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Diário do Comércio - 04/04/2014

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São Paulo, sexta-feira, 4 de abril de 2014

R$ 1,40

Conclusão: 23h55

Ano 90 - Nº 24.097

www.dcomercio.com.br

Jornal do empreendedor

O Emissor de Cupom Fiscal (ECF), em 900 mil empresas que faturam mais de R$ 120 mil/ano, deverá ser trocado, obrigatoriamente, pelo Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos, SAT, mais barato, linkado a vários caixas e que funciona offline. Em novembro, todos os postos de gasolina estarão com o SAT. Pág. 13

Página 4

JORRAM CPIs DA PETROBRAS Petistas fazem o 4º pedido, incluindo no requerimento investigações que nada têm a ver com a estatal, para respingar nos presidenciáveis Aécio e Campos. Pág. 5

Ele está melhor. E melhor: mais barato.

Divulgação

Agliberto Lima/DC

O Fiat Linea está mais completo, mais bonito e R$ 6 mil mais barato do que quando nasceu, em 2008. Agora, sai por R$ 55 mil. Pág. 34 Divulgação

Arraiando suas férias Arraiar é enfeitar. Em Arraial D'Ajuda cabem todas as fantasias de férias. Pág. 36

Domingo de Anchieta. Pág. 10

VINHO PARA ADMIRAR Livro de museu tem desenhos para bom bebedor. Roda do Vinho, pág. 11

À MODA DA CASA ISSN 1679-2688

24097

9 771679 268008

Clássico lusitano reduz preços sem perder a categoria. Pág. 11

De maiôs, biquínis e cores. Um pouco de tudo no penúltimo dia da SPFW. Págs. 14 e 15


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sexta-feira, 4 de abril de 2014

Tudo depende agora da presteza de Gilmar Mendes – sabe-se que ele condena a medida. José Márcio Mendonça

AS PERIGOSAS

Carlos Humberto/Divulgação STF

CASCAS DE BANANA m Brasília, o PSDB gastou o verbo acusando o PT da candidata Dilma Rousseff (ou será Lula?) de dificultar a criação da CPI da Petrobras no Congresso, para investigar desmandos no comando da empresa, que chegou a comprar uma refinaria nos Estados Unidos a peso de ouro, US$ 1 bilhão que, segundo a oposição, valia menos da metade do valor pago. A oposição acha que houve superfaturamento de preço e desconfia que alguém no governo pode ter sido muito bem recompensado com a famigerada propina, bem gorda. A CPI foi criada com a colaboração de senadores do bloco governista. O PT quer que a CPI recue alguns anos e investigue também o período do presidente Fernando Henrique, que tinha seu genro como diretor da Agência Nacional do Petróleo (ANP). O PT vai além, pretendendo investigar ainda denúncias de corrupção em governos estaduais do PSDB e PSB. Em São Paulo, é o PT que acusa o PSDB do candidato Aécio Neves de não permitir a criação de CPI na Assembleia Legislativa, com objetivo de investigar o escândalo do cartel que desaguou no propinoduto no Metrô paulistano, que envolve três governos tucanos – os de Mário Covas, José Serra e Geraldo Alckmin – e que provocou grande rapinagem de R$ 900 milhões aos cofres da empresa.

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Plenário do STF: votação, e pedido de vistas, sobre a proibição do financiamento de campanhas eleitorais por empresas.

COISAS DO BRASIL

Supremo Tribunal Federal em sessão na última quartafeira, com os votos antecipados dos ministros Marco Aurélio Mello e Ricardo Lewandoviski e o voto contrário de Teori Zavascki, um dos dois novos ministros da corte, nomeado no ano passado pela presidente Dilma Rousseff, aprovou, votando uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) proposta pela Ordem dos Advogados do Brasil, a proibição do financiamento de campanhas eleitorais por empresas, pessoas jurídicas. Anteriormente, quatro ministros já haviam votado também pela eliminação do dinheiro empresarial no jogo eleitoral. Mas como o ministro Gilmar Mendes, antes mesmo de Marco Aurélio e Lewandoviski pedirem para votar imediatamente, solicitou vista do processo, regimentalmente o julgamento ainda não está concluído e, portanto, mesmo com os 6 a 1 e a impossibilidade de mudar o placar, o resultado não pode ser promulgado e a sentença não tem validade. Assim, é provável que a proibição não valha para as eleições deste ano, pois para tal, ela deverá entrar em vigor até o início oficial da corrida eleitoral, no início de junho. Tudo depende agora da presteza de Gilmar Mendes – sa be- se que ele condena a medida.

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as mesmo que Mendes devolva o processo nesse período a tempo de o presidente do STF marcar o fim do julgamento antes de junho, pode surgir um outro obstáculo para a aplicação da medida em 2014. Um obstáculo de ordem jurídica ainda pode ser levantado, com base no artigo da Constituição de 1988 que diz que alterações na legislação eleitoral só valerão se estiverem aprovadas um ano antes do

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pleito. É uma ponderação juridicamente contestável. No entanto, sempre poderá gerar confusão, debates e interpretações diversas. Há analistas gabaritados que consideram um erro adotar um procedimento desses, pois a proibição de financiamentos empresarial poderá acabar beneficiando mais os grandes partidos e aqueles que estão no poder – eles têm mais condições de convencer os financiadores privados e arranjar outras fontes de financiamento legal. Pode até ser, embora o argumento seja bastante discutível, porque os grandes e os que estão nos governos são sempre os que têm mais simpatias dos financiadores. verdade é que como está não pode ficar mais e vale apenas adotar-se a proibição para ver como fica numa eleição, até que se faça uma reforma política e eleitoral no País para valer, com providências, inclusive para baratear as campanhas e evitar as farras de hoje, com caixa 1, caixa 2, sobras de campanha, recursos não contabilizados, numa simbiose entre o público e o privado que mancha um pouco nossa democracia eleitoral e é permanente fonte de barganhas escusas e corrupção. Felizmente, enquanto o STF não decide, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adotou uma resolução, já válida para as eleições de outubro, que

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JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA

deve ajudar a colocar um pouco de ordem na gafieira. Os ministros do TSE agiram para fechar as portas a mais um jeitinho adotado por partidos e financiadores e evitar uma maior vigilância da sociedade nas relações entre eles depois das eleições, no dia a dia do Executivo e Legislativo. O jeitinho era o financiamento oculto. O financiador, em lugar de fazer a doação diretamente ao candidato, para não ser identificado posteriormente, faz seu "investimento" eleitoral diretamente ao partido ou ao comitê eleitoral. Depois o dinheiro é distribuído aos candidatos por indicação do financiador, sem que se saiba, porém, quem é ele. É um dinheiro que já sai carimbado. Assim, se o eleito amanhã fizer algum favor ao padrinho ninguém saberá dessa relação. Assim como o padrinho, caso seu pupilo cometa algum deslize, não terá seu nome comprometido. Um arranjo que é bom para os dois lados – não para a moralidade eleitoral e dos negócios públicos. A situação chegou a tal ponto

Enquanto o STF não decide, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adotou uma resolução, já válida para as eleições de outubro, que deve ajudar a colocar um pouco de ordem na gafieira.

que um levantamento feito na Justiça Eleitoral na última eleição presidencial mostrou que mais de 90% das contribuições dos cinco maiores doadores de campanha foram feitas ao partido ou aos comitês de campanha. A resolução do TSE procura fechar as portas a esta manobra: os recursos transferidos via partido ou comitês eleitorais deverão ser identificados com o CPF ou CGC do patrocinador e este dado deverá constar da prestação dos candidatos. A turma está chiando. Pode ser que se recorra ao STF, pois com esta indicação muito potencial financiador certamente ficará mais arredio, com temor de ter seu nome fritado no futuro. TSE agiu bem e com presteza nesse aspecto, mas em outro, está fazendo uma trapalhada. Adotou uma resolução também para este ano, proposta pelo ministro Dias Toffolli, que é quem presidirá a eleição, limitando as ações do Ministério Público este ano. Somente o Ministério Público Eleitoral poderá abrir inquérito para apurar suspeitas e denúncias de crimes eleitorais. A polícia também ficará manietada. Procuradores e policias só poderão investigar algum caso com autorização expressa de um juiz eleitoral. É um caminho para a impunidade, pois a Justiça Eleitoral não tem estrutura para decidir estas questões com a celeridade que a dinâmica do processo eleitoral exige. E um caminho aberto a práticas nada religiosas. Não dá para entender como um tribunal superior toma duas decisões em sentidos tão díspares – uma moralizadora e outra a favor das farras eleitorais. Coisas do Brasil.

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rês governos significam 12 anos de propinas que transitavam entre empresas que participavam do cartel, funcionários e servidores do Estado. Detalhe: o PSDB quer investigar corrupção no governo do PT, mas não permite que o PT investigue também a corrupção nos governos tucanos, e vice-versa. O eleitor, portanto, está diante de dois partidos que são farinha do mesmo saco. Deixando de lado o bate-boca do cria-nãocria CPIs, Aécio Neves se uniu mais uma vez a outro presidenciável de oposição, o socialista Eduardo Campos (ou será Marina Silva?) para esboçar, desde já, um movimento para pressionar a candidata ou candidato do PT a participar do maior

EYMAR MASCARO

número possível de debates, a partir das convenções partidárias em junho, até a eleição, em outubro, com a finalidade de explorar os pontos fracos do governo, como o baixo crescimento da economia e a ameaça da volta da inflação. O objetivo é desgastar a imagem da (o) petista e crescer nas pesquisas. Tradicionalmente, porém, os candidatos que lideram as pesquisas nas eleições de prefeito, governador e principalmente de presidente da República, costumam participar apenas dos debates em que não têm condições de faltar, como os promovidos pelas redes de televisão. écio e Campos estão dispostos a xingar a (o) petista de "fujona" ou "fujão", caso falte aos debates de menor expressão ou de baixa audiência. Fernando Henrique foi tachado de "fujão" quando deixou de comparecer a debates

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JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA É JORNALISTA E ANALISTA POLÍTICO

nas eleições que disputou com Lula, porque liderava as pesquisas e não queria correr o risco de escorregar em casca de banana. Da mesma forma que Lula foi brindado com o mesmo chavão de "fujão", pelos mesmos motivos. FHC e Lula fugiram dos debates, mas ambos se elegeram duas vezes presidente da República. EYMAR MASCARO É JORNALISTA E COMENTARISTA POLÍTICO

Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Cesário Ramalho da Silva Edy Luiz Kogut João Bico de Souza José Maria Chapina Alcazar Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Miguel Antonio de Moura Giacummo Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Renato Abucham Roberto Mateus Ordine Roberto Penteado de Camargo Ticoulat Sérgio Belleza Filho Walter Shindi Ilhoshi

Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, Marcel Solimeo Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Editor-Chefe: José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br). Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br). Editores Seniores: chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), José Roberto Nassar (jnassar@dcomercio.com.br), Luciano de Carvalho Paço (luciano@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br), Marcus Lopes (mlopes@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br). Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Heci Regina Candiani (hcandiani@dcomercio.com.br), Tsuli Narimatsu (tnarimatsu@dcomercio.com.br) e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br. Subeditores: Rejane Aguiar e Ricardo Osman. Redatores: Adriana David, Evelyn Schulke, Jaime Matos e Sandra Manfredini. Repórteres: André de Almeida, Karina Lignelli, Lúcia Helena de Camargo, Mariana Missiaggia, Paula Cunha, Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibelli, Sílvia Pimentel e Victória Brotto. Editor de Fotografia: Agliberto Lima. Arte e Diagramação: José dos Santos Coelho (Editor), André Max, Evana Clicia Lisbôa Sutilo, Gerônimo Luna Junior, Hedilberto Monserrat Junior, Lino Fernandes, Paulo Zilberman e Sidnei Dourado. Gerente Executiva e de Publicidade Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações Valter Pereira de Souza (valter.pereira@dcomercio.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estadão Conteúdo, Folhapress, Efe e Reuters Impressão S.A. O Estado de S. Paulo. Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60

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GOVERNO TENTOU BAIXAR A TAXA DE JUROS NO GRITO, MAS TÁTICA DEU ERRADO. Diego Vara/Estadão Conteúdo

técnico da seleção brasileira de futebol, Luiz Felipe Scolari, enfrenta um dilema: definir os onze jogadores que iniciarão a disputa da Copa do Mundo de Futebol. O número onze também aparece nas preocupações das autoridades econômicas, mas por outro motivo, bem diferente daqueles onze jogadores que Scolari terá que escolher para erguer, mais uma vez, o "caneco". Desta feita, de maneira inédita, jogando "em casa". O técnico da seleção e os técnicos do governo vivem um dilema, que chamaremos de "os onze em campo". Mas, por hora, os números estão mais generosos com Scolari. Técnico experiente, não deve haver muitas dúvidas em sua cabeça. Já para os técnicos do governo a missão é bem mais complicada, pois os números preliminares da inflação, bem como as estimativas para o f u t u ro p róx i m o , m o s t r a m que, nos quarenta e oito meses de gestão, a serem completados em dezembro próximo, pelo menos em onze meses a inflação terá ultrapassado a banda de cima da meta inflacionária. Ou seja, terá ficado acima dos 6,5%!

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ara quem gosta de estatísticas, nos trinta e nove meses de hesitante combate à inflação, que têm marcado a gestão Dilma Rousseff até o momento, em dez meses a inflação levou a melhor e venceu o jogo de goleada, estourando o teto da meta. Na média, a cada quatro meses, um é marcado pela inflação acima dos 6,5%. Mas o pior é a constatação de que, se somarmos os resultados em que a inflação alcançou um placar um pouco mais magro, a coisa fica terrível: a inflação vence por 39 a zero! Traduzindo: desde que o atual governo tomou posse, em nenhum mês a inflação acumulada se comportou dentro da meta de 4,5% estipulada pelo próprio Banco Central. Para ser rigoroso, já que falamos de números, a última vez que isso ocorreu foi em dezembro de 2009, quando a inflação acumulada foi de 4,3%! As autoridades econômicas se revezam para tentar explicar o inexplicável. Bodes ex-

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MANUELITO P. MAGALHÃES JÚNIOR

Juntas, Eletrobrás e Petrobras, perderam um valor estimado em US$ 100 bilhões, desde a posse da presidente. Valor maior do que a soma da maior fortuna mundial com a maior fortuna brasileira! Costumamos dizer que todo brasileiro é um pouco economista, assim como técnico de futebol, mas nem precisamos exercer essa habilidade para adivinhar qual a alternativa que o governo e os analistas de mercado estão apostando como combate à inflação.

Copa do Mundo: Dilma visita o estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, mas sua missão é bem mais complicada do que a de Luiz Felipe Scolari.

Onze em campo piatórios, desculpas e bravatas se acumulam para tentar explicar o óbvio – a falta de rumo. Claro, a falta de chuvas é a responsável direta pela alta do preço dos alimentos, na atual estação, mas isso não elimina o fato de que sempre teremos eventos sazonais, os quais tendem a impactar o preço dos produtos. problema é que, como a inflação já estava em escalada ascendente, reduziu-se o espaço para acomodar esses eventos que já ocorreram e outros que estão por vir. Alguns certos, como o dos preços administrados (transporte público, energia elétrica, combustíveis etc), e o impacto da desvalorização cambial sobre o preço dos bens importados. Outros, prováveis, como a expectativa de que o preço dos serviços se eleve em meados do ano, pressionado pelo evento da Copa do Mundo em nosso País. Curioso é que, de novo, o tomate foi um dos "vilões" da es-

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AS MÃOS SUJAS o completar os 50 anos do golpe que instaurou o regime militar, por que eu só consigo enxergar a corrupção que tomou posse depois que a democracia foi conquistada? Por que esse assunto não me sai da cabeça? Por que não me saem da cabeça o Rosegate e o PetroBrasGate? Por que quem denuncia o PetroBras Gate é de direita e quem locupleta os bolsos com ele é é herói de esquerda? Por que essa foto das mãos sujas acaba em pesadelos? Por que eu acho que, perto do Delúbio, PC Farias era apenas um escoteiro cheio de espertezas? Se eu tivesse juízo talvez não ficasse tão pê da vida, mas otário que sou não

Arte: Jair Soares

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consigo mudar de assunto: a Petrobras com um rombo de 220 Bilhões de Dólares e as minhas ações valendo a metade do que paguei por elas; comprei-as com meu fundo de garantia que afundou e foi parar no fundo do poço, tapeado pelo governo. ada R$ 10 que investi, hoje valem R$ 5; não me canso de repetir. Mas não estamos sozinhos nessa treta da Petrobras. Miss Piggy também pisa em brasas com a CPI, que pode abrir a caixa preta, uma

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calada de preços. Ano passado, o fruto vermelho foi o grande protagonista da insatisfação popular, uma espécie de avô das manifestações de rua de junho último. Piadas, deboches e muita raiva eclodiram na rede mundial de computadores em março passado, despertando a insatisfação com o rumo das coisas. Gente simples e humilde – ou "ingratos" na visão de um certo integrante do núcleo central do poder federal – fez desabrochar sua revolta com o governo, a partir do preço algo proibitivo a que chegou o quilo do tomate, em 2013. De lá para cá, a população

assistiu à materialização de "fatos sem explicação". Ora, são os gastos exagerados com a construção dos estádios para a Copa. Ora, é a ausência dos chamados investimentos estruturantes em transporte público, que acompanhariam o evento. De concreto mesmo – e para otimismo dos oposicionistas – é que a fama de "gerente" da nossa presidente vem sendo sistematicamente desmentida e, justamente, no seu campo de atuação. Como ex-ministra de Minas e Energia deve ser difícil assistir ao malogro da decisão de antecipar a renovação dos

Nos trinta e nove meses de hesitante combate à inflação, que têm marcado a gestão Dilma até o momento, em dez meses a inflação levou a melhor e venceu o jogo de goleada.

Caixa de Pandora: aberta, "the shit hit the fan" e vai voar porcaria fedorenta pra tudo quanto é lado. Fica faltando abrir a do BNDES, que pode derrubar esta República e dar lugar a outra, quem sabe melhor do que esta, pior não pode haver. No entanto, trama-se uma trama contra a CPI; as excelências estão armando uma comissão mista pra "investigar" e remover a trama. Adivinha quem vai ser a tropa de choque que vai controlar a PetrobrasGate . Acertou. ão adianta a gente imaginar que a queda da Miss Piggy nas pesquisas resultou numa valorização do papel pintado que são as ações da Petrobras. Ao pensar nas minhas, revejo um documentário da Alemanha com pessoas empurrando carrinhos cheio de pacotes de dinheiro pra comprar um pão. O Kaiser parecia o Sarney e seu congelamento. Cheguei a rodar São Paulo inteira durante um domingo inteiro, atrás de duas latas de tinta "congeladas", no câmbio negro, patriótica experiência. As Mãos Limpas da Itália nunca pegaram aqui. Talvez os nossos juízes temam os donos das mamatas nas tetas da viúva e as bombas

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contratos de concessão das distribuidoras de energia elétrica. Ainda que tenha alcançado uma redução, em 2012, de cerca de 18% na "conta de luz", agora o governo tem que recorrer a aportes excepcionais do Tesouro (o seu, o meu, o nosso dinheirinho) para evitar, às vésperas da eleição, reajustes superiores a 20%. O rombo está estimado em R$ 15 bilhões, em 2014! sso sem falar na Petrobras, que caiu da posição de 12ª maior empresa mundial para a posição de número 120. E, agora, anda às voltas para explicar uma operação de compra de refinaria no exterior. Mas, o grande problema dessa empresa, que já foi motivo de orgulho para qualquer brasileiro, é que ela vem sendo utilizada para acomodar a inflação, ao ser obrigada a pagar por combustíveis importados um valor maior do que aquele que recebe, ao vender esse mesmo produto aqui no Brasil, para outras distribuidoras de combustível.

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que podem explodir, como explodiram o carro de um juiz honesto, Giovane Falcone. Falcone havia convencido o ex-capo mafioso Tommaso Buscheta a quebrar o código de silêncio da máfia, a "omertà", abrir o bico e cantar. eu trinado foi a música de fundo para a queda de um governo e o apelido de "cidade da corrupção" dado a Milão. Poderia ser Brasília e ninguém notaria a diferença. O juiz de lá, herói da luta contra as Mãos Sujas, morreu, mas as mãos se limparam um pouco e o país passou por uma faxina que não era jogada de marketing, era pra valer, não como a daqui, a faxina que foi sem nunca ter sido. A faxineira lá foi a opinião pública organizada e não uma burocrata ex-assaltante, a serviço das mãos que parecem que não se limpam nem com aguarrás. Todo o Brasil viu pela TV, jornais e revistas fotos das duas mãos imundas, impingindo a mentira de que eram a comemoração do petróleo pré-sal; mentiam a autossuficiência em petróleo e depois, com a hipotética produção tão rica, a entrada do Brasil na Opep. Opep coisa nenhuma: nessa autossuficiência 1º de Abril, importamos petróleo, etanol e gasolina, que acabou de aumentar,

NEIL mãos limpas FERREIRA

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como era esperado. Dizem que a gente limpa óleo diesel com querosene, mas esse, falsificado, dito do pré-sal pra engambelar os trouxas, não há o que limpe. Essas mãos que apareceram imundas em todas manchetes parecem avisar que se enfiarão nos nossos bolsos. Todo cuidado é pouco. A autossuficiência era a fraude pra brasileiro ver. Não nos engambela, engambela o "País dos mais de 80%", que festejam a mentiraiada. Votam e a bolsa esmola paga. Pra limpar essas mãos sujas de petróleo falsificado, há que as limpar de tudo quanto é escândalo de corrupção, que ocupou o Brasil em todos os quadrantes. Mãos sujas e corrupção ativa e passiva aqui são pandêmicas. arece que não há vacina que as previna nem tratamento que as cure. Há, é doloroso e demorado: são necessárias doses cavalares

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mercado já trabalha com uma nova subida de juros nos próximos meses em torno de 0,25% (o Banco Central aumentou a taxa Selic em 0,25% na quarta-feira, dia 2). Do mesmo modo que o governo, de olho no calendário eleitoral, não cogita enxugar os gastos públicos, é razoável supor que os juros deverão subir além dos 11% ao ano para 11,25%. Esses 11,25% são um duro golpe para o governo, que tentou baixar os juros no grito e vê agora a taxa retroceder ao mesmo nível de seis anos atrás, antes da crise econômica mundial. Na época, o governo apostava que a recessão mundial abriria espaço para uma queda de juros. De fato, registre-se, isso até ocorreu. Mas, não fizemos nossa lição de casa e, agora que a economia mundial desperta do ciclo de recessão e volta a ganhar fôlego, nossos juros subiram e subirão de novo. Não precisa ser um técnico do nível do Felipão para enxergar que deu tudo errado...

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MANUELITO P. MAGALHÃES JÚNIOR É ECONOMISTA E DIRETOR DA

COMPANHIA DE SANEAMENTO BÁSICO DO ESTADO DE SÃO PAULO (SABESP). FOI PRESIDENTE DA EMPRESA PAULISTA DE PLANEJAMENTO METROPOLITANO (EMPLASA) E SECRETÁRIO DE PLANEJAMENTO DA CIDADE DE SÃO PAULO.

de vergonha na cara, medicamento em falta na Terra Brasilis. "Mãos Limpas" aqui tiveram o nome de "Ficha Limpa", mais de 12 milhões de eleitores identificados assinaram o abaixo assinado. Ficamos na maior felicidade quando achamos que o movimento "pegou"; não pegou. Os Fichas Sujas são maioria e continuam aí, abjetos e belos e formosos, dando risada na nossa cara. E eu choramingando só porque a Petrobras, símbolo do "O Petróleo é nosso", quebrou. Ocupo este espaço nobre da nossa imprensa pra cometer a injustiça de reclamar da cumpanherada revolucionária heroica e esquerdista que avançou na Petrobras, uebrou sim e quebrou feio, mas por que vivo repetindo isso? Está afundada mais fundo do que o pré-sal; e cavando. Os 220 Bilhões de Dólares que desapareceram é troco perto do que ela pode meter a mão no Tesouro nacional, que não tem nada a ver com o Tesouro do Tio Patinhas; tem a ver com dinheiro meu e teu. Minha esperança: outubro é daqui a pouco, vai ser hora do troco, a hora de votar. Seu voto sua arma. Atire para matar. Obrigado por ter lido esta obra de ficção. Brasil um país de tolos.

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NEIL FERREIRA É PUBLICITÁRIO


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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gibaum@gibaum.com.br

A oposição quer antecipar para o próximo dia 9 o depoimento de Nestor Cerveró, ex-Petrobras e ex-BR Distribuidora.

2 “Eu assino quase tudo. Só existem duas coisas que não assino: cheque em branco e carta de renuncia.” EDUARDO CUNHA

// , líder do PMDB na Câmara, pedra no sapato de Dilma Rousseff.

Fotos: Paula Lima

À beira de um ataque Fiéis companheiros do cotidiano de Lula confidenciam que ele está à beira de um ataque de nervos porque “nada funciona” e “ela não ajuda as coisas funcionarem”, referindose à pupila Dilma Rousseff. Eles se encontram, conversam, acertam pendências e depois, parece que nada foi combinado. Se alguém mais próximo, pergunta se a solução não seria a candidatura dele próprio, Lula responde: “Não dá: fui eu que elegi a Dilma”. Em outros momentos, vai mais longe: “Só que eu não entrego o governo para essas caras que estão aí”, referindose ao pessoal da oposição.

