Jornal do empreendedor
Ano 87 - Nº 23.824
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Conclusão: 23h55
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São Paulo, quarta-feira, 6 de março de 2013
Geraldo Garcia/Reuters
EM VEZ DE POSSE, FUNERAL.
Jorge Silva/Reuters
Adiós, coronel. Sua morte deixa a Venezuela à beira de uma crise política. E sua revolução socialista, órfã. Chávez, 58 anos, 14 no poder, era todo o governo. Ao perder a 4ª batalha para o câncer, abala a estrutura que sustentava com seu carisma. E sem substituto à altura. Ia tomar posse, reeleito. E será enterrado com o país que transformou à sua imagem. Antes do anúncio da morte, o vice Maduro expulsou dois adidos dos EUA, acusados por muitos bolivarianos de ter inoculado o câncer em Hugo Chávez. No Brasil, o Congresso observou um minuto de silêncio. A presidente Dilma decidiu ir a Caracas para o enterro. A Venezuela deverá eleger um novo presidente em 30 dias, pela Constituição. Págs. 7 a 9
Carlos Garcia Rawlins/Reuters
Documentos pelo cano, a 12 metros por segundo.
A indústria se dá bem com um pé no varejo
Divulgação
Fabricantes usam o franchising em busca de canais exclusivos para controlar a distribuição. Pág. 19
Hospitais e indústrias não dispensam o correio pneumático, como faziam no século 19. Pág. 24 ISSN 1679-2688
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
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quarta-feira, 6 de março de 2013
Odiabo com o tridente mais brilhante e ameaçador que Dilma despertou foi mesmo o grupo de aliados do Planalto. José Márcio Mendonça
pinião
Panela destampada, como o diabo gosta. SXC
A
presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula da Silva – mais ela do que ele, pois foi dela o primeiro passo – fizeram um lance ousado ao lançar quase oficialmente, com excessiva antecedência, a recandidatura presidencial. Devem ter suas razões secretas, em especial Dilma, que via vicejar à sua volta ondas saudosistas de alta periculosidade para surfistas não muito experientes, com epicentro no petismo descontente e foco em São Bernardo do Campo. N ã o p r o c e d e m i n f o r m ações desencontradas e algumas análises mais superficiais de que foi Lula quem lançou Dilma ao segundo mandato, naquela festa em um hotel de São Paulo, há cerca de 20 dias, nas comemorações dos 33 anos de vida do PT e dez anos de poder na República. Não foi. Lula deu apenas seu imprescindível – e inevitável, pois não poderia fazer outra coisa – apoio à iniciativa de Dilma. Foi ela, muito pouco subliminarmente, que se autolançou, no pronunciamento em rede oficial de rádio e TV, em janeiro, para anunciar a antecipação de uma semana na redução da tarifa de energia elétrica. Foi o mais eleitoreiro discurso de Dilma desde os tempos da campanha de 2010. Desde então ela não perdeu mais a embocadura, como
mostrou de novo, segundafeira, na Paraíba, para onde se deslocou desde Brasília para inaugurar 526 casas do programa Minha Casa Minha Vida, num território governado pelo PSB, partido presidido por um de seus "desafetos eleitorais" na atualidade, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos. O clima eleitoral tem levado a presidente a sair de sua (estudada?) postura gerencial e burocrática, com declarações e promessas perigosas. No primeiro item, Dilma afirmou, entusiasmada, que "podemos fazer o diabo na hora da eleição", mas que fora disso é preciso saber respeitar os eleitores. A declaração é ambígua: o que é "fazer o diabo"? Valem golpes baixos? Significa envolver o governo, como ocorreu com o festival de gastos de Lula em 2010?
para atender a um ou dois compromisso eleitorais do ano passado – e tudo indica que agora terá de ser mais ampla e aprofundar-se também para o segundo escalão da administração direta e as diretorias de estatais.
JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA tes até então, como a de Eduardo Campos, que certamente estaria atuando mais nos bastidores do que está agora, inclusive com movimentos de contestações às políticas oficiais. O naco do PSB que o neto de Arraes comanda, majoritário no partido, deve ser um dos adversários, por exemplo, da Medida Provisória de concessões de portos em fase final de tramitação no Congresso.
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o segundo item, ela prometeu aos paraibanos que no ano que vem inaugurará um pedaço da transposição do Rio São Francisco, que beneficiária especificamente aquela região do estado onde se encontrava "apalancada" e que a "obra do século" de Lula estará inteiramente pronta em 2005. Uma temeridade, pois o projeto está atrasado alguns anos (devia ser inaugurado por Lula antes de deixar a presidência), e com trechos que já precisam ser refeitos, com con-
testações do TCU e um custo que se aproxima do dobro inicialmente orçado. Esta necessidade de estar permanentemente em vigília de campanha, com os desgastes naturais que isso pode trazer, não foi o único "diabo" que Dilma liberou ao jogar-se antecipadamente na campanha eleitoral. Um deles, o me-
nor, e até agora, o mais inofensivo, foi ter tirado a oposição da letargia em que se encontrava. Os tucanos, com Aécio Neves confessando-se candidato, começaram a se mexer e aumentaram o tom das críticas, o que pode tirar Dilma da zona de conforto em que se encontrava. E despertou ambições apenas laten-
QUEM SERÁ O PRÓXIMO? O
processo sucessório é uma das maiores dificuldades das empresas familiares. Crises e conflitos no decorrer do processo são o principal fator de encerramento de muitas delas. Três resultados de uma pesquisa recente, feita por uma grande consultoria, englobando 100 empresas familiares brasileiras, me chamaram a atenção: 38% delas não se organizaram
para lidar com questões familiares e de negócios, como a possivel morte ou incapacidade dos membroschave; 2/3 não preparam os herdeiros, e sete entre dez não têm um plano para resolução de conflitos. Somos imediatistas e nem sempre planejamos o futuro, ou imaginamos um futuro sem nossa presença. Mas por pequena que seja a empresa, a responsabilidade social do empresário e empregador deve pesar. E quanto maior a empresa, mais a responsabilidade aumenta, estando evidentemente em jogo, claro, o futuro financeiro das próximas gerações da família. Empresas familiares têm como característica o componente emocional nas relações de trabalho. A falta de planejamento leva a
sucessão para o inventário, num momento em que esse componente emocional ganha altíssimas voltagens. Decidir os rumos de uma empresa nessas condições é, no mínimo, temerário. E os custos de inventários nessas condições são elevados, em especial se houver disputas judiciais.
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as, afinal, no que se constitui um planejamento sucessório empresarial? Ele envolve várias áreas do Direito. Para além das questões de sucessão, utiliza-se o direito tributário, civil, societário. É um grande "kit" de normas a serem aplicadas da maneira mais específica possível, atendendo às demandas da empresa e dos seus sócios. Por meio de recursos jurídicos, contábeis e financeiros, é possível diminuir drasticamente os custos da sucessão – se comparados aos despendidos no inventário, por exemplo –, elaborar regras de convivência
JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA É JORNALISTA E ANALISTA POLÍTICO
IVONE ZEGER Existem outras medidas importantes a serem tomadas ao longo do processo sucessório. Uma é a análise dos regimes de bens dos herdeiros, se casados. Costumamos alertar para essa questão e até sugerir alterações. No caso de uma sucessão repentina e a depender da situação familiar, um cônjuge pode paralisar uma empresa. Tão temerário quanto é um herdeiro não oficializar a união estável e, portanto, deixar em aberto a definição do regime de bens que vigora na relação.
societária, documentar direitos e deveres dos herdeiros e, de modo geral, transferir, ainda em vida, não só os lucros advindos da empresa, mas a responsabilidade de mantê-la e ampliá-la. É comum que um filho ou filha se destaque na condução de algum departamento da empresa, e que os demais filhos não tenham o mesmo interesse. Por meio dos tipos de ações que cada um detém – especificar essas ações é um dos procedimentos do planejamento sucessório –, é possível distinguir a participação de uns e de outros.
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ventualmente, um filho pode deter o poder de tomar decisões e outro só obter parte dos lucros, sem o direito de arbitrar acerca dos rumos da empresa. Se outros membros da família tomam parte da gestão, seus papéis na nova conjuntura também devem ser especificados.
Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Claudio Vaz Edy Luiz Kogut Érico Sodré Quirino Ferreira Francisco Mesquita Neto João de Almeida Sampaio Filho João de Favari Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Paulo Roberto Pisauro Renato Abucham Roberto Faldini Roberto Mateus Ordine
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diabo com o tridente mais brilhante e ameaçador que Dilma despertou foi mesmo o grupo de aliados do Palácio do Planalto, tendo o notório PMDB na linha de frente. A bocarra dessa turma está aberta, à espera de compensações na reforma ministerial que a presidente pretendia fazer de modo contido,
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s faturas têm sido exibidas mais ou menos de público e os sinais de possíveis retaliações no Congresso ou o abandono da aliança eleitoral no ano que vem são descaradamente expostos. Parcela do PDB, por exemplo, ameaça bandear para os braços de Eduardo Campos. O PR dança valsas com mais de um par. O PMDB mineiro, numa demonstração do que o peemedebismo é capaz, faz birra se não ganhar um ministério e sentará praça na candidatura de Aécio. Dilma e Lula devem ter acionados todos os seus instrumentos para fazer um lance tão ousado com tanta antecedência, contrariando toda a lógica da política. Dilma tem instrumentos poderosos na mão, o poder do Diário Oficial, a caneta e seu elevado grau de popularidade. Mas expôlos ao sol antes do tempo, sem necessidade aparente, pode torná-los menos fulgurantes, se o palanque eleitoral começar a se confundir com o ato de governar.
á empreendedores cujas empresas nada têm a ver com a família, sendo ele detentor de cotas ou ações de várias empresas e, por isso, detentor de poder de gestão. Com sua morte, os demais sócios se verão na iminência de terem de lidar com eventuais intromissões de herdeiros nos rumos empresariais. Ao realizar o planejamento sucessório, pode-se lançar
mão de indenizações e cotas de ações. É importante frisar que o processo sucessório da empresa e seus instrumentos legais intercambiam-se com o testamento do seu sócio ou proprietário, constituindo uma das peças jurídicas mais importantes, a coluna vertebral da arquitetura da sucessão.
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como montar um quebra-cabeça. Visto assim, não parece estimulante pensar em um planejamento sucessório? Reflita: disso pode depender a prosperidade do seu negócio, enquanto você estiver no comando, dos seus descendentes e dos funcionários, por várias gerações adiante! IVONE ZEGER É ADVOGADA ESPECIALISTA EM DIREITO DE FAMÍLIA E
SUCESSÃO. MEMBRO EFETIVO DA COMISSÃO DE DIREITO DE FAMÍLIA DA OAB/SP É AUTORA DOS LIVROS "HERANÇA: PERGUNTAS E RESPOSTAS" E "FAMÍLIA: PERGUNTAS E RESPOSTAS" - WWW.IVONEZEGER.COM.BR
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E C O N O M I A D E S A Q U E C I D A R E D U Z A P R E O C U PA Ç Ã O C O M E S C A L A D A D E P R E Ç O S .
OTIMISTAS E PESSIMISTAS
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ma imagem muito usada para diferenciar otimistas e pessimistas, revela que, diante de um copo preenchido pela metade, um otimista enxerga um "copo meio cheio", enquanto o pessimista acredita estar diante de um "copo meio vazio". Pois bem, na última sexta-feira, diante de um "copo" contendo apenas 0,9% de crescimento para o nosso PIB (Produto Interno Bruto), as nossas autoridades econômicas se esforçaram ao máximo para nos fazer acreditar que estávamos diante de um acontecimento único, no qual, por pior que fosse a aparência, o conteúdo seria bastante positivo... De acordo com os números divulgados, completamos seguidamente dez trimestres com taxas de crescimento inferiores a 1%. Trata-se do período mais longo de baixo crescimento desde que debelamos a inflação, com o Plano Real. Nos dezoito anos desde 1995, o resultado de 2012 só encontrou situações piores em três ocasiões: 1998, 1999 e 2009. Nesses dois primeiros anos, a economia brasileira foi fortemente impactada pelas crises cambiais da Ásia, da Rússia e do próprio Brasil. Já em 2009, a crise bancária que se alastrou pelo mundo, a partir da quebra do Lehman Brothers, trouxe consequências bastante negativas para nós. A tal da "marolinha" que, a julgar pelo resultados do ano passado, insiste em se fazer notar. O que explica este número desfavorável em 2012?
Fosse outro momento e já estaríamos, os economistas, a caracterizar este período de baixo crescimento e inflação em alta de "estagflação", como fazíamos na década de oitenta. Com relação a estes aspectos, talvez seja hora de trazer um outro olhar para o nosso "copo" de PIB. O fato de que a economia não se mostrou tão aquecida no último trimestre de 2012 ou, pelo menos, não tanto quanto apregoava o ministro da Fazenda, pode trazer um certo alívio às preocupações do mercado quanto à escalada de preços, que se mostrava "desconfortável" desde janeiro passado, nas palavras do Presidente do Banco Central.
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MANUELITO MAGALHÃES JÚNIOR
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em dúvida, o cenário internacional tem sua parcela de culpa, mas não é o único vilão. Até porque, quando comparamos o crescimento brasileiro com o de outros países, verificamos que nosso desempenho é um fato isolado, seja em relação às economias desenvolvidas (Estados Unidos), seja relativamente a países em desenvolvimento (Chile, México). E, pasmem, nosso crescimento é inferior até diante de países com elevada crise de credibilidade, caso da Argentina, por exemplo. No caso dos BRICS, grupo formado por Brasil, Rússia, China e África do Sul, perdemos para todos! Abaixo, podemos ver a a taxa de crescimento do PIB para alguns países: 1) Alemanha: 0,9%; 2) Argentina: 2 % 3) África do Sul: 2,6% 4) Chile: 5,5 % 5) China: 7,8 % 6) Estados Unidos: 2,2% 7) Índia: 5,3% 8) México: 4 % 9) Rússia: 3,4% Curiosamente, temos o mesmo desempenho da Alemanha, país que está imerso até o pescoço na crise do Euro, pois sua economia sólida é a âncora das demais economias
da região– o que explica o seu baixo resultado. Um fator que seguramente influenciou a má performance da economia brasileira foi a queda da taxa de investimentos, que atingiu 18,1% do PIB, recuando frente aos números de 2011 e atingindo o mesmo patamar de 2009. Esse resultado mostra mais uma vez nossa dificuldade em ampliar a sua capacidade de produção, o que se deve a diversos fatores, como: falta de
ão é demais lembrar que o governo, para evitar níveis alarmantes de inflação, chegou a adiar aumentos nos preços dos combustíveis e solicitar o adiamento dos reajustes nas tarifas de transportes públicos do Rio de Janeiro e de São Paulo. Com a economia em ritmo lento, o governo pode até aguardar um pouco mais antes de adotar uma postura mais agressiva na gestão da taxa de juros, retardando a já esperada alta como forma de conter a subida nos preços. Outro ponto positivo nos números da sexta feira passada diz respeito ao crescimento do consumo das famílias (3,1%). Com o desemprego em baixa, as medidas de desoneração tributária e a manutenção da oferta de crédito, os brasileiros mantiveram o consumo em alta, ajudando a sustentar a economia brasileira, embora a taxa de crescimento do consumo familiar tenha sido a mais baixa desde 2004.
confiança dos investidores com as constantes mudanças nas "regras do jogo"; carga tributária elevada; infraestrutura deficiente e, mais recentemente, a desconfiança com a condução da política econômica. De fato, as medidas adotadas em relação às taxas de juros, ao câmbio e às metas fiscais deixaram imensas dúvidas nos agentes econômicos e, como sabemos, as incertezas desencorajam os investimentos produtivos.
Completamos dez trimestres seguidos com taxas de crescimento inferiores a 1%. É o período mais longo de baixo crescimento desde que debelamos a inflação, com o Plano Real.
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udo isso não autoriza a interpretação divulgada pelo nosso ministro da Fazenda de que a performance lenta de nossa economia não atingiu as famílias brasileiras no ano passado. Em momentos assim, nunca é demais imaginar "como poderíamos ter sido", se o nosso crescimento fosse maior, sob pena de nos transformarmos num daqueles raros casos em que o fracasso sobe à cabeça. MANUELITO P. MAGALHÃES JÚNIOR É ECONOMISTA E DIRETOR DA
COMPANHIA DE SANEAMENTO BÁSICO DO ESTADO DE SÃO PAULO (SABESP). FOI PRESIDENTE DA EMPRESA PAULISTA DE PLANEJAMENTO METROPOLITANO (EMPLASA) E SECRETÁRIO DE PLANEJAMENTO DA CIDADE DE SÃO PAULO.
AINDA O LULÍNCOLN Adorei o texto sobre Lincoln e Lula e a coragem de criticar o "Lincoln da Banania", já que o mesmo se considera um grande estadista. Espero que surjam mais jornalistas independentes para mostrar aos brasileiro o grande engodo que é ester senhor e todo o PT. Roberta Bastos França - Rio de Janeiro
Que prazer descobrir o Diário do Comércio. De agora em diante fará parte de minha biblioteca dos sites favoritos. Estou feliz de saber que poderei ler G
novamente um noticiário que não precisa ser patrocinado pela Petrobras, Banco do Brasil ou Caixa Econômica Federal. Que bom poder dizer adeus, Folha de São Paulo, nunca mais! Apaguei a Folha da minha biblioteca de favoritos José Paulo Cassiano - Salto
PAULO SAAB
A CANDIDATA E A OPOSIÇÃO
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ssiste razão, ao menos no meu modo de ver a cena política, ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, quando diz que o expresidente Lula, o partido dele, o PT, e a presidente Dilma deveriam olhar para a frente e parar de comparar governos concretizados em circunstâncias, momentos e economias distintos. Refere-se FHC à mania petista de comparar resultados numéricos a ações de governo, como se as épocas e as condições de cada governo fossem as mesmas. Assiste razão ao senador Aécio Neves, do PSDB, quando acusa Dilma de deixar de lado o ofício de governar, para o qual foi eleita, para ser permanente candidata, e sua quase obsessão em atacar a oposição. Mas nos últimos dez anos, os mesmos de que tanto se jactam os petistas no poder, não houve oposição de fato aos governos Lula e Dilma. O PSDB, principal partido dito de oposição, foi ao longo de todo esse período uma
Marcos de Paula/Estadão Conteúdo
pinião
sombra de si mesmo. Sem discurso, sem candidatos de fôlego, e com todo o material fornecido pelos erros petistas – a começar do Mensalão, o maior escândalo da história do País – não conseguiu o tucanato ter o que dizer além de um chiado aqui, um protesto inócuo ali.
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as três últimas campanhas presidenciais, vencidas pelo PT e pelos seus comprados, ou melhor, aliados de ocasião, a oposição do PSDB foi tímida, medrosa, desengonçada. Os tucanos pareciam pedir desculpas por falar algo contra Lula ou mostrar erros petistas. Em alguns momentos, foi patético. Acordados por algum banho de água fria os tucanos – vendo o desprendimento com que a presidente, seu mentor e o PT fazem campanha o tempo todo e de forma ostensiva, com o desprezo que nutrem pelas leis eleitorais – finalmente, por meio de FHC e Aécio Neves, começaram a dizer alguma coisa com som de oposição. Já era hora de FHC estar mais presente em defesa da verdade histórica do que foi seu período de
governo, do que fez e do que deixou alicerçado para o PT se apropriar, como se tivesse sido o idealizador e construtor da economia atual. Ao contrário, a gestão Dilma está destruindo os fundamentos que vinham se consolidando. Não entendo por que o PSDB escondeu FHC. Seu legado vinha sendo conspurcado pela propaganda, pela falácia petista. É saudável para a democracia brasileira que haja debate, mesmo que às vezes pareça bate-boca de marocas. É fácil entender porque a presidente Dilma usa todos os recursos públicos em seu papel de candidata , discursando contra uma oposição que nem existia até alguns dias atrás de forma pública. Ela está usando a velha fórmula de que a melhor defesa é o ataque.
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ilma é candidata à reeleição, num barulho que o TSE finge não ver, segue a trilha do mestre em ocupar os espaços e repetir mil vezes a mesma coisa até que esta se torne verdade, porque antes não havia discurso de oposição contra Lula e ela. Não houve porque os partidos, as centrais sindicais, os diretórios, tiveram seu silêncio comprado por polpudas verbas – públicas, é claro. E como Dilma precisa de qualquer modo e a qualquer preço da companheirada nos cargos onde nunca haviam chegado antes e de onde não querem mais sair, ela passa o tempo em campanha, discursos, aparições em TV e rádio, espinafrando quem nem os havia incomodado. Um bocejo de FHC causa pânico, por exemplo, no presidente do PT, que quer porque quer, usando de metalinguagem, impor a censura à liberdade de imprensa do País . Falar bem dos petistas e de seus dirigentes, pode. Apontar erros não pode.
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pífio, mínimo resultado de 0,9% de crescimento do PIB do Brasil, a desconstrução da nossa indústria, perda de competitividade, saldos negativos, a ameaça da inflação, os atrasos dos PACs, enfim, tudo que significa gerenciar o País mostram que a decantada gerentona não existe. Seria melhor, como já se disse, que a presidente que gosta de ser presidenta começasse a mostrar resultados no crescimento do País e não só o crescimento do seu grupo de poder e dos adesistas comprados. PAULO SAAB É JORNALISTA E ESCRITOR
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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GibaUm
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Mercadante topa não sair para o governo de São Paulo se for o coordenador-geral da campanha de Dilma.
gibaum@gibaum.com.br
k “É uma pessoa que tem espírito público e seriedade.” GERALDO ALCKMIN // governador de São Paulo, sobre Gabriel Chalita, investigado pelo MP por suspeita de corrupção e enriquecimento ilícito. Fotos: Paula Lima
Campanha contra Filho de Vladimir Herzog, Ivo Herzog, está movendo uma campanha, que ganha cada dia mais apoio pela internet, pedindo a saída de José Maria Marin da CBF, por sua atuação na Assembléia Legislativa de São Paulo nos anos 70, quando teria incentivado prisão do jornalista que acabou morto nos porões da ditadura militar. Marin quer processar Ivo, embora já tenha sido aconselhado a não fazê-lo. O que o filho de Herzog repete, está em documentos encontrados na própria Assembléia pela Comissão da Verdade de São Paulo. Romário também tem atacado Marin, mas o baixinho ele não quer processar, não. 333
OUTRA LUCIOLA Vera Fischer, 61 anos, a Irina da novela Salve Jorge, já fez exposição de pinturas e lançou livros, sem grande sucesso. Agora, a ex-musa sensual de gerações de brasileiros, vai lançar novo livro chamado Lucíola, nome de obra de José Alencar. Todos os personagens terão grandes nomes de literatura brasileira. Entre a Lucíola dela e de Alencar, Vera sentencia: “As duas são fatais e demoníacas. É o amor físico em luta com o amor espiritual”. Detalhe: Vera escreve seus livros à mão, com caneta esferográfica, em cadernos escolares. Depois, uma amiga vai digitando tudo.
Ao lado de James Franco, que vive um mágico, três feiticeiras – Mila Kunis, Rachel Weisz e Michelle Williams – roubam a cena em Oz: Grande e Poderoso, que ganhou pré-estréia, esta semana, no shopping JK Iguatemi, em São Paulo. Antes, teve drinques na loja da Daslu, que está com coleção nova. Entre as famosas convidadas, da esquerda para direita, Talytha Pugliesi, a primeiradama de São Paulo, Lu Alckmin, Patrícia de Sabrit e Lucia Veríssimo, Dani Calabresa, agora na Band e Karina Bacchi.
A noite das feiticeiras
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333 Empresários e economistas estão começando a desconfiar que dados do IBGE sobre desemprego no Brasil, estariam sendo manipulados. Eles não conseguem encaixar um desemprego oficial de 4,6%, um dos menores de sempre, ao lado do pibinho, queda de investimentos nacionais e internacionais, infraestrutura quase paralisada, indústria em baixa e inflação em alta. Alguns lembram que, no segundo governo de Lula, quando o então presidente se irritou com pesquisa do IBGE que revelava haver mais obesos do que esfomeados no Brasil, qualquer pesquisa do instituto deve ser submetida, antes da divulgação, ao Ministério do Planejamento.
Dados suspeitos
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333 Depois de praticamente lançar sua candidatura ao governo de São Paulo, no ano que vem, quando poderia fazer uma aliança com Eduardo Campos (PSB), caso ele saia mesmo candidato ao Planalto, o ex-prefeito Gilberto Kassab avisou amigos e admiradores que está consultando as bases do partido para decidir se o PSD apóia mesmo o governo Dilma Rousseff. Ele não está gostando da lentidão do Planalto com referencia à nova Secretaria de Micro e Pequena Empresa e tampouco da oferta da Secretaria da Aviação Civil. E igualmente não gosta da proximidade da senadora Kátia Abreu com Dilma, ampliada agora com relação à MP dos Portos.
VIRGEMDENOVO O autor de novelas Aguinaldo Silva, que tem casa e um restaurante em Portugal, está trabalhando no longa metragem Super Crô, filme inspirado no personagem de Marcelo Serrado em Fina Estampa e desenvolve também uma nova série para a Globo. No Twitter,aos68anos,Aguinaldo reclama que “está sem tempo para namorar”. E acentua: “Cruzes, neste momento passo longe disso. Não tenho tempo e às vezes a impressão é de que sou virgem de novo”. Ele é pioneiro da causa gay: nos anos 80, tinha até um jornal chamado Lampião . 333
ministro da Educação quer ocupar a Casa Civil e acha que será "candidato natural" ao Planalto em 2018.
Antiga paixão No comando da Câmara e do Senado, mais o vice-presidência da República e garantindo que permanece fiel a Dilma Rousseff, os peemedebistas deverão ganhar na anunciada reforma de Pastas o mais sonhado ministério: Transportes. E será dado ao PMDB mineiro porque Dilma acha que, dessa forma, resolve um capitulo eleitoral em duas frentes: território de Aécio Neves e aspirações de toda a cúpula do partido que sempre foi muito chegada a estradas, pontes, viadutos e demais obras do segmento. O indicado deverá ser Leonardo Quintão e Paulo Passos volta a ser secretárioexecutivo do ministério.
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FESTEIRO Nos dois primeiros anos do governo Dilma Rousseff foram gastos em festividades e homenagens R$ 131,7 milhões: é pouco menos dos R$ 144,6 milhões que o governo Lula gastou entre 2007 e 2010 (segundo mandato). De 1999 para cá, o governo Dilma é considerado “o mais festeiro”: sua média anual de gastos com festas é de R$ 59,9 milhões contra R$ 36,1 milhões/ano no segundo mandato de Lula e R$ 11,9 milhões/ano no primeiro mandato. No segundo governo de FHC, o gasto médio anual foi de R$ 14,6 milhões.
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MISTURA FINA ESTÁ chegando às livrarias Garota Exemplar, de Gillian Flynn: nos Estados Unidos, vendeu três milhões de exemplares em 37 semanas. Entre nós, chega uma tiragem de 50 mil cópias. É um thriller de tirar o fôlego: começa com o desaparecimento da mulher do personagem central, um jornalista. 333
TAMBÉM o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, está iniciando uma caravana, só que dentro da cidade: pelo menos uma vez por semana, irá com assessores a algum bairro, distante ou não, que não conhece, não tem idéia de suas carências e, dependendo, nem de sua localização.
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333 Mineira de Montes Claros, Barbara Fialho, 26 anos, que mora em Nova York, é a nova darling do time de Ricardo Tisci, da Givenchy: vai formar ao lado de Isabeli Fontana e Natalia Vodianova. Ela participou, no ano passado, da SP Fashion Week e agora, na Self de março (grupo Condé Nast) protagoniza editorial de lingerie, na cozinha ou tocando uma guitarra, com criações da Victoria’s Secret (ela é uma das angels da grife), Elle Macpherson e Agent Provocateur. Numa das fotos, usa sapatos da marca brasileira Schutz.
Darling de Givenchy
Barrado na Copa
h IN Arroz doce.
O EX-ministro José Dirceu, mensaleiro condenado, tem se dedicado à outra espécie de caravana nacional, onde encontra petistas, aos quais garante sua inocência e discute sobre o futuro do partido. Esta semana, esteve em Natal e João Pessoa, hoje está em Maceió e depois, vai a Aracaju e Vitória.
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ZEZÉ di Camargo e Luciano participaram do primeiro Cruzeiro É o Amor, no litoral brasileiro e fizeram sua estréia al mare. Fazendo justiça ao titulo do cruzeiro, Zezé di Camargo, separado oficialmente de sua mulher Zilu no ano passado, estava à bordo com sua nova namorada Graciele Lacerda, jornalista de Vitória, no Espírito Santo. 333
A Fifa acaba de informar ao governo brasileiro que vai proibir “vuvuzelas, pedhuás e caxirolas” nos jogos da Copa do Mundo de 2014. As vuvuzelas infernizaram na África do Sul, pedhuá é um apito de origem indígena e a caxirola foi criada (e está devidamente registrada) por Carlinhos Brown, certo de que faturaria muito na Copa. O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, não gosta da proibição da Fifa, quer tentar acabar com ela e eleger “um instrumento típico” brasileiro para enlouquecer o ouvido alheio. Na proibição da Fifa, estão incluídos interesses de rádios e emissoras de TV que tiveram suas transmissões prejudicadas com as vuvuzelas na última Copa.
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Consulta às bases
3 MAIS: sendo ela reeleita, o
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Pudim.
Andrea em campo 333 Acaba de ser inaugurado, no Rio, o MAR – Museu de Arte do Rio, com a presença de Dilma Rousseff, que chegou duas horas atrasada e será gerido pelo Instituto Odeon, que receberá R$ 12 milhões por ano da prefeitura para tocar a instituição. O Instituto Odeon já responde por quatros museus estaduais em Belo Horizonte e tem como parceira Andrea Neves, irmão do senador mineiro. Andréa, 54 anos, comanda o Serviço Voluntário de Assistência Social de Minas Gerais (Servas), foi poderosa no governo do irmão, é casada com o urbanista Luiz Márcio Haddad Pereira Santos e tem uma filha, Maria Clara, de 15 anos. É o nome mais cotado para disputar o governo mineiro, ano que vem.
333 SE DILMA Rousseff resolveu antecipar sua campanha, Gleisi Hoffmann, chefe da Casa Civil, também liberou aliados de Curitiba para anteciparem sinais de sua campanha ao governo do Paraná. Esta semana, uma infinidade de muros curitibanos amanheceram com a pichação Gleisi 2014.
NOVO PAR circula pela noite do Rio: é formado pela atriz Cléo Pires, a Bianca de Salve Jorge e pelo ator Rômulo Arantes Neto. 333
Colaboração: Paula Rodrigues / A.Favero
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5 O PASTOR DA POLÊMICA FICA COM A COMISSÃO O deputado federal e pastor evangélico Marco Feliciano (PSC-SP), alvo de polêmica por declarações contra a comunidade negra e homossexual, foi eleito ontem pela bancada do seu partido para assumir a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara.
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Beto Barata/Estadão Conteúdo
Bate-boca entre capa-pretas
Barbosa: 'Vá chafurdar no lixo'
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Joaquim Barbosa protagoniza discussão com repórter e depois ,manda pedir desculpas.
O
presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, protagonizou ontem um bate-boca com um jornalista do jornal O Estado de S.Paulo que mandou "chafurdar na lama" e depois chamou de "palhaço". O desentendimento com o jornalista ocorreu na saída da reunião do Conselho Nacional de Justiça, que também é presidido por Barbosa. Ao deixar a sessão, o mininistro era aguardado por vários jornalistas, como de costume. Na primeira abordagem, Joaquim Barbosa interrompeu a pergunta iniciada pelo repórter Felipe Recondo e o destratou aos gritos. O repórter perguntou: "Presidente, como o senhor está vendo...". Barbosa não deixou que ele concluísse a pergunta e respondeu: "Não estou vendo nada. Me deixa em paz, rapaz. Vá chafurdar no lixo como você faz sempre". O jornalista questionou o comportamento do ministro. "Que é isso ministro, o que houve?" E o ministro retrucou: "Estou pedindo, me deixe em paz. Já disse várias vezes ao
senhor". Sem desistir da tarefa, o repórter se justificou : "Eu tenho que fazer pergunta, é o meu trabalho". Ainda mais irritado com a insistência do profissional, Joaquim Barbosa afirmou que não tinha nada a declarar. "Eu não tenho nada a lhe dizer, não quero nem saber do que o senhor está tratando". Afastado por assessores, Barbosa ainda chamou o repórter de "palhaço" ao entrar em um elevador. Desculpas – Depois do incidente, a assessoria de imprensa do Supremo Tribunal Federal divulgou uma nota para pedir desculpas aos jornalistas. O ministro se justificou dizendo que estava tomado pelo cansaço e por fortes dores ao responder o jornalista. "Trata-se de episódio isolado que não condiz com o histórico de relacionamento do ministro com a imprensa", afirma a nota. Barbosa diz reafirmar sua crença no papel da imprensa em uma democracia. "Seu apego à liberdade de opinião está expresso em seu permanente diálogo com profissionais dos mais diversos
Joaquim Barbosa, durante sessão na sede do CNJ, em Brasília, ontem. Um dia após embate com o repórter. veículos." O ministro Joaquim Barbosa cita como exemplo encontro que fará na próxima quintafeira com o coordenador da ONG Comitê para Proteção de Jornalistas, Carlos Lauria. Justificativa – Leia abaixo a nota na íntegra: "Em nome do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, peço desculpas aos profissionais de imprensa pelo episódio ocorrido hoje, quando após uma longa sessão do
Empregador, não esqueça: o prazo final para declarar a RAIS é dia 8 de março. Declarando a RAIS – Relação Anual de Informações Sociais – seus colaboradores têm garantido o direito ao abono salarial. Além disso, com os dados recolhidos através da RAIS o Ministério do Trabalho e Emprego pode planejar políticas e ações que ajudam a desenvolver o mercado profissional. Assim, todos ganham: o empregador, que atuará em um mercado mais consistente, o trabalhador, que contará com mais oportunidades, e o país, que continuará crescendo. Declare a RAIS. Saiba como em www.rais.gov.br
PRAZO FINAL
8 DE \\
MARÇO DECLARAÇÃO DA
RAIS
Conselho Nacional de Justiça, o presidente, tomado pelo cansaço e por fortes dores, respondeu de forma ríspida à abordagem feita por um repórter. Trata-se de episódio isolado que não condiz com o histórico de relacionamento do ministro com a imprensa. O ministro Joaquim reafirma sua crença no importante papel desempenhado pela imprensa em uma democracia. Seu apego à liberdade de opinião está expresso em seu permanente diálogo com pro-
fissionais dos mais diversos veículos. Seu respeito pelos profissionais de imprensa traduz-se em iniciativas como o diálogo que iniciará no próximo dia 07 de março, quando receberá em audiência o Sr. Carlos Lauria, representante do Comitê para Proteção de Jornalistas (CPJ), ONG com sede em Nova York". Wellington Geraldo Silva, Secretário de Comunicação Social Supremo Tribunal Federal (Folhapress)
grande imprensa deixou os leitores confusos ao apresentar pesadas críticas ao ministro Joaquim Barbosa promovidas por entidades de classe ligadas à magistratura – Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (ANAMATRA) e Associação dos Juízes Federais do Brasil (AJUFE) – sem, no entanto, detalhar os motivos. As razões se encontram na entrevista concedida quinta-feira passada por Barbosa a correspondentes estrangeiros. Nela, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) arrolou situações e circunstâncias que sabidamente interferem na boa aplicação da Justiça, levantando a onda de protesto dos seus pares. Na verdade, seria mais saudável que os apontamentos do ministro, tais como "a sociedade brasileira já é muito consciente das incoerências do sistema penal brasileiro", produzissem um debate proveitoso contra mazelas institucionalizadas. A íntegra da entrevista e suas repercussões estão em www.dcomercio.com. br. (José Maria dos Santos)
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Se houver atropelos no regimento do Congresso, vamos entrar com mandado de segurança no STF. Senador Lindbergh Farias (PT-RJ)
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Sabe os royalties? Ficou para hoje. A tão aguardada sessão de votação dos vetos da presidente Dilma aos dividendos do petróleo deve acontecer hoje, como declarou o presidente do Senado.
