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Diário do Comércio - 06/01/2011

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Jornal do empreendedor

Ano 86 - Nº 23.284

Conclusão: 23h15

www.dcomercio.com.br

R$ 1,40

São Paulo, quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Wilton Júnior/AE

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Jún ior/ AE

de que o c lo las, b o n bre a ar. B D PM ilma: a ro pass D que eu

A fantasia completa do PMDB para o desfile no Planalto não inclui a 3ª versão de máscaras de Dilma, já à venda no Rio. Só a vestirão se, por alegoria, seus porta-bandeiras ganharem posições no 2º escalão tomado pela ala do PT. Págs. 5, 6 e 7

Muito mais de mil palhaços Máscara de Tiririca: a mais vendida. Pág. 7

Vanderlei Almeida/AFP

O samba enredo da corrupção Suspeita de nova farra de passagens aéreas, para senadores, está sendo investigada. Pág. 7

Patrícia Cruz/Luz

MAR DE RECORDES! 2010 foi marcado por números históricos na economia, seja para o lado positivo, seja para o negativo. No primeiro grupo estão a venda de 3,51 milhões de veículos novos e a criação de mais de 2,5 milhões de postos de trabalho. No outro, a arrecadação de R$ 1,27 trilhão em impostos e tributos. Pág. 11 HOJE Pancadas de chuva à tarde e à noite. Máxima 29º C. Mínima 20º C.

AMANHÃ Muitas nuvens e chuva a qualquer hora. Máxima 26º C. Mínima 20º C.

ISSN 1679-2688

23284

Depois das festas, a malhação de ano novo 9 771679 268008

Academias faturam com quem quer entrar em forma para o verão. Acima, Patrícia Castro se livra do "peso na consciência após os excessos". Pág. 8


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Começar a governar elevando a taxa de juros não é de bom tom político para nenhum governo. José Márcio Mendonça

pinião Marcello Casal Jr/ABr

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udo indica que a presidente Dilma Rousseff e o lado político do governo já estão conformados com a decisão que o Copom deverá adotar, na reunião dos dias 18 e 19 de janeiro, de aumentar a taxa básica de juros no Brasil, ora em 10,75%. As apostas são de um ajuste de 0,5%, valor prudente para dar tempo de as autoridades monetárias medirem o total efeito sobre o crédito – e, portanto, no combate à inflação – das medidas "prudenciais" adotadas ainda na gestão de Henrique Meirelles no BC. A inflação, apesar do ar blasé oficial, está assustando Brasília. O aumento dos juros agora – não desejado no fundo da alma por Dilma e seus políticos – teria também dois efeitos adicionais, publicitários: firmar a autoridade do novo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, e soltar sinais de que o Palácio do Planalto respeita a autonomia do BC. Afinal, no último Relatório Trimestral de Inflação, já havia se anunciado muito explicitamente a elevação da Selic, posição depois reafirmada por Meirelles em seu discurso de despedida. Qualquer coisa diferente disso pareceria indevida injunção política e poderia assanhar o dito mercado – que Dilma não quer e não tem condições de afrontar. Conformados, sim, mas não satisfeitos. Dilma e seus assessores econômicos, entre os quais não se deve deixar de incluir o agora "político" Antonio Palocci, dão tratos à cachola para encontrar outras "medidas prudenciais" capazes de convencer o BC de que não precisará ir longe na escalada dos juros – menos ainda chegar a uma

Primeiras nuvens JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA

Os números iniciais do corte do Orçamento oscilam entre R$ 30 bilhões e R$ 40 bilhões. É um esforço bem maior que o de 2003, quando o PIB não saiu do lugar. Selic lá pelos 12,75% no fim do ano, conforme estão prevendo diversos especialistas, a partir da leitura do Relatório da Inflação de dezembro. Começar a governar elevando os juros não é de bom tom político para nenhum governo, muito menos passar o ano anunciando novos ajustes. A primeira e principal arma receitada pelos manuais, mas que também fere as mais fundas concepções dos defensores do desen-

volvimentismo com tintas estatais, escola à qual Dilma se filia, é uma rigorosa dieta nos gastos públicos. Cortar o Orçamento– coisa que Dilma e seu escudeiro na Fazenda, Guido Mantega, diziam não ver necessidade durante a campanha eleitoral – tornou-se agora virtude oficial. E a inevitável Tesoura está sendo afiada pela turma da economia para ser apresentada ao novo ministério em sua primeira reunião, dia 14, an-

tes, pois, do encontro do Copom. O Banco Central, como organismo técnico, já avisou: precisa de um superávit primário (resumidamente, economia para pagar juros) de no mínimo 3% do PIB em 2011 para ser comedido com a Selic. Para cumprir esta meta sem se socorrer dos subterfúgios dos anos anteriores (como os mais de R$ 30 bilhões da capitalização da Petrobrás incorporados às receitas do Tesouro Nacional), o cha-

mado esforço fiscal a ser adotado por Dilma deve ser brutal. Os números iniciais vazados oscilam entre R$ 30 bilhões e R$ 40 bilhões. De poda real, sem direito a reposição mais à frente, como ocorreu em outros anos. Esforço bem maior que em 2003, quando o PIB nacional não saiu do lugar. Não será fácil para Dilma chegar a esses números sem muitos desgastes políticos. O engessamento do Orçamento, com despe-

sas "incortáveis" legalmente e os compromissos já assumidos, indicam que a redução de gastos terá de avançar sobre os investimentos previstos, inclusive o PAC de todos os sonhos de Lula. Terá também de atacar as emendas dos parlamentares e de ser intransigente na questão do salário mínimo de R$ 540, no aumento de salários dos policiais civis e militares e do corpo de bombeiros– duas das peças que o Congresso promete aprontar para ela.

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as Dilma não tem saída a não ser fazer "maldades", pois, ao menos por enquanto, outra alternativa não foi inventada. Coisa que vai complicar sua convivência política com o fantasma do generoso Luis Ignácio Lula da Silva. JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA É JORNALISTA E ANALISTA POLÍTICO

INVASÃO É MESMO A SOLUÇÃO? O

fim de ano foi pródigo para o debate sobre habitação em São Paulo. Começou com a agitação da reintegração de posse de prédios ocupados pela Frente de Luta por Moradia e terminou com a divulgação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) do número de imóveis vazios na capital paulista. São 290 mil. Li numa revista que 290 mil é um número muito maior do que o de famílias sem-teto, que, na conta do jornalista, seriam 130 mil. As reportagens que se seguiram à divulgação da pesquisa mais pareciam clamores públicos pelos que vivem em situação precária na cidade. Até aí, sem novidades. O paralelo com os militantes sem-teto que mantêm edifícios ocupados era inevitável. Como a Justiça pode ser tão insensível, autorizando a reintegração de posse desses prédios, diante do desperdício de 290 mil imóveis vazios? Como ainda consegue tratar os sem-teto como criminosos? – bradava um dos artigos. O leitor que me acompanha sabe que não me conformo em ler reportagens. Fazer um Google sobre o assunto e ler tudo o que encontrar é quase uma obsessão. E após o terceiro arquivo pesquisado foi fácil chegar à conclusão de que essa discussão é falsa: sobram meias verdades nesse debate, interpretação errada de dados e manipulação política. Já dizia um amigo economista que os números, sob tortura, dizem o que queremos ouvir. Penso que o afã de resgatar a imensa dívida social que o País tem, após anos de crescimento

Zé Carlos Barreta/Hype econômico sem das mais distribuição de variadas, como renda, tem viver em favela nos deixado um ou pagar tanto cegos. aluguel acima Falta bom da capacidade senso à era do financeira. "nunca-antesA partir daí, é na-históriadifícil continuar desse-país". acreditando Primeiramente, nessas descobri que pseudoanálises. não é absurdo Não é verdade, uma cidade com por exemplo, quase 4 milhões que os sem-teto de domicílios sejam tratados ter 290 mil como se fossem imóveis vagos. criminosos. A proporção é Reintegração pouco superior a de posse é uma 7% e se encaixa ação sofrida até num conceito por empresas, que os técnicos quando há da área chamam divergência Prédio ocupado por grupo de sem-teto: uma fala discussão, em que imperam as meias-verdades. de "vacância de sobre os limites equilíbrio", período que o local de uma propriedade. Eles fica vazio entre uma transação e invadiram o prédio e o proprietário outra. Sem isso, a cidade perderia defendeu o seu direito. a dinâmica natural. Por exemplo: Passei o mês de dezembro esse porcentual, em Nova assistindo ao drama dos York, é de 6%! sem-teto da FLM, em incontáveis Consultei uma pesquisa feita reportagens de jornal e vídeos recentemente pela USP para a dramáticos na TV. Não identifiquei Cohab-SP e fiquei mais espantado. menção a nenhum proprietário O estudo identificou 53 edifícios que, independentemente de ociosos no centro de São Paulo qualquer coisa, acordou com sua espantado do que algumas chegam a 30% do valor do – e não centenas – que podem ser propriedade ocupada. Alguém verdades descobertas nesse prédio. Há quem deva R$ 1.500. convertidos em moradia. já se imaginou nessa situação? estudo, informações Em minha pesquisa descobri Numa atitude inédita, a Prefeitura Afinal, vivemos ou não um Estado convenientemente esquecidas outras meias-verdades: o déficit resolveu arregaçar as mangas e de direito? Temos ou não por lideranças de sem-teto e de moradia de São Paulo não é de desapropriar todos. Decidiu direito à propriedade privada? acadêmicos. Entre as principais , 130 mil famílias. Esse número diz também instituir o IPTU O mais lamentável, no entanto, que o Centro não é tão ocioso respeito àquelas que vivem em progressivo, que dobrará o valor foi constatar que ninguém, nessas quanto dizem. E os proprietários área de risco, segundo o Plano da alíquota do tributo dos imóveis reportagens, estava interessado desses imóveis não são Municipal de Habitação (PMH). O ociosos até atingir 15% do em discutir os graves problemas grandes devedores de IPTU como número das que vivem de forma valor venal da propriedade. habitacionais que São Paulo se propaga. Apenas dois devem inadequada na cidade chega a Mas nada me deixou mais enfrenta e que, infelizmente, não quantias consideráveis, que não 800 mil famílias: inadequações

JOÃO CARLOS BELDA

são exclusivos dos militantes da FLM. Li de uma especialista que as invasões são úteis para chamar atenção ao déficit habitacional. Discordo. Útil seria debater o Plano Municipal de Habitação, o que fazem muitos outros movimentos de moradia paulistanos que não têm a invasão como prática. Concluí que a invasão é útil, sim, mas para a Frente de Luta por Moradia. Entre os ocupantes dos prédios, havia famílias que já recebiam o auxílio aluguel da Prefeitura, de R$ 300 mensais. Após a movimentação, que incluiu até acampamento na frente da Câmara Municipal, de onde se alardeava a existência de 1.000 famílias e onde não víamos mais de 15 pessoas quando a imprensa não estava no local, mais 111 foram beneficiadas com o auxílio aluguel. oube que quase 1.400 famílias inscritas na FLM recebem o benefício. Se fosse obrigatório ao militante a "devolução" de um aluguel por ano ao movimento, a Frente embolsaria R$ 420 mil numa tacada só. Quem faz a contabilidade dos sem-teto? Há transparência na prestação de contas? Do que vivem os líderes? A única imagem que não me sai da cabeça é daquela senhora da periferia, que trabalha duro para pagar o aluguel do quarto-e-cozinha e manter a família. Como não pertence à FLM nem invade propriedade alheia, não tem esses R$ 300 para aliviar o mês. Que essa imagem fique para a sua reflexão, leitor.

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JOÃO CARLOS BELDA É CONSELHEIRO DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE SÃO PAULO

Fundado em 1º de julho de 1924 Presidente Alencar Burti Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto, Antonio Carlos Pela, Arab Chafic Zakka, Carlos Roberto Pinto Monteiro, Claudio Vaz, Edy Luiz Kogut, Gilberto Kassab, Guilherme Afif Domingos, João de Almeida Sampaio Filho, João de Favari, José Maria Chapina Alcazar, Lincoln da Cunha Pereira Filho, Luís Eduardo Schoueri, Luiz Roberto Gonçalves, Moacir Roberto Boscolo, Nelson F. Kheirallah, Roberto Macedo, Roberto Mateus Ordine, Rogério Pinto Coelho Amato, Sérgio Antonio Reze

CONSELHO EDITORIAL Alencar Burti, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, João de Scantimburgo, Marcel Solimeo, Márcio Aranha e Rogério Amato Diretor-Responsável João de Scantimburgo (jscantimburgo@acsp.com.br) Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Editor-Chefe: José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br) Chefia de Reportagem: Teresinha Leite Matos (tmatos@acsp.com.br) Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br) Editores Seniores: Bob Jungmann (bob@dcomercio.com.br), Carlos de Oliveira (coliveira@dcomercio.com.br), chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), Estela Cangerana (ecangerana@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br), Luiz Antonio Maciel (maciel@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br) Editor de Fotografia: Alex Ribeiro (aribeiro@dcomercio.com.br) Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Ricardo Ribas (rribas@dcomercio.com.br) e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br) Subeditores: Kleber Gutierrez, Marcus Lopes, Rejane Aguiar e Tsuli Narimatsu Redatores: Adriana David, Evelyn Schulke, Giseli Cabrini e Sérgio Siscaro Repórteres: Anderson Cavalcante (acavalcante@dcomercio.com.br), André Alves, Fátima Lourenço, Fernanda Pressinott, Geriane Oliveira, Ivan Ventura, Kelly Ferreira, Kety Shapazian, Lúcia Helena de Camargo, Mário Tonocchi, Neide Martingo, Paula Cunha, Renato Carbonari Ibelli, Rita Alves, Sandra Manfredini, Sergio Leopoldo Rodrigues, Sílvia Pimentel, Vanessa Rosal, Vera Gomes e Wladimir Miranda. Gerente Comercial Arthur Gebara Jr. (agebara@acsp.com.br) Gerente Executiva de Publicidade Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações José Gonçalves de Faria Filho (jfilho@acsp.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estado, Globo e Reuters Impressão Diário S. Paulo Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60

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A T I T U D E C I D A D Ã N A H O R A D E C O M P R A R D E V E P R O V O C A R M U I TA S M U D A N Ç A S .

pinião

O PODER DO CONSUMIDOR

SAMIR KEEDI

UMA BOA HORA

Os consumidores sintonizados com a modernidade não buscam mais somente "preços baixos" e sim "preços justos".

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iferentemente do consumismo, que pode até ser classificado como uma doença dos tempos modernos, o ato de consumir foi, é e será o gatilho deflagrador do fluxo de bens e serviços que mantém a economia viva. Isso é bom. Num mundo denominado "aldeia global", expressão criada em 1964 pelo pensador Marshall Mcluhan , tudo está imbricado numa complexa teia social, não mais no sentido estrito de "comunidade" (minha cidade, meu bairro, minha tribo), porém numa amplitude universal – e eis aí porque devemos migrar do conceito de "comunidade" (soa a bairrismo) para humanidade. A bem da verdade, a concepção do mundo como uma "tenda global" não é criação original de Mcluhan, mas da lavra de Sócrates, o filósofo grego, que já se definia, mais de 300 anos antes de Cristo, como um "cidadão do mundo". Sócrates era o cara! Muito bem. Nesta conjuntura econômica, na qual até numa simples mercearia de esquina é possível as pessoas comprarem um produto "made in" qualquer lugar do mundo, cuidados precisam ser redobrados na aquisição deles - e isso não só envolvendo questões de qualidade dos produtos em si mesmos, mas na forma como esses artigos são de fato industrializados. Os produtos "made in China", por exemplo, famosos pelos seus preços "baixos" – e também, com as exceções de praxe, pela sua péssima qualidade – podem trazer implícita uma marca maldita: a da exploração humana nos processos de fabricação. Havendo exploração humana – e há fortes indícios de que muitos itens

PARA O RETREM

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LUIZ OLIVEIRA RIOS "made in China" são fabricados através da degradação humana –, o fato é que quando tais produtos são consumidos reforça-se a cadeia exploradora dos fortes sobre os fracos Os consumidores, enquanto cidadãos, devem precaver-se na hora de adquirir produtos nacionais ou internacionais, no mínimo buscando inteirar-se da procedência real desses bens e da seriedade da indústria no trato com seus empregados e no respeito ao meio ambiente.

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m outras palavras, quando o preço de um dado bem ofertado no mercado for baixo demais, será que na outra ponta um ser humano não estaria pagando um preço caro demais no processo de fabricação do aludido bem? A expressão "negócio da China" pode ser um péssimo negócio para a humanidade. O denominado "consumo consciente", quase um chavão em nossos dias, para ser realmente válido na prática exigirá de cada indivíduo tomar os seguintes cuidados básicos, citados adiante, além da frenética procura pelo preço "mais baixo": 1- Inteirar-se das matérias primas utilizadas na fabricação do produto ; 2- Procurar saber quais os meios utilizados pela indústria para a obten-

ção dessas matérias primas (se o solo, a fauna e a flora não foram de alguma forma violentados na geração dessas matérias primas); 3- Observarascondiçõesreaisdetrabalho nesses ambientes fabris (respeito aos direitos naturais da pessoa humana e aos direitos dos trabalhadores); 4- Informar-se do respeito às normas tributárias legais (se não há burla ao fisco e, por isso, a competição venha a ser desleal com as empresas éticas). Eis porque, o mais breve possível, há de se fazer desse cipoal de normas certificadoras existentes – algumas discutíveis – uma junção de todas num único certificado (grosso modo, uma espécie de RG único, onde todos os números dos demais documentos já estejam inseridos), o qual ateste que a indústria cumpre na íntegra o elenco de exigências em todas as etapas do seu processo de fabricação. Seja como for, o consumir, daqui por diante, deve se tornar muito mais do que uma atividade situada sob a égide da economia: deverá ser também uma atitude cidadã de cada um de nós. A mudança desse paradigma, nas relações oferta-procura de bens tangíveis e intangíveis, atingirá, por conseguinte, a maneira de as empresas fazerem propaganda de seus produtos. Aliás, muito de leve, já se nota uma

mudança no tom de algumas campanhas publicitárias. Isso é louvável, quando explicitamente já alertam seu público-alvo sobre a importância de usufruir com responsabilidade daquele produto/serviço, além de outras medidas salutares de educação para o consumo. Tudo ainda é muito tímido, mas certamente maximizarão seus negócios as empresas que saírem na frente e reformularem seu conjunto de estratégias, utilizando a propaganda dentro da propaganda (metalinguagem) como ferramenta para educar seus clientes para o consumo responsável – realçando que produtos e serviços devem ser analisados pelo valor agregado no ato da compra e no pós e não apenas pelo fator "preço" (que é ilusório, em muitos casos).

