço (luciano@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br), Marcus Lopes (mlopes@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br). Editor de Fotografia: Agliberto Lima. Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Heci Regina Candiani (hcandiani@dcomercio.com.br), Tsuli Narimatsu (tnarimatsu@dcomercio.com.br) e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br. Subeditores: Rejane Aguiar e Ricardo Osman. Redatores: Adriana David, Evelyn Schulke, Jaime Matos e Sandra Manfredini. Repórteres: André de Almeida, Karina Lignelli, Kety Shapazian, Lúcia Helena de Camargo, Mariana Missiaggia, Mário Tonocchi, Paula Cunha, Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibelli, Rita Alves e Sílvia Pimentel. Gerente Executiva e de Publicidade Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações Valter Pereira de Souza (valter.pereira@dcomercio.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estadão Conteúdo, Folhapress, Efe e Reuters Impressão S.A. O Estado de S. Paulo. Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60
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ADVOGADOS PORTADORES DE DOENÇAS MENTAIS SÃO BARRADOS NA OAB AMERICANA .
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Advogados e saúde mental MELODY MOEZZI
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a semana passada um enxame de futuros advogados, sedentos pelo sol, saiu do esconderijo para celebrar o fim do exame da Ordem dos Advogados no estado da Carolina do Norte, Estados Unidos. Passar no exame, no entanto, não lhes garantirá a admissão na Ordem. Eles também precis a m d e m o n s t r a r q u e p o ssuem aptidão médica necessária e personalidade moral para a prática do direito. Eu estava preocupada com alguns deles. Especificamente, eu me preocupo com quem passou na prova e tem uma vida honrada, mas mesmo assim muitos deles podem ver negada sua entrada na Ordem – não por causa de antecedentes criminais ou má conduta acadêmica, mas devido à sua doença mental. Poderia ter acontecido comigo. Logo após minha formatura na faculdade de direito em 2006, fiz o pedido do Atestado de Aptidão Médica no Departamento de Admissões da Ordem dos Advogados, da Geórgia, respondendo a uma miríade de perguntas e fornecendo minhas digitais, atestado de bons antecedentes e praticamente tudo, menos amostra de tecido.
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omo ocorre em muitos estados, o meu pedido de atestado incluía a seguinte pergunta, tirada das recomendações da Ordem dos Advogados dos Estados Unidos e da Conferência Nacional de Examinadores da Ordem: "Nos últimos cinco anos, você foi diagnosticado ou tratado de distúrbio bipolar, esquizofrenia, paranoia ou qualquer outro distúrbio psicótico?"
Ter uma mentira desmascarada na requisição do atestado é uma maneira fácil dever a admissão negada. Para minha sorte, eu não tinha motivo para mentir. Na época, tivera diagnóstico de depressão, que não fazia parte da lista. Assim, não me vi compelida, sob pena de perjúrio, a responder afirmativamente. Passei no exame da ordem e fui declarada "apta".
mendada. Ela apelou, aguentando um ano de audiências sobre sua saúde mental que um examinador solidário qualificou como "tortura". No fim, Flaherty recebeu admissão condicional, exigindo que ela fornecesse um relatório médico e declaração juramentada semestralmente – situação que durou nove anos.
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inguém deveria passar por tamanha humilhação. Não apenas porque tais inquéritos sobre a saúde mental são irrelevantes e antiéticos, mas porque também podem ser ilegais. A regulamentação sobre pessoas deficientes proíbe que entidades públicas administrem programas de autorização que discriminem candidatos qualificados por conta de sua deficiência. Podem me chamar de louca, mas acho que os examinadores da Ordem deveriam obedecer à lei. Segundo a lei, perguntas sobre deficiências podem ser permitidas para avaliar a aptidão do requerente à licença caso, por exemplo, estas representem uma "ameaça direta à saúde ou à segurança de outras pessoas".
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m 2008, depois de ter feito meu juramento, recebi o diagnóstico correto: eu tinha distúrbio bipolar. Porém, nessas alturas, já estava liberada. (No fim das contas, tive sorte duas vezes: após o juramento, a Geórgia acrescentou a depressão à lista de perguntas.) Nem todos têm tanta sorte. Em termos estatísticos, digase que poucos requerentes que respondem "sim" à pergunta sobre saúde mental têm negada a admissão à Ordem. Mesmo assim, isso acontece, e quem tem a admissão recusada precisa questionar os examinadores na Justiça.
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m alguns casos, reconhecer um distúrbio psiquiátrico levou a uma investigação mais ampla pelas divisões estaduais da Ordem, atrasos e concessão de autorizações condicionais. Sabendo que admitir uma doença mental em um pedido de atestado de aptidão pode ser prejudicial à carreira, alguns requerentes com transtornos mentais atrasam ou desistem do tratamento; já outros mentem sob juramento, arriscando-se a ser acusados de perjúrio. Eu não os culpo. Consideremos o caso de Kathleen Flaherty, com distúrbio
bipolar e formada pela Faculdade de Direito de Harvard. Integrante da Ordem em Nova York e Massachusetts, ela se candidatou, em meados da
década de 1990, à divisão de Connecticut. Após revelar a enfermidade mental no pedido de aptidão de Connecticut, sua admissão não foi reco-
Sabendo que admitir uma doença mental pode ser prejudicial à carreira, alguns desistem do tratamento. Já outros mentem. Eu não os culpo.
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mbora os examinadores da Ordem tenham reduzido o alcance das perguntas sobre saúde mental nos últimos 20 anos, tribunais e as divisões estaduais ainda não concordam sobre o que é permitido pela lei. Se os examinadores realmente desejam proteger o público de advogados violentos, criminosos, incompetentes ou antiéticos, deveriam reconsiderar o uso dessas perguntas sobre a saúde mental: as pessoas como nós, com esse tipo de defi-
EMPRESAS: DIRIGINDO PARA O FUTURO. A
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e prestação de contas do passado ainda é algo precário no Brasil, imagine a extensão de progresso necessário para obter prestação de contas prospectivas, como é pratica usual nos países mais desenvolvidos. A maioria dos contadores
gerenciais estão colocando nas empresas os faróis de iluminação ao fundo e as lanterninhas de ré na frente. Se escurece ou há tempestades, a única opção para os dirigentes é ir devagar. Nesse caso, quem enxerga melhor o que vem à frente, e com menos expectativas de surpresas , possui um diferencial competitivo decisivo.
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s softwares e processos implantados já cuidam da prestação de contas de eventos e transações ocorridas substancialmente no piloto automático. Nos países desenvolvidos, divergências entre previsões atualizadas do trimestre ou mês anterior com o realizado no trimestre/mês são necessariamente explicados aos dirigentes. Em pouco tempo, as previsões atualizadas se tornam boas e confiáveis. É mais fácil prever o futuro com credibilidade do que ficar explicando aos superiores divergências e surpresas, entre previsões atualizadas deficientes e o realizado.
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o Brasil, a maioria dos colaboradores empresariais resiste em fornecer informações para
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status estigmatizante dessas perguntas também desperdiça tempo e dinheiro ao exigir investigações de acompanhamento potencialmente longo, estimula o litígio e ainda compromete a profissão. Se Flaherty não fosse perseverante, o estado de Connecticut não teria se beneficiado de seu trabalho como advogada: este ano, na esteira do tiroteio na escola primária Sandy Hook, em Newtown, Connecticut, o governador Dannel P. Malloy a indicou ao Comitê Consultivo de Sandy Hook – justamente por conta de sua experiência com doença mental. Longe de desgraçar a profissão, Flaherty a elevou – apesar e por causa de seu distúrbio.
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lém de serem potencialmente desperdiçadoras, injustas, ilegais, ineficientes, indelicadas, perigosas e contraproducentes, as perguntas sobre a saúde mental são hipócritas e uma vergonha para a profissão legal. Falando em termos jurídicos, éticos e práticos, aqueles como nós que vivem com enfermidades mentais deveriam ser julgados por seus feitos, não por nossos diagnósticos. MELODY MOEZZI É ADVOGADA E AUTORA DO LIVRO DE MEMÓRIAS
"HALDOL AND HYACINTHS: A BIPOLAR LIFE". THE NEW YORK TIMES NEWS SERVICE/SYNDICATE
alimentar os softwares de planejamento e de gestão – Corporate Performance Management (CPM), ainda pouco difundido no Brasil e no exterior , Enterprise Resource Planning (ERP)/módulo planejamento, Customer Relationship Management (CRM) e assemelhados de apoio de gestão para o futuro. Querem manter o status quo de imprescindíveis, se destacando no individual, sem focar na atuação e no entrosamento do time .
Por exemplo, quantas empresas têm informações disponibilizadas em tempo hábil para os dirigentes sobre a carteira firme de vendas e sua rentabilidade? Quantas empresas mantêm radares executivos com previsões confiáveis de metas e objetivos estratégicos, carteira de vendas e de sua rentabilidade, de vendas e de resultados, de caixa e outros ativos e passivos estratégicos, para o próximo mês e o mês corrente? Claro que há nas empresas muitos profissionais internos fornecedores de previsões que não melhoram, porque não são medidos e acompanhados corretamente. O que aconteceria se a remuneração incluísse como valor de avaliação de performance a falta de qualidade das informações de previsões prestadas?
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Luiz Prado / LU
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CHARLES HOLLAND dministrar uma empresa é parecido a conduzir um automóvel. O importante é o que vem pela frente. No passado, quando se dirigia uma carroça, de boi ou a cavalo, havia tempo para o administrador-condutor olhar para os lados, para trás e até manter bons batepapos com os outros. Agora, é preciso se preocupar mais. Os vidros dianteiros do carro precisam estar limpos, os limpadores de parabrisa têm de funcionar, e bem. O foco é o que vem pela frente. É o futuro. A única certeza empresarial é que as mudanças serão cada vez mais frequentes e profundas. Quando se propõem mudanças, todos se sentem fora de sua zona de conforto. No Brasil, os empresários e a sociedade em geral estão desabituados a exigir e a prestar contas entendíveis, em função de décadas de inflação elevada até 1994.
ciências mentais, não são mais propensas a cometer crimes violentos do que a população em geral e não há evidências de que somos menos éticos ou capazes do que outros advogados.
omo exemplo de deficiências recorrentes de praticas negociais no Brasil, estão a falta de habilidade de transformar transações rotineiras e repetitivas de compras e vendas em compromissos formais de intenções anuais. Isto contempla discriminar as intenções, detalhando os produtos ou serviços, valores, quantidades, especificações técnicas, datas e locais de entrega. Se alguém fizer um levantamento de tempo efetivamente produtivo despendido nas negociações entre compradores e vendedores, constatará que a maioria dessas atividades traz
Empresas tem de estar focadas para o futuro, ou serão como carroças enfrentando automóveis. poucos benefícios aos clientes e fornecedores. Mas aumentam os custos.
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uantos vendedores entendem efetivamente dos negócios do cliente? Quantos se preparam para encantá-los e surpreendê-los, em conhecer e ouvir suas necessidades? Quantos fornecem ideias e soluções para reduzir custos, aumentar o valor dos bens e serviços dos clientes?
Quantos usam softwares CRM, B2B, note e netbooks, Ipads internet, e websites para reduzir o custo das transações? Quantos, de fato, negociam modos de tornar negociações mensais rotineiras em compromissos anuais formais?
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e a tecnologia acima parece cara, qual o custo das oportunidades de vendas não concretizadas por falta de informação ou otimização de estoques?
ara ser competitivo e lucrativo não podemos adiar as mudanças. É essencial mais qualidade e quantidade de informes e indicadores de performance prospectivos nas empresas. Nunca mudaremos o passado, mas podemos melhorar o futuro se as ferramentas de gestão prospectivas forem utilizadas. Os faróis das empresas precisam estar iluminando o futuro, e não como hoje, direcionados e iluminando o passado. CHARLES HOLLAND É DIRETOR EXECUTIVO E COORDENADOR DA
COMISSÃO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA DA ANEFAC CONTADOR E CONSELHEIRO INDEPENDENTE DE EMPRESAS
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Quando o assunto envolve MAIS: ela acha que o Senado e Câmara, Dilma fala com Renan Calheiros e manda Michel Temer falar com Henrique Avles.
gibaum@gibaum.com.br
2 “O mar está revolto, é melhor desligar o motor.”
Em grande forma
LULA // sobre manifestações de rua e crise política que assola o país. Fotos: Paula Lima
Pânico no ninho São dados que constariam das investigações do Ministério Público a partir de denúncias da Siemens, envolvendo Alstom, Bombardier e outras empresas: nos trens da CPTM de São Paulo haveria um superfaturamento de R$ 173,1 milhões e no Metrô, outros R$ 252 milhões. O deputado petista Paulo Teixeira, candidato à presidência do partido, quer uma CPI na Câmara para investigar o cartel, embora os dirigentes do PT ainda não tenham decidido nada nessa área. No principal ninho tucano, embora o escândalo envolva governos de São Paulo, o clima é de pânico. Com ou sem CPI, com o Ministério Público em ação, ninguém pode prever onde isso tudo irá parar.
ATÉ SALMÃO A exoneração do coronel Erir Ribeiro da Costa Filho do comando da PM do Rio teve até direito a um round de despedida do secretário José Maria Beltrame, quando o militar socou a mesa de seu superior. Praças e outros funcionários do GQ gostavam muito de Costa Filho. Foi ele que decidiu que a comida servida aos oficiais teria de ser igual à dos praças. O cozinheiro Altair Francisco da Costa lembra: “Pela primeira vez, tinha soldado comendo salmão”.
Flores raras
Com duas pré-estréias, uma em São Paulo, outra no Rio, o filme Flores Raras, de Bruno Barreto (primeira foto à esquerda), foi exibido para platéias de convidados, sendo aplaudido no final. Conta a história de amor vivida no Rio de Janeiro entre a poeta Elisabeth Bishop, vivida pela atriz australiana Miranda Otto e a arquiteta Lota de Macedo Soares, interpretada por Glória Pires (as duas, na segunda foto à esquerda). O filme abre amanhã o 41º Festival de Cinema de Gramado. Também nas pré-estréias, da terceira foto à esquerda para a direita, o maestro João Carlos Martins, Luana Piovani e Monica Martelli, agora à bordo de Patrice de Camaret.
As Forças Armadas estão montando uma estratégia para evitar que as manifestações marcadas para o dia 7 de Setembro, prejudiquem o bom andamento da parada militar. Pessoal da segurança da Presidência da República, mais reforço da PM do Distrito Federal e até agentes da Polícia Federal, à paisana, deverão compor rígido esquema à volta do palanque onde estará a presidente Dilma Rousseff, alguns ministros e os comandantes das Três Armas. Enquanto isso, a organização internacional Anonymous acaba de divulgar vídeo na rede, no qual o ativista mascarado de “V”, o revolucionário inglês Guy Fawkes, convoca para super-manifestação no Sete de Setembro. Ataca Dilma, FHC e Lula e garante que “a data será lembrada como o dia da libertação do povo brasileiro”.
Dia da libertação
DOIS DOLEIROS Na época do propinoduto Siemens-Alstom, os tucanos que teriam recebido propinas, segundo investigações da Polícia Federal e do Ministério Público daqui, mais dados fornecidos pelo Ministério Público da França, teriam se utilizado dos mesmos dois doleiros para transferirem dinheiro para o exterior. E naqueles tempos, os bancos suíços inspiravam maior confiança e segurança. Ninguém preferiu Cayman Island ou outros paraísos fiscais. Em alguns casos, o dinheiro seguia primeiro para Montevidéu; depois, Genebra.
A nova edição de RG traz na capa e no recheio Bianca Brandolini, filha de pai italiano e mãe brasileira, que cresceu entre Paris, Milão e Rio de Janeiro e que é considerada uma das it girls mais badaladas do jet set. Namora Lapo Elkann, herdeiro da Fiat e considerado “o homem mais bem-vestido do mundo”. No guarda-roupa de Bianca, calças skinny, sandálias rasteiras, saias longas, minis bordadas e vestidos curtos. Ela tem 26 anos, longas pernas, está sempre bronzeada e com os cabelos despenteados. Melhores amigas: Olivia Palermo, Eugenie Niarchos e Tatiana Santo Domingo.
Receita de it girl
Mala santa Marcus Vinicius, vice-presidente administrativo da Record, que tentou uma queda de braço com Douglas Tavolaro, vice-presidente do jornalismo de emissora de Edir Macedo e levou a pior, deu seus primeiros passos no grupo quando a Universal comprou a antiga Rede Mulher (hoje, é a Record News, que dá traço). Era ajudante de confiança do bispo e depois, deputado federal (acabou expulso do PFL) João Batista Ramos que, em 2005, foi preso pela Polícia Federal no aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, carregando sete malas com R$ 10 milhões em dinheiro vivo.
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Saias mini plissadas.
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Para turbinar seus negócios, Eike Batista, dono do grupo de empresas X, pagava bônus a executivos membros do conselho de administração da OGX, petroleira do conglomerado, para que mentissem sobre uma visão otimista dos negócios: a denuncia é do site Brasil 247. Os planos de opção de compra lhes deram potencial de ganho de mais de R$ 1 bilhão desde o inicio de 2009. Em outubro do ano passado, o ex-ministro Pedro Malan e Rodolfo Tourinho Neto, então no Ministério de Minas e Energia, eram conselheiros da OGX (também Ellen Gracie era do conselho), quando a empresa publicou fato relevante garantindo que Eike colocaria R$ 1 bilhão na empresa, se necessário. Agora, investidores querem processar os dois que pularam fora.
Helô Pinheiro, 63 anos, a eterna garota de Ipanema, inspiradora da música de Tom Jobim e Vinicius de Moraes (é a brasileira mais tocada em todo o planeta até hoje), é atração de grande matéria, esta semana, no Daily Mail, com direito a fotos de biquíni na praia, nos velhos tempos e agora o jornal garante que “até hoje, os rapazes ainda fazem aaah quando ele passa”. Mais: a reportagem destaca que, enquanto Tom e Vinicius ganharam milhões, Helô nunca lucrou nem um penny. Mãe de três mulheres (uma é Ticiane, ex-Roberto Justus) e um rapaz, ela apresenta o Ser Mulher no Bem Simples.
DA FAMÍLIA Um dos travestis mais conhecidos do Brasil, a veterana Rogéria, que surgiu nos anos 60 num show chamado Les Girls e que hoje tem 70 anos (nunca colocou silicone e jamais pensou em cirurgia de mudança de sexo), deu o ar da graça no programa Luciana by Night, na Rede TV! (denunciada pelo Sindicato dos Radialistas de São Paulo pode ter sua concessão cassada) e acabou se auto-definindo de maneira especial: “Eu sou o travesti da família brasileira”.
MISTURA FINA DAQUI a pouco, será difícil assistir a uma partida de futebol sem bater os olhos na logomarca da Caixa Econômica Federal. Depois de fechar contrato com vários clubes da Série A (alguns, como o Corinthians, atendendo recomendação de Lula), o banco avança agora pelos gramados da segunda divisão. Há conversas com Sport, Ceará e Paysandu.
SE, de um lado, a Editora Abril ainda não terminou sua operação de fechamento de revistas e novas dispensas de funcionários, a Abril Educação está negociando a compra da GPI, tradicional rede de ensino fundamental e médio do Rio de Janeiro.
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deputado joga contra o Planalto e de parceria com Eduardo Cunha, figura que quer ver pelas costas.
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Minis lisas e coladas.
Antes e depois A revista Vanity Fair está publicando uma matéria sobre transformações estéticas de oito grandes líderes mundiais e a presidente Dilma Rousseff, que fez um lifting com o cirurgião Renato Viera, é uma das focalizadas. Com fotos ilustrativas de antes e depois, o new look da Chefe do Governo brasileiro ganha elogios de David Hidalgo, de Nova York, considerado “o cirurgião das estrelas”. Hidalgo dá a nota máxima a Dilma: “Ela está muito bem. Parece que fez lifting no rosto e seus olhos ficaram mais harmoniosos”. E também elogia os cabelos da presidente, cortados e com novas colorações feitas por Celso Kamura, de São Paulo.
A CALÇA jeans da moda entre as funkeiras é da marca Pitbul: já vem com enchimento à derrière , reforçando a área de orgulho das popozudas. E mais: vem também com detalhes em dourado e cristais tipo Swarowski. Desbancou as calças da Gang e custa mais caro: em média, R$ 350.
TATÁ Werneck, a periguete Valdirene da novela Amor à Vida , exibiu no Instagram cenas em que passava por um tratamento de beleza e aparecia com o rosto coberto por um creme verde. Dona de grande dose de humor, Tatá escreveu sua receita na legenda: “Cuido da pele com linhaça, jojoba e supositório de mel”.
O GOVERNADOR do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT), dificilmente se reelegerá no ano que vem e agora, resolveu arquitetar manobras contra a senadora Ana Amélia (PP), líder nas pesquisas. O presidente nacional do PP, Ciro Nogueira, já saiu na defesa dela e mandou avisar o Planalto: se Tarso jogar sujo com Ana Amélia, rompe com o governo de Dilma e passa a apoiar a candidatura de Aécio Neves à Presidência em 2014.
Colaboração:
Paula Rodrigues / Alexandre Favero
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
5 PALAVRA DA ORDEM OAB pode protocolar uma ação judicial com um pedido de suspensão do acordo TSE e Serasa, caso o tribunal não o anule.
olítica Carlos Humberto/ STO/STF
Acordo entre TSE e Serasa será cancelado
Empresa nega violação de privacidade
A
Ministros do tribunal farão análise da legalidade do caso, mas já adiantam que haverá anulação.
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repasse de dados res são protegidos por lei e só sigilosos de 141 mi- poderiam ser abertos se houlhões de eleitores vesse uma decisão judicial pelo Tribunal Supe- nesse sentido. "Tempos muito rior Eleitoral (TSE) e a Serasa estranhos nós estamos vivenserá cancelado. Ontem, de- do no Brasil", enfatizou. "O pois que o jornal O Estado de S. TSE é depositário de dados coPaulo revelou que informa- bertos pelo sigilo. E esse sigilo ções pessoais de eleitores se- só pode ser afastado medianriam passadas à empresa, a te ordem judicial para efeito presidente do tribunal, minis- de investigação criminal ou tra Cármen Lúcia, defendeu a instrução de inquérito. Fiquei suspensão imediata do acor- pasmo com a notícia, liguei do e a análise da legalidade da imediatamente para a presimedida pelo dente, que plenário da t a m b é m e sCorte. Ministava surpretros que inteendida", disTempos muito gram o TSE já se ele. ad ian tar am N o p a s s aestranhos nós que o repasse do, o Ministéestamos vivendo de dados é rio da Justiça no Brasil. O TSE é ilegal e será e a Polícia Fedepositário de anulado. d e r a l f i r m adados cobertos A presidenram um acorte do tribunal do com a Juspelo sigilo. afirmou que tiça Eleitoral MARCO AURÉLIO MELLO d e sc o n h ec i a para garantir o acordo, a segurança mas antecipou que o repasse nas eleições. E naquela ocados dados dos eleitores para a sião, o repasse dos dados sigiempresa privada é um equívo- losos foi vetado. Agora, o TSE co. "Realmente, isso não é firmou acordo para passar os aceitável", reagiu Cármen Lú- mesmos dados para a Serasa cia. "Compartilhamento de in- Experian. "O repasse foi a uma formações não aceitamos de pessoa jurídica de direito prijeito nenhum", acrescentou. vado, o que mais estarrece", disse Marco Aurélio. TEMPOS ESTRANHOS Conforme o tribunal eleitoO vice-presidente do TSE, ral, as informações ainda não ministro Marco Aurélio, afir- foram repassadas à Serasa. mou que os dados dos eleito- Publicado no Diário Oficial no
Cármen Lúcia, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE): tribunal não aceita compartilhar informações. último dia 23, o acordo de cooperação técnica entre o TSE e a Serasa foi conduzido no tribunal pela corregedoria durante as administrações das ministras Nancy Andrighi e Laurita Vaz. Cármen Lúcia conversou ontem por telefone com a atual corregedora-geral do TSE assim que soube do acordo. Nancy Andrighi deixou o cargo em abril. "Ela (Laur ita) me garantiu que não houve (repasse), não se iniciou a execução do contrato e eu sugeri que se suspendesse até que o plenário (do TSE) verifique o caso", contou a ministra. CONTRAPARTIDA Um dos que assinaram o acordo, o diretor-geral do tri-
bunal, Anderson Vidal Corrêa, negou que o TSE esteja abrindo dados sigilosos. Como contrapartida do repasse dos dados, funcionários do tribunal receberiam da Serasa certificados digitais, uma espécie de CPF eletrônico que permite acesso a processos judiciais. Para Cármen Lúcia, é estranho que o assunto não tenha sido levado ao plenário do tribunal antes da formalização do acordo. "Quando há uma situação dessa natureza, se faz um processo e se leva ao plenário. Não sei por que desta vez isso não foi feito e levaram direto ao diretor como se fosse uma situação definida." A ministra Laurita Vaz informou, por intermédio da assessoria de imprensa, que está
analisando os termos do acordo e que deverá se posicionar sobre o compartilhamento das informações nos próximos dias. A ministra Nancy não se pronunciou. OAB A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) se pronunciou sobre o caso. O presidente Marcus Vinícius Furtado Coêlho, afirmou que é inconstitucional o fornecimento de dados privativos de cidadãos sem ordem judicial. Coêlho acredita que o tribunal suspenderá o acordo, mas afirmou que a entidade pode protocolar uma ação judicial com um pedido de suspensão, caso o TSE não se posicione. (Agências)
Serasa Experian afirmou ontem, por meio de nota, que o acordo firmado com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não prevê exclusividade no fornecimento de dados e alegou que as informações são públicas. Acompanhe a nota: "Em resposta à reportagem 'Justiça Eleitoral repassa dados de 141 milhões de brasileiros para a Serasa', publicada no jornal O Estado de S.Paulo, a Serasa Experian apresenta os seguintes esclarecimentos: A Serasa Experian não recebeu a base de dados do TSE de 141 milhões de brasileiros e não receberá. Todas as informações obtidas pela Serasa Experian através do convênio são públicas e de natureza cadastral, podendo ser acessadas no site do TSE ou nos cartórios de registro de pessoas naturais, para verificação ou consulta, por todo e qualquer interessado. Este convênio não prevê qualquer exclusividade no fornecimento de dados pelo TSE à Serasa Experian, tendo como objetivo a verificação de dados para evitar fraudes contra consumidores brasileiros e também facilitar o acesso do cidadão ao crédito. A Serasa Experian reitera ainda que, uma vez que as informações são públicas, cadastrais e necessárias à perfeita identificação do cidadão, tais dados não estão sujeitos à privacidade e, portanto, não violam este direito. Esperando ter contribuído para o esclarecimento sobre o convênio, colocamo-nos à disposição para outras informações."
p Procurador-geral pede cassação de Roseana Sarney
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quinta-feira, 8 de agosto de 2013
O objetivo claro e imediato era interferir no processo eleitoral em curso. Roberto Gurgel, procurador-geral da República
olítica
Marcelo Camargo/Folhapress - 03/01/11
Governadora é acusada de firmar convênios ilegais com prefeituras maranhenses
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p ro c u r a do r - g er a l da República, Roberto Gurgel, deu parecer pela cassação do mandato da governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), e de seu vice, Washington Luiz Oliveira (PT) por abuso de poder político e econômico nas últimas eleições – em 2010. O processo foi movido pelo ex-governador José Reinaldo Tavares, que disputou as eleições para o Senado em 2010, e tramita no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As investigações revelaram que o governo do Estado do Maranhão intensificou a celebração de convênios e aumentou o repasse de recursos para os municípios do Estado às vésperas das eleições de 2010, "especialmente no mês de junho e nos três dias que precederam a convenção" em que Roseana foi lançada candidata à reeleição. De acordo com dados do parecer, nos três dias antes da convenção, foram firmados 670 convênios, cujo valor superou R$ 165 milhões para diversos municípios do Estado. Os convênios eram firmados em tempo recorde, conforme o MP, e serviriam para financiar pavimentação de ruas, construção de quadras e distribuição de casas populares. "No prazo de dois dias, eles eram assinados, publicados no órgão oficial e o dinheiro creditado na conta do município, cujos saques, de acordo com notícia nos autos, eram feitos em espécie, diretamente na boca do caixa", afirmou Gurgel no parecer. De acordo com o MP, a intenção de Roseana Sarney era minar a candidatura dos concorrentes e cooptar o apoio de prefeitos e lideranças comunitárias para sua eleição.
"Dezenas de prefeitos de dos convênios constituiu ato oposição, filiados ao PSDB, normal ou regular de governo. PSB, PDT e PC do B abandona- Houve, na ação governamenram completamente os candi- tal, um desbordamento. Quadatos Jackson Lago e Flávio Di- se todos os convênios e transno nas eleições para o governo ferências aos municípios, no do Estado e passaram a apoiar ano de 2010, foram realizados a reeleição da governadora no mês de junho", afirmou o Roseana Sarney Murad em procurador-geral. troca dos convê"Essa ação tinios milionários, nha um objetivo liberados às vésclaro e imediato: peras das eleiinterferir no proEm troca dos ções", argumencesso eleitoral convênios tou Gurgel. em curso e benemilionários, Outro prograficiar as candidama, cuja impleturas dos recorriprefeitos mentação às dos, dando a eles apoiaram a vésperas das condições diverreeleição às eleições configusas dos demais vésperas. raria abuso de candidatos", poder, previa a concluiu o procuROBERTO GURGEL construção e disrador-geral. tribuição de casas populares. O processo contra Roseana De acordo com o Ministério Pú- Sarney aguardava o parecer blico, houve aumento expo- para ser julgado pela Justiça nencial de gastos com o pro- Eleitoral. Ainda não há prazo grama no ano eleitoral, sendo para que o caso seja levado ao que a maior parte dos recursos plenário da Corte. foi liberada nos meses que anEm sua defesa, a governatecederam as eleições. dora e seu vice afirmaram não "No caso em exame, não se haver relação direta entre a pode afirmar que a celebração assinatura dos convênios e
A governadora do Maranhão, Roseana Sarney, está em São Paulo acompanhando o pai no hospital. sua vitória nas eleições de 2010. Além disso, argumentou que nenhum convênio foi firmado no período vedado pela legislação eleitoral e disse que o programa de distribuição de casas populares estava autorizado por lei e era executado desde o ano anterior às eleições. O parecer de Gurgel sinaliza que só em junho houve a celebração de 40 convênios para a construção de casas populares, no valor de R$ 20 milhões, ocorrido na fase final da escolha dos candidatos ao governo do Estado: "Induvidosa, portanto, a intenção de cooptar, com os recursos dos convênios, o apoio dos prefeitos, das lideranças partidárias e comunitárias, não somente dos aliados políticos, mas também daqueles ligados à oposição."
IMPROBIDADE Em fevereiro de 2012, o deputado federal Simplício Araújo (PPS-MA) ingressou com representação na Procuradoria-Geral da República pedindo a abertura de inquérito contra Roseana, a governadora peemedebista do Maranhão, por improbidade administrativa. A ação no Ministério Público se baseava em relatório produzido pelo parlamentar em vistoria, realizada em unidades de saúde do "Programa Saúde é Vida!". De acordo com a descrição de Simplício, nos nove municípios que foram visitados, a situação era de "descalabro". "A situação é de total desperdício de dinheiro público. As imagens são chocantes. Encontramos hospitais que fo-
Imortal tem dengue e pneumonia
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s redes sociais já replicavam a informação há dias, mas a confirmação oficial veio ontem. O senador José Sarney (PMDB-AP) está mesmo com dengue. Segundo o mais recente boletim médico do Hospital Sírio-Libanês, além da doença, o ex-presidente da República também tem pneumonia bacteriana. Sarney está internado na Unidade Semi-Intensiva do hospital, em São Paulo. O diagnóstico de dengue foi feito por meio de uma coleta de sangue.