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ob pressão das bancadas do Rio e do Espírito Santo, o Congresso adiou para hoje a análise dos vetos da presidente Dilma Rousseff ao projeto que redistribui as verbas dos royalties do petróleo. O presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), afirmou ontem que o exame dos vetos deve ser feito hoje após as 9h. A informação foi confirmada pelo presidente do senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), ao deixar o Plenário do Senado, após a ordem do dia: "O mais recomendável é fazermos a leitura hoje e votarmos amanhã (hoje)". O motivo foi a publicação ontem, em edição extra do Diário Oficial da União, de duas retificações aos vetos dos royalties. Os parlamentares dos dois Estados afirmam que o fato paralisa a votação. Alegando "erro material", o governo federal reeditou o texto da lei dos royalties com os 23 vetos da presidente que impedem distribuição mais igualitária dos dividendos do petróleo de áreas já licitadas. A Casa Civil alega que apenas fez ajustes técnicos para se adequar às exigências do Senado. Informa ainda que não houve mudanças que interfiram na votação dos vetos. A nova mensagem de Dilma afirma que houve "erro material" no texto dos vetos que tinham sido enviados ao Congresso em 30 de novembro passado. Segundo a Casa Civil, a alínea 2 do artigo 4º não havia sido publicada, bem como o último parágrafo das razões do
Laycer Tomaz/Câmara dos Deputados
veto ao artigo 4º: "O veto ao art. 4º e seus incisos I e II se justifica para assegurar a destinação legal dos recursos provenientes dos royalties ao desenvolvimento científico-tecnológico, notadamente às regiões Norte e Nordeste", diz o novo texto. Pela lei, é preciso que haja texto de todos os vetos. A mudança pode fazer com que sejam reimpressas as cédulas de votação que já foram distribuídas aos parlamentares. Na manhã de ontem, em entrevista a rádios da Paraíba, Dilma disse que respeitaria a decisão do Congresso sobre os vetos, apesar de "lamentar" se os deputados e senadores decidirem derrubar a decisão dela de redistribuir os royalties de áreas já licitadas ou em exploração. A presidente justificou os vetos dizendo que alterar contratos já em vigor ferem a Constituição. Clima – Na tarde de ontem, deputados e senadores do Rio de Janeiro e do Espírito Santo pediram a Renan a suspensão da sessão do Congresso de ontem. Já haviam lido a edição extra do Diário Oficial da União trazendo as duas retificações aos vetos dos royalties. Eles afirmaram que o fato paralisava a votação. De acordo com o regimento do Congresso, um novo veto tem que ser lido em plenário, depois analisado por uma comissão especial, para votar à pauta no prazo de 30 dias. "Não há como se votar uma parte do veto em um dia, a outra parte no outro. Nós vamos ao Supremo Tribunal Federal pedir a nulidade da sessão se
Bancada dos Estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, Estados produtores de petróleo, manifestaram-se a favor dos vetos de Dilma. isso acontecer. O presidente Renan ficou de analisar até a hora da sessão, mas isso é antirregimental", disse o deputado Alexandre Molon (PT-RJ). Renan disse aos congressistas que pretendia manter a votação dos outros 140 vetos à lei dos royalties , deixando as duas retificações para uma outra votação. A manobra, segundo os parlamentares do Rio de Janeiro e do Espírito Santo poderia anular a sessão de ontem – como realmente anulou – porque Renan queria votar de forma global os 140 vetos.
O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) disse que, se os 140 vetos fossem votados globalmente, os dois novos vetos teriam de ser lidos, suspendendo a sessão automaticamente: "Se houver atropelos no regimento do Congresso, vamos entrar com um mandado de segurança no Supremo." As bancadas do Rio e do Espírito Santo também não aceitaram acordo, proposto por Renan, para limitar os discursos durante a sessão. O grupo queria votar separadamente cada um dos 140 vetos, o que segundo eles im-
pedia a limitação dos discursos. O Congresso distribuiu um caderno de votações a todos os deputados e senadores, em que tinham que marcar sim, não ou abstenção para cada veto. Como previsto pela Constituição, a votação dos vetos é secreta. As cédulas seriam depositadas em urnas gigantes e, depois, apuradas por técnicos do Prodasen (Serviço de Informática do Senado). A expectativa era a de que a apuração dos votos ocorresse somente 24 horas depois da votação dos vetos.
Um mar revolto de muitas 'certezas'
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dia de ontem foi marcado por certezas e expectativas entre parlamentares e governadores de Estados produtores e não produtores de petróleo. A presidente Dilma Rousseff, por exemplo, logo de manhã disse que deveria haver "redistribuição igualitária" dos royalties do petróleo e justificou os vetos que fez à proposta do Congresso. As declarações da presidente foram interpretadas como a oficialização da postura que o Planalto havia adotado nos bastidores: o governo não interferiria na votação. "Somos favoráveis a manter o veto de Dilma", afirmou Geraldo Alckmin, governador de São Paulo (PSDB). Ele calcula que o Estado perderia cerca de R$ 4 bilhões em receita de 2013 a 2020 se o veto fosse revertido. São Paulo representa cerca de um terço de toda a produção brasileira. Segundo analistas, as mudanças custarão aos três Estados produtores cerca de R$ 6 bilhões anuais em perda de receita. Alckmin frisou que o Estado considera entrar com um processo judicial se o veto for anulado. O governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB) afirmou que entraria na Justiça para bloquear a mudança relacionada à produção de petróleo já existente. Segundo autoridades do Estado, a alteração afetaria a capacidade do Rio de sediar a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016. Para o vicegovernador do Rio, Luiz Fernando
Pezão (PMDB), a estratégia dos parlamentares do Rio era "esgotar" todas as negociações no Congresso na tentativa de impedir a derrubada dos vetos. Segundo Pezão, o governo do Rio e de São Paulo prometem apresentar uma ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) ao Supremo Tribunal Federal logo após encerrada a votação no plenário. Segundo cálculos da bancada fluminense, o governo do Rio vai deixar de receber R$ 3,1 bilhões com os royalties neste ano. Não-produtores – Na tentativa de derrubar o veto de Dilma na parte do projeto que altera a distribuição da verba dos royalties do petróleo, prefeitos de municípios não produtores pressionaram deputados e senadores para votarem contra a manutenção das regras atuais. Com o apoio da CNM (Confederação Nacional dos Municípios), os prefeitos procuravam os parlamentares numa espécie de "lobby" contra a manutenção do veto. O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, disse que os recursos dos royalties podem dar uma "sobrevida" aos municípios que estão com deficit de arrecadação. "Nós temos 4.588 municípios que estão com cálculos negativos. Temos 81% dos municípios que não podem celebrar convênios com a União por inadimplência. Isso ameniza um pouco a situação deles." Hélvio Romero/Estadão Conteúdo
Fique por dentro
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Rio e o Espírito Santo, Estados produtores de petróleo, reivindicam maior fatia da divisão dos recursos dos royalties do petróleo. Os demais Estados, em contrapartida, querem derrubar o veto de Dilma que permitiu o maior repasse aos produtores. Os royalties são um percentual do lucro obtido pelas empresas e pagos ao Estado como forma de compensação pelo uso de recurso natural. O veto manteve a legislação atual que destina a maior parcela dos royalties dos campos em exploração aos Estados e municípios produtores. Pela regra, os grandes Estados produtores, por exemplo, ficam com 26,25% dos royalties. Os não produtores recebem apenas 1,76%. Em 2012 o Congresso aprovou projeto mudando a divisão de receita. O texto apoiado pela maioria dos congressistas reduzia a parcela de Estados produtores a 20% da arrecadação. O projeto foi em parte vetado por Dilma. Pelo projeto aprovado a parcela dos Estados produtores cai dos atuais 26% para 20% já a partir de 2013. Os munícipios que produzem petróleo e hoje ficam com 26% dos royalties, passariam a receber 15% no ano que vem e 4%, em 2020. Já a parcela de cidades não produtoras passaria de 1,75% para 21% a partir de janeiro. A parcela dos Estados não produtores saltaria de 7% para 21%. O projeto atinge também os contratos antigos. "O que está se criando agora é uma situação de instabilidade com mudança de regra, depois que as regras foram estabelecidas. Você não pode quebrar as regras da noite para o dia e achar que os estados têm condições de se adaptar da noite para o dia também", disse o economista David Zylberstajn ao G1. O governo do Rio estimou uma perda de mais de R$ 3,4 bilhões em 2013, e de R$ 77 bilhões até 2020.
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Por Cristo, o maior socialista da história, por todas as dores, por todos os amores, por todas as esperanças que farei cumprir com os mandatos supremos desta maravilhosa Constituição, ainda que custe a minha própria vida. Pátria, socialismo ou morte. Hugo Chávez
nternacional
A VENEZUELA FICA ÓRFÃ Morre Hugo Chávez, fundador da revolução bolivariana. O chavismo sobrevive sem o seu líder?
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presidente da Venezuela, Hugo Chávez, um dos mais influentes e controversos líderes da América Latina das últimas décadas, morreu ontem, em Caracas, após uma batalha de dois anos contra um câncer, encerrando o período de 14 anos do líder socialista no poder. O desaparecimento do carismático esquerdista abre um período de incertezas na Venezuela: o chavismo consegue sobreviver sem Chávez? "É um momento de profunda dor. Vamos acompanhá-lo até sua última morada abraçando-nos como uma família, juntos com uma família, a família dessa pátria que ele nos deixa de herança: livre e independente", anunciou na TV, às lágrimas, o vice-presidente venezuelano, Nicolás Maduro, que informou que a morte aconteceu às 16h25 (17h55 de Brasília). A notícia foi recebida com consternação por seus apoiadores, que, nas últimas duas semanas, acompanharam com orações e vigílias os escassos informes médicos a respeito do estado de Chávez, internado no Hospital Militar de Caracas desde o dia 18. O presidente de 58 anos passou por quatro cirurgias em Cuba para tratar um câncer que foi inicialmente detectado na região pélvica em meados de 2011. Sua última cirurgia foi em 11 de dezembro passado e ele não foi visto em público desde então. O enterro de Chávez será nesta sexta-feira, informou o ministro das Relações Exteriores, Elías Jaua, acrescentando que o governo decretou sete dias de luto nacional. Futuro - A morte de Chávez abre caminho para uma nova eleição que vai testar se sua "revolução" socialista pode ou não sobreviver sem sua personalidade dominante no comando. Por pragmatismo político e pela comoção causada pela morte do presidente, as alas chavistas devem se unir em torno do atual vicepresidente venezuelano, Nicolás Maduro. "Muito provavelmente o impacto e o peso da imagem do líder venezuelano deverão ajudar a eleger Maduro como novo presidente da Venezuela na próximas eleições no país, mas levará pelo menos seis anos para que a fisionomia que
Jorge Silva/Reuters - 23/02/12
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o governo venezuelano terá sem Chávez seja definida", afirmou o sociólogo do Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (Clacso) Emir Sader, ao Estadão Conteúdo. De acordo com a Constituição, o presidente da Assembleia Nacional, o chavista Diosdado Cabelo, deve assumir a presidência e convocar novas eleições em 30 dias. No entanto, já se começa a discutir a possibilidade de uma manobra política para permitir
que Maduro assuma a presidência e convoque eleições, uma vez que a Justiça venezuelana avaliou que já há um novo mandato em vigor, ainda que sem a posse de Chávez. Reeleito para mais um mandato no último dia 7 de outubro, Chávez deveria ter se apresentado para a cerimônia de posse no Legislativo em 10 de janeiro, como determina a Constituição. Nesta data, o líder estava internado em Cuba, e o Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) auto-
rizou que a posse acontecesse posteriormente, no próprio organismo. Para os magistrados, a posse pôde ser adiada porque o próprio Chávez quem encabeçava o mandato. Houve também continuidade administrativa e Maduro seguiu no cargo, assim como os demais ministros. (Agências) Leia mais na página 8
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O neoliberalismo é o caminho que conduz ao inferno. Hugo Chávez nternacional Arquivo/Reuters-1992
Um legado revolucionário de amor e de ódio
Chávez (na foto, o 1º à esq.) e companheiros presos por tentativa de golpe em 1992.
Não sou o diabo.
Ser rico é ruim, é desumano.
Chávez e Fidel em Havana na assinatura para a criação do Fundo Cultural para a Alternativa Bolivariana para as Américas.
O furacão 'bolivariano' deixa seu projeto inacabado: ele foi o defensor dos pobres ou o tirano que enterrou a democracia?
Durante amistoso de beisebol. Nos times, jogadores profissionais, veteranos e integrantes do governo.
Jorge Silva/Reuters-11/02/10
Alejandro Ernesto/EFE-03/02/06
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Carlos Garcia/Reuters-13/04/10
Obama e o colega na Conferência das Américas em Trinidad e Tobago. Abaixo, no 8º ano de poder, Chávez saúda militares em Caracas.
Reuters-17/04/09
Reuters-14/02/13
Jorge Silva/Reuters
Simpatizantes do presidente venezuelano choram nas ruas de Caracas ao saber de sua morte, no fim da tarde de ontem.
Acima, à dir., sob efeitos colaterais da quimioterapia, Chávez participa de cerimônica ecumênica em prol de sua saúde. Ao lado, com as duas filhas (Rosa e Maria). O governo diz que a foto foi tirada em Havana, após cirurgia, em fevereiro.
No final, a culpa é sempre dos EUA. Vice-presidente venezuelano diz que 'inimigos' poderiam estar por trás do câncer de Chávez e expulsa adidos militares do país.
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oras antes de anunciar a morte de Hugo Chávez, o governo da Venezuela recorreu a um dos truques favoritos do presidente para tentar unir seus partidários: falar de uma suposta conspiração dos Estados Unidos para desestabilizar o país. O vicepresidente venezuelano, Nicolás Maduro, até sugeriu que Washington poderia estar por trás do câncer de Chávez. "Por trás de tudo, estão os inimigos da pátria", disse Maduro, na TV estatal, ladeado por todo o gabinete,
governadores e comandantes militares do país. Maduro disse que o adido da Força Aérea da Embaixada dos EUA, coronel David Delmonaco, e um oficial militar norteamericano se aproximaram de membros do Exército venezuelano e tentaram recrutá-los para "desestabilizar" o país. Maduro não deu detalhes sobre o suposto plano. Maduro também sugeriu que "inimigos históricos", uma frase muito usada na Venezuela para se referir aos EUA e seus aliados, podem ter causado o câncer de Chávez. Ele disse que o país
provavelmente descobriria no futuro que Chávez "foi atacado com esta doença". A gestão Obama, que espera estreitar as relações com a Venezuela após anos de antagonismo de Chávez, rejeitou as alegações. "Nós rejeitamos completamente a afirmação de que os EUA estão envolvidos em qualquer tipo de conspiração para desestabilizar o governo venezuelano. Nós rejeitamos as alegações específicas contra membros da nossa embaixada", disse o porta-voz do Departamento de Estado norte-
Cuba não é uma ditadura.
Ontem o diabo esteve aqui. Bem aqui. E sinto o cheiro de enxofre hoje. (SOBRE GEORGE W. BUSH)
É mais fácil um asno passar pelo buraco de uma agulha do que a oposição vencer a eleição.
Não seria estranho que tivessem desenvolvido a tecnologia para induzir câncer e ninguém soubesse disso até agora. (SOBRE A CIA)
Jorge Silva/Reuters-21/08/09
ugo Chávez sonhou popular com meras 169 palaem fazer uma revo- vras imprescindíveis para enlução socialista que tender o "fenômeno Chávez". em três décadas "Companheiros: lamentamudasse a Venezuela para velmente, por enquanto, os sempre, mas o câncer o levou objetivos aos quais nos propuno meio do caminho, deixando semos não foram alcançapara trás um turbilhão de pai- dos... Assumo a responsabilixões e ódios, não só no seu país dade por este movimento milicomo em toda a tar bolivariano", América Latina. disse o tenente-coEspecialista em ronel em mensaretornos triunfais, gem à nação, ao se o líder não conserender depois do guiu dar um golpe seu falido golpe de de efeito após um Estado em 1992. Não sou ano e meio de baPagou a quartemoedinha de talha contra um lada com dois anos ouro para câncer. de prisão, mas sua agradar A reeleição em aparição num país a todos, outubro, para lefarto de crises ecovar o país com nômicas e da corassim nasci e maior reserva rupção marcou assim sou. mundial de petrómuita gente. HUGO CHÁVEZ leo rumo ao sociaInício - Era para se lismo sem retorno, chamar Eva, mas lhe custou sangue, suor e lá- em 18 de julho de 1954 nasceu grimas, mas até o último ins- Hugo Rafael, num sítio no Estatante ele teve a intenção de do de Barinas. Era o segundo de liderar o projeto até 2031. seis filhos de professores. Só poucas horas antes de Em sua infância foi coroinha e embarcar para Cuba para se sonhou jogar nas Grandes Ligas submeter a uma cirurgia ele de beisebol, mas terminou na decidiu nomear um sucessor. Academia Militar de Seu legado passará déca- Caracas, onde endas sendo discutido e, como controu sua verdaocorreu durante os 14 anos deira vocação. da revolução bolivariana, Quatro anos após motivará um eterno debate sair da prisão, em entre os que o veem como pa- 1999, ele se tornou ladino dos excluídos e os que o mais jovem presio apontam como um tirano dente do país, proque demoliu os fundamentos metendo uma nova de meio século de democra- Constituição. cia venezuelana. O "furacão boliPara o bem ou para o mal, variano" desatou Chávez revolucionou a Vene- u m i n c l e m e n t e zuela. Ele mudou a Constitui- combate por parte ção, o nome do país, a ban- dos partidos polítideira, o brasão e até o fuso cos, da imprensa e horário. Em campanha elei- dos empresários, toral permanente, nacionali- que o acusavam de zou amplos setores da eco- levar o país ao abismo. nomia e deu uma guinada raA situação estourou em dical na diplomacia. 2002, quando ele foi derrubaChamado pela esquerda do num golpe que naufragou continental para ser o herdeiro em 48 horas. Resgatado por do seu "pai" ideológico, Fidel militares leais, transformou Castro, Chávez exportou amo- sua "hora mais sombria" em res e rancores a toda a região. um maiúsculo triunfo político. Com o "anti-imperialismo" A cada embate, o líder bolivacomo bandeira internacio- riano ganhava mais poder e ia nal, deu alento a uma nova radicalizando-se, até finalmengeração de ecléticos "socia- te obter em 2006 a reeleição listas do século XXI". Desde com votação recorde. que assumiu o poder, atacou Mais tarde, confessaria que sem freios todos os que con- seu ritmo frenético, cheio de siderava vinculados aos de- sobressaltos e crises, sem essígnios dos EUA. paço para os quatro filhos ou Célebre por suas maratôni- para buscar um novo amor cas alocuções, paradoxalmen- após dois divórcios, foi a causa te ele saltou para o imaginário da sua doença. (Reuters)
O papa não é nenhum embaixador de Cristo na Terra. Cristo não precisa de embaixador, Cristo está no povo.
americano, Patrick Ventrell. A retórica de Maduro é semelhante às teorias da conspiração que Chávez teceu durante seus 14 anos no poder. O líder populista venezuelano pode ter se inspirado em seu mentor político, Fidel Castro, que há muito tempo busca apoio do povo cubano ao retratar os EUA como um inimigo implacável. Otimismo - Muitos venezuelanos que vivem nos EUA celebraram e expressaram otimismo com a possibilidade de mudanças em seu país após a morte de Chávez. Eles assistiram na TV de Miami ao
anúncio da morte do presidente. No El Arepazo, um popular restaurante venezuelano em Doral, no subúrbio de Miami, uma pessoa aplaudiu, mas o resto assistiu em silêncio. Uma hora mais tarde, as pessoas começaram a chegar com bandeiras venezuelanas, gritando alegremente. Após o júbilo, porém, começaram a questionar como a nova liderança será formada. Estima-se que 189.219 imigrantes venezuelanos vivam nos EUA, dos quais 91.091 na Flórida, segundo o censo norteamericano. (Agências)
Oposição pede unidade
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líder opositor venezuelano, Henrique Capriles, pediu ontem a unidade de todos os venezuelanos e transmitiu sua "solidariedade a toda a família e aos seguidores" do presidente Hugo Chávez. "Minha solidariedade a toda a família e aos seguidores do presidente Hugo Chávez, defendemos a unidade dos venezuelanos neste momento", disse ele no Twitter. "Em momentos difíceis devemos demonstrar nosso amor e respeito pela nossa Venezuela! Unidade da família venezuelana!" Capriles é o mais cotado a representar a oposição nas eleições antecipadas após a morte de Chávez. (Agências)
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Banco Bankpar p S.A. Empresa da Organização Bradesco
CNPJ 60.419.645/0001-95 Sede: Cidade de Deus, s/nº - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2012, do Banco Bankpar S.A. (BANKPAR), de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.
No exercício, o BANKPAR registrou Prejuízo de R$ 87,042 milhões, Patrimônio Líquido de R$ 73,270 milhões e Ativos Totais de R$ 4,141 bilhões. Osasco, SP, 25 de janeiro de 2013. Diretoria
BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO - Em Reais mil ATIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... DISPONIBILIDADES (Nota 4) ....................................................................................................................... TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 5) ......... Instrumentos Financeiros Derivativos ........................................................................................................... OPERAÇÕES DE CRÉDITO (Nota 6)........................................................................................................... Operações de Crédito - Setor Privado .......................................................................................................... Provisão para Operação de Créditos de Liquidação Duvidosa ..................................................................... OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Diversos (Nota 7)........................................................................................................................................... Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa............................................................................... OUTROS VALORES E BENS (Nota 8).......................................................................................................... Despesas Antecipadas.................................................................................................................................. REALIZÁVEL A LONGO PRAZO................................................................................................................. OPERAÇÕES DE CRÉDITO (Nota 6)........................................................................................................... Operações de Crédito - Setor Privado .......................................................................................................... Provisão para Operação de Créditos de Liquidação Duvidosa ..................................................................... OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Diversos (Nota 7)........................................................................................................................................... Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa............................................................................... PERMANENTE ............................................................................................................................................. INVESTIMENTOS (Nota 9) ........................................................................................................................... Outros Investimentos..................................................................................................................................... IMOBILIZADO DE USO (Nota 10)................................................................................................................. Outras Imobilizações de Uso......................................................................................................................... Depreciações Acumuladas............................................................................................................................ DIFERIDO (Nota 11) ..................................................................................................................................... Gastos de Organização e Expansão............................................................................................................. Amortização Acumulada ............................................................................................................................... INTANGÍVEL (Nota 12).................................................................................................................................. Outros Ativos Intangíveis............................................................................................................................... Amortização Acumulada Intangível ............................................................................................................... TOTAL ...........................................................................................................................................................
2012 3.994.964 15.349 4.147 4.147 392.922 603.068 (210.146) 3.576.621 3.682.164 (105.543) 5.925 5.925 143.067 715 1.098 (383) 142.352 142.395 (43) 2.873 1 1 2.175 18.363 (16.188) 697 1.349 (652) 4.140.904
2011 3.568.854 9.997 2.415 2.415 340.216 498.244 (158.028) 3.198.766 3.282.853 (84.087) 17.460 17.460 109.333 437 645 (208) 108.896 108.943 (47) 5.507 1 1 4.657 23.724 (19.067) 50 4.085 (4.035) 799 1.203 (404) 3.683.694
PASSIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... DEPÓSITOS (Nota 13a)................................................................................................................................ Depósitos Interfinanceiros ............................................................................................................................. Depósitos à Vista........................................................................................................................................... INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 5) .......................................................................... Instrumentos Financeiros Derivativos ........................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Cobrança/Arrecad. Tributos e Assemelhados................................................................................................ Fiscais e Previdenciárias (Nota 15a)............................................................................................................. Diversas (Nota 15b).......................................................................................................................................
2012 4.065.005 1.269.433 1.265.467 3.966 4.853 4.853 2.790.719 449 3.347 2.786.923
2011 3.520.924 929.568 928.179 1.389 4.093 4.093 2.587.263 602 9.906 2.576.755
EXIGÍVEL A LONGO PRAZO....................................................................................................................... DEPÓSITOS (Nota 13a)................................................................................................................................ Depósitos Interfinanceiros ............................................................................................................................. INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 5) .......................................................................... Instrumentos Financeiros Derivativos ........................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 15a)............................................................................................................. Diversas (Nota 15b).......................................................................................................................................
2.629 860 860 1.769 1.665 104
2.458 1.021 1.021 1.437 970 467
PATRIMÔNIO LÍQUIDO (Nota 16) ................................................................................................................ Capital: - De Domiciliados no País ............................................................................................................................. Prejuízos Acumulados...................................................................................................................................
73.270
160.312
318.000 (244.730)
318.000 (157.688)
TOTAL ...........................................................................................................................................................
4.140.904
3.683.694
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO - Em Reais mil
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Em Reais mil
2º Semestre
Exercícios findos em 31 de dezembro
2012
2012
RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ........................................................ Operações de Crédito ................................................................................................... Resultado de Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 5d) ..................................... DESPESAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ...................................................... Operações de Captações no Mercado (Nota 13b)........................................................ Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Nota 6f)............................................ RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA....................................... OUTRAS RECEITAS/DESPESAS OPERACIONAIS ................................................... Receita de Prestação de Serviços (Nota 17) ................................................................ Despesas de Pessoal (Nota 18) .................................................................................... Outras Despesas Administrativas (Nota 19).................................................................. Despesas Tributárias (Nota 20) ..................................................................................... Outras Receitas Operacionais (Nota 21)....................................................................... Outras Despesas Operacionais (Nota 22)..................................................................... RESULTADO OPERACIONAL ..................................................................................... RESULTADO NÃO OPERACIONAL (Nota 23) ............................................................ RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO ...................................... IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (Nota 25) ................................... LUCRO LÍQUIDO/(PREJUÍZO).....................................................................................
172.099 173.070 (971) 157.896 36.729 121.167 14.203 (80.620) 3.716 (3.372) (47.446) (11.818) 129.868 (151.568) (66.417) (66.417) 11.320 (55.097)
354.192 355.299 (1.107) 304.329 79.072 225.257 49.863 (153.141) 6.782 (6.952) (98.353) (66.989) 284.687 (272.316) (103.278) (1.168) (104.446) 17.404 (87.042)
Número de ações (Nota 16a) ........................................................................................ Lucro/(Prejuízo) por lote de mil ações em R$ ...............................................................
347.487.104 (158,56)
347.487.104 (250,49)
340.252 342.518 (2.266) 249.241 92.086 157.155 91.011 (58.271) 8.060 (9.047) (86.719) (116.937) 339.301 (192.929) 32.740 10.077 42.817 (26.156) 16.661 347.487.104 47,95
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - Em Reais mil Exercícios findos em 31 de dezembro
2º Semestre 2012 Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais: Lucro/(Prejuízo) Líquido antes do Imposto de Renda e Contribuição Social...... Ajustes ao Resultado antes dos Impostos: ............................................................ Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa ....................................................... Depreciações e Amortizações ................................................................................... Constituições de Provisões Trabalhistas e Cíveis...................................................... Lucro na Alienação do Permanente........................................................................... Lucro Líquido Ajustado antes dos Impostos ........................................................... (Aumento)/Redução em Títulos e Valores Mob. e Instrumentos Financeiros Derivativos (Aumento)/Redução em Operações de Crédito........................................................... (Aumento)/Redução em Outros Créditos/Outros Valores e Bens................................ Aumento/(Redução) em Depósitos.............................................................................. Aumento/(Redução) em Outras Obrigações ............................................................... Imposto de Renda e Contribuição Social Pagos ......................................................... Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) das Atividades Operacionais ..................... Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos: Alienação de Investimentos........................................................................................... Alienação de Imobilizado de Uso .................................................................................. Aquisição de Imobilizado de Uso .................................................................................. Aplicações no Intangível................................................................................................ Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) nas Atividades de Investimentos............... Aumento/(Redução) de Caixa e Equivalentes de Caixa........................................... Caixa e Equivalentes de Caixa - Início do Período ....................................................... Caixa e Equivalentes de Caixa - Fim do Período .......................................................... Aumento/(Redução) Líquido, de Caixa e Equivalentes de Caixa ............................
2012
2011
(66.417) 121.862 121.167 585 110 55.445 (224) (150.990) (513.593) 319.121 307.881 (7.640) 10.000
(104.446) 227.953 225.257 1.676 (148) 1.168 123.507 (1.994) (256.788) (388.629) 340.726 209.213 (20.472) 5.563
42.817 149.814 157.155 2.408 328 (10.077) 192.631 4.398 (203.710) (468.751) 151.483 368.675 (52.985) (8.259)
(35) (146) (181) 9.819
1 (66) (146) (211) 5.352
10.483 (223) (127) 10.133 1.874
5.530 15.349 9.819
Lucros/ (Prejuízos) Acumulados
2011
9.997 15.349 5.352
8.123 9.997 1.874
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
Eventos
Capital social
Totais
Saldos em 30.6.2012....................................................................................................
318.000
(189.633)
128.367
Prejuízo ......................................................................................................................... Saldos em 31.12.2012..................................................................................................
318.000
(55.097) (244.730)
(55.097) 73.270
Saldos em 31.12.2010..................................................................................................
318.000
(174.349)
143.651
Lucro Líquido................................................................................................................. Saldos em 31.12.2011..................................................................................................
318.000
16.661 (157.688)
16.661 160.312
Prejuízo ......................................................................................................................... Saldos em 31.12.2012..................................................................................................
318.000
(87.042) (244.730)
(87.042) 73.270
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO - Em Reais mil 2º Semestre Descrição
2012
1 - RECEITAS ......................................................... 1.1) Intermediação Financeira......................... 1.2) Prestação de Serviços.............................. 1.3) Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa .................................................. 1.4) Outras ........................................................ 2 - DESPESAS DE INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ................................................... 3 - INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS ....... Materiais de Energia e Outros ........................... Serviços de Terceiros......................................... Comunicações ................................................... Serviços do Sistema Financeiro ........................ Propaganda, Promoções e Publicidade............. Serviços Técnicos Especializados ..................... Processamento de Dados.................................. Manutenção e Conservação de Bens ................ Viagens .............................................................. Vigilância e Segurança....................................... Transporte .......................................................... Outras ................................................................ 4 - VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2-3).............. 5 - DEPRECIAÇÕES E AMORTIZAÇÕES ............. 6 - VALOR ADICIONADO LÍQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE (4-5) .................................... 7 - VALOR ADICIONADO A DISTRIBUIR .............. 8 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO...... 8.1) Pessoal ...................................................... Proventos .................................................... Benefícios ................................................... FGTS .......................................................... Outros Encargos ......................................... 8.2) Remuneração do Governo ....................... Federais ...................................................... Municipais ................................................... 8.3) Remuneração de Capitais Terceiros ....... Aluguéis ...................................................... 8.4) Remuneração de Capitais Próprios ....... Lucro/(Prejuízo) do Período ........................