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s consumidores sintonizados com a modernidade já não buscam mais somente "preços baixos" e sim" preços justos", compatíveis com o real valor do bem/serviço a ser adquirido; até porque não custa lembrar um bordão existente desde os tempos da vovó e do vovô, mas ainda hoje de extrema validade: "O barato sai caro". Logo, muito cuidado com produtos baratinhos "made in" qualquer lugar. O "dragão chinês", por fim, se não cuidar do próprio rabo, pode acabar miando como um gatinho assustado diante dos consumidores munidos da espada de São Jorge Guerreiro, a combater a má qualidade dos produtos, as injustiças contra os direitos humanos e dos trabalhadores. Afinal, somos mais do que uma comunidade: somos a humanidade. Merecemos respeito. LUIZ OLIVEIRA RIOS É EMPRESÁRIO E COLUNISTA DO DIÁRIO DO COMÉRCIO. OLIVEIRA.RIOS@HOTMAIL.COM

A COMPRA DOS CAÇAS E O ETANOL

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om a sensibilidade do empresário e a visão do homem público, o deputado Paulo Maluf tem dito que a compra dos caças para nossa Força Aérea deveria incluir contrapartidas comerciais importantes. E nenhuma mais importante, no entender dele, do que a indústria sucroalcooleira, que só no estado de São Paulo emprega meio milhão de trabalhadores. No caso da proposta americana, o maior mercado de gasolina do mundo, uma cota anual de cinco bilhões de litros de álcool para mistura seria bem cabível. E ainda daria lugar a outros tantos que os EUA dividiriam no Caribe e América Central, reconquistando uma posição de prestígio junto a estes países, hoje afastados da liderança de Washington. E não afetaria o produto local, mais caro, vinda do milho. Basta fixar a mistura em 15% e lançar mais veículos flex. A adição superior a12% elimina, sem aditivos, o chumbo da gasolina, com ganhos ambientais a baixo custo. O Brasil deve lutar pela presença e reconhecimento internacional de nosso etanol para uso como combustível, direto ou misturado na gasolina. O risco é vir a ser desenvolvida tecnologia que iguale ou supere as vantagens de nosso álcool, imbatível até o momento em termos de qualidade, melhoria ambiental e preço. Uma política sólida para o etanol permitiria investir na produção do

ARISTÓTELES DRUMMOND Nordeste e do Centro Oeste, para a autossuficiência da região e para dar um fluxo de oferta melhor distribuído ao longo do ano. A região pode voltar a ter presença significativa no setor, no qual tem tradição secular. E, para não corrermos o risco de acumular grandes estoques, temos de ampliar mercado, vendendo lá fora e garantindo divisas. Os contratos de longo prazo seriam feitos pelas empresas, mas conteriam uma garantia oficial de entrega do produto nas datas estipuladas. aluf calcula que o setor tem espaço para crescer e oferecer, em todo o País, mais meio milhão de

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empregos e, no caso de um amplo acordo com os EUA, outro meio milhão nos países caribenhos e centro-americanos, significando uma verdadeira revolução social. Não estaria afastada a presença brasileira com tecnologia e equipamentos nestes mercados, que têm tradição açucareira mas estão defasados na produtividade agrícola e na industrial. Esse projeto chegou a ser ventilado no governo Figueiredo, a partir de um estudo do engenheiro Jaime Rotstein, pioneiro no Proálcool, que publicou excelente livro sobre o novo mundo que o álcool combustível criava para o Brasil e o mundo. Na ocasião, o produto brasileiro a ser entregue serviria para garantir uma ampla renegociação da dívida externa, motivo de grande preocupação nos anos 80. livre empresa sabe o que fazer e como fazer; o governo só precisaria dar cobertura política e manter os financiamentos normais do setor, via BNDES e outras fontes. Como estamos em início de governo, a tese poderia vingar, deixando clara a vontade de apoiar o setor privado que deu certo.

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ARISTÓTELES DRUMMOND É JORNALISTA E VICE-PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO RIO DE JANEIRO. ARI.DRUMMOND@YAHOO.COM.BR

odos no Brasil conhecem os problemas que enfrentamos para executar uma logística de qualidade. Mesmo quem não é do ramo nota isso. A situação é tão flagrante que qualquer leigo pode se aventurar a criticar nossos portos, rodovias, ferrovias etc. E os problemas tornam-se mais graves quando vemos o governo falando muito e fazendo pouco. Ou seja, todos conhecem os problemas, sabem quais são as soluções, mas nada é feito. Aproximadamente 60% da nossa carga anda pelas nossas estradas – muito ruins– ressalvando-se o Estado de São Paulo. Todos sabem que este é um percentual muito alto, que precisa ser reduzido. Não podemos nos dar ao luxo de transportar carga primordialmente por esse veículo, o mais caro meio de transporte. No entanto, embora errado, é estratégico, considerando nossa atual matriz de transporte. Assim, precisa de atenção até a necessária mudança. Os atuais problemas não são novos, tendo sido iniciados na década de 50 do século passado, com a escolha da indústria automobilística como carro-chefe do nosso desenvolvimento. Não estamos e nem podemos criticar tal escolha; muito ao contrário, tem nosso total apoio. Foi uma grande sacada do nosso presidente JK, obstinado pelo desenvolvimento e mudança de um Brasil arcaico para um bem mais moderno. As coisas seriam bem piores sem a indústria automobilística.

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problema foi termos abandonado, posteriormente, a ferrovia, sucateando-a e relegando-a a uma situação de quase completa inexpressividade, como fizeram os seus sucessores. Felizmente, e antes tarde que nunca, conseguimos retomar o gosto pela ferrovia em meados da década de 90, com a privatização de suas operações. O veículo rodoviário não pode ser criticado indiscriminadamente. É um modo maravilhoso em todos os aspectos. É o único capaz de pegar a carga em seu ponto de origem, e entregá-la em seu ponto de destino. Ele apenas deve ser melhor utilizado. Se alguém desejar eleger apenas um veículo para transporte de carga, eliminando-se os demais, sem dúvida, será esse veículo o escolhido. Todos os outros, salvo raríssimas exceções com relação ao ferroviário, são absolutamente dependentes do caminhão.

essa maneira, precisamos diminuir o seu uso. Mas com um frota mais jovem. E um aumento no transporte ferroviário. Os dois devem andar de mãos dadas pelo bem da nossa logística e do país. Eles não concorrentes, mas complementares. Para uma melhoria conjunta, propomos uma dupla ação com base numa idéia já em uso desde 2004 em nossos portos: o Retrem e o Recaminhão. Precisamos entender, antes que seja muito tarde, que o caminhão e o trem não são bens de consumo, mas de produção.

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Os problemas não são novos, tendo começado na década de 1950, com a indústria automobilística definida para liderar o nosso desenvolvimento

Aliás, qualquer utilitário enquadra-se nessa categoria, diferenciando-se dos veículos de passeio. Estes sim, simples bens de consumo. Assim, precisamos ter estes dois veículos vendidos sem impostos, sejam eles nacionais ou importados. De modo a termos reduzidos seus custos de depreciação e transferência aos fretes. Isso levaria a um enorme ganho à toda a sociedade, com redução dos preços dos fretes das mercadorias. O resultado desse despreendimento das diversas esferas de governo será um imediato e automático aumento do poder aquisitivo dos brasileiros, permitindo maior consumo. A consequência direta é maior produção, mais emprego, mais crescimento, criando-se um círculo virtuoso na economia. Teríamos, ao mesmo tempo, uma melhoria nos custos gerais e uma mudança na matriz de transporte. com o trem assumindo melhor posição e o caminhão sendo uma aliado mais efetivo dos demais modos de transporte. Isso possibilitará uma completa renovação da nossa frota rodoviária, cuja idade média é de 18 anos, segundo se sabe. Com uma média tão alta como essa, e se estamos vendendo veículos como nunca, podemos imaginar a idade de alguns deles. Com tão alta idade a manutenção é mais cara, o consumo de combustível é maior e isso se traduz em altos fretes, incompatíveis com a nossa economia de país em desenvolvimento e de dimensões continentais. E levando os nossos custos logísticos às alturas. pós seis anos de Reporto (Regime Tributário para Incentivo à Modernização e à Ampliação da Estrutura Portuária), não entendemos o que o governo espera para criar o Recaminhão e o Retrem, de modo que os veículos possam ser comprados sem impostos. Só pode ser devido à sanha arrecadatória, sem pensar nos benefícios para o desenvolvimento e consequente aumento da arrecadação através d o crescimento econômico. Afinal, não é o que ocorre também com os taxis, comprados sem impostos? E eles nem sequer são meios de produção. Einstein: "A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original."

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SAMIR KEEDI É PROFESSOR DE MBA, AUTOR DE VÁRIOS LIVROS EM TRANSPORTES E LOGÍSTICA E REPRESENTANTE BRASILEIRO NA

CCI-PARIS PARA A REVISÃO DO INCOTERMS 2010. SAMIR@ADUANEIRAS.COM.BR


DIÁRIO DO COMÉRCIO

4 -.GERAL

Giba Um

3 Ciro Gomes enrolou tanto

que não conseguiu nada no governo Dilma e quer ir morar em Londres por dois anos para estudar.

gibaum@gibaum.com.br

k É frase do dia: Dilma toma posse, Lula toma cachaça e Temer JOSÉ SIMÃO / / humorista, descrevendo a nova cena política nacional.

Fotos: Divulgação

Injeção sabe 333

Durante muito tempo, vira e mexe, no primeiro mandato, Lula contava a piada do sujeito que gostava tanto de aparecer na mídia que, de madrugada, abria a geladeira e quando a luz acendia, imaginava que fosse o pessoal da televisão. Nos dois primeiros dias que ficou no apartamento de São Bernardo, de camiseta regada, bermuda e chinelos de dedo, o próprio expresidente foi à sua geladeira, diversas vezes, buscar uma cervejinha. E numa das vezes, Marisa Leticia apareceu e antes que fizesse qualquer gozação, ele saiu na frente: “Você não vai me perguntar se estou com saudades, né?”.

Depois dos pasteis de Marisa Leticia, Lula pesca e descansa no Forte dos Andradas, do Exército, no Guarujá e, certamente, deverá arrumar forças para fazer tudo o que disse que faria, depois de deixar a Presidência. Nos últimos dias de Planalto, o ex-Chefe do Governo, depois de prometer a José Dirceu que ia “desmascarar a farsa do mensalão”, avisou aos mais chegados que iria se dedicar a aprovar as reformas política e tributária.Às vésperas da posse, acrescentou que irá se engajar na reforma da Previdência. Ele acha que as pessoas se aposentam muito cedo e que há uma discrepância muito grande entre os setores públicos e privados. O que até o staff pessoal não entendeu é por que essas reformas não foram atacadas por ele em oito anos de mandato.

Lula vai trabalhar

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333 Dias depois do ex-presidente Lula dizer que o pior momento de seu governo foi quando ocorreu o desastre com avião da TAM em Congonhas, a empresa (agora, controlada extra-oficialmente pela Lan Chile) alcança 60% de atrasos e cancelamentos de vôos, mais revolta nos aeroportos e desaparecimento habitual de bagagens. O lado inusitado dessa novela (o Comandante Rolim, que oferecia tapete vermelho a seus passageiros, deve estar se revirando na tumba) é que a TAM possui um esquadrão (120 pessoas) de funcionários voltados para comunicação, relações públicas e marketing que não move uma palha para defender a imagem da companhia.

SUSPENSA Lula havia prometido a Marisa Leticia que, depois das férias na praia, viajariam para o Exterior, onde ele receberia títulos honoris causa em diversas instituições, garantindo que passariam um tempo maior na Itália, especialmente em Veneza. Ela e os filhos possuem passaporte e cidadania italiana. Só que, agora, diante das manifestações dos italianos nas ruas contra Lula por causa da suspensão da extradição de Cesare Battisti, o ex-presidente já avisou a patroa que villegiatura na Itália fica devidamente suspensa. 333

Primeiro salário 333 Marcelo Camargo (ele não usa o sobrenome Capuano, do pai), filho de Hebe Camargo, que já tentou ser apresentador de televisão numa emissora do Vale do Paraíba (era um programa em que ele tinha de correr atrás de patrocínio), vai debutar como ator na novela do SBT Amor e Revolução, de Tiago Santiago, que abordará período da ditadura militar no Brasil (com direito a depoimento de ex-guerrilheiros e familiares de desaparecidos no final de cada capítulo). Será o primeiro salário efetivo que Marcelo vai receber: R$ 2 mil mensais.

e Dia de

FUMANTE 333 Esta semana, no Country ClubdoRio,aprincesaCaroline de Mônaco era o centro das atenções, num almoço só de mulheres, organizado pela amiga, ex-modelo e socialite Andrea Dellal (é a mãe da modelo Alice Dellal). Quem estava lá, não pode deixar de notar: Caroline (sem uma gota de pintura no rosto) fuma um cigarro atrás do outro e quem a conhece bem, garante que ela ainda não se recuperou da separação do príncipe Ernst August V, de Hanover. Ela comemora 54 anos ainda este mês e ostenta um certo ar abatido: da alegria radiante e da beleza dos tempos de Phillipe Junot, primeiro grande amor, nem sinal.

MISTURA FINA 333 OS PROMOTORES Silvio Marques, Saad Mazloum e Marcelo Daneluzzi, que pediram quebra de sigilo fiscal e bancário de 11 pessoas e uma empresa supostamente envolvidas no escândalo do propinoduto da Alstom, estão chegando, com a ajuda do MP da Suíça, até uma nova conta bancária no Exterior (e não obrigatoriamente em instituições suíças) de outro tucano – conhecido, por sinal. As investigações correm sob a maior discrição.

O PREFEITO Gilberto Kassab, de São Paulo, convidou o ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, a voltar a comandar o Viva Centro , entidade que ele ajudou a fundar no passado e que trabalha na revitalização do velho centro da cidade. 333

333 O maquiador e fotógrafo Fernando Torquato, que adora transformar atrizes e modelos famosas, acaba de fazer novo ensaio para Quem , protagonizado por Paola Oliveira, atração da próxima novela Insensato Coração, de Gilberto Braga. E a transforma nas personagens vividas pelas musas do diretor Alfred Hitchcock em seus filmes: Gracy Kelly (Disque M para Matar, 1954; Janela Indiscreta, 1954), Kim Novak (Um Corpo que Cai, 1958) e Tippi Hedren (Os Passaros, 1963). O resultado é dos mais estimulantes.

Musas de Hitchcock

Missa política “Quércia deixa a vida e entra na história” – foi o que disse o governador Geraldo Alckmin, no estilo Getúlio, na missa em memória do ex-governador Orestes Quércia, na Catedral Metropolitana de São Paulo (lotada), celebrada pelo cardeal arcebispo D. Odilo Scherer. O evento religioso transformou-se, em parte, em evento político, com muitas figuras conhecidas presentes, incluindo-se o vice-presidente Michel Temer, que lembrou seu começou em 1968, como assessor do MDB, quando Quércia era deputado. Lá, entre outros, o prefeito Gilberto Kassab, que já está recebendo a herança política de Quércia, José Serra, Paulo Maluf, José Maria Marin e até Eduardo Matarazzo Suplicy, um dos grandes opositores de Quércia no passado.

333

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Nopelourinho

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tradicional festividade do mundo católico celebra a visita dos três reis magos: Melquior, Gaspar e Baltazar, vindos do Oriente, para adorar a Jesus, o "Messias" recém-nascido na gruta de Belém como a "Manifestação da Salvação de Deus" nhor Epifania do Se para todos os povos. Reis

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Verão: drinque Tom Collins.

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Verão: drinque Mojito.

Novo recordista Mauro Arce, ex-secretário dos Transportes de São Paulo, ia para a Secretaria de Energia do governo Geraldo Alckmin, entrou José Aníbal em cima da hora e foi para a presidência da Cesp, que já comandou no passado, junto com a Sabesp. Dessa forma, Arce é um recordista: sem ser filiado ao PSDB, começou na Secretaria de Energia do governo Mário Covas, esticou na Secretaria de Recursos Hídricos, Saneamento e Obras no governo anterior do mesmo Alckmin, assumiu a Secretaria dos Transportes com José Serra e volta a cuidar da Cesp. Lá, nada de privatização: só depois da renovação das concessões do setor elétrico, que vencem em 2015. 333

O ATOR (e petista) José Abreu que, nas comemorações da vitória de Dilma Rousseff, aparecia como papagaio de pirata atrás da presidente, está avisando amigos e eventuais admiradores que deverá participar, de graça, do novo governo. E já comunicou ao novo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que pode contar com ele nas futuras campanhas do ministério. 333

A NOVA ministra Ana de Hollanda, da Cultura, irmã de Chico Buarque, comemorava, depois da posse, com grande grupo de amigos em Brasília, esta semana, no restaurante nordestino Mangai e foi a primeira a se recolher. Ficou lá, com outros tantos, o ex-namorado Jards Macalé, que também esteve na cerimônia de posse – e usando terno e gravata. 333

333 ZECA Pagodinho ocupava uma suíte, paga por seus contratantes, no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, no reveillon, com bebidas alcoólicas correndo por sua conta, conforme estabelecido. Enquanto permaneceu lá, pediu a um amigo que fosse comprar cerveja no supermercado mais próximo. E que no frigobar do Copa uma latinha custa R$ 12. E Pagodinho jamais bebe uma só, até por uma questão de princípios.

Colaboração: Paula Rodrigues,Alexandre Favero

Solução

C N A L S O R A A M T A A R A L MA I D MO

REPLAY

333

6 de Janeiro

P C A R I A P E R E N T O L A C N O A R C E I ME A S C A F O D O U O C I N H A R E A

O PMDB está irritado com Alexandre Padilha, ministro da Saúde, por ter retirado do partido cargos do segundo escalão do ministério, como a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e Secretaria de Assistência à Saúde. Só que quem decidiu não dar nada para os peemedebistas foi mesmo a presidente eleita – e Padilha só obedece. Ela já havia ficado descontente com o governador Sérgio Cabral, não gostou das pressões do PMDB e resolveu à sua maneira. Padilha, aliás, na época da campanha, quando seu nome era cogitado para Saúde, ouviu uma gozação de Dilma: “Desde quando você entende de saúde, Alexandre?”. Há dias, quando avisou que ele ficaria no lugar de Temporão, voltou a brincar: “Aplicar injeção você sabe, Alexandre?”.

Ainda o reveillon: mais uma vez, o comodoro Beraldino Fanganiello comandou a grande festa de virada de ano no Iate Clube de Santos, em Angra dos Reis, reunindo muita gente conhecida de São Paulo e Rio de Janeiro, como o próprio ministro da Defesa, Nelson Jobim e sua mulher, Adrianne (primeira foto à esquerda). Também lá, entre tantos, da segunda foto à esquerda para a direita, Rosana e Marcelo Cunha, ele o oftalmologista dos famosos, Maitê Birmann; e Luciano Szafir, pai de Sasha, com Julia Risatsky, enquanto Xuxa continua jurando que não tem nada com o sertanejo Victor (da dupla Victor e Leo).

Virada emAngra

MAIS: só que a atriz Patrícia Pillar, que deverá entrar no final da novela Passione, já avisou que não fica fora do Brasil esse tempo todo.

R C E S G D U Z L V A R ME E O N D T A T A R Ç R A I O R

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toma Viagra.

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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Por: José Nassif Neto Ação de impor e organizar normas.

Loja que vende material escolar.

Cirurgia para extrair o feto.

Do corpo humano, a sola pode ser lixada.

Pó branco, ainda virgem purifica a água.

Cervídeo que puxa o Semente trenó do de certos Papai Noel. frutos.

Iodo, símbolo químico.

Sozinho; solitário. Vegetação que brota do mato.

Anos corres -pondentes a dois séculos.

Decorar;saber de (?). 'Ao', em espanhol.

Marcha que conduz o carro para trás.

'Sobre", em inglês. Amarrar com corda.

E não; também não. Ramo delgado, próprio para pesca. Recompensa por algum trabalho.

Amazonas, Estado. O som reproduzido. Alvo; objetivo.

Ceder gratuitamente.

Sadio; saudável. Remexer; revolver. Elevações das águas do mar. Está, reduz.

Actínio, simb. quím. Provido de asa.

Exceto. Título dado à mulher nobre. Variação do pronome 'eu'.

Demorou. Soberana de uma nação.

Andar; caminhar; marchar.

A parte mais elevada. Idem. (abrev.)

Agora; neste instante.

Bastão para movimentar pequenos barcos.

(1009) 2-al; só; on; ré; 3-são; 4- remo; 5-mercê; fuçar; 6-caroço; rainha; 9-cesariana.

Litro, símbolo. (metrologia)


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DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

5 QUERER Peemedebistas exigem participar das decisões do Planalto.

olítica

PODER E cobram, por meio de PEC, mecanismo para derrubar veto presidencial.

