Mulher 49, Homem 51. Jogo duro.
Conclusão: 23h55
Ano 87 - Nº 23.826
www.dcomercio.com.br
Pedro Andrade/Estadão Conteúdo
Jornal do empreendedor
R$ 1,40
São Paulo, sexta-feira, 8 de março de 2013
Em 100 empresas, 49 são de mulheres. E elas avançam para o empate. A relação pulou de 39% em 2002 para 65% em 2012. Em seu dia, hoje, e em 5 das 7 imagens desta capa, as mulheres estão em evidência. Pág. 15
Segredos da modelo Alessandra Ambrósio, em sessão de fotos na Califórnia. Pág. 14 Reuters
Campesinas invadem fazenda de senadora 500 mulheres ligadas ao MST comemoram o seu dia na Fazenda Aliança (TO), da família da senadora Kátia Abreu, presidente da CNA e símbolo da defesa do agronegócio. Pág. 5
Página 4
Disney/Divulgação
E Dilma chegou para o enterro adiado
EFE/Presidência da Venezuela
A comitiva brasileira, que inclui o ex Lula, soube só em Caracas que Chávez será embalsamado e exposto em museu, como Lenin. Muitos choram ao lado do caixão, vendo-o de boina vermelha e fardado. Pág.10
Era uma vez a bela bruxa má... ... É Mila Kunis, na pele da perigosa Theodora em Oz, Mágico e Poderoso: estreia hoje nos cinemas. Mais: dança, CD de Carlos Careqa e Roda do Vinho. Pág. 13
VOGUE
Tapetes estendidos na colonial Tiradentes Douglas Cometti/Folhapress
Preservada cidade histórica de Minas Gerais se enche de cores e flores nas procissões da Semana Santa. Boa Viagem. Pág. 34
Divulgação
O utilitário esportivo Range Rover Vogue, da 4ª geração, é bom de asfalto e fora de estrada. E "tão confortável como o sofá de casa", avalia nosso editor. Pág. 30
ISSN 1679-2688
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9 771679 268008
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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O Congresso parece disposto a mudar o seu comportamento apenas cosmeticamente. José Márcio Mendonça
pinião
CONTRABANDISTAS
EYMAR MASCARO
A
legislação brasileira é um emaranhado, de uma complexidade e de uma dimensão capazes de confundir as melhores cabeças jurídicas do País, com suas contradições, repetições, minudências e tudo mais. E sem contar os vícios de linguagem e de redação que tornam muitas normas ininteligíveis. E não há movimentos para valer na duas casas legislativas para corrigir o passado e melhorar, para o futuro, a qualidade das leis brasileiras. Se alguma coisa se faz é apenas para piorar a confusão, pois sempre se descobre um vício novo na operação legislativa para tornar as coisas ainda mais difíceis. Não é algo muito recente, mas ultimamente virou mania e rotina o vezo de contrabandear, para dentro das Medidas Provisórias, propostas e conteúdos inteiramente distintos do objetivo da lei em votação. Misturam-se alhos, com bugalhos, com retalhos e todas as rimas pobres que se possa encontrar no léxico português. Como as MPs têm prazo de tramitação curto, e são do interesse do governo, que briga por elas, é uma situação vantajosa tanto para o Palácio do Planalto quanto para os parlamentares. Deputados e senadores contrabandeiam para dentro dessas MPs coisas que eles demorariam anos para fazer tramitar e aprovar no Congresso. E o governo aproveita para incluir, no último instante de votação, quando não há quase mais tempo para discussão, artigos que teria dificuldades normais para aprovar. Vai tudo na embrulhada. Esta semana mesmo temos dois exemplos desses monstrengos nas portas de serem votados. Na MP 589, que dispõe sobre o parcelamento de débitos previdenciários dos Estados e municípios com a Fazenda Nacional, atual secretário de Transportes do município de São Paulo, Jilmar Tatto, deputado do PT licenciado, conseguiu incluir um artigo estendendo o Regime Diferenciado de Contratação, para obras e serviços de Estados e municípios com mais de 1 milhão de habitantes. O RDC é muito contestado, pois é usado para contornar exigências da Lei de Licitação, conhecida como Lei 8666. Houve recentemente, por iniciativa – é verdade, sim! – do senador José Sarney, de disciplinar de modo geral a farra de edição da MPs. O projeto foi relatado pelo senador Aécio Neves, que incluiu regras impedindo o contrabando de assuntos diferentes na MP. A proposta saiu a duras penas do Senado, boicotada principalmente pelas lideranças do governo, que não quer freios em seu poder de legislar. E foi dormir em berço esplêndido na Câmara, onde não há força capaz de acordá-la. E assim vai crescendo a nossa confusão jurídica...
A VELHA GUARDA ENTRA EM CAMPO
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JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA Renan Calheiros para a presidência do Senado e de Henrique Eduardo Alves para a presidência da Câmara, os dois influentes parlamentares do PMDB, coadjuvados por seus pares, mais por conveniência que por convicção, decidiram mostrar serviço para responder a seus críticos.
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iveram até um início relativamente auspicioso, com a promessa de Renan de cortar um naco das despesas do Senado e com a Câmara aprovando a extinção dos indecentes 14º e 15º salários, que os parlamentares recebiam, gostosamente, havia 67 anos. Decano dos deputados, Henrique Alves recebeu o benefício por mais de 30 anos.
SEM PUDOR Acuados depois das manifestações de mau humor da sociedade com as eleições de
Parecia se confirmar o dito popular de que "há males que vêm para o bem". Rebate falso. O Congresso parece disposto a mudar seu comportamento apenas cosmeticamente. Por lá, os males vêm para o mal mesmo. Em apenas dois dias, terça e quarta-feira, a Câmara voltou a mostrar a sua cara mais limpa. Foi escolhido para presidir a Comissão de Direitos Humanos da Casa o deputado evangélico do PSC, Marco Feliciano, que é conhecido por suas idiossincrasias (esta palavra é até leve para as posições) contra movimentos sociais e minorias várias. Para a presidência da estratégica Comissão de Educação foi eleito o deputado
Parlamentares contrabandeiam para dentro das MPs coisas que demorariam anos a tramitar no Congresso. E o governo aproveita para incluir artigos que teria dificuldade para aprovar.
Gabriel Chalita, indicação do PMDB de São Paulo. Chalita é ligado ao meio, mas no momento enfrenta uma série de investigações por suspeitas de corrupção quando era secretário da área, em uma gestão anterior de Geraldo Alckmin no governo de São Paulo. Não se deve fazer prejulgamentos; Chalita, até prova em contrário, é inocente, mas um pouco de pudor não faria mal à Câmara, para não se surpreender com manchas depois. Cuidadosa foi a presidente Dilma, que esqueceu Chalita, também candidato do PMBD na sua lista de futuros ministros.
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inalmente, na Comissão e Constituição e Justiça, considerada a mais importante de todas as comissões permanentes tanto na Câmara quanto no Senado, os deputados, por unanimidade, abrigaram também três colegas encalacrados com a Justiça – Paulo Maluf, José Genoino e João Paulo Cunha, os dois petistas ameaçados de perder o mandato quando o julgamento do mensalão no STF for finalmente concluído, provavelmente ainda neste semestre. E depois o Congresso ainda se queixa de perseguição, de incompreensões... JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA É JORNALISTA E ANALISTA POLÍTICO
Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Claudio Vaz Edy Luiz Kogut Érico Sodré Quirino Ferreira Francisco Mesquita Neto João de Almeida Sampaio Filho João de Favari Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Paulo Roberto Pisauro Renato Abucham Roberto Faldini Roberto Mateus Ordine
os 82 anos, mas ainda curtindo a vida numa boa, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso mantém a promessa de acompanhar o candidato do seu partido ao Planalto, Aécio Neves, em campanha pelos estados, a partir de junho. Ao contrário de José Serra, que "escondeu" FHC na campanha de 2010, Aécio faz questão de exibir o ex- presidente aos eleitores, transformandoo no seu principal cabo eleitoral. Como Lula vai reiniciar, na mesma época, a cruzada da Caravana da Cidadania pelo País, os eleitores podem esperar que os dois ex-presidentes vão se bicar em alguma região visitada. Lula e FHC estão em fase de um falar mal do outro. O tucano reprovou, por exemplo, a declaração da presidente Dilma, de que o PT não recebeu uma boa herança quando assumiu o poder, em 2003, pela primeira vez. FHC reivindica que foi no seu governo que o País começou a recuperar a economia e a debelar a inflação.
O
s tucanos atribuem a Fernando Henrique o mérito de ter levado o Brasil de volta à estabilidade econômica, mas os petistas contestam lembrando que não foi ninguém do PSDB que introduziu o Plano Real entre nós. O PT bate bumbo e acha que os tucanos deveriam prestar uma homenagem póstuma ao verdadeiro pai do Plano Real, o ex-presidente Itamar Franco, de quem FHC foi ministro. Falatório à parte, Fernando Henrique terá missão espinhosa como coordenador da campanha do senador por Minas, que não cresce nas pesquisas. Se as eleições fossem hoje, as pesquisas indicam que Dilma Rousseff seria reeleita sem fazer muita força. Além da preocupação com a presidente, FHC e Aécio precisam ficar espertos com os outros dois prováveis candidatos que correm
por fora, comendo pelas beiradas, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e a ex-ministra Marina Silva. FHC precisa convencer seu amigo e ex-aluno José Serra a se engajar na campanha de Aécio. O candidato tucano espera contar com os eleitores de Serra.
O
curioso é que Serra, além de continuar sonhando em ser candidato mais uma vez ao Planalto, não esquece que nas eleições de 2010 perdeu para Dilma Rousseff nos dois turnos, em Minas, que era governada pelo próprio Aécio. Serra também não perdoa o senador mineiro por ter vetado sua candidatura à presidência nacional do PSDB.
Aécio já confessou a tucanos de seu estado que não admite que o partido seja presidido por um paulista, com medo de perder a legenda presidencial em 2014. Tradicionalmente, o candidato que se elege presidente sempre é bem votado nos estados do Sudeste, sobretudo em São Paulo, Rio e Minas.
E
m Minas, Aécio é favoritíssimo para ser o mais votado, mas terá problemas nos outros dois estados. Em São Paulo, o PT ganhou a Prefeitura da Capital e, no interior, o partido elegeu prefeitos em regiões de grande densidade eleitoral, além de contar com sua principal estrela, Lula, puxando votos em todo o estado. E, no Rio, o governador Sérgio Cabral e o prefeito Eduardo Paes continuam atrelados ao governo da presidente Dilma. EYMAR MASCARO É JORNALISTA E COMENTARISTA POLÍTICO MASCARO@BIGHOST.COM.BR
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pinião
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adame Dilminha tá com o Diabo no corpo, digo, com o Diabo na campanha da eleição de 2014, que já começou; a campanha convocou o Capeta para sua militância e Lula é o "ghost writer". Eu sou o Submergente, catiguria fornecedora dos milhões de votos comprados e pagos pelas bolsas-esmola. Sua Alteza praticou a baixeza de pensar que me comprou por 2,34 real por dia. Comprou e se apossou do direito de "poder fazer o diabo em tempo de eleição". Pode e faz. Essa é uma das falas que atribuo ao Lula; é a cara dele esculpida em carrara. O vulgo fala "cara escrita e escarrada"; não falo, não sou o vulgo, nem falo a Novilíngua deles, sou estrangeiro aqui no "país dos mais de 80%". Com 2 anos de antecipação já se pode "fazer o diabo" etc etc e tal; e fazem. A Justiça Eleitoral tem olhos de Ray Charles, é cega; faz ouvidos de mercador e fica caladinha da silva; além de cega, é surda-muda. Com 2,34 real por dia eu só podia ser Submergente, ainda mais na "Restaurant Week". Nada posso comprar; na eleição tenho algo pra vender, mas isso é na base da bolsa-esmola, nem um tusta a menos. Reconheço que a Madame Avec Le Diable au Corps passou a mão num pedaço da carne de pescoço, arrancada do nosso pescoço por seu bichinho de estimação, o Leão, para jogar de esmola aos Les Mise rabl es, uns 300 paus o ingresso; e vale. Do lado de fora, na fila dos bacana, tento descolá algum "pra olhá o carro do doutor". A Madame saliva de gozo existencial quando chama isso de “Distribuição de Renda”; se 2,34 real por dia são distribuição de renda nestes tempos de Fim da Miséria por Medida Provisória, minha vó é bicicleta. Com 301 real por mês, 1 a mais de 300, sou promovido a Crasse Mérdia Emergente e posso comprar um rádio de pilha em vezes. Com 2,34 real por dia, 70 paus por mês, sou Submergente, não posso. Bem que poderiam me comprar por um troquinho a mais, eu não ia contar pra nin-
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OLHAR A MULHER DE MODO S U PE R FI CI A L TEM SIDO UMA CONSTANTE EM NOSSOS DIAS. Uesley Marcelino/Reuters
Aflições nos tempos de Dilma
guém; talvez uns 2,50 real por dia, 75 pilas por mês – todo homem tem seu preço, o meu é de liquidação. Os matemáticos do governo cabularam as aulas de aritmética fundamental da Escolinha do Professor Raimundo, mas são PhDs em Maquiagem. Em Hollywood maquiagem dá Oscar, aqui dá Pibinho de 0,9%.
P
egam um felizardo de 300 real por mês, maquiam o indefeso com mais 1 real e ele vira Crasse Mérdia Emergente de 301 real por mês. Esses felizardos Emergentes "saem da pobreza" sem sair da pobreza. São pobres de marré de si que subiram na vida sem ter subido na vida. Com 2,34 real por dia, sou Submergente, classificação que dá inveja a quem está abaixo dos 70 real por mês, os
NEIL SUBMERGENTE
FERREIRA paupérrimos patéticos. São milhões e dão mau-olhado. Acendi incenso no barraco, com medo de tocar fogo na comunidade. Eu era Zelite numa outra eternidade e caí do Gol 1.8 completo num Fusquinha Meia Nove zero bala. Há outros em pior estado; os do Estado do Maranhão nem me fale. Os s Crasse Mérdia Emergente são privilegiados habitantes do "país dos mais de 80%" – hoje "72%", uns 8% deixaram de ser analfabetos funcionais. Pequeno passo para a humanidade, grande passo para o Brasil.
Virei militante do MST, Movimento dos Sem Tudo; tenho direito de invadir prédios no Centrão, inclusive ex-Hotel 5 Estrelas, como o outrora magnífico Cambridge. Prédio no Centrão não paga condomínio nem IPTU, tem gato de luz e tv paga, metrô na porta, sanduíche grego, cachorro quente e Restaurante Um Real do Alckmin.
Q
uis aproveitar a "Restaurant Week" e encarei a fila do Um Real, salivando e antegozando o desconto. Propaganda enganosa; é um real sem desconto.
Pode haver cumpanherada da catiguria dormindo no chão chão e fazendo necessidade na porta do prédio que você invadiu; vai ver acordaram tarde e perderam a hora da invasão. Votar em quem o Lula manda é sintoma de insanidade mental. Um escritor, exemplo fidel de la fidelidad fidelulista, jurou: "Se Lula mandar votar num cachorro, eu voto". Vota nos Postes pra ter mais Postes pros cachorros em quem Lula mandou votar fazerem você sabe o quê. Martaxa fez a definição definitiva dos que são meus vizinhos de submergência: "É impossível contentar pobre; ou choraminga que não tem nada, ou chora que perdeu tudo quando chove". Já perdi tudo antes dessa chuvarada, herança maldita do Serra e do FHC. Já tive malas, agora só mochila. A passagem não é comprada com grana nova
que economizei nos Novos Tempos. Depois dos 2,34 real por dia, comprei com a metragem que ganhei viajando de busão; busão dá metragem, não dá milhagem.
A
h, rosnam, você se queixa dos aeroportos lotados, agora que os pobres andam de avião. Não; eu "se queixo" dos aeroportos não sairem do armário para assumirem que são rodoviárias. Não sou esfolado para a inclusão dos desincluídos. Sou esfolado para a inclusão da maior corrupção nunca antes vista "neçepaíz", cada dia com mais Roses pelo caminho. Meu mês acabou de acabar; submergi. PS: Minha tristeza pela morte do Chaves, que abre enorme lacuna na programação do SBT. NEIL FERREIRA É PUBLICITÁRIO
A SUSTENTÁVEL LEVEZA DE UM SER C
om ou sem botox? Super maquiada ou de rosto lavado? Usando roupas estilosas ou despojadas? Silhueta mais cheinha ou mais magra? Talvez seja melhor dizer: "simplesmente mulher". Solteira, casada, viúva, mãe, avó ou bisavó, executiva ou, como se dizia no tempo em que D. Pedro I sequer barba ostentava, de "prendas domésticas". Não importa. Toda mulher, culta ou iletrada, trabalhadora externa ou em domicílio é prendada, ou, melhor dizendo, dotada de um conjunto de atributos, muitos dos quais ainda requerem melhor valorização por parte da sociedade atual. Alguns veículos da mídia, infelizmente, insistem em apresentar as mulheres dentro do que denomino "síndrome do triplo B", a saber: bundudas, bocudas e burras. Estão aí os programetes infames de humor, os "grandes irmãos e irmãs" expostos em vitrinas midiáticas deploráveis, os comerciais de cervejas e algumas novelas que tratam a mulher como um ser-objeto descartável. O descalabro maior é que a sociedade vê como violência contra a mulher tão somente as agressões físicas, em geral levadas a cabo no núcleo doméstico
de famílias disfuncionais, mas não se manifesta com veemência contra as demais formas de violência contra a figura da mulher enquanto SER.
N
ão é mais possível manter o silêncio diante, por exemplo, da ditadura da moda que insiste em alardear que só a magreza extrema é sinônimo de beleza, que só determinado produto cosmético "não deixa" a mulher envelhecer – como se o envelhecimento natural "enfeiasse"
a mulher, quando, na verdade, ocorre exatamente o contrário: o rejuvenescimento plástico é o que viola a beleza natural da mulher em cada fase da sua vida. O artificialismo estético apregoado como um "must" para as mulheres ditas "modernas", reforçado pelo uso quase criminoso dos recursos do photoshop, tem gerado um sem número de mulheres à beira de um ataque de nervos na busca insana pela "fonte da juventude". Muitas
mulheres, escravas das falsas promessas de um "corpo perfeito", se desconectam de si mesmas e não mais percebem outras formas de beleza inerentes ao SER, e especificamente ao SER feminino, além de corpões sarados, abrindo mão de se autodesenvolver por completo e encontrando um ponto de equilíbrio físico, mental e espiritual.
O
lhar a mulher de maneira superficial tem sido uma constante nesses dias plúmbeos em que
vivemos. Um dos casos mais emblemáticos é o recente episódio com a primeira dama americana, Michelle Obama, convidada para a cerimônia do Oscar, em que os comentários sobre seu penteado, suas vestes e adereços obnubilaram o conteúdo do filme (Argo) ganhador da premiação. Aliás, em relação a Michelle Obama, tem sido assim desde que seu marido foi eleito presidente dos Estados Unidos pela primeira vez: os olhos do mundo se voltam para as vestes, penteados e os adornos da bela Michelle, com ínfimo ou nenhum destaque para seu perfil humano, sua formação e carreira profissional – os desafios que ela precisou enfrentar como mulher, e mulher negra – numa terra onde o preconceito contra a cor da pele já motivou uma guerra sangrenta entre irmãos.
E
m plena segunda década do terceiro milênio, sendo o dia 8 de março consagrado como o "Dia Internacional da Mulher", é preciso muito mais do que uma data magna para que, de fato, as mulheres possam comemorar sua real independência. É claro que, com exceção de cantões
LUIZ OLIVEIRA RIOS governados por ditadores loucos ou fanatizados por dogmas religiosos (o que, no fundo, é a mesma coisa), já houve um avanço no reconhecimento de importância da mulher sem o estereótipo de "boa mãe", mas como alguém capaz de exercer qualquer atividade profissional com maestria.
A
inda bem, pois a mulher bem resolvida tem mostrado a todos seus predicados afirmativos pessoais, profissionais e empresariais sem concessões a apelos fáceis da erotização vulgar dos dias de hoje, posto que, sendo feminina, naturalmente feminina, tudo nela seduz de forma natural e, por que não dizer? de forma sagrada. Um brinde, portanto, às mulheres nesta data consagrada a elas! LUIZ OLIVEIRA RIOS É PESQUISADOR DE FILOSOFIA E CONSULTOR DE EMPRESAS. OLIVEIRA.RIOS@HOTMAIL.COM
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GibaUm
vésperas dos 70 anos, Rogéria vai ganhar um talk-show no Canal Brasil. Nome do programa: Com Frescura.
3 MAIS: ela acaba de participar
k “Dá pena ver a CBF passando suas diretorias de um ladrão para
Tops mais populares
3 Às
gibaum@gibaum.com.br
outro. Um cara que rouba medalhas e energia de um vizinho não tem moral para falar de Romário ou de qualquer deputado.” ROMÁRIO // (PSB-RJ), respondendo a José Maria Marin.
Fotos: Christian Parente
da novela Lado a Lado, tem dois filmes engatados e garante que nunca pensou em se desfazer da natureza.
O site Modelinia acaba de revelar o ranking das modelos mais famosas nas redes sociais e Tyra Banks, que apresenta o America Next Top Model é a campeã com 11,2 milhões de seguidores. Em segundo, a brasileira Adriana Lima com 3,4 milhões, seguida de Heidi Klum, com 2,8 milhões. Gisele Bündchen, quem diria, aparece apenas em quinto lugar com 2,4 milhões de seguidores e outra brasileira, Alessandra Ambrósio, surge na oitava posição com 1,1 milhão. 333
VIROU MANIA Entre as pré-adolescentes, o bordão “Ludmila já vai”, virou mania. A frase ganhou popularidade na boca da divavilã Ludmila, uma loira fútil e malvada que só quer cuidar de sua beleza na série Violetta, apresentada no Disney Channel. A série, de produção argentina, é uma febre entre as meninas porque, apesar da classificação livre, tem muito beijo na boca, traições e maldades. 333
333 Quando o presidente da Firjan, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira assumiu há EBX de Eike Batista, o mercado apostava que ele não permaneceria na posição mais do que seis meses (ele saiu em 46 dias) e agora, novas apostas são feitas em torno da duração da parceria entre Eike e André Esteves, do BTG Pactual. As empresas de capital aberto de Eike acumulam perda de R$ 7 bilhões em valor de mercado este ano. No ano passado, perderam R$ 30 bilhões em valor de mercado. Para quem não nem idéia: o BTG Pactual é credor de US$ 1,7 bilhão do grupo EBX.
SUPER-CACHÊ Não é verdade que a revista Playboy teria oferecido um cachê de R$ 2 milhões para atriz Nanda Costa, a Morena de Salve Jorge, para debutar nua em suas páginas – e ela, novamente, não teria aceitado a proposta. Na história recente da publicação, nunca houve uma proposta nesse valor – e nem mesmo de R$ 1,5 milhão que teria sido a primeira oferta. Há alguns meses, Carolina Ferraz e Carolina Dieckmann, mais populares do que Nanda Costa, teriam recebido propostas em torno de R$ 500 mil, mais participações nas vendas. Hoje, Playboy enfrenta fase de vendas baixas. 333
Menino bailarino 333 Billy Elliot, a história do menino do subúrbio inglês que consegue superar preconceitos e vira bailarino profissional chega, este ano, ao Brasil em formato de musical. Serão apenas 20 apresentações no Credicard Hall, em São Paulo, com um elenco de 45 profissionais dirigidos por Stephen Daldry, o mesmo que dirigiu o longa metragem em 2000. A versão musical surgiu em Londres em 2005, viajou por inúmeros países, chegou à Brodway em 2008 e desembarca em agosto entre nós. O Ministério da Cultura já autorizou a captação de R$ 4 milhões, via Lei Rouanet, para a temporada brasileira de Billy Elliot.
NÃO VIU 333 O discutido pastor Silas Malafaia, da igreja Assembléia de Deus – Vitória em Cristo, concordou em aparecer no programa Pânico na TV, mas fez exigências: nada de ter panicats ou humoristas a seu lado. Aceitava ser entrevistado apenas por Sabrina Sato, no que foi atendido. Depois, nos bastidores: Emilio Surita não resistiu e perguntou a Malafaia se havia visto, há tempos, a Playboy com Sabrina Sato. Malafaia suspirou e garantiu que “suas leituras são outras”.
Vencedora de A Fazenda 2 e do primeiro Dança dos Famosos, passou pelo Simple Life e hoje comanda um programa de celebridades, Pop Up, no Mix TV: agora, Karina Bacchi, 36 anos, vai funcionar como repórter de campo no novo reality-show do SBT, Menino de Ouro, que tentará encontrar a nova revelação do futebol brasileiro. Começa no próximo dia 24, com participação dos ex-jogadores Paulo Sérgio, Zetti e Edmilson e são 26 mil jovens inscritos. E enquanto a estréia não chega, ela posa para capa e recheio da revista Profissão: Cabeleireiro. Com direito a cabelos ondulados e até cacheados.
Novos talentos
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Carlos Araujo, ex-marido de Dilma Rousseff e conselheiro político da presidente, não quer voltar ou acha complicado voltar ao PDT: sabe que a Executiva nacional do partido, que precisaria abonar sua ficha, será contra. O que não diminui o fôlego de Araujo em áreas do partido – e contra o ex-ministro Carlos Lupi. A estratégia de nomear Brizola Neto para o Trabalho foi armada pelo ex-marido de Dilma. Agora, é o mesmo Araujo que coordena um troca-troca com Lupi, que faz força para derrubar Brizola Neto. A recondução do ex-ministro à presidência nacional do partido ganha apoio se ele divulgar moção de apoio à permanência de Brizola Neto na Pasta. Desde sua nomeação, o PDT não o reconhece como ministro indicado pelo partido.
Ex-marido em ação
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MISTURA FINA O APRESENTADOR Luciano Huck quer ter um heliponto em sua casa, no Joá, no Rio de Janeiro. O Instituto Estadual do Meio Ambiente tem restrições.
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333 HÁ QUASE um ano, a Vivo cortou, de uma penada só, 1.200 funcionários e agora, a Telefônica está demitindo mais 900 funcionários, dos mais baixos escalões até gerentes e diretores.
O ENCONTRO entre Amilcare Dallevo, da Rede TV!, com Dilma Rousseff, foi cancelado em cima da hora e a presidente recebeu, no lugar dele, Joesley Batista, que acaba de comprar o Canal Rural. O planalto ficou de marcar nova data para Dallevo, que quer vender a emissora para Eike Batista e José Bonifácio (Boni) de Oliveira Sobrinho.
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OS DOIS livros de Gerald Thomas serão lançados dia 8 de abril em São Paulo (Livraria Cultura) e 10 de abril no Rio (Livraria da Travessa) e não nas datas publicadas na edição de ontem.
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Ela é musa de diretor de cinema, de poeta, de jornalista e até de bloco de carnaval (Me Beija que Eu Sou Cineasta ): agora, Mariana Ximenes, a Juliana de Guerra dos Sexos , é capa e recheio da nova Glamour (esquerda), onde é descrita e louvada por dois companheiros de trabalho, Marcelo Adnet e Tony Ramos. Nesses dias, ela provou que também é musa do estilista famoso: a convite de Marc Jacobs (direita), foi ver o desfile da Louis Vuitton na nova Paris Fashion Week , com cadeira reservada na primeira fila.
Musa múltipla
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333 ESTÁ nas vitrines de Salvatore Ferragamo espalhadas pela Europa, como grande novidade da grife para o próximo verão de lá: ternos vermelhos, usados com camisas brancas e gravatas rosa ou laranja. Quem se habilita?
O CANTOR Belo, que já cumpriu pena por tráfico de drogas, acaba de se filiar ao PP de Francisco Dornelles e Paulo Maluf: será candidato, no Rio, a deputado federal no ano que vem.
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Nada a celebrar Hoje é o Dia Internacional da Mulher: dados da ONU advertem que sete em cada dez mulheres do planeta passarão por algum episódio de violência física ou sexual ao longo da vida. No Brasil, na última década, nada menos do que 43,7 mil mulheres foram assassinadas, equivalendo a 12 mortes por dia. 333
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Jogo duro
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Cabelos vermelhos.
Cabelos cognac.
Metralhadora A revista Infomoney publica uma entrevista com o bilionário Luiz Barsi, considerado “o rei dos dividendos na Bovespa”, onde ele garante que, com paciência, qualquer um pode ficar rico investindo na Bolsa. Na matéria, à certa altura, Barsi investe contra Lírio Parisotto, maior investidor pessoa física da Bovespa e namorado de Luiza Brunet: “Você já conversou com ele? Em meia hora de conversa, ele vai lhe dizer quanto gasta, que tem dois aviões e que comprou um iate por 30 milhões de euros. Já pensou dar dinheiro na mão desse cara para administrar? Eu não daria um centavo. Outro dia, ele disse a um jornal que tem 10 mil garrafas de vinho no apartamento. Se cada garrafa pesa um quilo, tem perigo de botar abaixo o prédio com essas dez toneladas”.
EDU Guedes, que acaba de renovar seu contrato com a Record até 2018, está namorando uma médica, que tem uma filha e os dois preferem preservar a intimidade do relacionamento.
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O FASHION Rio está marcado para o fim de março e até agora, ninguém sabe onde será realizado o evento. Os organizadores pensaram, inicialmente, na Cidade das Artes, mas a idéia foi afastada por exigência dos estilistas, diante dos super-engarrafamentos diários na Barra.
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Colaboração: Paula Rodrigues / A.Favero
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
sexta-feira, 8 de março de 2013
5 FACEBOOK NA CAÇA AOS CORRUPTOS O controlador-geral do Município, Mário Vinícius Spinelli, trazido da Secretaria Nacional de Prevenção à Corrupção, afirma que usará até Facebook para detectar funcionários corruptos. "Em Brasília, usamos várias vezes para detectar patrimônio incompatível."
olítica
MST invade fazenda de Kátia Abreu Propriedade da senadora, símbolo da defesa do agronegócio no Congresso Nacional, foi tomada por carca de 500 camponesas na véspera do Dia da Mulher, hoje. Andre Dusek/Estadão Conteúdo
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ímbolo da defesa do agronegócio no Congresso Nacional, a senadora Kátia Abreu (PSD-TO) teve uma fazenda de sua família invadida pelo MST (Movimento dos Trabalhados Sem Terra) na manhã de ontem. Cerca de 500 camponesas integrantes do MST entraram na propriedade localizada no município de Aliança (TO), ao lado da rodovia Belém-Brasília. Elas também interditaram as pistas nos dois sentidos da via. As mulheres deixaram a Fazenda Aliança no fim da tarde, de forma pacífica, e também desocuparam as vias. A senadora, que também preside a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), divulgou nota afirmando "repudiar, com indignação, a invasão" de sua fazenda. Segundo a senadora, a invasão foi executada pela Via Campesina, movimento do qual o MST faz parte e que foi definido por ela como "milícia". "Trata-se de propriedade produtiva, moderna, que emprega 48 trabalhadores, hoje violentamente transformados em reféns, enquanto o grupo de vândalos destruía viveiros de mudas cultivadas com alta tecnologia, destinadas ao plantio de eucaliptos, que é a atividade principal do empreendimento." O comunicado de Kátia Abreu segue dizendo que a invasão é um "ato de retaliação" a sua "atuação democrática como senadora e líder do setor produtivo rural, em defesa do Estado de Direito e dos direitos fundamentais, neste caso traduzido no direito de propriedade". "Não vão me fazer recuar. Não vão me amedrontar. Não vão impedir que continue mostrando ao Brasil as mentiras e as atrocidades cometidas por este movimento dos sem lei", afirmou a senadora. O deputado federal Irajá Abreu (PSD-TO), filho da senadora, informou que as camponesas causaram um prejuízo de aproximadamente R$ 500 mil ao destruir mudas de árvores. Logo após a desocupação, dirigentes do MST negaram as acusações da senadora e disseram que a permanência das manifestantes aconteceu sem nenhum tipo de violência ou ameaça contra os empregados da fazenda. O MST afirmou que escolheu invadir por algumas horas a fazenda da
ma agrária e comete crimes ambientais em suas fazendas", o que, para ela, justificaria a invasão.
Integrantes do MST e do Movimento Camponês Popular invadem o prédio do Ministério da Agricultura família da senadora porque as terras foram embargadas duas vezes pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). Os embargos foram em decorrência de des-
matamentos em áreas de preservação. Kátia Abreu afirmou que a área é "produtiva e moderna", servindo para a produção de eucaliptos. Segundo Mariana Silva, dirigente do MST no Tocantins, "a senadora Kátia Abreu é contra a refor-
Pastor da discórdia tem pendências André Borges/Folhapress
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deputado e pastor evangélico Marco Feliciano (PSC-SP) foi confirmado ontem como presidente da Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Câmara. Logo após ser eleito, ele reafirmou ser contra o casamento entre homossexuais, a adoção de crianças por casais do mesmo sexo e o aborto. A eleição ocorreu em sessão fechada, com protestos de manifestantes. "A minha posição é a de sempre: casamento é entre homem e mulher. Essa é uma posição minha. Todavia, o que nós estamos lutando aqui não são proposições religiosas, são proposições da Constituição." Feliciano disse que vai convidar deputado Jean Wyllys (PSol-RJ) para a comissão. Antes de iniciar a votação, o ex-presidente do colegiado, Domingos Dutra (PT-MA) abandonou a sessão acompanhado de outros deputados contrários à indicação de Feliciano. "Essa comissão não foi criada para fazer ligação com nenhuma religião, muito menos com fundamentalistas que são contra negros, contra índios, contra homossexuais e contra o povo brasileiro. Decidimos nos retirar”, disse Dutra. A sessão que elegeu
Sim ao ministério do pequeno empresário
O
Jean Willys, Roberto Lucena, Stefano Aguiar e Marco Feliciano, finalmente presidente da comissão. Feliciano foi convocada pelo presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) após ter sido cancelada na quarta-feira devido a discursos e protestos. Feliciano é alvo de uma ação penal e dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal. Na ação penal, é acusado de estelionato por ter recebido R$ 13,3 mil para realizar dois cultos religiosos no Rio Grande do Sul e não comparecer. Um inquérito é por preconceito e discriminação por uma fala
supostamente homofóbica em uma rede social e no outro é acusado de injúria, em um caso pessoal. Segundo a denúncia do Ministério Público do Rio Grande do Sul, em 2008, Feliciano e um assessor firmaram um contrato para shows religiosos, forneceram conta para o depósito da produtora e não foram. Um dia antes, o deputado enviou um e-mail confirmando sua presença. A produtora do evento alega prejuízo de R$ 100 mil com a ausência. A
ação está sob relatoria do ministro Ricardo Lewandowski e a última movimentação é outubro do ano passado. No inquérito, de janeiro de 2013, ele é acusado de homofobia por um texto divulgado no Twitter. "Sendo possivelmente o primeiro ato de homossexualismo da história, a maldição de Noé sobre Canaã toca seus descendentes diretos, os africanos." O relator do caso é o ministro do STF é Marco Aurélio Mello.
INVASÕES COMEMORATIVAS A ação das camponesas na fazenda Aliança foi um dos vários atos das sem-terra em todo o Brasil em razão do Dia Internacional da Mulher e como parte da Jornada Nacional de Luta das Mulheres da Via Campesina. Em Brasília, manifestantes do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) e do Movimento Camponês Popular ocuparam na manhã de ontem a sede do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e exigiam ser recebidos por alguma autoridade. A ocupação foi realizada com a intenção de chamar a atenção para a pequena agricultura, segundo a coordenadora nacional do MST, Rosana Fernandes. "O modelo de agronegócio atual beneficia apenas a grande agricultura, que é das grandes empresas. E a maior parte da produção é para exportação. Queremos um incentivo maior para o modelo de agricultura camponesa, dentro da fatia do orçamento." Os servidores públicos que trabalham no ministérios foram impedidos de entrar no prédio. O número de manifestantes não deve ultrapassar 400 pessoas, segundo a Polícia Militar. Em Iaras (SP), cerca de 50 integrantes do MST ocuparam, durante a manhã, a sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). O grupo faz parte do conjunto de assentamentos Zumbi dos Palmares, que fica no município. A principal reivindicação dos manifestante: a demora na liberação dos documentos que garantem o assentamento de 80 famílias. Romildo Pereira, responsável pelo MST de Iaras, disse ao G1 (h tt p:/ /g1 .g lob o.c om /) que aproximadamente 570 famílias vivem na área do assentamento Zumbi do Palmares, no entanto, mas que 80 famílias permanecem em situação irregular. "Desde 2009, estamos tentando com o Incra a regularização e normalização da estrutura do assentamento para essas famílias, mas ainda não obtivemos resposta." Em sua sede em São Paulo, o Incra disse que não se manifestaria até que recebesse as reivindicações. (Agências)
Senado aprovou ontem a criação da Secretaria da Micro e Pequena Empresa em uma sessão com fortes críticas de parlamentares do PSDB. O órgão terá status de ministério e será a 39 ª pasta do governo Dilma Rousseff. A proposta, que segue para sanção presidencial, prevê que a pasta assumirá funções do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior relacionadas às microempresas e ao artesanato e contará com novos 66 cargos. Essa secretaria foi uma promessa de campanha da presidente Dilma e deverá servir para acomodar o PSD, formalizando a adesão do partido do ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab à base aliada. Vicegovernador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos é cotado para assumir a função. Em meados de 2011, a presidente havia convidado à empresária Luiza Trajano, dona da rede de lojas Magazine Luiza, para comandar a pasta. Mas diante da necessidade de acomodar aliados, não se sabe se o convite será mantido.
Apesar das resistências públicas, só o líder do PSDB, Aloysio Nunes Ferreira (SP), fez questão de assinalar seu voto contra o projeto. Os demais presentes, inclusive o pré-candidato tucano à Presidência da República, Aécio Neves (MG), aprovaram a matéria simbolicamente – quando não há votação nominal. Aécio Neves destacou a importância de se valorizar o microempresariado, mas não deixou de desferir críticas à criação do novo ministério. "Novos cargos para quê? Para trazer um novo partido para a base do governo", criticou Aécio. "A sedução através de cargos públicos, através de dinheiro da população, não é legítimo, não é lícito", completou o senador. O líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), disse que o setor é a "mola propulsora" para a geração de empregos no País: "Se fizemos tudo isso sem uma dedicação exclusiva e sem uma prioridade exclusiva da micro e pequena empresa, imagine com a criação de um ministério?"
p Royalties: três Estados vão ao STF.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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Ele não cumpriu nada do que foi prometido, limitou os discursos a 5 minutos. Senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES)
olítica
É a reação dos que se consideram 'prejudicados'
E
stados produtores de petróleo – Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo – vão recorrer ao Superior Tribunal Federal (STF) contra a derrubada dos vetos à lei dos royalties do petróleo. O Congresso derrubou em votação terminada ontem os vetos da presidente Dilma Rousseff à lei que muda a divisão dos royalties do petróleo. Estados produtores perderão receita com o novo modelo, que propõe uma divisão mais igualitária desses recursos, beneficiando os que não produzem petróleo. Os royalties são um percentual do lucro obtido pelas empresas e pagos ao Estado como forma de compensação pelo uso de recurso natural. Pela regra atual, os grandes Estados produtores ficam com 26,25% dos royalties. Os não produtores recebem 1,76%. Para o governador do Rio, Sergio Cabral (PMDB), a decisão "é o caos" para o Estado e os municípios: "Nós vamos aguardar a publicação da lei. Assim que ela for materializada, nós vamos ao STF. A presidente Dilma foi clara que nem água nas razões do veto. Só que não levaram nada disso em consideração. Mas a Suprema Corte está aí para isso. Para garantir a democracia". Cabral disse que a decisão levará à falência do Estado e de municípios. "Estamos falando de campos de petróleo leiloados, com contratos assinados. Isso é um rompimento do ato jurídico perfeito. Em outro artigo (do veto), a presidente Dilma diz que não se pode apropriar de recursos originários dos estados produtores. Esse é o artigo 20 da Constituição federal. Outro ponto é o desequilíbrio orçamentário. É o caos para o Estado e os municípios. Isso leva à falência o governo e muitas
prefeituras. São bilhões e bilhões de reais". O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse ontem que que a Procuradoria-Geral do Estado já tem uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) pronta para ingressar no STF contra a derrubada dos vetos. "A posição de São Paulo era favorável a manutenção do veto da presidente Dilma. Entendemos que os contratos já assinados devem ter a regra atual. Para o futuro, nas novas licitações na área de petróleo e gás, deve ser aplicada a regra nova. Esse será o nosso argumento". Nota divulgada ontem informa que o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), já determinou que a Procuradoria-Geral do Estado impetre uma Adin no STF "para evitar perdas referentes a contratos já em andamento". O texto divulgado pelo governo do Espírito Santo afirma que o assunto "foi tratado de maneira demagógica, superficial e inconsequente" no Congresso. A nota diz que o Estado confia na capacidade do Supremo "para decidir, com isenção e responsabilidade" sobre a questão. Segundo o governo do ES, o Congresso contrariou a Constituição e as condições estabelecidas para contratos juridicamente perfeitos. Além disso, de acordo com o governador, a decisão compromete gravemente o equilíbrio federativo e o ambiente de negócios no País. De acordo com o governo do Espírito Santo, a previsão a de é que, com a mudança nas regras de distribuição dos royalties do petróleo, as perdas do Estado superem os R$ 10 bilhões no período que vai de 2013 a 2020. O Espírito Santo perderia R$ 4,7 bilhões e os municípios, R$ 5,3 bilhões.
Derrubaram os vetos de Dilma
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Congresso derrubou os vetos da presidente Dilma Rousseff à distribuição mais igualitária dos royalties do petróleo. Em votação que acabou de ser apurada na madrugada de ontem, 54 senadores e mais 349 deputados votaram contra a manutenção dos vetos da presidente à lei dos royalties, o que na prática vai permitir que o dinheiro seja distribuído de forma igualitária para todos os Estados do País. Os 54 senadores votaram unanimemente contra os 140 itens vetados por Dilma, entre eles o que previa a distribuição dos recursos. Já na Câmara, alguns itens foram
rejeitados por 349 deputados e outros por 354. A votação, secreta e em cédulas de papel, foi encerrada na madrugada de ontem e foi marcada por um clima tenso de disputa entre congressistas de Estados produtores e não produtores de petróleo. Houve sucessivas tentativas de congressistas do Rio e do Espírito Santo de suspender a votação. Os dois Estados são os mais prejudicados com a derrubada do veto porque, como maiores produtores de petróleo, perdem receita se a distribuição dos royalties for feita de forma igualitária para todas as unidades federativas. Daí argumentarem que
Congresso será obrigado a analisá-los em 30 dias, previsto pelo regimento da Casa, antes deles entrarem em votação. Os parlamentares contrários à derrubada do veto acusaram o presidente do Congresso de "tratorar" a votação para beneficiar os Estados não produtores, a maioria do Congresso. "Ele não cumpriu nada do que foi prometido, limitou os discursos a cinco minutos. É uma tratorada e um profundo desrespeito às nossas manifestações", disse o senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES). Pouco antes da votação, senadores dos dois Estados apresentaram pedido ao STF (Supremo Tribunal
Federal) para impedir a análise dos vetos. Relator do pedido, o ministro Luiz Fux prometeu se manifestar hoje sobre o mandado de segurança, o que abriu caminho para a votação. Fux disse que a realização da sessão foi por "conta e risco" do Congresso e, caso o pedido dos senadores seja acolhido pelo STF, a votação poderá ser anulada. Novas ações serão apresentadas pelo Rio e Espírito Santo se o veto for derrubado. A votação de quarta-feira só ocorreu depois que o Supremo entendeu que não havia necessidade de se votar cronologicamente os cerca de 3.000 vetos que aguardam na fila do plenário.
Rio de Janeiro suspende os pagamentos. Vai parar?
Phillipe Moacyr/Estadão Conteúdo
O
governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, suspendeu ontem "todos os pagamentos do Estado, com exceção do (salário) dos servidores públicos" até que o Supremo Tribunal Federal (STF) julgue a constitucionalidade do projeto de lei de distribuição de royalties do petróleo. A informação foi divulgada em nota à imprensa. Segundo a nota de Cabral, os secretários estaduais de Fazenda e de Planejamento "foram orientados a cancelar pagamentos, empenhos, repasses e outras transferências não obrigatórias" até que seja definida a situação dos Estados que perderão recursos se a derrubada dos vetos for mesmo mantida. Antes, Cabral dissera que o Rio iria ao STF, assim que a decisão do Congresso Nacional fosse formalizada. Segundo ele, três artigos da Constituição Federal são desrespeitados pela derrubada do veto, entre eles, o que trata do desequilíbrio orçamentário. Cabo Frio – Duas mil pessoas invadiram ontem o terminal do aeroporto internacional de Cabo Frio (RJ) em protesto contra a derrubada do veto. As operações do aeródromo tiveram que ser parcialmente
Manifestantes no aeroporto de Campos (RJ): protesto contra a derrubada dos vetos no Congresso. suspensas. Dez voos foram cancelados. Só pousos programados, de emergência e decolagens tiveram autorização. O aeroporto é usado para transportar trabalhadores nas plataformas de petróleo no mar. Segundo estimativa da Secretaria Estadual de Fazenda, o Estado perderá R$ 1,6 bilhões este ano com a mudança na regra de partilha dos royalties. O orçamento anual é de R$ 72,7 bilhões. A redução na
receita dos municípios fluminenses pode atingir R$ 2,5 bilhões, segundo a pasta. Espírito Santo – O governador Renato Casagrande (PSB) disse ontem que será preciso cortar despesas com custeio e pessoal e até investimentos do Espírito Santo para compensar a perda de receitas prevista com a mudança nas regras de distribuição dos royalties do petróleo. Casagrande já determinou o
congelamento de R$ 200 milhões do Orçamento do Estado. Foram contingenciados 10% dos gastos previstos para custeio da máquina – despesas correntes como gasolina, telefone e diárias. "Já determinei o contingenciamento de 10% do custeio para chegar a uma economia de R$ 200 milhões. Tenho que definir qual investimento que eu vou deixar de fazer também para economizar mais R$ 200 milhões".
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Bradesco Administradora de Consórcios Ltda. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 52.568.821/0001-22 Sede: Cidade de Deus, s/nº - Prédio Marrom - Vila Yara - Osasco - SP RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Cotistas, Em 21 de janeiro de 2013, a Bradesco Consórcios completou 10 anos de atividades e é líder em cotas ativas desde 2004 nos segmentos de: Imóveis, Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2012, da Bradesco Administradora de Consórcios Automóveis e em 2008 atingiu a liderança no segmento de Caminhões/Tratores. Ltda. (Bradesco Consórcios), de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Agradecemos aos nossos clientes a confiança e aos nossos funcionários e colaboradores a dedicação ao trabalho. A Bradesco Consórcios tem a missão de “Administrar grupos de consórcios de clientes, correntistas ou não do Banco, com transparência e excelência no atendimento, norteadas pelos princípios da Organização Bradesco”. Osasco, SP, 25 de janeiro de 2013. No exercício de 2012, a Bradesco Consórcios registrou Lucro Líquido de R$ 387,681 milhões, correspondente a R$ 746,98 por lote de mil cotas, Patrimônio Líquido de R$ 1,345 bilhão, Ativos Totais de R$ 1,558 bilhão e receita bruta de prestação de serviços de R$ 643,210 milhões, com crescimento anual de 16,1%. Diretoria
BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO - Em Reais mil ATIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 6a) ....... Carteira Própria ............................................................................................................................................. OUTROS CRÉDITOS (Nota 7)...................................................................................................................... Créditos Específicos...................................................................................................................................... Diversos......................................................................................................................................................... REALIZÁVEL A LONGO PRAZO................................................................................................................. OUTROS CRÉDITOS (Nota 7)...................................................................................................................... Diversos......................................................................................................................................................... OUTROS VALORES E BENS........................................................................................................................ Despesas Antecipadas.................................................................................................................................. PERMANENTE ............................................................................................................................................. INVESTIMENTOS (Nota 8) ........................................................................................................................... Outros Investimentos..................................................................................................................................... Provisões para Perdas .................................................................................................................................. IMOBILIZADO DE USO (Nota 9)................................................................................................................... Outras Imobilizações de Uso......................................................................................................................... Depreciações Acumuladas............................................................................................................................ INTANGÍVEL (Nota 10).................................................................................................................................. Ativos Intangíveis........................................................................................................................................... Amortização Acumulada ............................................................................................................................... TOTAL ...........................................................................................................................................................
2012 1.519.706 1.488.056 1.488.056 31.650 2.978 28.672 5.043 4.885 4.885 158 158 33.394 201 312 (111) 1.129 3.952 (2.823) 32.064 35.581 (3.517) 1.558.143
2011 1.120.813 1.085.634 1.085.634 35.179 2.302 32.877 3.017 2.959 2.959 58 58 31.578 201 312 (111) 1.330 3.972 (2.642) 30.047 31.802 (1.755) 1.155.408
PASSIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Sociais e Estatutárias (Nota 13d) .................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 12a)............................................................................................................. Diversas (Nota 12b).......................................................................................................................................
2012 212.314 212.314 3.683 117.189 91.442
2011 190.145 190.145 3.224 104.573 82.348
EXIGÍVEL A LONGO PRAZO....................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Diversas (Nota 12b).......................................................................................................................................
1.127 1.127 1.127
4.559 4.559 4.559
PATRIMÔNIO LÍQUIDO (Nota 13) ................................................................................................................ Capital: - De Domiciliados no País ............................................................................................................................. Reservas de Lucros.......................................................................................................................................
1.344.702
960.704
519.000 825.702
321.000 639.704
TOTAL ...........................................................................................................................................................
1.558.143
1.155.408
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO - Em Reais mil
RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ........................................................ Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários (Nota 6b) ......................... RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA....................................... OUTRAS RECEITAS/(DESPESAS) OPERACIONAIS................................................. Receitas de Prestação de Serviços (Nota 14) .............................................................. Despesas de Pessoal (Nota 15) .................................................................................... Outras Despesas Administrativas (Nota 16).................................................................. Despesas Tributárias (Nota 17) ..................................................................................... Outras Receitas Operacionais (Nota 18)....................................................................... Outras Despesas Operacionais (Nota 18)..................................................................... RESULTADO OPERACIONAL ..................................................................................... RESULTADO NÃO OPERACIONAL (Nota 19) ............................................................ RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO ...................................... IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (Nota 23) ................................... LUCRO LÍQUIDO.......................................................................................................... Número de cotas (Nota 13a) ......................................................................................... Lucro por lote de mil cotas em R$.................................................................................
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Em Reais mil
2º Semestre 2012 46.438 46.438 46.438 234.635 335.736 (11.115) (20.394) (38.663) 2.257 (33.186) 281.073 15.120 296.193 (98.319) 197.874 519.000.000 381,26
Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011 96.667 105.641 96.667 105.641 96.667 105.641 459.017 387.783 643.210 553.895 (20.786) (22.024) (33.992) (34.268) (73.997) (60.331) 3.813 2.081 (59.231) (51.570) 555.684 493.424 28.532 19.022 584.216 512.446 (196.535) (173.009) 387.681 339.437 519.000.000 321.000.000 746,98 1.057,44
Eventos Saldos em 30.6.2012....................................................................... Lucro Líquido.................................................................................... Destinações: - Reservas................................................................. - Dividendos Propostos ............................................. Saldos em 31.12.2012..................................................................... Saldos em 31.12.2010..................................................................... Aumento de Capital .......................................................................... Lucro Líquido.................................................................................... Destinações: - Reservas................................................................... - Dividendos Propostos............................................... Saldos em 31.12.2011..................................................................... Aumento de Capital com Reservas .................................................. Lucro Líquido.................................................................................... Destinações: - Reservas................................................................... - Dividendos Propostos............................................... Saldos em 31.12.2012.....................................................................
Capital Social 519.000 519.000 261.000 60.000 321.000 198.000 519.000
Reservas de Lucros Legal Estatutárias 39.132 590.577 9.893 186.100 49.025 776.677 50.279 313.212 (60.000) 16.972 319.241 67.251 572.453 (37.610) (160.390) 19.384 364.614 49.025 776.677
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA - Em Reais mil
DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO - Em Reais mil
2º Semestre 2012
Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011
Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais: Lucro Líquido antes do Imposto de Renda e Contribuição Social .......................
296.193
584.216
512.446
Ajustes ao Lucro Líquido antes dos Impostos.......................................................
1.949
3.015
2.035
Depreciações e Amortizações ...................................................................................
1.060
2.115
1.549
Despesas com Provisões Cíveis, Trabalhistas e Fiscais ...........................................
889
895
486
Perda na Venda de Bens do Imobilizado ...................................................................
-
5
-
Lucro Líquido Ajustado antes dos Impostos..........................................................
298.142
587.231
514.481
(402.423)
(211.699)
(Aumento)/Redução em Títulos para Negociação e Instrumentos Financeiros Derivativos................................................................................................................
(240.462)
(Aumento)/Redução em Outros Créditos e Outros Valores e Bens ...........................
(7.887)
1.886
(2.910)
Aumento/(Redução) em Outras Obrigações..............................................................
4.445
(9.591)
(19.268)
Imposto de Renda e Contribuição Social Pagos........................................................
(48.941)
(169.944)
(141.065)
Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) das Atividades Operacionais .....................
5.297
7.159
139.539
Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos: Aquisição de Imobilizado de Uso.................................................................................
(62)
(158)
(128)
Aplicação Bens Intangíveis..........................................................................................
(2.010)
(3.778)
(4.612)
Alienação de Imobilizado de Uso ................................................................................
(1)
1
9
Redução do Intangível.................................................................................................
-
-
192
Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) nas Atividades de Investimentos...............
(2.073)
(3.935)
(4.539)
Dividendos Pagos........................................................................................................
(3.224)
(3.224)
(135.000)
Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) nas Atividades de Financiamentos ...........
(3.224)
(3.224)
(135.000)
Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamentos:
Aumento/(Redução) Líquida, de Caixa e Equivalentes de Caixa ............................
-
-
-
Caixa e Equivalentes de Caixa - Início do período........................................................
-
-
-
Caixa e Equivalentes de Caixa - Fim do período ..........................................................
-
-
-
Aumento/(Redução) Líquida, de Caixa e Equivalentes de Caixa..................................
-
-
-
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
Descrição 1 - RECEITAS ......................................................... 1.1) Intermediação Financeira......................... 1.2) Prestação de Serviços.............................. 1.3) Outras ........................................................ 2 - INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS ....... Materiais, água e energia................................... Serviços técnicos especializados ...................... Propaganda, promoções e publicidade.............. Comunicações ................................................... Contribuições filantrópicas ................................. Processamento de dados .................................. Viagens .............................................................. Transportes ........................................................ Manutenção e conservação de bens ................. Outras ................................................................ 3 - VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2) ................. 4 - DEPRECIAÇÕES E AMORTIZAÇÕES ............. 5 - VALOR ADICIONADO LÍQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE (3-4) .................................... 6 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO...... 6.1) Pessoal ...................................................... Proventos .................................................... Benefícios ................................................... FGTS .......................................................... Outros Encargos ......................................... 6.2) Impostos, Taxas e Contribuições ............ Federais ...................................................... Municipais ................................................... 6.3) Remuneração de Capitais de Terceiros .. Aluguéis ...................................................... 6.4) Remuneração de Capitais Próprios ........ Dividendos .................................................. Lucros Retidos ............................................
2º Semestre 2012 % 366.365 105,8 46.438 13,4 335.736 97,0 (15.809) (4,6) (19.220) (5,5) (507) (0,1) (4.787) (1,4) (1.427) (0,4) (4.265) (1,3) (5.150) (1,5) (1.363) (0,4) (628) (0,2) (516) (0,1) (67) (510) (0,1) 347.145 100,3 (1.060) (0,3) 346.085 346.085 8.787 4.399 2.217 300 1.871 139.310 132.909 6.401 114 114 197.874 1.881 195.993
100,0 100,0 2,5 1,3 0,6 0,1 0,5 40,3 38,5 1,8 57,2 0,5 56,7
Lucros Acumulados 197.874 (195.993) (1.881) 339.437 (336.213) (3.224) 387.681 (383.998) (3.683) -
Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 % 2011 712.991 104,9 629.069 96.667 14,2 105.641 643.210 94,7 553.895 (26.886) (4,0) (30.467) (31.606) (4,6) (32.415) (848) (0,1) (726) (9.493) (1,4) (8.408) (2.272) (0,3) (7.144) (8.425) (1,2) (8.029) (5.150) (0,8) (2.750) (2.029) (0,3) (2.033) (1.231) (0,2) (1.289) (914) (0,1) (855) (159) (138) (1.085) (0,2) (1.043) 681.385 100,3 596.654 (2.115) (0,3) (1.549) 679.270 679.270 16.353 8.311 4.832 569 2.641 274.965 262.700 12.265 271 271 387.681 3.683 383.998
100,0 100,0 2,4 1,2 0,7 0,1 0,4 40,6 38,8 1,8 57,0 0,5 56,5
595.105 595.105 17.418 9.330 5.826 550 1.712 237.946 227.415 10.531 304 304 339.437 3.224 336.213
Totais 1.148.709 197.874 (1.881) 1.344.702 624.491 339.437 (3.224) 960.704 387.681 (3.683) 1.344.702
% 105,7 17,8 93,0 (5,1) (5,4) (0,1) (1,5) (1,2) (1,3) (0,5) (0,3) (0,2) (0,1) (0,2) 100,3 (0,3) 100,0 100,0 3,0 1,6 1,0 0,1 0,3 40,0 38,2 1,8 0,1 0,1 56,9 0,5 56,4
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO CONSOLIDADA DOS RECURSOS DE CONSÓRCIO - Em Reais mil
DEMONSTRAÇÃO CONSOLIDADA DAS VARIAÇÕES NAS DISPONIBILIDADES DE GRUPOS - Em Reais mil
ATIVO CIRCULANTE E REALIZÁVEL A LONGO PRAZO..................................................................................... APLICAÇÕES FINANCEIRAS - Grupos em Andamento e Formação (Nota 20).......................................... Aplicações Financeiras.................................................................................................................................. Aplicações Financeiras Vinculadas a Contemplações .................................................................................. OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Direitos junto a Consorciados Contemplados ............................................................................................... Normais ....................................................................................................................................................... Em Atraso .................................................................................................................................................... Em Cobrança Judicial.................................................................................................................................. Bens Retomados ........................................................................................................................................... COMPENSAÇÃO.......................................................................................................................................... Previsão Mensal de Recursos a Receber de Consorciados ......................................................................... Contribuições Devidas ao Grupo................................................................................................................... Valor dos Bens a Contemplar........................................................................................................................ TOTAL ...........................................................................................................................................................
2012 8.242.587 3.822.696 507.455 3.315.241 4.419.891 4.416.298 4.359.719 22.046 34.533 3.593 29.101.311 296.347 15.224.883 13.580.081 37.343.898
2011 7.424.998 3.394.816 366.474 3.028.342 4.030.182 4.026.350 3.982.765 18.566 25.019 3.832 27.773.365 268.905 14.508.987 12.995.473 35.198.363
PASSIVO CIRCULANTE E EXÍGIVEL A LONGO PRAZO........................................................................................... Obrigações com Consorciados ..................................................................................................................... Valores a Repassar ....................................................................................................................................... Obrigações por Contemplações a Entregar .................................................................................................. Recursos a Devolver a Consorciados ........................................................................................................... Recursos dos Grupos.................................................................................................................................... COMPENSAÇÃO.......................................................................................................................................... Recursos Mensais a Receber de Consorciados ........................................................................................... Obrigações do Grupo por Contribuições....................................................................................................... Obrigações por Futuras Contemplações....................................................................................................... TOTAL ...........................................................................................................................................................
8.242.587 3.086.876 40.945 3.315.241 1.275.398 524.127 29.101.311 296.347 15.224.883 13.580.081 37.343.898
7.424.998 2.813.789 35.590 3.028.342 1.121.977 425.300 27.773.365 268.905 14.508.987 12.995.473 35.198.363
As Notas Explicativas são partes integrantes das Demonstrações Contábeis.