Exercícios findos em 31 de dezembro %
2012
%
2011
%
32.948 172.099 3.716
(70,9) (370,1) (8,0)
146.920 354.192 6.782
(661,0) (1.593,5) (30,5)
347.606 340.252 8.060
199,4 195,1 4,6
(121.167) (21.700)
260,5 46,7
(225.257) 11.203
1.013,4 (50,4)
(157.155) 156.449
(90,1) 89,8
(36.729) (42.140) (1.902) (10.978) (2.323) (280) (10.947) (5.725) (4.284) (2.165) (904) (776) (1.001) (855) (45.921) (585)
79,0 90,6 4,1 23,6 5,0 0,6 23,5 12,3 9,2 4,7 1,9 1,7 2,2 1,8 98,7 1,3
(79.072) (88.399) (3.653) (25.275) (4.805) (439) (27.685) (9.873) (6.499) (3.610) (1.677) (1.323) (1.934) (1.626) (20.551) (1.676)
355,7 397,8 16,4 113,7 21,6 2,0 124,6 44,4 29,2 16,2 7,5 6,1 8,7 7,4 92,5 7,5
(92.086) (78.744) (3.267) (21.485) (4.914) (302) (22.491) (6.157) (11.193) (2.533) (1.860) (1.006) (1.840) (1.696) 176.776 (2.408)
(52,8) (45,2) (1,9) (12,3) (2,8) (0,2) (12,9) (3,5) (6,4) (1,4) (1,1) (0,6) (1,1) (1,0) 101,4 (1,4)
(46.506) (46.506) (46.506) 2.916 2.182 437 157 140 954 885 69 4.721 4.721 (55.097) (55.097)
100,0 100,0 100,0 (6,3) (4,7) (1,0) (0,3) (0,3) (2,0) (1,9) (0,1) (10,2) (10,2) 118,5 118,5
(22.227) (22.227) (22.227) 6.023 4.632 896 304 191 50.514 50.388 126 8.278 8.278 (87.042) (87.042)
100,0 100,0 100,0 (27,1) (20,8) (4,0) (1,4) (0,9) (227,3) (226,7) (0,6) (37,2) (37,2) 391,6 391,6
174.368 174.368 174.368 7.954 5.429 995 482 1.048 144.186 144.043 143 5.567 5.567 16.661 16.661
100,0 100,0 100,0 4,6 3,1 0,6 0,3 0,6 82,7 82,6 0,1 3,2 3,2 9,5 9,5
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1) CONTEXTO OPERACIONAL O Banco Bankpar S.A. (BANKPAR ou Instituição) é uma instituição financeira, que tem por objetivo efetuar operações bancárias em geral. O BANKPAR é parte integrante da Organização Bradesco, sendo suas atividades conduzidas de forma integrada a um conjunto de empresas que atuam nos mercados financeiros e de capitais, utilizando-se de seus recursos administrativos e tecnológicos, e suas informações financeiras trimestrais devem ser entendidas neste contexto. As operações são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam integradamente no mercado financeiro, e certas operações têm a co-participação ou a intermediação de instituições associadas, integrantes do sistema financeiro. Os benefícios dos serviços prestados entre essas instituições e os custos da estrutura operacional e administrativa são absorvidos, segundo a praticabilidade de lhes serem atribuídos, em conjunto ou individualmente. O BANKPAR mantém a exclusividade de emitir os cartões American Express da linha Centurion no Brasil. A linha Centurion inclui os tradicionais cartões Green, Gold e Platinum que apresentam a logomarca American Express Centurion. O direito de exclusividade considera o prazo mínimo de 10 anos, contados a partir de junho de 2006 e permite ao BANKPAR emitir cartões American Express para clientes pessoas físicas e jurídicas e oferecer o programa “Membership Rewards” relativo a esses cartões. 2) APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas das Leis nos 4.595/64 (Lei do Sistema Financeiro Nacional) e 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações) com alterações introduzidas pelas Leis nos 11.638/07 e 11.941/09, para a contabilização das operações, associadas às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do Banco Central do Brasil (BACEN). Incluem, estimativas e premissas, tais como: a mensuração de perdas estimadas com operações de crédito; estimativas do valor justo de determinados instrumentos financeiros; provisões cíveis, fiscais e trabalhistas; perdas por redução ao valor recuperável (impairment) de ativos não financeiros; e outras provisões. Os resultados efetivos podem ser diferentes daqueles estabelecidos por essas estimativas e premissas. As demonstrações contábeis foram aprovadas pela Administração em 25 de janeiro de 2013. 3) PRINCIPAIS DIRETRIZES CONTÁBEIS a) Moeda funcional e de apresentação As demonstrações contábeis estão apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Instituição. b) Apuração do resultado O resultado é apurado de acordo com o regime de competência, que estabelece que as receitas e despesas devem ser incluídas na apuração dos resultados dos períodos em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. As operações com taxas prefixadas são registradas pelo valor de resgate, e as receitas e despesas correspondentes ao período futuro são apresentadas em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. As receitas e despesas de natureza financeira são contabilizadas pelo critério pro rata dia e calculadas pelo método exponencial. As operações com taxas pós-fixadas ou indexadas a moedas estrangeiras são atualizadas até a data do balanço. c) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades em moeda. d) Instrumentos financeiros derivativos (ativos e passivos) São classificadas de acordo com a intenção da Administração, na data da contratação da operação, levando-se em conta se sua finalidade é para proteção contra risco (hedge) ou não. As operações que envolvem instrumentos financeiros derivativos destinam-se a atender as necessidades próprias para administrar a exposição global da Instituição. As valorizações ou desvalorizações são registradas em contas de receitas ou despesas dos respectivos instrumentos financeiros. Os instrumentos financeiros derivativos utilizados para mitigar os riscos decorrentes das exposições às variações no valor de mercado dos ativos e passivos financeiros são considerados como instrumentos de proteção (hedge) e são classificados de acordo com sua natureza em: • Hedge de risco de mercado: os instrumentos financeiros classificados nesta categoria, bem como seus ativos e passivos financeiros relacionados, objeto de hedge, têm seus ganhos e perdas, realizados ou não realizados, registrados em conta de resultado; e • Hedge de fluxo de caixa: os instrumentos financeiros classificados nesta categoria, têm a parcela efetiva das valorizações ou desvalorizações é registrada, líquida dos efeitos tributários, em conta destacada no Patrimônio Líquido. A parcela não efetiva do respectivo hedge é reconhecida diretamente em conta de resultado. e) Operações de crédito, outros créditos com características de concessão de crédito e provisão para créditos de liquidação duvidosa As operações de crédito e outros créditos com características de concessão de crédito são classificadas nos respectivos níveis de risco, observando: (i) os parâmetros estabelecidos pela Resolução nº 2.682/99 do CMN, que requerem a sua classificação de riscos em nove níveis, sendo “AA” (risco mínimo) e “H” (risco máximo) e (ii) a avaliação da Administração quanto ao nível de risco. Essa avaliação, realizada periodicamente, considera a conjuntura econômica, a experiência passada e os riscos específicos e globais em relação às operações, aos devedores e garantidores. Adicionalmente, também são considerados os períodos de atraso definidos na Resolução nº 2.682/99 do CMN, para atribuição dos níveis de classificação dos clientes da seguinte forma: Período de atraso Classificação do cliente • De 0 a 14 dias ................................................................................................................................................................ A • De 15 a 30 dias .............................................................................................................................................................. B • De 31 a 60 dias .............................................................................................................................................................. C • De 61 a 90 dias .............................................................................................................................................................. D • De 91 a 120 dias ............................................................................................................................................................ E • De 121 a 150 dias .......................................................................................................................................................... F • De 151 a 180 dias .......................................................................................................................................................... G • Superior a 180 dias ........................................................................................................................................................ H A atualização (accrual) l das operações vencidas até o 59º dia é contabilizada em receitas de operações de crédito e, a partir do 60º dia, em rendas a apropriar, sendo que o reconhecimento em receitas só ocorrerá quando do seu efetivo recebimento. As operações em atraso classificadas como nível “H” permanecem nessa classificação por seis meses, quando então são baixadas contra a provisão existente e controladas em contas de compensação por no mínimo cinco anos. As operações renegociadas são mantidas, no mínimo, no mesmo nível em que estavam classificadas. As renegociações, que já haviam sido baixadas contra a provisão e que estavam controladas em contas de compensação, são classificadas como nível “H” e os eventuais ganhos provenientes da renegociação somente são reconhecidas quando efetivamente recebidos. Quando houver amortização significativa da operação ou quando novos fatos relevantes justificarem a mudança do nível de risco, poderá ocorrer a reclassificação da operação para categoria de menor risco. A provisão estimada para créditos de liquidação duvidosa é apurada em valor suficiente para cobrir prováveis perdas e leva em conta as normas e instruções do CMN e do BACEN, associadas às avaliações procedidas pela Administração na determinação dos riscos de crédito. f) Imposto de renda e contribuição social (ativo e passivo) Os créditos tributários de imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido, calculados sobre adições temporárias, prejuízo fiscal e base negativa da contribuição social, são registrados na rubrica “Outros créditos - diversos”, e a provisão para as obrigações fiscais diferidas e ajustes a valor de mercado dos títulos e valores mobiliários é registrada na rubrica “Outras obrigações - fiscais e previdenciárias”. Os créditos tributários sobre as adições temporárias serão realizados quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram constituídos. Os créditos tributários sobre prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social serão realizados de acordo com a geração de lucros tributáveis, observado o limite de 30% do lucro real do período-base. Tais créditos tributários são reconhecidos contabilmente baseados nas expectativas atuais de realização, considerando os estudos técnicos e análises realizadas pela Administração. A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota-base de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10%. A contribuição social sobre o lucro é calculada considerando à alíquota de 15% para empresas do segmento financeiro. Os créditos tributários originados em períodos anteriores decorrentes da elevação da alíquota da contribuição social para 15%, são registrados até o limite das obrigações tributárias correspondentes (Nota 25). Foram constituídas provisões para os demais impostos e contribuições sociais, de acordo com as respectivas legislações vigentes. De acordo com a Lei nº 11.941/09, as modificações no critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido do período, introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e pelos artigos 37 e 38 da Lei nº 11.941/09, não apresentam efeitos para fins de apuração do lucro real, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007. Para fins contábeis, os efeitos tributários das mencionadas leis estão registrados nos ativos e passivos diferidos correspondentes.
g) Despesas antecipadas São representadas pelas aplicações de recursos em pagamentos antecipados, cujos direitos de benefícios ou prestação de serviços ocorrerão em períodos futuros, sendo registrados no resultado de acordo com o período de competência. Os custos incorridos que estão relacionados com ativos correspondentes, que gerarão receitas em períodos subsequentes, são apropriados ao resultado de acordo com os prazos e montantes dos benefícios esperados e baixados diretamente no resultado, quando os bens e direitos correspondentes já não fizerem parte dos ativos da Instituição ou os benefícios futuros esperados não puderem ser realizados. h) Investimentos Outros investimentos são avaliados pelo custo de aquisição, deduzidos de provisão para perdas/redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. i) Imobilizado Corresponde aos direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à manutenção das atividades ou exercidos com essa finalidade, inclusive os decorrentes de operações que transfiram os riscos, benefícios e controles dos bens para a entidade. É demonstrados ao custo de aquisição, líquido das respectivas depreciações acumuladas, calculadas pelo método linear de acordo com a vida útil-econômica estimada dos bens, sendo: instalações, móveis e equipamentos de uso - 10% ao ano e sistemas de processamento de dados - de 20% a 30% ao ano e ajustado por redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. j) Diferido Está registrado ao custo de aquisição ou formação, líquido das respectivas amortizações acumuladas. A amortização do diferido, composto por gastos com desenvolvimentos de programas de processamento de dados, é efetuada a taxa anual de 20%. A partir de 8 de dezembro de 2008 as novas operações passaram a ser registradas no ativo intangível de acordo com a Carta Circular nº 3.357/08 do BACEN. k) Intangível Corresponde aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da entidade ou exercidos com essa finalidade. Os ativos intangíveis com vida útil definida são amortizados no decorrer do período estimado do benefício econômico. Compostos por softwares são registrados ao custo, deduzido da amortização pelo método linear durante a vida útil estimada (20% ao ano), a partir da data da sua disponibilidade para uso e ajustados por redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. Gastos com o desenvolvimento interno de softwares são reconhecidos como ativo quando é possível demonstrar a intenção e a capacidade de concluir tal desenvolvimento, bem como mensurar com segurança os custos diretamente atribuíveis ao mesmo, que serão amortizados durante sua vida útil estimada, considerando os benefícios econômicos futuros gerados. l) Redução ao valor recuperável de ativos (impairment) Os títulos e valores mobiliários classificados na categoria títulos disponíveis para venda e ativos não financeiros, exceto outros valores e bens e créditos tributários, são revistos no mínimo anualmente, para determinar se há alguma indicação de perda por redução ao valor recuperável (impairment). Caso seja detectada uma perda, esta é reconhecida no resultado do período quando o valor contábil do ativo exceder o seu valor recuperável apurado pelo: (i) potencial valor de venda, ou valor de realização deduzido das respectivas despesas ou (ii) valor em uso calculado pela unidade geradora de caixa, dos dois o maior. Uma unidade geradora de caixa é o menor grupo identificável de ativos que gera fluxos de caixa substancialmente independentes de outros ativos e grupos. m) Depósitos São demonstrados pelos valores das exigibilidades e consideram, quando aplicável, os encargos exigíveis até a data do balanço, reconhecidos em base pro rata dia. n) Provisões, ativos e passivos contingentes e obrigações legais - fiscais e previdenciárias O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, das contingências ativas e passivas e também das obrigações legais são efetuados de acordo com os critérios definidos pelo CPC 25, o qual foi aprovado pela Resolução nº 3.823/09 do CMN, sendo: • Ativos Contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não caibam mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo e pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro passivo exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, são divulgados nas notas explicativas (Nota 14a); • Provisões: são constituídas levando em conta a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança; • Passivos Contingentes: de acordo com o CPC 25, o termo “contingente” é utilizado para passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência somente será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. Os passivos contingentes não satisfazem os critérios de reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo apenas ser divulgados em notas explicativas, quando relevantes. As obrigações classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas (Nota 14b e c); e • Obrigações Legais - Provisão para Riscos Fiscais: decorrem de processos judiciais, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis (Nota 14b). o) Outros ativos e passivos Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias e cambiais, auferidos (em base pro rata dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos demonstrados incluem os valores conhecidos e mensuráveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias e cambiais, incorridos (em base pro rata dia). p) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para sua emissão. São compostos por: • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis. Não houve qualquer evento subsequente que requer ajustes ou divulgações para as demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2012. 4) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA
Disponibilidade em moeda nacional........................................................................................................ Disponibilidade em moeda estrangeira ................................................................................................... Total de caixa e equivalentes de caixa ................................................................................................
Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 15.184 9.847 165 150 15.349 9.997
5) INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS O BANKPAR participa de operações envolvendo instrumentos financeiros derivativos, representados por contratos “a termo”, registrados em contas patrimoniais e de compensação, destinados a atender as necessidades próprias da Instituição. Os instrumentos financeiros derivativos, quando utilizados pelo Banco como instrumentos de “hedge”, destinam-se a protegê-lo contra variações cambiais. Os derivativos geralmente representam compromissos futuros para trocar moedas ou indexadores, ou comprar ou vender outros instrumentos financeiros nos termos e datas especificadas nos contratos. O valor justo dos contratos a termo é determinado com base em cotações de preços de mercado para derivativos negociados em bolsa ou utilizando-se técnicas de modelagem de fluxo de caixa descontado que usam curvas de rendimento, refletindo os fatores de risco adequado. A política de gestão de riscos da Organização Bradesco é fundamentada na utilização de instrumentos financeiros derivativos com o objetivo, predominantemente, de mitigar os riscos decorrentes das operações efetuadas pelo Bradesco e empresas controladas. a) Valor dos instrumentos financeiros derivativos registrados em contas de compensação Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Valor Valor Valor Valor global líquido global líquido Contratos a termo Compromissos de compra: - Moeda estrangeira ......................................................................... 183.063 4.972 146.010 Compromissos de venda: - Moeda estrangeira ......................................................................... 178.091 167.823 21.813 Total ................................................................................................. 361.154 4.972 313.833 21.813 continua...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
10
quarta-feira, 6 de março de 2013
...continuação
Banco Bankpar p S.A. Empresa da Organização Bradesco
CNPJ 60.419.645/0001-95 Sede: Cidade de Deus, s/nº - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS b) Composição dos instrumentos financeiros derivativos (ativos e passivos), demonstrados pelo seu valor de custo atualizado e valor de mercado Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Valor Valor Custo contábil/ Custo contábil/ atualizado mercado atualizado mercado Compras a termo a receber.............................................................. 2.330 2.330 Vendas a termo a receber ................................................................ 4.147 4.147 85 85 Total do Ativo em 2012................................................................... 4.147 4.147 Total do Ativo em 2011................................................................... 2.415 2.415 Compra a termo a pagar .................................................................. 4.839 4.839 2.102 2.102 Vendas a termo a pagar ................................................................... 14 14 3.012 3.012 Total do Passivo em 2012 .............................................................. 4.853 4.853 Total do Passivo em 2011 .............................................................. 5.114 5.114
c) Contratos a termo - Prazos Em 31 de dezembro - R$ mil 1 a 30 dias
31 a 60 dias
Acima de 360 dias
2012 2011 Contrato a Termo Compras a termo.............................................................................. 163.521 19.542 183.063 146.010 Vendas a termo ................................................................................ 154.117 23.974 178.091 167.823 Total em 2012 .................................................................................. 317.638 43.516 361.154 Total em 2011 .................................................................................. 268.349 34.422 11.062 313.833 d) Valores de despesas e receitas líquidas No exercício, o resultado das operações com instrumentos financeiros derivativos somou R$ 1.107 mil (2011 - R$ 2.266 mil) de despesas. e) Valores globais dos instrumentos financeiros derivativos por local de negociação Registrados na CETIP, os valores globais dos instrumentos financeiros derivativos perfazem o montante de R$ 361.154 mil (2011 - R$ 313.833 mil).
6) OPERAÇÕES DE CRÉDITO, OUTROS CRÉDITOS COM CARACTERÍSTICA DE CONCESSÃO DE CRÉDITO E PROVISÃO PARA CRÉDITOS DE LIQUIDAÇÃO DUVIDOSA a) Modalidades e prazos Em 31 de dezembro - R$ mil 1 a 30 dias 265.767 1.559.529 1.825.296 1.669.523
Operações de crédito Empréstimos e títulos descontados..................................................... Outros créditos (1)............................................................................... Total em 2012 ..................................................................................... Total em 2011 .....................................................................................
31 a 60 dias 5.394 590.381 595.775 493.410
61 a 90 dias 3.177 355.478 358.655 348.198
Curso normal 181 a 360 Acima de dias 360 dias 5.826 873 208.895 1.323 214.721 2.196 178.152 2.169
91 a 180 dias 7.118 507.295 514.413 443.111
2012 (A) 288.155 3.222.901 3.511.056
%
2011 (A) 271.593 2.862.970
8,2 91,8 100,0
% 8,7 91,3
3.134.563
100,0
Em 31 de dezembro - R$ mil
1 a 30 dias 81.905 81.905 56.689
Operações de crédito Empréstimos e títulos descontados............................................................. Total em 2012............................................................................................. Total em 2011 .............................................................................................
31 a 60 dias 44.005 44.006 36.993
61 a 90 dias 28.361 28.361 24.265
91 a 180 dias 64.521 64.521 49.016
Curso anormal Parcelas vencidas 181 a 540 dias 92.508 92.508 56.882
2012 (B) 311.300 311.300
%
2011 (B) 223.845
100,0 100,0
% 100,0
223.845
100,0
Em 31 de dezembro - R$ mil
Operações de crédito Empréstimos e títulos descontados.................................... Outros créditos (1).............................................................. Total em 2012 .................................................................... Total em 2011 ....................................................................
1 a 30 dias 2.656 2.656 2.314
31 a 60 dias 431 431 213
61 a 90 dias 247 247 186
Curso anormal Parcelas vincendas 181 a 360 Acima de dias 360 dias 541 225 541 225 253 106
91 a 180 dias 611 611 379
Total geral 2012 (C) 4.711 4.711
% 100,0 100,0
2011 (C) 3.451 3.451
% 100,0 -
2012 (A+B+C) 604.166 3.222.901 3.827.067
% 15,8 84,2 100,0
2011 (A+B+C) 498.889 2.862.970
100,0
% 14,8 85,2
3.361.859
100,0
(1) Com característica de concessão de crédito - cartão de crédito. b) Concentração das operações de crédito
c) Setor de atividade econômica
2012 Maior devedor...................................................................................
2012
Em 31 de dezembro - R$ mil 2011 %
%
14.338
0,4
25.606
0,7
Dez maiores devedores....................................................................
55.209
Cinquenta maiores devedores..........................................................
125.786
1,4
59.833
1,8
3,3
127.855
Cem maiores devedores...................................................................
166.795
3,8
4,4
169.508
5,0
Setor privado Pessoas físicas................................................................................. Indústria............................................................................................ Comércio .......................................................................................... Intermediários financeiros ................................................................ Outros Serviços................................................................................ Total .................................................................................................
Em 31 de dezembro - R$ mil 2011 %
%
3.267.502 137.261 119.566 12.593 290.145 3.827.067
85,4 3,6 3,1 0,3 7,6 100,0
2.905.491 146.539 71.885 8.685 229.259 3.361.859
86,4 4,4 2,1 0,3 6,8 100,0
d) Modalidades e níveis de risco
Operações de crédito AA A B Empréstimos e títulos descontados.................................................... 10.169 166.966 41.583 Outros créditos ................................................................................... 152.613 2.041.342 104.597 Total em 2012 .................................................................................... 162.782 2.208.308 146.180 % ........................................................................................................ 4,3 57,7 3,8 Total em 2011 .................................................................................... 170.035 2.041.837 130.636 % ........................................................................................................ 5,1 60,7 3,9 e) Composição da carteira e da provisão para créditos de liquidação duvidosa das operações de crédito e de outros créditos
C 105.589 827.126 932.715 24,4 729.304 21,7
D
E 44.679 37.443 82.122 2,1 63.900 1,9
F 27.425 4.789 32.214 0,8 27.019 0,8
G 24.131 3.505 27.636 0,7 21.920 0,6
22.625 2.462 25.087 0,7 19.335 0,6
Em 31 de dezembro - R$ mil Total 2012 2011 604.166 498.889 3.222.901 2.862.970 3.827.067 100,0 3.361.859 100,0
H 160.999 49.024 210.023 5,5 157.873 4,7
Em 31 de dezembro - R$ mil Saldo da carteira Curso Normal 162.782 2.208.308 113.820 885.252 3.370.162 52.401 9.216 6.313 4.857 68.107 140.894 3.511.056 91,7 3.134.563 93,2
Níveis de Risco AA........................................................................................................ A .......................................................................................................... B .......................................................................................................... C .......................................................................................................... Subtotal .............................................................................................. D .......................................................................................................... E .......................................................................................................... F .......................................................................................................... G.......................................................................................................... H .......................................................................................................... Subtotal .............................................................................................. Total em 2012 ..................................................................................... % ......................................................................................................... Total em 2011 ..................................................................................... % .........................................................................................................
Curso Anormal
Provisão
Total 162.782 2.208.308 146.180 932.715 3.449.985 82.122 32.214 27.636 25.087 210.023 377.082 3.827.067 100,0 3.361.859 100,0
32.360 47.463 79.823 29.721 22.998 21.323 20.230 141.916 236.188 316.011 8,3 227.296 6,8
f) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa das operações de crédito Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 242.370 181.029 225.257 157.155 (151.512) (95.814) 316.115 242.370 178.356 122.265 121.407 107.993 16.352 12.112 26.828 24.400 147.926 31.579
Saldo inicial............................................................................................................................................ Constituição........................................................................................................................................... Baixas para prejuízo.............................................................................................................................. Saldo final .............................................................................................................................................. - Provisão específica (1).......................................................................................................................... - Provisão genérica (2) ............................................................................................................................ - Provisão excedente (3).......................................................................................................................... - Recuperação de créditos baixados como prejuízo (4) .......................................................................... - Renegociados .......................................................................................................................................
%
Específica 4,3 57,7 3,8 24,4 90,2 2,1 0,8 0,7 0,7 5,5 9,8 100,0
323 1.424 1.747 2.972 6.899 10.661 14.161 141.916 176.609 178.356 56,4 122.265 50,4
Provisão Requerida Genérica 11.042 1.138 26.558 38.738 5.240 2.765 3.157 3.400 68.107 82.669 121.407 38,4 107.993 44,6
Excedente 7.925 7.925 8.427 8.427 16.352 5,2 12.112 5,0
2012 Provisão Existente
2011 Provisão Existente
11.042 1.461 35.907 48.410 16.639 9.664 13.818 17.561 210.023 267.705 316.115 100,0
% Mínimo Requerido
10.209 1.307 28.048 39.564 12.333 8.105 10.961 13.534 157.873 202.806
0,5 1,0 3,0 10,0 30,0 50,0 70,0 100,0
242.370 100,0
15) OUTRAS OBRIGAÇÕES a) Fiscais e previdenciárias 2012 Provisões para impostos e contribuições sobre o lucro .......................................................................... Impostos e contribuições a recolher........................................................................................................ Provisões para impostos e contribuições diferidos (Nota 25c)................................................................ Total ........................................................................................................................................................ b) Diversas
Em 31 de dezembro - R$ mil 2011 6.469 3.437 970 10.876
3.347 1.665 5.012
Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Contas a pagar a estabelecimentos afiliados.......................................................................................... 2.335.007 2.187.066 (1) Para as operações que apresentem parcelas vencidas há mais de 14 dias; Contas e valores a pagar a terceiros....................................................................................................... 169.219 161.276 (2) Constituída em razão da classificação do cliente ou da operação e, portanto, não enquadrada no item anterior; Programa de pontuação - Recompensas Membership Rewards ............................................................ 164.489 137.978 (3) A provisão excedente é constituída considerando a experiência da Administração e a expectativa de realização da carteira de créditos, de modo a Valores a pagar a Tempo Serviços Ltda. (i) ............................................................................................. 61.479 57.425 apurar a provisão total julgada adequada para cobrir os riscos específicos e globais dos créditos, associada à provisão calculada de acordo com Recebimento de titulares de cartões de crédito a processar .................................................................. 8.149 11.380 a classificação pelos níveis de risco e os respectivos percentuais de provisão estabelecidos como mínimos na Resolução nº 2682/99 do CMN. Provisões cíveis e trabalhistas (Nota 14) ................................................................................................ 11.499 11.647 A provisão excedente por cliente foi classificada nos níveis de riscos correspondentes (Nota 6e); e Outras...................................................................................................................................................... 37.185 10.450 (4) Classificadas em receitas de operações de crédito. Total ........................................................................................................................................................ 2.787.027 2.577.222 (i) Repasses decorrentes de remuneração de atividades não financeiras relativos à administração dos cartões American Express. 7) OUTROS CRÉDITOS - DIVERSOS Em 31 de dezembro - R$ mil 16) PATRIMÔNIO LÍQUIDO 2012 2011 a) Capital social Títulos e créditos a receber ..................................................................................................................... 3.231.913 2.872.232 O capital social de R$ 318.000 mil está dividido em 347.487.104 ações sem valor nominal, representadas em sua totalidade por ações ordinárias. - Com característica de concessão de crédito (Nota 6a) ....................................................................... 3.222.901 2.862.970 b) Reservas de Lucros - Sem característica de concessão de crédito......................................................................................... 9.012 9.262 • Reserva Legal Créditos tributários (Nota 25c)................................................................................................................. 194.637 162.039 Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do período, até atingir 20% do capital social realizado, ou 30% do capital social, acrescido das Créditos a receber de bancos conveniados ............................................................................................ 160.146 147.451 reservas de capital. Após esse limite a apropriação não mais se faz obrigatória. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital ou Operações e valores a receber de terceiros............................................................................................ 84.272 63.265 para compensar prejuízos; e Rendas a apropriar de cartões................................................................................................................ 8.476 11.798 • Reserva Estatutária Devedores diversos - Valores em trânsito ............................................................................................... 61.174 83.294 Visando à manutenção de margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações ativas da Sociedade, pode ser constituída em 100% Outros...................................................................................................................................................... 83.941 51.717 do lucro líquido remanescente após destinações estatutárias, sendo o saldo limitado a 95% do Capital Social Integralizado. Total ........................................................................................................................................................ 3.824.559 3.391.796 Em função do prejuízo apurado no exercício, não houve constituição de reservas. c) Dividendos e Juros sobre o capital próprio 8) OUTROS VALORES E BENS - DESPESAS ANTECIPADAS Aos acionistas estão assegurados juros sobre o capital próprio e/ou dividendo mínimo obrigatório, em cada exercício, que somados não seja inferior a Correspondem a despesas com comissões de venda de cartão de crédito no montante de R$ 5.925 mil (2011 - R$ 17.460 mil). 1% do lucro líquido ajustado, nos termos da legislação societária. Fica a Diretoria autorizada a declarar e pagar dividendos intermediários, especialmente 9) INVESTIMENTO semestrais e mensais, utilizando-se das contas de Lucros Acumulados ou de Reservas de Lucros existentes, e, podendo ainda, autorizar a distribuição O investimento de R$ 1 mil refere-se a título patrimonial da CETIP Educacional. de lucros a título de juros sobre o capital próprio em substituição total ou parcial aos dividendos intermediários, ou, em adição aos mesmos. Não houve 10) IMOBILIZADO DE USO provisionamento/pagamento de dividendos nos exercícios de 2012 e 2011, em razão dos prejuízos acumulados. Demonstrado ao custo de aquisição corrigido. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas anuais que contemplam a vida útil 17) RECEITAS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS econômica dos bens. Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Custo Líquido Comissões por venda de prêmios de seguros ........................................................................................ 5.839 5.683 de Depreciação Taxas e serviços de cartões .................................................................................................................... 107 1.625 Taxa Anual Custo Depreciação 2012 2011 Tarifa de saques ...................................................................................................................................... 681 641 Móveis e equipamentos de uso........................................................ 10% 6.131 (4.301) 1.830 2.294 Outras...................................................................................................................................................... 155 111 Instalações ....................................................................................... 20% 29 (2) 27 1.594 Total ........................................................................................................................................................ 6.782 8.060 Sistema de processamento de dados .............................................. 20 a 30% 12.203 (11.885) 318 769 Total em 2012 .................................................................................. 18.363 (16.188) 2.175 18) DESPESAS DE PESSOAL Total em 2011 .................................................................................. 23.724 (19.067) 4.657 Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 11) DIFERIDO Os valores registrados no diferido referem-se a gastos com desenvolvimento de logística em implantação, e seu valor do custo foi totalmente amortizado Proventos................................................................................................................................................. Encargos sociais ..................................................................................................................................... (2011 - R$ 50 mil de custo líquido de amortização). No exercício, a despesa de amortização correspondeu a R$ 50 mil (2011 - R$ 60 mil). Benefícios................................................................................................................................................ 12) INTANGÍVEL Provisões trabalhistas ............................................................................................................................. Os valores registrados no intangível referem-se a gastos com desenvolvimento de softwares, e seu valor do custo líquido de amortização corresponde a Treinamento............................................................................................................................................. R$ 697 mil (2011 - R$ 799 mil). No exercício, a despesa de amortização correspondeu a R$ 248 mil (2011 - R$ 228 mil). Total ........................................................................................................................................................ 13) CAPTAÇÕES a) Depósitos 1 a 30 dias Depósitos à vista. .................... 3.966 Depósitos interfinanceiros ....... 439.432 Total em 2012 ......................... 443.398 Total em 2011 ......................... 8.047 b) Despesas com operações de captação
2012
2011 4.632 1.233 896 116 75 6.952
5.429 1.575 995 483 565 9.047
19) OUTRAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS
31 a 60 dias 484.142 484.142 4.459
61 a 90 dias 4.341
91 a 180 dias
181 a 360 dias
335.182 335.182 906.141
Depósitos interfinanceiros ....................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
Acima de 360 dias
6.711 6.711 6.580
860 860 -
Em 31 de dezembro - R$ mil Total 2012 2011 3.966 1.389 1.266.327 928.179 1.270.293 929.568
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 79.072 92.086 79.072 92.086
14) PROVISÕES, ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS - FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS a) Ativos contingentes Não são reconhecidos contabilmente os ativos contingentes. Os valores envolvidos não são significativos para divulgação. b) Provisões classificadas como perdas prováveis O Banco é parte em processos judiciais, de natureza trabalhista, cível e fiscal, decorrentes do curso normal de suas atividades. Na constituição das provisões a Administração leva em conta: a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável. A Administração entende que a provisão constituída é suficiente para atender perdas decorrentes dos respectivos processos. O passivo relacionado à obrigação legal em discussão judicial é mantido até o ganho efetivo da ação, representado por decisões judiciais, sob os quais não caiba mais recursos, ou a sua prescrição. I - Processos trabalhistas São ações ajuizadas por ex-empregados, visando obter indenizações, em especial o pagamento de “horas extras” em razão de interpretação do artigo 224 da Consolidação das Leis do Trabalho. Nos processos em que é exigido depósito judicial para garantia de execução, o valor das provisões trabalhistas é constituído considerando a efetiva perspectiva de perda destes depósitos. Para os demais processos, a provisão é constituída com base no valor médio apurado pela totalidade dos pagamentos efetuados de processos encerrados nos últimos 12 meses, considerando o ano do ajuizamento. II - Processos cíveis São pleitos de indenização por dano moral e patrimonial, na maioria referente a protestos, inserção de informações sobre devedores no cadastro de restrições ao crédito. Essas ações são controladas individualmente e provisionadas sempre que a perda for avaliada como provável, considerando a opinião de assessores jurídicos, natureza das ações, similaridade com processos anteriores, complexidade e posicionamento dos Tribunais. As questões discutidas nas ações normalmente não constituem eventos capazes de causar impactos representativos no resultado financeiro. A maioria dessas ações envolve Juizado Especial Cível (JEC), no qual os pedidos estão limitados a 40 salários mínimos. Cerca de 50% de todas as causas do JEC são julgadas improcedentes e o valor da condenação imposta corresponde a uma média histórica de apenas 5% dos pleitos indenizatórios. Não existem em curso processos administrativos por descumprimento de normas do Sistema Financeiro Nacional ou de pagamento de multas que possam causar impactos representativos no resultado financeiro. III - Movimentação das provisões Em 31 de dezembro - R$ mil Trabalhistas Cíveis Início do exercício de 2012 ................................................................................................................... 11.547 100 Constituições líquidas de reversões ........................................................................................................ (251) 103 Final do exercício de 2012 (Nota15b) ................................................................................................. 11.296 203 c) Passivos Contingentes classificados como perdas possíveis A empresa mantém um sistema de acompanhamento para todos os processos administrativos e judiciais em que a Instituição figura como “autora” ou “ré” e amparada na opinião dos assessores jurídicos, classifica as ações de acordo com a expectativa de insucesso. Periodicamente são realizadas análises sobre as tendências jurisprudenciais e efetivadas, se necessário, a reclassificação dos riscos desses processos. Neste contexto, os processos contingentes avaliados como de risco e perda possível não são reconhecidos contabilmente. Em 31 de dezembro de 2012 e de 2011, não há processos contingentes avaliados como de perda possível de natureza relevante.
Propaganda, promoções e publicidade ................................................................................................... Serviços de terceiros............................................................................................................................... Serviços técnicos especializados............................................................................................................ Alugueis................................................................................................................................................... Comunicações......................................................................................................................................... Processamento de dados........................................................................................................................ Depreciações e amortizações ................................................................................................................. Viagens.................................................................................................................................................... Manutenção e conservação de bens....................................................................................................... Transportes.............................................................................................................................................. Materiais, energia e outros ...................................................................................................................... Serviços do sistema financeiro................................................................................................................ Vigilância e segurança ............................................................................................................................ Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 27.685 22.491 25.275 21.485 9.873 6.157 8.278 5.567 4.805 4.914 6.499 11.193 1.676 2.408 1.677 1.860 3.610 2.533 1.934 1.840 3.653 3.267 439 302 1.323 1.006 1.626 1.696 98.353 86.719
20) DESPESAS TRIBUTÁRIAS
Contribuição à COFINS........................................................................................................................... Contribuição ao PIS/PASEP .................................................................................................................... Impostos e taxas ..................................................................................................................................... Impostos sobre serviços - ISS................................................................................................................. Total ........................................................................................................................................................