Vanessa Carvalho/ News Free/AE

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irigentes do PMDB e seus principais ministros decidiram se unir para cob r a r d a p re s i d e n t e D i l m a Rousseff o que, afirmam, lhes é devido na condição de "sócios da vitória": montagem de um protocolo de divisão mais igualitária do poder com o PT, respeito aos espaços do partido e assento nos conselhos que definem os rumos políticos e as medidas do governo. A decisão foi tomada em um jantar entre a cúpula do PMDB, que levou três horas, realizado na noite de terça-feira na casa da governadora Roseana Sarney (MA) em Brasília. A cúpula peemedebista não aceita ficar de fora das reuniões do núcleo do poder no Palácio do Planalto, o que já estava avisado desde a campanha presidencial. Avalia que é hora de demonstrar unidade, não só para garantir presença em todos os conselhos políticos de Dilma, como para evitar que petistas ocupem ministérios do PMDB, avançando sobre posições da legenda no segundo escalão federal. Orientado em boa parte pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim – que abriu o debate durante o jantar sobre o tamanho da representação do partido –, o PMDB decidiu que não deve se desgastar tratando de cargos no varejo. A opção é definir com a presidente o real status do partido no poder. "E logo", aconselhou o ministro. Estavam no jantar, além de Jobim e do vice-presidente da R e p ú b l i c a , M i c h e l Te m e r (PMDB-SP), o presidente do Senado, José Sarney (PMDBAP), os ministros peemedebistas Garibaldi Alves (Previdência), Pedro Novais (Turismo), Edison Lobão (Minas e Energia), Wagner Rossi (Agricultura) e Moreira Franco (Assuntos Estratégicos). Além dos senadores Renan Calheiros (AL) e Valdir Raupp (RO). Um dos convidados da governadora conta que Jobim abriu o debate lembrando os espaços que o partido ocupava no governo Lula. Tudo para observar, ao final, que o PMDB continuava "raquiticamente

Próxima ação: derrubar vetos presidenciais com mais facilidade

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Michel Temer desconversa sobre reunião de três horas realizada pela cúpula do partido: "Não estamos disputando cargos"

PMDB lembra que é 'sócio na vitória' Partido exige participação igualitária com o PT e novas regras para a distribuição de cargos representado e alijado do núcleo de poder", contrariando as promessas feitas durante a campanha eleitoral. O senador Sarney também deu um testemunho no mesmo sentido e o vice Michel concordou, embora ressaltando seu relacionamento pessoal com Dilma: "Ela me trata muito bem". O partido o encarregou de levar os problemas e as demandas a conhecimento da presidente. A ordem é não lamentar postos já perdidos. "O que passou, passou", disse Roseana, quando um dos convidados citou as presidências da Eletrobrás e da Fundação Nacional de Saúde

Queremos uma divisão mais igualitária do poder com o PT, respeito aos espaços do partido e assento nos conselhos. CÚPULA DO PMDB (Funasa). Entre as posições que o PMDB não quer perder de forma alguma para o PT foram mencionadas a presidência da Transpetro e diretorias na Caixa Econômica Federal e

Banco do Brasil. O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, foi alertado de que o petista Aloizio Mercadante, na Ciência e Tecnologia, já fala que a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) deveria estar no ministério dele. Na saída, Michel Temer disse que o jantar foi "apenas uma reunião social". "Não estamos disputando cargos, vamos esperar a decisão da presidente Dilma. Haverá, naturalmente, uma divisão equitativa entre os partidos". Em meio ao alerta geral para que todos peemedebistas tomassem cuidado com as investidas de petistas, a anfitriã Ro-

seana e o ministro Jobim advertiram que não era bom que um ministro, sozinho, "peitasse o PT". A ideia é fugir das queixas pessoais para transformá-las em reivindicação do conjunto. Roseana pediu, ainda, mais articulação dos cinco governadores do partido. Além de reivindicar mais "inserção no poder de decisão" a cúpula do partido não vai aceitar a ameaça de veto ao aumento do salário mínimo feita pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. (AE)

cúpula do PMDB também decidiu que, além da emenda aumentando o valor do salário mínimo, o deputado Eduardo Cunha apresentará, em resposta às declarações do ministro da Fazenda Guido Mantega, uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) alterando as regras para derrubar os vetos presidenciais. Hoje, pelo artigo 66 da Constituição, se o Congresso quiser derrubar um veto presidencial, os parlamentares têm de fazêlo por maioria absoluta das duas Casas reunidas em sessão conjunta, no prazo de 30 dias, a contar do recebimento da mensagem do Planalto. Hoje, são raríssimas as sessões do Congresso para derrubar vetos. Em setembro do ano passado, o deputado Miro Teixeira (PDT-RJ), um estudioso dos problemas constitucionais de relacionamento entre os Poderes Executivo e Legislativo, fez um levantamento mostrando que existem 714 vetos na fila de votação e que nunca são votados. Um dos vetos é do tempo do governo do presidente Fernando Henrique (2000) e vai completar 10 anos do decurso de prazo do Congresso para votá-lo em plenário no mês de abril. "Deliberar sobre o veto no prazo constitucional é dever do parlamento e, se não cumprido, deve acarretar consequências", defende Miro. (AE)

Mais sobre o governo de transição na pág. 6


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DIÁRIO DO COMÉRCIO

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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

O PMDB vai lutar em qualquer situação pela melhoria do salário mínimo. Garibaldi Alves (PMDB-PN), ministro da Previdência

olítica

Ó RBITA

Sombra e água fresca O ex-presidente Lula, acompanhado da mulher Marisa Letícia, dos filhos, noras e netos, ficarão no Forte dos Andradas, no Guarujá, até o próximo dia 18.

SECRETÁRIOS DE PERNAMBUCO GANHARÃO MAIS DO QUE O GOVERNADOR DO ESTADO

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s secretários estaduais de Pernambuco terão aumento salarial de 51% a partir deste mês, quando passam a receber R$ 10.570,00. O salário anterior era de R$ 7 mil e estava congelado há oito anos, desde janeiro de 2003. Também se beneficiam do aumento 3.054 ocupantes de cargos comissionados e 7.640 servidores em funções gratificadas. O impacto financeiro na folha salarial é de R$ 6,9 milhões. Aprovado ontem pela Assembleia Legislativa do Estado (Alepe), o aumento não foi extensivo aos salários do governador reeleito Eduardo Campos (PSB) e do seu vice João Lyra (PDT), que passam a ganhar menos que seus auxiliares. O governador preferiu manter a sua remuneração de R$ 9,6 mil - também em vigor há oito anos - para evitar ter

que se explicar sobre reajuste salarial. O vice ganha R$ 8,9 mil. Campos explicou que o cargo de governador tem benefícios indiretos, enquanto os secretários não possuem as mesmas vantagens. O mesmo projeto do Executivo aprovou a criação de 200 funções gratificadas para servidores de carreira que vão trabalhar nas duas secretarias criadas nesta segunda gestão do socialista: a do Trabalho, Qualificação e Empreendedorismo e a Secretaria Extraordinária da Copa 2014. Com as duas novas pastas, Pernambuco passa a contar com 30 secretarias. O salário médio dos servidores públicos cresceu 128,69% nos últimos oito anos, de acordo com o governo. (AE)

GOVERNADOR DO PIAUÍ VETA O AUMENTO DO PRÓPRIO SALÁRIO Elza Fiúza/ABr

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Assembleia Legislativa do Piauí aprovou o aumento do salário de deputado, o que vincula o do governador e do vicegovernador. O salário do governador é o mesmo dos deputados estaduais, mas o governador Wilson Martins (PSB) vetou o aumento do seu próprio salário e do vicegovernador para evitar o efeito cascata. O salário de um deputado estadual é R$ 12 mil e passa para R$ 20 mil. Um aumento de 61.8%. Já o salário de deputado estadual equivale a 75% do salário de deputado federal. O aumento de salário do governador e do vice permitiria o reajuste nos

salários dos secretários, que está vinculado a 70% do salário do governador. Mas o salário pode ser fixado por decreto e o governador é quem decide o valor. Impacto nas contas – O governador explicou que já havia anunciado que faria uma análise do impacto do reajuste nas contas públicas e que optou por manter o valor de seu vencimento para impedir um rombo nas contas públicas. O presidente da Assembleia Legislativa, Themístocles Filho (PMDB), confirmou o reajuste dos parlamentares estaduais, de acordo, com o salário dos deputados federais. E disse que o reajuste será aplicado automaticamente. "Vamos fazer a mesma coisa, até mesmo obedecendo o que diz a lei", disse Themístocles. Os deputados do Piauí gozam de benefícios. E ainda têm mais R$ 32 mil para gastar com assessores, R$ 2,6 mil só para passagens e R$ 650 apenas para gastos com telefone celular e fixo. (AE)

Romero Jucá permanecerá como líder do governo no Senado Dida Sampaio/AE - 10.11.10

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senador Romero Jucá (PMDB-RR) vai continuar na liderança do governo no Senado. Já o deputado Henrique Eduardo Alves (RN) ficará como líder do PMDB na Câmara. A partilha de cargos no governo Dilma Rousseff causou uma crise entre PT e PMDB. Para conter a animosidade entre os partidos, Dilma decidiu suspender as nomeações para o 2º escalão. As indicações voltarão a acontecer depois das eleições no Congresso. A maior preocupação do governo e do PT é evitar que as insatisfações no PMDB prejudiquem a eleição de Marco Maia (RS-PT) à presidência da Câmara, em fevereiro. Insatisfeito, o PMDB boicotou a posse do novo ministro das Relações Institucionais, o petista Luiz Sérgio. Em meio ao desgaste, o partido ainda anunciou que não está convencido do valor do

salário mínimo de R$ 540 fixado para 2011. O PBDB cobra reunião com a equipe econômica para discutir outro valor para o salário mínimo. "Queremos discutir, queremos que a área econômica nos convença desse valor. Essa não tem que ser uma decisão partidária, mas a que representa o melhor para o país", afirmou Alves. Indagado se a discussão do salário mínimo tem a ver com as indicações do segundo escalão, Alves negou. Já o ministro Guido Mantega (Fazenda) disse que o governo federal vai vetar qualquer reajuste que aumente o salário mínimo para mais de R$ 540. (Folhapress)

Garibaldi defende mínimo maior que R$ 540 Ministro da Previdência diz que vai atuar como moderador entre seu partido, o PMDB, e o governo Dilma

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ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho, se mostrou ontem favorável a um reajuste no salário mínimo superior aos R$ 540 defendidos pelo governo federal. O peemedebista defendeu, no entanto, que o PMDB e o governo "sentem numa mesa" para definir um valor que não coloque em risco as contas públicas – ao admitir que um reajuste mais alto pode sobrecarregar as finanças do País. "O melhor seria sentar numa mesa Executivo de um lado e Legislativo do outro e tentarmos encontrar uma solução que, admito, diante da palavra do ministro [da Fazenda] Guido Mantega, que não pode ir muito adiante, infelizmente, dos R$ 540. O partido, como qualquer outro, vai lutar em qualquer situação pela melhoria do salário mínimo, cada um no seu papel", afirmou ele. Garibaldi disse que vai atuar como "moderador" para que o governo e o PMDB fechem um acordo. "Nós não queremos ver realmente o País numa situação de dificuldade a partir do que o salário mínimo representa como indexador. Indexador de salário, indexador de aposentadorias e pensões, uma série de números". Suplente – Garibaldi participou ontem da cerimônia de posse do suplente da senadora Rosalba Ciarlini (DEM-

José Cruz/ABr

Ministro Garibaldi Alves e o presidente do PMDB, Valdir Raupp, discutem como ampliar a participação do partido

RN) no Senado, seu pai Garibaldi Alves (PMDB-RN). Rosalba renunciou ao mandato para assumir o governo do Rio Grande do Norte. A indicação de Garibaldi Filho para o Ministério da Previdência foi articulada pelo líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), como estratégia para evitar que o senador se lançasse candidato à presidência da Casa. O PMDB vai indicar o atual presidente, José Sarney (PMDB-AP), para mais um mandato no comando do Senado. (Folhapress)

Temer garante que PMDB só fará o que for 'compatível com erário' E assegura que o PMDB vai votar com o governo

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vice-presidente, Mi- s e a l i a d a , n ã o a p e n a s d o chel Temer, disse on- PMDB, em relação à distritem que o PMDB so- buição de cargos do segundo mente será favorável a uma escalão do governo. "Estamos proposta de aumento do salá- conversando sobre isso com rio mínimo acima dos R$ 540 toda tranquilidade. O que há que seja compatível com as é um certo açodamento, aliás, contas públicas. Em entrevista não só do PMDB, mas do conconcedida após participar da junto (dos partidos)", afirmissa em homenagem ao ex- mou. "Não é do PMDB, nem g o v e r n a d o r d e S ã o P a u l o do PT, nem de ninguém. É de Orestes Quércia, na capital todos. Nós temos que ter calpaulista, Temer confirmou ter ma e o PMDB terá calma sufise reunido com o PMDB para ciente para isso". A maior preocupação do discutir o salário mínimo e disse que o partido não votará governo e do PT neste início de governo é evitar que as incontra o governo. "Evidentemente, o PMDB só satisfações no PMDB acabem p o r p re j u d ivai fazer aquicar a eleição lo que seja do petista compatível Marco Maia com as possiEstá havendo um ( R S ) à p re s ibilidades do açodamento dos dência da Câerário", afirpartidos da base m a r a , e m f emou. "O que o vereiro. PMDB tem dialiada, não apenas Na terçato é que, indo do PMDB, em feira, o minisp a r a o C o nrelação à distritro da Fazengresso, haverá buição de cargos. da, Guido discussão. Mantega, disMas mesmo MICHEL TEMER s e q u e o g oa s s i m o verno federal PMDB só vai fazer aquilo, volto a dizer, que vai vetar qualquer reajuste seja possível para o Tesouro. que aumente o salário míniFora daí, digamos, o PMDB mo para mais de R$ 540. As declarações do vice fonão vai votar contra o governo. Vai votar tudo de acordo com o ram dadas após a missa em memória do ex-governador governo", completou. PT e PMDB estão em crise p a u l i s t a O re s t e s Q u é rc i a por causa da partilha de cargos (PMDB), na catedral da Sé, em no governo Dilma Rousseff. São Paulo. Temer disse que a Em meio ao desgaste, os pee- morte de Quércia significou a medebistas anunciaram que perda de um grande líder do não estão convencidos do va- partido em São Paulo e no País. l o r d o s a l á r i o m í n i m o d e Sobre o nome que deverá ocupar a presidência da legenda R$ 540 fixado para 2011. Para conter a animosidade em São Paulo, disse que a quesentre os partidos, a presiden- tão ainda será examinada. E te decidiu suspender as no- afirmou que ainda não indicou meações para o segundo esca- nenhum nome para a função. Também participaram da lão. As indicações voltarão a acontecer depois das eleições cerimônia os tucanos José Serra e Geraldo Alckmin, no Congresso. Segundo o vice-presidente, Paulo Maluf (PP), Gilberto está havendo um "açodamen- Kassab (DEM) e Eduardo Suto" de todos os partidos da ba- plicy (PT). (AE)

Raupp: 'Partido que ajuda a ganhar, ajuda a governar'

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crise interna do PMDB está contida. Pelo menos foi o que afirmou o presidente da legenda, o senador Valdir Raupp (RO), sobre a crise interna do partido causada por disputa de cargos no segundo escalão da presidente Dilma Rousseff (PT). Ontem, em nota, o líder do PMDB na Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB), tentou dissociar a posição do partido na discussão do valor do salário mínimo da pressão sobre o governo federal na busca por mais espaço. Nota do PMDB – Depois de ameaças veladas de peemedebistas, na véspera, a nota visa evitar que as manifestações em relação ao salário mínimo sejam consideradas chantagem. "Essa medida tem graves repercussões nos Estados e mu-

nicípios e o PMDB quer sua bancada unida e consciente na discussão e na votação, apenas isto". "Misturar esse tema com a definição de cargos na composição natural do nosso governo é uma absurda e imperdoável irresponsabilidade", diz o texto. Segundo o portal G1, ao ser questionado sobre a crise, Valdir Raupp declarou que " foi um momento no início da nomeação dos cargos, dos ministérios, mas isso já não existe mais". "Acho que acima de cargos está o interesse da nação, a governabilidade e o PMDB, como um grande partido, não vai negar apoio à governabilidade. O partido que ajuda a ganhar, também ajuda a governar", lembrou o senador, em nova mensagem endereçada ao governo Dilma. (Agências)

Dida Sampaio/AE

Henrique Alves e Mauro Benevides evitam condicionar mínimo a cargos

Palocci entra em cena para contornar crise

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pesar de seu discurso de posse, de que não se envolveria com a articulação política, a estreia do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, foi justamente em conversas reservadas com lideranças do PMDB, a fim de contornar a crise com o principal aliado do governo. Palocci recebeu, na terçafeira à tarde, em seu gabinete no Palácio do Planalto, o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN). O peemedebista também atua, ao lado dos senadores José Sarney (AP) e Renan Calheiros (AL), como principal articulador do partido nas indicações de nomes para o governo. Coube a Alves o anúncio, na terça-feira, de que o PMDB precisava ser "convencido pela equipe econômica" do reajuste do salário mínimo para R$ 540. Horas depois, o

líder peemedebista foi recebido por Palocci e pelo ministro das Relações Institucionais, Luiz Sérgio. Roseana Sarney, no papel de interlocutora do presidente do Senado, José Sarney, também se reuniu com o petista Luiz Sérgio. Embora a missão de zelar pelo bom relacionamento do Planalto com os parlamentares seja incumbência de Luiz Sérgio, foi Palocci quem tranquilizou Henrique Alves. O peemedebista deixou a Casa Civil seguro de que seu partido não perderá postos estratégicos no Ministério da Integração Nacional, pasta que perdeu para o PSB. Palocci garantiu a Alves que seu afilhado político, Elias Fernandes, permanece na diretoria geral do Dnocs (Departamento Nacional de Obras contra a Seca), vinculado à Integração. (AE)


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DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

7 Em janeiro de 2011 não temos ainda a LDO que vai dispor sobre esse controle [de obras públicas]. Benjamin Zymler, presidente do TCU

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José Cruz/ABr - 03.01.11

Suspensão ainda vigora, mas não para Dilma Presidente confirmou ontem mais dois nomes para comandar a Embratur

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Exceção: apesar de ter suspendido nomeações, presidente retomou a formação da sua equipe

ois dias depois de a presidente Dilma Rousseff suspender as nomeações para o segundo escalão do governo, dois nomes – um deles ligado ao PT – foram confirmados. Mario Augusto Lopes Moysés permanecerá na presidência da Embratur, cargo que acumulava com a secretariaexecutiva do Ministério do Turismo. Ele é ligado à petista e senadora eleita Marta Suplicy. Trabalhou com ela na prefeitura de São Paulo e foi seu chefe de gabinete no mesmo ministério. No seu lugar na secretaria-executiva entra Frederico Costa, que dirigia a Secretaria Nacional de Programas de Desenvolvimento do Turismo. A nomeação deles foi publicada ontem no Diário Oficial da União. A escolha de Moysés ocorre depois de uma disputa entre PT e PMDB pelo coman-

do da Embratur, um dos fatores desencadeadores da crise entre os dois partidos pelo comando do segundo escalão. Derrota – Os peemedebistas queriam emplacar o ex-minist r o G e d d e l Vi e i r a L i m a (PMDB). O PT levou a melhor. E, apesar da ordem de Dilma para interromper as nomeações, a confirmação de Moysés já era esperada. Como ficou com a indicação do ministro do Turismo (deputado Pedro Novais), o PMDB evitou estender a briga. O partido espera, agora, entrar num acordo com o PT em torno do nome do novo presidente da Fundação Nacional da Saúde (Funasa). O cargo era do PMDB no governo Lula. Pressionado pelos peemedebistas, o ministro da pasta, o petista Alexandre Padilha, tenta apaziguar os ânimos. Em conversas com o líder do

PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), e com o deputado eleito Danilo Forte (PMDB-CE), ex-presidente da Funasa, Padilha negocia um nome de consenso que deve ser técnico e de dentro da própria fundação. Eles teriam ontem mesmo uma nova conversa para discutir o assunto. Frederico Costa dirigia a Secretaria Nacional de Programas de Desenvolvimento do Turismo. Em dezembro, o jornal O Estado de S. Paulo mostrou que Costa liberou recursos públicos para a Rio Quente Resorts, rede hoteleira de Goiás administrada por seu irmão, Francisco Costa Neto. O grupo foi um dos beneficiados com verbas do Fundo Geral de Turismo (Fungetur), ligado à Secretaria do Ministério do Turismo. O secretário nega qualquer interferência na liberação de recursos do fundo. (AE)

Senado apura possível nova 'farra de passagens'