DISPONIBILIDADES NO INÍCIO DO PERÍODO .......................................................... Aplicações Financeiras.................................................................................................. Aplicações Financeiras Vinculadas a Contemplações (Cotas de Fundos de Investimentos e LFT) ................................................................................................... (+) RECURSOS COLETADOS ..................................................................................... Contribuições para Aquisição de Bens.......................................................................... Taxa de Administração .................................................................................................. Contribuições ao Fundo de Reserva ............................................................................. Rendimentos de Aplicações Financeiras ...................................................................... Multas e Juros Moratórios ............................................................................................. Prêmios de Seguro........................................................................................................ Custas Judiciais............................................................................................................. Outros............................................................................................................................ (-) RECURSOS UTILIZADOS ....................................................................................... Aquisição de Bens......................................................................................................... Taxa de Administração .................................................................................................. Multas e Juros Moratórios ............................................................................................. Prêmios de Seguro........................................................................................................ Custas Judiciais............................................................................................................. Seguros Contratados - Quebra de Garantia.................................................................. Devolução a Consorciados Desligados ......................................................................... Outros............................................................................................................................ DISPONIBILIDADES NO FINAL DO PERÍODO........................................................... Aplicações Financeiras.................................................................................................. Aplicações Financeiras Vinculadas a Contemplações (Cotas de Fundos de Investimentos e LFT) ...................................................................................................
2º Semestre 2012 3.726.628 419.857
Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011 3.394.816 2.831.659 366.474 248.033
3.306.771 2.790.094 2.239.323 307.750 65.166 69.498 7.429 64.540 1.951 34.437 (2.694.026) (2.178.053) (314.688) (3.716) (65.625) (1.940) (44.659) (60.876) (24.469) 3.822.696 507.455
3.028.342 5.476.211 4.378.069 589.389 127.286 168.501 14.982 126.277 3.650 68.057 (5.048.331) (4.043.032) (601.266) (7.442) (127.402) (3.639) (88.043) (126.149) (51.358) 3.822.696 507.455
2.583.626 4.849.036 3.830.897 508.165 111.073 220.426 12.957 115.276 2.489 47.753 (4.285.879) (3.420.929) (517.553) (6.483) (115.972) (2.489) (75.950) (112.150) (34.353) 3.394.816 366.474
3.315.241
3.315.241
3.028.342
As Notas Explicativas são partes integrantes das Demonstrações Contábeis.
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1) CONTEXTO OPERACIONAL A Bradesco Administradora de Consórcios Ltda. (Bradesco Consórcios ou Instituição), é uma Instituição que tem por objetivo a organização e administração de consórcios que se destinem à aquisição de bens imóveis e móveis duráveis, novos e usados, de fabricação nacional e estrangeira, a grupos de consorciados próprios ou de terceiros, isto é, de funcionários da Organização Bradesco, de outros grupos empresariais ou de participantes do público em geral. Como parte integrante da Organização Bradesco, utiliza-se, de forma compartilhada, da infraestrutura administrativa e tecnológica de seu Controlador (Banco Bradesco) e suas demonstrações contábeis devem ser entendidas neste contexto. 2) APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DA ADMINISTRADORA E DOS GRUPOS DE CONSÓRCIO As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas das Leis nºs 4.595/64 (Lei do Sistema Financeiro Nacional) e 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações) com alterações introduzidas pelas Leis nºs 11.638/07 e 11.941/09, para a contabilização das operações, associadas às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do Banco Central do Brasil (BACEN), quando aplicável. Incluem, estimativas e premissas, tais como: estimativas do valor justo de determinados instrumentos financeiros; provisões cíveis, fiscais e trabalhistas; perdas por redução ao valor recuperável (impairment) de ativos não financeiros; e outras provisões, quando aplicável. Os resultados efetivos podem ser diferentes daqueles estabelecidos por essas estimativas e premissas. As demonstrações contábeis foram aprovadas pela Administração em 25 de janeiro de 2013. 3) PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS DA ADMINISTRADORA a) Moeda funcional e de apresentação As demonstrações contábeis estão apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Instituição. b) Apuração do resultado O resultado é apurado de acordo com o regime de competência, que estabelece que as receitas e despesas devem ser incluídas na apuração dos resultados dos períodos em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. As operações com taxas prefixadas são registradas pelo valor de resgate. As receitas e despesas de natureza financeira são contabilizadas pelo critério pro rata dia e calculadas com base no método exponencial. As operações com taxas pós-fixadas são atualizadas até a data do balanço. A taxa de administração é reconhecida mensalmente em função dos recebimentos das contribuições pagas pelos grupos, e a comissão sobre venda de cotas de consórcio, cujo pagamento se dá em parcela única, é reconhecida quando da inclusão nos grupos. c) Caixa e Equivalentes de Caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades em moeda. d) Títulos e Valores Mobiliários - Classificação • Títulos para negociação - adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; • Títulos disponíveis para venda - são aqueles que não se enquadram como para negociação nem como mantidos até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período e ajustados ao valor de mercado em contrapartida ao patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários, os quais só serão reconhecidos no resultado quando da efetiva realização; e • Títulos mantidos até o vencimento - adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de negociação e disponível para venda, bem como os instrumentos financeiros derivativos, são demonstrados no balanço patrimonial pelo seu valor justo estimado. O valor justo geralmente baseia-se em cotações de preços de mercado ou cotações de preços de mercado para ativos ou passivos com características semelhantes. Se esses preços de mercado não estiverem disponíveis, os valores justos são baseados em cotações de operadores de mercado, modelos de precificação, fluxo de caixa descontado ou técnicas similares, para as quais a determinação do valor justo possa exigir julgamento ou estimativa significativa por parte da Administração. As aplicações em cotas de fundos de investimentos são valorizadas com base no valor da cota disponibilizada pelo administrador do fundo, Banco Bradesco S.A. (gestão da BRAM - Bradesco Asset Management S.A. Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários), para a data-base. e) Ativos circulante e realizável a longo prazo São demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias (em base pro rata dia). f) Investimentos São avaliados pelo custo de aquisição, deduzidos de provisão para perdas/redução ao valor recuperável (impairment) quando aplicável. g) Imobilizado Corresponde aos direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à manutenção das atividades ou exercidos com essa finalidade, inclusive os decorrentes de operações que transfiram os riscos, benefícios e controles dos bens da entidade. Depreciado às taxas que levam em consideração a vida útil dos bens representados por: Instalações e Móveis e Equipamentos de Uso 10% a.a.; Equipamentos de Informática e Direito de Uso de Softwares 20% a.a e ajustado por redução ao valor recuperável - impairment, quando aplicável.
h) Intangíveis Corresponde aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da Administradora de Consórcios ou exercidos com essa finalidade. • Softwares São registrados ao custo, deduzido da amortização pelo método linear durante a vida útil estimada (20% a.a.), a partir da data da sua disponibilidade para uso e ajustados por redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. Gastos com o desenvolvimento interno de softwares são reconhecidos como ativo quando é possível demonstrar a intenção e a capacidade de concluir tal desenvolvimento, bem como mensurar com segurança os custos diretamente atribuíveis ao mesmo, que serão amortizados durante a vida estimada, considerando os benefícios econômicos futuros gerados. i) Redução ao valor recuperável de ativos (impairment) Os ativos não financeiros, exceto outros valores e bens e créditos tributários, são revistos no mínimo anualmente, para determinar se há alguma indicação de perda por redução ao valor recuperável (impairment), e caso seja detectada uma perda, esta é reconhecida no resultado do período quando o valor contábil do ativo exceder o seu valor recuperável apurado pelo: (i) potencial valor de venda, ou valor de realização deduzido das respectivas despesas ou (ii) valor em uso calculado pela unidade geradora de caixa, dos dois o maior. Uma unidade geradora de caixa é o menor grupo identificável de ativos que gera fluxos de caixa substancialmente independentes de outros ativos e grupos. j) Passivos circulante e exigível a longo prazo Os valores demonstrados incluem, quando aplicável, os encargos e as variações monetárias (em base pro rata dia) incorridas. A provisão para contingências é constituída considerando a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, o posicionamento dos Tribunais para causas de natureza semelhante e a experiência da Administração. Desta forma julgamos que a provisão constituída é suficiente para atender as perdas prováveis dos respectivos processos judiciais. k) Impostos e contribuições Os créditos tributários de imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido, calculados sobre adições temporárias, são registrados na rubrica “Outros Créditos - Diversos”. Os créditos tributários sobre as adições temporárias serão realizados quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram constituídos. Tais créditos tributários são reconhecidos contabilmente baseados nas expectativas atuais de realização, considerando os estudos técnicos e análises realizadas pela Administração. A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota-base de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10% e a provisão para contribuição social é calculada sobre o lucro considerando a alíquota de 9%. Foram constituídas provisões para os demais impostos e contribuições sociais, de acordo com as respectivas legislações vigentes. De acordo com a Lei nº 11.941/09, as modificações no critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido do período, introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e pelos artigos 37 e 38 da Lei nº 11.941/09, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007. Para fins contábeis, os efeitos tributários da adoção das mencionadas Leis estão registrados nos ativos e passivos diferidos correspondentes. l) Provisões, ativos e passivos contingentes e obrigações legais - fiscais e previdenciárias O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, das contingências ativas e passivas e também das obrigações legais são efetuados de acordo com os critérios definidos pelo CPC 25, o qual foi aprovado pela Resolução no 3.823/09 do CMN, sendo: • Ativos Contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não caibam mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo e pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro passivo exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, são divulgados nas notas explicativas (Nota 11a); • Provisões: são constituídas levando em conta a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança; • Passivos Contingentes: de acordo com o CPC 25, o termo “contingente” é utilizado para passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência somente será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. Os passivos contingentes não satisfazem os critérios de reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo apenas ser divulgados em notas explicativas, quando relevantes. As obrigações classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas (Nota 11b e 11c); e • Obrigações Legais - Provisão para Riscos Fiscais: decorrem de processos judiciais, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis. (Nota 11b). m) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para sua emissão. São compostos por: • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis. Não houve qualquer evento subsequente que requer ajuste ou divulgação para as demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2012. continua...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
8
sexta-feira, 8 de março de 2013
...continuação
Bradesco Administradora de Consórcios Ltda. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 52.568.821/0001-22 Sede: Cidade de Deus, s/nº - Prédio Marrom - Vila Yara - Osasco - SP NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 4) PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS DOS GRUPOS DE CONSÓRCIOS • Aplicações Financeiras São demonstradas pelos valores de aplicação acrescidos dos rendimentos incorridos até a data do balanço. As aplicações em cotas de fundos de investimentos são valorizadas com base no valor da cota disponibilizada pelo administrador do fundo, Banco Bradesco S.A. (gestão da BRAM - Bradesco Asset Management S.A. Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários), para a data-base. Esses valores representam os recursos disponíveis e não utilizados pelos grupos e são aplicados de acordo com as diretrizes da Circular nº 3.432/09, do BACEN. Os rendimentos dessas aplicações são incorporados ao fundo comum e de reserva de cada grupo diariamente. • Outros Créditos Outros créditos referem-se a direitos junto a consorciados contemplados e representam os valores a receber referentes às parcelas vincendas do fundo comum e fundo de reserva, calculados com base no valor dos bens na data do balanço. • Passivo Circulante I. Obrigações com Consorciados As obrigações com consorciados representam o fundo comum recebido de consorciados não contemplados para aquisição de bens e o fundo comum, a taxa de administração e o seguro recebido de consorciados dos grupos em formação são determinados com base no valor dos bens objeto da operação e no percentual de pagamentos estabelecidos de acordo com o prazo de duração dos grupos. II. Valores a Repassar Os valores a repassar referem-se a valores recebidos de consorciados a serem repassados, referentes à taxa de administração, prêmios de seguros, multas e juros e outros. III. Obrigações por Contemplações a Entregar Correspondem ao valor de bens contemplados nos grupos, a serem entregues após a data das demonstrações contábeis, acrescidos dos rendimentos financeiros entre a data de contemplação e a data do Balanço. IV. Recursos a Devolver a Consorciados Referem-se a valores a serem ressarcidos aos consorciados ativos por ocasião do encerramento do grupo, referentes a pagamentos a maior de parcelas, e a valores a pagar aos consorciados desistentes e excluídos, atualizados pela variação do bem. V. Recursos dos Grupos Referem-se aos recursos a serem rateados aos consorciados ativos quando do encerramento do grupo, pelos valores de fundo de reserva, remunerações de aplicações financeiras, multas e juros moratórios retidos pelo grupo, atualização da variação do preço do bem e valores de prestações não recebidas dos consorciados após esgotados os procedimentos de cobrança. • Contas de Compensação I. Previsão Mensal de recursos a receber de consorciados e recursos mensais a receber de consorciados Demonstram a previsão de contribuições a receber (fundo comum e fundo de reserva) de consorciados para o mês subsequente ao mês base das demonstrações contábeis. O montante foi calculado considerando o valor dos bens objeto das operações de consórcio em 31 de dezembro de 2012 e de 2011. II. Contribuições devidas ao grupo e obrigações do grupo por contribuições Referem-se aos valores totais das contribuições (fundo comum e fundo de reserva) devidas pelos consorciados ativos (grupos em andamento) até o final do grupo, considerando o valor dos bens objeto das operações de consórcio em 31 de dezembro de 2012 e de 2011. III. Valor dos Bens a Contemplar e obrigações por futuras contemplações Correspondem ao valor dos bens a serem contemplados em assembleias futuras, considerando o valor dos bens objeto das operações de consórcio em 31 de dezembro de 2012 e de 2011.
c) Reservas de Lucros
Reservas de Lucros .................................................................................................................................... - Reserva Legal (1)........................................................................................................................................ - Reserva Estatutária (2) ...............................................................................................................................
(1) Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do exercício, até atingir 20% do capital social realizado, ou 30% do capital social, acrescido das reservas de capital. Após esse limite a apropriação não mais se faz obrigatória. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital ou para compensar prejuízos; e (2) Visando à manutenção de margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações ativas da sociedade, pode ser destinado em 100% do lucro líquido remanescente após destinações estatutárias até atingir 80% do capital social integralizado. d) Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio Aos cotistas estão assegurados juros sobre o capital próprio e/ou dividendo mínimo obrigatório, em cada exercício, que somados não seja inferior a 1% do lucro líquido ajustado, nos termos da legislação societária. Fica a Diretoria autorizada a declarar e pagar dividendos intermediários, especialmente semestrais e mensais, utilizando-se das contas de lucros Acumulados ou de Reservas de Lucros existentes, e, podendo ainda, autorizar a distribuição de lucros a título de juros sobre o capital próprio em substituição total ou parcial aos dividendos intermediários, ou, em adição aos mesmos. Demonstrativo dos dividendos relativos aos exercícios findos em 31 de dezembro: R$ mil 2012 2011 Lucro Líquido................................................................................................................................................. 387.681 339.437 (-) Reserva Legal - 5% sobre o lucro............................................................................................................. (19.384) (16.972) Base de cálculo ........................................................................................................................................... 368.297 322.465 Dividendos propostos .................................................................................................................................... 3.683 3.224 Percentual em relação à base de cálculo.................................................................................................. 1,0% 1,0% Valor em reais por lote de mil cotas .............................................................................................................. 7,10 10,04 14) RECEITAS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS As receitas de prestação de serviços, nos respectivos exercícios correspondem aos valores de R$ 643.210 mil (2011 - R$ 553.895 mil) e referem-se basicamente a taxa de administração de grupos de consórcios. 15) DESPESA DE PESSOAL
Proventos....................................................................................................................................................... Encargos Sociais........................................................................................................................................... Benefícios...................................................................................................................................................... Participação dos empregados nos lucros...................................................................................................... Treinamento................................................................................................................................................... Provisões trabalhistas ................................................................................................................................... Total ..............................................................................................................................................................
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 8.311 9.330 5.002 5.156 4.832 5.826 1.622 1.420 163 222 856 70 20.786 22.024 Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 9.493 8.408 8.425 8.029 2.272 7.144 5.150 2.750 2.029 2.033 2.115 1.549 1.231 1.289 914 855 848 726 271 304 159 138 1.085 1.043 33.992 34.268
5) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA Em 31 de dezembro de 2012 e de 2011, a Instituição não apresentava saldos em disponibilidade e outras contas que seriam consideradas equivalentes 16) OUTRAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS de caixa. 6) TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS a) Classificação por categorias e prazos
Títulos (1) Títulos para negociação (3) Letras financeiras do tesouro ........... Certificados de depósito bancário .... Debêntures ....................................... Letras do tesouro nacional ............... Notas promissórias........................... Notas do tesouro nacional................ Outras............................................... Total em 2012 .................................. Total em 2011 ..................................
1 a 30 dias 667 259.716 141.213 7.221 408.817 53.618
31 a 180 dias
181 a 360 dias
146.435 15.700 8.533 387 171.055 6.500
8.332 23.340 26.856 6 21 58.555 -
986.729 49.887 9.617 24.713 6.410 15 8.263
-
Serviços técnicos especializados.................................................................................................................. Comunicações............................................................................................................................................... Propaganda, promoções e publicidade ......................................................................................................... Contribuições filantrópicas ............................................................................................................................ Processamentos de dados ............................................................................................................................ Depreciações e amortizações ....................................................................................................................... Viagens.......................................................................................................................................................... Transportes.................................................................................................................................................... Material.......................................................................................................................................................... Aluguéis......................................................................................................................................................... Manutenção e conservação de bens............................................................................................................. Outras............................................................................................................................................................ Total ..............................................................................................................................................................
1.085.634
-
17) DESPESAS TRIBUTÁRIAS
Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Valor de Valor Valor de Acima de mercado/ de custo Marcação mercado/ Marcação 360 dias contábil (2) atualizado a mercado contábil (2) a mercado 475.202 49.042 245.806 31.481 31.508 16.590 849.629 1.025.516
629.969 88.082 273.329 299.730 172.727 24.219 1.488.056
629.969 88.082 273.329 299.730 172.727 24.219 1.488.056
-
(1) As aplicações em cotas de fundos de investimento, foram distribuídas de acordo com os papéis que compõem suas carteiras, e no caso de operações compromissadas, pelos respectivos papéis que estão lastreando as operações, preservando a classificação da categoria dos fundos. No encerramento do exercício, as aplicações em fundos exclusivos administrados pelo Conglomerado Bradesco somavam R$ 1.488.056 mil (2011 - R$ 1.085.634 mil). Na distribuição dos prazos, foram considerados os vencimentos dos papéis, independentemente de sua classificação contábil; (2) O valor de mercado dos títulos e valores mobiliários que compõem a carteira dos fundos investidos é apurado de acordo com a cotação de preço de mercado disponível na data do balanço. Se não houver cotação de preços de mercado disponível, os valores são estimados com base em cotações de distribuidores, modelos de precificação, modelos de cotações ou cotações de preços para instrumentos com características semelhantes. No caso das aplicações em fundos de investimento, o custo atualizado reflete o valor de mercado das respectivas cotas; e (3) Para fins de apresentação do Balanço Patrimonial os títulos classificados como “para negociação” estão demonstrados no ativo circulante. b) Resultado de títulos e valores mobiliários Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Títulos de Renda Fixa ................................................................................................................................... 96.667 105.641 Total .............................................................................................................................................................. 96.667 105.641 7) OUTROS CRÉDITOS - ESPECÍFICOS E DIVERSOS
Impostos e contribuições a compensar ......................................................................................................... Pagamentos a ressarcir................................................................................................................................. Devedores por depósitos em garantia........................................................................................................... Cobrança grupos encerrados ........................................................................................................................ Créditos tributários (Nota 23c)....................................................................................................................... Outros adiantamentos ................................................................................................................................... Total ..............................................................................................................................................................
Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 16.043 16.798 11.076 14.782 4.213 2.411 2.978 2.302 2.030 1.647 195 198 36.535 38.138
8) INVESTIMENTOS
- Certificados de investimentos - CI............................................................................................................... - Investimentos audiovisuais.......................................................................................................................... Subtotal ........................................................................................................................................................ - Provisão para incentivos fiscais .................................................................................................................. Total geral dos investimentos ....................................................................................................................
Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 12 12 300 300 312 312 (111) (111) 201 201
Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 825.702 639.704 49.025 67.251 776.677 572.453
Contribuição à COFINS................................................................................................................................. Impostos sobre serviços - ISS....................................................................................................................... Contribuição ao PIS....................................................................................................................................... Outros............................................................................................................................................................ Total ..............................................................................................................................................................
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 50.718 40.915 12.265 10.531 11.011 8.883 3 2 73.997 60.331
18) OUTRAS RECEITAS/(DESPESAS) OPERACIONAIS As outras receitas/(despesas) operacionais que nos exercícios comparativos correspondem aos valores de R$ (55.418) mil (2011 - R$ (49.489) mil), estão representadas principalmente por despesas de comissões, gravames, Detran, taxa de avaliação e ação de recolhimento. 19) RESULTADO NÃO OPERACIONAL
Taxas recuperação despesas........................................................................................................................ Descontos obtidos ......................................................................................................................................... Outras............................................................................................................................................................ Total ..............................................................................................................................................................
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 28.050 18.635 487 369 (5) 18 28.532 19.022
20) APLICAÇÕES FINANCEIRAS - GRUPOS As aplicações financeiras dos grupos de consórcio (em andamento e em formação) em 31.12.2012 no valor de R$ 3.822.696 mil (2011 - R$ 3.394.816 mil), estão compostas em cotas de fundos referenciado DI. A taxa de administração paga pelos grupos ao administrador de carteiras - Banco Bradesco S.A., no exercício foi de R$ 93.307 mil (2011 - R$ 78.831 mil). 21) RESUMO DAS OPERAÇÕES DE CONSÓRCIOS As operações de consórcios apresentam a seguinte posição em quantidades: Em 31 de dezembro - R$ mil 2011 2.859 2.724 1.241 1.075 104.131 85.048 471.383 367.398 736.202 625.763 118.994 120.222 547.527 434.750 76.144 68.354 2,14% 1,73%
2012
Grupos em andamento.................................................................................................................................. Grupos encerrados........................................................................................................................................ Bens entregues nos exercícios...................................................................................................................... Bens entregues totais.................................................................................................................................... Consorciados ativos ...................................................................................................................................... 9) IMOBILIZADO DE USO Desistentes e cancelados nos exercícios...................................................................................................... Demonstrado ao custo de aquisição, líquido das respectivas depreciações acumuladas, calculadas pelo método linear, de acordo com a vida útil-econômica Consórcios contemplados ............................................................................................................................. dos bens. Bens pendentes de entrega .......................................................................................................................... Em 31 de dezembro - R$ mil Taxa média de inadimplência ........................................................................................................................ Custo Líquido 22) TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS de Depreciação Taxa anual Custo Depreciação 2012 2011 a) As transações com o controlador estão assim representadas: Imóveis de uso: R$ mil Instalações, móveis e equipamentos de uso.................................... 10% 2.396 (1.492) 904 1.079 2012 2011 2012 2011 Sistemas de segurança .................................................................... 10% 15 (10) 5 7 Ativos Ativos Receitas Receitas Sistemas de processamento de dados ............................................ 20% 1.541 (1.321) 220 244 (passivos) (passivos) (despesas) (despesas) Total em 2012 .................................................................................. 3.952 (2.823) 1.129 Dividendos: Total em 2011 .................................................................................. 3.972 (2.642) 1.330 Banco Bradesco S.A. ....................................................................... (3.683) (3.224) 10) INTANGÍVEL Aluguéis: Os ativos intangíveis adquiridos possuem vida útil definida e são compostos por softwares. Banco Bradesco S.A. ....................................................................... (267) (254) Em 31 de dezembro - R$ mil b) Remuneração do pessoal-chave da Administração Custo Líquido Anualmente na Reunião de Sócios-cotistas é fixado: de Amortização • O montante global anual da remuneração dos Administradores, que é definido em reunião do Conselho de Administração da Organização Bradesco, a ser Taxa anual Custo Amortização 2012 2011 paga aos membros do próprio Conselho e da Diretoria, conforme determina o Estatuto Social; e Softwares.......................................................................................... 20% 35.581 (3.517) 32.064 30.047 • A verba destinada a custear Planos de Previdência Complementar aberta dos Administradores, dentro do Plano de Previdência destinado aos Funcionários Total em 2012 .................................................................................. 35.581 (3.517) 32.064 e Administradores da Instituição. Total em 2011 .................................................................................. 31.802 (1.755) 30.047 Para 2012, foi determinado o valor máximo de R$ 2.300 mil (2011 - R$ 2.500 mil) para remuneração dos Administradores e de R$ 2.300 mil (2011 - R$ 2.500 mil) para custear planos de previdência complementar de contribuição definida. 11) ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS - FISCAIS E PREVIDÊNCIÁRIAS Benefícios de Curto Prazo a Administradores a) Ativos Contingentes Em 31 de dezembro - R$ mil Não são reconhecidos contabilmente ativos contingentes. 2012 2011 b) Passivos Contingentes classificados como perdas prováveis e Obrigações Legais - Fiscais e Previdenciárias Proventos....................................................................................................................................................... 1.301 2.397 A Instituição é parte em processos judiciais, de natureza cível, fiscal e trabalhista, decorrentes do curso normal de suas atividades. 260 480 Na constituição das provisões a Administração leva em conta a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos Contribuição ao INSS .................................................................................................................................... Total .............................................................................................................................................................. 1.561 2.877 anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável. A Administração da Instituição entende que a provisão constituída é suficiente para atender as perdas decorrentes dos respectivos processos. Benefícios pós-emprego O passivo relacionado à obrigação legal em discussão judicial é mantido até o desfecho da ação, representado por decisões judiciais, sobre as quais não Em 31 de dezembro - R$ mil caiba mais recursos, ou a sua prescrição. 2012 2011 I - Processos cíveis Planos de previdência complementar de contribuição definida..................................................................... 1.261 2.430 São pleitos de indenização por dano moral e patrimonial. Essas ações são controladas individualmente e provisionadas sempre que a perda for avaliada como Total .............................................................................................................................................................. 1.261 2.430 provável, considerando a opinião de assessores jurídicos, natureza das ações, similaridade com processos anteriores, complexidade e posicionamento de A Instituição não possui benefícios de longo prazo, de rescisão de contrato de trabalho ou remuneração em instrumento baseado em ações, nos termos do Tribunais. Não existem em curso processos administrativos significativos por descumprimento de normas do Sistema Financeiro Nacional ou de pagamento CPC 10 - Pagamento Baseado em Ações, aprovado pela Resolução CMN nº 3.989/11, para seu pessoal-chave da Administração. de multas que possam causar impactos representativos no resultado financeiro da Instituição. Outras informações II - Obrigações Legais - provisão para riscos fiscais Conforme legislação em vigor, as instituições financeiras não podem conceder empréstimos ou adiantamentos para: A Instituição vem discutindo judicialmente a legalidade e constitucionalidade de alguns tributos e contribuições, os quais estão totalmente provisionados não a) Diretores e membros dos Conselhos consultivos ou administrativo, fiscais e semelhantes, bem como aos respectivos cônjuges e parentes até o 2º grau; obstante as boas chances de êxito a médio e longo prazo, de acordo com a opinião dos assessores jurídicos. b) Pessoas físicas ou jurídicas que participem de seu capital, com mais de 10%; e III - Processos Trabalhistas c) Pessoas jurídicas de cujo capital participem, com mais de 10%, a própria instituição financeira, quaisquer diretores ou administradores da própria São ações ajuizadas por ex-empregados, visando a obter indenizações, em especial, o pagamento de ‘’horas extras’’ em razão de interpretação do artigo instituição, bem como seus cônjuges e respectivos parentes até o 2º grau. 224 da Consolidação das leis do Trabalho. Nos processos em que é exigido depósito judicial para garantia de execução, o valor das provisões trabalhistas Dessa forma, não são efetuados pelas instituições financeiras empréstimos ou adiantamentos a qualquer subsidiária, membros do Conselho de Administração é constituído considerando a efetiva perspectiva de perda destes depósitos. Para os demais processos, a provisão é constituída com base no valor médio ou da Diretoria Executiva e seus familiares. apurado dos pagamentos efetuados de processos encerrados nos últimos 12 meses. 23) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL - ADMINISTRADORA IV - Movimentação das Provisões Constituídas R$ mil a) Demonstração do cálculo dos encargos com imposto de renda e contribuição social Fiscais e PreviExercícios findos em Trabalhistas Cíveis denciárias (1) 31 de dezembro - R$ mil No início do exercício de 2012 ................................................................................... 1.750 28 2012 2011 Constituição de provisão/reversões............................................................................... 839 (1) 48 Resultado antes do imposto de renda e contribuição social.................................................................. 584.216 512.446 Atualização monetária ................................................................................................... 7 2 Encargo total do imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 9%, respectivamente....... (198.633) (174.232) Pagamentos................................................................................................................... (8) Efeito no cálculo dos tributos: No final do exercício de 2012 (Nota 12) ..................................................................... 846 1.741 78 Despesas indedutíveis líquidas de receitas não tributáveis .......................................................................... (1.934) (2.403) (1) Compreende, substancialmente, obrigações legais. Outros valores ............................................................................................................................................... 4.032 3.626 c) Passivos Contingentes classificados como perdas possíveis Imposto de renda e contribuição social do exercício .............................................................................. (196.535) (173.009) A Instituição mantém um sistema de acompanhamento para todos os processos administrativos e judiciais em que figura como “autora” ou “ré” e amparada b) Composição da conta de resultado de imposto de renda e contribuição social na opinião dos assessores jurídicos, classifica as ações de acordo com a expectativa de insucesso. Periodicamente são realizadas análises sobre as Exercícios findos em tendências jurisprudenciais e efetivada, se necessária, a reclassificação dos riscos desses processos. Neste contexto os processos contingentes avaliados 31 de dezembro - R$ mil como de risco de perda possível não são reconhecidos contabilmente. 2012 2011 d) Em 31 de dezembro de 2012 e de 2011, não há processos contingentes avaliados como de perda possível de natureza relevante. Impostos correntes: 12) OUTRAS OBRIGAÇÕES Imposto de renda e contribuição social devidos............................................................................................ (196.918) (172.970) Impostos diferidos: a) Fiscais e previdenciárias Constituição/(realização) no exercício, sobre adições temporárias............................................................... 383 (39) Em 31 de dezembro - R$ mil Imposto de renda e contribuição social do exercício .............................................................................. (196.535) (173.009) 2012 2011 Provisão para impostos e contribuições sobre lucros ................................................................................... 109.940 98.525 c) Origem dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social diferidos Impostos e contribuições a recolher.............................................................................................................. 7.171 6.020 R$ mil Provisão para riscos - fiscais (Nota 11b)....................................................................................................... 78 28 Saldo em Saldo em Total .............................................................................................................................................................. 117.189 104.573 31.12.2011 Constituição Realização 31.12.2012 b) Diversas Provisão para contingências fiscais e trabalhistas ........................... 10 288 298 Em 31 de dezembro - R$ mil Provisão para contingências cíveis .................................................. 595 4 7 592 2012 2011 Provisão para perda de investimento ............................................... 41 41 Valores a ressarcir a consorciados de grupos encerrados............................................................................ 78.023 69.829 Outros (1) ......................................................................................... 1.001 117 19 1.099 Provisão para pagamentos a efetuar............................................................................................................. 9.529 7.489 Total dos créditos tributários sobre diferenças temporárias Processos judiciais em andamento ............................................................................................................... 1.840 7.283 (Nota 7) .......................................................................................... 1.647 409 26 2.030 Provisão para riscos - cíveis (Nota 11b)........................................................................................................ 1.741 1.750 (1) Refere-se essencialmente a provisão para PLR e premiações. Provisão para riscos - trabalhistas (Nota 11b) .............................................................................................. 846 d) Previsão da realização dos créditos tributários sobre diferenças temporárias Outros valores ............................................................................................................................................... 590 556 Total .............................................................................................................................................................. 92.569 86.907 Em 31 de dezembro de 2012 - R$ mil Diferenças Temporárias 13) PATRIMÔNIO LÍQUIDO Imposto de Contribuição a) Capital social Renda social Total O capital social no montante de R$ 519.000 mil (2011 - R$ 321.000 mil) totalmente integralizado, está dividido em 519.000.000 (2011 - 321.000.000) cotas 2013............................................................................................................................... 362 130 492 ao valor nominal de R$ 1,00 cada uma. 2014............................................................................................................................... 497 179 676 b) Movimentação do capital social 2015............................................................................................................................... 499 180 679 Quantidade 2016............................................................................................................................... 135 48 183 de Cotas R$ mil Total .............................................................................................................................. 1.493 537 2.030 Em 31 de dezembro de 2011....................................................................................................................... 321.000.000 321.000 A projeção de realização de crédito tributário é uma estimativa e não está diretamente relacionada à expectativa de lucros contábeis. Aumento de capital - AC de 9. 4.2012 (1)...................................................................................................... 198.000.000 198.000 O valor presente dos créditos tributários, calculados considerando a taxa média de captação líquida dos efeitos tributários, monta R$ 1.928 mil (2011 Em 31 de dezembro de 2011....................................................................................................................... 519.000.000 519.000 R$ 1.539 mil). (1) Em 8 de maio de 2012 o BACEN homologou a Ata de Alteração do Contrato Social da Companhia, que deliberou o aumento do capital social em R$ 198.000 mil, elevando-o de R$ 321.000 mil para R$ 519.000 mil, mediante capitalização de parte do saldo das contas “Reserva de Lucros - Reserva 24) OUTRAS INFORMAÇÕES Legal”, no montante de R$ 37.610 mil e “Reserva de Lucros - Estatutária”, no montante de R$ 160.390 mil, com a criação de 198.000.000 cotas, de valor a) Os consorciados mantêm seguros de vida e quebra de garantia, junto ao Grupo Bradesco Seguros e Previdência, cujos valores dos prêmios pagos nominal de R$ 1,00 cada uma, atribuídas ao Sócio-Cotista Banco Bradesco S.A com a concordância do Sócio-Cotista Banco Alvorada S.A. encontram-se demonstrados em prêmios de seguros e seguros contratados - quebra de garantia. continua...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sexta-feira, 8 de março de 2013
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...continuação
Bradesco Administradora de Consórcios Ltda. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 52.568.821/0001-22 Sede: Cidade de Deus, s/nº - Prédio Marrom - Vila Yara - Osasco - SP NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS b) Gerenciamento de riscos A atividade de gerenciamento dos riscos é altamente estratégica em virtude da crescente complexidade dos serviços e produtos e da globalização dos negócios da Organização Bradesco, motivo de constante aprimoramento desta atividade na busca das melhores práticas. A Organização Bradesco exerce o controle corporativo dos riscos de modo integrado e independente, preservando e valorizando o ambiente de decisões colegiadas, desenvolvendo e implementando metodologias, modelos, ferramentas de mensuração e controle. Promove ainda a atualização dos colaboradores em todos os níveis hierárquicos, desde as áreas de negócios até o Conselho de Administração. O processo de gerenciamento permite que os riscos sejam proativamente identificados, mensurados, mitigados, acompanhados e reportados, o que se faz necessário em face da complexidade dos produtos financeiros e do perfil da atividade da Organização Bradesco. A Bradesco Consórcios como parte integrante da Organização Bradesco adota a estrutura de gerenciamento de riscos desta, no gerenciamento de risco de crédito, de mercado, de liquidez e operacional. c) Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) emitiu alguns procedimentos contábeis, suas interpretações e orientações, os quais serão aplicáveis às instituições financeiras somente quando aprovado pelo CMN. Os pronunciamentos contábeis já aprovados foram: • Resolução nº 3.566/08 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos (CPC 01); • Resolução nº 3.604/08 - Demonstração do Fluxo de Caixa (CPC 03); • Resolução nº 3.750/09 - Divulgação sobre Partes Relacionadas (CPC 05);
• Resolução nº 3.823/09 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (CPC 25); • Resolução nº 3.973/11 - Evento Subsequente (CPC 24); • Resolução nº 3.989/11 - Pagamento Baseado em Ações (CPC 10); • Resolução nº 4.007/11 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (CPC 23); e • Resolução nº 4.144/12 - Pronunciamento Conceitual Básico (R1). Atualmente, não é possível estimar quando o CMN irá aprovar os demais pronunciamentos contábeis do CPC e tampouco se a utilização dos mesmos será de forma prospectiva ou retrospectiva.
DIRETORIA Diretor-Presidente Luiz Carlos Trabuco Cappi
Diretor Superintendente Octávio de Lazari Júnior
Diretores Vice-Presidentes Julio de S. Carvalho de Araujo Domingos Figueiredo de Abreu José Alcides Munhoz Aurélio Conrado Boni Sérgio Alexandre Figueiredo Clemente Marco Antonio Rossi Cláudia Teixeira de Souza – Contadora – CRC 1SP177829/O-6
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.
Aos Administradores da Bradesco Administradora de Consórcios Ltda. Osasco - SP Examinamos as demonstrações contábeis da Bradesco Administradora de Consórcios Ltda. (“Instituição”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para semestre e exercício findos naquela data, bem como as demonstrações consolidadas dos recursos de consórcio em 31 de dezembro de 2012 e das variações consolidadas nas disponibilidades dos grupos de consórcios para o semestre e exercício findos naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.
Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Bradesco Administradora de Consórcios Ltda. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre e exercício findos naquela data, bem como a posição patrimonial e financeira consolidada dos grupos de consórcios em 31 de dezembro de 2012 e as variações consolidadas das disponibilidades dos grupos de consórcios para o semestre e exercício findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.
Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis Outros assuntos A Administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou Demonstração do valor adicionado como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Examinamos também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Instituição, para o semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2012, que estão sendo apresentadas como informações suplementares. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Osasco, 4 de março de 2013
as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são KPMG Auditores Independentes apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui, CRC 2SP014428/O-6
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Zenko Nakassato Contador CRC 1SP160769/O-0
Eu não saberia dizer, no campo numérico, como seria essa compensação aqui no Rio. Presidente em exercício Michel Temer
olítica
ROYALTIES
Temer, presidente, abre brecha. Wilton Júnior/Estadão Conteúdo
Após derrubada de vetos, Temer sinaliza compensações a Estados produtores: "O Supremo vai dizer a última palavra sobre essa matéria". mentou que as acusações contra Gabriel Chalita (PMDBSP) são "injustas" e que o deputado tem uma "ética inatacável". "Eu conheço bem o Chalita. Um homem de uma ética inatacável. Tenho certeza que ele vai prestar todos os esclarecimentos necessários. E sairá vitorioso dessas incriminações que são feitas por uma única pessoa". No mês passado, a Folha de S.Paulo revelou que o Ministé-
Petróleo: STF vai acelerar a votação.
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impacto financeiro das novas regras de divisão dos royalties nos cofres dos Estados produtores de petróleo deve levar o Supremo Tribunal Federal (STF) a acelerar o julgamento das ações diretas de inconstitucionalidade (Adin) contra a lei. Ministros consultados pelo disseram ontem que a Corte deve adotar um tratamento "célere" para a questão. A confirmação da derrubada dos vetos foi divulgada pelo Congresso Nacional nesta quinta e a decisão deve ser publicada hoje. Com a publicação, abre-se o prazo de 48 horas para que a presidente Dilma Rousseff promulgue a decisão. Só após este ato é que Rio, Espírito Santo e São Paulo deverão acionar o STF.
Na Corte, o entendimento é que devido à gravidade da decisão é preciso definir com brevidade qual dos lados em disputa tem razão. Principal Estado produtor, o Rio de Janeiro estima em R$ 5 bilhões anuais suas perdas. A celeridade, segundo os magistrados consultados, pode ser dada avaliando o mérito da ação ou julgando a liminar da ação em plenário. O ministro Luiz Fux, que já havia no ano passado suspendido a votação dos vetos por meio de medida liminar, verbalizou a intenção. Em caso excepcional, o tribunal poderá julgar o caso imediatamente, sem sequer ouvir o Congresso, a Advocacia-Geral da União (AGU) e o Ministério Público.
rio Público Estadual abriu 11 inquéritos para investigar o deputado com base nas acusações do analista de sistemas Roberto Grobman, que afirma ter sido assessor do peemedebista na época em que ele era secretário de Educação de São Paulo. O deputado nega irregularidades em sua gestão. A parte criminal do caso está sob análise do procurador-geral Roberto Gurgel. E Temer? O inte-
rino diz que tem "plena confiança" em Chalita: "Ele tem sustentado que isso é fruto de disputas políticas. Tenho plena confiança nele." DI PLO MAC IA – Sobre seu partido no Rio, Temer comentou que haverá um esforço geral para resolver o impasse com o PT para garantir o apoio do governador Sérgio Cabral à reeleição da presidente Dilma Rousseff. Ao comentar a campanha presidencial de 2014,
Temer falou em "nossa chapa". O PMDB exige apoio do PT ao vice-governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), candidato de Cabral. "Tenho certeza que o governador Cabral, nossos agentes políticos aqui, com auxílio do PMDB nacional e do PT nacional vamos chegar a uma composição em torno desse assunto e que o Rio, por meio do governador Cabral, vai continuar a apoiar, como apoiou, a nossa chapa", disse Temer.
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advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, disse ontem que a AGU (Advocacia-Geral da União) não vai apoiar ações dos Estados produtores de petróleo, que serão apresentadas ao STF (Supremo Tribunal Federal), contra a derrubada dos vetos dos royalties. Segundo Adams, a decisão tomada pelo Congresso sobre os royalties é "página virada". "A AGU vai defender a legitimidade da decisão do Congresso Nacional. Com a decisão do Congresso, o assunto é uma página virada do ponto de vista do posicionamento da AGU. O advogado-geral defenderá integralmente no STF a decisão do Congresso". Apesar de a AGU ter fundamentado os vetos de Dilma à lei dos royalties, Adams disse que cabe à instituição agora respeitar a decisão do Congresso. "A posição da AGU, fixada na Constituição como missão, é defender a legitimidade da decisão legislativa adotada". Adams não acredita que a derrubada dos vetos promova "insegurança jurídica". Contratos entre União e empresas que exploram o petróleo não são afetados.
Vetos: 25 prefeitos devem entrar na Justiça.
Luiz Roberto Lima/Estadão Conteúdo
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presidente em exercício, Michel Temer, afirmou ontem que o governo federal pode compensar as perdas de receita dos Estados produtores de petróleo devido à redistribuição dos royalties, decidida na madrugada de ontem pelo Congresso Nacional. Como a presidente Dilma Roussef foi à Venezuela, ele ocupou o cargo interinamente. Temer disse que não há compromisso do governo, mas sinalizou com possibilidade: "É um dos caminhos. Eu não saberia dizer, no campo numérico, como seria essa compensação. Mas pode vir a ser um dos caminhos. Especialmente aqui no Rio de Janeiro que vai ter Copa, Olimpíada, vários eventos internacionais, de modo que pode vir a verificar-se uma compensação". Ressaltou, porém, que a medida dependerá de discussão no governo federal. "Não tem nenhum compromisso do governo. Vai depender de muitos estudos." Para Temer a derrubada do veto criou um "problema jurídico", o que "não desprestigia a presidente". "A derrubada do veto está prevista na Constituição. O fundamento do veto da presidente Dilma foi justamente respeitar os contratos. Ela fez o que, no meu modo de ver, deveria ter feito. Isso criou um problema jurídico. O Supremo vai dizer a última palavra sobre essa matéria". CHALITA – Depois de palestra na Fundação Getúlio Vargas no Rio, Temer ainda co-
AGU vai respeitar Congresso
P BOMBA NA SEDE – Por volta 15h30, o 9º andar do prédio sede da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), no centro do Rio, foi alvo de explosão. O prédio foi esvaziados e, duas horas mais tarde, uma equipe do Esquadrão Anti-Bombas, da Polícia Civil realizava vistoria no local. Ninguém ficou ferido. Segundo o presidente da Ordem, Felipe Santa Cruz, às 15h07, ele recebeu um telefonema do Corpo de Bombeiros informando que havia ameaça de bomba na sede da OAB. A explosão aconteceu em uma área de grande circulação, perto do auditório do 9º andar. Segundo ele, o material não era de alto impacto explosivo. "Alguém soltou um artefato no corredor, com o objetivo de assustar. Nós soubemos que havia ameaça de três bombas."
elo menos 25 municípios espalhados por todo o País deverão aguardar a promulgação do projeto de lei que prevê a distribuição dos royalties do petróleo para então entrar com ações na Justiça e tentar reverter a derrubada do veto da presidente Dilma Rousseff pelo Congresso Nacional. Os prefeitos dessas cidades, que pertencem à Associação Brasileira de Municípios com Terminais Marítimos, Fluviais e Terrestres de Embarque e Desembarque de Petróleo e Gás Natural (Abramt) e à Anamup (Associação Nacional dos Municípios Produtores), seguirão para Brasília na próxima segunda-feira (11) para decidir qual a medida judicial deverão tomar.
Os prefeitos também vão se reunir no Rio durante reunião da entidade. Os Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo deverão mover uma ação direta de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF). Na contramão – O prefeito da capital fluminense, Eduardo Paes (PMDB), afirmou que a nova distribuição das verbas do petróleo não vai paralisar o município. No entanto, admitiu que o corte de recursos representará um "impacto" nas contas da prefeitura. "Não tem risco de parar obra nenhuma da prefeitura. Todos os recursos dos royalties vão para investimentos em questões ambientais e de drenagens, mas vamos substituir os recursos, se eles faltarem."
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sexta-feira, 8 de março de 2013
As reuniões ficarão menos animadas sem Hugo Chávez. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva
nternacional
ADEUS, CHÁVEZ. ALÔ, LENIN. Simpatizantes enfrentam dez horas de fila para ver o presidente venezuelano, que será embalsamado e exposto para visitação pública em museu de Caracas.
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om cont i n ê ncias mil it a r es , punhos cerrados ou sinais-dacruz, uma multidão de venezuelanos passou ontem diante do corpo do presidente Hugo Chávez, prometendo manter viva sua revolução socialista. Desde a manhã de ontem, milhares de pessoas enfrentam filas quilométricas, com duração de até dez horas, para poder ver o corpo do mandatário por alguns segundos. Chávez morreu na terça-feira, aos 58 anos, após quase dois anos de batalha contra um câncer. "Esperei dez horas para vêlo, mas estou feliz, orgulhoso por ter visto meu comandante", afirmou Yudeth Hurtado, de 46 anos, soluçando. "Ele está plantado em nossos corações." Em um estrito controle sobre a última imagem do presidente, só câmeras da rede oficial Telesur foram admitidas na capela. Dois seguranças montaram guarda todo o tempo, impedindo as pessoas de fotografarem o corpo. Segundo pessoas que passaram pelo caixão, Chávez foi vestido com um terno verdeoliva, cor de sua farda, e gravata preta, além da clássica boina vermelha que o acompanha desde quando era militar. Os visitantes dizem que o rosto dele tem expressão serena. Os seguidores dizem que é possível ver metade do corpo pelo vidro, sendo que a bandeira venezuelana cobre o resto. Além da roupa, foi colocada uma faixa vermelha escrito "Milícia", em referência ao grupo de 120 mil civis que ele formou para o golpe de 1992. Eternidade - O presidente interino da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou ontem que o corpo de Chávez ficará exposto para visitação pública nos próximos sete dias, "pelo menos". Depois, disse, ficará "eternamente" exposto no Museu da Revolução, em Caracas, "como os de Ho Chi Minh, (Vladimir) Lenin e Mao Tse-tung", referindo-se aos líderes históricos do comunismo no Vietnã, na União Soviética e na China. "Quero dizer ao povo e ao mundo: foi decidido preparar o corpo do comandante presidente, embalsamá-lo... Ficará o corpo numa urna de cristal para que nosso povo possa têlo para sempre. Aí, presente e sempre com o povo", disse Maduro à TV estatal. Após o velório, os restos de Chávez serão transferidos a um quartel no emblemático bairro do 23 de Enero, local que usou para sua intentona golpista de 1992 e um dos principais bastiões chavistas de Caracas. Maduro disse ainda que o quartel será o "primeiro local de repouso" e que, depois, serão tomadas medidas "que o povo pediu", em provável referência
Divulgação/Reuters
à transferência futura de Chávez ao Panteão Nacional, onde estão os restos mortais de Simón Bolívar (1783-1830), herói de Chávez. Conceder a honra é uma decisão da Assembleia, mas a Constituição diz que é preciso esperar 25 anos após a morte para o traslado. Hoje será realizada uma cerimônia fúnebre com a presença de diversas autoridades. Caracas disse que 54 países devem enviar delegações, incluindo 33 chefes de Estado. Os presidentes da Argentina, Cristina Kirchner; da Bolívia, Evo Morales; e do Uruguai, José Mujica foram os primeiros a chegar na quarta-feira. Os Estados Unidos serão representados pelo atual encarregado de negócios da embaixada norte-americana em Caracas, James Derham, um excongressista e um legislador, ambos democratas. Brasil - A comitiva brasileira, liderada pela presidente Dilma Rousseff, chegou a Caracas na tarde de ontem. Ao lado de Dilma, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou em conversas reservadas na residência oficial do Brasil em Caracas que, sem Chávez, "as reuniões (bilaterais e multilaterais) ficarão menos animadas". Dilma e seu antecessor disseram que ele era um "grande contador de causos". Segundo a Folhapress, Lula chegou a desabafar, dizendo que, nessas horas, sempre fica aquela sensação de que poderia ter sido feito mais para salvar o colega da morte. Após a descoberta do câncer, Chávez chegou a cogitar realizar seu tratamento em São Paulo, mas desistiu com receio de que suas informações médicas fossem divulgadas. Além do ex-presidente Lula, deputados e lideranças de esquerda pegam carona na comitiva, incluindo o governador da Bahia, Jaques Wagner; o portavoz da Presidência, Thomas Traumann; o ministro de Relações Exteriores, Antonio Patriota; o presidente do PCdoB, Renato Rabelo; o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) e cinco deputados federais. São eles: Irini Lopes (PT-ES), José Guimarães, líder do PT na Câmara, Josias Gomes (PTBA), Perpétua Almeida (PTSP), Valmir Assunção (PT-BA). O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, negou ontem o pedido do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu para viajar à capital venezuelana. Os advogados de Dirceu – condenado no processo do mensalão a dez anos e dez meses de prisão – alegaram que ele tinha uma "relação de amizade" com Chávez. No entanto, Barbosa negou a autorização, pois considerou que tal relação não é "suficiente". "Note-se que sequer se trata de relação de parentesco", argumentou. (Agências)
Mulher homenageia corpo de Chávez, que está sendo velado na capela da academia militar. O líder foi vestido com farda e boina vermelha. Ricardo Stuckert/Divulgação
Divulgação/Reuters
A presidente Dilma foi recepcionada à tarde no aeroporto de Caracas
Líderes da Argentina, Uruguai e Bolívia foram os primeiros a chegar.
Morte do líder ainda um mistério
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mistério que rondou a doença de Hugo Chávez desde o inicio não parece que vai terminar com o velório do presidente venezuelano. A polêmica agora gira em torno da causa da morte. Ontem, o chefe da Guarda presidencial da Venezuela, José Ornella, afirmou que Chávez morreu de um ataque cardíaco fulminante. Mas o jornalista venezuelano Nelson Bocaranda discorda e afirma que o líder bolivariano morreu após a decisão de desligarem os aparelhos de respiração artificial devido à piora do seu estado de saúde.
Em seu blog runrun.es, Bocaranda contou que, "desde a sexta, 22 de fevereiro, houve a intenção de retirar do paciente a ajuda mecânica respiratória, em vista das precárias condições de saúde" de Chávez. O jornalista ganhou notoriedade por ter sido o primeiro a publicar, há dois anos, a notícia de que Chávez tinha câncer. Em um post titulado "Os momentos finais do presidente Chávez", Bocaranda afirmou que "houve divergências entre a mãe e as filhas de Chávez, sobrecarregadas pela longa via-crúcis do último ano e meio de tratamento e campanha eleitoral". O texto informou que, após reuniões com o vicepresidente do país, Nicolás Maduro, e o presidente da Assembleia Nacional,
Diosdado Cabello, "decidiram desconectá-lo no dia 5". Conforme detalhou Bocaranda, após a decisão, "às 15:05:16 a ajuda respiratória foi eliminada para que (Chávez) morresse em paz às 16:25:05 em seu leito do Hospital Militar". Antes da publicação no blog do jornalista, o chefe da Guarda presidencial havia informado que Chávez morreu por causa de um "ataque fulminante". O infarto teria decorrido de complicações causadas pelo câncer na região pélvica, que o deixou internado por três meses antes de morrer, na tarde de terça-feira. Segundo Ornella, o presidente Chávez sofreu bastante antes de falecer. "Ele não podia falar, mas disse com os seus lábios... ´Eu não quero morrer. Por
favor, não me deixe morrer´, porque ele amava seu país, ele se sacrificou pelo seu país", declarou o general. Ornella não respondeu quando perguntado se o câncer havia se espalhado para os pulmões de Chávez. O governo venezuelano disse na véspera da morte do presidente que ele estava sofrendo com uma nova infecção respiratória grave. Foi a segunda infecção respiratória relatada pelas autoridades depois que Chávez foi submetido a sua quarta cirurgia de câncer em Cuba, no dia 11 de dezembro. As autoridades venezuelanas nunca disseram que tipo de câncer Chávez teve ou especificaram exatamente de onde os tumores foram removidos. (Agências)
Reuters
Material nuclear e iates são proibidos
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Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou ontem, por unanimidade, novas sanções contra a Coreia do Norte em resposta ao teste nuclear realizado no mês passado, apesar das ameaças de Pyongyang de lançar um ataque atômico preventivo contra os Estados Unidos. As sanções tem como objetivo dificultar que Pyongyang financie e obtenha materiais para seus programas de armas. A resolução ainda especifica alguns itens de luxo que a elite
norte-coreana não poderá importar, como iates, carros de corrida e certos tipos de joias. "A Coreia do Norte escolheu o caminho da provocação em vez do caminho da paz", disse a embaixadora dos EUA na ONU, Susan Rice. Antes da votação, a Coreia do Norte ameaçou realizar um ataque nuclear preventivo contra os EUA. Em resposta, Washington assegurou que é capaz de se defender. "A Coreia do Norte não vai conseguir nada com ameaças", disse Rice. (Agências)
Genro de Bin Laden no banco dos réus O genro e porta-voz de Osama bin Laden, Sulaiman Abu Ghaith (acima), foi capturado
pelos EUA na Jordânia na semana passada e deve comparecer a um tribunal em Nova York hoje. Ele é acusado de estar envolvido nos ataques de 11 de Setembro de 2001. (Agências)
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sexta-feira, 8 de março de 2013
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11 RIO SUBMERSO Cerca de 3,5 mil quilômetros de cursos dágua correm embaixo do solo da cidade de São Paulo, canalizados.
idades
OS CAÇA-CÓRREGOS Kety Shapazian
Newton Santos/Hype
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ocê já ouviu falar do Rio Saracura? Ele nasce a apenas duas quadras da Avenida Paulista. E do Córrego da Água Preta, cuja nascente fica próxima à Rua Heitor Penteado, na zona oeste? E do Rio Verde, que passa embaixo da esquina da Rua Henrique Schaumann com a Avenida Rebouças? Se nenhum desses nomes é familiar, você não está só. Poucos sabem que a cidade de São Paulo está localizada sobre uma imensa bacia hidrográfica, onde cerca de 3,5 mil quilômetros de cursos d'água 'correm' sob o asfalto, canalizados. Ou que em diversos bairros da região oeste é possível visualizar nascentes de afluentes do Rio Pinheiros no fundo de muitas casas e lojas da região. É o caso do Rio Verde, por exemplo. Uma das propostas da Iniciativa Rios e Ruas é justamente revelar essa cidade ou, como diz o geógrafo Luiz de Campos, "desvelar, tirar o véu que encobre a nossa visão e não deixa a gente ver nada". Campos e o urbanista José Roberto Bueno, através da página da Rios e Ruas, no Facebook, convidam as pessoas para redescobrirem a natureza urbana paulistana, além de debaterem diferentes sugestões dos internautas para mapeamento dos rios da cidade. O grupo extrapola o debate virtual e leva cidadãos de todas as idades às ruas da metrópole, já que "em qualquer lugar de São Paulo, você não está a mais de 200 metros de um curso d'água". Expedições – O movimento organiza expedições gratuitas a rios escondidos da Capital, que mesmo soterrados e canalizados, permanecem vivos e fluindo sob o asfalto. "Não há maneira de matar um rio, por menor que seja o córrego. Mesmo rebaixando o lençol freático, a água vai reaparecer em algum lugar", explica Luiz de Campos. Quem participa da Expedição Rio Saracura, por exemplo, aprende que o curso d'água corre sob uma das principais vias da cidade – a Avenida 9 de Julho. A confluência do Saracura com os rios Itororó (na Avenida 23 de Maio) e Bixiga (no bairro homônimo), na Praça da Bandeira, forma o Rio Anhangabaú, que deságua no Tamanduateí, próximo ao Mercado Municipal. Na verdade, oficialmente, não existe rio em São Paulo. O
Luiz de Campos, geógrafo, no Vale do Anhangabaú: grupo faz passeios pela cidade atrás de rios e córregos "escondidos" embaixo da terra.
S ERVIÇO que existe, segundo a Prefeitura, são galerias de águas pluviais. "O próprio técnico da Prefeitura, quando a gente mostra um córrego, fala 'não,
aqui é esgoto'." Ok, mas se você tira o esgoto, o que sobra é um curso d'água, argumenta o geógrafo. Há nascentes que vertam
Contra a violência, Batman faz rapel na Avenida 23 de Maio
água o tempo todo, como a do Saracura, ali do lado da Paulista, que "jorra 365 dias por ano. Claro que por apenas cinco metros, até cair em um buei-
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de sete minutos, o que provocou grandes transtornos no trânsito em toda a região, já que a 23 de Maio é uma das principais artérias viárias da capital paulista. Os manifestantes foram encaminhados para o 26º Distrito Policial (Sacomã), mas foram liberados. Segundo a delegada Lilian Lamanna, eles foram autuados por provocação de tumulto e conduta inconveniente. Em entrevista ao portal G1, o "Batman do Capão Redondo", cujo nome verdadeiro não foi revelado, disse que é "empresário do ramo da construção", distribui brinquedos para crianças e sempre divulga mensagens contra a violência. "Quando a gente
fala em violência, não é só assassinato. Se falta professor na escola, começou a violência total, porque se o aluno não está aprendendo na escola, ele está na rua", afirmou o manifestante. Ossos encontrados – Uma ossada foi encontrada na terça-feira dentro de um saco plástico de lixo no estacionamento da Polícia Civil, na Praça Alfredo Issa, na Luz, região central de São Paulo. No local, funciona também uma unidade do Poupatempo. Segundo a polícia, a ossada parecia ser antiga. Não há informação de há quanto tempo estava ali, dentro do saco plástico preto. Os ossos foram encaminhados para a perícia. O caso é investigado pelo Departamento de
ro". Os moradores não acreditam quando escutam do pessoal da Rios e Ruas que estão no local para ver a nascente do Saracura. "Eles dizem 'ah, isso
Quem quiser saber mais sobre a Rios e Ruas, acesse https://www.facebook.com/ rioseruas e http://rioseruas.wordpress.com/.