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 21.099 22.733 3.429 3.694 42.334 90.368 127 142 66.989 116.937
21) OUTRAS RECEITAS OPERACIONAIS
Remuneração recebida de estabelecimentos (i) ..................................................................................... Variação Cambial (ii) .............................................................................................................................. Reversão de provisões operacionais....................................................................................................... Recuperação de encargos ...................................................................................................................... Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 110.741 114.209 104.164 97.318 10.165 6.311 41.727 92.114 17.890 29.349 284.687 339.301
(i) Referem-se a receitas proveniente da remuneração dos juros descontados, pela antecipação de pagamentos efetuados aos estabelecimentos afiliados aos cartões American Express; e (ii) Variação cambial decorrente das compras efetuadas no exterior pelos associados aos cartões American Express. 22) OUTRAS DESPESAS OPERACIONAIS
Programa de recompensas - Titulares de cartões American Express .................................................... Royalties .................................................................................................................................................. Seguro Associados.................................................................................................................................. Impostos sobre importação ..................................................................................................................... Comissões............................................................................................................................................... Encargos ................................................................................................................................................. Despesa com Tecnologia......................................................................................................................... Outros...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 121.489 95.326 45.127 36.646 21.126 16.596 14.800 7.218 17.441 9.501 16.892 13.574 9.528 599 25.913 13.469 272.316 192.929 continua...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quarta-feira, 6 de março de 2013
11
...continuação
Banco Bankpar p S.A. Empresa da Organização Bradesco
CNPJ 60.419.645/0001-95 Sede: Cidade de Deus, s/nº - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 23) RESULTADO NÃO OPERACIONAL c) Origem dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social diferidos R$ mil Em 2012 o montante de R$ 1.168 mil corresponde ao resultado apurado na baixa de bens do imobilizado (2011 - lucro na alienação das ações da CETIP S.A.). Saldo em Saldo em 24) TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS 31.12.2011 Constituição (1) Realização 31.12.2012 Provisão para créditos de liquidação duvidosa ................................ 90.271 106.444 83.481 113.234 a) As transações com o controlador, empresas coligadas e controladas estão assim representadas: Programa de recompensa “Membership Rewards”.......................... 51.837 44.951 35.928 60.860 Em 31 de dezembro - R$ mil Provisões cíveis................................................................................ 37 37 74 Ativos Ativos Receitas Receitas Provisões trabalhistas ...................................................................... 4.233 95 4.138 (passivos) (passivos) (despesas) (despesas) Ajuste ao valor de mercado no Resultado (instrumentos financeiros 2012 2011 2012 2011 derivativos) ..................................................................................... 2.110 333 1.777 Disponibilidades: Outros............................................................................................... 8.387 4.386 1.485 11.288 Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 5.896 3.507 Total dos créditos tributários sobre diferenças temporárias..... 156.875 155.818 121.322 191.371 Instrumentos financeiros derivativos: Prejuízo fiscal e base negativa ......................................................... 5.164 1.898 3.266 162.039 155.818 123.220 194.637 Banco Bradesco S.A. ....................................................................... (706) (2.699) (1.107) (2.266) Total dos créditos tributários (Nota 7).......................................... Obrigações fiscais diferidas (Nota 15a) ....................................... 970 1.460 765 1.665 Valores a receber: Crédito tributário líquido das obrigações fiscais diferidas ........ 161.069 154.358 122.455 192.972 Tempo Serviços Ltda. (i) ................................................................. 1.678 1.172 Depósitos interfinanceiros: (1) Contempla o crédito tributário relativo à elevação da alíquota de contribuição social para as empresas do segmento financeiro, determinada pela Lei Banco Bradesco S.A. ....................................................................... (1.266.327) (928.179) (79.072) (92.086) nº 11.727/08. Valores a pagar: d) Previsão de realização dos créditos tributários sobre diferenças temporárias, prejuízo fiscal, base negativa de contribuição social e crédito tributário de Tempo Serviços Ltda. (i) ................................................................... (61.479) (57.425) contribuição social MP nº 2.158-35 Bpar Corretagem de Seguros Ltda. (ii) ........................................... (5.397) (5.288) Em 31 de dezembro de 2012 - R$ mil Diferenças Prejuízo fiscal PTS Viagens e Turismo Ltda. ........................................................... (553) (370) temporárias e base negativa Banco Bradesco Cartões S.A. ......................................................... (401) (370) Imposto Contribuição Imposto Contribuição (i) Valores decorrente de remuneração das atividades não financeiras relativos à administração dos cartões American Express, conforme Instrumento de Renda Social de Renda Social Total Particular de Constituição de Convênio entre os partícipes, celebrado em 1º de agosto de 2004; e 2013.................................................................................................. 36.559 17.006 53.565 (ii) Valores decorrente de comissões de corretagem proveniente das vendas de prêmios de seguros na base de clientes associados. Nesta operação o 2014.................................................................................................. 36.559 17.006 1.665 55.230 Banco é remunerado por comissão de interveniência paga pelo estipulante. 2015.................................................................................................. 36.567 17.009 53.576 2016.................................................................................................. 9.859 4.586 1.318 15.763 b) Remuneração do pessoal-chave da Administração 2017.................................................................................................. 11.071 5.149 283 16.503 Anualmente na Assembleia Geral Ordinária é fixado: Total ................................................................................................. 130.615 60.756 1.665 1.601 194.637 • O montante global anual da remuneração dos Administradores, que é definido em reunião do Conselho de Administração da Organização Bradesco, aos A projeção de realização de crédito tributário trata-se de estimativa e não é diretamente relacionada à expectativa de lucros contábeis. membros do próprio Conselho e da Diretoria, conforme determina o Estatuto Social; e • A verba destinada a custear Planos de Previdência Complementar aberta aos Administradores, dentro do Plano de Previdência destinado aos Funcionários O valor presente dos créditos tributários, calculados considerando a taxa média de captação, líquida dos efeitos tributários, monta a R$ 184.237 mil (2011 - R$ 150.913 mil) sendo: R$ 181.203 mil (2011 - R$ 146.108 mil) de diferenças temporárias e R$ 3.034 mil (2011 - R$ 4.805 mil) de prejuízo fiscal e e Administradores da Instituição. base negativa da contribuição social. A empresa é parte integrante da Organização Bradesco e seus administradores são remunerados pelos cargos que ocupam no Banco Bradesco S.A., e) Créditos tributários não ativados controlador da Companhia. Em função da Ação Direta de Inconstitucionalidade ajuizada pela Confederação Nacional do Sistema Financeiro - CONSIF contra a Medida Provisória A Instituição não possui benefícios de longo prazo, de rescisão de contrato de trabalho ou remuneração em instrumento baseado em ações, nos termos do nº 413, de 3 de janeiro de 2008 (convertida em Lei nº 11.727 de 23 de junho de 2008, artigos 17 e 41), os créditos tributários decorrentes da elevação da CPC 10 - Pagamento Baseado em Ações, aprovado pela Resolução CMN nº 3.989/11, para seu pessoal-chave da Administração. alíquota da Contribuição Social de 9% para 15% foram registrados até o limite das obrigações tributárias correspondentes. O saldo do crédito tributário Outras informações relativo à elevação da alíquota da Contribuição Social não constituído monta a R$ 18.077 mil (2011 - R$ 13.149 mil) (Nota 3f). Conforme legislação em vigor, as instituições financeiras não podem conceder empréstimos ou adiantamentos para: 26) BENEFÍCIOS A EMPREGADOS a) Diretores e membros dos Conselhos consultivo ou administrativo, fiscal e semelhante, bem como aos respectivos cônjuges e parentes até o 2º grau; O BANKPAR é patrocinador de um plano de previdência complementar para seus funcionários e administradores, na modalidade Plano Gerador de b) Pessoas físicas ou jurídicas que participem de seu capital, com mais de 10%; e Benefícios Livres (PGBL). O PGBL é um plano de previdência do tipo de contribuição definida, que permite acumular recursos financeiros ao longo da c) Pessoas jurídicas de cujo capital participem, com mais de 10%, a própria instituição financeira, quaisquer diretores ou administradores da própria carreira profissional do participante mediante contribuições pagas por ele mesmo e pela empresa patrocinadora, sendo os recursos investidos em um FIE instituição, bem como seus cônjuges e respectivos parentes até o 2º grau. (Fundo de Investimento Exclusivo). Dessa forma, não são efetuados pelas instituições financeiras empréstimos ou adiantamentos a qualquer subsidiária, membros do Conselho de Administração O PGBL é administrado pela Bradesco Vida e Previdência S.A. e a BRAM - Bradesco Asset Management S.A. DTVM é a responsável pela gestão financeira ou da Diretoria Executiva e seus familiares. dos fundos FIEs. As contribuições dos funcionários e administradores do BANKPAR são equivalentes a, no mínimo, 4% do salário. 25) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL As obrigações atuariais do plano de contribuição definida (PGBL) estão integralmente cobertas pelo patrimônio do FIE correspondente. a) Demonstração do cálculo dos encargos com imposto de renda e contribuição social: As despesas com contribuições efetuadas durante o exercício de 2012 totalizaram R$ 145 mil (2011 - R$ 191 mil). Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 27) OUTRAS INFORMAÇÕES 2012 2011 a) Gerenciamento de riscos Resultado antes do imposto de renda e contribuição social ................................................................... (104.446) 42.817 A atividade de gerenciamento dos riscos é altamente estratégica em virtude da crescente complexidade dos serviços e produtos e da globalização dos Encargo total do imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 15% ........................... 41.778 (17.127) negócios da Organização Bradesco, motivo pelo qual está constantemente sendo aprimorada em seus processos. Efeito das adições e exclusões no cálculo dos tributos: As decisões da Organização Bradesco são pautadas em fatores que combinam o retorno sobre o risco previamente identificado, mensurado e avaliado, Efeito do diferencial da alíquota da contribuição social (1) ..................................................................... (4.928) (3.408) viabilizando o alcance de objetivos estratégicos e zelando pelo fortalecimento da Instituição. Despesas e provisões indedutíveis líquidas de receitas não tributáveis................................................. (19.575) (13.019) A Organização Bradesco exerce o controle dos riscos de modo integrado e independente, proporcionando unicidade às políticas, processos, critérios e metodologias de controles de riscos por meio de um órgão estatutário, o Comitê de Gestão Integrada de Riscos e Alocação de Capital. Outros valores ......................................................................................................................................... 129 7.398 Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................ 17.404 (26.156) O BANKPAR como parte integrante da Organização Bradesco adota a estrutura de gerenciamento de riscos desta, no gerenciamento de risco de crédito, de mercado, de liquidez e operacional. (1) Refere-se à equalização da alíquota efetiva da contribuição social em relação a alíquota (40%) demonstrada. b) Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, o Comitê de Pronunciamentos Contábeis emitiu alguns b) Composição da conta de resultado de imposto de renda e contribuição social: procedimentos contábeis, suas interpretações e orientações, os quais serão aplicáveis às instituições financeiras somente quando aprovado pelo CMN. Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil Os pronunciamentos contábeis já aprovados foram: 2012 2011 • Resolução nº 3.566/08 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos (CPC 01); • Resolução nº 3.604/08 - Demonstração do Fluxo de Caixa (CPC 03); Impostos correntes: Imposto de renda e contribuição social devidos...................................................................................... (15.195) (49.438) • Resolução nº 3.750/09 - Divulgação sobre Partes Relacionadas (CPC 05); • Resolução nº 3.823/09 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (CPC 25); Impostos diferidos: • Resolução nº 3.973/11 - Evento subsequente (CPC 24); Constituição/realização no exercício, sobre adições temporárias........................................................... 34.497 37.042 • Resolução nº 3.989/11 - Pagamento baseado em Ações (CPC 10); Utilização de saldos iniciais de: • Resolução nº 4.007/11 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (CPC); e Base negativa de contribuição social ...................................................................................................... (1.897) (4.273) • Resolução nº 4.144/12 - Pronunciamento conceitual Básico (R1). Prejuízo fiscal .......................................................................................................................................... (1) (9.876) Atualmente, não é possível estimar quando o CMN irá aprovar os demais pronunciamentos contábeis do CPC e tampouco se a utilização dos mesmos será Constituição no exercício sobre: de maneira prospectiva ou retrospectiva. Base negativa de contribuição social ...................................................................................................... 389 A DIRETORIA Total dos impostos diferidos................................................................................................................ 32.599 23.282 Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................ 17.404 (26.156) Edmar Carlos da Silva – Contador – CRC 1SP210689/O-2
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.
Aos Administradores do Banco Bankpar S.A. Osasco - SP
Examinamos as demonstrações contábeis do Banco Bankpar S.A. (“Instituição”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as Opinião respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos naquela data, assim Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco Bankpar S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre e exercício como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A Administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas Outros assuntos contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou Demonstração do valor adicionado como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Examinamos também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Instituição, para o semestre Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui,
e exercício findos em 31 de dezembro de 2012, que estão sendo apresentadas como informações suplementares. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Osasco, 05 de março de 2013
KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6
Cláudio Rogélio Sertório Contador CRC 1SP212059/O-0
Ele deixará um vazio nos corações, na história e nas ruas da América Latina. Presidente Dilma Rousseff nternacional Uéslei Marcelino/Reuters
Líderes de luto. Elogios a Chávez.
Políticos: solidariedade.
P
olíticos simpáticos a Hugo Chávez usaram o Twitter para lamentar a morte do presidente da Venezuela. Manifestando solidariedade, parlamentares de esquerda exaltaram a liderança de Chávez. "Minha solidariedade ao povo venezuelano. Que todo o processo de eleição e transição seja marcado pelo respeito e paz, sem golpismo", disse a deputada federal Manuela D'Ávila (PCdoB-RS) em seu perfil. Para o presidente da Embratur, Flávio Dino, Chávez "está com Deus e na história". "Hugo Chávez entra para história como herói venezuelano e grande líder na América do Sul", afirmou o senador Inácio Arruda (PCdoB-CE). "O povo, ao lado de Nicolas Maduro, assume a tarefa de continuar a construção socialista iniciada por Chávez", completou. "O mundo perdeu um revolucionário. A luta continua!", comentou o vereador de São Paulo Orlando Silva (PCdoB). Pelo PT, uma das primeiras manifestações foi a do senador Humberto Costa (PE). "A América do Sul, não só a Venezuela, acaba de perder um líder. Hugo Chávez também contribuiu muito para a unidade e a independência de nosso continente."
A
Na oposição também
P
artidos da oposição também lamentaram a morte do presidente venezuelano, Hugo Chávez. PPS e DEM emitiram opiniões solidárias ao povo venezuelano. O presidente do PPS, deputado federal Roberto Freire disse, em nota, que Chávez "marcou a história de seu país e da América Latina". "O Partido Popular Socialista lamenta a morte do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, nesta terça-feira. Apesar das posições controversas e polêmicas, não se pode negar que ele marcou a história de seu país e da América Latina", Freire também desejou "paz e democracia" ao povo venezuelano. " O presidente do DEM, senador José Agripino Maia, ao lamentar a morte, disse que "Chávez era um homem com méritos e defeitos, assim como todos os homens têm méritos e defeitos, mas ninguém pode deixar de reconhecer que ele era amado pelo povo." O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), disse que "Chávez inaugurou na América Latina um contraponto necessário, que faz com que nós reflitamos sobre a própria Amperica Latina".
Dilma: um minuto de silêncio no Congresso dos Trabalhadores Rurais.
o iniciar discurso no 11º Congresso Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, em Brasília, a presidente Dilma Rousseff se emocionou com a notícia da morte do presidente Venezuelano, Hugo Chávez, e pediu um minuto de silêncio em homenagem a ele. Chamando-o de "amigo do povo brasileiro", ela afirmou que "Chávez foi uma liderança comprometida com seu país e todos os povos da América Latina". "Ele deixará um vazio nos corações, na história e nas ruas da América Latina. Hoje lamentavelmente, infelizmente e com tristeza digo para vocês que morreu um grande latino americano: o presidente da Venezuela, Hugo Chávez. Essa morte deve encher de tristeza todos os latino-americanos e os centroamericanos." Com a morte de Chávez, a presidente alterou sua agenda. Cancelou o compromisso que cumpriria na Argentina, a partir de quinta-feira, para participar do velório do venezuelano. Dilma passaria dois dias em El Calafate, sul do país, onde se encontraria a colega Cristina Kirchner. Para a presidente era "um grande líder e, sobretudo, um amigo do Brasil". "Lamento como presidente da República e como pessoa que tinha por ele um grande carinho". Em nota, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva lamentou a morte de Chávez. "Foi com muita tristeza que re-
cebi a notícia do falecimento do presidente Hugo Chávez. Tenho orgulho de ter convivido e trabalhado com ele pela integração da América Latina e por um mundo mais justo". "Eu me solidarizo com o povo venezuelano, com os familiares e correligionários de Chávez, neste dia tão triste, mas tenho a confiança de que seu exemplo de amor à pátria e sua dedicação à causa dos menos favorecidos continuarão iluminando o futuro da Venezuela". Lula foi informado da notícia durante reunião com assessores no Instituto Lula. Ele deve ir a Caracas. O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, divulgou nota de pêsames ao povo venezuelano e aos familiares pela morte de Hugo Chávez. No texto, disse que Chávez liderou um processo de aproximação com o Brasil "sem precedente histórico" "O Presidente Chávez será lembrado como o líder venezuelano que maiores vínculos teve com o Brasil e que maior contribuição deu aos esforços de integração regional. Sob sua presidência, a Venezuela tornou-se parceiro estratégico do Brasil e sócio pleno do Mercosul". A nota do presidente do Senado brasileiro, Renan Calheiros (PMDB-AL), diz: "O relevante papel no quadro venezuelano e regional e sua grande amizade pelo Brasil marcaram sua gestão à frente do Governo da República Bolivariana da Venezuela".
DIÁRIO DO COMÉRCIO
12
quarta-feira, 6 de março de 2013
Andorra Holdings S.A. CNPJ 08.503.501/0001-00 Sede: Cidade de Deus, Osasco, SP
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas,
Colocamo-nos à disposição de V.Sas. para quaisquer esclarecimentos que julgarem necessários. Cidade de Deus, 25 de janeiro de 2013.
Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis da Andorra Holdings S.A.,
Diretoria
relativas ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2012, acompanhadas das Notas Explicativas e Relatório dos Auditores Independentes.
BALANÇO PATRIMONIAL - Em Milhares de Reais ATIVO
2012
CIRCULANTE ............................................................................................................................................... Caixa e Equivalentes de Caixa (Nota 5)........................................................................................................ Valor Justo por meio do Resultado (Nota 6).................................................................................................. Tributos a Compensar ou a Recuperar (Nota 12d)........................................................................................ Dividendos a Receber (Nota 11a) ................................................................................................................. Créditos Tributários (Nota 12c) ...................................................................................................................... NÃO CIRCULANTE ...................................................................................................................................... Realizável a Longo Prazo ........................................................................................................................... Créditos Tributários (Nota 12c) ...................................................................................................................... Investimentos (Nota 7) ................................................................................................................................ TOTAL ...........................................................................................................................................................
2011
316.183 77.080 237.812 971 315 5 206.646 26 26 206.620 522.829
PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO
293.973 73.239 218.472 1.970 292 173.791 38 38 173.753 467.764
2012
2011
CIRCULANTE ............................................................................................................................................... Impostos e Contribuições a Recolher (Nota 12e).......................................................................................... Dividendos a Pagar (Nota 8d) ....................................................................................................................... Outras Obrigações ........................................................................................................................................
7.046 6.474 475 97
1.526 926 490 110
PATRIMÔNIO LÍQUIDO ................................................................................................................................ Capital Social: - De Domiciliados no País ............................................................................................................................. Reservas de Capital (Nota 8b) ...................................................................................................................... Reservas de Lucros (Nota 8c).......................................................................................................................
515.783
466.238
165.000 139.145 211.638
120.628 183.517 162.093
TOTAL ...........................................................................................................................................................
522.829
467.764
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO - Em Milhares de Reais
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Em Milhares de Reais Exercícios findos em 31 de dezembro 2012
RECEITAS OPERACIONAIS ........................................................................................................................ Receitas Financeiras (Nota 9) ....................................................................................................................... Resultado de Equivalência Patrimonial (Nota 7a) ......................................................................................... Receitas Diversas.......................................................................................................................................... DESPESAS OPERACIONAIS ...................................................................................................................... Despesas Tributárias ..................................................................................................................................... Despesas Gerais e Administrativas (Nota 10)............................................................................................... Despesas Financeiras ................................................................................................................................... RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO ...................................................................... IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (Nota 12a) ................................................................. LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO...............................................................................................................
2011
58.825 25.627 33.182 16 167 1 166 58.658 (8.638) 50.020
Número de ações .......................................................................................................................................... Lucro Líquido básico e diluído por lote de mil ações em R$ .........................................................................
Eventos
321.379.517 155,64
62.574 31.835 30.739 304 1 213 90 62.270 (10.697) 51.573 321.379.517 160,47
Reservas de Lucros
de Capital
Legal
Lucros
Estatutária
Acumulados
Totais
120.628
183.517
5.604
105.406
Lucro Líquido do Exercício ........................................... Destinações: - Reservas............................................... - Dividendos Propostos (R$ 1,52 por lote de mil ações) ..........................
-
-
2.578
48.505
51.573 (51.083)
-
-
-
(490)
Saldos em 31.12.2011.................................................
120.628
183.517
8.182
153.911
-
466.238
Lucro Líquido do Exercício ........................................... Destinações: - Aumento de Capital com Reserva de Ágio.................................. - Reservas............................................... - Dividendos Propostos (R$ 1,48 por lote de mil ações) ..........................
-
-
-
-
50.020
50.020
44.372 -
2.502
47.043
(49.545)
44.372 (44.372)
-
-
-
-
(475)
Saldos em 31.12.2012.................................................
165.000
139.145
10.684
200.954
(44.372)
-
-
415.155 51.573 (490)
(475) 515.783
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA (PELO MÉTODO INDIRETO) - Em Milhares de Reais
DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO - Em Milhares de Reais
Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011 58.658 (33.182) (33.182) 25.476 (19.340) (13) 1.006 (3.090) 4.039
Caixa e Equivalentes de Caixa - Início do Período ....................................................................................... Caixa e Equivalentes de Caixa - Fim do Período .......................................................................................... Aumento/(Redução) de Caixa e Equivalentes de Caixa...........................................................................
Reservas
Social
Saldos em 31.12.2010.................................................
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais: Lucro Líquido antes do Imposto de Renda e Contribuição Social ......................................................... Ajustes ao Lucro Líquido antes dos Impostos......................................................................................... Resultado de Participação em Controlada .................................................................................................. Lucro Líquido Ajustado .............................................................................................................................. Redução/(Aumento) Valor Justo por meio do Resultado ............................................................................. Aumento/(Redução) em Outras Obrigações ............................................................................................... Tributos a Compensar e Créditos Tributários ............................................................................................... Imposto de Renda e Contribuição Social Pagos ......................................................................................... Caixa Líquido Gerado/(Utilizado) pelas Atividades Operacionais.......................................................... Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos: Dividendos Recebidos de Controlada ......................................................................................................... Caixa Líquido Utilizado pelas Atividades de Investimentos ................................................................... Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamentos: Dividendos Pagos........................................................................................................................................ Caixa Líquido Gerado pelas Atividades de Financiamentos .................................................................. Aumento/(Redução) de Caixa e Equivalentes de Caixa...........................................................................
Capital
62.270 (30.739) (30.739) 31.531 (15.569) 43 (1.159) (15.693) (847)
292 292
233 233
(490) (490) 3.841
(382) (382) (996)
73.239 77.080 3.841
74.235 73.239 (996)
GERAÇÃO DO VALOR ADICIONADO 1 - RECEITAS .................................................................................. 1.1) Outras Receitas ................................................................... 2 - INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS ................................ 2.1) Serviços de Terceiros........................................................... 3 - VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2) .......................................... 4 - RETENÇÕES .............................................................................. 5 - VALOR ADICIONADO LÍQUIDO (3-4)........................................ 6 - VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA .................................................................... 6.1) Resultado de Equivalência Patrimonial................................ 6.2) Receitas Financeiras ........................................................... 7 - VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR (5+6).................. 8 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO TOTAL................... 8.1) Impostos, Taxas e Contribuições ..................................... Federais ............................................................................... Estaduais ............................................................................. 8.2) Remuneração de Capitais de Terceiros e Outros............ 8.3) Remuneração de Capitais Próprios ................................. Dividendos ........................................................................... Lucros Retidos .....................................................................
2012 16 16 (124) (124) (108) (108)
Exercícios findos em 31 de dezembro % 2011 (0,2) (175) (0,2) (175) (0,2) (175) (0,2) (175)
58.809 33.182 25.627 58.701 58.701 8.681 8.680 1 50.020 475 49.545
100,2 56,5 43,7 100,0 100,0 14,8 14,8 85,2 0,8 84,4
62.574 30.739 31.835 62.399 62.399 10.736 10.735 1 90 51.573 490 51.083
% (0,3) (0,3) (0,3) (0,3) 100,3 49,3 51,0 100,0 100,0 17,2 17,2 0,1 82,7 0,8 81,9
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO ABRANGENTE - Em Milhares de Reais
Lucro Líquido do Exercício ........................................................................................................................ Total do Resultado Abrangente do Exercício ...........................................................................................
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011 50.020 51.573 50.020 51.573
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - Em Milhares de Reais 1) CONTEXTO OPERACIONAL • Passivos Contingentes: é utilizado para passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência somente será confirmada pela ocorrência ou não A Andorra Holdings S.A. é uma Companhia que tem por objetivo a administração, locação, compra, venda de bens próprios e participação em outras de um ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. Os passivos contingentes não satisfazem os sociedades como cotista ou acionista. A Andorra Holdings S.A. é parte integrante da Organização Bradesco, utilizando-se de seus recursos administrativos critérios de reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo ser apenas divulgados em notas explicativas, quando relevantes. e tecnológicos e suas demonstrações contábeis devem ser analisadas neste contexto. As obrigações classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas; e A autorização para a emissão destas demonstrações contábeis foi concedida pela Diretoria em 25 de janeiro de 2013. • Obrigações Legais: Provisão para Riscos Fiscais decorrem de processos judiciais, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis. 2) PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS As principais políticas contábeis aplicadas na preparação destas demonstrações contábeis estão definidas a seguir. Essas políticas foram aplicadas de modo 2.10) Patrimônio Líquido consistente nos exercícios apresentados, salvo quando indicado de outra forma. a) Lucro por ação A Companhia apresenta dados de lucro por ação básico e diluído. O lucro por ação básico é calculado dividindo-se lucro líquido atribuível aos acionistas da 2.1) Base de preparação e apresentação das demonstrações contábeis As demonstrações contábeis foram preparadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis Companhia pela média ponderada das ações ordinárias durante o ano, excluindo a quantidade média das ações ordinárias adquiridas pela Companhia e (CPC). Elas foram preparadas considerando o custo histórico como base de valor e ajustadas para refletir a mensuração dos ativos ao seu valor justo, mantidas em tesouraria. Não há diferenças entre o lucro por ação básico e diluído, pois não há instrumentos potenciais diluíveis. quando aplicável. b) Dividendos a pagar A preparação de demonstrações contábeis requer o uso de estimativas contábeis e também o exercício de julgamento por parte da Administração da A distribuição de dividendos para os acionistas da Companhia é reconhecida como passivo nas demonstrações contábeis, no período em que a Companhia no processo de aplicação das políticas contábeis, conforme Nota 4. distribuição é aprovada por eles, ou quando da proposição do dividendo mínimo obrigatório previsto no Estatuto da Companhia. A Companhia adotou a opção prevista no CPC 36 que dispensa a apresentação de demonstrações contábeis consolidadas quando uma entidade é controlada de outra entidade que divulga demonstrações contábeis consolidadas e quando acionistas deliberam pela adoção dessa opção. Assim sendo, 2.11) Reconhecimento da Receita A receita compreende o valor justo da contraprestação recebida ou a receber no curso normal das atividades da Companhia. não estão sendo apresentadas demonstrações contábeis consolidadas. A Companhia reconhece a receita quando o seu valor puder ser mensurado com segurança, for provável que benefícios econômicos futuros fluirão para a 2.2) Moeda funcional e de apresentação Companhia e quando critérios específicos tiverem sido atendidos para cada uma das atividades da Companhia. Os itens incluídos nas demonstrações contábeis são mensurados utilizando-se a moeda do principal ambiente econômico no qual a Companhia atua, que é Receitas Financeiras o Real (R$). As demonstrações contábeis estão sendo apresentadas em milhares de reais. As receitas financeiras abrangem receitas de juros sobre fundos investidos, receita de dividendos (exceto para os dividendos recebidos de investidas 2.3) Caixa e equivalentes de caixa avaliadas por equivalência patrimonial na controladora), ganhos na alienação de ativos financeiros disponíveis para venda, variações no valor justo de ativos Caixa e equivalentes de caixa são utilizados para gerenciamento de compromissos de curto prazo. Assim sendo, incluem disponibilidades em moeda financeiros mensurados pelo valor justo por meio do resultado, ganhos na reavaliação a valor justo de participação preexistente em controlada, ganhos nacional e fundos de investimento, cujos vencimentos na data da efetiva aplicação são iguais ou inferiores a 90 dias e apresentem risco insignificante de nos instrumentos de hedge que são reconhecidos no resultado e reclassificações de ganhos previamente reconhecidos em outros resultados abrangentes. mudança de valor justo, uma vez que são prontamente conversíveis em dinheiro. A receita de juros é reconhecida no resultado, através do método dos juros efetivos. A receita de dividendos é reconhecida no resultado na data em que o 2.4) Ativos Financeiros direito do Grupo em receber o pagamento é estabelecido. Os dividendos recebidos de investidas são registrados por equivalência patrimonial e reduzem o A Companhia classifica seus ativos financeiros na categoria mensurados pelo valor justo por meio do resultado. A classificação depende da finalidade para valor do investimento. a qual os ativos financeiros foram adquiridos. A Administração determina a classificação de seus ativos financeiros no reconhecimento inicial. 2.12) Imposto de Renda e Contribuição Social Ativos financeiros mensurados pelo valor justo por meio do resultado A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota-base de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10%, quando aplicável. A provisão Um ativo financeiro é classificado pelo valor justo por meio do resultado caso seja classificado como mantido para negociação e seja designado como tal para contribuição social é calculada sobre o lucro antes do imposto de renda, considerando a alíquota de 9%. Foram constituídas provisões para os demais no momento do reconhecimento inicial. Os ativos financeiros são mensurados pelo valor justo por meio do resultado quando a Companhia gerencia tais investimentos e toma decisões de compra e venda baseadas em seus valores justos de acordo com a gestão de riscos documentada e sua estratégia impostos e contribuições sociais, de acordo com as respectivas legislações vigentes. de investimento. Os custos da transação são reconhecidos no resultado quando incorridos. Ativos financeiros registrados pelo valor justo por meio do A despesa com imposto de renda é constituída do imposto corrente resultante da aplicação da alíquota adequada ao lucro real do exercício e do imposto resultado são mensurados pelo valor justo, e mudanças no valor justo desses ativos, os quais levam em consideração qualquer ganho com dividendos, diferido proveniente de ativos e passivos fiscais diferidos reconhecidos na demonstração do resultado. Os créditos tributários sobre adições temporárias serão realizados quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram são reconhecidas no resultado do exercício. constituídos. Tais créditos tributários são reconhecidos contabilmente com base nas expectativas atuais de sua realização, considerando os estudos técnicos 2.5) Passivos Financeiros e as análises realizadas pela Administração. A Companhia classifica os seus passivos financeiros pelo custo amortizado.Tais passivos são inicialmente registrados pelo seu valor justo e subsequentemente De acordo com a Lei nº 11.941/09, as modificações no critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido mensurados pelo custo amortizado. do exercício, introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e pelos artigos 37 e 38 da Lei nº 11.941/09, não têm efeitos para fins de apuração do lucro real da pessoa 2.6) Determinação do valor justo jurídica pelo Regime Tributário de Transição - RTT, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de O valor justo dos ativos financeiros é apurado de acordo com a cotação de preço de mercado disponível na data do balanço. Se não houver cotação de dezembro de 2007. Para fins contábeis, os efeitos tributários da adoção da Lei nº 11.638/07 e dos CPCs estão registrados nos ativos e passivos diferidos preços de mercado disponível, os valores são estimados com base em cotações de distribuidores, modelos de definições de preços, modelos de cotações correspondentes. ou cotações de preços para instrumentos com características semelhantes. As aplicações em fundos de investimento são avaliadas com base no valor da cota divulgada pelo Administrador do fundo investidor, que reflete o valor de 3) GERENCIAMENTO DE RISCOS A Companhia é parte integrante da Organização Bradesco, sendo que seu gerenciamento de risco é realizado por área técnica especializada da mercado dos investimentos que compõem a carteira do respectivo fundo. Organização, de maneira corporativa e centralizada, sendo um processo contínuo e evolutivo de mapeamento, desenvolvimento, aferição e diagnóstico 2.7) Investimento em Controladas através de modelos, instrumentos e procedimentos vigentes, exigindo alto grau de disciplina e controle nas análises das operações efetuadas, preservando São classificadas como controladas as entidades pelas quais a Companhia exerce controle, ou seja, quando detém o poder de exercer a maioria dos direitos a integridade e a independência dos processos. de voto. Poderá ainda existir controle quando a Companhia possuir, direta ou indiretamente, preponderâncias de gerir as políticas financeiras e operacionais de determinadas entidades para obter benefícios em suas atividades, mesmo que a percentagem que detém sobre o seu capital próprio seja inferior a 50%. 3.1) Valor justo de ativos e passivos financeiros A existência e o efeito de potenciais direitos de voto, que são atualmente exercíveis ou conversíveis, são levados em consideração ao avaliar se a Companhia A Companhia aplica o CPC 40 para instrumentos financeiros mensurados no balanço patrimonial pelo valor justo, o que requer divulgação das mensurações controla outra entidade. do valor justo pelo nível da seguinte hierarquia de mensuração pelo valor justo: Os investimentos em controladas são registrados e avaliados pelo método de equivalência patrimonial, sendo que o resultado é classificado como despesa Nível 1 (ou receita) operacional. Preços cotados em mercados ativos para ativos ou passivos idênticos. Ativos e passivos de Nível 1 incluem títulos de dívida e patrimoniais e contratos de Ágio (Goodwill) l derivativos que são negociados em um mercado ativo, assim como títulos públicos brasileiros que são altamente líquidos e ativamente negociados em O ágio (ou deságio) é originado no processo de aquisição de controladas, coligadas e joint ventures. mercados de balcão. O ágio representa o excesso do custo de aquisição em razão da participação da Companhia sobre o valor justo líquido dos ativos e passivos Nível 2 identificáveis adquiridos de uma controlada e coligada na data da aquisição. O ágio originado na aquisição de controladas e coligadas são incluídos Dados observáveis que não os preços de Nível 1, tais como preços cotados para ativos ou passivos similares; preços cotados em mercados não ativos; ou no valor dos investimentos. Quando o excesso é negativo (deságio ou compra vantajosa) este é reconhecido imediatamente no resultado como ganho outros dados que são observáveis no mercado ou que possam ser confirmados por dados observáveis de mercado para substancialmente todo o prazo dos na data de aquisição. ativos ou passivos. Os ativos e passivos de Nível 2 incluem contratos de derivativos cujo valor é determinado usando um modelo de precificação com dados O ágio é testado anualmente e sempre que for observado um evento que cause a redução ao valor recuperável, comparando-se o valor presente dos fluxos de caixa futuros esperados de uma unidade geradora de caixa ao valor contábil de seus ativos líquidos, incluindo o ágio atribuível e contabilizado ao custo que são observáveis no mercado ou que possam ser deduzidos principalmente de ou ser confirmados por dados observáveis de mercado, incluindo mas não limitados a curvas de rendimento, taxas de juros, volatilidades, preços de títulos de dívida e patrimoniais e taxas de câmbio. deduzido das perdas acumuladas por redução ao valor recuperável. Perdas por redução ao valor recuperável de ágio não podem ser revertidas. Nível 3 2.8) Redução ao valor recuperável de ativos não financeiros (impairment) Dados não observáveis que são suportados por pouca ou nenhuma atividade de mercado e que sejam significativos ao valor justo dos ativos e passivos. Os valores contábeis dos ativos não financeiros são revistos a cada data de apresentação para apurar se há indicação de perda no valor contábil. Caso Os ativos e passivos de Nível 3 geralmente incluem instrumentos financeiros cujo valor é determinado usando modelos de precificação, metodologias de ocorra tal indicação, então o valor recuperável do ativo é estimado. No caso de ágio e ativos intangíveis com vida útil indefinida, o valor recuperável é fluxo de caixa descontado, ou técnicas similares, assim como instrumentos para os quais a determinação do valor justo requer julgamento ou estimativa estimado todo ano. significativos da Administração. Esta categoria geralmente inclui certos títulos emitidos por instituições financeiras e empresas não financeiras e certos Uma perda por redução ao valor recuperável é reconhecida quando o valor contábil do ativo ou UGC exceder o seu valor recuperável. O valor recuperável de um ativo ou unidade geradora de caixa é o maior entre o valor em uso e o valor justo menos despesas de venda. Ao avaliar o valor contratos de derivativos. em uso, os fluxos de caixa futuros estimados são descontados aos seus valores presentes através da taxa de desconto antes de impostos que reflita as condições vigentes de mercado quanto ao período de recuperabilidade do capital e os riscos específicos do ativo ou UGC. Para a finalidade de testar o valor recuperável, os ativos que não podem ser testados individualmente são agrupados ao menor grupo de ativos que gera entrada de caixa de uso contínuo que são em grande parte independentes dos fluxos de caixa de outros ativos ou grupos de ativos (a “unidade geradora de caixa ou UGC”). Para fins do teste do valor recuperável do ágio, o montante do ágio apurado em uma combinação de negócios é alocado à UGC ou ao grupo de UGCs para o qual o benefício das sinergias da combinação é esperado. Essa alocação reflete o menor nível no qual o ágio é monitorado para fins internos e não é maior que um segmento operacional determinado de acordo com o CPC 22. Perdas por redução ao valor recuperável são reconhecidas no resultado. Perdas reconhecidas relativas às UGCs são inicialmente alocadas na redução de qualquer ágio alocado a esta UGC (ou grupo de UGC), e subsequentemente na redução dos outros ativos desta UGC (ou grupo de UGC) de maneira pro rata. Uma perda por redução ao valor recuperável relacionada a ágio não é revertida. Quanto a outros ativos, as perdas por impairment são revertidas somente na condição em que o valor contábil do ativo não exceda o valor contábil que teria sido apurado, líquido de depreciação ou amortização, caso a perda de valor não tivesse sido reconhecida anteriormente.