Jane de Araújo/ Ag. Senado
Ainda segundo o boletim médico, não há previsão de alta, apesar da melhora gradativa. Na última quinta-feira, seu filho, José Sarney Filho, disse que o pai estava com a doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e a notícia logo ganhou espaço na internet. Sarney Filho se precipitou em divulgar o diagnóstico, que só foi confirmado agora. Após sentir febre e calafrios, Sarney foi internado, em 28 julho no UDI Hospital, em São Luís (MA). Lá, teve al-
ta em 31 de julho. No mesmo dia, voou para São Paulo e foi internado no Hospital Sírio-Libanês para dar continuidade ao tratamento da infecção no pulmão. O hospital costuma ser a primeira opção de políticos – como o ex-presidente Lula, a presidente Dilma Rousseff (ambos se submeteram a tratamento contra câncer lá), ou ainda, mais recentemente, o deputado José Genoino (PTSP), que teve isquemia cerebral e continua lá. (Agências)
José Sarney continua internado
ram incendiados; outros não têm sequer água encanada e pessoal. Uma unidade foi construída a 50 metros de um curral", revelava Simplício. O parlamentar iria ingressar ainda com proposta na Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara pedindo ao Tribunal de Contas da União (TCU) que investigue o descaso com o patrimônio público. Simplício pediu ainda providências à Controladoria-Geral da União (CGU) e ao Ministério da Saúde. O deputado federal Domingos Dutra (PT-MA) acompanhou a vistoria. PROMESSAS... Na visita a Alto Alegre, Matões do Norte, Peritoró, Bela Vista, Bernardo do Mearim, Lago dos Rodrigues, Lago do Junco, Conceição do Lago Açu e Marajá do Sena, o deputado Simplício disse ter visto "muito mato, urtiga, plantação de maxixe e cobra, menos gente sendo tratada". A estimativa é a de que já foi gasto mais de R$ 1 bilhão na construção desses hospitais. Grande parte desse dinheiro veio de recursos federais. Segundo Araújo, das 70 unidades de saúde prometidas em campanha pela governadora Roseana Sarney apenas quatro estavam funcionando. A promessa era a de que as obras seriam entregues à população em dezembro de 2010. "A governadora deve explicações aos órgãos de controle e à população maranhense", afirmou Araújo. (Agências)
FICHA LIMPA
Gurgel sofre outro boicote Senadores querem estender regra a servidores de congressistas A ideia é tentar incluir também os não concursados
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Senado quer estender O Senado aprovou em julho a Lei da Ficha Limpa proposta que estende a Lei da para os servidores Ficha Limpa para os contratados sem concurso servidores da administração público, que ocupam cargos federal, mas ainda precisa do nos gabinetes dos senadores, aval da Câmara para vigorar. nas lideranças dos partidos e Ao estender as regras para na Mesa Diretora da Casa. os servidores da Casa, eles Anteontem, a Comissão de também não poderão ter sido Constituição e Justiça (CCJ) condenados judicialmente aprovou projeto que estende para assumirem cargos de os efeitos da Lei da Ficha confiança. "A composição do Limpa a funcionários pessoal de órgãos essenciais comissionados. Para vigorar, ao funcionamento do Senado, a proposta ainda como os precisa do aval gabinetes dos do comando da Senadores, deve instituição para preservar, no A composição vigorar. maior âmbito do pessoal A Lei da Ficha possível, a Limpa, aprovada deve preservar higidez do pelo Congresso servidor e sua a higidez em 2010, idoneidade, do servidor determina que como forma de o e sua idoneidade. Senado os políticos só podem ser homenagear a SENADOR INÁCIO ARRUDA empossados nos probidade e a (PCDOB-CE) cargos eletivos moralidade se não tiverem sido administrativa", defendeu o condenados por crimes – de senador Inácio Arruda hediondos a contrários à (PCdoB-CE), relator do administração pública. projeto. Arruda rejeitou Basta uma sentença emenda que pretendia colegiada, proferida por mais estender os critérios da Lei da de um juiz, para que o político Ficha Limpa para funções se torne inelegível, como comissionadas de servidores prevê a Lei da Ficha Limpa. Se efetivos ou cargos de livre houver condenação indicação na área definitiva, o político fica administrativa do Senado. inelegível por até 8 anos. (Folhapress)
E
m outra retaliação ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, o Senado rejeitou ontem a indicação do procurador Wellington Cabral Saraiva para o Conselho Nacional de Justiça(CNJ). Saraiva é representante do Ministério no Público no conselho e seria reconduzido ao cargo. Em votação secreta, o nome de Saraiva recebeu 38 votos favoráveis e 21 contrários, mas as regras da Casa exigem o mínimo de 41 votos a favor do indicado para que ele seja reconduzido. É a segunda vez em menos de dois meses que o Senado retalia Gurgel em indicações ao Ministério Público. Em julho, os senadores também rejeitaram o nome do procurador Vladimir Barros Aras para o Conselho Nacional do Ministério Público. Nos bastidores, PMDB, PT, PTB e o senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) argumentaram que Barros e Saraiva são ligados ao procurador-geral. Como a Constituição prevê que as indicações de autoridades sejam analisadas em votação secreta, senadores têm aproveitado para sinalizar a Gurgel que discordam de sua atuação. (Folhapress)
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
7 A presidente levantou bandeira que nem o movimento estudantil tinha levantado. Aloizio Mercadante (PT-SP), ministro da Educação
olítica
Léo Fontes/Estadão Conteúdo
Dilma dá recado a Congresso Em Varginha, ela faz média com estudantes.
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presidente Dilma Educação – A presidente Rousseff usou on- enalteceu realizações dos got e m u m d i s c u r s o vernos petistas na Educação e voltado principal- criticou a "política restritiva" mente para a Educação para de antecessores. "Nós mudamandar uma indireta para o mos radicalmente a política, Congresso, que pode aprovar em relação à rede federal de nos próximos dias o chamado ensino superior. A que vigia Orçamento impositivo, que até 2002 era uma política resobriga o governo a desembol- tritiva, no sentido de que a insar os recursos previstos em teriorização não estava cone m e n d a s p a r l a m e n t a r e s , templada, nem uma taxa de além de outros projetos que expansão das universidades e resultariam em mais sangria das faculdades também. Nós nos cofres do Executivo. Se- voltamos a criar universidagundo ela, o "pessoal quer au- des federais. Agora nós temos mentar o gasto, mas não diz de 63, contra as 45 que existiam onde sai o dinheiro". em 2002." Dilma participou da inauguRafaela aproveitou e reivinração do campus dicou melhorias da Universidade na política eduFederal de Alfecacional e cobrar nas (Unifal) em mais investimenO pessoal quer Varginha, sul de tos no setor. "A aumentar gastos, gente vê dificulMinas. Abrindo o mas não diz de evento, a estudade hoje de o dante Rafaela onde sai o estudante se Rodrigues da Silm a n t e r n a u n idinheiro. Para va Carvalho, reaumentar tem que v e r s i d a d e . A s presentante do pessoas pensam dizer de onde sai. que é difícil enCentro Acadêmico da instituição, t r a r , m a s t a mDILMA ROUSSEFF cobrou da presibém é muito difídente a aplicação de 10% do cil se manter. Por mais que a Produto Interno Bruto (PIB) na gente esteja avançando, preEducação. cisa avançar mais", disse a jo"Tenho absoluta certeza de vem. "Queria dizer para a Raque muito falta por fazer. Tan- faela que a coisa tem que ser to tenho essa certeza que assim mesmo. Ela tem que reiquando nós contemplarmos a vindicar", respondeu Dilma. possibilidade de fato chegar a Vaiado ao ser anunciado, o gastar os 10% do produto in- ministro da Educação Aloizio terno bruto, nós tomaremos Mercadante admitiu que o País uma medida", disse ela, refe- só investe um terço da média rindo-se a planejamento para de recursos destinados por fazer os investimentos. "Por- países ricos ao setor, mas resque no Brasil tem algumas coi- saltou que o governo faz um sas que são muito engraça- "esforço extraordinário para das. O pessoal quer aumentar expandir vagas". "A presideno gasto, mas não diz de onde te levantou bandeira que nem sai o dinheiro. Vocês são pre- o movimento estudantil tinha feitos e prefeitas. Nós sabe- levantado, vamos por 100% mos que, para você aumentar, dos royalties em Educação", tem que dizer de onde sai." afirmou. (Folhapress)
Dilma ao desembarcar em Varginha (MG): "Começo dizendo que esse respeito pelo ET de Varginha está garantido". Depois, ela criticou o PSDB.
E faz elogios ao ET de Varginha
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ilma Rousseff usou as rádios locais de Varginha e de Belo Horizonte, reduto eleitoral do seu possível adversário em 2014, o senador Aécio Neves (PSDB), para criticar a gestão presidencial tucana, no governo Fernando Henrique Cardoso. A presidente foi a Varginha inaugurar o campus avançado da Universidade Federal de Alfenas (Unival) e concedeu entrevista à rádio Itatiaia, com abrangência no Sul de Minas e na Grande BH. Participou também da entrevista no aeroporto a rádio Vanguarda, da cidade. Ao afastar o risco de inflação fora da meta do Banco Central, falar da expectativa de um PIB superior ao dos EUA em 2013 – mas sem arriscar um percentual – e retomar os números do baixo desemprego, Dilma traçou comparação com o governo FHC: "No primeiro semestre, criamos 826 mil empregos com carteira assinada.
Significa a quantidade de governo de 3 milhões de empregos criados em todo o sacas de café por R$ 343 a primeiro governo do exsaca. Os cafeicultores da presidente Fernando região esperavam que a Henrique Cardoso. Nós presidente anunciasse criamos em 6 meses tudo o auxílios financeiros. que foi criado em 4 anos." No mês passado, Dilma retornou a Minas, cafeicultores mineiros onde nasceu, no momento também engrossaram os em que Aécio nomeou o exprotestos pelo País e ministro fecharam Pimenta da rodovias, uma Veiga, fundador delas a que liga do PSDB, para Varginha a Três Queria te dizer cuidar da sua Pontas. que tenho muito possível A cooperativa respeito pelo ET de cafeicultores campanha de Varginha. E eu de Varginha é eleitoral no Estado. Pimenta sei que aqui quem uma das maiores fala em dar a do Estado, não viu conhece Aécio uma reunindo alguém que viu. votação produtores de 20 "histórica" no municípios. DILMA ROUSSEFF reduto mineiro, Respeito ao ET o segundo maior colégio de Varginha – O "morador" eleitoral do País com 15 mais famoso da cidade de milhões de eleitores. Varginha, no sul de Minas Café – Dilma também Gerais, ganhou um elogio aproveitou a viagem para presidencial. O ET de apresentar "agenda Varginha teria sido positiva". Anunciou medidas apreendido em 1996 por de financiamento e de opção militares na cidade, em de compra futura pelo episódio nunca esclarecido.
PMDB recua em aprovação rápida sobre execução de emendas A justificativa oficial da sigla é que postergação evita contestações jurídicas, por parte do governo e do PT.
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pós o Palácio do (CE), para comunicar a Planalto ameaçar levar decisão pelo adiamento. à Justiça uma eventual O argumento do Planalto decisão favorável da Câmara para entrar na Justiça era à obrigatoriedade da suposta interferência do execução de emendas Legislativo sobre o Executivo, parlamentares pelo governo, ao obrigá-lo a efetuar o PMDB recuou. Desistiu de despesas. Pelas regras da por o texto em votação no Câmara, o texto só poderia plenário da Casa ontem. ser levado a plenário depois A decisão foi tomada após de um intervalo de duas reunião da bancada do sessões ordinárias. Como a partido. O projeto deve ser comissão especial criada votado na próxima terça. para analisar a proposta só A justificativa aprovou o texto oficial do PMDB anteontem à é que a noite, esse postergação prazo não seria A preocupação evita eventuais cumprido nossa contestações ontem. Há (do PMDB) jurídicas, por precedentes. parte do governo O plenário do é evitar a e do PT, a Supremo judicialização manobras Tribunal Federal do caso. regimentais que (STF) já DANILO FORTE, DEPUTADO seriam considerou a necessárias para manobra legal (PMDB-CE) que o texto fosse em caso colocado em votação ontem. semelhante. O secretário"A preocupação nossa é geral da Mesa Diretora da evitar a judicialização do Câmara, Mozart Vianna, disse caso", disse o deputado que seria possível fazer a Danilo Forte (PMDB-CE). manobra de modo Segundo o deputado regimentalmente válido. Na Alessandro Molon (PT-RJ), o prática, o adiamento dá presidente da Câmara e fôlego ao Planalto e o PT para fiador principal da proposta negociar um texto de maior dentro do Congresso, consenso com o PMDB. Henrique Eduardo Alves O que muda – As emendas (PMDB-RN), telefonou para o parlamentares são um dos líder do PT, José Guimarães pontos mais sensíveis na
Luis Macedo/ Ag. Câmara
Danilo Forte: decisão foi tomada após reunião da bancada do partido. relação entre o Congresso e o Executivo. A liberação das verbas é usada como moeda de troca, pelos dois lados, especialmente em meio a votações de projetos estratégicos. Pela legislação atual, cada parlamentar pode apresentar, anualmente, até R$ 15 milhões como complemento ao Orçamento da União. Contudo, não há obrigação legal de execução dessas verbas adicionais apresentadas por deputados e senadores. Pelo contrário, elas costumam ser o alvo preferencial da equipe econômica do governo quando há necessidade de cortes no Orçamento ao longo do ano.
O texto que não foi votado ontem estabelece que o governo fica obrigado a executar as emendas isonomicamente entre os parlamentares (sem privilegiar qualquer partido), até o limite de 1% da receita corrente líquida do ano anterior. Em 2012, a receita corrente líquida da União foi de R$ 617 bilhões. Então, o governo seria obrigado a executar R$ 6,2 bilhões em emendas individuais. Quase o mesmo valor que o Planalto liberou este ano para conter a insatisfação da base. No rateio igualitário entre os parlamentares, isso representaria R$ 10,4 milhões para cada deputado e senador. (Folhapress)
"Queria te dizer que tenho muito respeito pelo ET de Varginha. E eu sei que aqui quem não viu conhece alguém que viu, ou tem alguém na família que viu, mas de qualquer jeito eu começo dizendo que esse respeito pelo ET de Varginha está garantido." O suposto ET foi visto por três garotas em Varginha, em janeiro de 1996. As meninas atravessavam um terreno baldio quando uma delas notou algo estranho. Outra garota gritou e todas fugiram após a suposta criatura se mexer. Ufólogos afirmaram ter gravações de depoimentos de militares que dizem terem capturado dois ETs. Os seres teriam sido capturados e levados para Campinas, para autópsia. Na época, o Exército e o Corpo de Bombeiros negaram qualquer apreensão do tipo. Estátuas e monumentos ao ET de Varginha foram erguidos na cidade em referência ao caso. (Folhapress)
MENSALÃO
Adiada a votação da perda automática de mandato
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ela segunda vez consecutiva, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado adiou a votação da proposta que determina a perda automática do mandato de parlamentares condenados por improbidade administrativa ou crimes contra a administração. Os membros da comissão pediram mais tempo para discutir mudanças no texto e por isso adiaram a análise para a semana que vem. A primeira suspensão foi em 17 de julho deste ano, quando o senador Antonio Carlos Rodrigues (PR-SP), suplente da ministra Marta Suplicy (Cultura), paralisou a votação. Rodrigues é do partido do deputado Valdemar da Costa Neto (PR-SP), condenado no Mensalão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Conhecida como "PEC dos mensaleiros", a proposta de emenda constitucional diz que a Mesa Diretora da Casa a qual pertence o condenado deve limitar-se a declarar a extinção do mandato após a conclusão do julgamento. Não há consenso sobre artigo da PEC que prevê perda do mandato para qualquer condenação criminal final, mesmo que referente a crimes menos "graves" de congressistas. Até a próxima sexta, os senadores poderão apresentar sugestões de mudanças. "É prudente discutir esse tema para que não tenhamos, no afã de acabar com a conivência com a impunidade no Congresso Nacional, cassar um mandato de forma injusta", disse o senador Eduardo Braga (PMDB-AM), relator da proposta. (Folhapress)
Dida Sampaio/Estadão Conteúdo
Braga defende mais discussão para não cassar "de forma injusta"
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quinta-feira, 8 de agosto de 2013
nternacional
Relação esfria. E tensão esquenta. Obama cancela reunião com Putin após concessão de asilo temporário a Snowden. EUA criticam 'mentalidade da Guerra Fria', enquanto Rússia reivindica 'parceria de igualdade'.
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ma semana após a Rússia conceder asilo ao ex-agente da C I A E d w a r d Snowden, a Casa Branca anunciou ontem que o presidente Barack Obama não vai mais se encontrar com o colega Vladimir Putin em Moscou, às vésperas da cúpula do G20 em São Petersburgo, em setembro. É a primeira reação institucional à decisão russa de dar asilo temporário a Snowden, que revelou a existência de programas de espionagem da Agência de Segurança Nacional norte-americana (NSA, na sigla em inglês) para o monitoramento de dados telefônicos e de internet mundo afora. Snowden ficou 39 dias na área de trânsito do aeroporto de Sheremetyevo, em Moscou,
enquanto esperava uma decisão sobre seu destino, já que teve seu passaporte cancelado pelos Estados Unidos. Agora, o delator está morando em local secreto, não divulgado por seus advogados ou pelo site WikiLeaks, que o assessora. No comunicado dos EUA, a decisão é atribuída à falta de "progresso suficiente na agenda bilateral" para que uma reunião entre os líderes ocorra. A ida de Obama à cúpula do G20, onde temas econômicos devem predominar, foi mantida. D e c ep ç ã o - Em resposta, o governo russo afirmou estar "decepcionado" com a reação norte-americana. O porta-voz do Kremlin, Yuri Ushakov, disse que o país não teve escolha ao conceder o asilo ao delator e criticou os EUA por tratar o
país em nível diferente. "Claramente essa decisão está relacionada a uma decisão que nós não criamos. E mostra que os EUA continuam despreparados para construir uma relação de igualdade." Ele acrescentou que o convite da Rússia para Obama visitar o país ainda estava em vigor, mas criticou Washington por cobrar a extradição sem ter um acordo bilateral. "Por muitos anos, os norteamericanos evitaram assinar esse acordo e nós tivemos diversas negativas em nossas solicitações de extraditar pessoas que cometeram crimes em território russo por não existir esse tipo de pacto." Na noite de terça-feira, em entrevista ao programa "The Tonight Show", da rede NBC,
Obama declarou-se "decepcionado" com a concessão de asilo a Snowden. "Há momentos em que eles escorregam de volta para o pensamento da Guerra Fria e uma mentalidade da Guerra Fria", disse Obama. O mal-estar entre os dois líderes já foi registrado antes. Em 17 de junho, dias antes de Snowden chegar a Moscou, Obama e Putin se encontraram na Irlanda do Norte, durante a conferência do G8. A foto dos dois, aparentemente emburrados e olhando em direções opostas, virou símbolo do mal-estar que já existia entre os países. As principais desavenças então eram sobre o conflito na Síria, as sanções ao Irã e a não proliferação de armamentos. (Agências)
Explosões, sequestros e petróleo. Vestidos com uniformes militares, insurgentes da Al-Qaeda planejavam grande ação terrorista no Iêmen.
A
s autoridades do Iêmen desmantelaram um plano da rede Al-Qaeda para tomar o controle de duas cidades e de terminais de exportação de petróleo, além de sequestrar estrangeiros no país, disse o porta-voz do governo, Rajeh Badi, ontem. A notícia foi divulgada em meio ao alerta máximo que levou ao fechamento de embaixadas ocidentais e a uma nova suspeita de que os Estados Unidos tenham promovido um ataque com avião não-tripulado (drone, em inglês) que resultou na morte de sete militantes terroristas. "O principal objetivo do plano era tomar o controle das cidades de Al-Mukalla e Ghayl Bawazeer", no sudeste do Iêmen, afirmou o porta-voz, acrescentando que as instalações de exportação de petróleo perto de Mukalla também eram alvos e estrangeiros que trabalham nos terminais seriam sequestrados. Segundo Badi, o plano envolvia o uso de dezenas de militantes da Al-Qaeda, vestidos com uniformes do Exército do Iêmen, que tomariam as instalações na noite do 27º dia do Ramadã, que foi no domingo. Por precaução, os governos dos EUA, Reino Unido e Holan-
Amr Abdallah Dalsh/Reuters
Simpatizantes pró-Morsi protestam em praça no leste do Cairo
O batuque dos islamitas tem data para acabar
Khaled Abdallah/Reuters
Governo egípcio diz que mediação fracassou e dá novo ultimato
A
Segurança foi reforçada no aeroporto internacional da capital iemenita, Sanaa, após ameaça terrorista. da já retirarem seu pessoal diplomático do Iêmen. Washington recomendou ainda que todos os seus cidadãos deixem o país imediatamente. Há forte receio, motivado por dados sigilosos reunidos pelo governo norte-americano, de que o braço iemenita da Al-Qaeda tenha planos de uma grande ação terrorista. Os EUA fecharam representações diplomáticas em todo o Oriente
Médio e África no domingo. Drones - Ao mesmo tempo, o governo norte-americano tem intensificado sua política de guerra ao terror no Iêmen, por meio de ataques de drones. Na manhã de ontem, sete supostos integrantes da AlQaeda foram mortos na quinta ação em menos de duas semanas no país. Dois veículos teriam sido destruídos. Em entrevista exibida on-
tem na televisão, o presidente dos EUA, Barack Obama, afirmou que, apesar de todo o esforço norte-americano, "esse extremismo radical e violento ainda está lá fora". O mandatário norte-americano elogiou, ainda, o trabalho dos funcionários das representações diplomáticas, uma vez que "você nunca pode ter 100% de segurança em alguns desses lugares". (Agências)
crise política no Egito entrou em uma tensa nova fase ontem, após o colapso da mediação internacional e o novo ultimato dado pelos militares para que os aliados do presidente deposto, Mohamed Morsi, acampados em duas praças no Cairo deixem os locais. Os dois lados convocaram seus partidários para as ruas hoje, e nos dois acampamentos no Cairo os seguidores de Morsi reforçaram suas barricadas. Morsi e outros líderes da Irmandade Muçulmana estão presos, e milhares de seguidores se mantêm nos locais exigindo a reinstalação do mandato dele. O premiê Hazem al-Beblawi ameaçou dispersar os manifestantes à força após o fim do Ramadã, mês sagrado para os islâmicos, que termina no domingo. "A decisão acordada por todos de limpar os acampamentos é final e irreversí-
vel", disse ele à TV estatal. Há o temor de que o endurecimento do discurso oficial leve a uma espiral de violência ainda maior no país. Desde o golpe que derrubou Morsi, em 3 de julho, mais de 250 pessoas morreram. O governo interino do Egito, apoiado pelos militares, declarou o fracasso da mediação internacional para encerrar a crise – culpando, em especial, a Irmandade. O enviado dos Estados Unidos voltou ao seu país após vários dias tentando um acordo. A representante europeia permaneceu, mas o bloco se disse muito preocupado com o rompimento das negociações. "A situação segue muito frágil, o que representa não só um risco de mais derramamento de sangue e polarização no Egito, como impede a recuperação econômica tão essencial para uma transição de sucesso", disseram os EUA e UE, em comunicado. (Agências)
Kyodo/Reuters - 01/03/13
300 toneladas de radiação
A
usina de energia nuclear Fukushima Daiichi, que foi duramente afetada pelo tsunami de 2011, pode estar liberando 300 toneladas de água radioativa para o oceano diariamente, desde a época do incidente, informou um funcionário do governo japonês ontem. A estimativa é a primeira tentativa do governo de quantificar a seriedade da situação, depois que a operadora da usina, a Tokyo Electric Power Co. (Tepco) ter di-
vulgado que os níveis de radiação em águas subterrâneas aumentaram nos últimos meses. A intenção do governo é apoiar um projeto que pretende congelar a terra ao redor da usina nuclear para bloquear a fuga de água contaminada. Para tanto, solicitará ao Parlamento a liberação de recursos para a limpeza, que deverá levar 40 anos e custará US$ 11 bilhões (R$ 25,3 bilhões). Mais cedo, a Tepco disse que não tem como prever a quantida-
de de água que está vazando para o oceano. Para a empresa, a maior preocupação ainda é o resíduo que infiltra dos reservatórios abaixo dos reatores e atinge a terra, inacessíveis em sua maioria devido à alta radiação. (Agências)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
9
Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários Empresa da Organização Bradesco CNPJ 61.855.045/0001-32 Sede: Av. Paulista, 1.450 - 7º Andar - Bela Vista - São Paulo - SP
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações contábeis do semestre findo em 30 de junho de 2013, da Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários (Bradesco Corretora), de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Estruturada para atender clientes locais e estrangeiros, a Bradesco Corretora destaca-se como uma das mais atuantes do mercado brasileiro, com significativa participação nos mercados de ações e futuros. Apresentou, no mercado de ações, marcante crescimento em operações pela Internet (Bradesco Home Broker). A Bradesco Corretora oferece a seus clientes um serviço completo de análise de investimento com cobertura dos principais setores e empresas do mercado brasileiro. Nossa equipe de trinta e um analistas é composta por especialistas setoriais (analistas seniores e assistentes), que divulgam suas opiniões aos clientes de modo equitativo, por meio de relatórios de acompanhamento e guias de ações, com ampla base de projeções e múltiplos de comparação. Possui também uma equipe própria de economistas dedicada às demandas específicas dos clientes, focado no mercado de ações. São enviados mais de 700 relatórios mensalmente, em português e inglês, para os mais importantes investidores nos EUA, Europa e Ásia, além do Brasil. Todos os clientes têm á disposição diversas opções de investimentos em Ações, Ofertas Públicas, Aluguel de Ações, Ouro, Mercados Futuros, Debêntures, Opções, Fundos de Investimento em Índices e o Programa Tesouro Direto; que permite ao investidor pessoa física adquirir Títulos Públicos Federais pela Internet. Em sua área de varejo, deu sequência ao processo de qualificação do atendimento aos clientes, pessoa física, interessados em produto de Renda Variável, promovendo o treinamento de pessoal e investimentos nos sistemas que subsidiam as suas atividades. Possui 15 Salas de Ações distribuídas pelo território nacional, criadas especialmente para orientar os clientes interessados em realizar compra e venda de ações.
As atividades internacionais, conduzidas por meio das mesas de operações de Nova York e Londres, apresentaram aumento significativo no número de clientes institucionais ativos, configurando um incremento na participação de mercado do Bradesco junto aos investidores globais. Desenvolvemos uma intensa agenda de Road Shows com analistas e com empresas de capital aberto, organizando reuniões com investidores institucionais nos principais centros financeiros dos Estados Unidos e Europa, incluindo Nova York, Boston, Washington, Chicago, Los Angeles, Londres, Edimburgo, Frankfurt e Paris. No encerramento do 1º semestre de 2013, a Bradesco Corretora ficou na 12ª posição do ranking dos mercados de renda variável da BM&FBovespa, dentre as 88 corretoras participantes. Atendeu 32.159 investidores e executou 2.589.771 ordens de compra e venda de ações, o que resultou em um volume financeiro de R$ 53,372 bilhões no período. O Bradesco Home Broker, que permite ao cliente a compra e venda de ações pela Internet, obteve a cifra de R$ 5,518 bilhões em volume negociado no Mercado à Vista da BM&FBovespa no acumulado do 1º semestre de 2013, com o total de 1.810.693 ordens recebidas. Destas, 501.950 foram executadas, ocupando a 14ª posição do ranking das corretoras Home Broker nos mercados da BM&FBovespa. No semestre, a Bradesco Corretora negociou 20.601.420 contratos nos mercados futuros da BM&FBovespa, com volume financeiro de R$ 1,923 trilhões, classificando-se na 9ª posição do ranking financeiro das 56 corretoras participantes. O Lucro Líquido acumulado do 1º semestre de 2013 somou R$ 119,584 milhões, registrando Patrimônio Líquido de R$ 649,017 milhões, equivalente a 39,14% dos Ativos Totais, que somaram R$ 1,658 bilhão. Agradecemos aos nossos clientes pelo apoio e confiança e aos nossos funcionários e colaboradores pela dedicação ao trabalho. São Paulo, SP, 19 de julho de 2013. Diretoria
BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil ATIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... DISPONIBILIDADES (Nota 4) ....................................................................................................................... APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ (Nota 5a) .................................................................... Aplicações no Mercado Aberto ..................................................................................................................... TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 6a) ....... Carteira Própria ............................................................................................................................................. Vinculados à Prestação de Garantias ........................................................................................................... OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Negociação e Intermediação de Valores (Nota 7) ......................................................................................... Rendas a Receber (Nota 8a)......................................................................................................................... Diversos (Nota 8b)......................................................................................................................................... Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa (Nota 8c) ............................................................... OUTROS VALORES E BENS........................................................................................................................ Despesas Antecipadas..................................................................................................................................
2013 1.350.557 2.131 245.049 245.049 403.725 403.725 699.519 683.176 10.300 8.326 (2.283) 133 133
2012 914.423 534 248.816 248.816 308.279 273.859 34.420 356.628 335.922 12.591 9.710 (1.595) 166 166
REALIZÁVEL A LONGO PRAZO................................................................................................................. TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 6a) ....... Vinculados à Prestação de Garantias ........................................................................................................... OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Diversos (Nota 8b).........................................................................................................................................
281.389 231.573 231.573 49.816 49.816
259.891 216.047 216.047 43.844 43.844
PERMANENTE ............................................................................................................................................. INVESTIMENTOS (Nota 9) ........................................................................................................................... Participações em Coligadas: - No País........................................................................................................................................................ Outros Investimentos..................................................................................................................................... Provisões para Perdas .................................................................................................................................. IMOBILIZADO DE USO (Nota 10)................................................................................................................. Outras Imobilizações de Uso......................................................................................................................... Depreciações Acumuladas............................................................................................................................ DIFERIDO (Nota 11) ..................................................................................................................................... Gastos de Organização e Expansão............................................................................................................. Amortização Acumulada ............................................................................................................................... INTANGÍVEL (Nota 12).................................................................................................................................. Ativos Intangíveis........................................................................................................................................... Amortização Acumulada ...............................................................................................................................
26.562 18.571
39.957 32.657
11.910 8.720 (2.059) 2.390 6.907 (4.517) 12 2.447 (2.435) 5.589 7.757 (2.168)
11.371 23.345 (2.059) 2.675 6.677 (4.002) 103 2.446 (2.343) 4.522 5.664 (1.142)
TOTAL ...........................................................................................................................................................
1.658.508
1.214.271
PASSIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Sociais e Estatutárias (Nota 15d) .................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 14a)............................................................................................................. Negociação e Intermediação de Valores (Nota 7) ......................................................................................... Diversas (Nota 14b).......................................................................................................................................
2013 968.096 968.096 1.750 75.847 865.043 25.456
2012 676.969 676.969 951 16.688 634.029 25.301
EXIGÍVEL A LONGO PRAZO....................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 14a)............................................................................................................. Diversas (Nota 14b).......................................................................................................................................
41.395 41.395 40.558 837
37.300 37.300 35.133 2.167
PATRIMÔNIO LÍQUIDO (Nota 15) ................................................................................................................ Capital: - De Domiciliados no País ............................................................................................................................. Reservas de Lucros....................................................................................................................................... Ajustes de Avaliação Patrimonial...................................................................................................................
649.017
500.002
281.000 368.269 (252)
234.000 265.818 184
TOTAL ...........................................................................................................................................................
1.658.508
1.214.271
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ........................................................................................ Operações de Crédito ................................................................................................................................... Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários (Nota 6b) ......................................................... Resultado com Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 6b) .................................................................. DESPESAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ...................................................................................... Operações de Empréstimos e Repasses ...................................................................................................... Provisão/(Reversão) para Créditos de Liquidação Duvidosa ........................................................................ RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA....................................................................... OUTRAS RECEITAS/DESPESAS OPERACIONAIS ................................................................................... Receitas de Prestação de Serviços (Nota 16) .............................................................................................. Rendas de Tarifas Bancárias (Nota 16)......................................................................................................... Despesas de Pessoal (Nota 17) .................................................................................................................... Outras Despesas Administrativas (Nota 18).................................................................................................. Despesas Tributárias (Nota 19) ..................................................................................................................... Resultado de Participações em Coligadas (Nota 9a).................................................................................... Outras Receitas Operacionais (Nota 20)....................................................................................................... Outras Despesas Operacionais (Nota 21)..................................................................................................... RESULTADO OPERACIONAL ..................................................................................................................... RESULTADO NÃO OPERACIONAL (Nota 22) ............................................................................................ RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO ...................................................................... IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (Nota 24a e b) ........................................................... LUCRO LÍQUIDO..........................................................................................................................................
2013 28.405 139 28.646 (380) 101 99 2 28.304 28.552 52.373 30.514 (28.069) (25.208) (9.531) 271 9.339 (1.137) 56.856 139.857 196.713 (77.129) 119.584
Número de ações (Nota 15a) ........................................................................................................................ Lucro por lote de mil ações em R$................................................................................................................
485.274.572 246,43
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Em Reais mil 2012 34.461 478 34.257 (274) 122 226 (104) 34.339 17.173 48.617 22.990 (22.728) (27.501) (8.538) 353 6.026 (2.046) 51.512 (3) 51.509 (18.122) 33.387 485.274.572 68,80
Capital Social Capital Realizado
Eventos
Ajustes de Avaliação Patrimonial Próprias
Reservas de Lucros Legal Estatutárias
Saldos em 31.12.2011.................................