Silva Junior/Folhapress
Manifestantes vestiram fantasias para chamar a atenção. O trânsito parou. protesto de um grupo de manifestantes do Capão Redondo, na zona sul de São Paulo, parou ontem de manhã a Avenida 23 de Maio, no sentido sul-norte. Com fantasias do superherói Batman e do palhaço Patatá, os manifestantes desceram de rapel o Viaduto Santa Generosa. Eles protestaram contra a violência no Estado de São Paulo e colocaram faixas no viaduto em prol da educação. Os "heróis" ficaram pendurados por cerca de uma hora e meia, o que causou curiosidade nos motoristas e lentidão na região. Para retirálos, a Polícia Militar e a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) teve que interromper o tráfego na avenida por cerca
não é nascente, não. Essa água vaza do posto de gasolina lá de cima." Para o geógrafo, as pessoas não conseguem ver. É o tal do véu. "Descobrir a realidade invisível dos rios que habitam a cidade é uma contribuição para recuperar a relação harmônica dos cidadãos com a natureza urbana". A nh a ng a ba ú – Em um passeio de pouco mais de duas horas pelo Centro, ele mostra, por exemplo, um viaduto sobre o Rio Anhangabaú, na Rua Florêncio de Abreu. Mas o que se vê lá embaixo não é água, e sim uma rua cheia de carros, todos indo na direção da 25 de Março. Trata-se do mesmo caminho que o rio está fazendo para desaguar no Tamanduateí, só que embaixo da terra. Para Campos, redescobrir a natureza de rios soterrados por ruas e construções contribui para despertar em todos uma compreensão afetiva sobre o uso do espaço urbano. "Ninguém preserva o que não sabe que existe. E se você não sabe que os rios existem não vai exigir a limpeza deles." Um dos trabalhos mais importantes do grupo, segundo ele, é justamente esse: conseguir mostrar às pessoas que a natureza urbana existe, independente de você ter construído em cima ou não. Para tanto, é preciso aprender a enxergar o que não está à vista: "Quando você chega num lugar e ele tem um certo formato, um relevo, parecendo um anfiteatro, por exemplo, ali provavelmente vai ter vários cursos d'água." Barulho – Segunda dica: estar atento a alguns sinais, como barulho de água. É possível conseguir ouvir um córrego correndo, mesmo quando ele está soterrado. Outro sinal que deve ser observado pelos expedicionários: a vegetação. "Você entra numa ruazinha, meio em curva, e a vegetação começa a ser mais verde, mais exuberante. Ali tem água", ensina. "Por isso que as pessoas saem de uma expedição nossa vendo rio em tudo quanto é lugar. Sai formado em explorador urbano de São Paulo. Honorário."
Ao lado, "Batman" desce pelo Viaduto Santa Generosa: protesto contra a violência e em defesa da educação.
Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A polícia ainda não sabe se há relação entre os ossos encontrados no estacionamento da Praça Alfredo Issa e os crânios deixados em frente a consulados e templos religiosos da capital paulista nas últimas semanas. (Agências)
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sexta-feira, 8 de março de 2013
É uma perda irreparável para a música e também para Santos. Fábio Andrade, 36, amigo de infância de Chorão.
idades Guilherme Dionízio/Estadão Conteúdo
Fãs se despedem de Chorão
Ó RBITA
SANTA MARIA
Cerca de cinco mil pessoas passaram pelo velório
A
plausos e lágrimas marcaram a saída do cortejo fúnebre de Alexandre Magno Abrão, o Chorão, da banda Charlie Brown Jr., cujo corpo foi enterrado no final da tarde de ontem no Memorial Metrópole Ecumênica, o cemitério vertical de Santos, localizado no bairro do Marapé. Mais de 5 mil pessoas passaram pela Arena Santos, o maior ginásio esportivo do município, onde o corpo do vocalista foi velado desde a noite de quarta-feira. Não só adolescentes, mas gente de todas as idades foram prestar a última homenagem ao cantor e compositor, considerado um dos maiores divulgadores da cidade. Por onde passava para fazer shows, falava de Santos e do seu time do coração: o Santos Futebol Clube. Por isso, a limusine que levou o corpo passou em frente ao estádio da Vila Belmiro e também pela sede do Chorão
Skate Park, uma pista de skate especialmente construída pelo vocalista para a prática do esporte – sua outra paixão. Cerimônia fechada – Em cerimônia fechada para familiares e amigos, Chorão recebeu uma última bênção e homenagens de despedida antes que seu corpo fosse colocado numa urna especial. Entre os presentes na cerimônia, Marcelo Nova, líder do Camisa de Vênus, que definiu Chorão como uma "alma selvagem, um grande amigo com espírito indomável". Segundo a assessoria do memorial, cerca de cem pessoas participaram da cerimônia, que transcorreu em clima de comoção. Sobre o caixão fechado, foram depositados um skate e as bandeiras do Santos Futebol Clube e do Brasil. Após o sepultamento, o baixista da banda, Champignon, falou sobre a morte do companheiro. "Todos nós somos gratos a ele e, infelizmente, esta-
Admiradores acompanharam o cortejo do corpo. Carro passou em frente ao estádio do Santos. mos aqui nos despedindo", lamentou o músico. Segundo o guitarrista Marcão, todas as letras do novo álbum, que será lançado em breve, foram escritas por Chorão. "Ele sabia mostrar o que estava sentindo." Marcão disse que Chorão é "insubstituível" e que a banda não parou para pensar sobre como será o lançamento do novo álbum. Separação – A ex-esposa do líder do Charlie Brown Jr., Graziela Gonçalves, comentou sobre a separação, ocorrida há seis meses. Familiares acreditam que tenha sido uma das razões que levaram Chorão à depressão. "Nós estávamos afastados em razão do
que estava acontecendo com ele", afirmou a estilista. "Lutei por ele até o fim e infelizmente quem ganhou essa guerra foi essa droga que está acabando com todo o mundo", comentou Graziela, fazendo referência ao pó branco semelhante a cocaína, encontrado pela polícia no apartamento do músico. Os fãs do músico se concentraram na rua em frente ao cemitério, que foi bloqueada com cavaletes, faixas e viaturas da Polícia Militar. O motoboy Edmílson Ferrari, de 38 anos, que veio de Jundiaí, não se conformava com a barreira imposta pela segurança para que os fãs se des-
pedissem de Chorão. "Um cantor que transmitia muita energia positiva para os seus fãs não poderia ficar assim tão isolado", disse. Mais sorte teve Fábio Andrade, de 36 anos, que teve a oportunidade de se despedir de perto do amigo de infância. "É uma perda irreparável para a música e também para Santos, que não será mais a mesma sem o Chorão", disse Andrade, ao lado da filha. Também no cemitério, a estudante Luana Costa, 16, disse que o vocalista "vai ser o eterno 'menino da Vila'", em referência ao apelido dos jovens revelados no time de coração do músico. (Agências)
REPERCUSSÃO Chorão era uma alma selvagem, um grande amigo com espírito indomável. MARCELO NOVA, LÍDER DO GRUPO CAMISA DE VÊNUS.
Ele vai ser o eterno "menino da Vila" LUANA COSTA, FÃ DE 16 ANOS, EM REFERÊNCIA AO APELIDO DOS JOVENS REVELADOS NO SANTOS
FUTEBOL CLUBE, TIME DE CORAÇÃO DO MÚSICO.
Lutei por ele até o fim e infelizmente quem ganhou essa guerra foi essa droga que está acabando com todo o mundo.
Ele sabia mostrar o que estava sentindo. Será insubstituível.
Todos nós somos gratos a ele e, infelizmente, estamos aqui, nos despedindo dele.
EX-ESPOSA DE CHORÃO, GRAZIELA GONÇALVES.
MARCÃO, GUITARRISTA E COLEGA DE BANDA.
CHAMPIGNON, BAIXISTA DA BANDA CHARLIE BROWN JR.
Subiu para 241 o número de mortos devido ao incêndio da boate Kiss, em Santa Maria (RS), no dia 27 de janeiro. A última vítima, Driele Pedroso Lucas, 23, morreu na manhã de ontem. Ela estava internada desde a tragédia em Porto Alegre e era a última sobrevivente hospitalizada que ainda precisava de ventilação mecânica. Segundo o Ministério da Saúde, há outros 16 pacientes internados na capital gaúcha e em Santa Maria devido à tragédia. (Folhapress)
FALSA BOMBA Sequestradores amarraram falsos explosivos em um casal no 16º andar de um prédio na rua Líbero Badaró, Centro da Capital, ontem. O Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) da Polícia Militar foi enviado ao local. Após a liberação dos reféns, o Gate analisou o material amarrado no corpo das vítimas e constatou que os explosivos estavam vazios. O caso foi encaminhado ao 1º Distrito Policial, na região central de São Paulo. (Agências)
Fotos: Newton Santos/Hype
UM TOQUE FRANCÊS
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acque Pilon (1905-1962) jamais foi um arquiteto midiático. Porém, o jeitão do Centro de São Paulo saiu praticamente da sua prancheta. Por isso a arquiteta Joana Melo de Carvalho e Silva, 40 anos, fez sua tese de doutorado sobre ele. (Um livro sobre Pilon será lançado no dia 12 de abril, a partir das 18h30, na Livraria da Vila)
Prefeitura de Cerro Largo
Metrópole - Quais são os principais edifícios de Pilon que estão frente a frente com os paulistanos no dia-a-dia? Joana - São muitos. Por exemplo, o edifício do Banco Itaú, na Praça do Patriarca; aquele da Major Quedinho com a Consolação, que foi sede do Estadão e que até hoje abriga o Hotel Jaraguá; quase todos os prédios da Rua Marconi, no Centro; o belo edifício Santo André, na Praça Buenos Aires, e o também bonito Edifício São Luiz, na esquina da São Luiz com Ipiranga, logo atrás do Caetano de Campos.
Acima, a arquiteta Joana, que lança livro sobre a obra de Pilon, projetista, entre outros, do Edifício São Luiz (ao lado).
Marcelo Alves/EC
Metrópole - Embora bem menos conhecido do que Ramos de Azevedo, Jacques Pilon também contribuiu bastante para formar a paisagem da Cidade, não é? Joana Melo de Carvalho e Silva - Este foi um dos pontos que me atraíram na tese de doutorado que defendi junto à FAU [Faculdade de Urbanismo da USP]. Ele trabalhou dos anos 30 aos anos 60, participando ativamente do início do processo de verticalização de São Paulo, inclusive porque tinha o maior escritório de construção da cidade. Na verdade, era o processo de desenvolvimento da grande metrópole.
O cardeal Odilo, em missa para Bento XVI.
Cerro Largo, na zona missioneira.
HABEMOS PAPAM...
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inha São Francisco. Quem está familiarizado com as singularidades gaúchas, sabe que lá a designação "Linha" indica um bairro rural dentro de um município. No caso, trata-se de um povoado com cerca de 500 habitantes, distante 18 quilômetros da cidade de Cerro Largo, 13.289 moradores, na zona missioneira, encravada no noroeste do estado, fazendo divisa com a província de Missiones. "Estamos a 50 quilômetros", proclama animado o prefeito Renê Nedel, 71 anos (PMDB), pensando na proximidade dos bons vinhos argentinos. Por um capricho do destino, a ocupação daquele território foi comandada pelo padre Maximilian Von Lassberg, a partir de 1902, ele um jesuíta da mesma ordem que instalou as célebres reduções guaranis na região, originando os Sete Povos das Missões no século XVII. Cerro Largo fica a 50 minutos de carro de Santo Ângelo, 74.300 habitantes, que é uma espécie de capital da zona missioneira, na qual se agrupam 46 municípios. Se certas previsões se confirmarem, dali virá o próximo papa, pois o cardeal Dom Odilo Pedro Scherer nasceu, há 63 anos, na Linha São Francisco.
...SONHA CERRO LARGO
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aquela época, como hoje, os moradores viviam de ordenhar seus pequenos rebanhos de vacas ou das colheitas de milho, trigo e soja dos seus hectares. Dom Odilo, ainda bem menino saiu de lá, pois seus pais, Edwin e Francisca, imigrantes alemães do Sarre, sudoeste do país, foram tentar a sorte em Toledo (PR). Mas deixaram para trás muitos parentes próximos, vários deles primos-irmãos do arcebispo. O prefeito Renê Nedel informa que eventualmente Dom Odilo voltou ao lugar para rever as planícies onduladas da sua infância que caracterizam a região das Missões. Supõe, provavelmente tomando sua própria gulodice como referência, que Dom Odilo deve ter saudade das cucas (bolo de frutas), dos marrecos recheados e das tortas de maçã que pontuavam os dias de festa na pequena colônia germânica de Cerro Largo, particularmente o SeptemberFest e o OktoberFest. Como se vê, é uma cidade festeira. "Se Dom Odillo vier a ser papa, vamos ter mais uma", ele anuncia.
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O MÁGICO DE OZ NO TEATRO ALFA
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cultura
O Mágico de Oz, versão musical para o palco, continua em cartaz na Cidade. Teatro Alfa. Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722. Tel.: 5693-4000. Sexta, 21h30. Sábado, 16h e 20h. Domingo, 15h e 19h. R$ 40 a R$ 180. Livre.
Gal Oppido
Mapa de cabeça para baixo
Celebridade A Cia. Borelli de Dança apresenta até o próximo domingo (10) o espetáculo Artista da Fome, inspirado na obra do escritor Franz Kafka. A montagem, com concepção, direção e coreografia de Sandro Borelli, discute a relação entre o público e a celebridade instantânea.
José Guilherme R. Ferreira
Galeria Olido. Av. São João, 473, República. Tel.: 3331-8399. Sexta (8) e sábado (9), 20h. Domingo (10), 19h. Grátis (retirar ingresso uma hora antes). Censura: 14 anos.
Era uma vez em Oz. Mais uma vez.
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Lúcia Helena de Camargo Disney/Divulgação
James Franco, o trambiqueiro Diggs: aventuras do mágico que veio de longe.
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ma série de filmes atuais busca desvendar a origem dos personagens, do Luke Skywalker de George Lucas (série Guerra nas Estrelas) ao Alien de Ridley Scott. A estreia desta sexta (8), Oz, Mágico e Poderoso, vai nessa linha, contando como o mágico chegou, a bordo de um balão de gás, ao reino encantado, muito antes de a garota Dorothy ser tragada por um ciclone e cair nas terras de Oz - história contada em O Mágico de Oz (1939). O roteiro é uma adaptação do romance The Wonderful Wizard of Oz, lançado em 1900 pelo escritor americano L. Frank Baum. Protagonizado por James Franco, traz no elenco Mila Kunis como Theodora, Rachel Weisz como sua irmã Evanora e Michelle Williams na pele de Glenda. As três vivem bruxas de índoles distintas. Kunis se sobressai no papel, principalmente depois da transformação pela qual passa na segunda metade do filme. Franco contribui com seu sorri-
so maroto e ar irreverente, para legitimar a personalidade de farsante do mágico, que não passa de Oscar Diggs, um prestidigitador de um circo sem muito apreço pela ética no trabalho ou senso de justiça na distribuição dos rendimentos da bilheteria. Embora restrito à sua arte mambembe, ele possui grandes sonhos. O maior deles é personificar um misto de Harry Houdini - o mágico mais famoso de todos os tempos com Thomas Edison, inventor da lâmpada incandescente, do gramofone e do cinematógrafo, entre outras descobertas. Dirigido por Sam Raimi (conhecido pela trilogia Homem-Aranha ), o longa traz, na primeira parte, sequências em preto e branco, com a tela em formato quadrado e pequenas surpresas em 3D, reproduzindo a estética usada no longa de 1939: as cenas ambientadas no Kansas são rodadas em tons de cinza. Os fotogramas ganham cor quando o
mágico chega a Oz. A principal canção que embala a trama está na voz de Mariah Carey: Almost Home, que fala da necessidade humana de ter um lar, seja ele onde for. Oz, Mágico e Poderoso in clui, aqui e ali, algumas ousadias visuais e pequenas reviravoltas, mas a linha narrativa não chega a surpreender, seguindo a cartilha dos contos de fada, com os bons se opondo aos maus, uma batalha final definitiva e, nem precisávamos dizer, final feliz. Com classificação etária indicativa para maiores de dez anos de idade, pode assustar um pouco crianças menores, mas provavelmente não vai causar grande impacto nas maiores.
Oz, Mágico e Poderoso (Oz: The Great and Powerful, 2013, EUA, 127 minutos). Direção: Sam Raimi. Com James Franco, Mila Kunis, Rachel Weisz, Michelle Williams.
Aventura e violência na tela Fotos: Divulgação
Uma Thurman: sede de vingança em Kill Bill - Volume 2. Mostra Mondo Tarantino exibe nesta sexta, às 17h30, o filme Kill Bill - Volume 2. Centro Cultural Banco do Brasil. Rua Álvares Penteado, 112, Centro. Tel.: 3113-3651 / 3113-3649. Sexta (8), 17h30. R$ 4.
Amor à Queima-Roupa: casal em aventuras. Christian Slater e Patricia Arquette vivem romance com pitadas de adrenalina no filme Amor à QueimaRoupa. Cinusp Paulo Emílio. Rua do Anfiteatro, 181, Colméia favo 4, Cidade Universitária, Butantã. Tel.: 3091-3540. Sexta (8), 19h. R$ 4.
SINFÕNICA MUNICIPAL EM ALTA Programa: Mozart (Sinfonia 39); Dvorák ( 7ª). Regência: Yoram David. Teatro Municipal. Praça Ramos de Azevedo. Tel.: 3397-0327. Sábado (9), 20h; domingo (10), 11h. R$ 20 a R$ 60.
maioria dos guias de vinho internacionais já incorporou a seus índices “os vinhos do hemisfério sul”, que há cerca de 25 anos passaram a disputar prateleiras com os do Velho Mundo e, em carreira fulminante, hoje já dominam 30% do mercado consumidor global. Em 1999, a participação era de apenas 3%. Em 20 anos, cresceu para 27% – em 2009 a Austrália já exportava para os Estados Unidos mais vinhos do que a França, uma salto marcado pelos "vinhos do canguru" (vinícola [yelow tail ]). Além da Austrália, países como a Argentina, Chile, Nova Zelândia e África do Sul conquistam ano a ano mais espaço nessas publicações especializadas (e por tabela, mais mercados), enquanto o Brasil e também o Uruguai muitas vezes são até esquecidos (quando não sombreados pelos vizinhos), apesar dos esforços individuais de divulgação e integração mercadológica. O recém-lançado Wines of the Southern Hemisphere: The Complete Guide (Sterling Epicu re/2012) surpreende, portanto, quando apresenta os vinhos brasileiros e uruguaios em abordagem semelhante a de seus companheiros do Novo Mundo. Escrito por Mike DeSimone e Jeff Jensen, editores de entretenimento e estilo de vida da revista Wine Enthu-
siast, a obra de 580 páginas, divididas por país, traz uma descrição das regiões vinícolas, das principais uvas cultivadas e breves perfis das vinícolas, dando voz aos vitivinicultores em entrevistas chanceladas como in their own words. A capa da obra é ao mesmo tempo evocativa e provocativa ao mostrar uma inquietante taça de vinho de cabeça para baixo – uma defesa da mudanças do próprio mapa dos vinhos. Na entrada do Brasil estão contempladas as regiões do Vale dos Vinhedos, Planalto Catarinense, Serra do Sudeste e Campanha, Serra Gaúcha e o Vale do São Francisco. A região com indicação de procedência (IP) Pinto Bandeira, na Serra Gaúcha, também ganhou referência. Entre as vinícolas apresentadas estão: Boscato Vinhos, Casa Perini, Casa Valduga, Cavalleri, Chandon, Courmayer, Don Giovanni, Lidio Carraro, Miolo, Piagentini, Pizzato, Sanjo, Santo Emilio, Don Laurindo, Aurora, Geisse, Irmãos Basso e a tradicional Salton.
José Guilherme R. Ferreira é membro da Academia Brasileira de Gastronomia (ABG) e autor do livro Vinhos no Mar Azul – Viagens Enogastronômicas (Editora Terceiro Nome)
O eterno buscador Aquiles Rique Reis
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arlos Careqa lançou Made in China (Barbearia Espiritual Discos), seu oitavo álbum. Nele, diferentemente do anterior (que tinha um grupo relativamente grande de músicos instrumentistas), estão apenas a sua voz, a bateria de Thiago “Big” Rabello e os violões, guitarras, baixos, samplers e teclados de Marcio Nigro, este que também produziu, criou arranjos e mixou o trabalho. Quem lê o título do disco pode imaginar que Careqa se preparou para uma sátira ao consumismo e à proliferação dos chineses nas lojas brasileiras. Ou uma diatribe contra mais uma “invasão estrangeira em nosso país”. Mas não, ou nem tanto, pois ele se rebelou contra possíveis chatices e foi muito mais longe. No que fez muito bem, pois a sua reconhecida ousadia criativa seria consideravelmente reduzida se o objetivo, digamos, “filosófico” do CD fosse levado ao pé da letra. Mas o compositor e cantor Carlos é um eterno buscador de estranhezas poéticas. Assim, ouve-se suas músicas sem que se consiga enquadrá-las em nenhuma categoria da música popular, muito menos em nenhuma vertente política nem econômica de contestação panfletária – até poderia assim ser, nada contra, só que aí não seria Carlos Careqa. A opção por um multi-instrumentista como Marcio Nigro já dava a pista de que o repertório buscaria uma vestimenta sonora roquenrrol, esta sim uma das inúmeras faces da música de Careqa. Por este aspecto, o disco tem um lado de rebeldia contestatória. Mas apenas por este lado. Pois de resto o que prevalece é a magia de que dispõe CC para se fazer compreender pelo inusitado, pela inovação, pelo sábio e in-
ventivo uso das palavras. A letra de Made in China (CC) diz: O Macintosh tem sangue chinês/ A cobertura do bolo holandês/ Não está mais ao gosto do freguês/ Minha vizinha senegalinha/ Comeu mais um frango xadrez. A ironia ocupa os espaços, não deixando margem a nada que não tenha o bom humor como mote. Cantada à capella, Calma Alma (CC) abre o CD. Careqa canta uma segunda voz e dá à melodia um belo ar místico. O Q Q Cê Tem na Cabeça (CC e Marcelo Quintanilha) remete às composições de Siba, o violeiro cantador. No baião pop, a sanfona resfolega pelo teclado de Marcio Nigro. A potência do pulso de “Big” dá ao refrão uma carga de possante brasilidade. As melodias de CC têm seu valor asseverado por canções como Crise de Identidade, quando o tiquetaque de um relógio eletrônico marca o passar do tempo. O violão toca sem floreios. A voz vem suave, afinada. Teclado e sampler criam sons graves. 44 (quarenta e quatro) (CC). A guitarra é pesada. A bateria de “Big” acrescenta força à pegada. Existir (CC). Versos surpreendentes e bem escritos imprimem a cara do autor na canção. A criatividade adentra a expressão do arranjo, arranjos que complementam, à perfeição, os conceitos musicais de CC. A música de Carlos Careqa segue profana, assim como seus versos e suas ideias. Assim ele vai, sem dogmas nem certezas absolutas... Apenas vai.
Aquiles Rique Reis, músico e vocalista do MPB4
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Escrituras sagradas no corpo profano
Para um sono perfeito
A artista israelense Ronit Bigal usou o corpo humano como tela para a impressão de trechos de textos bíblicos. As rugas, veias e saliências da pele fazem parte das composições, embora não haja necessariamente relação entre as partes do corpo e a mensagem do trecho escolhido. O material utilizado foi tinta indiana, e os textos foram copiados da Bíblia em hebraico.
Este é o tipo de travesseiro que promete agradar a todos os dorminhocos do planeta. O "túnel" no meio da estrutura permite esticar o braço sob a cabeça sem que ele fique formigando depois de alguns minutos. Além disso, segundo o fabricante, esse acessório que custa US$ 100 também garante o alinhamento da coluna e do pescoço, desobstruindo as vias respiratórias e evitando o temido ronco.
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Pão com ovo
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F UTEBOL A LEMANHA
Timão com torcida. Em casa.
Uli Deck/EFE
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Confederação SulAmericana de Futebol (Conmebol) decidiu ontem que o Corinthians poderá contar com sua torcida nas partidas da Copa Libertadores em casa, depois de atuar um jogo com portões fechados. Mas o time paulista está impedido de ter torcida em jogos como
visitante nos próximos 18 meses, e recebeu multa de US$ 200 mil, de acordo com determinação do Tribunal de Disciplina da Conmebol. A Confederação informou que o Corinthians já recebeu punição. "Esta sanção foi cumprida pelo clube em sua partida contra o Millonarios FC disputada em 27 de fevereiro".
A punição aconteceu devido à morte do torcedor boliviano Kevin Espada, de 14 anos, após o lançamento de um sinalizador pela torcida do Corinthians, em partida contra o San José, em Oruro, em 20 de fevereiro. Doze torcedores estão presos na cidade boliviana sob suspeita de envolvimento no incidente. Logo após o con-
fronto, a Conmebol anunciou que o Corinthians estava impedido de ter torcida em todos os seus jogos da Libertadores. O time paulista recorreu da decisão e a Conmebol julgou o caso ontem. A entidade também impôs multa de US$ 10 mil ao San José por ter permitido a entrada de sinalizadores em seu estádio.
Ade Johnson/EFE
Pterosauro na rua Uma escultura em escala real de um pterosauro foi instalada ontem em frente ao Museu de História Natural de Karlsruhe, na Alemanha. A figura integra uma grande exposição que será inaugurada no museu em abril. M EIO AMBIENTE
A Terra, cada vez mais quente. Estudo conduzido por pesquisadores de Harvard e da Universidade Estadual do Oregon, ambas nos EUA, reconstruíram a temperatura média da Terra nos últimos 11,3 mil anos para comparála aos níveis atuais. A boa
notícia: a Terra hoje está mais fria do que já esteve. A má: se os estudos estiverem certos, atingiremos um novo recorde de calor até o final do século. Hoje a Terra já está mais quente que em 75% dos últimos 11 mil anos.
M ODA Pedro Andrade/Estadão Conteúdo
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JUNTOS DE NOVO - Estátuas de cera dos integrantes dos Beatles foram instaladas ontem em uma das principais ruas da cidade holandesa de Blokker, lugar onde a banda britânica realizou um de seus primeiros shows, em 7 de março de 1964.
P ETS R EDES SOCIAIS
Léo Pinheiro/Estadão Conteúdo
Cães, gatos e muito mais.
Facebook de visual novo
Até dia 10, apaixonados por animais podem conferir o Pet Show, no Centro de Exposições Imigrantes. A feira tem mais de 80 expositores. Gary Cameron/Reuters
Vida de modelo A modelo brasileira Alessandra Ambrósio enfrentou o inverno do hemisfério norte de biquíni na última quarta-feira para uma sessão de fotos em uma praia de Los Angeles, na Califórnia. Na praia quase deserta e sob uma temperatura que 13 graus Celsius, a modelo da Victoria's Secret fez as fotos para o catálogo de verão da grife.
Em turnê O Cilindro de Ciro, que traz inscrições pela liberdade religiosa realizadas na antiga Pérsia, terminou sua turnê pela Europa e agora será exposto pela primeira vez em Washington, nos EUA.
O Facebook apresentou ontem uma reforma em seu layout para se tornar mais visual. No novo Facebook, as atualizações de conteúdo ocuparão a maior parte da tela, e as fotografias e os vídeos serão exibidos em tamanho maior. L OTERIAS Concurso 3137 da QUINA 10
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EMPREENDEDORAS
conomia Fotos divulgação Sebrae Nacional
As vitoriosas e seus troféus (a partir da esq.): Gislaine Marcandali, de São Paulo; Agda Oliver, do Distrito Federal; e Nadir Daroit, do Rio Grande do Sul.
Mulheres no alto do pódio Elas têm motivos especiais para comemorar hoje o Dia Internacional da Mulher. Ganharam o Prêmio Sebrae e representam uma nova geração de empresárias. Paula Cunha*
N
este ano, há uma razão especial, relacionada ao univ e r s o d o s n e g ócios, para as comemorações do Dia Internacional da Mulher, que ocorrem hoje. Levantamento realizado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a partir de dad o s d o G l o b a l E n t r e p r eneurship Monitor (GEM), que ouviu dez mil pessoas em 2012, mostra que o perfil das mulheres empreendedoras mudou. A taxa de empreendedorismo por oportunidade subiu de 39% em 2002 para 65% no ano passado. Isso significa que menos mulheres têm aberto um negócio por necessidade (como em caso de desemprego) e que aumentou a motivação pelo empreendedorismo. "As mulheres têm buscado cada vez mais orientações, cursos, oficinas e consultorias sobre como investir e melhor administrar sua empresa", disse Jaqueline Almeida, gerente de Atendimento Individual do Sebrae, confirmando a boa notícia.
Esta realidade foi comprovada ontem, em Brasília, no evento de entrega do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios 2013, promovido pelo Sebrae Nacional. Na cerimônia de premiação, as grandes vencedoras com o troféu ouro foram Agda Oliver, do Distrito Federal, na categoria Pequenos Negócios; Gislaine Marcandali, de São Paulo, na categoria Empreendedora Individual; e Nadir Daroit, do Rio Grande do Sul, campeã em Negócios Coletivos (veja quadro nesta página). Agda Oliver comanda a oficina Meu Mecânico, voltada para mulheres, que fica em Ceilândia. "O prêmio significa que estou no caminho certo. Tenho certeza de que esse troféu vai alavancar o meu negócio", disse. A cabeleireira Gislaine é dona da Dublê Lavatório Portátil, produto que patenteou e já exporta. "O prêmio representa uma maior projeção da minha empresa no mercado. É o coroamento do meu esforço", afirmou. A gaúcha Nadir Daroit, que comanda a Coosidra, uma cooperativa de sistemas hidráulicos, festejou: "Essa vitória é o reconhecimento de toda a minha trajetória profissional. Ba-
As melhores Conheça as vencedoras do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios 2013 Pequenos negócios Ouro Agda Oliver, do Distrito Federal. Oficina mecânica Meu mecânico Prata Ana Maria de Sousa, do Piauí. Colégio São Lucas Bronze Joceline Colognese Pelizzer do Paraná. Pellizzer Viagens e Turismo Empreendedora individual Ouro Gislaine Marcandali, de São Paulo. Dublê Lavatório Portátil Prata Soraia Cerqueira Felipe, do Paraná. Tacógrafos Londrina Bronze Leila Beatriz, do Tocantins. Jubiart - artesanato Negócios coletivos Ouro Nadir Dairot, do Rio Grande do Sul. Cooperativa de Produção de Sistemas Hidráulicos LTDA (Coosidra) Prata Rosângela Fonseca, de São Paulo. Cooperativa Regional de Catadores de Resíduos Sólidos (Coopersol) Bronze Serrate Maria Sousa Gonçalves, do Piauí. Trancados da Ilha Fabricação de artefatos de Tapeçaria Fonte: Sebrae
talhei muito para chegar onde cheguei. A gente ganha até mais respeito, depois de levar um prêmio para casa", observou Nadir. O presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae-SP, Alencar Burti, saudou a premiação e ressaltou a sua importância para estimular o
empreendedorismo feminino no País. "Como fã do jeito feminino de empreender, que reúne competência, criatividade, persistência e paixão, estou muito satisfeito por ter duas empreendedoras paulistas entre as melhores do Brasil", disse Burti, referindo-se também à empreendedora Rosân-
gela Fonseca, de São Paulo, Negócios reconhece relatos de que ganhou prata na catego- vida de mulheres empreenderia Negócios Coletivos. "Isso doras e incentiva o empreenrenova nossas energias e nos- dedorismo feminino. "O perfil so compromisso de continuar das premiadas tem se modifiaqui no Sebrae-SP trabalhan- cado. Antes, o que chamava a do diuturnamente para ofere- atenção eram histórias de sucer o melhor serviço para que peração. Agora, elas estão mais e mais empresárias aju- abrindo negócios onde tradidem a construir um Brasil forte cionalmente não havia particie vitorioso", acrescentou. Se- pação feminina e estão consegundo Bruno Caetano, supe- guindo fazê-los de maneira dirintendente do ferente, inovanSebrae-SP, "hoje do", afirmou Luiz de cada cem emBarretto, presipresas que abrem O jeito feminino dente do Sebrae no Brasil, 49 são de empreender nacional. iniciativas de mu- reúne As empresas, lheres. Estamos cooperativas e competência, chegando à igualassociações das criatividade, dade". quais essas muI n s c r i ç õ e s – persistência e lheres fazem parD e s d e q u e f o i paixão. te ou são propriecriada, em 2004, tárias estão forALENCAR BURTI, SEBRAE-SP malmente estaa premiação registra aumento belecidas há pelo no número de empreendedo- menos um ano de exercício fisras. Em 2012, contou com 5,4 cal, com faturamento máximo mil inscrições em todo o Brasil. de R$ 3,6 milhões. A etapa estadual registrou 65 O Prêmio é realizado em finalistas. A programação on- parceria com a Secretaria Estem teve palestra sobre em- pecial de Políticas para as Mupreendedorismo da executiva lheres (SPM), a Federação das paulista Angela Hirata, que Associações de Mulheres de transformou as Havaianas, Negócios Profissionais do Braproduto 100% brasileiro, em sil (BPW) e a Fundação Naciosucesso no mundo inteiro. nal da Qualidade (FNQ). (*Com O Prêmio Sebrae Mulher de Agência Sebrae)
Sotaque paulista na premiação
S
ão Paulo destacou-se neste ano com duas vencedoras no Prêmio Sebrae Mulher de Negócios. As empreendedoras paulistas Gislaine Marcandali e Rosângela Mazonas Fonseca levaram, respectivamente, ouro e prata nas categorias Empreendedora Individual e Negócios Coletivos. Em comum, elas têm a criatividade, a persistência e a consciência da importância de não desistir. Gislaine Marcandali,
cabeleireira, desenvolveu um lavatório diferenciado que pode ser transportado para a casa de suas clientes. Ela conta que começou na atividade atendendo em sua própria casa, o que a ajudou na tarefa de educar os filhos. Quando eles cresceram, passou a atender em domicílio, pois já havia conquistado uma clientela significativa. Daí surgiu a necessidade de um equipamento que facilitasse o seu trabalho e que tivesse
dimensões adequadas para ser transportado por ela. Em 2007, Gislaine procurou o Sebrae-SP para criar o produto e escolher a matéria-prima mais adequada, pois no início a fibra escolhida tornou difícil a manutenção do produto. Depois de várias etapas de aperfeiçoamento, escolheu o aço escovado e outros detalhes foram adaptados para o melhor manuseio durante o trabalho. O Instituto de Pesquisas
Tecnológicas (IPT) participou do processo. Assim, ela começou a vender para salões em todo o Brasil, no México, Portugal e Espanha. Resíduos – A vencedora de São Paulo na categoria Negócios Coletivos é da Cooperativa Regional Solidária de Catadores de Resíduos Sólidos (Coopersol), do município paulista de Jales. Rosângela Fonseca, que recebeu o prêmio ontem, disse que espera dobrar a coleta de
resíduos sólidos recicláveis que estão estimadas atualmente em 60 toneladas mensais. Os criadores da cooperativa consideram a premiação um reconhecimento ao negócio que enfrenta preconceitos desde o início em 2010. A presidente Rosângela lembrou que organizou a entidade para que ela pudesse receber subsídios através da criação de um sistema para racionalizar as tarefas de coleta, seleção e
venda de resíduos sólidos. Por meio dos esforços de seus membros, ela conseguiu dois caminhões com o auxílio da prefeitura, o que permite que o grupo já sonhe em construir a sede própria. "As mulheres que querem começar seu próprio negócio e se tornarem empreendedoras não precisam ter medo. Basta ter força de vontade e um planejamento adequado", disse Rosângela. (PC)
16 -.ECONOMIA
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sexta-feira, 8 de março de 2013
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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ECONOMIA/LEGAIS - 17
ITAUTEC S.A. - GRUPO ITAUTEC UMA EMPRESA COM AÇÕES EM PODER DO PÚBLICO
CNPJ nº 54.526.082/0001-31 Companhia Aberta www.itautec.com.br
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO 31 DE DEZEMBRO DE 2012 A Itautec S.A., companhia brasileira de capital aberto atuante no setor de tecnologia em soluções de automação bancária, automação comercial, computação pessoal, computação corporativa e serviços tecnológicos, apresenta seus resultados consolidados relativos ao quarto trimestre de 2012 (4T12) e ao exercício de 2012, preparados e apresentados de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, incluindo os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPCs), e conforme as normas internacionais de relatórios financeiros IFRS (International Financial Reporting Standards) emitidas pelo IASB (International Accounting Standards Board), e tendo sido auditados pela Baker Tilly Brasil Auditores Independentes S/S, contam com o parecer favorável dos auditores externos. MERCADO DE TECNOLOGIA Em 2012, a indústria de tecnologia da informação sofreu as consequências das mudanças ocorridas no cenário macroeconômico brasileiro, incluindo a desaceleração das taxas de crescimento do País, a desvalorização cambial, a redução da taxa básica de juros e os efeitos da crise internacional. Nesse cenário, a menor demanda em relação à prevista para o ano, associada ao aumento dos custos de produção, a necessidade de renegociação de contratos com importantes Clientes e, no quarto trimestre, os questionamentos havidos sobre a legislação tributária aplicável ao setor, impactaram os negócios e os resultados da Itautec. No mercado corporativo, as empresas, de uma maneira geral, atuaram com cautela quanto à execução de suas estratégias de investimento, em razão das incertezas oriundas do novo cenário macroeconômico. A exceção foi o setor de comércio varejista, que manteve os planos de expansão e atualização tecnológica do parque instalado, o que contribuiu para impulsionar a demanda por produtos, serviços e soluções de Automação Comercial. No setor bancário, tanto público quanto privado, o ano foi marcado pela restrição nos investimentos em tecnologia, pela forte pressão por reduções de preços e pelas renegociações de condições contratadas, com as instituições buscando melhorias nos seus índices de eficiência operacional para responder à redução nos spreads bancários. O setor de telecomunicações, impulsionado pelos planos de melhoria de qualidade demandados pelo governo brasileiro, apresentou aumento de demanda no segundo semestre de 2012, refletindo em importantes perspectivas para a Unidade de Serviços Tecnológicos da Itautec. No segmento governo, apesar do maior número de editais realizados no segundo semestre, principalmente os ligados ao segmento de Computação, poucos negócios foram efetivamente concluídos. Além disso, poucos efeitos causaram as tentativas de renegociação de preço por “desequilíbrio econômico-financeiro”, previsto na legislação, em função da desvalorização cambial, forçando a entrega de produtos com margens muito menores do que aquelas apuradas quando da licitação e contratação. As vendas de equipamentos de informática para o mercado consumidor apresentaram resultados aquém das expectativas para o exercício. Apesar da demanda ter se mantido em patamares superiores ao ano anterior, em função dos estímulos de venda a prazo e pelo aumento de nível de competitividade, muitas redes varejistas e distribuidores postergaram suas aquisições, principalmente no segundo semestre, cautelosas quanto às reais demandas para o final de ano e aguardando definições mais claras quanto às mudanças tecnológicas previstas para as plataformas de computadores pessoais. Para 2013, espera-se uma melhora gradual nas condições gerais dos negócios, principalmente no segundo semestre, com expansão da atividade econômica brasileira em patamares superiores ao registrado em 2012, incluindo o setor industrial, que deverá se beneficiar das recentes ações implementadas pelo governo ligadas à infraestrutura. GESTÃO ESTRATÉGICA Em um ano de significativas mudanças macroeconômicas que impactaram o mercado de tecnologia, a Itautec implementou, e vem implementando, diversas ações para adequar-se a essa nova realidade operacional e manter-se competitiva, buscando maior eficiência, maior produtividade e redução de custos e despesas. Entre as ações, se destacaram a ampliação e fortalecimento do portfólio de produtos, a intensificação nas negociações de compras, a redefinição de processos operacionais e administrativos, novas parcerias e acordos comerciais, a expansão da cobertura de vendas, as iniciativas de geração de demanda e de fortalecimento da marca, a adequação do quadro de pessoal, a intensificação dos projetos de melhoria operacional, tanto nas atividades fabris quanto em Serviços, a manutenção de uma sólida gestão financeira, e as ações relacionadas às áreas social e ambiental. Com relação ao portfólio de produtos, a Itautec realizou importantes avanços, incluindo a expansão e atualização tecnológica dos equipamentos de Computação, o aperfeiçoamento dos produtos e soluções de Automação Bancária, como as de segurança física e lógica, incluindo biometria e criptografia, através da aquisição da Biologica Sistemas, a reestruturação do portfólio de soluções de Automação Comercial, com maior ênfase nas plataformas software e serviços de integração, e o fortalecimento da oferta de Serviços Tecnológicos direcionados ao segmento corporativo, incluindo a maior capacitação nas ofertas tradicionais, como instalação e manutenção de produtos, e os investimentos em novas, como infraestrutura, redes, logística e reciclagem. Na área fabril, destaque para as ações de melhoria de eficiência operacional, por meio da continuidade do Projeto SIM (Sistema Itautec de Manufatura), que trouxe importantes ganhos de produtividade ao longo do ano, e as ações de redução de custos ligados à produção, incluindo a maior eficácia nos processos de compra de componentes e serviços, como logística. Para incrementar negócios em diferentes nichos de mercado, foram assinados contratos de parcerias e acordos comerciais com grandes empresas nas áreas de software de gestão empresarial, integração de tecnologia para o varejo e de distribuição de impressoras, o que contribuiu para a expansão da oferta de produtos de Automações em mercados com potencial crescimento. Na área comercial, o aumento da capilaridade e as ações direcionadas ao desenvolvimento de projetos para pequenas, médias e grandes empresas contribuíram para a conquista de novos negócios e expansão da qualificada carteira de Clientes. No segmento varejo, a expansão dos pontos de comercialização dos equipamentos da Itautec em todas as regiões do Brasil, com investimentos na equipe de promotores e vendedores, contribuiu para o crescimento no número de unidades expedidas do segmento de Computação em relação ao ano anterior. As ações realizadas em 2012 com foco na redução de custos operacionais incluíram a adequação do quadro de pessoal, com redução de 12,3% (725 funcionários) em relação ao final do ano anterior, impactando o resultado do exercício, mas importante para a melhoria do desempenho futuro, com redução esperada em despesas com pessoal de R$ 3,0 milhões ao mês. A Companhia manteve a sólida gestão financeira e de otimização do capital de giro, com aprimoramento nos processos e parâmetros de gerenciamento das cadeias de desenvolvimento, de vendas, de produção, de suprimentos e de serviços, resultando na manutenção da saúde financeira da Itautec ao longo de todo o período. Na área social, a Itautec continuou apoiando projetos relacionados à educação, esporte e cultura, por meio de recursos próprios e leis de incentivo fiscal, como o patrocínio à Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), por meio da Lei Rouanet. Fortalecendo sua atuação ambiental e o engajamento de seus parceiros comerciais, a Itautec desenvolveu diversas ações no exercício, incluindo a certificação de produtos da linha de Computação na diretiva internacional RoHS (Restriction of Certain Hazardous Substances), e a integração da sustentabilidade na cadeia de fornecimento. DESEMPENHO CONSOLIDADO No acumulado do ano, a receita líquida consolidada de vendas e serviços foi de R$ 1.545,3 milhões, o que representa um crescimento de 0,2% em relação a 2011, em linha com o crescimento da economia brasileira no exercício de 2012. Apesar da redução de 4,1% no número de ATMs expedidos, a Unidade de Automações, incluindo Automação Bancária e Automação Comercial, apresentou crescimento de 6,3%, com receita líquida de R$ 404,0 milhões, em função da maior comercialização de softwares e implantação de projetos de biometria para instituições bancárias, e projetos que incluíram a substituição de impressoras fiscais para grandes varejistas no Brasil. A Unidade de Computação teve crescimento de 6,4% no volume de produtos faturados, com destaque ao crescimento de 10,7% nos mobiles, como notebooks, netbooks e tablets, mas não suficiente para gerar um crescimento de receita, que foi reduzida em 2,9% para R$ 700,4 milhões em função dos menores preços e alteração de mix de produtos vendidos. A Unidade de Serviços Tecnológicos manteve-se no patamar de receita do ano anterior (R$ 440,9 milhões), conseguindo compensar, com novos contratos, a perda de receita de R$ 20 milhões por trimestre a partir do segundo trimestre de 2012, devido ao encerramento de contrato de prestação de serviços de logística em função da decisão estratégica de internalização dos serviços pelo Cliente, e às reduções oriundas das renegociações contratuais impostas pelo setor bancário público e privado. O lucro bruto de 2012 foi de R$ 192,2 milhões, 31,6% inferior a 2011, em função dos impactos na receita mencionados acima, do aumento dos custos com mão de obra e insumos, principalmente relacionados à significativa valorização do dólar frente ao real no decorrer do exercício, e dos gastos pontuais para readequação organizacional. A rentabilidade bruta (lucro bruto dividido pela receita líquida) de 2012 foi de 12,4% ante 18,2% em 2011. As despesas com vendas em 2012 atingiram R$ 124,4 milhões, montante 9,3% superior em relação a 2011, resultado, principalmente, do aumento das despesas variáveis para suportar o maior volume de vendas de produtos de Computação e Automação Comercial, e dos custos associados aos desligamentos de R$ 4,3 milhões. As despesas gerais e administrativas em 2012 atingiram R$ 69,1 milhões, montante 9,7% menor em relação ao reportado no ano anterior, resultado das ações que a Itautec vem implementando na busca de maior eficiência e produtividade. As despesas com pesquisa e desenvolvimento registraram R$ 63,7 milhões, 7,9% menores em relação a 2011, com a manutenção dos investimentos estratégicos e dos lançamentos de produtos previstos para o exercício. Em junho, a Itautec oficializou seu compromisso em realizar a venda das ações da Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário - CCDI mantidas como ativos financeiros disponíveis para venda. O valor bruto resultante da operação foi de R$ 16,5 milhões, com efeito negativo no resultado de 2012 de R$ 2,6 milhões. Em novembro, a Companhia reconheceu um ativo decorrente de créditos com precatórios. Trata-se de processo relativo a ação de repetição de indébito, correspondente a cobrança de Taxa de Serviço Administrativo - TSA, incidente sobre a internação e importação de mercadorias na Zona Franca de Manaus, para o qual se obteve decisão favorável, com trânsito em julgado. O crédito por precatório judicial foi reconhecido como receita no resultado na rubrica de “Outros Ganhos (Perdas), Líquidos” que, trazido a valor presente pelo método do fluxo de caixa descontado, totalizou o valor líquido de R$ 65,1 milhões. Maiores informações são apresentadas na Nota Explicativa Nº 13 das Demonstrações Financeiras. Como resultado dos eventos descritos acima, o EBITDA e o lucro líquido de 2012 foram R$ 17,7 milhões e R$ 1,5 milhão, respectivamente. A continuidade da eficiente gestão do capital de giro, com aprimoramento nos processos e parâmetros de gerenciamento das cadeias de vendas, de produção e de suprimentos, além de uma diversificada e sólida carteira de Clientes, teve grande importância para a manutenção da saúde financeira da Itautec. No final de 2012, o saldo de disponibilidades financeiras era de R$ 196,4 milhões e o saldo da dívida bruta era de R$ 151,8 milhões, fazendo com que a Companhia mantivesse uma dívida líquida negativa (excesso de caixa), ao final do exercício de R$ 44,6 milhões. O ciclo de conversão de caixa, que sofreu oscilações durante o ano, foi de 91 dias ao final de 2012.
Ciclo de Conversão de Caixa (em dias)
Capacidade de Investimentos (R$ milhões) disponibilidades de R$ 196,4 MM em 31.12.2012 222,4
189,3
121 109
163,4
155,3
151,8
91
89
(64,1)
(25,1)
(22,7)
Jun/12
Set/12
69
(44,6)
(138,4) Dez/11
Mar/12 Dívida Bruta
Dez/12
Dez/11
Mar/12
Jun/12
Set/12
Dez/12
Dívida Líquida
(Em milhões de R$, exceto quando indicado) Receita Líquida de Vendas e Serviços Soluções de Automação Soluções de Computação Serviços Tecnológicos Lucro Bruto Margem Bruta EBITDA (1) Margem EBITDA Lucro/(Prejuízo) Operacional Antes do I. Renda e C. Social Margem Operacional Lucro/(Prejuízo) Líquido Margem Líquida Ativo Total Caixa e Equivalentes de Caixa Dívida Bruta Dívida Líquida Patrimônio Líquido
4T12 378,6 125,4 174,1 79,1 18,8 5,0% 21,6 5,7%
3T12 364,9 81,8 182,9 100,2 49,9 13,7% (6,3) (1,7%)
4T11 468,2 133,4 214,6 120,2 68,4 14,6% 14,6 3,1%
Variação 4T12 vs 4T11 (19,1%) (6,0%) (18,9%) (34,2%) (72,5%) (9,6 pp) 48,6% 2,6 pp
15,5 4,1% 20,0 5,3% 1.075,6 196,4 151,8 (44,6) 543,8
(11,8) (3,2%) (11,5) (3,2%) 1.082,1 178,1 155,3 (22,7) 523,9
6,5 1,4% 13,5 2,9% 1.176,4 360,8 222,4 (138,4) 537,7
138,7% 2,7 pp 47,8% 2,4 pp (8,6%) (45,6%) (31,7%) (67,8%) 1,1%
Variação 4T12 vs 3T12 3,8% 53,4% (4,8%) (21,1%) (62,3%) (8,7 pp) -
2012 1.545,3 404,0 700,4 440,9 192,2 12,4% 17,7 1,1%
2011 1.542,3 380,2 721,2 440,9 280,7 18,2% 53,4 3,5%
Variação 2012 vs 2011 0,2% 6,3% (2,9%) (0,0%) (31,6%) (5,8 pp) (66,9%) (2,4 pp)
(0,6%) 10,3% (2,2%) 96,1% 3,8%
(2,7) (0,2%) 1,5 0,1% 1.075,6 196,4 151,8 (44,6) 543,8
50,7 3,3% 43,6 2,8% 1.176,4 360,8 222,4 (138,4) 537,7
(96,6%) (2,7 pp) (8,6%) (45,6%) (31,7%) (67,8%) 1,1%
(1) EBITDA (Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization): Lucro antes dos Juros, Impostos, Depreciação e Amortização (LAJIDA).