VAI A LEILÃO No próximo dia 9, vai a leilão, em São Paulo, o imóvel onde, durante décadas, funcionou o famoso Nacional Club, devido a uma avalanche de pendências na Justiça do Trabalho. Está avaliado em R$ 10,2 milhões. Seu criador e durante anos, seu presidente, foi Edmundo Monteiro, o poderoso dos Diários e Emissoras Associados em São Paulo. Grandes reuniões políticas e empresariais (e grandes almoços) aconteciam lá. Seu antigo concorrente era, na época, o São Paulo Club, hoje nas mãos do Yatch Club de Santos, em Higienópolis.

A Rede Globo convocou seu primeiro time de astros e estrelas para uma noite de gala em São Paulo, esta semana, no Citibank Hall, para apresentar mudanças na grade e lançamento de novos programas para este ano, tudo sob o rotulo de Vem Aí . As mulheres capricharam no visual, o que sempre acontece, enquanto que grande parte do cast masculino ficava a dever muito no quesito elegância. Da esquerda para direita, Christiane Torloni, usando Versace, Mariana Rios, com direito a fenda, Carolina Ferraz, Gaby Amarantos e Daniela Mercury e Malu Verçosa.

Noite do Vem Aí

Depois de Dilma Rousseff ter apoiado, via Twitter, a campanha Não Mereço Ser Estuprada , lançada pela jornalista Nana Queiróz, 28 anos, o PSDB entrou no movimento. Em São Paulo, através do PSDB-Mulher, serão promovidos cursos e workshops sobre políticas públicas para as mulheres, criados a partir da visão feminina na gestão. No Facebook, o pessoal do partido multiplica até uma mensagem ilustrada. É um tucano em cima de um bilhete na parede onde se lê: Vestida ou pelada: não mereço ser estuprada. No ano passado, a Secretaria de Políticas para as Mulheres, comandada por Eleonora Menicucci, gastou apenas R$ 81,5 milhões, ou seja, 39% de um orçamento de R$ 208,5 milhões, incluindo restos a pagar.

Vestida ou pelada

OUTRO RITMO Há quem espalhe que o tropeção de Dilma Rousseff, no discurso do Galeão, misturando datas e músicas de Tom Jobim, é devido ao total desconhecimento da área entre assessores e parte dos integrantes do staff da campanha. A idéia original teria sido da própria Dilma que, cantora de chuveiro, sempre gostou do Samba do Avião . Já o marqueteiro João Santana, que espia os discursos de Dilma, gosta mais de baião e axé. Franklin Martins está por fora: vive uma fase de funk.

No mesmo dia em que Gisele Bündchen brilhava na passarela da SP Fashion Week, com o marido Tom Brady na platéia, do lado de fora, a atração especial era a funkeira Valesca Popozuda, criadora do Beijinho no Ombro. Ela está na moda: foi cercada por fotógrafos e admiradores, deu autógrafos e viveu “um dia de Gisele”, com a qual posou, fez caras e bocas e, claro, beijinhos no ombro. Detalhe: Gisele até tentou cantarolar a música.

Um dia de Gisele

AbrilVermelho,não Em ano eleitoral, tudo o que Dilma Rousseff não necessita é a intensificação de invasões de terra em todo o país, no conhecido movimento que ganhou o rótulo de Abril Vermelho . Enquanto a Abin – Agência Brasileira de Inteligência monitora o MST e seus filhotes, Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência, teria estabelecido uma espécie de trégua com as lideranças dos sem-terra: menos confronto com o Planalto e novas glebas distribuídas.

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Durante cerimônia de transferência do Galeão para iniciativa privada, Dilma Rousseff, emocionada, declamou Samba do Avião, de Tom Jobim, dizendo que descrevia brasileiros voltando, depois de 21 anos de exílio. Não é nada disso: Samba do Avião é de 1962, ou seja, dois anos antes do golpe militar, nada tem a ver com exilados que voltaram quinze anos depois de instalada a ditadura militar. A Anistia é de 1979. O samba que pode ser associado aos exilados é Sabiá (1967), de Tom e Chico Buarque, onde eles prometem voltar. A letra diz: “Vou voltar/Sei que ainda vou voltar/Para o meu lugar”.

Serra vs. Lula O ex-governador José Serra aposta que, daqui para a frente, todos os percentuais das pesquisas sobre Dilma Rousseff, incluindo intenção de votos, cairão mais e o PT não terá outra alternativa, mesmo que seja em cima da hora, a não ser trocar a candidata-presidente por Lula. E igualmente acredita que, mesmo que por outros motivos, as intenções de voto para Aécio Neves não aumentarão muito além dos patamares atuais e os tucanos, igualmente, trocarão o mineiro por ele. Nesse período em que andou desaparecido, Serra teria ido a Buenos Aires, consultar seu tradicional guru.

SONHO MEU Às vésperas de sua estréia dia 7 no programa Superbonita (GNT), Grazi Massafera, que mantém um corpo e tanto à custa de exercícios e boa alimentação, lembra que, há anos, era chamada de tuiuiú. Não sabia o que era: depois, descobriu que era um passarinho de pernas finas, “finas que você quase não vê”. E que durante anos, seu maior sonho, “era ter bundinha”. Chegava a colocar calcinhas com espuma. Agora, assumiu: fica com o que tem e pronto.

MISTURA FINA JÁ NÃO se fazem mais franceses radicalmente bairristas e tradicionais como antigamente. Por conta de novas rotas e mais conforto em suas aeronaves, a Air France está despejando uma campanha publicitária no Brasil, com slogans e frases escritas em inglês.

O ORÇAMENTO deste ano da Secretaria das Mulheres é de R$ 217,2 milhões, sendo R$ 22,8 milhões só para a administração da Pasta. Para o enfrentamento à violência, sobram R$ 194,3 milhões, incluindo restos a pagar e menos R$ 20 milhões de contingenciamento.

Não era esse

MAIS: ele não vem na condição de convidado (convocado não pode). Vem mesmo como oferecido e chega para falar grosso.

/ IN Brechó.

OUT

Outlet.

Collor ameaçado Novas pesquisas feitas em Alagoas já mostram Renan Filho, com 29% liderando intenções de voto para o governo, mesmo seguido de perto por Benedito da Lira (PP), com 26%. Analistas acham que com o pai Renan no palanque, o filho se elege (e o senador cuida de sua reeleição na presidência do Senado). Dilma lidera lá com 60%, Eduardo Campos tem 9% e Aécio, 5%. A surpresa envolve os candidatos ao Senado: Fernando Collor tem 38% e Heloisa Helena, 32% - e com viés de alta.

JÁ CHEGARAM às lojas de lingerie calcinhas e sutiãs, em diversos modelos, inclusive fio dental, com as cores verde e amarelo, por inspiração na Copa do Mundo. Agora, um dos mais tradicionais fabricantes de condoms está lançando um modelo, também nas cores verde e amarelo e com sabor de caipirinha .

SÉRGIO Cabral deixa o governo do Rio e quer sair ao Senado, se sua imagem melhorar. Se não, sucumbe à pressão do PMDB carioca que quer vê-lo numa cadeira na Câmara, para puxar votos.

INAUGURADA há poucas semanas no Morumbi Shopping, em São Paulo e no Village Mall, no Rio, as primeiras lojas de rede (chinesa de origem) de fast fashion Forever 21 continuam mantendo filas em suas portas. Em São Paulo, há jovens que chegam cedo para entrar logo ou guardar lugar para as amigas que chegam depois.

PARA alavancar novelas ou reality shows, a Globo faz desfilar seus participantes em quase todos os programas da casa que, à certa altura, não tem mais o que dizer ou fazer. Agora, Record, com Sabrina Sato e SBT, com Danilo Gentili, repetem a cartilha global.

Colaboração:

Paula Rodrigues / Alexandre Favero

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Oba! Mais uma CPI da Petrobras.

André Dusek/Estadão Conteúdo

Aliados do Planalto recolhem apoio para CPI mista da Petrobras: Arlindo Chinaglia, José Pimentel e o deputado Vicentinho protocolaram, com Cláudia Lyra, mais um requerimento. arlamentares da base aliada protocolaram ontem requerimento de criação da CPI mista "ampliada" da Petrobras. O pedido, que contou com o apoio de 32 senadores e 219 deputados, visa investigar não só irregularidades que envolvem a estatal, mas também apurar fatos relacionados às gestões do PSDB e do PSB, partidos dos presidenciáveis Aécio Neves e Eduardo Campos. O documento foi entregue à Mesa Diretora do Senado pelos líderes governistas no Congresso, senador José Pimentel (PTCE), do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), e do PT na Câmara, Vicentinho (SP), Pimentel subiu ao plenário para defender a CPMI. Disse que o governo Dilma Rousseff quer apurar "toda e qualquer irregularidade". E lembrou que, em 2010, ano eleitoral, a CPI anterior da Petrobras investigou os mesmos fatos apresentados agora pela oposição, como a compra da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), e as obras da construção da refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco. Pimentel disse que o PT tentou instalar, sem sucesso,

P

uma CPI na Assembleia de São Paulo para apurar as denúncias de cartel no metrô. Segundo ele, a investigação pelo Congresso se justifica porque os recursos da obra são de origem federal ou de empréstimos internacionais. Pimentel afirmou que "os que têm medo de investigação, como é o caso do governo de São Paulo, não permitem que se investigue uma CPI há 20 anos". O líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), negou que o Planalto receie que as suspeitas de irregularidades na Petrobras sejam apuradas e aproveitou para atacar a oposição. "Se nós agirmos aqui, e da parte da base do governo nós agiremos, com a seriedade devida, sem tentar fazer daqui um palanque eleitoral, investigaremos tudo. Da nossa parte, sem nenhuma preocupação." CCJ – O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Vital do Rêgo (PMDB-PB), garantiu ontem que a decisão sobre a instalação da CPI da Petrobras vai sair na próxima quarta-feira. Ele se reuniu à tarde com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), de quem recebeu os dois recursos apre-

sentados por integrantes da "Eventuais esclarecimentos base aliada e da oposição que serão prestados por Nestor questionam a abrangências Cerveró, após seu depoimento, dos dois primeiros pedidos de em 16/04, na Câmara dos DeCPI (leia abaixo). putados". Mas disse que se reDESMENTID O – Embora o feria, genericamente, ao prazo advogado do ex-diretor da de entrega de documentos ao Área Internacional da Petro- conselho, e não ao caso de Pabras Nestor Cerveró, Edson Ri- sadena. beiro, tenha dito anteontem A reunião de conselho sobre que o contrato da operação de Pasadena foi em 3 de fevereiro compra de metade da refina- de 2006. A reunião da diretoria ria de Pasadena, no Texas executiva que encaminhou o (EUA), foi enviaassunto ao órgão do ao Conselho máximo ocorreu de Administrana véspera. Da ção da estatal mesma data é o Os que têm medo com 15 dias de Documento Inantecedência à terno do Sistema de investigação, reunião na qual o Petrobras (DIS) como é o caso do negócio foi aprocom detalhes do governo de SP, vado, documennegócio e aprenão permitem que ciado na reunião tos internos da se investigue uma de diretoria. Escompanhia com dados para a tose é o documenCPI há 20 anos. m a d a d e d e c iJOSÉ PIMENTEL, SENADOR to que a presisões ficaram dente Dilma, enprontos às véstão chefe do conperas da reunião. Nove docu- selho da Petrobras, disse ter mentos estão anexados à ata sido falho. O relatório foi elabodessa reunião, entre 27 de ja- rado pelo então gerente-exeneiro e 2 de fevereiro de 2006. cutivo de Desenvolvimento de Sua leitura mostra que uma sé- Negócios Internacional, Luis rie de alertas foi omitida do re- Carlos Moreira. Embora Cervesumo executivo apresentado ró tenha carimbado o recebipor Cerveró. Ribeiro informou mento do documento em 2 de q u e n ã o s e m a n i f e s t a r i a . fevereiro, o DIS foi "originado

André Dusek/Estadão Conteúdo

Na fila das investigações arlamentares da base aliada protocolaram ontem à tarde um requerimento de criação da CPI mista "ampliada" da Petrobras. Foi o quarto pedido de criação de CPI protocolado no Congresso nas últimas semanas e já há três propostras em tramitação. No Senado, foram lidos na terça-feira os requerimentos que oficializam a criação de duas CPIs – um apresentado pela oposição, para investigar a Petrobras, e outro pelos governistas, para ampliar as investigações ao metrô de São Paulo e as obras do Porto de Suape, em Pernambuco – e assim atingir os presidenciáveis Aécio Neves (PSDB-MG) e Eduardo Campos (PSB-PE). Na quarta-feira, a oposição protocolou um pedido para criação de CPI mista (senadores e deputados). A leitura do requerimento que permitirá a criação dessa comissão dependerá da convocação de uma sessão do Congresso (conjunta, de deputados e senadores). Também na quarta, a Câmara instalou comissão externa para apurar o suposto suborno de funcionários da Petrobras por parte de uma empresa holandesa, a SBM Offshore, fornecedora de plataformas

P Mendonça Filho vai impedir a aprovação de MPs que trancam a pauta

DEM ameaça obstruir votações na Câmara líder do Democratas na Câmara, Mendonça Filho (PE), afirmou ontem que o partido irá obstruir as próximas votações em plenário até que a CPI da Petrobras seja de fato instalada. A oposição também ingressará com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal para garantir o funcionamento da comissão. "Entendemos que está sendo cerceado o direito da oposição de atuar através de CPI, seja ela isolada do Senado ou mista, como no caso da CPMI protocolada ontem no Congresso", afirmou. Por isso, Mendonça está conversando com outros partidos de oposição para que também obstruam as próximas votações como forma de pressionar o Congresso a instalar a comissão de investigação. A estratégia poderá atrapalhar os

O

planos do presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que quer esforço concentrado a partir da semana que vem para votar projetos de interesse popular, como a regulamentação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) das Domésticas, o texto que torna corrupção crime hediondo, o que regulamenta o funcionamento de casas noturnas e o projeto sobre autorização para biografias. "A ação do presidente do Senado que enviou para a CCJ se pronunciar com relação a esse pedido de CPI já é por si só uma manobra protelatória e caracterizada como uma chicana legislativa. Na verdade, se quer criar dificuldades para a oposição no Congresso", disse Mendonça. Segundo ele, ainda não há data para que o mandado de segurança seja impetrado no STF. (Folhapress)

marítimas flutuantes. A comissão não tem poderes de CPI, que permitiriam a convocação de depoentes e a quebra de sigilos. Ao G1 (http://g1.globo.com/), o jurista Ives Gandra Martins disse que só uma CPI poderá ser criada para investigar a Petrobras. Isso porque a Constituição exige como requisito que a investigação seja sobre um "ato determinado". O jurista defende ainda que uma CPI não pode ser criada para investigar mais de um fato, o que enfraqueceria a comissão ampliada. A CPI do Senado, para investigar a Petrobras (de autoria da oposição), está aberta, mas não instalada, assim como a CPI do Senado para investigar Petrobras, Metrô de SP e porto em PE (de autoria de governistas) – o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) apresentou um questão de ordem à Mesa Diretora contestando o fato de o pedido incluir investigações envolvendo governos estaduais. O presidente do Senado, Renan Calheiros, precisa decidir sobre a questão. A CPI mista pedida no Congresso pela oposição tem o mesmo objetivo da do Senado (para investigar só a Petrobras).

pelo diretor da área Internacional" em 31 de janeiro. OUTRO DOCUMENTO – O Jornal Nacional de ontem mostrou documento a que teve acesso comprovando que, antes de ter sido obrigada pela justiça americana a comprar a a refinaria de Pasadena, a Petrobras já tinha feito uma proposta bilionária à Astra Oil. De acordo com a reportagem, "os detalhes da negociação entre a Petrobras e a Astra Oil estão no depoimento que Alberto Feilhaber deu à justiça americana, em 2009, depois que as duas empresas se desentenderam". Feilhaber foi funcionário da Petrobras até 1995, quando foi contratado pela Astra como alto executivo. Foi ele quem negociou com a empresa brasileira em nome do grupo belga. A reportagem segue: "Em fevereiro de 2005, mandou uma carta para Nestor Cerveró, então diretor da área internacional, oferecendo parceria em Pasadena. Cinco meses depois, a Petrobras fez a primeira oferta de compra: US$ 332,5 milhões por 70% da refinaria. Não houve acordo. Em dezembro, a Petrobras faz uma segunda proposta: US$

359 milhões, mas por apenas metade da refinaria. A Astra Oil aceitou. Em fevereiro de 2006, o Conselho de Administração da Petrobras aprovou a compra da metade da refinaria de Pasadena. Depois que as duas empresas passaram a discordar sobre investimentos, a Astra Oil usou cláusulas do contrato para forçar a Petrobras a comprar a outra metade da refinaria. A disputa foi parar na justiça americana. Mas, antes disso, segundo o depoimento do executivo da Astra, a Petrobras fez ofertas altas para ficar como a única dona. Alberto Feilhaber contou à justiça americana que Nestor Cerveró indicou, em novembro de 2007, que estava autorizado a oferecer até US$ 700 milhões pela outra metade da refinaria. A proposta foi oficializada em um memorando enviado pela Petrobras em 4 de dezembro. No dia seguinte, a Astra emitiu um documento aceitando a oferta". No fim do processo judicial, em 2012, a empresa brasileira acabou gastando cerca de US$ 1,3 bilhão por uma refinaria que valia, em 2005, US$ 42 milhões. (Agências)


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Barbosa, o juiz que não se aborrece de quebrar o status quo do Brasil. The New York Times

A dança das cadeiras dos governadores

Erbs Jr./Estadão Conteúdo

Carlos Rhienck/Hoje em Dia

Dois já apresentaram suas renúncias com vistas às eleições de outubro: Eduardo Campos e Sérgio Cabral. uase um terço dos 26 Estados e do Distrito Federal do País terá novos governadores a partir de segunda-feira. Pelo menos seis governantes eleitos em 2010 vão disputar outros cargos, mas o número pode subir para nove. Outros três ainda fazem suspense e prometem a definição hoje à noite, quando termina o prazo para deixar cargo público e concorrer às eleições de outubro. O primeiro a renunciar foi o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), que vai concorrer à Presidência. O vice, João Lyra Neto (PSB), tomará posse hoje às 17h no Palácio do Campo das Princesas. O governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), enviou ontem sua carta de renúncia ao presidente da Assembleia Legislat i v a d o R i o , Pa u l o M e l o (PMDB). Após a leitura da renúncia, automaticamente, o vice-governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) passou a ser

Q

o governador em exercício. Hoje, às 9h, Pezão assume oficialmente o governo do Rio. Após a posse na Assembleia, o novo governador vai o Palácio Guanabara, em Laranjeiras, participar de uma cerimônia de transmissão do cargo com a presença de Cabral. A saída de Cabral é uma tentativa de dar visibilidade a Pezão, que vai disputar o governo do Rio nas eleições de outubro. Em pesquisas recentes, Pezão aparece em quinto lugar na disputa estadual. Existe também a possibilidade de Cabral disputar uma vaga ao Senado. Pela legislação, chefes do Executivo devem deixar o posto até seis meses antes da votação na qual concorrerão a posto no Legislativo ou em outra esfera do poder Executivo. Os demais governadores que renunciarão pretendem disputar cargos no Congresso – geralmente o Senado – ou permitir que parentes possam se candidatar. O governante

só pode permanecer no cargo se concorrer à reeleição – caso de 15 atuais governadores. Outras renúncias – O governador de Minas Gerais, Antônio Anastasia (PSDB), é outro que deixa o cargo hoje, em solenidade ao meio-dia, no Palácio da Liberdade. Alberto Pinto Coelho (PP), o vice, assume . Apesar da saída, Anasatasia não confirma ainda a candidatura ao Senado. No Amazonas, Omar Aziz (PSD) sai às 19h (horário local), em solenidade no Teatro Amazonas. Ele deixa o cargo e deve enfrentar o senador Eduardo Braga (PMDB) pela única vaga do Estado a partir de 2015. Em seu lugar assumirá José Melo (Pros). O governador do Piauí, Wilson Martins (PSB), foi um dos últimos a confirmar renúncia – só oficializou na semana passada. Ele deixa o cargo hoje em solenidade marcada para às 11h. O novo governador será José Filho (PMDB). Em Roraima, José de Anchieta Jr. (PSDB) já confirmou sua pré-candidatura ao Sena-

do. Renuncia à tarde, e dará lugar a Chico Rodrigues (PMDB). Indecisos – No Maranhão, a governadora Roseana Sarney (PMDB) ainda não anunciou se vai concorrer ao Senado, como é especulado. Caso ela renuncie, o Estado deverá ter eleição indireta, já que o vice, Washington Luiz, renunciou no final do ano passado após ser indicado para o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. No Ceará, Cid Gomes (PROS) também é incerteza. Cid precisa renunciar para ser candidato a senador ou para que Ciro dispute essa vaga, embora o exministro não goste da ideia. No entanto, o governador teme perder o controle da máquina estadual, fundamental para eleger seu sucessor, e por isso estuda ficar até o fim do mandato. Cid ainda não anunciou quem vai apoiar como candidato à sucessão. Até o fim– O grupo dos que vão cumprir o mandato até o fim é formado pelo tucano Teo-

Eduardo Campos (PSB-PE)

Antonio Anastasia (PSDB-MG)

Reprodução de TV

Erbs Jr./Frame

Roseana Sarney (PMDB-MA)

Sérgio Cabral (PMDB-RJ)

tonio Vilela (Alagoas), pelo peemedebista Silval Barbosa (Mato Grosso) e pelo petista Jaques Wagner (Bahia). Wagner deve integrar o núcleo da campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff. Em caso de vitória, ele provavelmente será promovi-

do a ministro pela presidente, caso ela vença a disputa. No Tocantins, o tucano Siqueira Campos terá que decidir se vai ou não concorrer à reeleição. Especula-se que ele renuncie para dar lugar na chapa ao filho, Eduardo. (Agências)

Barbosa tem 24 horas para decidir Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, tem até sábado para se filiar a um partido político e concorrer nas eleições de outubro. Victória Brotto

caminho do prédio do Supremo Tribunal Federal (STF) até o Palácio do Planalto não é muito longo – apenas 300 metros – e, para o Congresso, menor ainda, 100 metros. Mas o presidente do STF Joaquim Barbosa já disse, em entrevistas, que não percorrerá nem um nem outro. Há rumores de que ele se filie a algum partido para tentar a Presidência da República ou para uma cadeira no Congresso, como deputado ou senador. Há quem torça para que ele mude de ideia até sábado, dia 5, prazo máximo para um magistrado se filiar a um partido político e se candidatar ao próximo pleito. Magistrados e ex-corregedores falam de valores que impedem Barbosa de se candidatar e especialistas acreditam muito mais no protagonismo e interferência política de Barbosa sem que ele esteja atrelado a qualquer sigla.

O

CRÍTICA Barbosa criticou a ex-ministra Eliana Calmon, do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) e ex-corregedora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) quando ela deixou a magistratura para concorrer ao Senado. Na época, disse que não entraria na política por ser um "jogo muito pesado". "Acho difícil. Não me vejo fazendo isso. O jogo da política é muito pesado, muito sujo. Luis Macedo/ Câmara dos Deputados

Nelson Jr.//STF - 15/08/2013

Estou só assistindo a essa movimentação." Eliana Calmon, que concorrerá ao cargo de senadora neste ano pela Bahia, não crê que ele tente carreira política. "Não é de seu perfil, pelo que eu conheço – já trabalhamos muito juntos", disse. O cientista político, Milton Lahuerta, da Universidade Estadual Paulista (Unesp) acredita que "ele vai procurar interferir na eleição, canalizar essa respeitabilidade para favorecer uma candidatura, uma oposição. O que eu não creio é que vá ser candidato, a não ser que a conjuntura mude muito". Sobre como será essa interferência de Barbosa, Lahuerta não especificou, mas disse que "faz parte da onda de mudança", assim como Marina Silva e Eduardo Campos do PSB, que querem quebrar a "artificialidade do debate do PT X PSDB".

tões mais presentes da sociedade, como, por exemplo, a união homoafetiva. "Houve uma mudança do Supremo como um todo na Era Lula, quando muitos ministros antigos se aposentaram. Em um mês foram três. Isso mudou o perfil e a maneira de votar do Supremo, já que a maneira antiga havia saído com os mais velhos", diz Gandra. "Agora temos ministros decidindo com toda a individualidade e não mais de maneira coletiva como no passado".