Bolsa Família: Caixa Econômica distribui R$ 11 milhões a mais

Casa instaura sindicância para investigar uso de passagens por senadores

Por conta de um erro do sistema, CEF paga valor maior a 82.595 famílias

tório de auditoria – relativo à prestação de serviços de emissão de bilhetes e ordens de passagens aéreas domésticas e internacionais e serviços afins". A Primeira-Secretaria nega qualquer semelhança do caso com o escândalo da "farra das passagens", que atingiu a Câmara dos Deputados em 2009. Mesmo assim, as suspeitas que levaram à abertura da nova investigação no Senado têm a mesma base. As investigações vão ser conduzidas por três servidores do Senado designados para isto: o analista legislativo Sthel Nogueira da Gama e os técnicos legislativos Antonio Carlos de Nogueira Filho e Márcio Aurélio Valente. Ainda de acordo com a assessoria, as conclusões do relatório apresentado à Mesa Diretora após uma primeira investigação foram questionadas

pelo departamento que gerencia as passagens. A comissão de sindicância foi constituída no último dia 22 justamente para verificar se, de fato, houve ou não as irregularidades. Os seus integrantes não têm prazo definido para concluir os trabalhos. O senador Heráclito Fortes, que determinou a criação da comissão, no entanto, não poderá acompanhar o processo de investigação porque não se reelegeu na eleição do ano passado. O Senado mantém contrato com apenas uma empresa, que é responsável por toda a emissão de passagens da Casa. O contrato tem valor anual de R$ 2,2 milhões e deve render, até julho deste ano, mais de R$ 130 milhões por conta dos deslocamentos dos senadores entre suas bases políticas e Brasília. (AE)

TCU propõe lei para regulamentar controle de obras Presidente do tribunal diz que as fiscalizações são do interesse do Executivo Sérgio Lima/Folhapress - 09.12.10

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presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Benjamim Zymler, disse ontem que pretende se empenhar para que o Congresso aprecie a criação de uma lei que regulamente o controle das obras públicas permanentemente no Brasil. Dizendo-se convicto de que o relacionamento com o governo da presidente Dilma Rousseff se dará em "alto nível", Zymler avalia que um marco legal para as fiscalizações do tribunal é também de interesse do Executivo. "Ao invés de se ter a cada LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) regras para aquele ano, que nós possamos ter regras permanentes, duradouras, que estabeleçam esse sistema, que me parece muito bem sucedido, de controle de obras públicas. Vamos levar esse pleito ao Parlamento", disse. Para Zymler, uma lei específica evitaria sobressaltos tanto para o tribunal quanto para o governo "pois as regras do jogo são estabelecidas a priori"." Hoje, em janeiro de 2011, não temos ainda a LDO que vai dis-

Benjamim Zymler: proposta de regras duradouras, para um controle mais eficiente de obras públicas.

por sobre esse controle. Eventualmente, ela pode estabelecer regras novas que surpreendam o TCU e o governo". Profissionalismo – No governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Executivo e TCU mantiveram relação tensa. Lula fez reclamações públicas após relatórios do tribunal que apontaram indícios de irregularidades em obras do Programa de Aceleração do

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Caixa Econômica Federal vai cobrar dos beneficiários do Bolsa Família os valores repassados a mais, em setembro e outubro, por conta de erro no sistema do banco. De acordo com as informações da Caixa, foram transferidos, indevidamente, R$ 11,153 milhões para a conta de 82.595 famílias. Para corrigir a falha, o desconto dos valores começará a ser feito a partir do próximo mês de março. Fatalidade – Segundo o superintendente nacional de programas sociais da Caixa, Roberto Barreto, o problema foi identificado no final de outubro e, a seguir, corrigido em novembro do ano passado. Roberto Barreto também fez questão de explicar que não há relação alguma entre a falha do sistema e o coincidente período eleitoral. "Foi uma fatalidade. Um erro. A Caixa vai buscar o ressarcimento para que a União e a sociedade não sejam prejudicadas", justificou. Acerto de contas – O superintendente nacional de programas sociais da Caixa deixou claro ainda que todas as famílias que receberam um benefício maior do que o devido, receberão uma notificação do banco, informando que o valor pago a mais será descontado

do benefício no mês seguinte. De acordo com Barreto, o desconto mensal não deve ser superior a 25%. Ou seja, algumas famílias conseguirão devolver todo o dinheiro indevido em até 27 meses. "Algumas [famílias] conseguirão pagar [a diferença] em duas parcelas. Já outras precisarão de 27 meses. Mas 75% das famílias irão devolver os recursos em até 12 meses", explicou ele. De acordo com as informações dadas pelo superintendente nacional de programas sociais da Caixa, o problema no sistema ocorreu justamente

no momento da atualização dos cadastros desses beneficiários. Com isso, algumas famílias que não teriam mais direito ao valor básico do benefício acabaram recebendo o montante indevidamente. A maior parte das famílias que receberam quantias a mais – 50,34% – reside na região do Nordeste do Brasil. O programa Bolsa Família atende mais de 12 milhões de beneficiários no País. Dependendo da renda familiar por pessoa (limitada a R$ 140), do número e da idade dos filhos, o valor do benefício pode variar entre R$ 22 a R$ 200. (AE)

Tiririca lidera vendas de máscaras

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Crescimento (PAC). Ele chegou a defender o controle do TCU e a punição para quem paralisasse obras sem apresentar justificativas. Em 2010, o órgão recomendou ao Congresso a paralisação de pelo menos 18 obras do PAC. Zymler também voltou a defender a criação do Conselho Nacional dos Tribunais de Contas para fortalecer o controle externo dos órgãos. (AE)

epois de vencer nacionamente todos os adversários nas urnas, o deputado federal Tiririca (PRSP) desbancou a presidente Dilma Rousseff. Pelo menos nas faturas da tradicional fábrica Condal, que há 52 anos faz máscaras de carnaval, em São Gonçalo, no Grande Rio. Enquanto o rosto do palhaço foi reproduzido em 10 mil máscaras, a face da presidente recebeu encomenda de 6 mil unidades. Os dois estão longe, ainda, do campeão de vendas – o expresidente Lula, que teve 15 mil máscaras vendidas após ser eleito em 2002. "Ele é a cara do Brasil no exterior. Exportamos para toda a Europa", afirma a diretora da empresa, Olga Valles, viúva do artista plástico espanhol Armando Valles, fundador da fábrica.

Wilton Júnior/AE

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P ri m e i ra - S ec re t ar i a do Senado instaurou sindicância para apurar possíveis irregularidades na emissão de passagens aéreas dos senadores. A investigação, aberta no dia 22 de dezembro, vai apurar a conduta de um servidor da agência de turismo contratada pela Casa para emitir os bilhetes dos parlamentares. De acordo com a portaria da Primeira-Secretaria, uma auditoria interna identificou "impropriedades" na atuação dele. Essa análise preliminar foi feita, segundo a primeira-secretaria, a pedido dos senadores que apontaram falhas nos saldos das verbas a que têm direito mensalmente. A portaria autoriza, "nos termos da Lei nº 8.112/90, a instauração de sindicância com vistas a investigar as impropriedades apontadas no rela-

Bom de venda: Tiririca desbanca Dilma em adereços para o carnaval

Se Tiririca é novato no ramo das máscaras, a presidente Dilma Rousseff é marca presente há três carnavais nas banquinhas de camelô e lojas da Saara (mercadão popular no Centro). Na primeira versão, de 2008, Dilma usa óculos e tem

corte de cabelo pouco moderno; na mais recente ela já aparece "repaginada", e com rosto "mais assentado", conforme explica Olga. "A [máscara] de 2009 foi logo depois da cirurgia. Ela estava com aspecto plastificado". (AE)


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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

CORRIDA Nesta época do ano, as academias ficam lotadas de novos alunos.

idades

DESISTÊNCIA Três meses depois, o porcentual de desistência chega a 43% dos inscritos.

Após a ceia, é hora de encarar a esteira Nessa época, as academias de ginástica engordam seus lucros com pessoas que passam longe da malhação durante o resto do ano. E não faltam novidades. Patricia Cruz/LUZ

Filipe Marcel

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Patrícia Seabra de Castro, de 35 anos, retoma a rotina na Bio Ritmo, após os feriados. A vontade não era muita, mas os excessos estavam pesando também na consciência. Patricia Cruz/Luz

Brasil é o segundo mercado da malhação

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País tem 4,6 milhões de alunos nas 15 mil academias. É o sétimo no ranking mundial.

Brasil fechou o ano de 2010 com um faturamento médio de R$ 2 bilhões no setor, sendo o segundo maior mercado do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Em quantidade de pessoas inscritas, o País ocupa atualmente o 7º lugar no ranking mundial, com mais de 4,6 milhões de inscritos nas 15.551 academias. Os dados fazem parte do relatório global que será publicado em maio pela IHRSA (International Health, Racquet and Sportsclub Association), que reúne academias do mundo todo. Riscos – Um estudo divulgado pelo Conselho Regional de Educação Física, em 2009, apontou que uma em cada dez academias de ginásticas

de São Paulo funciona irregularmente. Das aproximadamente 3 mil unidades contabilizadas no município, 390 não possuíam alvará nem equipamentos revisados. A falta de professores autorizados para dar aulas é outra preocupação do conselho, que prometeu reforçar as blitzes em 2011, com o auxílio de fiscais da Vigilância Sanitária. "Muita gente, com pressa para emagrecer e melhorar o físico, acaba caindo em mãos erradas. É importante notar a qualidade dos materiais utilizados e escolher bem o ambiente, mas as credenciais dos profissionais envolvidos devem ser exigidas na matrícula", lembra o instrutor Mota. (F.M.)

CHUVAS Ó RBITA

DROGAS NO PRESÉPIO

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Polícia Militar de Franca (SP) prendeu anteontem um desempregado de 20 anos acusado de tráfico de drogas. O jovem, segundo a polícia, escondia drogas em um presépio montado dentro de casa. Após receber denúncias anônimas, a polícia encontrou as drogas no local. De acordo com os policiais, o jovem estava saindo de casa quando foi abordado. Além do acusado, sua mulher e uma cunhada foram detidas. Foram apreendidas 24 porções de maconha, dez papelotes de cocaína e 16 pedras de crack no presépio. (Folhapress)

METRÔ NO ABC

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ma das prioridades do novo governo estadual para o sistema de transportes é expandir a rede de metrô para fora dos limites da Capital. O primeiro projeto a ser implementado será a ligação para a região do Grande ABC em formato de um Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), a partir da estação Tamanduateí. Outra região a ser beneficiada é Taboão da Serra – que deve receber a extensão da Linha 4 Amarela. Está prevista ainda uma parceria público-privada (PPP) para construir um novo ramal ferrometroviário para Guarulhos. (AE)

Nelson Antoine/AE

s primeiros dias de janeiro começaram puxados. Em algumas academias de ginástica da Capital, as esteiras e as bicicletas ergométricas, antes sem muito uso, já se tornaram alvo de disputa e as aulas de malhação ganharam nomes exóticos, como "Jukari Fit to Fly" e "Sh'Bam", para atrair pessoas dispostas a suar o corpo em busca da boa forma perdida no de fim do ano. E os "atletas" de última hora engrossam as aulas de abdominais, formam esquemas de calorias a serem perdidas, redobram as repetições de tríceps e bíceps e fazem engordar os lucros das academias na tão esperada férias de verão, quando os cerca de 15 mil estabelecimentos espalhados pelo Brasil recebem um tipo de público que passa longe do esforço físico ao longo do ano. "Nessa época sempre aparece mais gente tentando tirar aquela barriguinha a qualquer preço, perguntando como fazer para enrijecer algumas partes do corpo, mas não podemos fazer milagres", alerta o instrutor Rodrigo Mota. Segundo estimativas das academias, 43% das pessoas que se inscrevem nesse período do ano não passam do terceiro mês de prática. "Eu sempre prometo que estas serão minhas últimas refeições exageradas, mas não consigo parar de comer, principalmente diante daquela ceia de Natal. Tenho que apelar agora para o spinning [aula com pedaladas rápidas de bicicleta] para não passar vergonha na areia", confessa a empresária Clarice Maruti, em sua passagem por uma das unidades da academia Runner, na zona oeste de São Paulo. "Quero queimar esse pernil. Vou começar 2011 repaginada", brinca a empresária Regina Belintani, ao apontar uma das coxas para a atendente da Competition. Na cidade, os novatos na malhação, como Regina, encontram uma infinidade de práticas diferentes daquelas que são utilizadas por fisiculturistas, muitas vezes prejudiciais à saúde quando sem orientação adequada. Na Runner, o "Gymstick" é promessa de fortalecimento do abdômen e diminuição da gordura do corpo em tempo recorde. Importada da Finlândia, a técnica oferece um total de 350 movimentos feitos a partir de um aparelho similar a um trapézio de circo. Quem entende do assunto, garante que a perda das gorduras fica bem mais divertida e está na faixa de 700 calorias por aula. A Reebok Sports Club também tem aparelhagem parecida, no melhor estilo Cirque du Soleil. Batizada de "Jukari Fit to Fly", o treino oferecido por professoras capacitadas no exterior acontece sempre com a sala cheia. O trapézio, verdadeira febre entre novos e velhos adeptos das academias, já pegou outros estabelecimentos tradicionais, como a Cia. Athletica. Chatice – Para fugir da rotina e conquistar de vez a clientela, a academia Bio Ritmo optou pela "Sh'Bam". A técnica consiste em fazer o pessoal dançar ao ritmo do funk, street, dance, techno, hip-hop e jazz para juntar a sensação de prazer ao ganho de condicionamento físico. "Achei legal. Não gosto daquela repetição de academia, de carregar peso. Vou experimentar esse exercício para entrar em forma", diz a estudante Marina Saraiva. A Fórmula, por sua vez, aposta na "Broadway Dance", na qual os alunos fazem coreografias saídas de musicais famosos, como "Cat's", "Les Misérables" e "Chicago". Outra opção é a "Clip Dance", reprodução dos passos em vídeos de cantoras como Beyoncé e Lady Gaga.

ALAGAMENTOS – O temporal que atingiu São Paulo ontem, no fim da tarde, causou pelo menos 48 pontos de alagamento na cidade, provocou o transbordamento de um córrego e suspendeu temporariamente as operações de pouso e decolagem no Aeroporto de Congonhas, na zona sul. Houve registro de queda de granizo. Na região do M´Boi Mirim, na zona sul, foi decretado estado de alerta por causa do temporal.


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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

9 IRAQUE 1 O clérigo radical xiita Moqtada al-Sadr retorna após quatro anos de exílio

nternacional

IRAQUE 2 Sadr é líder de uma milícia antes considerada pelos EUA a maior ameaça iraquiana

Venezuela, agora com oposição. Governistas e antichavistas medem forças em posse de nova Assembleia Nacional. Mas Chávez garante: adversários nunca voltarão ao palácio presidencial. Gil Montano/Reuters

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Deputados da oposição exibem cartazes com a cifra de 52%, o número de votos que eles dizem ter conseguido nas eleições legislativas, contra 47% dos chavistas.

Os nomes indicados por Chávez incluem o cineasta Oliver Stone...

... o ator Sean Penn...

Divulgação

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presidente da Venezuela, Hugo Chávez, declarou na noite da terça-feira que gostaria que os Estados Unidos nomeassem o cineasta Oliver Stone, ou o ator Sean Penn, o ativista Noam Chomsky ou o expresidente Bill Clinton como embaixador norteamericano em Caracas. Chávez fez a irônica declaração em meio a uma forte crise diplomática entre os dois países. Washington revogou o visto do embaixador venezuelano nos EUA após Chávez rejeitar a nomeação de Larry Palmer para o cargo de embaixador norte-americano na Venezuela. "Eu esperava que eles nomeassem Oliver Stone", disse Chávez. "Eu vou oferecer um candidato. Sean Penn, ou Noam Chomsky. Nós temos muitos amigos nos EUA. Bill Clinton!", afirmou o mandatário entre risos. (Agências)

... o expresidente Bill Clinton...

... e o ativista Noam Chomsky.

AG - 01/06/10

A embaixada dos EUA em Caracas vai para...

Divulgação

9/06

Reuters - 27/0

eputados governistas e da oposição na Venezuela transformaram a posse da Assembleia Nacional ontem em uma disputa sobre quem é "maioria'' no país – no Parlamento e nas ruas –, em alusão à corrida presidencial de 2012. A sessão inaugural do Legislativo marcou a volta formal dos parlamentares oposicionistas à Casa, cinco anos após terem boicotado as eleições de 2005, alegando irregularidades. Os governistas terão maioria simples – 98 das 165 cadeiras. E o presidente Hugo Chávez poderá legislar por decreto nos próximos 18 meses, o que limita a manobra dos opositores. Ainda assim, as forças antichavistas passaram dos 13 dissidentes da Assembleia passada para 67 cadeiras – e a diferença se fez sentir ontem no plenário. No entanto, dois dos oposicionistas respondem a processos penais na Justiça e não tomaram posse. Os deputados antichavistas criticaram a Justiça "tendenciosa'' e cobraram respeito à imunidade. "Venho falar em nome da imensa maioria manifestada pelo voto popular em 26 de setembro'', discursou o oposicionista Alfonso Marquina, embalando a disputa da "maioria'' que dominaria parte da sessão. Atrás do deputado, parlamentares da oposição exibiam cartazes com a cifra de 52%, o número de votos que oposicionistas dizem ter conseguido nas eleições legislativas, contra 47% dos chavistas. Antes, a deputada chavista Cilia Flores citou a "maioria que o povo se deu nesta Assembleia'' e repetia: 98 cadeiras são mais que 67. A diferença entre cadeiras e votos se explica pela distorção do sistema distrital misto adotado na Venezuela. Ontem, ao saudar os novos deputados governistas, Chávez voltaria ao tema. "Que (os oposicionistas) ocupem o espaço que lhes cabe, mas nunca voltarão a ser maioria em nenhuma parte. Nunca voltarão ao (palácio presidencial) Miraflores'', disse. "Nossos deputados os triturarão.'' (Agências)

Jim Young/Reuters

Republicanos iniciam os '20 dias anti-Obama'

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s Estados Unidos assistiram ontem ao nascimento de um período de confrontação política com a posse do novo Congresso, iniciado com o lançamento de um esforço da oposição republicana apelidado de "20 dias anti-Obama''. O prazo de esforço máximo contra o presidente Barack Obama é uma embalagem propagandística do trabalho que a oposição quer fazer até as eleições presidenciais de 2012. Foi escolhido para tentar alcançar o máximo de dano ao governo democrata antes do discurso sobre o Estado da União, no fim do mês, quando Obama falará dos avanços e prioridades para o ano. Agora, a oposição republicana terá uma agenda de combater algumas políticas da atual administração, defendendo em vez disso um governo menor e menos gastos públicos.

"Nossos gastos ultrapassaram nossas capacidades, e nossa dívida em breve será maior do que toda a nossa economia. O trabalho árduo e as decisões difíceis serão necessários", disse o presidente eleito da Câmara, John Boehner, que ocupa o lugar da democrata Nancy Pelosi. Os republicanos, que ocupam 242 das 435 vagas da Câmara, prometem tentar desfazer as conquistas de Obama. Mas os democratas de Obama ainda controlam o Senado e podem bloquear a agenda republicana, que inclui um plano para revogar a reforma na saúde e os maiores controles sobre Wall Street. Dança das cadeiras - A nova era política em Washington trará mudanças também na Casa Branca, que anunciou nova defecção: Robert Gibbs, porta-voz da Presidência, pediu para deixar o cargo após dois anos. (Agências)

Battisti: decisão de Lula é soberana, diz Cardozo.