Quantidades Expedidas (Mil unidades) Equipamentos de Automação Bancária ATMs Computadores Notebooks/Netbooks/Tablets Desktops/All-in-Ones/Servidores Total
4T12
3T12
4T11
Variação 4T12 vs 4T11
Variação 4T12 vs 3T12
2012
2011
Variação 2012 vs 2011
2,5
0,5
3,4
(26,5%)
400,0%
8,0
8,4
(4,1%)
103,6 58,9 162,5
89,6 48,6 138,2
110,2 74,5 184,7
(5,9%) (21,0%) (12,0%)
15,7% 21,1% 17,6%
380,8 204,2 585,0
344,1 205,5 549,6
10,7% (0,6%) 6,4%
OPERAÇÕES ITAUTEC UNIDADE SOLUÇÕES DE AUTOMAÇÃO A Unidade Soluções de Automação atua na comercialização de produtos e soluções de automação bancária e automação comercial destinados aos mercados brasileiro e internacional. Em 2012, a receita da Unidade foi de R$ 404,0 milhões, superior em 6,3% à reportada no ano anterior, resultado da expedição de 8,0 mil ATMs, da expansão na comercialização de softwares e implantação de projetos de biometria para instituições bancárias, e projetos que incluíram a substituição de impressoras fiscais, que contribuíram para o crescimento de mais de 90% no número de unidades expedidas desse produto em relação a 2011. O volume de ATMs expedidas em 2012 foi 4,1% inferior em relação ao ano anterior, em razão das menores entregas no mercado interno, principalmente relacionadas a contratos com bancos assinados em 2011. No mercado externo, foram entregues 343 ATMs para um grande banco privado mexicano, conforme contrato firmado no ano anterior. No 4T12 a Unidade registrou receita líquida de R$ 125,4 milhões, montante 6,0% inferior ao registrado no quarto trimestre de 2011 (4T11), em razão do menor volume de ATMs expedido no período. Com relação aos negócios realizados, destaque em Automação Bancária para a concentração, no trimestre, de instalações da Plataforma de Biometria nas agências e postos de atendimento em um grande banco privado nacional, que contribuirá para a otimização dos serviços, comodidade dos clientes e ampliará os aspectos ligados à segurança da instituição. Em Automação Comercial, destaque para dois grandes projetos ligados à substituição do parque instalado de impressoras fiscais. O primeiro, realizado para uma das maiores redes de drogarias do Brasil, incluiu a substituição, no quarto trimestre, de todo o parque instalado da empresa em mais de 400 lojas. Todo o processo foi realizado em apenas nove horas, o que demonstra a capacidade técnica da rede de serviços da Itautec em atuar em grandes projetos. O segundo incluiu a comercialização e instalação de impressoras para uma das maiores redes de eletroeletrônicos do Brasil, visando a substituição de equipamentos e implantação de novas lojas. Ainda, foram realizados importantes negócios que incluíram a comercialização de terminais Ponto de Venda (PDVs) e terminais de consulta de preços para grandes cadeias varejistas, e suítes de softwares de gestão de loja para uma grande rede de materiais de construção com presença no Estado de São Paulo. No mercado internacional, foi realizada a instalação de 140 terminais de autoatendimento para uma empresa ligada ao setor de transportes no México. O projeto, que engloba serviços de monitoramento e manutenção, contribuiu para a expansão e diversificação dos negócios da Itautec naquele país. UNIDADE SOLUÇÕES DE COMPUTAÇÃO A receita líquida da Unidade Soluções de Computação com a comercialização de microcomputadores (desktops, notebooks, netbooks, tablets e servidores) e de soluções integradas e revenda de software em 2012 foi de R$ 700,4 milhões, inferior em 2,9% a reportada em 2011, com 585,0 mil equipamentos comercializados, volume 6,4% maior em relação ao ano anterior. No segmento de Computação Pessoal, foram expedidos 375,3 mil equipamentos em 2012, aumento de 18,5% em relação às expedições em 2011, resultado do fortalecimento do portfólio de produtos, do crescimento do número de pontos de venda, maior regionalização, e da consistência na atuação junto às redes varejistas, incluindo o treinamento das equipes de vendas. No ano, foram treinados 5,9 mil colaboradores de Clientes em diversas regiões do Brasil. Em Computação Corporativa, foram expedidos 209,7 mil equipamentos em 2012, volume 10,0% menor em relação ao ano anterior, em razão da postergação dos investimentos pelas empresas. Destaque no exercício para a expedição de 7,5 mil All-in-Ones para o segmento de operadoras de Call Center, equipamentos que se diferenciam pela versatilidade, ergonometria, conectividade e por ser um produto integrado, com economia de espaço e energia, afirmando-se como uma tendência para o mercado corporativo e, 4,6 mil servidores, produtos destinados a projetos de automação de agências bancárias e virtualização de estações de trabalho, e para expansão e atualização de datacenters para uma das principais empresas na área de computação em nuvem (cloud computing) e serviços de hospedagem de websites. Ainda no segmento corporativo, a Itautec direcionou esforços para atuar com maior capilaridade junto a pequenas e médias empresas, segmento de mercado com grande potencial de crescimento. Os projetos de sucesso realizados para grandes corporações no decorrer de 2012 estão contribuindo para a geração de novos negócios e conquista de novas contas. No segmento governo, mesmo com a menor efetivação de negócios relacionados aos editais ocorridos no exercício, a Itautec realizou importantes entregas, principalmente de desktops para órgãos ligados ao poder judiciário e educação, e instituições bancárias. No 4T12 foram comercializados 162,5 mil equipamentos, volume 12,0% menor em relação ao mesmo trimestre de 2011, gerando receita líquida de R$ 174,1 milhões, 18,9% inferior à reportada no 4T11, principalmente pela menor demanda dos segmentos corporativo e governo em relação ao mesmo período do ano anterior. No trimestre, destaque para o desenvolvimento de um novo modelo de venda de equipamentos, o Corporate.Net, onde novos parceiros comerciais atuarão na comercialização de produtos e soluções de Computação Itautec em todas as regiões do Brasil, com foco em pequenas e médias empresas. UNIDADE SERVIÇOS TECNOLÓGICOS A Unidade Serviços Tecnológicos atua na prestação de serviços de manutenção em parques tecnológicos e em projetos de investimentos das empresas, incluindo a prestação de serviços de instalação, infraestrutura, cabeamento e rede, monitoração, manutenção e reparo de equipamentos próprios e de terceiros, nas áreas de computação, automação bancária, automação comercial e telecomunicações. No acumulado do ano, a receita líquida atingiu R$ 440,9 milhões, mantendo-se no mesmo patamar de 2011, conseguindo compensar, com novos contratos, os impactos na receita provenientes do encerramento de contrato de serviços de logística e às reduções oriundas das renegociações contratuais impostas pelo setor bancário público e privado. Entre os negócios realizados no exercício, destaque para os projetos de implantação de infraestrutura, de importantes negócios de Tecnologia da Informação e Comunicação realizados junto a diferentes segmentos, serviços de cabeamento estruturado, instalação e configuração de equipamentos de rede e telefonia, além de projetos de implantação de agências em instituições bancárias em todo território nacional. A receita líquida no 4T12 atingiu R$ 79,1 milhões, inferior em 34,2% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, em razão dos mesmos fatores descritos acima que impactaram a receita acumulada de 2012 da Unidade. Apesar da menor receita, foram concretizados importantes negócios, incluindo contrato de manutenção de equipamentos de comunicação, por um período de três anos, com uma empresa inglesa de telecomunicações com operação no Brasil, e contrato de implantação de sistema VoIP (Voice Internet Protocol) para um banco privado nacional, projeto que contribuirá para redução de custos de telefonia, melhoria de atendimento e rapidez de resposta por meio de sistema de banda larga. Destaque também para o início do fornecimento de serviço para um grande banco privado nacional com controle estrangeiro que consiste na gestão de projetos de implantação de agências em todo País, possível pela capacidade de atendimento com qualidade, incluindo logística e integração, associado à abrangência nacional. O menor ritmo de crescimento da economia brasileira influenciou a demanda por serviços em relação à esperada para o exercício, especialmente no 4T12. No entanto, as companhias mostram-se mais confiantes com relação à retomada dos investimentos em serviços tecnológicos para melhoria e expansão dos negócios, gerando melhores perspectivas para 2013. Para suprir essa demanda identificada, a Itautec consolidou algumas ações iniciadas no decorrer do exercício, como o investimento em treinamento e capacitação de equipes de vendas e operação para dar suporte ao portfólio de serviços corporativo, expandido e reordenado no ano. DIVIDENDOS Foi deliberado pelo Conselho de Administração em 21 de fevereiro de 2013, o pagamento em 30 de abril de 2013, de dividendos no valor de R$ 157,0 mil, equivalente a R$ 0,013478009 por ação. INVESTIMENTOS Foram investidos no ano R$ 76,1 milhões, dos quais R$ 66,1 milhões em pesquisa e desenvolvimento, em sua maior parte direcionados ao desenvolvimento de produtos nos segmentos de automação bancária e automação comercial, incluindo hardware e software, e R$ 10,0 milhões em imobilizado operacional, sendo R$ 4,9 milhões na área de Tecnologia da Informação, para a aquisição de equipamentos e softwares. Em 20/03/2012 a Itautec adquiriu 70% (setenta por cento) do capital social da Biologica Sistemas LTDA., empresa sediada no Rio de Janeiro com atuação no desenvolvimento de software na área de biometria computacional e análise de sinais. LANÇAMENTOS A Itautec manteve os investimentos direcionados ao fortalecimento do portfólio de produtos de Computação, alinhando os equipamentos às principais tendências tecnológicas do mercado, mostrando seu contínuo compromisso de fornecer soluções de alta tecnologia e em linha com as demandas de negócio de seus Clientes. Os lançamentos incluíram notebooks de alto desempenho, All-in-Ones e desktops focados em segurança e gerenciamento para o segmento corporativo. A Companhia apresentou, no último trimestre, suas ofertas ligadas ao lançamento do Windows 8®, incluindo os notebooks W7730 e N8510, que fornecem ampla conectividade e alto desempenho ao usuário. A linha de servidores também foi ampliada, com o lançamento de dois modelos de alta performance e segurança. Com arquitetura otimizada e alinhada à política de TI Verde, os equipamentos utilizam recursos de gerenciamento de energia dos processadores e são ideais para empresas que buscam otimizar recursos com o máximo desempenho. No segmento de Automações, destaque para os seguintes lançamentos: • ATM Adattis Mobicash - Com patente requerida pela Itautec no Brasil, a tecnologia permite que o usuário inicie a transação de saque em seu dispositivo móvel (smartphone, tablet, entre outros) e a conclua na ATM Mobicash; • ATM Adattis Touchless 3D Bidirecional - Com patente requerida pela Itautec, o uso do dispositivo reduz o contato físico com o equipamento, aumentando a segurança de dados dos usuários; • SIAC Mobile - O SIAC Mobile viabiliza uma nova experiência de compra eletrônica, onde o usuário utiliza seu smartphone para checar preços e montar um “carrinho virtual” de compras, podendo finalizar a mesma no PDV; • Tabway PoS - Solução que propõe que um tablet assuma as funções do PDV, provendo economia de espaço nos checkouts e fornecendo ao lojista novas opções de uso do terminal, como a oferta de vendas consultivas ou personalizadas, pesquisas de opinião no ambiente de vendas, funções gerenciais, cadastro de clientes, entre outros. RECONHECIMENTOS Os principais prêmios e reconhecimentos recebidos em 2012 foram: • World Finance Technology Awards 2012 - Premiada pelo segundo ano consecutivo em três categorias: Best Automated Banking Branch Technology Of The Year Latin America: que reconhece a capacidade de entrega no ambiente da agência em todos os pontos de contato com o cliente; Best Retail Banking Systems Technology Provider Of The Year Latin America: que evidencia a expertise no desenvolvimento de soluções focadas nos processos dos clientes, apoiando os bancos de varejo na expansão de seus canais de atendimento, melhoria de processos e crescimento nos seus negócios; Best Security Technology Company Of The Year Latin America: que atesta a capacidade em oferecer soluções de segurança, monitoramento e combate a fraudes a seus clientes. • FinTech 100 - Edição 2012 - Pelo quarto ano consecutivo foi a empresa latinoamericana melhor colocada no ranking FinTech 100, ocupando a 34ª posição. O levantamento anual reúne os cem maiores fornecedores globais de tecnologia para o setor financeiro. • TOP500 Project - A Itautec foi destaque nas mídias por produzir o supercomputador mais rápido da América Latina e um dos cem mais rápidos no mundo, para uma empresa brasileira do segmento energético. • Prêmio Relatório Bancário - O projeto de biometria, implementado pela Itautec em um dos maiores bancos privados do Brasil, foi reconhecido como a “Melhor Solução para Biometria” no VIII Prêmio Relatório Bancário. Este projeto reconhece a capacidade de integração de soluções da Itautec, bem como atesta o entendimento que a Companhia tem das necessidades de seus Clientes. AÇÕES SOCIOAMBIENTAIS Principais ações socioambientais desenvolvidas em 2012: • Realizada na Ásia a primeira fase do projeto para a integração da sustentabilidade na cadeia de fornecimento. Dois eventos foram organizados nas cidades de Shanghai (China) e Taipei (Taiwan) para cerca de 50 fornecedores. • Certificação das linhas de desktops, notebooks e monitores com base na diretiva RoHS (Restriction of Certain Hazardous Substances), da Comunidade Europeia, que restringe o uso de substâncias químicas nocivas na fabricação dos equipamentos. Desde 2006, a Itautec investe na implantação de processo de produção livre de chumbo e outras substâncias nocivas ao meio ambiente, segundo a diretiva. • Pelo segundo ano consecutivo foi realizado Inventário de Gases do Efeito Estufa (GEE), auditado por parte independente, que contribuirá para a definição de ações mitigadoras e integradas às atividades, com foco na redução dos impactos ao meio ambiente. Com essas informações, a Itautec respondeu voluntariamente ao Carbon Disclosure Project, iniciativa europeia do setor financeiro que incentiva empresas na divulgação de compromissos e políticas relacionadas às mudanças climáticas. • Conclusão do trabalho de remediação ambiental do site Tatuapé, onde foi obtido o nível de isenção de risco à saúde humana, o que permite solicitar à CETESB o encerramento dos trabalhos de campo, entrar no período de monitoramento por dois anos (segundo regras da CETESB), e conseguir o encerramento das licenças ambientais da Itautec para o site. • Enviadas para reciclagem 2,9 mil toneladas de resíduos sólidos provenientes das operações da Companhia, correspondente a 85,5% do total de resíduos gerados nas atividades durante o exercício. • Repassados R$ 1,0 milhão ao Instituto Ayrton Senna, entidade que compartilha dos mesmos princípios da Itautec de que o investimento em educação de qualidade é capaz de transformar realidades. Desde setembro de 2010, a Itautec destina parte da renda de cada computador vendido no varejo ao Instituto. • Dentro do Programa Visita à Fábrica, a Itautec recebeu 419 alunos em 2012. A iniciativa visa permitir que os alunos de escolas, universidades e cursos técnicos possam consolidar e vivenciar os conhecimentos adquiridos em sala de aula. RECURSOS HUMANOS E DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL A Itautec encerrou 2012 com 5.177 funcionários diretos, sendo 120 alocados nas subsidiárias no exterior e mais sete diretores estatutários. No ano, foram direcionados R$ 316,1 milhões em remuneração direta e encargos sociais obrigatórios e R$ 35,8 milhões em benefícios, incluindo assistência médica e odontológica, alimentação, transporte e treinamento para desenvolvimento técnico e capacitação profissional. Com o objetivo de desenvolver as lideranças da Companhia, em 2012 foi concluída a implementação do processo de Gestão de Desempenho, o qual incluiu a avaliação de desempenho 360º de todos os gestores, e a avaliação de desempenho individual de todos os demais colaboradores. As avaliações tomaram por base a demonstração comportamental e os resultados individuais atingidos no ano anterior. A análise das informações oriundas deste processo, forneceram os subsídios necessários às tomadas de decisão com relação ao desenvolvimento profissional, alinhamento de carreira e a meritocracia. AUDITORES INDEPENDENTES Nos termos da Instrução CVM 381/03, informamos que não foram contratados junto à Baker Tilly Brasil Auditores Independentes S/S quaisquer serviços além daqueles relativos aos de auditoria no exercício de 2012. A política de atuação da Itautec na contratação de serviços não relacionados à auditoria externa dos nossos auditores independentes se fundamenta na regulamentação aplicável e nos princípios internacionalmente aceitos que preservam a independência do auditor e consistem em: (a) o auditor não deve auditar o seu próprio trabalho, (b) o auditor não deve exercer funções gerenciais no seu cliente e (c) o auditor não deve promover os interesses de seu cliente. AGRADECIMENTOS Agradecemos aos nossos funcionários pelo comprometimento e dedicação e aos acionistas, clientes e fornecedores pela confiança nos planos empreendidos pela Itautec. São Paulo, 21 de fevereiro de 2013. A Administração. DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de reais - R$, exceto o lucro líquido por ação)
BALANÇOS PATRIMONIAIS LEVANTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de reais - R$)
Ativo
Nota Explicativa
Circulante Caixa e equivalentes de caixa Instrumentos financeiros derivativos Clientes Valores a receber controladas Estoques Tributos a recuperar Valores a receber e despesa antecipada Total do ativo circulante
Não circulante Clientes Valores a receber controladas Tributos a recuperar Imposto de renda e contribuição social diferidos Depósitos judiciais e outros créditos Créditos com precatórios Créditos com plano de previdência Ativos financeiros disponíveis para venda Investimentos em controladas Outros investimentos Imobilizado Intangível Total do ativo não circulante
Total do ativo
7 4 8 24 9 10
Controladora 31 de 31 de Dezembro Dezembro de 2012 de 2011 158.306 204.536 19.354 244.918 23.974 8.906 659.994
323.591 1.340 197.928 14.254 241.168 32.762 14.169 825.212
Consolidado 31 de 31 de Dezembro Dezembro de 2012 de 2011 196.420 223.646 266.195 36.099 8.850 731.210
360.807 1.340 219.292 256.793 44.850 15.161 898.243
8 24 10
134 22.257 276
296 21.030 277
7.109 24.042
5.074 19.898
11 12 13 31
65.029 19.388 65.099 71.692
58.729 16.688 67.919
67.539 19.564 65.099 71.692
60.298 17.375 67.919
70.589 61.516 22.889 398.869
12.090 66.825 68.522 20.940 333.316
1.955 63.576 23.863 344.439
12.090 1.801 72.725 21.015 278.195
1.058.863
1.158.528
1.075.649
1.176.438
14 15 16
Nota Passivo Explicativa Circulante Fornecedores Valores a pagar controladas 24 Empréstimos e financiamentos 17 Instrumentos financeiros derivativos 4 Obrigações com pessoal Impostos e contribuições a pagar Dívidas com pessoas ligadas Outras provisões e contas a pagar 18 Receitas diferidas 19 Dividendos propostos/Juros sobre capital próprio Total do passivo circulante Não circulante Valores a pagar controladas Empréstimos e financiamentos Dívidas com pessoas ligadas Provisões para contingências Outras provisões e contas a pagar Receitas diferidas Total do passivo não circulante Patrimônio Líquido Capital social Reservas de capital Ajustes de avaliação patrimonial Reservas de lucros Participação dos não controladores Total do patrimônio líquido Total do passivo e patrimônio líquido
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras
24 17 20 21 19
22 22 22
Controladora 31 de 31 de Dezembro Dezembro de 2012 de 2011
Consolidado 31 de 31 de Dezembro Dezembro de 2012 de 2011
46.361 654 46.901 429 64.487 19.046 190 85.896 29.175
77.717 547 89.532 73.815 12.797 81.407 31.033
48.714 49.546 429 66.415 23.653 190 89.970 29.175
82.539 91.438 75.768 16.410 87.560 31.033
185 293.324
12.235 379.083
185 308.277
12.235 396.983
104 102.292 210 85.141 8.630 26.296 222.673
130.998 75.767 10.202 24.780 241.747
102.292 210 86.112 8.630 26.296 223.540
130.998 75.767 10.202 24.780 241.747
280.000 22.067 (1.258) 242.057 542.866 542.866
280.000 37.471 (5.921) 226.148 537.698 537.698
280.000 22.067 (1.258) 242.057 542.866 966 543.832
280.000 37.471 (5.921) 226.148 537.698 10 537.708
1.058.863
1.158.528
1.075.649
1.176.438
Controladora Nota Explicativa Operações continuadas Receita líquida de vendas e serviços Custo dos produtos vendidos e serviços prestados Lucro bruto Despesas com vendas Despesas gerais e administrativas Despesas com pesquisa e desenvolvimento Resultado da equivalência patrimonial Outros ganhos (perdas), líquidos (Prejuízo)/lucro operacional Resultado financeiro Receitas financeiras Despesas financeiras
2012
2011
2012
2011
25
1.509.570
1.520.951
1.545.338
1.542.292
26
(1.341.035) (1.250.466) 168.535 270.485 (114.084) (106.003) (60.334) (70.858)
26 26 26 27
28 28
(Prejuízo)/lucro antes do imposto de renda e da contribuição social Imposto de renda e contribuição social Lucro do exercício das operações continuadas
Consolidado
29
Atribuível a: Acionistas da Companhia Participação dos não controladores
(1.353.177) (1.261.557) 192.161 280.735 (124.390) (113.776) (69.107) (76.563)
(61.352) 3.709 59.766 (3.760)
(68.787) 69 11.473 36.379
(63.713) 154 58.389 (6.506)
(69.188) 192 10.832 32.232
29.924 (32.785) (2.861)
47.523 (36.198) 11.325
40.550 (36.781) 3.769
62.291 (43.855) 18.436
(6.621)
47.704
(2.737)
50.668
7.283
(4.116)
4.237
(7.080)
662
43.588
1.500
43.588
662 -
43.588 -
662 838
43.588 -
Lucro por ação atribuível aos acionistas da Companhia durante o exercício (expresso em R$ por ação): Lucro básico por ação
23
0,06
3,74
0,06
3,74
Lucro diluído por ação
23
0,05
3,54
0,05
3,54
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras
DIÁRIO DO COMÉRCIO
18 -.ECONOMIA/LEGAIS
sexta-feira, 8 de março de 2013
ITAUTEC S.A. - GRUPO ITAUTEC UMA EMPRESA COM AÇÕES EM PODER DO PÚBLICO
CNPJ nº 54.526.082/0001-31 Companhia Aberta www.itautec.com.br
DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO ABRANGENTE PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de reais - R$)
Lucro líquido do exercício Outros componentes do resultado abrangente Ajuste de conversão de investimentos no exterior Hedge de investimento líquido Valor justo de ativos financeiros disponíveis para venda Outros componentes do resultado abrangente do exercício Total do resultado abrangente do exercício Atribuível Acionistas da Companhia Participação dos não controladores
DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de reais - R$)
Controladora 2012 2011 662 43.588
Consolidado 2012 2011 1.500 43.588
924 (855) 4.594 4.663 5.325
924 (855) 4.594 4.663 6.163
1.264 (1.166) (7.781) (7.683) 35.905
5.325 838 6.163
35.905 35.905
1.264 (1.166) (7.781) (7.683) 35.905
Os itens na demonstração de resultado abrangente são apresentados líquidos de impostos. As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras DEMONSTRAÇÕES DO VALOR ADICIONADO PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de reais - R$) Controladora 2012 2011 Receitas Vendas de mercadorias, produtos e serviços Outras receitas Provisão para créditos de liquidação duvidosa Insumos adquiridos de terceiros Custo dos produtos vendidos Materiais, energia, serviços de terceiros e outros Valor adicionado bruto Depreciação e amortização Valor adicionado líquido produzido Valor adicionado recebido em transferência Resultado da equivalência patrimonial Resultado financeiro Valor adicionado total a distribuir Distribuição do valor adicionado Remuneração do trabalho Remuneração direta Benefícios FGTS Outros Impostos, taxas e contribuições Federais Estaduais Municipais Remuneração de capital de terceiros Remuneração dos acionistas Dividendos propostos/Juros sobre o capital próprio Lucros retidos do exercício Valor adicionado total distribuído Atribuível a: Acionistas da Companhia Participação dos não controladores
Consolidado 2012 2011
1.718.190 87.664 (545) 1.805.309
1.699.735 17.008 3.606 1.720.349
1.754.758 89.342 (3.976) 1.840.124
1.726.583 17.348 2.554 1.746.485
(1.001.936) (298.915) (1.300.851)
(910.120) (269.701) (1.179.821)
(992.198) (330.028) (1.322.226)
(901.609) (296.212) (1.197.821)
504.458 (17.843) 486.615
540.528 (20.651) 519.877
517.898 (18.177) 499.721
548.664 (21.374) 527.290
3.709 29.924 520.248
69 26.786 546.732
154 40.550 540.425
192 33.897 561.379
284.900 35.155 20.228 340.283
244.348 32.545 18.839 42.312 338.044
295.884 35.778 20.227 351.889
253.394 33.088 19.562 44.762 350.806
111.063 15.330 20.125 146.518 32.785
113.614 14.211 21.814 149.639 15.461
112.120 15.330 20.177 147.627 39.409
115.042 14.211 22.271 151.524 15.461
157 505 662 520.248
12.179 31.409 43.588 546.732
157 1.343 1.500 540.425
12.179 31.409 43.588 561.379
505 838 1.343
43.588 43.588
Controladora FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS Lucro líquido do exercício Ajustes para reconciliar o lucro líquido do exercício com o caixa gerado pelas atividades operacionais: Depreciações e amortizações Provisão para créditos de liquidação duvidosa Provisão para riscos legais, líquidas Provisão para estoques obsoletos Resultado de equivalência patrimonial (Prejuízo) lucro da alienação de imobilizado e Investimentos Baixa de ativos imobilizado e intangível Apropriação de rendas Ganho com precatório Imposto de renda e contribuição social diferidos Juros, variações cambiais e monetárias líquidas Variações nos Ativos e Passivos: Clientes Estoques Tributos a recuperar Valores a Receber e Despesas antecipadas Créditos diversos Depósitos judiciais Fornecedores Salários, provisões e contribuições sociais Impostos a recolher Outras contas a pagar Caixa (aplicado nas) gerado pelas atividades operacionais Juros pagos Caixa líquido (aplicado nas) gerado pelas atividades operacionais FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO Alienação de ativos disponíveis para venda Alienação de bens do ativo imobilizado Aumento de capital em controladas Dividendos recebidos Aquisição de ativo imobilizado e intangível Caixa líquido aplicado nas atividades de investimento FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Pagamento de empréstimos de terceiros Captação de empréstimos de terceiros Pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio Participações de acionistas não controladores Caixa líquido (aplicado nas) gerado pelas atividades de financiamento (REDUÇÃO) AUMENTO DE CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA, LÍQUIDOS DISPONIBILIDADES No início do exercício No fim do exercício (REDUÇÃO) AUMENTO DE CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA, LÍQUIDOS
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras
Consolidado
2012
2011
2012
2011
662
43.588
1.500
43.588
17.843 545 3.695 4.776 (3.709) 1.995 998 (342) (65.099) (6.300) 12.194
20.651 (3.606) (6.046) 11.660 (69) (17.008) 3.444 1.916 20.220
18.177 3.976 3.695 5.126 (154) 1.710 1.084 (342) (65.099) (7.241) 12.750
21.374 (2.554) (6.046) 11.660 (192) (17.137) 3.593 1.972 20.283
(12.091) (8.526) 8.788 6.569 (2.681) 829 (31.892) (9.328) 6.249 (753) (75.578) (8.459) (84.037)
(15.421) (45.344) 25.003 (3.576) (2.443) (2.638) 14.881 9.885 5.388 10.728 71.213 (9.904) 61.309
(8.015) (14.530) 4.607 6.220 (988) 1.340 (30.124) (9.353) 7.243 (6.073) (74.491) (8.459) (82.950)
(5.068) (54.622) 20.777 (3.485) (1.150) (2.713) 18.975 10.587 7.617 15.258 82.717 (9.904) 72.813
16.560 1.635 (959) 761 (14.925) 3.072
35.700 (504) 247 (14.836) 20.607
16.560 1.999 92 (16.370) 2.281
35.700 (1.317) 42 (15.146) 19.279
(132.219) 60.074 (12.175) (84.320) (165.285)
(130.606) 139.944 (5.058) 4.280 86.196
(133.303) 61.642 (12.175) 118 (83.718) (164.387)
(134.783) 143.657 (5.058) 3.816 95.908
323.591 158.306 (165.285)
237.395 323.591 86.196
360.807 196.420 (164.387)
264.899 360.807 95.908
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras
DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de reais - R$)
Nota Explicativa Saldos em 31 de Dezembro de 2010 Lucro líquido do exercício Investimentos no exterior Hedge de investimento líquido Valor justo de ativos financeiros disponíveis para venda Destinação do lucro líquido do exercício Aumento de capital Juros sobre o capital próprio Reserva Legal Reserva Estatutária Saldos em 31 de Dezembro de 2011 Lucro líquido do exercício Investimentos no exterior Hedge de investimento líquido Valor justo de ativos financeiros disponíveis para venda Destinação do lucro líquido do exercício Aumento de capital Dividendo propostos Reserva Legal Reserva Estatutária Reversão de opções outorgadas Saldos em 31 de Dezembro de 2012
22 22 22
Atribuível aos proprietários da controladora Ajustes de avaliação Reserva patrimonial de lucros 1.762 224.739
-
Total 513.972
Participação dos não controladores 10
Total do patrimônio líquido 513.982
43.588 43.588
43.588 1.264 (1.166) (7.781) 35.905
-
43.588 1.264 (1.166) (7.781) 35.905
(30.000) 2.179 29.230 226.148
(12.179) (2.179) (29.230) -
(12.179) 537.698
10
(12.179) 537.708
924 (855) 4.594 4.663
-
662 662
662 924 (855) 4.594 5.325
838 838
1.500 924 (855) 4.594 6.163
(1.258)
33 472 15.404 242.057
(157) (33) (472) -
(157) 542.866
118 966
118 (157) 543.832
Capital Social 250.000
Reserva de capital 37.471
-
-
1.264 (1.166) (7.781) (7.683)
-
30.000 280.000
37.471
(5.921)
-
-
280.000
(15.404) 22.067
Lucros acumulados
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) NOTA 1 - CONTEXTO OPERACIONAL A Itautec S.A. (“Companhia” ou “Itautec”), empresa brasileira de tecnologia, controlada pela Itaúsa Investimentos Itaú S.A., e que, juntamente com suas controladas (conjuntamente “o Grupo”), é especializada no desenvolvimento de produtos e soluções de automação, computação e serviços tecnológicos, operando por meio das seguintes unidades de negócios: - Soluções de Automação: automação bancária, com máquinas de autoatendimento (ATMs) e terminais de caixa; automação comercial, com terminais de ponto-de-venda (PDV), impressoras fiscais, terminais de autoatendimento, e plataformas de softwares; - Soluções de Computação: desktops, notebooks, netbooks, tablets e servidores; - Serviços Tecnológicos: assistência técnica, infraestrutura e instalações. Sediada em São Paulo e unidade fabril no município de Jundiaí/SP, a Itautec S.A. mantém o controle de quatro empresas no Brasil, sendo três localizadas no Estado de São Paulo, que atuam no fornecimento de soluções na área de informática, e uma sediada no Estado do Rio de Janeiro, dedicada ao desenvolvimento de software na área de biometria computacional e análise de sinais. No exterior, a Companhia atua por meio de revenda de produtos e na prestação de serviços de assistência técnica e suporte contando com seis subsidiárias localizadas na Argentina, Espanha, Estados Unidos, México, Paraguai e Portugal. A Companhia tem suas ações negociadas na BM&FBOVESPA S.A. - Bolsa de Valores de Mercadorias e Futuros (“BM&FBOVESPA”). A emissão dessas demonstrações financeiras consolidadas do Grupo foi autorizada pelo Conselho de Administração, em 21 de fevereiro de 2013. NOTA 2 - RESUMO DAS PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTÁBEIS As principais políticas contábeis aplicadas na preparação destas demonstrações financeiras consolidadas estão definidas abaixo. Essas políticas foram aplicadas de modo consistente em todos os exercícios apresentados. 2.1 - Base de preparação As demonstrações financeiras foram preparadas considerando o custo histórico como base de valor. Os ativos financeiros disponíveis para venda e os instrumentos derivativos são mensurados ao valor justo. A preparação de demonstrações financeiras requer o uso de certas estimativas contábeis críticas e também o exercício de julgamento por parte da Administração da Companhia no processo de aplicação das políticas contábeis do Grupo. Aquelas áreas que requerem maior nível de julgamento e possuem maior complexidade, bem como as áreas nas quais premissas e estimativas são significativas para as demonstrações financeiras, estão divulgadas na Nota 3. (a) Demonstrações financeiras consolidadas As demonstrações financeiras consolidadas foram preparadas e estão sendo apresentadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil, incluindo os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPCs), e conforme as normas internacionais de relatórios financeiros (International Financial Reporting Standards - IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). (b) Demonstrações financeiras individuais As demonstrações financeiras individuais da controladora foram preparadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPCs) e são divulgadas em conjunto com as demonstrações financeiras consolidadas. No caso da Companhia, as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicadas nas demonstrações financeiras individuais diferem do IFRS aplicável às demonstrações financeiras separadas, apenas pela avaliação dos investimentos em controladas, pelo método de equivalência patrimonial, enquanto conforme IFRS seria pelo custo ou valor justo. Os mesmos ajustes são feitos tanto nas demonstrações financeiras individuais quanto nas demonstrações financeiras consolidadas para chegar ao mesmo resultado e patrimônio líquido atribuível aos acionistas da controladora. 2.2 - Consolidação Na elaboração das demonstrações financeiras, foram adotadas as políticas contábeis descritas a seguir. (a) Controladas Controladas são todas as entidades nas quais o Grupo tem o poder de determinar as políticas financeiras e operacionais, acompanhada de uma participação de mais do que metade dos direitos a voto (capital votante). As controladas são totalmente consolidadas a partir da data em que o controle é transferido. A consolidação é interrompida a partir da data em que o Grupo deixa de ter o controle. As controladas estão identificadas na Nota 14. O Grupo usa o método de aquisição para contabilizar as combinações de negócios. A contraprestação transferida para a aquisição de uma controlada é o valor justo dos ativos transferidos, passivos incorridos e instrumentos patrimoniais emitidos pelo Grupo. A contraprestação transferida inclui o valor justo de ativos e passivos resultantes de um contrato de contraprestação contingente, quando aplicável. Custos relacionados com aquisição são contabilizados no resultado do exercício conforme incorridos. Os ativos identificáveis adquiridos e os passivos e passivos contingentes assumidos em uma combinação de negócios são mensurados inicialmente pelos valores justos na data da aquisição. O Grupo reconhece a participação não controladora na adquirida, tanto pelo seu valor justo como pela parcela proporcional da participação não controlada no valor justo de ativos líquidos da adquirida. A mensuração da participação não controladora é determinada em cada aquisição realizada. O excesso da contraprestação transferida e do valor justo na data da aquisição de qualquer participação patrimonial anterior na adquirida em relação ao valor justo da participação do Grupo nos ativos líquidos identificáveis adquiridos é registrada como ágio (goodwill). Nas aquisições em que o Grupo atribui valor justo aos não controladores, a determinação do ágio inclui também o valor de qualquer participação não controladora na adquirida, e o ágio é determinado considerando a participação do Grupo e dos não controladores. Quando a contraprestação transferida for menor que o valor justo dos ativos líquidos da controlada adquirida, a diferença é reconhecida diretamente na demonstração do resultado do exercício (Nota 2.11). Transações, saldos e ganhos não realizados em transações entre empresas do Grupo são eliminados. Os prejuízos não realizados também são eliminados a menos que a operação forneça evidências de uma perda (impairment) do ativo transferido. As políticas contábeis das controladas são alteradas, quando necessário, para assegurar a consistência com as políticas adotadas pelo Grupo. (b) Transações e participações não controladoras O Grupo trata as transações com participações não controladoras como transações com proprietários de ativos do Grupo. Para as compras de participações de não controladores, a diferença entre qualquer contraprestação paga e a parcela adquirida do valor contábil dos ativos líquidos da controlada é registrada no patrimônio líquido. Os ganhos ou perdas sobre alienações para participações de não controladores também são registrados diretamente no patrimônio líquido, na conta “Ajustes de avaliação patrimonial”. Quando o Grupo deixa de ter controle, qualquer participação retida na entidade é remensurada ao seu valor justo, sendo a mudança no valor contábil reconhecida no resultado. O valor justo é o valor contábil inicial para subsequente contabilização da participação retida em uma coligada ou ativo financeiro. (c) Coligadas Coligadas são todas as entidades sobre as quais o Grupo tem influência significativa, mas não o controle. Os investimentos em coligadas são contabilizados pelo método de equivalência patrimonial e são, inicialmente, reconhecidos pelo seu valor de custo. Os ganhos não realizados nas coligadas derivadas de operações com a investidora são eliminados na proporção da participação da investidora na coligada. As perdas não realizadas também são eliminadas, a menos que a operação forneça evidências de uma perda (impairment) do ativo transferido. As políticas contábeis da coligada são alteradas, quando necessário, para assegurar consistência com as políticas adotadas pelo Grupo. Em 31 de dezembro de 2012, o Grupo apresenta investimento em uma empresa coligada, a TCI Trading S.A., na qual tem influência significativa nas decisões financeiras e operacionais.
2.3 - Apresentação de informações por segmentos operacionais As informações por segmentos operacionais são apresentadas de modo consistente com o relatório interno fornecido para o principal tomador de decisões operacionais. O principal tomador de decisões operacionais, responsável pela alocação de recursos e pela avaliação de desempenho dos segmentos operacionais é o Presidente da Companhia. 2.4 - Conversão de moeda estrangeira (a) Moeda funcional e moeda de apresentação Os itens incluídos nas demonstrações financeiras de cada uma das empresas do Grupo são mensurados usando a moeda do principal ambiente econômico no qual a empresa atua (“a moeda funcional”). Na determinação da moeda funcional foi considerada a moeda que mais influencia os preços de venda de bens e serviços e a moeda que mais influencia os custos para o fornecimento de bens e serviços. As demonstrações financeiras individuais e consolidadas estão apresentadas em Reais (“R$”), que é a moeda funcional da Companhia e, também, a moeda de apresentação do Grupo. (b) Transações e saldos As operações com moedas estrangeiras são convertidas para a moeda funcional utilizando as taxas de câmbio vigentes nas datas das transações ou da avaliação na qual os itens são remensurados. Os ganhos e as perdas cambiais resultantes da liquidação de ativos e passivos monetários em moedas estrangeiras, e da conversão pelas taxas de câmbio do final do período, são reconhecidos na demonstração do resultado, exceto quando qualificadas como hedge accounting e, portanto, diferidos no patrimônio líquido como operações de hedge de fluxo de caixa e operações de hedge de investimento líquido. Os ganhos e as perdas cambiais relacionados com empréstimos, caixa e equivalentes de caixa são apresentados na demonstração do resultado como receitas ou despesas financeiras. (c) Empresas do Grupo com moeda funcional diferente Os resultados e a posição financeira de todas as entidades do Grupo (nenhuma das quais tem moeda de economia hiperinflacionária), cujas moedas funcionais são diferentes da moeda de apresentação (R$), são convertidos na moeda de apresentação, como segue: (i) Os ativos e passivos de cada balanço patrimonial apresentado são convertidos pela taxa de fechamento da data do balanço; (ii) As receitas e despesas de cada demonstração do resultado são convertidas pelas taxas de câmbio médias do mês de fechamento do balanço; (iii) Todas as diferenças de câmbio resultantes são reconhecidas como um componente separado no patrimônio líquido, na conta “Ajustes de avaliação patrimonial”. Na consolidação, as diferenças de câmbio decorrentes da conversão do investimento líquido em operações no exterior, assim como os empréstimos e outros instrumentos financeiros designados como hedge desses investimentos, são reconhecidas no patrimônio líquido. Quando uma operação no exterior é parcialmente alienada ou vendida, as diferenças de câmbio que foram registradas no patrimônio são reconhecidas na demonstração do resultado como parte do ganho ou perda da venda. 2.5 - Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa incluem o caixa, os depósitos bancários, outros investimentos de curto prazo de alta liquidez, com carência para resgate de até 90 dias ou com direito contratual outorgado pelo banco emissor de resgate imediato, e que estão sujeitos a mínimo risco de mudança de valor. 2.6 - Ativos financeiros 2.6.1 - Classificação O Grupo classifica seus ativos financeiros, no reconhecimento inicial, sob as seguintes categorias: (a) mensurados ao valor justo por meio do resultado, (b) empréstimos e recebíveis e (c) disponíveis para venda. A classificação depende da finalidade para a qual os ativos financeiros foram adquiridos. Em 31 de dezembro de 2012 e de 2011, o Grupo não possuía ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado. Os instrumentos derivativos contratados nessa data foram designados como instrumentos de hedge. (a) Empréstimos e recebíveis São ativos financeiros não derivativos com pagamentos fixos ou determináveis, que não são cotados em um mercado ativo. São apresentados como ativo circulante, exceto aqueles com prazo de vencimento superior a 12 meses após a data de emissão do balanço (estes são classificados como ativos não circulantes). Os ativos financeiros reconhecidos pelo Grupo nessa categoria de instrumentos financeiros são principalmente: caixa e equivalentes de caixa, contas a receber de clientes e créditos com precatórios (Notas 2.5, 2.8 e 13). (b) Ativos financeiros disponíveis para venda Os ativos financeiros disponíveis para venda são não derivativos, que são designados nessa categoria ou que não são classificados em nenhuma das categorias anteriores, e que são apresentados como ativos nãocirculantes, a menos que a Administração pretenda alienar o investimento em até 12 meses após a data do balanço. 2.6.2 - Reconhecimento e mensuração As compras e as vendas de ativos financeiros são normalmente reconhecidas na data da negociação. Os investimentos são, inicialmente, reconhecidos pelo valor justo, acrescidos dos custos da transação para todos os ativos financeiros não classificados como ao valor justo por meio do resultado. Os ativos financeiros são baixados quando os direitos de receber fluxos de caixa tenham vencido ou tenham sido transferidos, neste último caso, desde que o Grupo tenha transferido, significativamente, todos os riscos e os benefícios de propriedade. Os ativos financeiros disponíveis para venda são subsequentemente, contabilizados pelo valor justo. Os empréstimos e recebíveis são contabilizados pelo custo amortizado, usando o método da taxa efetiva de juros. As variações cambiais de ativos e passivos financeiros não monetários, como os investimentos em ações classificadas como disponíveis para venda, são reconhecidos na conta “Ajustes de avaliação patrimonial” no patrimônio. Quando os títulos classificados como disponíveis para venda são vendidos ou sofrem perda (impairment), os ajustes acumulados do valor justo reconhecidos no patrimônio, são incluídos na demonstração do resultado como “Receitas e despesas financeiras”. Os dividendos de ativos financeiros disponíveis para venda, como os investimentos em ações, são reconhecidos na demonstração do resultado como parte de outras receitas, quando é estabelecido o direito do Grupo de receber dividendos. Os valores justos dos investimentos com cotação pública são baseados nos preços atuais de compra. Se o mercado de um ativo financeiro (e de títulos não listados em Bolsa) não estiver ativo, o Grupo estabelece o valor justo através de técnicas de avaliação. Essas técnicas incluem o uso de operações recentes contratadas com terceiros, referência a outros instrumentos que são substancialmente similares, análise de fluxos de caixa descontados e modelos de precificação de opções que fazem o maior uso possível de informações geradas pelo mercado e contam o mínimo possível com informações geradas pela administração da própria entidade. 2.6.3 - Compensação de instrumentos financeiros Ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido é reportado no balanço patrimonial unicamente quando há um direito legalmente aplicável de compensar os valores reconhecidos e há uma intenção de liquidá-los, ou realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. 2.6.4 - Impairment de ativos financeiros (a) Ativos mensurados ao custo amortizado O Grupo avalia na data de cada balanço se há evidência objetiva de que um ativo financeiro ou grupo de ativos financeiros está deteriorado. Um ativo ou grupo de ativos financeiros está deteriorado e as perdas por impairment são incorridas somente se há evidência objetiva de impairment como resultado de um ou mais eventos ocorridos após o reconhecimento inicial dos ativos (um “evento de perda”) e aquele evento (ou eventos) de perda tem um impacto nos fluxos de caixa futuros estimados do ativo financeiro ou grupo de ativos financeiros que pode ser estimado de maneira confiável. Os critérios que o Grupo usa para determinar se há evidência objetiva de uma perda por impairment incluem: (i) dificuldade financeira relevante do emissor ou devedor; (ii) uma quebra de contrato, como inadimplência ou mora no pagamento dos juros ou principal; (iii) o Grupo, por razões econômicas ou jurídicas relativas à dificuldade financeira do tomador de empréstimo, estende ao tomador uma concessão que um credor normalmente não consideraria;
(iv) torna-se provável que o tomador declare falência ou outra reorganização financeira; (v) o desaparecimento de um mercado ativo para aquele ativo financeiro devido às dificuldades financeiras; ou (vi) dados observáveis indicando que há uma redução mensurável nos futuros fluxos de caixa estimados a partir de uma carteira de ativos financeiros desde o reconhecimento inicial daqueles ativos, embora a diminuição não possa ainda ser identificada com os ativos financeiros individuais na carteira, incluindo: - mudanças adversas na situação do pagamento dos tomadores de empréstimo na carteira; - condições econômicas nacionais ou locais que se correlacionam com as inadimplências sobre os ativos na carteira. O montante da perda por impairment é mensurado como a diferença entre o valor contábil dos ativos e o valor presente dos fluxos de caixa futuros estimados (excluindo os prejuízos de crédito futuro que não foram incorridos) descontados à taxa de juros em vigor original dos ativos financeiros. O valor contábil do ativo é reduzido e o valor do prejuízo é reconhecido na demonstração do resultado. Se um empréstimo ou investimento mantido até o vencimento tiver uma taxa de juros variável, a taxa de desconto para medir uma perda por impairment é a atual taxa efetiva de juros determinada de acordo com o contrato. Como um expediente prático, o Grupo pode mensurar o impairment com base no valor justo de um instrumento utilizando um preço de mercado observável. Se, num período subsequente, o valor da perda por impairment diminuir e a diminuição puder ser relacionada objetivamente com um evento que ocorreu após o impairment ser reconhecido (como uma melhoria na classificação de crédito do devedor), a reversão dessa perda reconhecida anteriormente será reconhecida na demonstração do resultado. (b) Ativos classificados como disponíveis para venda O Grupo avalia na data de cada balanço se há evidência objetiva de que um ativo financeiro ou um grupo de ativos financeiros está deteriorado. No caso de investimentos em títulos patrimoniais classificados como disponíveis para venda, uma queda relevante ou prolongada no valor justo do título abaixo de seu custo também é uma evidência de que o ativo está deteriorado. Se qualquer evidência desse tipo existir para ativos financeiros disponíveis para venda, o prejuízo cumulativo - medido como a diferença entre o custo de aquisição e o valor justo atual, menos qualquer perda por impairment sobre o ativo financeiro reconhecido anteriormente no resultado - será retirado do patrimônio e reconhecido na demonstração do resultado. Perdas por impairment de instrumentos patrimoniais reconhecidas na demonstração do resultado não são revertidas por meio da demonstração do resultado. 2.7 - Instrumentos financeiros derivativos e atividades de hedge Inicialmente, os derivativos são reconhecidos pelo valor justo na data em que um contrato de derivativos é celebrado e são, subsequentemente, remensurados ao valor justo. As variações de valor justo são lançadas contra o resultado. O Grupo utiliza derivativos como instrumentos de hedge de suas obrigações que possuem outras moedas ou índices de atualização de obrigações. O Grupo tem designado certos instrumentos financeiros não derivativos como instrumentos de hedge de um investimento líquido em uma operação no exterior (hedge de investimento líquido), como descrito a seguir. Contabilidade de hedge de investimento líquido O Grupo documenta, no início da operação, a relação entre os instrumentos de hedge e os itens protegidos por hedge, assim como os objetivos da gestão de risco e a estratégia para a realização de várias operações de hedge. A parcela efetiva das variações no valor justo de instrumentos financeiros designados e qualificados como hedge de investimento líquido é reconhecida no patrimônio líquido na conta de “Ajustes acumulados de conversão”, juntamente com as variações cambiais do item objeto de hedge. O ganho ou perda relacionado com a parcela não efetiva é imediatamente reconhecido na demonstração do resultado como“Outros ganhos (perdas), líquidos”. Os ganhos e as perdas acumulados no patrimônio são incluídos na demonstração do resultado quando a operação no exterior for parcialmente ou integralmente alienada ou vendida. 2.8 - Contas a receber de clientes As contas a receber de clientes são reconhecidas pelo valor nominal dos títulos representativos desses créditos, o que não difere de forma relevante do valor justo dos títulos. Se o prazo de recebimento é equivalente a um ano ou menos, as contas a receber são classificadas no ativo circulante. Caso contrário, estão apresentadas no ativo não circulante. Uma provisão para crédito de liquidação duvidosa (“PCLD”) é constituída quando existe uma evidência objetiva de que o Grupo não será capaz de cobrar todos os valores devidos. Esta provisão foi constituída em montante considerado suficiente para fazer face às eventuais perdas na realização da conta clientes, o que envolveu análises individuais de clientes, nas situações aplicáveis. Quando uma conta a receber de clientes é incobrável, esta é baixada contra a provisão e o valor da perda reconhecido na demonstração do resultado. 2.9 - Estoques Os estoques são mensurados pelo valor de custo incluindo os custos de aquisição e de transformação ou pelo valor líquido realizável, dos dois o menor. Adicionalmente, o Grupo adota a política de realizar provisões e baixas de estoques por questões de obsolescência, demanda ou outros fatores econômicos. O custo é determinado pelo método de custo médio de aquisição ou produção. O custo dos produtos acabados e dos produtos em elaboração compreende os custos de matérias-primas, mão de obra direta e outros custos diretos, excluindo os custos de empréstimos. As importações em andamento são demonstradas ao custo de cada importação. 2.10 - Ativos não circulantes mantidos para venda Os ativos não circulantes são classificados como ativos mantidos para venda quando seu valor contábil for recuperável, principalmente, por meio de uma venda e quando essa venda for praticamente certa. Estes ativos são avaliados pelo menor valor entre o valor contábil e o valor justo menos os custos de venda. 2.11 - Ativos intangíveis Ágio O ágio (“goodwill”) é representado pela diferença positiva entre o valor pago e/ou a pagar pela aquisição de um negócio e o montante líquido do valor justo dos ativos e passivos da controlada adquirida. O ágio de aquisições de controladas é registrado como ativo intangível nas demonstrações financeiras consolidadas. Ativos intangíveis gerados internamente - desenvolvimento de novos produtos Os gastos associados às atividades de pesquisa de novos projetos são reconhecidos como despesa, conforme incorridos. Os gastos de desenvolvimento que são diretamente atribuíveis aos projetos são reconhecidos como ativos intangíveis quando os seguintes principais critérios são atendidos: - o projeto é considerado tecnicamente viável e é possível concluir o produto para que ele esteja disponível para uso ou venda; - o produto gerará benefícios econômicos futuros prováveis, que podem ser demonstrados; - o gasto atribuível ao produto durante seu desenvolvimento pode ser mensurado com segurança. O montante inicialmente reconhecido de ativos intangíveis desenvolvidos internamente corresponde à soma dos gastos incorridos, incluindo os gastos com empregados alocados ao projeto. Outros gastos de desenvolvimento que não atendam aos critérios de reconhecimento descritos acima são reconhecidos como despesa conforme incorridos. Os gastos com desenvolvimento previamente reconhecidos como despesa não são reconhecidos como ativo em período subsequente. Os gastos com desenvolvimento de produtos reconhecidos como ativos são amortizados durante a sua vida útil estimada. Revisões periódicas são realizadas, quando são analisadas as condições atuais dos projetos e, caso não haja a evidência de benefícios econômicos futuros prováveis, são realizadas baixas contra o resultado do período. Ativos intangíveis identificados em uma combinação de negócios Os ativos intangíveis identificados em uma combinação de negócios e reconhecidos separadamente do ágio são registrados pelo valor justo na data da aquisição. (Continua)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sexta-feira, 8 de março de 2013
ECONOMIA/LEGAIS - 19
ITAUTEC S.A. - GRUPO ITAUTEC UMA EMPRESA COM AÇÕES EM PODER DO PÚBLICO
CNPJ nº 54.526.082/0001-31 Companhia Aberta www.itautec.com.br
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) (Continuação) Softwares Os valores classificados no intangível referem-se a licenças de softwares adquiridas e que são capitalizadas considerando também os custos incorridos para torná-los prontos e adaptados para serem utilizados. Esses custos são amortizados durante sua vida útil estimável de 2 a 5 anos. Os custos associados à manutenção de softwares são reconhecidos como despesa conforme incorridos. Os custos de desenvolvimento que são diretamente atribuíveis ao projeto e aos testes de produtos de softwares identificáveis e exclusivos, controlados pelo Grupo, são reconhecidos como ativos intangíveis. Os custos diretamente atribuíveis que são capitalizados como parte do produto de softwares incluem os custos com empregados alocados no desenvolvimento de softwares e uma parcela adequada das despesas diretas aplicáveis. Outros gastos de desenvolvimento que não atendam a esses critérios são reconhecidos como despesa, conforme incorridos. Os custos de desenvolvimento previamente reconhecidos como despesa não são reconhecidos como ativo em período subsequente. 2.12 - Imobilizado Os itens do imobilizado estão demonstrados pelo seu custo de aquisição, formação ou construção, deduzidos da depreciação e eventuais perdas por impairment. O custo histórico inclui os gastos diretamente atribuíveis à aquisição dos itens e os custos de financiamento relacionados com a aquisição de ativos qualificados. Os custos subsequentes são incluídos no valor contábil do ativo ou reconhecidos como um ativo separado, conforme apropriado, somente quando for provável que fluam benefícios econômicos futuros associados ao item e que o custo do item possa ser mensurado com segurança. O valor contábil de itens ou peças substituídos é baixado. Todos os outros reparos e manutenções são lançados em contrapartida ao resultado do período, quando incorridos. Os terrenos não são depreciados. A depreciação de outros ativos é calculada usando o método linear durante a vida útil estimada, como segue: Item Vida útil - Edifícios 25 anos - Máquinas, equipamentos e ferramentas 10 anos - Instalações 10 anos - Equipamento de processamento de dados 2 - 5 anos - Outros ativos 5 - 25 anos O valor residual e a vida útil econômica dos bens são revisados e ajustados, se necessário, ao final de cada exercício. A Companhia revisou a vida útil econômica estimada de seus principais ativos para o cálculo da depreciação do exercício e não foram constatadas variações significativas nas vidas úteis utilizadas. O valor residual dos itens do imobilizado é baixado imediatamente quando o saldo residual exceder o seu valor recuperável. A Companhia não registrou nenhuma perda decorrente da aplicação dessa prática nos exercícios apresentados. Um item do ativo imobilizado é baixado após alienação ou quando não há benefícios econômicos futuros resultantes do uso contínuo do ativo. Quaisquer ganhos ou perdas na venda ou baixa de um item do imobilizado são determinados pela diferença entre os valores recebidos na venda e o valor contábil do ativo e são reconhecidos no resultado em “Outros ganhos (perdas), líquidos”. 2.13 - Impairment de ativos não financeiros Os ativos que têm uma vida útil indefinida, como o ágio, não estão sujeitos à amortização e são testados anualmente para identificar eventual necessidade de redução ao valor recuperável (impairment). Os ativos que estão sujeitos à amortização são revisados para a verificação de impairment sempre que eventos ou mudanças nas circunstâncias indicarem que o valor contábil pode não ser recuperável. A Companhia avalia a recuperação do valor contábil dos ativos não financeiros com base no seu valor em uso, utilizando o modelo de fluxo de caixa futuro descontado. O processo de estimativa do valor em uso envolve a utilização de premissas, julgamentos e estimativas sobre os fluxos de caixa futuros, taxas de crescimento e de desconto. As premissas sobre os fluxos de caixa futuros e as projeções de crescimento são baseadas no orçamento anual e no plano de negócios de longo prazo da Companhia, aprovados pelo Conselho de Administração, e representam a melhor estimativa da Administração sobre as condições econômicas que existirão durante a vida útil econômica do conjunto de ativos que proporcionam a geração dos fluxos de caixa. Quando aplicável, se o valor recuperável do ativo for menor que o valor contábil, o valor contábil do ativo deve ser reduzido ao valor recuperável e a redução reconhecida no resultado. 2.14 - Contas a pagar a fornecedores e provisões As contas a pagar aos fornecedores são obrigações a pagar por bens ou serviços que foram adquiridos de fornecedores no curso normal dos negócios, sendo classificadas como passivos circulantes se o pagamento for devido no período de até um ano. Caso contrário, as contas a pagar são apresentadas como passivo não circulante. As provisões, em geral, incluem as discussões administrativas e judiciais e são reconhecidas quando o Grupo tem uma obrigação presente como resultado de eventos passados, é provável que uma saída de recursos seja necessária para liquidar a obrigação e o valor puder ser estimado com segurança. Quando houver uma série de obrigações similares, como é o caso de garantias, a probabilidade de liquidá-las é determinada, levando-se em consideração a classe de obrigações como um todo. 2.15 - Empréstimos e financiamentos Os empréstimos e financiamentos são reconhecidos, inicialmente, pelo valor justo, líquidos dos custos incorridos na transação e em seguida apresentados pelo custo amortizado, isto é, acrescidos de encargos e juros proporcionais ao período incorrido (“pro rata temporis”), utilizando o método da taxa de juros efetiva. Os empréstimos e financiamentos são classificados como passivo circulante, a menos que o Grupo tenha um direito incondicional de diferir a liquidação do passivo por, pelo menos, 12 meses após a data das demonstrações financeiras. 2.16 - Imposto de renda e contribuição social corrente e diferido As despesas de imposto de renda e contribuição social do exercício compreendem os impostos correntes e diferidos. O imposto é reconhecido na demonstração do resultado, exceto na proporção em que estiverem relacionados com itens reconhecidos em “Outros resultados abrangentes” ou diretamente no patrimônio líquido, caso em que os impostos correntes e diferidos também são reconhecidos em “Outros resultados abrangentes” ou diretamente no patrimônio líquido, respectivamente. O encargo de imposto de renda e a contribuição social corrente e diferido é calculado com base nas leis tributárias promulgadas, ou substancialmente promulgadas, na data do balanço dos países em que as entidades do Grupo atuam e geram lucro tributável. (a) Impostos correntes A provisão para imposto de renda e contribuição social está baseada no lucro tributável do exercício. O lucro tributável difere do lucro apresentado na demonstração do resultado porque exclui receitas ou despesas tributáveis ou dedutíveis em outros exercícios, além de excluir itens não tributáveis ou não dedutíveis de forma permanente. (b) Impostos diferidos O imposto de renda e contribuição social diferidos são reconhecidos usando-se o método das diferenças temporárias entre as bases fiscais dos ativos e passivos e seus valores contábeis nas demonstrações financeiras. Entretanto, o imposto de renda e a contribuição social diferidos não são contabilizados se resultar do reconhecimento inicial de um ativo ou passivo em uma operação que não seja uma combinação de negócios, a qual, na época da transação, não afeta o resultado contábil, nem o lucro tributável (prejuízo fiscal). O imposto de renda e a contribuição social diferidos ativo são reconhecidos somente na proporção da probabilidade de que lucro tributável futuro esteja disponível e contra o qual as diferenças temporárias possam ser usadas. 2.17 - Benefícios aos empregados (a) Planos de previdência privada A Companhia e suas controladas no Brasil oferecem Plano de Contribuição Definida (“Plano CD”) a todos os colaboradores, administrado pela Fundação Itaúsa Industrial. O regulamento do plano prevê a contribuição das patrocinadoras entre 50% e 100% do montante aportado pelos colaboradores. A Companhia já ofereceu Plano de Benefício Definido a seus colaboradores, mas esse plano está em extinção com acesso vedado a novos participantes. Em relação ao Plano de Contribuição Definida, a Companhia e suas controladas no Brasil não têm nenhuma obrigação adicional de pagamento depois que a contribuição é efetuada. As contribuições são reconhecidas como despesa de benefícios a empregados, quando devidas. As contribuições feitas antecipadamente são reconhecidas como um ativo na proporção em que essas contribuições levarem a uma redução efetiva dos pagamentos futuros. Os ganhos e perdas são reconhecidos no resultado do exercício. (b) Remuneração com base em ações A Companhia ofereceu aos executivos, até 2006, um plano de remuneração com base em ações (Stock Options), com o objetivo de reter os referidos executivos durante o período de carência e receber seus serviços como contraprestação das opções de compra de ações outorgadas. O valor justo dos serviços dos executivos recebidos em troca da outorga de opções, por não poder ser estimado com confiabilidade, é mensurado de forma indireta, tomando como base o valor justo dos instrumentos patrimoniais outorgados. O valor justo das opções de compra é reconhecido como despesa em contrapartida ao patrimônio líquido, durante o período no qual os serviços dos executivos são prestados e o direito é adquirido (período de carência). Após o reconhecimento do valor das opções outorgadas, a Companhia não deve fazer nenhum ajuste subsequente no patrimônio líquido, o que não elimina a necessidade do reconhecimento, pela Companhia, da transferência de um componente para outro dentro do patrimônio líquido, se as opções não forem exercidas (expirarem). (c) Participação nos lucros Os funcionários têm direito a participação nos lucros com base em determinadas metas acordadas anualmente, e os gestores com base em objetivos específicos e acordados entre as partes. O montante da participação é reconhecido no resultado do exercício. Os programas são aprovados pelo Conselho de Administração da Companhia e, quando aplicável constam dos acordos firmados com entidades sindicais competentes. 2.18 - Capital social O capital social da Companhia, classificado no patrimônio líquido, está representado integralmente por ações ordinárias. Os custos incrementais diretamente atribuíveis à emissão de novas ações são demonstrados no patrimônio líquido como uma dedução do valor captado, líquido de impostos. 2.19 - Reconhecimento da receita A receita compreende o valor justo da contraprestação recebida ou a receber pela comercialização de produtos e serviços no curso normal das atividades do Grupo. A receita é apresentada líquida dos impostos, das devoluções, dos abatimentos e dos descontos, bem como após a eliminação das vendas entre empresas do Grupo. O Grupo reconhece a receita quando: (i) o valor da receita pode ser mensurado com segurança; (ii) é provável que benefícios econômicos futuros fluirão para a entidade e (iii) quando critérios específicos tiverem sido atendidos para cada uma das atividades do Grupo, conforme descrição a seguir: (a) Vendas de produtos As vendas dos produtos são reconhecidas sempre que seja efetuada a entrega dos produtos para os clientes e existam evidências objetivas de que todos os critérios para aceitação foram atendidos. A Companhia oferece a seus clientes a possibilidade de obter serviços para os produtos vendidos por um período determinado de tempo, estando o preço desses serviços embutido no preço do produto, sendo reconhecido como receita diferida no balanço patrimonial e apropriado ao resultado ao longo dos prazos de vigência dos contratos. (b) Vendas de serviços O Grupo também presta serviços por meio das áreas de Soluções de Automação e Soluções de Computação. A receita é reconhecida com base nos serviços realizados até o momento. (c) Arrendamento O Grupo reconhece os ativos mantidos por arrendamento mercantil financeiro como contas a receber por valor igual ao investimento líquido no arrendamento mercantil. Os valores a receber das parcelas futuras do arrendamento de bens, e que representam leasing financeiro, estão reconhecidos a valor presente, deduzidos das parcelas de serviços a serem prestados, com base nas taxas médias praticadas nesses negócios. Subsequentemente, à medida que o tempo passa, os juros são incorporados às contas a receber, em contrapartida de receita financeira. Essa receita financeira é calculada pela mesma taxa efetiva de juros utilizada para apurar o valor recuperável, ou seja, a taxa original do contrato. (d) Receita financeira A receita financeira é reconhecida conforme o prazo decorrido, usando o método da taxa de juros efetiva. Quando uma perda é identificada em relação a uma conta a receber, o Grupo reduz o valor contábil para seu valor recuperável, que corresponde ao fluxo de caixa futuro estimado. 2.20 - Distribuição de dividendos e juros sobre capital próprio A distribuição de dividendos para os acionistas da Companhia é reconhecida como um passivo quando aprovada pelo Conselho de Administração, com base no dividendo mínimo estabelecido no Estatuto Social da Companhia. Qualquer valor acima do mínimo obrigatório somente é provisionado na data em que são aprovados pelos acionistas em Assembleia Geral. Os juros sobre capital próprio aprovados (pagos ou a pagar) e que sejam definitivos, são também reconhecidos como passivo. 2.21 - Normas, alterações e interpretações de normas que ainda não estão em vigor As seguintes novas normas, alterações e interpretações de normas foram emitidas pelo IASB mas não estão em vigor para o exercício de 2012. A adoção antecipada dessas normas, embora encorajada pelo IASB, não foi permitida, no Brasil, pelo Comitê de Pronunciamento Contábeis (CPC). • IAS 1 - “Apresentação das Demonstrações Financeiras”. A principal alteração é a separação dos outros componentes do resultado abrangente em dois grupos: os que serão realizados contra o resultado e os que permanecerão no patrimônio líquido. A alteração da norma é aplicável a partir de 1º de janeiro de 2013. O impacto previsto na sua adoção é somente de divulgação. • IAS 19 - “Benefícios a Empregados”, alterada em junho de 2011. Essa alteração foi incluída no texto do CPC 33 (R1) - “Benefícios a Empregados”. A norma é aplicável a partir de 1º de janeiro de 2013. Os principais impactos previstos para a sua adoção nas demonstrações financeiras da Companhia são os seguintes: (i) reconhecimento imediato dos custos dos serviços passados. (ii) a reposição dos juros do Menos de 1 ano Em 31 de dezembro de 2012 Empréstimos e financiamentos Instrumentos financeiros derivativos Fornecedores e outras obrigações Em 31 de dezembro de 2011 Empréstimos e financiamentos Instrumentos financeiros derivativos Fornecedores e outras obrigações
Operações em moeda estrangeira Ativos Passivos Swap´s/NDF´s Exposição cambial Cobertura (exposição cambial)
Valores em US$ Hedge Accounting 11.055 Investimentos (24.401) Passivos 11.675 Exposição cambial (1.671) (5.798)
5.246 (9.373) (4.127)
Os contratos em aberto em 31 de dezembro de 2012 que visam administrar o risco cambial são: - Contrato NDF (Non Deliverable Forward) US$/R$ - EUR/R$ A Companhia possui, na posição comprada em dólares, contrato com valor de referência (“notional”) de US$ 1.000 com vencimentos em Janeiro de 2013, que têm como objetivo transformar passivos denominados em Dólares para Reais. Possui também na posição comprada em Euros três contratos de valor de referência (“notional”) de EUR 6.800 com vencimentos até Abril de 2013. Os contratos são liquidados nos seus vencimentos, considerando-se a diferença entre a taxa de câmbio a termo (NDF) e a taxa de câmbio (PTAX0800) na mesma data. - Contratos de SWAP US$ x CDI A Companhia possui posição ativa (comprada) em dólares e posição passiva (vendida) em Certificado de Depósito Interbancário (“CDI”); o valor de referência (“notional”) é de US$1.700, que têm como objetivo transformar dívidas denominadas em dólares para dívidas indexadas ao CDI. Os contratos são liquidados nos seus respectivos vencimentos. Em 31 de dezembro de 2012, considerando apenas os saldos de fechamento, se o Real tivesse variado em torno de 5% em relação ao Dólar, sendo mantidas todas as outras variáveis constantes, o lucro do período após o cálculo do imposto de renda e contribuição social teria variação de R$ 113 principalmente em decorrência de ganhos/perdas cambiais sobre a conversão de contas a receber de clientes em dólares e ganhos/perdas cambiais sobre a conversão de passivos e empréstimos em dólares. O patrimônio teria variação de R$ 184, decorrente dessa variação no lucro e do impacto do hedge accounting diretamente no patrimônio líquido. (ii) Risco do fluxo de caixa ou valor justo associado com taxa de juros O caixa aplicado do Grupo tem rendimento indexado a percentuais da variação do CDI, com resgate garantido pelos bancos emissores de acordo com as taxas contratadas. Não há outros ativos significativos cujo resultado seja afetado diretamente pelas mudanças de taxas de juros do mercado. Para o passivo, o risco de taxa de juros do Grupo decorre de empréstimos de longo prazo. Tais empréstimos, em sua maioria, são indexados à Taxa de Juros de Longo Prazo (“TJLP”), taxa que visa estimular os investimentos de longo prazo para o setor produtivo e que, historicamente, é inferior às taxas de financiamentos praticadas pelo mercado. O Grupo também possui dois casos de juros prefixados, com taxa média inferior a 5% ao ano, bem como um contrato emitido a taxa variável trimestralmente, que corresponde à parcela do BNDES indexada a cesta de moedas. Possui também passivos em CDI por conta dos empréstimos em moeda estrangeira que foram hedgeados. O risco dessas taxas de juros contratadas é acompanhado desde o início do financiamento, sendo política do Grupo acompanhar as oscilações e projeções do mercado de juros, analisando eventual necessidade ou oportunidade de contratar-se hedge para essas operações. Em 31 de dezembro de 2012, considerando os saldos de fechamento, se as taxas de juros sobre os empréstimos e caixa variassem em torno de 0,5%, mantidas todas as demais variáveis constantes, o resultado financeiro adicional seria de R$ 555 em relação ao resultado de juros apropriado no resultado financeiro nesse exercício. Para os investimentos no exterior, cujos ativos líquidos estão expostos ao risco cambial, a Companhia optou pela utilização de “Hedge Accounting”, com passivos também atrelados às moedas funcionais de seus investimentos, a fim de adequar os efeitos da variação cambial sobre tais investimentos, que está registrada diretamente em conta de reserva no patrimônio líquido. Para a realização do “Hedge Accounting”, a empresa considera o efeito da não incidência do imposto de renda no resultado de variação cambial do investimento. (b) Risco de crédito A política de vendas da Companhia está diretamente associada ao nível de risco de crédito a que está disposta a se sujeitar no curso de seus negócios. A diversificação de sua carteira de recebíveis, a seletividade de seus clientes, assim como o acompanhamento dos prazos de financiamentos de vendas e limites individuais de posição, são procedimentos adotados a fim de minimizar inadimplências ou perdas na realização das Contas a Receber. No que diz respeito às aplicações financeiras e aos demais investimentos, a Companhia tem como política trabalhar com instituições de primeira linha e não ter investimentos concentrados em um único grupo econômico. (c) Risco de liquidez É o risco da Companhia não dispor de recursos líquidos suficientes para honrar seus compromissos financeiros, em decorrência de descasamento de prazo ou de volume entre os recebimentos e pagamentos previstos. Para administrar a liquidez do caixa em moeda nacional e estrangeira, são estabelecidas premissas de desembolsos e recebimentos futuros, sendo monitoradas diariamente pela área de Tesouraria. A tabela abaixo analisa os passivos financeiros (derivativos e não derivativos) do Grupo a serem liquidados nos próximos exercícios, por faixas de vencimento, correspondentes ao período entre a data do balanço patrimonial até a data do vencimento contratual. Os passivos financeiros derivativos estão incluídos na análise. Os valores divulgados na tabela representam o fluxo de caixa dos passivos contratados nos respectivos vencimentos (não descontados). Controladora Entre 2 e 5 anos Acima de 5 anos
Juros até Vencimento
Valor contábil
52.559 433 245.995
33.903 120.380
73.658 -
3.728 -
(14.655) (4) -
149.193 429 366.375
96.886 (1.102) 289.551
35.553 110.749
92.038 -
19.010 -
(22.957) (238) -
220.530 (1.340) 400.300
Juros até Vencimento
Valor contábil
Menos de 1 ano Em 31 de dezembro de 2012 Empréstimos e financiamentos Instrumentos financeiros derivativos Fornecedores e outras obrigações Em 31 de dezembro de 2011 Empréstimos e financiamentos Instrumentos financeiros derivativos Fornecedores e outras obrigações
Entre 1 e 2 anos
passivo e do retorno esperado dos ativos por uma única taxa de juros líquida. O Grupo avaliou que sua adoção não trará impacto às suas demonstrações financeiras. • IFRS 9 - “Instrumentos Financeiros”, aborda a classificação, a mensuração e o reconhecimento de ativos e passivos financeiros. O IFRS 9 foi emitido em novembro de 2009 e outubro de 2010 e substitui os trechos do IAS 39 relacionados à classificação e mensuração de instrumentos financeiros. O IFRS 9 requer a classificação dos ativos financeiros em duas categorias: mensurados ao valor justo e mensurados ao custo amortizado. A determinação é feita no reconhecimento inicial. A base de classificação depende do modelo de negócios da entidade e das características contratuais do fluxo de caixa dos instrumentos financeiros. Com relação ao passivo financeiro, a norma mantém a maioria das exigências estabelecidas pelo IAS 39. A principal mudança é a de que nos casos em que a opção de valor justo é adotada para passivos financeiros, a porção de mudança no valor justo devido ao risco de crédito da própria entidade é registrada em outros resultados abrangentes e não na demonstração dos resultados, exceto quando resultar em descasamento contábil. O Grupo está avaliando o impacto total do IFRS 9. A norma é aplicável a partir de 1º de janeiro de 2015. • IFRS 10 - “Demonstrações Financeiras Consolidadas”, incluída como alteração ao texto do CPC 36(R3) - “Demonstrações Consolidadas”. Apoia-se em princípios já existentes, identificando o conceito de controle como fator preponderante para determinar se uma entidade deve ou não ser incluída nas demonstrações financeiras consolidadas da Controladora. A norma fornece orientações adicionais para a determinação do controle. A norma é aplicável a partir de 1º de janeiro de 2013. O Grupo avaliou que sua adoção não trará impacto às suas demonstrações financeiras. • IFRS 11 - “Acordos em Conjunto”, emitida em maio de 2011, e incluída como alteração ao texto do CPC 19(R2) - “Negócios em Conjunto”. A norma provê uma abordagem mais realista para acordos em conjunto ao focar nos direitos e obrigações do acordo em vez de sua forma jurídica. Há dois tipos de acordos em conjunto: (i) operações em conjunto - que ocorre quando um operador possui direitos sobre os ativos e obrigações contratuais e como consequência contabilizará sua parcela nos ativos, passivos, receitas e despesas; e (ii) controle compartilhado - ocorre quando um operador possui direitos sobre os ativos líquidos do contrato e contabiliza o investimento pelo método de equivalência patrimonial. O método de consolidação proporcional não será mais permitido com controle em conjunto. A norma é aplicável a partir de 1º de janeiro de 2013. O Grupo avaliou que sua adoção não trará impacto às suas demonstrações financeiras. • IFRS 12 - “Divulgação sobre Participações em Outras Entidades”, considerada em um novo pronunciamento CPC 45 - “Divulgação de Participações em Outras Entidades”. Trata das exigências de divulgação para todas as formas de participação em outras entidades, incluindo acordos conjuntos, associações, participações com fins específicos e outras participações não registradas contabilmente. A norma é aplicável a partir de 1º de janeiro de 2013. O impacto dessa norma será basicamente um incremento na divulgação. • IFRS 13 - “Mensuração de Valor Justo”, emitida em maio de 2011, e divulgada em um novo pronunciamento CPC 46 - “Mensuração do Valor Justo”. O objetivo da norma IFRS 13 é aprimorar a consistência e reduzir a complexidade da mensuração ao valor justo, fornecendo uma definição mais precisa e uma única fonte de mensuração do valor justo e suas exigências de divulgação para uso em IFRS. As exigências, que estão bastante alinhadas entre IFRS e USGAAP, não ampliam o uso da contabilização ao valor justo, mas fornecem orientações sobre como aplicá-lo quando seu uso já é requerido ou permitido por outras normas IFRS ou USGAAP. A norma é aplicável a partir de 1º de janeiro de 2013. O impacto dessa norma será basicamente um incremento na divulgação. Não há outras normas IFRS ou interpretações IFRIC que ainda não entraram em vigor que poderiam ter impacto significativo sobre o Grupo. NOTA 3 - ESTIMATIVAS E JULGAMENTOS CONTÁBEIS CRÍTICOS As estimativas e os julgamentos contábeis são constantemente avaliados e baseiam-se em experiência histórica e outros fatores, entre os quais expectativas de acontecimentos futuros considerados razoáveis nas circunstâncias. 3.1 - Estimativas e premissas contábeis críticas Com base em premissas, a Companhia faz estimativas com relação ao futuro - realização de ativos e liquidação de passivos. Por definição, as estimativas contábeis resultantes raramente serão iguais aos respectivos resultados reais. As estimativas e premissas que apresentam um risco significativo, com probabilidade de causar um ajuste nos valores contábeis de ativos e passivos para o próximo exercício, estão contempladas abaixo: (a) Imposto de renda e contribuição social diferido O reconhecimento do imposto de renda e contribuição social diferidos ativos requer avaliar se é provável e, em que extensão, existirão resultados tributáveis futuros suficientes para realizar tais impostos diferidos ativos. A avaliação considera o histórico de resultados tributáveis, expectativas de resultados tributáveis futuros assim como o momento de reversão de diferenças temporárias. Caso a Companhia ou suas controladas não consigam gerar resultados tributáveis futuros, ou se existir uma mudança significativa na estrutura tributária ou no período em que as diferenças temporárias serão revertidas, é possível que a avaliação de probabilidade mude, podendo gerar um ajuste no imposto de renda e contribuição social diferidos ativos. (b) Plano de Pensão A Companhia reconhece o valor presente das contribuições normais futuras, calculado pelo método de crédito unitário projetado, relacionado ao Plano de Contribuição Definida. O valor contabilizado na rubrica Plano de Previdência Privada representa o estimado das reduções de pagamentos das contribuições futuras que beneficiarão a Companhia. O valor atual dos ativos relacionados a planos de previdência depende de uma série de fatores que são determinados com base em cálculos atuariais, que utilizam uma série de premissas. Entre as premissas usadas na determinação dos valores está a taxa de desconto e condições atuais de mercado. Quaisquer mudanças nessas premissas afetarão os correspondentes valores contábeis. (c) Provisões para contingências A Companhia discute questões tributárias, trabalhistas e cíveis nas esferas administrativas e judiciais, dentro do curso normal de seus negócios e uma provisão para desembolsos futuros é constituída a partir de análise da Administração, em conjunto com seus assessores jurídicos. Alterações em tendências de decisões ou jurisprudências em tribunais poderão alterar as estimativas ligadas a provisões para contingências. (d) Avaliação de instrumentos financeiros A Companhia possui ativo decorrente de créditos com precatórios registrados a valor presente pelo método do fluxo de caixa descontado tendo como premissas: prazo de recebimento da União em 15 parcelas anuais, com expectativa de recebimento da 1ª parcela a partir de 2014, atualização inflacionária e taxa de desconto média SELIC. NOTA 4 - GESTÃO DE RISCO FINANCEIRO 4.1 - Fatores de risco financeiro As atividades do Grupo o expõem a diversos riscos financeiros: risco de mercado (incluindo risco de moeda, risco de taxa de juros de valor justo, risco de taxa de juros de fluxo de caixa e risco de preço), risco de crédito e risco de liquidez. O Grupo dispõe de procedimentos para administrar essas situações e pode utilizar instrumentos de proteção para diminuir os impactos destes riscos. Tais procedimentos incluem o monitoramento dos níveis de exposição a cada risco de mercado, além de estabelecer limites para a respectiva tomada de decisão. Todas as operações de instrumentos de proteção efetuadas pela Companhia têm como propósito a proteção de suas dívidas e investimentos, sendo que não realiza ou realizou nenhuma operação com derivativos financeiros alavancados. (a) Riscos de Mercado (i) Risco cambial O Grupo atua internacionalmente e está exposto ao risco cambial decorrente de exposições de algumas moedas, principalmente com relação ao dólar dos Estados Unidos. O risco cambial decorre de operações comerciais futuras, ativos e passivos reconhecidos e investimentos líquidos em operações no exterior. Em função de seus procedimentos de gerenciamento de riscos, que objetivam minimizar a exposição cambial da Companhia e de suas controladas, são mantidos mecanismos de“hedge”que visam proteger a maior parte de sua exposição cambial. A exposição cambial é acompanhada diariamente, podendo ficar pontualmente under ou over-hedged, desde que a posição convirja em curto prazo para os limites de exposição estabelecidos pela Companhia, evitando dessa forma o custo de desmontar e remontar posições em derivativos.