4) USO DE ESTIMATIVAS E JULGAMENTOS Nas Demonstrações Contábeis foram utilizadas algumas estimativas e julgamentos elaborados a fim de quantificar determinados ativos e passivos. Tais estimativas e julgamentos são continuamente avaliados e baseiam-se em experiência histórica e diversos outros fatores, incluindo expectativas de eventos futuros, considerados razoáveis nas circunstâncias atuais. Determinados ativos, como outros intangíveis e investimentos pelo método da equivalência patrimonial, estão sujeitos à revisão de perda ao valor recuperável (impairment). As despesas com perda ao valor recuperável são registradas quando existem evidências claras de perda ao valor recuperável, ou de não recuperabilidade do custo dos ativos. A avaliação do que constitui perda ao valor recuperável é uma matéria que requer um nível significativo de julgamento. As informações sobre incertezas, premissas e estimativas que possuam risco significativo de resultar em um ajuste material dentro do próximo exercício financeiro, estão incluídas na seguinte Nota 12f.
2.9) Provisões, ativos e passivos contingentes e obrigações legais O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, das contingências ativas e passivas e também das obrigações legais são efetuados de acordo com os critérios definidos pelo CPC 25, sendo: • Ativos Contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não caibam mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo, e pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro passivo exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, são divulgados nas notas explicativas; • Provisões: são constituídas levando em conta a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações, e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança;
Disponibilidades em moeda nacional (1)....................................................................................................... Fundos de Investimento Financeiros (2) ....................................................................................................... Total de Caixa e Equivalentes de Caixa..................................................................................................... (1) Refere-se a depósito bancário à vista; e (2) Referem-se a aplicações de renda fixa em Fundos de Investimento Financeiros, exclusivos a integrantes da Organização Bradesco ou empresas a ele ligadas, que sejam considerados investidores qualificados, administrados pelo Banco Bradesco S.A.
5) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA Em 31 de dezembro 2011 8 19 77.072 73.220 77.080 73.239
2012
6) VALOR JUSTO POR MEIO DO RESULTADO Ativos Financeiros para Negociação no montante de R$ 237.812 (2011 - R$ 218.472), referem-se a Letras Financeiras, à taxa de 105% do CDI, com vencimento em 28.01.2013. Estes ativos são classificados na categoria de ativos financeiros para negociação, enquadradas no Nível 3.
7) INVESTIMENTOS a) Os ajustes decorrentes da avaliação pelo método de equivalência patrimonial dos investimentos foram registrados na conta de Resultado de Equivalência Patrimonial e corresponderam, no exercício, a um resultado positivo de R$ 33.182 (2011 - R$ 30.739). b) A composição dos Investimentos está demonstrada a seguir: Em 31 de dezembro Patrimônio Líquido Ajustado
Quantidade de ações possuídas (em milhares)
Participação no Capital Social - %
Capital Resultado Ajuste Decorrente Social Ajustado Investimentos de Avaliação (2) Empresas ON PN 2012 2011 2012 2011 Veneza Empreendimentos e Participações S.A. ........................................ 55.000 142.624 33.182 70.836 100,0 142.624 109.757 33.182 30.739 Ágio - Veneza Empreendimentos e Participações S.A. (1)......................... 63.996 63.996 Total ........................................................................................................... 206.620 173.753 33.182 30.739 (1) O ágio está fundamentado na diferença entre o valor de mercado de ativos e o respectivo valor contábil, quando da aquisição da Companhia, em 10 de agosto de 2007. O objeto deste ágio são os imóveis da empresa Veneza Empreendimentos Participações S.A., avaliado em 31/12/2012, pelo valor de mercado de R$ 290.000 conforme laudo/estudo emitido por empresa especializada. 8) PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Composição do capital social em ações O capital social, totalmente subscrito e integralizado, é dividido em ações nominativas-escriturais, sem valor nominal. Em 31 de dezembro 2012 2011 Ordinárias.............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................. 321.379.517 321.379.517 Total ...................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................... 321.379.517 321.379.517 Em Assembleia Geral Extraordinária e Ordinária realizada em 25 de abril de 2012, deliberou-se aumentar o Capital Social no valor de R$ 44.372, elevando-o de R$ 120.628 para R$ 165.000, sem emissão de ações, mediante a capitalização de parte do saldo da conta “Reserva de Capital - Ágio na Emissão de Ações”, de acordo com o disposto do Parágrafo Primeiro do Artigo 169 da Lei nº 6.404/76, com a consequente alteração do “caput” do Artigo 6º do Estatuto Social. b) Reservas de capital A reserva de capital é composta principalmente por ágio pago pelos acionistas na subscrição de ações. A reserva de capital é utilizada para: (i) absorção de prejuízos que ultrapassarem os lucros acumulados e as reservas de lucros; (ii) resgate, reembolso ou compra de ações; (iii) resgate de partes beneficiárias; (iv) incorporação ao capital social; e (v) pagamento de dividendo a ações preferenciais, quando essa vantagem lhes for assegurada. continua...
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13
...continuação
Andorra Holdings S.A. CNPJ 08.503.501/0001-00 Sede: Cidade de Deus, Osasco, SP
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - Em Milhares de Reais c) Reservas de lucros Em 31 de dezembro 2012 2011 Reservas de lucros...................................................................................................................................... 211.638 162.093 - Reserva legal (1) ......................................................................................................................................... 10.684 8.182 - Reserva estatutária (2)................................................................................................................................ 200.954 153.911 (1) Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do exercício, até atingir 20% do capital social realizado, ou 30% do capital social, acrescido das reservas de capital. Após esse limite a apropriação não mais se faz obrigatória. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital ou para compensar prejuízos; e (2) Visando à manutenção de margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações ativas da Companhia, pode ser constituída em 100% do lucro líquido remanescente após destinações estatutárias, mediante proposta da Diretoria, aprovada pelo Conselho e deliberada pela Assembleia Geral, sendo o saldo limitado a 95% do Capital Social Integralizado. d) Dividendos Conforme disposições estatutárias aos acionistas estão assegurados dividendos que correspondam no mínimo a 1% do lucro líquido do exercício, ajustado nos termos da Lei societária. A Assembleia deliberará sobre a destinação do resultado do exercício. Os cálculos dos dividendos relativos aos exercícios de 2012 e 2011 estão demonstrados a seguir: Em 31 de dezembro 2012 % (1) 2011 % (1) Lucro Líquido do Exercício ........................................................... 50.020 51.573 Reserva Legal .................................................................................. (2.502) (2.578) Base de Cálculo.............................................................................. 47.518 48.995 Dividendos mínimos obrigatórios ..................................................... 475 490 Total dos Dividendos ..................................................................... 475 1,0 490 1,0 (1) Percentual dos dividendos sobre a base de cálculo. Durante o exercício de 2012 ocorreram pagamentos de dividendos apurados com base em lucros de exercícios anteriores, no montante de R$ 490.
b) Remuneração do pessoal-chave da Administração A empresa é parte integrante da Organização Bradesco e seus administradores são remunerados pelos cargos que ocupam no Banco Bradesco S.A., controlador da Companhia. 12) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL a) Demonstração do cálculo dos encargos com imposto de renda e contribuição social Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 Resultado antes dos tributos (Imposto de Renda e Contribuição Social)............................................. Encargo total do imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 9%, respectivamente....... Efeito das adições e exclusões no cálculo dos tributos: Participações em controladas, tributadas nas empresas correspondentes .................................................. Benefícios fiscais........................................................................................................................................... Imposto de renda e contribuição social do exercício ..............................................................................
Rendimento de Aplicações em Fundos de Investimento Financeiros ........................................................... Rendimento de Operações Compromissadas com Lastro em Debêntures .................................................. Rendimento de Aplicações em Letras Financeiras ....................................................................................... Juros Ativos ................................................................................................................................................... Total .............................................................................................................................................................. 10) DESPESAS GERAIS E ADMINISTRATIVAS
Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011 102 163 22 12 42 38 166 213
Editais e Publicações .................................................................................................................................... Serviços de Terceiros .................................................................................................................................... Contribuição Sindical Patronal....................................................................................................................... Total ..............................................................................................................................................................
11.282 24 (8.638)
10.450 24 (10.697)
Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 Impostos correntes: Imposto de renda e contribuição social devidos............................................................................................ Impostos diferidos: Constituição/realização no exercício, sobre adições temporárias................................................................. Imposto de renda e contribuição social do exercício ..............................................................................
2011 (8.633)
(10.711)
(5) (8.638)
14 (10.697)
c) Origem dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social diferidos Exercícios findos em 31 de dezembro 2011
Constituição
Realização
2012
Outras provisões .............................................................................. 38 31 38 31 Total dos créditos tributários sobre diferenças temporárias ................................................................................... 38 31 38 31 A projeção de realização de crédito tributário é uma de estimativa e não é diretamente relacionada à expectativa de lucros contábeis. O valor presente dos créditos tributários, calculados considerando a taxa média de captação, líquida dos efeitos tributários no montante de R$ 30. d) Tributos a compensar ou a recuperar Os tributos a compensar ou a recuperar no montante de R$ 971 (2011 - R$ 1.970) referem-se a imposto de renda retido na fonte sobre aplicações. e) Impostos e contribuições a recolher Os impostos e contribuições a recolher, no montante de R$ 6.474 (2011 - R$ 926), referem-se à Contribuição Social de R$ 143 (2011 - R$ 246) e Imposto de Renda de R$ 6.331 (2011 - R$ 680). f) Previsão de realização dos créditos tributários sobre diferenças temporárias, prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social Exercícios findos em 31 de dezembro
11) TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS a) As transações com partes relacionadas estão assim representadas:
Diferenças Temporárias Exercícios findos em 31 de dezembro 2011 Ativo Receitas (passivo) (despesas)
2012 Ativo (passivo) Caixa e Equivalentes de Caixa: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... Empréstimos e Adiantamentos a Instituições de Crédito: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... Ativos Financeiros para Negociação: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... Dividendos a Receber: Veneza Empreendimentos e Participações S.A. ............................. Dividendos a Pagar: Miramar Holdings Ltda. .................................................................... Bradesplan Participações Ltda. .......................................................
62.270 (21.171)
b) Composição da conta de resultado do imposto de renda e contribuição social
9) RECEITAS FINANCEIRAS LÍQUIDAS Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011 6.228 8.075 1.485 19.339 22.273 60 2 25.627 31.835
2011
58.658 (19.944)
Receitas (despesas) 8
-
19
-
-
-
-
1.485
237.812
19.339
218.472
22.273
315
-
292
-
(219) (256)
-
(225) (265)
-
Imposto de Renda 2013............................................................................................................................... 2014............................................................................................................................... 2015............................................................................................................................... 2016............................................................................................................................... Total ..............................................................................................................................
Contribuição Social 4 8 8 3 23
Total 1 3 3 1 8
5 11 11 4 31
13) OUTRAS INFORMAÇÕES a) A Companhia, em 31 de dezembro de 2012 e 2011, não possuía operações com Instrumentos Financeiros Derivativos. b) Em 31 de dezembro de 2012 e 2011 não havia processos com riscos fiscais, cíveis e trabalhistas avaliados como perda possíveis de natureza relevantes.
A DIRETORIA Jorge Andrade Costa – Contador – CRC 1SP159543/O-0
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores e Acionistas da
Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.
Andorra Holdings S.A. Osasco - SP
Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e
Examinamos as demonstrações contábeis da Andorra Holdings S.A. (“Companhia”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e financeira da Andorra Holdings S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela as respectivas demonstrações do resultado e resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Outros assuntos Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas Demonstrações do valor adicionado contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações Examinamos também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, para o exercício findo em 31 de dezembro de 2012, que estão sendo apresentadas como informações suplementares. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a KPMG Auditores Independentes avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. CRC 2SP014428/O-6
3Era uma vez...
Osasco, 28 de fevereiro de 2013
Zenko Nakassato Contador CRC 1SP160769/O-0
Fotos: Divulgação
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setor
Com a mão na massa: curso de pizzaiolo.
um mundo melhor.
E
Projeto Mundo do Faz de Conta usa histórias para ensinar, de crianças a idosos, como viver melhor. Kelly Ferreira
E
ra uma vez... Assim começam os contos de fadas que enfeitam o universo infantil. E é com histórias sobre solidariedade, meio ambiente, alimentação saudável e as maneiras de melhorar o mundo que a contadora de histórias Dulce Eugênia Oliveira da Silva Marinho, a tia Dulce, há 8 anos, procura transformar o dia a dia das pessoas Brasil afora. Formada em Serviço Social e Arte Terapia, ela é uma das responsáveis pelo projeto social Mundo do Faz de Conta, da Rede Mundo Verde. Com contos que estimulam o imaginário de crianças, adolescentes, adultos e idosos que vivem em instituições – escolas, asilos e hospitais – , o projeto já beneficiou mais de 80 mil brasileiros. O projeto Mundo do Faz de Conta, que completa oito anos
este ano, incentiva a qualidade de vida por meio da arte e da cultura e mistura muita música, brincadeiras, atividades com material reciclável e sessão de leitura. Em cada visitação às instituições, são abordados assuntos como cidadania, segurança alimentar e responsabilidade eco-social. “Procur a m o s r e t om a r a e s p erança, a autoestima, a alegria, promover cultura e proporcionar lazer. O poder benéfico da arte na vida dessas pessoas é v i s í v e l j á n o m omento das atividades", disse tia Dulce, formada em contação de histórias desde 1999. Segundo ela, a troca de experiências é extremamente gratificante. O ano todo – O projeto Mundo do Faz de conta é desenvolvido durante todo o ano, de acordo com um cronograma pré-estabelecido no início de
Crianças no projeto: à esquerda, em brincadeira de roda, e acima, com tia Dulce.
cada ano. A contação de histórias, feita sempre pela tia Dulce, tem duração média de 30 minutos e aborda sempre preocupação em construir um mundo melhor para todos. Os textos são sempre baseados nos gibis Mundinho Verde. “Amo o que eu faço. Quando chego em alguma casa de apoio de crianças com câncer é uma festa, uma alegria. Ver aquelas crianças felizes, nem que seja por uma história de
30 minutos, é maravilhoso. Quero ficar velhinha contando histórias”, afirmou tia Dulce. Neste ano, a Mundo Verde intensifica as atividades e tem previsão de visitar mais de 100 instituições no País, favorecendo quase dez mil pessoas. Em 2012 o projeto chegou a 10 cidades brasileiras, este ano, pelo cronograma, serão visitadas 19 cidades, entre elas estão Cuiabá (MT), Londrina (PR), Ouri-
nhos (SP), Resende (RJ), Volta Redonda (RJ), Barra Mansa (RJ), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Maceió (AL), Uberlândia (MG), Uberaba (MG), São Carlos (SP), Araraquara (SP) e Fortaleza (CE). Social – "A questão social sempre esteve ligada à empresa e, em 2005, resolvemos coordenar um projeto nosso, com o intuito de levar conceitos de meio ambiente para as crianças. E a melhor maneira de se fazer isso, sem d ú v i d a , é c o n t a n d o h i s t órias", disse a coordenadora de Marketing da Rede Mundo Verde, Rafaela Rabello. O projeto Mundo do Faz de Conta é uma aposta da rede Mundo Verde, especializada em produtos naturais, orgânicos e para o bem-estar, que conta com mais de 200 lojas no Brasil. Os eventos realizados pelo projeto não têm custo para as instituições e o cadastro deve ser feito pelo site www.mundoverde.com.br/InstitucionalR e s p o n s a b i lid a d e M u n d o D oFazEConta.asp.
stão abertas, até o dia 13, as inscrições para o curso gratuito de pizzaiolos, que começa dia 18. A parceria entre a Dídio Pizza e a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e do Trabalho, que já formou mais de 480 pizzaiolos, oferece agora 50 vagas. O curso forma trabalhadores para pizzarias com possibilidade de contratação na própria rede Dídio. A primeira parte do curso ensina práticas de manipulação de alimentos, vigilância sanitária, higiene pessoal e ambiental, controle de pragas, compras, recebimento, armazenamento e regras de segurança do trabalho. A segunda parte, já na cozinha da Dídio, leva alguns alunos para colocar a mão na massa. Eles preparam pizzas aplicando os conceitos recebidos. Para passar para a parte prática os alunos precisam ter assiduidade e pontualidade em todos os dias do treinamento teórico; não possuir experiência anterior em cozinhas de pizzarias; estar fora do mercado de trabalho. As aulas teóricas acontecem de 18 a 21, em Interlagos. A aula prática é no dia 22, na Lapa. Inscrições no CAT Interlagos, avenida Interlagos, 6.122, com RG, CPF, nº do PIS e Carteira de Trabalho.
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BEM - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 00.066.670/0001-00 Sede: Cidade de Deus - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO No exercício, a BEM DTVM registrou Lucro Líquido de R$ 5,699 milhões, Patrimônio Líquido de R$ 21,992 milhões e Ativos Totais de Senhores Cotistas, Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2012, da BEM - Distribuidora de Títulos R$ 25,804 milhões. e Valores Mobiliários Ltda. (BEM DTVM), de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Osasco, SP, 25 de janeiro de 2013. Banco Central do Brasil. Atua com alto nível de especialização na administração fiduciária de recursos de terceiros no segmento institucional. Em 2012, possuía sob sua gestão R$ 144,362 bilhões, distribuídos em 765 Fundos de Investimento e 2 Carteiras Administradas, totalizando 12.311 investidores. Diretoria
BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO - Em Reais mil ATIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... DISPONIBILIDADES (Nota 4) ....................................................................................................................... TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 5a) ....... Carteira Própria ............................................................................................................................................. OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Rendas a Receber (Nota 6a)......................................................................................................................... Diversos (Nota 6b)......................................................................................................................................... REALIZÁVEL A LONGO PRAZO................................................................................................................. OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Diversos (Nota 6b)......................................................................................................................................... PERMANENTE ............................................................................................................................................. INVESTIMENTOS ......................................................................................................................................... Outros Investimentos (Nota 7)....................................................................................................................... TOTAL ...........................................................................................................................................................
2012 25.748 198 21.615 21.615 3.935 1.488 2.447 55 55 55 1 1 1 25.804
2011 19.265 15.393 15.393 3.872 1.363 2.509 244 244 244 1 1 1 19.510
PASSIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Sociais e Estatutárias (Nota 10d) .................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 9a)............................................................................................................... Diversas (Nota 9b)......................................................................................................................................... EXIGÍVEL A LONGO PRAZO....................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Diversas (Nota 9b)......................................................................................................................................... PATRIMÔNIO LÍQUIDO (Nota 10) ................................................................................................................ Capital: - De Domiciliados no País ............................................................................................................................. Reservas de Lucros.......................................................................................................................................
2012
TOTAL ...........................................................................................................................................................
2011
3.795 3.795 54 2.948 793 17 17 17 21.992
3.141 3.141 96 2.281 764 22 22 22 16.347
8.700 13.292
4.650 11.697
25.804
19.510
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO - Em Reais mil
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Em Reais mil Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011 1.498 1.144 1.498 1.144 1.498 1.144 8.340 5.577 19.073 14.409 (7.449) (5.828) (1.802) (1.049) 31 3.339 (1.513) (5.294) 9.838 6.721 3 10.077 9.841 16.798 (4.142) (6.736) 5.699 10.062 8.700.000 4.650.000 655,06 2.163,87
2º Semestre 2012 715 715 715 4.234 9.955 (4.110) (953) (658) 4.949 3 4.952 (2.198) 2.754 8.700.000 316,55
RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ........................................................ Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários (Nota 5b) ......................... RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA....................................... OUTRAS RECEITAS/DESPESAS OPERACIONAIS ................................................... Receitas de Prestação de Serviços (Nota 11) .............................................................. Outras Despesas Administrativas (Nota 12).................................................................. Despesas Tributárias (Nota 13) ..................................................................................... Outras Receitas Operacionais (Nota 14)....................................................................... Outras Despesas Operacionais (Nota 14)..................................................................... RESULTADO OPERACIONAL ..................................................................................... RESULTADO NÃO OPERACIONAL (Nota 15) ............................................................ RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO ...................................... IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (Nota 17) ................................... LUCRO LÍQUIDO.......................................................................................................... Número de cotas (Nota 10a) ......................................................................................... Lucro por lote de mil cotas em R$.................................................................................
Eventos Saldos em 30.6.2012............................................................ Lucro Líquido......................................................................... Destinações: - Reservas........................................................ - Dividendos Propostos.................................... Saldos em 31.12.2012.......................................................... Saldos em 31.12.2010.......................................................... Lucro Líquido........................................................................ Destinações: - Reservas........................................................ - Dividendos Propostos.................................... Saldos em 31.12.2011.......................................................... Aumento de Capital com Reservas ....................................... Lucro Líquido......................................................................... Destinações: - Reservas........................................................ - Dividendos Propostos.................................... Saldos em 31.12.2012..........................................................
Reservas de Lucros Legal Estatutárias 991 9.573 138 2.590 1.129 12.163 341 1.390 503 9.463 844 10.853 (4.050) 285 5.360 1.129 12.163
Lucros Acumulados 2.754 (2.728) (26) 10.062 (9.966) (96) 5.699 (5.645) (54) -
Totais 19.264 2.754 (26) 21.992 6.381 10.062 (96) 16.347 5.699 (54) 21.992
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis. DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - Em Reais mil
DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO - Em Reais mil Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011
2º Semestre 2012 Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais: Lucro Líquido antes do Imposto de Renda e Contribuição Social ....................... Ajustes ao Lucro Líquido antes dos Impostos....................................................... (Ganho)/Perda na Alienação de Investimentos.......................................................... Reversões de Provisões Trabalhistas ........................................................................ Lucro Líquido Ajustado antes dos Impostos ........................................................... (Aumento)/Redução em Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos.............................................................................................. (Aumento)/Redução em Outros Créditos .................................................................... Aumento/(Redução) em Outras Obrigações ............................................................... Imposto de Renda e Contribuição Social Pagos ......................................................... Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) das Atividades Operacionais ..................... Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos: Alienação de Investimentos ......................................................................................... Dividendos e Juros sobre Capital Próprio Recebidos ................................................. Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) nas Atividades de Investimentos............... Dividendos Pagos........................................................................................................ Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) nas Atividades de Financiamentos ........... Aumento/(Redução) de Caixa e Equivalentes de Caixa........................................... Caixa e Equivalentes de Caixa - Início do Período ....................................................... Caixa e Equivalentes de Caixa - Fim do Período .......................................................... Redução Líquida de Caixa e Equivalentes de Caixa................................................
Capital Social 8.700 8.700 4.650 4.650 4.050 8.700
Descrição 1 - RECEITAS .........................................................
4.952 4.952
9.841 (5) (5) 9.836
16.798 (10.077) (10.077) 6.721
(4.088) 130 (91) (612) 291
(6.222) (115) 48 (3.253) 294
(7.423) 810 (4.822) (5.827) (10.541)
(96) (96) 195 3 198 195
(96) (96) 198 198 198
10.484 33 10.517 (24) 24 (24)
2º Semestre 2012 % 10.015 169,6
Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 % 2011 19.092 164,0 23.675
% 132,6
1.1) Intermediação Financeira.........................
715
12,1
1.498
12,9
1.144
6,4
1.2) Prestação de Serviços..............................
9.955
168,6
19.073
163,8
14.409
80,7
1.3) Outras ........................................................
(655)
(11,1)
(1.479)
(12,7)
8.122
45,5
2 - INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS .......
(4.110)
(69,6)
(7.449)
(64,0)
(5.828)
(32,6)
Serviços de Terceiros.........................................
(3.953)
(66,9)
(7.067)
(60,7)
(5.415)
(30,3)
Serviços do Sistema Financeiro ........................
(30)
(0,5)
(73)
(0,6)
(169)
(1,0)
Propaganda, Promoções e Publicidade.............
(46)
(0,8)
(134)
(1,2)
(148)
(0,8)
Serviços Técnicos Especializados .....................
(71)
(1,2)
(148)
(1,3)
(62)
(0,3)
Outros ................................................................
(10)
(0,2)
(27)
(0,2)
(34)
3 - VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2) .................
5.905
100,0
11.643
100,0
17.847
(0,2) 100,0
4 - VALOR ADICIONADO A DISTRIBUIR ..............
5.905
100,0
11.643
100,0
17.847
100,0
5 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO......
5.905
100,0
11.643
100,0
17.847
100,0
5.1) Impostos, Taxas e Contribuições...........
3.151
53,4
5.944
51,1
7.785
43,6
Federal ......................................................
2.952
50,0
5.563
47,8
7.497
42,0
Municipal ...................................................
199
3,4
381
3,3
288
1,6
5.2) Remuneração de Capitais Próprios ......
2.754
46,6
5.699
48,9
10.062
56,4
Dividendos ................................................
26
0,4
54
0,4
96
0,6
Lucro Retido..............................................
2.728
46,2
5.645
48,5
9.966
55,8
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1) CONTEXTO OPERACIONAL b) Resultado de títulos e valores mobiliários Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil A BEM - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (BEM DTVM ou Instituição) é uma Instituição financeira que tem por objetivo efetuar operações 2012 2011 de intermediação no mercado aberto, além de gerir e administrar recursos de terceiros. É parte integrante da Organização Bradesco, utilizando-se de seus Fundos de investimentos......................................................................................................................... 1.498 1.144 recursos administrativos e tecnológicos, e suas demonstrações contábeis devem ser entendidas neste contexto. Total ........................................................................................................................................................ 1.498 1.144 2) APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS A BEM DTVM não possuía operações com instrumentos financeiros derivativos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011. As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas das Leis nos 4.595/64 (Lei do Sistema Financeiro Nacional) e 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações) com alterações introduzidas pelas Leis nos 11.638/07 e 11.941/09, para a contabilização das operações, 6) OUTROS CRÉDITOS associadas às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do Banco Central do Brasil (BACEN). Incluem estimativas e premissas, a) Rendas a Receber Em 31 de dezembro - R$ mil tais como: estimativas do valor justo de determinados instrumentos financeiros; provisões cíveis, fiscais e trabalhistas; perdas por redução ao valor 2012 2011 recuperável (impairment) de ativos não financeiros e outras provisões. Os resultados efetivos podem ser diferentes daqueles estabelecidos por essas Serviços prestados - taxa de administração de fundos........................................................................... 1.488 1.363 estimativas e premissas. Total ........................................................................................................................................................ 1.488 1.363 As demonstrações contábeis foram aprovadas pela Administração em 25 de janeiro de 2013. b) Diversos 3) PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS Em 31 de dezembro - R$ mil a) Moeda funcional e de apresentação 2012 2011 As demonstrações contábeis estão apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Instituição. Impostos e contribuições a compensar ................................................................................................... 2.429 2.429 Devedores por depósitos em garantia - trabalhistas ............................................................................... 20 25 b) Apuração do resultado 44 285 O resultado é apurado de acordo com o regime de competência, que estabelece que as receitas e despesas devem ser incluídas na apuração dos resultados Crédito tributário (Nota 17c e d) .............................................................................................................. 8 13 dos períodos em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. As operações Devedores diversos - País....................................................................................................................... 1 1 com taxas prefixadas são registradas pelo valor de resgate, e as receitas e despesas correspondentes ao período futuro são apresentadas em conta Devedores por depósitos em garantia - fiscais........................................................................................ 2.502 2.753 redutora dos respectivos ativos e passivos. As receitas e despesas de natureza financeira são contabilizadas pelo critério pro rata dia e calculadas com base Total ........................................................................................................................................................ no método exponencial. As operações com taxas pós-fixadas ou indexadas a moedas estrangeiras são atualizadas até a data do balanço. 7) INVESTIMENTOS c) Caixa e equivalentes de caixa O investimento de R$ 1 mil refere-se a título patrimonial da CETIP Educacional. Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades em moeda. 8) ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES d) Títulos e valores mobiliários - Classificação • Títulos para negociação - adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São registrados pelo valor de aquisição, acrescidos a) Ativos Contingentes Não são reconhecidos contabilmente ativos contingentes. dos rendimentos auferidos e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; • Títulos disponíveis para venda - são aqueles que não se enquadram como para negociação nem como mantidos até o vencimento. São registrados pelo b) Provisões classificados como perdas prováveis e obrigações legais - fiscais e previdenciárias custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período e ajustados ao valor de mercado em contrapartida ao A Instituição é parte em processos judiciais, de natureza trabalhista, decorrentes do curso normal de suas atividades. Na constituição das provisões a Administração leva em conta: a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários, os quais só serão reconhecidos no resultado quando da efetiva realização; e • Títulos mantidos até o vencimento - adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável. A Administração entende que a provisão constituída é suficiente para atender as perdas decorrentes dos respectivos processos. registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de negociação e disponível para venda, bem como os instrumentos financeiros derivativos, são O passivo relacionado à obrigação legal em discussão judicial é mantido até o desfecho da ação, representado por decisões judiciais, sobre as quais não demonstrados no balanço patrimonial pelo seu valor justo estimado. O valor justo geralmente baseia-se em cotações de preços de mercado ou cotações de caiba mais recursos, ou a sua prescrição. preços de mercado para ativos ou passivos com características semelhantes. Se esses preços de mercado não estiverem disponíveis, os valores justos são I - Processos trabalhistas baseados em cotações de operadores de mercado, modelos de precificação, fluxo de caixa descontado ou técnicas similares, para as quais a determinação São ações ajuizadas por ex-empregados, visando a obter indenizações, em especial o pagamento de “horas extras” em razão de interpretação do artigo 224 da Consolidação das Leis do Trabalho. Nos processos em que é exigido depósito judicial para garantia de execução, o valor das provisões trabalhistas do valor justo possa exigir julgamento ou estimativa significativa por parte da Administração. é constituído considerando a efetiva perspectiva de perda destes depósitos. e) Imposto de renda e contribuição social (ativo e passivo) Os créditos tributários de imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido, calculados sobre adições temporárias, são registrados na rubrica II - Movimentação das provisões R$ mil “Outros Créditos - Diversos”. Trabalhistas Os créditos tributários sobre adições temporárias serão realizados quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram 22 constituídos. Tais créditos tributários são reconhecidos contabilmente baseados nas expectativas atuais de realização, considerando os estudos técnicos e Saldo no início do exercício de 2012 ............................................................................................................................................ Reversão .......................................................................................................................................................................................... (5) análises realizadas pela Administração. Saldo no final do exercício de 2012 .............................................................................................................................................. 17 A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota-base de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10%. A contribuição social sobre o lucro c) Passivos Contingentes classificados como perdas possíveis é calculada considerando a alíquota de 15% para empresas do segmento financeiro. A Instituição mantém um sistema de acompanhamento para todos os processos administrativos e judiciais em que a Instituição figura como “autora” ou “ré” Foram constituídas provisões para os demais impostos e contribuições sociais, de acordo com as respectivas legislações vigentes. De acordo com a Lei nº 11.941/09, as modificações no critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido e, amparada na opinião dos assessores jurídicos classifica as ações de acordo com a expectativa de insucesso. Periodicamente são realizadas análises do período, introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e pelos artigos 37 e 38 da Lei nº 11.941/09, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real, devendo sobre as tendências jurisprudenciais e efetivada, se necessária, a reclassificação dos riscos desses processos. Neste contexto, os processos contingentes ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007. Para fins contábeis, os efeitos tributários da avaliados como de risco de perda possível não são reconhecidos contabilmente. Em 31 de dezembro de 2012 e de 2011, não há processos contingentes avaliados como de perda possível de natureza relevante. adoção das mencionadas Leis estão registrados nos ativos e passivos diferidos correspondentes. f) Investimentos Outros investimentos são avaliados pelo custo de aquisição, deduzidos de provisão para perdas/redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. g) Redução ao valor recuperável de ativos (impairment) Os ativos não financeiros, exceto outros valores e bens e créditos tributários, são revistos no mínimo anualmente, para determinar se há alguma indicação de perda por redução ao valor recuperável (impairment), e caso seja detectada uma perda, esta é reconhecida no resultado do período quando o valor contábil do ativo exceder o seu valor recuperável apurado pelo: (i) potencial valor de venda, ou valor de realização deduzido das respectivas despesas ou (ii) valor em uso calculado pela unidade geradora de caixa, dos dois o maior. Uma unidade geradora de caixa é o menor grupo identificável de ativos que gera fluxos de caixa substancialmente independentes de outros ativos e grupos. h) Provisões, ativos e passivos contingentes e obrigações legais - fiscais e previdenciárias O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, das contingências ativas e passivas e também das obrigações legais são efetuados de acordo com os critérios definidos pelo CPC 25, o qual foi aprovado pela Resolução nº 3.823/09 do CMN, sendo: • Ativos Contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não caibam mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo e pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro passivo exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, são divulgados nas notas explicativas (Nota 8a); • Provisões: são constituídas levando em conta a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança; e • Passivos Contingentes: de acordo com o CPC 25, o termo “contingente” é utilizado para passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência somente será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. Os passivos contingentes não satisfazem os critérios de reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo apenas ser divulgados em notas explicativas, quando relevantes. As obrigações classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas (Nota 8b e c). i) Outros ativos e passivos Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos (em base pro rata dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos demonstrados incluem os valores conhecidos e mensuráveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias, incorridos (em base pro rata dia). j) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para sua emissão. São compostos por: • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis. Não houve qualquer evento subsequente que requer ajustes ou divulgações para essas demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2012. 4) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA 2012 Disponibilidades em moeda nacional ...................................................................................................... Total de disponibilidades (caixa) .........................................................................................................
Em 31 de dezembro - R$ mil 2011 198 198 -
5) TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS a) Classificação por categorias e prazos
Títulos (1) Títulos para negociação (3): Letras financeiras do tesouro ........... Letras do tesouro nacional ............... Debêntures ....................................... Certificado de depósito bancário...... Operações compromissadas............ Notas promissórias........................... Outros............................................... Total em 2012 .................................. Total em 2011 ..................................