201.000
19.189
Aumento de Capital com Reservas ..............
33.000
-
Ajuste de Avaliação Patrimonial ...................
-
-
246.559
Lucros Acumulados
(27)
(33.000) -
Totais -
-
211
-
211 33.387
Lucro Líquido................................................
-
-
-
-
33.387
Destinações: - Reservas...............................
-
1.669
31.401
-
(33.070)
- Dividendos Propostos...........
-
-
-
-
(317)
Saldos em 30.6.2012...................................
234.000
20.858
244.960
184
Saldos em 31.12.2012.................................
234.000
22.423
274.398
(100)
Aumento de Capital com Reservas ..............
47.000
-
Ajuste de Avaliação Patrimonial ...................
-
-
(47.000)
-
-
500.002
-
530.721
-
(152)
Lucro Líquido................................................
-
-
-
-
119.584
Destinações: - Reservas...............................
-
5.979
112.469
-
(118.448)
- Dividendos Propostos...........
-
-
-
-
(1.136)
Saldos em 30.6.2013...................................
281.000
28.402
339.867
(252)
-
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil 2012
Descrição
Lucro Líquido antes do Imposto de Renda e Contribuição Social .......................................................
196.713
51.509
Ajustes ao Lucro Líquido antes dos Impostos.......................................................................................
(137.150)
6.455
Depreciações e Amortizações ...................................................................................................................
828
689
Despesas com Provisões Cíveis, Trabalhistas e Fiscais ...........................................................................
2.116
6.220
Resultado de Participações em Coligadas ................................................................................................
(271)
Provisão/(Reversão) para Outros Crédito de Liquidação Duvidosa ..........................................................
2
(Ganho)/Perda na Alienação de bens e Investimentos..............................................................................
(139.825)
(353) (104) 3
Lucro Líquido Ajustado antes dos Impostos ...........................................................................................
59.563
57.964
(Aumento)/Redução em Títulos para Negociação e Instrumentos Financeiros Derivativos........................
(108.509)
(94.551)
(Aumento)/Redução em Outros Créditos e Outros Valores e Bens.............................................................
(490.755)
80.098
Aumento/(Redução) em Outras Obrigações ...............................................................................................
345.653
(87.172)
Imposto de Renda e Contribuição Social Pagos .........................................................................................
(27.777)
(28.504)
Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) das Atividades Operacionais .....................................................
(221.825)
(72.165)
(Aumento)/Redução em Títulos Disponíveis para Venda ............................................................................
(13.493)
(10.235)
Alienação de Investimentos .........................................................................................................................
154.450
Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos:
Aquisição de Imobilizado de Uso.................................................................................................................
(153)
Alienação de Imobilizado de Uso ................................................................................................................
-
Aplicação no Intangível................................................................................................................................
(867)
(16) 38 (952)
Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) nas Atividades de Investimentos...............................................
139.937
(11.165)
Aumento/(Redução) de Caixa e Equivalentes de Caixa...........................................................................
(81.888)
(83.330)
Caixa e Equivalentes de Caixa - Início do Período .......................................................................................
329.068
332.680
Caixa e Equivalentes de Caixa - Fim do Período ..........................................................................................
247.180
249.350
Aumento/(Redução) Líquida de Caixa e Equivalentes de Caixa .............................................................
(81.888)
(83.330)
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
2013
1 - Receitas...................................................................................... 1.1) Intermediação Financeira.................................................. 1.2) Prestação de Serviços....................................................... 1.3) Reversão/(Provisão) para Crédito de Liquidação Duvidosa ........................................................................... 1.4) Outras ................................................................................. 2 - Despesas de Intermediação Financeira .................................. 3 - Insumos Adquiridos de Terceiros............................................ Serviços do Sistema Financeiro ................................................. Comunicação .............................................................................. Viagens ....................................................................................... Propaganda, Promoções e Publicidade...................................... Serviços de Terceiros.................................................................. Serviços Técnicos Especializados .............................................. Processamento de Dados........................................................... Transporte ................................................................................... Materiais, Energia e Outros ........................................................ Manutenção e Conservação de Bens ......................................... Outras ......................................................................................... 4 - Valor Adicionado Bruto (1-2-3)................................................. 5 - Depreciação e Amortização ..................................................... 6 - Valor Adicionado Líquido Produzido pela Entidade (4-5)...... 7 - Valor Adicionado Recebido em Transferência ........................ Resultado de Equivalência Patrimonial....................................... 8 - Valor Adicionado a Distribuir (6+7).......................................... 9 - Distribuição do Valor Adicionado ............................................ 9.1) Pessoal ............................................................................... Proventos ............................................................................. Benefícios ............................................................................ FGTS ................................................................................... Outros Encargos .................................................................. 9.2) Impostos, Taxas e Contribuições ..................................... Federal ................................................................................. Municipal.............................................................................. 9.3) Remuneração de Capitais de Terceiros ........................... Aluguéis ............................................................................... 9.4) Remuneração de Capitais Próprios ................................. Dividendos ........................................................................... Lucros Retidos .....................................................................
%
-
-
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
2013
(317)
-
DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais:
466.721
-
2012
(152) 119.584 (1.136) 649.017
%
259.349 28.405 82.887
110,3 12,1 35,2
110.149 34.461 71.607
131,8 41,2 85,7
(2) 148.059 (99) (23.500) (9.962) (5.327) (1.445) (2.447) (1.156) (535) (1.599) (309) (154) (196) (370) 235.750 (828) 234.922 271 271 235.193 235.193 25.939 8.448 2.764 964 13.763 88.790 84.633 4.157 880 880 119.584 1.136 118.448
63,0 (10,0) (4,2) (2,3) (0,6) (1,0) (0,5) (0,2) (0,7) (0,1) (0,1) (0,1) (0,2) 100,3 (0,4) 99,9 0,1 0,1 100,0 100,0 11,1 3,6 1,1 0,4 6,0 37,7 35,9 1,8 0,4 0,4 50,8 0,5 50,3
104 3.977 (226) (26.042) (11.304) (7.656) (1.668) (1.013) (1.282) (1.171) (937) (353) (148) (220) (290) 83.881 (689) 83.192 353 353 83.545 83.545 20.615 8.558 2.524 664 8.869 28.773 25.221 3.552 770 770 33.387 317 33.070
0,1 4,8 (0,3) (31,1) (13,5) (9,2) (2,0) (1,2) (1,5) (1,4) (1,1) (0,4) (0,2) (0,3) (0,3) 100,4 (0,8) 99,6 0,4 0,4 100,0 100,0 24,7 10,2 3,0 0,8 10,7 34,4 30,1 4,3 0,9 0,9 40,0 0,4 39,6
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1) CONTEXTO OPERACIONAL A Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários (Bradesco Corretora ou Instituição) tem por objetivo principal intermediar operações de ações e de contratos futuros, admitidas às negociações na BM&FBovespa S.A. - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros, atuando também na custódia de títulos e valores mobiliários e é parte integrante da Organização Bradesco, utilizando-se de recursos administrativos e tecnológicos e suas demonstrações contábeis devem ser entendidas neste contexto. 2) APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas das Leis nos 4.595/64 (Lei do Sistema Financeiro Nacional) e 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações) com as alterações introduzidas pelas Leis nos 11.638/07 e 11.941/09, para a contabilização das operações, associadas às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do Banco Central do Brasil (BACEN). Incluem, estimativas e premissas, tais como: estimativas do valor justo de determinados instrumentos financeiros; provisões cíveis, fiscais e trabalhistas; perdas por redução ao valor recuperável (impairment) de títulos e valores mobiliários classificados na categoria de títulos disponíveis para venda e ativos não financeiros e outras provisões. Os resultados efetivos podem ser diferentes daqueles estabelecidos por essas estimativas e premissas. As demonstrações contábeis foram aprovadas pela Administração em 19 de julho de 2013. 3) PRINCIPAIS DIRETRIZES CONTÁBEIS a) Moeda funcional e de apresentação As demonstrações contábeis estão apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Instituição. b) Apuração do resultado O resultado é apurado de acordo com o regime de competência, que estabelece que as receitas e despesas devem ser incluídas na apuração dos resultados dos períodos em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. As operações com taxas prefixadas são registradas pelo valor de resgate, e as receitas e despesas correspondentes ao período futuro são apresentadas em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. As receitas e despesas de natureza financeira são contabilizadas pelo critério pro rata dia e calculadas com base no método exponencial. As operações com taxas pós-fixadas ou indexadas a moedas estrangeiras são atualizadas até a data do balanço. c) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades em moeda e aplicações no mercado aberto, cujo vencimento das operações, na data da efetiva aplicação, seja igual ou inferior a 90 dias e apresentem risco insignificante de mudança de valor justo, que são utilizados pela Instituição para gerenciamento de seus compromissos de curto prazo. d) Aplicações interfinanceiras de liquidez As operações compromissadas realizadas com acordo de livre movimentação são ajustadas pelo valor de mercado. As demais aplicações são registradas ao custo de aquisição, acrescidas dos rendimentos auferidos até a data do balanço, deduzidas de provisão para desvalorização, quando aplicável. e) Títulos e valores mobiliários - Classificação • Títulos para negociação - adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; • Títulos disponíveis para venda - são aqueles que não se enquadram como para negociação nem como mantidos até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários, os quais só serão reconhecidos no resultado quando da efetiva realização; e • Títulos mantidos até o vencimento - adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de negociação e disponível para venda, bem como os instrumentos financeiros derivativos, são demonstrados no balanço patrimonial pelo seu valor justo estimado. O valor justo geralmente baseia-se em cotações de preços de mercado ou cotações de preços de mercado para ativos ou passivos com características semelhantes. Se esses preços de mercado não estiverem disponíveis, os valores justos são baseados em cotações de operadores de mercado, modelos de precificação, fluxo de caixa descontado ou técnicas similares, para as quais a determinação do valor justo possa exigir julgamento ou estimativa significativa por parte da Administração. f) Imposto de renda e contribuição social (ativo e passivo) Os créditos tributários de imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido, calculados sobre adições temporárias, são registrados na rubrica “Outros créditos - Diversos”, e a provisão para as obrigações fiscais diferidas é registrada na rubrica “Outras obrigações - Fiscais e previdenciárias”. Os créditos tributários sobre adições temporárias serão realizados quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram constituídos. Tais créditos tributários são reconhecidos contabilmente com base nas expectativas atuais de realização, considerando os estudos técnicos e análises realizadas pela Administração. A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota-base de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10%. A contribuição social sobre o lucro é calculada considerando a alíquota de 15% para as empresas do segmento financeiro. Foram constituídas provisões para os demais impostos e contribuições sociais, de acordo com as respectivas legislações vigentes. De acordo com a Lei nº 11.941/09, as modificações no critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido do período, introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e pelos artigos 37 e 38 da Lei nº 11.941/09, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007. Para fins contábeis, os efeitos tributários da adoção das mencionadas Leis estão registrados nos ativos e passivos diferidos correspondentes.
g) Despesas Antecipadas São representadas pelas aplicações de recursos em pagamentos antecipados, cujos direitos de benefícios ou prestação de serviços ocorrerão em períodos futuros, sendo registrados nos resultados de acordo com o princípio da competência. Os custos incorridos que estão relacionados com ativos correspondentes, que gerarão receitas em períodos subsequentes, são apropriados ao resultado de acordo com os prazos e montantes dos benefícios esperados e baixados diretamente no resultado, quando os bens e direitos correspondentes já não fizerem parte dos ativos da Instituição ou quando benefícios futuros não são mais esperados. h) Investimentos Os investimentos em empresas controladas e coligadas, com influência significativa ou participação de 20% ou mais do capital votante, são avaliados pelo método de equivalência patrimonial. Os incentivos fiscais e outros investimentos são avaliados pelo custo de aquisição, deduzidos de provisão para perdas/redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. i) Imobilizado Corresponde aos direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à manutenção das atividades ou exercidos com essa finalidade, inclusive os decorrentes de operações que transfiram os riscos, benefícios e controles dos bens para a entidade. É demonstrado ao custo de aquisição, líquido das respectivas depreciações acumuladas, calculadas pelo método linear de acordo com a vida útil-econômica estimada dos bens, sendo: móveis e utensílios, máquinas e equipamentos e benfeitorias em imóveis de terceiros - 10% ao ano; licenciamento de software 20% ao ano e sistemas de processamento de dados - de 20% ao ano e redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. j) Diferido Está registrado ao custo de aquisição ou formação, líquido das respectivas amortizações acumuladas de 20% ao ano, calculadas pelo método linear. A partir de 8 de dezembro de 2008 as novas operações passaram a ser registradas no ativo intangível de acordo com a Carta Circular nº 3.357/08 do BACEN. k) Intangível Corresponde aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da Instituição ou exercidos com essa finalidade. Composto basicamente por softwares, que são registrados ao custo, deduzido da amortização pelo método linear durante a vida útil estimada (20% ao ano), a partir da data da sua disponibilidade para uso e ajustados por redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. Gastos com o desenvolvimento interno de softwares são reconhecidos como ativo quando é possível demonstrar a intenção e a capacidade de concluir tal desenvolvimento, bem como mensurar com segurança os custos diretamente atribuíveis ao mesmo, que serão amortizados durante sua vida útil estimada, considerando os benefícios econômicos futuros gerados. l) Redução ao valor recuperável de ativos (impairment) Os ativos financeiros e não financeiros são avaliados para verificar se há evidência objetiva de que tenha ocorrido uma perda no seu valor recuperável. A evidência objetiva de que os ativos financeiros perderam valor pode incluir o não pagamento ou atraso no pagamento por parte do devedor, indicações de processo de falência ou mesmo, um declínio significativo ou prolongado do valor do ativo. Uma perda por redução ao valor recuperável (impairment) de um ativo financeiro ou não financeiro é reconhecida no resultado do período se o valor contábil do ativo ou unidade geradora de caixa exceder o seu valor recuperável. m) Provisões, ativos e passivos contingentes e obrigações legais - fiscais e previdenciárias O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, das contingências ativas e passivas e também das obrigações legais são efetuados de acordo com os critérios definidos pelo CPC 25, o qual foi aprovado pela Resolução nº 3.823/09 do CMN, sendo: • Ativos Contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não caibam mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo e pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro passivo exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, são divulgados nas notas explicativas; • Provisões: são constituídas levando em consideração a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança; • Passivos Contingentes: de acordo com o CPC 25, o termo “contingente” é utilizado para passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência somente será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. Os passivos contingentes não satisfazem os critérios de reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo apenas ser divulgados em notas explicativas, quando relevantes. As obrigações classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas; e • Obrigações Legais - Provisão para Riscos Fiscais: decorrem de processos judiciais, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis. Detalhamento dos processos judiciais, bem como a segregação e movimentação dos valores registrados, por natureza, estão apresentados na Nota 13. n) Outros ativos e passivos Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidas (em base pro rata dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos demonstrados incluem os valores conhecidos e mensuráveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias incorridos (em base pro rata dia). continua...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
10
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
...continuação
Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários Empresa da Organização Bradesco CNPJ 61.855.045/0001-32 Sede: Av. Paulista, 1.450 - 7º Andar - Bela Vista - São Paulo - SP
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS o) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para sua emissão. São compostos por: • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis. Não houve qualquer evento subsequente que requer ajustes ou divulgações para as demonstrações contábeis encerradas em 30 de junho de 2013. 4) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA 2013 Disponibilidades em moeda nacional ...................................................................................................... Total de disponibilidades (caixa) ......................................................................................................... Aplicações interfinanceiras de liquidez (1) .............................................................................................. Total caixa e equivalentes de caixa .....................................................................................................
2.131 2.131 245.049 247.180
Em 30 de junho - R$ mil 2012 534 534 248.816 249.350
5) APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ a) Vencimentos
1 a 30 dias Aplicação no mercado aberto: Posição bancada ......................................................................................................... 245.049 Letras do tesouro nacional ............................................................................................ 245.049 Total em 2013 ............................................................................................................... 245.049 Total em 2012 ............................................................................................................... 248.816 b) Receitas de aplicações interfinanceiras de liquidez Classificadas na demonstração de resultado como resultado de operações com títulos e valores mobiliários.
Em 30 de junho - R$ mil Total 2012
2013
245.049 245.049 245.049
248.816 248.816 248.816
Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2013 2012
Rendas de aplicações em operações compromissadas: (1) Referem-se a operações cujo vencimento na data da efetiva aplicação foi igual ou inferior a 90 dias e que apresentem risco insignificante de mudança Posição bancada (Nota 6b) ..................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ de valor justo.
9.995 9.995
14.611 14.611
6) TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS a) Classificação por categoria e prazos
Títulos (1) Títulos para negociação (3) .............................................................. Letras financeiras do tesouro .............................................................. Letras financeiras ................................................................................ Certificados de depósito bancários ..................................................... Letras do tesouro nacional .................................................................. Debêntures .......................................................................................... Notas promissórias.............................................................................. Notas do tesouro nacional................................................................... Outros.................................................................................................. Títulos disponíveis para venda (4)................................................... Letras financeiras do tesouro .............................................................. Ações................................................................................................... Total em 2013 ..................................................................................... Total em 2012 .....................................................................................
1 a 30 dias 60.865 4.982 53.240 2.643 6.896 6.896 67.761 70.551
31 a 180 dias 17.244 92 6.615 10.537 17.244 62.411
Acima de 360 dias 289.349 172.929 73.043 1.499 13.904 27.974 231.573 231.573 520.922 358.855
181 a 360 dias 29.371 3.716 8.241 17.208 206 29.371 32.509
Em 30 de junho - R$ mil 2012
2013 Valor de custo atualizado 396.829 176.737 92.881 29.244 13.904 28.180 53.240 2.643 238.889 231.514 7.375 635.718
Valor de mercado/ contábil (2) 396.829 176.737 92.881 29.244 13.904 28.180 53.240 2.643 238.469 231.573 6.896 635.298
Valor de mercado/ contábil (2) 273.697 130.282 37.523 21.783 44.626 3.561 3.767 30.856 1.299 250.629 250.467 162
Marcação a mercado (420) 59 (479) (420)
Marcação a mercado 307 313 (6)
524.326
307
(1) As aplicações em cotas de fundos de investimento foram distribuídas de acordo com os papéis que compõem suas carteiras, preservando a classificação da categoria dos fundos. No encerramento do período, os fundos de investimentos exclusivos administrados pelo Conglomerado Bradesco somavam R$ 396.829 mil (2012 - R$ 273.697 mil). Na distribuição dos prazos, foram considerados os vencimentos dos papéis, independentemente de sua classificação contábil; (2) O valor de mercado dos títulos e valores mobiliários é apurado de acordo com a cotação de preço de mercado disponível na data do balanço. Se não houver cotação de preços de mercado disponível, os valores são estimados com base em cotações de distribuidores, modelos de precificação, modelos de cotações ou cotações de preços para instrumentos com características semelhantes. No caso das aplicações em fundos de investimento, o custo atualizado reflete o valor de mercado das respectivas cotas; (3) Para fins de apresentação do Balanço Patrimonial os títulos classificados como “para negociação” estão demonstrados no ativo circulante; e (4) No período, não foram realizadas perdas que não temporárias, para os títulos classificados na categoria de disponíveis para venda. b) Resultado de títulos e valores mobiliários Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2013 2012 Rendas de aplicações interfinanceiras de liquidez (Nota 5b).................................................................. 9.995 14.611 Títulos de renda fixa ................................................................................................................................ 7.870 11.777 Fundos de investimentos......................................................................................................................... 11.344 8.193 Títulos de renda variável ......................................................................................................................... (563) (324) Resultados com instrumentos financeiros derivativos............................................................................. (380) (274) Total ........................................................................................................................................................ 28.266 33.983 c) A Bradesco Corretora não possuía operações próprias com instrumentos financeiros derivativos em 30 de junho de 2013 e de 2012. 7) NEGOCIAÇÃO E INTERMEDIAÇÃO DE VALORES Os saldos ativos e passivos referem-se às transações efetuadas por conta de clientes nas bolsas de valores e de mercadorias e futuros, cuja liquidação financeira é efetuada no mês seguinte, conforme composição demonstrada a seguir: Em 30 de junho - R$ mil Outros Créditos Outras Obrigações 2013 2012 2013 2012 Devedores/credores por conta de liquidação pendente ................... 182.042 335.193 864.252 445.279 Caixa de registro e liquidação .......................................................... 268.814 729 781 66.185 Operações com ativos financeiros e mercadorias a liquidar ............ 232.320 10 122.439 Credores por empréstimos de ações ............................................... 126 Total ................................................................................................. 683.176 335.922 865.043 634.029
8) OUTROS CRÉDITOS a) Rendas a receber
9.100 1.186 14 10.300
Em 30 de junho - R$ mil 2012 11.147 1.413 31 12.591
2013 41.390 12.324 2.285 1.291 94 53 705 58.142
Em 30 de junho - R$ mil 2012 36.421 12.673 2.388 1.275 77 17 703 53.554
2013 Dividendos............................................................................................................................................... Serviços prestados - Taxa de custódia e de administração..................................................................... Comissões e corretagens........................................................................................................................ Total ........................................................................................................................................................ b) Diversos
Depósitos para interposição de recursos fiscais ..................................................................................... Créditos tributários (Nota 24c)................................................................................................................. Títulos e créditos a receber ..................................................................................................................... Pagamentos a ressarcir........................................................................................................................... Impostos e contribuições a compensar ................................................................................................... Depósitos para interposição de recursos trabalhistas............................................................................. Outros...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ c) Provisão para outros créditos de liquidação duvidosa Refere-se basicamente à provisão para títulos e créditos a receber sem características de operações de créditos.
9) INVESTIMENTOS a) Os ajustes decorrentes da avaliação pelo método de equivalência patrimonial dos investimentos foram registrados em contas de resultado, sob a rubrica de “Resultado de participações em coligadas”. Em 30 de junho - R$ mil
Empresas Marília Reflorestamento e Agropecuária Ltda. ................................... STVD Holdings S.A. ............................................................................ Total ....................................................................................................
Capital social 1.756 912.000
Quantidade de ações/ cotas possuídas (em milhares) Ações Cotas 77.027
Patrimônio líquido ajustado 2.157 1.460.211
9 -
Participação no capital social % 0,541 0,815
Lucro líquido ajustado 54 33.252
Ajuste decorrente de avaliação (1) 2013 2012 271 271
Valor contábil 2013
2012
11 11.899 11.910
11 11.360 11.371
353 353
(1) Ajuste decorrente de avaliação considera os resultados apurados, periodicamente, pelas companhias e inclui variações patrimoniais das investidas não decorrentes de resultados, quando aplicáveis. b) Composição de outros investimentos
c) Reservas de Lucros 2013
Ações e cotas .......................................................................................................................................... Investimentos por incentivos fiscais ........................................................................................................ Títulos patrimoniais ................................................................................................................................. Obras de arte .......................................................................................................................................... Subtotal .................................................................................................................................................. Provisão para perdas em investimentos por incentivos fiscais................................................................ Total ........................................................................................................................................................
6.016 2.701 2 1 8.720 (2.059) 6.661
Em 30 de junho - R$ mil 2012 20.641 2.701 2 1 23.345 (2.059) 21.286
2013 368.269 28.402 339.867
Reservas de Lucros .............................................................................................................................. Reserva Legal (1) .................................................................................................................................... Reserva Estatutária (2)............................................................................................................................
Em 30 de junho - R$ mil 2012 265.818 20.858 244.960
(1) Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do exercício, até atingir 20% do capital social realizado, ou 30% do capital social, acrescido das reservas de capital. Após esse limite a apropriação não mais se faz obrigatória. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital ou para compensar prejuízos; e (2) Visando à manutenção de margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações ativas da Sociedade, pode ser constituída em 100% do lucro líquido remanescente após destinações estatutárias, sendo o saldo limitado a 95% do Capital Social Integralizado, o enquadramento é verificado 10) IMOBILIZADO DE USO na Assembleia Geral de aprovação das demonstrações contábeis. Demonstrado ao custo de aquisição. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas anuais que contemplam a vida útil-econômica d) Dividendos e Juros sobre Capital Próprio dos bens. Aos acionistas estão assegurados juros sobre o capital próprio e/ou dividendo mínimo obrigatório, em cada exercício, que somados não seja inferior a Em 30 de junho - R$ mil 1% do lucro líquido ajustado, nos termos da legislação societária. Fica a Diretoria autorizada a declarar e pagar dividendos intermediários, especialmente Custo Líquido semestrais e mensais, utilizando-se das contas de Lucros Acumulados ou de Reservas de Lucros existentes, e, podendo ainda, autorizar a distribuição de de Depreciação lucros a título de juros sobre o capital próprio em substituição total ou parcial aos dividendos intermediários, ou, em adição aos mesmos. Taxa Custo Depreciação 2013 2012 O cálculo dos dividendos relativos aos semestres findos em 30 de junho, está demonstrado a seguir: Imóveis de uso: R$ mil - Móveis e equipamentos de uso/instalações................................... 10% 3.465 (1.484) 1.981 2.101 2013 2012 - Sistema de processamento de dados ............................................ 20% 3.162 (2.881) 281 418 Lucro Líquido......................................................................................................................................... 119.584 33.387 - Sistema de segurança e comunicação .......................................... 10% 280 (152) 128 156 (-) Reserva Legal - 5% sobre o lucro....................................................................................................... (5.979) (1.669) - Total em 2013 ................................................................................ 6.907 (4.517) 2.390 Base de cálculo ..................................................................................................................................... 113.605 31.718 - Total em 2012 ................................................................................ 6.677 (4.002) 2.675 Dividendos propostos .............................................................................................................................. 1.136 317 Percentual em relação ao lucro líquido ajustado ............................................................................... 1,0% 1,0% 11) DIFERIDO Valor em Reais por lote de mil ações .................................................................................................. 2,34 0,65 Os valores registrados no diferido referem-se a gastos com desenvolvimento de logística em implantação, e seu valor do custo líquido de amortização 16) RECEITAS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS E RENDAS DE TARIFAS BANCÁRIAS corresponde a R$ 12 mil (2012 - R$ 103 mil). A amortização acumulada corresponde a R$ 2.435 mil (2012 - R$ 2.343 mil). Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 12) INTANGÍVEL 2013 2012 Os valores dos custos líquidos de amortizações com gastos de desenvolvimento de softwares correspondem a R$ 5.229 mil (2012 - R$ 4.305 mil) e de Corretagens de operações em bolsa ...................................................................................................... 45.812 35.993 aquisição de softwares a R$ 360 mil (2012 - R$ 217 mil). A amortização acumulada corresponde a R$ 2.168 mil (2012 - R$ 1.142 mil). Rendas de serviços diferenciados - PF................................................................................................... 30.514 22.990 Comissões de colocações de títulos ....................................................................................................... 1.834 2.204 13) PROVISÕES, ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS - FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS Serviços de custódia ............................................................................................................................... 686 5.323 a) Ativos Contingentes Outras...................................................................................................................................................... 4.041 5.097 Não são reconhecidos contabilmente ativos contingentes. Total ........................................................................................................................................................ 82.887 71.607 b) Provisões classificadas como perdas prováveis e Obrigações Legais - Fiscais e Previdenciárias 17) DESPESAS DE PESSOAL A Instituição é parte em processos judiciais, de natureza trabalhista, civil e fiscal, decorrentes do curso normal de suas atividades. Semestres findos em 30 de junho - R$ mil Na constituição das provisões a Administração leva em conta: a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos 2013 2012 anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável. Participação dos empregados nos lucros................................................................................................ 13.273 8.208 A Administração entende que a provisão constituída é suficiente para atender às perdas decorrentes dos respectivos processos. Proventos................................................................................................................................................. 8.448 8.558 O passivo relacionado à obrigação legal em discussão judicial é mantido até o desfecho da ação, representado por decisões judiciais, sobre as quais não Benefícios................................................................................................................................................ 2.764 2.524 caiba mais recursos, ou a sua prescrição. Encargos sociais ..................................................................................................................................... 3.094 2.777 I - Processos Trabalhistas Provisão para processos trabalhistas...................................................................................................... 462 637 São ações ajuizadas por ex-empregados, visando a obter indenizações, em especial, o pagamento de “horas extras” em razão de interpretação do artigo Treinamentos ........................................................................................................................................... 28 24 224 da Consolidação das Leis do Trabalho. Nos processos em que é exigido depósito judicial para garantia de execução, o valor das provisões trabalhistas Total ........................................................................................................................................................ 28.069 22.728 é constituído considerando a efetiva perspectiva de perda destes depósitos. Para os demais processos, a provisão é constituída com base no valor médio 18) OUTRAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS apurado dos pagamentos efetuados de processos encerrados nos últimos 12 meses. Semestres findos em 30 de junho - R$ mil É certo que as horas extras realizadas são controladas por meio do sistema “ponto eletrônico” e pagas durante o curso normal do contrato de trabalho, de 2013 2012 modo que as ações oriundas de ex-funcionários não tem valores relevantes. 9.962 11.304 Serviços do sistema financeiro................................................................................................................ II - Processos Cíveis 5.327 7.656 Comunicação........................................................................................................................................... São pleitos de indenização por dano moral e patrimonial. Essas ações são controladas individualmente por meio de sistema informatizado e provisionadas 1.156 1.282 Serviços de terceiros............................................................................................................................... sempre que a perda for avaliada como provável, considerando a opinião de assessores jurídicos, natureza das ações, similaridade com processos anteriores, Viagens.................................................................................................................................................... 1.445 1.668 complexidade e posicionamento de Tribunais. 2.447 1.013 Propaganda, promoções e publicidade ................................................................................................... Não existem em curso processos administrativos significativos por descumprimento das normas do Sistema Financeiro Nacional ou de pagamento de multas Processamento de dados........................................................................................................................ 1.599 937 que possam causar impactos representativos no resultado financeiro da Instituição. 535 1.171 Serviços técnicos especializados............................................................................................................ As questões discutidas nas ações normalmente não constituem eventos capazes de causar impacto representativo no resultado financeiro. 880 770 Alugueis................................................................................................................................................... III - Obrigações Legais - Provisão para Riscos Fiscais 828 689 Amortização e depreciação..................................................................................................................... 309 353 A Instituição vem discutindo judicialmente a legalidade e constitucionalidade de alguns tributos e contribuições, os quais estão totalmente provisionados Transportes.............................................................................................................................................. 154 148 não obstante as boas chances de êxito a médio e longo prazo, de acordo com a opinião dos assessores jurídicos. Essas obrigações legais e as provisões Materiais, energia e outros ...................................................................................................................... 196 220 avaliadas como de risco provável, tem acompanhamento regular de suas evoluções nos trâmites do Judiciário, e no decorrer ou no encerramento de cada Manutenção e conservação de bens....................................................................................................... 370 290 Outras...................................................................................................................................................... processo, poderão resultar em condições favoráveis à Instituição, com a reversão das respectivas provisões. 25.208 27.501 Total ........................................................................................................................................................ IV - Movimentação das Provisões Constituídas
Trabalhistas 3.163 (2.339) 13 837 2.166
Cíveis
Em 30 de junho - R$ mil Fiscais e Previdenciárias 210 36.196 66 3.276 14 1.086 290 40.558 187 35.133
Início do 1º semestre de 2013 .................................................................................... Constituições líquidas de reversões e baixas................................................................ Atualização monetária ................................................................................................... No final do 1º semestre de 2013 (Nota 14) ................................................................ No final do 1º semestre de 2012 (Nota 14) ................................................................ c) Passivos Contingentes classificados como perdas possíveis A Instituição mantém um sistema de acompanhamento para todos os processos administrativos e judiciais em que a Instituição figura como “autora” ou “ré” e, amparada na opinião dos assessores jurídicos, classifica as ações de acordo com a expectativa de insucesso. Periodicamente são realizadas análises sobre as tendências jurisprudenciais e efetivada, se necessária, a reclassificação dos riscos desses processos. Neste contexto, os processos contingentes avaliados como de risco de perda possível não são reconhecidos contabilmente. Os principais processos com essa classificação são os seguintes: a) Autuação fiscal (IRPJ e CSLL) relativa às operações de desmutualização da BM&F e da BOVESPA, as quais, em síntese, consistiram na substituição dos títulos patrimoniais da BM&F e da BOVESPA, que pertenciam à empresa, por ações de emissão dessas entidades. Essa autuação, atualizada no 1º semestre de 2013 corresponde a R$ 24.375 mil (2012 - R$ 23.614 mil) para o IRPJ R$ 17.923 mil (2012 - R$ 17.363 mil) para a CSLL R$ 6.452 mil (2012 - R$ 6.251 mil); b) Autuação de IRPJ, CSLL, PIS e COFINS, cujo total monta em R$ 292.130 mil, sobre suposto ganho não tributado quando da incorporação de ações da Bovespa pela Nova Bolsa (BM&FBovespa), no ano calendário de 2008. 14) OUTRAS OBRIGAÇÕES a) Fiscais e previdenciárias
Provisão para riscos fiscais (Nota 13b) ................................................................................................... Impostos e contribuições sobre lucros a pagar ....................................................................................... Impostos e contribuições a recolher........................................................................................................ Provisão para imposto de renda e contribuição social diferidos (Nota 24c)............................................ Total ........................................................................................................................................................ b) Diversas
Provisão para pagamentos a efetuar (1) ................................................................................................. Provisões cíveis e trabalhistas (Nota 13b) .............................................................................................. Outros...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
2013 40.558 70.013 2.446 3.388 116.405
Em 30 de junho - R$ mil 2012 35.133 11.915 2.063 2.710 51.821
2013 25.147 1.127 19 26.293
Em 30 de junho - R$ mil 2012 25.115 2.353 27.468
19) DESPESAS TRIBUTÁRIAS Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2013 2012 4.585 4.260 4.157 3.552 745 692 44 34 9.531 8.538
Contribuição à COFINS........................................................................................................................... Impostos sobre serviços - ISS................................................................................................................. Contribuição ao PIS................................................................................................................................. Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ 20) OUTRAS RECEITAS OPERACIONAIS
Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2013 2012 5.071 4.115 878 1.337 6 2.788 564 596 10 9.339 6.026
Dividendos/JCP recebidos ...................................................................................................................... Variação monetária ativa ......................................................................................................................... Recuperação de encargos e despesas ................................................................................................... Reversão de provisão operacional .......................................................................................................... Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ 21) OUTRAS DESPESAS OPERACIONAIS
Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2013 2012 826 1.691 80 65 231 290 1.137 2.046
Atualização de impostos e contribuições ................................................................................................ Provisão para processos cíveis ............................................................................................................... Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
22) RESULTADO NÃO OPERACIONAL Em 2013, inclui R$ 139.825 mil correspondente ao lucro apurado na alienação de ações da BM&FBOVESPA, classificada em Outros investimentos. 23) TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS a) As transações com controlador e empresas coligadas estão assim representadas:
Disponibilidades: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... Aplicações no mercado aberto: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 15) PATRIMÔNIO LÍQUIDO Dividendos: a) Capital social Banco Bradesco BBI S.A. ................................................................ O capital social no montante de R$ 281.000 mil (2012 - R$ 234.000 mil) totalmente subscrito e integralizado, é representado por 485.274.572 ações Miramar Holdings S.A. ..................................................................... ordinárias nominativas escriturais, sem valor nominal. STVD Holdings S.A. ........................................................................ Serviços prestados a pagar: b) Movimentação do capital social Banco Bradesco S.A. ....................................................................... Quantidade Aluguel: de ações R$ mil Banco Bradesco S.A. ....................................................................... Em 31 de dezembro de 2012................................................................................................................. 485.274.572 234.000 Alvorada CCFI S.A. .......................................................................... Aumento de Capital com Reservas - AGOE de 24.4.2013 (1) ................................................................ 47.000 Rendas de serviços: Em 30 de junho de 2013........................................................................................................................ 485.274.572 281.000 Banco Bradesco BBI S.A. ................................................................ (1) Em 17 de junho de 2013 foi homologada pelo BACEN a Assembleia Geral Ordinária/Extraordinária deliberando o aumento do capital social da Instituição BRAM - Bradesco Asset Management S.A. .................................... no montante de R$ 47.000 mil, sem emissão de ações, elevando-o de R$ 234.000 mil para R$ 281.000 mil, mediante a capitalização de parte do saldo Serviços do sistema financeiro: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... registrado contabilmente em “Reservas de Lucros - Estatutárias”, conforme disposto na Lei das Sociedades por Ações.