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O republicano John Boehner liderará a Câmara nos próximos dois anos

WIKILEAKS srael disse aos Estados Unidos que manteria a economia da Faixa de Gaza "à beira do colapso" sem "levá-la ao limite", diz um telegrama diplomático norte-americano de 2008 obtido pelo WikiLeaks e divulgado ontem pelo jornal

I Ó RBITA

norueguês Aftenposten. Israel impôs um bloqueio à Gaza em 2006, depois que militantes palestinos sequestraram o soldado Gilad Shalit. De acordo com Israel, a medida visa evitar a entrada de armas ilegais. (Agências)

ministro da Justiça brasileiro, José Eduardo Cardozo, voltou a defender ontem a permanência e o relaxamento da prisão do ex-ativista italiano Cesare Battisti. Para o ministro, depois de o ex-presidente Luiz Inácio Lula anunciar que Battisti ficaria no Brasil, o Supremo Tribunal Federal (STF) não poderá rever a decisão. "Realmente (a decisão do presidente) é soberana e deve ser respeitada. Como tal, Battisti deve ser mantido no Brasil e, obviamente, solto. Não existe razões para que ele permaneça atrás das grades", disse Cardozo, em entrevista à TV Brasil. No ano passado, o STF aprovou a extradição, mas entendeu que a palavra final caberia ao presidente. Agora, o ministro sabe que o STF vai, mais uma vez, analisar se Battisti deve deixar a prisão. Mas, para Cardoso, dificilmente o STF mudaria o

REF0RMA DA ONU Alemanha disse ontem que espera se juntar à pressão de Brasil e Índia pela reforma do Conselho de Segurança da ONU em 2011, ano em que os três países estarão juntos no órgão. "Em um mundo que está mudando, o Conselho de Segurança... obviamente precisa ser mudado", afirmou o porta-voz da Chancelaria alemã, Andreas Peschke. (Reuters)

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entendimento de que a palavra final é do presidente. Apoio - Em nota, o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, criticou a decisão de Lula e se solidarizou com a Itália. Ele classificou o tratamento que Lula concedeu a Battisti de "um dos mais graves equívocos cometidos em sua condução da política externa brasileira". "O asilo a Battisti, terrorista condenado à prisão perpétua por 36 crimes, incluindo quatro assassinatos, coloca em risco as relações excepcionais que o Brasil mantém com a Itália e a União Europeia", declarou. UE - Em Bruxelas, a União Europeia anunciou que não vai interferir em favor da extradição de Battisti. Segundo a Comissão Europeia, a disputa jurídica em torno do ex-militante é problema bilateral entre o Brasil e a Itália. (Agências)


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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Dona Lily Marinho, viúva de Roberto Marinho, fundador das Organizações Globo, morreu ontem à noite de falência múltipla dos órgãos, aos 89 anos.

Marcelo Theobald/AOG

www.dcomercio.com.br

JANEIRO

10 -.LOGO

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Em 1929, era publicada pela primeira vez uma tirinha com o meninodetetive Tintin.

L OTERIA L ETRINHAS

F EIRA

Toshifumi Kitamura/Reuters

04 08 15 25 42 47

Em Las Vegas, a estrela são os eletrônicos

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Rio de Janeiro, tremei!

Reprodução da internet

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O 47º Concurso de Caligrafia em Tóquio, no Japão, reuniu quase três mil pessoas de várias idades. Todos os anos, eles celebram o começo de uma nova etapa.

Steve Marcus/Reuters

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uas pessoas vão dividir a loteria americana sorteada ontem, uma bolada de US$ 355 milhões. Os números da Mega Milhões foram 4, 8, 15, 25, 42 e 47. Os bilhetes ganhadores saíram dos estados de Idaho e Washington e a identidade dos sortudos ainda não foi revelada (sim, nos EUA, isso acontece). O curioso é que quatro dos números coincidiram com a sequência imortalizada pela série de TV Lost. Os fãs do seriado que apostaram na combinação 4, 8, 15, 16, 23 e 42 – os mesmos "números amaldiçoados" com o qual o personagem Hugo "Hurley" Reyes (foto) ficou milionário – levaram cada um US$ 150. Agora, só resta saber se a maldição da loteria irá atormentar os novos milionários da vida real. Segundo a rede de TV CNN, há

diversos casos 'malditos' no país, como o de Andrew Whittaker, que ganhou US$ 315 milhões em 2002 e depois disso sua vida foi ladeira abaixo, culminando com a morte de uma filha e da neta.

Começa hoje em Las Vegas (EUA) a maior feira de eletrônicos do mundo, a CES (Consumer Electronics Show). Entre as novidades, tablets e muitos gadgets, como a filmadora que estabiliza imagem e é à prova d'água (até 18 metros). A expectativa é que 120 mil pessoas visitem a CES, que acaba no domingo. (Folhapress)

Cynthia Karam/Reuters

E COLÓGICO

Rafael Andrade/Folhapress

Técnicas 'verdes' no crematório

A polêmica cantora britânica Amy Winehouse desembarcou ontem no Rio de Janeiro e se instalou no Hotel Santa Teresa, no centro. Ela faz turnê no País a partir de sábado. Na

agenda, constam espetáculos em Florianópolis, Rio, Recife e São Paulo. Para abrir alguns de seus shows, Amy contará com a jovem revelação do soul Janelle Monáe. (Agências)

M OBILIDADE Nir Elias/Reuters

C A R T A Z

MOSTRA

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DOCTOR FISH - Mais um tratamento de beleza que vai fazer a cabeça, ou melhor, os pés de muita cliente. Os garra rufa, ou peixes-médicos, se alimentam das células mortas descamadas da pele. Já é sucesso em alguns países, como Turquia e Líbano (foto tirada no spa Argilab, em Beirute).

Tartaruga especial Depois de ser atropelada por um cortador de grama num jardim em Israel, tartaruga ganha rodinhas para continuar a se locomover sem arrastar o casco. A TÉ LOGO

Acesse www.dcomercio.com.br para ler a íntegra das notícias abaixo:

O crematório de Cambridge (Grã-Bretanha) sugeriu a adoção de métodos mais "ecológicos" como alternativa à cremação. As novas técnicas envolvem resfriamento e dissolução dos corpos, por exemplo. Um dos métodos se chama promession, quando nitrogênio líquido é usado para resfriar o corpo até 196 graus Celsius negativos – temperatura na qual ele pode ser desumidificado e fragmentado. O fino pó decorrente do processo pode ser usado como composto biodegradável ou enterrado em um caixão biodegradável, segundo o The Telegraph. Outro método que pode ser utilizado, é o resomation, em que o corpo é submerso em uma solução alcalina que o dissolve em cerca de três horas. Essas alternativas emitem menos poluentes do que a cremação tradicional, de acordo com a administração do crematório. A aplicação dos métodos, por enquanto, não passa de "sugestão". (Agências) L OTERIAS Concurso 1103 da LOTOMANIA 03

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Concurso 1246 da MEGA-SENA

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Aluno da rede estadual de SP fará exame semestral

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Corinthians goleia na estreia da Copa São Paulo

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Congonhas e Cumbica tiveram 2.578 reclamações em 2010

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Exposição Carlos Oswald - O Resgate de um Mestre traz 70 obras do artista na Caixa Cultural. Galeria Vitrine da Paulista. Conjunto Nacional. Av. Paulista, 2083. Grátis.

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Concurso 2489 da QUINA 07

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AFP

As inundações na costa leste da Austrália agora ameaçam a maior barreira de corais do mundo, alertaram ontem especialistas. Lixo e pesticidas estão sendo levados ao mar pelas águas das cheias.


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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

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11 WALMART Rede colocará 2 mil produtos diários com preços mais baixos à venda.

conomia

PÃO DE AÇÚCAR Grupo vendeu em 2010 mais de 1,8 milhão de sacolas retornáveis.

A ERA DOS RECORDES

BC não comprava tanto dólar desde 2007

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o esforço de tentar conter o derretimento da cotação do dólar no Brasil, o Banco Central (BC) acelerou a compra da moeda estrangeira em 2010. Nos leilões realizados diariamente, a instituição ficou com US$ 41,4 bilhões no ano passado – cerca de US$ 165,6 milhões a cada dia útil. O valor total se aproxima do dobro dos US$ 24,3 bilhões que entraram no Brasil. Ou seja, o BC comprou todos os dólares que ingressaram no País e ainda uma parte da moeda que estava no caixa dos bancos. Ao todo, o valor adquirido foi 72% maior que o registrado em 2009. Em um ano marcado pela recuperação acelerada da economia brasileira e o interesse crescente de investidores estrangeiros pelo País, o Brasil foi um verdadeiro ímã de dólares. Em 2010, foi recorde a entrada da moeda pela chamada conta financeira, onde são registradas transferências para compra de ações e títulos de renda fixa, investimentos produtivos, empréstimos e remessas de lucros. Essas operações trouxeram US$ 26 bilhões ao mercado, 38% mais que o recorde anterior de 2009. Boa parte desses recursos ingressou para aplicações financeiras, como na oferta de ações da Petrobras e para compra de títulos de renda fixa, além de investimentos produtivos. Com tantos dólares disponíveis, o preço da moeda norte-americana caiu seguidamente no Brasil. Para evitar que o fenômeno prejudicasse a atividade econômica, o governo reagiu. O Ministério da Fazenda aumentou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para investimentos estrangeiros que chegam ao Brasil atraídos pelo juro pago em títulos da dívida. E o BC acelerou a compra de dólares nos leilões diários. Em 2010, o valor das intervenções do BC foi o segundo maior da série, atrás apenas de 2007, antes da crise, quando, as compras retiraram US$ 78,6 bilhões do mercado. (AE)

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ano de 2010 foi caracterizado por uma série de recordes na economia brasileira. Uns positivos, como a alta da renda da população e a geração de mais de 2,5 milhões de postos de trabalho com carteira assinada. Outros nem tanto, como a arrecadação de R$ 1,27 trilhão em impostos e tributos, cobrados principalmente sobre o consumo, e a subida da inflação, segundo a Fipe. Os brasileiros viram o temido dragão de outros tempos recuperar um pouco da sua força e cravar o maior índice de corrosão dos ativos desde o ano de 2004. Negativa também foi a valorização do real sobre o dólar, que inundou o mercado interno com produtos importados, muitos provenientes da China. E a tigresa asiática vai se configurando no maior polo de compras para o País. Mas nossos exportadores não se abateram e embarcaram mais de US$ 200 bilhões para várias partes do mundo. Os brasileiros também nunca consumiram tanta energia elétrica. E o insumo pôs nas ruas mais de 3,5 milhões de novos veículos. Automóveis que rodarão com combustíveis como nunca antes produzidos em terras nacionais.

Inflação ganhou força em 2010

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índice que mede a variação de preços pagos pelo consumidor paulistano, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-Fipe), atingiu em 2010 o maior nível desde 2004. O excesso de chuvas nos primeiros meses do ano passado e a alta das commodities agrícolas e da carne bovina no segundo semestre mantiveram pressionados os preços dos alimentos durante quase todo o ano de 2010. (Leia mais na página 16) Os preços das commodities com mais impacto sobre a inflação brasileira subiram 35,4% em 2010, segundo dados do Índice de Commodities do Banco

Central (BC). A alta é o dobro da registrada pelo Commodity Research Bureau (CRB), importante indicador internacional usado para medir a variação nesses produtos, que subiu 17,2% no mesmo período. O indicador do BC considera os produtos básicos com mais impacto sobre os preços no Brasil. Inclui alguns itens que estão no CRB, principalmente os agrícolas, e acrescenta outros, como café e petróleo. De dezembro de 2005, início do indicador brasileiro, para cá, a alta dos produtos mais relevantes foi de 58% – mais que o dobro dos 24% do CRB. (Agências)

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carga de energia elétrica cresceu 6,3% em dezembro de 2010 frente a igual período de 2009, para 58,07 mil MW médios, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Na comparação entre o acumulado de 2010 e 2009, a expansão verificada é de 8,3%. Em relação ao mês de novembro de 2010, a carga verificada em dezembro do ano passado representa um crescimento de 1%. A carga de energia inclui o consumo de eletricidade e as perdas de transmissão. De acordo com o operador, o volume registrado em dezembro de 2010, que

Vanderli Almeida/ AFP

A

s vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus registraram crescimento de 30,2% em dezembro do ano passado em comparação com igual mês de 2009, totalizando 381,498 mil unidades. Em relação a novembro, o acréscimo foi de 16,1%. No acumulado de 2010, o total comercializado atingiu 3,51 milhões de unidades, volume recorde, com 11,9% de alta frente ao ano anterior. O resultado foi considerado positivo e as expectativas são favoráveis ao segmento em 2011, na avaliação de Sérgio Reze, presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que divulgou os dados ontem na sede da entidade, em São Paulo. Segundo Reze, depois da venda recorde do ano passado, há expectativa de acomodação no mercado em 2011, com previsão de avanço de 4,2% para o grupo de carros de passeio e comerciais leves e de 5,52% se

Venda recorde em 2010. Agora, as expectativas são de acomodação.

forem considerados também os ônibus e caminhões, com total de 5,59 milhões de veículos. "Teremos neste ano um crescimento estabilizado, sem sobressaltos. O tamanho das contas públicas é o principal fator que poderá afetar o mercado", opinou. A Fiat foi a montadora líder no mercado brasileiro em 2010. Ela vendeu 760,474 mil automóveis e comerciais leves, com participação de 22,82% do total. Em seguida, a Volkswagen comercializou 697,342 mil veículos, com 20,95% de partici-

pação. Em terceiro lugar vem a General Motors, que vendeu 657,622 mil unidades, ou 19,75%. A Ford, com 336,309 mil unidades, ficou com 10,10% do total. No segmento de automóveis e comerciais leves, o acumulado de 2010 saltou para 3,33 milhões de unidades, um crescimento de 10,6% ante 2009. Foram vendidas no ano passado 1,8 milhão de motocicletas, 12,1% mais que em 2009. No segmento de ônibus e caminhões, foram comercializadas 20,301 mil unidades em

O

governo de Luiz Inácio Lula da Silva terminou com ingresso recorde de dólares. Dados divulgados ontem pelo Banco Central mostram que US$ 202,726 bilhões entraram no País entre 2003 e 2010. Nesse período, inclusive, foi registrado o maior fluxo cambial da história do Brasil: entrada de US$ 87,454 bilhões em 2007. O resultado dos oito anos mostra inversão do fluxo quando comparado aos oito anos do governo de Fernando Henrique Cardoso – entre 1995 e 2002, quando o fluxo cambial do Brasil registrou fuga de US$ 26,278 bilhões. No acumulado dos oito anos do governo Lula, o segmento comercial foi o maior responsável pelo ingresso de recursos, com entrada líquida de US$ 307,317 bilhões. Na conta financeira, a despeito do forte ingresso registrado nos últimos dois anos, o resultado do governo petista é negativo em US$ 96,876 bilhões. Essa saída aconteceu sem interrupção entre 2003 e 2006 e também em 2008, ano da crise financeira, quando US$ 48,883 bilhões deixaram o Brasil – um recorde. No governo FHC, a conta comercial também foi a mais importante, com ingresso de US$ 66,983 bilhões nos oito anos. Na gestão tucana, porém, a conta financeira também foi positiva, com a entrada de US$ 2,533 bilhões no acumulado dos oito anos. (AG)

Consumo de energia em alta

3,51 milhões de veículos novos Paula Cunha

Entraram mais divisas no governo Lula

dezembro do ano passado, com avanço de 34,4% sobre igual mês do ano anterior e de 18,7% ante o resultado de novembro. No acumulado de 2010, o total vendido atingiu os 185,590 mil, com majoração de 41,15% frente a 2009. Análise – Segundo Tereza Fernandez, diretora da MB Associados e responsável pela análise conjuntural da Fenabrave, há três grandes pontos que preocupam o setor. O câmbio, pois está afetando a produção e poderá gerar desemprego. O controle da inflação, cuja meta, fixada em 4,5%, é de difícil execução sem elevação dos juros. E o terceiro desafio é o controle fiscal. "Sem artifícios como a capitalização da Petrobrás, as metas serão difíceis de serem cumpridas." Sérgio Reze aposta que os veículos comerciais leves terão desempenho melhor que o de outras categorias em 2011 por serem os favoritos dos consumidores brasileiros. Também citou as boas perspectivas do segmento de caminhões, que deve ser beneficiado pelo avanço econômico.

superou inclusive o mês de novembro, contraria o comportamento sazonal histórico para o período. Em boletim, o ONS explicou que a produção industrial se manteve elevada para atender aumento das vendas previstas no Natal, em razão do forte consumo das famílias brasileiras – o fim de ano, tradicionalmente, era marcado por uma redução na atividade industrial no País. Ao longo do ano passado, a expansão da carga verificada pelo ONS foi de 8,9% no subsistema Sudeste/Centro-Oeste; de 6,5% no subsistema Sul; de 8,5% no Nordeste; e de 7,1% no Norte. (AE)


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e

13 Ainda falta boa gestão para grandes eventos. Danilo Madjarof Sertorio, gerente de projeto da Fran6.

conomia

Passageiro Vip

Eventos mais profissionais Benjamim Earwicker/SXC

Primeiro, a boa notícia: cresceu a confiança das empresas nos profissionais que organizam eventos, a preocupação com controles aumentou, e o próprio mercado, embora concentrado em eventos de porte médio, se expandiu. No entanto, persistem alguns gargalos que impedem a expansão do setor, como explica Danilo Madjarof Sertorio, gerente de projeto da Fran6: "se por um lado ainda falta uma boa gestão para grandes eventos, do outro há dificuldade em desenvolver encontros profissionais pe-

quenos e customizados, e o mercado carece ainda de profissionais mais qualificados". A responsabilidade final pela realização de eventos no Brasil está concentrada em Marketing ou Comunicação em 64% das empresas brasileiras, divergindo do que é praticado nos Estados Unidos e Europa, onde estas áreas não concentram mais que 16% das decisões. Nas economias mais avançadas a responsabilidade funcional por eventos tende a se fragmentar por vários setores das empresas, como Eventos

Produção industrial registra leve queda em novembro de 2010 Resultado desaponta o mercado que esperava um trimestre mais aquecido

A

com ele, pode-se afirmar que os dados produção industrial registrou divulgados pelo IBGE não confirmam a leve queda de 0,1% em novembro ante o resultado do expectativa anterior de que haveria uma maior força do setor no último mês anterior, na série livre de trimestre de 2010. Em comunicado influências sazonais. Nos dois meses divulgado a clientes, Rostagno anteriores, as taxas haviam sido destacou que permanece no País um positivas, com alta de 0,1% em quadro de "descompasso entre a setembro e de 0,3% em outubro. No produção e o consumo domésticos, que acumulado do ano a alta é de 11,1%, resulta do câmbio mais apreciado". com recuo no avanço registrado até A CM Capital Markets trabalhava outubro (11,8%), segundo os com expectativas de crescimento de dados divulgados ontem pelo 0,2% para a produção de novembro Instituto Brasileiro de Geografia e ante outubro e de incremento de 4,3% Estatística (IBGE). no confronto com novembro de 2009. De acordo com a pesquisa, houve "Com o desempenho fraco de crescimento em 25 das 27 atividades, novembro, a média móvel trimestral com o maior impacto no índice global vindo do ramo de veículos automotores da produção industrial apenas se manteve em ritmo (25,4%), impulsionado moderado de pelos resultados crescimento (0,1%), positivos em 92% dos bem abaixo, portanto, produtos investigados do ritmo de expansão no setor. As expansões da medida das vendas assinaladas em no varejo nos meses máquinas e é a alta acumulada anteriores", analisou equipamentos (26,2%), da produção da Rostagno. Neste metalurgia básica contexto, segundo ele, (19,6%), outros indústria no ano até o podemos esperar uma produtos químicos mês de novembro, maior pressão para que (10,9%), indústrias o governo não permita extrativas (13,7%) e conforme que o câmbio continue produtos de metal levantamento se valorizando, (25,8%) também realizado pelo IBGE. favorecendo a adoção tiveram destaque. de novas medidas de A atividade contenção do fluxo de industrial apresentou entrada de capital estrangeiro. redução em 12 ramos, principalmente Para o estrategista-chefe, mereceu em alimentos (2,1%), que registrou o destaque a recuperação da produção de terceiro recuo consecutivo. Já no bens de capital (crescimento de 3,2% confronto com igual mês de 2009, ante outubro), após duas quedas houve aumento de 5,3%, mantendo a mensais consecutivas. Ele chamou a sequência de 13 meses de resultados atenção também para um movimento positivos nesse comparativo. semelhante visto na categoria de bens O resultado refletiu o crescimento da intermediários, que avançou 1% em maioria (24) dos setores pesquisados, novembro, ante quedas em agosto e com veículos automotores (14,2%) setembro e estabilidade em outubro. também tendo a maior influência na Salientou, entretanto, que, em sentido formação da taxa global, seguido por indústrias extrativas (11,5%) e produtos contrário, após avançar 2,8% em outubro, a produção de bens duráveis de metal (15,8%). contraiu 0,7% em novembro, puxada O estrategista-chefe da CM Capital Markets, Luciano Rostagno, disse que o pela queda na produção de veículos automotores (0,5%). (Agências) resultado foi decepcionante. De acordo

11%

(20% das organizações, três vezes o observado no Brasil), Compras (16% ante 1% no Brasil) ou Viagens (20% versus nenhum caso no Brasil). Outra questão diz respeito ao compartilhamento de Compras na gestão de eventos, algo já observado em 63% das empresas brasileiras, mas ignorado por 37% delas. Enquanto isto, na Europa e Estados Unidos um terço das empresas segue a tendência de delegar ao setor de Compras a palavra final no processo. A conclusão é que, se a preocupação com a gestão eficiente e profissional de eventos corporativos no Brasil começa a se tornar uma realidade, principalmente para empresas de grande porte, não se criou ainda um modelo próprio que privilegie as características locais e as necessidades específicas do mercado. "O ponto paradoxal é a baixa avaliação da questão da criatividade e inovação das empresas – como gastar pouco e ser inovador ao mesmo tempo?", esta pergunta, deixada no ar pela pesquisa, permanece por enquanto sem uma resposta à altura.