Se for compará-lo com a presidência dos Carlos Ayres Britto, que nunca enfrentou ninguém, veremos discussões mais ásperas por parte de Barbosa. IVES GANDRA MARTINS

PROTAGONISTA "Joaquim Barbosa só começou a ser protagonista depois de sua relatoria no Mensalão, antes disso ele não era protagonista de nada", afirma Oscar Vilhena, fundador da ONG Conectas Direitos Humanos e professor de Direito da Fundação Getúlio Vargas em São Paulo (FGV-SP). Para Ives Gandra Martins, jurista com mais de 56 anos de carreira e colega de muitos ministros do Supremo, o protagonismo de Barbosa não é só dele, mas de todo o STF que começou a decidir sobre ques-

INCISIVO O Mensalão entrou no Supremo sob a expectativa de que quebraria a marca histórica de uma Instituição que nunca tinha condenado um político corrupto, e Barbosa, relator do processo, acabou consolidando um perfil de lutador contra a corrupção. Durante o julgamento, não poupou frases contra a corrupção e críticas a ministros que tinham "discursos políticos". e engatilhou críticas severas aos colegas quando o crime de formação de quadrilha foi

anulado: "Inventou-se um recurso regimental totalmente à margem da lei com o objetivo específico de anular a reduzir a nada um trabalho que fora feito". Furioso ao sair de uma sessão que tinha lhe rendido brigas com o ministro Luís Roberto Barroso, Barbosa afirmou que a sociedade brasileira deveria ser alertada ao fato de que havia no STF "uma maioria de circunstância que tem todo o tempo a seu favor para continuar sua sanha reformadora". CRÍTICAS Barbosa entrou no STF por indicação do ex-presidente Lula que o nomeou ministro em 2003 porque queria um negro no colegiado. Quatro anos depois, revelou que votou no ex-presidente em 2007. O juiz, criticado por revelar o voto, coleciona ainda alguns desafetos por não concordar com foro privilegiado para político e por não receber nenhum advogado durante os processos que julga, o que causa fúria entre advogados e associações. "Nós repudiamos esse tipo de conduta. É dever funcional do magistrado receber advogados", afirma Antonio Ruiz Filho, secretário geral adjunto do OAB-SP. Em 2012, Barbosa, o único negro entre os toga preta foi eleito presidente do STF e ganhou destaque na imprensa internacional discursando sobre a igualdade entre os homens. "O cidadão deve ter o direito mais sagrado dentre os seus direitos, qual seja o de ser tratado de forma igual, receber a mesma consideração, a mesma que é conferida ao cidadão 'A', 'C' ou 'B'." TRAJETÓRIA Filho de pedreiro e dona de casa, Barbosa nasceu em Paracatu, no interior de Minas Gerais e saiu de casa aos 16 anos para ir para Brasília (DF). Na capital, foi trabalhar na gráfica do jornal Correio Braziliense e, após se formar em escola pública, entrou em Direito na Universidade de Brasília (UnB), onde fez mestrado em Direito do Estado. Prestou concurso para oficial de chancelaria do Ministério das Relações Exteriores, cargo que ocupou de 1976 e a 1979. Foi morar, pelo Ministério, na Finlândia, em Helsinki. Saiu de lá para ser Procurador

da República e saiu da Procuradoria para estudar Direito Público na Universidade de Paris-II, na França, o que lhe rendeu dois diplomas. Com 36 anos voltou da Europa para ser procurador no Rio de Janeiro e professor na Universidade Federal carioca. Foi professor visitante do Centro de Direitos Humanos da Universidade de Columbia e da de Nova York em 1999 e 2000. Também morou na Áustria, Alemanha e Inglaterra. Hoje, com 60 anos, o ministro e presidente do Supremo domina, além de francês e inglês, alemão e espanhol. Ganhou página no Facebook com mais de 80 mil seguidores, teve o seu rosto estampado em máscaras de carnaval e, por parte de jornalistas, foi eleito, no ano passado, uma das cem pessoas mais influentes do mundo pela revista norte-americana Time, além de ter sido chamado pelo The New York Times de "o juiz que não se aborrece de quebrar o status quo do Brasil". "Ele é extremamente culto, profundo humanista, conhece não só o direito, mas literatura, conhece idiomas e dá

Eu tenho um temperamento forte, mas ele consegue ser pior do que eu. Quando fica indignado, extrapola um pouco. ELIANA CALMON aulas no mundo inteiro. É um cidadão com toda a competência", afirmou Ives Gandra. "Como presidente do STF, tem um estilo muito duro – mas isso não significa que tenha ou não razão. Se for compará-lo com a presidência dos Carlos Ayres Britto, que nunca enfrentou ninguém, veremos discussões mais ásperas por parte de Barbosa". Para a ex-ministra Eliana Calmon, Joaquim Barbosa "tem um temperamento forte e que, às vezes, acaba extrapolando". "Eu tenho um temperamento forte, mas ele consegue ser pior do que eu", afirmou. "Quando fica indignado, ele termina extrapolando um pouco".


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PSol pede a investigação de Vargas

José Cruz/Agência Brasil - 02/04/2014

Partido quer que Câmara investigue uso de avião e negociação de laboratório com Ministério da Saúde líder do PSol na Câmara, deputado Ivan Valente (SP), protocolou ontem um ofício para que a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados abra processo de investigação contra o vice-presidente da Casa, André Vargas (PTPR), pelas denúncias de que ele usou um avião emprestado do doleiro Alberto Youssef, além de ter intermediado a negociação de um laboratório

O

vidas e intermediações de interesses, que atingem Sua Excelência e vão além do âmbito pessoal, merecem resposta objetiva e institucional da Câmara dos Deputados". Na prática, o ofício apresentado não obriga a Mesa a tomar decisão. Após o discurso de Vargas na quarta, no plenário da Câmara, o presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), descartou a possibilidade de abrir qualquer in-

com o Ministério da Saúde. "Os fatos recentes envolvendo o vice-presidente da Casa, deputado André Vargas, de grande repercussão, merecem detalhada apuração, em nome da transparência e da imagem pública do Parlamento", escreve Valente no ofício. Segundo ele, por Vargas ser membro da Mesa Diretora, cabe a esta solicitar esclarecimentos à Corregedoria: "As ilações sobre vantagens inde-

vestigação: "Vamos aguardar a elucidação dos fatos. Mas ele fez o que deveria ter sido feito. Não se escondeu, não se esquivou. Foi ao plenário e disse a sua verdade". Ontem, o governador do Paraná Beto Richa (PSDB) criticou Vargas: "São fatos que envergonham a todos, envergonham a classe política. (...) que a Justiça faça as investigações necessárias, que a verdade venha à tona. (Folhapress)

André Vargas fala de uso do avião emprestado de doleiro amigo

MPO - Processadora de Pagamentos Móveis S.A. CNPJ 14.882.376/0001-81 Sede: Alameda Rio Negro, 585 - Ed. Padauiri - Bloco B - 4º Andar - Alphaville - Barueri - SP

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações contábeis da MPO - Processadora de Pagamentos Móveis S.A., relativas ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2013, acompanhadas das Notas Explicativas e do Relatório dos Auditores Independentes.

Colocamo-nos à disposição de V.Sas. para quaisquer esclarecimentos que julgarem necessários. Barueri, SP, 29 de janeiro de 2014. Diretoria

BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO - Em Milhares de Reais ATIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... Caixa e Equivalentes de Caixa (Nota 5)........................................................................................................ Impostos e Contribuições a Compensar (Nota 8b) ....................................................................................... Despesas Antecipadas..................................................................................................................................

2013

TOTAL ...........................................................................................................................................................

2012 8.774 7.581 21 1.172

50 50 -

8.774

50

PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... Impostos e Contribuições a Recolher............................................................................................................ Diversas......................................................................................................................................................... PATRIMÔNIO LÍQUIDO ................................................................................................................................ Capital Social (Nota 6)................................................................................................................................... Lucros ou Prejuízos Acumulados .................................................................................................................. TOTAL ...........................................................................................................................................................

2013

2012

187 59 128 8.587 10.050 (1.463) 8.774

50 50 50

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO EM 31 DE DEZEMBRO - Em Milhares de Reais

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO EM 31 DE DEZEMBRO - Em Milhares de Reais

2013 RECEITAS OPERACIONAIS ........................................................................................................................ Receitas Financeiras Líquidas ...................................................................................................................... DESPESAS OPERACIONAIS ...................................................................................................................... Despesas Tributárias ..................................................................................................................................... Despesas Gerais e Administrativas (Nota 7)................................................................................................. Outras Despesas Administrativas.................................................................................................................. RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO ...................................................................... IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (Nota 8a) ................................................................... PREJUÍZO DO EXERCÍCIO .........................................................................................................................

Capital Social

2012 189 189 1.592 2 1.587 3 (1.403) (60) (1.463)

-

Eventos Saldos em 31.12.2011...........................................................................

50

Prejuízos Acumulados

Totais -

27

Aumento do Capital Social .....................................................................

-

23

-

23

Saldos em 31.12.2012...........................................................................

50

-

-

50

Prejuízo do Exercício..............................................................................

-

-

Aumento do Capital Social .....................................................................

10.000

-

Saldos em 31.12.2013...........................................................................

10.050

-

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

(1.463) -

(1.463) 10.000

(1.463)

8.587

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA EM 31 DE DEZEMBRO - Em Milhares de Reais 2013

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO EM 31 DE DEZEMBRO - Em Milhares de Reais Descrição

2012

2013

%

1 - RECEITAS ..................................................................................

Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais: Prejuízo Líquido........................................................................................................................................... Aumento em Impostos e Contribuições a Compensar ................................................................................ Aumento em Despesas Antecipadas........................................................................................................... Aumento em Impostos e Contribuições a Recolher..................................................................................... Aumento em Outras Obrigações ................................................................................................................. Caixa Líquido Proveniente das Atividades Operacionais ....................................................................... Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamentos: Aumento de Capital ..................................................................................................................................... Caixa Líquido Proveniente/Utilizado nas Atividades de Financiamentos.............................................. Aumento de Caixa e Equivalentes de Caixa ............................................................................................. Início do Exercício ......................................................................................................................................... Fim do Exercício............................................................................................................................................ Aumento de Caixa e Equivalentes de Caixa .............................................................................................

Capital Social a Integralizar (23)

(1.463) (21) (1.172) 59 128 (2.469)

-

10.000 10.000 7.531 50 7.581 7.531

23 23 23 27 50 23

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO ABRANGENTE EM 31 DE DEZEMBRO - Em Milhares de Reais 2013 Prejuízo do Exercício .................................................................................................................................. Total do Resultado Abrangente .................................................................................................................

(1.463) (1.463)

-

%

-

-

-

-

-

2 - INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS ................................ Serviços de Terceiros.................................................................. Outros .........................................................................................

(1.592) (1.587) (5)

113,5 113,1 0,4

3 - VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2) ..........................................

(1.592)

113,5

-

-

-

-

-

113,5

-

-

(13,5) (13,5)

-

-

4 - DEPRECIAÇÕES E AMORTIZAÇÕES ......................................

-

5 - VALOR ADICIONADO LÍQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE (3-4)........................................................................

(1.592)

6 - VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA ...... Receitas Financeiras...................................................................

189 189

7 - VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR (5+6)..................

(1.403)

100,0

-

-

8 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO TOTAL...................

(1.403)

100,0

-

-

-

-

-

-

8.1) Impostos, Taxas e Contribuições ..................................... Federais ...............................................................................

2012

2012

-

60 60

8.2) Remuneração de Capitais Próprios ................................. Prejuízos ..............................................................................

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

(4,3) (4,3)

(1.463) (1.463)

104,3 104,3

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - Em Milhares de Reais 1) CONTEXTO OPERACIONAL A MPO - Processadora de Pagamentos Móveis S.A. (MPO) é uma joint venture constituída por BANCO BRADESCO CARTÕES S.A. e CLARO S.A. para desenvolver, comercializar e explorar produtos e serviços de pagamentos móveis, igualmente conhecidos como m-payment, notadamente o Cartão Mobile (conforme definido abaixo), com base em certos direitos de exploração a ela licenciados em caráter exclusivo pelo BANCO BRADESCO CARTÕES S.A. e pela CLARO S.A. A MPO é uma Companhia que tem por objetivo: (i) a prestação de serviços relacionados a transações e pagamentos móveis, (ii) aluguel, fornecimento, e prestação de serviços de instalação e manutenção de soluções por meios eletrônicos, (iii) prestação de serviços de integração móvel, (iv) administração dos pagamentos e recebimentos à rede de estabelecimentos credenciados. A autorização para a emissão destas demonstrações contábeis foi concedida pela Diretoria em 29 de janeiro de 2014.

A despesa com imposto de renda corrente é calculada como a soma do imposto corrente resultante da aplicação da alíquota adequada ao lucro presumido do exercício (líquido de quaisquer ajustes previstos para fins fiscais) e das mutações nos ativos e passivos fiscais diferidos reconhecidos na demonstração do resultado. 3) GERENCIAMENTO DE RISCOS A Companhia é parte integrante da Organização Bradesco, sendo que seu gerenciamento de risco é realizado por área técnica especializada da Organização, de maneira corporativa e centralizada, sendo um processo contínuo e evolutivo de mapeamento, desenvolvimento, aferição e diagnóstico através de modelos, instrumentos e procedimentos vigentes, exigindo alto grau de disciplina e controle nas análises das operações efetuadas, preservando a integridade e a independência dos processos.

2) PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS 4) USO DE ESTIMATIVAS E JULGAMENTOS As principais práticas contábeis aplicadas na preparação destas demonstrações contábeis estão definidas a seguir. Essas práticas foram aplicadas de modo Nas Demonstrações Contábeis foram utilizadas algumas estimativas e julgamentos elaborados a fim de quantificar determinados ativos e passivos. consistente nos exercícios apresentados, salvo quando indicado de outra forma. Tais estimativas e julgamentos são continuamente avaliados e baseiam-se em experiência histórica e diversos outros fatores, incluindo expectativas 2.1) Base de preparação e apresentação das demonstrações contábeis de eventos futuros, considerados razoáveis nas circunstâncias atuais. As demonstrações contábeis foram elaboradas e estão sendo apresentadas de acordo com as normas contábeis brasileiras emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), aplicáveis a pequenas e médias empresas - Pronunciamento Técnico PME - Contabilidade para Pequenas e Médias 5) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA Em 31 de dezembro Empresas. E aprovado pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC). As demonstrações contábeis foram preparadas considerando o custo histórico como base de valor e ajustadas para refletir a mensuração dos ativos ao seu valor justo, quando aplicável. 2013 2012 A preparação de demonstrações contábeis requer o uso de certas estimativas contábeis críticas e também o exercício de julgamento por parte da Disponibilidades em moeda nacional (1)................................................................................................. 101 50 Administração da Companhia no processo de aplicação das políticas contábeis, conforme apresentadas na Nota 4. Fundos de investimento (2) ..................................................................................................................... 7.480 2.2) Moeda funcional e de apresentação Total de caixa e equivalentes de caixa ................................................................................................ 7.581 50 Os itens incluídos nas demonstrações contábeis são mensurados utilizando-se a moeda do principal ambiente econômico no qual a Companhia atua, que é (1) Refere-se a depósito bancário à vista; e o Real (R$). As demonstrações contábeis estão apresentadas em milhares de reais. (2) Referem-se a aplicações de renda fixa em Fundos de Investimento, exclusivos a integrantes da Organização Bradesco ou empresas a ele ligadas, que 2.3) Caixa e equivalentes de caixa sejam considerados investidores qualificados, administrados pelo Banco Bradesco S.A. Caixa e equivalentes de caixa são utilizados para gerenciamento de seus compromissos de curto prazo. Assim sendo, incluem disponibilidades em moeda 6) PATRIMÔNIO LÍQUIDO nacional e fundos de investimento financeiros, cujos vencimentos na data da efetiva aplicação, é igual ou inferior a 90 dias e apresentam risco insignificante de alteração no valor justo, uma vez que são prontamente conversíveis em dinheiro. A composição de caixa e equivalentes de caixa está apresentada na a) Composição do capital social em ações Nota 5. O capital social, totalmente subscrito e integralizado, é dividido em ações nominativas-escriturais, sem valor nominal. Em 31 de dezembro 2.4) Provisões, ativos e passivos contingentes e obrigações legais O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, das contingências ativas e passivas e também das obrigações legais são efetuados de 2013 2012 acordo com os critérios definidos pelo CPC 25, sendo: Ordinárias................................................................................................................................................ 18.037.144 50.000 • Ativos Contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui controle da situação ou quando há garantias reais 18.037.144 50.000 ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não caibam mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo, e pela confirmação da Total ........................................................................................................................................................ capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro passivo exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, 7) DESPESAS GERAIS E ADMINISTRATIVAS são divulgados nas notas explicativas; Em 31 de dezembro • Provisões: são constituídas levando em conta a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a 2013 2012 complexidade e o posicionamento de tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações, e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança; • Passivos Contingentes: de acordo com o CPC, o termo “contingente” é utilizado para passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência somente será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. Os passivos contingentes não satisfazem os critérios de reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo ser apenas divulgados em notas explicativas, quando relevantes. As obrigações classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas; e • Obrigações Legais - Provisão para Riscos Fiscais: decorrem de processos judiciais, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis.

Serviços de terceiros............................................................................................................................... Editais e publicações............................................................................................................................... Publicidade e propaganda....................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................

4 12 1.571 1.587

-

2.5) Patrimônio líquido a) Lucro por ação A Companhia apresenta dados de lucro por ação básico e diluído. O lucro por ação básico é calculado dividindo-se lucro líquido atribuível aos acionistas da Companhia pela média ponderada das ações ordinárias durante o ano, excluindo a quantidade média das ações ordinárias adquiridas pela Companhia e mantidas em tesouraria. Não há diferenças entre o lucro básico e diluído, pois não há instrumentos potenciais diluíveis. b) Dividendos a pagar A distribuição de dividendos da Companhia é reconhecida como passivo nas demonstrações contábeis, no período em que a distribuição é aprovada pelos acionistas, ou quando da proposição do dividendo mínimo obrigatório previsto no Estatuto Social da Companhia.

b) Os tributos a Compensar ou a recuperar, no montante de R$ 21, referem-se, substancialmente, a imposto de renda retido na fonte sobre aplicações financeiras.

8) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL a) O Imposto de Renda e a Contribuição Social calculados com base no lucro presumido. O montante de R$ 43 de Imposto de Renda e R$ 17 de Contribuição Social, foi registrado no resultado do exercício.

9) TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS a) As transações com partes relacionadas estão assim representadas: Em 31 de dezembro 2013 Ativo (passivo)

2.6) Reconhecimento da receita As receitas financeiras são oriundas de juros sobre fundos de investimento e atualização monetária de tributos a compensar.

2012 Receitas (despesas)

Ativo (passivo)

Receitas (despesas)

Caixa e equivalentes de caixa: 2.7) Imposto de renda e contribuição social Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 101 50 A Companhia optou pela tributação através da modalidade do lucro presumido (32% da Receita Bruta, acrescido das receitas financeiras), que é uma forma 10) OUTRAS INFORMAÇÕES de apuração simplificada para determinação da base de cálculo do IRPJ e da CSLL das pessoas jurídicas. Os referidos tributos são calculados considerando a) Não houve eventos subsequentes que requerem ajustes ou divulgações para as demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2013. à alíquota-base de 15% sobre a base do lucro presumido, acrescido do adicional de 10% para o IRPJ e à alíquota de 9% para a CSLL.

A DIRETORIA Paulo Sergio Odierna França – Contador – CRC 1SP182495/O-0

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores e Acionistas da

nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como Examinamos as demonstrações contábeis da MPO - Processadora de Pagamentos Móveis S.A. (“Companhia”), que compreendem o balanço patrimonial em a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, e o resultado abrangente das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. MPO - Processadora de Pagamentos Móveis S.A. Osasco - SP

Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis

Opinião

Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas financeira da MPO - Processadora de Pagamentos Móveis S.A. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa contábeis adotadas no Brasil aplicáveis para as pequenas e médias empresas (NBC TG 1000), considerando a faculdade conferida pela Resolução CFC para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às pequenas e médias empresas (NBC TG 1000), nº 1.319/10, descrita na nota explicativa 2 às demonstrações financeiras, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para com a faculdade conferida pela Resolução CFC nº 1.319/10. permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. KPMG Auditores Independentes Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante CRC 2SP028567/O-1 F SP

Osasco, 11 de março de 2014

Marco Antonio Pontieri Contador CRC 1SP153569/O-0


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sexta-feira, 4 de abril de 2014

CENSURA Após duas semanas,Turquia suspende bloqueio ao Twitter.

VENEZUELA Protesto em universidade em Caracas termina com dois feridos

Ivan Alvarado/Reuters

Divulgação/EFE

Fotos: Stefano Rellandini/Reuters

Chile, ainda abalado.

Francisco, o quinto papa.

m novo terremoto de 7,6 graus de magnitude atingiu ontem o norte do Chile um dia após outro tremor, de 8,2, ter abalado a mesma área (acima, em Alto Hospicio). O sismo, que gerou novo alerta de tsunami por duas horas, fez mais de 270 mil pessoas deixarem suas casas. Até a presidente chilena, Michele Bachelet (à esq.), precisou ser retirada do hotel em que estava hospedada em Arica e foi conduzida a uma zona de segurança. (Agências)

rainha Elizabeth II se encontrou com o papa Francisco pela primeira vez ontem e o presenteou com delícias culinárias das propriedades reais, entre elas uma dúzia de ovos e uma garrafa de uísque. O papa também deu um presente, mas ao neto da rainha, o príncipe George: uma esfera de lápis lázuli encimada pela cruz de Santo Eduardo. Elizabeth já havia se encontrado com quatro papas, entre eles Pio XII, em 1951. (Agências)

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Yanukovich, de presidente a criminoso.

Ammar Awad/Reuters

Líder deposto da Ucrânia e os serviços secretos russos são acusados de serem responsáveis pelo massacre de manifestantes em fevereiro. Já Moscou acusa ucranianos de planejarem atentados na Rússia. E manda um aviso para os EUA: relaxem e façam ioga. governo interino da Ucrânia acusou ontem o presidente destituído do país, Viktor Yanukovich, e os serviços secretos russos de serem responsáveis pelos tiros que foram disparados contra os manifestantes que protestavam em fevereiro em Kiev. Os confrontos deixaram ao menos 90 mortos. O ministro interino do Interior da Ucrânia, Arsen Avakov, disse que Yanukovich deu a ordem criminosa de atirar contra os manifestantes entre 18 e 20 de fevereiro. Durante uma apresentação oficial, as autoridades apresentaram evidências de que agentes russos do FSB (ex-KGB) com colaboração do ex-presidente - participaram de todo o planejamento e execução para reprimir os protestos. As autoridades ucranianas afirmaram ainda que o FSB inclusive enviou "toneladas" de explosivos e armas à Ucrânia. O chanceler russo, Sergei Lavrov, negou as acusações e disse ter provas de que os próprios manifestantes teriam promovido as mortes. Dentre elas, uma ligação da chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, em que ela cogita a possibilidade de envolvimento de membros da oposição na ação em Kiev. Em entrevista na quarta-feira, Yanukovich negou as acusações do atual governo e também admitiu "estar errado" ao convidar as tropas russas para invadir a Crimeia, o que resultou na anexação do

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Casa irregular de palestino é demolida em Al-Eizariya

A 'batalha' diplomática que ameaça a paz território por Moscou. Ele responsabilizou o novo governo em Kiev pela anexação. "Se isso (anexação) tivesse acontecido comigo (no poder), eu teria tentado evitar. Como posso me sentir, como presidente do país, quando o país se desintegra? Foi sua postura radical (do novo governo) em relação à língua russa", disse. Ontem, o promotor-geral Oleh Makhnitsky anunciou a detenção de 12 policiais de elite e de seus comandantes por envolvimento nos conflitos de 18 e 20 de fevereiro, considerado os mais sangrentos antes da saída de Yanukovich.