Entre 1 e 2 anos
Consolidado Entre 2 e 5 anos Acima de 5 anos
55.204 433 258.299
33.903 121.249
73.658 -
3.728 -
(14.655) (4) -
151.838 429 379.548
98.792 (1.102) 305.545
35.553 110.749
92.038 -
19.010 -
(22.957) (238) -
222.436 (1.340) 416.294
4.2 - Gestão de capital Os objetivos do Grupo ao administrar seu capital são os de salvaguardar a sua capacidade de continuidade para oferecer retorno aos acionistas e benefícios às outras partes interessadas, além de manter uma estrutura de capital ideal para reduzir esse custo. Para manter ou ajustar a estrutura do capital, o Grupo pode rever a política de pagamento de dividendos, devolver capital aos acionistas ou, ainda, emitir novas ações ou vender ativos para reduzir, por exemplo, o nível de endividamento. O Grupo monitora o capital com base no índice de alavancagem financeira. Esse índice corresponde à dívida líquida dividida pelo capital total. A dívida líquida, por sua vez, corresponde ao total de empréstimos (incluindo empréstimos de curto e longo prazos, conforme demonstrado no balanço patrimonial consolidado), subtraído do montante de caixa e equivalentes de caixa. O capital total é apurado através da soma do patrimônio líquido, conforme demonstrado no balanço patrimonial consolidado, com a dívida líquida. Os índices de alavancagem financeira em 31 de dezembro de 2012 e 31 de dezembro de 2011 podem ser assim sumarizados (informação consolidada): 31/12/2012 31/12/2011 Total dos empréstimos e financiamentos 151.838 222.436 Menos: caixa e equivalentes de caixa (196.420) (360.807) Dívida líquida (44.582) (138.371) Total do patrimônio líquido 543.832 537.708 Total do capital 499.250 399.337 Índice de alavancagem financeira -8,93% -34,65% No exercício, a geração de caixa foi menor que a liquidação dos empréstimos, diminuindo o caixa líquido. 4.3 - Estimativa do valor justo Pressupõe-se que os saldos das contas a receber de clientes e contas a pagar aos fornecedores pelo valor contábil, menos a provisão para perdas (impairment), estejam próximos de seus valores justos. A Companhia adota, quando aplicável, para os ativos e passivos financeiros, com fim de divulgação, o valor justo mediante o desconto dos fluxos de caixa contratuais futuros pela taxa de juros vigente no mercado, que está disponível para o Grupo para instrumentos financeiros similares. As demonstrações financeiras estão em conformidade com o CPC40/IFRS 7 para instrumentos financeiros mensurados no balanço patrimonial pelo valor justo, o que requer divulgação dessas mensurações pelo nível da seguinte hierarquia: - Preços cotados (não ajustados) em mercados ativos para ativos e passivos idênticos (nível1). - Informações, além dos preços cotados, incluídas no nível 1, que são adotadas pelo mercado para o ativo ou passivo, seja diretamente (ou seja, como preços) ou indiretamente (ou seja, derivados dos preços) (nível 2). - Inserções para os ativos ou passivos que não são baseadas nos dados adotados pelo mercado (ou seja, inserções não-observáveis) (nível 3). A tabela abaixo apresenta os ativos e passivos do Grupo mensurados pelo valor justo: Em 31 de dezembro de 2012 Nível 1 Nível 2 Saldo Total Derivativos usados para hedge (429) (429) Passivos financeiros ao valor justo por meio de lucro ou prejuízo (151.838) (151.838) Total do passivo (151.838) (429) (152.267) Em 31 de dezembro de 2011 Nível 1 Nível 2 Saldo Total Ativos financeiros ao valor justo por meio de lucro ou prejuízo • Títulos patrimoniais - ações de companhias abertas disponíveis para venda 12.090 12.090 Derivativos usados para hedge 1.340 1.340 Total do ativo 12.090 1.340 13.430 Passivos financeiros ao valor justo por meio de lucro ou prejuízo (222.436) (222.436) Total do passivo (222.436) (222.436) O valor justo dos instrumentos financeiros negociados em mercados ativos (como títulos disponíveis para venda) é baseado nos preços de mercado, cotados na data do balanço. Um mercado é visto como ativo se os preços cotados estiverem pronta e regularmente disponíveis a partir de uma Bolsa, distribuidor, corretor, grupo de indústrias, serviço de precificação ou agência reguladora e aqueles preços representam transações de mercado reais e que ocorrem regularmente em bases puramente comerciais. O preço de mercado cotado utilizado para os ativos financeiros mantidos pelo Grupo é o preço de concorrência atual. Esses instrumentos estão incluídos no Nível 1. O valor justo dos instrumentos financeiros que não são negociados em mercados ativos (por exemplo, derivativos de balcão) é determinado mediante o uso de técnicas de avaliação. Essas técnicas de avaliação maximizam o uso dos dados adotados pelo mercado onde está disponível e confiam o menos possível nas estimativas específicas da entidade. Se todas as informações relevantes exigidas para o valor justo de um instrumento forem adotadas pelo mercado, o instrumento estará incluído no Nível 2. Se uma ou mais informações relevantes não estiver baseada em dados adotados pelo mercado, o instrumento estará incluído no nível 3. Técnicas de avaliação específicas utilizadas para valorizar os instrumentos financeiros incluem: - Preços de mercado cotados ou cotações de instituições financeiras ou corretoras para instrumentos similares. - O valor justo de swaps de taxa de juros é calculado pelo valor presente dos fluxos de caixa futuros estimados com base nas curvas de rendimento adotadas pelo mercado. - O valor justo dos contratos de câmbio futuros é determinado com base nas taxas de câmbio futuras na data do balanço, com o valor resultante descontado ao valor presente. - Outras técnicas, como a análise de fluxos de caixa descontados, são utilizadas para determinar o valor justo para os instrumentos financeiros remanescentes. Cálculo do valor justo das posições O valor justo dos instrumentos financeiros foi calculado utilizando-se a precificação feita através do valor presente estimado, de forma independente, tanto para a ponta passiva, quanto para a ponta ativa, onde a diferença entre as duas gera o valor de mercado. 4.4 - Demonstrativo da posição consolidada dos Instrumentos Financeiros Derivativos Hedge Passivos Efeito acumulado Descrição Valor de referência Valor justo mercado ano 2012 Valor Valor Recebido Pago 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 a receber a pagar Contratos Futuros Compromisso de compra 20.652 21.792 (254) 444 3.723 (817) contratos - USD 2.076 5.218 (108) (7) 2.547 (772) contratos - EUR 18.576 16.574 (146) 451 1.176 (45) Contratos de Swap contratos - USD 3.530 41.184 (175) 897 3.907 (1.423) TOTAL
24.182
62.976
(429)
1.341
7.630
Contraparte Banco Itaú BBA Banco Bradesco Banco do Brasil
(2.240)
“Notional” Registro 15.192 Cetip 4.837 Cetip 4.153 Cetip
TOTAL
24.182
As perdas/ganhos nas operações listadas no quadros acima são compensadas por ganhos/perdas nas posições em juros e moeda estrangeira, ativas e passivas, cujos efeitos já estão expressos nas demonstrações financeiras consolidadas. Os saldos dos derivativos encontram-se contabilizados no ativo e no passivo (contas a pagar e a receber de curto prazo) em contrapartida ao resultado financeiro, exceto pelo hedge accounting, contabilizado no patrimônio líquido. 4.5 - Análise de Sensibilidade Apresentamos a seguir, quadro demonstrativo de análise de sensibilidade dos instrumentos financeiros, que descreve os riscos que podem gerar prejuízos materiais para a Companhia, com um Cenário Provável (Cenário Base) e mais dois cenários, nos termos determinados por meio da instrução CVM nº 475/08, representando 25% e 50% de deterioração da variável de risco considerada. O Cenário Provável foi estabelecido a partir das cotações de fechamento das taxas de juro e câmbio referenciais da BM&FBOVESPA para a data de cada operação. A análise de sensibilidade apresentada abaixo considera mudanças com relação a determinados riscos, mantendo constantes todas as demais variáveis, associadas a outros riscos. Hedge Passivos Cenário Cenário Cenário OPERAÇÃO RISCO Provável Possível Remoto NDF (USD) NDF (EUR) SWAP (USD) - Curva ativa SWAP (USD) - Curva Passiva
Queda USD Queda EUR Alta do juros USD Alta do juros CDI
TOTAL Passivos Objeto de Hedge
USD/EUR
Efeito Líquido
(108) (146) 3.485 (3.660)
-25% -25% 25% 25%
(619) (4.722) 3.484 (3.664)
-50% -50% 50% 50%
(1.128) (9.299) 3.483 (3.669)
(429)
(5.521)
(10.613)
336
5.157
10.341
(93)
(364)
(272)
NOTA 5 - INSTRUMENTOS FINANCEIROS POR CATEGORIA Empréstimos e recebíveis
Ativos financeiros: Em 31 de dezembro de 2012 Caixa e equivalentes de caixa Conta a receber de clientes Créditos com precatórios Em 31 de dezembro de 2011 Caixa e equivalentes de caixa Conta a receber de clientes Disponíveis para venda
Ativos financeiros: Em 31 de dezembro de 2012 Caixa e equivalentes de caixa Conta a receber de clientes Créditos com precatórios Em 31 de dezembro de 2011 Caixa e equivalentes de caixa Conta a receber de clientes Disponíveis para venda
Controladora Disponível para venda
Total
158.306 204.670 65.099 428.075
-
158.306 204.670 65.099 428.075
323.591 198.224 521.815
12.090 12.090
323.591 198.224 12.090 533.905
Empréstimos e recebíveis
Consolidado Disponível para venda
196.420 230.755 65.099 492.274
-
196.420 230.755 65.099 492.274
360.807 224.366 585.173
12.090 12.090
360.807 224.366 12.090 597.263
Total
Controladora
Passivos financeiros Em 31 de dezembro de 2012 Empréstimos e financiamentos Fornecedores Em 31 de dezembro de 2011 Empréstimos e financiamentos Fornecedores
Passivos mensurados ao valor justo por meio do resultado 149.193 149.193 220.530 219.190
Derivativos usados para Hedge
Outros passivos financeiros
429 429
46.361 46.361
149.622 46.361 195.983
78.264 78.264
219.190 78.264 297.454
(1.340) (1.340)
Total
Consolidado
Passivos financeiros Em 31 de dezembro de 2012 Empréstimos e financiamentos Fornecedores Em 31 de dezembro de 2011 Empréstimos e financiamentos Fornecedores
Passivos mensurados ao valor justo por meio do resultado 151.838 151.838 222.436 222.436
Derivativos usados para Hedge
Outros passivos financeiros
429 429
48.714 48.714
152.267 48.714 200.981
82.539 82.539
221.096 82.539 303.635
(1.340) (1.340)
Total
(Continua)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
20 -.ECONOMIA/LEGAIS
sexta-feira, 8 de março de 2013
ITAUTEC S.A. - GRUPO ITAUTEC UMA EMPRESA COM AÇÕES EM PODER DO PÚBLICO
CNPJ nº 54.526.082/0001-31 Companhia Aberta www.itautec.com.br
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) (Continuação) NOTA 6 - QUALIDADE DO CRÉDITO DOS ATIVOS FINANCEIROS Os clientes são classificados como A, B, C e D em razão do seu segmento de mercado. A segmentação de mercado está associada à caracterização econômica do cliente. A Companhia efetua análise de risco de crédito para todas as suas operações, com a utilização de ferramentas e aplicações específicas para cada segmento. Dentro dos parâmetros básicos verificados na concessão de créditos para o segmento privado, é avaliado conjunto de índices utilizados para caracterizar a situação econômico-financeira das empresas, calculados a partir das suas informações financeiras, seu histórico de compras e pagamentos, provedores externos de informações de crédito e regularidade fiscal junto aos órgãos de governo. Para o segmento de governo, a concessão de crédito é realizada a cada operação. O critério de análise e concessão de crédito baseia-se em uma combinação de variáveis que incluem índices, calculados a partir do orçamento, da execução orçamentária e dos demonstrativos exigidos na lei de responsabilidade fiscal, de fontes externas de informações de crédito e, principalmente, do histórico de comportamento de pagamentos. No quadro a seguir, percentual de participação de cada segmento em relação ao total da conta clientes nacionais não vencidos no exercício encerrado em 31 de dezembro de 2012. Conta de Clientes não vencido Classificação Segmento em 31/12/2012 A Mercado Privado 68,08% B Governo 27,44% C Pessoa Física 0,10% D Exterior/Outros 4,38% 100,00% NOTA 7 - CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011
A movimentação dos ativos e passivos de impostos diferidos durante o exercício, de acordo com a sua origem/natureza, sem levar em consideração a compensação dos saldos é a seguinte: Controladora Plano de Contribuição Ativo de imposto diferido (líquido) Prejuízos Fiscais Hedge Caixa Provisões Definida - CD Precatórios Em 31 de dezembro de 2011 20.019 (478) 62.280 (23.092) Debitado (Creditado) no resultado 951 822 791 (1.283) 5.019 Em 31 de dezembro de 2012 20.970 344 63.071 (24.375) 5.019
Bancos - Conta Movimento Fundos de Investimento Certificados de depósito bancário (CDB)/ Operação compromissada
Os valores correspondentes a depósitos judiciais representam os valores depositados que não estão correspondidos por valores provisionados. NOTA 13 - CRÉDITOS COM PRECATÓRIOS Em novembro de 2012, foi certificado pelo Tribunal Regional Federal o trânsito em julgado de decisão favorável à Companhia relativa a ação de repetição de indébito correspondente à cobrança de Taxa de Serviço Administrativo - TSA, incidente sobre a internação e importação de mercadorias na Zona Franca de Manaus no período de março de 1992 a fevereiro de 1999. Essa decisão determinou a execução da sentença e o recebimento do crédito por precatório judicial. O crédito por precatório judicial, atualizado pela tabela da Justiça Federal aplicável às ações de repetição de indébito totalizou R$79.860, que trazidos a valor presente pelo método do fluxo de caixa descontado com taxa de desconto média de 9,14%, acrescido de correção aplicável, totalizou o valor líquido de R$65.099, reconhecido no resultado na rubrica de “Outros ganhos (perdas), líquido”. De acordo com a Resolução CNJ 115/2010, vigente para precatórios, os Estados, Distrito Federal e Municípios, farão os pagamentos de precatórios via Regime Especial pelo prazo de até 15 anos acrescido do índice oficial de remuneração básica da caderneta de poupança e, para fins de compensação da mora, incidirão juros simples no mesmo percentual de juros incidentes sobre a caderneta de poupança, excluída a incidência de juros compensatórios aplicada. A Administração da Companhia estima o recebimento da primeira parcela em 2014. NOTA 14 - INVESTIMENTOS EM CONTROLADAS A seguir são apresentados os detalhes das controladas da Companhia: Investimentos Diretos Itautec Itautec Itautec Itautec.com Locação Participações Espanha Biologica Total Milhares de ações (2012) Ordinárias 12.717 166.979 10.053 1.247 500 Participação (%) 99,93% 99,99% 100,00% 100,00% 70,00% Patrimônio líquido 10.140 36.743 10.246 10.388 3.188 Capital social 8.000 28.726 10.053 8.063 500 Lucro líquido (prejuízo) (2.121) 5.494 154 (1.774) 2.794
9.247 19.207
7.645 32.979
15.691 34.736
17.768 45.951
129.852
282.967
145.993
297.088
158.306
323.591
196.420
360.807
As aplicações financeiras da Companhia e suas controladas nacionais estão representadas por fundos de investimentos não exclusivos e certificados de depósitos bancários no País, ambos com remuneração atrelada à variação do Certificado de Depósito Interfinanceiro e possibilidade de resgate imediato, a qualquer momento. NOTA 8 - CLIENTES Controladora 31/12/2012 31/12/2011 Contas a receber da venda de produtos e serviços: • Clientes no Brasil • Clientes no exterior
203.026 3.146 206.172
194.412 4.304 198.716
Consolidado 31/12/2012 31/12/2011
206.398 16.042 222.440
196.325 18.278 214.603
Arrendamento mercantil: • Outras contas a receber
852
1.599
14.517
12.733
Total do clientes a receber
207.024
200.315
236.957
227.336
(2.354) 204.670 (134)
(2.091) 198.224 (296)
(6.202) 230.755 (7.109)
(2.970) 224.366 (5.074)
204.536
197.928
223.646
219.292
Provisão para devedores duvidosos de contas a receber Menos: Parcela não circulante Parcela circulante
As contas a receber de arrendamento mercantil correspondem ao aluguel de bens baseados em contratos de locação com prazos acima de um ano. Estas estão apresentadas líquidas do ajuste a valor presente calculado com base em juros médios de 2% a.m, taxa praticada nos contratos de aluguéis vigentes. A composição do contas a receber da venda de produtos e serviços, por vencimento, é como segue: Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 A vencer até 30 dias A vencer de 31 a 60 dias A vencer acima de 60 dias Vencidos até 30 dias Vencidos de 31 a 60 dias Vencidos de 61 a 90 dias Vencidos acima de 90 dias
80.593 95.609 9.032 11.988 2.001 1.577 6.224
109.693 64.427 4.914 16.140 2.777 388 1.976
87.604 97.171 21.691 14.446 2.397 2.136 11.512
120.295 68.620 20.630 7.049 7.030 677 3.035
207.024
200.315
236.957
227.336
As contas a receber de clientes do Grupo são mantidas nas seguintes moedas: Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Reais Dólares Americanos Euros Outras moedas
203.878 3.146 -
196.011 3.345 959 -
220.916 7.910 8.068 63
209.058 5.458 10.785 2.035
207.024
200.315
236.957
227.336
O Grupo avalia a necessidade de constituição da provisão para créditos de liquidação duvidosa através de análise individual dos créditos em atraso superior a 90 dias, conjugado com o índice de perdas históricas destes créditos. A Administração considera que a provisão existente é suficiente para cobrir eventuais perdas. Composição por vencimento dos valores vencidos incluídos na provisão para créditos de liquidação duvidosa:
Até 180 dias Acima de 180 dias
Controladora 31/12/2012 31/12/2011 887 515 1.467 1.576 2.354 2.091
Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 1.002 581 5.200 2.389 6.202 2.970
As movimentações na provisão para créditos de liquidação duvidosa são as seguintes: Controladora Saldo em 31 de dezembro de 2011 2.091 Adições Reversões (valores recuperados) Baixas definitivas Saldo em 31 de dezembro de 2012
4.874 (4.329) (282) 2.354
Consolidado 2.970 9.026 (5.050) (744) 6.202
NOTA 9 - ESTOQUES Controladora 31/12/2012 31/12/2011 Matérias-primas Produtos acabados Importação em andamento Produtos em elaboração Provisão para obsolescência e desvalorização de estoques
Consolidado 31/12/2012 31/12/2011
161.838 128.211 2.513 42
186.025 96.297 7.048 3.815
164.051 149.176 2.516 42
193.876 104.677 8.014 3.815
(47.686) 244.918
(52.017) 241.168
(49.590) 266.195
(53.589) 256.793
O custo dos estoques reconhecidos no resultado e incluídos em “Custo dos Produtos Vendidos” totalizou em 31 de dezembro de 2012 R$876.519 (R$794.763 em 31 de dezembro 2011) na controladora e R$861.797 em 31 de dezembro de 2012 (R$778.686 em 31 de dezembro de 2011) no consolidado. NOTA 10 - TRIBUTOS A RECUPERAR A Companhia possui créditos tributários conforme composição demonstrada no quadro abaixo: Controladora Consolidado Impostos a ressarcir: 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Tributos federais retidos na fonte s/operações comerciais PIS e COFINS a recuperar COFINS a recuperar Impostos a compensar: IPI a compensar Antecipação de imposto de renda e contribuição social Impostos sobre circulação de mercadorias e serviços ICMS sobre aquisição de imobilizado Impostos a recuperar das empresas no exterior ISS a compensar Total Menos: parcela não circulante Parcela circulante
17.455 2.623 20.078
26.569 26.569
33.078 5.079 6.085 44.242
39.637 2.657 6.476 48.770
1.270
1.927
1.278
1.934
1.144
1.655
7.481
7.189
1.081 677
1.868 946
1.216 677
2.280 946
4.172 24.250 (276) 23.974
74 6.470 33.039 (277) 32.762
5.247 15.899 60.141 (24.042) 36.099
3.555 74 15.978 64.748 (19.898) 44.850
Impostos a ressarcir Referem-se aos tributos previstos nas Leis 9.430/96, 10.833/03 e IN 480/04, que determinam a retenção na fonte de Tributos Federais, por clientes, em razão de vendas efetuadas. Com o objetivo de eliminar o acúmulo de crédito de impostos federais, a Administração vem desenvolvendo medidas de identificação, controle e compensação com outros tributos federais, conforme permitido pela legislação fiscal. NOTA 11 - IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL DIFERIDOS O imposto de renda e a contribuição social diferidos são calculados sobre os prejuízos fiscais do imposto de renda, a base negativa de contribuição social e as correspondentes diferenças temporárias entre as bases de cálculo do imposto sobre ativos e passivos e os valores contábeis das demonstrações financeiras. As alíquotas desses impostos, definidas atualmente para determinação dos tributos diferidos, são de 25% para o imposto de renda e de 9% para a contribuição social. Impostos diferidos ativos são reconhecidos na extensão em que seja provável que o lucro futuro tributável esteja disponível para ser utilizado na compensação das diferenças temporárias, com base em projeções de resultados futuros elaboradas e fundamentadas em premissas internas e em cenários econômicos futuros que podem, portanto, sofrer alterações. A Companhia, com base em projeções de resultados tributáveis de exercícios futuros aprovados pelo Conselho de Administração para 31 de dezembro de 2012, estima recuperar os créditos tributários registrados no ativo não circulante e realizar o passivo não circulante nos seguintes períodos: Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Ativo de imposto diferido: Ativo de imposto diferido a ser recuperado em até 12 meses 63.415 61.802 64.592 62.454 Ativo de imposto diferido a ser recuperado depois de mais de 12 meses 25.989 20.019 27.322 20.936 89.404 81.821 91.914 83.390 Passivo de imposto diferido: Passivo de imposto diferido a ser recuperado depois de mais de 12 meses (24.375) (23.092) (24.375) (23.092) (24.375) (23.092) (24.375) (23.092) Ativo de imposto diferido (líquido)
65.029
58.729
A movimentação líquida da conta de impostos diferidos é a seguinte: Controladora 31/12/2012 31/12/2011 Saldo inicial 58.729 60.645 IR e CS sobre Plano de Contribuição Definida - CD (1.283) (954) Encargo da demonstração do resultado 7.583 (962) Saldo final 65.029 58.729
67.539
60.298
Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 60.298 62.270 (1.283) 8.524 67.539
(954) (1.018) 60.298
Total 58.729 6.300 65.029
Consolidado
Ativo de imposto diferido (líquido) Em 31 de dezembro de 2011 Debitado (Creditado) no resultado Em 31 de dezembro de 2012
Prejuízos Fiscais 20.957 1.346 22.303
Hedge Caixa (478) 822 344
Provisões 61.755 1.337 63.092
Definida - CD (23.092) (1.283) (24.375)
Plano de Contribuição Precatórios 5.019 5.019
IR Exterior 1.156 1.156
Total 60.298 7.241 67.539
Além dos valores de imposto de renda e contribuição social diferidos, em 31 de dezembro de 2012 a Companhia e suas controladas nacionais possuem diferenças temporárias que representam créditos totais de R$38.734 (R$34.171 em 31 de dezembro de 2011), não registrados contabilmente por não atenderem aos critérios de registros previstos no Pronunciamento Técnico CPC 32 - Tributos sobre o lucro. NOTA 12 - DEPÓSITOS JUDICIAIS E OUTROS CRÉDITOS Controladora 31/12/2012 31/12/2011 15.235 10.273 4.148 6.411 5 4 19.388 16.688
Depósitos judiciais fiscais Depósitos judiciais trabalhistas Outros valores a receber
Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 15.350 10.388 4.148 6.888 66 99 19.564 17.375
Movimentação dos Investimentos Saldo em 31 de Dezembro de 2010
12.649
30.358
9.885
12.406
-
65.298
Subscrição de ações Equivalência patrimonial Dividendos recebidos Variação cambial s/investimento no exterior Investimento com atividades encerradas Outros resultados Saldo em 31 de Dezembro de 2011
(399) 16 12.266
3.203 (247) 33.314
207 10.092
504 (2.942) 1.200 (48) 33 11.153
-
504 69 (247) 1.216 (48) 33 66.825
Subscrição de ações Equivalência patrimonial Dividendos propostos no exercício Dividendos recebidos Variação cambial s/investimento no exterior Saldo em 31 de Dezembro de 2012
(2.121) (15) 10.130
5.494 (1.305) (760) 36.743
154 10.246
70 (1.774) 939 10.388
275 1.956 2.231
345 3.709 (1.305) (760) 924 69.738
Ágio e outros ativos intangíveis identificados em combinação de negócios (Nota 14.1) Saldo em 31 de Dezembro de 2012
851 70.589 Itautec América 3.690 2.498 (1.924)
Patrimônio Líquido Capital Social Lucro Líquido (Prejuízo) Denominações utilizadas: i. Itautec América Inc. (Itautec América) ii. Itautec Argentina S.A. (Itautec Argentina) iii. Itautec.com Serviços S.A. (Itautec.com) iv. Itautec España S.A. (Itautec Espanha) v. Itautec Informática México S. de R.L. de C.V. (Itautec México) vi. Itautec Locação e Comércio de Equipamentos S.A. (Itautec Locação) vii. Itautec Paraguay S.A. (Itautec Paraguai) viii. Itautec Participações e Comércio S.A. (Itautec Participações) ix. Itautec Portugal S.A. (Itautec Portugal) x. Biologica Sistemas S.A. (“Biologica”)
Itautec Portugal 4.799 4.743 (2.648) País Estados Unidos Argentina Brasil Espanha México Brasil Paraguai Brasil Portugal Brasil
Investimentos Indiretos Itautec Argentina 438 1.300 (317)
Itautec México 9.166 1.581 4.862
Itautec Paraguai 145 603 (12)
Negócio Revenda de produtos e serviços tecnológicos Revenda de produtos e serviços tecnológicos Revenda de produtos e serviços tecnológicos Revenda de produtos e serviços tecnológicos Revenda de produtos e serviços tecnológicos Arrendamento de equipamentos Revenda de produtos e serviços tecnológicos Revenda de produtos e serviços tecnológicos Revenda de produtos e serviços tecnológicos Desenvolvimento de software
14.1 - COMBINAÇÃO DE NEGÓCIOS Em 20 de março de 2012, a Companhia firmou contrato de compra e venda de ações, para aquisição de 70% do capital social da Biologica, empresa de desenvolvimento de softwares voltados à área de biometria computacional e análise de sinais. O valor total do negócio foi de R$998 dos quais R$382 foram pagos na data de fechamento e R$616 foram retidos para fazer frente a eventuais perdas que a Biologica venha a incorrer e que serão objeto de indenização à Companhia pelos ex-controladores. A quantia retida será corrigida por índice equivalente a 100% do CDI desde a data de fechamento e será liberada aos ex-controladores caso não surja nenhum evento sujeito à indenização. Em 30 de outubro de 2012 a Companhia pagou a 1ª parcela retida no montante de R$171. Os ativos e passivos adquiridos foram avaliados aos seus respectivos valores justos, sendo adotado o método de aquisição para contabilização da combinação de negócios, como segue: R$ Custo de aquisição - Preço fixo 888 Valor justo dos não controladores 118 Valor justo do investimento inicial (393) Caixa e equivalente de caixa (217) Clientes (104) Outros valores a receber (13) Imobilizado (234) Demais obrigações 175 Alocação: (-) Valor justo dos ativos líquidos identificáveis adquiridos Acordo Não Competividade (700) (+) IR e CS diferidos oriundos de diferenças temporárias 238 (=) Ágio gerado na aquisição 151 A contrapartida paga pela combinação de negócios inclui valores em relação ao benefício das sinergias esperadas, crescimento das receitas e desenvolvimento futuro dos negócios. Esses benefícios não são reconhecidos separadamente do ágio porque não atendem aos critérios de reconhecimento de ativos intangíveis identificáveis. NOTA 15 - IMOBILIZADO O imobilizado apresenta a seguinte movimentação: CONTROLADORA Máquinas, equipamentos Equipamento de Outros Imobilizado Terrenos Edifícios e ferramentas Instalações processamento de dados ativos em andamento Total Saldo em 31 de dezembro de 2011: Custo 2.053 67.608 53.808 1.843 27.211 17.221 1.588 171.332 Depreciação acumulada (39.659) (33.322) (906) (19.033) (9.890) (102.810) Saldo contábil, líquido 2.053 27.949 20.486 937 8.178 7.331 1.588 68.522 Movimentação no exercício Saldo inicial 2.053 27.949 20.486 937 8.178 7.331 1.588 68.522 Adições 368 2.154 1.974 2.328 (79) 6.745 Baixas e/ou alienações (64) (237) (1.036) (195) (1.532) Depreciação no exercício (2.561) (4.263) (176) (3.254) (939) (11.193) Transferência entre contas 283 (20) (251) (1.038) (1.026) Saldo contábil, líquido 2.053 25.756 18.596 761 6.641 7.433 276 61.516 Saldo em 31 de dezembro de 2012: Custo 2.053 67.977 55.881 1.843 27.827 17.633 276 173.490 Depreciação acumulada (42.221) (37.285) (1.082) (21.186) (10.200) (111.974) Saldo contábil, líquido 2.053 25.756 18.596 761 6.641 7.433 276 61.516 Do total de R$11.193 de despesa de depreciação do exercício, o montante de R$8.558 foi reconhecido no resultado em “Custo dos produtos vendidos e serviços prestados” e no estoque de produtos acabados, R$438 em “Despesas com vendas”, R$1.746 em “Despesas gerais e administrativas” e R$451 em “Pesquisa e Desenvolvimento”. CONSOLIDADO Máquinas, equipamentos Equipamento de Outros Imobilizado Terrenos Edifícios e ferramentas Instalações processamento de dados ativos em andamento Total Saldo em 31 de dezembro de 2011: Custo 2.053 67.608 53.845 2.273 28.366 21.823 1.588 177.556 Depreciação acumulada (39.659) (33.322) (906) (19.560) (11.384) (104.831) Saldo contábil, líquido 2.053 27.949 20.523 1.367 8.806 10.439 1.588 72.725 Movimentação no exercício Saldo inicial 2.053 27.949 20.523 1.367 8.806 10.439 1.588 72.725 Adições 429 2.163 1.974 2.570 (79) 7.057 Bens adquiridos na combinação de negócios 137 97 234 Baixas e/ou alienações (68) (403) (1.030) (195) (1.696) Depreciação no exercício (2.561) (4.263) (228) (3.130) (1.345) (11.527) Transferência entre contas 283 (20) (251) (1.038) (1.026) Transferência (2.350) (2.350) Variação cambial sobre bens no exterior 159 159 Saldo contábil, líquido 2.053 25.817 18.638 1.139 7.364 8.289 276 63.576 Saldo em 31 de dezembro de 2012: Custo 2.053 68.041 55.965 2.542 29.543 19.906 276 178.326 Depreciação acumulada (42.224) (37.327) (1.403) (22.179) (11.617) (114.750) Saldo contábil, líquido 2.053 25.817 18.638 1.139 7.364 8.289 276 63.576 Do total consolidado de R$11.527 de despesa de depreciação do exercício, o montante de R$8.593 foi reconhecido no resultado em “Custo dos produtos vendidos e serviços prestados” e no estoque de produtos acabados, R$517 em “Despesas com vendas”, R$1.943 em “Despesas gerais e administrativas” e R$474 em “Pesquisa e Desenvolvimento”. A Companhia revisou a vida útil econômica estimada de seus principais ativos para o cálculo da depreciação e não apresenta ajustes ou mudanças relevantes a serem reconhecidas em 31 de dezembro de 2012. NOTA 16 - ATIVO INTANGÍVEL O ativo intangível apresenta a seguinte composição: CONTROLADORA CONSOLIDADO Desenvolvimento Desenvolvimento Outros Ativos de novos produtos Software Total de novos produtos Software Intangíveis Total Saldo em 31 de dezembro de 2011: Custo 13.227 28.291 41.518 13.227 28.998 42.225 Amortização acumulada (4.641) (15.937) (20.578) (4.641) (16.569) (21.210) Saldo contábil, líquido 8.586 12.354 20.940 8.586 12.429 21.015 Movimentação no exercício Saldo inicial 8.586 12.354 20.940 8.586 12.429 21.015 Adições 5.479 2.701 8.180 5.479 2.749 8.228 Bens adquiridos na combinação de negócios (i) 851 851 Baixas (607) (607) (607) (607) Transferência entre contas 1.026 1.026 1.026 1.026 Amortização no exercício (2.534) (4.116) (6.650) (2.534) (4.116) (6.650) Saldo contábil, líquido 10.924 11.965 22.889 10.924 12.088 851 23.863 Saldo em 31 de dezembro de 2012: Custo 18.019 31.996 50.015 18.019 33.047 851 51.917 Amortização acumulada (7.095) (20.031) (27.126) (7.095) (20.959) (28.054) Saldo contábil, líquido 10.924 11.965 22.889 10.924 12.088 851 23.863 (i) OUTROS ATIVOS INTANGÍVEIS Identificados em combinação de negócios Contrato não competitividade Ágio gerado na aquisição
700 151 851
(Continua)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sexta-feira, 8 de março de 2013
ECONOMIA/LEGAIS - 21
ITAUTEC S.A. - GRUPO ITAUTEC UMA EMPRESA COM AÇÕES EM PODER DO PÚBLICO
CNPJ nº 54.526.082/0001-31 Companhia Aberta www.itautec.com.br
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) (Continuação) NOTA 17 - EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS Modalidade FINEP FINEP FINAME BNDES BNDES BNDES BNDES
Encargos TJLP + 1,25%a.a. 4.00% a.a. TJLP + 2,25% a.a. TJLP + 1,1% a.a. TJLP + 2,6% a.a. TJLP + 3,1% a.a. 5,6% a.a.
Amortização Mensal Mensal Mensal Mensal Mensal Mensal Mensal
EXTERIOR BNDES
LIBOR + 1,15% a.a. Cesta de Moedas+Juros Variáveis
Trimestral Mensal
EXTERIOR
EURIBOR 2,75% a 4,0% a.a.
Mensal
Garantias Aval da Controladora Itaúsa Aval da Controladora Itaúsa Alienação Fiduciária Aval da Controladora Itaúsa Aval da Controladora Itaúsa Aval da Controladora Itaúsa Aval da Controladora Itaúsa MOEDA NACIONAL Nota Promissória Aval da Controladora Itaúsa MOEDA ESTRANGEIRA CONTROLADORA Nota Promissória DEMAIS EMPRESAS CONSOLIDADO
Os empréstimos e financiamentos sujeitos à variação cambial estão atualizados pela respectiva taxa de câmbio de venda vigente no último dia útil do mês. Os demais estão atualizados monetariamente, considerando os correspondentes encargos contratuais/custo amortizado (Nota 2.15). Cláusulas restritivas Os financiamentos junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - (“BNDES”) e Financiadora de Estudos e Projetos - (“FINEP”) exigem a manutenção do controle nacional do capital, notificação em caso de alteração do controle acionário, apresentação de licenças, medidas e ações destinadas a evitar ou corrigir danos ao meio ambiente, medidas quanto à segurança e medicina do trabalho e manutenção dos seguintes índices financeiros: liquidez corrente, nível de capitalização e EBITDA como percentual da receita líquida, com base em medições efetuadas no final do exercício. Em 31 de dezembro de 2012 apenas o índice EBITDA como percentual da receita líquida não foi atingido. Adicionalmente, é importante ressaltar que o descumprimento deste covenant não implica inicialmente na liquidação antecipada do contrato, uma vez que a Companhia tem a possibilidade de apresentar garantia de 1,3 vezes o saldo devedor do mesmo e conta com o aval de um dos maiores grupos econômicos do Brasil. Todas as demais obrigações contratuais foram cumpridas. O montante de empréstimos e financiamentos de longo prazo em 31 de dezembro de 2012 tem a seguinte composição por ano de vencimento: ANOS Empréstimos e financiamentos
2014 29.530
CONTROLADORA/CONSOLIDADO 2015 2016 2017 2018 29.525 24.719 14.814 3.704
Total 102.292
Os valores contábeis dos empréstimos e financiamentos do Grupo, reconhecidos nas demonstrações financeiras, não apresentam variações significativas em relação aos respectivos valores de mercado. Os empréstimos e financiamentos são mantidos nas seguintes moedas: 31/12/2012 31/12/2011 Real 130.040 161.812 Dólares americanos 19.153 54.068 Euros 4.650 Controladora 149.193 220.530 Euros Demais empresas do Grupo Consolidado
2.645 2.645
1.906 1.906
151.838
222.436
NOTA 18 - OUTRAS PROVISÕES E CONTAS A PAGAR Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Licença de Uso 33.251 30.413 33.251 30.418 Honorários Diretoria / Gratificações Especiais 6.624 6.222 6.624 6.222 Royalties a Pagar 7.943 5.075 7.943 5.075 Serviços Especializados e Consultoria 3.385 6.311 3.385 6.311 Venda para Entrega Futura 462 1.026 500 1.561 Recebimento Antecipado 1.205 1.192 1.205 1.192 Propaganda Cooperada 7.194 4.454 7.194 4.454 Fretes e Seguros 5.301 3.524 5.302 3.524 Pesquisa e Desenvolvimento 1.223 1.683 1.223 1.683 Comissões e Remuneração Variável 2.939 2.727 2.939 2.727 Outras Contas a Pagar 16.369 18.780 16.093 19.477 Outras Contas a Pagar - Exterior 4.311 4.916 85.896 81.407 89.970 87.560 NOTA 19 - RECEITAS DIFERIDAS A Companhia, quando da comercialização dos seus produtos, além da garantia padrão, pode oferecer aos seus clientes a possibilidade de obter serviços para os produtos vendidos (garantia diferenciada), em prazos, normalmente, de 12, 24 ou 36 meses (vide Nota 2.19a), reconhecendo como receita diferida no balanço patrimonial, o valor cobrado por esse serviço, e embutido no preço do produto e apropriando-o ao resultado ao longo dos prazos de vigência dos contratos. Para a garantia padrão, a Companhia constitui uma provisão para os custos futuros, incluindo mão de obra, peças para reposição, deslocamento, logística e estrutura indireta necessária para a manutenção corretiva e preventiva dos equipamentos comercializados. O montante de receitas diferidas de longo prazo em 31 de dezembro de 2012 tem a seguinte composição por ano de vencimento: ANOS Receita diferida
2014 15.180
CONTROLADORA/CONSOLIDADO 2015 2016 2017 Total 8.344 2.375 397 26.296
NOTA 20 - PROVISÕES PARA CONTINGÊNCIAS O Grupo e suas controladas são parte em ações judiciais e processos administrativos decorrentes do curso normal de seus negócios, perante vários tribunais e órgãos governamentais de natureza trabalhista, civil e tributária. Os valores dos processos a seguir demonstrados foram contabilizados considerando a avaliação dos assessores jurídicos da Companhia quanto ao esperado desfecho das discussões, a natureza dos assuntos discutidos e o histórico em processos semelhantes. A Administração da Companhia, com base na opinião de seus assessores jurídicos, e análise das demandas judiciais pendentes, constituiu provisão em montante considerado suficiente para cobrir as perdas prováveis esperadas no desfecho das ações em curso, conforme apresentado a seguir: Controladora Consolidado (a) Composição 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Processos Tributários 41.486 33.932 41.486 33.932 Obrigações Legais 4.687 4.697 4.687 4.697 Depósito Judicial (4.836) (7.854) (4.836) (7.854) Processos Tributários líquidos de depósito 41.337 30.775 41.337 30.775 Processos Trabalhistas Depósito Judicial Processos Trabalhistas líquidos de depósito
31.712 (2.027) 29.685
33.768 (258) 33.510
31.712 (2.027) 29.685
33.768 (258) 33.510
Processos Cíveis
14.119 85.141
11.482 75.767
15.090 86.112
11.482 75.767
Circulante 14.951 243 7.140 33 4.784 2.115 29.266 17.094 541 17.635 46.901 2.645 2.645 49.546
31/12/2012 Não Circulante 62.963 650 18.868 87 12.609 5.597 100.774 1.518 1.518 102.292 102.292
31/12/2011 Circulante Não Circulante 3.554 14.976 77.778 31 232 7.176 25.944 33 119 4.814 17.338 2.122 7.695 32.706 129.106 56.326 500 1.892 56.826 1.892 89.532 130.998 1.906 1.906 91.438 130.998
b) Movimentação
Saldo em 31 de Dezembro de 2011 Atualização monetária e juros Constituição Pagamentos Baixas Depósitos judiciais resgatados/(efetuados) Saldo em 31 de Dezembro de 2012
Tributário 30.775 2.271 8.865 (3.592) 3.018 41.337
Controladora Trabalhista Cível 33.510 11.482 2.995 1.462 5.468 1.025 (2.323) (9) (7.478) (593) (2.487) 752 29.685 14.119
Total 75.767 6.728 15.358 (2.332) (11.663) 1.283 85.141
Saldo em 31 de Dezembro de 2011 Atualização monetária e juros Constituição Pagamentos Baixas Depósitos judiciais resgatados/(efetuados) Saldo em 31 de Dezembro de 2012
Tributário 30.775 2.271 8.865 (3.592) 3.018 41.337
Consolidado Trabalhista Cível 33.510 11.482 2.995 1.462 5.468 1.025 (2.323) (9) (7.478) (593) (2.487) 1.723 29.685 15.090
Total 75.767 6.728 15.358 (2.332) (11.663) 2.254 86.112
(c) Programa de Pagamento ou Parcelamento de Tributos Federais - Lei 11.941/09 A Itautec e suas controladas nacionais aderiram ao Programa de Pagamento ou Parcelamento de Tributos Federais, instituído pela Lei 11.941/09. O programa incluiu débitos administrados pela Receita Federal do Brasil e pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, vencidos até 30 de novembro de 2008. A adesão ao programa possibilitou a utilização de prejuízos fiscais de imposto de renda e bases negativas de contribuição social no valor total de R$30.186. O efeito líquido no resultado do exercício de 2009 correspondeu a uma despesa de R$6.376, registrada em dezembro de 2009. Como consequência da adesão ao REFIS, a Companhia optou pelo parcelamento e pagamento á vista, bem como desistiu das ações judiciais em curso, conforme determina o programa, como também renunciou a qualquer alegação de direito sobre o qual se fundavam as referidas ações, sob pena de imediata exclusão do programa e, consequentemente, perda dos benefícios anteriormente mencionados. Em 3 de fevereiro de 2011 a Receita Federal do Brasil editou portaria conjunta PGFN/RFB Nº2/2011, divulgando as regras para consolidação dos débitos. Em 30 de junho de 2011, a Companhia formalizou a consolidação no sistema da Receita Federal optando pelo pagamento dos débitos em 180 parcelas mensais. Atualmente, aguarda a convalidação de sua opção. (d) Processos Trabalhistas Os processos trabalhistas, judiciais e administrativos que impliquem em riscos para a Companhia são provisionados com base na pretensão formulada pelo reclamante e segundo a avaliação do Jurídico das provas, documentos e informações transmitidas pela área de recursos humanos e pela área na qual o reclamante estava lotado. A cada decisão proferida no processo (sentença ou acórdão) os valores contingenciados são revistos periodicamente com a finalidade de tornar a provisão o mais próximo possível do risco efetivo de desembolso por parte da Companhia. A provisão é atualizada mensalmente pela variação da Taxa Referencial de Juros (“TR”) cheia do mês, acrescida de 1% de juros. (e) Processos Tributários O principal valor contabilizado refere-se a autos de infração lavrados pela Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, relativos a créditos de ICMS (Portaria CAT 92) supostamente indevidos nas entradas de partes e peças defeituosas para conserto, proveniente de substituições efetuadas em equipamentos na atividade de assistência técnica. Em face da ausência de uniformidade de entendimento da fiscalização estadual nas autuações realizadas, bem como da ausência de precedente no julgamento da matéria, a Companhia, apoiada por seus assessores jurídicos, entende que é provável alguma perda em relação ao período autuado, bem como do período sujeito a lançamento, e assim efetuou provisão em montante considerado adequado. (f) Passivos Contingentes não provisionados A Companhia e suas controladas possuem processos de natureza cível e tributária, os quais foram classificados, pela Administração e seus assessores jurídicos externos, com risco de perda possível. Em 31 de dezembro de 2012, esses processos totalizavam R$111 para causas cíveis e R$164.975 para causas tributárias (R$104 e R$56.910 em 31 de dezembro de 2011, respectivamente). Os principais processos em discussão são: (i) CIDE Trata-se de auto de infração lavrado para cobrança da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico CIDE sobre remessas de valores ao exterior, realizadas em 2001 e 2002, a título de pagamento de licença para distribuição e comercialização de “software de prateleira” fabricados pela Microsoft. Atualmente, defendese a tese no Judiciário, por meio de Ação Anulatória de que os pagamentos realizados à Microsoft não se enquadram nas hipóteses de incidência da CIDE, já que não importam em transferência de tecnologia, motivo pelo qual a Companhia, apoiada por seus assessores jurídicos, entende que o risco da discussão é possível e não se sujeita a provisão contábil. (ii) Multa - PIS e COFINS Trata-se de auto de infração lavrado para cobrança de multas regulamentares do período de 2007, em razão da fiscalização ter desconsiderado as informações relativas ao PIS e COFINS, apresentadas em arquivos magnéticos, que supostamente não cumpriram as especificações contidas na Instrução Normativa nº 86/2001. A Companhia, apoiada por seus assessores jurídicos entende que o risco da discussão é possível e, portanto, não sujeita a provisão contábil. (iii) PIS e COFINS 2006 - Crédito de Períodos Anteriores Tratam-se de autos de infração lavrados para cobrança de PIS e COFINS, em razão da glosa de créditos apurados no 4º trimestre de 2006. Por se tratarem de créditos efetivos, gerados ao longo de todo o período de 2006, porém somente registrados no 4º trimestre de 2006. A Companhia, apoiada por seus assessores jurídicos entende que se trata de mero erro formal, não sujeitos, portanto, a provisão contábil. (iv) PIS e COFINS 2007 e 2008 - Glosa de Créditos Trata-se de auto de infração lavrado para cobrança de PIS e COFINS em razão da glosa de parte dos créditos da Companhia referentes ao ano de 2007 e ao primeiro trimestre de 2008. A lavratura do auto se deu porque a fiscalização restringiu o direito ao crédito de certos insumos relacionados a estas contribuições.