Andrea Magalhães

Divulgação

P

ouco a pouco, a exemplo do que já tem ocorrido com as grandes corporações, organizar eventos está deixando de ser uma atividade nãoplanejada e amadora para se tornar uma realização meticulosa, feita sob a batuta de profissionais qualificados. Tornando os eventos cada vez mais profissionalizados. Há boas razões para isto, a começar pela questão financeira. Estima-se que os investimentos em eventos no Brasil atinjam mais de R$ 2 bilhões por ano, levando em conta apenas as 1 mil maiores empresas do País. Esta informação faz parte dos resultados de uma recente pesquisa realizada pela empresa Fran6 a pedido da seção brasileira da Meeting Professionals Internacional (MPI), entidade especializada em eventos sob a direção da reconhecida profissional de mercado e acadêmica Beth Wada. Apresentado durante o evento SMECLA, em novembro, o estudo identificou que a indústria é hoje a principal compradora de eventos, embora haja muito potencial a ser explorado nas áreas de Comércio e Serviços, que apresentam crescimento vigoroso. O trabalho deixa claro que nos últimos anos houve grande progresso neste segmento, embora ainda falte muito chão pela frente para atingir os padrões sofisticados observados em economias como a norteamericana e europeia.

H

á novidades no universo das publicações sobre viagens de negócios. De forma discreta, mas firme, uma jovem paulista de Santo André , formada em Psicologia com pósgraduação em Planejamento e Marketing, está entrando no mundo editorial por meio da mais nova revista da praça, a Viagens S. A. Andrea Magalhães ganhou experiência neste mercado como executiva de contas na Panrotas e na sua agência de viagens. Até o dia em que começou atuar na Link Ideias, uma agência digital voltada para marketing e produtos. Ali, trabalhando ao lado do marido Mario, nasceu a

ideia de uma publicação mensal, que agora vem sendo distribuída em aeroportos, hotéis, flats, linhas de táxi, além de um mailing para executivos. "Embora nosso público seja o mercado corporativo, o desafio é não se tornar uma publicação burocrática ou setorizada", explica. A preocupação se reflete na linha editorial, sob o comando da jornalista Simone Galib. Para Andrea este é apenas o começo. Assim que a revista se consolidar, ela quer montar uma plataforma multimídia de conteúdo que proporcione o network corporativo, além do lançamento de dois produtos internacionais.

Contatos com o autor pelo e-mail: fabio@steinberg.com.br


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ORIENTAÇÃO LEGAL LEGISLAÇÃO N DOUTRINA N JURISPRUDÊNCIA INSTITUTO JURÍDICO DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE SÃO PAULO Coordenação: Carlos Celso Orcesi da Costa

AGENDA TRIBUTÁRIA PAULISTA - JANEIRO /2011 COORDENADORIA DA ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA Comunicado CAT-01, de 03-01-2011 (DOE 04-01-2011) O Coordenador da Administração Tributária declara que as datas fixadas para cumprimento das OBRIGAÇÕES PRINCIPAIS e ACESSÓRIAS, do mês de janeiro de 2011, são as constantes da Agenda Tributária Paulista anexa. OBSERVAÇÕES: 1) O Decreto 45.490, de 30/11/2000 - DOE de 01/12/2000, que aprovou o RICMS, estabeleceu em seu Anexo IV os prazos do recolhimento do imposto em relação às Classificações de Atividades Econômicas ali indicadas. O não recolhimento do imposto até o dia indicado sujeitará o contribuinte ao seu pagamento com juros estabelecidos pela Lei n° 10.175, de 30/12/98 - DOE de 31/12/98, e demais acréscimos legais. 2) O prazo previsto no Anexo IV do RICMS para o recolhimento do ICMS devido, na condição de sujeito passivo por substituição, pelas operações subsequentes com as mercadorias sujeitas ao regime da substituição tributária referidas nos itens 11 a 33 do § 1° do artigo 3° do mencionado anexo, fica prorrogado para o último dia do segundo mês subsequente ao do mês de referência da apuração. A prorrogação de prazo citada anteriormente aplica-se também ao prazo estabelecido no item 3 do § 2° do artigo 268 do RICMS, para que o contribuinte sujeito às normas do Simples Nacional recolha o imposto devido na condição de sujeito passivo por substituição tributária (Decreto nº 55.307, de 30-12-09; DOE 31-12-09, produzindo efeitos para os fatos geradores ocorridos até 31 de dezembro de 2010). 3) O Decreto 56.538, de 20-12-2010 - DOE de 21-122010, dispõe sobre a possibilidade de contribuintes que exercem a atividade de comércio varejista parcelarem o ICMS devido pelas saídas de mercadorias promovidas em dezembro de 2010. Esse benefício aplica-se aos contribuintes que, em 31 de dezembro de 2010, tenham a sua atividade principal enquadrada em um dos seguintes códigos da Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE: - 3606, 45307 (exceto 4530-7/01, 4530-7/02 e 45307/06), 45412 (exceto 4541-2/01 e 4541-2/02), 47113, 47121, 47130, 47211, 47229, 47237, 47245, 47296, 47415, 47423, 47431, 47440, 47512, 47521, 47539, 47547, 47555, 47563, 47571, 47598, 47610, 47628, 47636, 47717, 47725, 47733, 47741, 47814, 47822, 47831, 47857 e 47890. As parcelas deverão ser recolhidas até as seguintes datas: - 1ª parcela: até o dia 20-01-2011; - 2ª parcela: até o dia 22-02-2011. O recolhimento do ICMS dessa forma é opcional ficando facultado ao contribuinte efetuar o recolhimento integral do imposto no mês de janeiro de 2011, até a data estabelecida no Anexo IV do Regulamento do ICMS - RICMS, aprovado pelo Decreto 45.490, de 30 de novembro de 2000. INFORMAÇÕES ADICIONAIS: DO IMPOSTO RETIDO ANTECIPADAMENTE POR SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA: Os contribuintes, em relação ao imposto retido antecipadamente por substituição tributária, estão classificados nos códigos de prazo de recolhimento abaixo indicados e deverão efetuar o recolhimento até os seguintes dias (Anexo IV, art. 3°, § 1° do RICMS): DIA 5 N cimento - 1031; N refrigerante, cerveja, chope e água - 1031; N álcool anidro, demais combustíveis e lubrificantes derivados de petróleo - 1031;

DIA 10 N veículo novo - 1090; N veículo novo motorizado classificado na posição 8711 da

NBM/SH - 1090; N pneumáticos, câmaras-de-ar e protetores de borracha 1090; N fumo e seus sucedâneos manufaturados - 1090; N tintas, vernizes e outros produtos químicos - 1090; N energia elétrica - 1090; N sorvete de qualquer espécie e preparado para fabricação de sorvete em máquina – 1090;

DIA 31 N medicamentos e contraceptivos referidos no § 1° do ar-

tigo 313-A do RICMS – 1090; N bebida alcoólica, exceto cerveja e chope - 1090; N produtos de perfumaria referidos no § 1° do artigo 313-E do RICMS - 1090; N produtos de higiene pessoal referidos no § 1° do artigo 313-G do RICMS - 1090; N ração tipo "pet" para animais domésticos, classificada na posição 23.09 da NBM/SH - 1090; N produtos de limpeza referidos no § 1° do artigo 313-K do RICMS - 1090; N produtos fonográficos referidos no § 1° do artigo 313-M do RICMS - 1090; N autopeças referidas no § 1° do artigo 313-O do RICMS - 1090; N pilhas e baterias novas, classificadas na posição 85.06 da NBM/SH - 1090; N lâmpadas elétricas referidas no § 1° do artigo 313-S do RICMS - 1090; N papel referido no § 1° do artigo 313-U do RICMS – 1090; N produtos da indústria alimentícia referidos no § 1° do artigo 313-W do RICMS - 1090; N materiais de construção e congêneres referidos no § 1° do artigo 313-Y do RICMS - 1090. N produtos de colchoaria referidos no § 1° do artigo 313-Z1 do RICMS - 1090; N ferramentas referidas no § 1° do artigo 313-Z3 do RICMS - 1090; N bicicletas e suas partes, peças e acessórios referidos no § 1° do artigo 313-Z5 do RICMS - 1090; N instrumentos musicais referidos no § 1° do artigo 313-Z7 do RICMS - 1090. N brinquedos referidos no § 1° do artigo 313-Z9 do RICMS - 1090. N máquinas, aparelhos mecânicos, elétricos, eletromecânicos e automáticos referidos no § 1° do artigo 313-Z11 do RICMS - 1090. N produtos de papelaria referidos no § 1° do artigo 313-Z13 do RICMS - 1090. N artefatos de uso doméstico referidos no § 1° do artigo 313Z15 do RICMS - 1090. N materiais elétricos referidos no § 1° do artigo 313-Z17 do RICMS - 1090. N produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos referidos no § 1° do artigo 313-Z19 do RICMS – 1090.

O prazo previsto no Anexo IV do RICMS para o recolhimento do ICMS devido na condição de sujeito

AGENDA TRIBUTÁRIA PAULISTA Nº 257 MÊS: JANEIRO DE 2011 DATAS PARA RECOLHIMENTO DO ICMS E OUTRAS OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS

Classificação de atividade econômica

Código de prazo de recolhimento

Regime periódico de apuração Recolhimento do ICMS Fato gerador

CPR

CNAE

10333, 11119, 11127, 11135, 11216, 11224, 17109, 17214, 17222, 17311, 17320, 17338, 17419, 17427, 17494, 19101, 19217, 19225, 19322; 20118, 20126, 20134, 20142, 20193, 20215, 20223, 20291, 20312, 20321, 20339, 20401, 20517, 20525, 20614, 20622, 20631, 20711, 20720, 20738, 20916, 20924, 20932, 20941, 20991, 21106, 21211, 21220, 21238, 22218, 22226, 22234, 22293, 23206, 24113, 24121, 24211, 24229, 24237, 24245, 24318, 24393, 24415, 24431, 24491, 24512, 24521, 25110, 25128, 25136, 25217, 25314, 25322, 25390, 25411, 25420, 25438, 25501, 25918, 25926, 25934, 25993, 26108, 26213, 26221, 26311, 26329, 26400, 26515, 26523, 26604, 26701, 26809, 27104, 27210, 27317, 27325, 27333, 27511, 27597, 27902, 28135, 28151, 28232, 28241, 28518, 28526, 28534, 28542, 29107, 29204, 29506; 30113, 30121, 30318, 30504, 30911, 32124, 32205, 32302, 32400, 32507, 32914, 33112, 33121, 33139, 33147, 33155, 33198, 33210, 35115, 35123, 35131, 35140, 35204, 35301; 46214, 46222, 46231, 46311, 46320, 46338, 46346, 46354, 46362, 46371, 46397, 46419, 46427, 46435, 46443, 46451, 46460, 46478, 46494, 46516, 46524, 46613, 46621, 46630, 46648, 46656, 46699, 46711, 46729, 46737, 46745, 46796, 46818, 46826, 46834, 46842, 46851, 46869, 46877, 46893, 46915, 46923, 46931, 49302, 49507; 50114, 50122, 50211, 50220, 50912, 50998, 51111, 51129, 51200, 51307, 53105, 53202; 60217, 60225, 63917. 01113, 01121, 01130, 01148, 01156, 01164, 01199, 01211, 01229, 01318, 01326, 01334, 01342, 01351, 01393, 01415, 01423, 01512, 01521, 01539, 01547, 01555, 01598, 01610, 01628, 01636, 01709; 02101, 02209, 02306; 03116, 03124, 03213, 03221; 05003; 06000; 07103, 07219, 07227, 07235; 07243, 07251, 07294; 08100, 08916, 08924, 08932, 08991; 09106, 09904; 12107, 12204; 23915, 23923; 33163, 33171; 41204, 42111, 42120, 42138, 42219, 42227, 42235, 42910, 42928, 42995, 43118, 43126, 43134, 43193, 43215, 43223, 43291, 43304, 43916, 43991, 45111, 45129, 45200, 46117, 46125, 46133, 46141, 46150, 46168, 46176, 46184, 46192, 47318, 47326, 49400; 50301, 52117, 52125, 52214, 52222, 52231, 52290, 52311, 52320, 52397, 52401, 52508, 55108, 55906; 62015, 62023, 62031, 62040, 62091, 63119, 63194, 63992, 64107, 64212, 64221, 64239, 64247, 64310, 64328, 64336, 64344, 64352, 64361, 64379, 64409, 64506, 64611, 64620, 64638, 64701, 64913, 64921, 64930, 64999, 66134, 69117, 69125, 69206; 70204, 71111, 71120, 71197, 71201, 73114, 73122, 73190, 73203, 74102, 74200, 74901, 75001, 77403, 78108, 78205, 78302, 79112, 79121; 80111, 80129, 80200, 80307, 81214, 81222, 81290, 81303, 82113, 82199, 82202, 82300, 82911, 82920, 85503, 86101, 86216, 86224, 86305, 86402, 86500, 86607, 86909, 87115, 87123, 87204, 87301, 88006; 95118; 60101, 61108, 61205, 61302, 61418, 61426, 61434, 61906; 10538; 36006, 37011, 37029, 38114, 38122, 38211, 38220, 39005; 41107, 45307, 45412, 45421, 45439, 47113, 47121, 47130, 47229, 47237, 47245, 47296, 47415, 47423, 47431, 47440, 47512, 47521, 47539, 47547, 47555, 47563, 47571, 47598, 47610, 47628, 47636, 47717, 47725, 47733, 47741, 47814, 47822, 47831, 47849, 47857, 47890, 49116, 49124; 56112, 56121, 56201, 59111, 59120, 59138, 59146; 65111, 65120, 65201, 65308, 65413, 65421, 65502, 66118, 66126, 66193, 66215, 66223, 66291, 66304, 68102, 68218, 68226; 72100, 72207, 77110, 77195, 77217, 77225, 77233, 77292, 77314, 77322, 77331, 77390, 79902; 81117, 81125, 82997, 84116, 84124, 84132, 84213, 84221, 84230, 84248, 84256, 84302, 85112, 85121, 85139, 85201, 85317, 85325, 85333, 85414, 85422, 85911, 85929, 85937, 85996; 90019, 90027, 90035, 91015, 91023, 91031, 92003, 93115, 93123, 93131, 93191, 93212, 93298, 94111, 94120, 94201, 94308, 94910, 94928, 94936, 94995, 95126, 95215, 95291, 96017, 96025, 96033, 96092, 97005, 99008; 25225, 28119, 28127, 28143, 28216, 28224, 28259, 28291, 28313, 28321, 28330, 28402, 28615, 28623, 28631, 28640, 28658, 28666, 28691; 10112, 10121, 10139, 10201, 10317, 10325, 10414, 10422, 10431, 10511, 10520, 10619, 10627, 10635, 10643, 10651, 10660, 10694, 10716, 10724, 10813, 10821, 10911, 10929, 10937, 10945, 10953, 10961, 10996, 15106, 15211, 15297, 16102, 16218, 16226, 16234, 16293, 18113, 18121, 18130, 18211, 18229, 18300, 19314; 22111, 22129, 22196, 23117, 23125, 23192, 23303, 23494, 23991, 24423, 27228, 27406, 29301, 29417, 29425, 29433, 29441, 29450, 29492; 30326, 30920, 30997, 31012, 31021, 31039, 31047, 32116, 33295, 38319, 38327, 38394; 47211, 49213, 49221, 49230, 49248, 49299; 58115, 58123, 58131, 58191, 58212, 58221, 58239, 58298, 59201; 13111, 13120, 13138, 13146, 13219, 13227, 13235, 13308, 13405, 13511, 13529, 13537, 13545, 13596, 14118, 14126, 14134, 14142, 14215, 14223, 15319, 15327, 15335, 15394, 15408; 23419, 23427; 30415, 30423, 32922, 32990;

passivo por substituição, pelas operações subsequentes com as mercadorias sujeitas ao regime da substituição tributária referidas nos itens 11 a 33 do § 1° do artigo 3° do mencionado anexo, fica prorrogado para o último dia do segundo mês subsequente ao do mês de referência (Decreto nº 55.307, de 30-12-09; DOE 31-1209, produzindo efeitos para os fatos geradores ocorridos até 31 de dezembro de 2010). OBSERVAÇÕES EM RELAÇÃO AO ICMS DEVIDO POR ST: a) O contribuinte enquadrado em código de CNAE que não identifique a mercadoria a que se refere a sujeição passiva por substituição, observado o disposto no artigo 566, deverá recolher o imposto retido antecipadamente por sujeição passiva por substituição até o dia 9 do mês subsequente ao da retenção, correspondente ao CPR 1090 (Anexo IV, art. 3°, § 2° do RICMS, aprovado pelo Decreto 45.490, de 30/11/00, DOE de 1°/12/00; com alteração do Decreto 46.295, de 23/11/01, DOE de 24/11/01). b) Em relação ao estabelecimento refinador de petróleo e suas bases, observar-se-á o que segue: 1)no que se refere ao imposto retido, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, 80% (oitenta por cento) do seu montante será recolhido até o 3º dia útil do mês subsequente ao da ocorrência do fato gerador - CPR 1031 e o restante, até o dia 10 (dez) do correspondente mês - CPR 1100; 2)no que se refere ao imposto decorrente das operações próprias, 95% (noventa e cinco por cento) será recolhido até o 3º dia útil do mês subsequente ao da ocorrência do fato gerador - CPR 1031 e o restante, até o dia 10 (dez) do correspondente mês - CPR 1100. 3)no que se refere ao imposto repassado a este Estado por estabelecimento localizado em outra unidade federada, o recolhimento deverá ser efetuado até o dia 10 de cada mês subsequente ao da ocorrência do fato gerador – CPR 1100 (Anexo IV, art. 3º, § 5º do RICMS, acrescentado pelo Decreto nº 47.278, de 29/10/02).

12/2010

11/2010

Dia

Dia

Caso o dia do vencimento para apresentação indicado recair em dia não útil, a transmissão poderá ser efetuada por meio da Internet no endereço http:/ /www.fazenda.sp.gov.br ou http://pfe.fazenda.sp.gov.br. Registro eletrônico de documentos fiscais na Secretaria da Fazenda

Os contribuintes sujeitos ao registro eletrônico de documentos fiscais devem efetuá-lo nos prazos a seguir indicados, conforme o 8º dígito de seu número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas CNPJ (12.345.678/xxxx-yy).(Portaria CAT - 85, de 4-92007 - DOE 05/09/2007)

1031

5

-

OBS.: Na hipótese de Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, emitida por contribuinte sujeito ao Regime Periódico de Apuração - RPA, de que trata o artigo 87 do Regulamento do ICMS, cujo campo "destinatário" indique pessoa jurídica, ou entidade equiparada, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas - CNPJ, e cujo campo "valor total da nota" indique valor igual ou superior a R$ 1.000,00 (mil reais), o registro eletrônico deverá ser efetuado em até 4 (quatro) dias contados da emissão do documento fiscal. (Portaria CAT-127/07, de 21-12-2007; DOE 22-12-2007). 3) DIA 10 - Guia Nacional de Informação e Apuração do ICMS – Substituição Tributária: O contribuinte de outra unidade federada obrigado à entrega das informações na GIA-ST, em relação ao imposto apurado no mês de dezembro de 2010, deverá apresentá-la até essa data, na forma prevista no Anexo V da Portaria CAT 92, de 23/12/98 acrescentado pela Portaria CAT 89, de 22/11/00, DOE de 23/11/00 (art. 254, parágrafo único do RICMS, aprovado pelo Decreto 45.490, de 30/11/00, DOE de 01/12/00).