Atentados? - A rede de TV russa NTV, favorável ao governo de Vladimir Putin, informou ontemque os serviços secretos russos detiveram 25 ucranianos sob a suspeita de planejar atentados na Rússia. Segundo os agentes, os atentados seriam realizados entre os dias 14 e 16 de março, em sete regiões, incluindo Volgogrado e Rostov, onde estava o ex-presidente Yanukovich. As 25 pessoas detidas, entre as quais estão três integrantes do movimento ultranacionalista Pravii Sektor (Setor Direita), admitiram ter recebido as instruções dos serviços de segurança da Ucrânia. A NTV ainda afirmou que eles foram presos na fronteira com a Ucrânia tentando tirar fotos dos exercícios militares russos para a agência de notícias oficial da Ucrânia, a SBU. A empresa nega e diz que as acusações "não fazem sentido". Gas - A estatal russa Gazprom anunciou ontem uma alta de US$ 100 no preço do gás que vende para a Ucrânia. A partir de agora, o preço será

m m e i o à t ro c a d e acusações entre israelenses e palestinos, as conversações de paz enfrentam uma nova crise. A reunião de nove horas realizada na madrugada de ontem para tentar salvar o tenso processo de paz foi uma "batalha" na qual as partes fizeram ameaças com sanções e julgamentos internacionais. "Foi uma batalha diplomática dura", disse uma fonte israelense ao jornal Haaretz ao definir o encontro. A reunião aconteceu em Jerusalém entre a noite de quarta-feira e a madrugada de ontem, em uma tentativa do mediador norte-americano Martin Indyk de separar às partes do caminho da colisão. A negociadora israelense, Tzipi Livni, ameaçou os palestinos com "sanções", enquanto o negociador Saeb Erekat respondeu: "Se fizerem isso, os perseguiremos como criminosos de guerra em todos os fóruns internacionais", segundo o Haaretz. A crise veio à tona no sába-

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de US$ 485,5 por mil metros cúbicos de gás. Nesta semana, a Gazprom já havia anunciado um aumento de 40% no preço do combustível. Os EUA advertiram a Rússia para não usar o preço da energia como instrumento coercitivo. Os mercados devem ditar esse preço, não os governos, disse o porta-voz da Casa Branca, Jay Carney. Ioga - Por sua vez, o vicechanceler da Rússia, Sergei Ryabkov, sugeriu ontem que as autoridades dos EUA precisam "se acalmar, talvez fazer um pouco de ioga" para aceitar que a Crimeia é parte da Rússia. "O que se pode aconselhar aos nossos colegas norteamericanos? Passe mais tempo ao ar livre, pratique ioga, mantenha as dietas de combinação de alimentos, talvez assista a alguns programas de comédia na TV", disse Ryabkov à agência Interfax. "Isso seria melhor do que se irritar e irritar os outros, sabendo que o navio já partiu. Birras, choro e histeria não vão ajudar."(Agências)

do, quando Israel cancelou uma planejada libertação de prisioneiros palestinos, a menos que recebesse garantias da ANP de que continuaria com as negociações depois do prazo-limite, que acaba no fim deste mês. Os palestinos responderam com a entrega de 15 solicitações de adesão a acordos da Organização das Nações Unidas (ONU). A ANP ainda impôs novas condições ao reatamento do diálogo com Israel, entre elas o reconhecimento das fronteiras de 1967, a libertação de outros 1,2 mil prisioneiros, o fim do bloqueio israelense à Faixa de Gaza e a suspensão da construção de assentamentos em Jerusalém Oriental. Os Estados Unidos criticaram "ações unilaterais inúteis" tomadas por ambos os lados e o secretário de Estado norte-americano,John Kerry, procurou ontem lançar à crise uma luz de esperança ao dizer a repórteres, durante uma visita à Argélia, que o diálogo "permanece aberto". (Agências)


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Habemus São José de Anchieta Papa Francisco assinou ontem, em Roma, o decreto de canonização do padre José de Anchieta, o Apóstolo do Brasil. Celebrações continuam no domingo, em São Paulo. Danilo Verpa/Folhapress

papa Francisco assinou ontem o decreto de canonização do Padre José de Anchieta, a portas fechadas, em audiência particular com o prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, cardeal Angelo Amato, que após o encontro confirmou aos jesuítas que o Apóstolo do Brasil já era, finalmente, santo. "Vamos agradecer a Deus por ter dado Anchieta a todos nós. O Santo Padre é o primeiro a agradecer, porque ele viu, de fato, que Deus está querendo que se coloque para os homens do mundo inteiro este exemplo de amor à humanidade, que é José de Anchieta", declarou o vice-postulador da causa de canonização, o padre jesuíta César Augusto dos Santos. Após a assinatura do decreto, ele participou da festa de comemoração dos 80 anos de fundação do Colégio Pio Brasileiro, para sacerdotes que fazem pós-graduação em Roma, onde só se falava do novo santo. O superior geral da Companhia de Jesus, padre Adolfo Nicolàs, afirmou em mensagem dirigida aos jesuítas que sua comunidade não pode deixar de valorizar "esta figura polivalente, estimulante e de extrema atualidade". Os dois santos canonizados em menos de um ano por Francisco, Pedro Fabro e José de Anchieta, observou, "cumpriram missões tão diferentes e, não obstante isto, tão similares no espírito da Companhia, que deve animar nossa missão". Fabro foi companheiro de Santo Inácio de Loyola entre os primeiros jesuítas. Padre Nicolàs lembrou que "José de Anchieta, de estatura média, magro, mas forte e decidido no espírito, bronzeado na cor da pele, de olhos azuis, fronte larga, alegre e amável de caráter, passou 44 anos de sua vida percorrendo boa parte do território do Brasil, levando a boa notícia do Evangelho aos indígenas". E acrescentou: "Logo nos deparamos

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com o primeiro paradoxo deste jovem jesuíta: o forte contraste entre a sua fragilidade física e a intensa vitalidade apostólica, que levou em frente ininterruptamente por 44 anos, percorrendo numerosas regiões do Brasil, até a sua morte aos 63 anos". Na audiência com o cardeal Amato, o papa Francisco promulgou também os decretos de canonização dos franceses Francisco de Laval e Maria da Encarnação, que foram missionários no Canadá no século 17 - ele como bispo de Québec e ela como fundadora do Mosteiro das Ursulinas, na mesma cidade. Ambos foram beatificados junto com Anchieta pelo papa João Paulo II, em 1980. Veneráveis – No mesmo despacho com o prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, Francisco assinou os decretos de reconhecimento de milagres atribuídos a cinco novos beatos, assim como as virtudes heróicas de sete servos de Deus, agora chamados de veneráveis. Entre os veneráveis está a brasileira Maria Teresa de Jesus Eucarístico, nome religioso de Dulce Rodrigues dos Santos, fundadora da Congregação das Pequenas Missionárias de Maria Imaculada. Ela nasceu em São Paulo em 20 de janeiro de 1901 e morreu em São José dos Campos, em 8 de janeiro de 1972. Os candidatos a santo recebem o título de servos de Deus quando se inicia o processo de canonização, passam a ser veneráveis com o reconhecimento das virtudes heróicas, tornam-se beatos após a aprovação de um milagre e só viram santos com a aprovação de um segundo milagre. Essa exigência foi dispensada no caso de São José de Anchieta pelo papa Francisco, que levou em conta sua fama de santidade e seu exemplo de vida dedicada à evangelização e ao amor ao próximo. (Estadão Conteúdo)

COLAPSO NO CANTAREIRA presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), Vicente Andreu, defendeu ontem medidas restritivas para o uso da água do Sistema Cantareira, durante audiência na Câmara dos Deputados, feita justamente para tratar do problema do abastecimento na cidade de São Paulo, região metropolitana e Campinas. Para ele, a crise verificada hoje, em que o Sistema Cantareira bate recordes seguidos de baixa de sua reserva de água, ainda é muito pequena diante da que se avizinha, caso não chova. "A crise está dando seus indicativos. Mas a crise que vai surgir se não houver chuva, nem resvalamos nela ainda", afirmou. Ele disse que a população entende quando

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as medidas são tomadas a seu favor, mesmo que restritivas. Por isso, as defendeu. Vicente Andreu pregou o diálogo entre os Estados envolvidos na disputa como a única forma de superar os problemas no abastecimento no curto prazo. "A situação é complexa, porque os interesses postos à mesa são legítimos. Por isso, é mais difícil resolver", disse ele. Uma solução de curto prazo, segundo ele, seria utilizar, e bem, a água disponível para tentar atravessar o período de estiagem. Em seguida, seriam tomadas as medidas restritivas. "Se não forem tomadas, o volume útil poderá secar, com risco de isso acontecer antes de as chuvas virem, em novembro. Mas, e se não vierem?" (Estadão Conteúdo)

das circunstâncias da morte da auxiliar de serviços gerais Claudia Silva Ferreira, de 38 anos, arrastada por uma viatura policial.

Peregrinação no Pátio do Colégio Stephanie Hering Pátio do Colégio, um dos marcos da cidade de São Paulo e também da história de José de Anchieta, amanheceu movimentado ontem. Segundo a segurança local, o número de visitantes praticamente dobrou na parte da manhã. Curiosos tiravam fotos em frente ao painel de aproximadamente dois metros de altura estendido em homenagem ao Apóstolo do Brasil, enquanto outros iam conhecer a igreja por dentro. Fernanda Pinto, 35 anos, turista e natural da Bahia, contou que o Pátio do Colégio era um dos pontos turísticos que pretendia conhecer em sua estadia na Capital. “Já tinha programado vir aqui, acabou coincidindo com a data da canonização”, disse. A professora aposentada Nadege Santos, 65, afirmou que acompanhou de perto o processo, já que é admiradora de Anchieta. “Apesar de não ter milagres comprovados, isso não foi necessário para ele fosse considerado santo. A devoção que conquistou como educador e sacerdote já basta”, explicou. Procissão – As celebrações em homenagem à canonização de São José de Anchieta continuam no domingo, também na região central da

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cidade. Às 9h30, haverá concentração no Pátio do Colégio para breve apresentação da biografia de Anchieta intercalada de orações e cantos. Às 10h15, todos seguirão em procissão com a relíquia do Padre Anchieta, em direção à Catedral da Sé. Por fim, às 11h, uma missa de ação de graças será celebrada na catedral, presidida pelo Cardeal D. Odilo Pedro Scherer e com a presença do prefeito Fernando Haddad e do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Outros santos – Apesar do burburinho gerado em torno de São José de Anchieta, o jesuíta não é o primeiro santo brasileiro. O País já possui outros dois santos: Madre Pa u l i n a , c a n o n i z a d a e m 2002, e Frei Galvão, que se tornou santo em 2007. Este último é especial, pois é o único santo nascido no Brasil, mais precisamente em Guaratinguetá (SP), em 1739. São Frei Galvão queria ser jesuíta, porém, na época, seu pai o aconselhou a entrar para os franciscanos por conta da perseguição movida pelo Marquês de Pombal. Ficou conhecido por suas pílulas da fé, criadas após um senhor pedir ajuda enquanto sua esposa estava em trabalho de parto e corria risco de vida. Frei Galvão então escreveu em pequenos papéis comestíveis um versículo do Ofício da Santíssi-

canalista, é devota de São Frei Galvão há quatro anos. Segundo ela, Frei Galvão foi responsável por uma graça após uma cirurgia que se complicou. “As pílulas são apenas um símbolo. O verdadeiro sentido está na oração e na fé em São Frei Galvão”, explica. Mesmo sendo o único santo nascido no País, São Frei Galvão já não atrai tantas pessoas e devotos como antes. “Na época da canonização havia uma peregrinação muito grande. Agora os picos de visitação são no final de semana, quando tem excursão. Durante a semana a média de pessoas por dia não passa de 100”, afirma Paulo Lopes, 57, funcionário da loja de lembranças do mosteiro. A psicanalista Marina concorda com a baixa no movimento. “É uma pena, pois é um local com capela e um belo museu”, disse.

ma Virgem que, mais tarde, foram entregues à mulher. A moça ingeriu os papelinhos e a criança nasceu saudável. São essas pílulas que são procuradas até hoje por milhares de pessoas e estão disponíveis em sete locais do Estado de São Paulo. Um deles é o Mosteiro da Luz. Ontem, a dona de casa e aposentada Neide Nudes, 70, visitava mais uma vez o local. “Venho aqui há mais de dez anos para buscar pílulas e a novena para conhecidos que me pedem”, conta. Devota de São Frei Galvão, Neide disse não ter participado das celebrações de São José de Anchieta, mas está comovida com a canonização. “Como a Igreja explica, o santo é um exemplo de vida e um intercessor. O padre Anchieta merece, ele fez muita coisa aqui”, afirma. Marina Costa, 60 anos, psi-

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Crime: Polícia faz retrato falado. Reprodução

Erbs Jr./Estadão Conteúdo

RECONSTITUIÇÃO – A Polícia do Rio fez ontem a reprodução

Capela do então beato José de Anchieta, atual São José de Anchieta: movimento cresceu com a canonização do Apóstolo do Brasil.

Polícia Civil divulgou ontem o retrato falado do homem que aparece empurrando um carrinho em imagens de uma câmera de segurança da Guarda Civil Municipal na Rua Sabará, em Higienópolis, região central de São Paulo. No local, foram encontrados, no dia 23 do mês passado, dois pedaços de pernas e dois pedaços de braços de um homem esquartejado. De acordo com o delegado do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) Itagiba Franco, a polícia não conseguiu encontrar o homem para que prestasse esclarecimentos e, por isso, divulga agora o retrato.

A

mero 181, caso o reconheçam. Cabeça – A cabeça do homem esquartejado foi encontrada dentro de um saco de lixo preto na Praça da Sé, na quinta-feira passada. O saco foi achado por um transeunte, Suspeito de espalhar pedaços de um corpo que suspeitou do formato redondo "Sabemos que ele é mora- do conteúdo e notificou guardor de rua e percorremos mui- das civis metropolitanos que tos abrigos tentando encon- estavam no local. Familiares de um homem trá-lo. Não sabemos até que ponto está envolvido, mas desaparecido desconfiam que precisamos ouvi-lo". O dele- a cabeça seja de seu parente. gado pediu para que as pes- De acordo com o delegado Itasoas liguem para polícia no nú- giba Franco, a família viu um

retrato gráfico e imagens de algumas partes da cabeça, como o bigode, por exemplo. Amostras de DNA dos parentes foram colhidas pela polícia para que sejam confrontadas com a da cabeça. E nc on t ro s – A família também contou para a Polícia Civil que o homem desaparecido se encontrava com uma mulher na região central da capital paulista e que tinha decidido acabar com o relacionamento amoroso. Os parentes suspeitam que a mulher, inconformada com o fim dos encontros, possa ter encomendado o assassinato e armado uma emboscada para se vingar dele. Ela ainda não foi identificada. (Agências)


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Monseigneur Le Vin epois da Primeira Guerra Mundial, "a guerra que iria acabar com todas as guerras", a ordem era brilhar, ainda com um pouco de lembrança da Belle Époque. Paris seguiu à risca, como nenhuma outra capital européia, os motes da retomada, recebendo em festa escritores, artistas, intelectuais, como Picasso, Hemingway, Gertrude Stein. Livros, quadros, música, vinhos e champagne foram protagonistas de uma época de requintes. A cadeia de lojas Nicolas, "a petite maison rouge" que até hoje pontua Paris, entrou na onda desse Pós-Guerra de sonho com seus catálogos e livros sobre vinho, arregimentando em mecenato os melhores ilustradores e desenhistas da época. Uma obra de de staque foi Monseigneur Le Vin, cinco pequenos volumes, quatro deles de autoria de Georges Montorgueil, escritos entre 1924 e 1927. O último volume da série, L'Art de Boire (A arte de Beber) virou cult entre designers dada a qualidade gráfica incomparável das ilustrações de Charles Martin (veja nesta página) e textos do romancista Louis Forest. Com sutil humor, Forest escreve a título de preâmbulo e dá o tom da publicação: "De acordo com um velho provérbio, 'quando o vinho é servido, tem de ser bebido'. Essa é uma máxima deplorável. E certamente não serve de inspiração para uma mente fina. Um gourmet teria escrito: 'quando o vinho é servido, é preciso saber como bebê-lo". O manual da Nicolas, distribuído gratuitamente para clientes, era, na verdade, um guia para o chamado

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CENSO VITÍCOLA oiva Maria Ribeiro de Mello e Carlos Alberto Ely Machado, da Embrapa, são os editores do mais atualizado Cadastro Vitícola do Rio Grande do Sul, com dados de 2008 a 2012, disponível no site www.cnpuv.embrapa.br/pesquisa/cadastro/index.php?opcao=opt_04&interno=1

L

VIVA PARIS s melhores imagens e impressões da Paris do início do século XIX foram reunidas pela editora Ruth Reichl em Remembrance of Things Paris - Sixty Years of Writing from Gourmet (The Modern Library/2005). Jornalistas e colaboradores da revista Gourmet contam histórias da Paris gastronômica, seus cafés, bares e restaurantes, povoados por uma "fauna" que queria mais é bem viver.

A

"bebedor civilizado". Monseigneur Le Vin ganhou uma edição adaptada do Metropolitan Museum of Art, de Nova York, rebatizada de Wine Album (2011), que valorizou a primorosa série de ilustrações de Charles Martin. Em lojas de livros raros também é possivel encontrar exemplares das primeiras edições, entre elas L'Art de Boire, de 1927. A Nicolas foi fundada em 1822, um ano após a morte de Napoleão. Ettienne Nicolas foi um visionário que decidiu vender garrafas de vinho no varejo, de acordo com a demanda, e não só no costumeiro atacado. Ficou célebre um dos cartazes de publicidade da casa, onde o entregador Nectar leva nas mãos nada menos do que 32 garrafas, de uma só vez. Nectar foi desenhado pelo cartunista Dransy, cem anos depois da criação da Nicolas, quando já existiam mais de 200 pontos de venda. Inovava-se também ao entregar vinhos em casa, em triciclos, numa Paris em festa.

José Guilherme R. Ferreira é autor de Vinhos no Mar Azul – Viagens Enogastronômicas (Editora Terceiro Nome)

EM CARTAZ: ATRIZ ROBIN WRIGHT INTERPRETA A SI MESMA NA ANIMAÇÃO O CONGRESSO FUTURISTA, DO ISRAELENSE ARI FOLMAN.

Cena do filme A Invenção de Hugo Cabret, de Martin Scorsese.

HOJE A TELINHA É DOS PEQUENOS Quem estiver sem programação agendada para a criançada, lá vai uma boa dica: ficar em casa. Mas à frente para a telinha, claro. A primeira sugestão é ligar a TV na Fox, às 22h30 (ou às 17h45), e assitir ao filme A Invenção de Hugo Cabret, de Martin Scorsese. Outro longa-metragem ótimo para família é Bee Movie - A

História de uma Abelha (2007). Na animação, Jerry Seintfield dá voz à abelinha principal. Às 20h50, na TNT. Já quem ligar no Universal poderá assistir a duas outras animações divertidas: Hop Rebelde sem Páscoa(2011), às 21h20, e Os Sem Floresta ( 2006), às 23h.

Festival da verdade, só até o dia 13.

Falando de amor. No Sérgio Cardoso.

A partir de hoje, a verdade está em cartaz em São Paulo. Começa a 19° edição do festival internacional de documentários É Tudo Verdade, que acontece simultaneamente em São Paulo e no Rio de Janeiro até 13 de abril. Programação completa no site: www.etudoverdade.com.br.

Começa hoje, no Teatro Sérgio Cardoso, a peça Ontem Eu Te Amo. O espetáculo discute a longevidade do amor através dos diálogos entre os personagens Henrique (Denis Antunes) e Valentina (Gabrielle Araújo). Mas a temporada é curta: até o dia 27 deste mês. R$ 20.

CORAL NA PRAÇA DAS ARTES O Coral Paulistano Mário de Andrade, integado à Fundação Theatro Municipal, apresenta-se neste sábado, sob a regência de Martinho Lutero. O programa, que faz parte da série Paulicea Desvairada, terá obras de Dorival Caymmi, Lupicínio Rodrigues, Baden Powell, Vinícius de

Moraes, Caetano Veloso e Osvaldo Lacerda. Participam do recital a cantora Fabiana Cozza e os músicos Léo Rodrigues (percussão) e Azael Rodrigues (bateria). Praças das Artes - Sala do Conservatório. Av. São João, 281. Sábado (5). 17h. R$ 30 (com meia entrada). Livre.

Lançamento de livro. No Itaú Cultural. Hoje, no Itaú Cultural, acontece o lançamento do livro Afirmar os Direitos Culturais, organizado pelo filósofo e coordenador do Instituto Interdisciplinar de Ética dos Direitos Humanos da Universidade de Friburgo, Patrice Meyer-Bisch, que estará presente no evento. O livro foi montado com base nos estudos realizados pelo Grupo de Friburgo, equipe internacional da Universidade de Friburgo, a respeito da Declaração dos Direitos Humanos da cidade sueca.

Mauro Holanda

GASTRONOMIA

Paramount/Divulgação

Bife à Bela Cintra no cardápio executivo

Itaú Cultural. Avenida Paulista, 149. Sala vermelha. Hoje, às 19h30. Entrada franca.

Pés de valsa, dancem com a gente. Atenção pés de valsa: hoje é o primeiro dia do Ciclo de Palestras e Oficinas de Dança, que acontece a partir de hoje, na Pulsarte. Artistas do Brasil e do exterior foram convidados para o encontro, que tem entrada franca. Quem se interessa por dança poderá fazer a inscrição pelo site www.nucleodancaaberta.com ou pelo telefone (3213-2478). Serão cinco módulos de palestras e oficinas, assim, os participantes terão oportunidade de colocar em prática os ensinamentos teóricos.

Bela oferta à portuguesa Lúcia Helena de Camargo restaurante português A Bela Sintra, entre os mais elegantes (e caros) portugueses de São Paulo está com uma novidade: almoço executivo com preços reduzidos do prato e do vinho, agora vendido também por taças. De segunda a sexta-feira, versões do cardápio são servidas em porções ligeiramente menores, do meio-dia às 15h. O Arroz de Pato à Nossa Moda (R$90 no menu à la carte) sai por R$50. O prato leva pato cozido desossado, chouriço português e azeitonas verdes. A sugestão para harmonização é o vinho tinto português Meia Pipa 2010, cuja taça custa R$25. Entre os pratos com bacalhau, estrelas do menu criado pela chef Ilda Vinagre, está o mil folhas de bacalhau (R$54), preparado com massa folhada, recheada com las-

O

cas de bacalhau, tomate, cogumelo shitake, espinafre e creme de leite light, servido gratinado. Se preferir uma carne, há o bife à portuguesa – filé mignon com caldo de carne, vinho tinto, louro, alho, batatas à portuguesa, presunto e salsinha (R$65). O cardápio executivo inclui 33 itens, entre saladas, sopas, frutos do mar, peixes, carnes e aves, além das sobremesas. Os doces conventuais, feitos com muitas gemas de ovos e açúcar, custam R$ 14. Recomendamos o queijinho, parente mais molhado e suculento do toucinho do céu. Detalhe: se chegar ao restaurante com muita fome, a boa pedida é pedir o couvert (R$15 por pessoa), que além de pães (experimente o de abóbora) e manteiga, serve bolinhos de bacalhau e croquetes de carne.

A seleção de vinhos é composta por 17 rótulos de diferentes nacionalidades, sendo três opções de vinhos brancos e 14 tintos, todos com preços reduzidos no almoço. O tinto português Cabriz Reserva 2008, por exemplo, nos dias de semana cai de R$150 para R$85. O mesmo nível de desconto é aplicado a outros. A garrafa do vinho verde Alvarinho Aveleda 2012 custa R$80. O branco Luis Pato Vinhas Velhas 2010 sai por R$95. O tinto chileno Errazuriz Reserva Carmenère 2011 é vendido a R$78. O nome do restaurante homenageia a cidade portuguesa e por capricho acabou instalado na rua de cujo nome é derivado da mesma fonte. A Bela Sintra. Rua Bela Cintra, 2325. Cerqueira César. Tel.: 3891-0740. www.abelasintra.com.br

ESTRELAS EM A ÚLTIMA SESSÃO: LAURA CARDOSO, NÍVEA MARIA, ETTY FRASER, MIRIAM MEHLER. TEATRO SHOPPING FREI CANECA. TEL.: 3472-2229.


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Filosofia no metrô O artista Sean Hart criou uma série de cartazes para para uma campanha pública no metrô de Paris. Nos cartazes, apenas frases de teor filosófico e, em letras menores, o pedido: "não jogue lixo na rua". Um apelo à razão. http://seanhar t.org

Questionar as respostas.

Imagem em movimento Imagens do século XIX criadas para dispositivos como o zootropo viram gifs no site abaixo. Divirta-se. www.dickbalzer.com

Não se curvar.

Questionar as perguntas.

.L..ITERATURA

García Márquez é internado O escritor colombiano Gabriel García Márquez, 87, prêmio Nobel de Literatura, foi hospitalizado ontem na Cidade do México. A imprensa local informou que uma pneumonia teria motivado a internação, mas o hospital em que foi internado, o Instituto Nacional de Ciências Médicas e Nutrição Salvador Zubirán, não comunicou nenhum detalhe. Médicos do centro disseram

.T..ECNOLOGIA

da literatura latino-americana, mostrou-se bastante sorridente, recebeu presentes e tirou fotos, mas não conversou com os jornalistas. García Marquez sofre de demência senil, segundo revelou seu irmão Jaime em 2012. Um dos literatos mais famosos, prolíficos e queridos da América Latina, García Marquez revolucionou a literatura, dando dimensão universal ao realismo mágico.

David Letterman vai se aposentar O apresentador de "talk show" norteamericano David Letterman anunciou ontem sua aposentadoria da TV, durante uma gravação de seu programa. Ele deve se aposentar em 2015, revelou no Twitter o ex-baixista do R.E.M., Mike Mills, que era a atração da gravação.

Luke MacGregor/EFE

Jens Wolf/EFE

ao jornal El Universal que o escritor foi internado durante a madrugada, mas também não mencionaram as causas. A última aparição em público de García Márquez foi em 6 de março passado, quando saiu de sua casa no sul da Cidade do México para acenar aos jornalistas por ocasião de seu aniversário. Na ocasião, o autor de Cem Anos de Solidão e Amor nos tempos do cólera, entre outras importantes obras

.T..ELEVISÃO

Robô também é craque Acontece até 16 de abril em Magdeburg, Alemanha, a "RoboCup GermanOpen 2014", o mundial do futebol de robôs. Cerca de 950 robôs de 16 países competem no torneio.

.A..RQUEOLOGIA

Tecnologia para monitorar Pompeia ASTRO-REI - Escultura de vidro intitulada 'O Sol', do artista norte-americano Dale Chihuly, exposta na Halcyon Gallery, em Londres. A escultura tem 5,5 metros de altura e foi feita com 1.573 peças de vidro moldadas manualmente.

.H..ISTÓRIA EFE

euros, depois do qual o equipamento será entregue ao projeto de restauração. Desmoronamentos frequentes de muros e casas da antiga cidade romana, coberta pela cinza da erupção do Vesúvio em 79 d.C., despertaram clamor internacional e pressão crescente pelo fim dos adiamentos da restauração, que custará 105 milhões de euros.

s

As ruínas de Pompeia serão monitoradas por satélites e sensores do grupo italiano de defesa e tecnologia Finmeccanica para tentar impedir um desmoronamento no local, que é tombado pela Unesco como patrimônio mundial. Controlado pelo Estado, o grupo ajudará a treinar pessoal e ceder sua tecnologia de graça por três anos, um investimento de mais de 2 milhões de

.E..SPAÇO

Lua de Saturno tem oceano submerso Pesquisadores norteamericanos e italianos descobriram, a partir de dados da sonda Cassini, um grande oceano sob a superfície de gelo da lua Enceladus, de Saturno. "Essa descoberta muda nosso ponto de vista a respeito das 'zonas habitáveis' dentro do sistema solar e nos sistemas planetários pertencentes a outras estrelas", disse a chefe do projeto Cassini, Linda Spilker.