A Companhia, apoiada por seus assessores jurídicos, apresentou defesa estimando como possível o risco de perda, não sujeitos, portanto, a provisão contábil. (v) IPI, Imposto de Importação, PIS e COFINS no regime de Drawback Tratam-se de quatro autos de infração lavrados para cobrança de IPI, Imposto de Importação, PIS e COFINS, em decorrência do descumprimento da vinculação dos atos concessórios de drawback e registros de exportação no Siscomex. A Companhia, apoiada por seus assessores jurídicos, defende que apesar de não ter cumprido com as formalidades previstas para o regime de drawback, os bens que foram importados sob amparo do regime e que tiveram os tributos suspensos foram efetivamente aplicados na fabricação dos produtos exportados dentro do prazo de vigência dos atos concessórios. (vi) IRRF, CSLL, PIS e COFINS - Compensação Trata-se de pedido administrativo de compensação não homologado relativo aos períodos de 2002 a 2005, realizado com crédito oriundo de saldo negativo de IRPJ do ano de 2002. A origem do crédito é (i) imposto de renda retido nos Estados Unidos (prestação de serviço para a Microsoft) no qual a fiscalização alega que a receita de serviços não foi oferecida à tributação, bem como que o limite de utilização não foi observado pela Companhia. Defende-se que a receita foi oferecida à tributação, tendo sido apresentados os comprovantes de retenção; (ii) PIS e COFINS retidos por órgãos públicos, informados equivocadamente na DCOMP como IRPJ. A Companhia defende tratar-se de mero erro formal e que, portanto, deve prevalecer a verdade material. (vii) Compensações não homologadas com crédito de FINSOCIAL Tratam-se de processos de execução fiscal advindos da não homologação das compensações realizadas com crédito de FINSOCIAL reconhecido judicialmente. A Companhia, apoiada por seus assessores jurídicos e com base na atual jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, defende que, à época da propositura das execuções fiscais, os débitos compensados estavam com sua exigibilidade suspensa em razão da defesa administrativa apresentada no processo de restituição/ compensação. (g) Ativos Contingentes (i) Taxa Cacex Trata-se de crédito pleiteado em ação declaratória cumulada com repetição de indébito, visando a declaração da inconstitucionalidade das Leis 2.145/52 e 7.690/88, que criaram a taxa de licenciamento de importação (Taxa Cacex) recolhida para emissão de guia de importação correspondente a 1,8% do documento de importação no período de janeiro de 1989 a dezembro de 1991. A decisão favorável transitou em julgado em 21 de novembro de 2007. Atualmente, na execução da decisão, aguarda-se a correção do cálculo elaborado pela contadoria judicial que deixou de incluir a taxa Selic, já definida na decisão judicial transitada em julgado. Após, os autos serão remetidos para sentença e posterior pedido de desistência da execução judicial com vistas à compensação administrativa do crédito com outros tributos administrados pela Receita Federal do Brasil. NOTA 21 - OUTRAS PROVISÕES E CONTAS A PAGAR Controladora/Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 Provisão para mitigação de riscos ambientais
3.480
Bônus de longo prazo
2.534
5.786 2.016
Outras provisões
2.616
2.400
8.630
10.202
NOTA 22 - PATRIMÔNIO LÍQUIDO (a) Capital social O capital social subscrito e integralizado em 31 de dezembro de 2012 é de R$280.000 representado por 11.651.126 ações ordinárias escriturais, sem valor nominal. De acordo com o Estatuto Social da Companhia, o capital social poderá ser aumentado até o limite do capital autorizado, independente de reforma estatutária, pela emissão de até 60.000.000 de ações, sendo 20.000.000 em ações ordinárias e 40.000.000 em ações preferenciais. Em 27 de abril de 2011, por meio da Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária foi aprovado o aumento do capital social subscrito, para R$280.000, sem emissões de novas ações mediante capitalização de R$30.000 consignados em Reserva de Lucro/Reserva Especial no balanço de 31 de dezembro de 2010, sendo R$17.685 de lucros apurados em 2005 e R$12.315 em 2006. (b) Reserva legal É constituída mediante a apropriação de 5% do lucro líquido apurado no fim de cada exercício, até atingir os limites fixados pela legislação societária. (c) Dividendos propostos e juros sobre capital próprio Aos acionistas é assegurado dividendo mínimo obrigatório, equivalente a 25% do lucro líquido do exercício, ajustado pela constituição da reserva legal, conforme preconizado pela legislação societária. (d) Reserva Especial (Estatutária) O saldo remanescente do lucro líquido do exercício é destinado à reserva especial até o limite de 80% do capital social; a destinação da parcela que excede a este limite é deliberada em Assembleia dos Acionistas. As reservas especiais, dentro de reservas de lucros, segundo o Estatuto, têm por objetivo possibilitar a formação de recursos com as seguintes finalidades: i) Exercício do direito preferencial de subscrição em aumento de capital das empresas participadas; ii) Futuras incorporações desses recursos ao capital social; iii) Pagamento de dividendos intermediários. Controladora/Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 Incentivos Fiscais
316
316
Opções Outorgadas Reconhecidas
21.751
37.155
Reservas de Capital
22.067
37.471
Reserva Legal
24.773
24.740
217.284
201.408
242.057
226.148
Reserva Especial Reservas de Lucros
NOTA 23 - LUCRO POR AÇÃO (a) Básico O lucro básico por ação é calculado mediante a divisão do lucro atribuível aos acionistas da Companhia, pela quantidade média ponderada de ações ordinárias emitidas durante o período. 31/12/2012 31/12/2011 Lucro atribuível aos acionistas da Companhia Quantidade média ponderada de ações ordinárias (milhares)
662
43.588
11.651
11.651
Lucro básico por ação 0,06 3,74 (b) Diluído O lucro diluído por ação é calculado mediante o ajuste da quantidade média ponderada de ações ordinárias em circulação, para presumir a conversão de todas as ações ordinárias potenciais diluídas. 31/12/2012 31/12/2011 Lucro atribuível aos acionistas da Companhia Quantidade média ponderada de ações ajustadas (milhares)
662
43.588
12.131
12.358
Lucro diluído por ação 0,05 3,54 Na apuração da quantidade média ponderada de ações foram adicionadas 479 mil ações em 2012 e 648 mil ações em 2011 decorrente das opções de ações em aberto em cada data base (Nota 30).
NOTA 24 - PARTES RELACIONADAS (a) Operações com empresas controladas Ativo 31/12/2012 Circulante Não Circulante Controladora Itautec S.A. Controladas Itautec.com Itautec América Itautec Argentina Itautec Espanha Itautec Locação Itautec México Itautec Paraguai Itautec Participações Itautec Portugal Biologica Total Controladas Total eliminado no Consolidado
Passivo 31/12/2011 Circulante Não Circulante
Circulante
31/12/2012 Não Circulante
Resultado 31/12/2011 Circulante Não Circulante
31/12/2012 Vendas Compras
Vendas
31/12/2011 Compras
19.354
22.257
14.254
21.030
654
104
547
-
30.910
5.589
43.974
317
1 1 652 654 20.008
104 104 22.361
7 540 547 14.801
21.030
2.339 21 54 472 2.028 10.710 1.623 8 2.099 19.354 20.008
14.170 7.386 5 696 22.257 22.361
698 28 171 216 1.617 5.862 875 3 4.784 14.254 14.801
13.260 5.339 2.405 26 21.030 21.030
305 5.284 5.589 36.499
5.676 31 104 735 5.072 17.877 542 873 30.910 36.499
240 77 317 44.291
8.218 63 186 214 7.722 20.190 987 6.394 43.974 44.291
As transações entre partes relacionadas substancialmente representadas por compras e vendas de produtos, foram realizadas a preços e condições usuais de mercado. Não há provisão para crédito de liquidação duvidosa, bem como baixa de títulos incobráveis. A Companhia mantém operações de mútuo com as suas controladas com a finalidade de capital de giro sem prazo definido para encerramento. Nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 31 de dezembro de 2011 não houve cobrança de encargos sobre os saldos, sendo os mesmos eliminados no processo de consolidação. (b) Outras partes relacionadas NOTA 27 - OUTROS GANHOS (PERDAS), LÍQUIDO As operações com partes relacionadas, do Grupo Itaúsa - Investimentos Itaú S.A., substancialmente de vendas de equipamentos e prestação de serviços, não eliminadas no processo de consolidação, estão assim representadas: Controladora Consolidado Ativos Receitas 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Consolidado Consolidado Ganhos líquidos com precatórios 65.099 65.099 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Plano de previdência privada 3.773 2.805 3.773 2.805 Outras 3.279 4.841 3.528 4.063 Aplicações Financeiras Resultado na alienação / baixa de imobilizado 495 17.008 780 17.137 Itaú Unibanco S.A. 88.146 111.936 4.180 2.411 Despesas com contingências (198) 2.948 (1.673) 2.956 88.146 111.936 4.180 2.411 Resultado na venda de investimento (2.490) (2.490) Vendas e Serviços Remuneração da Administração / encargos (10.192) (16.129) (10.628) (16.129) Itaú Unibanco S.A. 17.091 9.210 487.146 523.815 59.766 11.473 58.389 10.832 Itaú Seguros S.A. 51 4.791 369 Banco Itauleasing S.A. 536 86 1.405 12.745 NOTA 28 - RECEITAS E DESPESAS FINANCEIRAS Banco Itaú - BBA 525 798 9.668 5.235 As receitas e despesas financeiras incorridas nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 31 de 18.203 10.094 503.010 542.164 dezembro de 2011 foram como segue: Controladora Consolidado As aplicações financeiras no Itaú Unibanco S.A. são efetuadas nas condições normais do mercado financeiro dentro dos limites estabelecidos pela Administração da Companhia. Os rendimentos das aplicações financeiras 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 estão reconhecidos no resultado do exercício. Receita financeira: Não há provisão para crédito de liquidação duvidosa, bem como baixa de títulos incobráveis. Receitas de aplicações financeiras 24.549 36.095 26.778 38.825 A Companhia possui garantias prestadas pela Itaúsa - Investimentos Itaú S.A. representadas por operações de aval garantidores dos empréstimos e financiamentos no montante de R$131.205 em 31 de dezembro de 2012 Variações monetárias ativas 2.605 6.316 7.241 14.656 (R$163.941 em 31 de dezembro de 2011). Outras receitas financeiras 1.780 3.112 5.508 6.770 A Companhia possui em 31 de dezembro de 2012 dívidas com pessoas ligadas correspondente a parcelas remanescentes da aquisição do investimento Biologica, corrigidas por índice equivalente a 100% do CDI desde a data Juros provisionados e recebidos 763 1.588 795 1.627 de fechamento do contrato até sua liberação no montante de R$190 no curto prazo e R$210 no longo prazo. Descontos obtidos 227 412 228 413 (c) Remuneração da Administração 29.924 47.523 40.550 62.291 A remuneração paga ou a pagar aos executivos da Administração da Companhia em 31 de dezembro de 2012 é de R$8.550 como honorários e de R$6.234 como participações (R$8.864 e R$4.685 em 31 de dezembro de Despesa financeira: 2011, respectivamente). Variações monetárias passivas (23.368) (25.569) (26.714) (32.495) O montante líquido contabilizado em 31 de dezembro de 2012 correspondente às participações da Administração é de R$3.043. Este valor inclui a reversão de parte da provisão constituída no exercício anterior, em função Juros pagos ou incorridos (8.537) (9.922) (8.598) (10.121) da apuração final das metas estabelecidas aos executivos. Outras despesas financeiras (821) (401) (1.183) (747) NOTA 25 - RECEITA LÍQUIDA DE VENDAS Comissões e despesas bancárias (34) (304) (261) (490) (a) Reconciliação Descontos concedidos (25) (2) (25) (2) A reconciliação entre a Receita Líquida e a Receita Bruta de Vendas e Serviços, está apresentada como segue: (32.785) (36.198) (36.781) (43.855) Controladora Consolidado Resultado financeiro (2.861) 11.325 3.769 18.436 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Receita Bruta de Vendas e Serviços 1.718.190 1.699.735 1.754.758 1.726.583 NOTA 29 - IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL Impostos e Contribuições sobre Vendas e Serviços (208.620) (178.784) (209.420) (184.291) Reconciliação da Despesa do Imposto de Renda e da Contribuição Social Receita Líquida de Vendas e Serviços 1.509.570 1.520.951 1.545.338 1.542.292 Os valores de imposto de renda e contribuição social referentes aos exercícios de 31 de dezembro de 2012 e 31 de dezembro de 2011, demonstrados no resultado, apresentam a seguinte reconciliação em seus valores (b) Receita líquida por categoria às alíquotas nominais: Controladora Consolidado Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Vendas e revendas de produtos 1.079.036 1.089.709 1.077.032 1.081.476 Lucro (prejuízo) contábil antes do imposto Prestação de Serviços 430.440 430.659 468.212 460.233 de renda e da contribuição social (6.621) 47.704 (2.737) 50.668 Licença de uso 94 583 94 583 Expectativa de despesa (receita) de imposto Receita líquida por categoria 1.509.570 1.520.951 1.545.338 1.542.292 de renda e contribuição social a alíquotas NOTA 26 - DESPESAS POR NATUREZA nominais (34%) 2.251 (16.219) 931 (17.227) Ajustes para obtenção da alíquota efetiva: Controladora Resultado de equivalência patrimonial 1.261 23 Industrial Vendas Administrativas Pesquisa e Desenvolvimento Total Pesquisa & Desenvolvimento 7.597 14.065 7.597 14.065 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Regime Tributário de Transição - RTT Custos de produção (876.519) (794.763) (876.519) (794.763) ajustes Lei nº 11.638/07 (3.438) (2.724) Despesas com pessoal (214.149) (212.533) (41.982) (34.094) (22.049) (32.143) (31.127) (31.567) (309.307) (310.337) Participações estatutários (662) (662) Encargos com INSS e FGTS (62.212) (61.206) (9.114) (11.595) (7.904) (8.404) (9.577) (9.915) (88.807) (91.120) Outros 274 (982) (881) (2.605) Despesas de transporte (12.045) (15.722) (14.129) (11.961) (96) (109) (26.379) (27.683) Compensação de prejuízo fiscal (1.003) (23) (1.313) Custos de publicidade (3) (29.447) (31.679) (29.450) (31.679) Benefício (despesa) com imposto de renda Atividades terceirizadas (63.410) (47.097) (4.068) (4.032) (14.741) (17.237) (1.783) (1.386) (84.002) (69.752) e contribuição social total 7.283 (4.116) 4.238 (7.080) Outras despesas (112.697) (119.145) (15.344) (12.642) (15.544) (13.074) (18.756) (25.919) (162.341) (170.780) Imposto de renda e contribuição (1.341.035) (1.250.466) (114.084) (106.003) (60.334) (70.858) (61.352) (68.787) (1.576.805) (1.496.114) social - correntes (6.032) (3.003) (9.052) Imposto de renda e contribuição Consolidado social - diferidos 7.283 1.916 7.241 1.972 Industrial Vendas Administrativas Pesquisa e Desenvolvimento Total Processo Produtivo Básico - PPB 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 As empresas de desenvolvimento ou produção de bens e serviços de informática e automação que investirem em atividades de pesquisa e desenvolvimento em tecnologia da informação, de acordo com Processo Custos de produção (861.797) (778.686) (861.797) (778.686) Produtivo Básico - PPB, definido em portaria interministerial, condicionados à apresentação de proposta de Despesas com pessoal (219.894) (218.604) (46.243) (37.997) (24.102) (33.870) (31.923) (31.907) (322.162) (322.378) projeto ao Ministério da Ciência e Tecnologia, fazem jus aos benefícios fiscais previstos na Lei nº 8.248, de 23 Encargos com INSS e FGTS (62.329) (61.234) (9.213) (11.655) (8.178) (8.432) (9.646) (9.915) (89.366) (91.236) de outubro de 1991 e alterações posteriores. Despesas de transporte (12.427) (15.909) (14.432) (12.222) (125) (109) (27.093) (28.131) As empresas deverão investir, anualmente, em atividades de pesquisa e desenvolvimento em tecnologia Custos de publicidade (3) (29.603) (31.965) (29.606) (31.965) da informação a serem realizadas no País um percentual de seu faturamento bruto no mercado interno, Atividades terceirizadas (74.486) (56.603) (4.279) (4.677) (16.577) (18.150) (3.208) (1.391) (98.550) (80.821) decorrente da comercialização de bens e serviços de informática, deduzidos os tributos correspondentes a Outras despesas (122.241) (130.521) (20.620) (15.260) (20.125) (16.111) (18.827) (25.975) (181.813) (187.867) tais comercializações, bem como o valor das aquisições de produtos incentivados na forma da Lei, conforme (1.353.177) (1.261.557) (124.390) (113.776) (69.107) (76.563) (63.713) (69.188) (1.610.387) (1.521.084) projeto elaborado pelas próprias empresas. Atualmente o percentual a ser investido é de até 4%. (Continua)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
22 -.ECONOMIA/LEGAIS
sexta-feira, 8 de março de 2013
ITAUTEC S.A. - GRUPO ITAUTEC UMA EMPRESA COM AÇÕES EM PODER DO PÚBLICO
CNPJ nº 54.526.082/0001-31 Companhia Aberta www.itautec.com.br
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) (Continuação) NOTA 30 - PLANO DE OPÇÕES DE AÇÕES A Companhia, até o ano de 2006, possuía Plano para Outorga de Opções de Ações conforme previsto no Estatuto Social com objetivo de integrar seus executivos no processo de desenvolvimento da Companhia a médio e longo prazo, facultando participarem das valorizações que seu trabalho e dedicação trariam para as ações representativas do capital da Companhia. Esse plano era administrado pelo Comitê de Opções (“Comitê”) e as opções outorgadas eram aprovadas pelo Conselho de Administração. Os participantes do plano eram selecionados a exclusivo critério do Comitê dentre os executivos da Companhia. O preço de exercício fixado na outorga da opção tinha como base a cotação média dos preços das ações da Companhia nos pregões da BM&FBOVESPA, compreendendo o período de no mínimo 1 (um) e no máximo 12 (doze) meses anteriores à data de emissão das opções. A critério do Comitê, era facultado, ainda, um ajuste no preço médio de até 50% para mais ou para menos. As premissas utilizadas no valor justo das opções, com base no modelo “Binomial”, foram as seguintes: PREMISSAS Data da outorga Plano 2003 Plano 2004 Plano 2006 Quantidade de ações outorgadas (i) (ii) Preço da ação na data da outorga (em reais - R$) (ii) Preço de exercício (em reais - R$) (ii) Valor justo da opção (em reais - R$) (ii) Prazo de carência Prazo limite para exercício Volatilidade Dividendos (dividend yield) Taxa de retorno livre de risco
160.827 40,50 21,45 34,94 30/06/04 31/12/13 81,0% 2,9% 48,2%
125.998 44,70 23,55 38,52 30/06/05 31/12/14 64,0% 1,5% 24,9%
191.666 45,60 36,45 32,88 30/06/07 31/12/16 65,0% 2,7% 13,7%
(i) Descontados os cancelamentos. (ii) Considera grupamento, na proporção de 15 ações para cada um, realizado em Outubro de 2006. A volatilidade compreende o período dos últimos 3 anos até a data da outorga de cada plano. Nenhuma opção de compra de ações foi exercida até o momento e não houve movimentação na quantidade de ações dos planos descritos acima no período apresentado. Em setembro de 2012 foi reclassificado o montante de R$15.404 da reserva de capital para reserva de lucros decorrente do prazo de exercício das opções terem expirado. O montante registrado como reserva de capital no patrimônio líquido é de R$21.751 (Nota 22). Em 31 de dezembro de 2012 o preço de mercado das ações eram de R$35,01 (R$28,00 em 31 de dezembro de 2011) por ação. NOTA 31 - PLANO DE PREVIDÊNCIA PRIVADA A Companhia e suas controladas no Brasil fazem parte do grupo de patrocinadoras da Fundação Itaúsa Industrial (Fundação), entidade sem fins lucrativos, que tem como finalidade administrar planos privados de concessão de benefícios de pecúlios ou de renda complementares ou assemelhados aos da Previdência Social. A Fundação administra um Plano de Contribuição Definida (“Plano CD”) e um Plano de Benefício Definido (“Plano BD”). (a) Plano de contribuição definida - Plano CD Este plano é oferecido a todos os colaboradores da Companhia e suas controladas no Brasil, e contava em 31 de dezembro 2012 com 3.824 participantes (4.082 em 31 de dezembro de 2011). No Plano CD - PAI (Plano de Aposentadoria Individual) não há risco atuarial e o risco dos investimentos é dos participantes (Nota 2.17a). Fundo programa previdencial As contribuições das patrocinadoras que permaneceram no plano em decorrência dos participantes terem optado pelo resgate ou pela aposentadoria antecipada, formaram o fundo programa previdencial, que de acordo com regulamento do plano, vem sendo utilizado para compensação das contribuições das patrocinadoras. O valor presente das contribuições normais futuras, calculado pelo método de crédito unitário projetado, foi reconhecido nas demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012. O montante registrado no balanço patrimonial na rubrica Créditos com plano de previdência é de R$71.692. Foram reconhecidos no resultado na rubrica “Outros ganhos (perdas), líquidos” o montante de R$3.773 e R$2.805 em 31 de dezembro de 2012 e 2011 respectivamente.
(b) Plano de Benefício Definido - Plano BD É um Plano que tem como finalidade básica a concessão de benefícios que, sob a forma de renda mensal vitalícia, se destina a complementar, nos termos de seu regulamento, os proventos pagos pela Previdência Social. Este plano encontra-se em extinção, assim considerado por vedar o acesso de novos participantes. O plano abrange os seguintes benefícios: a complementação de aposentadoria, por tempo de contribuição, especial, por idade, invalidez, renda mensal vitalícia, prêmio por aposentadoria, pecúlio por morte. A Towers Watson, atuário independente, calculou para a Fundação Itaúsa Industrial, os valores a serem reconhecidos nas demonstrações financeiras. (i) Conciliação dos ativos/(passivos) a serem reconhecidos no balanço: 31/12/2012 31/12/2011 Valor presente das obrigações atuariais (61.717) (54.099) Valor justo dos ativos 124.455 101.578 Ativo calculado 62.738 47.479 Restrição do Ativo devido ao limite (62.738) (47.479) Em função de que a utilização e/ou realização do superávit depende da ocorrência ou não ocorrência de um ou mais eventos futuros incertos não totalmente dentro do seu controle, a Companhia não reconheceu o ativo. (ii) Premissas atuariais Plano de Aposentadoria 31/12/2012 31/12/2011 Taxa de desconto 8,16% a.a. 9,52% a.a. Taxa de retorno esperado dos ativos 10,37% a.a. (*) 10,37% a.a. (*) Crescimento salariais futuros 7,12% a.a. 7,43% a.a. Crescimento dos benefícios 4,00% a.a. 4,30% a.a. Inflação 4,00% a.a. 4,30% a.a. Fator de Capacidade - Salários 100% 100% - Benefícios 100% 100% (*) Para o Plano PAI CD, a taxa de retorno esperado dos ativos é de 8,95% a.a. Hipóteses Demográficas
31/12/2012
31/12/2011
Tábua de Mortalidade Tábua de Mortalidade de Inválidos Tábua de Entrada em Invalidez Tábua de Rotatividade
AT-2000 RRB-1983 RRB-1944 modificada Nula
AT-2000 RRB-1983 RRB-1944 modificada Nula
Idade de Aposentadoria
Primeira idade com direito a um dos benefícios
Primeira idade com direito a um dos benefícios
% de participantes ativos casados na data da aposentadoria
95%
95%
Diferença de idade entre participante e cônjuge
Esposas são 4 anos mais jovens que maridos
Esposas são 4 anos mais jovens que maridos
NOTA 32 - OUTRAS GARANTIAS PRESTADAS Em 31 de dezembro de 2012, a Companhia presta aval em contratos de locação para as subsidiárias Itautec América, Itautec Argentina e Itautec Espanha, sendo que na Itautec Espanha é leasing bancário. Adicionalmente, em 31 de dezembro de 2012, a Companhia não possui nenhuma espécie de garantia a terceiros. NOTA 33 - SEGUROS O Grupo com apoio de consultores de seguros, busca estabelecer coberturas compatíveis com seu porte e suas operações. Em 31 de dezembro de 2012 a Companhia mantém os seguintes contratos para as coberturas de seguros: Modalidade Abrangência Importância segurada Patrimonial Quaisquer danos materias a: estoques, ativo imobilizado (exceto veículos). 433.505 Responsabilidade Civil Processos ou procedimentos administrativos, arbitrais de Administradores e/ou judiciais decorrente de perdas e danos impostos ao administrador 107.300 Veículos Cobertura de incêndio, roubo e colisão para 50 veiculos. 100% Tabela Fipe
CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO PRESIDENTE Ricardo Egydio Setubal
VICE-PRESIDENTE Alfredo Egydio Arruda Villela Filho
NOTA 34 - INFORMAÇÕES POR SEGMENTO DE NEGÓCIOS A Administração definiu os segmentos operacionais do Grupo, com base nos relatórios utilizados para a tomada de decisões estratégicas, revisados pela diretoria executiva. A diretoria realiza sua análise da operação baseada em três segmentos de negócios relevantes: (I) Soluções de Automação, (II) Soluções de Computação e (III) Serviços Tecnológicos. O segmento de Soluções de Automação abrange a comercialização de produtos de automação bancária, automação comercial e softwares no Brasil e as operações das subsidiárias localizadas na Argentina, Espanha, Estados Unidos, México, Paraguai e Portugal. O segmento de Soluções de Computação produz e comercializa microcomputadores (desktops, notebooks, netbooks, tablets e servidores). O segmento de Serviços Tecnológicos oferece soluções em assistência técnica, infraestrutura e instalações. Atualmente não há alocação por segmentos para o total de despesas operacionais, resultado financeiro e imposto de renda e contribuição social, sendo então apresentadas na coluna Holding. Os segmentos apresentados nas demonstrações financeiras consolidadas são unidades de negócio estratégicas que oferecem produtos e serviços distintos. As informações por segmento de negócio correspondente ao exercício de 31 de dezembro de 2012 são as seguintes: Soluções de Soluções de Serviços Automação Computação Tecnológicos Holding Consolidado Receita líquida de vendas e serviços 403.971 700.477 440.890 1.545.338 Custo dos produtos vendidos e serviços prestados (1.353.177) (1.353.177) Lucro bruto (1.353.177) 192.161 Despesas com vendas (124.390) (124.390) Despesas gerais e administrativas (69.107) (69.107) Despesas com pesquisa e desenvolvimento (63.713) (63.713) Participação nos lucros de coligada 154 154 Outros ganhos (perdas), líquidos 58.389 58.389 Prejuízo operacional (1.551.844) (6.506) Resultado financeiro 3.769 3.769 Prejuízo antes do imposto de renda e contribuição social (1.548.075) (2.737) Imposto de renda e contribuição social 4.237 4.237 Lucro líquido do exercício (1.543.838) 1.500 Atribuível a: Acionistas da Companhia 662 Participação dos não Controladores 835 1.500 Os critérios de mensuração utilizados para a divulgação das informações por segmento estão alinhados com os utilizados na elaboração das demonstrações financeiras. NOTA 35 - EVENTO SUBSEQUENTE Em 28 de janeiro de 2013, foi publicado no Diário Oficial da União, a Portaria nº36, de 25 de janeiro de 2013, da Superintendência Nacional de Previdência Complementar - PREVIC, que aprovou a revisão do Plano de Benefício Definido - Plano BD, o equacionamento do superávit e restabelecimento do equilíbrio técnico do plano, mediante reversão à Patrocinadora de reserva especial. A Administração da Companhia estima o recebimento do montante de R$31.931 (R$21.074 líquido de tributos), em 36 parcelas mensais, remuneradas pelo retorno dos investimentos do Plano BD, de acordo com o estabelecido na Resolução CGPC nº 26, de 29 de setembro de 2008 a ser recebido da Fundação Itaúsa Industrial com reconhecimento no resultado da Itautec no primeiro trimestre de 2013.
DIRETORIA
CONSELHEIROS Mário Anseloni Neto Olavo Egydio Setubal Júnior Reinaldo Rubbi
Renato Roberto Cuoco Rodolfo Villela Marino
PRESIDENTE Mário Anseloni Neto*
VICE-PRESIDENTES Cláudio Vita Filho José Roberto Ferraz de Campos Ricardo Horácio Bloj (*) Diretor de Relações com Investidores
Silvio Roberto Direito Passos Wilton Ruas da Silva
DIRETOR Guilherme Tadeu Pereira Júnior
CONTADORA Sandra Oliveira Ramos Medeiros CRC 1SP 220957/O-9
RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA E DE GESTÃO DE RISCOS O Comitê de Auditoria e de Gestão de Riscos da Itautec S.A. (Comitê de Auditoria) foi criado em setembro de 2010 e, de acordo com o estabelecido em seu Regimento Interno, é responsável por supervisionar os processos de controles internos e de gerenciamento de riscos da Companhia e de suas controladas, supervisionar os trabalhos desenvolvidos pelas auditorias interna e externa e avaliar a qualidade e a integridade das demonstrações contábeis. RESPONSABILIDADES A Administração da Itautec S.A. é responsável pela elaboração, apresentação e integridade das demonstrações contábeis, assim como pela implementação e manutenção de sistema de controles internos e de gerenciamento de riscos adequados ao volume e complexidade das operações da Companhia, observando estritamente a legislação societária brasileira. A Auditoria Interna tem como atribuições aferir a qualidade dos sistemas de controles internos e de gerenciamento de riscos da Itautec S.A. e o cumprimento das políticas e dos procedimentos definidos pela Administração, inclusive aqueles adotados na elaboração dos relatórios financeiros. A Baker Tilly Brasil Auditores Independentes S/S é responsável por examinar as demonstrações contábeis com vistas a emitir opinião sobre a aderência das mesmas aos padrões e princípios contábeis previstos na legislação societária brasileira.
O Comitê de Auditoria baseia seu julgamento e forma suas opiniões considerando as informações recebidas da Administração, o resultado dos trabalhos realizados pela Auditoria Interna e as informações que lhe são trazidas pela Auditoria Externa. ATIVIDADES DO COMITÊ DE AUDITORIA Durante o ano de 2012 o Comitê de Auditoria reuniu-se mensalmente e dedicou-se a: • aprovar o programa de trabalho da auditoria interna, supervisionando sua atuação e os resultados dos trabalhos desenvolvidos; • discutir programa de trabalho da auditoria externa para o ano de 2012; • tomar conhecimento e discutir o relatório de controles internos emitido pela empresa que audita as demonstrações contábeis da companhia; • examinar as informações trimestrais já auditadas e as demonstrações contábeis de 31/12/2012; • analisar o conteúdo do Formulário de Referência, antes de seu arquivamento junto ao órgão regulador; • analisar e aprovar a Política de Controles Internos; • reunir-se com diversos diretores da companhia para tomar conhecimento e discutir aspectos de controles internos e gerenciamento de riscos de cada uma das áreas; • reunir-se com o diretor jurídico da companhia para discutir o assunto “Contingências” à luz da regulação brasileira;
• reunir-se com alguns diretores da companhia, com foco nos riscos inerentes das atividades das áreas e nos controles internos existentes para mitigá-los; • prestar contas de sua atuação ao Conselho de Administração da companhia; • fazer a avaliação das auditorias interna e externa e a auto-avaliação do próprio Comitê de Auditoria. CONCLUSÃO O Comitê de Auditoria e de Gestão de Riscos, com base nas informações recebidas e nas atividades desenvolvidas no período, ponderadas devidamente suas responsabilidades e as limitações decorrentes do escopo de sua atuação, entende que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas em 31/12/2012 foram elaboradas em conformidade, respectivamente, com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e recomenda sua aprovação pelo Conselho de Administração. São Paulo, 21 de fevereiro de 2013. Comitê de Auditoria e de Gestão de Riscos Tereza Cristina Grossi Togni Coordenadora
Renato Roberto Cuoco Ricardo Egydio Setubal
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADAS Aos Administradores e Acionistas Itautec S.A. São Paulo - SP Examinamos as demonstrações financeiras individuais da Itautec S.A. (a “Companhia” ou “Controladora”) que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas. Examinamos também as demonstrações financeiras consolidadas da Itautec S.A. e suas controladas (“Consolidado”) que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e dessas demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou por erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelo auditor e que a auditoria seja planejada e
executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou por erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações financeiras individuais Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Itautec S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Itautec S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2012, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as práticas contábeis adotadas no Brasil.
Ênfase Conforme descrito na Nota 2.1, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Itautec S.A., essas práticas diferem das IFRS, aplicável às demonstrações financeiras consolidadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, que, para fins de IFRS seriam mensurados ao custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto. Outros assuntos Demonstrações do valor adicionado Examinamos também, as demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, preparadas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anterior As demonstrações financeiras individuais e consolidadas referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, apresentadas para fins de comparação, foram examinadas por outros auditores independentes que emitiram relatório datado de 15 de fevereiro de 2012, sem ressalvas. São Paulo, 21 de fevereiro de 2013.
BAKER TILLY BRASIL AUDITORES INDEPENDENTES S/S CRC-2SP016754/O-1
Ricardo Julio Rodil Contador - CRC-1SP111.444/O-1
e Governo pode cortar PIS/Cofins do etanol O problema está resolvido. Só falta a data do anúncio e a definição do valor total. Luiz Custódio Cotta Martins, coordenador do Fórum Nacional Sucroenergético
conomia
Proposta discutida com setor produtivo visa baixar preço do combustível ao consumidor e diminuir impacto da inflação no País
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governo federal estuda a redução de até 83% no recolhimento para o Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) incidente sobre o etanol hidratado, como forma de baixar o preço do combustível ao consumidor e, consequentemente, diminuir o impacto na inflação. A proposta negociada com o setor produtivo prevê o fim do recolhimento da contribuição nas distribuidoras, de R$ 72 por metro cúbico (mil litros), e a redução do valor pago em PIS/Cofins pelo produtor de R$ 48 para entre R$ 20 e R$ 25 por metro cúbico. Se esses valores forem confirmados no anúncio previsto para ser feito até abril, o PIS e Cofins total cairia de R$ 0,12 por litro para entre R$ 0,020 e R$ 0,025 na produção. Na proposta ainda em avaliação no governo, o valor do PIS/Cofins só não deve ser zerado porque empresas exportadoras do setor utilizam os créditos da contribuição obtidos com as vendas externas para outras
JF Diorio/Estadão Conteúdo
operações fiscais. "O problema está resolvido. Só falta a data do anúncio e a definição do valor total", disse Luiz Custódio Cotta Martins, coordenador do Fórum Nacional Sucroenergético e portavoz dos produtores nas negociações. No entanto, o executivo não se anima com a medida e volta a defender a pauta do setor produtivo para ampliar a competitividade do etanol por meio de reajustes da gasolina. "Essa desoneração do PIS/Cofins melhora, mas não resolverá o problema do setor. O governo tem consciência de que o etanol terá melhor competitividade se a gasolina acompanhar os preços internacionais e se a Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) voltar a ser cobrada", disse Martins. "Mas isso dificilmente acontecerá no curto prazo, justamente por causa da inflação", ponderou. Além do PIS/Cofins sobre o etanol, o setor sucroalcooleiro será beneficiado também pela desoneração do açúcar, que integra a cesta básica. A desoneração da cesta básica deve
Se os valores negociados forem confirmados, o PIS e a Cofins total cairia de R$ 0,12 por litro para cerca de R$ 0,02, na produção.
ser anunciada no dia 1º de maio, Dia do Trabalho. "Outra medida esperada é a desoneração da folha para o setor", disse o coordenador do Fórum Nacional Sucroenergético. Para o consultor do setor de etanol e açúcar e presidente
da Associação Brasileira do Agronegócio, Luiz Carlos Corrêa Carvalho, a desoneração do etanol é uma medida macroeconômica e visa claramente combater a inflação. "Essa medida faz parte da política pública do governo de
trabalhar a desoneração geral, o que é positivo", avaliou Carvalho. No entanto, a desoneração do PIS/Cofins para o etanol hidratado não deve incentivar o anúncio de novas usinas. Desde 2008, com a crise mundial, os novos projetos
foram engavetados e o crescimento de produção de etanol ocorre de investimentos no aumento da capacidade produtiva das unidades existentes e da viabilização de plantas industriais anunciadas até 2007. (Estadão Conteúdo)
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e O diabo não é tão feio quanto o Bird pinta
A facilitação da abertura e da regularização de negócios está entre as prioridades do governo paulistano, segundo o diretor de pesquisa da Brain, André Sacconato.
conomia
Reprod
ução
Estudo da Brain mostra as virtudes do negócio Brasil – apesar de burocracia e impostos. Rejane Aguiar
É
praticamente consenso que o Brasil tem incontáveis entraves à efetivação de negócios. Problemas com excesso de burocracia e impostos são velhos conhecidos dos empreendedores e contribuíram para levar o País à 130ª colocação entre 185 países no ranking 2012-2013 do estudo Doing Business, desde 2002 anualmente elaborado pelo International Financial Corporation (IFC), braço do Banco Mundial. É fato que precisamos melhorar muito, mas alguns avanços recentes ainda não foram captados pelos últimos levantamentos: é o que mostra uma análise feita pela Brain, uma entidade sem fins lucrativos que trabalha para transformar a Capital paulista em um grande centro regional de negócios. Formam a associação gigantes do setor financeiro como a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), a BM&FBovespa e a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). O Doing Business do IFC avalia dez indicadores globais de facilidade para a realização de negócios, como procedimentos de abertura de empresas, acesso a crédito, permissão oficial para construção, registros de propriedade, regras de
proteção a investidores, pagamento de impostos, entre outros. "Não podemos negar que o Brasil tem mesmo muitos problemas com a burocracia e a alta carga de tributos, mas muitas melhorias nos últimos anos, principalmente nos pontos relativos à proteção aos investidores e a acesso ao mercado de crédito, ainda não nos ajudam a melhorar no ranking", afirma o diretor de pesquisa da Brain, André Sacconato. Com base no levantamento do IFC de 2011-2012, em que o Brasil ocupava a 126ª colocação no ranking, a Brain desenvolveu um documento batizado O ambiente de negócios brasileiro: realidades e desafios. "Um dos objetivos do trabalho foi usar o estudo do IFC como um mapa para identificação das deficiências do Brasil no que se refere aos negócios.
Para os problemas, propusemos soluções", destaca o diretor. Outra meta era "defender" o Brasil nas lições de casa que já foram feitas. "Precisamos mostrar que, captados os avanços recentes, o País poderia certamente estar pelo menos entre os 80 ou 90 primeiros países em que foi feita a pesquisa", acrescentou Sacconato, lembrando que representantes da Brain apresentaram, no mês passado, detalhes desses avanços do Brasil a executivos do Banco Mundial, em Washington. A meta da associação é garantir que o País fique próximo à 90ª posição em 2014. Mais uma frente de ação está ligada aos profissionais que responderam às perguntas do IFC. "Perto de 25% das fontes usadas na pesquisa são empresas como escritórios de advocacia e contabilidade, além
de consultorias. Muitas vezes, elas podem responder com base apenas em suas experiências, que podem não abarcar todos os pontos levantados pelo IFC", observa o diretor. "Por isso, temos também um trabalho de conscientização dos entrevistados", diz. Segundo Sacconato, embora o Doing Businessnão seja determinante para as escolhas dos investidores internacionais (se fosse, aliás, a China estaria em uma colocação bem melhor que a 91ª de 2012-2013), é um relatório que gera pressão política muito grande para os governos. "Ele serve de base para comparação entre os países de uma maneira geral. E, de qualquer forma, pode não ser hoje uma referência primordial para os investidores, mas a situação pode mudar. Daí a importância de o Brasil apostar na constante melhoria do ambiente de negócios", avalia. Conforme a análise da Brain, o País precisa, "mais do que melhorar sua posição em um ranking específico, aumentar seu potencial de atratividade para novos investimentos" – avaliação mais que atual, dado o esforço que o governo federal tem feito para convencer investidores de todo o mundo a bancar as reformas de infraestrutura de que o País tanto precisa.
Entidade detecta as deficiências e propõe as soluções para os negócios no País
Lentidão nos processos
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nalisando o relatório Doing Business de 2011-2012, a Brain concluiu que os principais obstáculos aos negócios no Brasil estão na burocracia e na estrutura tributária. Embora tenha encolhido 27% nos últimos quatro anos, o tempo que se leva para abrir uma empresa no Brasil ainda está entre os maiores do mundo: 119 dias no trabalho estudado (152 dias em 2008). Nesse quesito, o que mais pesa é a demora para a obtenção de alvará de funcionamento na Prefeitura, que chega a três meses na Capital paulista. "A boa notícia é que temos grandes chances de avançar nesse ponto", diz o diretor de pesquisa da Brain, André Sacconato. "Já fomos chamados pela nova administração municipal para apresentar propostas de redução desse prazo, o que mostra que a facilitação da abertura e da regularização de negócios está entre as prioridades", acrescenta.(RA)
A eterna questão do crédito de ICMS Unificação do imposto em operações interestaduais com importados mantém problema do acúmulo de crédito do tributo. São Paulo estuda regimes especiais. Renato Carbonari Ibelli
F
ica cada vez mais claro que o governo errou a mão ao aprovar a Resolução 13 do Senado, usada para coibir a chamada Guerra dos Portos. Um dos efeitos colaterais previstos com a implantação da medida, que é o acúmulo de créditos do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tornou-se um fato, e as empresas não têm encontrado amparo em alguns Estados, como o de São Paulo, para dirimir o problema. A Resolução 13 unificou em 4% a alíquota do ICMS em operações interestaduais com produtos importados. Sua prática acaba gerando acúmulo de crédito do imposto em situações nas quais uma empresa importa uma mercadoria com alíquota cheia do ICMS – de 17%, 18% ou 19% – e vende para outro Estado, sendo que esta saída interestadual passou a ter a alíquota padrão de 4% após a Resolução. Segundo a advogada Carolina Velloso Verginelli, gerente de tributos da consultoria Deloitte, alguns Estados buscaram solucionar o problema utilizando o regime de diferimento – adiando o recolhimento do imposto –, mas este não é o caso do governo paulista. "São Paulo deixou claro que não vai negociar. Apenas sinalizou a possibilidade de estudar regimes especiais caso a caso", disse a advogada em reunião do Conselho de Comércio Exterior (Ccomex), da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Embora os créditos tenham uma origem tributária, o seu acúmulo, e consequentemente a maior dificuldade em compensá-los, reflete no fluxo de
caixa das empresas. Para a gerente de tributos da Deloitte, "algumas empresas podem repensar a permanência em São Paulo para evitar ter dinheiro parado". Carolina teve a ingrata tarefa de explicar peculiaridades do nosso ICMS para uma plateia de belgas, trazida para a reunião do Ccomex pela Câmara de Comércio e Indústria Belgo-Luxemburguesa no Brasil. O curioso é que, quando da sua idealização, o ICMS buscou inspiração no Imposto sobre Valor Agregado (IVA), comum
Algumas empresas podem repensar a permanência em São Paulo para evitar ter dinheiro parado. CAROLINA VELLOSO VERGINELLI, DELOITTE na Europa. Entretanto, o ICMS acabou se distanciando da relativa simplicidade do IVA, ganhando legislações independentes em cada um dos 27 Estados da Federação. Uma das consequências da profusão de leis específicas para o ICMS é a conhecida Guerra Fiscal, na qual Estados tentam ampliar a arrecadação atraindo empresas com benefícios fiscais e financeiros oferecidos por meio deste imposto. A Guerra dos Portos é um braço da Guerra Fiscal, na qual os Estados ofereciam incentivos fiscais para que as importações entrassem no País pelos seus portos, ainda que o destino final destas mercadorias vindas de fora fosse outras regiões. Para coibir esta
prática, criou-se a alíquota padrão de 4% para as saídas interestaduais. O problema é que, devido à complexidade do nosso sistema tributário, a ação de unificar a alíquota teve efeitos colaterais dos mais variados. "A Resolução 13 trouxe mais problemas do que soluções. O governo tentou acertar um pássaro, mas acabou derrubando todos os outros", disse Carolina. Um outro problema gerado pela Resolução 13 foi o aumento de obrigações acessórias para as empresas. As indústrias, por exemplo, terão de preencher a recém-criada Ficha de Conteúdo de Importação (FCI). Isso porque, além de a alíquota unificada de 4% valer nas operações interestaduais com produtos importados, ela também vale para produtos de fabricação nacional com conteúdo importado que supere 40% do valor da saída interestadual. A FCI serve para fazer o balizamento entre os produtos sob os quais se aplica alíquota de 4% e àqueles sujeitos à alíquota cheia. Ela é uma espécie de "pré-nota fiscal" na qual terá de ser informado o valor da parcela importada do exterior por unidade, o valor total da saída interestadual, a classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), entre outros dados. Isso, item por item. Uma trabalheira, segundo tributaristas e contadores. Esta obrigação passa a vale a partir de maio. Outra obrigação oriunda da Resolução 13 é a necessidade de indústria e comércio informarem na Nota Fiscal eletrônica (NF-e) o valor unitário das importações. Ou seja, terão de abrir o custo da mercadoria vinda do exterior. Esta exigência é polêmica e tem gerado
Chico Ferreira/LUZ
Votação de unificação da alíquota será no dia 26
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O governo não tem um plano sólido para lidar com a complexidade tributária do País. ROBERTO TICOULAT, ACSP ações na Justiça. As empresas alegam que tais informações, caso forem incluídas na NF-e, afrontariam o direito ao sigilo negocial que ao qual as companhias têm direito. Para Roberto Ticoulat, vicepresidente da ACSP e coordenador do Ccomex, o governo não tem um plano sólido para lidar com a complexidade tributária do País. "A preocupação do governo com esta questão é válida, mas suas ações são muito demoradas. Os empresários precisam de soluções para ontem", disse Ticoulat.
presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, Lindbergh Farias (PT-RJ), anunciou ontem que o projeto de resolução que unifica a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em operações interestaduais será votado no colegiado em 26 de março. Após reunião com senadores que contou com a presença do secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, Lindbergh apresentou um calendário de audiências públicas que vão culminar com a apreciação da proposta pela comissão. Lindbergh disse que na próxima terça-feira, a comissão vai ouvir Nelson Barbosa, o coordenador do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), Cláudio Trinchão, e alguns secretários de Estado. No dia 20, haverá uma reunião de governadores que devem tratar do assunto e, no dia seguinte, será a vez de ouvir o ministro da Fazenda, Guido Mantega. "É um cronograma factível", afirmou Nelson Barbosa, na saída do encontro ocorrido no gabinete de Lindbergh Farias. O secretárioexecutivo da Fazenda afirmou que a proposta de resolução, ao unificar a alíquota em 4% "já reflete um meio termo". "Ela foi fruto de várias reuniões do Confaz, nós alongamos o prazo de convergência de 4%, nós aumentamos o volume de recursos dos fundos em relação à proposta inicial que nós mandamos, nós aceitamos reduzir a taxa de juros. No nosso entendimento, a proposta já é um meio termo e atende a maior parte das demandas dos Estados", destacou. (Estadão Conteúdo)
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O usuário da Latam só poderá acumular pontos com voos da Oneworld a partir da mudança de alianças, em 2014.
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Páscoa, um doce negócio. Fotos: Divulgação
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NO Extra e na Globo
PROMOÇÃO Devassa
ESTREIA EM DOSE DUPLA
ENTRE ROSAS E TULIPAS
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ex-BBB e atriz Grazi Massafera estreia no fim de semana campanha assinada pela PA para a rede de hipermercados Extra. A atriz que será protagonista da novela Flor do Caribe, com estreia na próxima segunda-feira pela TV Globo, vai apresentar durante todo o ano as inovações em roupas e acessórios à venda na rede Extra. Nas peças, brinca com molduras de quadros, nos quais sempre aparece com novo visual, tudo para aumentar as vendas dos produtos, com preços competitivos.
cervejaria Devassa faz promoção para o Dia Internacional da Mulher de forma ousada. Diz que se muitas mulheres preferem rosas, as "devassas" preferem tulipas. E faz um convite: toda mulher que entrar em loja da marca hoje, dia 8, ganha uma tulipa de chope. A expectativa é de filas nas lojas próprias para as mulheres ganharem o mimo e, em troca, comprarem acessórios e produtos da marca.
Envie informações para esta coluna. E-mail: carlosfranco@revistapublicitta. com.br
Latam opta por Oneworld
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grupo Latam, que reúne as companhias Lan e TAM, confirmou ontem que deixará a aliança com a Star Alliance e se unirá à Oneworld. A data de saída deve ser anunciada até o fim do ano e está prevista para ocorrer entre abril e junho de 2014. As regras do programa de milhagem não mudam até a troca de alianças. Os pontos acumulados até a troca serão preservados, desde que sejam registrados no programa de fidelidade da TAM. Não haverá mudança de categoria no cartão de fidelidade e o status será adequado às regras da nova aliança. O usuário só poderá acumular pontos com voos da Oneworld a partir da mudança de alianças, em 2014. Atualmente, entre os membros da Oneworld estão Airberlin, American Airlines, British Airways, Cathay Pacific, Finnair, Iberia, Japan Airlines e LAN (Folhapress)
comércio, ao longo dos séculos, vive de oportunidades. Agora, é tempo da Páscoa revigorar expectativas. As inovações no segmento de chocolates e confeitos deixam todos os dias as linhas de produção da indústria e chegam às prateleiras do varejo trazendo novidades, com destaque para gigantes como a Kraft Foods (dona da Lacta), Arcor, Nestlé e Garoto que disputam a liderança e tratam de inovar, criando novos produtos e repaginando sucessos tradicionais, como Sonho de Valsa, Diamante Negro e Prestígio. Na outra ponta, franquias de chocolates em plena expansão, como Cacau Show e Chocolates Brasil Cacau, apostam suas fichas em produtos diferenciados a custos mais baixos e competitivos que os de marcas consagradas no ponto de venda. O chamado mercado de produtos de luxo, como Kopenhagen que firmou acordo com o licor Amarula para trazer novidades, Chocolat
LUXO: Parceria da Kopenhagen com a Amarula. d'Jour e de importados, a exemplo de Godiva, também inovam, de olho no consumidor de alta renda. Tudo isso movido por números gigantescos, que fazem a delícia da indústria e do varejo. O movimento é recheado por muitas campanhas publicitárias e motiva ações diretas de marketing, como a tradicional experimentação. As redes sociais não ficam de fora da estratégia. Com a expectativa de vendas de ovos e chocolates relacionados à
Páscoa da ordem de R$ 4,5 bilhões ou até mais, o setor também emprega. De setembro até agora, entidades de classe do segmento estimam que 20 mil temporários foram contratados, tanto na indústria como no varejo. Há ainda o crescimento das vendas informais, difícil de contabilizar. São muitas as famílias que complementam renda por meio da venda de ovos caseiros, feitos sob encomenda e sob medida. Mas são os ovos das grandes marcas que
SERTANEJOS
SURPRESA
T
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ele Sena, título de capitalização do Grupo Silvio Santos, lança neste sábado, nova campanha com foco na Páscoa. Tem como garotos-propaganda a dupla Munhoz & Mariano, que apresenta nova versão do hit Camaro Amarelo, canção que a consagrou. Tem tudo a ver com o público de Silvio Santos.
CAPITALIZAÇÃO do Silvio
COMBINAÇÃO
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Unilever lança comercial com o mote Com quê para aumentar a visibilidade em torno da versatilidade da maionese Hellman's. Líder de mercado, há 50 anos nos lares brasileiros, o produto enfrenta hoje a concorrência de diversas marcas, inclusive marcas próprias do varejo com preços mais competitivos. Gigantes como a Bunge também ancoraram vendas no produto, popular entre os brasileiros. Unilever tenta, assim, manter a liderança e a fatia de mais de um terço das vendas do produto no País.
CAMPANHA para manter liderança
Sempre é hora de mudar o plano Fabricante mundial de chips precisa repensar estratégia para não ficar para trás
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próximo presidenteexecutivo da Intel deve orientar a maior fabricante mundial de chips para o segmento da produção sob encomenda, uma virada estratégica que poderia resultar em acordo com a Apple e dar à companhia a chance real de avançar no mercado móvel. Fabricar chips sob encomenda de outras empresas seria uma mudança importante para a Intel, que há décadas baseia seus negócios no uso de sua competência industrial para oferecer chips de projeto próprio, e superiores aos produtos rivais, para a utilização em computadores. Com a contração nas vendas de computadores e já que algumas de suas fábricas estão operando abaixo de sua capacidade, a fabricante de chips considera que existe uma oportunidade de colocar em uso suas linhas de produção ociosas e conseguir uma nova fonte
de receitas. A decisão também poderia representar uma espécie de porta traseira para a produção em larga escala de chips para aparelhos móveis, um segmento no qual a Intel não conquistou grande avanço depois de subestimar o impacto do iPhone e iPad, o que a deixou para trás de rivais mais ágeis. A Intel anunciou na semana passada que empregaria sua tecnologia exclusiva de
despertam a atenção das crianças, embora redes gigantes do varejo, como Extra, Pão de Açúcar, Carrefour e Walmart busquem, com marcas próprias, encantar os consumidores. Já a rede Lojas Americanas facilita a vida do consumidor que quer empurrar os gastos para frente, com parcelamento em cartão de crédito. Não é a única, muitos lojistas firmaram acordos com financeiras para facilitar o acesso dos endividados às mercadorias de Páscoa. Como a data tradicionalmente tem o sentido de comunhão, de renascer, traz esperanças de que o Brasil fique cada vez mais longe da crise e que o amargor do "Pibinho" seja substituído pelo doce sabor do chocolate. Afinal, o País é o terceiro maior produtor internacional do produto, perdendo apenas para Estados Unidos e Alemanha. E dos 2,2 quilos que todo brasileiro consome por ano, metade ocorre na Páscoa. Não deixa de ser um estímulo a todos os envolvidos na cadeia de produção.
produção à fabricação de chips projetados pela rival Altera, conquistando seu primeiro cliente no segmento de produção terceirizada, que deve crescer. Isso gerou rumores sobre um acordo com a Apple. Uma fonte conhecedora das duas companhias afirmou que executivos da Intel e Apple discutiram o assunto nos últimos meses, mas que, no entanto, não chegaram a nenhum acordo. "Se você pode
ter um relacionamento estratégico no qual produz chips para uma das grandes empresas do setor móvel, é algo que você definitivamente deveria considerar. E para a Apple um acordo como esse representaria grande vantagem", declarou Pat Becker Jr., da Becker Capital Management, que detinha US$ 39 milhões em ações da Intel no final do ano passado. O plano da Intel implica em pesado investimento de capital, ainda que ela esteja encontrando dificuldade em seu mercado primário e não tenha encontrado demanda suficiente para manter ocupada as fábricas planejadas para o futuro. Também significaria ingressar no setor de produção terceirizada, que depende de volume para propelir os negócios e portanto é altamente vulnerável a viradas na economia e forçaria a Intel a aceitar redução em suas margens de lucro, as melhores do setor. (Reuters)
m test ride como deveria ser feito. Essa é a proposta da ação The Real Test Ride criada pela agência Moma para a Harley-Davidson. Um cliente chega a uma concessionária e é convidado a fazer um trivial test ride em uma das motocicletas. No meio do trajeto, se depara com 60 "harleyros", que passam a fazer todo o caminho ao seu lado, como se ele fosse parte desse grupo. Dessa maneira, o cliente tem uma imersão no universo da tradicional marca. A surpresa de alguns pode ser conferida em https://www.youtube.com/harleydavidsonbrasil
Títulos protestados recuam 1,7%
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número de títulos protestados no País teve queda de 1,7% no primeiro bimestre deste ano em relação a igual período de 2012, informou ontem a Boa Vista Serviços, administradora do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC). No caso das famílias, a redução foi de 5,4% e para as empresas foi registrado um leve avanço de 0,2% no acumulado de janeiro e fevereiro. Nessa comparação, a diminuição apareceu tanto para as pessoas físicas (-7,5%) quanto para as pessoas jurídicas (-1,5%), somando um recuo de 3,6%. Considerando fevereiro, o recuo do número de protestos chegou a 24,3%, com queda de 21,1% para as pessoas físicas e de 25,8% para pessoas jurídicas. No mês passado, o valor médio dos títulos protestados foi de R$ 2.353. Para as pessoas físicas o valor correspondeu a R$ 1.835; para pessoas jurídicas, foi de R$ 2.615.
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e Indústria tem a maior expansão em 3 anos A base mais fraca e o aumento de produção de caminhões e automóveis explicam esse nível mais alto de bens de capital. André Macedo, economista do IBGE
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O crescimento registrado em janeiro foi de 2,5% sobre dezembro. Alta é a maior sobre mês anterior desde março de 2010.
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produção industrial brasileira cresceu 2,5% em janeiro sobre dezembro, acima do esperado e na maior expansão mensal em quase três anos, mas o resultado ainda é insuficiente para consolidar uma melhora nas expectativas sobre a retomada da atividade. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com janeiro de 2012, a produção cresceu 5,7%, também acima do esperado. O resultado mensal de janeiro é o mais expressivo desde março de 2010, quando a atividade avançou 3,4%. Segundo pesquisa Reuters, a expectativa era de que a produção industrial subisse 1,55% sobre dezembro e 4,45% sobre janeiro do ano passado. Todas as categorias de uso mostraram expansão em janeiro, com destaque para a produção de bens de capital – ligado aos investimentos – , que subiram 8,2% sobre dezembro (a maior desde junho
Aly Song/ Reuters
de caminhões disparou quase bens intermediários teve ex73% frente o mesmo período pansão bem mais modesta, de 2012, para 13,9 mil unida- crescendo 0,9% sobre dezemdes. O segmento de cami- b r o e 4 % s o b r e j a n e i r o d e nhões vem sendo beneficiado 2012, enquanto bens de conpor linhas e programas de fi- sumo teve alta de 1,2 e 4,6%, nanciamento do governo, que respectivamente. envolvem também tratores e Dentro desta categoria, os equipamento agrícolas. segmentos de bens de consuSegundo o IBmo duráveis tiveGE, a produção ram expansão de veículos automensal de 2,5% e motores cresceu de bens semidu4 , 7 % a n t e d eráveis e não duzembro de 2012, ráveis, de 0,2%. deixando para Sobre janeiro de por cento foi a alta 2012, a alta foi de trás dois meses registrada na seguidos de que10,3% e 3,0% , da. Só a produr e sp e c ti v a me nprodução de ç ã o d e c a m ite. caminhões do n h õ e s t e v e e x"O IPI subiu, p a n s ã o d e mas ainda está País no primeiro 206,4%. mais baixo, o que bimestre Além de veícuestimula o conlos automotores, sumo e os estooutros 17 dos 27 ramos de ati- ques das montadoras que fovidade cresceram sobre de- ram usados no ano passado já zembro. Entre as principais in- estão mais baixos", disse o fluências positivas estavam economista André Macedo, refino de petróleo e produção referindo-se às alíquotas mede álcool (5,2%) e máquinas e nores do Imposto sobre Produequipamentos (5,7%). Ainda tos Industrializados (IPI). (Estasegundo o IBGE, a categoria dão Conteúdo)
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Na comparação com janeiro de 2012, a produção industrial cresceu 5,7%, também acima do esperado. de 2008) e de 17,3% ante um ano antes, interrompendo uma sequência de 16 taxas negativas nessa comparação. "A base mais fraca e o aumen-
to de produção de caminhões e automóveis explicam esse nível mais alto de bens de capital", afirmou o economista do IBGE André Macedo. "Tem
impacto tanto da base reduzida como aumento da produção efetivamente." Segundo dados do setor, no primeiro bimestre a produção
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Luiz Prado/ LUZ - 04.06.09
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Luiza é dona do Baú Cade aprova compra de lojas do Baú pelo Magazine Luiza
Magazine Luiza conta hoje com 611 pontos comerciais no País
Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, ontem, sem restrições e por unanimidade, a compra de 121 lojas do Baú da Felicidade pelo Magazine Luiza. As lojas são da área de varejo de eletroeletrônicos, móveis e utensílios domésticos, atualmente conduzido pelas empresas BF. O negócio entre as partes foi fechado em 10 de junho de 2011, em um valor de R$ 83 milhões. O Magazine Luiza conta hoje com 611 pontos comerciais – a maioria de venda de bens duráveis por meio de lojas de departamento – distribuídos em 16 Estados e conta também com um portal eletrônico que propicia a entrega de produtos em todo o território nacional. O Grupo Luiza comercializa também outros produtos, tais como cartões de crédito, garantias especiais de compra, recarga de celulares, intermediação de consórcio, entre outros. As lojas do Baú da Felicidade também atuam no negócio de varejo de eletrônicos, móveis e utensílios domésticos e pertencem ao Grupo Silvio Santos. Este grupo atua no segmento de comunicação e produções artísticas, rede de descontos, comércio varejista e atacadista de alimentos e utensílios domésticos, cosméticos e higiene pessoal, hotéis, corretagem de seguros e previdência privada, e empre-
endimentos imobiliários, títulos de capitalização e serviços gerais. Cartel – Ontem, o Cade aprovou novas regras para o programa de negociação de acordos feitos entre a instituição e empresas investigadas em casos de cartel. "Com essa nova política de negociação, espera-se nos próximos anos aumentar o número tanto de assinaturas de Termo de Compromisso de Cessação de Prática (TCC) quanto de leniências, e tornar a política de combate a cartéis ainda mais efetiva", afirmou o presidente do Cade, Vinícius Marques de Carvalho em nota divulgada à imprensa. O acordo é utilizado na obtenção de provas em investigações de processos administrativos. Com a mudança, para assinar o termo em processos sobre supostos cartéis, aqueles que são investigados precisam confessar a participação na infração, e colaborar na apuração do caso se o processo ainda estiver em fase de instrução. Além disso, no primeiro TCC haverá redução de 30% a 50% da multa que poderia vir a ser aplicada em caso de condenação. No segundo TCC, a redução será de 25% a 40%, e do terceiro em diante o valor será diminuído em até 25%. Depois de encerradas as investigações sobre o caso, a queda será de até 15%. (Reuters)
Vigor fará aportes de R$ 69 milhões em reestruturação
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presidente da Vigor, empresa de lácteos da holding J&F, que também controla a companhia de alimentos JBS, Gilberto Xandó, disse que os investimentos para 2013 deverão ficar nos mesmos níveis de 2012. No ano passado, a empresa fez aportes de R$ 69 milhões. Segundo o executivo, em teleconferência com analistas, investidores e jornalistas, a empresa deverá seguir no processo de crescimento orgânico, com expansão do parque fabril e de Centros de Distribuição (CDs). "Hoje temos uma capacidade instalada que nos permite um crescimento natural nos próximos dois anos. Temos oportunidades de expandir a venda sem fazer grandes investimentos fabris", afirmou. Sobre aquisições, o executivo declarou não estar nos planos da companhia no momento. "Temos muito trabalho para fazer com a Itambé", ressaltou. "2012 foi um ano de reestruturação, mudanças Em 2013 colheremos os frutos. Por exemplo, a margem Ebida de 2012, de 5,1%, é longe do que queremos, mas aquilo
que foi plantado vai melhorar o indicador nos próximos anos", falou. "Estamos no caminho de agregar valor ao portfólio, deixando de ter presença regional e sendo nacional", completou. O executivo também explicou que o recuo de 60% no lucro líquido do quarto trimestre foi devido a um Ebitda aquém do esperado. Houve despesa com vendas, que incluem marketing, 45,4% maior de outubro a dezembro ante o mesmo período de 2011. "Nós aumentamos os aportes em marketing e passamos a ter uma participação relevante em comunicação. O objetivo é criar valor para a companhia no futuro", afirmou. Leite UHT – Xandó ainda comentou que o volume vendido de leite UHT chegou nos níveis pretendidos pela companhia. Em 2012, a Vigor comercializou 57,174 mil toneladas de leite UHT e pasteurizado e o segmento teve participação de 7% no total da receita líquida da empresa. O presidente disse ainda ver oportunidades de a companhia avançar em food service e em margarinas. (Estadão Conteúdo)
Carrefour muda investimentos no mundo
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Carrefour afirmou ontem que aumentará o investimento neste ano, com o novo presidenteexecutivo, George Plassat, visando a renovar o maior varejista europeu após vender uma série de ativos para cortar dívidas. Segundo o maior varejista do mundo, atrás do Wal-Mart, o Carrefour viu o lucro principal em 2012 caiu menos do que analistas temiam, já que a força dos negócios na América Latina ajudou a amortecer a queda na demanda na Espanha e Itália, países afetados por políticas de austeridade. Plassat afirmou que a rede não planeja listar ações da unidade Atacadão ou fazer qual-
quer outra abertura de capital no Brasil. Como parte da estratégia para levantar dinheiro e defender posições na Europa Ocidental, China e Brasil, o Carrefour deixou alguns países e conseguiu 2,8 bilhões de euros em 2012 vendendo unidades na Indonésia, Colômbia e Malásia. A empresa luta para solucionar a baixa performance na Europa, onde os hipermercados têm sido afetados pela competição com lojas especializadas, comércios locais e online. A varejista investirá de 2,2 bilhões a 2,3 bilhões de euros neste ano, ante 1,5 bilhão em 2012. O lucro operacional em 2012 caiu para 2,140 bilhões de euros. (Reuters)
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e Total de fusões e aquisições recua 14,4% A maior aquisição de uma companhia brasileira foi a da Amil pela norte-americana United Health, por R$ 6,5 bilhões, segundo balanço da Anbima.