1100 1150

10 17

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1200

20

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1220

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1250

25

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2100

-

10

Simples Nacional:

DIA 15 – O contribuinte enquadrado no Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte - “Simples Nacional” deverá efetuar até esta data os seguintes recolhimentos: a) O valor do imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual, nos termos do Artigo 115, inciso XV-A, do RICMS (Portaria CAT-75, de 15-5-2008); b) O valor do imposto devido na condição de sujeito passivo por substituição, nos termos do § 2º do Artigo 268 do RICMS. O prazo para o pagamento do DAS referente ao período de apuração de dezembro de 2010 encontra-se disponível no portal do Simples Nacional (http://www8.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional/) por meio do link Agenda do Simples Nacional - 2010. FABRICANTES DE CELULAR, LATAS DE CHAPA DE ALUMÍNIO OU PAINÉIS DE MADEIRA MDF – CPR 2100

DIA 10 – O estabelecimento com atividade preponderante de fabricação de telefone celular, de latas de chapa de alumínio ou de painéis de madeira MDF, independente do código CNAE em que estiver enquadrado, deverão efetuar o recolhimento do imposto apurado no mês de novembro de 2010 até esta data. OUTRAS OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS Guia de Informação e Apuração do ICMS – GIA

A GIA, mediante transmissão eletrônica, deverá ser apresentada até os dias a seguir indicados de acordo com o último dígito do número de inscrição estadual do estabelecimento. (art. 254 do RICMS, aprovado pelo decreto 45.490, de 30/11/00 – DOE de 01/12/00 – Portaria CAT 92, de 23/12/98, Anexo IV, artigo 20 com alteração da Portaria CAT 49, de 26/06/01 – DOE de 27/06/01).

4) DIA 15 - Relação das Entradas e Saídas de Mercadorias em Estabelecimento de Produtor: O produtor não equiparado a comerciante ou a industrial que se utilizar do crédito do ICMS deverá entregar até essa data, no Posto Fiscal a que estiver vinculado, a respectiva relação referente ao mês dezembro de 2010 (art.70 do RICMS, aprovado pelo Decreto 45.490, de 30/11/00, DOE de 1°/12/00 e art. 18 da Portaria CAT 17/03). 5) DIA 15 - Arquivo Com Registro Fiscal: 5.1) Contribuintes do setor de combustíveis: Os seguintes contribuintes deverão enviar até essa data à Secretaria da Fazenda, utilizando o programa TED (Transmissão Eletrônica de Dados), arquivo com registro fiscal de todas as suas operações e prestações com combustíveis derivados de petróleo, gás natural veicular e álcool etílico hidratado combustível efetuadas a qualquer título no mês de dezembro de 2010: a) Os fabricantes e os importadores de combustíveis derivados de petróleo, inclusive de solventes, as usinas e destilarias de açúcar e álcool, as distribuidoras de combustíveis, inclusive de solventes, como definidas e autorizadas por órgão federal competente, e os Transportadores Revendedores Retalhistas - TRR (art. 424-B do RICMS, aprovado pelo decreto 48.139 de 08/10/2003, DOE de 09/10/03, normatizada pela Portaria CAT-95 de 17/11/2003, DOE de 19/11/2003). b) Os revendedores varejistas de combustíveis e os contribuintes do ICMS que adquirirem combustíveis para consumo (art. 424-C do RICMS, aprovado pelo decreto 48.139 de 08/10/03, DOE de 09/10/03 e normatizada pela Portaria CAT-95 de 17/11/2003, DOE de 19/11/2003). 5.2) SINTEGRA: Os contribuintes usuários de sistema eletrônico de processamento de dados remeterão até essa data às Secretarias de Fazenda, Finanças ou Tributação das unidades da Federação, utilizando o programa TED (Transmissão Eletrônica de Dados), arquivo magnético com registro fiscal das operações e prestações interestaduais efetuadas no mês de dezembro de 2010. O contribuinte notificado pela Secretaria da Fazenda a enviar mensalmente arquivo magnético com registro fiscal da totalidade das operações e prestações fica dispensado do cumprimento desta obrigação (art. 10 da Portaria CAT 32/96 de 28/03/96, DOE de 29/03/1996). NOTAS GERAIS: 1) Unidade Fiscal do Estado de São Paulo - UFESP: O valor da UFESP para o período de 01/01/2011 a 31/12/2011 será de R$ 17,45 (Comunicado DA - 88, de 17/12/10; DOE de 18/12/10). 2) Nota Fiscal de Venda a Consumidor: No período de 01-01-2011 a 31-01-2011, na operação de saída a título de venda a consumidor final com valor inferior a R$ 9,00 (nove reais) e em não sendo obrigatória a emissão do Cupom Fiscal, a emissão da Nota Fiscal de Venda a Consumidor (NFVC) é facultativa, cabendo a opção ao consumidor (RICMS/SP art. 132-A e 134 e Comunicado DA-89 de 17-12-2010, DOE 18-12-2010). O Limite máximo de valor para emissão de Cupom Fiscal e Nota Fiscal de Venda a Consumidor (NFVC) é de R$ 10.000,00 (dez mil reais), a partir do qual deve ser emitida Nota Fiscal (modelo 1) ou Nota Fiscal Eletrônica (modelo 55) (RICMS/SP art. 132-A, Parágrafo único e 135, § 7º). 3) Esta Agenda Tributária foi elaborada com base na legislação vigente em 27/12/2010. 4) A Agenda Tributária em formato permanente encontra-se disponível no site da Secretaria da Fazenda (www.fazenda.sp.gov.br) no módulo Legislação Tributária – Agendas, Pautas e Tabelas.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

ECONOMIA/LEGAIS - 15

e Transferência de custódia mais rápida Essas queixas são relacionadas à instabilidade no sistema, queda durante a operação ou a execução incorreta. Valdir Pereira, gerente da área de ombudsman da BM&FBovespa

conomia

Corretoras de valores terão até 24 horas para resolver problemas com a mudança de ativos de uma instituição para outra. Giseli Cabrini

C

orretoras de valores terão até 24 horas para resolver problemas envolvendo a transferência de custódia – mudança de ativos de uma instituição para outra. O descumprimento do prazo, aliado a outras inconformidades, poderá levar à exclusão ou veto ao ingresso desse tipo de agente do mercado financeiro no Programa de Qualificação Operacional (PQO). Desenvolvido pela Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&FBovespa), ele tem por objetivo certificar a qualidade dos serviços prestados pelas corretoras. A determinação, que vale para casos nos quais não houver impedimento cadastral ou financeiro, foi imposta pela área de Fomento e Auditoria da Bolsa a partir de resultados da gestão proativa adotada pelo ombudsman da instituição a partir de 2010. "Nessa função, nós procuramos diretamente os agentes de mercado e levantamos informações que são repassadas à nossa diretoria-executiva e ao Conselho de Administração", disse ontem o ombudsman da BM&FBovespa, Izalco Sardenberg. "Outro fruto foi a criação de uma comissão de brokers. Entre as metas, ela irá debater temas como aquisição e fusão de corretoras e aspectos concorrenciais." Reclamações – O lado reativo do trabalho funciona por meio do Serviço de Atendimento ao Público (SAP) que repassa as queixas à área de ombudsman da Bolsa. O prazo de resposta é de 30 dias, in-

tervalo que deverá ser reduzido em 2011. Das 735 reclamações recebidas no ano passado, 105 (14%) foram referentes à transferência de custódia (veja gráfico acima). Já em relação às campeãs de insatisfação – ordens de operações e home broker – , de acordo com o executivo, a solução desse tipo de problema é mais complicada por envolver o próprio dia a dia dos agentes do mercado e avanços tecnológicos. "Essas queixas são relacionadas à instabilidade no sistema, queda durante a operação ou a execução incorreta", explicou o gerente da área de ombudsman, Valdir Pereira. Quanto às instituições reclamadas, o ranking foi liderado novamente pelas corretoras (63%), seguidas por bancos (17%), Bolsa (18%) e empresas (2%). Segundo a área de ombudsman, trata-se de algo na-

FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL

tural uma vez que as queixas sobre home broker e transferência de custódia envolvem produtos e serviços típicos da indústria de distribuição. Em relação ao comportamento das queixas ao longo do ano, Sardenberg informou que o pico registrado no mês de maio (95 reclamações) ainda está sendo investigado pelo departamento. Já no comparativo interanual – entre 2005 e 2010 – notou-se uma evolução consistente até 2008 (veja gráfico acima). De acordo com informações passadas pelo executivo, os anos de 2007, 2008 e 2009 foram atípicos. "Em torno de 20% das demandas de ombudsman em 2007 envolveram as ofertas públicas de ações das antigas Bovespa e BM&F. E os anos subsequentes foram afetados pela crise financeira internacional", disse ele.

Luludi/LUZ

Procuramos diretamente os agentes de mercado e levantamos informações que são repassadas à nossa diretoriaexecutiva e ao Conselho de Administração IZALCO SARDENBERG, BM&FBOVESPA

BANCO ITAÚ BBA S.A. CNPJ 17.298.092/0001-30

Conforme informação da Distribuição Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, foram ajuizados no dia 05 de janeiro de 2011, na Comarca da Capital, os seguintes pedidos de falência, recuperação extrajudicial e recuperação judicial: Requerente: Banco Safra S/A - Requerida: Regina de Godoy-ME - Rua Cantarricos nº 10 - Imirim - 1ª Vara de Falências

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NIRE 35300318951 OD OC ONSELHO DE ADMINISTR AÇ ÃO DE 3 DE NOVEMBRO DE 2010 ATA SUM ÁRIA D A REUNIÃ SUMÁRIA DA REUNIÃO DO CONSELHO ADMINISTRA DATA, HOR A E LLOC OC AL: Em 3.11.2010, às 10:30 horas, na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 3º andar, em São Paulo (SP). PRESIDÊNCIA: 3º andar, Condomínio Galeria Plaza; EDUARDO CORSETTI, brasileiro, casado, economista, RG-SSP/SP 9.948.937-5, HORA OCAL: AÇ ÃO : Conforme o Item 5.5 do Artigo 5º do Estatuto CPF 118.455.578-83, domiciliado no Rio de Janeiro (RJ), na Praia de Botafogo, 300, 12° andar; EMERSON SAVI JUNQUEIRA, brasileiro, Roberto Egydio Setubal. QUORUM: Totalidade dos membros. CONVOC ONVOCA AÇÕES TOM AS POR UNANIMID ADE: 1. Em atendimento aos normativos do Conselho Monetário Nacional solteiro, engenheiro civil, RG-SSP/SP 20.961.240-X, CPF 143.797.388-41, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, Social. DELIBER DELIBERA OMAD ADAS UNANIMIDADE: AD (“CMN”) e do Banco Central do Brasil (“BACEN”), ratificar as seguintes designações: (i) do Diretor JOÃO CARLOS DE GÊNOVA, 3.400, 4° andar; FABIO MASSASHI OKUMURA, brasileiro, casado, engenheiro, RG-SSP/SP 12.435.380, CPF 063.426.888-00, domiciliado como responsável pelos processos de consulta a informações relativas a posições em instrumentos financeiros derivativos, nos em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 3º andar; GILBERTO FRUSSA, brasileiro, separado judicialmente, advogado, termos da Resolução CMN 3.908/2010, e (ii) do Diretor GUSTAVO HENRIQUE PENHA TAVARES, como responsável pelo fornecimento RG-SSP/SP 16.121.865, CPF 127.235.568-32, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 11º andar; GUILHERME de informações previstas em normas legais e regulamentares, conforme Circular BACEN 3.504/2010. 2. Ratificar a concessão de DE ALENCAR AMADO, brasileiro, casado, economista, RG-SSP/MG M-2.451.235, CPF 513.589.056-49, domiciliado em Belo Horizonte licença não remunerada ao Diretor PASCHOAL PIPOLO BAPTISTA, a partir de 1.11.2010. 3. Prover um cargo de Diretor da Sociedade, (MG), na Rua Paraíba, 1.000, 13° andar; GUSTAVO HENRIQUE PENHA TAVARES, brasileiro, casado, engenheiro, RG-SSP/SP 17.423.980, mediante a eleição do Sr. ANDRÉ CARVALHO WHYTE GAILEY, abaixo qualificado, para o mandato que se estenderá até a posse CPF 073.994.228-00; HENRIQUE RUTHER, brasileiro, casado, engenheiro, RG-SSP/SP 19841276-9, CPF 153.142.398-17; ambos dos eleitos na reunião do Conselho de Administração que suceder a Assembleia Geral Ordinária de 2011. 4. Registrar a domiciliados em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 4° andar; ILAN GOLDFAJN, brasileiro, casado, economista, apresentação, pelo eleito, dos documentos comprobatórios do atendimento das condições prévias de elegibilidade previstas RG-SSP/SP 66.442.201-5, CPF 980.031.607-82; JOÃO CARLOS DE GÊNOVA, brasileiro, casado, administrador, RG-SSP/SP 7.459.200, nos Artigos 146 e 147 da Lei 6.404/76 e na regulamentação vigente, em especial na Resolução 3.041/02 do CMN. 5. Registrar que CPF 790.939.068-87; ambos domiciliados em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 3º andar; JOÃO MARCOS PEQUENO a posse do membro ora eleito está condicionada à homologação da sua eleição pelo BACEN. 6. Por fim, registrar que a Diretoria DE BIASE, brasileiro, casado, economista, RG-SSP/SP 36.598.009-2, CPF 908.677.697-34; JORGE BEDRAN JETTAR, brasileiro, casado, TORIA et or P passa a ser composta pelos seguintes membros: DIRE DIRET ORIA: Dir Diret etor Prresiden esidentte: CANDIDO BOTELHO BRACHER, brasileiro, casado, engenheiro, RG-SSP/SP 07405183-0, CPF 012.586.857-01; JOSÉ AUGUSTO DURAND, brasileiro, casado, administrador, et or es Vic e -P administrador, RG-SSP/SP 10.266.958-2, CPF 039.690.188-38; Dir Diret etor ores ice -Prr esiden esidentt es: ALBERTO FERNANDES, brasileiro, RG-SSP/SP 16.858.155-3, CPF 116.431.138-79; todos domiciliados em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 4° andar; separado judicialmente, engenheiro, RG-SSP/SP 13.030.798-1, CPF 053.207.088-74; DANIEL LUIZ GLEIZER, brasileiro, casado, JOSÉ IRINEU NUNES BRAGA, brasileiro, casado, bancário e economiário, RG-SSP/MG M-559.350, CPF 087.958.356-87, domiciliado em economista, RG-IFP/RJ 4.249.867, CPF 628.724.277-91; JEAN-MARC ROBERT NOGUEIRA BAPTISTA ETLIN, brasileiro, casado, São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 7° andar; LILIAN SALA PULZATTO KIEFER, brasileira, separada judicialmente, engenheira, RG-SSP/SP 25.254.239-3, CPF 478.741.989-72; LUÍS ALBERTO PIMENTA GARCIA, brasileiro, solteiro, economista, administrador, RG-SSP/SP 5.569.852, CPF 051.036.138-24; e RODOLFO HENRIQUE FISCHER, brasileiro, casado, engenheiro, RG-IFP/RJ 067.138.776, CPF 703.198.987-68; ambos domiciliados em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 4º andar; RG-SSP/SP 5.228.587-X, CPF 073.561.718-05; todos domiciliados em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400 LUIZ MARCELO ALVES DE MORAES, brasileiro, casado, administrador, RG-SSP/SP 9.395.022-6, CPF 048.595.198-33, domiciliado em et or es Ex ecutiv os: ALEXANDRE JADALLAH AOUDE, brasileiro, casado, economista, RG-IFP/RJ 07376203-1, 4º andar; Dir Diret etor ores Executiv ecutivos: São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 8º andar; MARCELO MAZIERO, brasileiro, casado, engenheiro, RG-SSP/SP 16.183.958, CPF 000.251.597-04; ANDRÉ EMILIO KOK NETO, brasileiro, casado, administrador, RG-SSP/SP 15.789.068-5, CPF 086.803.238-70; CPF 087.083.368-57, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 4º andar; MARCO ANTONIO SUDANO, brasileiro, ANDRÉ LUIS TEIXEIRA RODRIGUES, brasileiro, solteiro, engenheiro, RG-SSP/SP 35.318.961-3, CPF 799.914.406-15; todos domiciliados casado, administrador, RG-SSP/SP 11.757.496, CPF 077.938.298-67, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400 - 4º andar; ELAINE CRISTINA ZANATTA RODRIGUES VASQUINHO, brasileira, 3.400, 3º andar; MARCOS AUGUSTO CAETANO DA SILVA FILHO, brasileiro, casado, administrador, RG-IFP/RJ 06366045-0, casada, psicóloga, RG-SSP/SP 11.218.689, CPF 083.470.418-81, domiciliada em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, CPF 810.633.777-49, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 7º andar; MARIO ANTONIO BERTONCINI, 8º andar; FERNANDO FONTES IUNES, brasileiro, casado, engenheiro, RG-SSP/SP 5.217.649, CPF 077.518.888-30; MILTON MALUHY brasileiro, casado, administrador, RG-SSP/SP 14.065.058, CPF 085.771.768-51, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro FILHO, brasileiro, solteiro, administrador, RG-SSP/SP 27.462.284-1, CPF 252.026.488-80; e NICOLAU FERREIRA CHACUR, brasileiro, Faria Lima, 3.400, 4º andar; MÁRIO LÚCIO GURGEL PIRES, brasileiro, divorciado, administrador, RG-SSP/MG M-2.550.239, casado, advogado, RG-SSP/SP 020.219.099-7, CPF 116.519.328-08; todos domiciliados em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria CPF 486.885.176-49, domiciliado em Belo Horizonte (MG), na Rua Paraíba, 1.000, 13º andar; MARIO LUIS BRUGNETTI, brasileiro, et or es: ADRIANO LIMA BORGES, brasileiro, casado, administrador, RG-SSP/BA 04.391.364-40, divorciado, administrador, RG-SSP/SP 16.747.573, CPF 076.805.778-70, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, Lima, 3.400, 4º andar; Dir Diret etor ores: CPF 679.140.125-72; ALBERTO ZOFFMANN DO ESPIRITO SANTO, brasileiro, solteiro, engenheiro, RG-SSP/SP 11.189.485-2, 3.400, 5º andar; PASCHOAL PIPOLO BAPTISTA, brasileiro, casado, engenheiro, RG-SSP/SP 6.522.464, CPF 010.505.898-07, domiciliado CPF 091.400.848-09; ambos domiciliados em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 4º andar; ALEXANDRE ENRICO SILVA em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 6º andar; PAULO DE PAULA ABREU, brasileiro, casado, economista, RG-SSP/MG FIGLIOLINO, brasileiro, casado, engenheiro, RG-SSP/SP 9.800.813, CPF 042.668.698-51, domiciliado em Campinas (SP), na M-2.540.981, CPF 758.886.026-04, domiciliado em Belo Horizonte (MG), na Rua Paraíba, 1.000, 13º andar; PAULO ROBERTO SCHIAVON Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150, 8º andar; ALMIR VIGNOTO, brasileiro, casado, engenheiro, RG-SSP/SP 9.273.241, DE ANDRADE, brasileiro, casado, engenheiro, RG-SSP/RS 7016833861, CPF 522.744.890-68, domiciliado em Porto Alegre (RS), na CPF 050.967.878-50, domiciliado em Lisboa, Portugal, na Rua Tierno Galvan, Torre 3, 11º andar; ÁLVARO DE ALVARENGA FREIRE Av. Soledade, 550, cj. 1.201; PEDRO REZENDE MARINHO NUNES, brasileiro, casado, advogado, RG-IFP/RJ 05.678.428-3, PIMENTEL, brasileiro, casado, economista, RG-SSP/SP 13.131.577-8, CPF 136.386.138-79, domiciliado em São Paulo (SP), na CPF 893.312.147-15, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 4º andar; RODRIGO PASTOR FACEIRO LIMA, Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 8º andar; ANDRÉ CARVALHO WHYTE GAILEY, brasileiro, casado, advogado, RG-SSP/SP 27.411.111-1, brasileiro, casado, economista, RG-CORECON/RJ 21.607-0, CPF 928.254.517-20, domiciliado em Buenos Aires, Argentina, na Rua CPF 270.578.388-16, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 11º andar; ANDRÉ FERRARI, brasileiro, solteiro, Tucumán, 1, 15º piso. ENCERR AMENT O: Nada mais havendo a tratar e ninguém desejando manifestar-se, encerraram-se os trabalhos, ENCERRA MENTO economista, RG-SSP/SP 23.293.227-X, CPF 087.004.058-84; ANDRÉ LUIZ HELMEISTER, brasileiro, casado, engenheiro, lavrando-se esta ata que, lida e aprovada, foi por todos assinada. São Paulo (SP), 3 de novembro de 2010. (aa) Roberto Egydio RG-SSP/SP 17.207.252, CPF 027.872.118-44; ANTONIO JOSÉ CALHEIROS RIBEIRO FERREIRA, português, casado, físico, Setubal - Presidente; Fernão Carlos Botelho Bracher e Pedro Moreira Salles - Vice-- Presidentes; Alfredo Egydio Setubal, Antonio Carlos RG-SSP/SP 9.554.049-0, CPF 047.599.578-39; domiciliados em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 4° andar; ANTONIO Barbosa de Oliveira, Candido Botelho Bracher, Eduardo Mazzilli de Vassimon, Henri Penchas, João Dionísio Filgueira Barreto Amoêdo SANCHEZ JUNIOR, brasileiro, separado judicialmente, economista, RG-IFP/RJ 07.495.954-4, CPF 004.281.067-14, domiciliado no Rio e Sérgio Ribeiro da Costa Werlang - Conselheiros. A presente é cópia fiel da original lavrada em livro próprio e homologada pelo de Janeiro (RJ), na Praia de Botafogo, 300, 12° andar; EDUARDO CARDOSO ARMONIA, brasileiro, casado, engenheiro, BACEN. Secretaria da Fazenda - Junta Comercial do Estado de São Paulo - Certifico o registro sob nº 462.260/10-0, em 29.12.2010. (a) RG-SSP/SP 18.157.602, CPF 112.008.838-02, domiciliado em Campinas (SP), na Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150, Kátia Regina Bueno de Godoy - Secretária Geral.