WWF/EFE

.A..NIMAIS

.L..OTERIAS

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s

Ontem, no zoológico de Sidney, Austrália, os coalas ganharam uma câmera digital com disparador automático. O presente resultou numa série de autorretratos, como este.

Concurso 3456 da QUINA

Gravura do artista Maurice Lenoir intitulada 'A guarda de Richelieu lhe rende honras' integra a exposição "Mousquetaires!" no Museu do Exército de Paris. A exposição é inspirada nos heróis retratados pelo escritor francês Alexandre Dumas em 1844.

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VENEZUELA DERRAPA O aumento dos atrasos ou mesmo a ausência de pagamentos por importadores na Venezuela tem prejudicado as vendas brasileiras àquele país. De acordo com 54,7% dos exportadores ouvidos pela Fiesp, esse descompasso piorou no último ano.

ADEUS ECF, FELIZ SAT

São Paulo muda o registro de notas fiscais

Fisco paulista vai exigir a partir de novembro – para grande número de empresas – um novo sistema de digitalização dos documentos de venda

Sílvia Pimentel Emissor de Cupom Fiscal (ECF), de uso obrigatório para as e m p r e s a s d o c omércio com faturamento acima de R$ 120 mil por ano, vai virar peça de museu no Estado de São Paulo. A Secretaria da Fazenda (Sefaz-SP) já iniciou testes com um novo sistema que substituirá de forma gradativa os ECFs. O SAT (Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos) é um equipamento composto de hardware e software e deverá custar a metade do preço do ECF. A rede McDonald's já emitiu o primeiro cupom eletrônico com a ferramenta. A Hering e a Malwee também integram o grupo de empresas que vão realizar os testes. Atualmente, no Estado de São Paulo, cerca de 900 mil contribuintes utilizam o ECF. O fisco paulista, o primeiro a utilizar o sistema, elaborou um cronograma de obrigatoriedade para o uso do novo sistema e fixou em cinco anos o prazo de aposentadoria do ECF. A partir do dia 1º de novembro, a utilização do SAT será obrigatória para as empresas recém constituídas e para os contribuintes que tiverem o ECF há mais de cinco anos. A partir do dia 1º de abril de 2015, será a vez dos contribuintes com faturamento superior a R$ 100 mil por ano. E a

O

Marcel Solimeo, da ACSP, defende um prazo maior para a implementação do novo sistema.

partir de janeiro de 2016 e 2017, os comerciantes c o m f a t u r amento acima de 80 mil e 60 mil por ano, re s p e c t i v amente, deverão usálo obrigatoriamente. Os Microemp re e nd ed o re s Individuais (MEIs) estão livres da exigência. De acordo com o supervisor de fiscalização de documentos fiscais da Fazenda, Marcelo Fernandez, a única exceção para as novas regras são os postos de combustíveis, que serão obrigados a trocar o ECF pelo SAT a partir do dia 1º de noPaulo Pampolin/Hype

Newton Santos/Hype

Pagotto, da Afrac: “Não somos contra as tecnologias novas, mas à proibição das antigas, no caso, o uso do ECF."

Cada Estado adota uma solução nquanto São Paulo anuncia o fim da obrigatoriedade do ECF, outros Estados aderem à ferramenta. É o caso de Santa Catarina, que exige o uso exclusivo do equipamento. Em nível nacional, atualmente, a maioria dos Estados ainda impõe a obrigatoriedade desse equipamento, criado em 1994, na versão matricial, e que foi sendo aperfeiçoado ao longo do tempo. Mas existe um movimento dos fiscos para substituir essa tecnologia no futuro. Uma pesquisa realizada pela Afrac com as secretarias da fazenda de todos os estados brasileiros, que originou o mapa das soluções fiscais, revela a falta de padronização das regras, em que cada federação impõe a tecnologia que melhor atende a seus interesses, aos seus cofres e peculiaridades regionais. O levantamento foi feito pelo departamento jurídico da entidade e não se baseia em normas editadas, mas em informações fornecidas pelos responsáveis pelo departamentos ligados à fiscalização. “Não há uma uniformidade nas regras. A região Nordeste, por

E

exemplo, tende a usar a NFC- para adotar o Módulo Fiscal e”, explica a advogada da Eletrônico (MFE), que é um sisAfrac, Lúcia Correia. tema similar ao SAT, mas que Para as redes de varejo que tem acoplado um GPS, além possuem lojas espalhadas pe- de um chip para possibilitar o lo País, a falta de padronização acesso à internet. Para o fisco é um problema, pois exige vá- cearense, é importante saber rias adequações e implica em a localização do equipamento aumento de custos. “Os seto- para um maior controle da arres ligados ao recadação. O varejo deveproblema é riam se orgaque essa sonizar e solicil u ç ã o p e c utar ao Conseliar exige hoA falta de lho Nacional mologação padronização nas de Política Fada Anatel. “O regras impacta o zendária cenário é custo das redes de (Confaz) um complexo pavarejo que possuem ra o varejista padrão de exigência, que opera em lojas em várias pois a falta de vários estalocalidades unanimidade dos até que LUIS GARBELINI, AFRAC nas regras ocorra uma impacta o vac o n v e r g ê nrejo, obrigado a conviver com cia. Não sabemos se isso vai uma colcha de retalhos”, ana- acontecer ou quando”, afirma lisa o vice-presidente da Afrac, Garbelini. Luis Garbelini. Para os varejistas que aposNo futuro, três tecnologias tam na mobilidade dos meios devem dominar o mercado: de pagamento, o uso da NFC-e ECF, Sat e NFC-e. Cada uma (Nota Fiscal Eletrônica ao Contem sua peculiaridade e pon- sumidor), caso seja permitida tos em comum. Mas existem pelo Estado, parece ser uma Estados interessados em ino- boa solução. “O Brasil ainda var. O Ceará, por exemplo, está preso no PDV (ponto de tem um projeto em gestação venda). E essa solução permite

a transformação do tablet num PDV”, acredita Fábio Alvim, diretor comercial da Migrate. De acordo com ele, a nota fiscal eletrônica usada nas transações entre as empresas levou ao amadurecimento da ferramenta, que exige o uso da internet. A utilização dessa solução permite à impressão resumida da nota e o acesso ao seu conteúdo por leitura de código via smartphone. Hoje, são sete os estados que adotam essa tecnologia. São eles o Amazonas, o Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Sergipe, Rio Grande do Norte, Maranhão e Amapá. Esse mapa, entretanto, tende a mudar. As principais soluções fiscais em uso serão apresentadas durante a 16ª Feira e Congresso Internacionais de Automação do Comércio e Tecnologia para o Varejo – Autocom, que será realizada na capital paulista de 8 a 10 de abril. “A feira terá uma dinâmica diferente das anteriores porque o lojista será o nosso foco. E precisamos entender o que ele quer ”, disse o presidente da Afrac, ao informar que essas tecnologias serão detalhadas durante o congresso. (SP)

vembro, independentemente do faturamento. Para os postos que ainda usam a nota fiscal em papel, o prazo para a transição está previsto para o dia 1º de abril de 2015. “Com exceção desses estabelecimentos, que requerem um controle maior, a ideia é dar cinco anos de prazo para os contribuintes paulistas fazerem a transição de um equipamento para o outro”, afirma. Como a Sefaz possui em seus sistemas a informação sobre o tempo de vida de cada equipamento, é recomendável que os contribuintes façam a troca respeitando o calendário para evitar problemas com a fiscalização. Segundo a Sefaz, as vantagens do novo sistema em relação ao ECF vão além da redução de custo do equipamento e de manutenção. Hoje, os contribuintes são obrigados a ter um ECF para cada ponto de venda. O SAT pode ser compartilhado por vários caixas, impressoras e redes de internet. E caso o caixa não esteja conectado à internet, o equipamento armazena as operações para serem lançadas aos sistemas do fisco posteriormente, via computador. Outra vantagem é que os documen-

tos fiscais emitidos pelo sistema serão integrados à Nota Fiscal Paulista (NFP). Nesse caso, o consumid o r p o d e r á v is u a l i z a r o c upom fiscal elet rô n i c o d a compra no site horas depois da compra ou em alguns dias. Pelo sistema atual, os documentos estão disponíveis entre 40 e 90 dias. O novo equipamento está sendo testado por 11 fabricantes, sendo três participantes do projeto piloto em andamento. No futuro, o fisco paulista vai iniciar os testes com outra solução fiscal, a NFC-e, conhecida como a Nota Fiscal ao Consumidor, de uso obrigatório em outros estados. Diferentemente do sistema SAT, essa solução exige conexão com a internet. “São Paulo dará duas alternativas para os contribuintes que reduzem custos”, conclui. Na opinião do economista da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Marcel Solimeo, o SAT traz praticidade porque permite que a operação seja feita com o equipamento offline. Mas ele defende um prazo de implementação mais elástico, principalmente para os contribuintes que compraram o ECF há pouco tempo. Para o presidente da Associação Brasileira de Automação Comercial (Afrac), Araquen Pagotto, o novo prazo é mais apropriado para que o mercado e os comerciantes estejam preparados para as novas soluções tecnológicas impostas pelo fisco. Essa é a segunda vez que a Sefaz-SP estabelece um prazo de obrigatoriedade da ferramenta. Inicialmente, era o dia 1º de abril. “Não somos contra as tecnologias novas, mas à proibição das antigas, no caso, o uso do ECF. É uma postura radical que mexe com o mercado, a indústria e os usuários”, afirma.


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SÃO PAULO FASHION WEEK

Um passeio do sóbrio ao jovial Agliberto Lima/DC

Rejane Aguiar

Depois da esperada passagem da top das tops Gisele Bündchen no desfile da Colcci, que fechou a agenda da quarta-feira, o quarto e penúltimo dia da 37ª edição da São Paulo Fashion Week teve coleções bem ecléticas. A maratona começou com a sofisticação e sobriedade do estilista Pedro Lourenço, teve um jovial desfile de maiôs e biquínis da Movimento e os looks leves e esvoaçantes de Lino Villaventura. A ausência do dia foi a da grife carioca Osklen, que trocou o desfile no galpão montado no Parque Cândido Portinari por uma apresentação menor, só para um seleto grupo de convidados, no showroom da marca (a Osklen desfilará na próxima semana, no Fashion Rio). A SPFW do verão 2015 termina nesta sexta-feira, com mais seis desfiles.

Clayton de Souza/Estadão Conteúdo

Lilly Sarti marca estreante pautou sua coleção de verão 2015 no ano chinês do cavalo, referência misturada com as vestimentas de grupos indígenas norte-americanos. O resultado apareceu em peças em tons terrosos, tecidos mais grossos, telas e franjas. A grife tem oito anos e duas lojas próprias em São Paulo.

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Paula Raia estilista Paula Raia desfilou uma coleção bem feminina, com predominância de tons pastel. A marca aposta em muita cintura marcada, tecidos fluidos , recortes e rendas. A coleção foi apresentada na casa de Paula, no Jardim Europa, em São Paulo.

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Marcelo Machado de Melo/FotoArena

Agliberto Lima/DC

FOFURA COM SOFISTICAÇÃO – O desfile da grife infantil Lilica Repilica garantiu um toque de fofura à semana de moda paulistana. Pequenas fashionistas participaram do desfile, que apresentou peças mais sofisticadas, para festas. A marca, no entanto, não deixou de lado a malha de algodão sempre presente nas coleções. O tema do desfile foi uma viagem de balão imaginária e seis meninas foram convidadas a registrar tudo e postar as imagens no Instagram. A participação na SPFW faz parte de estratégia da Lilica Ripilica para sofisticar a marca, pertencente à tradicional malharia Marisol. Para os meninos, a marca premium da Marisol é a Tigor.

Nesta edição, os Indicadores Econômicos, excepcionalmente, estão na página 16.


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SÃO PAULO FASHION WEEK Alice Vergueiro/Futura Press

Ciça Neder/FotoArena

Adriana Degreas

Têca por Helô Rocha

grife desenvolve as coleções mais sofisticadas de maiôs e biquínis entre as marcas de moda praia que se apresentam na SPFW. Desta vez não foi diferente: a estilista levou à passarela peças que mais pareciam pinturas nos corpos das modelos. A marca também aposta em recortes e em cintos para marcar a cintura em saídas de praia.

A

A

marca foi buscar na arquitetura – especificamente na arte déco – a inspiração para a coleção do verão 2015 apresentada ontem no Espaço Zeferino, fora do QG da SPFW. A ideia rendeu vestidos, blusas e saias com belas estampas geométricas em cores como preto, branco, vermelho e laranja. A grife tem lojas em São Paulo e em Natal.

Felipe Rau/Estadão Conteúdo

Agliberto Lima/DC

Pedro Lourenço m passarela montada no Shopping JK, Pedro Lourenço mostrou uma coleção sofisticada, fiel à característica que herdou dos pais – os também estilistas Gloria Coelho e Reinaldo Lourenço. Embora as peças sejam para o verão, há muito preto e branco e casacos mais fechados. Destacam-se os colares feitos com impressoras 3D. No ano passado, Pedro esteve no centro de uma discussão sobre a captação de recursos para produção e desfiles por meio da Lei Rouanet, de incentivo à cultura.

Movimento

E

grife de moda praia aposta na sensualidade para o próximo verão. Nas peças casuais e coloridas, não faltam estampas, recortes e detalhes chamativos, como no maiô Pink – confeccionado em tecido que lembra vinil. Painéis de acrílico colorido instalados na passarela deram o tom do espetáculo.

A

Agliberto Lima/DC

PARA ROSTOS BRASILEIROS

Instalado estratégicamente no galpão onde acontece a SPFW, O Boticário aproveita a visibilidade do evento – e sua condição de ser um dos principais patrocinadores da semana de moda – para promover uma de suas marcas de maquiagem, a make B. A empresa não divulga o investimento na ação, mas aposta na parceria com o estilista Ronaldo Fraga e com o maquiador Fernando Torquatto para encantar as mulheres com a linha Barroco Tropical. A empresa põe à disposição das visitantes baias onde podem experimentar os produtos da nova coleção, inspirada na essência da mulher brasileira (a principal foto de divulgação, não por acaso, é de uma modelo negra). Há até manicures para quem quiser conhecer as cores para o próximo verão.

Assessoria em Segurança e Medicina do Trabalho

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16 -.ECONOMIA

DIÁRIO DO COMÉRCIO

sexta-feira, 4 de abril de 2014


ECONOMIA - 17

DIÁRIO DO COMÉRCIO

sexta-feira, 4 de abril de 2014

VOTORANTIM FINANÇAS S.A. CNPJ nº 01.386.256/0001-41 Avenida das Nações Unidas, 14.171, Torre A, 6º andar - São Paulo - SP

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO 2013 Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação dos senhores acionistas as Demonstrações Financeiras Individuais e Consolidadas (“DFs”) da Votorantim Finanças S.A. (Votorantim Finanças), relativas aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2013 e 2012. Estas DFs foram preparadas em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil, seguindo as orientações do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (“CPC”) e as normas internacionais de relatório financeiro (International Financial Reporting Standards - IFRS), com a aplicação de exceções obrigatórias relevantes e certas isenções opcionais relativas à adoção completa retrospectiva dessas normas. 1. Desempenho financeiro 1.1. Votorantim Finanças S.A. No ano de 2013, a Votorantim Finanças S.A. registrou prejuízo líquido de R$ 41 milhões (2012 - R$ 788 milhões de prejuízo) e ativos totais no montante de R$ 5 bilhões. As empresas com controle compartilhado são avaliadas por equivalência patrimonial nas demonstrações contábeis individuais da controladora e consolidado. 1.2. Conglomerado Banco Votorantim S.A. As operações da Controlada Banco são conduzidas por meio de um conjunto de instituições controladas que atuam integradamente no mercado financeiro, inclusive em relação ao gerenciamento de riscos. Entre essas empresas controladas estão a BV Financeira, BV Leasing, Votorantim Asset Management (VAM) e Votorantim Corretora de Títulos e Valores Mobiliários. Com acionistas fortes e comprometidos (Grupo Votorantim e Banco do Brasil - “BB”), a controlada Banco Votorantim é um dos maiores bancos privados brasileiros em ativos totais e também em carteira de crédito, e possui um portfólio diversificado de negócios de banco de atacado, financiamento ao consumo e gestão de patrimônio. Os resultados de 2013 confirmam o avanço concreto no processo de reestruturação da controlada Banco Votorantim, que conta com total apoio dos acionistas e que permitirá a retomada do crescimento com rentabilidade e de forma sustentável. Os principais destaques dos resultados do exercício foram: • Geração consistente de receitas. A Margem Financeira Bruta cresceu 5,8% em 2013/2012, impulsionada pela contínua melhora da qualidade dos ativos de crédito - principalmente nos financiamentos de veículos - e pelo foco em rentabilização do portfólio de negócios. • Melhora da qualidade da carteira. Os financiamentos de veículos de melhor qualidade - safras originadas até Jun.10 e após Set.11 - já representam 73% da carteira gerenciada de veículos (53% em Dez.12), contribuindo para a redução dos indicadores de inadimplência. O Inad 90 consolidado da carteira classificada recuou para 5,2% em Dez.13, melhora de 1,8 p.p. em 12 meses. O Inad 90 do segmento Varejo reduziu para 6,9% em Dez.13, sexta redução trimestral consecutiva.

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Redução das despesas com provisões de crédito (PDD). As despesas consolidadas com PDD reduziram 17,9% no comparativo 2013/2012. No segmento Varejo a redução alcançou 39,5% no período. Aumento do RBIF. O Resultado Bruto da Intermediação Financeira cresceu em 2013/2012, impulsionado tanto pelo aumento da Margem Financeira Bruta como pela redução das despesas com PDD. Importante notar que essa redução foi acompanhada do aumento do Índice de Cobertura das operações de crédito vencidas há mais de 90 dias, que alcançou 152% em Dez.13, ante 104% em Dez.12. • Despesas sob controle. As despesas de pessoal e administrativas reduziram em 2013/2012. Desconsiderando as despesas com processos trabalhistas, em grande parte relacionadas à reestruturação, essa redução foi de 6,9% em 2013, ante uma inflação de 5,91%. Estes avanços foram acompanhados pelo maior foco na rentabilização do portfólio de negócios. O segmento Atacado, composto pelo Corporate & Investment Banking (CIB) e BV Empresas, buscou explorar oportunidades ligadas a investimentos em infraestrutura e ao mercado de capitais, mantendo o foco em rentabilidade e prudência em provisões de crédito. O CIB mantém-se como um dos líderes de mercado em crédito para empresas com faturamento anual acima de R$ 600 milhões. A carteira de crédito ampliada (incluindo avais, fianças e TVM privado) do CIB encerrou Dez.13 com saldo de R$ 27,5 bilhões, redução de 3,9% em relação a Dez.12. O BV Empresas, que enfrentou um mercado de middle market desfavorável e com menor crescimento econômico, encerrou Dez.13 com carteira ampliada de R$ 7,6 bilhões, redução de 17,9% em 12 meses, principalmente devido à postura mais conservadora do Banco e à estratégia de focar em clientes com faturamento anual entre R$ 100 milhões e R$ 600 milhões. A Votorantim Wealth Management & Services (VWM&S), por sua vez, manteve seu foco em ser um dos melhores estruturadores e gestores de produtos de alto valor agregado. A VWM&S encerrou Dez.13 com R$ 39,4 bilhões em recursos geridos, ocupando a 10ª posição no ranking de gestores da Anbima. O segmento Varejo, conforme mencionado anteriormente, apresentou resultados melhores em 2013 em relação ao ano de 2012, e encerrou Dez.13 com carteira classificada de R$ 36,6 bilhões. A combinação entre o aumento da margem financeira bruta, diminuição nas despesas com PDD do segmento Varejo, e redução da base de despesas contribuiu para a melhora dos resultados consolidados. O resultado de 2013 ainda foi impactado por:

• •

BALANÇOS PATRIMONIAIS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013, 2012 E 1 DE JANEIRO DE 2012 (Em milhares de Reais) Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa Ativos financeiros com acordo de revenda Ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado Ativos financeiros disponíveis para venda Instrumentos financeiros derivativos Empréstimos e recebíveis Dividendos a receber Ativos tributários correntes Ativos tributários diferidos Outros ativos Total do ativo circulante Ativo Não circulante Ativos financeiros disponíveis para venda Ativos tributários diferidos Participações em empreendimentos controlados em conjunto Ativos tangíveis Outros ativos Total do ativo *Vide NE 4v

Nota 5 6 7a 7b 8 9 10 13

Votorantim Finanças (BR Gaap) Dez/2013 Dez/2012 1.091.021 1.231.582 90 55 – – – – – 249.704 – – 1.039.514 915.406 – – 51.132 66.402 278 – 7 15 1.091.021 1.231.582

Dez/2013 1.153.529 28.934 – 1.325 2 – 1.046.953 – 75.881 384 50 1.153.529

Consolidado (IFRS e BR Gaap) Dez/2012 01/01/2012* 1.290.622 2.080.797 7.919 7.077 33.474 32.901 56.685 50.340 160.591 159.207 4 929 940.968 1.714.052 – 14.697 90.483 99.760 116 105 382 1.729 1.290.622 2.080.797

4.075.856 4.556.042 4.013.980 4.497.793 – – – – 10 44.373 67.613 50.592 74.106

4.367.962 150.082 70.014

11a 4.025.460 4.430.248 3.957.325 4.365.505 12 698 951 699 952 13 5.325 57.230 5.364 57.230 5.166.877 5.787.624 5.167.509 5.788.415

4.092.431 1.194 54.241 6.448.759

Passivo Circulante Instrumentos financeiros derivativos Passivos tributários correntes Passivos tributários diferidos Obrigações legais Outros passivos Total do passivo circulante Passivo Não circulante Passivos tributários diferidos Obrigações legais Total do patrimônio líquido Capital social Reservas Ajustes de avaliação patrimonial Total do passivo e patrimônio líquido

DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 (Em milhares de Reais)

Saldos em 31 de dezembro de 2011 Constituição/(Reversão) de reservas Ajustes de avaliação patrimonial Resultado líquido do período Saldos em 31 de dezembro de 2012 Saldos em 31 de dezembro de 2012 Constituição/(Reversão) de reservas Ajustes de avaliação patrimonial Outros eventos Resultado líquido do período Saldos em 31 de dezembro de 2013

Capital social 3.507.809 – – – 3.507.809 3.507.809 – – – – 3.507.809

Patrimônio líquido Reservas Ajustes de (Prejuízo) Total de lucro avaliação patrimonial acumulado 2.471.362 15.486 – 5.994.657 (788.872) – 788.872 – – 138.158 – 138.158 – – (788.872) (788.872) 1.682.490 153.644 – 5.343.943 1.682.490 153.644 – 5.343.943 (41.646) – 41.646 – – (309.420) – (309.420) – – (260) (260) – – (41.386) (41.386) 1.640.844 (155.776) – 4.992.877

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADAS (Em milhares de Reais) 1