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Baixo crescimento econômico no ano passado e regras do Cade contribuíram para a redução de transações, segundo balanço da Anbima. Rejane Tamoto
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volume movimentado em operações de fusões e aquisições foi de R$ 122,3 bilhões em 2012, uma queda de 14,4% em relação a 2011, quando o valor foi de R$ 142,8 bilhões, segundo o balanço divulgado ontem pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). "Esperamos recuperação em 2013, em função da retomada da economia e dos estímulos do governo à infraestrutu-
Fundo com derivativo gerou mais retorno em fevereiro
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m um ambiente de baixos retornos em aplicações em renda fixa – e com o desempenho negativo da bolsa – os fundos com estratégias que tomam mais riscos conseguiram obter uma boa performance em fevereiro. De acordo com levantamento da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), os fundos multimercados Long and Short -Direcional apresentaram a maior rentabilidade de fevereiro, de 1,02% no mês, e de 2,52% no acumulado deste ano. Segundo a entidade, esse tipo de fundo tem carteira composta por derivativos, ou seja, em posições compradas e vendidas no mercado futuro de renda variável. O retorno foi superior ao Índice de Hedge Funds da Anbima (IHFA), que é um benchmark do setor. Em segunda posição, ficaram os fundos multimercados da categoria Long and Short - Neutro, com retorno de 0,96% no mês e de 2,16% no ano. A captação líquida dos multimercados Long and Short - Direcional foi de R$ 208,3 milhões em fevereiro e a da categoria Neutro, de R$ 77 milhões. Entre os fundos multimercados, porém, apenas dois tipos tiveram rentabilidade negativa no mês, o Trading (-0,4%) e Multiestratégia (-0,14%). Ambos também tiveram queda na captação no mês passado, de R$ 4,4 milhões e R$ 540, 7 milhões, respectivamente. Entre os fundos de ações, apenas uma categoria ofereceu resultado positivo em fevereiro, a de Ações Livre, com 0,09% no mês. No ano, a aplicação rendeu 0,55%. De acordo com a Anbima, esse tipo de fundo não tem o compromisso de seguir nenhum indicador de referência e consegue dar retorno nos últimos 48 meses, mesmo com o desempenho negativo acumulado pelo Ibovespa. Os fundos de renda fixa de curto prazo ofereceram retorno de 0,49% no mês e de 1,09% no ano. O Referenciado DI rendeu 0,5% no mês e 1,11% no ano. O fundo de renda fixa ofereceu rentabilidade menor no mês, de 0,35%, e de 1,07% no ano. (RT)
ra, que podem incentivar mais transações. Os setores que devem se destacar são os de infraestrutura, consumo, educação e saúde. Esperamos um retorno dos negócios em telecomunicações, mineração e siderurgia", afirma o coordenador do subcomitê de fusões e aquisições da Anbima, Ubiratan Machado. Em 2012, os setores que movimentaram mais recursos foram os de transporte e logística, que responderam por 20,2% do total, seguidos por energia (15%) e financeiro (14,5%). O coordenador informa que houve uma redução
atípica nos setores de telecomunicações, mineração e agronegócio. No ano passado, recuaram as operações acima de R$ 1 bilhão por causa da baixa expansão econômica. Assim, 40,4% delas foram transações de R$ 20 milhões a R$ 99 milhões. Na avaliação de Machado, contribuíram para a queda no volume de fusões e aquisições o ambiente de baixo crescimento econômico, as incertezas em relação à economia global e as mudanças, em junho, nas regras do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para a aprova-
ção de fusões e aquisições. Outra razão para uma redução nos negócios foi o mercado de renda variável mais fraco. Embora o volume de transações tenha sido menor no ano passado, o número de negócios foi considerado bom, de 176 em 2012 ante o recorde de 179 em 2011. No que se refere à destinação dos recursos na hora de fazer fusões e aquisições, 39,3% das empresas priorizaram a redução de passivos, ante 23,6% em 2011. A aquisição de participação acionária caiu de 24,7% em 2011 para 15,9% no ano passado. O percentual
Data, Hora e Local: Em 24/01/2013, às 10 (dez) horas, na sede da sociedade, na Av. Eng. Eusébio Stevaux nº 1444, Parte, em Jurubatuba - Santo Amaro, na Capital do Estado de São Paulo. Composição da Mesa: Presidente, Eric Robert Jean-Claude Simon; Secretário, Magelo dos Reis Rocha. Quorum: Compareceram acionistas subscritores representando a totalidade do Capital Social da sociedade anônima, Cegelec S/A, conforme assinaturas no Livro de Presença de Acionistas, bem como Lista de Presença de Acionistas, cuja cópia faz parte integrante deste instrumento a qual se transcreve como Anexo III. Convocação: Dispensada, nos termos previstos no artigo 124, parágrafo 4º, da Lei nº 6.404/76. Ordem do Dia: (I) abertura de filial da Sociedade na cidade de Natal, no Estado do Rio Grande do Norte; (II) alteração do capital social; (III) alteração do objetivo social da sociedade, com a inclusão de uma nova atividade econômica de serviço; (IV) inclusão de uma nova atividade econômica nas filiais da Sociedade estabelecidas nos Municípios de Serra/ES, Camaçari/BA, Rio de Janeiro/RJ, Triunfo/RJ, Ipojuca/PE e Jeceaba/MG e (V) reforma e consolidação do Estatuto Social. Deliberações: Por unanimidade foram adotadas as seguintes resoluções em Assembleia: 1. Ratificada a forma de convocação verbal da Assembleia. 2. Autorizada a lavratura da ata a que se refere esta Assembleia Geral, em forma de sumário, nos termos do parágrafo 1º, artigo 130, da Lei nº 6.404/76. 3. Aprovada a abertura de filial da sociedade no Município de Natal, Estado do Rio Grande do Norte, na Rua São José nº 1229, Sala 107, bairro Lagoa Seca, CEP 59022-390, a qual terá como atividade econômico-fiscal principal a instalação e manutenção de sistemas elétricos em edificações, de alarme contra incêndio, de alarme contra roubo, de controle eletrônico e automação predial e a montagem eletromecânica de sistemas de distribuição de energia (CNAE: 4321-5-00) e como atividades econômico-fiscais secundárias as seguintes: a) manutenção e reparação de máquinas e equipamentos de uso industrial e em geral (CNAE: 33.14.7-10); b) limpeza, manutenção e conservação de instalações prediais e de áreas verdes (CNAE: 81.21.4-00); c) reparação, conservação, reforma e manutenção de edificações em geral e em suas utilidades; (CNAE: 43.99.1-99) e d) Engenharia, nas suas diversas modalidades, incluindo, mas não se restringindo a, mecânica, elétrica e civil (CNAE: 71.12-0-00); 4. Da reforma do Parágrafo Primeiro do Artigo Segundo do Estatuto Social, em decorrência da aprovação deliberada no item 4 acima, que passa a ter a seguinte redação: Artigo Segundo: A sociedade tem sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Engenheiro Eusébio Stevaux nº 1444 - parte, Jurubatuba, Santo Amaro, CEP 04696-000, onde também tem foro, podendo a critério da Diretoria, abrir e fechar filiais, agências, sucursais, escritórios ou depósitos em qualquer parte do território nacional, ou no exterior. Parágrafo Primeiro: A sociedade possui 20 (vinte) filiais, instaladas nos seguintes endereços: 1. Rua Comendador Franco nº 662, Sala 01, Piso Superior, Centro, no Município de Itatiba, Estado de São Paulo, CEP 13250-240, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0002-90, registrada na Junta Comercial do Estado de São Paulo – JUCESP sob NIRE 3590163765-2; 2. Rua Frei Gaspar nº 637, 5º andar, Sala 55, Centro, no Município de São Vicente, Estado de São Paulo, CEP 11310-061, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0003-70, registrada na Junta Comercial do Estado de São Paulo – JUCESP sob NIRE 3590197627-9; 3. Av. José Martins M. Rato nº 1198, 2º e 3º andares, Nossa Senhora de Fátima, no Município de Serra, Estado do Espírito Santo, CEP 29160-790, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0004-51, registrada na Junta Comercial do Estado do Espírito Santo – JUCEES sob NIRE 3290028336-6; 4. Rua Hidrogênio nº 2200, Pólo Petroquímico, no Município de Camaçari, Estado da Bahia, CEP 42810-390 inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0005-32, registrada na Junta Comercial do Estado da Bahia – JUCEBA sob NIRE 29900670163; 5. Rua Califórnia nº 545, Penha, no Município do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, CEP 21020-150, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0008-85, registrada na Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro – JUCERJA sob NIRE 3390066140-0; 6. Sítio Esplanada s/nº, sala 1, Esplanada, no Município de Campo Formoso, Estado da Bahia, CEP 44790-000, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0011-80, registrada na Junta Comercial do Estado da Bahia – JUCEBA sob NIRE 2990072000-4; 7. Rodovia BR 060, Km 224, Zona Rural, no Município de Cezarina, Estado de Goiás, CEP 76195-000, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0015-04, registrada na Junta Comercial do Estado de Goiás – JUCEG sob NIRE 5290044371-8; 8. Rua Almirante Grenfall nº 405, Loja 6, Bloco 3, Vila São Luiz, no Município de Duque de Caxias, Estado do Rio de Janeiro, CEP 25085-009, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0021-52, registrada na Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro – JUCERJA sob NIRE 3390078446-3; 9. Avenida dos Jesuítas nº 917, Alto dos Cajueiros, no Município de Macaé, Estado do Rio de Janeiro, CEP 27915-012, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0022-33, registrada na Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro – JUCERJA sob NIRE 3390078447-1; 10. Rua Frederico Lagassa nº 30, Edifício Sheila, sala 407, Gurigica, no Município de Vitória, Estado do Espírito Santo, CEP 29046-050, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0023-14, registrada na Junta Comercial do Estado do Espírito Santo–JUCEES sob NIRE 3290032356-2; 11. Rodovia Municipal TF 10 nº 32.336, 3º Distrito de Rincão dos Pinheiros, no Município de Triunfo, Estado do Rio Grande do Sul, CEP 95853-000, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0024-03, registrada na Junta Comercial do Estado do Rio Grande do Sul – JUCERGS sob NIRE 4390126447-0; 12. Praça Getúlio Vargas nº 94, sala B, Centro, no Município de Ipojuca, Estado de Pernambuco, CEP 55590-000, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/002667, registrada na Junta Comercial do Estado de Pernambuco – JUCEPE sob NIRE 2690049543-1; 13. Avenida Oliveira nº 175, bairro Otávio Manoel de Oliveira, no Município de Anchieta, Estado do Espírito Santo, CEP 29230-000, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0027-48, registrada na Junta Comercial do Estado do Espírito Santo–JUCEES sob NIRE 3290041151-8; 14. Rua Industrial s/nº, Lotes 3, 4, 5 e 6, Quarteirão 2, bairro Distrito Industrial, no Município de Jeceaba, Estado de Minas Gerais, CEP 35498-000, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0029-00, registrada na Junta Comercial do Estado de Minas Gerais – JUCEMG sob NIRE 3190225621-7; 15. Rua Capitão José Maria nº 1388, 2º andar, Sala 219, Centro, no Município de Linhares, Estado do Espírito Santo, CEP 29900-172; 16. Rua 19 de Setembro nº 32, Sala 2, Centro, no Município de Guararema, Estado de São Paulo, CEP 08900-000, registrada na Junta Comercial do Estado de São Paulo – JUCESP sob NIRE 3590447608-1; 17. Rua Rodrigo Silva nº 18, 10º andar, Centro, no Município do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, CEP 20011-040, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0031-24, registrada na Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro – JUCERJA sob NIRE 33901222868; 18. Av. Renault nº 1300, Parte, bairro Borda do Campo, Município de São José dos Pinhais, Estado do Paraná, CEP 83070-900, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/003043, registrada na Junta Comercial do Estado do Paraná – JUCEPAR sob NIRE 41901308181; 19. Rua José Hadadd, nº 1147, sala 202, Centro, no Município de Belford Roxo, Estado do Rio de Janeiro, CEP 26130-067, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0032-05, registrada na Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro – JUCERJA sob NIRE 33901222876; e 20. Rua São José nº 1229, sala 107, bairro Lagoa Seca, no Município de Natal, Estado do Rio Grande do Norte, CEP 59022-390. 5. Aprovado o aumento do capital social da sociedade em R$ 10.072.510,00 (dez milhões, setenta e dois mil, quinhentos e dez reais), mediante a emissão de 10.072.510 (dez milhões, setenta e duas mil, quinhentas e dez) novas ações ordinárias, nominativas, com valor nominal de R$ 1,00 (um real) cada uma, as quais foram totalmente subscritas e integralizadas conforme BOLETIM DE SUBSCRIÇÃO, cuja cópia é parte integrante da presente ata e transcrita como ANEXO II, passando o capital social da Sociedade de R$ 47.275.182,00 (quarenta e sete milhões, duzentos e setenta e cinco mil, cento e oitenta e dois reais) para R$ 57.347.692,00 (cinquenta e sete milhões, trezentos e quarenta e sete mil, seiscentos e noventa e dois reais), dividido em 57.347.692 (cinquenta e sete milhões, trezentas e quarenta e sete mil, seiscentas e noventa e duas) ações ordinárias, nominativas, com valor unitário nominal de R$ 1,00 (um real), com a consequente alteração do artigo 5º do Estatuto Social da sociedade, que passa a vigorar nos termos do ANEXO I da presente ata. 6. Aprovadas: 6.1. A inclusão, no objetivo social da sociedade, da atividade econômica “instalação e manutenção de sistemas elétricos em edificações, de alarme contra incêndio, de alarme contra roubo, de controle eletrônico e automação predial e a montagem eletromecânica de sistemas de distribuição de energia (CNAE 4321-5-00)”. 6.2. A reforma do Artigo Terceiro do Estatuto Social, em decorrência da aprovação anterior, que passa a ter a seguinte redação: Artigo Terceiro: A sociedade tem por objetivo social: 1. A prestação de serviços de: a) manutenção e reparação de máquinas e equipamentos de uso industrial e em geral; b) limpeza, manutenção e conservação de instalações prediais e de áreas verdes; c) reparação, conservação, reforma e manutenção de edificações em geral e em suas utilidades; d) apoio e infraestrutura administrativa, incluindo serviços de recepção, secretaria, telefonia, mensageiro, portaria, copa e congêneres; e) gerenciamento de facilidades, planejamento, coordenação, assessoria, consultoria e organização técnica, financeira ou administrativa; f) Engenharia, nas suas diversas modalidades, incluindo, mas não se restringindo a, mecânica, elétrica e civil; g) instalação e montagem de aparelhos, máquinas e equipamentos e montagem industrial, para empresas em geral, inclusive para a indústria aeronáutica; h) instalação e manutenção de sistemas elétricos em edificações, de alarme contra incêndio, de alarme contra roubo, de controle eletrônico e automação predial e a montagem eletromecânica de sistemas de distribuição de energia. 2. O fornecimento de mão-de-obra; 3. A comercialização de equipamentos, materiais eletromecânicos, peças, componentes e suprimentos relacionados às atividades da Sociedade, inclusive por representação; a importação e a exportação de bens e serviços; 4. A comercialização de equipamentos, gabaritos, ferramental, suas partes e peças, e material de uso e consumo empregados no processo de fabricação da indústria aeronáutica e/ou do setor aeronáutico; 5. A fabricação de máquinas, equipamentos, aparelhos, gabaritos, ferramental, dispositivos, conjuntos e suas peças e acessórios de uso industrial, inclusive nos setores aeronáutico e automobilístico, com funções próprias ou auxiliares; 6. A fabricação de máquinas, equipamentos, aparelhos, gabaritos, ferramental, dispositivos, conjuntos e suas peças e acessórios, de uso geral, com funções próprias ou auxiliares; 7. A fabricação de estruturas metálicas; e 8. A participação em outras sociedades, na qualidade de sócia ou acionista. 7. Aprovada a inclusão da atividade econômica “instalação e manutenção de sistemas elétricos em edificações, de alarme contra incêndio, de alarme contra roubo, de controle eletrônico e automação predial e a montagem eletromecânica de sistemas de distribuição de energia (CNAE 4321-5-00)” nas seguintes filiais da Sociedade, conforme abaixo descrito: a) A filial da Sociedade estabelecida no Município de Serra, Estado do Espírito Santo, na Av. José Martins M. Rato nº 1198, 2º e 3º andares, Nossa Senhora de Fátima, CEP 29160-790, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0004-51, registrada na Junta Comercial do Estado do Espírito Santo – JUCEES sob NIRE 3290028336-6, permanecerá com a atividade econômico-fiscal principal de manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para uso geral não especificados anteriormente (CNAE: 33.14-7-10) e passa a ter como atividades econômico-fiscais secundárias: (i) reparação, conservação, reforma e manutenção de edificações em geral e em suas utilidades (CNAE: 43.99-1-99); (ii) limpeza, manutenção e conservação de instalações prediais e de áreas verdes (CNAE: 81.21-4-00); (iii) Engenharia, nas suas diversas modalidades, incluindo, mas não se restringindo a, mecânica, elétrica e civil (CNAE: 71.12-0-00); (iv) fornecimento de mão-de-obra (CNAE: 78.30-2-00); (v) apoio e infraestrutura administrativa, incluindo serviços de recepção, secretaria, telefonia, mensageiro, portaria, copa e congêneres (CNAE: 82.11-3-00); (vi) gerenciamento de facilidades, planejamento, coordenação, assessoria, consultoria e organização técnica, financeira ou administrativa (CNAE: 82.99-7-99); (vii) instalação e montagem de aparelhos, máquinas e equipamentos e montagem industrial, para empresas em geral, inclusive para a indústria aeronáutica (CNAE: 33.21-000); (viii) comercialização de equipamentos, materiais eletromecânicos, peças, componentes e suprimentos relacionados às atividades da Sociedade, inclusive por representação; a importação e a exportação de bens e serviços (CNAE: 47.89-0-99); (ix) instalação e manutenção de sistemas elétricos em edificações, de alarme contra incêndio, de alarme contra roubo, de controle eletrônico e automação predial e a montagem eletromecânica de sistemas de distribuição de energia (CNAE 4321-5-00). b) A filial da Sociedade estabelecida no Município de Camaçari, Estado da Bahia, na Rua Hidrogênio nº 2200, Pólo Petroquímico, CEP 42810-390, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0005-32, registrada na Junta Comercial do Estado da Bahia – JUCEBA sob NIRE 2990067016-3, permanecerá com a atividade econômico-fiscal principal de manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para uso geral não especificados anteriormente (CNAE: 33.14-7-10) e passa a ter como atividades econômico-fiscais secundárias: (i) reparação, conservação, reforma e manutenção de edificações em geral e em suas utilidades (CNAE: 43.99-1-99); (ii) limpeza, manutenção e conservação de instalações prediais e de áreas verdes (CNAE: 81.21-4-00); (iii) Engenharia, nas suas diversas modalidades, incluindo, mas não se restringindo a, mecânica, elétrica e civil (CNAE: 71.12-0-00); (iv) fornecimento de mão-de-obra (CNAE: 78.30-2-00); (v) apoio e infraestrutura administrativa, incluindo serviços de recepção, secretaria, telefonia, mensageiro, portaria, copa e congêneres (CNAE: 82.11-3-00); (vi) gerenciamento de facilidades, planejamento, coordenação, assessoria, consultoria e organização técnica, financeira ou administrativa (CNAE: 82.99-7-99); (vii) instalação e montagem de aparelhos, máquinas e equipamentos e montagem industrial, para empresas em geral, inclusive para a indústria aeronáutica (CNAE: 33.21-0-00); (viii) comercialização de equipamentos, materiais eletromecânicos, peças, componentes e suprimentos relacionados às atividades da Sociedade, inclusive por representação; a importação e a exportação de bens e serviços (CNAE: 47.89-0-99); (ix) fabricação de estruturas metálicas (CNAE: 25.11-0-00); (x) instalação e manutenção de sistemas elétricos em edificações, de alarme contra incêndio, de alarme contra roubo, de controle eletrônico e automação predial e a montagem eletromecânica de sistemas de distribuição de energia (CNAE 4321-5-00). c) A filial da Sociedade estabelecida no Município do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, na Rua Califórnia nº 545, Penha, CEP 21020-150, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0008-85, registrada na Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro – JUCERJA sob NIRE 3390066140-0, permanecerá com a atividade econômico-fiscal principal de manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para uso geral não especificados anteriormente (CNAE: 33.14-7-10) e passa a ter como atividades econômico-fiscais secundárias: (i) reparação, conservação, reforma e manutenção de edificações em geral e em suas utilidades (CNAE: 43.99-1-99); (ii) limpeza, manutenção e conservação de instalações prediais e de áreas verdes (CNAE: 81.21-4-00); (iii) Engenharia, nas suas diversas modalidades, incluindo, mas não se restringindo a, mecânica, elétrica e civil (CNAE: 71.12-0-00); (iv) fornecimento de mão-de-obra (CNAE: 78.30-2-00); (v) apoio e infraestrutura administrativa, incluindo serviços de recepção, secretaria, telefonia, mensageiro, portaria, copa e congêneres (CNAE: 82.11-3-00); (vi) gerenciamento de facilidades, planejamento, coordenação, assessoria, consultoria e organização técnica, financeira ou administrativa (CNAE: 82.99-7-99); (vii) instalação e montagem de aparelhos, máquinas e equipamentos e montagem industrial, para empresas em geral, inclusive para a indústria aeronáutica (CNAE: 33.21-000); (viii) comercialização de equipamentos, materiais eletromecânicos, peças, componentes e suprimentos relacionados às atividades da Sociedade, inclusive por representação; a importação e a exportação de bens e serviços (CNAE: 47.89-0-99); (ix) instalação e manutenção de sistemas elétricos em edificações, de alarme contra incêndio, de alarme contra roubo, de controle eletrônico e automação predial e a montagem eletromecânica de sistemas de distribuição de energia (CNAE 4321-5-00). d) A filial da Sociedade estabelecida no Município de Triunfo, Estado do Rio Grande do Sul, na Rodovia Municipal TF 10 nº 32.336, 3º Distrito de Rincão dos Pinheiros, CEP 95853-000, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0024-03, registrada na Junta Comercial do Estado do Rio Grande do Sul – JUCERGS sob NIRE 4390126447-0, permanecerá com a atividade econômico-fiscal principal de manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para uso geral não especificados anteriormente (CNAE: 33.14-7-10) e passa a ter como atividades econômico-fiscais secundárias: (i) reparação, conservação, reforma e manutenção de edificações em geral e em suas utilidades (CNAE: 43.99-1-99); (ii) limpeza, manutenção e conservação de instalações prediais e de áreas verdes (CNAE: 81.214-00); (iii) Engenharia, nas suas diversas modalidades, incluindo, mas não se restringindo a, mecânica, elétrica e civil (CNAE: 71.12-0-00); (iv) fornecimento de mão-de-obra (CNAE: 78.30-2-00); (v) apoio e infraestrutura administrativa, incluindo serviços de recepção, secretaria, telefonia, mensageiro, portaria, copa e congêneres (CNAE: 82.11-3-00); (vi) gerenciamento de facilidades, planejamento, coordenação, assessoria, consultoria e organização técnica, financeira ou administrativa (CNAE: 82.99-7-99); (vii) instalação e montagem de aparelhos, máquinas e equipamentos e montagem industrial, para empresas em geral, inclusive para a indústria aeronáutica (CNAE: 33.21-0-00); (viii) A comercialização de equipamentos, materiais eletromecânicos, peças, componentes e suprimentos relacionados às atividades da Sociedade, inclusive por representação; a importação e a exportação de bens e serviços (CNAE: 47.89-0-99); (ix) instalação e manutenção de sistemas elétricos em edificações, de alarme contra incêndio, de alarme contra roubo, de controle eletrônico e automação predial e a montagem eletromecânica de sistemas de distribuição de energia (CNAE 4321-5-00). e) A filial da Sociedade estabelecida no Município de Ipojuca, Estado de Pernambuco, na Praça Getúlio Vargas, nº 94, Sala B, Centro, CEP 55590-000, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0026-67, registrada na Junta Comercial do Estado de Pernambuco – JUCEPE sob NIRE 2690049543-1, permanecerá com a atividade econômico-fiscal principal de construções de estações e redes de distribuição de energia (CNAE: 4221-9-02) e passa a ter como atividades econômico-fiscais secundárias: (i) comércio de materiais e equipamentos eletromecânicos e eletroeletrônicos (CNAE: 4673-7-00); (ii) manutenção e reparação de máquinas e equipamentos de uso industrial e em geral (CNAE: 3314-7-10). (iii) reparação, conservação e reforma de instalações prediais e de suas utilidades (CNAE: 4399-1-99). (iv) instalação e manutenção de sistemas elétricos em edificações, de alarme contra incêndio, de alarme contra roubo, de controle eletrônico e automação predial e a montagem eletromecânica de sistemas de distribuição de energia (CNAE 4321-5-00). f) A filial da Sociedade estabelecida no Município de Jeceaba, Estado de Minas Gerais, na Rua Industrial s/nº, Lotes 3, 4, 5 e 6, Quarteirão 2 - Distrito Industrial, CEP 35498-000, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0029-00, registrada na Junta Comercial do Estado de Minas Gerais – JUCEMG sob NIRE 3190225621-7, permanecerá com a atividade econômico-fiscal principal de manutenção e reparação de máquinas e equipamentos de uso industrial e em geral (CNAE: 33.14-7-10) e passa a ter como atividades econômico-fiscais secundárias: (i) reparação, conservação, reforma e manutenção de edificações em geral e em suas utilidades (CNAE: 43.99.1-99); (ii) limpeza, manutenção e conservação de instalações prediais e de áreas verdes (CNAE: 81.21.4-00); (iii) engenharia, nas suas diversas modalidades, incluindo, mas não se restringindo a, mecânica, elétrica e civil (CNAE: 71.12.0-00) (iv) fornecimento de mão-de-obra (CNAE: 78.30.2-00); (v) apoio e infraestrutura administrativa, incluindo serviços de recepção, secretaria, telefonia, mensageiro, portaria, copa e congêneres (CNAE: 82.11.300); (vi) gerenciamento de facilidades, planejamento, coordenação, assessoria, consultoria e organização técnica, financeira ou administrativa (CNAE: 82.99.7-99); (vii) comercialização de equipamentos, materiais eletromecânicos, peças e componentes relacionados às atividades da Sociedade, quando fornecidos em seus contratos de serviços, inclusive por representação; a importação e a exportação de bens e serviços (CNAE: 47.89.0-99); (viii) instalação e manutenção de sistemas elétricos em edificações, de alarme contra incêndio, de alarme contra roubo, de controle eletrônico e automação predial e a montagem eletromecânica de sistemas de distribuição de energia (CNAE 4321-5-00). 8. Em face das deliberações acima aprovadas, resolvem ainda os acionistas ratificar todos os demais artigos do Estatuto Social da sociedade e, assim, aprovar sua reforma e consolidação, de acordo com a versão apresentada nesta Assembléia e previamente entregue aos acionistas presentes, cuja cópia é parte integrante da presente ata e transcrita como ANEXO I. 9. Autorizada a Administração da sociedade, representada na forma de seu Estatuto Social, a praticar todos os atos e a tomarem as providências pertinentes para a efetivação das deliberações tomadas nesta Assembléia. Encerramento: Nada mais havendo a ser tratado, encerrou-se a assembléia e foi lavrada a presente ata que, lida, conferida e achada conforme, vai por todos os presentes assinada. Assinaturas Apostas: Mesa: Eric Robert Jean-Claude Simon, Presidente da Mesa; Magelo dos Reis Rocha, Secretário. Ata Transcrita do Livro Próprio de Registro de Atas das Assembleias Gerais. São Paulo, 24 de janeiro de 2013. Eric Robert Jean-Claude Simon
de empresas com o objetivo de aumentar o capital de giro foi de 20,4% em 2012, ante 4,6% no ano anterior. Pelos dados da Anbima, em 46% das operações do ano passado, foi adquirido o controle da empresa. A maioria das transações, ou 74,9% foram pagas em dinheiro. "Uma explicação para isso é o ambiente de taxa de juros baixa, propício para as empresas buscarem financiamentos", afirma Machado. De acordo com o balanço da Anbima, as empresas brasileiras foram responsáveis por 117 fusões e aquisições. A
maioria, ou 93 delas, foram de compras de companhias do próprio País, responsáveis por R$ 42,7 bilhões. Em 24 operações, os brasileiros adquiriram empresas estrangeiras – 80,8% europeias – e movimentaram R$ 23,8 bilhões. A maior transação de uma companhia estrangeira por uma brasileira foi a da fabricante de cimentos portuguesa Cimpor pela Camargo Correa, pelo montante de R$ 6,1 bilhões. No lado oposto, a maior aquisição de uma companhia brasileira foi a da Amil pela norteamericana United Health, por R$ 6,5 bilhões.
- Presidente da Mesa; Magelo dos Reis Rocha - Secretário da Mesa; Vinci Energies International - Acionista - p.p. Eric Robert Jean-Claude Simon; Eric Robert Jean-Claude Simon - Acionista; Paula Witter Soares Pires Bueno - Advogada – OAB/SP nº 151.506. JUCESP nº 102.284/131 em 04.03.2013 ANEXO I À ATA DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA REALIZADA AOS VINTE E QUATRO DIAS DO MÊS DE JANEIRO DO ANO DE DOIS MIL E TREZE, DA EMPRESA CEGELEC S/A - CEGELEC S/A - CNPJ/MF: 04.534.692/0001-09 - ESTATUTO SOCIAL - Capitulo I - Denominação, Sede, Objeto Social, Duração: Artigo Primeiro: A denominação da sociedade é Cegelec S/A, que se regerá pelo presente Estatuto Social e legislação que lhe for aplicável. Artigo Segundo: A sociedade tem sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Engenheiro Eusébio Stevaux nº 1444 - parte, Jurubatuba, Santo Amaro, CEP 04696-000, onde também tem foro, podendo a critério da Diretoria, abrir e fechar filiais, agências, sucursais, escritórios ou depósitos em qualquer parte do território nacional, ou no exterior. Parágrafo Primeiro: A sociedade possui 20 (vinte) filiais, instaladas nos seguintes endereços: 1. Rua Comendador Franco nº 662, Sala 01, Piso Superior, Centro, no Município de Itatiba, Estado de São Paulo, CEP 13250-240, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0002-90, registrada na Junta Comercial do Estado de São Paulo – JUCESP sob NIRE 3590163765-2; 2. Rua Frei Gaspar nº 637, 5º andar, Sala 55, Centro, no Município de São Vicente, Estado de São Paulo, CEP 11310-061, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0003-70, registrada na Junta Comercial do Estado de São Paulo – JUCESP sob NIRE 3590197627-9; 3. Av. José Martins M. Rato nº 1198, 2º e 3º andares, Nossa Senhora de Fátima, no Município de Serra, Estado do Espírito Santo, CEP 29160-790, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0004-51, registrada na Junta Comercial do Estado do Espírito Santo – JUCEES sob NIRE 3290028336-6; 4. Rua Hidrogênio nº 2200, Pólo Petroquímico, no Município de Camaçari, Estado da Bahia, CEP 42810-390, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0005-32, registrada na Junta Comercial do Estado da Bahia – JUCEBA sob NIRE 2990067016-3; 5. Rua Califórnia nº 545, Penha, no Município do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, CEP 21020-150, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0008-85, registrada na Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro – JUCERJA sob NIRE 3390066140-0; 6. Sítio Esplanada s/nº, sala 1, Esplanada, no Município de Campo Formoso, Estado da Bahia, CEP 44790-000, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0011-80, registrada na Junta Comercial do Estado da Bahia – JUCEBA sob NIRE 2990072000-4; 7. Rodovia BR 060, Km 224, Zona Rural, no Município de Cezarina, Estado de Goiás, CEP 76195-000, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0015-04, registrada na Junta Comercial do Estado de Goiás – JUCEG sob NIRE 5290044371-8; 8. Rua Almirante Grenfall nº 405, Loja 6, Bloco 3, Vila São Luiz, no Município de Duque de Caxias, Estado do Rio de Janeiro, CEP 25085-009, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0021-52, registrada na Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro – JUCERJA sob NIRE 3390078446-3; 9. Avenida dos Jesuítas nº 917, Alto dos Cajueiros, no Município de Macaé, Estado do Rio de Janeiro, CEP 27915-012, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0022-33, registrada na Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro – JUCERJA sob NIRE 3390078447-1; 10. Rua Frederico Lagassa nº 30, Edifício Sheila, sala 407, Gurigica, no Município de Vitória, Estado do Espírito Santo, CEP 29046-050, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0023-14, registrada na Junta Comercial do Estado do Espírito Santo–JUCEES sob NIRE 3290032356-2; 11. Rodovia Municipal TF 10 nº 32.336, 3º Distrito de Rincão dos Pinheiros, no Município de Triunfo, Estado do Rio Grande do Sul, CEP 95853-000, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0024-03, registrada na Junta Comercial do Estado do Rio Grande do Sul – JUCERGS sob NIRE 4390126447-0; 12. Praça Getúlio Vargas nº 94, sala B, Centro, no Município de Ipojuca, Estado de Pernambuco, CEP 55590-000, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0026-67, registrada na Junta Comercial do Estado de Pernambuco – JUCEPE sob NIRE 2690049543-1; 13. Avenida Oliveira nº 175, bairro Otávio Manoel de Oliveira, no Município de Anchieta, Estado do Espírito Santo, CEP 29230-000, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0027-48, registrada na Junta Comercial do Estado do Espírito Santo – JUCEES sob NIRE 3290041151-8; 14. Rua Industrial s/nº, Lotes 3, 4, 5 e 6, Quarteirão 2, bairro Distrito Industrial, no Município de Jeceaba, Estado de Minas Gerais, CEP 35498-000, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0029-00, registrada na Junta Comercial do Estado de Minas Gerais – JUCEMG sob NIRE 3190225621-7; 15. Rua Capitão José Maria nº 1388, 2º andar, Sala 219, Centro, no Município de Linhares, Estado do Espírito Santo, CEP 29900-172; 16. Rua 19 de Setembro nº 32, Sala 2, Centro, no Município de Guararema, Estado de São Paulo, CEP 08900-000, registrada na Junta Comercial do Estado de São Paulo – JUCESP sob NIRE 3590447608-1; 17. Rua Rodrigo Silva nº 18, 10º andar, Centro, no Município do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, CEP 20011-040, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0031-24, registrada na Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro – JUCERJA sob NIRE 33901222868; 18. Av. Renault nº 1300, Parte, bairro Borda do Campo, Município de São José dos Pinhais, Estado do Paraná, CEP 83070-900, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/003043, registrada na Junta Comercial do Estado do Paraná – JUCEPAR sob NIRE 41901308181; 19. Rua José Hadadd, nº 1147, sala 202, Centro, no Município de Belford Roxo, Estado do Rio de Janeiro, CEP 26130-067, inscrita no CNPJ/MF sob nº 04.534.692/0032-05, registrada na Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro – JUCERJA sob NIRE 33901222876; e 20. Rua São José nº 1229, sala 107, Lagoa Seca, no Município de Natal, Estado do Rio Grande do Norte, CEP 59022-390. Parágrafo Segundo: Fica atribuída a cada filial, para efeitos fiscais, uma fração do capital social da matriz equivalente a 1% (um por cento) do total do capital social. Artigo Terceiro: A sociedade tem por objetivo social: 1. A prestação de serviços de: a) manutenção e reparação de máquinas e equipamentos de uso industrial e em geral; b) limpeza, manutenção e conservação de instalações prediais e de áreas verdes; c) reparação, conservação, reforma e manutenção de edificações em geral e em suas utilidades; d) apoio e infraestrutura administrativa, incluindo serviços de recepção, secretaria, telefonia, mensageiro, portaria, copa e congêneres; e) gerenciamento de facilidades, planejamento, coordenação, assessoria, consultoria e organização técnica, financeira ou administrativa; f) Engenharia, nas suas diversas modalidades, incluindo, mas não se restringindo a, mecânica, elétrica e civil; g) instalação e montagem de aparelhos, máquinas e equipamentos e montagem industrial, para empresas em geral, inclusive para a indústria aeronáutica; h) instalação e manutenção de sistemas elétricos em edificações, de alarme contra incêndio, de alarme contra roubo, de controle eletrônico e automação predial e a montagem eletromecânica de sistemas de distribuição de energia. 2. O fornecimento de mão-de-obra; 3. A comercialização de equipamentos, materiais eletromecânicos, peças, componentes e suprimentos relacionados às atividades da Sociedade, inclusive por representação; a importação e a exportação de bens e serviços; 4. A comercialização de equipamentos, gabaritos, ferramental, suas partes e peças, e material de uso e consumo empregados no processo de fabricação da indústria aeronáutica e/ou do setor aeronáutico; 5. A fabricação de máquinas, equipamentos, aparelhos, gabaritos, ferramental, dispositivos, conjuntos e suas peças e acessórios de uso industrial, inclusive nos setores aeronáutico e automobilístico, com funções próprias ou auxiliares; 6. A fabricação de máquinas, equipamentos, aparelhos, gabaritos, ferramental, dispositivos, conjuntos e suas peças e acessórios, de uso geral, com funções próprias ou auxiliares; 7. A fabricação de estruturas metálicas; e 8. A participação em outras sociedades, na qualidade de sócia ou acionista. Artigo Quarto: A Sociedade terá a duração por tempo indeterminado. Capitulo II - Capital Social e Ações: Artigo Quinto: O capital social é de R$ 57.347.692,00 (cinquenta e sete milhões, trezentos e quarenta e sete mil, seiscentos e noventa e dois reais), dividido em 57.347.692 (cinquenta e sete milhões, trezentas e quarenta e sete mil, seiscentas e noventa e duas) ações ordinárias, nominativas, com valor unitário nominal de R$ 1,00 (um real). Artigo Sexto: Cada ação dará direito a um voto nas deliberações das Assembleias Gerais dos acionistas. Artigo Sétimo: As ações poderão ser representadas por certificados de Títulos Múltiplos, os quais serão assinados por um Diretor. Artigo Oitavo: Na proporção do número de ações que possuírem, os acionistas terão preferência para a subscrição de ações em aumento de capital deliberado em Assembleia Geral. Artigo Nono: Nenhum dos acionistas poderá vender ou alienar qualquer de suas ações a terceiros sem o prévio e expresso consentimento dos demais acionistas, os quais terão sempre o direito de preferência nessa aquisição. Parágrafo Primeiro: O acionista que desejar alienar parte, ou a totalidade de suas ações, deverá oferecê-las aos demais acionistas, por meio de notificação escrita indicando o número de ações que pretende alienar e o preço e as condições pretendidas para essa alienação. Parágrafo Segundo: Os acionistas terão o prazo de 60 (sessenta) dias para notificar o acionista alienante do seu interesse de exercer o direito de preferência, sob pena de, em não o fazendo, presumir-se a renúncia a esse direito. Parágrafo Terceiro: Após a não aceitação da oferta, ou transcorrido o prazo de 60 (sessenta) dias sem a manifestação dos demais acionistas, o acionista alienante ficará livre para transferir suas ações a quem por elas se interessar, no mínimo pelas mesmas condições da oferta apresentada aos acionistas. Parágrafo Quarto: Não sendo a alienação efetuada no prazo de 30 (trinta) dias, contado a partir do dia seguinte da renúncia ou do dia seguinte ao termo final do prazo estabelecido para o exercício do direito de preferência, o direito previsto neste capítulo será devolvido integral e incondicionalmente aos demais acionistas, voltando a vigorar todos os artigos que tratam deste capítulo. Capitulo III - Administração: Artigo Dez: A sociedade será administrada por uma Diretoria composta por no mínimo 2 (dois) e no máximo 5 (cinco) diretores sem titulação específica, acionistas ou não, residentes no país, eleitos e destituíveis pela Assembleia Geral, com mandato de 3 (três) anos, podendo ser reeleitos. A investidura nos seus cargos far-se-á mediante assinatura do termo de posse no livro de atas das reuniões de Diretoria, dentro do prazo prescrito em lei. Artigo Onze: Os Diretores serão eleitos em Assembleia Geral, com mandato de 3 (três) anos, por maioria de votos, podendo ser reeleitos. Artigo Doze: Mesmo vencido o mandato dos diretores, estes serão mantidos nos respectivos cargos até a data de posse e investidura dos novos membros, ou a sua reeleição. Artigo Treze: Observado o quanto disposto nos parágrafos deste artigo, os diretores terão poderes para, individualmente, exercer os poderes normais da administração, de forma a assegurar o desempenho normal dos negócios e atividades da sociedade, praticando todos os atos necessários para o cumprimento dos objetivos sociais, tais como: a) representar a Sociedade, ativa ou passivamente, em juízo ou fora dele, e perante quaisquer autoridades públicas e repartições federais, estaduais ou municipais; b) celebrar contratos, estipulando os direitos e obrigações e assinando os respectivos instrumentos; c) adquirir bens móveis ou imóveis; d) onerar, penhorar, vender ou por qualquer outra forma alienar bens móveis ou imóveis; e) adquirir e alienar participação societária em outras empresas, no Brasil ou no exterior; f) conceder aval, fiança e demais garantias em favor de terceiros, dos próprios acionistas, sociedades afiliadas, subsidiárias ou controladas. Parágrafo Primeiro: Serão necessárias as assinaturas de dois diretores, ou de um diretor e um procurador, ou ainda de dois procuradores, para a prática de todo e qualquer ato que obrigue a sociedade perante instituições financeiras e/ou em negociação de títulos de crédito, tais como: a) contratar com bancos, ou outros estabelecimentos de crédito, quaisquer financiamentos, estabelecendo montantes, prazos e condições; b) abrir, movimentar e/ou fechar contas bancárias, assinar cheques, ordens de pagamento; c) emitir/sacar, aceitar, endossar e/ou caucionar quaisquer títulos de crédito de interesse da Sociedade. Parágrafo Segundo: Os diretores, agindo isoladamente, também poderão constituir procuradores, cujos poderes conferidos deverão ser limitados aos termos deste Estatuto Social. As procurações detalharão os poderes conferidos e terão o prazo que expressamente mencionarem, nunca superior a 2 (dois) anos, com exceção das procurações com poderes ad judicia, que poderão ter prazo indeterminado de validade. Parágrafo Terceiro: Os diretores ficam dispensados de prestar garantia para o exercício de seus cargos. Artigo Quatorze: A responsabilidade técnica legal pelos trabalhos de Engenharia da sociedade será sempre confiada a profissionais devidamente habilitados, contratados pelos diretores, na forma da legislação em vigor, os quais terão ampla e total autonomia no desempenho de suas funções. Artigo Quinze: A sociedade não exercerá atividades para as quais os responsáveis não estejam devidamente habilitados. Artigo Dezesseis: Em caso de vagas por morte, interdição ou incapacidade de qualquer dos Diretores, a Assembleia Geral extraordinária elegerá o novo Diretor em sua substituição. Artigo Dezessete: Os diretores perceberão a remuneração que for fixada por Assembleia Geral. Capitulo IV - Conselho Fiscal: Artigo Dezoito: O Conselho Fiscal, cujo funcionamento não será permanente, somente se instalando nas hipóteses e com as formalidades previstas na lei 6.404/76, terá as atribuições previstas em lei e será composto de 3 (três) membros efetivos e 3 (três) membros suplentes, acionistas ou não. Artigo Dezenove: A remuneração dos membros efetivos do Conselho Fiscal, será fixada pela Assembleia Geral que os eleger, observando o que dispõe a Lei. Capitulo V - Assembleia Geral: Artigo Vinte: A Assembleia Geral reunir-se-á, ordinariamente nos quatros primeiros meses após o término do exercício social, e extraordinariamente sempre que os interesses sociais assim o exigirem, observadas, entretanto, as prescrições legais para as suas realizações. Artigo Vinte e Um: As Assembleias Gerais serão convocadas pelos diretores e serão presididas e secretariadas por um acionista escolhido dentre os presentes. Capitulo VI - Exercício Social e Destinação dos Lucros: Artigo Vinte e Dois: O exercício social inicia-se em 1º de janeiro e encerra-se em 31 de dezembro de cada ano. Artigo Vinte e Três: Ao fim de cada exercício, proceder-se-á o levantado de Balanço Geral, bem como das demais demonstrações financeiras, para verificação dos lucros ou prejuízos, aos quais será dada a destinação e tratamento, que lhe atribui a lei. Parágrafo Primeiro: Os acionistas terão direito a um dividendo mínimo equivalente a 25% (vinte e cinco por cento) do lucro líquido ajustado, na forma do artigo 202 da Lei 6.404/76, alterada pelas Leis nº 9.457/97 e nº 10.303/2001 (Lei das Sociedades por Ação). Parágrafo Segundo: A sociedade poderá levantar semestralmente, ou em períodos menores, balanços intercalares, para qualquer finalidade, inclusive verificação de resultados, e com base nestes, distribuir lucros ou bonificações. Capitulo VII - Liquidação: Artigo Vinte E Quatro: A dissolução ou liquidação da sociedade far-se-á de acordo com o que estabelecer a Assembleia Geral convocada para esse fim, obedecidas as prescrições legais. Artigo Vinte e Cinco: Competirá a Assembleia Geral que propuser a dissolução ou liquidação da sociedade, eleger os liquidantes, bem como decidir se o Conselho Fiscal funcionará ou não nesse período. Capitulo VIII - Disposições Finais: Artigo Vinte e Seis: A sociedade reger-se-á especificamente pela Lei 6.404, de 15 de dezembro de 1976, e por quaisquer outras legislações que lhe forem aplicáveis. Estatuto Transcrito do Livro Próprio de Registro de Atas das Assembleias Gerais. São Paulo, 24 de janeiro de 2013; Eric Robert Jean-Claude Simon - Presidente da Mesa; Magelo dos Reis Rocha - Secretário da Mesa; Vinci Energies International - Acionista - p.p. Eric Robert Jean-Claude Simon; Eric Robert Jean-Claude Simon - Acionista; Paula Witter Soares Pires Bueno - Advogada – OAB/SP nº 151.506 ANEXO II À ATA DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA REALIZADA AOS VINTE E QUATRO DIAS DO MÊS DE JANEIRO DO ANO DE DOIS MIL E TREZE, DA EMPRESA CEGELEC S/A - CEGELEC S/A - CNPJ/MF: 04.534.692/0001-09 - BOLETIM DE SUBSCRIÇÃO E INTEGRALIZAÇÃO: Boletim de subscrição e integralização do aumento do Capital Social de R$ 47.275.182,00 (quarenta e sete milhões, duzentos e setenta e cinco mil, cento e oitenta e dois reais) para R$ 57.347.692,00 (cinquenta e sete milhões, trezentos e quarenta e sete mil, seiscentos e noventa e dois reais), da sociedade anônima CEGELEC S/A, sendo o presente boletim parte integrante da Ata de Assembleia Geral Extraordinária realizada aos vinte e quatro dias do mês de janeiro do ano de dois mil e treze. Acionista
Nº Ações Anteriores
Ações Subscritas no Aumento
Valor Integralizado
Nº Ações Atuais
A) Vinci Energies International
47.275.181 ações ON
10.072.510 ações ON
R$ 10.072.510,00
57.347.691 ações ON
b) Eric Robert Jean-Claude Simon
1 ação ON
-
-
1 ação ON
47.275.182 10.072.510 ações ON R$ 10.072.510,00 57.347.692 ações ON Total do Capital Social ações ON 1. Valores expressos em Reais (R$). 2. Capital Social anterior de R$ 47.275.182,00 (quarenta e sete milhões, duzentos e setenta e cinco mil, cento e oitenta e dois reais), dividido em 47.275.182 ações ordinárias nominativas, com valor nominal de R$ 1,00 (um real) cada uma. 3. O presente Boletim de Subscrição representa o aumento de capital social no valor de R$ 10.072.510,00 (dez milhões, setenta e dois mil, quinhentos e dez reais), mediante a emissão de 10.072.510 (dez milhões, setenta e duas mil, quinhentas e dez) novas ações ordinárias, nominativas, com valor nominal de R$ 1,00 (um real) cada uma, passando o capital social da sociedade de R$ 47.275.182,00 (quarenta e sete milhões, duzentos e setenta e cinco mil, cento e oitenta e dois reais) para R$ 57.347.692,00 (cinquenta e sete milhões, trezentos e quarenta e sete mil, seiscentos e noventa e dois reais), novas ações estas que foram totalmente subscritas e integralizadas somente pelo acionista Vinci Energies International, com expressa renúncia ao direito de preferência pelo acionista Eric Robert Jean-Claude Simon. 4. Diante da renúncia expressa do acionista Eric Robert Jean-Claude Simon ao exercício do direito de preferência na subscrição das novas ações ora emitidas, conforme previsto no artigo 171, da Lei 6.404/76, as novas ações foram neste ato subscritas única e exclusivamente pelo acionista Vinci Energies International. 5. O aumento de capital social ora aprovado esta sendo integralizado em moeda corrente do país, neste ato, pelo acionista subscritor. 6. Legenda de acionistas: a) Vinci Energies International, com sede na 280, Rue du 8 Mai 1945, (78360) Montesson, França, sociedade legalmente constituída e existente de acordo com as Leis da França, registrada no RCR Versailles sob nº 518 958 244; e b) Eric Robert Jean-Claude Simon, francês, casado, engenheiro, portador da Carteira de Identidade RNE nº V730851-6 e inscrito no CPF/MF sob nº 234.558.258-85, residente e domiciliado na Capital do Estado de São Paulo, com endereço comercial na Avenida Engenheiro Eusébio Stevaux nº 1444 – parte, Jurubatuba, Santo Amaro, na Cidade e Estado de São Paulo, CEP 04696000. São Paulo, 24 de janeiro de 2013 Eric Robert Jean-Claude Simon - Presidente da Mesa; Magelo dos Reis Rocha - Secretário da Mesa; ANEXO III À ATA DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA REALIZADA AOS VINTE E QUATRO DIAS DO MÊS DE JANEIRO DO Ç DE ANO DE DOIS MIL E TREZE, DA EMPRESA CEGELEC S/A - CEGELEC S/A - CNPJ/MF: 04.534.692/0001-09 - LISTA DE PRESENÇA ACIONISTAS DA CEGELEC S/A, NA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA REALIZADA AOS VINTE E QUATRO DIAS DO MÊS DE JANEIRO DO ANO DE DOIS MIL E TREZE Acionistas
Quant. Ações
Valor -R$
Assinaturas
“A” 57.347.691 ON 57.347.691,00 “B” 1 ON 1,00 TOTAL 57.347.692 ON 57.347.692,00 Legenda de Acionistas: “A” - Vinci Energies International, com sede na 280, Rue du 8 Mai 1945, (78360) Montesson, França, sociedade legalmente constituída e existente de acordo com as Leis da França, registrada no RCR VERSAILLES sob nº 518 958 244; e “B” - Eric Robert Jean-Claude Simon, francês, casado, engenheiro, portador da Carteira de Identidade RNE nº V730851-6 e inscrito no CPF/MF sob nº 234.558.258-85, residente e domiciliado na Capital do Estado de São Paulo, com endereço comercial na Avenida Engenheiro Eusébio Stevaux nº 1444 – parte, Jurubatuba, Santo Amaro, na Cidade e Estado de São Paulo, CEP 04696-000. São Paulo, 24 de janeiro de 2013. Eric Robert Jean-Claude Simon - Presidente da Mesa; Magelo dos Reis Rocha - Secretário da Mesa
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30 -.ECONOMIA/LEGAIS
sexta-feira, 8 de março de 2013
e Preço mundial dos alimentos segue estável A redução de 1,360 milhão de toneladas na estimativa da safra de grãos não é suficiente para prejudicar a disponibilidade de commodities. Silvio Porto, diretor de Política Agrícola e Informação da Conab
conomia
Os preços globais dos grãos recuaram nos meses recentes por causa da expectativa de que as colheitas futuras vão repor os estoques
O
s preços mundiais dos alimentos se mantiveram estáveis em fevereiro, com um recuo do açúcar e do trigo sendo compensado por ganhos nas cotações dos óleos vegetais e dos lácteos, disse ontem a agência de alimentos das Nações Unidas, prevendo uma alta de mais de 4% na produção 2013 de trigo. Os preços globais dos grãos recuaram nos meses recentes por causa da expectativa de que as colheitas futuras irão repor os estoques após a pior seca em 50 anos atingir as lavouras dos produtores norte-americanos, fazendo os preços dos alimentos dispararem em meados de 2012. A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) disse que seu índice, o qual mede mudanças mensais nos preços de uma cesta de cereais, oleaginosas, lácteos, carne e açúcar, ficou na média de 210 pontos em fevereiro, inalterado ante janeiro. O índice tem pairado sobre um intervalo de 210 a 212 pelos últimos quatro
meses, após recuar levemente de uma forte alta nos meses de verão no hemisfério norte, impulsionado pelo clima seco nos EUA e por outros importantes produtores de grãos. A FAO elevou sua expectativa para a produção mundial de cereais em 2012 em 4 milhões de toneladas, para 2,306 bilhões de toneladas, e disse que todos os sinais apontavam para uma produção maior em 2013. A produção mundial de trigo deve subir para 690 milhões de toneladas em 2013, uma alta de 4,3% ante a colheita de 2012 e a segunda maior colheita da história após 2011. A alta é esperada na maior parte na Europa, impulsionada por uma expansão na área plantada com trigo causada por uma alta nos preços e uma recuperação da produtividade de níveis abaixo da média registradas na Rússia e alguns outros países. As estimativas para a safra sul-americana de milho em 2013 também permaneceram favoráveis, apesar do clima. (Reuters)
Conab reduz estimativa de produção
A
Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) reduziu a estimativa da produção brasileira de grãos da safra 2012/2013, mas o volume continua recorde e representa um aumento de 10,5% sobre a colheita passada. O excesso de chuvas na Região Centro-Oeste e a estiagem no Nordeste foram as razões para a revisão. Ainda assim, o governo acredita que a variação é insuficiente para prejudicar a demanda interna e as exportações. De acordo com o sexto levantamento da Conab, divulgado ontem, a safra deste ano será de 183,58 milhões de toneladas. No mês passado, a empresa – ligada ao Ministério da Agricultura – projetava 184,99 milhões de toneladas de grãos. A soja se mantém como destaque, com previsão de colheita de 82,06 milhões de toneladas, volume 23,6% acima da safra passada. A previsão também é boa para o chamado milho safrinha, que deve crescer 5,5% em relação aos 39,11 milhões de toneladas colhidas
Armando Fávoro/ EC
A área plantada de soja cresceu 10,4%, e passou de 25 milhões para 27,6 milhões de hectares. no ano passado e atingir 41,28 milhões de toneladas. Os técnicos observam que a safrinha supera o milho de verão, cuja produção é estimada em 34,79 milhões de toneladas. O levantamento da Conab aponta aumento de 4,1% na área plantada em relação à safra passada e deve chegar a 52,99 milhões hectares. As
culturas de soja e milho registram os maiores aumentos no plantio. A área de soja cresceu 10,4%, e passou de 25 milhões para 27,6 milhões de hectares. O plantio do milho safrinha cresceu 8,6% e passou de 7,6 milhões para 8,3 milhões de hectares. Impacto – Para o diretor de Política Agrícola e Informação da Conab, Silvio Porto, a
redução de 1,360 milhão de toneladas na estimativa da safra de grãos não é suficiente para causar impacto a ponto de prejudicar a disponibilidade de commodities para atender a demanda interna e a exportação. Porto diz que as perspectivas são boas para o abastecimento interno de arroz e feijão. (Estadão Conteúdo)
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sexta-feira, 8 de março de 2013
e
ECONOMIA/LEGAIS - 31
Se o processo de urbanização se tornar um processo de privar e prejudicar os interesses dos agricultores, ele não pode ser sustentado. Chen Xiwen, chefe do Departamento do Grupo de Comando do Trabalho Rural Central
conomia
China quer acabar com o 'hukou' O sistema "hukou", que divide a população entre cidadãos urbanos e rurais, vai acabar. Governo espera que 60% dos chineses estejam em áreas urbanas até 2020.
A
Aly Song/ Reuters
urbanização chinesa pode alimentar tensões sociais pela posse fundiária e gerar riscos financeiros se o dinheiro for gasto irresponsavelmente, disseram ontem um dirigente comunista e um importante economista. Transferir pessoas do interior para as cidades é uma prioridade política para os novos líderes da China, que tentam sustentar um crescimento econômico que se desacelerou no ano passado para 7,8%, menor índice em 13 anos. O governo agora espera que 60% dos quase 1,4 bilhão de chineses estejam radicados em áreas urbanas até 2020.
A população urbana, que era inferior a 200 milhões três décadas atrás, já supera os 700 milhões, uma explosão que às vezes gera confrontos violentos por causa da expropriação de terras agrícolas para o desenvolvimento imobiliário, além de poluição, escassez de água e outros problemas. "Esses são severos desafios conforme tentamos sustentar o processo de urbanização", disse Chen Xiwen, chefe do Departamento do Grupo de Comando do Trabalho Rural Central, órgão que direciona a política agrária chinesa. "Muita gente tem preocupações, e tais preocupações são compreensíveis", disse ele.
Urbanização sustentável e às pressas: o desafio dos políticos chineses. O governo, segundo Chen, deve proteger os agricultores contra a perda das suas terras nesse processo, já que gover-
nos locais têm dependido muito da venda de terras para financiar investimentos, segundo o dirigente.