2013 Ativos (passivos)
Em 30 de junho - R$ mil 2013 2012 Receitas Receitas (despesas) (despesas)
2012 Ativos (passivos)
2.131
534
-
-
245.049
248.816
9.995
14.611
-
-
(1) Inclui Participações nos Lucros e Resultados de empregados no montante de R$ 18.380 mil (2012 - R$ 19.388 mil).
(1.750) 9.090 6
(951) 9.090 8
(36)
(36)
-
-
-
-
-
-
(196) (270)
(187) (259)
4 5 (229)
5 5 (230) continua...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
11
...continuação
Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários Empresa da Organização Bradesco CNPJ 61.855.045/0001-32 Sede: Av. Paulista, 1.450 - 7º Andar - Bela Vista - São Paulo - SP
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS b) Remuneração do pessoal-chave da Administração Anualmente na Assembleia Geral Ordinária é fixado: • O montante global anual da remuneração dos Administradores, que é definido em reunião do Conselho de Administração da Organização Bradesco, a ser paga aos membros do próprio Conselho e da Diretoria, conforme determina o Estatuto Social; e • A verba destinada a custear Planos de Previdência Complementar aberta dos Administradores, dentro do Plano de Previdência destinado aos Funcionários e Administradores da Instituição. Para 2013, foi determinado o valor máximo de R$ 2.000 mil (2012 - R$ 3.000 mil) para remuneração dos Administradores e de R$ 2.000 mil (2012 R$ 2.000 mil) para custear planos de previdência complementar de contribuição definida. Ainda em relação à remuneração da Administração, a atual política estabelece que 50% do valor líquido da remuneração variável, caso haja, deve ser destinada à aquisição de ações PN do Banco Bradesco S.A., que terão sua movimentação disponível em 3 parcelas iguais, anuais e sucessivas, vencendo a primeira parcela no ano subsequente da data de pagamento. Este procedimento está aderente à Resolução CMN nº 3.921/10, que dispõe sobre a política de remuneração de administradores de instituições financeiras. Benefícios de Curto Prazo a Administradores Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2013 Proventos................................................................................................................................................. Contribuição ao INSS .............................................................................................................................. Total ........................................................................................................................................................
2012 432 97 529
Provisão para créditos de liquidação duvidosa ...................................... Provisões cíveis...................................................................................... Provisões fiscais..................................................................................... Provisões trabalhistas ............................................................................ Provisão para desvalorização de títulos e investimentos ....................... Outros (1) ............................................................................................... Total dos créditos tributários sobre diferenças temporárias........... Ajuste a valor de mercado de títulos disponíveis para venda ................ Contribuição social - MP nº 2.158-35 de 24.8.2001 ............................... Total dos créditos tributários (Nota 8b).............................................. Obrigações fiscais diferidas (Nota 14a).................................................. Créditos tributários líquidos das obrigações fiscais diferidas........
Saldo em 31.12.2012 983 83 1.929 1.265 720 8.290 13.270 67 646 13.983 3.023 10.960
Constituição 32 5 185 5.502 5.724 112 5.836 365 5.471
Realização 1.115 6.369 7.484 11 7.495 7.495
R$ mil Saldo em 30.6.2013 983 115 1.934 335 720 7.423 11.510 168 646 12.324 3.388 8.936
(1) Basicamente, correspondente a créditos tributários tomados sobre a provisão constituída para pagamento da Participação nos Lucros e Resultados. d) Previsão de realização dos créditos tributários sobre diferenças temporárias e crédito tributário de contribuição social MP nº 2.158-35.
1.611 363 1.974
Benefícios pós-emprego Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2013
c) Origem dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social diferidos
2012
2013.............................................................................. 2014.............................................................................. 2015.............................................................................. 2016.............................................................................. 2017.............................................................................. Total .............................................................................
Diferenças temporárias Imposto Contribuição de renda social 1.029 448 2.093 989 2.814 1.344 1.458 877 290 168 7.684 3.826
Em 30 de junho de 2013 - R$ mil Crédito tributário de contribuição social MP nº 2.158-35 Total 646 2.123 3.082 4.158 2.335 458 646 12.156
Planos de previdência complementar de contribuição definida............................................................... 900 759 Total ........................................................................................................................................................ 900 759 A Instituição não possui benefícios de longo prazo, de rescisão de contrato de trabalho ou remuneração em instrumento baseado em ações, nos termos do A projeção de realização de crédito tributário trata-se de estimativa e não é diretamente relacionada à expectativa de lucros contábeis. CPC 10 - Pagamento Baseado em Ações, aprovado pela Resolução CMN nº 3.989/11, para seu pessoal-chave da Administração. O valor presente dos créditos tributários, calculados considerando a taxa média de captação, líquida dos efeitos tributários, somaram R$ 11.486 mil (2012 - R$ 11.976 mil), sendo R$ 10.845 mil (2012 - R$ 11.370 mil) de diferenças temporárias e R$ 641 mil (2012 - R$ 606 mil) de crédito tributário de Outras informações contribuição social MP nº 2.158-35. Conforme legislação em vigor, as instituições financeiras não podem conceder empréstimos ou adiantamentos para: e) Obrigações fiscais diferidas a) Diretores e membros dos Conselhos consultivos ou administrativo, fiscais e semelhantes, bem como aos respectivos cônjuges e parentes até o 2º grau; A sociedade possui obrigações fiscais diferidas de imposto de renda e contribuição social no montante de R$ 3.388 mil (2012 - R$ 2.710 mil) relativas a b) Pessoas físicas ou jurídicas que participem de seu capital, com mais de 10%; e juros sobre depósitos judiciais. c) Pessoas jurídicas de cujo capital participem com mais de 10%, a própria instituição financeira, quaisquer diretores ou administradores da própria 25) OUTRAS INFORMAÇÕES instituição, bem como seus cônjuges e respectivos parentes até o 2º grau. a) Gerenciamento de riscos Dessa forma, não são efetuados pelas instituições financeiras empréstimos ou adiantamentos a qualquer subsidiária, membros do Conselho de Administração A atividade de gerenciamento dos riscos é altamente estratégica em virtude da crescente complexidade dos serviços e produtos e da globalização dos ou da Diretoria Executiva e seus familiares. negócios da Organização Bradesco, motivo de constante aprimoramento desta atividade na busca das melhores práticas. A Organização Bradesco exerce o controle corporativo dos riscos de modo integrado e independente, preservando e valorizando o ambiente de decisões 24) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL colegiadas, desenvolvendo e implementando metodologias, modelos, ferramentas de mensuração e controle. Promove ainda a atualização dos colaboradores em todos os níveis hierárquicos, desde as áreas de negócios até o Conselho de Administração. a) Demonstração do cálculo dos encargos com imposto de renda e contribuição social O processo de gerenciamento permite que os riscos sejam proativamente identificados, mensurados, mitigados, acompanhados e reportados, o que se faz Semestres findos em 30 de junho - R$ mil necessário em face da complexidade dos produtos financeiros e do perfil da atividade da Organização Bradesco. 2013 2012 A Bradesco Corretora, como parte integrante da Organização Bradesco adota a estrutura de gerenciamento de riscos desta, no gerenciamento de risco de crédito, de mercado, de liquidez e operacional. Resultado antes do imposto de renda e contribuição social ................................................................... 196.713 51.509 Encargo total do imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 15% ........................... (78.685) (20.604) b) Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, o Comitê de Procedimentos Contábeis (CPC) emitiu vários procedimentos contábeis, bem como suas interpretações e orientações, os quais serão aplicáveis às instituições financeiras somente quando aprovadas Efeito das adições e exclusões no cálculo dos tributos: pelo CMN. Despesas e provisões indedutíveis líquidas de receitas tributáveis........................................................ 1.151 1.272 Os pronunciamentos contábeis já aprovados foram: Participações em coligadas..................................................................................................................... 108 141 • Resolução nº 3.566/08 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos (CPC 01); • Resolução nº 3.604/08 - Demonstração do Fluxo de Caixa (CPC 03); Outros valores ......................................................................................................................................... 297 1.069 Imposto de renda e contribuição social do semestre........................................................................ (77.129) (18.122) • Resolução nº 3.750/09 - Divulgação sobre Partes Relacionadas (CPC 05); • Resolução nº 3.823/09 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (CPC 25); b) Composição da conta de resultado de imposto de renda e contribuição social • Resolução nº 3.973/11 - Evento subsequente (CPC 24); • Resolução nº 3.989/11 - Pagamento baseado em Ações (CPC 10); Semestres findos em 30 de junho - R$ mil • Resolução nº 4.007/11 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (CPC 2); e 2013 2012 • Resolução nº 4.144/12 - Pronunciamento Conceitual Básico (R1). Impostos correntes Atualmente, não é possível estimar quando o CMN irá aprovar os demais pronunciamentos contábeis do CPC e tampouco se a utilização dos mesmos será Imposto de renda e contribuição social devido........................................................................................ (75.369) (17.233) de maneira prospectiva ou retrospectiva. Impostos diferidos A DIRETORIA Constituição/Realização no semestre, sobre adições temporárias......................................................... (1.760) (889) Imposto de renda e contribuição social do semestre........................................................................ (77.129) (18.122) Luiz Filipe Lopes Soares – Contador – CRC 1SP208127/O-5
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores da Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários São Paulo - SP Examinamos as demonstrações contábeis da Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários (“Instituição”), que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.
Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários em 30 de junho de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.
Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A Administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas Outros assuntos contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou Demonstrações do valor adicionado como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Examinamos também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Instituição, para o semestre Responsabilidade dos auditores independentes findo em 30 de junho de 2013, que estão sendo apresentadas como informações suplementares. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas Osasco, 7 de agosto de 2013 demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui, José Claudio Costa também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6 Contador CRC 1SP167720/O-1 avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.
c
BSP Park Estacionamentos e Participações S.A. CNPJ no 14.380.636/0001-10 - NIRE 35.300.413.687. Ata da Reunião Extraordinária do Conselho de Administração realizada em 30.4.2013
idades
Nova tragédia com filho de policial militar
U
m menino de 10 anos, filho de um policial militar, se matou na noite de terça-feira com um tiro na cabeça, após discutir com as irmãs, na Vila Brasilândia, na zona norte de São Paulo. Foi o segundo caso de violência envolvendo filho de policiais no mesmo bairro. Foi também na Vila Brasilândia que Marcelo Pesseghini, de 13 anos, matou a família e cometeu suicídio na segunda-feira, de acordo com investigações policiais até agora. Segundo a Polícia Civil, o garoto de 10 anos brigou com as duas irmãs e telefonou para o pai. O PM disse que resolveria o problema quando chegasse em casa. Mais tarde, o policial chamou a atenção das três crianças, que fo-
Rio: acidente com micro-ônibus mata seis e fere 30.
S
eis passageiros morreram quando um micro-ônibus da Viação Itaguaí caiu do viaduto Novo, conhecido como Tobogã, no bairro Brisa Mar, em Itaguaí, na Baixada Fluminense, ontem à tarde. Segundo o Corpo de Bombeiros, cerca de 30 pessoas ficaram feridas. O viaduto, que fica a cerca de 20 metros do chão, é uma extensão da Avenida Prefeito Isoldackson Cruz Brito e passa por cima de uma estrada de ferro. O micro-ônibus, que atendia uma linha municipal e seguia até o bairro Mazomba, quebrou a mureta que delimita o viaduto e caiu sobre uma igreja, que estava vazia. (Agências)
ram para o quarto. Pouco depois, ele foi até o quarto do pai, pegou a arma na jaqueta do PM e atirou contra a própria cabeça. Os bombeiros foram chamados e confirmaram a mor-
te. O local foi periciado e o corpo encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) Central de São Paulo. Na casa, moravam o garoto, as duas irmãs, o pai e a madrasta. Todos estavam na residência. O pai
trabalha no complexo administrativo da Polícia Militar. O caso foi registrado no 13º DP, na Casa Verde, como suicídio consumado. Já o inquérito será conduzido no 28º DP, na Freguesia do Ó. (Agências)
BSP Park Estacionamentos e Participações S.A. CNPJ no 14.380.636/0001-10 - NIRE 35.300.413.687 Ata Sumária das Assembleias Gerais Extraordinária e Ordinária realizadas cumulativamente em 30.4.2013 Data, Hora, Local: Em 30.4.2013, às 13h30, na sede social, Avenida Paulista, 1.415, 2o andar, parte, Bela Vista, São Paulo, SP, CEP 01.311-925. Mesa: Presidente: Lázaro de Mello Brandão; Secretário: Carlos Alberto Rodrigues Guilherme. Quórum de Instalação: Totalidade do Capital Social. Presença legal: Administrador da Sociedade. Edital de Convocação: Dispensada a publicação, de conformidade com o disposto no §4o do Art.124 da Lei no 6.404/76. Deliberações: Assembleia Geral Extraordinária: aprovada, sem qualquer alteração ou ressalva, a proposta do Conselho de Administração, registrada na Reunião Extraordinária daquele Órgão de 19.4.2013, dispensada sua transcrição, por tratar-se de documento lavrado em livro próprio, para alterar parcialmente o Estatuto Social nos Artigos 8 o e 12, relativamente à extensão do prazo de mandato dos membros do Conselho de Administração e da Diretoria; e excluir os Artigos 18 e 19, renumerando-se os Artigos seguintes, em face da extinção dos Comitês Estratégico e de Desenvolvimento de Negócios. Tendo em vista a aprovação das alterações propostas, foi dispensada a transcrição dos Artigos mencionados, considerando que o Estatuto Social consolidado passa a fazer parte integrante desta Ata, como Anexo. Assembleia Geral Ordinária: I) aprovadas, sem reservas, as contas dos Administradores e as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício social findo em 31.12.2012, registrando que, tendo em vista a Sociedade enquadrar-se no disposto no “caput” do Artigo 294 da Lei no 6.404/76 e de conformidade com o disposto no Inciso II do já mencionado Artigo, as referidas Demonstrações Contábeis não foram publicadas e serão levadas a registro juntamente com esta Ata; II) reeleitos, para compor o Conselho de Administração, os senhores: Lázaro de Mello Brandão, brasileiro, casado, bancário, RG 1.110.377-2/SSP-SP, CPF 004.637.528/72; Antônio Bornia, brasileiro, viúvo, bancário, RG 11.323.129/SSP-SP, CPF 003.052.609/44; Mário da Silveira Teixeira Júnior , brasileiro, casado, bancário, RG 3.076.007-0/ SSP-SP, CPF 113.119.598/15; Luiz Carlos Trabuco Cappi , brasileiro, casado, bancário, RG 5.284.352-X/SSP-SP, CPF 250.319.028/68; Carlos Alberto Rodrigues Guilherme, brasileiro, casado, bancário, RG 6.448.545/SSP-SP, CPF 021.698.868/34; e Milton Matsumoto, brasileiro, casado, bancário, RG 29.516.917-5/SSP-SP, CPF 081.225.550/04, todos com domicílio na Cidade de Deus, Vila Yara, Osasco, SP. Todos terão mandato de 1 (um) ano, estendendo-se até a posse dos Conselheiros que serão eleitos na Assembleia Geral Ordinária que se realizar no ano de 2014. Os Conselheiros reeleitos declararam, sob as penas da lei, que não estão impedidos de exercer a administração de sociedade mercantil em virtude de condenação criminal; III) fixado o montante global anual da remuneração dos Administradores, no valor de até R$120.000,00, a ser distribuída em Reunião do Conselho de Administração, aos membros do próprio Conselho e da Diretoria, conforme determina a letra “o” do Artigo 9o do Estatuto Social. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, o senhor Presidente esclareceu que, para as deliberações tomadas, o Conselho Fiscal da Companhia não foi ouvido por não se encontrar instalado no período, e encerrou os trabalhos, lavrando-se a presente Ata, que lida e achada conforme, foi aprovada por todos os presentes que a subscrevem. aa) Presidente: Lázaro de Mello Brandão; Secretário: Carlos Alberto Rodrigues Guilherme; Administrador: Samuel Monteiro dos Santos Junior; Acionista: BSP Empreendimentos Imobiliários S.A., por seu Diretor, senhor Haydewaldo Roberto Chamberlain da Costa. Declaração: Declaro para os devidos fins que a presente é cópia fiel da Ata lavrada no livro próprio e que são autênticas, no mesmo livro, as assinaturas nele apostas. a) Carlos Alberto Rodrigues Guilherme - Secretário. Certidão - Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia - Junta Comercial do Estado de São Paulo - Certifico o registro sob número 264.237/13-4, em 17.7.2013. a) Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral. Estatuto Social - BSP Park Estacionamentos e Participações S.A. - Título I - Da Organização, Duração e Sede - Art. 1o ) A BSP Park Estacionamentos e Participações S.A., doravante chamada Sociedade, rege-se pelo presente Estatuto. Art. 2 o) O prazo de duração da Sociedade é indeterminado. Art. 3o) A Sociedade tem sede na Avenida Paulista, 1.415, 2 o andar, parte, no Município de São Paulo, Estado de São Paulo, CEP 01311-925, e foro no mesmo Município. Art. 4o) Poderá a Sociedade, observados os preceitos legais, instalar ou suprimir Filiais, Escritórios e Dependências de qualquer natureza no País, a critério da Diretoria, e no Exterior, com a aprovação adicional do Conselho de Administração doravante denominado Conselho. - Título II - Dos Objetivos Sociais - Art. 5 o) A Sociedade tem por objetivo: a) a administração, exploração e operação da atividade de estacionamento, guarda e manobra de veículos, em imóveis próprios ou de terceiros; b) o planejamento, desenvolvimento e implantação de estacionamentos próprios ou de terceiros; c) a prestação de serviços de manobristas (“valet”) e outros serviços relacionados a estacionamentos; d) a consultoria em assuntos técnicos de sua especialidade, relacionados à atividade de estacionamento; e e) a participação em sociedades, consórcios e outras formas de associação que tenham por objeto atividade igual ou semelhante ao da Sociedade. - Título III - Do Capital Social - Art. 6 o) O Capital Social é de R$501.000,00 (quinhentos e um mil reais), dividido em 2.036.333 (dois milhões, trinta e seis mil, trezentas e trinta e três) ações ordinárias, nominativasescriturais, sem valor nominal. Parágrafo Primeiro - Nos aumentos de capital, será realizada no ato da subscrição a parcela mínima exigida em lei e o restante será integralizado mediante chamada da Diretoria, observados os preceitos legais. Parágrafo Segundo - Todas as ações da Sociedade são escriturais, permanecendo em contas de depósito, na Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários, em nome de seus titulares, sem emissão de certificados, podendo ser cobrado dos acionistas o custo do serviço de transferência da propriedade das referidas ações. - Título IV - Da Administração - Art. 7 o) A Sociedade será administrada por um Conselho de Administração e por uma Diretoria. - Título V - Do Conselho de Administração - Art. 8 o) O Conselho de Administração, com mandato de 1 (um) ano, estendendo-se até a posse dos novos Administradores eleitos, é composto de 3 (três) a 8 (oito) membros, que escolherão entre si 1 (um) Presidente e 1 (um) VicePresidente. Parágrafo Primeiro - O Conselho deliberará validamente desde que presente a maioria absoluta dos membros em exercício, inclusive o Presidente, que terá voto de qualidade no caso de empate. Parágrafo Segundo - Na vacância do cargo e nas ausências ou impedimentos temporários do Presidente do Conselho, assumirá o Vice-Presidente. Nas ausências ou impedimentos temporários deste, o Presidente designará substituto entre os demais membros. Vagando o cargo de VicePresidente, o Conselho nomeará substituto, que servirá pelo tempo que faltar para completar o mandato do substituído. Parágrafo Terceiro - Nas hipóteses de afastamento temporário ou definitivo de qualquer dos outros Conselheiros, os demais poderão nomear substituto para servir em caráter eventual ou permanente, observados os preceitos da lei e deste Estatuto. Art. 9o ) Além das previstas em lei e neste Estatuto, são também atribuições e deveres do Conselho: a) zelar para que a Diretoria esteja, sempre, rigorosamente apta a exercer suas funções; b) cuidar para que os negócios sociais sejam conduzidos com probidade, de modo a preservar o bom nome da Sociedade; c) sempre que possível, preservar a continuidade administrativa, altamente recomendável à estabilidade, prosperidade e segurança da Sociedade; d) fixar a orientação geral dos negócios da Sociedade; e) estabelecer o limite de endividamento da Sociedade; f) deliberar sobre as condições das operações ativas e passivas; g) autorizar, nos casos de operações com empresas não integrantes da Organização Bradesco, a aquisição, alienação e a oneração de bens integrantes do Ativo e de participações societárias de caráter não-permanente da Sociedade e de suas controladas diretas e indiretas, quando de valor superior a 1% (um porcento) de seus respectivos Patrimônios Líquidos; h) autorizar a concessão de qualquer modalidade de doação, contribuição ou auxílio, independentemente do beneficiário; i)
Aos 30 dias do mês de abril de 2013, às 14h, na sede social, Avenida Paulista, 1.415, 2o andar, parte, Bela Vista, São Paulo, SP, CEP 01311-925, reuniram-se os membros reeleitos para integrar este Conselho na Assembleia Geral Ordinária realizada nesta data, com mandato até a Assembleia Geral Ordinária de 2014, os quais assinam a presente Ata, que servirá como termo de posse. Durante a reunião os Conselheiros deliberaram o seguinte: 1) de conformidade com o disposto no “caput” do Artigo 8o do Estatuto Social, proceder a eleição, entre si, do Presidente e do VicePresidente deste Órgão, tendo a escolha recaído nos nomes dos senhores: Presidente - Lázaro de Mello Brandão; Vice-Presidente - Antônio Bornia; 2) atendendo ao disposto no “caput” do Artigo 12 do Estatuto Social, proceder a eleição dos membros que integrarão a Diretoria da Sociedade, tendo sido reeleitos os senhores: Diretor-Presidente: Samuel Monteiro dos Santos Junior , brasileiro, casado, securitário, RG 2.700.826-IFP/RJ, CPF 032.621.977/34; Diretores: Ivan Luiz Gontijo Júnior, brasileiro, casado, advogado, Registro no 44.902/OAB-RJ, CPF 770.025.397/87; Haydewaldo Roberto Chamberlain da Costa, brasileiro, casado, contador, CRC RJ-075823/0-9, CPF 756.039.427/20; e eleito, o senhor: Vinicius José de Almeida Albernaz, brasileiro, casado, economista, RG 08.191.044-0/SSP-RJ, CPF 013.908.097/06, todos com domicílio na Avenida Paulista, 1.415, parte, Bela Vista, São Paulo, SP. Todos terão mandato de 1 (um) ano, estendendose até a posse dos Diretores que serão eleitos na 1a Reunião do Conselho de Administração que se realizar após a Assembleia Geral Ordinária de 2014. Os Diretores reeleitos e o eleito declararam, sob as penas da lei, que não estão impedidos de exercer a administração de sociedade mercantil em virtude de condenação criminal. Nada mais foi tratado, encerrando-se a reunião e lavrando-se esta Ata que os Conselheiros presentes assinam. aa) Lázaro de Mello Brandão, Antônio Bornia, Mário da Silveira Teixeira Júnior, Luiz Carlos Trabuco Cappi, Carlos Alberto Rodrigues Guilherme e Milton Matsumoto. Declaramos para os devidos fins que a presente é cópia fiel da Ata lavrada no livro próprio e que são autênticas, no mesmo livro, as assinaturas nele apostas. BSP Park Estacionamentos e Participações S.A. a) Haydewaldo Roberto Chamberlain da Costa. Certidão Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia - Junta Comercial do Estado de São Paulo - Certifico o registro sob número 264.289/13-4, em 17.7.2013. a) Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.
aprovar o pagamento de dividendos e/ou juros sobre o capital próprio propostos pela Diretoria; j) submeter à Assembleia Geral propostas objetivando aumento ou redução do capital social, grupamento, bonificação ou desdobramento de suas ações, operações de fusão, incorporação ou cisão e reformas estatutárias da Sociedade; k) deliberar sobre associações, envolvendo a Sociedade ou suas controladas diretas e indiretas, inclusive participação em acordos de acionistas, e a constituição de ônus reais e a prestação de garantias a obrigações de terceiros; l) aprovar aplicação de recursos oriundos de incentivos fiscais; m) examinar e deliberar sobre os orçamentos e demonstrações contábeis submetidos pela Diretoria; n) avocar para sua órbita de deliberação assuntos específicos de interesse da Sociedade e deliberar sobre os casos omissos; o) realizar o rateio da remuneração dos administradores estabelecida pela Assembleia Geral e fixar eventual remuneração adicional de Conselheiros, Diretores e funcionários quando entender de concedê-las; p) autorizar, quando considerar necessária, a representação da Sociedade individualmente por um membro da Diretoria ou por um procurador, devendo a respectiva deliberação indicar os atos que poderão ser praticados. Parágrafo Único - O Conselho poderá atribuir funções especiais à Diretoria e a qualquer dos membros desta, bem como instituir comitês para tratar de assuntos específicos. Art. 10) Compete ao Presidente do Conselho presidir as reuniões deste Órgão, podendo indicar para fazê-lo, em seu lugar, qualquer dos membros do Conselho. Parágrafo Único - O Presidente do Conselho poderá convocar a Diretoria e participar, com os demais Conselheiros, de quaisquer de suas reuniões. Art. 11) O Conselho reunir-se-á semestralmente e, quando necessário, extraordinariamente, por convocação do seu Presidente ou da metade dos demais membros em exercício, fazendo lavrar Ata de cada reunião. - Título VI - Da Diretoria Art. 12) A Diretoria da Sociedade, eleita pelo Conselho, com mandato de l (um) ano, estendendo-se até a posse dos novos Administradores eleitos, é composta de 2 (dois) a 5 (cinco) membros, sendo 1 (um) Diretor-Presidente e de 1 (um) a 4 (quatro) Diretores. Parágrafo Único – O Conselho fixará em cada eleição as quantidades de cargos a preencher e designará, nomeadamente, entre os Diretores que eleger, o que ocupará a função de Diretor-Presidente, observados os requisitos do Artigo 17 deste Estatuto. Art. 13) Aos Diretores compete administrar e representar a Sociedade, com poderes para obrigá-la em quaisquer atos e contratos de seu interesse, podendo, ainda, independentemente de autorização do Conselho, transigir e renunciar direitos e adquirir, alienar e onerar bens, observando o disposto nas letras “e” e “g” do Artigo 9o deste Estatuto. Parágrafo Primeiro - Ressalvadas as exceções previstas expressamente neste Estatuto, a Sociedade só se obriga mediante assinaturas, em conjunto, de no mínimo 2 (dois) Diretores, devendo um deles estar no exercício do cargo de Diretor-Presidente. Parágrafo Segundo - A Sociedade poderá também ser representada por no mínimo 1 (um) Diretor e 1 (um) procurador, ou por no mínimo 2 (dois) procuradores, em conjunto, especialmente constituídos, devendo do respectivo instrumento de mandato constar os seus poderes, os atos que poderão praticar e o seu prazo. Parágrafo Terceiro - A Sociedade poderá ainda ser representada isoladamente por qualquer membro da Diretoria ou por procurador com poderes específicos, nos seguintes casos: a) mandatos com cláusula “ad judicia”, hipótese em que a procuração poderá ter prazo indeterminado e ser substabelecida; b) recebimento de citações ou intimações, judiciais ou extrajudiciais; c) participação em leilões e licitações, públicos e privados; d) em Assembleias Gerais de Acionistas ou Cotistas de empresas ou fundos de investimento de que a Sociedade participe, bem como de entidades de que seja sócia ou filiada; e) perante repartições, instituições e órgãos, públicos ou privados, desde que não implique na assunção de responsabilidades e/ou obrigações pela Sociedade; f) em depoimentos judiciais. Art. 14) Além das atribuições normais que lhe são conferidas pela lei e por este Estatuto, compete especificamente a cada membro da Diretoria: a) ao Diretor-Presidente, presidir as reuniões da Diretoria, supervisionar e coordenar a ação dos seus membros; b) aos Diretores, colaborar com o Diretor-Presidente no desempenho de suas funções, supervisionar e coordenar as áreas que lhes ficarem afetas. Art. 15) A Diretoria fará reuniões sempre que necessário, deliberando validamente desde que presente mais da metade dos seus membros em exercício, com a presença obrigatória do titular do cargo de Diretor-Presidente ou seu substituto. As reuniões serão realizadas sempre que convocadas pelo Presidente do Conselho, Presidente da Diretoria ou por no mínimo 2 (dois) Diretores. A Diretoria deliberará por maioria de votos, cabendo ao Presidente voto de qualidade, no caso de empate. Art. 16) Em caso de vaga, ausência ou impedimento temporário de qualquer Diretor, inclusive do Presidente, caberá ao Conselho indicar o seu substituto. Art. 17) Para o exercício do cargo de Diretor é necessário dedicar tempo integral aos serviços da Sociedade, sendo incompatível o exercício do cargo de Diretor desta com o desempenho de outras funções ou atividades profissionais, ressalvados os casos em que a Sociedade tenha interesse, a critério do Conselho. - Título VII - Do Conselho Fiscal - Art. 18) O Conselho Fiscal, não-permanente, comporse-á, quando instalado, de 3 (três) a 5 (cinco) membros efetivos e de igual número de suplentes. - Título VIII - Das Assembleias Gerais - Art. 19) As Assembleias Gerais Ordinárias e Extraordinárias serão presididas por um Presidente e um Secretário, escolhidos pelos acionistas presentes. - Título IX - Do Exercício Social e da Distribuição de Resultados - Art. 20) O ano social coincide com o ano civil, terminando no dia 31 de dezembro. Art. 21) Serão levantados balanços em 31 de dezembro de cada ano, facultado à Diretoria, mediante aprovação do Conselho, determinar o levantamento de outros balanços, semestrais ou em menores períodos, inclusive mensais. Art. 22)O Lucro Líquido, como definido no Artigo 191 da Lei n o 6.404, de 15.12.76, apurado em cada balanço terá, pela ordem, a seguinte destinação: I. constituição de Reserva Legal; II. constituição das Reservas previstas nos Artigos 195 e 197 da mencionada Lei no 6.404/76, mediante proposta da Diretoria, aprovada pelo Conselho e deliberada pela Assembleia Geral; III. pagamento de dividendos propostos pela Diretoria e aprovados pelo Conselho que, somados aos dividendos intermediários e/ou juros sobre o capital próprio de que tratam os Parágrafos Segundo e Terceiro deste Artigo, que tenham sido declarados, assegurem aos acionistas, em cada exercício, a título de dividendo mínimo obrigatório, 1% (um por cento) do respectivo lucro líquido, ajustado pela diminuição ou acréscimo dos valores especificados nos itens I, II e III do Artigo 202 da referida Lei no 6.404/76. Parágrafo Primeiro - A Diretoria, mediante autorização do Conselho, fica autorizada a declarar e pagar dividendos intermediários, especialmente semestrais e mensais, à conta de Lucros Acumulados ou de Reservas de Lucros existentes. Parágrafo Segundo - Poderá a Diretoria, ainda, mediante autorização do Conselho, autorizar a distribuição de lucros aos acionistas a título de juros sobre o capital próprio, nos termos da legislação específica, em substituição total ou parcial aos dividendos intermediários, cuja declaração lhe é facultada pelo parágrafo anterior ou, ainda, em adição aos mesmos. Parágrafo Terceiro - Os juros eventualmente pagos aos acionistas serão imputados, líquidos do imposto de renda na fonte, ao valor do dividendo mínimo obrigatório do exercício (1%), de acordo com o Inciso III do “caput” deste Artigo. Art. 23) O saldo do Lucro Líquido, verificado após as distribuições acima previstas, terá a destinação proposta pela Diretoria, aprovada pelo Conselho e deliberada pela Assembleia Geral, podendo ser destinado 100% (cem porcento) à Reserva de Lucros - Estatutária, visando à manutenção de margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações ativas da Sociedade, até atingir o limite de 95% (noventa e cinco porcento) do valor do capital social integralizado. Parágrafo Único - Na hipótese da proposta da Diretoria sobre a destinação a ser dada ao Lucro Líquido do Exercício conter previsão de distribuição de dividendos e/ou pagamento de juros sobre capital próprio em montante superior ao dividendo obrigatório estabelecido no Artigo 22, Inciso III, e/ou retenção de lucros nos termos do Artigo 196 da Lei no 6.404/76, o saldo do Lucro Líquido para fins de constituição da reserva mencionada neste Artigo será determinado após a dedução integral dessas destinações. Declaramos que a presente é cópia fiel do Estatuto Social desta Sociedade, contendo a deliberação aprovada na AGE de 30.4.2013. BSP Park Estacionamentos e Participações S.A. a) Haydewaldo Roberto Chamberlain da Costa.