1 a 30 dias 6.146 6.146 4.646
31 a 180 dias
181 a 360 dias
2.238 54 162 2.454 111
128 16 357 393 894 1.595
Acima de 360 dias 7.256 485 1.000 592 2.788 12.121 9.041
Valor de mercado/ contábil (2) 9.622 539 1.016 1.111 6.146 3.181 21.615
2012 Valor de custo atualizado 9.622 539 1.016 1.111 6.146 3.181 21.615
Em 31 de dezembro - R$ mil 2011 Valor de Marcação mercado/ Marcação a contábil a mercado (2) mercado -
8.030 326 113 544 4.644 97 1.639
-
15.393
-
(1) As aplicações em cotas de fundos de investimento foram distribuídas de acordo com os papéis que compõem suas carteiras, preservando a classificação da categoria dos fundos. No encerramento do exercício, os investimentos em fundos exclusivos administrados pelo Conglomerado Bradesco somavam R$ 21.615 mil (2011 - R$ 15.393 mil) Na distribuição dos prazos, foram considerados os vencimentos dos papéis, independentemente de sua classificação contábil; (2) O valor de mercado dos títulos e valores mobiliários é apurado de acordo com a cotação de preço de mercado disponível na data do balanço. Se não houver cotação de preços de mercado disponível, os valores são estimados com base em cotações de distribuidores, modelos de precificação, modelos de cotações ou cotações de preços para instrumentos com características semelhantes. No caso das aplicações em fundos de investimento, o custo atualizado reflete o valor de mercado das respectivas cotas; e (3) Para fins de apresentação do Balanço Patrimonial os títulos classificados como “para negociação” estão demonstrados no ativo circulante.
9) OUTRAS OBRIGAÇÕES a) Fiscais e previdenciárias 2012 Impostos e contribuições sobre lucros a pagar ....................................................................................... Impostos e contribuições a recolher........................................................................................................ Provisão para Impostos e Contribuições Diferidos (Nota 17c) ................................................................ Total ........................................................................................................................................................ b) Diversas 2012 Provisões trabalhistas ............................................................................................................................. Provisão para pagamentos a efetuar....................................................................................................... Outros...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
Em 31 de dezembro - R$ mil 2011 2.144 135 2 2.281
2.825 120 3 2.948
Em 31 de dezembro - R$ mil 2011 22 738 26 786
17 771 22 810
10) PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Capital social O capital social, no montante de R$ 8.700 mil (2011 - R$ 4.650 mil), totalmente subscritos e integralizados, é composto por 8.700.000 (2011 - 4.650.000) cotas com valor nominal de R$ 1,00 cada. b) Movimentação do capital social Quantidade de Cotas R$ mil Em 31 de dezembro de 2011................................................................................................................. 4.650.000 4.650 Aumento de Capital (1)............................................................................................................................ 4.050.000 4.050 Em 31 de dezembro de 2012................................................................................................................. 8.700.000 8.700 (1) Em 10 de maio de 2012 o BACEN homologou o Instrumento Particular de Alteração do Contrato Social de 9 de abril de 2012, que deliberou o aumento do capital social em R$ 4.050 mil, elevando-o de R$ 4.650 mil para R$ 8.700 mil, mediante a capitalização de parte do saldo da conta “Reservas de Lucros - Estatutária”, com a criação de 4.050.000 cotas, de valor nominal de R$ 1,00 cada, atribuídas ao Sócio-Cotista Banco Bradesco BBI S.A., com a concordância do Sócio-Cotista Banco Bradesco S.A. c) Reservas de Lucros Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Reservas de Lucros .............................................................................................................................. 13.292 11.697 - Reserva Legal (1) ................................................................................................................................. 1.129 844 - Reserva Estatutária (2)......................................................................................................................... 12.163 10.853 (1) Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do exercício, até atingir 20% do capital social realizado, ou 30% do capital social, acrescido das reservas de capital. Após esse limite a apropriação não mais se faz obrigatória. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital ou para compensar prejuízos; e (2) Visando à manutenção de margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações ativas da Instituição, pode ser constituída em 100% do lucro líquido remanescente após destinações estatutárias, sendo o saldo limitado a 80% do Capital Social Integralizado. d) Dividendos e Juros sobre o capital próprio Aos Sócios-Cotistas estão assegurados juros sobre o capital próprio e/ou dividendo mínimo obrigatório, em cada exercício, que somados não seja inferior a 1% do lucro líquido ajustado, nos termos da legislação societária. Fica a Diretoria autorizada a declarar e pagar dividendos intermediários, especialmente semestrais e mensais, utilizando-se das contas de Reservas de Lucros existentes, e, podendo ainda, autorizar a distribuição de lucros a título de juros sobre o capital próprio em substituição total ou parcial aos dividendos intermediários, ou, em adição aos mesmos. O cálculo dos dividendos relativos aos exercícios findos em 31 de dezembro está demonstrado a seguir: R$ mil 2012 2011 Lucro Líquido........................................................................................................................................... 5.699 10.062 (-) Reserva Legal - 5% sobre o lucro....................................................................................................... (285) (503) Base de cálculo ..................................................................................................................................... 5.414 9.559 Dividendos propostos .............................................................................................................................. 54 96 Percentual em relação ao lucro líquido ajustado ............................................................................... 1,0% 1,0% Valor em Reais por lote de mil cotas ................................................................................................... 6,21 20,65 11) RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS O valor de R$ 19.073 mil (2011 - R$ 14.409 mil) corresponde à receita auferida na administração de fundos de investimento (Nota 18b). 12) OUTRAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS Serviços de terceiros............................................................................................................................... Propaganda e publicidade....................................................................................................................... Serviços técnicos especializados............................................................................................................ Serviços do sistema financeiro................................................................................................................ Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 7.067 5.415 134 148 148 62 73 169 27 34 7.449 5.828 continua...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quarta-feira, 6 de março de 2013
15
...continuação
BEM - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 00.066.670/0001-00 Sede: Cidade de Deus - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 13) DESPESAS TRIBUTÁRIAS
b) Composição da conta de resultado de imposto de renda e contribuição social Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 823 637 381 288 133 103 465 21 1.802 1.049
Contribuição à COFINS........................................................................................................................... Imposto sobre serviços - ISS .................................................................................................................. Contribuição ao PIS................................................................................................................................. Impostos e taxas ..................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ 14) OUTRAS RECEITAS/(DESPESAS) OPERACIONAIS
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 31 12 (34) (496) (1.473) (1.163) (6) (308) (1.482) (1.955)
Reversão/(constituição) de provisão operacional.................................................................................... Variações monetárias .............................................................................................................................. Resultado na prestação de serviços de distribuição de cotas, líquida das comissões pagas ................ Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ 15) RESULTADO NÃO OPERACIONAL Em 2011, refere-se ao lucro apurado na alienação das ações da CETIP S.A., baixado pelo valor de custo. 16) TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS a) As transações com controladores e empresa coligada estão assim representadas: 2012 Ativos (passivos)
2011 Ativos (passivos)
Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Receitas Receitas (despesas) (despesas)
Disponibilidades: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 198 Dividendos: Banco Bradesco BBI S.A. ................................................................ (54) (96) b) Remuneração do pessoal-chave da Administração Anualmente na Reunião dos Sócios-Cotistas é fixado: • O montante global anual da remuneração dos Administradores, que é definido em reunião do Conselho de Administração da Organização Bradesco, a ser paga aos membros do próprio Conselho e da Diretoria, conforme determina o Estatuto Social; e • A verba destinada a custear Planos de Previdência Complementar aberta dos Administradores, dentro do Plano de Previdência destinado aos Funcionários e Administradores da Instituição. A Instituição é parte integrante da Organização Bradesco e seus administradores são remunerados pelos cargos que ocupam no Banco Bradesco S.A., controlador da Companhia. A Instituição não possui benefícios de longo prazo, de rescisão de contrato de trabalho ou remuneração baseada em ações, nos termos do CPC 10 Pagamento Baseado em Ações, aprovado pela Resolução CMN nº 3.989/11, para seu pessoal-chave da Administração. Outras informações Conforme legislação em vigor, as instituições financeiras não podem conceder empréstimos ou adiantamentos para: a) Diretores e membros dos Conselhos consultivos ou administrativo, fiscais e semelhantes, bem como aos respectivos cônjuges e parentes até o 2º grau; b) Pessoas físicas ou jurídicas que participem de seu capital, com mais de 10%; e c) Pessoas jurídicas de cujo capital participem, com mais de 10%, a própria instituição financeira, quaisquer diretores ou administradores da própria instituição, bem como seus cônjuges e respectivos parentes até o 2º grau. Dessa forma, não são efetuados pelas instituições financeiras empréstimos ou adiantamentos a qualquer subsidiária, membros do Conselho de Administração ou da Diretoria Executiva e seus familiares. 17) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL a) Demonstração do cálculo dos encargos com imposto de renda e contribuição social
Resultado antes do imposto de renda e contribuição social............................................................ Encargo total do imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 15%, respectivamente...... Despesas indedutíveis líquidas de receitas não tributáveis .................................................................... Efeito no cálculo dos tributos: Outros valores ......................................................................................................................................... Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 9.841 16.798 (3.936) (6.719) (41) (206) (4.142)
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Impostos correntes Imposto de renda e contribuição social devidos...................................................................................... Impostos diferidos Contribuição social no exercício, sobre adições temporárias.................................................................. Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................ c) Origem dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social diferidos Saldo em 31.12.2011 Provisões trabalhistas ...................................................................... 10 Outras provisões .............................................................................. 275 Total dos créditos tributários (Nota 6b)........................................ 285 Obrigações fiscais diferidas (Nota 9a) ......................................... 2 Crédito tributário líquido das obrigações fiscais diferidas ........ 283 d) Previsão de realização dos créditos tributários sobre diferenças temporárias
Constituição 1 (1)
(3.901)
(6.963)
(241) (4.142)
227 (6.736)
Realização 3 238 241 241
R$ mil Saldo em 31.12.2012 7 37 44 3 41
Em 31 de dezembro de 2012 - R$ mil Diferenças temporárias Imposto Contribuição de renda social Total 2013............................................................................................................................... 5 3 8 2014............................................................................................................................... 9 6 15 2015............................................................................................................................... 9 6 15 2016............................................................................................................................... 4 2 6 Total (Nota 6b).............................................................................................................. 27 17 44 A projeção de realização de crédito tributário é uma estimativa e não está diretamente relacionada à expectativa de lucros contábeis. O valor presente dos créditos tributários, calculados considerando a taxa média de captação, líquida dos efeitos tributários, monta a R$ 42 mil (2011 - R$ 264 mil). 18) OUTRAS INFORMAÇÕES a) Gerenciamento de riscos A atividade de gerenciamento dos riscos é altamente estratégica em virtude da crescente complexidade dos serviços e produtos, e da globalização dos negócios da Organização Bradesco, motivo de constante aprimoramento desta atividade na busca das melhores práticas. A Organização Bradesco exerce o controle corporativo dos riscos de modo integrado e independente, preservando e valorizando o ambiente de decisões colegiadas, desenvolvendo e implementando metodologias, modelos, ferramentas mensuração e controle. Promove ainda a atualização dos colaboradores em todos os níveis hierárquicos, desde as áreas de negócios até o Conselho de Administração. O processo de gerenciamento permite que os riscos sejam proativamente identificados, mensurados, mitigados, acompanhados e reportados, o que se faz necessário em face da complexidade dos produtos financeiros e do perfil de atividades da Organização Bradesco. A BEM DTVM, como parte integrante da Organização Bradesco adota a estrutura de gerenciamento de riscos desta, no gerenciamento de risco de crédito, de mercado, de liquidez e operacional. b) A BEM administra fundos de investimentos em Títulos e Valores Mobiliários, cujos patrimônios líquidos em 31 de dezembro de 2012, somaram R$ 144.362.101 mil (2011 - R$ 106.873.289 mil), cuja receita de taxa de administração desses fundos no exercício foi de R$ 19.073 mil (2011 - R$ 14.409 mil), registrado em receita de prestação de serviços. c) Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) emitiu alguns pronunciamentos contábeis, suas interpretações e orientações, os quais serão aplicáveis às instituições financeiras somente quando aprovados pelo CMN. Os pronunciamentos contábeis já aprovados foram: • Resolução nº 3.566/08 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos (CPC 01); • Resolução nº 3.604/08 - Demonstração do Fluxo de Caixa (CPC 03); • Resolução nº 3.750/09 - Divulgação sobre Partes Relacionadas (CPC 05); • Resolução nº 3.823/09 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (CPC 25); • Resolução nº 3.973/11 - Evento subsequente (CPC 24); • Resolução nº 3.989/11 - Pagamento baseado em Ações (CPC 10); • Resolução nº 4.007/11 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (CPC 23); e • Resolução nº 4.144/12 - Pronunciamento Conceitual Básico (R1). Atualmente, não é possível estimar quando o CMN irá aprovar os demais pronunciamentos contábeis do CPC e tampouco se a utilização dos mesmos será de maneira prospectiva ou retrospectiva.
A DIRETORIA
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Luiz Filipe Lopes Soares – Contador – CRC 1SP208127/O-5
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores da BEM - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Osasco - SP Examinamos as demonstrações contábeis da BEM - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (“Instituição”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A Administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui,
também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da BEM - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre e exercício findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Outros assuntos Demonstrações do valor adicionado Examinamos também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Instituição, para o semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2012, que estão sendo apresentadas como informações suplementares. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Osasco, 14 de fevereiro de 2013
KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6
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José Cláudio Costa Contador CRC 1SP167720/O-1
CASO BRUNO Julgamento do jogador começou no início da semana, em Minas.
idades
Bruno pode admitir a morte de Eliza No depoimento marcado para hoje, porém, goleiro deve negar participação no crime da ex-amante, em Minas.
N
o depoimento marcado para hoje, o goleiro Bruno Fernandes deve admitir, pela primeira vez em público, que sua ex-amante Eliza Samudio está morta. Mas, conforme apurou a reportagem do Estadão Conteúdo, deve negar qualquer envolvimento no crime. A estratégia seria atribuir o sequestro e o assassinato ao ex-braço direito Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão. Bruno é acusado de ser o mandante do sequestro, cárcere privado e assassinato de Eliza. Sua ex-mulher, Dayanne Rodrigues do Carmo, é processada pelo sequestro e cárcere privado do bebê. Desde o início do julgamento, na segunda-feira, circulam rumores no Fórum
Alex de Jesus/Folhapress
O ex-goleiro do Flamengo Bruno Fernandes: revelações no depoimento. de Contagem (MG) de que o goleiro poderá confessar a participação no crime. Em novembro, Macarrão foi condenado a 15 anos de prisão (12 em regime fechado), de-
pois de assumir que participou da morte de Eliza, mas alegou que o goleiro foi o mandante do crime. "Dissemos para ele (Bruno) contar o que sabe. A máscara já caiu. Ele não é mais goleiro
do Flamengo. É um cidadão comum, um preso, um réu", declarou o advogado Tiago Lenoir, um dos defensores do jogador. Mas ele ressaltou que isso não significa que o acusado vá assumir que cometeu o crime. "Se ele confessar, a confissão vai surpreender até os advogados", disse. Execu tor – A ex-mulher de Macarrão, Andrea Rodrigues, roubou as atenções na tarde de ontem no fórum de Contagem. Ela apareceu de surpresa e disse aos jornalistas que o ex-companheiro era apenas o "executor" das ordens do goleiro. "Ele me contou que a ordem para matar Eliza partiu de Bruno." Andrea destacou que Macarrão não fazia nada sem o consentimento do amigo e patrão. (Estadão Conteúdo)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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quarta-feira, 6 de março de 2013
Temos que construir nosso centro de exposições. Guilherme Afif Domingos, vice-governador
idades J.Duran Machfee/Estadão Conteúdo
Caso seja escolhida para sediar a Expo 2020, São Paulo pode receber até 30 milhões de visitantes durante todo o evento, que dura seis meses.
Expo 2020: São Paulo dá o tiro de largada. Candidatura da cidade para a exposição internacional foi anunciada ontem pelo prefeito Fernando Haddad e o vice-governador do Estado, Guilherme Afif Domingos.
O
prefeito Fernando sociedade também começa a Haddad lançou se envolver”. ontem a Latinos – O prefeito disse que candidatura da a candidatura se constitui cidade de São Paulo para como latino-americana, e não sediar a Expo 2020. O anúncio apenas brasileira. “Queremos foi feito durante uma envolver os outros países da cerimônia que contou com a América Latina em torno desse presença do vice-governador projeto”. do Estado, Guilherme Afif Mesmo que a cidade Domingos, e a vice-prefeita da brasileira não seja escolhida Capital, Nádia Campeão. como sede para a Expo 2020, O evento, que ocorre a cada o prefeito não considera que cinco anos e reúne diversos seja uma perda total, pois os países, tem como proposta investimentos em Pirituba, estimular a criação de projetos bairro da zona oeste onde o de inovação, políticas sociais e complexo para o evento deve econômicas, programas de ser construído, não serão combate às mudanças interrompidos. climáticas, políticas “Os investimentos em ambientais, novos sistemas de Pirituba vão continuar porque produção e distribuição de o bairro é uma frente de energia. expansão importante para São O Brasil concorre com Paulo. Teremos um instituto Ekaterimburgo (Rússia), federal com cursos técnicos e Izmir (Turquia), Dubai superiores de tecnologia, o (Emirados Árabes Unidos) e governo do Estado está Ayutthaya (Tailândia) para prevendo a licitação da Linha 6 sediar a Expo. A eleição será (do metrô) que vai chegar à em novembro, em Paris, e o Vila Brasilândia. Há coisas evento ocorre acontecendo, entre 15 de independentes maio e 15 de da Expo”. novembro de Haddad 2020. A defende que o Eu acho importante estimativa é centro de a ousadia de São que, caso seja convenções Paulo em apresentar seja construído vencedora, a sua candidatura. E cidade receba mesmo que 30 milhões de essa ousadia se deve São Paulo não visitantes, no seja eleita, ao ex-prefeito total. A última permitindo Gilberto Kassab. Expo foi feita que a cidade FERNANDO HADDAD em Xangai e a continue próxima será recebendo em Milão, em 2015. eventos importantes. Segundo Haddad, apesar de O vice-governador tem todas as candidatas terem opinião semelhante. "Temos argumentos para defenderem que construir nosso centro de sua vitória, São Paulo oferece exposições com Expo 2020 ou diversas vantagens que serão sem Expo 2020", afirmou Afif, apresentadas à missão que durante a cerimônia. O vicechega à cidade na próxima governador destacou a semana. “As vantagens característica de São Paulo começam com o público certo como centro aglutinador de à visitação. Estamos em uma turismo de negócios para região metropolitana com 21 justificar a necessidade de um milhões de habitantes. É uma novo centro de exposições. cidade habituada a receber Kassab – Durante o evento, grandes eventos. Não é uma Haddad elogiou o ex-prefeito novidade para São Paulo”, Gilberto Kassab, dizendo que o disse o prefeito. mérito pela candidatura da Haddad reforçou que o capital paulista para a Expo projeto da Expo combina com 2020 é do seu antecessor. No o plano de desenvolvimento fim do ano passado, Kassab e estratégico da cidade de São Haddad foram a Paris para Paulo, além da existência do viabilizar a postulação. alinhamento das três esferas "Eu acho importante a de governo para viabilizar ousadia de São Paulo em tudo o que for necessário apresentar sua candidatura. para o evento. “A iniciativa E essa ousadia se deve ao exprivada também está prefeito Gilberto Kassab. Ele apoiando o empreendimento fez muito bem em apresentar porque vê uma oportunidade a candidatura de São Paulo", grande de negócios e a disse Haddad. (Agências)
Elisa Rodrigues/Estadão Conteúdo
Ó RBITA
PLANOS DE SAÚDE
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Fernando Haddad e Afif Domingos: investimentos serão realizados independente da realização do evento.
Desde o início, ACSP apoia a candidatura paulistana. Mariana Missiaggia
A
candidatura da cidade de São Paulo para sediar a Exposição Universal de 2020 foi acolhida com muito entusiasmo pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que acompanha o projeto desde o início, na gestão do ex-prefeito Gilberto Kassab. Para o coordenador do Conselho de Política Urbana (CPU) da ACSP, Antônio Carlos Pela, São Paulo está no caminho certo. "Essa gestão compreendeu a magnitude do evento e está se esforçando para conquistá-lo. Porém, acredito que este seja um esforço que deve ser feito por todos", disse Pela. "O Brasil precisa disso. A gestão anterior já percorreu um longo caminho e temos outro longo caminho pela frente até novembro", completou o coordenador do Conselho. A estimativa é que o evento atraia milhões de turistas durante os seis meses de feira. "O ganho não seria apenas para o Brasil. Outros países latino-
Essa gestão compreendeu a magnitude do evento e está se esforçando para conquistá-lo. ANTÔNIO CARLOS PELA
americanos, como Uruguai, Paraguai e Argentina, entre outros, também serão afetados positivamente", acrescentou Antônio Carlos Pela. Segundo a avaliação do vice-presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e exsecretário de Relações Internacionais do município de São Paulo, Alfredo Cotait Neto, a Prefeitura de São Paulo está atrasada. "A candidatura da cidade está lançada desde novembro de 2011. Ainda assim, minha expectativa é positiva. E é extremamente importante que nossa cidade vença essa competição", observou. Cotait aposta em uma
disputa acirrada entre as cidades de São Paulo e Dubai (Emirados Árabes), mas deve investir na conscientização da população e na campanha diplomática. "Tenho certeza de que estaremos na final com Dubai. No entanto, temos que nos apressar. A transição na Prefeitura atrasou nossa campanha diplomática. Enquanto São Paulo está preocupada em relançar nossa candidatura, Dubai já está em contato com os 161 membros do Bureau of International Expositions (BIE). Exatamente o que nós deveríamos estar fazendo", disse Cotait. O coordenador da CPU acredita no legado positivo que a exposição pode deixar para a cidade, caso seja eleita. "Independente da Expo 2020 devemos buscar o desenvolvimento de São Paulo, mas é inevitável não contar com os benefícios que esse evento nos traria", disse Pela. "Temos bons exemplos como Londres, Paris, Portugal e muitos outros países que foram beneficiados por sediar a Expo", completou.
m dois meses, toda negativa de atendimento por parte dos planos de saúde terá que ser justificada ao usuário por escrito, em linguagem acessível e direta, em até 48 horas. É o que determina uma resolução da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) anunciada ontem pelo Ministério da Saúde. A nova norma vale apenas para os atendimentos eletivos, já que urgências e emergências não podem ter atendimento negado pelos planos. (Folhapress)
PRESOS EM CUMBICA
T
rês auxiliares operacionais foram presos ontem acusados de furtar perfumes, óculos, relógios e objetos de valor da bagagem de passageiros que desembarcam no Aeroporto Internacional de Cumbica. Eles abriam as malas ainda no interior dos aviões, onde não há câmeras. A Polícia Civil trabalha agora para identificar as vítimas e não descarta a prisão de outros funcionários. (Estadão Conteúdo)
INTERDIÇÃO
A
Rua Domingos de Moraes, na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, está com um trecho interditado, no sentido bairro, na altura da Rua Pedro de Toledo, ao lado do Shopping Metrô Santa Cruz. O motivo da interdição parcial da via se deve às obras da Linha-5 (Lilás) do Metrô, que estão sendo realizadas no local. A interdição começou esta semana e não há informações de quando será encerrada. (Agências)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quarta-feira, 6 de março de 2013
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Cine cult no CCBB
cultura
Sin City - A Cidade do Pecado narra três histórias passadas numa cidade violenta. Com Bruce Willis, Mickey Rourke e Clive Owen. Centro Cultural Banco do Brasil. Rua Álvares Penteado, 112. Tel.: 3113-3652. Hoje (6). 16h30. R$ 4.
Fotos: Divulgação
A canção francesa. No feminino. Heci Regina Candiani Reproduções
A
Beleza gráfica e ironias sobre a Cidade Renato Pompeu
E
is um livro insólito, lindo e desabusado, esse Iconografia Paulistana, de Gustavo Piqueira, apresentado como o designer gráfico mais premiado do País e como um dos raros que é competitivo em todas as áreas de sua profissão, como a criação de marcas, elaboração de textos, ilustrações, tipografias e embalagens, obra publicada pela WMF Martins Fontes. Trata-se de uma sucessão de imagens belíssimas, de fotografias a ilustrações, tendo como tema geral o que poderíamos chamar de “personalidade” da cidade de São Paulo, com toda a sua diversidade cultural, mais algumas ilustrações abstratas, puras estesias sem referenciais diretas. Essa sucessão de imagens é entremeada por textos irônicos de especialistas fictícios, textos que encarnam ao mesmo tempo uma aspiração ao sublime e um afundamento na cafonice, tal como Piqueira postula que acontece com a Cidade. Mais do que isso não se pode dizer sobre o livro, o que cabe é fruir as imagens, a começar do espelho verdadeiro embutido na capa, destinada a mostrar um dos ícones da Cidade, ou seja, o próprio leitor ou leitora. De resto, valem as citações. A introdução, do próprio Piqueira, diz que “a Cidade parece ter, enfim, enterrado os complexos que a afligiam desde que o dinheiro do café transformou a tímida vila provinciana em histérica metrópole”. E insiste: “São Paulo tinha grana, e só. Não passava de um industrial novo rico, meio jeca e grosseirão. Hoje, cento e cinquenta anos depois, soam as buzinas. O velho finalmente está morto e a vocação cosmopolita de São Paulo irrompe livre, incontrolável. Temos nãoseiquantosmil restaurantes, não sei quantasmil exposições, nãoseiquantosmil shows, não seiquantasmil grifes internacionais, nãoseiquantasmilqualqueroutracoisa. Somos a capital da gastronomia. A capital da cultura. A capital da vida noturna. A capital da economia criativa. A capital”. O “arquiteto e urbanista” Flavio Gagliardi Neto discorre sobre as moradias da Cidade: “A seleção das edificações baseou-se nos seguintes parâmetros objetivos: habitações de tipologia vertical e multifamiliar localizadas no município de São Paulo, com renda familiar mensal acima de R$ 3.632,70 por domicílio. Fato que, analisado isoladamente como recorte, poderia levar a questionamentos, bem como à conclusão precipitada de que a amostra ignorou glebas desfavorecidas da malha urbana, atitude irresponsável em vista da real constituição multiforme da Cidade. Deve-se, portanto, esclarecer que se trata apenas de um excerto do todo de minha pesquisa, o já mencionado capítulo dezenove. Pois, enquanto o capítulo dezoito aborda a habitação informal, o dezessete lança um olhar sobre os párias que se deslocam sob ‘não casas’ (CAPILL, 1983). Logo, a soma dos três projetará uma completa e não excludente ‘experiência visual panorâmica’ (MILSS, 1971) da Cidade”. Já a “antropóloga” Joana Bosgouet busca “onde encontrar, em São Paulo, o animal símbolo de São Paulo”, ou seja, a suçuarana, ou onça-parda, e para isso desenvolve um divertido ensaio sobre a “biodiversidade” da metrópole. O livro de Piqueira assim se resume: é um requinte.
França sempre terá a voz de Édith Piaf como símbolo. La Môme deixou como legado uma associação imediata entre a música francesa e a sonoridade dos timbres femininos. E o espaço deixado por ela é grande demais para ser preenchido por uma só cantora. Hoje, uma verdadeira legião delas atrai a atenção dos ouvintes franceses. A mais conhecida cantora francesa fora da França na atualidade, e apontada como sucessora direta de Édith Piaf pela semelhança entre suas vozes, é Isabelle Geoffroy, ou simplesmente Zaz. Revelada em 2010 e premiada na França e em vários outros países da Europa, ela regravou o clássico Dans ma Rue, de Piaf, e a comparação foi imediata. Mas o grande hit de seu único álbum lançado até agora é a canção Je Veux. No CD, Zaz exibe um repertório jazzístico e todos os seus truques vocais, como a capacidade de imitar instrumentos. Quem gosta tanto do estilo pop rock quanto da chanson certamente vai identificar as qualidades de Charlotte Gainsbourg. Ela canta com o atrevimento do pai (o lendário cantor e compositor Serge Gainsbourg) e o charme da mãe (a atriz Jane Birkin), e
Isabelle Geofroy (Zaz): muito popular fora da França. agrega a essa mistura, por si só já bem-sucedida, seu gosto pelo jazz e por instrumentos eletrônicos. Charlotte, que é também atriz como a mãe e em 2009 foi premiada em Cannes por sua atuação em Anticristo , de Lars von Trier, já lançou três álbuns desde que iniciou sua carreira
em 2001, e canta em francês e inglês. Seu repertório é bastante influenciado pela mistura do jazz com o pop rock e a tradicional chansonfrancesa, de que seu pai foi um dos representantes. A voz de Pauline Croze também merece destaque entre os talentos franceses que vieram para fi-
car. A cantora, que é também violonista, adota os estilos pop e folk e lançou seu terceiro álbum, Le prix de l'Eden, no fim de 2012. As canções têm recebido elogios dos críticos, que o consideram melhor do que seu segundo CD, Un Bruit qui Court (2007), em que ela explora uma sonoridade experimental e eletrônica que não agradou. Carla Bruni, Émily Loizeau, Daphné, Zoë Avril são outros nomes conhecidos do cenário musical francês, que revela cantoras a cada ano. O país tem até um festival dedicado a elas, o Musik Elles (h t t p : / / w w w. m u z ik e l l e s . f r /). Além do site do festival, boas maneiras de conhecer as vozes francesas da atualidade (não apenas as femininas) são as rádios virtuais e os blogs especializados. A Musique R adio (http:// www.musiqueradio.com/) faz listas semanais das canções mais ouvidas. Em fevereiro, os destaques foram Pauline (não confundir com Pauline Croze), Axelle Red, Leslie, Marie-Mai, Joyce Jonathan, Jenifer e Zazie. O blog A música francófona (http://amusicafrancofona. blogspot.com) também traz informações atualizadas, combinadas com dados sobre a antiga canção francesa.
Sucessos da hora no YouTube Zaz - Dans Ma Rue (cover de Édith Piaf) http://youtu.be/MOk5yYLAQvU
Carla Bruni - Quelqu'um M'a Dit http://youtu.be/XvyMG0z0FZY
Charlotte Gainsbourg - Tel que Tu Es http://youtu.be/juUDSqtVxwk
Zoë Avril - On ne Changera Pas le Monde http://youtu.be/WhO2rH4_wMw
Pauline Croze - Baiser d'Adieu http://youtu.be/86vY8N6nR8M
Daphné - Mélodi e à Personne http://youtu.be/Qe4Hk1Kv0eI
Emily Loizeau - Je Suis Jalouse http://youtu.be/5gG87V09a7E
Pauline - Il n'y a que Toi http://youtu.be/_agafrbmPHw
Romulo Fialdini/Divulgação
Bradespar S.A. CNPJ no 03.847.461/0001-92 - NIRE 35.300.178.360 Companhia Aberta Ata da Reunião Extraordinária no 271, do Conselho de Administração, realizada em 31.1.2013 Certidão - Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia - Junta Comercial do Estado de São Paulo - Certifico o registro sob no 91.996/13-2, em 28.2.2013. a) Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.
Cidade de Deus - Companhia Comercial de Participações CNPJ no 61.529.343/0001-32 - NIRE 35.300.053.800 Assembleia Geral Extraordinária Edital de Convocação
Convidamos os senhores acionistas da Sociedade a se reunirem em Assembleia Geral Extraordinária, a ser realizada no dia 18 de março de 2013, às 11h, na sede social, Cidade de Deus, Vila Yara, Osasco, SP, Salão Nobre do 5 o andar, Prédio Vermelho, a fim de: a) homologar o aumento do Capital Social deliberado na Assembleia Geral Extraordinária realizada em 7.1.2013, no valor de R$616.300.000,00, elevando-o de R$9.700.000.000,00 para R$10.316.300.000,00, mediante a subscrição de 185.632.530 novas ações ordinárias, nominativas-escriturais, sem valor nominal; b) alterar o “caput” do Artigo 5 o do Estatuto Social, em decorrência do aumento do Capital Social. Cidade de Deus, Osasco, SP, 4 de março de 2013. Lázaro de Mello Brandão - Presidente do Conselho de Administração. 5,6 e 7.3.2013
O cotidiano, traduzido pela arte do escultor. O artista paulistano Flávio Cerqueira exibe sua primeira individual na Galeria Triângulo. A mostra apresenta duas séries de esculturas que retratam aspectos singelos e situações do comportamento humano. O visitante também pode subir até o piso superior e conhecer outros trabalhos do artista, como algumas obras fundidas
em bronze e cobertas por pintura industrial. O resultado deixa as peças com aparência de porcelana, representando a fragilidade em que as obras se encontram.
Casa Triângulo. Rua Pais de Araújo, 77, Itaim Bibi. Tel.: 3167-5621. Terça a sábado, das 11h às 19h. Grátis.
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Poesia quadro a quadro O poema El pájaro yo, do chileno Pablo Neruda virou filme de animação. Utilizando as técnicas de estêncil e o movimento quadro a quadro, o estúdio 18bis recriou a história que conecta um pássaro e uma bailarina. Nesta página você vê algumas imagens do filme que tem dois minutos e meio de duração e pode ser visto no link abaixo. http://vimeo.com/60763684
P LANETA
E SPAÇO F UTEBOL
Curiosity se recupera de pane
O
jipe-robô Curiosity, que desde meados de 2012 explora Marte, se recupera de uma pane no computador ocorrida na semana passada e pode voltar à ação já neste fim de semana. Apesar de o jipe estar se recuperando, os cientistas responsáveis dizem que ainda há muito trabalho a ser feito. Os engenheiros estão configurando outro computador de backup da sonda para opera-
ções na superfície, algo que deve durar ainda alguns dias. A causa da falha no computador do Curiosity ainda é desconhecida. A Nasa espera religar ainda hoje o computador principal da sonda para analisar melhor o caso. "Realmente não podemos dizer a causa do problema sem ligar o computador e tentar ler os locais da memória que parecem estar corrompidos", afirmou Richard Cook, do Laboratório de Propulsão a
Jato da Nasa em Pasadena. Segundo o cientistas, os danos causados pelos raios cósmicos no computador do jipe podem ser transitórios e o problema em um dos computadores principais deve desaparecer quando a máquina puder ser reiniciada. O Curiosity pousou em Marte em 6 de agosto de 2012 para uma missão de dois anos para desvendar as condições geológicas e químicas do planeta vermelho.
M ODA
Monumento ao mau gosto ou ao paladar viciado em junk food? Para alguns entusiastas de roupas extravagantes, nem um nem outro, apenas uma oportunidade extra de exibir a combinação perfeita entre o corte clássico das camisas de alfaiataria e uma estampa que é exclusividade quase garantida em qualquer ambiente profissional ou festivo. Além de dar água na boca, a French Fry Shirt (ou "Camisa de Batatas Fritas") não é uma opção barata no cardápio de estampas curiosas. Custa US$ 178.