"Se o processo de urbanização se tornar um processo de privar e prejudicar os interesses dos agricultores, ele não pode ser sustentado, e a sociedade não pode manter a estabilidade", afirmou. Li Yining, influente economista da Universidade de Pequim, alertou que os bancos chineses podem ser arrastados para mais uma fase de gastos descontrolados. "Quando falamos de urbanização, parece que todo o país está entrando em uma ação de massa para gastar pesadamente... isso pode desencadear uma crise financeira", disse ele. A China planeja divulgar diretrizes para a urbanização no
primeiro semestre deste ano, segundo a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, principal agência de planejamento econômico. A comissão prevê que o índice de urbanização subirá de 52,57% para 53,37 % em 2013. Os líderes chineses já prometeram reformar o rígido sistema de registro domiciliar, chamado "hukou", o que pode ajudar a transformar milhões de trabalhadores rurais em urbanos. O sistema "hukou" divide a população chinesa entre cidadãos urbanos e rurais, impedindo que milhões deles, registrados como camponeses, se estabeleçam nas cidades e desfrutem de serviços básicos. (Reuters)
OAS S.A. SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
FDE AVISA: CONCORRÊNCIA A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha ç para execução ç de Construção ç de Ambientes Complementares e Reforma de Prédio Escolar: aberta licitação CONCORRÊNCIA Nº - PRÉDIO - LOCALIZAÇÃO - PRAZO - ÁREA (se houver) - PATRIMÔNIO LÍQUIDO MÍNIMO P/ PARTICIPAR - GARANTIA DE PARTICIPAÇÃO - ABERTURA DA LICITAÇÃO (HORA E DIA) 69/00439/13/01 - EE Ribeirinhos - Gleba XV de Novembro, s/nº - Cep: 19274-000 - Setor III – Rosana/SP - 210 - 840,36 - R$ 160.836,00 - R$ 16.083,00 - 09:30 - 12/04/2013. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital e o respectivo Caderno de Encargos e Composição do BDI na SEDE DA FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP ou através da Internet pelo endereço eletrônico www.fde.sp.gov.br. Os interessados poderão adquirir o Edital completo através de CD-ROM a partir de 11/03/2013, na SEDE DA FDE, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, mediante pagamento não reembolsável de R$ 50,00 (cinquenta reais). Todas as propostas deverão estar acompanhadas de garantia de participação, a ser apresentada à Supervisão de Licitações da FDE, conforme valor indicado acima. Os invólucros contendo a PROPOSTA COMERCIAL e os DOCUMENTOS DE HABILITAÇÃO deverão ser entregues, juntamente com a Solicitação de Participação, a Declaração de Pleno Atendimento aos Requisitos de Habilitação e a garantia de participação, no Setor de Protocolo da Supervisão de Licitações - SLI na SEDE DA FDE, até 30 minutos antes da abertura da licitação. Esta Licitação será processada em conformidade com a LEI FEDERAL nº 8.666/93 e suas alterações, e com o disposto nas CONDIÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DE LICITAÇÕES E CONTRATAÇÕES DA FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE. As propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital. BARJAS NEGRI Presidente
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
FDE AVISA: TOMADA DE PREÇOS A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para execução de Construção de Salas de Aula e Reforma de Prédio Escolar: TOMADA DE PREÇOS Nº - PRÉDIO - LOCALIZAÇÃO - PRAZO - ÁREA (se houver) - PATRIMÔNIO LÍQUIDO MÍNIMO P/ PARTICIPAR - GARANTIA DE PARTICIPAÇÃO - ABERTURA DA LICITAÇÃO (HORA E DIA) 69/00470/13/02 - EE Profa Escolástica Antunes Salgado - Rua Luiz Gonzaga Ribeiro, s/n - Cep: 12430-480 – Jd. Regina – Pindamonhangaba/SP - 210 - 427,74 - R$ 90.247,00 - R$ 9.024,00 - 09:30 - 27/03/2013. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital e o respectivo Caderno de Encargos e Composição do BDI na SEDE DA FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP ou através da Internet pelo endereço eletrônico www.fde.sp.gov.br. Os interessados poderão adquirir o Edital completo através de CD-ROM a partir de 11/03/2013, na SEDE DA FDE, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, mediante pagamento não reembolsável de R$ 40,00 (quarenta reais). Todas as propostas deverão estar acompanhadas de garantia de participação, a ser apresentada à Supervisão de Licitações da FDE, conforme valor indicado acima. Os invólucros contendo a PROPOSTA COMERCIAL e os DOCUMENTOS DE HABILITAÇÃO deverão ser entregues, juntamente com a Solicitação de Participação, a Declaração de Pleno Atendimento aos Requisitos de Habilitação e a garantia de participação, no Setor de Protocolo da Supervisão de Licitações - SLI na SEDE DA FDE, até 30 minutos antes da abertura da licitação. Esta Licitação será processada em conformidade com a LEI FEDERAL nº 8.666/93 e suas alterações, e com o disposto nas CONDIÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DE LICITAÇÕES E CONTRATAÇÕES DA FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE. As propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital. BARJAS NEGRI Presidente
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
FDE AVISA: Pregão Eletrônico de Registro de Preços nº 36/00223/12/05 OBJETO: AQUISIÇÃO DE PILHA DE DANIELL E DISPOSITIVO ELETROLÍTICO COM TRIPÉ. A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para: Aquisição de Kits de Equipamentos para Laboratório de Física. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital a partir de 08/03/2013, no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br ou na sede da FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, ou verificar o edital na íntegra, através da Internet no endereço: http://www.fde.sp.gov.br. A sessão pública de processamento do Pregão Eletrônico será realizada no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br, no dia 22/03/2013, às 09:30 horas, e será conduzida pelo pregoeiro com o auxílio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epígrafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital e seus anexos e serão encaminhadas, por meio eletrônico, após o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do início do prazo para envio da proposta eletrônica será de 08/03/2013, até o momento anterior ao início da sessão pública. BARJAS NEGRI Presidente
PREFEITURA MUNICIPAL DE PINDAMONHANGABA EDITAL RESUMIDO PREGÃO (REGISTRO DE PREÇOS) Nº 017/2013 A Prefeitura torna público que se acha aberto no Depto. de Licitações e Compras, sito na Av. N. Sra. do Bom Sucesso n° 1.400, Bairro Alto do Cardoso, o PPRP nº 17/13, referente à “Aquisição de dieta enteral, suplementos e fórmulas infantis, para atendimento de pacientes atendidos no município e mandados de segurança (ações judiciais)”, com encerramento dia 20/03/13, às 8h, e abertura às 8h30. O edital estará disponível no site www.pindamonhangaba.sp.gov.br. Maiores informações poderão ser obtidas no endereço supra das 8h às 17h ou através do tel.: (12) 3644-5600. Pindamonhangaba, 07 de março de 2013. PREGÃO Nº 018/2013 A Prefeitura torna público que se acha aberto no Depto. de Licitações e Compras, sito na Av. N. Sra. do Bom Sucesso n° 1.400, Bairro Alto do Cardoso, o PP nº 18/13, referente à “Aquisição de materiais de pintura, tintas e solventes”, com encerramento dia 20/03/13, às 14h, e abertura às 14h30. O edital estará disponível no site www.pindamonhangaba.sp.gov.br. Maiores informações poderão ser obtidas no endereço supra das 8h às 17h ou através do tel.: (12) 3644-5600. Pindamonhangaba, 07 de março de 2013.
PREFEITURA DA ESTÂNCIA BALNEÁRIA DE MONGAGUÁ/SP
AVISO DE EDITAL CONCORRÊNCIA PÚBLICA Nº 002/2013 - PROCESSO Nº 011/2013 Acha-se aberto na Prefeitura da Estância Balneária de Mongaguá a Concorrência Pública nº 002/2013, Processo nº 011/2013, cujo objeto é o Registro de Preços para Aquisição parcelada de peças, das linhas: Caterpillar, Valmet, Maxion, Massey Fergusson, Agrale, Case, Fiattalis, e New Holland, destinadas aos reparos da frota de máquinas e tratores da Prefeitura Municipal de Mongaguá, pelo período de 12 (doze) meses, visando aquisição futuras, conforme Anexo I. Encerramento no dia 09/04/2013, às 14:00 horas, e a Abertura: 09/04/2013, às 14:30 horas. O edital, na íntegra, encontra-se à disposição dos interessados, no Paço Municipal, sito à Avenida Getúlio Vargas, n.º 67, 1º andar, Centro, Mongaguá/SP, CEP 11.730000, na Seção de Licitações, podendo ser retirado mediante apresentação de PenDrive ou CD, no horário das 09:30 h às 16:00h, dias úteis, ou ainda por e-mail: licitacao@mongaguá.sp.gov.br. Esclarecimento, contato: telefone (13) 3445-3067, telefax (13) 3445-3082 – Artur Parada Prócida - Prefeito.
PREFEITURA DA ESTÂNCIA BALNEÁRIA DE MONGAGUÁ/SP
AVISO DE EDITAL CONCORRÊNCIA PÚBLICA Nº 001/2013 - PROCESSO Nº 010/2013 Acha-se aberto na Prefeitura da Estância Balneária de Mongaguá a Concorrência Pública nº 001/2013, Processo nº 010/2013, cujo objeto é o Registro de Preços para Aquisição parcelada de peças originais, das linhas: Chevrolet, Fiat Ducato, Volksvagen, Mercedes Benz, Agrale, Ford, Iveco, Honda, e Yamaha, destinadas aos reparos da frota oficial de veículos leves e pesados da Prefeitura Municipal de Mongaguá, pelo período de 12 (doze) meses, visando aquisição futuras, conforme Anexo I. Encerramento no dia 09/04/2013, às 09:00 horas, e a Abertura: 09/04/2013, às 09:30 horas. O edital, na íntegra, encontra-se à disposição dos interessados, no Paço Municipal, sito à Avenida Getúlio Vargas, nº 67, 1º andar, Centro, Mongaguá/SP, CEP 11.730-000, na Seção de Licitações, podendo ser retirado mediante apresentação de PenDrive ou CD, no horário das 09:30 h às 16:00h, dias úteis, ou ainda por e-mail: licitacao@mongaguá.sp.gov.br. Esclarecimento, contato: telefone (13) 3445-3067, telefax (13) 3445-3082 – Artur Parada Prócida - Prefeito. ALLUMÊ COSMÉTICOS INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA. – EPP torna público que requereu da CETESB – Osasco a Renovação da Licença de Operação para fabricação de cosméticos, sito à Rua dos Estados, 183 – A, Galpão 1 / Pólo Industrial, Santana de Parnaíba/SP.
PREFEITURA MUNICIPAL DE BROTAS - SP AVISO DE PREGÃO PRESENCIAL Nº 029/2.013 - Acha-se aberta na Prefeitura Municipal de Brotas, a seguinte licitação: - Pregão Presencial nº 029/2.013 – Objeto: Aquisição de ovos de chocolate para a Pascoa. Encerramento: 21/03/2.013 às 09:00 horas. AVISO DE CHAMADA PÚBLICA Nº 002/2.013 Acha-se aberta, na Prefeitura Municipal de Brotas: - Chamada Pública nº 002/2.013 – Objeto: Aquisição de iogurte integral com polpa natural de fruta, sabor morango ou abacaxi ou côco, da Agricultura Familiar para alimentação escolar, com dispensa de licitação, conforme Lei nº 11947, de 16/07/2.009 e Resolução nº 38 do FNDE, de 16/07/2.009. Encerramento: 27/03/2.013, às 14:00 horas. Os Editais, na íntegra, poderão ser retirados no Setor de Administração de Materiais, sito à Rua Benjamin Constant, nº 300, Centro, Brotas – SP, de segunda à sexta feira, das 13:00 horas às 16:30 horas ou através do site: www.brotas.sp.gov.br Brotas, 07/03/2.013. GUINTHER MULLER – Administrador de Materiais
FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL Conforme informação da Distribuição Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, foram ajuizados no dia 07 de março de 2013, na Comarca da Capital, os seguintes pedidos de falência, recuperação extrajudicial e recuperação judicial: Requerente: Joseilton Lisboa. Requerido: Fretta Logística e Monitoramento Veicular Ltda. Rua Miguel Franco de Araújo, 3 – Jardim Germânia - 2ª Vara de Falências. Requerente: Collina e Queiroz Consultoria Tributária e Assessoria Empresarial Ltda. Requerido: F.B. Leite – ME. Rua Sete de Abril, 105 - Conjunto 801 – República - 1ª Vara de Falências.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA ÓPTICA CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA A Associação Brasileira da Indústria Óptica - ABIÓPTICA, CNPJ 02.288.655/0001-32, sediada à Av. Santo Amaro, 1386 – 1º andar, São Paulo/SP, realizará Assembleia Geral Ordinária – AGO, nos termos da alínea “b” do artigo 27 do Estatuto Social, em 26 (vinte e seis) de março de 2013, às 10h00min, em primeira convocação, comparecendo a maioria simples dos associados, ou às 10h30min, em segunda convocação, com qualquer número de associados, na Av. Santo Amaro, 1386 - 1º andar, Bairro Vila Nova Conceição, nesta Capital, para tratar das seguintes Ordens do Dia: 1) Aprovar as Contas do exercício de 2012 e o Parecer do Conselho Fiscal; 2) Aprovar a redação de alteração do Estatuto para inclusão do varejo na Abióptica. A votação é ato privativo dos Associados Efetivos, que estejam em dia com as contribuições associativas, nos termos do artigo 7º - “a” e artigo 8º do Estatuto Social. Cordialmente, Bento José Gonçalves Alcoforado Diretor Executivo Estatutário
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE ANDRADINA
EXTRATO DE HOMOLOGAÇÃO. PROCESSO Nº 19/13 - PREGÃO Nº 11/ 13. OBJETO: Aquisição de gêneros alimentícios e frios para uso da Merenda Escolar. Considerando a adjudicação constante da ata dos trabalhos da sessão pública de julgamento, lavrada pelo Sr.(a) Pregoeiro(a), designada pela portaria nº 11.296/2013 de 02/01/2013; e a regularidade do procedimento, hei por bem, com base na lei federal nº 10520, de 17 de julho de 2002, HOMOLOGAR, os itens do objeto licitado, às empresas: JBS S/A (itens: 04, 05), Megacomm Comercial de Alimentos Ltda.-EPP (itens: 06, 07, 10), Rafael Nori-ME (itens: 02, 03), Teixeira e Teixeira Junior Ltda.-ME (item: 09) Terezinha Borelli Freire-ME (item: 08). Andradina, 07 de março de 2013. JAMIL AKIO ONO - Prefeito Mitsubishi Corporation do Brasil S/A - CNPJ nº 61.090.619/0001-29 - NIRE nº 35300019032 Extrato da Ata da Assembleia Geral Extraordinária em 22.02.2013 Data, Hora, Local: 22.02.2013, 9 hs, sede social, Av. Paulista 1.294, 23º and., SP/SP. Presença: Totalidade do Capital Social. Mesa: Masaki Kondo: Presidente, Emi Fujio Hirata: Secretária. Publicações: Dispensada. Deliberações Aprovadas: a) Indicar como Diretor Gerente Kazuo Nakaso, bacharel em Ciências Políticas e Econômicas, Passaporte nº TG6295734 emitido pelo Governo Japonês, e como Diretor Gerente Shinsuke Takahashi, bacharel em Administração, Passaporte nº TH0399587 emitido pelo Governo Japonês, ambos japoneses, casados e residentes em Tokio/Japão. Os candidatos foram indicados pela acionista majoritária estrangeira Mitsubishi Corporation, sediada em Tóquio/Japão, e assumirão os cargos após a obtenção de autorização de trabalho a ser emitida pelo Ministério do Trabalho e do visto de permanência definitiva no País, quando serão eleitos pela AGE a ser realizada com essa finalidade. Após eleitos, os referidos Diretores terão poderes de representação da sociedade, representando-a ativa e passivamente, em juízo ou fora dele, praticando individualmente todos os atos necessários ao funcionamento da sociedade, inclusive perante repartições públicas federais, estaduais, municipais, empresas para-estatais ou de economia mista, empresas privadas, nacionais e estrangeiras, na forma prevista no Estatuto Social em vigor. Encerramento: Nada mais. Masaki Kondo: Presidente, Emi Fujio Hirata: Secretária; Mitsubishi Corporation p/Mário Massanori Iwamizu, Mitsubishi International Corporation p/Mário Massanori Iwamizu. SP, 22.02.2013. Emi Fujio Hirata: Secretária, Mario Massanori Iwamizu: OAB/ SP 19.298. JUCESP nº 102.868/13-0 em 04.03.2013. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE ANDRADINA
EXTRATO DO 4° ADITAMENTO CONTRATUAL. PROCESSO Nº 91/12 TOMADA DE PREÇOS Nº 10/12. OBJETO: Contratação de empresa especializada para execução de pavimentação asfáltica, tipo CBUQ, em diversas ruas da Zona Urbana. CONTRATANTE: Prefeitura do Município de Andradina. CONTRATADO: SKALLA COMÉRCIO E URBANIZAÇÃO LTDA. Fica ajustado entre as partes que o contrato em vigor será prorrogado por mais 60 (sessenta) dias. As demais cláusulas e condições dos contratos supra permanecem inalterados. DATA: 28 de fevereiro de 2013. JAMIL AKIO ONO - Prefeito
CNPJ/MF nº 14.811.848/0001-05 - NIRE nº 35.3.0038001-1 Sociedade Anônima de Capital Fechado Ata de Assembleia Geral Extraordinária de Acionistas Realizada em 4 de Março de 2013 1.Data,hora e local: no dia 4/03/2013, às 9:00 h, na sede social da OAS S.A., sociedade anônima de capital fechado com sede na Av.Angélica, nº 2.330/2.346/2.364, 9º andar, sala 904, Consolação, Cidade de São Paulo/SP. 2. Convocação: dispensada na forma do art. 124, § 4º, da Lei nº 6.404 de 15/12/1976, conforme alterada (“Lei das Sociedades por Ações”). 3. Presença: acionistas representando 100% do capital votante da Cia., conforme se verifica pelas assinaturas lançadas no Livro de Presença de Acionistas. 4. Mesa: Srs. Cesar de Araújo Mata Pires (Presidente) e José Adelmário Pinheiro Filho (Secretário). 5. Ordem do dia: (i) emissão de debêntures simples, todas nominativas e escriturais, não conversíveis em ações, da espécie subordinada, em série única, da 7ª emissão da Cia. (“Emissão”), para distribuição pública com esforços restritos de colocação nos termos da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”) nº 476, de 16/01/2009 (“Instrução CVM 476” e “Oferta Restrita”, respectivamente), e (ii) delegação de poderes para a Diretoria da Cia. para tomar as providências necessárias à realização da referida emissão. 6. Deliberações: instalada a Assembleia, foram tomadas as seguintes deliberações, aprovadas pelos acionistas detentores de 100% do capital social da Cia., sem quaisquer ressalvas: (i) EMISSÃO DE DEBÊNTURES: Aprovar, nos termos do artigo 59 da Lei das Sociedades por Ações, a Emissão e a Oferta Restrita, que terão as seguintes características e condições: (a) Número de Emissão: a Emissão representará a 7ª emissão de debêntures da Cia.; (b) Valor Total da Emissão: o valor total da Emissão, na Data de Emissão (conforme abaixo definido) será equivalente, em reais, a US$ 330.000.000,00, considerada a taxa de câmbio de fechamento, para venda, do dólar norte-americano, divulgada pelo BACEN, disponível no SISBACEN (transação PTAX800), correspondente ao dia útil imediatamente anterior à Data de Emissão (conforme abaixo definido) (“Valor Total de Emissão”); (c) Séries: a Emissão será realizada em série única;(d) Quantidade de Debêntures: serão emitidas 330.000 debêntures (“Debêntures“);(e) Data de Emissão das Debêntures: para todos os efeitos legais, a data de emissão das Debêntures será o dia 11/03/2013 (“Data de Emissão”); (f) Valor Nominal Unitário das Debêntures: o valor nominal unitário das Debêntures, na Data de Emissão, será o valor equivalente, em reais, a US$ 1.000,00 (“Valor Nominal Unitário”), considerada a taxa de câmbio de fechamento, para venda, do dólar norte-americano, divulgada pelo BACEN, disponível no SISBACEN (transação PTAX800), correspondente ao dia útil imediatamente anterior à Data de Emissão; (g) Atualização do Valor Nominal Unitário: O Valor Nominal Unitário será atualizado pelo valor da cotação da taxa de câmbio de fechamento, para venda, do dólar norteamericano, divulgada pelo BACEN, disponível no SISBACEN (transação PTAX800), conforme fórmula constante do “Instrumento Particular de Escritura da 7ª Emissão de Debêntures Simples, Não Conversíveis em Ações, da Espécie Subordinada, em Série Única, para Distribuição Pública, com Esforços Restritos de Colocação, da OAS S.A.” (“Escritura de Emissão”) a ser celebrado entre a Cia. e o agente fiduciário, e o produto da atualização agregar-se-á ao Valor Nominal Unitário para fins de cálculo do valor pecuniário de qualquer obrigação prevista na Escritura de Emissão; (h) Forma e Conversibilidade: as Debêntures serão da forma nominativa, escritural, sem emissão de cautelas ou certificados e não serão conversíveis em ações de emissão da Cia.; (i) Espécie: as Debêntures serão da espécie subordinada; (j) Garantia: nenhuma garantia será constituída; (k) Destinação dos Recursos: Os recursos obtidos por meio da Emissão terão, aproximadamente, a seguinte destinação: (i) 90% a 95% no refinanciamento do endividamento corporativo de curto prazo da Cia., da Construtora OAS S/A, e/ou suas subsidiárias, com vencimentos em 2012 e 2013, e do endividamento de longo prazo da Cia., da Construtora OAS S/A, e/ou suas subsidiárias, com vencimento no primeiro semestre de 2014, e (ii) 5% a 10% serão destinados para financiar o capital próprio a ser aportado em projetos da Cia., da Construtora OAS S/A e/ou suas subsidiárias; (l) Prazo e Data deVencimento: as Debêntures terão prazo de vigência de 60 meses e 5 dias, vencendo-se, portanto, em 16/03/2018 (“Data de Vencimento”); (m) Amortização: As Debêntures não serão objeto de amortização extraordinária pela Cia..OValor Nominal Unitário será integralmente amortizado na Data deVencimento;(n) Resgate Antecipado Obrigatório e Resgate Antecipado Facultativo: Na hipótese da ocorrência de eventos extraordinários no exterior que acarretem mudança adversa relevante (i) na legislação tributária e/ou regulatória em vigor no Brasil e/ou no exterior, ou na interpretação dada a tal legislação pelas respectivas autoridades, que afetem de forma material os termos e condições de operações contratadas em dólares norte-americanos entre, de um lado, os Debenturistas e/ou quaisquer entidades pertencentes ao controlador, sociedades controladas, coligadas e sociedades sob controle comum dos Debenturistas ou, caso qualquer um dos Debenturistas seja um veículo de investimento, aqueles que sejam investidores diretos ou indiretos de tal veículo, na Data de Emissão (“Grupo Econômico”), e, de outro lado, a Cia. e/ou as suas subsidiárias; e/ou (ii) nas condições econômico-financeiras dos Debenturistas e/ou de quaisquer entidades pertencentes ao Grupo Econômico, incluindo, mas não se limitando, a mudança na percepção da classificação de risco dos Debenturistas e/ou de quaisquer entidades pertencentes ao Grupo Econômico, os Debenturistas, representantes de, no mínimo, 90% das Debêntures em circulação, poderão solicitar, a seu exclusivo critério, dentro do prazo de 35 dias contado da data da ocorrência de tais eventos extraordinários, que a Cia. realize o resgate antecipado obrigatório da totalidade das Debêntures (“Resgate Antecipado Obrigatório”). O valor a ser pago aos Debenturistas a título de Resgate Antecipado Obrigatório corresponderá aoValor Nominal Unitário atualizado, acrescido da Remuneração (conforme definida a seguir) e ajustado de acordo com a fórmula a ser estabelecida na Escritura de Emissão (“Preço de Resgate”). O pagamento a que os Debenturistas fizerem jus em decorrência do Resgate Antecipado deverá ser efetuado em moeda corrente nacional na Data do Resgate Antecipado Obrigatório. Adicionalmente, na hipótese da ocorrência de quaisquer dos eventos listados nos subitens “1”, “6”, “7”, “8”, “9”, “10”, “12”, “13”, “14”, “15”, “16”, “17” e “18” do item “u” abaixo, a Cia. poderá, a seu exclusivo critério, mediante comunicação enviada aos Debenturistas e ao agente fiduciário, dentro do prazo de 1 Dia Útil contado da comunicação de ocorrência de evento de vencimento antecipado ou da comunicação de convocação de assembleia geral de debenturistas, conforme estabelecido na Escritura de Emissão, realizar o resgate antecipado da totalidade das Debêntures, pelo Preço de Resgate (“Resgate Antecipado Facultativo”). O pagamento a que os Debenturistas fizerem jus deverão em decorrência do Resgate Antecipado Facultativo deverá ser efetuado em moeda corrente nacional dentro do prazo de até 7 dias úteis contado da comunicação de Resgate Antecipado Facultativo. As Debêntures objeto do Resgate Antecipado Obrigatório e Resgate Antecipado Facultativo serão canceladas pela Cia.; (o) Repactuação: as Debêntures não serão objeto de repactuação programada; (p) Remuneração: a remuneração das Debêntures contemplará juros remuneratórios, a partir da Data de Emissão, equivalentes a 8,85% ao ano, base 360 dias corridos, e será calculada de forma linear pro rata temporis por dias corridos, incidente sobre o Valor Nominal Unitário atualizado desde a Data de Emissão ou, conforme o caso, a última Data de Pagamento de Remuneração (conforme abaixo definido) até a próxima Data de Pagamento de Remuneração ou Data de Vencimento ou na data em que ocorrer o Resgate Antecipado Obrigatório ou a Resgate Antecipado Facultativo, conforme o caso (“Remuneração”);(q) Pagamento da Remuneração: a Remuneração das Debêntures será paga em 11 parcelas semestrais e consecutivas, conforme estipulado na Escritura de Emissão, sendo a primeira parcela devida a partir de 15 de abril de 2013 (“Data de Pagamento de Remuneração”). Farão jus à Remuneração aqueles que forem titulares de Debêntures no final do dia útil anterior à Data de Pagamento da Remuneração, Data de Vencimento, ou na data em que ocorrer o Resgate Antecipado Obrigatório ou o Resgate Antecipado Facultativo; (r) Prazo e Forma de Subscrição e Integralização: as Debêntures serão subscritas, em uma única data, à vista, e integralizadas em moeda corrente nacional, no ato da subscrição, pelo Valor Nominal Unitário, de acordo com os procedimentos e as normas de liquidação aplicáveis à CETIP S.A. - Mercados Organizados (“CETIP”); (s) Regime de Colocação: as Debêntures serão objeto de distribuição pública com esforços restritos de colocação, nos termos da Instrução CVM 476, sob o regime de melhores esforços de colocação; (t) Registro para Distribuição e Negociação: As Debêntures serão registradas para distribuição no mercado primário e para negociação no mercado secundário por meio do MDA – Módulo de Distribuição de Ativos (“MDA”) e do Módulo CETIP21 – Títulos e Valores Mobiliários (“CETIP21”), respectivamente, ambos administrados e operacionalizados pela CETIP; (u) Vencimento Antecipado: sujeito ao disposto na Escritura de Emissão, o agente fiduciário deverá declarar antecipadamente vencidas todas as obrigações decorrentes das Debêntures e a imediata exigibilidade do pagamento doValor Nominal Unitário das Debêntures em circulação, acrescido da Remuneração, calculada pro rata temporis, desde a Data de Emissão ou da última Data de Pagamento de Remuneração, conforme o caso, até a data do seu efetivo pagamento, em caso de ocorrência das seguintes hipóteses: (1) caso provem-se falsas ou revelem-se incorretas ou enganosas, quaisquer das declarações prestadas pela Cia.; (2) (i) decretação de falência da Cia.; (ii) pedido de autofalência pela Cia.; (iii) pedido de falência da Cia. formulado por terceiros não elidido no prazo legal; (iv) pedido de recuperação judicial ou de recuperação extrajudicial da Cia., independentemente do deferimento do respectivo pedido;(3) liquidação, dissolução ou extinção da Cia.;(4) decretação de vencimento antecipado de quaisquer dívidas ou obrigações financeiras assumidas pela Cia.em favor dos Debenturistas ou quaisquer entidades pertencentes ao Grupo Econômico;(5) não pagamento, pela Cia., de qualquer obrigação pecuniária devida aos Debenturistas ou quaisquer entidades pertencentes ao Grupo Econômico, nas respectivas datas de vencimento, que não seja devidamente sanada no prazo de cura específico; (6) descumprimento, pela Cia., de qualquer obrigação não pecuniária prevista na Escritura de Emissão, que (i) não seja devidamente sanada no prazo de cura específico; ou (ii) em não havendo prazo de cura específico, não seja devidamente sanada no prazo de 7 dias úteis;(7) transformação da Cia.em sociedade limitada, nos termos dos artigos 220 a 222 da Lei das Sociedades por Ações; (8) ocorrência de eventos ou situações que afetem comprovadamente de maneira adversa a capacidade operacional, legal e/ou financeira da Cia. de cumprir com obrigações estabelecidas na Escritura de Emissão; (9) inadimplemento, não sanado no respectivo prazo de cura estabelecido no contrato inadimplido, (i) de qualquer obrigação financeira da Cia., cujo valor individual ou agregado, seja igual ou superior a R$30.000.000,00 ou o equivalente em outras moedas; ou (ii) ocorrência de qualquer evento ou inadimplemento de qualquer obrigação, não sanado no respectivo prazo de cura, que gere ou possa ensejar a declaração de vencimento antecipado de qualquer obrigação financeira da Cia., cujo valor, individual ou agregado, seja igual ou superior a R$30.000.000,00 ou o equivalente em outras moedas; (10) protesto de títulos contra a Cia., cujo valor, individual ou agregado, seja igual ou superior a R$30.000.000,00 ou o equivalente em outras moedas, exceto se (a) o protesto foi efetuado por erro ou má-fé de terceiros, desde que validamente comprovado pela Cia., conforme o caso;(b) o protesto foi cancelado ou sustado;ou (c) tiver sua exigibilidade suspensa por sentença judicial; (11) não cumprimento de uma ou mais sentenças arbitrais ou decisões judiciais transitadas em julgado contra a Cia., incluindo execuções fiscais, cujo valor individual ou agregado, seja igual ou superior a R$30.000.000,00 ou o equivalente em outras moedas; (12) arresto, sequestro ou penhora de bens da Cia., cujo valor, individual ou agregado, seja igual ou superior a R$30.000.000,00 ou o equivalente em outras moedas, exceto se, no prazo de até 30 dias úteis contados da data do respectivo arresto, sequestro ou penhora, for comprovado que (a) houve contestação ou medida suspensiva de exigibilidade, ou (b) foi prestada garantia, desde que esta garantia não afete ou onere os bens da Cia. nos termos da presente alínea; (13) autuações por órgãos governamentais, de caráter fiscal, ambiental ou de defesa da concorrência, entre outros, de valor individual ou agregado superior a R$30.000.000,00, exceto se tais situações (a) forem contestadas no prazo legal;(b) tiverem sido efetuadas por erro ou má-fé, desde que validamente comprovado pela Cia., ou (c) forem canceladas;(14) alteração ou modificação do objeto social da Cia., para alterar substancialmente ou excluir as atividades atualmente desenvolvidas; (15) mudança ou transferência, a qualquer título, do controle societário da Cia., direta ou indiretamente, de forma que seus atuais controladores (a) passem a possuir menos de 50% mais 1 ação do capital votante da Cia.; ou (b) deixem por qualquer motivo de exercer o controle societário efetivo da Cia.; (16) se as obrigações de pagar da Cia., previstas na Escritura de Emissão, deixarem de concorrer, no mínimo, em condições pari passu com as demais dívidas subordinadas da Cia., ressalvadas as obrigações que gozem de preferência por força de disposição legal; (17) transferência ou qualquer forma de cessão ou promessa de cessão a terceiros, pela Cia., das obrigações assumidas na Emissão, sem a prévia anuência dos Debenturistas; (18) não renovação, cancelamento, revogação ou suspensão das autorizações, licenças, inclusive as ambientais, relevantes para o regular exercício das atividades desenvolvidas pela Cia.; e (19) ordem judicial ou determinação legal ou regulamentar, proveniente de órgãos governamentais, determinando o bloqueio judicial, penhora online e/ou outra constrição de qualquer natureza, de conta corrente da Cia. e/ou de suas subsidiárias que cause prejuízos e/ou afete a habilidade da Cia. de realizar movimentações financeiras e/ou bancários, de montante superior a R$30.000.000,00; e (v) Local de Pagamento: Os pagamentos a que os Debenturistas fizerem jus, inclusive aqueles decorrentes do Resgate Antecipado Obrigatório, do Resgate Antecipado Facultativo e do Vencimento Antecipado, deverão ser efetuados em moeda corrente nacional, conforme os procedimento e prazos previstos na Escritura de Emissão; e (ii) DELEGAÇÃO DE PODERES À DIRETORIA DA CIA. Fica a Diretoria da Cia.autorizada a (i) contratar o Banco Santander (Brasil) S.A para realizar a distribuição pública com esforços restritos de colocação das Debêntures; (ii) contratar os prestadores de serviços da Emissão, incluindo, mas não se limitando, ao banco liquidante, agente fiduciário, escriturador mandatário, assessor legal e agência classificadora de risco; e (iii) negociar, firmar os termos e celebrar todos os instrumentos e praticar todos os atos necessários à efetivação da Emissão e da Oferta Restrita, incluindo, mas não se limitando, à celebração da Escritura de Emissão e do Contrato de Distribuição das Debêntures. 7. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, a sessão foi suspensa para lavratura da presente ata, que foi lida, aprovada e assinada por todos, dela se tirando cópias autênticas para os fins legais.Mesa:Srs.Cesar de Araújo Mata Pires (Presidente) e José Adelmário Pinheiro Filho (Secretário); Acionistas Presentes: CMP Participações Ltda., pp. Cesar de Araújo Mata Pires; e LP Participações e Engenharia Ltda., pp. José Adelmário Pinheiro Filho. A presente ata, redigida sob a forma de sumário, nos termos do art. 130, § 1º, da Lei das Sociedades por Ações, é cópia fiel daquela constante do livro de atas de Assembleias Gerais da Cia., ficando autorizado pela unanimidade de acionistas seu registro e publicação. São Paulo, 04/03/2013. Mesa: Cesar de Araújo Mata Pires - Presidente; José Adelmário Pinheiro Filho - Secretário. Acionistas Presentes: CMP PARTICIPAÇÕES LTDA.: Cesar de Araújo Mata Pires; LP PARTICIPAÇÕES E ENGENHARIA LTDA.: José Adelmário Pinheiro Filho.
Tuncum Empreendimentos Imobiliários e Participações Ltda. CNPJ/MF nº 06.926.412/0001-33 - NIRE nº 35.218.711.823 Extrato da Ata de Reunião de Sócios Realizada em 25/02/2013 Data, Hora e Local: 25/02/2013, às 10h, na sede social, R. Alcides Ricardini Neves, nº 12, 10º A, conj. 1003, SP/SP. Presença: Totalidade do capital social. Mesa: Ademar Pereira Gomes (Presidente) e Daniel de Andrade Gomes (Secretário). Deliberação Aprovada: (i) redução do capital social, por ser excessivo ao seu objeto social, passando de R$ 576.016,00 para R$ 153.568,00, com o cancelamento de 422.448 quotas de Classe AP, no valor de R$ 1,00 cada uma, uma redução de R$ 422.448,00; que será restituído ao sócio Ademar Pereira Gomes através da devolução dos imóveis da Sociedade. As restituições deverão ocorrer no prazo máximo de 180 dias contados da publicação. Encerramento: Nada mais. Sócios: Ademar Pereira Gomes por si e por Henrique de Andrade Gomes, Daniel de Andrade Gomes, Fernanda de Andrade Mello Gomes Ferreira.
Blau Farmacêutica S.A. CNPJ/MF nº 58.430.828/0001-60 Ficam os Srs.Acionistas da Blau Farmacêutica S.A. (“Companhia”), convidados a participar da Assembleia Geral Ordinária (“AGO”), a ser realizada às 14:00 horas do dia 18/03/2013,na sede social da Companhia,localizada no Município de Cotia/SP,na Rod.RaposoTavares, Km 30,5, nº 2.833, Unidade I, Prédio 100, Bairro Barro Branco, CEP 06705-030, a fim de deliberar sobre a seguinte ordem do dia: (i) tomar as contas da administração, examinar discutir e votar as demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31/12/2011; (ii) deliberar sobre a destinação do lucro líquido e distribuição de dividendos; e (iii) fixar a remuneração global anual dos administradores para o exercício de 2013. Informações Gerais: (a) Cópia dos documentos a serem discutidos na AGO ora convocada se encontra à disposição dos senhores acionistas na sede social da Companhia conforme informado pela Diretoria mediante publicações realizadas em 14, 15 e 16 de agosto de 2012, no Diário Oficial do Estado de São Paulo, fls. 21, 23 e 33, respectivamente; e no Diário do Comércio, fls. 35, 23 e 23, respectivamente. (b) O acionista que desejar ser representado por procurador deverá apresentar o respectivo instrumento de mandato, com poderes especiais para tanto e firmas devidamente reconhecidas, à Companhia até o dia 14/03/2013.Cotia, 06/03/2013.Marcelo Rodolfo Hahn - Presidente do Conselho de Administração. Eudmarco S.A. Serviços Comércio Internacional. CNPJ/MF nº 58.138.058/0001-86 - NIRE nº 35.300.012.178 Ata de Assembleia Geral Extraordinária Data/Hora/Local: 04/02/2013, às 10h00, à Av. Dr. Cardoso de Melo, 1470, conj. 1007, 10º andar, S. Paulo/SP. Presença: Totalidade do Capital Social. Mesa: Francisco Cassiani Filho - Presidente; Harumi Ono, Secretária. Ordem do Dia/ Deliberações: “Aprovada por unanimidade”, abertura de filial com objetivo de servir como escritório administrativo, na Av. Barão do Rio Branco, 483, Jd. Esplanada, S. José dos Campos/SP, devidamente registrada na JUCESP NIRE/Filial nº 3590453848-5 em 20/02/2013. Encerramento: Formalidades legais foram devidamente arquivadas e registradas na JUCESP nº 80.299/13-1 em 20/02/2013. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.
Auto Posto Adriatica Ltda, torna público que recebeu da Cetesb a Licença Prévia, 33001422 e requereu a Licença de Instalação, para comercio varejista de combustiveis e Lubrificantes .sito à Av. Roque Petroni Jr, 565 Jd das Acácias - SP
PrimaTech S.A. - CNPJ nº 03.651.052/0001-16 - NIRE 35300176324 Extrato da Ata da Assembléia Geral Extraordinária de 01.03.2012 Data, Hora e Local: 01/03/2012, às 10hs. Sede social, R. Jesuíno Arruda, 797, 9º and., cj. 91, Itaim Bibi, SP/SP. Presença: Totalidade dos acionistas. Mesa: Presidente: Ricardo Luis Meirelles dos Santos. Secretário: Bernardo Ramos Albuquerque. Deliberações Aprovadas por Unanimidade: 1. Redução do capital social de R$633.602,32, dividido em 900.000 ações ON é reduzido para R$120.000,00, dividido em 170.000 ações ON, mediante o reembolso aos acionistas de 730.000 ações ordinárias nominativas, ao preço individual de R$0,70356483, totalizando R$513.602,32, assim distribuído entre os acionistas: Acionistas - Quantidade de Ações ON: Possuídas - Reembolsadas Total do Reembolso - R$: Ricardo Luis Meirelles dos Santos - 450.000 - 365.000 - 256.801,16; Bernardo Ramos Albuquerque - 449.999 365.000 - 256.801,16; José Roberto de Toledo Rosário - 1 - - -. Total: 900.000 - 730.000 - 513.602,32. 1.1. A redução se tornará eficaz após decorrido o prazo de 60 dias, da publicação desta ata. 2. Reformar o art. 5º do Estatuto Social: Art. 5º: O Capital Social é de R$120.000,00, dividido em 170.000 ações ordinárias nominativas, sem valor nominal.§ Único: Cada ação ordinária dará direito a um voto nas deliberações daAssembleiaGeral.Encerramento:Nadamais,lavrou-seaata.Acionistas:RicardoLuisMeirellesdosSantos;BernardoRamosAlbuquerque; e José Roberto de Toledo Rosário. Ricardo Luis Meirelles dos Santos - presidente, Bernardo Ramos Albuquerque - secretário. EPHARMA-PBM DO BRASIL S.A. CNPJ nº 03.448.808/0001-24 Convocação para Assembléias Gerais Ordinária Convocamos os srs. acionistas para se reunirem em AGO, às 14hs, e em 2ª convocação às 14:30hs, dia 19/3/2013, na sede da Cia., para tratarem dos seguintes assuntos: a. Tomar as contas dos administradores; b. Examinar, discutir e votar as demonstrações contábeis referentes ao exercício findo em 31/12/2012, c. Deliberar aprovação para distribuição dos dividendos. Barueri, 08/3/2013. Luiz Carlos Silveira Monteiro-Diretor-Presidente. (08,09 e 12/3/2012) IMPRENSA OFICIAL DO ESTADO S/A - IMESP - CNPJ: 48.066.047/0001-84
Torna público que requereu na CETESB a Renovação da Licença de Operação para Edição e Impressão de Jornais, Artes Gráficas e Certificação Digital - Código CNAE: 58.22.1.00. À Rua da Mooca nº 1921, Mooca, São Paulo/SP.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
32 Nº 455
DCARR
sexta-feira, 8 de março de 2013
Na segunda quinzena deste mês a Peugeot lançará o seu hatch compacto, o 208, com motor de 122 cv, 1.6 com 16 válvulas, Um característica do modelo é que ele não tem o "tanquinho" de gasolina para partida a frio.
RANGE ROVER
Vogue, até parece um lorde. Fora de estrada, um fidalgo. No asfalto, mesmo ruim, confortável como o sofá de casa. Mais caro, claro! Preços de R$ 551,8 mil a R$ 604,8 mil. Vale! CHICOLELIS Fotos: Divulgação
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asfalto irregular da GO 118, que liga Brasília à Chapada dos Veadeiros (GO), é tratado com fleugma britânica pelo novo Range Rover Vogue, da 4ª geração, o SUV mais sofisticado do mercado. Mesmo em altas velocidades parece que estamos sentados no sofá de nossa sala. Ele não vibra, não pula, não sofre deslocamento de ar passando por veículos maiores e não "passarinha" (quando o carro balança de um lado para o outro, dando a impressão que vai decolar a qualquer momento). No off-road, também, parece um verdadeiro lorde, elegante e potente, na versão gasolina ou diesel. Ambas com quase 5 metros de comprimento. Falando primeiro dos motores, o Vogue oferece dois, ambos em alumínio, como a carroceria. O gasolina, V8 5.0, gera 510 cv e o turbo diesel 4.4, 339 cv. Em ambos, um delicioso câmbio automático de 8 velocidades, com troca manual na "borboleta" atrás do volante e opção "S" (esportiva) que causa boa sensação de dirigibilidade. A tração é integral (4x4). Com o motor a gasolina, faz o 0-100 km/h em apenas 5,1s. A final alcança 240 km/h. No diesel, chega aos 225 km/h.
Entre os bancos, o painel abriga os controles que facilitam a vida do motorista, na terra ou no asfalto (bom ou não). O Vogue não faz diferença entre os terrenos e enfrenta a todos com a mesma fidalguia.
Na terra com elegância - Quando fora de estrada, de dificuldades médias, o Vogue, por incrível que pareça, realça ainda mais sua condição de carro confortável. Em primeiro lugar, basta apenas acionar o sistema automático, que ele faz quase tudo por você. Aumenta a altura em relação ao piso, aplica a reduzida se o terreno pede. Ao motorista cabe a missão de girar o volante para o lado certo e controlar a velocidade sem problemas. Simples assim mesmo. E se a pista, repentinamente, mudar para asfalto, tudo volta ao normal e pode-se acelerar sem problemas. Cansou? - Ligue o "serviço" de massagem no encosto do banco. Ajuda a relaxar, tanto motorista quanto passageiro. E tem
mais, o ar-condicionado também resfria os assentos, e também os encostos. Um pouco estranho, mas muito útil para aliviar o calor do contato com o couro do estofamento. Nem é preciso detalhar, o Range Rover Vogue tem todos os modernos sistemas de segurança, desde air bags para todos os seus ocupantes; freios irretocáveis; piloto automático acoplado com equipamento que mantém distância do veículo da frente, parando quando o mesmo para e seguindo viagem quando ele o faz. O sistema de som também é top e o acabamento interno digno do castelo real. O teto panorâmico total, revelava o exuberante céu estrelado do Planalto Central.
HONDA FALCON
Com injeção eletrônica Moto melhora performance e consumo com o novo sistema
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la voltou e, para o bem ou para o mal, está ‘igual’ à versão anterior. As diferenças da nova Honda NX 400i Falcon em relação à irmã mais velha, a NX4 Falcon, são o painel - inteiramente digital (com luzes de espia, velocímetro digital, contagiros em barras, hodômetro total e dois parciais, marcador de combustível e relógio), escapamento (agora com catalisador, mas de visual bastante similar ao anterior), aletas laterais de tanque maiores, capa do farol, presença do bagageiro/alças do garupa e novo grafismo. A grande diferença, porém, está na injeção eletrônica PGM-FI, que dá nova vida ao velho motor monocilíndrico de 397,2 cm³, 4 tempos, refrigerado a ar e com quatro válvulas radiais, RFVC. No papel, seus números são até mais modestos - 28,7 cv a 6.500 rpm contra 30,6 cv a 6.500 rpm da anterior, com torque de 3,51 kgf.m a 6.000 rpm contra 3,27 Kgf.m, também a 6.000 rpm - para empurrar uma moto mais gordinha (a 400i pesa 158 kg a seco e a NX4, 151 kg). Mas, na vida real, ela se mostra esperta, bem esperta. É que a injeção deixa as respostas ao acelerador mais rápidas - apesar dos quilinhos extras.
As suspensões também encolheram, passando de 220 para 215 mm na dianteira (telescópica, não invertida) e de 195 para 180 mm na traseira (monoamortecida, do tipo Pro-Link, com possibilidade de regulagem da précarga da mola). Ou seja, apesar do apelo off-road (aro de 21 polegadas na frente e de 17 atrás, pneus mistos, escapamento alto, sua praia é mesmo a cidade. Bem calibradas, as suspensões absorvem com facilidade buracos, lombadas e outras coisinhas mais das vias públicas. Isso somado à posição de pilotar (ereta e relaxada) a um confortável banco em dois níveis (com bom conforto também para o garupa), ao motor com mais fôlego, à grande maneabilidade e a um preciso e bem escalonado câmbio de cinco marchas a tornam muito ágil nas ruas, capaz de vencer com desenvoltura invejável o trânsito nosso de cada dia - com o bônus do guidão alto, que passa acima dos espelhos retrovisores dos carros, pelo menos da maioria deles. C o m u m t a m a n h o i m p onente, a 400i pode ser tocada até por pessoas mais baixas, já que o assento está a 850 mm do chão.
Desde século passado
A
Segue o conforto – Na estrada, em andamentos legais, mesmo totalmente exposto e de peito aberto para o vento, o piloto continua desfrutando de bom conforto. As suspensões cumprem seu papel sem maiores sustos, apesar da maciez, e o chassi de berço semiduplo garante uma ciclística eficiente para a finalidade da moto. O farol multirrefletor, com lente de policarbonato de 60/55 W, fica ligado o tempo todo. À noite, definitivamente
não deixa o piloto na mão. Uma coisa que pode incomodar a alguns é o motor "gritando" em giros mais altos, mas dá para andar a 120 km/h a tranquilas 6.000 rpm (a faixa vermelha começa nos 9.000 mil giros) e ir curtindo justamente o ruído do motor - e não o das válvulas, como em outros modelos... Altas velocidades não são o ponto forte da 400i. Os freios a disco nas duas rodas (dianteiro com 256 mm de diâmetro e cáliper de duplo pistão e traseiro
com 220 mm de diâmetro e pistão simples) são precisos. ABS? Nem mesmo opcional. Desde que não se parta para um fora de estrada pesado, o prazer continua em precárias estradas secundárias ou de terra. Com tanque de 15,3 litros e um consumo médio de 25,5 km/l, a 400i permite rodar cerca de 380 km. Finalmente, um problema: o preço sugerido pela fábrica (R$ 18.900, sem frete e seguro). Luciano Paço
Falcon nasceu em 1999 para substituir a Sahara 350 - que havia herdado o lugar da XL 350 - e viveu 9 anos de glórias. Com poucas alterações, chegou à marca de 120 mil unidades vendidas, mas acabou derrotada pelo Programa de Controle da Poluição, o Promot 3. De acordo com a Honda, adequar a moto às novas exigências ambientais aumentaria de tal forma seu preço que isso a tornaria comercialmente inviável. Sua existência, porém, não acabou aí. Ela continuou a ser fabricada em Manaus, para exportação. Para não deixar os admiradores da Falcon na mão, a Honda lançou a XRE 300, o que frustou a muitos e deixou uma legião de viúvos. Os avanços tecnológicos (injeção eletrônica, catalizadores...) permitiram retomar as vendas no Brasil e a Falcon renasceu no final de 2012, já como modelo 2013, e mais um sobrenome, passando de NX4 para NX 400i (indicando a injeção eletrônica).
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sexta-feira, 8 de março de 2013
DCARR VOLKSWAGEN
O novo Golf vem aí Agora fabricado no México, um dos maiores sucessos da marca alemã, chegará aqui em breve. ANTÔNIO FRAGA
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inda sem data marcada para chegar ao mercado brasileiro o Golf, cuja 7ª geração foi apresentada recentemente na Europa. O modelo é um dos carros mais marcantes da história da Volkswagen. A vinda dele para o Brasil está ligada ao fato de que vai ser produzido no México. Consequentemente virá para cá em breve, como forma da marca comemorar seus 60 anos no País. Admirado em todo o mundo pela sua eficiência de construção e dirigibilidade, o Golf chegou aqui importado em 1994. Logo se tornou um sucesso e, graças a ele, a sua terceira geração começou a ser produzida no Brasil. Na época, o carro, tão desejado e eficiente, era o preferido também dos ladrões para realizarem suas "atividades profissionais". Muitos fãs aqui - Hoje, ainda que desatualizado, mantém uma legião de aficionados por ser, apesar do tempo passado, um bom produto. Mas, como acontece em qualquer ramo, comparando-se o produto ao novo, três edições mais recentes, o antigo fica em uma situação desconfortável. O design do novo modelo não se afasta, assim como as demais versões do seu conceito original: hatchback com corte agressivo, com uma grossa coluna colocada após da porta traseira, que o deixa
muito elegante. Por dentro permanece, agora mais apurado, o conforto e os detalhes bem cuidados do acabamento. Isso, por sinal, tem sido uma característica marcante em todos os modelos da Volkswagen nos seus últimos lançamentos. Com dois motores a diesel (que não teremos) e três a gasolina (o nosso ainda não foi definido), o destaque do novo Golf é o propulsor de quatro cilindros, 1.4 litro TSi, de 140 cavalos, que com um avançado sistema de desligamento de dois cilindros pode chegar a quase 20 quilômetros por litro na estrada, ou até em vias rápidas, quando o carro atinge uma velocidade em torno de 110 km/h e a mantém. Dois cilindros - Então um "cerebrozinho" chega à conclusão de que dois cilindros são suficientes para manter a velocidade desejada e desativa os outros dois, que deixam de queimar gasolina. Ou seja, evita o desperdício de manter quatro fazendo força, quando dois resolvem. Essa tecnologia não chega a ser revolucionária, já que outras marcas já a tinham utilizado (mais recentemente a Chrysler, no Grand Cherokee V8), porém com motores grandes. Outras tecnologias, além do "alívio" de quase 100 quilos na concepção do novo modelo, ajudam a diminuir a emissão de poluentes e de combustíveis em todos os demais modelos, como stop/start.
Fotos:Divulgação
Renovado, o design do Golf mostra que a essência da primeira geração foi mantida.
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
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sexta-feira, 8 de março de 2013
TESOURO MINEIRO
urismo
Douglas Cometti/Folhapress
Aos pés da Serra de São José, Tiradentes convida a um passeio entre casarões, museus e igrejas.
Erika Corrêa
Erika Corrêa
Fotos: Divulgação
Igreja da Matriz (acima) tem fachada atribuída a Aleijadinho. Passeio de charrete (à esq.) é uma das formas de conhecer a cidade.
E
m meio às montanhas da Serra de São José, a pequena Tiradentes é, sem dúvida, a mais charmosa e preservada cidade histórica de Minas Gerais. Marcada pelo Ciclo do Ouro e pelos ideais revolucionários, conserva um dos maiores acervos arquitetônico e artístico setecentista do Brasil. Entre suas ladeiras de pedra, com calçamento original do século XVIII, se espalham casarões, museus e igrejas no genuíno estilo barroco mineiro. O enorme paredão da serra, que se eleva no sopé da cidade, parece uma fortificação natural em defesa a invasões. Mas Tiradentes é invadida somente por turistas de todas as partes do mundo e, outrora, já foi tomada por tropeiros e garimpeiros em busca do ouro abundante e, ainda, pelos ideais libertários dos primeiros republicanos . Santo Antônio do Rio das M o r t e s , A r- Erika Corrêa raial Velho ou São José (todos os nomes anteriores de T i r a d en t e s ) , foi rebatizada com o apelido do herói d a I n c o n f idência Mineira, o alferes José da Silva Xavier, em 1889. Quase 50 anos depois, em 1938, tornou-se Patrimônio Histórico Nacional pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Quem visita a região tem a sensação de viajar no tempo não só pela arquitetura preservada mas também por conta das histórias que a cercam. As vielas, becos e casario por onde passaram e se reuniram secretamente os inconfidentes estão conservados, como
Erika Corrêa
a casa do Padre Toledo, um dos líderes do movimento, onde, em 1788, ocorreu o primeiro encontro do grupo. Restaurada, tornou-se museu. Em dia de neblina, um clima de mistério paira no ar. Até hoje não se sabe o paradeiro da cabeça do mártir da Inconfidência. Após ser enforcado e esquartejado no Rio de Janeiro, a coroa portuguesa ordenou que sua cabeça fosse levada a Tiradentes e exposta em praça pública. Dias depois desapareceu. Festivais – Histórias à p a r t e , T i r adentes é palco de um calendário de festivais. Em janeiro é a vez do Festival de Cinema. Em agosto, há o Festival Gastronômico. Na Semana Santa, procissões e decoração de tapetes ornamentais, assim como em Corpus Christi. Em maio, o Jubileu da Santíssima Trindade encanta até os
SEMANA SANTA No feriado, procissões e decoração de tapetes ornamentais tomam conta da cidade. Programe-se! que não são religiosos. Nessas festividades, Tiradentes fica para lá de movimentada. A população de 7 mil habitantes chega a triplicar. Mesmo assim, a cidadezinha não perde o encanto. Visita – A melhor maneira de conhecê-la é caminhando por suas ruas ou alugar uma charrete na Praça das Forras. Bem ao alto da cidade fica a Matriz, construída em homenagem a Santo Antônio entre 1710 e 1752. A fachada é atribuída a Aleijadinho e seu interior é o segundo maior em quantidade de ouro do Brasil, com quase 500 quilos (a primeira fica em Salvador). A Matriz ainda tem um órgão de 1776.Nos fins de semana, é possível conferir o Roteiro Narrado. Gravado na voz de Paulo Goulart e com efeitos de iluminação, o espetáculo detalha as imagens e histórias da igreja. Outra preciosidade barroca é o chafariz São José de Botas,
construído em 1749. Unindo passado à tecnologia está o recém-inaugurado Museu da Liturgia. O casarão é do século XVIII e o acervo composto por mais de 400 peças, entre esculturas, pinturas, imagens, pratarias, objetos de madeira, mobiliário e roupas sacras. Tudo isso amparado por instalações audiovisuais e terminais multimídia. Trilhas e trilhos – Os que têm energia podem percorrer trilhas e banhar-se nas diversas cachoeiras da Serra São José, marcada por escarpas cobertas por Mata Atlântica, cerrado e campos rupestres. Outra trilha, a do trem Maria-Fumaça, leva à cidade de São João Del Rei. A pequena estação de ferro construída em 1881 para servir a Companhia de Ferro Oeste de Minas, possui o estilo das estações mineiras edificadas no fim do século XVIII. Artesanato e decoração também são ponto forte da cidade, com ateliês espalhados por todo o canto. A poucos quilômetros, a vila de Bichinho se desenvolveu justamente pelo artesanato. Aproveite!
Santíssima Gula propõe menus degustação e cozinha sofisticada .
'Mané sem Jaleco' (no topo), do Estalagem do Sabor. E delícias de boteco no Templário.
Cidade dos sabores
A
culinária mineira traz a herança cultural das diversas etnias que ajudaram a formar o Estado: dos portugueses aos bandeirantes paulistas; dos escravos africanos aos fazendeiros do Nordeste e tropeiros gaúchos. O resultado é uma gastronomia repleta de condimentos peculiares. Em Tiradentes, comer bem é palavra de ordem. Anualmente em agosto, o Festival de Cultura e Gastronomia, que chega à 16ª edição, tem a participação de renomados chefs nacionais e internacionais. Além de degustar receitas requintadas, o público participa de oficinas e cursos. Mas quem não conseguir visitar a cidade no período do evento, pode experimentar a boa mesa nos restaurantes, abertos o ano todo. Santíssima Gula é o mais sofisticado. À frente da cozinha está a chef Nancy Souza, que, além de seu talento no preparo dos pratos, faz questão de chegar-se à mesa de cada cliente. É fácil, então, iniciar ali uma boa prosa. Já no Estalagem do Sabor, experimente a comida mineira, e à noite vá ao bar restaurante Templário, para apreciar a música ao vivo e saborear as delícias de boteco. (EC) Divulgação
Maria-Fumaça leva a São João Del Rei. Chafariz São José de Botas (acima), datado de 1749.
RAIO X COMO CHEGAR De São Paulo, BR-381 (Rodovia Fernão Dias) até a entrada para Lavras (380 km) e BR-265 até a entrada para Tiradentes (110 km). De BH, BR-040 até o Trevo para Murtinho (5 km após Congonhas). Passe por Entre Rios de Minas e Lagoa Dourada. De São João Del Rei a Tiradentes são 12 km. Há voos diários para BH a partir da capital paulista pela Gol (www.voegol.com.br) e a TAM (www.tam.com.br). ONDE COMER Santíssima Gula: Rua Padre Gaspar, 343. Esquema de reserva, tels. (32) 3355-1162 e (32) 9981-9719, www.santissimagula.com.br/. Cozinha de autor. Templário: Largo das Forras,
tel. (32) 3355-1197. Menu variado. Estalagem do Sabor: Rua Min. Gabriel Passos, 280, tel. (32) 3355-1144. Comida mineira. AONDE IR Armazém Du Arquiteto: Av. Governador Israel Pinheiro, 26. Várzea de Baixo, tel. (32) 3355-1155, www.armazemduarquiteto. com.br. Móveis em madeira de demolição, peças em pedra e objetos em decoração. Passeios ecológicos e MariaFumaça: Agência Estrada Real, tel. (32) 8818-1981, www.tiradentesestradareal. com.br. Chocolateria Puro Cacau: Largo das Forras, 30, tel. (32) 3355-1600.
HOTEL E CASARÃO – Erguido a partir da restauração de uma ruína do século XVIII, o Solar da Ponte tem charme e o estilo dos casarões do passado. Tel. (11) 3031-1255, www.recantoserequintes.com.br/solarda-ponte#evento. Diárias a partir de R $ 291.