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quinta-feira, 8 de agosto de 2013
idades
Mãe de Marcelo denunciou colegas PMs Coronel da Polícia Militar diz que Andréia Pesseghini colaborou na investigação sobre envolvimento de PMs em roubos de caixas eletrônicos. Para delegado, nada muda.
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delegado Itagiba Franco, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de São Paulo, que coordena as investigações do caso das mortes do estudante Marcelo Eduardo Pesseghini, de 13 anos, de seus pais, avó e tia, ocorridas na segunda-feira, deve convocar para depor o coronel Wagner Dimas, comandante do 18° Batalhão da Polícia Militar. Dimas disse ontem à Rádio Bandeirantes que a cabo Andreia Regina Bovo Pesseghini, de 36 anos, que trabalhava no 18º BPM, contribuiu para as investigações que apontavam a ligação de policiais do batalhão com roubo de caixas eletrônicos. Ela teria denunciado a ação ilícita de colegas. Dimas ainda disse que não acreditava na versão de que o menino tenha sido o autor da chacina, mas ponderou que a mãe de Marcelo não vinha sendo ameaçada de morte. Ele afirmou que o depoimento dela não chegou a provocar a punição de policiais. "Vamos avaliar a necessidade da convocação do coronel", afirmou Itagiba. Luvas – A fala do coronel da PM, contudo, não abalou a crença dos policiais na versão de que o menino matou os pais, a tia, a avó e depois se matou. Ontem, Itagiba apontou novas evidências que reforçam essa versão. Luvas foram encontradas dentro do Corsa da mãe de Mar-
celo. A informação ajuda a polícia a explicar por que o teste do exame residuográfico na mão de Marcelo (que pode identificar a existência de pólvora na mão do atirador) deu negativo. Conforme a apuração dos policiais, a partir de imagens de câmera de vídeo, por volta da 1h15 da segunda, logo depois de praticar os quatro homicídios, Marcelo foi com o carro da mãe para a rua da escola onde estudava. Dormiu no carro até às 6h30 e depois foi assistir aulas. Armas – Outras duas informações adicionaram novas peças ao quebra-cabeça que vem sendo montado pela polícia. Além das armas ponto 40 e do revólver calibre 32 encontrados na residência, os peritos encontraram outras três armas. "Se fosse latrocínio, essas armas teriam sido levadas. Mas foram deixadas para trás", disse o delegado. Além disso, foi colhido o depoimento do filho de uma das vítimas, a tia Bernadete Oliveira da Silva. O jovem foi o último a estar com a família antes do assassinato. Ele disse que a mãe sofria de depressão e, por esse motivo, passava temporadas com a irmã mais velha, Benedita Bovo, avó de Marcelo. Para a polícia, a informação ajuda a explicar por que as duas não acordaram durante os disparos. Elas poderiam estar em sono profundo sob efeito de remédios. (Estadão Conteúdo)
Felipe Paiva/Estadão Conteúdo
Palomba: "não há nada de estranho". José Maria dos Santos
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pesar de alguns familiares e vizinhos de Marcelo Pesseghini duvidarem da tese da polícia de que o adolescente matou a família e depois se suicidou, o psiquiatra forense Güido Arturo Palomba, 65, é categórico: "não há nada de estranho" com a tragédia ocorrida na Vila Brasilândia. O crime, inclusive, lembra o cometido por Roberto Agostinho Peukert Valente, em 1985. Valente, então com 18 anos, matou os pais e os três irmãos após a mãe chamar sua atenção por ele estar escutando música alta. Leia abaixo trechos da entrevista de Palomba concedida ao Diário do Comércio. DC – Qual é o principal tópico de comparação entre estes dois crimes cometidos em São Paulo? Güido – Como Roberto Valente, Marcelo era uma pessoa dócil. E ambos mostraram a extrema frieza semelhante. Roberto matou, colocou os corpos no carro da família, abandonou o veículo próximo ao Aeroporto da Congonhas e depois foi para casa tomar banho e dormir. Marcelo tomou o carro, foi à escola e participou normalmente das aulas. DC – Um dos questionamentos à suspeita da polícia é de que o garoto não teria habilidade para manejar armas daquela forma. A pistola ponto 40 é sofisticada e exige conhecimento de manejo.
Paulo Pampolin/Hype - 30/07/2009
Güido – Mas certamente ele conhecia. O contexto familiar colaborava. Os pais eram policiais militares. O garoto estava inserido no contexto. DC – Marcelo tinha uma doença degenerativa (fibrose cística). Isso poderia servir Güido Palomba: pais não sabiam muitas questões referentes ao filho. como motivo de revolta contra os pais? Güido – Eu acredito que Peukert. O fato é esse: o filial, que é algo muito essa doença não participava motor da sua atitude se íntimo, eles não tinham da sua anormalidade encontrava na sua outra referência. Deve mental. Porém, por se tratar natureza. haver muita coisa que não de uma degeneração sabiam sobre ele. Por genética, é o caso de DC – Marcelo tinha 13 anos. exemplo: Marcelo sabia perguntar se não haveria Será que na sua trajetória de dirigir carros e eles não alguma influência ainda vida ele nunca havia dado sabiam. A única coisa desconhecida. Também é o sinais da sua anormalidade? surpreendente para mim, caso de perguntar se os Güido – Pela minha neste caso, é a pouca idade remédios, que ele deveria experiência, se for feito um do rapaz. É verdade que tomar, não tiveram algum levantamento de dados hoje um garoto de 13 anos papel. Que sobre sua equivale a um de 18 ou 19 remédios curva, essa anos cerca de 30 anos atrás. eram esses? manifestação Tem uma carga maior de Poderiam vai informação e vivência que alterar a aparecer. lhe dá esse patamar. A única coisa função Disso eu não surpreendente psíquica do tenho DC – Por que ele teria se garoto? dúvidas. suicidado, diferentemente de para mim, neste Roberto Peukert? caso, é a pouca DC – Os DC – Mas Güido – Eu tenho duas idade do rapaz. remédios isso não hipóteses. A primeira é a de GÜIDO ARTURO PALOMBA, poderiam pode ser que ele, ao se deparar com PSIQUIATRA FORENSE então ser percebido? aquela cena insana, responsáveis Güido – completou-a. A segunda é pelo seu Talvez essas de que tenha tido um rasgo impulso? manifestações não de consciência após Güido – Não. Não seriam provocassem abalos cometer o crime. suficientes para engendrar suficientes. Nós somente o crime. Tais medicamentos tomamos providências DC – Está se comentando não dariam a potência a quando somos muito nas redes sociais que Marcelo. A potência, que incomodados. Do contrário, seu hábito de jogar video faria dele um potencial a tendência é a de games teria influenciado seu criminoso, estava na sua procurarmos não ver. Esse procedimento. natureza. Os remédios procedimento mascara Güido – Eu não acredito seriam apenas os condutas. Por outro lado, é nisso. Quantos milhões de desencadeantes, e não os que os pais, tão próximos do pessoas estão nesse proponentes. Assim como a problema, não tenham momento brincando com bronca da mãe não foi a acuidade para dimensionávideo games, sem que se causa da tragédia lo. Marcelo era filho único. forme um exército de provocada por Roberto Em termos de experiência assassinos.
Itagiba Franco: novos indícios reforçam responsabilidade de garoto.
TRANSPORTE
A vez dos corredores urbanísticos Projeto que prevê mais 150 quilômetros de corredores de ônibus foi discutido durante reunião na ACSP Mariana Missiaggia
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té o fim de 2016, a Prefeitura promete construir 150 quilômetros de corredores de ônibus urbanísticos. O projeto foi apresentado ontem de manhã pelo secretário-adjunto da Secretaria Municipal de Transportes, José Evaldo Gonçalo, durante reunião promovida pelo Conselho de Política Urbana (CPU), da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O objetivo da Secretaria em expandir a rede de corredores, passando dos atuais 120 quilômetros para 270 até o final de 2016, irá garantir também mais qualidade nas futuras viagens devido à implementação do sistema BRT, sigla em inglês para ônibus de trânsito rápido. Este padrão inclui itens como a cobrança desembarcada da tarifa – feita na entrada da parada e não mais dentro do ônibus–, faixas de ultrapassagem, linhas expressas que melhoram a velocidade e a atenção à acessibilidade. O modelo é igual ao que é utilizado em Curitiba, capital paranaense, desde o início da década de 1990. A meta é fazer com que a velocidade média dos coletivos salte dos
Paulo Pampolin/Hype
atuais 13 km/h para 25 km/h. O novo plano de mobilidade urbana se preocupa com a requalificação do entorno dos corredores – daí serem chamados de urbanísticos – e inclui a renovação de calçamento, acessibilidade, iluminação, wifi, enterramento de fios, qualificação do espaço público, habitação de interesse social, diver-
Todos os investimentos são bem-vindos. Nossa população sofre muito para se locomover e isso tem que acabar. ANTONIO CARLOS PELA sificação de uso do solo e mecanismos de captação da valorização imobiliária. "São corredores que recebem tratamento paisagístico e funcional, não apenas uma interferência onde os ônibus circulam. Esses pontos devem receber áreas de lazer em seu entorno para valorizar a cidade", afirmou Gonçalves. O projeto também prevê que todos os novos corredores
possuam ciclovias. Além dos corredores, estão previstos quatro novos terminais de ônibus, como Perus e Parelheiros. Em um segundo momento serão outros treze, como os de Santana e do Jardim Aeroporto. Também está programada a ampliação de duas das 29 paradas finais existentes na capital – os terminais Aricanduva e São Miguel. Entre corredores e terminais, deverão ser gastos aproximadamente R$ 10,7 bilhões no projeto. Convicto de que o investimento em transporte público é a única saída para salvar São Paulo dos congestionamentos e das superlotações, o secretário-adjunto acredita que a integração dos diversos tipos de modais – metrô, trem, bicicleta e ônibus – também seja fundamental para o sucesso da mobilidade urbana da capital paulista. "Dependemos de um conjunto de ações para permitir que as pessoas possam circular e ter mobilidade na cidade. Além de ciclovias e corredores, o Estado também não pode parar de investir no metrô. Todos esses modais devem estar interligados para reduzirmos os congestionamentos", disse Gonçalo.
Gonçalo, da Secretaria Municipal de Transportes (à dir.), e o vice-presidente da ACSP, Antonio Carlos Pela. Imagem Negativa – D i a r i amente, a cidade de São Paulo recebe 18 milhões de viagens motorizadas, sendo 10,1 milhões em transporte coletivo e 7,9 milhões em veículo individual. Para Gonçalo, combater a imagem negativa sobre os ônibus e migrar esses viajantes individuais para o coletivo também é uma missão. "Não é apenas dar condições de os veículos terem uma
área para circularem, mas também queremos que os passageiros utilizem ônibus de qualidade, com espaço, pontualidade, informação, conforto e segurança. Só assim, as pessoas deixarão seus carros em casa", afirmou. O vice-presidente da ACSP e coordenador da CPU, Antonio Carlos Pela, aprovou o projeto apresentado pelo secretário e espera que o prazo es-
tabelecido pela secretaria para a execução das obras seja cumprido. "Todos sabemos que o problema do transporte em São Paulo não se restringe aos ônibus, pois também atinge trem, metrô, bicicleta e automóveis. De qualquer forma, todos os investimentos são bem-vindos. Nossa população sofre muito para se locomover e isso tem que acabar", observou Pela.
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Brindando o Dia dos Pais
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cultura
Palestras sobre vinho (escolha, harmonize, deguste) estão sendo realizadas no Pátio Higienópolis até sábado (10). A participação é gratuita. Informações: tel.: 3289-2699; www.patiohigienópolis.com.br e facebook: shoppinghigienopolis.
Orson Welles inédito À mesa com os pais
Rita Alves cerca de 40 minutos, o filme foi criado para acompanhar uma peça teatral homônima de 1894 que nunca chegou a estrear. A intenção de Welles era levá-la à Broadway com a sua companhia, a Mercury Theater. O elenco de Too Much Johnson era composto por diversos artistas de sua trupe como Joseph Cotten, Arlene Francis, Howard Smith, Edgar Barreira e Mary Wickes. Quem também fazia parte era Virginia Nicholson, mulher do cineasta na época. Too Much Johnson foi rodado quando o Welles tinha apenas 23 anos. As imagens do filme não
deixam dúvida quanto a sua autoria como, por exemplo, o uso irônico e insistente do "ângulo heroico", o posicionamento da câmera para olhar para o ator como se ele fosse uma estátua colocada num pedestal. Embora mudo e curto, Too Much Johnson já define a sensibilidade de Welles: audaciosas diagonais das câmeras, enquadramentos de closes impactantes, jogos de luz sugerindo espelhos, cortes abruptos e planos longos (que "falavam" como se fossem personagens). Toda essa habilidade certamente era prenúncio de que o grande criador do cinema (e, antes, do rádio) estava ali. Era, então, o ano de 1938 - e Cidadão Kane, paradigma do cinema, só surgiria em 1941. Artista das surpresas, Orson Welles deu banhos de comunicação quando ainda era profissional de rádio. Foi também em 1938 que ele produziu o programa
radiofônico A Guerra dos Mundos, adaptação da obra homônima de Herbert George Wells e que ficou famosa por provocar pênico nos ouvintes que imaginavam estar enfrentando uma invasão de extraterrestres. Um exército que ninguém via, mas que, conforme a transmissão, acabara de desembarcar na Terra, transformou-se em case , justificou ensaios e teses sobre a força do rádio e estudos sobre os seus limites éticos. Em Too Much Johnson, Joseph Cotten, um dos atores preferidos de Welles, encarna o proprietário de uma plantação em Cuba, chamado Augusto Billings que, na verdade, é um impostor. Billings usa usa o o status para ser o que ele realmente é: um sujeito mulherengo e inconsequente. Welles, que sempre viu o cinema como uma arte total (inspiravase em Wagner e Beethoven), soube encaixar em Too Much Johnson uma poderosa trilha sonora, composta por Paul Bowles. Irônico e brincalhão, Welles marca este filme com uma cena que remete às comédias da Keystone: pendura Billings em um arranha-céu (foto) - quase como Harold Lloyd ao se agarrar num relógio em Safety Last (O Homem Mosca), de 1923. Too Much Johnson está protegido pela National Film Preservation Foundation. Felizmente.
A história de uma fantasia. Na ponta dos pés. Sérgio Roveri
Fotos: Divulgação
O
público paulistano tem apenas mais dois fins de semana para conferir a montagem original americana, com legendas em português, de um dos espetáculos mais elogiados, premiados e acima de tudo amados dos últimos anos - Billy Elliot, O Musical, que, desde a estreia em Londres, em 2005, já foi visto por mais de oito milhões de pessoas ao redor do planeta. A saga do garotinho inglês de 11 anos, que treinava boxe antes de encontrar na dança um refúgio para a vida miserável dos trabalhadores das minas de carvão da sua cidade, traz músicas de Elton John, letras de Lee Hall e direção do cineasta Stephen Daldry, que levou a história para o cinema em 2000, lançando para o estrelato o jovem ator Jamie Bell. A chegada do espetáculo à
Broadway, em 2009, foi arrasadora - levou dez prêmios Tony, entre eles o de melhor musical do ano. São Paulo é a primeira cidade da América Latina a receber a produção, que fica em cartaz até o próximo dia 18 no Credicard Hall. O espetáculo, ambientado na década de 80, tem como mote a famosa greve dos mineiros do norte
Scopus Soluções em TI S.A. CNPJ no 14.380.750/0001-40 - NIRE 35.300.413.610 Ata Sumária das Assembleias Gerais Extraordinária e Ordinária realizadas cumulativamente em 26.4.2013. Data, Hora, Local: Em 26.4.2013, às 16h, na sede social, Avenida Mutinga, 4.105, Térreo e 1 o andar, Prédio Velho, Pirituba, São Paulo, SP, CEP 05.110-000. Mesa: Presidente: Maurício Machado de Minas; Secretário: Ismael Ferraz. Quórum de Instalação: Totalidade do Capital Social. Presença Legal: Administrador da Sociedade. Leitura de Documentos: A proposta da Diretoria foi lida, colocada sobre a mesa e entregue à apreciação da acionista. Edital de Convocação: Dispensada a publicação, de conformidade com o disposto no § 4o do Art. 124 da Lei no 6.404/76. Assembleia Geral Extraordinária: aprovadas, sem qualquer alteração ou ressalva, as propostas da Diretoria, registradas na Reunião daquele Órgão de 15.4.2013, dispensada sua transcrição, por tratar-se de documento lavrado em livro próprio, para: 1) aumentar o Capital Social no valor de R$73.000,00, elevando-o de R$1.000,00 para R$74.000,00. Esclareceu o senhor Presidente que: serão emitidas 3.327 novas ações ordinárias, nominativas-escriturais, sem valor nominal, ao preço de R$21,941689209 por ação, para subscrição particular pelo acionista, com integralização à vista, no ato da subscrição, de 100% do valor das ações subscritas; o preço de emissão teve como base o valor do Patrimônio Líquido Contábil ajustado por ação da Sociedade em 31.3.2013; a redação do “caput” do Artigo 6o do Estatuto Social será alterada após completado todo o processo do aumento do capital. Dando sequência aos trabalhos, o senhor Presidente disse que a Diretoria estava autorizada a dar andamento ao processo de aumento do Capital Social, abrindo a subscrição das ações, dentro das condições estabelecidas na proposta da Diretoria ora aprovada, ocasião em que o representante do acionista, presente à Assembleia, assinou o respectivo Boletim de Subscrição, integralizando no ato, mediante a utilização de crédito existente na Sociedade, em nome da acionista, oriundo de Adiantamento para Futuro Aumento de Capital. Em seguida, informou o senhor presidente que, considerando a subscrição e integralização do aumento do Capital Social ora aprovado, o “caput” do Artigo 6o do Estatuto Social passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. 6o) O Capital Social é de R$74.000,00 (setenta e quatro mil reais), dividido em 4.327 (quatro mil, trezentas e vinte e sete) ações ordinárias, nominativas-escriturais, sem valor nominal.”; 2) alterar parcialmente o Estatuto Social, no Artigo 7o, relativamente à extensão do prazo de mandato dos membros da Diretoria. Em consequência, a redação do Artigo 7o passa a ser a seguinte: “Art. 7 o) A Sociedade será administrada por uma Diretoria, eleita pela Assembleia Geral, com mandato de 1 (um) ano, estendendo-se até a posse dos novos Administradores eleitos, composta de 2 (dois) a 3 (três) membros, sendo 1 (um) DiretorPresidente e de 1 (um) a 2 (dois) Diretores.”; Assembleia Geral Ordinária: 1) tomaram as contas dos Administradores, e aprovaram, sem ressalvas, as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício social findo em 31.12.2012; 2) reeleitos, para compor a Diretoria da Sociedade, os senhores: Diretor-Presidente - Maurício Machado de Minas , brasileiro, casado, bancário, RG 7.975.904-X/SSP-SP, CPF 044.470.098/62, com domicílio na Cidade de Deus, Vila Yara, Osasco, SP, CEP 06.029-900; e Diretor: Marcelo Frontini , brasileiro, casado, engenheiro, RG 14.010.636-4/SSP-SP, CPF 126.724.118/75, com domicílio na Avenida Mutinga, 4.105, 1 o andar, parte, Prédio Novo, Pirituba, São Paulo, SP, CEP 05.110-000. Ambos terão mandato de 1 (um) ano, estendendo-se até a posse dos Diretores que serão eleitos na Assembleia Geral Ordinária a ser realizada no ano de 2014. Os Diretores reeleitos, declararam, sob as penas da lei, que não estão impedidos de exercer a administração de sociedade mercantil em virtude de condenação criminal; 3) fixado o montante global anual para remuneração dos Administradores, no valor de até R$24.000,00 (vinte e quatro mil reais), a ser distribuída em reunião da Diretoria, conforme determina a letra “g” do Artigo 9o do Estatuto Social. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, o senhor Presidente esclareceu que, para as deliberações tomadas, o Conselho Fiscal da Companhia não foi ouvido por não se encontrar instalado no período, e encerrou os trabalhos, lavrando-se a presente Ata, que lida e achada conforme, foi aprovada por todos os presentes que a subscrevem. aa) Presidente: Maurício Machado de Minas; Secretário: Ismael Ferraz; Acionista: Scopus Tecnologia Ltda., representada por seu Diretor, senhor Maurício Machado de Minas. Declaração: Declaro para os devidos fins que a presente é cópia fiel da Ata lavrada no livro próprio e que são autênticas, no mesmo livro, as assinaturas nele apostas. a) Ismael Ferraz - Secretário. Certidão - Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia - Junta Comercial do Estado de São Paulo - Certifico o registro sob número 265.085/13-5, em 18.7.2013. a) Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.
da Inglaterra, ocorrida entre 1984 e 1985, durante o governo da ex-primeira ministra Margareth Thatcher. O jovem Billy Elliot, filho e irmão de mineiros em greve, descobre no meio deste cenário desanimador uma inacreditável vocação para a dança, mas mantém este talento escondido com medo da reprovação paterna. Se a vida do personagem não é fácil, a dos garotos de 12 anos que interpretam Billy Elliot não fica
atrás: além de aprender a falar com sotaque britânico, eles devem saber cantar, dançar e interpretar. E não podem, de maneira alguma, fazer feio nos números de ginástica olímpica, esgrima, sapateado e balé clássico. Apesar de tantas exigências, 2,5 mil garotos se apresentaram para os testes da montagem americana e somente quatro foram aprovados. Destes, três fazem parte da turnê brasileira.
Billy Elliot, em cartaz até 18 de agosto no Credicard Hall, Avenida das Nações Unidas, 17955, tel.: 4003-5588 . Sexta às 21h, sábado às 16h e 21h domingo às 15h e 20h. Ingressos de R$ 25 a R$ 280.
Celta Holdings S.A. CNPJ no 07.394.072/0001-00 - NIRE 35.300.330.251 Ata Sumária das Assembleias Gerais Extraordinária e Ordinária realizadas cumulativamente em 29.4.2013 Data, Hora, Local: Em 29.4.2013, às 8h, na sede social, Avenida Paulista, 1.450, 9 o andar, parte, Bela Vista, São Paulo, SP. Mesa: Presidente: Domingos Figueiredo de Abreu; Secretário: Ismael Ferraz. Quórum de Instalação: Totalidade do Capital Social. Presença Legal: Administrador da Sociedade e representante da KPMG Auditores Independentes. Publicações Prévias: Os documentos de que trata o Artigo 133 da Lei n o 6.404/76, quais sejam, os Relatórios da Administração e dos Auditores Independentes, e as Demonstrações Contábeis, relativos ao exercício social findo em 31.12.2012, foram publicados em 12.3.2013, nos jornais “Diário Oficial do Estado de São Paulo”, páginas 15 e 16, e “Diário do Comércio”, páginas 13 e 14. Edital de Convocação: Dispensada a publicação, de conformidade com o disposto no § 4 o do Art. 124 da Lei n o 6.404/76. Leitura de Documentos: Os documentos citados no item “Publicações Prévias”, bem como as propostas da Diretoria foram lidos, colocados sobre a mesa e entregues à apreciação da acionista. Deliberações: Assembleia Geral Extraordinária: - Aprovadas, sem qualquer alteração ou ressalva, as propostas da Diretoria, registradas na Reunião daquele Órgão de 22.4.2013, dispensada sua transcrição, por tratar-se de documento lavrado em livro próprio, para: 1) aumentar o Capital Social no valor de R$46.000.000,00, elevando-o de R$148.000.000,00 para R$194.000.000,00, sem emissão de ações, mediante a capitalização de parte do saldo da conta “Reserva de Capital - Ágio sobre Investimentos”, de acordo com o disposto no Parágrafo Primeiro do Artigo 169 da Lei n o 6.404/76. Em consequência, a redação do “caput” do Artigo 6o do Estatuto Social passa a ser a seguinte: “Art. 6o) O Capital Social é de R$194.000.000,00 (cento e noventa e quatro milhões de reais), dividido em 740.000 (setecentas e quarenta mil) ações ordinárias, nominativas-escriturais, sem valor nominal.”; 2) alterar o Estatuto Social, no Artigo 7 o, relativamente à extensão do prazo de mandato dos membros da Diretoria. Em consequência, a redação do Artigo 7 o do Estatuto Social passa a ser a seguinte: “Art. 7o) A Sociedade será administrada por uma Diretoria, eleita pela Assembleia Geral, com mandato de 1 (um) ano, estendendo-se até a posse dos novos Administradores eleitos, composta de 2 (dois) a 11 (onze) membros, sendo 1 (um) Diretor-Presidente e de 1 (um) a 10 (dez) Diretores.”; Assembleia Geral Ordinária: I) tomaram conhecimento dos Relatórios da Administração e dos Auditores Independentes, e aprovaram, sem ressalvas, as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício social findo em 31.12.2012; II) aprovada, sem qualquer alteração ou ressalva, a proposta da Diretoria, registrada na Reunião daquele Órgão de 22.4.2013, dispensada sua transcrição, por tratar-se de documento lavrado em livro próprio, para destinação do lucro líquido do exercício no valor de R$46.763.448,44, conforme segue: R$2.338.172,42 para a conta “Reserva de Lucros Reserva Legal”; R$43.981.023,26 para a conta “Reserva de Lucros – Estatutária”; e R$444.252,76 para pagamento de dividendos, o qual deverá ser feito até 31.12.2013; III) reeleitos, para compor a Diretoria da Sociedade, os senhores: Diretor-Presidente: Luiz Carlos Trabuco Cappi, brasileiro, casado, bancário, RG 5.284.352-X/SSP-SP, CPF 250.319.028/68; Diretores: Julio de Siqueira Carvalho de Araujo , brasileiro, casado, bancário, RG 55.567.472-1/SSP-SP, CPF 425.327.017/49; Domingos Figueiredo de Abreu , brasileiro, casado, bancário, RG 6.438.883-9/SSP-SP, CPF 942.909.898/53; José Alcides Munhoz, brasileiro, casado, bancário, RG 50.172.182-4/SSP-SP, CPF 064.350.330/72; Aurélio Conrado Boni , brasileiro, casado, bancário, RG 4.661.428-X/SSPSP, CPF 191.617.008/00; Sérgio Alexandre Figueiredo Clemente, brasileiro, casado, bancário, RG 55.799.633-8/SSP-SP, CPF 373.766.326/20; e Marco Antonio Rossi, brasileiro, casado, bancário, RG 12.529.752-X/SSP-SP, CPF 015.309.538/55, todos com domicílio na Cidade de Deus, Vila Yara, Osasco, SP, CEP 06029-900. Todos terão mandato de 1 (um) ano, estendendo-se até a posse dos Diretores que serão eleitos na Assembleia Geral Ordinária a ser realizada no ano de 2014. Os Diretores reeleitos, declararam, sob as penas da lei, que não estão impedidos de exercer a administração de sociedade mercantil em virtude de condenação criminal; IV) fixado o montante global anual para remuneração dos Administradores, no valor de até R$84.000,00 (oitenta e quatro mil reais), a ser distribuída em reunião da Diretoria, conforme determina a letra “g” do Artigo 9 o do Estatuto Social. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, o senhor Presidente esclareceu que, para as deliberações tomadas, o Conselho Fiscal da Companhia não foi ouvido por não se encontrar instalado no período, e encerrou os trabalhos, lavrando-se a presente Ata, que lida e achada conforme, foi aprovada por todos os presentes que a subscrevem. aa) Presidente: Domingos Figueiredo de Abreu; Secretário: Ismael Ferraz; Administrador: Domingos Figueiredo de Abreu; Acionista: União Participações Ltda., por seu Diretor, senhor José Alcides Munhoz; Auditor: Zenko Nakassato. Declaração: Declaro para os devidos fins que a presente é cópia fiel da Ata lavrada no livro próprio e que são autênticas, no mesmo livro, as assinaturas nele apostas. a) Ismael Ferraz – Secretário. Certidão - Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia Junta Comercial do Estado de São Paulo - Certifico o registro sob número 265.758/13-0, em 19.7.2013. a) Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.