Água Funda Serviços Automotivos Ltda, torna público que recebeu na Cetesb a Licença de Operação 45004275 válida até 21/12/2015, para atividade de comércio de produtos derivados de petróleo,sito à Av. Dr. Ricardo Jafet, 959 -Ipiranga - São Paulo - SP.

Transmaroni Transportes Brasil Rodoviários Ltda, torna público que recebeu da Cetesb a Licença de Operação 45004273 válida até 20/12/2015 , para ativ. de com. de prod. deriv.de petróleo, sito à R. Fortunato Ferraz, 546 -Vl. Anastácio -São Paulo -SP. Associação Paulistana dos Cond. de Transporte da Zona Leste , torna público que requereu da Cetesb a Licença Prévia e de Instalação, para atividade de posto de combustível de abastecimento próprio, Rua Joaquim Marra, 1783 - Vila Matilde - São Paulo - SP.

Tekno S.A. – Indústria e Comércio CNPJ/MF nº 33.467.572/0001-34 – Companhia Aberta Aviso aos Acionistas Comunicado aos Senhores Acionistas e ao Mercado em Geral – Pagamento de Juros sobre Capital Próprio conforme aprovado na Reunião do Conselho de Administração de 30/11/2010: a) Serão pagos, à razão de R$ 2,10 (dois reais e dez centavos) por ação ordinária e preferencial, menos o Imposto de Renda na Fonte. b) O pagamento dos juros sobre o capital próprio será efetuado a partir de 26/01/2011. c) Instruções quanto ao crédito dos juros sobre o capital: Os acionistas terão seus créditos disponíveis na data do início do pagamento, de acordo com sua conta corrente e domicílio bancário fornecidos ao Itaú Unibanco S.A. d) Imposto de Renda: Conforme legislação em vigor haverá retenção de 15% (quinze por cento) a título de Imposto de Renda na Fonte, exceto para os acionistas comprovadamente imunes. São Paulo, 05/01/2011. Valter Takeo Sassaki – Diretor de Relações com Investidores.

BBD Participações S.A. CNPJ no 07.838.611/0001-52 - NIRE 35.300.335.295 Assembleia Geral Extraordinária Edital de Convocação Convidamos os senhores acionistas desta Sociedade a se reunirem em Assembleia Geral Extraordinária, a ser realizada no próximo dia 13 de janeiro de 2011, às 9h, na sede social, Cidade de Deus, Prédio Prata, 4 o andar, Vila Yara, Osasco, SP, a fim de examinar proposta do Conselho de Administração para aumentar o Capital Social no valor de R$810.000.000,00, elevando-o de R$735.612.550,05 para R$1.545.612.550,05, mediante a emissão de 61.132.075 novas ações preferenciais, nominativas-escriturais, sem valor nominal, ao preço de R$13,25 por ação, para subscrição particular pelos acionistas no período de 14.1 a 14.2.2011, na proporção de 32,545987282% sobre a posição acionária que cada um possuir na data da Assembleia (13.1.2011), com integralização à vista, de 100% do valor das ações subscritas. Documentos à Disposição dos Acionistas: Este Edital de Convocação e a Proposta do Conselho de Administração encontram-se à disposição dos acionistas na sede da Sociedade e no Departamento de Ações e Custódia do Banco Bradesco S.A., Instituição Financeira Depositária das Ações da Sociedade, Cidade de Deus, Prédio Amarelo, Vila Yara, Osasco, SP. Cidade de Deus, Osasco, SP, 4 de janeiro de 2011. Lázaro de Mello Brandão - Presidente do Conselho de 5, 6 e 7.01.2011 Administração.

QORCPJKC /GVCN}TIKEC 2TCFC

CNPJ nº 56.993.900/0001-31 AVISO AOS ACIONISTAS Conforme deliberado na Assembleia Geral Extraordinária (“AGE”) realizada em 30 de dezembro de 2010, na sede da Companhia, às 10h, foi aprovado o aumento do capital social em R$ 40.000.108,75 (quarenta milhões, cento e oito reais e setenta e cinco centavos), mediante a emissão de 289.625 (duzentos e oitenta e nove mil e seiscentos e vinte e cinco) ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, pelo preço de emissão de R$ 138,11(Cento e trinta e oito reais e onze centavos) por ação, sendo que, em respeito ao artigo 171 da Lei nº 6.404/76, fica garantido aos acionistas o direito de preferência na subscrição do referido aumento, na proporção em que participam do capital social, nos seguintes termos: (a) o eventual exercício de direito de preferência somente será aceito pela Companhia mediante integralização das ações subscritas à vista, em dinheiro ou com créditos líquidos e exigíveis detidos pelo acionista subscritor contra a Companhia, (b) a importância paga pelos acionistas que exercerem o direito de preferência será entregue à CSN nos termos do § 2o, do art. 171, da Lei nº 6.404/76, (c) a intenção de exercício de direito de preferência deverá ser comunicada à Companhia, por escrito, no prazo de 30 dias a contar de 30 de dezembro de 2010 e (d) o silêncio de qualquer acionista, decorrido o prazo aqui estabelecido, será entendido como renúncia ao direito de preferência. A ata da AGE de 30 de dezembro de 2010 encontra-se à disposição dos acionistas na sede da Companhia. A Diretoria (4, 5, 6)

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FDE AVISA: CONCORRÊNCIA A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para execução de: CONCORRÊNCIA Nº - OBJETO - PRÉDIO - LOCALIZAÇÃO - PRAZO - ÁREA (se houver) - PATRIMÔNIO LÍQUIDO MÍNIMO P/ PARTICIPAR - GARANTIA DE PARTICIPAÇÃO - ABERTURA DA LICITAÇÃO (HORA E DIA) 05/17274/10/01 - Construção de Prédio Escolar em Estrutura Pré-Moldada de Concreto - Terreno Jd. Sta Rita II/ Parque Souza Campos II - Estrada Pinheirinho Velho, Esq. Rua 1/Rua 2, s/nº – 008596-696 - Jd. Sta Rita II - Itaquaquecetuba/ SP - 240 - 3.111,04 - R$ 698.952,00 - R$ 69.895,00 - 10:30 - 07/02/2011. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital e o respectivo Caderno de Encargos e Composição do BDI, na SEDE DA FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP ou através da Internet pelo endereço eletrônico www.fde.sp.gov.br. Os interessados poderão adquirir o Edital completo através de CD-ROM a partir de 06/01/2011, na SEDE DA FDE, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, mediante pagamento não reembolsável de R$ 50,00 (cinquenta reais). Todas as propostas deverão estar acompanhadas de garantia de participação, a ser apresentada à Supervisão de Licitações da FDE até às 17:00 horas do dia 03/02/2011, conforme valor indicado acima. Os invólucros contendo a PROPOSTA COMERCIAL e os DOCUMENTOS DE HABILITAÇÃO deverão ser entregues na SEDE DA FDE, até 30 minutos antes da abertura da licitação. Esta Licitação será processada em conformidade com a LEI FEDERAL nº 8.666/93 e suas alterações, e com o disposto nas CONDIÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DE LICITAÇÕES E CONTRATAÇÕES DA FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE. As propostas deverão obedecer, rigorosamente, o estabelecido no edital. FÁBIO BONINI SIMÕES DE LIMA Presidente

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FDE AVISA: COMUNICADO Referente ao Pregão Eletrônico nº 05/14676/10/05 - Objeto: Fornecimento e Instalação de Sistema de Ar Condicionado. Comunicamos aos licitantes interessados em participar do Pregão Eletrônico nº 05/14676/10/05, que estará disponível, na Supervisão de Licitações, Av. São Luís, 99 - 1° andar - Centro - São Paulo/SP, CD contendo o Projeto Executivo.

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SANTA GERTRUDES Pregão Presencial 01/2011 A Prefeitura do Município de Santa Gertrudes torna público que, no dia e hora especificados, nas dependências do Paço Municipal, à Rua 01A, 332, Centro, Santa Gertrudes/SP, realizar-se-á licitação, na modalidade Pregão Presencial 01/2011, do tipo menor preço global, para aquisição de combustíveis, conforme especificações contidas em edital completo. Os envelopes com as propostas e os documentos de habilitação devem ser protocolados até às 9:30 horas do dia 19/01/2011, no Paço Municipal. A sessão de lances e julgamento será neste mesmo dia às 10:00 horas. O edital completo poderá ser retirado no endereço supracitado, no horário das 8:00 às 11:30 e das 13:00 às 16:00 horas, sendo necessária a retirada no local. Não serão enviados editais pelo correio ou por e-mail. Santa Gertrudes/SP, 05 de janeiro de 2011. (a) Danielle Zanardi Leão – Pregoeira.

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

FDE AVISA: PREGÃO (ELETRÔNICO) Nº 05/15273/10/05 OBJETO: FORNECIMENTO E MONTAGEM DE SISTEMA DE PISOS ELEVADOS, PARA O PRÉDIO DA CEI/ COGSP/DRHU. A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para contratação de empresa para Fornecimento e Montagem de Sistema de Pisos Elevados, Para o Prédio da CEI/ COGSP/DRHU. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital a partir de 06/01/2011, no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br ou na sede da FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, ou verificar o edital na íntegra, através da Internet no endereço: http://www.fde.sp.gov.br. A sessão pública de processamento do Pregão Eletrônico será realizada no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br, no dia 19/01/2011, às 10:00 horas e será conduzida pelo pregoeiro com o auxílio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epígrafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverão obedecer, rigorosamente, o estabelecido no edital e seus anexos e serão encaminhadas, por meio eletrônico, após o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do início do prazo para envio da proposta eletrônica será de 06/01/ 2011, até o momento anterior ao início da sessão pública. FÁBIO BONINI SIMÕES DE LIMA Presidente


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

O preço das carnes subiu muito mais que o padrão por causa da entressafra. Antônio Evaldo Comune, coordenador da Fipe

conomia

De volta às compras

Fotos: Marcos Mendes/LUZ

Já aumenta a procura por material escolar nas papelarias. Venda chega a representar 30% do total do ano. Vanessa Rosal

O

período de volta às aulas está movimentando o varejo de papelarias. Cadernos, mochilas, estojos, canetas e lápis são os produtos mais vendidos nas lojas do setor e em supermercados depois das festas de fim de ano. Nas livrarias, a procura maior é por dicionários e livros didáticos. A expectativa é que as vendas de material escolar aumentem até 20% em relação ao ano passado, por causa do maior número de empregos formais e do aumento de renda da população brasileira. De acordo com fontes consultadas pelo Diário do Com é rci o , a comercialização desses itens nos meses de janeiro e fevereiro chega a representar 30% das vendas totais do ano. É o caso da rede Kalunga. Com 60 lojas no País, os proprietários acabam de investir mais R$ 30 milhões para a abertura de 20 unidades em 2011. "Estamos otimistas que cresceremos nesse período de

volta às aulas", disse o diretor comercial Hoslei Pimenta. Segundo ele, o carro-chefe do período é o caderno de marca própria Spiral. "Esse item é muito importante, porque representa 40% das vendas de material escolar nos meses de janeiro e fevereiro. Por isso, iniciamos u m a c a m p anha de reciclagem, pela qual o consumidor pode trazer o caderno antig o p a r a g anhar descontos na compra do novo. Para cada quilo de caderno usado, pagamos R$ 1", afirmou. A expectativa da Kalunga é de um aumento de 20% nas vendas, em relação a igual período do ano passado. Em 2010, a alta foi de 15% ante o ano anterior. "A economia brasileira está vivendo um grande momento e há mais oferta de emprego no mercado de traba-

lho. Isso contribui com a renda e com o otimismo dos consumidores", disse. Informátic a – A venda de produtos de informática e notebooks também é significativa, de acordo com o diretor comercial. "Hoje em dia as crianças estão tecnológicas e precisam do computador para estudar. Vendemos muitos produtos nessa época do ano, como impressoras e pendrives." Nos estabelecimentos da rede Armarinhos Fernando, a procura por material escolar se intensificou na tarde de ontem. De acordo com o gerente da matriz da Rua 25 de Março, Ondamar Ferreira, a expectativa da empresa é de que as vendas aumentem entre 6% e 8%, em relação a igual período de 2010. "A procura maior é por ca-

dernos universitários. O tíquete médio é de R$ 150 por consumidor", afirmou, informando que a loja dispõe de aproximadamente 3 mil itens de material escolar nas prateleiras. O comércio eletrônico também se aproveita da data para elevar as vendas no período. O site Submarino, por exemplo, oferece a opção de pagamento em 12 vezes sem juros em itens de papelaria e livraria, com frete gratuito para todo o Brasil. Já a loja virtual da livraria Saraiva oferece frete gratuito para compras acima de R$ 39 e parcelamento de 15 vezes no cartão de crédito próprio da rede, com 5% de desconto. Preço – É bom que os paulistanos se preparem antes de sair às compras. Assim como o preço das mensalidades (ver matéria abaixo), os materiais escolares também terão aumento superior à inflação oficial deste ano, custando cerca de 8% a mais em relação aos preços exercidos em 2010. A estimativa é do Sindicato do Comércio Varejista de Material de Escritório e Papelaria de São Paulo e Região (Simpa).

Para o diretor comercial da Kalunga,carro-chefe é o caderno Spiral.

Mensalidades escolares têm reajuste de 7% Aumento no salários dos professores e elevação da inadimplência no Estado de São Paulo são os principais responsáveis

P

assadas as festas de final de ano, os consumidores paulistas começam a se organizar para os primeiros gastos de 2011. Despesas extras – como o pagamento do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU), do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e as compras de material escolar são a prioridade no mês de janeiro. Mas o que deve pesar mesmo no bolso é o reajuste das mensalidades acima de 7% – reflexo do aumento dos salários dos professores e da alta da inadimplência em escolas da capital e do interior. De acordo com o vice-presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo (Sieeesp), José Augusto de Mattos Lourenço, o salário dos

professores de escolas particulares será reajustado em torno de 6,5% a 7%. "Ainda não temos o índice médio de reajuste, mas ele levará em conta o aumento dos salários dos professores e funcionários, o aumento das contas de água e energia e as inovações tecnológicas", afirmou. A proposta pedagógica e a inadimplência também impactam diretamente nos valores das mensalidades, que poderão crescer acima da inflação prevista para o ano de 2011. O mercado elevou a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo(IPCA), para 5,32% neste ano, um pouco acima da estimativa anterior (5,31%), de acordo com o relatório Focus – divulgado na última segunda-feira pelo Banco Central (BC), e que serve como um termômetro das

expectativas do mercado. "Com certeza o reajuste das mensalidades crescerá acima do aumento no salário dos professores, de 7%", avaliou Lourenço. Inadimplência – De acordo com dados do Sieeesp, entre janeiro e novembro de 2010 a inadimplência nas escolas particulares do Estado de São Paulo já somava 8,33%. O número é 1,13 ponto percentual abaixo do acumulado em igual período de 2009, de 9,8%, quando o País ainda sentia impactos da crise financeira internacional. De acordo com a entidade, a região com maior índice de inadimplência em novembro foi São José dos Campos, com 13,76%. Em seguida aparecem Bauru, com 9,93%, e Araçatuba, com 9,33%. As menores taxas, por outro lado, foram

na região do ABC, em Presidente Prudente e em Santos – com índices de 4,34%, 5,86%, e 6,25%, respectivamente. Segundo o vice-presidente do Sieeesp, quem paga em dia acaba sendo prejudicado. "As escolas utilizam em suas planilhas o reajuste do salário-mínimo e de outros custos, incluindo a taxa de inadimplência. Por isso, o preço da mensalidade sempre sobe mais do que a inflação", ponderou. Já o produto que mais pesa no bolso nesse período, o livro didático, está chegando às prateleiras com um reajuste entre 6% e 10%, segundo a Associação Nacional de Livrarias (ANL). Nesse caso, o aumento dos insumos e a adaptação acarretada pela nova ortografia da língua portuguesa contribuíram para a alta dos preços. (VR)

Carne fecha 2010 como a vilã da inflação

V

ilã da inflação em 2010, a carne bovina terminou o ano com aumento de 34,45% na cidade de São Paulo, de acordo com dados da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) da USP. Assim, o item – cuja alta foi a maior do ano – contribuiu com cerca de 12% da inflação anual para o paulistano, de 6,4%. O índice é o maior em seis anos. Cortes de carne mais nobres, como o filé mignon e a picanha, tiveram aumentos ainda maiores, de 67,74% e 57,54%, respectivamente. "O preço das carnes subiu muito mais que o padrão por causa da entressafra severa que tivemos entre julho e agosto", afirmou o coordenador do índice, Antônio Evaldo Comune. Para ele, houve um problema de oferta, agravado por um aumento na

demanda graças à entrada de mais pessoas no mercado, com o crescimento da classe C. As razões apontadas pelos segmentos ligados à produção de carne bovina para o aumento de preços incluem o abate excessivo de matrizes entre 2003 e 2006, que ainda se reflete na oferta de gado de corte; a seca excepcional deste ano, que emagreceu o gado; o aumento do consumo interno; e o crescimento das exportações, em razão da diminuição do rebanho de dois tradicionais exportadores, Argentina e Austrália. Alternativas – Com o preço da carne bovina em alta, os consumidores migram para suínos ou frango, transferindo parte do aumento de preços para esses produtos. O custo das carnes suínas registrou aumento de 21,75% em 2010, en-

1,2 por cento é a inflação projetada para o mês de janeiro na cidade de São Paulo. Será o segundo maior aumento para o mês desde 2003. quanto o frango subiu 23,61%. "O consumidor foge do produto caro para um que seja mais acessível", explicou Comune. Segundo ele, o aumento nos preços das carnes deve continuar pelo menos até fevereiro e, junto com a pressão sobre os

preços de commodities como milho e trigo, deve manter a inflação dos alimentos elevadas neste início de ano. De acordo com o Banco Central, as commodities agropecuárias, como carne, óleo de soja, trigo e açúcar, subiram 46% em 2010. No total, o grupo Alimentação registrou aumento de 12,2%, quase o dobro do índice médio no ano (6,4%), apontam os números da Fipe. Em janeiro, a previsão é de que o grupo registre elevação de 1,39% na capital paulista, praticamente estável em relação ao índice de dezembro, de 1,38%. Com os reajustes nas tarifas de ônibus e nos gastos com Educação, esse aumento deve elevar em 1,2% a inflação em São Paulo neste mês – o segundo maior aumento para janeiro desde 2003. (Folhapress)


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Diário do Comércio - 06/01/2011 by Diário do Comércio - Issuu