Imagem do satélite Terra, da Nasa, mostra um sistema de baixa pressão atmosférica sobrevoando o oceano na região oeste da Austrália. A fotografia parece uma pintura. Outras imagens no site. http://ear thdata.nasa.gov/labs/worldview/
M ÚSICA
Luiz Felipe Scolari anunciou ontem, no Rio de Janeiro, a lista de jogadores para os próximos amistosos da seleção. O retorno de Kaká, do Real Madrid, é o principal destaque. Outra novidade é o atacante Diego Costa, do Atlético de Madrid, chamado pela primeira vez. Ronaldinho Gaúcho, do Atlético Mineiro, ficou de fora. A convocação é para os jogos contra Itália, em 21 de março, em Genebra, e contra a Rússia, no dia 25, em Londres, na Inglaterra. Ide Gomes/Folhapress
FRENCH FRY SHIRT Beleza natural
Felipão traz Kaká de volta à seleção
A RQUITETURA
http://bit.ly/ZdFKHF Gonzalo Fuentes/Reuters
Modelo desfila criação do estilista francês JeanCharles Castelbajac na igreja Oratoire du Louvre, em Paris. A peça faz parte da coleção do estilista para a temporada outono/inverno 2013-2014.
Paul McCartney, em quadrinhos. A decisão de Paul McCartney de deixar os Beatles e partir para a carreira solo é o tema de uma revista de história em quadrinhos que se propõe a oferecer aos fãs uma nova perspectiva sobre a separação do grupo. Paul McCartney: Carry that Weight, com 24 páginas, leva o título de uma canção dos Beatles de 1969 e é a terceira HQ da editora norte-americana
Bluewater Productions sobre a célebre banda inglesa, que acabou em 1970. As especulações sobre o motivo do rompimento incluem diferenças artísticas, disputas judiciais externas e questões ligadas ao casamento de John Lennon com a artista Yoko Ono. McCartney, de 70 anos, foi procurado, mas não quis se pronunciar sobre a HQ.
http://bit.ly/R4PkbL
Raros sermões
EFE
T WITTER
Livro raro com sermões de Orígenes de Alexandria (185-254), o mais importante teólogo antes de Santo Agostinho, é exposto em Munique, na Alemanha. Os manuscritos foram descobertos no acervo do banqueiro renascentista alemão Johann Jakob Fugger em 2012. A TÉ LOGO
Segundo sorteio
Brasileiro assume direção na AL
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Concurso 3135 da QUINA 11
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Misterioro Batman britânico era apenas Stan, o entregador de comida Brasil receberá pela primeira vez um jogo da pré-temporada da NBA
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Acesse www.dcomercio.com.br para ler a íntegra das notícias abaixo:
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Primeiro sorteio
Uma ideia de iluminação criativa e divertida para quem quer mais do que um simples lustre: recortes no teto em formato de lâmpada abrigam luminárias que imitam os filamentos. Criação do russo Dmitri Kulyev!
Peter Kneffel/
L OTERIAS Concurso 1156 da DUPLA SENA
Lâmpada dentro da lâmpada
Valcke alerta que Maracanã é maior preocupação da Fifa para a Copa
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O executivo brasileiro Daniel Carvalho foi escolhido como novo diretor de Desenvolvimento de Negócios para a América Latina do Twitter, informou ontem a companhia. Ele será o responsável pelas parcerias estratégicas da rede de microblogs na região. Carvalho tem no currículo passagens por empresas como Mondia Media, Telefônica, Yahoo!, Rede TV! e Globosat.
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19 AUMENTO Petrobras reajusta em 5% o preço do óleo diesel nas refinarias
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CONSTRUÇÃO Vendas de material recuam 4% em fevereiro, informa a Anamaco.
FRANCHISING
A indústria cruza a fronteira do varejo Fabricantes vão em busca de canais exclusivos para controlar a distribuição de produtos e os negócios no setor varejista. Tópicos como política de ativação do ponto de venda, o visual merchandising e a experiência do consumidor são determinados pela indústria. Karina Lignelli
Fotos: Divulgação
O
movimento da indústria no modelo de negócio do franchising como um canal a mais para chegar ao consumidor se consolida como tendência. Das veteranas Hering – que adotou o sistema em 1993 e em 2012 chegou à franquia de número 515 –, O Boticário e Café do Ponto (marca da D.E. Master Blenders), Scalla e Havaianas, chegando até a Portobello, de construção civil, Baterias Heliar, do setor automobilístico, e a Nokia, de eletroeletrônicos, o setor procura se reinventar por meio das franquias para aproveitar novas oportunidades de negócio. A Cia Hering, com lojas em shoppings, corredores comerciais e bairros residenciais, tem como meta para este ano 77 inaugurações. A tendência vem se firmando após a crise de 2008, quando as indústrias começaram a buscar canais exclusivos para controlar a distribuição de produtos e sua chegada ao varejo – que não era seu core business (estratégia de negócio) anteriormente, explica André Friedheim, diretor da Francap, consultoria especializada em franchising. "Dessa forma, é a indústria quem determina a política de ativação do ponto de venda, a arquitetura, o visual merchandising e, principalmente, promove 'a' experiência do consumidor, que está mais exigente e quer maior interação com a marca", diz. Cláudia Bittencourt, diretora geral do Grupo Bittencourt, também especialista em franquias, confirma. A migração, segundo ela, evita o grande número de intermediários na cadeia de distribuição, e permite mais controle sobre o processo. "Isso serve não só para reduzir custos, mas para a marca se tornar mais competitiva, melhorar a qualidade e ter acesso direto ao consu-
O Boticário é exemplo de empresa que passou a evitar o grande número de intermediários na cadeia de distribuição, reduzindo custos. A Hering (abaixo) adotou o sistema em 1993 e, no ano passado, alcançou o número 515 de pontos de venda.
Franquear uma marca da indústria traz consigo uma tradição de mercado de muitos anos. RICARDO CAMARGO, ABF midor. E para o franqueado, representa uma força maior para negociar com o fornecedor, por ter uma grande estrutura como respaldo", destaca, lembrando que, apesar de não existirem números consolidados sobre a presença do setor no franchising, estima-se que a participação da indústria seja em torno de 30%. Além de não ficar dependente de canais exclusivos de distribuição – o que dificulta a colocação de preços em um valor que se considera justo para o consumidor –, franquear seu produto ajuda a reforçar o posicionamento também em canais multimarcas, afirma Ricardo Camargo, diretor executivo da Associação
Brasileira de Franchising (ABF). "Ela será a mais lembrada. O grande diferencial é a profissionalização da marca", completa Camargo. Fra n qu e ad o s – Para os empreendedores que querem entrar no franchising, a escolha de uma marca com origem em um segmento tão complexo como a indústria não representa mais custos ou maiores dificuldades em determinados aspectos. "Depende do quanto se pretende investir", explica Friedheim. "Na Ambev, por exemplo, há desde quiosques com investimento de R$ 80 mil a bares com investimento de R$ 1 milhão". Camargo, da ABF, afirma que o valor é a menor das influências, nesse caso. "Franquear uma marca da indústria traz consigo uma tradição de mercado de muitos anos, o que reforça o posicionamento da loja e dá uma sensação de segurança ao empreendedor", afirma. Mas o franqueado precisa, além de ter uma visão clara da análise do ponto comercial em que se quer trabalhar, saber se há demanda e expectativa
de sobrevida a longo prazo. "É preciso avaliar se o produto tem condições de acompanhar a evolução do mercado. Basta lembrar da Kodak e da Fujifilm (marcas de máquinas e filmes fotográficos analógicos que tinham várias franquias e hoje não existem mais)", diz o diretor da ABF.
Outra questão, informa Cláudia, é a dificuldade em encontrar uma área disponível para quem pretende atuar com marcas já consolidadas. Isso porque, segundo ela, quanto mais famosa a marca, maior a penetração geográfica. "Nesse caso, o franqueado terá que se submeter a atuar
Setor de franquias cresce 16,2% O resultado é consequência do aumento da renda da população e a expansão dos shoppings no País.
O
aumento da renda e, em consequência, do consumo, assim como a expansão dos shoppings, puxaram os bons resultados do setor de franquias em 2012. O segmento cresceu 16,2% ante 2011, e fechou o ano com R$ 103 bilhões de faturamento, de acordo com dados divulgados ontem pela Associação Brasileira de Franchising (ABF). "Há quase uma década as franquias mantêm bons níveis de crescimento, sempre acima do Produto Interno Bruto (PIB). Mas em 2012, devemos essa alta especialmente aos setores de varejo e serviços", explicou o diretor executivo da ABF, Ricardo Camargo. Outros indicadores apontam dados positivos no ano passado. O número de redes saltou de 2.031 marcas em 2011 para 2.426 em 2012, uma alta de 19,4%. Em relação ao número de unidades ou pontos, o avanço foi de 93.098 para 104.543 (12,3%). "A desaceleração nos preços das áreas de locação dos imóveis comerciais levou os limites de investimentos dos empreen-
O segmento em 2012 Faturamento
R$ 103 bilhões
Número de empregados
941 mil
Total de redes
2.426
Número de unidades ou pontos
104.543
Área que mais cresceu em faturamento
Hotelaria e Turismo, com 97,8%
Fonte: ABF
dedores de franchising a patamares mais realistas", acredita o diretor. Para 2013, porém, a expectativa é que essa expansão se estabilize, por isso a ABF projeta a manutenção da alta de 16% em faturamento. "O crescimento da classe C também deve se estabilizar, assim como a renda", justificou. Setores – Hotelaria e Turismo foi o segmento que "explodiu" no franchising em 2012, com alta de 97,8%, seguido por Limpeza e Conservação (44,5%) e Informática e Eletrônicos (32,4%). De acordo com Ricardo Camargo, a in-
corporação da CVC Turismo ao setor, que chegou com 800 unidades, a entrada de grandes players de intercâmbio cultural e da rede americana de hotéis Windham, que abriu 15 unidades, assim como a expansão de agências como TAM e Flytour, puxaram o crescimento da área turística. Na outra ponta, setores como Negócios, Serviços e Outros Varejos (que inclui pet shops, postos de gasolina, financeiras e outros), cresceram apenas 2,6%, devido à estabilidade de algumas redes e do próprio tipo de negócio em si, apontou. Já as mudanças do
mercado fizeram o setor de Fotos, Gráficas e Sinalização ficar na lanterna, com a tímida alta de 1,6%. "Isso se deve à mudança de comportamento do consumidor, que passou a revelar e imprimir fotos e imagens em equipamentos caseiros. Isso impacta diretamente nesse modelo de serviço", afirmou. "Marcas como Kodak e Fujifilm já chegaram a ter 1 mil lojas, porém acabaram. Mas certamente haverá transformação nesse formato", aposta. Microfranquias – Outro segmento que se revelou estável em 2012 foi o de negócios de até R$ 50 mil e com faturamento máximo de até R$ 30 mil. Segundo a ABF, mesmo registrando aumento de 22% em faturamento ante 2011, a participação percentual das microfranquias em relação às franquias tradicionais subiu de 4,2% para 4,4%. Para Ricardo Camargo, essa acomodação é natural, devido ao surgimento de novos negócios e pela evolução de algumas marcas, que por isso "deixaram de atender por 'microfranquias'". (KL)
em regiões onde não há saturação, onde há disponibilidade para instalar uma loja", avisa ela, que faz outro lembrete. "Não deixe de avaliar se a marca está bem estruturada para abastecer a rede. É inadmissível deixar a franquia desabastecida em períodos de maior demanda", finaliza.
Lojas de chocolate devem vender 18% a mais na Páscoa
A
projeção da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) é de que as vendas da Páscoa deste ano sejam 9% maiores do que as de 2012 nos supermercados de shoppings no País. Já nas lojas especializadas, também em shoppings, a expectativa é de vender 18% a mais na data neste ano. O Brasil, de acordo com a Alshop, é o terceiro maior produtor de chocolates – atrás apenas de Estados Unidos e Alemanha – e é o quarto maior consumidor do mundo. O levantamento da instituição, que representa lojistas de mais de 800 shoppings no País, aponta que a indústria e o varejo de chocolates devem contratar 60 mil colaboradores temporários. Destes, 25,5 mil devem trabalhar na área de vendas e 34,5 mil serão empregados na indústria. Os centros de compras da região Sudeste devem contratar 52% dos empregados temporários. Atrás, vem os do Sul, com 21% e os do Nordeste, com 15%. Os shoppings do Centro-Oeste e do Norte responderão por 8% e 4% dos temporários, respectivamente. Segmentos do varejo como vestuário infantil e brinquedos também devem ser beneficiados pela Páscoa, informou a Alshop, em razão da combinação de presentes que fazem parte dos ovos de Páscoa para crianças. (Estadão Conteúdo)
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e Bolsa diminui tarifa de negociação em 28,5% A sociedade ainda não percebeu o quanto a inflação está comendo as aplicações. Edemir Pinto, diretor presidente da BM&FBovespa
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Preço menor em tarifas começa a vigorar em abril e beneficiará especialmente os investidores que operam no curto prazo Rejane Tamoto
Yasuyoshi Chiba/ AFP - 01.03.12
A
partir do primeiro pregão de abril, os investidores estrangeiros, pessoas físicas e instituições financeiras terão uma redução de 28,5% na tarifa de negociação de ações (emolumentos) no mercado à vista na BM&FBovespa. Com o desconto, a tarifa passará de 0,007% para 0,005% sobre o valor negociado em operações regulares, day trade e exercício de opções. Na prática, o beneficiado por esse desconto será o investidor que opera no curto prazo, como os day traders (que realizam operações de compra e venda de ações no mesmo dia). Quem opera no home broker (pela internet) também pode se sentir estimulado a negociar mais. Os fundos e clubes de investimentos também terão tarifa de negociação no mercado à vista de 0,005%. No entanto, a tarifa de liquidação passará de 0,01800% para 0,0200%. A medida, isoladamente, não será responsável por trazer mais pessoas físicas para a bolsa. Segundo o diretor presidente da BM&FBovespa, Edemir Pinto, a meta de atrair cinco milhões de pessoas físicas à bolsa foi adiada para 2018. "Para esse perfil de investidor a ideia é reduzir a taxa de custódia (guarda de ações). Hoje a bolsa cobra R$ 6,90 por mês da corretora – e cada uma tem uma política de preço diferente para a pessoa física", diz. Segundo ele, a entrada de mais pessoas físicas na bolsa depende de uma mudança
A redução de taxas para os investidores também é uma forma de preparar a bolsa brasileira para a chegada de um concorrente
cultural. "A sociedade ainda não percebeu o quanto a inflação está comendo as aplicações", afirma. O diretor da BM&FBovespa explicou que a revisão tarifária eliminou os subsídios cruzados – que restavam desde a fusão das duas bolsas, em 2008 – e incluiu o compartilhamento de ganhos de escala. "Agora as tarifas ficarão mais alinhadas às bolsas do exterior", diz ele.
Concorrência – A redução também é uma forma de preparar a bolsa brasileira para a chegada de um concorrente. Hoje, de 8% a 9% da receita da BM&FBovespa é oriunda de tarifas de negociação no mercado à vista. O impacto da revisão tarifária na receita será da ordem de R$ 18 milhões milhões a R$ 20 milhões, considerando o cenário atual. A segunda etapa de revisão tarifária está programada pa-
Conheça os termos e custos para investir
T
axa de corretagem: Valor definido pela corretora que faz a intermediação entre o cliente e o mercado. Cada empresa trabalha com uma política de preços, podendo cobrar uma porcentagem da operação realizada ou um valor fixo. Taxa de custódia: Referente ao serviço de
guarda das ações pela bolsa em conjunto com os serviços da corretora. Para uma conta com movimentação ou posição de ações, a bolsa cobra R$ 6,90 da corretora, que depois define quanto vai cobrar do investidor. Em alguns casos essa cobrança pode ser gratuita.
Taxa de emolumentos: Valor que a bolsa cobra para a negociação de ações. Uma nova tarifa começa em abril. Em dezembro, haverá descontos progressivos. Imposto de Renda: Há isenção para operações de venda de até R$ 20 mil por mês. Acima desse valor mensal, o IR é de 15%. Fonte: BM&FBovespa
Número de falências cai 9,5% em fevereiro Paula Cunha
O
número de pedidos de falência registrou queda de 9,5% em fevereiro ante janeiro, mas apresentou crescimento de 9,2% em comparação com janeiro e fevereiro de 2013 em relação com o mesmo bimestre de 2012. Os dados foram divulgados ontem pela Boa Vista Serviços, administradora do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC). Eles refletem o comportamento da economia neste momento, afirma Flávio Calife, economista da empresa. Os números, ressalta, são considerados positivos em relação ao final do ano passado. Na avaliação de Calife, 2012 marcou a volta do crescimento dos pedidos de falência, de 15% sobre 2011, após dois anos consecutivos de quedas. Entretanto, ele considera que o processo de captação de recursos será mais fácil para as empresas neste ano e, com isso, elas poderão investir na melhora dos processos de produção como a aquisição de materiais e a capacitação de seus funcionários.
No caso das falências decretadas, houve elevação de 27,8% no acumulado de 2013 em relação ao primeiro bimestre do ano passado. Apenas em fevereiro deste ano foi observada alta de 39,6% sobre o primeiro mês do ano. Na avaliação da Boa Vista, as empresas continuam recebendo os impactos da desaceleração do nível de atividade econômica e do aumento da inadimplência das pessoas físicas e jurídicas. Além disso, os agentes financeiros que concedem crédito assumiram uma postura mais seletiva no processo de concessão de crédito. Em relação aos pedidos de recuperação judicial, houve elevação no
acumulado de 2013 de 10,1% e aumento de 78,7% em fevereiro ante janeiro. Também as recuperações judiciais decretadas tiveram alta de 75,3% no primeiro bimestre em relação a igual período do ano passado. Somente em fevereiro o aumento foi de 20,8% frente ao mês anterior. Perspectivas – O economista acredita que o cenário para este ano poderá ser melhor do que o observado em 2012. Os números, segundo ele, já apontam uma melhora e estão dentro das expectativas da empresa. "Acredito que o cenário de queda de juros e crescimento econômico continuará a ser observado nos próximos meses", conclui Calife.
ra o final do ano. Em dezembro, a BM&FBovespa divulgará uma nova tabela de preços – com descontos progressivos na tarifa de negociação para todos os clientes, inclusive day traders e HFTs (High Frequency Traders, os investidores de alta frequência). O desconto na tarifa vai variar de acordo com o volume médio diário negociado (ADTV, Average Daily Trading Value) no mês anterior. O cál-
culo levará em consideração as operações no mercado à vista com ações e de exercício de opções. Assim, se o volume médio diário negociado for de zero a R$ 9 bilhões, o desconto será de 28,5%, o equivalente a uma tarifa de 0,005%. Para se ter uma ideia, atualmente o volume médio diário negociado é de cerca de R$ 7 bilhões. O desconto será maior se o volume médio diário negociado aumentar. Se
for de R$ 9 bilhões a R$ 11 bilhões, a redução na tarifa será de 42,8% sobre a diferença de R$ 2 bilhões, e a tarifa cai para 0,0040%. Por essa mesma lógica, a cada R$ 2 bilhões, a tarifa de negociação diminui até chegar a 0,0020% para um volume médio diário superior a R$ 13 bilhões. A notícia deve aumentar o "prêmio de liquidez". Ao pagar menos taxas o investidor recebe um valor maior no negócio.
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22 -.ECONOMIA/LEGAIS
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Não esperávamos por isso (o aumento) agora. Alísio Vaz, presidente do Sindicom
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Smartphone de Páscoa Ministro afirma que desoneração será sentida pelo consumidor já em abril
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ministro das Comunicações, Paulo Bernardo afirmou ontem que a desoneração dos smartphones deve ocorrer ainda durante este mês de março. “Para termos smartphones na Páscoa”, acrescentou. A inclusão dos smartphones na Lei do Bem (Lei nº 11.196) dará isenções fiscais aos produtos e poderá baixar o custo dos telefones celulares que possibilitam o acesso à internet em até 25%. A medida foi sancionada em 18 de setembro, mas agora depende de decreto presidencial para ser regulamentada. Bernardo explicou que o atraso ocorreu em função do Tribunal de Contas da União (TCU), que questionou o projeto em dezembro passado. Neste ano, a demora ocorreu por conta da votação do Orçamento. Operação do 4G – Ainda segundo o ministro, a presidente Dilma Rousseff tem cobrado, enfaticamente, que as obras
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de infraestrutura para as telecomunicações 4G recebam o mesmo tratamento dado a outras áreas, como a de transportes no País. Bernardo também afirmou que independentemente dos problemas para instalar a infraestrutura, a rede 4G deve começar a funcionar em 30 de abril deste ano nas seis cidades que serão sede da Copa das Confederações.
Segundo o ministro, “as empresas não poderão se basear nas dificuldades de instalação da estrutura para deixar de oferecer o serviço”. As companhias se comprometeram em contrato. Bernardo falou com a imprensa após reunião com o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad e os presidentes da Oi, Vivo, TIM e Claro para debater a instalação de antenas. (Estadão Conteúdo)
Fabrizio Bensh/ Reuters
TODOS TÊM UM – A chanceler alemã, Angela Merkel, exibiu ontem seu Blackberry Z10, e o considerou como uma inevitável necessidade dos tempos modernos.
Diesel aumenta 5% nas refinarias
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m aumento inesperado de 5% no preço do diesel nas refinarias da Petrobras começa a vigorar hoje, pouco mais de um mês depois do último reajuste, de 5,4%, anunciado no final de janeiro. Desta vez, no entanto, o aumento não foi estendido à gasolina, que em 30 de janeiro havia aumentado 6,6%. Este é o quarto aumento do diesel desde junho do ano passado. O anúncio, feito na noite de ontem pela estatal, surpreendeu o mercado. "Não esperávamos por isso agora", resumiu o presidente do Sindicato das Distribuidoras de Combustíveis (Sindicom), Alísio Vaz. O preço do diesel, sobre o qual incide o reajuste anunciado pela Petrobras, não inclui os tributos federais Cide e PIS/Cofins e o tributo estadual ICMS. Em nota, a companhia informou que aumento foi definido, "levando em consideração a política de preços, que busca alinhar o preço dos derivados aos valores praticados no mercado internacional em uma perspectiva de médio e longo prazo" Para o consultor Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), o reajuste "é uma boa notícia", mas não zera a defasagem, que ele calcula em 19% em relação aos preços internacionais do combustível. Ele estranhou apenas a decisão num momento em que a inflação está em alta. (Estadão Conteúdo)
Sai o saldo parcial da Nota Paulista
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s consumidores cadastrados no programa Nota Fiscal Paulista já podem conferir, no site da Secretaria de Estado da Fazenda, os créditos acumulados nas compras feitas entre julho e novembro do ano passado. Os dados consolidados do segundo semestre de 2012, com o resultado de dezembro, só deverão estar disponíveis em abril, mês em que a Fazenda irá liberar o dinheiro para os consumidores. Para realizar a consulta, é preciso acessar o site. Na página do programa, informe o CPF e a senha para entrar na página de consulta de crédito. Quem nunca utilizou os créditos da Nota não conseguirá saber seu saldo acumulado. Para que a consulta seja liberada, é preciso fazer a primeira transferência para uma conta em seu nome. Cronograma – A liberação dos créditos é dividida em duas fases. O primeiro pagamento é em abril, para as compras efetuadas entre julho e dezembro do ano anterior. Em outubro será a vez de receber os créditos acumulados entre janeiro e junho deste ano. Os créditos representam 30% do ICMS que incide sobre o produto. Do início do programa – em 2007 até o fim de 2012 –, a Fazenda já liberou mais de R$ 6 bilhões em créditos aos consumidores. Em 2012, o total devolvido ultrapassou R$ 1,7 bilhão. (Folhapress)
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ECONOMIA/LEGAIS - 23 O mercado europeu não está em uma condição que esperávamos há três meses. Dieter Zetsche, presidente da montadora de luxo Daimler
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Montadoras europeias demonstram desânimo Executivos afirmam que crise enfraquecerá por anos o mercado de carros Jacky Naegelen/Reuters
As brasileiras vendem bem
A
s 222.496 unidades de automóveis e comerciais leves comercializadas em fevereiro resultaram o terceiro melhor desempenho em vendas para esse período, segundo a série histórica da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que teve início em 1995. O melhor fevereiro da história foi o de 2011, com 258.782 unidades, seguido do mesmo mês em 2012, com 235.820 carros e comerciais leves emplacados. No entanto, no acumulado dos dois primeiros meses dos
anos, 2013 ainda tem o melhor desempenho em toda a série histórica para o setor, com 519.338 veículos. O período deste ano foi seguido dos primeiros bimestres de 2011, com 488.891 unidades emplacadas, e de 2012, com 488.459 unidades. A Fenabrave informou também que a Fiat seguiu na liderança entre as montadoras em fevereiro, com 49.498 veículos comercializados, ou 22,25% de participação, seguida da Volkswagen, com 43.735 veículos (19,66%) e da GM, com 39.134 autos e comerciais
leves, ou 17,59%. O VW Gol também permaneceu na liderança entre os carros, com 15.715 unidades vendidas em fevereiro e a motocicleta Honda CG 150 continua como o veículo motorizado mais vendido do País, com 23.400 unidades emplacadas em fevereiro. A queda de 2% nos emplacamentos no primeiro bimestre do ano sobre igual período de 2012 gera um desconforto para o setor, porque, para alguns analistas, parece a volta ao patamar médio da crise que ocorreu em 2008 e 2009. (EC)
PREFEITURA MUNICIPAL DE ANDRADINA
Protesto em Paris contra o fechamento da fábrica de automóveis PSA Aulnay
O
mercado europeu de carros enfraqueceu ainda mais nos últimos meses e, sem sinais de recuperação, alguns líderes da indústria esperam que governos reduzam a oposição ao fechamento de fábricas e cortes de empregos necessários para restaurar os lucros. No evento automotivo de Genebra ontem, executivos das principais montadoras, incluindo Ford, Fiat, Daimler e Renault, advertiram que a demanda na Europa ficaria fraca durante anos à medida que governos aplicam medidas de austeridade. "O mercado europeu não
está em uma condição que esperávamos há três meses", disse Dieter Zetsche, presidente-executivo da montadora alemã Daimler-Benz, refletindo o desânimo do setor em uma queda contínua das vendas na região. "A natureza sustentada da queda do mercado europeu está se tornando bastante clara, e ninguém espera agora um retorno para níveis pré-crise em qualquer horizonte visível", disse Guillaume Faury, chefe de estratégia na PSA Peugeot Citroen. "Então vai haver uma espécie de ajuste de contas nos níveis de produção europeus
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
FDE AVISA: TOMADAS DE PREÇOS A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para execução de Obras: CONCORRÊNCIA Nº - OBJETO - PRÉDIO - LOCALIZAÇÃO - PRAZO - ÁREA (se houver) - PATRIMÔNIO LÍQUIDO MÍNIMO P/ PARTICIPAR - GARANTIA DE PARTICIPAÇÃO - ABERTURA DA LICITAÇÃO (HORA E DIA) 69/00250/13/02 - Reforma de Prédio Escolar - EE Pe. Bento de Queiroz - Rua Antonio Maranho, 451 - Cep: 18860-000 Centro - Timburi/SP - 210 - R$ 44.385,00 - R$ 4.438,00 - 09:30 - 22/03/2013. 69/00253/13/02 - Restauro de Prédio Escolar - EE Luiz Chrisostomo de Oliveira - Praça Nove de Julho, 36 - Cep: 16300000 - Centro – Penápolis/SP - 210 - R$ 116.099,00 - R$ 11.609,00 - 10:00 - 22/03/2013. 69/00318/13/02 - Reforma de Prédio Escolar - EE Prof. Orestes Oris de Albuquerque - Rua Jonas Vilkas, s/nº - Cep: 18240000 - Vila Nova – Angatuba/SP - 150 - R$ 18.532,00 - R$ 1.853,00 - 10:30 - 22/03/2013. 69/00594/13/02 - Reforma de Prédio Escolar - EE Profa Adelina Pasquino Cassis - Rua Francisco P. de Oliveira, 2860 - Cep: 14402-082 - Jd. Eden – Franca/SP - 180 - R$ 39.190,00 - R$ 3.919,00 - 11:00 - 22/03/2013. 72/00083/13/02 - Construção de Cobertura de Quadra (Mini) em Estrutura Mista e Reforma de Prédio Escolar - EE Rev. José Borges dos Santos Jr - Rua Daniel Arcioni, 80 - Cep: 08051-080 - Limoeiro - São Paulo/SP - 150 - R$ 34.609,00 - R$ 3.460,00 - 14:00 - 22/03/2013. 73/00174/13/02 - Reforma de Prédio Escolar - EE Aristides de Castro - Rua Leopoldo Couto Magalhães Junior, 306 - Cep: 04542-000 - Itaim Bibi - São Paulo/SP - 150 - R$ 45.817,00 - R$ 4.581,00 - 14:30 - 22/03/2013. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital e o respectivo Caderno de Encargos e Composição do BDI na SEDE DA FDE na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP ou através da Internet pelo endereço eletrônico www.fde.sp.gov.br. Os interessados poderão adquirir o Edital completo através de CD-ROM a partir de 07/03/2013, na SEDE DA FDE, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, mediante pagamento não reembolsável de R$ 40,00 (quarenta reais). Todas as propostas deverão estar acompanhadas de garantia de participação, a ser apresentada à Supervisão de Licitações da FDE, conforme valor indicado acima. Os invólucros contendo a PROPOSTA COMERCIAL e os DOCUMENTOS DE HABILITAÇÃO deverão ser entregues, juntamente com a Solicitação de Participação, a Declaração de Pleno Atendimento aos Requisitos de Habilitação e a garantia de participação, no Setor de Protocolo da Supervisão de Licitações - SLI na SEDE DA FDE, até 30 minutos antes da abertura da licitação. Esta Licitação será processada em conformidade com a LEI FEDERAL nº 8.666/93 e suas alterações, e com o disposto nas CONDIÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DE LICITAÇÕES E CONTRATAÇÕES DA FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE. As propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital. HERMAN JACOBUS CORNELIS VOORWALD Respondendo pela Presidência Decreto s/nº de 03/10/2012
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FDE AVISA: CONCORRÊNCIAS A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que acha-se aberta licitação ç para execução ç de Construção ç de Prédio Escolar em Estrutura Pré-Moldada de Concreto: CONCORRÊNCIA Nº - PRÉDIO - LOCALIZAÇÃO - PRAZO - ÁREA (se houver) - PATRIMÔNIO LÍQUIDO MÍNIMO P/ PARTICIPAR - GARANTIA DE PARTICIPAÇÃO - ABERTURA DA LICITAÇÃO (HORA E DIA) 69/00498/13/01 - Terreno Cid. Aracy IV - Rua 133, s/nº Cidade Aracy - São Carlos/SP - 360 - 3.706,96 - R$ 751.450,00 - R$ 75.145,00 - 09:30 - 08/04/2013. 69/00499/13/01 - Terreno Jd. Bela Vista - Rua dos Corte, s/nº - Cep: 03835-000 Jardim Bela Vista - Conchal/SP - 360 3.156,77 - R$ 539.600,00 - R$ 53.960,00 - 10:00 - 08/04/2013. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital e o respectivo Caderno de Encargos e Composição do BDI na SEDE DA FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP ou através da Internet pelo endereço eletrônico www.fde.sp.gov.br. Os interessados poderão adquirir o Edital completo através de CD-ROM a partir de 07/03/2013, na SEDE DA FDE, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, mediante pagamento não reembolsável de R$ 50,00 (cinquenta reais). Todas as propostas deverão estar acompanhadas de garantia de participação, a ser apresentada à Supervisão de Licitações da FDE, conforme valor indicado acima. Os invólucros contendo a PROPOSTA COMERCIAL e os DOCUMENTOS DE HABILITAÇÃO deverão ser entregues, juntamente com a Solicitação de Participação, a Declaração de Pleno Atendimento aos Requisitos de Habilitação e a garantia de participação, no Setor de Protocolo da Supervisão de Licitações - SLI na SEDE DA FDE, até 30 minutos antes da abertura da licitação. Esta Licitação será processada em conformidade com a LEI FEDERAL nº 8.666/93 e suas alterações, e com o disposto nas CONDIÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DE LICITAÇÕES E CONTRATAÇÕES DA FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE. As propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital. HERMAN JACOBUS CORNELIS VOORWALD Respondendo pela Presidência Decreto s/nº de 03/10/2012
DMCARD Cartões de Crédito S.A. CNPJ/MF: 16.581.207/0001-37 – NIRE: 35300439295 Ata de AGE, realizada em 18 de Fevereiro de 2013. I.Data,Hora e Local:18/02/13, 14hs, na sede.II.Convocação e Presença:Dispensada, estando presentes a totalidade do capital social: (i) Denis César Correia, RG nº 20.446.916-8, e CPF/MF nº 103.540.518-06;(ii) Juan Pablo Garcia Agudo, RNE nº W354116-0, e CPF/ MF nº 089.123.768-29; e (iii) Willian Brunelli de Souza, RG nº 33.120.226-8, e CPF/MF nº 368.727.038-65. III. Mesa: Denis César Correia-Presidente, e Juan Pablo Garcia Agudo-Secretário. IV. Deliberações: Analisada, discutida e votada a matéria constante na Ordem do Dia, os acionistas deliberaram, por unanimidade de votos e sem quaisquer ressalvas, aprovar, nos termos do Artigo 9, item “g”, do Estatuto Social da Cia., a realização da Operação.Ademais, autorizar, por unanimidade de votos, a Diretoria da Cia.a (i) tomar todas as providências necessárias à realização da Operação;(ii) celebrar todos os documentos, inclusive contratos de garantia, e praticar todos os atos necessários à efetivação da Operação;(iii) contratar os prestadores de serviços que se fizerem necessários no âmbito da Operação; e (iv) ratificar todos os atos relativos à Operação que tenham sido praticados anteriormente pela Diretoria da Cia..V.Encerramento:Nada mais.SP, 18/02/2013.Denis César Correia - Presidente;Juan Pablo Garcia Agudo - Secretário.Acionistas:Denis César Correia;Juan Pablo Garcia Agudo;Willian Brunelli de Souza. Jucesp nº 91.948/13-7 em 28/02/2013. Gisela S. Ceschin-Secr. Geral.
nos próximos cinco anos, levando os governos a mudar sua postura e incentivar a reestruturação, em vez de se opor a isso", previu ele. Salários – As vendas de carros novos nos 27 países membros da União Europeia caíram 8,2% em 2012, nível mais baixo em 17 anos, com a renda dos consumidores reduzidas pelo aumento dos preços, salários baixos e medidas de austeridade. Ontem, funcionários franceses fizeram um protesto em Paris, levando bandeiras e faixas, contra o fechamento da fábrica de automóveis PSA Aulnay. (Reuters)
A Comissão Permanente de Julgamento de Licitação torna público o resultado do julgamento da documentação referente ao Processo Licitatório nº 16/2013, Chamada Pública 02/2013, que tem como objeto o credenciamento de empresa jornalística qualificada para a prestação de serviços nas atividades de mídia impressa (jornal), mídia digital e mídia eletrônica (rádios AM e FM), para divulgação de campanhas, programas, obras, serviços da Administração Municipal. Após ánalise da documentação a CPJL deliberou na forma constante da tabela abaixo: Credenciada Não credenciada Motivação do Empresa para os itens para os itens não credenciamento Maria de Fátima Oyo Oliveira - ME – 01 e 04 Item 4.3.1 – certidão negativa da Faz. Municipal Item 4.3.2 – certidão negativa INSS Item 4.3.1 – certidão negativa da Faz. Municipal Silva Leal Agência de Publicidade Ltda. – 04 Item 4.3.2 – certidão negativa INSS Item 4.3.3 – certidão negativa FGTS Editora Folha de Noticias Ltda. - ME 01 e 04 02 e 03 Atividade incompatível com o objeto do item. Editora Gráfica Dorival Donizete Barbosa Ltda. - Epp 01 e 04 02 e 03 Atividade incompatível com o objeto do item. Editora Clube Ltda. - ME 01 – – Editora Dinâmica S/C Ltda. - ME 01 – – José Carlos Bossolan - ME – 01 e 04 Item 4.3.2 – certidão negativa INSS Visão Assessoria de Comunicação Ltda. – 01 Item 4.3.3 – certidão FGTS Melissa Caroline Gonçalves Baleroni Oquiucci - ME 01 e 04 – – Som Três Radiodifusão Ltda. - ME 02 – – Rádio Cidade Andradina Ltda. - ME 02 – – Rádio Andradina Ltda. - ME 03 – – Flavia Regina de Avelar Gomes 01 – – Dorivaldo de Oliveira Bernardo - ME – 01 e 04 Item 4.3.1 – certidão negativa da Faz.Federal Maria das Graças Paulino Garcia 01 – – As empresas enquadradas como Microempresas ou Empresas de Pequeno Porte poderão fazer uso do benefício previsto no art. 43 da Lei Complementar 123/06, devendo proceder à sua regularização fiscal, no prazo de 02 dias úteis contado da data da publicação desta decisão. Andradina/SP, 26 de fevereiro de 2013. Paulo Henrique Bernardoni Caldas – Presidente da CPJL.