Lúcia Helena de Camargo
Tadeu Brunelli/Divulgação
N
o próximo dia 9 de outubro acontece a estreia mundial do filme mudo inédito Too Much Johnson (1938), do diretor e ator Orson Welles (1915-1985). A exibição acontecerá no festival Le Giornate del Cinema Muto, na cidade portuária italiana de Pordenone. Já nos EUA, está programada para 16 de outubro, no museu George Eastman House, em Rochester, Nova York. A obra, considerada perdida em um incêndio na casa de Welles, em Madri, em 1970, foi encontrada por funcionários do centro de arte Cinemazero em um armazém de Pordenone. Com
Stinco de cordeiro no Sottovento
E
les podem ser rígidos ou complacentes, respeitáveis velhinhos ou companheiros de videogame. São os pais, cujo dia, neste segundo domingo de agosto (dia 11), merece ser comemorado. Com presente e refeição especial. Trazemos algumas sugestões de restaurantes nos quais levar o papai para uma homenagem gastronômica. No Max Abdo Bistrô, a festa inclui couvert, salada, prato principal e sobremesa por um preço fechado. Peça lagostim ao alho e óleo com arroz no próprio molho (R$ 65); massa recheada com vitelo e amêndoas (R$ 59); cotecchino com mostarda de cremona e lentilha (R$ 69); brasato com risoto de açafrão (R$ 61) ou ainda, dobradinha com feijão branco e linguiça (R$ 59). As opções de sobremesa são creme de papaia, crepe Suzette e fondant de chocolate (70% cacau). Rua Peixoto Gomide, 1658, Jardins. Tel.: 3062-5557. www.maxabdobistro.com.br O menu comemorativo do domingo no Pomodori dá direito a uma garrafa do vinho Terrazas Reserva. Na entrada, carpaccio de carne com alcaparras e queijo grana padano; ravióli da Sardenha (à base de espinafre, ovos, ricota, pecorino romano e açafrão) ou ossobuco de vitela com
polenta cremosa para prato principal. E, na sobremesa, galete de tapioca com sorvete de coco e gengibre. Custa R$ 250. Ao chegar ao restaurante, os pais ganham uma caipirinha de cachaça artesanal. Rua Doutor Renato Paes de Barros, 534, Itaim Bibi. Tel.: 31683123. www.pomodori.com.br O Sottovento, que fica dentro do Shopping Cidade Jardim, vai servir stinco de cordeiro com polenta burro e sálvia, com queijo pecorino (R$ 72). Para acompanhar, o vinho Terrazas Reserva Malbec na promoção: a mesa que comprar uma garrafa (R$ 115), ganha a segunda como cortesia. Avenida Magalhães de Castro, 12.000. Shopping Cidade Jardim, 3º piso. Tel.: 3552-2811. www.sottovento.com.br O Via Castelli, em Higienópolis, serve para os pais bacalhau à Setúbal, que consiste em uma posta de bacalhau cozida, acompanhada de vagem, azeitonas pretas, batatas, cebolas e brócolis cozidos, regados ao azeite extra virgem. Custa R$ 130 na porção para duas pessoas ou R$ 75 na individual, com couvert e o bufê de saladas como cortesia. Rua Martinico Prado, 341, Higienópolis. Tel.: 3662-2999. www.viacastelli.com.br
Japira Holdings S.A. CNPJ no 08.503.701/0001-55 - NIRE 35.300.337.026 Ata Sumária das Assembleias Gerais Extraordinária e Ordinária realizadas cumulativamente em 28.3.2013 Data, Hora, Local: Em 28.3.2013, às 14h, na sede social, Cidade de Deus, Prédio Prata, 4 o andar, Vila Yara, Osasco, SP, CEP 06.029-900. Mesa: Presidente: Domingos Figueiredo de Abreu; Secretário: Ismael Ferraz. Quórum de Instalação: Totalidade do Capital Social. Presença Legal: Administrador da Sociedade e representante da empresa KPMG Auditores Independentes. Publicações Prévias: Os documentos de que trata o Artigo 133 da Lei n o 6.404/76, quais sejam, os Relatórios da Administração e dos Auditores Independentes, e as Demonstrações Contábeis, relativos ao exercício social findo em 31.12.2012, foram publicados em 26.3.2013, nos jornais “Diário Oficial do Estado de São Paulo”, páginas 5 e 6, e “Diário do Comercio”, páginas 9 e 10. Edital de Convocação: Dispensada a publicação, de conformidade com o disposto no § 4o do Art. 124 da Lei no 6.404/76. Deliberações: Assembleia Geral Extraordinária: Aprovadas, sem qualquer alteração ou ressalva, as propostas da Diretoria, registradas na Reunião daquele Órgão de 27.3.2013, dispensada sua transcrição, por tratar-se de documento lavrado em livro próprio, para: 1) aumentar o Capital Social no valor de R$20.000.000,00, elevando-o de R$768.505.560,90 para R$788.505.560,90. Esclareceu o senhor Presidente que: serão emitidas 15.079.793 novas ações ordinárias, nominativas-escriturais, sem valor nominal, ao preço de R$1,326278085 por ação, para subscrição particular pelos acionistas na proporção de suas participações no Capital Social na data da Assembleia (28.3.2013), com integralização à vista, de 100% das ações subscritas, no ato da subscrição; o preço de emissão teve como base o valor do Patrimônio Líquido Contábil ajustado por ação da Sociedade em 28.2.2013; a redação do “caput” do Artigo 6o do Estatuto Social será alterada após completado todo processo do aumento do capital; Dando sequência aos trabalhos, o senhor Presidente disse que a Diretoria estava autorizada a dar andamento ao processo de aumento do Capital Social, abrindo a subscrição de ações, dentro das condições estabelecidas na proposta da Diretoria ora aprovada, ocasião em que os representantes dos acionistas, presentes à Assembleia, assinaram o respectivo Boletim de Subscrição, integralizando no ato, em moeda corrente nacional. Em seguida, informou o senhor presidente que, considerando a subscrição e integralização do aumento do Capital Social ora aprovado, que será integralmente incorporado ao Capital Social, o “caput” do Artigo 6o do Estatuto Social passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. 6o) O Capital Social é de R$788.505.560,90 (setecentos e oitenta e oito milhões, quinhentos e cinco mil, quinhentos e sessenta reais e noventa centavos), dividido em 1.066.240.006 (um bilhão, sessenta e seis milhões, duzentas e quarenta mil e seis) ações ordinárias, nominativas-escriturais, sem valor nominal.”; 2) alterar o Estatuto Social no Artigo 7o, relativamente ao mandato dos membros da Diretoria. Em consequência, o Artigo 7 o do Estatuto Social passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. 7o ) A Sociedade será administrada por uma Diretoria, eleita pela Assembleia Geral, com mandato de 1 (um) ano, estendendo-se até a posse dos novos Administradores eleitos, composta de 2 (dois) a 9 (nove) membros, sendo 1 (um) DiretorPresidente e de 1 (um) a 8 (oito) Diretores.”. Assembleia Geral Ordinária: 1) tomaram conhecimento dos Relatórios da Administração e dos Auditores Independentes, e aprovaram integralmente as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício social findo em 31.12.2012; 2) aprovada, sem qualquer alteração ou ressalva, a proposta da Diretoria, registrada na Reunião daquele Órgão de 27.3.2013, cuja transcrição foi dispensada, por tratar-se de documento lavrado em livro próprio, para destinação do lucro líquido do exercício no valor de R$74.741.952,79, conforme segue: R$3.737.097,64 para a conta “Reserva de Lucros - Reserva Legal”; R$70.294.806,60 para a conta “Reserva de Lucros - Estatutária” e R$710.048,55 para pagamento de Dividendos, o qual deverá ser feito até 28.3.2013.”; 3) reeleitos, membros da Diretoria, os senhores: Diretor-Presidente: Luiz Carlos Trabuco Cappi, brasileiro, casado, bancário, RG 5.284.352-X/SSP-SP, CPF 250.319.028/68; Diretores: Julio de Siqueira Carvalho de Araujo , brasileiro, casado, bancário, RG 55.567.472-1/SSP-SP, CPF 425.327.017/49; Domingos Figueiredo de Abreu, brasileiro, casado, bancário, RG 6.438.883-9/SSP-SP, CPF 942.909.898/ 53; José Alcides Munhoz , brasileiro, casado, bancário, RG 50.172.182-4/SSP-SP, CPF 064.350.330/72; Aurélio Conrado Boni , brasileiro, casado, bancário, RG 4.661.428-X/SSP-SP, CPF 191.617.008/00; Sérgio Alexandre Figueiredo Clemente, brasileiro, casado, bancário, RG 55.799.633-8/SSP-SP, CPF 373.766.326/20; e Marco Antonio Rossi, brasileiro, casado, bancário, RG 12.529.752-X/SSP-SP, CPF 015.309.538/55, todos com domicílio na Cidade de Deus, Vila Yara, Osasco, SP, CEP 06029-900. Todos terão mandato de 1 (um) ano, estendendo-se até a posse dos Diretores que serão eleitos na Assembleia Geral Ordinária que se realizar no ano de 2014. Os Diretores reeleitos, declararam, sob as penas da lei, que não estão impedidos de exercer a administração de sociedade mercantil em virtude de condenação criminal; 4) fixado o montante global anual para remuneração dos Administradores, no valor de até R$90.000,00, a ser distribuída em reunião da Diretoria, conforme determina a letra “g” do Artigo 9o do Estatuto Social. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, o senhor Presidente esclareceu que, para as deliberações tomadas, o Conselho Fiscal da Companhia não foi ouvido por não se encontrar instalado no período, e encerrou os trabalhos, lavrando-se a presente Ata, que lida e achada conforme, foi aprovada por todos os presentes que a subscrevem. aa) Presidente: Domingos Figueiredo de Abreu; Secretário: Ismael Ferraz; Administrador: José Alcides Munhoz; Acionistas: Bradesplan Participações Ltda. e Tibre Holdings Ltda., por seus Diretores José Alcides Munhoz e Aurélio Conrado Boni; Auditor: Zenko Nakassato. Declaração: Declaro para os devidos fins que a presente é cópia fiel da Ata lavrada no livro próprio e que são autênticas, no mesmo livro, as assinaturas nele apostas. a) Ismael Ferraz - Secretário. Certidão - Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia - Junta Comercial do Estado de São Paulo - Certifico o registro sob número 263.613/13-6, em 16.7.2013. a) Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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quinta-feira, 8 de agosto de 2013
O ciclo do tempo O designer holandês Kiki van Eijk criou uma série de 14 relógios utilizando diferentes fios metálicos e acabamentos. A série One More Time você conhece no site do artista. www.kikiworld.nl
R ELIGIÃO
Mais uma santa brasileira
Z Paisagem na lâmpada David Graas cria em impressoras 3D lâmpadas de LED com paisagens de grandes cidades.
ilda Arns Neumann, pediatra, médica sanitarista e fundadora da Pastoral da Criança e da Pastoral da Pessoa Idosa, poderá se tornar santa. O anúncio foi feito ontem pelo arcebispo da Paraíba, d. Aldo di Cillo Pagotto, presidente do Conselho Diretor da Pastoral da Criança. Segundo ele, o processo de beatificação e canonização só pode ser iniciado em 2015, quando se completam cinco anos da
C RIATIVIDADE
Nilton Fukuda/Estadão Conteúdo
morte de Zilda. Ela morreu no terremoto que atingiu o Haiti em 2010. O primeiro passo será pedir que a Congregação dos Santos, do Vaticano, autorize a abertura do processo. Com a autorização, será iniciada a investigação e o registro de milagres eventualmente realizados por ela. Para o arcebispo da Paraíba, o que importa é "o gesto de valorização e reconhecimento de todas as virtudes da médica, além do legado deixado para as
pastorais". Ele lembrou ainda que Zilda Arns já concorreu ao Nobel da Paz, o que é um reconhecimento de suas ações.
J. L. Pino/EFE
Logotipos de porcelana Li Lihong usa logotipos de marcas famostas e a técnica da porcelana chinesa para criar esculturas disparatadas.
http://bit.ly/15NNEAf
A RQUEOLOGIA
http://bit.ly/196OKZT
Os primeiros habitantes da América Os cientistas mexicanos e espanhóis que pesquisam 30 ossadas humanas encontradas em uma caverna de Tamaulipas, no México, acreditam que elas podem pertencer aos primeiros habitantes da América. Segundo comunicado do Instituto de Antropologia e História (INAH) do país, a análise preliminar de DNA aponta que as ossadas pertenceriam a "grupos de 10 mil e 12 mil anos antes de Cristo". Novos
N OVA YORK
Reuters
Tubarão no metrô? Na madrugada de ontem, passageiros do metrô de Nova York foram surpreendidos ao encontrar um pequeno tubarão morto em um dos vagões. O condutor da composição isolou o vagão e o tubarão foi retirado na última estação, no Queens. O fato coincide com a "Semana do Tubarão" do Discovery Channel dos EUA e há quem suspeite de estratégia de marketing.
testes serão feitos e, se a hipótese for comprovada, o grupo pode ser associado ao que cruzou o Estreito de Bering rumo às Américas.
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Reciclando CDs
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Código de desenhos
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Papel e restos de CDs quebrados podem virar um corpete retrô e bem vistoso. Este é da popRenaissance.
FILME AO VIVO - Um cinema de Madri organizou ontem uma atração inédita: o trailer ao vivo. Para promover a exibição de Zorro, os idealizadores levaram à sala de cinema um cavalo e um cavaleiro vestido de preto.
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N ATAÇÃO Paulo Whitaker/Reuters
O premiado artista inglês Steve Simpson trabalha há mais de 30 anos com design de embalagens e ilustrações de livros infantis. Dessas duas atividades surgiu a ideia de tornar os códigos de barra mais divertidos. A proposta foi criar barras que fossem complementadas por imagens, tornando as embalagens de diversos produtos menos óbvias. Em seu site, Simpson dá dicas de como ilustrar códigos de barra. http://bit.ly/14gHIOU
Duplo ouro Cesar Cielo, 26, exibiu ontem, em São Paulo, as duas medalhas de ouro (50m borboleta e 50m livre) conquistadas no Campeonato Mundial, em Barcelona. O atleta se tornou, no último dia 3, o primeiro tricampeão mundial da história dos 50m livre e o homem mais rápido na era pós-trajes tecnológicos, ao bater a mão do outro lado da piscina em 21s32.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
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15 DÓLAR EM ALTA O dólar subiu e fechou ontem no patamar de R$ 2,31 pela primeira vez em mais de quatro anos. Já o Ibovespa fechou estável. O índice teve variação positiva de 0,05%, a 47.446 pontos.
conomia
CONTRA-ATAQUE AOS BOLETOS FALSOS
Cartas com cobranças indevidas, de remetentes piratas, podem estar com os dias contados. O Banco Central passou a exigir das instituições financeiras medidas que devem proteger o empresário. Sílvia Pimentel
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s bancos estão obrigados a diferenciar o boleto de cobrança, cujo pagamento é obrigatório, daquele conhecido como de proposta, sem vinculação comercial. A medida entrou em vigor no dia 28 de junho deste ano e tem por objetivo dar transparência e segurança às pessoas físicas e jurídicas. Trata-se de um contra-ataque que deve coibir a ação de supostas entidades com o chamado "golpe do boleto". O truque é antigo e se aproveita da falta de atenção dos empresários. A fraude consiste no envio indiscriminado de boletos de cobrança principalmente para empresários de primeira viagem, aqueles que acabaram de obter o CNPJ. A "cobrança" é feita geralmente por sindicatos ou entidades que usam nomes semelhantes aos de associações sérias justamente para confundir o empresário. Não sem razão, pela quantidade de reclamações que há anos são registradas nos sindicatos de contabilistas e em associações de comércio, é – para não falar em caça-níqueis – uma taxa níquel rentável, mas que pode estar com os dias contados. De acordo com os bancos, as novas regras já estão sendo cumpridas. Os boletos de proposta devem, agora, informar que o pagamento é facultativo, não acarretará protestos, cobranças judiciais ou a inclusão do nome da pessoa ou empresa em cadastros de restrição ao crédito. Essas informações devem aparecer no documento no campo ao lado do valor. De acordo ainda com a Circular do Banco Central nº 3656, os documentos devem ser emitidos com a autorização prévia do destinatário. Recentemente, as novas regras foram debatidas em eventos promovidos pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), que preparou material com explicações detalhadas para as instituições financeiras. Embora seja uma medida importante, a atenção do empresário ainda é a principal arma para evitar pagamentos não autorizados. O alerta é da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), que vai enviar um comunicado para todas as suas associações, reforçando a necessidade de cumprimento da circular do BC. Reclamações – Para o presidente da Facesp e da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Rogério Amato, a norma começará a ser seguida se houver reclamações de empresários e consumidores contra os boletos incorretos ou falsos. "Como existe essa circular obrigando as instituições a diferenciarem os boletos, nada impede que as reclamações comecem a aparecer se o destinatário da cobrança tomar conhecimento das regras e registrar uma queixa", afirma Rogério Amato. No site Reclame Aqui, um canal importante para o registro de reclamações de consumidores, é grande o número de queixas contra entidades acostumadas a enviar boletos
de cobrança. Em julho, quase um mês depois de as novas regras do Banco Central entrarem em vigor, chama a atenção a quantidade de reclamações. A Associação Comercial Empresarial do Brasil (ACEB) é um dos alvos dos empresários assediados por cobranças. Há registro até de uma dona de casa, de Santa Catarina, pedindo o cancelamento dos boletos. "Olha eu nem tenho empresa. Sou dona de casa e recebi dois boletos cobrando R$ 299,80 como contribuição associativa. Quero a exclusão do meu nome nisso, pois acho um desaforo". Até os Microempreendedores Individuais (MEIs) são surpreendidos por boletos com valores próximos a R$ 300, bem acima dos cerca de R$ 50 que obrigatoriamente devem recolher por mês como empreendedores. "Mal comecei a contribuir como MEI começaram a chegar boletos. Vai com calma aí. Não conheço nenhuma associação e não vou pagar nada. Parem de enviar cobranças", reclama um microempreendedor do município de Porto Murtinho, no Mato Grosso do Sul. Inocência – A ACEB se cadastrou no Reclame Aqui em outubro de 2010 e tem uma reputação considerada ruim pelo site, uma classificação que leva em conta variáveis como índice de resposta, média das avaliações, índice de soluções. Das 704 reclamações registradas desde o seu cadastro, 518 foram atendidas. Numa das queixas, registrada no dia 11 de abril, um empresário de Jundiaí afirma ter pago o boleto por "inocência" e pediu o dinheiro de volta. Ele diz na reclamação que a empresa prometeu ressarcí-lo no início de setembro. "Eu quero e preciso urgente do meu dinheiro de volta. Se fossem 20 dias, eu até aguardaria. Mas um prazo superior há dois meses é fora do normal. Já entrei em contato com um advogado, pois isso é estelionato". As queixas continuaram a ser registradas no mês de agosto. No último dia 2, por exemplo, um empresário do Distrito Federal reclamou da atuação dos bancos. O desabafo: "Acabo de receber uma
cobrança de R$ 277,50 por uma suposta Associação Comercial Empresarial do Brasil. Eles descrevem inclusive leis que obrigam ao pagamento e não informam que é facultativo. Pior, a cobrança vem em um boleto do Banco do Brasil. Acho incrível um banco estatal executar um serviço destes." O economista da ACSP, Marcel Solimeo, atribui a quantidade de reclamações no mês de julho a uma estratégia de prevenção das entidades oportunistas. "Sabendo que as novas regras do Banco Central valeriam a partir do final de junho, possivelmente enviaram um caminhão de boletos", acredita. Na opinião do economista, a diferenciação do boleto deve ser amplamente divulgada para os empresários e pessoas físicas, que devem se cercar de cuidados e começar a perceber se de fato estão impressos nos boletos alertas como "não protestável" e pagamento não obrigatório. "No futuro, mais pressionados, os bancos deverão ser
Nada impede que as reclamações comecem a aparecer se o destinatário da cobrança tomar conhecimento das novas regras. ROGÉRIO AMATO, PRESIDENTE DA ACSP E DA FACESP
mais rigorosos com essas entidades", afirma. Campanha – O Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis no Estado de São Paulo (Sescon-SP) promove há décadas campanhas de alerta. De modo geral, os contadores são os primeiros a tomar conhecimento do golpe quando são acionados pelos seus clientes. "Há muito tempo esses boletos incomodam os empresários, principalmente
os pequenos que não possuem um departamento específico para analisar se a cobrança procede", explica o vice-presidente do sindicato, Wilson Gimenez Júnior. De acordo com ele, os valores cobrados variam de R$ 150 a R$ 900. Na sua opinião, se as novas regras da autoridade bancária forem seguidas, a prática de enviar boletos e apostar no pagamento deverá ficar muito mais restrita.
Justiça – Há mais de 20 anos a ACSP promove campanhas de alerta a seus associados sobre o golpe do boleto. Neste sentido, travou longa batalha judicial, da qual saiu vencedora, contra suposta entidade registrada como Associação Comercial do Estado de São Paulo (Acesp). Em 2008, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) decidiu pelo uso exclusivo do nome pela verdadeira e centenária ACSP. Sem contar com o Procon pelo fato de não tratar-se de uma relação de consumo, muitos empresários acabam se defendendo sozinhos. É o caso de dois microempreendedores individuais do interior de São Paulo que pagaram boletos no valor de R$ 300, emitidos pela Associação de Autônomos, Comércio e Indústria do Estado de São Paulo (AACIESP). Ousados, eles criaram na internet uma página com o nome da própria entidade. Na home de abertura, uma surpresa: "AACIESP - Emitindo boletos sem você requisitar."
Campanhas de alerta estão a todo vapor
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ssociações comerciais e até órgãos públicos estão alertando empresários sobre as cobranças indevidas por meio de boletos falsos. A Associação Comercial e Industrial de Americana (ACIA) é uma das entidades que notou que estão sendo enviados boletos de cobranças indevidas a seus
filiados. "Alertamos nossos associados para que verifiquem o nome do credor que consta no boleto e não façam o pagamento, caso não seja de procedência condizente", afirma o presidente da entidade, Dimas Zulian. A ACIA ressalta que existem diversos abusos desta natureza em circulação, tanto por correspondência
quanto por e-mail. Golpe – Em São José dos Campos, no interior do Estado de São Paulo, integrantes da Associação Comercial e Industrial do município têm recebido boletos de cobrança para uma entidade inexistente. "Isso é mais um golpe na praça, que conta com a inércia investigativa policial. Se houvesse vontade
política de rastrear esses emissores, essa quadrilha já teria sido desmantelada", desabafa o presidente da associação industrial, Felipe Cury. Prefeitura – A prefeitura de Sorocaba alerta empresários, especialmente Microempreendedores Individuais (MEIs), que recebem boletos de associações cobrando taxa
de associado. "É preciso ficar atento porque essa cobrança é ilegal e como tal não deve ser paga", frisa a Prefeitura, em nota. Segundo o órgão, o envio dos boletos se tornou uma prática comum porque os dados cadastrais são obtidos no Diário Oficial do Estado, que publica a relação de empresas abertas. (SP)
16 -.ECONOMIA
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
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17 A cesta básica mostrou queda em todas as 18 capitais pesquisadas Presidente Dilma Rousseff
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Inflação abaixo do teto da meta O IPCA acumulado nos 12 meses até julho vai a 6,27% e volta a ficar abaixo do da meta do governo, de 4,5% com tolerância de dois pontos.
A
inflação ao consumidor brasileiro fechou julho em 0,03%, favorecida pela queda dos preços de Transportes e Alimentos. Com essa marca, o indicador acumula 3,18% de janeiro a julho e 6,27% nos últimos 12 meses, ou seja, volta a ficar abaixo do teto da meta do governo, de 4,5% com tolerância de 2 pontos percentuais. Nos 12 meses até junho, o IPCA somou 6,70%. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou ontem o índice, informa que a taxa de 0,03% de julho é a menor medida pelo IPCA desde julho de 2010, quando houve avanço de 0,01%. Para a economista Eulina Nunes dos Santos, responsável pelo indicador no IBGE, no mês de julho "a inflação foi mais benéfica com as pessoas de menor renda, em que transportes e alimentos têm muito mais peso". De fato, os dois grupos influenciaram fortemente o resultado. O primeiro, com peso de 24,65%, e o segundo, com peso de 19,15%, somam 43,80% do índice e foram responsáveis por -0,21 ponto do IPCA em julho. Transportes registrou queda de 0,66% no mês passado, a mais intensa no grupo desde junho de 2012 (-1,18 por cento). Esse recuo foi resultado da revogação do aumento das tarifas do transporte público em várias capitais, em função dos protestos
que começaram em junho. Já o grupo Alimentação e Bebidas caiu 0,33% em julho, na primeira deflação de alimentos desde o registro de –0,34% de julho de 2011. Os alimentos, no entanto, c o n t i n u a m g anhando a corrida dos preços, pois no acumulado do ano subiram 5,67% ante os 3,18% do IPCA do mesmo período do ano passado. Tomate amigo – O tomate, demonizado pelas donas de casa no primeiro quadrimestre, agora é item amigável com o consumidor: em julho seu preço foi o que mais caiu (–27,5%) na lista dos 20 generos pesquisados pelo IBGE. Quando se faz a conta dos primeiros sete meses do ano, contudo, sua alta soma 4,62%, portanto ainda acima dos 3,18% do indicador geral. Segundo a consultoria LCA, os efeitos que favoreceram as quedas em transportes e alimentos perderão força neste mês de agosto, para o qual estima alta do IPCA de 0,32%. "Sobretudo por projetarmos que o grupo Alimentação e bebidas trará relevantes pressões de panificados, derivados de trigo e carnes", detalha a LCA em nota. "Além disso, os
efeitos das revogações das tarifas de transporte público sairão de cena ao longo de agosto". De outro lado, a fraqueza da economia deve ajudar a manter a inflação sob controle e abaixo do teto da meta. Já há avaliações, tanto dentro da equipe econômica quanto no Palácio do Planalto, de que a atividade pode perder força no terceiro trimestre. Mas é preciso observar também os efeitos do dólar sobre
os preços domésticos. Segundo o IBGE, o IPCA de julho apresentou os primeiros sinais do impacto da alta da moeda americana, destacadamente em itens como farinha de trigo, pão francês e excursões. "Numa situação em que vários produtos estão em queda, fica mais difícil evidenciar o efeito do dólar. Ele está presente, mas não dá para ver claramente ou que se transformou em um vilão", diz Eulina, do IBGE. (Reuters)
Dida Sampaio/Estadão Conteúdo
A inflação crescerá um pouquinho no final do ano, porque é normal. Mas continuará sob controle. GUIDO MANTEGA
Só Serviços podem encarecer Dia dos Pais
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s preços de grande parte dos artigos que costumam ser presenteados no Dia dos Pais aumentaram em nível inferior à inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Getúlio Vargas (IPC/FGV), de acordo com estudo do economista da FGV/IBRE, André Braz. No acumulado de agosto de 2012 a julho de 2013, o índice subiu 5,86%, enquanto itens como relógios (+0,62%), vinhos (+0,47%), perfumes (+4,63%), cintos (+5,02%), calçados masculinas (+3,44%) e roupas masculinas (+4,59%) subiram mens. Porém, se o presente for um jantar ou uma ida ao cinema, o quadro é outro. Os serviços tiveram aumento
de preços superiores à inflação. A maior alta foi no preço do show musical, de 12,6%. Por isso, variação média quando se somam produtos e serviços mais procurados para comemorar a data é de 7,12% no mesmo período de cálculo do IPC. Em 2012, a variação média dos itens pesquisados – não necessariamente os mesmos analisado s e ste ano –, fo i de 4,79%, abaixo da inflação da época, 5,65%. Braz aconselha o consumidor a ficar atento, pois nem sempre o produto cujo preço caiu mais é a escolha certa. "Bom presente é aquele que cabe no orçamento sem gerar dívidas para o futuro", diz ele. "Procure comprar à vista, evite parcelamentos, busque pelo menor preço e abuse da criatividade". (Folhapress)
Também para o Dieese, preços baixaram.
Mantega alerta que haverá alta, mas isso "é normal".
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notícia do recuo na taxa do IPCA em julho naturalmente foi muito bem recebida no primeiro escalão do governo. Tanto a presidente Dilma Rousseff quanto o ministro da Fazenda, Guido Mantega, frisaram que o dado comprova que o governo mantém os preços sob controle. "A inflação vem sistematicamente caindo", disse a presidente, em Varginha, onde cumpria agenda oficial. "A cesta básica mostrou queda em todas as 18 capitais pesquisadas", disse, depois de queixar-se do "estardalhaço" das afirmações de que o governo tinha "perdido o controle", o que teria gerado alta dos preços. Mantega, em Brasília, teve reação idêntica. "Isso mostra que a inflação sempre esteve sob controle. É bom porque aumenta o poder aquisitivo da população", afirmou. Acrescentou que a variação de pre-
ços no Brasil está em seu patamar normal, pois é comum ser baixa nessa época do ano. A queda nos preços, prosseguiu, provocará recomposição dos gastos no terceiro trimestre com o aumento do consumo varejista. O ministro admite, contudo, que a inflação voltará a subir nos próximo meses, o que também é típico do período. "Estou antecipando aqui antes que alguém diga: 'ah, a inflação vai voltar'. Claro, a inflação tem uma sazonalidade e está tendo um comportamento normal agora no país". Segundo ele, já se percebe um aumento do consumo nos supermercados. "Isso é reflexo direto da queda da inflação, mas isso não quer dizer que ela vá ficar zero. Crescerá um pouquinho no final do ano, porque é normal. Todo ano acontece. Tem dissídios [salariais], reajustes, e tudo mais. Mas continuará totalmente
sob controle e não vai atrapalhar a economia brasileira". Questionado sobre se o IPCA deste ano será menor que o do ano passado (5,84%), o ministro foi lacônico: "Não sei, provavelmente sim". Mas preferiu não fazer nenhuma projeção. "Não sei precisar o número", disse. A promessa do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, expressa em declarações recentes, é de que será menor. Perguntado sobre as expectativas do mercado, o ministro disse que os analistas terão de rever as projeções para baixo. Crescimento – Em relação ao desempenho da economia, o ministro disse que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre será superior ao do primeiro. Segundo Mantega, a atividade econômica foi bem no segundo trimestre, puxada pela indústria e agricultura. "Não sabemos o crescimento de
serviços, mas a expansão do PIB do segundo trimestre será superior. A economia está em trajetória de crescimento. O emprego está indo bem. Nós estamos criando novos postos de trabalho, e as empresas estão tendo um lucro um pouco maior no segundo trimestre", disse, citando os dados de arrecadação do Imposto de Renda. Em Varginha, a presidente Dilma Rousseff também disse que dados de junho mostram recuperação do PIB e melhora no cenário econômico. Ela destacou também a criação de "826 mil vagas com carteira assinada" no primeiro semestre de 2013. Mantega ressaltou, porém, que a expectativa de mudança nas política de estímulo econômico pelo Fed, o banco central americano, causa volatilidade. Segundo ele, isso está retardando um pouco a retomada mais forte do crescimento brasileiro. (Agências)
O Índice de Custo de Vida (ICV ), dos paulistanos, medido pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) ficou em linha com o resultado do IPCA. Os dados, também divulgados ontem, mostram que os preços desaceleraram 0,25 ponto percentual em relação ao mês anterior, ficando em 0,09%. É a menor alta desde junho de 2011, quando o ICV caiu 0,34%. Alimentação caiu 0,37% e Transportes, -1,48%. O grupo da Alimentação teve variação negativa de 0,37% em julho. Os produtos in natura e semielaborados recuaram 1,15%, enquanto os subgrupos da "indústria alimentícia" e da "alimentação fora do domicílio" subiram 0,29% e 0,22%, respectivamente. Os preços dos legumes caíram 12,38% – a maior queda foi a do tomate (-24,29%). O setor de transporte registrou taxa de –1,48%, tanto pela retirada dos reajustes aplicados em junho nas tarifas do transporte coletivo (–3,94%), quanto pela queda no preço dos combustíveis. Do lado das altas, a maior foi sentida no grupo da Saúde: 2,73% em julho sobre junho. A assistência médica cresceu 3,36%. Já o grupo Habitação e aumentou 0,14%: 0,28% para locação, impostos e condomínio; 0,67% para conservação do domicílio e queda de 0,09% em operação do domicílio. (Folhapress)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Entre os países em crescimento, o Brasil é o menos competitivo em custos do querosene de aviação. Tony Tyler, Diretor Geral da IATA
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Passageiro Vip
Aviões: o querosene mais caro do mundo. P
plausível imaginar que a oneração do preço médio do litro no país (R$2,25) em relação a Houston (R$1,76, tabela PLATTS) é provocada pela importação do produto. Mas não é o que acontece. Quase 75% dos mais de 7 bilhões de litros de querosene de aviação consumidos aqui são produzidos pela Petrobras. Sequer dá para acusar o transporte interno, pois 80% do combustível utilizado nos aeroportos de São Paulo, onde se concentra a maior parte tráfego aéreo, vem de São José dos Campos, a 100 quilômetros. Duas notícias recentes demonstram as consequências dessa política danosa. A pri-
meira é que depois de dez anos houve inversão nas tendências, e de acordo com estudo do jornal O Estado de S. Paulo, no primeiro trimestre de 2012 o número de passageiros que voltou a tomar ônibus de longa distância aumentou 2,58% em relação a 2012. Trazendo prejuízo à conquista social, os voos domésticos caíram 0,20%. A situação tende a piorar. Já a segunda notícia é a redução pelas aéreas dos assentos disponíveis, para contornar o custo do combustível. Com menos aviões no ar, pode até parecer que a taxa de ocupação melhorou, mas todos perderam. Além das de-
missões na indústria, que já começaram, o consumidor viu suas opções encolherem. E, diante da menor oferta, os preços das passagens sobe. Diante disso, a coluna fez cinco perguntas à Petrobras: por que o preço do querosene de aviação no país é mais caro; como é composto; se este valor subsidia a gasolina e o óleo diesel; qual a produção nacional e importada; o que impede o país de produzir 100% do produto. A resposta da empresa, depois de insistentes contatos, foi lacônica e imprecisa: "Os preços de QAV praticados pela Petrobras têm sua formação baseada em parâmetros de mercado internacional". Má comunicação à parte, pelo visto a empresa controlada pelo governo ainda considera avião coisa de elite. "É preciso rever essa política discriminatória de preços, porque hoje a aviação se tornou transporte de massa", conclui Adalberto Febeliano, consultor técnico da ABEAR, associação das empresas aéreas brasileiras. Há mais a comentar, como a questão do ICMS. Mas fica para outra coluna.