2

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Contexto operacional A Votorantim Finanças S.A. (“V.F.”) é uma companhia de capital fechado que tem por objetivo principal a participação acionária em outras sociedades, financeiras, comerciais ou civis, nacionais ou estrangeiras, como sócia, acionista ou quotista e a prestação de serviços de gestão comercial, planejamento e consultoria de empresas. Domiciliada no Brasil, a (“V.F.”) está localizada na Avenida das Nações Unidas, 14.171 - São Paulo - SP. A Votorantim Finanças S.A. tem participação acionária em entidades do segmento financeiro - Banco Votorantim S.A. e suas controladas. Eventos subsequentes Medida Provisória nº 627 (MP 627/13) Em 11 de novembro de 2013, foi publicada a Medida Provisória nº 627 (MP 627/13) que altera a Legislação Tributária Federal sobre IR, CS, PIS e Cofins. A MP 627/13 dispõe sobre: • A revogação do Regime Tributário de Transição (RTT), disciplinando os ajustes decorrentes dos novos métodos e critérios contábeis introduzidos em razão da convergência das normas contábeis brasileiras aos padrões internacionais; • A tributação da pessoa jurídica domiciliada no Brasil, com relação ao acréscimo patrimonial decorrente de participação em lucros auferidos no exterior por controladas e coligadas; e • O parcelamento especial de Contribuição para o PIS/Pasep e à Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins. A Administração aguardará a conversão em Lei da MP 627/13 para uma análise mais profunda e conclusiva. Em uma avaliação preliminar, não haverá impactos relevantes. Base de preparação das demonstrações financeiras a. Declaração de conformidade As demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Votorantim Finanças S.A., compreendem: As demonstrações financeiras individuais foram preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e estão identificadas como “Votorantim Finanças (BR GAAP)”. As demonstrações financeiras consolidadas, as quais foram elaboradas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (“International Financial Reporting Standards - IFRSs”), emitidas pelo “International Accounting Standards Board - IASB” e as práticas contábeis adotadas no Brasil, estão identificadas como “Consolidado (IFRS e BR GAAP)”. As práticas contábeis adotadas no Brasil compreendem aquelas incluídas na legislação societária brasileira com base na Lei das Sociedades por Ações, incluindo as alterações introduzidas pela Lei nº 11.638 de 28/12/2007 e Lei nº 11.941 de 27/05/2009 em consonância com os pronunciamentos técnicos e as orientações e interpretações técnicas emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC. As demonstrações financeiras individuais apresentam a avaliação dos investimentos em controladas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, de acordo com a legislação brasileira vigente. Dessa forma, essas demonstrações financeiras individuais não são consideradas como estando em conformidade com as IFRSs, que exigem a avaliação desses investimentos nas demonstrações separadas da controladora pelo seu valor justo ou pelo custo. A emissão das demonstrações individuais e consolidadas foi autorizada em 20 de fevereiro de 2014. b. Base de reconhecimento e mensuração As compras e as vendas regulares de instrumentos financeiros, inclusive instrumentos financeiros derivativos, são reconhecidos na data de negociação - data na qual a Companhia e suas controladas se compromete a comprar ou vender o ativo. Os investimentos são, inicialmente, reconhecidos pelo valor justo, acrescidos dos custos da transação para todos os instrumentos financeiros não mensurados ao valor justo por meio do resultado. Os instrumentos financeiros mensurados ao valor justo por meio de resultado são, inicialmente, reconhecidos pelo valor justo, e os custos da transação são debitados à demonstração do resultado. Os instrumentos financeiros são baixados quando os direitos de receber fluxos de caixa dos investimentos tenham expirados ou tenham sido transferidos; neste último caso, desde que a Companhia e suas controladas tenham transferido, significativamente, todos os riscos e os benefícios da propriedade. Os ativos financeiros disponíveis para venda e os ativos financeiros mensurados ao valor justo através do resultado são, subsequentemente, contabilizados pelo valor justo. Os empréstimos e recebíveis são contabilizados pelo custo amortizado, usando o método da taxa de juros efetiva. Os ganhos ou as perdas decorrentes de variações no valor justo de ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado são apresentados na demonstração do resultado em “resultado de ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado” no exercício em que ocorrem. Quando os títulos classificados como disponíveis para venda são vendidos ou sofrem perda por redução no seu valor recuperável, os ajustes acumulados do valor justo, reconhecidos no patrimônio líquido, são incluídos na demonstração do resultado como “resultado de ativos financeiros disponíveis para venda”. Os juros de ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado e ativos financeiros disponíveis para venda, calculados com o uso do método da taxa efetiva de juros, são reconhecidos na demonstração do resultado como parte de “receitas de juros”. Os valores justos dos ativos financeiros com cotação pública são baseados nos preços atuais de compra e venda. Se o mercado de um ativo financeiro (e de títulos não registrados em Bolsa) não estiver ativo, a Companhia e suas controladas estabelecem o valor justo através de técnicas de avaliação. Essas técnicas incluem o uso de operações recentes contratadas com terceiros, a referência a outros instrumentos que são substancialmente similares, a análise de fluxos de caixa descontados e os modelos de precificação de opções que fazem o maior uso possível de informações geradas pelo mercado e contam o mínimo possível com informações geradas pela administração da própria entidade. A Companhia e suas controladas avaliam se existe evidência objetiva de que um ativo financeiro ou um Grupo de ativos financeiros indique perda por redução ao seu valor recuperável. No caso de ativos financeiros classificados como disponíveis para venda, uma queda significativa ou prolongada do valor justo do título para abaixo de seu valor de custo é considerado um indicador de que os títulos estão impaired. Se houver alguma dessas evidências para os ativos financeiros disponíveis para venda, a perda cumulativa - mensurada como a diferença entre o custo de aquisição e o valor justo atual, menos qualquer perda por impairment desse ativo financeiro previamente reconhecido no resultado - é retirada do patrimônio e reconhecida na demonstração do resultado. c. Baixa de ativos financeiros e passivos financeiros (I) Ativos financeiros Um ativo financeiro (ou parte aplicável de um ativo financeiro ou um grupo de ativos semelhantes) é baixado quando: • o direito de receber o fluxo de caixa do ativo estiver vencido; ou • a Companhia e suas controladas transferiram o direito de receber o fluxo de caixa do ativo ou tenham assumido a obrigação de pagar o fluxo de caixa recebido, no montante total, sem demora material, a um terceiro devido a um contrato de repasse: • a Companhia e suas controladas transferiram substancialmente todos os riscos e benefícios do ativo; ou • a Companhia e suas controladas não transferiram substancialmente ou retiveram substancialmente todos os riscos e benefícios do ativo, mas tenha transferido o controle sobre o ativo. Quando a Companhia e suas controladas transferem o direto de receber fluxo de caixa de um ativo ou tenha entrado em um contrato de repasse, e não tenha transferido ou retido substancialmente todos os riscos e benefícios do ativo, ou também não tenha transferido o controle sobre o ativo, é reconhecido na medida do envolvimento contínuo da Companhia e suas controladas no ativo. Nesse caso, também se reconhece um passivo relacionado. O ativo transferido e o passivo relacionado são mensurados com base a refletir os direitos e obrigações retidas pela Companhia e suas controladas. (II) Passivos financeiros Um passivo financeiro é baixado quando a obrigação a respeito do passivo é eliminada, cancelada ou vencida. Quando um passivo financeiro existente é substituído por outro do mesmo credor em termos substancialmente diferentes, ou os termos do passivo existente são substancialmente modificados, a troca ou modificação é tratada como uma baixa do passivo original e o reconhecimento de um novo passivo, e a diferença no valor contábil são reconhecidos no resultado. Em 31 de dezembro de 2013 e 2012, os passivos financeiros não sofreram substituições significativas. d. Moeda funcional e moeda de apresentação Essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas são apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Companhia. e. Estimativas contábeis e julgamento A elaboração das demonstações financeiras individuais e consolidadas requer que a Administração use de julgamento na determinação e registro de estimativas contábeis. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados, devido a imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. A Administração revisa as estimativas e premissas seguindo os cronogramas de revisão orçamentária e planejamento estratégico. Os principais valores reconhecidos nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas por meio das estimativas estão incluídos nas seguintes notas explicativas: • Nº 6 e 7 - Ativos financeiros • Nº 8 - Empréstimos e recebíveis • Nº 16 - Obrigações legais • Nº 28 - Gerenciamento de riscos f. Transações em moeda estrangeira Ativos e passivos monetários denominados e apurados em moedas estrangeiras na data de apresentação são convertidas para a moeda funcional à taxa de câmbio apurada naquela data. O ganho ou perda cambial em itens monetários é a diferença entre o custo amortizado da moeda funcional no começo do período, ajustado por juros e pagamentos efetivos durante o período, e o custo amortizado em moeda estrangeira à taxa de câmbio no final do período de apresentação. Na data-base, os ativos e passivos da empresa localizada no exterior são convertidos para a moeda de apresentação adotada pela Companhia e suas controladas, pela taxa de câmbio em vigor na data do balanço. As controladas estabelecidas no exterior não possuem autonomia gerencial e financeira em relação ao negócio, visto que suas operações são conduzidas como extensão das operações no Brasil. Sendo assim, foi definido o Real Brasileiro a moeda funcional dessas controladas, e as variações cambiais são reconhecidas diretamente no resultado da controladora: Base de preparação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas a. Base de consolidação As demonstrações financeiras consolidadas incluem as demonstrações financeiras individuais da Votorantim Finanças S.A., bem como das empresas controladas, a seguir relacionadas, sendo consolidadas de forma integral e fundos conforme percentual de participação sobre o total de quotas e com base nas mesmas práticas contábeis adotadas pela Votorantim Finanças. Percentual de participação Dez./2013 Dez./2012 Controle direto no País (participação direta) BV Trading S.A. 100,00 100,00 Controladas no exterior (participação direta) Votorantim International Business Limited - Bahamas 100,00 100,00 Percentual de participação sobre o total de quotas Dez./2013 Dez./2012 Participação direta Fundo de Invest. Estratégia Multimercado - Crédito Privado (a) – 100,00 (a) Em dezembro de 2013 a Administração optou em resgatar 100% do fundo de investimento.

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Votorantim Finanças Consolidado (BR Gaap) (IFRS e BR Gaap) Nota Dez/2013 Dez/2012 Dez/2013 Dez/2012 01/01/2012* 5.440 38.609 6.059 39.393 61.763 – – – 16 213 14 59 38.325 678 38.945 60.337 – – – – 343 – – – – 5 17 5.381 284 5.381 432 865 5.440 38.609 6.059 39.393 61.763

15 16

168.560 168.560 – 4.992.877 3.507.809 1.640.844 (155.776) 5.166.877

405.072 168.404 236.668 5.343.943 3.507.809 1.682.490 153.644 5.787.624

168.573 168.567 6 4.992.877 3.507.809 1.640.844 (155.776) 5.167.509

405.079 168.404 236.675 5.343.943 3.507.809 1.682.490 153.644 5.788.415

392.339 168.404 223.935 5.994.657 3.507.809 2.471.362 15.486 6.448.759

b. Transações eliminadas na consolidação Saldos e transações intragrupo, e quaisquer receitas ou despesas derivadas de transações intragrupo, são eliminados na preparação das demonstrações financeiras consolidadas. Ganhos não realizados oriundos de transações com companhias investidas, registrados por equivalência patrimonial, são eliminados contra o investimento na proporção da participação da Companhia e suas controladas na Companhia investida. Prejuízos não realizados são eliminados da mesma maneira como são eliminados os ganhos não realizados, mas somente até o ponto em que não haja evidência de perda por redução ao valor recuperável. c. Demonstração do valor adicionado (“DVA”) Essa demonstração tem por finalidade evidenciar a riqueza criada pela Companhia e sua distribuição durante determinado exercício e esta sendo apresentada de forma voluntária, como parte de suas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, pois não é uma demonstração prevista nem obrigatória para sociedades por ações de Capital Fechado. A DVA foi preparada com base em informações obtidas dos registros contábeis que servem de base de preparação das demonstrações financeiras e seguindo as disposições contidas no pronunciamento técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. d. Contabilização das controladas em conjunto Nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas as demonstrações financeiras de controladas em conjunto, são reconhecidas através do método de equivalência patrimonial. e. Contabilização das controladas nas demonstrações financeiras individuais Nas demonstrações financeiras individuais da controladora as demonstrações financeiras das controladas, conforme relação na nota explicativa 3a, são reconhecidas através do método de equivalência patrimonial. Principais práticas contábeis a. Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa compreendem saldo de caixa e investimentos financeiros com vencimento original de três meses ou menos a partir da data de contratação, os quais estão sujeitos a um risco insignificante de alteração no valor justo, e são utilizados pela Companhia na gestão das obrigações de curto prazo. b. Instrumentos financeiros Os ativos financeiros não derivativos são registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos custos da transação, e classificados nas seguintes categorias: ativos financeiros registrados pelo valor justo por meio do resultado, ativos financeiros disponíveis para venda e empréstimos e recebíveis: (i) Ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado - Um ativo financeiro é classificado pelo valor justo por meio do resultado caso seja classificado como mantido para negociação e seja designado como tal no momento do reconhecimento inicial. Os ativos financeiros são designados pelo valor justo por meio do resultado se a Administração gerencia tais investimentos e toma decisões de compra e venda baseadas em seus valores justos de acordo com a gestão de riscos documentada e a estratégia de investimentos da Companhia e suas controladas. Após seu reconhecimento inicial, os ativos financeiros com remuneração prefixado ou pós-fixada são mensurados pelo método dos juros efetivos e medidos pelo valor justo. A remuneração calculada pelo custo amortizado dos ativos financeiros reconhecidos inicialmente é apresentada na demonstração de resultado como “receitas de juros”. (ii) Ativos financeiros disponíveis para venda - Após o reconhecimento inicial, os ativos financeiros com remuneração prefixada ou pós-fixada são mensurados pelo método dos juros efetivos e medidos pelo valor justo. As mudanças do seu valor justo, que não sejam perdas por redução no valor recuperável, são reconhecidas em outros resultados abrangentes, líquidos dos efeitos tributários, e apresentadas dentro do patrimônio líquido como “ajustes de avaliação patrimonial”. Quando um investimento é baixado, o resultado acumulado em outros resultados abrangentes é transferido para o resultado do período. A remuneração calculada pelo custo amortizado é apresentada na demonstração de resultado como “receitas de juros”. c. Instrumentos financeiros derivativos Os instrumentos financeiros derivativos são reconhecidos no Balanço Patrimonial e mensurado de acordo com a categoria no qual o instrumento foi classificado, e têm seus ajustes ao valor justo registrados em contrapartida ao resultado do período e apresentados na demonstração de resultado como “resultado de instrumentos financeiros derivativos”. d. Determinação do valor justo O valor justo dos instrumentos financeiros com cotação pública se baseia nos preços atuais de mercado. Para ativos e passivos financeiros sem mercado ativo, a Companhia e suas controladas estabelecem o valor justo por meio de técnicas de avaliação. Essas técnicas são estabelecidas com observância de critérios consistentes e verificáveis e podem incluir: • A comparação com operações recentes contratadas com terceiros; • A referência a outros instrumentos que são substancialmente similares; • A análise de fluxos de caixa descontados; e • Modelos de precificação convencionais e consagrados. e. Empréstimos e recebíveis Os empréstimos e recebíveis são ativos financeiros com pagamentos fixos ou calculáveis que não são cotados no mercado ativo. Tais ativos são reconhecidos inicialmente pelo valor justo, acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, os empréstimos e recebíveis são medidos pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos, decrescidos de qualquer perda por redução ao valor recuperável. Os rendimentos calculados pelo custo amortizado são apresentados na demonstração de resultado como “receita de juros”. f. Compensação de ativos e de passivos financeiros Ativos e passivos financeiros são apresentados ao valor líquido se, e apenas se, houver um direito legal de compensá-los um com o outro e se houver uma intenção de liquidá-los dessa forma, ou de realizar um ativo e liquidar um passivo simultaneamente. Em outras situações eles são apresentados separadamente. g. Participações em empreendimentos controladas em conjunto Uma participação em um empreendimento controlada em conjunto existe quando a Companhia participa de um acordo contratual com uma ou mais partes para empreender atividades por meio de entidades em que as decisões estratégicas financeiras e operacionais relacionadas com a atividade exigem o consenso unânime das partes que partilham o controle. Em conformidade com o CPC19 (R2), Participações em empreendimentos controladas em conjunto são inicialmente registrados pelo custo e, subsequentemente, pelo método da equivalência patrimonial, sendo aumentados (ou diminuídos) para refletir tanto a participação da Companhia nos resultados como em outros itens incluídos diretamente no patrimônio líquido dos empreendimentos controlados em conjunto, preservando-se integralmente a uniformidade de práticas contábeis da Companhia. O ágio (goodwill)l gerado na aquisição de um empreendimento controlado em conjunto é incluído no valor contábil da participação, líquido de qualquer perda por redução ao valor recuperável acumulada. h. Ativos tangíveis Os ativos tangíveis são reconhecidos pelo custo de aquisição, deduzido da respectiva conta de depreciação. A depreciação é calculada pelo método linear, com base nas seguintes taxas anuais: • Instalações, móveis e equipamentos de uso - 10% • Sistema de comunicação, segurança e transporte - 10% • Sistemas de processamento de dados e bens arrendados - 20%; • Benfeitorias em propriedade de terceiros - prazo do contrato de aluguel O software comprado que seja parte integrante da funcionalidade de um equipamento é capitalizado como parte daquele equipamento. Os ativos estão sujeitos à avaliação do valor recuperável em períodos anuais. i. Impostos e contribuições sobre a renda O imposto de renda foi apurado com base na alíquota de 15%, acrescido de adicional de 10%, e a contribuição social foi apurada com base na alíquota de 15% para as instituições financeiras e 9% para as instituições não financeiras, ambas aplicáveis ao lucro tributável, e consideram a compensação de prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social, limitada a 30% do lucro real. A despesa com imposto de renda e contribuição social compreende os impostos e contribuições sobre as rendas correntes e diferidas. O imposto corrente e o imposto diferido são reconhecidos no resultado a menos que sejam reconhecidos no patrimônio líquido ou em outros resultados abrangentes. O imposto corrente é o passivo tributário corrente esperado sobre o lucro ou prejuízo tributável do exercício. Imposto diferido é gerado por diferenças temporárias na data do balanço entre as bases tributárias de ativos e passivos para fins de divulgação financeira. Ativos tributários diferidos são reconhecidos para todas as diferenças temporárias dedutíveis, créditos e perdas tributárias não utilizadas, na extensão em que é provável que lucro tributável esteja disponível para que as diferenças temporárias dedutíveis possam ser realizadas. O valor contábil dos ativos tributários diferidos é revisado anualmente e baixado na extensão em que não é mais provável que lucros tributáveis estarão disponíveis para permitir que toda ou parte do ativo tributário diferido venha a ser utilizado. Ativos tributários diferidos baixados são reavaliados a cada data do balanço e são reconhecidos na extensão em que se tornam prováveis que lucros tributáveis futuros permitirão que os ativos tributários diferidos sejam recuperados. Ativos e passivos tributários diferidos são mensurados à taxa de imposto que são esperadas a serem aplicáveis no ano em que o ativo é realizado ou o passivo é liquidado, baseado nas taxas de imposto que foram promulgadas na data do balanço. Os ativos tributários diferidos são constituídos de acordo com estudo de capacidade de realização, preparado pela Administração. j. Provisões Uma provisão é reconhecida, em função de um evento passado, se a Companhia tem uma obrigação legal ou construtiva que possa ser estimada de maneira confiável, e é provável que um recurso econômico seja exigido para liquidar a obrigação. Os passivos contingentes são reconhecidos nas demonstrações financeiras quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e da Administração, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, com uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes classificados como de perdas possíveis não são reconhecidos contabilmente, devendo ser apenas divulgados nas notas explicativas, e os classificados como remotos não requerem provisão e divulgação. k. Obrigações legais As obrigações legais são processos judiciais relacionados a obrigações tributárias, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações financeiras, reconhecidas com base na avaliação de risco da Administração. Uma obrigação é reconhecida, em função de um evento passado, se a Companhia tem uma obrigação legal ou construtiva que possa ser estimada de maneira confiável, e é provável que um recurso econômico seja exigido para liquidar a obrigação. l. Ativos contingentes Os ativos contingentes são reconhecidos nas demonstrações financeiras somente quando da existência de evidências que propiciem a garantia de sua realização, sobre as quais não cabem mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo. Não existe ativo contingente reconhecido nessas demonstrações financeiras. m. Outros ativos e outros passivos Outros ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias e cambiais auferidas (em base “pro rata” dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Outros passivos estão demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias e cambiais incorridas (em base “pro rata” dia). n. Capital social Ações ordinárias Ações ordinárias são classificadas no patrimônio líquido. Custos adicionais diretamente atribuíveis à emissão de ações são reconhecidos como dedução do patrimônio líquido, líquido de quaisquer efeitos tributários. Em 31 de dezembro de 2013 e em 31 de dezembro de 2012, não existem custos diretamente atribuíveis à emissão de ações. Ações preferenciais O capital preferencial é classificado no patrimônio líquido. Ações preferenciais não dão direito a voto e possuem preferência na liquidação da sua parcela do capital social. o. Dividendos de ações ordinárias Dividendos de ações ordinárias são reconhecidos como um passivo e deduzidos do patrimônio líquido quando aprovados pelos acionistas. Dividendos em datas interinas são deduzidos do patrimônio líquido quando declarados e não estão sujeitas à decisão futura da Companhia. Dividendos do ano que foram aprovados após a data do balanço são divulgados como um evento subsequente à data do balanço. p. Reservas Reserva de lucro - Reserva legal Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do período, até atingir o limite de 20% do capital social. A reserva legal poderá deixar de ser constituída quando acrescida do montante das reservas de capital exceder 30% do capital social. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital ou para compensar prejuízos.

Despesas com PDD ainda elevadas, devido à menor qualidade das safras de financiamentos de veículos originadas entre Jul.10 e Set.11, e às despesas extraordinárias com provisões de crédito no Atacado; Despesas pontuais ligadas ao processo de reestruturação em curso; e Despesas decorrentes da liquidação antecipada de carteiras cedidas com coobrigação até Dez.11 (antes da Resolução 3.533), que já haviam tido as receitas reconhecidas integralmente no ato da cessão. Nesse contexto de resultados, o Banco manteve a prudência em relação à liquidez, funding, provisões e capital. Desde o início do processo de ajuste, em Set.11, a carteira de crédito classificada reduziu-se em 14% (Set.11: R$ 64,0 bilhões, Dez.13: R$ 54,9 bilhões), diminuindo a necessidade de captações. Diante disso, o Banco tem atuado na melhora do perfil dos recursos captados. Nos últimos 12 meses, o Banco ampliou a participação de instrumentos com prazos de vencimento mais longos, como Letras Financeiras (LFs) e cessões de créditos com coobrigação, bem como reduziu em 55% o volume de depósitos a prazo (CDBs). Esse movimento de substituição de instrumentos de captação, particularmente de redução de CDBs em prol de LFs, tem sido observado no sistema bancário como um todo. Em relação ao capital, o índice de Basileia encerrou Dez.13 estável em 14,3% (14,3% em Dez.12) e os acionistas - Banco do Brasil e Votorantim Finanças - permanecem comprometidos com a manutenção da capitalização do Banco em níveis adequados, conforme previsto no Acordo de Acionistas. Nos próximos trimestres o Banco deve concluir o processo de reestruturação e consolidar a estratégia de crescimento, que possui três elementos-chave: (i) rentabilização dos negócios atuais, (ii) aumento da eficiência operacional e (iii) aprofundamento das sinergias com o Banco do Brasil. Nesse contexto, a despeito dos impactos do passado que ainda persistem, o Banco deve gerar resultados positivos em 2014. A controlada Banco Votorantim, atendendo ao disposto no Artigo 8º da Circular nº 3.068/01, do Bacen, declara possuir capacidade financeira e intenção de manter até o vencimento os títulos classificados na categoria “títulos mantidos até o vencimento” no montante de R$ 5,2 bilhões, representando 16,56% do total de títulos e valores mobiliários. Para informações adicionais sobre o desempenho econômico-financeiro consolidado da controlada Banco Votorantim, veja o “Relatório Gerencial de Resultados 4T13” no site de Relações com Investidores (www.bancovotorantim.com.br/ri). Agradecimentos A administração da Votorantim Finanças S.A. agradece aos nossos clientes, parceiros e colaboradores. São Paulo, 03 de abril de 2014 Diretoria

DEMONSTRAÇÕES INDIVIDUAIS E CONSOLIDADAS DOS RESULTADOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 (Em milhares de Reais, exceto os valores de prejuízo por ação)

Receitas de juros Margem financeira Resultado de ativos/passivos financeiros ao valor justo por meio do resultado Resultado de ativos financeiros disponíveis para venda Resultado de instrumentos financeiros derivativos Outros resultados operacionais Resultado operacional Despesas de pessoal Outras despesas administrativas Depreciação e amortização Despesas tributárias Resultado de equivalência patrimonial Resultado na alienação de ativos não correntes para a venda Resultado antes de impostos e contribuições e participação nos lucros Impostos e contribuições sobre a renda correntes Impostos e contribuições sobre a renda diferidos Participação nos lucros Prejuízo líquido do período Prejuízo por ação (básico e diluído) *Vide NE 4v

Votorantim Consolidado Finanças (BR Gaap) (IFRS e BR Gaap) Nota Dez/2013 Dez/2012 Dez/2013 Dez/2012* 18 81.462 114.065 84.472 118.802 81.462 114.065 84.472 118.802 19 20 21 22 23 24 11a

25

– – 8.688 20.448 – – 4.924 (9.229) 95.074 125.284 (1.792) (3.275) (14.556) (7.724) (313) (335) (47) (116) (95.388) (868.574) (23) (16)

6.850 1.905 79 7.201 100.507 (1.792) (15.685) (313) (48) (98.781) (23)

5.436 14.625 3 (7.593) 131.273 (3.275) (10.121) (336) (119) (871.296) (16)

(17.045) (754.756) 2 (38.262) (23.115) 4.695 (1.228) (549) (41.386) (788.872) (0,06) (1,09)

(16.135) (617) (23.406) (1.228) (41.386)

(753.890) (38.878) 4.445 (549) (788.872)

DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS ABRANGENTES INDIVIDUAIS E CONSOLIDADOS - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 (Em milhares de Reais) Dez/2013 Dez/2012* Resultado líquido do período (41.386) (788.872) Outros resultados abrangentes que serão reclassificadas subsequentemente para o resultado: Variação líquida no valor justo de ativos financeiros disponíveis para venda (281) (6.212) Ajuste de avaliação patrimonial (427) (9.411) Imposto de renda e contribuição social sobre resultados abrangentes 146 3.199 Outros resultados abrangentes de participações em empreendimentos controladas em conjunto reconhecidas por meio do método de equivalência patrimonial Variação líquida no valor justo de ativos financeiros disponíveis para venda (309.399) 144.370 Ajuste de avaliação patrimonial (523.431) 202.845 Outros Eventos (260) – Imposto de renda e contribuição social sobre resultados abrangentes 214.292 (58.475) Resultado abrangente total (351.066) (650.714) *Vide NE 4v

DEMONSTRAÇÕES INDIVIDUAIS E CONSOLIDADAS DOS FLUXOS DE CAIXA EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 (Em milhares de Reais) Votorantim Consolidado Finanças (BR Gaap) (IFRS e BR Gaap) Dez/2013 Dez/2012 Dez/2013 Dez/2012* Fluxos de caixa proveniente das operações Resultado líquido do período Ajustes ao resultado líquido: Depreciação/amortização Equivalência patrimonial Outras resultados sem efeito caixa (Aumento) decréscimo líquido nos ativos operacionais Ativos financeiros com acordo de revenda Ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado Instrumentos financeiros derivativos Empréstimos e recebíveis Dividendos a receber Ativos tributários correntes Ativos tributários diferidos Outros ativos Aumento (decréscimo) líquido nos passivos operacionais Instrumentos financeiros derivativos Passivos tributários correntes Passivos tributários diferidos Obrigações legais Outros passivos Imposto de renda e contribuições pagos Caixa gerado (utilizado) pelas operações Fluxos de caixa proveniente das atividades de financiamento Aumento de capital de controlada: Banco Votorantim S.A. Caixa gerado (Utilizado) pelas atividades de financiamento Fluxo de caixa proveniente das atividades de investimento Ativos tangíveis Ajustes de avaliação patrimonial - títulos disponíveis para venda Ativos financeiros disponíveis para venda Caixa gerado (utilizado) pelas atividades e investimentos Variação liquida de caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa no início do período Caixa e equivalentes de caixa no fim do período Aumento (redução) no caixa e equivalentes de caixa *Vide NE 4v

(41.386) (213.698) 313 95.388 (309.399) 275.437 – (902.213) – 778.105 – 15.270 22.962 361.313 (269.681) – (37.745) 156 (236.668) 5.097 (521) (249.328)

(788.872) 724.539 335 868.574 (144.370) 936.418 – – – 774.301 14.697 10.653 (4.367) 141.134 (9.713) – (17.256) (329) 12.740 (112) (4.756) 862.372

– (1.000.000) – (1.000.000) (60) (281) 249.704 249.363 35 55 90 35

139 (6.212) 143.734 137.661 33 22 55 33

(41.386) (210.305) 313 98.781 (309.399) 382.294 33.474 (846.853) 4 796.228 – 14.602 23.246 361.593 (269.836) (16) (37.746) 163 (236.669) 4.953 (521) (139.233)

(788.872) 727.262 336 871.296 (144.370) 929.457 (573) (6.345) 925 773.084 14.697 9.277 (4.103) 142.495 (9.630) (197) (16.636) (343) 12.735 (433) (4.756) 858.217

– (1.000.000) – (1.000.000) (60) (281) 160.589 160.248 21.015 7.919 28.934 21.015

139 (6.212) 148.698 142.625 842 7.077 7.919 842

DEMONSTRAÇÕES INDIVIDUAIS E CONSOLIDADAS DO VALOR ADICIONADO EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 (Em milhares de Reais)

Receitas Receitas de juros Outras receitas/(despesas) operacionais Itens adquiridos de terceiros Materiais, energia e outros Serviços de terceiros Outras Comunicações Manutenção e conservação de bens Processamento de dados Promoções e relações públicas Publicações Serviços do sistema financeiro Serviços técnicos especializados Transportes Outras Valor adicionado bruto Despesas de amortização/depreciação Valor adicionado líquido produzido pela entidade Valor adicionado recebido em transferência Valor adicionado a distribuir Valor adicionado distribuído Pessoal Salários e honorários Participação no lucro Benefícios e treinamentos FGTS Impostos, taxas e contribuições No País INSS sobre salários Despesas tributárias (exceto IR e CS) Imposto de Renda/Contribuição Social Remuneração de capitais de terceiros Aluguéis Remuneração de capitais próprios Lucro/prejuízo retido no período *Vide NE 4v

q.

r.

s.

t. u. • •

v.