Sisgraph Ltda CNPJ/MF nº 54.512.587/0001-47 – NIRE 35.207.481.074 Extrato da 15ª Alteração do Contrato Social Pelo presente instrumento particular, as abaixo assinadas: (1) Comercial e Importadora Wild Ltda., inscrita no CNPJ sob nº 01.905.120/0001-09 e na JUCESP sob o NIRE 35.214.557.030, neste ato representada por seu representante legal, o Sr. Danilo Bonassi Lapastini, portador do RG nº 15.276.079-9 SSP/SP e do CPF nº 093.482.138-06 (“CIW”); (2) Hexagon Metrology Sistemas de Medição Ltda., inscrita no CNPJ sob nº 04.079.384/0001-30 e na JUCESP sob o NIRE 35.216.524.546, neste ato representada por seu representante legal, o Sr. Danilo B. Lapastini, acima qualificado (“Hexagon”); na qualidade de únicas sócias desta sociedade, doravante denominada “Sociedade”; e, na qualidade de sócias ingressantes, Leica Geosystems do Brasil Com., Importação e Participações Ltda., inscrita no CNPJ sob nº 09.161.921/0001-00 e na JUCESP sob o NIRE 35.221.780.555, neste ato representada por seu representante legal, o Sr. Danilo Bonassi Lapastini, acima qualificado; e Leica Geosystems SL, sociedade constituída de acordo com as leis da Espanha, com sede em Calle Nicaragua 46-2, Barcelona, Espanha, inscrita no CNPJ sob nº 09.556.783/0001-69, neste ato representada por seu representante legal, o Sr. Danilo Bonassi Lapastini, acima qualificado, têm entre si, justo e contratado, alterar o Contrato Social da Sociedade de acordo com os seguintes termos e condições: 1. Resolvem as sócias aprovar o Protocolo e Justificação de Incorporação (“Protocolo”), celebrado em 16/11/2012, entre a Sociedade e a Comercial e Importadora Wild Ltda., inscrita no CNPJ sob nº 01.905.120/0001-09 e na JUCESP sob o NIRE 35.214.557.030, que descreve a proposta de incorporação da totalidade do patrimônio da CIW pela Sociedade. Assim, o Protocolo passa a integrar esse instrumento como seu Anexo 1. 2. As sócias decidem ratificar a nomeação, como peritos avaliadores do patrimônio líquido da CIW, a empresa especializada APSIS Consultoria e Avaliações Ltda., inscrita no CNPJ sob o nº 08.681.365/0001-30. 3. As sócias resolvem aprovar o laudo de avaliação do acervo líquido da CIW a ser vertido para a Sociedade (“Laudo de Avaliação”), elaborado pelos peritos avaliadores da empresa especializada acima qualificada, em consonância com as condições estipuladas no Protocolo para a realização da operação em questão, os quais passam a constituir partes integrantes do presente instrumento como Anexo 2. 4. Tendo em vista a aprovação do Protocolo e do Laudo de Avaliação pela totalidade das sócias da Sociedade, restou definitivamente aprovada a incorporação, pela Sociedade, da CIW, a qual fica extinta e sucedida em todos os direitos e obrigações pela Sociedade. 5. As sócias resolvem consignar que o capital social da Sociedade permanecerá inalterado, uma vez que a operação de incorporação não implicará aumento do capital social da Sociedade, não havendo, portanto, emissão de novas quotas da Sociedade em decorrência da referida operação de incorporação. 6. Em consequência da incorporação ora aprovada e sem prejuízo do disposto no item 5 acima, as quotas de emissão da Sociedade anteriormente detidas pela CIW serão atribuídas à sócia da CIW, em substituição às quotas representativas do capital social da CIW que serão canceladas em função de sua extinção, conforme segue: (i) 14.499 quotas, no valor nominal total de R$ 1.449.900 são distribuídas à sócia Leica Geosystems do Brasil Com., Import. e Participações Ltda., acima qualificada; e (ii) 1 quota, no valor nominal total de R$ 100,00 permanece de titularidade da sócia Hexagon Metrology Sistemas de Medição Ltda. 7. Em vista das deliberações tomadas acima, o capital social da Sociedade deve ser alterado, passando a Cláusula 5ª do Contrato Social da Sociedade a vigorar com a seguinte redação: “Cláusula 5ª – O capital social, totalmente subscrito e integralizado, em moeda corrente nacional, é de R$ 1.550.000,00, dividido em 15.500 quotas, com valor nominal de R$ 100,00 cada, assim distribuídas entre os sócios: Sócio: Leica Geosystems do Brasil Comércio, Importação e Participações Ltda.; Quotas: 14.499; Valor: R$ 1.449.900,00. Sócio: Hexagon Metrology Sistemas de Medição Ltda.; Quotas: 1; Valor: R$ 100,00. Total de quotas: 15.500; Valor Total: R$ 1.550.000,00. § 1º – Nos termos do art. 1.056, caput e § 1º, da Lei nº 10.406/02, as quotas do capital social são indivisíveis em relação à sociedade. Cada quota dará direito a um voto nas deliberações sociais. § 2º – Nos termos do art. 1.052 do Código Civil (Lei nº 10.406/2002), a responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas quotas, mas todos respondem solidariamente pela integralização do capital social. § 3º – Inexiste responsabilidade subsidiária dos sócios pelas obrigações sociais.” 8. Ademais, resolvem as sócias que os administradores da Sociedade ficam, desde já, autorizados a tomar todas as providências necessárias à formalização do ora aprovado nesta Alteração de Contrato Social. 9. Por fim, as sócias resolvem consolidar o Contrato Social da Sociedade, cuja nova redação na íntegra foi levada a registro perante a JUCESP acompanhada desta Ata. E por estarem assim justas e contratadas, as partes assinam o presente instrumento em 3 vias de igual teor e forma. São Paulo, 30/11/2012. (ass.) Comercial e Importadora Wild Ltda. – p. Danilo B. Lapastini, Hexagon Metrology Sistemas de Medição Ltda. – p. Danilo B. Lapastini, Leica Geosystems do Brasil Com., Import. e Participações Ltda. – p. Danilo B. Lapastini, Leica Geosystems SL – p. Danilo B. Lapastini. JUCESP – Certifico o registro sob o nº 546.514/12-1 em 21/12/2012. Gisela Simiema Ceschin – Secretária Geral.
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FDE AVISA: Pregão Eletrônico de Registro de Preços nº 36/00115/13/05 OBJETO: AQUISIÇÃO DE KITS DE EQUIPAMENTOS PARA LABORATÓRIO DE FÍSICA. A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para: Aquisição de Kits de Equipamentos para Laboratório de Física. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital a partir de 06/03/2013, no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br ou na sede da FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, ou verificar o edital na íntegra, através da Internet no endereço: http://www.fde.sp.gov.br. A sessão pública de processamento do Pregão Eletrônico será realizada no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br, no dia 20/03/2013, às 09:30 horas, e será conduzida pelo pregoeiro com o auxílio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epígrafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital e seus anexos e serão encaminhadas, por meio eletrônico, após o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do início do prazo para envio da proposta eletrônica será de 06/03/2013, até o momento anterior ao início da sessão pública. HERMAN JACOBUS CORNELIS VOORWALD Respondendo pela Presidência Decreto s/nº de 03/10/2012
PREFEITURA MUNICIPAL DE PEREIRA BARRETO/SP Extrato de Contrato CONTRATO ADMINISTRATIVO Nº 5.182/2013 INEXIGIBILIDADE 003/2013 PROCESSO 580/2013 Contratada: BJSA – Associação Brasileira de Jet Ski. Objeto: A CONTRATADA, obriga-se a organização, promoção e execução da 1ª Etapa do Campeonato Brasileiro de Jet Ski em Pereira Barreto. Valor: R$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil reais). Vigência: 18 de março de 2013. Pereira Barreto, 08 de fevereiro de 2013. Arnaldo Shigueyuki Enomoto - Prefeito
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SANTA GERTRUDES Tomada de Preços 01/2013
A Prefeitura do Município de Santa Gertrudes, com Paço Municipal à Rua 01A, 332, Centro, Santa Gertrudes/SP, torna público, para conhecimento de interessados, que acha-se aberta a Tomada de Preços 01/2013, que objetiva a contratação de empresa para fornecimento de toda a infra-estrutura visando a realização da XXII Festa do Peão de Boiadeiro de Santa Gertrudes. O edital completo poderá ser retirado das 09:00 às 16:00 horas, de segunda a sexta-feira, mediante o recolhimento da taxa de R$ 50,00 (cinqüenta reais). Será exigido o cadastramento prévio. Os envelopes com a documentação e a proposta deverão ser protocolados no Paço Municipal até às 9:30 horas do dia 22/03/2013 sendo que a abertura dos mesmos será neste mesmo dia às 10:00 horas. Santa Gertrudes/SP, 05/03/2013. Danielle Zanardi Leão – Comissão de Licitações.
FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL Conforme informação da Distribuição Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, foram ajuizados no dia 05 de março de 2013, na Comarca da Capital, os seguintes pedidos de falência, recuperação extrajudicial e recuperação judicial: Requerente: Disbra Diesel Comércio de Derivados de Petróleo Ltda. Requerido: Irga Lupércio Torres S/A. Avenida Raimundo Pereira de Magalhães, 10.535 – Pirituba - 2ª Vara de Falências. Requerente: Nylma Fotossensíveis Ltda. Requerido: Ultraprint Impressora Ltda. Rua Achilles Orlando Curtolo, 597/617 – Parque Industrial Tomas Edson - 1ª Vara de Falências. Recuperação Judicial Requerente: Comercial Importação e Exportação Cantareira Ltda. Requerido: Comercial Importação e Exportação Cantareira Ltda. Rua Borges de Figueiredo, 1.110 a 1.250 – Mooca - 1ª Vara de Falências.
PREFEITURA MUNICIPAL DE PINDAMONHANGABA EDITAL RESUMIDO PREGÃO Nº 013/2013 A Prefeitura torna público que se acha aberto no Depto. de Licitações e Compras, sito na Av. N. Sra. do Bom Sucesso, n° 1.400, Bairro Alto do Cardoso, o PP nº 13/13, referente à “Aquisição de materiais hidráulicos para serem utilizados em diversas manutenções pelo Departamento de Obras e Viação e Subprefeitura de Moreira César”, com encerramento dia 18/03/13, às 8h, e abertura às 8h30. O edital estará disponível no site www.pindamonhangaba.sp.gov.br. Maiores informações poderão ser obtidas no endereço supra das 8h às 17h ou através do tel.: (12) 3644-5600. Pindamonhangaba, 05 de março de 2013.
DMCARD CARTÕES DE CRÉDITO S.A. CNPJ/MF: 16.581.207/0001-37 - NIRE: 35300439295 Ata de AGE de Re-Ratificação da AGE, realizada em 20/8/2012. I. Data, Hora e Local: Aos 18/1/2013, às 14hs, na sede. II. Convocação e Presença: Dispensada, estando presentes a totalidade do capital social da Companhia, quais sejam: (i) Denis César Correia, RG nº 20.446.916-8 e CPF/MF nº 103.540.518-06; (ii) Juan Pablo Garcia Agudo, RNE nº W354116-0 e CPF/MF nº 089.123.768-29; e (iii) Willian Brunelli de Souza, RG nº 33.120.226-8 e CPF/MF nº 368.727.038-65. III. Mesa: Denis César Correia-Presidente e Juan Pablo Garcia Agudo-Secretário. IV. Ordem do Dia: Deliberar sobre a re-ratificação da ata da AGE da Cia.realizada em 20/8/2012, registrada na JUCESP nº 399.363/12-9 em 14/09/2012, que deliberou sobre a 1ª emissão, pela Cia., de debênture simples, com participação nos lucros, em série única (“Debênture”) para distribuição privada, no valor de R$100.000,00 (“Emissão”). V. Deliberações: Analisada, discutida e votada a matéria constante na Ordem do Dia, os acionistas deliberaram, por unanimidade de votos e sem quaisquer ressalvas, aprovar, nos termos do Art. 9, item “h”, do Estatuto Social, a re-ratificação das características da Emissão, a qual terá as seguintes características e condições: (i) Valor Total da Emissão:O valor total da Emissão será de até R$ 100.000,00;(ii) Nº da Emissão: Esta Emissão representa a 1ª emissão de Debênture da Companhia; (iii) Nº de Séries: A Emissão será realizada em uma única série; (iv) Quantidade de Debêntures: A Cia. emitirá debênture única; (v)Valor Nominal Unitário da Debênture: A Debênture terá valor nominal unitário, na data de sua emissão, de R$100.000,00, correspondendo, em razão da emissão de Debênture única, ao valor total da Emissão (“Valor Nominal Unitário”); (vi) Conversibilidade,Tipo e Forma: A Debênture será simples, não conversível em ações de qualquer natureza da Cia., da forma nominativa, e não contará com a emissão de certificados. A titularidade da Debênture será comprovada pelo mecanismo previsto no “Instrumento Particular de Escritura da 1ª Emissão de Debênture Simples, com Participação nos Lucros, em Série Única, da DMCARD Cartões de Crédito S.A.”(“Escritura de Emissão”);(vii) Espécie e Garantia:A Debênture não gozará de qualquer garantia;(viii) Prazo e Data deVencimento:A Debênture vencerá no dia 01/3/2018, ressalvadas as hipóteses de eventos de vencimento antecipado previstas na Escritura de Emissão;(ix) Amortização doValor Nominal Unitário: OValor Nominal Unitário será pago em parcela única, na Data de Vencimento, ressalvadas as hipóteses de eventos de vencimento antecipado da Debênture previstas na Escritura de Emissão; (x) Procedimento de Colocação: A Debênture será objeto de distribuição privada, sem qualquer esforço de venda perante qualquer outro investidor que não o indicado na Escritura de Emissão, e sem a intermediação de quaisquer instituições financeiras integrantes do sistema de distribuição de valores mobiliários; (xi) Negociação: A Debênture não será registrada para negociação em qualquer sistema organizado ou mercado regulamentado de valores mobiliários, mas será registrada para custodia na CETIP S.A. - Mercados Organizados (“CETIP”). A negociação da Debênture somente poderá ser feita pelo investidor da Debênture da maneira indicada na Escritura de Emissão; (xii) Formas de Subscrição e Integralização: A Debênture será subscrita e integralizada por 100% de seu Valor Nominal Unitário.A Debênture será subscrita em até 60 dias contados da data de sua emissão, com integralização à vista no ato da subscrição, em moeda corrente nacional, da maneira indicada na Escritura de Emissão; (xiii) Remuneração: A Debênture será remunerada em forma de participação nos lucros da Companhia, nos termos do Art. 56 da Lei das Sociedades por Ações, conforme os termos e condições do Anexo B da Escritura de Emissão (“Remuneração”).A Remuneração será paga semestralmente no primeiro Dia Útil dos meses de março e setembro de cada ano, sendo o primeiro pagamento devido em 02/9/2013 e o último na Data de Vencimento, ressalvadas as hipóteses de eventos de vencimento antecipado da Debênture descritas na Escritura de Emissão. Para os fins desta ata e conforme indicado na Escritura de Emissão, “dia útil” significa o dia em que haja expediente comercial e bancário nas cidades de São Paulo e de São José dos Campos, ambas no Estado de São Paulo (“Dia Útil”); (xiv) Destinação dos Recursos: Os recursos obtidos por meio da Emissão destinar-se-ão ao desenvolvimento das atividades da Companhia previstas em seu objeto social; (xv) Vencimento Antecipado: O investidor da Debênture poderá declarar antecipadamente vencidas todas as obrigações constantes na Escritura de Emissão e exigir o imediato pagamento, pela Companhia, do valor da Debênture, devidamente ajustado pela Remuneração devida até a data do seu efetivo pagamento, acrescida dos demais encargos e penalidades, na ocorrência das hipóteses previstas na Escritura de Emissão; (xvi) Forma de Pagamento: Os pagamentos a que fizer jus o investidor da Debênture serão efetuados pela Companhia no dia de seu respectivo vencimento em moeda corrente nacional, por meio dos procedimentos previstos na Escritura de Emissão;(xvii) Prorrogação dos Prazos: Considerar-se-ão prorrogados os prazos referentes ao pagamento de qualquer obrigação prevista na Escritura de Emissão, até o 1º Dia Útil subsequente, sem nenhum acréscimo aos valores a serem pagos, ressalvados os casos cujos pagamentos devam ser realizados através da CETIP, hipótese em que somente haverá prorrogação quando a data de pagamento coincidir com feriado nacional, sábado ou domingo; e (xviii) Resgate Antecipado: A Debênture poderá ser resgatada antes da Data deVencimento, com a anuência expressa, por escrito, do subscritor da Debênture, caso todas e quaisquer obrigações existentes entre a Companhia e o subscritor da Debênture (incluindo seus gestores, administradores e empresas do seu grupo econômico) tenham sido adimplidas pela Companhia, incluindo, mas não se limitando, às obrigações descritas na Escritura de Emissão.No caso de resgate antecipado da Debênture, a Companhia ficará obrigada ao pagamento de multa não compensatório em valor equivalente a 10% da maior Remuneração apurada e paga pela Companhia nos termos desta Escritura de Emissão, além dos demais valores previstos a Escritura de Emissão.Ademais, ficam ratificadas, nos termos em que se encontram redigidas, todas as outras cláusulas, itens, características e deliberações constantes da ata da AGE da Cia. realizada em 20/8/2012. VI. Encerramento: Nada mais. São Paulo, 18/1/2013. Denis César Correia-Presidente e Juan Pablo Garcia Agudo-Secretário. Acionistas: Denis César Correia, Juan Pablo Garcia Agudo e Willian Brunelli de Souza.Jucesp nº 91.947/13-3 em 28/2/2013.Gisela Simiema Ceschin-Secretária Geral.
Sindicato dos Empregados Operacionais e Administrativos das Empresas de Segurança, Vigilância e Seus Anexos de São Paulo. CNPJ. 73.322.810/0001-38 - Sede e foro em São Paulo/SP., na Rua do Ouvidor, 54 - 2º Andar,CEP 01005-030. Contribuição Sindical Urbana - Exercício 2013 - Edital de Notificação. Ficam notificadas por este edital, todas as empresas de atividade econômica de segurança e vigilância privada, cursos de formação de vigilantes, empresas de segurança eletrônica monitorada, atividades enexas e similares à vigilância privada, bem como empresas de atividades diversas da segurança privada, que empregam trabalhadores no serviço orgânico de segurança patrimonial e pessoal, conforme Lei 7.102/83 e suas alterações, e Portarias MJ 387/2006 e 515/2007; para que efetuem o desconto da contribuição sindical na folha salarial do mês de março/2013, no valor equivalente a 1/30 (um trinta) avos da remuneração mensal de cada empregado, operacional e/ou administrativo, ou seja, todos aqueles que não são vigilantes, independentemente da ocupação funcional exercida se derivada da atividade profissional de vigilância, conforme o CBO. O pagamento da contribuição sindical descontada dos empregados acima é devido a este sindicato notificante, e, se dará até o dia 30/04/2013, perante a Caixa Econômica Federal Ag. 0237 - Conta 003.100728-2 Código Sindical 022.239.04393-7, preferencialmente; “internet banking www.caixa.gov.br” ou através de guia padronizada do Sindicato se solicitada em tempo, para o pagamento através do sistema de compensação bancária incluindo casas lotéricas. Após o prazo, a empresa arcará com o acréscimo de juros de 1% (um por cento) ao mês ou fração e multa de 10% (dez por cento) no primeiro mês, acrescida de mais 2% (dois por cento) ao mês ou fração subseqüente até a data da quitação, sem prejuízo de cominações judiciais previstas em lei. A contribuição sindical é obrigatória e está prevista na CLT - Arts 578 - 579 - 580 - 582 - 583 -584 - 586 e 602, abrangendo todos os trabalhadores, sindicalizados e não sindicalizados, da base territorial intermunicipal regional, nos municípios de: São Paulo, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e Diadema - SP. As empresas ficam obrigadas a fornecer ao sindicato no máximo em 30 (trinta) dias após o pagamento, cópia autenticada pelo estabelecimento bancário, tendo anexa à relação dos empregados contribuintes, conforme a OJ. TST - PN 41. São Paulo, 05/03/2013. Valdemar Donizete de Oliveira - Presidente - RG 18.568.215 SSP/SP.
Queiroz Galvão Mac Cyrela Veneza Empreendimento Imobiliário S.A. CNPJ/MF Nº 07.289.808/0001-80 - NIRE 35.300.327.918 Extrato da Ata da Assembleia Geral Extraordinária de 25/09/2012 Data, Hora e Local: 25/09/2012, às 11:30hs, na sede, na Av. Engº Roberto Zuccolo, 555, 1º and., sl. 1001, parte, SP/SP. Convocação: Dispensada. Presença: Totalidade do capital. Mesa. Presidente: Claudio Carvalho de Lima, Secretário: Arno Stupp. Deliberações Aprovadas: Eleição da Diretoria, com mandato de 1 ano, a partir desta data: Diretores Classe A: Rafael Novellino, brasileiro, casado, economista, RG nº 2.455.760-2 SSP/SP e CPF/MF nº 021.174.018-72, e Claudio Carvalho de Lima, brasileiro, casado, advogado, RG nº 13.885.242-X SSP/SP e CPF/MF nº 162.366.488-83, ambos residentes em SP/SP; Diretores Classe B: Frederico Jorge de Farias Pereira, brasileiro, divorciado, engenheiro civil, RG 1.167.539 SSP/PE, CPF/MF nº 128.457.604-34, Arno Stupp, brasileiro, divorciado, administrador de empresa, RG 1.120.985 SSP/PE, CPF/MF 018.453.734-72, ambos residentes em Recife/PE, os quais declararam, sob as penas da lei, não estarem incursos em nenhum dos crimes que os impeça de exercer a atividade mercantil. Aos Diretores será atribuída a remuneração global anual de R$ 300,00. Ficam ratificados todos os atos praticados anteriormente pelos Diretores ora eleitos. Encerramento: Nada mais, lavrou-se a ata. Acionistas: Cyrela Brazil Realty S.A. Empreendimentos e Participações; Queiroz Galvão Desenvolvimento Imobiliário S.A., Mac Empreendimentos Imobiliários Ltda., Mac Participações Ltda. e PDG Realty S.A. Empreendimentos e Participações. Diretores: Rafael Novellino, Claudio Carvalho de Lima,Arno Stupp, Frederico Jorge de Farias Pereira. JUCESP nº 69.371/13-1 em 07.02.13. Gisela Simiema Ceschin - Sec. Geral.
PREFEITURA MUNICIPAL DE PINDAMONHANGABA PREGÃO Nº 014/2013 A Prefeitura torna público que se acha aberto no Depto. de Licitações e Compras, sito na Av. N. Sra. do Bom Sucesso, n° 1.400, Bairro Alto do Cardoso, o PP nº 14/13, referente à “Aquisição de materiais diversos a serem utilizados em diversas obras e manutenção no município de Pindamonhangaba”, com encerramento dia 18/03/13, às 13h30, e abertura às 14h. O edital estará disponível no site www.pindamonhangaba.sp.gov.br. Maiores informações poderão ser obtidas no endereço supra das 8h às 17h ou através do tel.: (12) 3644-5600. Pindamonhangaba, 05 de março de 2013.
Empresa Diana Paolucci S/A Ind. e Comércio, situada na Cidade de São Paulo, à Rua Dom Bosco, nº 704, Bairro Mooca, CEP: 03105-020, com inscrição estadual sob nº 149.532.958.113, inscrita no CNPJ/MF sob nº 60.715.703/0004-70, comunica o extravio de 01 (um) talão de Notas Fiscais, modelo 01, de nº 01 ao nº 1000, aidf 160201149907, todas em branco.
AVISO DE LICITAÇÃO. MODALIDADE: Pregão Presencial 017/2013, PROCESSO: 124/2013, OBJETO RESUMIDO: Registro de preços de diversos gêneros alimentícios estocáveis, DATA E HORA DA LICITAÇÃO: 20/03/2013, às 09h00, LOCAL DA LICITAÇÃO: Sala de Licitações do Paço Municipal, na Praça Cel. Brasílio Fonseca, 35, Centro, Guararema – SP. O Edital poderá ser lido e obtido na íntegra no Paço Municipal de Guararema, na Praça Cel. Brasílio Fonseca, 35, Centro, Guararema/SP, no período das 08h30min às 16h00. Os interessados poderão obter o Edital por e-mail, enviando mensagem eletrônica para o endereço licitacao@guararema.sp.gov.br, informando os dados da empresa, a modalidade e o número da licitação. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 4693-8016. MARCIO LUIZ ALVINO DE SOUZA, Prefeito Municipal
Aempresa SINGULAR ASSESSORIA E CONSULTORIA EMPRESARIAL LTDA, situada em Barueri/SP,àAv.Diretriz,nº640-BairroJdMutinga,InscriçãoMunicipalnº453803-5eCNPJnº06.173.312/000183, comunica o extravio do livro de registro de recebimento de impressões fiscais modelo 57 da Prefeitura.
O empresário individual Marcelo Quintino - ME, CNPJ: 08.743.730/0001-94, CCM: 3.619.261-9 e I.E: 149.636.958.117, comunica o extravio dos talões de NF Série D, de 351 a 400, sendo utilizados do nº 351 ao n° 400.
COMUNICADO
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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e
quarta-feira, 6 de março de 2013
A velocidade chega a 8 metros por segundo, em média, nos hospitais. Nas indústrias, pode ser de 12 metros por segundo. Luiz Antonio de Oliveira, diretor comercial da Aerocom Transporte Pneumático
conomia
As cápsulas mensageiras que resistem ao tempo Fotos divulgação
O correio pneumático, que ainda hoje leva produtos e cartas por meio de tubos em empresas e hospitais, é usado em grandes cidades do mundo desde o século 19.
planta, com corredores com 180 metros de extensão distribuídos em quatro pavimentos. "Por exemplo, um colaborador que entregou, em um único dia, dez pedidos de urgência de medicamentos no Alojamento Conjunto, provenientes da Farmácia Central, caminhou cerca de 3 quilômetros e embarcou 20 vezes no elevador. Toda esta maratona consumiu, boa parte de sua jornada de trabalho, tempo que poderia ser melhor aproveitado em procedimentos de maior relevância para a assistência dos nossos pacientes." O Centro Empresarial de São Paulo conta com o sistema de correio pneumático desde sua inauguração, em 15 de abril de 1977. "Era um serviço ultramoderno para a época", explica Julio Cezar Sanchez Cruz, do Departamento Administrativo Financeiro. E ainda o é hoje. O sistema atende os seis blocos de oito andares cada e um bloco com dois andares, num total de cerca de 50 empresas instaladas, além de um shopping center. "São entregues cerca de 2.500 unidades ao mês, numa velocidade de 60 quilômetros por hora."
Marisa Folgato
N
ada de motoboys, c o n t í n u o s , s e g uranças, enfermeiros. Dinheiro de caixas de pedágios, bancos ou supermercados, medicamentos e material para exames médicos, amostras da produção industrial e até doações feitas por fiéis em igrejas estão, cada vez mais, sendo transportados sem deslocamento de pessoal. Basta colocar o material em uma cápsula, enfiar numa rede de tubos, que pode interligar setores, andares ou vários prédios, e pronto. Do outro lado da conexão, metros e metros depois, a "mercadoria" vai surgir intacta, exatamente nos locais determinados, como tesourarias, cofres e laboratórios. É o chamado correio ou transporte pneumático. Os recipientes são propulsionados na rede de tubos por meio de ar comprimido produzido por um compressor ou por vácuo. "A velocidade chega a 8 metros por segundo, em média, nos hospitais. Nas indústrias, pode ser de 12 metros por segundo", explica Luiz Antonio de Oliveira, diretor comercial da Aerocom Transporte Pneumático, empresa alemã, uma das maiores fabricantes no mundo. De acordo com Oliveira, há materiais hospitalares que não podem avançar tão rápido, por exemplo, por conta da segurança. "O sistema permite controlar a velocidade em função do que vai ser transportado." A tubulação pode ser de PVC, aço galvanizado ou inox e até passar sob ruas e avenidas. "A escavação é feita sem interferir no trânsito, por meio de equipamento semelhante ao usado no metrô, guardadas as proporções." Ele ressalta vantagens como rapidez, segurança e economia de pessoal. Segundo Oliveira, o mercado vem crescendo nos últimos anos e o equipamento se paga em um ano de uso. O Hospital Sírio-Libanês vai investir este ano R$ 1,5 milhão para ampliar e modernizar seu sistema de transporte pneumático. A instituição já conta com o serviço desde 2001 para movimentar medicamentos da farmácia central para os andares e materiais para exames até o laboratório. De acordo com o superintendente de Engenharia e Logística do hos-
Condomínio
No alto, funcionário coloca cápsula no sistema do Centro Empresarial de São Paulo. As duas fotos acima mostram as cápsulas e os tubos. Ao lado, as caixas de correio do condomínio empresarial.
pital, Rodrigo Macedo, hoje os quatro blocos contam com quatro linhas e 41 estações, com 880 "viagens" diárias. Apenas a farmácia central movimenta pelos tubos 2 mil dos 8 mil produtos entregues todos os dias, sem contar a movimentação do laboratório. "O tempo médio de envio é de 40 segundos. Imagine quanto tempo levaria um funcionário para se deslocar, pegar elevador. Ganhamos na qualidade do atendimento, na velocidade e na redução do custo com pessoal", garante Macedo. Segundo o superintendente, o hospital, na ampliação, receberá mais cinco linhas e
42 estações, com 2 mil movimentações diárias. O novo sistema contará com controle de velocidade. "Hoje, alguns medicamentos manipulados, por exemplo, têm de ser levados por mensageiros, uma vez que o transporte pneumático é rápido demais e pode prejudicar." Medicamentos controlados também não seguem pela rede, por segurança. O novo sistema, com uso de um tipo de rádio frequência, vai melhorar a rastreabilidade. Hospitais públicos também já contam com a rede de transporte pneumático. O sistema do OSS Santa Marcelina Hospi-
tal Cidade Tiradentes, na zona leste da Capital paulista, por exemplo, tem 600 metros de tubos e 17 estações. "Houve ganho de velocidade, segurança e aproveitamento do pessoal. O sistema registra em média 16 mil envios mensais, que contribuem de forma positiva com a logística da farmácia e do laboratório, uma vez que, antes da implantação, estas entregas eram feitas por colaboradores", diz a administradora do hospital, Renata Souza Lopez. "Os profissionais das áreas assistenciais se ausentam menos do setor, sobrando mais tempo para o desempenho de suas
funções principais. A distribuição dos medicamentos passou a ocorrer via transporte pneumático já separado por pacientes. Os subestoques de medicamentos existentes em algumas Unidades Assistenciais foram retirados, o que facilitou o rastreamento dos medicamentos e o controle de custos." De acordo com Renata, o transporte de medicamentos e amostras laboratoriais representa um grande desafio logístico para qualquer hospital. A administradora ressalta que ele é ainda maior no Cidade Tiradentes por conta das dimensões do prédio e de sua
O sistema do Centro Empresarial, porém, não possibilita uma ligação ponto-a-ponto entre as empresas. Tudo que é mandado pelos dutos, a vácuo, vai para a Central de Correspondências e Correio Pneumático, onde trabalham seis funcionários do Condomínio. Dali, conforme descrito na cápsula, o material é encaminhado ao destinatário pelos dutos do bloco e andar correspondentes. Cada duto tem aproximadamente 150 metros da Central, caminhando pelas galerias até o destino de cada um dos blocos (correspondente a oito andares). "Dois exaustores são responsáveis pelo funcionamento e transporte destas cápsulas pneumáticas, e alavancas de desvio são acionadas para o direcionamento ao andar correspondente." O sistema geralmente movimenta correspondências, envelopes, documentos, jornais, revistas. "Não podem ser transportados valores e objetos que quebrem." O correio pneumático, segundo Cruz, trouxe agilidade na entrega. "O deslocamento de um funcionário de um bloco a outro, incluindo acesso a elevadores acarreta um tempo que com certeza, poderá ser de extrema importância tanto para o remetente quanto para o destinatário", diz Cruz. "Além disso, a mão-de-obra deste funcionário que não estará se deslocando poderá ser utilizada em outras atividades, otimizando e gerando mais resultados para a empresa", acrescenta. Pedágios, caixas de bancos e supermercados e mesmo igrejas estão utilizando o sistema de correio. Mas representantes de várias instituições desses setores não quiseram dar entrevista por questões de segurança.
DA BOA VISTA À RUA 25 DE MARÇO
O
transporte pneumático pode parecer coisa futurista, cenário de filme de ficção científica, mas é, na verdade, um sistema que tem sua origem na primeira década do século 19. Foi criado pelo engenheiro
escocês William Murdoch. O correio pneumático foi usado em grandes cidades a partir da segunda metade do século 19, entre elas Londres, Berlim, Viena, Praga e Nova York. A maior rede de tubos, a de Paris, inaugurada em 1866 e que
chegou a ter mais de 400 quilômetros, foi usada até 1984. E, na verdade, foi a rede parisiense que popularizou o sistema, sempre presente nos filmes. A de Praga, com mais de 60 quilômetros de extensão, funcionou até 2002.
Estadão – Na São Paulo de 1913, o jornal O Estado de S. Paulo contava com tubo pneumático na antiga sede da Rua Boa Vista. Com 250 metros, o duto ligava a redação às oficinas na Rua 25 de Março para o transporte de originais e
provas. Ele passava por baixo da Rua do Rosário e da Ladeira Porto Geral. Segundo informações do acervo histórico do Estadão, o prédio da Boa Vista não existe mais. Já o da 25 de Março, no número 607, abriga uma loja de tecidos e
roupas de cama, mesa e banho. Há uma referência, de 1918, em plena época da gripe espanhola, de que o escritor Monteiro Lobato, então colaborador do jornal, usava os tubos para mandar material para a gráfica, por exemplo. (M.F.)