Divulgação
Foto Agliberto Lima/DC
olítica de preços equivocada ou ausência de transparência da Petrobras. Qualquer que seja a resposta, o fato é que a compra do querosene de aviação no Brasil pelas companhias aéreas gera um custo adicional de 28% em relação aos valores do mesmo combustível no mercado internacional. Não é pouco. Só em 2012 essa diferença representou mais de US$ 1 bilhão em gastos desnecessários, mas refletidos no preço das passagens. "Entre os países em crescimento, o Brasil é o menos competitivo em custos do querosene de aviação", afirma Tony Tyler, Diretor Geral da IATA (International Air Transport Association). Ele revela que o combustível no Brasil representa 43% do custo das companhias aéreas, contra uma média internacional de 33%. O executivo conclui: "Infelizmente, muitas vezes a política de preços dos governos atrapalha. No caso brasileiro, a paridade dos preços associados aos custos de importação resulta em imensa distorção do mercado". Tyler dá um tiro no que viu e acerta o que não viu. Até seria
Gabriela Otto
N
ascida em Porto Alegre, de onde saiu aos 25 anos, Gabriela é formada em Comunicação e tem pósgraduação em Vendas e Marketing. Começou uma carreira de 20 anos na hotelaria na Rede Plaza, onde foi Relações Públicas. Seguiram-se o Caesar Park, InterContinental e Sofitel, neste último ocupando a diretoria regional de vendas para América Latina. Desde 2006, ela dá aulas em diversas instituições de ensino ligadas a turismo e hotelaria. Também escreve para publicações do trade. Já morou no Rio,
São Paulo e Sidney (Austrália). Em 2008, Gabriela decidiu abrir sua consultoria, a GO Associados, especializada em gestão de marketing, hospitalidade, e mercado de luxo. "Com mais oportunidade de ganho e qualidade de vida, não foi difícil optar em ter a minha própria empresa", comenta. Para ela, a competitividade de hoje é global, e por isso é preciso profissionalizar o setor ao máximo. A sua meta em uma linha: "Quero conectar ainda mais o conceito da hospitalidade e brasilidade com o mercado de luxo".
Contatos com o autor pelo e-mail: fabio@steinberg.com.br
Foto Michael Nelson/EFE
Bezos pagou mais do que o Washington Post valia? Preço contábil seria de US$ 60 milhões. Mas jornal saiu por US$ 250 milhões.
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empresário Jeff Bezos acabou de mostrar o quão valiosos podem ser os jornais de prestígio nos Estados Unidos. O multimilionário fundador da varejista online Amazon.com pode ter pago mais de quatro vezes o preço que os resultados financeiros do Washington Post sugerem que ele vale. No negócio anunciado na
segunda-feira, Bezos concordou em comprar o Post e um punhado de outros ativos de jornal do Washington Post Co por 250 milhões de dólares. Levando em conta a avaliação feita em negociações de outros jornais e companhias de mídia de capital aberto, o valor do Post teria ficado perto de 60 milhões de dólares. Os jornais norte-americanos têm sido avaliados em 3,5
a 4,5 vezes o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda), de acordo com Reed Phillips, sócio do banco de investimentos em mídia DeSilva e Phillips. O analista da Morningstar Liang Feng estimou que a divisão de jornal do Washington Post tenha apresentado um Ebitda de 15 milhões de dólares em 2012, não incluindo encargos com pensões.
Jeff Bezos teria pago US$ 190 milhões a mais pelo prestígio do nome
O presidente-executivo do Washington Post, Donald Graham, afirmou que o negócio havia sido rentável no ano pas-
sado, mas se recusou a dar números. Com base nas estimativas, Bezos pagou 17 vezes o Ebitda de 2012. As ações da Washington Post Co subiram mais de 4% na terça-feira. Um prêmio tão grande, pago essencialmente por ativos intangíveis como a marca da publicação, pode significar que os futuros vendedores de jornais irão aumentar suas expectativas de preço. Outros jornais importantes que estão na mira de potenciais compradores incluem o Los Angeles Times e o Chicago Tribune. "A realidade para jornais como o Washington Post é que é
impossível usar métricas financeiras tradicionais", disse o sócio do The Boston Consulting Group Paul Zwillenberg. "São ativos cujo valor está nos olhos de quem vê." O acordo pode ser uma boa notícia em meio a tantas ruins para a indústria de jornais, que enfrenta queda nas receitas de anúncios e no número de assinantes, com cada vez mais pessoas acessando notícias na Internet e em dispositivos móveis. Nos últimos cinco anos, a receita de publicidade, que ainda é a principal fonte de receita para a maioria dos jornais, caiu pela metade, para US$ 22,3 bilhões. (Reuters)
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19 A Cielo encerrou o segundo trimestre do ano com lucro líquido de R$ 623,3 milhões, 13,6% superior ao de igual período do ano passado.
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Foto Leandro Moraes/LUZ
Cartões: um crédito para o segundo semestre. Entre as apostas da Cielo, líder do setor, o pagamento pelo celular e o crediário eletrônico nos terminais. Rejane Tamoto
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s operações com cartões de crédito e débito devem continuar crescendo e a expectativa é que o segundo semestre seja melhor do que o primeiro. A afirmação é de Rômulo de Melo Dias, presidente da Cielo, credenciadora que detém 54,2% do mercado, segundo dados do primeiro trimestre do ano – o restante do mercado é ocupado pelas concorrentes Redecard e Getnet. Durante a exposição dos resultados do segundo trimestre, o presidente da Cielo falou sobre as mudanças esperadas pelo setor, como a regulamentação do pagamento pelo celular, de cartões pré-pagos e a padronização do crediário eletrônico nos terminais. A Cielo encerrou o segundo trimestre com lucro líquido de R$ 623,3 milhões, 13,6% superior ao do mesmo período do ano passado, mas 2,7% menor em relação aos primeiros três meses deste ano. "O segundo semestre deverá ser um pouco melhor, com cresci-
mento de 15% a 18%", afirma Mesmo com volume menor, Dias. A receita operacional foi o cartão de débito é o que teve de R$ 1,6 bilhão no segundo maior crescimento no número trimestre, 28,9% maior que de transações, de 13,3% no em igual período de 2012. segundo trimestre sobre igual O número de máquinas POS intervalo de 2012, enquanto o (do inglês Point of Sale) em es- aumento nas operações de tabelecimentoss foi de 1,7 mi- cartões de crédito foi menor, lhão no segundo trimestre, de 8,4%. "Uma hipótese não 8,4% maior testada é que no mesque, com o mo período e n d i v i d ade 2012. De mento maior, Em alguns meses um trimestre o consumidor observamos maior a outro, o opta por utilicrescimento do cre scime nto zar o meio de crédito e em foi de 2,5%. pagamento O volume de acordo outros, do débito. financeiro com seus liMas o share é que m o v i me n t amites. Por isimporta. do no segunso, em alguns RÔMULO DE MELO DIAS, do trimesmeses obserPRESIDENTE DA CIELO tre foi de vamos maior R$ 104,7 bic r e s c im e n t o lhões, 14,1% superior sobre do crédito e em outros, do déigual período de 2012, e 5,9% bito. Mas o share é o que immaior sobre o primeiro tri- porta", afirma Dias. mestre deste ano. A modaliEle também lembrou que a d a d e q u e r e s p o n d e u p e l a regulamentação dos meios de maior parte do volume foi o pagamento pelo Banco Censegmento de cartões de cré- tral (BC) é apoiada pela emdito, com movimentação de presa, incluindo pagamento R$ 65,7 bilhões, enquanto a por celular (mobile payment) função débito respondeu por e a utilização de cartões préR$ 39 bilhões. pagos. No caso do pré-pago, a
Cielo presta serviço de credenciamento e de pagamento para os emissores, mas ainda não vê o segmento com uma movimentação relevante. "Estamos preparados para apoiar todas as iniciativas. O mobile payment estará em funcionamento quando o celular capturar transações para os lojistas e funcionar como cartão para o consumidor. Estamos há mais tempo desenvolvendo projetos, mas existe uma curva de aprendizado pela qual todos os países que já utilizam esse meio de pagamento passaram", afirma. Outra novidade para o começo do ano que vem é a padronização do crediário eletrônico, uma forma de pagamento no qual o banco oferece para o consumidor um parcelado com juros e prazo maior de pagamento. "Hoje já oferecemos essa opção nas máquinas, com pagamento em 48 meses pelo Banco do Brasil e Bradesco. É uma linha de crédito pré-aprovada pelo banco para o cliente. Para o lojista é bom, porque ele recebe o valor em um dia útil", afirma. De acordo com Dias, a padroniza-
Terminal da Cielo: em breve, pagamento parcelado com prazo maior. ção do crediário nas máquinas POS – em elaboração pela Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) e prevista para o primeiro semestre do
ano que vem – deve ajudar a disseminar essa forma de pagamento, que hoje representa pequena parcela do total de operações, em número não revelado pela empresa.
Divulgação
Governo quer atrair alemães e espanhóis para o trem-bala
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Projeto prevê fabricação de um novo produto, que poderá ser um utilitário esportivo, do tipo Ecosport.
Honda anuncia nova fábrica com investimento de R$ 1 bi Montadora japonesa vai abrir segunda unidade no Brasil para dobrar a produção
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caminho de fechar o segundo ano com uma produção acima da capacidade máxima prevista em sua fábrica no País, a Honda anunciou um investimento de R$ 1 bilhão para uma segunda unidade brasileira. A nova fábrica será instalada em Itirapina, em São Paulo, e dobrará a capacidade de produção da marca para 240 mil veículos, que serão distribuídos entre as novas versões dos três
modelos atuais (Civic, Fit e City) e um novo produto, que poderá ser um utilitário esportivo, do tipo do Ecosport, da Ford. A ideia é atingir em cinco anos 1 milhão de unidades, mesmo volume que a marca demorou 15 anos para alcançar com a fábrica de Sumaré. Para isso, a empresa pretende aprimorar as adaptações dos modelos para o mercado brasileiro e já considera o desenvolvimento de um
carro nacional no futuro. O presidente da empresa no País, Masashiro Takedagawa, descarta ingressar no mercado de carros populares. Ele admite conservadorismo nas decisões sobre produção no País – a Honda foi uma das últimas a anunciar expansão da capacidade –, mas não acredita em prejuízo no atraso e já vê uma possibilidade de ampliação da nova unidade. (Folhapress)
governo consultará ainda nesta semana representantes dos consórcios da Espanha e da Alemanha para saber se entrarão na disputa do leilão do trem-bala se houver mais prazo para formularem suas propostas, disse uma fonte do governo ontem. Se houver a confirmação da participação dos dois grupos, o leilão será adiado para alguma data até o fim deste ano, afirmou a fonte. O objetivo é garantir competição pelo projeto, já que atualmente apenas um consórcio da França tem confirmação nos bastidores de que apresentará proposta no prazo atual para a entrega dos envelopes, marcado para o próximo dia 16. Os espanhóis, que, juntamente com os franceses, são os que mais vinham demonstrando interesse no projeto há meses, pediram formalmente nesta semana que o governo adie o leilão para que eles tenham mais tempo para analisar alguns aspectos econômicos do edital. Segundo a fonte, os espanhóis também querem mais tempo para conseguir garantias de que, se apresentarem proposta, não serão barrados pelo governo brasileiro devido a uma cláusula do edital que veta a participação de operadores envolvidos em acidentes fatais em linhas de alta ve-
Soja dos EUA versus etanol brasileiro
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presidente da Consultoria Datagro, Plínio Nastari, avalia que as exportações brasileiras de etanol para os Estados Unidos devem continuar consisten-
tes no restante deste segundo semestre. O executivo disse que o nível atual do dólar, entre R$ 2,20 e R$ 2,30, favorece embarques de usinas nacionais, mesmo que a safra de mi-
Foto Nelson Almeida/AFP
Usina de álcool: alta do dólar favorece exportações brasileiras.
lho norte-americana derrube os preços do biocombustível naquele mercado. Até junho, os Estados Unidos importaram 498 milhões de litros de etanol brasileiro de cana, 75% a mais que os 283,9 milhões no primeiro semestre de 2012, aponta a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), que ainda não tem o detalhamento de vendas em julho. O mais recente prognóstico do Renewable Fuel Standard (RFS), programa de combustíveis renováveis dos EUA, divulgado pela Agência de Proteção Ambiental do país (EPA, na sigla em inglês), aposta "que o Brasil fechará 2013 com exportação de 3,1 bilhões de litros", disse Nastari. Existem analistas do setor,
no entanto, que estimam que os embarques brasileiros do biocombustível possam terminar o ano no vermelho frente ao observado em 2012. Isso porque a safra de soja dos EUA, que começa a entrar no mercado a partir de setembro, deve baixar os preços do biodiesel, cuja base de produção é a oleaginosa. Consequentemente, o biocombustível ganharia mais espaço dentro da matriz energética, em detrimento do etanol de cana, por gerar margens mais atrativas para os produtores. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estima produção de 93 milhões de toneladas de soja em 2013/14, 13% superior à anterior. (Estadão Conteúdo)
locidade nos últimos cinco anos. Há cerca de duas semanas, um acidente com mais de 70 mortos em uma linha da estatal espanhola Renfe, uma das potenciais integrantes do consórcio espanhol, levantou dúvidas sobre a participação da Espanha no leilão brasileiro. O ministro dos Transportes, César Borges, porém, já disse publicamente que o acidente não teria ocorrido em uma linha de alta velocidade, o que permitiria a inscrição do consórcio espanhol. Persiste ainda entre os espanhóis, porém, o receio de que uma eventual participação na disputa leve o caso para a Justiça. Já os alemães deram fortes sinais recentes – inclusive com a intermediação do go-
verno do país – de que querem entrar na disputa, mas precisariam de mais prazo. O governo pretende, então, dar a espanhóis e alemães a oportunidade de confirmarem se entram no leilão se tiverem mais tempo. Se a resposta for afirmativa, a tendência é de ser feito um adiamento não muito curto, no máximo até o fim do ano, para assegurar Espanha, Alemanha e França no leilão. Se, porém, nem Alemanha e nem Espanha derem sinais claros de que pretendem se inscrever com o prazo dilatado, não está descartada a possibilidade de se manter o calendário atual, já que pelo menos os franceses têm dado garantias de que conseguem entregar uma proposta na semana que vem. (Reuters)
Divulgação
Alta velocidade: prazos podem ser dilatados para ampliar a disputa.
Recados falados, a novidade do WhatsApp.
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WhatsApp lançou ontem, para seus 300 milhões de usuários ativos, uma atualização para seu aplicativo de mensagens que inclui a função de gravar e enviar áudio. A novidade é valida para todos os sistemas de celular : Android, BlackBerry, iOS, Symbian e Windows Phone. O "update" está disponível nas respectivas lojas virtuais de cada plataforma. O atalho para usar as mensagens fica na própria caixa de texto. Um ícone de microfone deve ser tocado para o início da gravação,
sem limite de duração. O arquivo de áudio recebido pelo interlocutor aparece da mesma maneira que uma mensagem de texto, com um botão de "play". Quando o áudio enviado é reproduzido pelo outro lado da conversa, o autor da gravação poderá verificar isso por meio da cor do ícone do áudio, que fica azul. Não há transmissão simultânea do áudio – ou seja, o aplicativo segue não servindo como substituto para chamadas telefônicas ou serviços para voz sobre IP, como o Skype.(Folhapress)
20 -.ECONOMIA/LEGAIS
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
DIà RIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
e
ECONOMIA/LEGAIS - 21 A maior produtora de minÊrio de ferro do mundo vendeu um menor volume do seu principal produto a um preço mÊdio inferior.
conomia
Vale tem produção e lucro menores Companhia registra lucro lĂquido de R$ 832 milhĂľes no segundo trimestre deste ano e produção de 73,22 milhĂľes de toneladas de minĂŠrio de ferro no perĂodo.
A
mineradora Vale apresentou lucro lĂquido de R$ 832 milhĂľes no segundo trimestre deste ano, ante lucro de R$ 5,32 bilhĂľes em igual perĂodo de 2012, em meio a perdas contĂĄbeis bilionĂĄrias, num momento de valorização do dĂłlar frente ao real, informou a companhia. A queda no
lucro Ê de 84,36%. A Vale divulgou perdas cambiais e monetåria de R$ 4,172 bilhþes e de R$ 1,707 bilhþes com swaps de moedas no segundo trimestre. "Com a inclusão das mudanças contåbeis, que não afetam nosso resultado financeiro real, mas devem ser aplicadas de acordo com regras gerais de contabilidade
do IFRS, nosso lucro lĂquido foi de R$ 832 milhĂľes no segundo trimestre", disse a Vale. O resultado financeiro lĂquido foi negativo em R$ 7 bilhĂľes no segundo trimestre. "A forte apreciação do dĂłlar americano em relação ao real foi a principal razĂŁo do impacto negativo nas variaçþes monetĂĄrias e cambiais", explicou em nota.
Toneladas – A maior produtora de minĂŠrio de ferro do mundo vendeu no perĂodo um menor volume do seu principal produto a um preço mĂŠdio menor que o registrado em igual ĂŠpoca de 2012. As vendas de minĂŠrio de ferro somaram 61,921 milhĂľes de toneladas no segundo trimestre do ano, a um preço mĂŠ-
dio de US$ 99,21 por tonelada, contra vendas de 62,978 milhþes de toneladas, a US$ 112,44 por tonelada, no mesmo trimestre de 2012, informou a empresa. A produção de minÊrio de ferro da Vale alcançou 73,22 milhþes de toneladas no segundo trimestre deste ano, uma queda de 9,1% em relação ao volume produ-
zido no mesmo perĂodo do ano passado. A produção se recuperou da retração registrada nos trĂŞs primeiros meses do ano, provocada por fortes chuvas. No primeiro trimestre deste ano, a maior produtora de minĂŠrio de ferro do mundo havia produzido 67,536 milhĂľes de toneladas. (Reuters)
Partsil Empreendimentos e Participaçþes S/A
BANCO MERCANTIL DO BRASIL S. A. CNPJ 17.184.037/0001-10 - COMPANHIA ABERTA SEDE: BELO HORIZONTE - MG - AVISO AOS ACIONISTAS - FATO RELEVANTE PAGAMENTO DE JUROS SOBRE CAPITAL PRĂ“PRIO A TĂ?TULO DE DIVIDENDOS Comunicamos aos Senhores Acionistas que o Conselho de Administração, em reuniĂŁo realizada em 05 de agosto de 2013, homologou proposta da Diretoria para a disponibilização de Juros sobre Capital PrĂłprio, relativos ao 1Âş semestre de 2013, conforme faculta o artigo 9Âş da Lei nÂş 9.249/95. FarĂŁo jus aos mesmos os acionistas com base na posição acionĂĄria, cadastrados em nossos registros em 08/08/2013. O valor dos Juros serĂĄ o seguinte: - Açþes OrdinĂĄrias: Valor bruto de R$0,298588 por ação, sobre o qual incidirĂĄ o Imposto de Renda na Fonte Ă alĂquota de 15%, de acordo com o § 2Âş do mencionado artigo, perfazendo um valor lĂquido de R$0,253800 por ação. - Açþes Preferenciais: Valor bruto de R$0,331765 por ação, com a mesma incidĂŞncia do Imposto de Renda na Fonte, totalizando um valor lĂquido de R$0,282000 por ação. As pessoas jurĂdicas comprovadamente imunes deverĂŁo apresentar a documentação pertinente atĂŠ 09 de agosto de 2013. Pagamento dos Juros: Para o acionista correntista do Banco, o crĂŠdito serĂĄ efetuado em conta movimento em 05 de setembro de 2013. Os demais acionistas receberĂŁo correspondĂŞncia explicativa em seu domicĂlio, devendo dirigir-se Ă agĂŞncia indicada na mesma, munidos de identificação, para recebimento do benefĂcio atravĂŠs de “Guia de Pagamentoâ€?. Belo Horizonte, 05 de agosto de 2013. ROBERTO GODOY ASSUMPĂ‡ĂƒO Diretor de Relaçþes com Investidores
PREFEITURA MUNICIPAL DE CASTILHO/SP PROCESSO LICITATĂ“RIO 47/13 – PREGĂƒO 31/13 Objeto: Aquisição de Ăłleos lubrificantes. Edital de Rerratificação. 1) O item 1.6 do campo objeto, do Anexo I – Termo de ReferĂŞncia, passa a ter a seguinte redação: 1.6) Os Ăłleos lubrificantes devem ser homologados por montadoras e ou fabricantes de veĂculos/equipamentos, devendo ser apresentado o respectivo Boletim TĂŠcnico. 2) Fica alterada a redação dos itens e lotes constantes no Anexo I – Termo de ReferĂŞncia e na clĂĄusula 1.1 da minuta do contrato, a saber: item 4 do lote 02: “Fluido mineral automotivo, para transmissĂŁo automĂĄtica e sistema de direção hidrĂĄulica, primeiro refino, classificação: ATF, embalado em caixa com 24 unidades x 01 litroâ€?; item 1 do lote 03: â€œĂ“leo lubrificante automotivo, para motores a diesel turbinados, com alta performance, mineral, tecnologia multiviscoso, primeiro refino, SAE 15W40, classificação: OIL SHPDO API CG4/SJ ACEA E298/B298, embalado em balde de 20 litrosâ€?; e item 1 do lote 04: â€œĂ“leo lubrificante automotivo, para caixa de transmissĂŁo e diferencial do tipo hipoidal, mineral, tecnologia multiviscoso, primeiro refino, SAE 80W, classificação: API GL4, embalado em caixa com 24 unidades x 01 litroâ€?. 3) A data prevista para o acolhimento das propostas e julgamento do certame passa a ser o dia 22 de agosto de 2013, Ă s 09 horas. 4) As demais clĂĄusulas e condiçþes permanecem inalteradas. Castilho – SP, 07 de agosto de 2013. Joni Marcos Buzachero - Prefeito. A Debitar dia (08.08.13)
SERVIÇO AUTĂ”NOMO DE Ă GUA E ESGOTO DE SOROCABA O Serviço AutĂ´nomo de Ă gua e Esgoto de Sorocaba comunica que se acha publicado no Sistema EletrĂ´nico do Banco do Brasil, o PregĂŁo EletrĂ´nico nÂş 63/2013 - Processo nÂş 5.229/2013, destinado Ă aquisição de varetas, manivelas, chaves para desacoplar engates, pontas recuperadoras e pontas sem fim. SESSĂƒO PĂšBLICA dia 23/08/2013, Ă s 14:30 horas. Informaçþes pelo site www.licitacoes-e.com.br, pelos telefones: (15) 3224-5810/5811/5812/5813/5814/5815/5816/5818/5819/5821/5822/5823/5824/5825
CNPJ/MF nÂş 61.314.787/0001-50 RelatĂłrio da Administração Senhores Acionistas: Em cumprimento aos dispositivos legais e estatutĂĄrios, temos o prazer de submeter ao exame e apreciação de V.Sas., as Demonstraçþes Financeiras relativas as atividades da empresa do exercĂcio social referente ao perĂodo de 01 de Janeiro de 2012 a 31 de Dezembro de 2012 compreendendo o Balanço Patrimonial e as correspondentes Demonstraçþes de Resultado do ExercĂcio, e da Movimentação nas contas do PatrimĂ´nio LĂquido e da Demonstração do Fluxo de Caixa. SĂŁo Paulo, 31 de Dezembro de 2012. A Diretoria Balanços Patrimoniais em 31 de dezembro 2012 (Em Reais) Demonstração dos Resultados (Em Reais) Ativo 2012 2011 Passivo 2012 2011 Despesas e Receitas 2012 2011 Circulante 5.114.211 2.571.926 Circulante 4.698.067 58.385 Despesas Operacionais (31.849) (98.829) Outros CrĂŠditos 5.114.211 2.571.926 Contas a Pagar 4.698.067 27.638 Despesas Financeiras (1.015) (4.451) Outras Obrigaçþes – 30.748 Receitas Financeiras 27.638 43.934 NĂŁo Circulante 26.869.524 99.863.371 NĂŁo Circulante 21.139.395 92.843.077 Outras Receitas 3.808.834 2.812.162 RealizĂĄvel a Longo Prazo 24.510.002 1.694.969 ExigĂvel a Longo Prazo 21.139.395 92.843.077 Resultado LĂquido do ExercĂcio 3.803.608 2.752.815 Contas a Pagar 20.810.475 92.466.961 Outros CrĂŠditos 24.510.002 1.694.969 Demonstração de Fluxo de Caixa – Fluxo de Operaçþes (Em Reais) Investimentos 2.320.713 98.129.593 Refis 328.920 376.116 Fluxo de Caixa Atividades Operacionais 2012 2011 Participaçþes SocietĂĄrias 2.320.713 98.129.593 PatrimĂ´nio LĂquido 6.146.273 9.533.835 Resultado do ExercĂcio 3.803.608 2.752.815 IntangĂvel 38.809 38.809 Capital Social 8.128.000 8.128.000 Outros CrĂŠditos (2.542.285) (1.313.448) IntangĂvel 38.809 38.809 Reserva de Capital 904 904 Contas a Pagar 4.670.429 (21.406) Reservas de Lucros – 2.949.312 Outras Obrigaçþes (30.748) (29.620) Açþes em Tesouraria (1.982.631) (1.544.381) Destinação da Reserva de Lucro (6.752.920) – 31.983.735 102.435.297 (=) Caixa LĂquido Operacional Total do Ativo 31.983.735 102.435.297 Total do Passivo (851.915) 1.388.341 Demonstração das Mutaçþes do PatrimĂ´nio LĂquido (Em Reais) Fluxo de Caixa Atividades Investimento Participaçþes SocietĂĄrias 95.808.879 – Capital Reserva de Capital Açþes em Tesouraria Reservas de Lucros Total Outros CrĂŠditos (22.815.032) – Saldo em 31/12/2010 8.128.000 904 – 196.496 8.325.400 Açþes em Tesouraria (438.250) (1.544.381) Resultado do ExercĂcio – – – 2.752.815 2.752.815 72.555.597 (1.544.381) Açþes em Tesouraria – – (1.544.381) – (1.544.381) (=) Caixa LĂquido Investimento Saldo em 31/12/2011 8.128.000 904 (1.544.381) 2.949.312 9.533.835 Fluxo de Caixa Atividades Financiamentos Contas a Pagar (71.656.486) 178.877 Resultado do ExercĂcio – – – 3.803.608 3.803.608 (47.196) (22.837) Açþes em Tesouraria – – (438.250) – (438.250) Refis (71.703.682) 156.040 Destinação da Reserva – – – (6.752.920) (6.752.920) (=) Caixa LĂquido Financiamento – – Saldo em 31/12/2012 8.128.000 904 (1.982.631) – 6.146.273 Redução LĂquida de Caixa Notas Explicativas da Administração das Demonstraçþes ContĂĄbeis em 31 de dezembro de 2012 (Em Reais) 1) Contexto Operacional: Partsil Empreendimentos e Participaçþes S/A introduzidas pela lei 11638/07 e MP nÂş 449/08 bem como os pronunciamen- ao custo de aquisição subtraĂdo das depreciaçþes acumuladas. 4) Capital com registro da JUCESP sob nÂş 35300125631 em 10/08/1989 2) Apresen- tos do ComitĂŞ ContĂĄbil (CPC) quando aplicĂĄveis; 3) SumĂĄrio das Princi- Social ĂŠ de R$ 8.128.000,00 representadas por 8.128.000 açþes ordinĂĄrias tação das Demonstraçþes ContĂĄbeis: As demonstraçþes contĂĄbeis foram pais PrĂĄticas ContĂĄbeis: As demonstraçþes contĂĄbeis foram elaboradas nominativas de classe Ăşnica e sem valor nominal. elaboradas com base nas prĂĄticas contĂĄbeis emanada da lei das socieda- com observância ĂĄs prĂĄticas contĂĄbeis adotadas no Brasil. 3.1) Os ativos Edna da Silva Jose Affonso Presidente Contador – CRC nÂş 1SP045.694/O-0 des por açþes 6404/76, sendo adotadas no exercĂcio de 2012, as alteraçþes sĂŁo demonstrados pelo valor de custo 3.2) Imobilizado sĂŁo demonstrados
Srs. Acionistas: Em cumprimento aos preceitos legais e estatutĂĄrios vigentes, apresentamos e submetemos Ă apreciação de V.Sas., o Balanço Patrimonial, Demonstração do Resultado do ExercĂcio, Demonstração das Mutaçþes do PatrimĂ´nio LĂquido e Fluxo de Caixa, relativas ao perĂodo de 31/12/2012 e 31/12/2011. Permanecemos ao inteiro dispor para quaisquer esclarecimentos que se fizerem necessĂĄrios. Balançþes Patrimoniais-31 de Dezembro de 2012 e 2011-(Em milhares de reais) Dem. do Fluxo de Caixa–Exerc.findos em 31/12/12 e 31/12/21 (Em Mr$) Ativo 31/12/12 31/12/11 Passivo 31/12/12 31/12/11 Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais 2012 2011 Circulante 74 81 Circulante 1.404 140 Resultado LĂquido do ExercĂcio (172) 12.784 Caixa e Bancos 2 21 Impostos e Taxas 188 (13.538) 26 40 Variação Investimentos Equiv.patrimonial Duplicatas a Receber 72 60 Caixa Operac. antes dos Movimentos de Cap. de Giro 15 (754) IRPJ e CSLL a Recolher 92 NĂŁo Circulante 13.269 12.171 Aumento no Ativo Circulante-Duplicatas a Receber (12) (60) 100 Investimentos 13.269 12.171 Valores a Pagar–Plesford Participaçþes Redução no Passivo Circulante-Valores a Pagar (100) 0 ProvisĂŁo P/ Perda Flexxa Ind.Com.Adesivos Ltda 1.029 Globe Quimica S/A 13.269 12.105 Aumento no Passivo Circulante-Impostos a Recolher 78 40 257 Flexxa Ind.Com.Adesivos Ltda 0 67 ProvisĂŁo P/ Perda Gadol Distr.PolĂmeros Ltda 878 Total do Ativo 13.343 12.252 Passivo NĂŁo Circulante 1.145 1.145 Aumento no Passivo NĂŁo Circulante-Controladas/Coligadas 0 0 (133) Demonstraçþes de Resultado-(Em MR$)-InĂcio de atividade 18/08/2010 Controladas / Coligadas 878 878 Aumento no Passivo NĂŁo Circulante-Valores a Pagar Caixa Gerado (Absorvido) nas Ativid. Operacionais (19) (29) Receitas 31/12/12 31/12/11 Valores a Pagar–Plesford do Brasil 267 267 Receitas s/ Serviços 2.700 1.030 PatrimĂ´nio Liquido 10.795 10.967 Fluxo de Caixa das Atividades de Investimento (-) Impostos s/ Serviços Prestados (234) (147) 0 45 Capital Social 50 50 Integralização de Capital Receita operacional lĂquida 2.466 883 Aumento / (Redução) de Caixa e Equival.de Caixa (19) 16 10.745 10.917 Receitas (Despesas) (2.363) 11.901 Lucros (PrejuĂzos) acumulados Caixa e Equiv.de Caixa no InĂcio do ExercĂcio 21 5 13.343 12.252 Depesas Administrativas (6) (885) Total do Passivo Caixa e Equiv.de Caixa no Final do ExercĂcio 2 21 Despesas Financeiras (21) (1) Dem. Mutaçþes do Patr.LĂq.-Exerc.Findos em 31/12/12 e 11 (Em MR$) Aumento / (Redução) de Caixa LĂquido (19) 16 EquivalĂŞncia Patrimonial–Globe QuĂmica S/A 1.164 13.471 Capital Social Lucros (Prej) EquivalĂŞncia Patrimonial–Flexxa Ind.Com.Ades. (3.243) (684) Diretoria Realizado Acumulados Total EquivalĂŞncia Patrimonial–Gadol Distrib.PolĂmeros (257) Danny Siekierski 50 10.917 10.967 Resultado do exercĂcio antes do IRPJ e CSLL 103 12.784 Saldo em 31/12/2011 Diretor Resultado do ExercĂcio (172) (172) (-) ProvisĂŁo para IR e CSLL (275) Reginaldo Wilson Papetti Birollo Resultado do ExercĂcio (172) 12.784 Saldo em 31/12/2012 50 10.745 10.795 TC CRC 1SP-163.971/O -3
e 5826 ou pessoalmente na Av. Pereira da Silva, 1.285, no Setor de Licitação e Contratos. Sorocaba, 07 de agosto de 2013. Ivan Flores Vieira - Pregoeiro.