Votorantim Consolidado Finanças (BR Gaap) (IFRS e BR Gaap) Dez/2013 Dez/2012 Dez/2013 Dez/2012* 95.051 125.268 100.484 131.257 81.462 114.065 84.472 118.802 13.589 11.203 16.012 12.455 (13.583) (6.665) (14.578) (8.935) (145) (34) (145) (34) (201) (145) (201) (145) (13.237) (6.486) (14.232) (8.756) (11) (4) (11) (4) (32) (13) (32) (13) (107) (75) (107) (75) – (1) – (1) (310) (497) (357) (571) (2) (2) (46) (321) (12.480) (5.596) (12.608) (5.679) (12) (18) (12) (18) (283) (280) (1.059) (2.074) 81.468 118.603 85.906 122.322 (313) (335) (313) (336) 81.155 118.268 85.593 121.986 (95.388) (868.574) (98.781) (871.296) (14.233) (750.306) (13.188) (749.310) (14.233) (750.306) (13.188) (749.310) 2.723 3.295 2.723 3.295 1.107 2.260 1.107 2.260 1.228 549 1.228 549 297 274 297 274 91 212 91 212 23.457 34.212 24.368 35.081 23.457 34.212 24.368 35.081 297 529 297 529 47 116 48 119 23.113 33.567 24.023 34.433 973 1.059 1.107 1.186 973 1.059 1.107 1.186 (41.386) (788.872) (41.386) (788.872) (41.386) (788.872) (41.386) (788.872)

Reserva de lucro - Reserva de expansão No encerramento do exercício, a Administração propõe a destinação do lucro não distribuído para “Reserva para Expansão”, constituída após as destinações para reserva legal e pagamentos de dividendos, se houver. O saldo de reserva está à disposição dos acionistas para deliberação futura em Assembleia Geral. Receita de juros Para todos os instrumentos financeiros mensurados ao custo amortizado, ativos financeiros que arrecadam juros classificados como disponíveis para venda e instrumentos financeiros designados ao valor justo por meio do resultado, e receita de juros são registrados utilizando a taxa de juros efetiva, que é a taxa que exatamente desconta os recebimentos ou pagamentos futuros estimados pela vida estimada do instrumento financeiro, ou quando apropriado, um período mais curto, ao valor contábil líquido do ativo financeiro. O cálculo leva em consideração todos os termos contratuais do instrumento financeiro e inclui qualquer taxa ou custo incremental que são diretamente atribuíveis ao instrumento e são partes integrais da taxa efetiva, mas não das perdas futuras de crédito. O valor contábil do ativo financeiro é ajustado se a Companhia e suas controladas revisam suas estimativas de pagamento e recebimento. Uma vez que o valor registrado de um ativo financeiro ou um grupo de ativos financeiros semelhantes são baixados devido à perda com redução ao valor recuperável, a receita de juros continua a ser reconhecida utilizando a taxa de juros usada para descontar o fluxo de caixa futuro usado para mensurar a perda com redução ao valor recuperável. Receitas de juros de todos os ativos financeiros mantidos para negociação são consideradas incidentes às operações de negociação da Companhia e suas controladas e são apresentadas de forma agregada a todas as mudanças no valor justo dos ativos mantidos para negociação em “Resultado de ativos/passivos financeiros ao valor justo por meio do resultado”. Taxa efetiva de juros O cálculo da taxa efetiva de juros inclui todas as taxas e comissões, os custos de transação, os descontos e os prêmios que são pagos ou recebidos e que são parte integrante da taxa efetiva de juros. Os custos de transação incluem os custos incrementais que são diretamente atribuíveis à aquisição ou emissão de um ativo ou passivo financeiro. Receitas de dividendos As receitas de dividendos são reconhecidas quando o direito do recebimento é estabelecido. Os dividendos são refletidos como um componente do Resultado de ativos financeiros contabilizados ao valor justo por meio do resultado ou em outros resultados operacionais, de acordo com a classificação do instrumento de capital. Pagamento baseado em ações A Companhia, e suas controladas BV Trading S.A. e Votorantim International não possuem programa de pagamentos baseados em ações. Normas e interpretações que entrarão em vigor após o exercício findo em 31 de dezembro de 2013 Os pronunciamentos a seguir entrarão em vigor para períodos após a data destas Demonstrações Financeiras Consolidadas e não foram adotados antecipadamente: CPC 14 - (Alteração do IAS 32) - “Financial Instruments: Presentation” - Essa alteração foi emitida para esclarecer os requerimentos de offsetting de instrumentos financeiros no Balanço Patrimonial. Essa alteração é efetiva para exercícios iniciados em 1° de janeiro de 2014. Os possíveis impactos decorrentes da adoção dessa alteração estão sendo avaliados. CPC 38 - (IFRS 9) - “Financial Instruments” - O pronunciamento é a primeira etapa no processo de substituir o IAS 39 “Financial Instruments: Recognition and Measurement”. O CPC 38 introduz novos requerimentos para classificar e mensurar ativos financeiros e é esperado que afete a contabilização de instrumentos financeiros da Companhia e suas controladas. Sua adoção antecipada é permitida pelo IASB. Mudança de política contábil Com a adoção do pronunciamento CPC19 (R2) aprovado em 09 de novembro de 2012, o anteriormente consolidado Banco Votorantim S.A., por tratar-se de uma Joint Venture, deixou de ser consolidada em nossas demonstrações financeiras e passou a ser divulgado o seu investimento na linha de Participações em empreendimentos controlados em conjunto no Balanço Patrimonial e o seu respectivo resultado na linha de equivalência Patrimonial na Demonstração de resultados. A mudança na política contábil afetou os Balanços Patrimoniais da companhia, bem como as Demonstrações de Resultados, as demonstrações dos fluxos de caixa e Demonstrações de Valor adicionado referentes aos períodos apresentados. A fim de manter a comparabilidade das demonstrações financeiras e em atendimento ao CPC 23, abaixo os ajustes efetuados na posição consolidada das demonstrações de 31 de dezembro de 2012 e 01 de janeiro de 2012:


18 -.ECONOMIA

DIÁRIO DO COMÉRCIO

sexta-feira, 4 de abril de 2014

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADAS (Em milhares de Reais)

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a. Balanços patrimoniais consolidados de 1º de janeiro de 2012 e exercício findo em 31 de dezembro de 2012 1º de janeiro de 2012 31 de dezembro de 2012 ReapreReaprePublicado Ajustes sentado Publicado Ajustes sentado Ativo 38.667.274 (36.586.477) 2.080.797 37.994.132 (36.703.510) 1.290.622 Circulante Caixa e equivalentes de caixa 2.801.794 (2.794.717) 7.077 593.892 (585.973) 7.919 Ativos financeiros com acordo de revenda 4.842.014 (4.809.113) 32.901 6.990.911 (6.957.437) 33.474 Ativos financeiros valor justo resultado 5.056.242 (5.005.902) 50.340 6.287.113 (6.230.428) 56.685 Ativos financeiros disp. venda 1.751.749 (1.592.542) 159.207 2.238.122 (2.077.531) 160.591 Instrumentos financeiros derivativos 529.024 (528.095) 929 377.369 (377.365) 4 Empréstimos e recebíveis 22.331.958 (20.617.906) 1.714.052 18.572.470 (17.631.502) 940.968 Dividendos a receber 13.074 1.623 14.697 17.353 (17.353) – Ativos tributários correntes 629.523 (529.763) 99.760 272.066 (181.583) 90.483 Ativos tributários diferidos 190.444 (190.339) 105 645.692 (645.576) 116 Ativos não correntes mant. venda 48.605 (48.605) – 76.278 (76.278) – 472.847 (471.118) 1.729 1.922.866 (1.922.484) 382 Outros ativos 38.667.274 (36.586.477) 2.080.797 37.994.132 (36.703.510) 1.290.622 Total do ativo circulante Não circulante 30.408.746 (26.040.784) 4.367.962 30.069.113 (25.571.320) 4.497.793 Ativos financeiros disp. venda 6.580.275 (6.430.193) 150.082 9.386.675 (9.386.675) – Instrumentos financeiros derivativos 310.378 (310.378) – 612.410 (612.410) – Empréstimos e recebíveis 21.414.591 (21.414.591) – 17.020.621 (17.020.621) – Ativos tributários correntes 33.921 (33.921) – 157.660 (157.660) – Ativos tributários diferidos 1.146.699 (1.076.685) 70.014 1.919.557 (1.845.451) 74.106 Ativos não correntes mant. venda 2.308 (2.308) – – – – Participações em controladas – 4.092.431 4.092.431 – 4.365.505 4.365.505 Ativos tangíveis 82.707 (81.513) 1.194 67.477 (66.525) 952 Ativos intangíveis 517.878 (517.878) – 522.794 (522.794) – 319.989 (265.748) 54.241 381.919 (324.689) 57.230 Outros ativos 69.076.020 (62.627.261) 6.448.759 68.063.245 (62.274.830) 5.788.415 Total do ativo 1º de janeiro de 2012 31 de dezembro de 2012 ReapreReaprePassivo Publicado Ajustes sentado Publicado Ajustes sentado 38.531.121 (38.469.358) 61.763 40.793.134 (40.753.741) 39.393 Circulante Passivos financeiros ao valor justo por meio do resultado 5.922 (5.922) – 277.927 (277.927) – Passivos financeiros ao custo amortizado 14.633.678 (14.633.678) – 19.034.561 (19.034.561) – Passivos financeiros assoc. ativos transferidos 6.623.824 (6.623.824) – 4.320.819 (4.320.819) – Depósitos de instituições financeiras 812.066 (812.066) – 496.712 (496.712) – Depósitos de clientes 8.890.174 (8.890.174) – 5.433.580 (5.433.580) – Empréstimos e repasses 2.653.505 (2.653.505) – 3.596.004 (3.596.004) – Títulos emitidos 2.566.181 (2.566.181) – 3.846.890 (3.846.890) – Instrumentos financeiros derivativos 489.646 (489.433) 213 276.052 (276.036) 16 Passivos subordinados 568.290 (568.290) – 108.245 (108.245) – Provisões 178.469 (178.469) – 551.844 (551.844) – Passivos tributários correntes 124.216 (63.879) 60.337 190.178 (151.233) 38.945 Passivos tributários diferidos 114.268 (113.925) 343 37.225 (37.225) – Obrigações legais 426 (421) 5 – – – 870.456 (869.591) 865 2.623.097 (2.622.665) 432 Outros passivos 38.531.121 (38.469.358) 61.763 40.793.134 (40.753.741) 39.393 Total do passivo circulante Não circulante 24.550.237 (24.157.898) 392.339 21.926.167 (21.521.088) 405.079 Passivos financeiros ao valor justo por meio do resultado 55.932 (55.932) – 25.792 (25.792) – Passivos financeiros ao custo amortizado 2.192.681 (2.192.681) – 1.873.527 (1.873.527) – Passivos financeiros assoc. ativos transferidos 5.118.663 (5.118.663) – 3.764.475 (3.764.475) – Depósitos de instituições financeiras 616.036 (616.036) – 681.694 (681.694) – Depósitos de clientes 2.379.459 (2.379.459) – 960.527 (960.527) – Empréstimos e repasses 3.085.677 (3.085.677) – 1.521.959 (1.521.959) – Títulos emitidos 6.303.452 (6.303.452) – 7.506.303 (7.506.303) – Instrumentos financeiros derivativos 251.570 (251.570) – 591.589 (591.589) – Passivos subordinados 3.130.366 (3.130.366) – 3.387.361 (3.387.361) – Provisões 944 (944) – 150.304 (150.304) – Passivos tributários diferidos 384.505 (216.101) 168.404 403.030 (234.626) 168.404 Obrigações legais 985.690 (761.755) 223.935 1.045.559 (808.884) 236.675 Outros passivos 45.262 (45.262) – 14.047 (14.047) – Total do patr. líq. atribuível aos 5.994.657 – 5.994.657 5.343.943 – 5.343.943 acionist. controladores Capital social 3.507.809 – 3.507.809 3.507.809 – 3.507.809 Reservas 2.471.362 – 2.471.362 1.682.490 – 1.682.490 Ajustes de avaliação patrimonial 15.486 – 15.486 153.644 – 153.644 Total do patr. líq. atribuível aos 5 (5) – 1 (1) – acionistas minoritários Total do passivo e patrimônio 69.076.020 (62.627.261) 6.448.759 68.063.245 (62.274.830) 5.788.415 líquido b. Demonstração consolidado do resultado Divulgação Saldo ajustado Ajustes anterior 31/12/2012 Receitas de juros 7.294.277 (7.175.475) 118.802 Despesas de juros (4.895.404) 4.895.404 – 2.398.873 (2.280.071) 118.802 Margem financeira (337.859) 337.859 – Resultado líquido de serviços e comissões Resultado de ativos/passivos financeiros ao valor justo por meio do resultado 1.999.530 (1.994.094) 5.436 Resultado de ativos financeiros disponíveis para venda 11.344 3.281 14.625 Resultado de instrumentos financeiros derivativos (871.772) 871.775 3 Outros resultados operacionais (472.101) 464.508 (7.593) 2.728.015 (2.596.742) 131.273 Resultado operacional Resultado de perdas com impairment de ativos financeiros (2.839.744) 2.839.744 – Despesas de pessoal (531.385) 528.110 (3.275) Outras despesas administrativas (280.482) 270.361 (10.121) Depreciação e amortização (19.149) 18.813 (336) Despesas tributárias (269.229) 269.110 (119) Resultado de equivalência patrimonial – (871.296) (871.296) Resultado na alienação de ativos não correntes para a venda (72.774) 72.758 (16) Resultado antes de impostos e contribuições e participação nos lucros (1.284.748) 530.858 (753.890) Impostos e contribuições sobre a renda correntes (685.531) 646.653 (38.878) Impostos e contribuições sobre a renda diferidos 1.348.843 (1.344.398) 4.445 (167.436) 166.887 (549) Participação nos lucros (788.872) – (788.872) Prejuízo líquido do período c. Demonstração consolidada dos resultados abrangentes Divulgação Saldo ajustado anterior Ajustes 31/12/2012 (788.872) – (788.872) Resultado líquido do período Outros resultados abrangentes que serão reclassificados subseqüentemente para o resultado: Variação líquida no valor justo de ativos financeiros disponíveis para venda 196.632 (202.844) (6.212) Ajuste ao valor justo contra o patrimônio líquido 190.848 (197.060) (6.212) Reclassificação do resultado realizado para o resultado 3.281 (3.281) – Variação do ajuste ao valor justo com instrumentos financeiros derivativos (2.503) 2.503 – Imposto de renda e contribuição social sobre resultados abrangentes (58.474) 58.474 – Outros resultados abrangentes de participações em empreendimentos controladas em conjunto reconhecidas por meio do método de equivalência patrimonial Variação líquida no valor justo de ativos financeiros disponíveis para venda – 202.845 202.845 Ajuste ao valor justo contra o patrimônio líquido – 199.564 199.564 Reclassificação do resultado realizado para o resultado – 3.281 3.281 – (58.475) (58.475) Imposto de renda e contribuição social sobre resultados abrangentes (650.714) – (650.714) Resultado abrangente total d. Demonstração consolidada dos valores adicionados Divulgação Saldo ajustado anterior 31/12/2012 Ajustes (184.503) 315.760 131.257 Receitas Receitas de juros 7.294.277 (7.175.475) 118.802 Despesas de juros (4.895.404) 4.895.404 – Resultado de serviços e comissões (337.859) 337.859 – Resultado de perdas com impairment de ativos financeiros (2.839.744) 2.839.744 – Outras receitas/(despesas) operacionais 594.227 (581.772) 12.455 (204.498) 195.563 (8.935) Itens adquiridos de terceiros Materiais, energia e outros (4.413) 4.379 (34) Serviços de terceiros (6.846) 6.701 (145) (193.239) 184.483 (8.756) Outras Comunicações (41.765) 41.761 (4) Manutenção e conservação de bens (8.872) 8.859 (13) Processamento de dados (87.275) 87.200 (75) Promoções e relações públicas (3.030) 3.029 (1) Publicações (1.317) 746 (571) Propaganda e publicidade (4.380) 4.380 – Serviços do sistema financeiro (1.160) 839 (321) Serviços técnicos especializados (5.840) 161 (5.679) Transportes (8.073) 8.055 (18) Outras (31.527) 29.453 (2.074) (389.001) 511.323 122.322 Valor adicionado bruto Despesas de amortização/depreciação (19.149) 18.813 (336) (408.150) 530.136 121.986 Valor adicionado líquido produzido pela entidade – (871.296) (871.296) Valor adicionado recebido em transferência (408.150) (341.160) (749.310) Valor adicionado a distribuir (408.150) (341.160) (749.310) Valor adicionado distribuído 630.049 (626.754) 3.295 Pessoal Salários e honorários 347.258 (344.998) 2.260 Participação no lucro 167.436 (166.887) 549 Benefícios e treinamentos 84.721 (84.447) 274 FGTS 30.634 (30.422) 212 (325.311) 360.392 35.081 Impostos, taxas e contribuições No País (325.311) 360.392 35.081 INSS sobre salários 68.772 (68.243) 529 Despesas tributárias (exceto IR e CS) 269.229 (269.110) 119 Imposto de renda/contribuição social (663.312) 697.745 34.433 75.984 (74.798) 1.186 Remuneração de capitais de terceiros Aluguéis 75.984 (74.798) 1.186 (788.872) – (788.872) Remuneração de capitais próprios Lucro/prejuízo retido (788.872) – (788.872) e. Demonstração consolidada dos fluxos de caixa Divulgação Saldo ajustado Fluxos de caixa proveniente das operações Ajustes anterior 31/12/2012 (788.872) – (788.872) Resultado líquido do período 3.272.911 (2.545.648) 727.263 Ajustes ao resultado líquido: Depreciação/amortização 19.149 (18.813) 336 Resultado de equivalência patrimonial – 871.296 871.296 Provisão para perdas por redução no valor recuperável 2.839.744 (2.839.744) – Provisões 522.735 (522.735) – Outras receitas/despesas operacionais sem efeito caixa (108.717) (35.652) (144.369) (455.586) 1.240.672 785.086 (Aumento) decréscimo líquido nos ativos operacionais Ativos financeiros com acordo de revenda (2.148.897) 2.148.324 (573) Ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado (1.230.871) 1.224.526 (6.345) Instrumentos financeiros derivativos (150.377) 151.302 925 Empréstimos e recebíveis 5.501.323 (4.728.239) 773.084 Dividendos a receber (4.279) 18.976 14.697 Ativos tributários correntes 154.826 (145.549) 9.277 Ativos tributários diferidos (1.039.764) 1.035.661 (4.103) Ativos não-correntes mantidos para venda (25.365) 25.365 – Outros ativos (1.512.182) 1.510.306 (1.876) (870.084) 860.454 (9.630) Aumento (decréscimo) líquido nos passivos operacionais Passivos financeiros ao valor justo por meio do resultado 241.865 (241.865) – Passivos financeiros ao custo amortizado 4.081.729 (4.081.729) – Passivos financeiros associados a ativos transferidos (3.657.193) 3.657.193 – Depósitos de instituições financeiras (249.696) 249.696 – Depósitos de clientes (4.875.526) 4.875.526 – Empréstimos e repasses (621.219) 621.219 – Títulos emitidos 2.483.560 (2.483.560) – Instrumentos financeiros derivativos 126.425 (126.622) (197) Passivos tributários correntes 65.962 (82.598) (16.636) Passivos tributários diferidos (246.860) 246.517 (343) Obrigações legais 59.443 (46.708) 12.735 Outros passivos 1.721.426 (1.721.859) (433) Impostos e contribuições pagos – (4.756) (4.756) (1.158.369) (444.522) 713.847 Caixa gerado (Utilizado) pelas operações Fluxos de caixa proveniente das atividades de financiamento Aumento de capital – (1.000.000) (1.000.000) Passivos subordinados (203.050) 203.050 – Aumento ou decréscimo de participações minoritárias (4) 4 – (203.054) (796.946) (1.000.000) Caixa gerado (Utilizado) pelas atividades de financiamento Fluxo de caixa proveniente das atividades de investimento Ativos tangíveis (1.066) 1.205 139 Ativos intangíveis (7.536) 7.536 – Ativos financeiros disponíveis para venda (3.154.615) 3.303.313 148.698 Ajustes de avaliação patrimonial - Títulos disponíveis p/venda – 138.158 138.158 (3.163.217) 3.450.212 286.995 Caixa gerado (Utilizado) pelas atividades e investimentos (2.207.902) 2.208.744 842 Variação liquidada de caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa no início do período 2.801.794 (2.794.717) 7.077 593.892 (585.973) 7.919 Caixa e equivalentes de caixa no fim do período 842 (2.207.902) 2.208.744 Aumento (redução) no caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa Votorantim Finanças Consolidado 31/12/2013 31/12/2012 31/12/2013 31/12/2012 Disponibilidades 90 55 357 313 Caixa – – – 1 Depósitos bancários 90 55 123 108 Disponibilidade em moeda estrangeira – – 234 204 Aplicações interfinanceiras de liquidez – – 28.577 7.606 Operação compromissada – – 19.600 – – – 8.977 7.606 Aplicações em depósitos interfinanceiros 90 55 28.934 7.919 Total Ativos financeiros com acordo de revenda Consolidado 31/12/2013 31/12/2012 Valor justo Valor justo (contábil) (contábil) No País – 33.474 Letras do Tesouro Nacional – 33.474 Total

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(ii) Demonstrações consolidadas do resultado

Ativos financeiros a. Ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado

No País Letras Financeiras do Tesouro Letras do Tesouro Nacional Notas do Tesouro Nacional Debêntures Cotas de Fundos de Investimento Ações de Cias. abertas Certificados de Depósito Bancário No Exterior Eurobonds Total b. Ativos financeiros disponíveis para venda