SERVIÇO AUTĂ”NOMO DE Ă GUA E ESGOTO DE SOROCABA O Serviço AutĂ´nomo de Ă gua e Esgoto de Sorocaba comunica que se acha publicado no Sistema EletrĂ´nico do Banco do Brasil, o PregĂŁo EletrĂ´nico nÂş 64/2013 - Processo nÂş 2.616/2013, destinado Ă aquisição de materiais e equipamentos para laboratĂłrio. SESSĂƒO PĂšBLICA dia 23/08/2013 Ă s 14:30 horas. Informaçþes pelo site www.licitacoes-e.com.br, pelos tel. (15) 32245810/5811/5811/5812/5813/5814/5815/5816/5817/5818/5819/5821/ 5822/5823/5825 e 5826, ou pessoalmente na Av. Pereira da Silva, nÂş 1.285, no Setor de Licitação e Contratos. Sorocaba, 07 de agosto 2013. Laura Fascetti Almeida Ferreira de Paula - Pregoeira.
PREFEITURA MUNICIPAL DE CASTILHO/SP PROCESSO LICITATĂ“RIO 64/13 - TOMADA DE PREÇOS 07/13 Acha-se aberto, na Prefeitura do MunicĂpio de Castilho, Estado de SĂŁo Paulo, o Processo LicitatĂłrio 64/13, Tomada de Preços 07/13, objetivando a contratação de empresa qualificada para prestação de serviços de monitoramento de alunos (33 monitores). Tipo: menor preço. Encerramento: dia 26 de agosto de 2013, Ă s 09 horas. O edital completo serĂĄ fornecido aos interessados, na Praça da Matriz, 247, na cidade de Castilho, Estado de SĂŁo Paulo, mediante o recolhimento da taxa de expediente no valor de R$ 10,00 (dez reais). Maiores informaçþes poderĂŁo ser obtidas pelo telefone (18) 3741-9034. Joni Marcos Buzachero - Prefeito. (Republicado por conter incorreção). A Debitar dia (08.08.13)
PREFEITURA MUNICIPAL DE CASTILHO/SP PROCESSO LICITATĂ“RIO 58/13 - PREGĂƒO 38/13 DecisĂŁo do Prefeito no Processo LicitatĂłrio 58/13, PregĂŁo 38/13, objetivando a contratação de empresa jornalĂstica para prestação de serviços de publicidade dos programas, obras, serviços e campanhas da Administração. Considerando a determinação de suspensĂŁo, por parte do Eg. Tribunal de Contas do Estado de SĂŁo Paulo, no processo TC-001752.989.13-7, decido, por bem, adiar “sine dieâ€? o prazo estabelecido no preâmbulo do edital, relativo Ă apresentação e julgamento das propostas. Joni Marcos Buzachero - Prefeito. A Debitar dia (08.08.13)
SERVIÇO AUTĂ”NOMO DE Ă GUA E ESGOTO DE SOROCABA O Serviço AutĂ´nomo de Ă gua e Esgoto de Sorocaba comunica que se acha aberto, o PregĂŁo EletrĂ´nico nÂş 62/2013.- Processo nÂş 4.947/2013, destinado Ă aquisição de registros fofo, SESSĂƒO PĂšBLICA dia 23/08/2013 Ă s 14:00 horas. Informaçþes pelo site www.licitacoes-e.com.br, pelos tel. (15) 3224-5810/5811/5812/5813/ 5814/5815/ 58165817/5819/5821/5822/5823/ 5824/5825 e 5826, ou pessoalmente na Av. Pereira da Silva, nÂş 1.285, no Setor de Licitação e Contratos. Sorocaba, 07 de agosto de 2013. Ema Rosane Lied Garcia Maia - Pregoeira.
PREFEITURA MUNICIPAL DE CASTILHO/SP PROCESSO LICITATÓRIO 63/13 - DISPENSA 03/13 Objeto: Contratação de empresa qualificada para prestação de serviços de monitoramento de alunos, pelo prazo de 30 (trinta) dias. Edital de Retificação. No extrato do Termo de Ratificação, publicado no dia 02 de agosto de 2013, onde-se lê: 33 alunos, leia-se: 33 monitores. Joni Marcos Buzachero - Prefeito. A Debitar dia (08.08.13)
Srs. Acionistas: Em cumprimento aos preceitos legais e estatutĂĄrios vigentes, apresentamos e submetemos Ă apreciação de V.Sas., o Balanço Patrimonial, Demonstração do Resultado do ExercĂcio, Demonstração das Mutaçþes do PatrimĂ´nio LĂquido e Fluxo de Caixa, relativas ao exercĂcio encerrado em 31/12/2012, comparativamente com o encerrado em 31/12/2011. Permanecemos ao inteiro dispor ara quaisquer esclarecimentos que se fizerem necessĂĄrios.. Balançþes Patrimoniais-31 de Dezembro de 2012 e 2011-(Em milhares de reais) Dem.do Fluxo de Caixa-Exerc.Findos em 31/12/12 e 31/12/11 (Em MR$) Passivo 31/12/12 31/12/11 2012 2011 Ativo 31/12/12 31/12/11 Circulante 20.493 16.689 Circulante 31.900 24.564 Geração Bruta (23) (23) Caixa e Bancos 4 0 Fornecedores 1 1 Resultado LĂquido do ExercĂcio (5.126) (714) MĂştuos-Plesford do Brasil 31.437 22.804 Impostos e Taxas 2 2 Variação Investimentos Equiv.Patrimonial 5.104 692 Impostos a Recuperar 151 151 ProvisĂŁo P/ Perda Cromitec do Nordeste Ltda 13.233 13.231 Caixa Operac. antes Movimentos de Cap. de Giro Outros 1 1 ProvisĂŁo P/ Perda PLM PlĂĄsticos S/A 7.257 2.155 MĂştuos (Ativo Circulante) (8.633) (9.867) TĂtulos a Receber 307 1.607 Adiantamento Venda de Terreno Cromex 0 1.300 MĂştuos (Passivo NĂŁo Circulante) 8.659 9.886 NĂŁo Circulante 478 478 Passivo NĂŁo Circulante 88.270 79.612 Caixa LĂquido das Atividades Operacionais 4 (4) Outros Valores a Receber 141 141 MĂştuos–Nitriflex S/A 88.270 79.612 Disponibilidade no InĂcio do ExercĂcio 0 4 Imobilizado 337 337 PatrimĂ´nio Liquido (Passivo a Descoberto) (76.385) (71.259) Total do Ativo 32.378 25.042 Disponibilidade no Fim do ExercĂcio 4 0 Capital social 4.428 4.428 Aumento / (Redução) de Caixa LĂquido 4 (4) Demonstraçþes de Resultado - (Em milhares de reais) Adiantamento para Futuro. Aumento Capital 1.324 1.324 Dem.das Mutaçþes do Patr.LĂq.-Exerc. Findos 31/12/12 e 11 (Em MR$) Receitas (Despesas) 31/12/12 31/12/11 Lucros (PrejuĂzos) acumulados (82.137) (77.011) Capital Adiant.p/Fut. L.(Prej) Depesas Administrativas (22) (23) Total do Passivo 32.378 25.042 Social Aum.Capital Acum. Total Outras Despesas Operacionais (Equiv.Patr.) (5.104) (692) Diretoria Saldo em 31/12/2011 4.428 1.324 (77.011) (71.259) Resul.Exerc.antes do IR e da Contr.Social (5.126) (714) Gino Julio Bergamini-Diretor/Presidente Resultado do ExercĂcio em 2012 0 0 (5.126) (5.126) IRPJ e CSLL Reginaldo Wilson Papetti Birollo - TC CRC 1SP-163.971/O -3 Saldo em 31/12/2011 4.428 1.324 (82.137) (76.385) PrejuĂzo do exercĂcio (5.126) (714) 9CNOCTV $TCUKN .VFC 572'4%'06'4 5ÂŹ1 $'40#4&1 ° .1,# %02, +' ':64#8+1 9CNOCTV $TCUKN .VFC GUVCDGNGEKFC PC 4WC /CTGEJCN &GQFQTQ ° %GPVTQ ° 5lQ $GTPCTFQ FQ %CORQ 52 %'2 FGENCTC RCTC QU FGXKFQU HKPU G GHGKVQU FG FKTGKVQ G RCTC RTGXGPKT FG UWCU TGURQPUCDKNKFCFGU SWG HQTCO GZVTCXKCFQU QU UGIWKPVGU DGPU OxXGKU 'SWKRCOGPVQU +ORTGUUQTC /CTEC +$/ /QFGNQ +$/ ($ 0Â? (CDTKECnlQ +ORTGUUQTC /CTEC +$/ /QFGNQ +$/ ($ 0Â? (CDTKECnlQ +ORTGUUQTC /CTEC +$/ /QFGNQ +$/ ($ 0Â? (CDTKECnlQ +ORTGUUQTC /CTEC +$/ /QFGNQ +$/ ($ 0Â? (CDTKECnlQ +ORTGUUQTC /CTEC +$/ /QFGNQ +$/ -4 0Â? (CDTKECnlQ +$ +ORTGUUQTC /CTEC +$/ /QFGNQ +$/ ($ 0Â? (CDTKECnlQ +ORTGUUQTC /CTEC +$/ /QFGNQ +$/ $/ 0Â? (CDTKECnlQ +ORTGUUQTC /CTEC +$/ /QFGNQ +$/ -4 0Â? (CDTKECnlQ +$ +ORTGUUQTC /CTEC +$/ /QFGNQ +$/ ($ 0Â? (CDTKECnlQ +ORTGUUQTC /CTEC +$/ /QFGNQ +$/ ($ 0Â? (CDTKECnlQ +ORTGUUQTC /CTEC +$/ /QFGNQ +$/ ($ 0Â? (CDTKECnlQ +ORTGUUQTC /CTEC +$/ /QFGNQ +$/ ($ 0Â? (CDTKECnlQ +ORTGUUQTC /CTEC +$/ /QFGNQ +$/ ($ 0Â? (CDTKECnlQ +ORTGUUQTC /CTEC +$/ /QFGNQ +$/ ($ 0Â? (CDTKECnlQ +ORTGUUQTC /CTEC +$/ /QFGNQ +$/ -4 0Â? (CDTKECnlQ +$ +ORTGUUQTC /CTEC +$/ /QFGNQ +$/ ($ 0Â? (CDTKECnlQ 0lQ UG TGURQPUCDKNK\CPFQ RGNQ WUQ KPFGXKFQ FC OGUOC 5lQ $GTPCTFQ 52
Zurich Brasil Clube de Seguros CNPJ nÂş 18.221.101/0001-58 Edital de Convocação - AssemblĂŠia Geral OrdinĂĄria Ficam os associados da Zurich Brasil Clube de Seguros (a “Entidadeâ€?), convocados a se reunirem em AssemblĂŠia Geral OrdinĂĄria que serĂĄ realizada no dia 20 de agosto de 2013, com inĂcio Ă s 8h00min, na sede social da Entidade, localizada no Estado de SĂŁo Paulo, na Rua Dr. Geraldo Campos Moreira, 240-7Âş andar, Brooklin Novo, CEP 04571-020, em primeira chamada e, nĂŁo havendo nĂşmero legal, em segunda chamada, Ă s 8h30min, de acordo com o artigo 21 do Estatuto Social, para deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: (i) Aprovação das contas referentes ao exercĂcio social findo em 31 de dezembro de 2012; (ii) Eleição dos membros do Conselho Diretor; e (iii) Eleição dos membros do Conselho Fiscal; Encontram-se Ă disposição dos associados, na sede social da Entidade, cĂłpias dos documentos referentes Ă s matĂŠrias a serem deliberadas na AssemblĂŠia Geral OrdinĂĄria ora convocada. SĂŁo Paulo, 06 de agosto de 2013. Luiz Fernando Barsotti-Diretor Presidente. (07,08 e 09/8/2013)
Krhtel Group Empreendimentos e Participaçþes Ltda. p
CNPJ/MF nº 10.982.381/0001-05 Edital de Convocação para AssemblÊia Extraordinåria de Quotista Os sócios administradores da Krhtel Group Empreendimentos e Participaçoes Ltda., empresa nacional inscrita no CNPJ/MF sob o nº 10.982.381/0001-05, com sede na Alameda Rio Negro, nº 1.105, 7º Andar, conjunto 72, em Barueri, Estado de São Paulo, de conformidade com a legislação vigente e o contrato social da empresa, convocam todos os sócios para participar da Assembleia Geral Extraordinåria que terå a seguinte pauta/ordem do dia para discussão, votação e deliberação: Forma de distribuição de lucros, conforme parågrafo 1º, da clåusula 7ª do Contrato Social. Esta citada AssemblÊia serå realizada em única chamada às 10hs00min do dia 21 de agosto de 2013, na sede da empresa Krhtel Group Empreendimentos e Participaçþes Ltda., qual seja, na Alameda Rio Negro, nº 1.105, 7º. Andar, conjunto 72, em Barueri, Estado de São Paulo, desde que tenha a presença dos sócios que representam a maioria do capital social. Barueri, 07 de agosto de 2013. Administrador Demetre Georges Markakis.
9CNOCTV $TCUKN .VFC 5#/ÂŒ5 %.7$ 6#/$14' ° .1,# %02, +' ':64#8+1 9CNOCTV $TCUKN .VFC GUVCDGNGEKFC PC #X 6WEWPCTo ° $CKTTQ 6CODQTo ° $CTWGTK 52 %'2 FGENCTC RCTC QU FGXKFQU HKPU G GHGKVQU FG FKTGKVQ G RCTC RTGXGPKT FG UWCU TGURQPUCDKNKFCFGU SWG HQTCO GZVTCXKCFQU QU UGIWKPVGU DGPU OxXGKU 'SWKRCOGPVQU +ORTGUUQTC /CTEC +$/ /QFGNQ +$/ $/ 0Â? (CDTKECnlQ +ORTGUUQTC /CTEC +$/ /QFGNQ +$/ $/ 0Â? (CDTKECnlQ 0lQ UG TGURQPUCDKNK\CPFQ RGNQ WUQ KPFGXKFQ FC OGUOC $CTWGTK 52 COMUNICADO DE EXTRAVIO A empresa ADVENTURE SPORTS INDĂšSTRIA E COMÉRCIO LTDA., inscrita no CNPJ sob o nÂş 03.709.604/0001-08 e INSCRIĂ‡ĂƒO ESTADUAL nÂş 115.568.523.118, comunica o extravio dos formulĂĄrios contĂnuos da N.F.F. modelo 1A do nÂş 7273 a 7500 - da AIDF (SP) nÂş 147223395105-12/05.
FALĂŠNCIA, RECUPERAĂ‡ĂƒO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAĂ‡ĂƒO JUDICIAL Conforme informação da Distribuição CĂvel do Tribunal de Justiça de SĂŁo Paulo, foram ajuizados no dia 07 de agosto de 2013, na Comarca da Capital, os seguintes pedidos de falĂŞncia, recuperação extrajudicial e recuperação judicial: Requerente: ZR Motor ComĂŠrcio e Serviço Ltda. - AutofalĂŞncia. Requerido: ZR Motor ComĂŠrcio e Serviço Ltda. – AutofalĂŞncia - Avenida Rio Branco, 2.662 - Loja 1 – Socorro - 1ÂŞ Vara de FalĂŞncias. Requerente: Credi Line Assessoria Financeira e Comercial Ltda. Requerido: Pedras Garcia Ltda. Rua General Chagas Santos, 823 – Vila da SaĂşde - 2ÂŞ Vara de FalĂŞncias. Requerente: Four Factoring Fomento Mercantil Ltda. Requerido: Via SatĂŠlite IndĂşstria e ComĂŠrcio Confecçþes Ltda. Rua Tobaiaras, 37 – Parque da Vila Prudente - 1ÂŞ Vara de FalĂŞncias.
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAĂ‡ĂƒO
FDE AVISA: PregĂŁo EletrĂ´nico nÂş 23/00058/13/05 OBJETO: PRESTAĂ‡ĂƒO DE SERVIÇOS DE FORNECIMENTO MENSAL DE VALES-REFEIĂ‡ĂƒO EM COTAS E VALORES DEFINIDOS NA FORMA DE CRÉDITOS A SEREM CARREGADOS EM CARTĂ•ES ELETRĂ”NICOS/MAGNÉTICOS, COM SENHA. A FUNDAĂ‡ĂƒO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAĂ‡ĂƒO - FDE comunica Ă s empresas interessadas que se acha aberta licitação para Prestação de Serviços de Fornecimento Mensal de Vales-Refeição em Cotas e Valores Definidos na Forma de CrĂŠditos a Serem Carregados em CartĂľes EletrĂ´nicos/MagnĂŠticos, com Senha. As empresas interessadas poderĂŁo obter informaçþes e verificar o Edital a partir de 08/08/2013, no endereço eletrĂ´nico www.bec.sp.gov.br ou na sede da FDE, na SupervisĂŁo de Licitaçþes, na Av. SĂŁo LuĂs, 99 - RepĂşblica - CEP: 01046-001 - SĂŁo Paulo/SP, de segunda a sexta-feira, no horĂĄrio das 08:30 Ă s 17:00 horas, ou verificar o edital na Ăntegra, atravĂŠs da Internet no endereço: http:// www.fde.sp.gov.br. A sessĂŁo pĂşblica de processamento do PregĂŁo EletrĂ´nico serĂĄ realizada no endereço eletrĂ´nico www.bec.sp.gov.br, no dia 21/08/2013, Ă s 10:00 horas, e serĂĄ conduzida pelo pregoeiro com o auxĂlio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epĂgrafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverĂŁo obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital e seus anexos e serĂŁo encaminhadas, por meio eletrĂ´nico, apĂłs o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do inĂcio do prazo para envio da proposta eletrĂ´nica serĂĄ de 08/08/2013, atĂŠ o momento anterior ao inĂcio da sessĂŁo pĂşblica. BARJAS NEGRI - Presidente
PREFEITURA DO MUNICĂ?PIO DE ANDRADINA TERMO DE RATIFICAĂ‡ĂƒO Processo LicitatĂłrio 74/2013 - Dispensa 07/2013. Considerando que o presente processo de dispensa de licitação atendeu ao disposto no parĂĄgrafo Ăşnico do art. 26, da Lei 8.666/93, atualizada pela Lei 8.883/94, e diante do parecer do Departamento JurĂdico, Ratifico nos exatos termos da lei, a Dispensa da Licitação, com fundamento no inc. XIII do art. 24, da Lei 8.666/93, para a contratação da entidade Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial - SENAC, inscrita no CNPJ (MF) sob o nÂş 03.709.814/0001-98, para o desenvolvimento de açþes educacionais, no valor de R$ 30.000,00 (Trinta mil reais). Proceda-se, portanto, a contratação, e publique-se o presente no prazo regular na imprensa oficial e jornais de grande circulação e local, como condição para a eficĂĄcia dos atos. Andradina, 07 de agosto de 2013. Jamil Akio Ono - Prefeito.
PREFEITURA DO MUNICĂ?PIO DE ANDRADINA Extrato de Homologação. Processo nÂş 64/13 – PregĂŁo nÂş 34/13. Objeto: Aquisição de um veĂculo automotor zero km, tipo Ă´nibus, ConvĂŞnio n° 773874/ 2012 - MinistĂŠrio do Desenvolvimento Social e Combate Ă Fome. Considerando a regularidade do procedimento, hei por bem, com base na lei federal nÂş 10520, de 17 de julho de 2002, Homologar, o item do objeto licitado, Ă empresa: Noromak CaminhĂľes e Ă”nibus Ltda. Andradina, 07 de agosto de 2013. Jamil Akio Ono - Prefeito. SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAĂ‡ĂƒO
9CNOCTV $TCUKN .VFC 572'4%'06'4 #4+%#0&78# ° .1,# %02, +' ':64#8+1 9CNOCTV $TCUKN .VFC GUVCDGNGEKFC PC #X #TKECPFWXC ° ,F 5VC 6GTG\KPJC ° 5lQ 2CWNQ 52 %'2 FGENCTC RCTC QU FGXKFQU HKPU G GHGKVQU FG FKTGKVQ G RCTC RTGXGPKT FG UWCU TGURQPUCDKNKFCFGU SWG HQTCO GZVTCXKCFQU QU UGIWKPVGU DGPU OxXGKU 'SWKRCOGPVQU +ORTGUUQTC /CTEC +$/ /QFGNQ +$/ $/ 0Â? (CDTKECnlQ +ORTGUUQTC /CTEC +$/ /QFGNQ +$/ $/ 0Â? (CDTKECnlQ +ORTGUUQTC /CTEC +$/ /QFGNQ +$/ -4 0Â? (CDTKECnlQ +$ +ORTGUUQTC /CTEC +$/ /QFGNQ +$/ $5 0Â? (CDTKECnlQ +ORTGUUQTC /CTEC +$/ /QFGNQ +$/ -4 0Â? (CDTKECnlQ +$ +ORTGUUQTC /CTEC +$/ /QFGNQ +$/ $/ 0Â? (CDTKECnlQ +ORTGUUQTC /CTEC +$/ /QFGNQ +$/ $5 0Â? (CDTKECnlQ +$ +ORTGUUQTC /CTEC +$/ /QFGNQ +$/ -4 0Â? (CDTKECnlQ +$ 0lQ UG TGURQPUCDKNK\CPFQ RGNQ WUQ KPFGXKFQ FC OGUOC 5lQ 2CWNQ 52 9CNOCTV $TCUKN .VFC 5#/ÂŒ5 %.7$ 5#061 #/#41 Âą .1,# %02, +' ':64#8+1 9CNOCTV $TCUKN .VFC GUVCDGNGEKFC PC 4WC $GPGFKVQ (GTPCPFGU EQORNGOGPVQ ° $CKTTQ 5VQ #OCTQ ° 5lQ 2CWNQ 52 %'2 FGENCTC RCTC QU FGXKFQU HKPU G GHGKVQU FG FKTGKVQ G RCTC RTGXGPKT FG UWCU TGURQPUCDKNKFCFGU SWG HQTCO GZVTCXKCFQU QU UGIWKPVGU DGPU OxXGKU 'SWKRCOGPVQU +ORTGUUQTC /CTEC +$/ /QFGNQ +$/ ($ 0Â? (CDTKECnlQ +ORTGUUQTC /CTEC +$/ /QFGNQ +$/ ($ 0Â? (CDTKECnlQ +ORTGUUQTC /CTEC +$/ /QFGNQ +$/ ($ 0Â? (CDTKECnlQ +ORTGUUQTC /CTEC +$/ /QFGNQ +$/ ($ 0Â? (CDTKECnlQ 0lQ UG TGURQPUCDKNK\CPFQ RGNQ WUQ KPFGXKFQ FC OGUOC 5lQ 2CWNQ 52
GOVERNO DO ESTADO DE SĂƒO PAULO
GOVERNO DO ESTADO DE SĂƒO PAULO
FDE AVISA: ERRATA Ref.: PREGĂƒO (ELETRĂ”NICO) DE REGISTRO DE PREÇOS nÂş 36/00897/13/05. Objeto: ATA DE REGISTRO DE PREÇOS PARA AQUISIĂ‡ĂƒO DE MATERIAL ESCOLAR - KIT ESCOLAR. No subitem 6.15.1 do edital onde se lĂŞ: A aceitabilidade serĂĄ aferida a partir dos preços de mercado vigentes na data da apresentação das propostas, apurados mediante pesquisa realizada pela FDE, cujos valores conforme a quantidade mĂĄxima anual sĂŁo os seguintes: Leia-se: A aceitabilidade serĂĄ aferida a partir dos preços de mercado vigentes na data da apresentação das propostas, apurados mediante pesquisa realizada pela FDE, cujos valores conforme a quantidade mĂnima anual sĂŁo os seguintes:
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
22 -.ECONOMIA
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quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Na Espanha, 200 novas palavras foram acrescentadas ao vocabulário popular ou ganharam novos significados.
conomia
Na Europa, economês e ironia se fundem no idioma da crise. Nos países mais afetados pela persistente recessão econômica – como Portugal, Itália e Grécia –, o povo incorpora termos e cria palavras para enfrentar com algum bom humor a dureza do cotidiano. Carlos Lujan/International Herald Tribune
Raphael Minder*
N
o calor da crise do euro os portugueses criaram um verbo novo, "grandolar", que significa "sujeitar um ministro do governo a um protesto no qual se cantam hinos revolucionários". [O verbo é visivelmente derivado de "Grandola, vila morena", a canção de Zeca Afonso que foi usada como senha para a deflagração da Revolução dos cravos – que derrubou a ditadura, em 1974 – e se tornou hino do movimento.] Agora, quando já se contam três anos de medidas de austeridade, até mesmo as crianças "grandolam" os pais quando não querem tomar banho. Os italianos, que atualmente acompanham o distanciamento entre os valores das dívidas públicas de seu país e da Alemanha com uma paixão que era reservada exclusivamente ao futebol, abusam do curioso termo "spreaddite", definido pelo diário romano La Repubblica como a "intensificação do sofrimento causado pelo aumento da diferença". Na Grécia, termos cunhados pela crise temperam diálogos em cafés, escritórios e estações de metrô. Em especial satirizam falas, expressões e slogans utilizados por líderes políticos. Como a afirmação feita em 2009 pelo então primeiro-ministro George A. Papandreou, de que havia dinheiro para o governo pagar contas, quando isso obviamente não podia ser verdade. "Não se preocupe, vou conseguir", disse um grego que comemorava o aniversário em uma taverna de Atenas recentemente, enquanto os amigos puxavam as carteiras para pa-
Darío Villanueva, da Real Academia Espanhola: "A crise causou um impacto sensível na sociedade e na forma como ela utiliza a linguagem".
gar a conta. "Aqui tem dinheiro, esqueceram?" A longa crise econômica da Europa levou o continente a níveis recorde de desemprego e a protestos violentos, mas há muitas formas mais sutis de perceber seu efeito. Em cada país afetado a crise gerou um idioma próprio, trazendo termos que faziam parte da exótica linguagem econômica para o uso popular e criando uma gíria que reflete o humor negro usado para lidar com problemas intermináveis. As gírias da crise chegaram
a ser adotadas por autoridades postadas em altos cargos. Ao tentar dizer que, ao contrário dos gregos, os espanhóis não precisariam de um pacote de ajuda internacional, Cristóbal Montoro, ministro do orçamento espanhol, prometeu aos compatriotas assustados que "los hombres de negro" – os homens de preto –, como são conhecidas as autoridades da União Europeia – não precisariam ir até lá levando suas duras medidas. A ECONOMIA SE TORNOU RELEVANTE As mudanças na linguagem são numerosas o bastante para que em junho deste ano a Real Academia Espanhola, guardiã do idioma, desse os contornos finais ao dicionário com 200 novas palavras que foram acrescentadas ou que ganharam novos significados. Os termos incluem o preocupante "prima de riesgo" (prêmio de risco), com uma frase comum para ilustrar: "O prêmio de risco da dívida pública subiu vários pontos". Os espanhóis, muitos dos quais nunca haviam ouvido esses termos antes do início da crise financeira em 2008, agora os usam com tanta frequência que é bem provável que suas conversas com taxistas não sejam muito diferentes das notícias mais graves do jornal da noite. "A crise causou um impacto sensível na sociedade e na forma como ela utiliza a linguagem, levando muitas pessoas a falarem sobre a economia de uma forma que não era relevante para eles há poucos anos", afirma Darío Villanueva, secretário geral e um dos 46 membros da Real Academia Espanhola, formada por escritores (a maioria), cientistas, historiadores, economistas e advogados. Para atualizar o dicionário espanhol, a academia contou com um sistema de dados computadorizado para medir a frequência de milhões de palavras utilizadas na televisão, no rádio, nos jornais e em outras formas de texto escrito. A academia também concordou com as mudanças entre suas irmãs, em sua maioria localizadas em países da América Latina, para harmonizar as mudanças linguísticas em todo o mundo hispânico.
Entre as palavras duráveis o bastante para entrarem no dicionário figura o termo "bonus", que não era comum em espanhol até que os holofotes se voltaram para os banqueiros locais para revelar como ganharam dinheiro. Também há o termo "burbuja" (bolha), como a que estourou no mercado imobiliário, e "población activa", ou a população com idade suficiente para trabalhar, expressão que se tornou corrente em função do grande desemprego que grassa entre a população economicamente ativa do país.
A forma como falamos sobre a crise contribui para o pânico; ela contribui para a baixa autoestima nacional. DENIS MUZET, SOCIÓLOGO. CONTRIBUIÇÃO À BAIXA DA AUTO-ESTIMA Da mesma maneira, diversos termos ligados à crise econômica estão entre as 5.000 palavras acrescentadas à versão mais recente do Duden, a obra definitiva em língua alemã, lançado em julho deste ano. Os termos incluem "schuldenbremse", literalmente "freio da dívida", e "eurobond", em referência à proposta da União Europeia de criar de um título da dívida pública europeia para cobrir as dívidas de países onde circula o euro; os alemães temem que a criação desses títulos traga Simela Pantzartzi/EFE
Na Grécia, entre os assuntos preferidos dos "neoptohi" (novos pobres) estão as recordações dos tempos melhores, ou "poukou" (antes da crise).
obrigações onerosas a eles. Embora a palavra possa existir, o governo da chanceler Angela Merkel fez o possível para que a criação desse título não saísse do papel. Para não ficar de fora, o sociólogo francês Denis Muzet publicou recentemente o livro "Les Mots de la Crise", ou "As palavras da crise", analisando os termos integrados à língua desde o início da recessão. Sua lista inclui "perte du triple A", ou "perda do triplo A" (como aconteceu com o título da dívida francesa); "suppressions d’emploi", (corte de emprego) ou "choc de compétitivité", (choque de competitividade) – como forma de expressar o difícil despertar para a crise. "A forma como falamos sobre a crise contribui para o pânico; ela contribui para a baixa autoestima nacional", afirma Muzet. A sensação de austeridade é tão generalizada que o próprio termo passou a ser aplicado em alguns lugares para designar quase qualquer coisa. Se uma mulher portuguesa usa saia curta demais, um admirador pode perguntar-lhe jocosamente se está sendo "austera", ao poupar tecido. A crise europeia já dura tanto que está definindo uma nova geração, que recebeu em espanhol o nome de "Ni-Nis", ou "Nem-Nens", para definir a legião de jovens que não estão nem estudando, nem tr a b alhando. Ou a "geração à rasca" (geração em perigo), como são conhecidos em Portugal. "Infelizmente eu conheço os Ni-Nis bem demais, já que tenho um em casa", diz Carmen Blanco, desempregada de 43 anos, referindo-se à filha
de 20 anos que abandonou a escola e que vive com ela. "Sem diploma, já avisei que ela corre o risco de ser uma NiNi pelo resto da vida". A expressão, segundo Carmen, "deixa clara a situação de vazio e a falta de esperança". DE LISBOA A ATENAS, TODOS CULPAM A TROIKA A nomenclatura para as pessoas em situação de risco não se resume aos mais jovens. Na Grécia, onde o arrocho salarial e a taxa de desemprego de 27% forçaram toda a classe média a consumir apenas o básico, as pessoas falam sobre os "neoptohi" – novos pobres – uma brincadeira com a palavra grega para "novos ricos". E quando o assunto é a recordação de épocas melhores é comum surgir o termo "poukou", para situar o tempo anterior à crise. Entre as novas palavras também a nomes para os tipos de protestos e de manifestantes. Na Espanha essas pessoas referem-se a si mesmas como os "indignados". Os mais velhos passaram a ser conhecidos como os "yayoflautas", ou "flautas velhas". A "marea blanca", ou maré branca, designa as ondas de médicos e enfermeiros uniformizados que protestaram contra cortes no atendimento público. A única palavra que quase todos na Europa compartilham é "troika", para nomear os três credores internacionais: Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional. De Lisboa a Atenas, os cidadão a culpam por seus problemas. * The New York Times