Consolidado 31/12/2013 31/12/2012 Valor justo Valor justo (contábil) (contábil) – 55.472 – 23.024 – 103 – 10.157 – 11.991 – 4.272 – 2.095 – 3.830 1.325 1.213 1.325 1.213 1.325 56.685

Votorantim Finanças Consolidado 31/12/2013 31/12/2012 31/12/2013 31/12/2012 Valor justo Valor justo Valor justo Valor justo (contábil) (contábil) (contábil) (contábil) No País – 249.704 2 160.591 Cotas de fundos de investimento – 89.089 – Ações de Cias. Fechadas * – 160.606 – 160.591 Investimento por incentivos fiscais – – 2 – – 249.704 2 160.591 Total (*) Vencimento da operação em Out/13, com saldo liquidado no montante de R$ 80.214, e no primeiro semestre de 2013 o montante de R$ 80.290. 8 Empréstimos e recebíveis Votorantim Finanças Consolidado 31/12/2013 31/12/2012 31/12/2013 31/12/2012 Debêntures estruturadas de renda pós-fixada (1) 902.213 – 902.213 – 137.301 915.406 144.740 940.968 Aplicação estruturada de renda fixa (2) 1.039.514 915.406 1.046.953 940.968 Total (1) Trata-se de uma operação estruturada de debêntures pós-fixada conversíveis em ações da emissora, com vencimento em 20 de dezembro de 2023, com opção de conversibilidade voluntária e antecipada, integral ou parcialmente em um lote definido de ações ordinárias da emissora a critério da Votorantim Finanças S.A. e da própria emissora até o penúltimo dia da data de vencimento; uma opção de venda da Votorantim Finanças S.A. para sua controladora pelo valor nominal acrescido da remuneração que poderá ser exercida a qualquer tempo; incluindo o direito de resgate antecipado total ou parcial facultativo pela emissora; uma opção de compra da controladora para a Votorantim Finanças S.A. pelo valor nominal acrescido da remuneração que poderá ser exercida a qualquer tempo ou será exercida a partir do momento em que a Votorantim Finanças S.A. optar pela conversão das debêntures. Todos os instrumentos desta operação estruturada são contratados e liquidados simultaneamente conforme acordos de compensação. Desta forma a operação rentabiliza DI mais spread de 1% e é apresentada pelo valor líquido e mensurada ao custo amortizado. (2) Trata-se de uma estrutura de renda fixa composta por um box de opções pré-fixadas e um swap que substitui o risco pré-fixado por CDI. Todos os instrumentos desta operação estruturada são contratados e liquidados simultaneamente conforme acordos de compensação. Desta forma a operação rentabiliza CDI e é apresentada ao valor líquido e mensurada ao custo amortizado. 9 Ativos tributários correntes Votorantim Finanças Consolidado 31/12/2013 31/12/2012 31/12/2013 31/12/2012 Impostos de renda a compensar 16.593 26.679 39.286 48.688 Contribuição social a compensar 5.981 9.618 7.838 11.417 28.558 30.105 28.757 30.378 Imposto de renda a recuperar 51.132 66.402 75.881 90.483 Total 10 Ativos tributários diferidos a. Composição dos ativos tributários diferidos Votorantim Finanças Consolidado 31/12/2013 31/12/2012 31/12/2013 31/12/2012 Prejuízo fiscal de IR 33.100 – 37.818 4.920 Base negativa de CS 11.274 – 12.775 1.573 Ajuste ao valor justo de ativos financeiros – – 106 106 Provisões 277 66.891 277 66.891 – 722 – 732 Ativos financeiros - Regime de caixa 44.651 67.613 50.976 74.222 Total b. Expectativa de realização dos ativos tributários diferidos Votorantim Finanças Consolidado 31/12/2013 31/12/2012 31/12/2013 31/12/2012 Em 2013 – 722 – 1.130 Em 2014 11.339 – 11.818 1.137 Em 2015 14.379 – 15.743 1.380 Em 2016 10.718 – 12.376 1.476 8.215 66.891 11.039 69.099 A partir de 2016 44.651 67.613 50.976 74.222 Total 11 Participações em empreendimentos controlados em conjunto a. Participação em controladas e controladas em conjunto Individual Percentual de Ajuste de participação Saldo em Resultado de Incorpoavaliação Saldo em e poder de voto 31/12/2012 equivalência ração patrimonial 31/12/2013 No País 4.430.248 (95.388) – (309.400) 4.025.460 Banco Votorantim S.A. 50% 4.313.318 (96.055) 49.460 (309.400) 3.957.323 BV Participações S.A. 50% 52.186 (2.726) (49.460) – – BV Trading 100% 55.720 1.838 – – 57.558 Votorantim Int. Business 100% 9.024 1.555 – – 10.579 Percentual de Ajuste de Aporte participação Saldo em Resultado de avaliação Saldo em capital patrimonial 31/12/2012 e poder de voto 31/12/2011 equivalência No País 4.154.453 (868.574) 1.000.000 144.369 4.430.248 Banco Votorantim S.A. 50% 4.002.008 (833.059) 1.000.000 144.369 4.313.318 BV Participações S.A. 50% 90.423 (38.237) – – 52.186 BV Trading 100% 53.966 1.754 – – 55.720 Votorantim Int. Business 100% 8.056 968 – – 9.024 Percentual de Ajuste de Consolidado participação Saldo em Resultado de Incorpoavaliação Saldo em ração patrimonial 31/12/2013 e poder de voto 31/12/2012 equivalência No País 4.365.505 (98.781) – (309.137) 3.957.325 Banco Votorantim S.A. 50% 4.313.319 (96.055) 49.198 (309.137) 3.957.325 BV Participações S.A. 50% 52.186 (2.726) (49.198) – – Percentual de Ajuste de Aporte participação Saldo em Resultado de avaliação Saldo em capital patrimonial 31/12/2012 e poder de voto 31/12/2011 equivalência No País 4.092.431 (871.296) 1.000.000 144.370 4.365.505 Banco Votorantim S.A. 50% 4.002.008 (833.059) 1.000.000 144.370 4.313.319 BV Participações S.A. 50% 90.423 (38.237) – – 52.186 b. Incorporação BV Participações Em 31 de julho de 2013, a Votorantim Finanças e o Banco do Brasil como acionistas controladores em conjunto do Banco Votorantim e da BV Participações, aprovaram a incorporação da BV Participações ao patrimônio do Banco Votorantim nos termos do Protocolo e Justificação de Incorporação. A incorporação justifica-se uma vez que representa um aprimoramento da respectiva estrutura societária, acarreta uma racionalização das operações, simplifica a administração, facilita procedimentos contábeis e financeiros; minimiza despesas administrativas, ocasionando a otimização de seus ativos e resultados. Como decorrência natural, a BV Participações teve sua personalidade jurídica extinta e o Banco Votorantim passou à condição de sucessor, a título universal, de todos os seus direitos e obrigações. A Incorporação não acarretou qualquer alteração no balanço patrimonial e na demonstração do resultado da Votorantim Finanças. c. Ajuste a valor justo do investimento Com a adoção dos Pronunciamentos contábeis e interpretações técnicas emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis, a Votorantim Finanças S.A. reconheceu em 28 de setembro de 2009 o valor do investimento no Banco Votorantim S.A. ao seu valor justo, conforme entendimento da administração e orientação técnica descrita no CPC 36. Tais efeitos foram reconhecidos em setembro de 2009, data que os contratos e acordos de acionistas foram formalizados e que foi caracterizada a perda de controle. A operação foi aprovada pelo BACEN em 4 de dezembro de 2009. Abaixo descrição dos valores: Ajuste do valor justo do investimento: 495.306 (–) Provisão de imposto diferido 168.404 Valor líquido do ajuste reconhecido no resultado 326.902 Para o reconhecimento do ajuste a valor justo sobre o saldo remanescente de investimentos na controlada Banco Votorantim S.A., foram considerados as últimas fontes de negociação sobre o patrimônio da investida, bem como toda a documentação que suporta a operação de venda (contrato de negociação, acordo de acionistas, termo de subscrição de ações e relatório de auditoria na finalização da Due Diligence). Redução ao valor recuperável de ativos: Conforme Pronunciamento Técnico CPC01(R1) - Redução ao Valor Recuperável de Ativos, de estabelecer procedimento que assegure que os ativos da entidade não estejam registrados contabilmente por valor que não exceda seus valores de recuperação, a administração da Companhia efetuou análise (Impairment) com base em 31 de dezembro de 2013 para este grupo de ativos, considerando as seguintes informações: (1) Processo orçamentário (2) Planejamento estratégico (3) Fluxo de caixa futuro (4) Outras fontes para avaliar a rentabilidade futura descontada a valor presente Conforme estudo realizado a administração da Companhia constatou que o valor contábil do “Ajuste do valor justo do investimento” não excede o seu valor de recuperação. Em 31 de dezembro de 2013 e 2012, não foi verificado indicativos da existência de perda por valor de recuperação para estes ativos. d. Participação indireta Percentual de participação 31/12/2013 31/12/2012 Empresas controladas em conjunto no País Votorantim Corretora de Seguros S.A. 50,00% 50,00% Votorantim Corretora de Títulos e Valores Mob. Ltda. 49,99% 49,99% Votorantim Asset Management Distrib. de TVM Ltda. 50,00% 50,00% BV Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimento 50,00% 50,00% BV Leasing Arrendamento Mercantil S.A. 50,00% 50,00% BVIP - BV Investimentos e Participações S.A. 50,00% 50,00% BVIA - BV Inv. Alternativos e Gestão de Recursos S.A. 50,00% 50,00% CP Promotora de Vendas S.A. (*) – 50,00% BV Sistemas de Tecnologia da Informação S.A. (**) 50,00% 50,00% Empresas controladas em conjunto no exterior Votorantim Bank Limited - Sede Bahamas 50,00% 50,00% Banco Votorantim Securities Inc. - Sede Nova York 50,00% 50,00% Votorantim Securities UK Limited - Sede Londres 50,00% 50,00% (*) Incorporada pela BV Financeira S.A. em 31 de julho de 2013 (**) Empresa incorporada pelo Banco Votorantim em janeiro de 2014. Percentual de participação 31/12/2013 31/12/2012 Outras investidas controladas em conjunto BV Financeira FIDC I 58,71% 48,65% BV Financeira FIDC II 22,16% 14,63% BV Financeira FIDC III 100,00% 100,00% BV Financeira FIDC IV 100,00% 100,00% BV Financeira FIDC VI 26,73% 29,93% Fundo Invest. Nióbio I Renda fixa 100,00% 100,00% BV Financeira - FIDC V - NP 100,00% 52,09% BV Empreendimentos e Participações 100,00% – BVIA Fundo Invest. Participações 100,00% 90,03% BV Empreendimentos Imobiliários SPE I 100,00% – BV Empreendimentos Imobiliários SPE II 100,00% – IRE Republica Empreendimento Imobiliário 100,00% – Senador Dantas Empreendimento Imobiliário 100,00% – e. Informações financeiras consolidadas resumidas As empresas a seguir relacionadas são de acordo com o CPC19(R2) empreendimentos controlados em conjunto (joint venture) e estão localizadas no Brasil, e esses investimentos são contabilizados utilizando-se o método da equivalência patrimonial, de acordo com o Pronunciamento técnico CPC18(R2). Percentual de participação e poder de voto 31/12/2013 31/12/2012 Participação Banco Votorantim S.A. 50,00 50,00 BV Participações S.A. (*) – 50,00 (*) Incorporada pelo Banco Votorantim S.A. em 31 de julho de 2013, conforme nota explicativa 11b . (i) Balanços patrimoniais consolidados curto e longo prazo As informações dos ativos e passivos apresentados abaixo, de acordo com o CPC 19(R2) foram agregados ao saldo de investimentos na rubrica “Participações em empreendimentos controlados em conjunto“ no Balanço Patrimonial. Banco Votorantim S.A. BV Participações 31/12/2013 31/12/2012 31/12/2012 Ativo 57.486.264 74.286.058 236.730 Circulante Caixa e equivalentes de caixa 5.049.961 1.178.101 571 Empréstimos e recebíveis 29.288.212 36.201.047 2.925 Outros ativos circulantes 23.148.091 36.906.910 233.234 Ativo 53.703.189 58.856.320 26.713 Não circulante Empréstimos e recebíveis 28.576.081 34.041.241 – 25.127.108 24.815.079 26.713 Outros ativos não circulantes 111.189.453 133.142.378 263.443 Total do ativo Passivo 69.090.599 82.464.184 159.070 Circulante Passivos financ. ao valor justo por meio do resultado 769.593 555.853 – Passivos financeiros ao custo amortizado 63.728.346 39.065.473 – Passivos financeiros assoc. ativos transferidos – 8.641.637 – Empréstimos e repasses – 7.192.008 – Títulos emitidos – 7.693.779 – Outros passivos circulantes 4.592.660 19.315.434 159.070 Passivo 35.174.816 43.042.171 – Não circulante Passivos financ. ao valor justo por meio do resultado 6.396.875 51.584 – Passivos financeiros ao custo amortizado 26.541.689 3.747.053 – Passivos financeiros assoc. ativos transferidos – 7.528.949 – Empréstimos e repasses – 3.043.918 – Títulos emitidos – 15.012.606 – Outros passivos não circulantes 2.236.252 13.658.061 – 6.924.038 7.636.023 104.373 Patrimônio líquido 263.443 111.189.453 133.142.378 Total do passivo e patrimônio líquido Banco Votorantim S.A. BV Participações 31/12/2013 31/12/2012 31/12/2012 Patrimônio liquido 6.924.038 7.636.023 104.373 Participação no Patrimônio líquido - 50% 3.462.019 3.818.013 52.186 495.306 495.306 – Ajuste a Valor Justo 3.957.325 4.313.319 52.186 Valor do Investimento

Receitas de juros Despesas de juros Margem financeira Outros resultados operacionais Resultado operacional Resultado de perdas com impairment de ativos financ. Despesas de depreciação e amortização Despesas tributárias Outras despesas Resultado antes de impostos e contribuições e participação nos lucros Imposto de Renda Corrente Imposto de Renda Diferido Participação nos lucros Resultado líquido do período Outros Resultados Abrangentes Resultado Abrangente Total

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Banco Votorantim BV Participações 31/12/2013 31/12/2012 31/07/2013* 31/12/2012 14.253.954 17.289.969 1.502 1.765 (7.724.118) (9.918.548) – – 6.529.836 7.371.421 1.502 1.765 363.422 (2.239.201) 46.956 68.508 6.893.258 5.132.220 48.458 70.273 (4.172.665) (5.679.488) – – (33.535) (29.443) (2.637) (8.182) (1.719.873) (513.361) (9.352) (24.859) (1.563.271) (1.638.129) (41.113) (113.341)

(596.086) (2.728.201) (4.644) (76.109) (458.196) (1.289.234) (4.642) (4.071) 1.093.839 2.646.783 6.439 42.013 (231.667) (295.468) (2.605) (38.306) (192.110) (1.666.120) (5.452) (76.473) (642.237) 283.736 – – (834.347) (1.382.384) (5.452) (76.473) Banco Votorantim S.A. BV Participações 31/12/ 2013 31/12/2012 31/07/2013 31/12/2012 (192.110) (1.666.120) (5.452) (76.473) Resultado líquido do período (96.055) (833.060) (2.726) (38.237) Participação no Resultado - 50% (*) O saldo que está sendo apresentado é até a data da incorporação ocorrida, conforme nota explicativa 11 b . Ativos tangíveis Individual 31/12/2013 31/12/2012 Custo Depreciação Líquido Líquido Móveis e equipamentos de uso 893 (356) 537 627 Sistema de comunicação 34 (17) 17 22 Sistema de proces. de dados 5 (3) 2 2 Sistema de segurança 40 (15) 25 29 Sistema de transporte 174 (65) 109 263 8 – 8 8 Obras de Arte 1.154 (456) 698 951 Total 31/12/2013 31/12/2012 Saldo inicial 951 1.194 Aquisições/(Alienações) 60 (160) (313) (83) Depreciação/amortização 698 951 Saldo final Consolidado 31/12/2013 31/12/2012 Custo Depreciação Líquido Líquido Móveis e equipamentos de uso 902 (364) 538 628 Sistema de comunicação 34 (17) 17 22 Sistema de proces. de dados 5 (3) 2 2 Sistema de segurança 40 (15) 25 29 Sistema de transporte 174 (65) 109 263 8 – 8 8 Obras de Arte 1.163 (464) 699 952 Total 31/12/2013 31/12/2012 Saldo inicial 952 1.194 Aquisições/(Alienações) 60 (160) (313) (82) Depreciação/amortização 699 952 Saldo final Em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 não foi verificado indicativos da existência de perda por valor de recuperação para estes ativos. Outros ativos Votorantim Finanças Consolidado 31/12/2013 31/12/2012 31/12/2013 31/12/2012 Adiantamentos e antecipações salariais 2 15 2 344 Adiantamentos a fornecedores 1.018 1.175 1.061 1.177 4.312 56.055 4.351 56.091 Devedores por depósitos em garantia 5.332 57.245 5.414 57.612 Total Passivos tributários correntes Votorantim Finanças Consolidado 31/12/2013 31/12/2012 31/12/2013 31/12/2012 Impostos e contribuições sobre o lucro a pagar – 38.262 619 38.879 Impostos e contribuições sobre serviços terceiros 33 39 33 42 26 24 26 24 Impostos e contribuições sobre salários 59 38.325 678 38.945 Total Passivos tributários diferidos Votorantim Finanças Consolidado 31/12/ 2013 31/12/2012 31/12/2013 31/12/2012 Ajuste de derivativos regime de caixa 156 – 163 – 168.404 168.404 168.404 168.404 Ajuste a valor justo de investimentos 168.560 168.404 168.567 168.404 Total Obrigações legais a. Composição dos processos judiciais apresentados em obrigações legais: Votorantim Finanças Consolidado 31/12/2013 31/12/2012 31/12/2013 31/12/ 2012 Questões fiscais - Outros – – 6 7 – 236.668 – 236.668 Questões fiscais - JCP (i) – 236.668 6 236.675 Saldo final (i) Em 9 de outubro de 2013 foi publicada a Lei 12.865/2013 (conversão da MP 615/2013), que dentre outras disposições, introduziu novas modalidades de pagamento ou parcelamento de débitos fiscais federais e a reabertura dos prazos de adesão ao intitulado Refis da Crise, instituído pela Lei nº 11.941/2009, e ao programa previsto na Lei nº 12.249/2010, diante disso a Administração, em dezembro de 2013, aderiu ao programa de pagamento e parcelamento de débitos fiscais. Foi efetuado o pagamento de R$ 181.897; baixa de provisão no valor de R$ 244.886; reversão do depósito judicial no montante de R$ 32.601 e revertido a diferença de R$ 30.388 em Outros Resultados operacionais NE 21. b. Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco possível Votorantim Finanças Consolidado 31/12/2013 31/12/2013 31/12/2013 31/12/2012 252.589 179.769 277.428 201.819 Contingências fiscais (a) 252.589 179.769 277.428 201.819 Saldo final (a) Os passivos contingentes classificados na categoria risco possível, tratam-se, em grande parte, de questionamentos de saldo negativo de CSLL e IRRF, sem previsão imediata de liquidação. c. Depósitos judiciais Votorantim Finanças Consolidado 31/12/2013 31/12/2012 31/12/2013 31/12/2012 4.351 56.055 4.351 56.091 Processos contingentes fiscais (a) 4.351 56.055 4.351 56.091 Saldo final Os saldos de depósitos judiciais estão classificados em outros ativos, vide nota 13. (a) Economia de juros e multa em função do benefício da adesão ao Programa de pagamento e parcelamento de débitos fiscais (REFIS), a ser ressarcido futuramente pela Receita Federal. Outros passivos Votorantim Finanças Consolidado 31/12/2013 31/12/2012 31/12/2013 31/12/2012 Despesas de pessoal 973 153 973 153 Despesa de água, energia e gás 4 – 4 – Despesa de aluguéis 115 110 115 110 Despesa de serviços de terceiros 14 13 14 13 Despesa de segurança e vigilância 6 4 6 4 Despesa com processamento de dados 5 4 5 4 Despesa com taxa de administração – – – 143 Despesa com serviços técnicos 4.263 – 4.263 – 1 – 1 5 Outros 5.381 284 5.381 432 Total Receita de juros Votorantim Finanças Consolidado 31/12/2013 31/12/2012 31/12/2013 31/12/2012 Operações compromissadas 17 493 265 493 Debêntures 2.213 – 2.213 – Aplicações em depósitos interfinanceiros – – 803 2.631 79.232 113.572 81.191 115.678 Aplicação estruturada de renda fixa 81.462 114.065 84.472 118.802 Total Resultado de ativos/passivos financeiros ao valor justo por meio do resultado 31/12/2013 31/12/2012 Consolidado Ativos Financeiros 7.218 5.636 (368) (200) Passivos Financeiros 6.850 5.436 Total Resultado de ativos financeiros disponíveis para venda Votorantim Finanças Consolidado 31/12/2013 31/12/2012 31/12/2013 31/12/2012 Ações de Cias. Fechadas 1.905 14.625 1.905 14.625 6.783 5.823 – – Cotas de fundo de investimento 8.688 20.448 1.905 14.625 Total Outros resultados operacionais Votorantim Finanças Consolidado 31/12/2013 31/12/2012 31/12/2013 31/12/2012 Reversão provisão Fiscal - REFIS (a) 205.069 – 205.069 – Reversão de juros - REFIS (a) 17.776 – 17.776 – Correção monetária - depósitos 2.989 3.149 2.991 3.152 Atualização de tributos (19.581) (12.302) (18.647) (11.405) Cofins - REFIS (a) (104.021) – (104.021) – PIS - REFIS (a) (30.507) – (30.507) – Despesas de juros - REFIS (a) (57.929) – (57.929) – Provisão obrigação legal (8.864) – (8.864) – (8) (76) 1.333 660 Outros 4.924 (9.229) 7.201 (7.593) Total (a) Conforme descrito na nota 16a. Despesas de pessoal Votorantim Finanças Consolidado 31/12/2013 31/12/2012 31/12/2013 31/12/2012 Honorários – (983) – (983) Proventos (1.107) (1.277) (1.107) (1.277) Benefícios (285) (274) (285) (274) Encargos Sociais (388) (741) (388) (741) (12) – (12) – Treinamento (1.792) (3.275) (1.792) (3.275) Total Outras despesas administrativas Votorantim Finanças Consolidado 31/12/2013 31/12/2012 31/12/2013 31/12/2012 Água, Energia e Gás (46) (34) (46) (34) Despesas de comunicações (11) (4) (11) (4) Despesas de aluguéis (1.153) (1.059) (1.287) (1.186) Despesas de contribuições (50) (136) (50) (136) Despesa de manutenção e conservação (32) (13) (32) (13) Despesa de material (99) (1) (99) (1) Despesa de processamento de dados (107) (75) (107) (75) Depesas de public. (310) (497) (357) (571) Despesas de seguros (13) (7) (13) (7) Despesas do serviço financeiro (2) (2) (131) (321) Despesas do serviço de terceiros (201) (145) (201) (145) Despesas do serviço de vigilância e Segurança (72) (59) (72) (59) Despesa de serviços técnicos especializados (12.352) (5.596) (12.489) (5.679) Despesas de transportes (12) (18) (13) (18) Taxa de administração de fundo – – (626) (1.737) (96) (78) (151) (135) Outras despesas administrativas (14.556) (7.724) (15.685) (10.121) Total Depreciação e amortização Votorantim Finanças Consolidado 31/12/2013 31/12/2012 31/12/2013 31/12/2012 Depreciação (150) (186) (150) (187) (163) (149) (163) (149) Amortização (313) (335) (313) (336) Total Despesas de impostos e contribuições sobre a renda Votorantim Finanças Consolidado 31/12/2013 31/12/2012 31/12/2013 31/12/2012 Resultado antes do imposto de renda, da contribuição social e das participações (17.045) (754.756) (16.135) (753.890) Encargos à alíquota nominal vigente 5.795 256.617 5.486 256.323 Exclusões/(adições) (5.793) (294.879) (6.103) (295.201) Prejuízo fiscal de IR (33.100) – (32.898) 202 Base negativa de CS (11.273) – (11.200) 73 Ajuste a valor justo de ativos financ. 2 (3) 3 (3) Ajuste ao valor justo de derivativos 875 (1.048) 891 (1.072) Particip. no lucro 418 – 418 187 Provisões (278) (3.644) (278) (3.644) Equiv. Patrimonial (32.432) (295.315) (32.432) (297.282) Obrigações legais 69.363 – 69.363 – Adições permanentes e incentivos fiscais (16) – (16) (35) 648 5.131 46 6.373 Outros (2) (38.262) (617) (38.878) Impostos e contrib. sobre a renda correntes Hierarquia de valor justo A tabela abaixo apresenta instrumentos financeiros registrados pelo valor justo em 31 de dezembro de 2012 e 31 de dezembro de 2013 em bases consolidadas, utilizando um método de avaliação. Os diferentes níveis foram definidos como a seguir: • Nível 1: preços cotados (não ajustados) em mercados ativos; • Nível 2: inputs incluídos no Nível 1 que são observáveis para o ativo ou passivo, diretamente (preços) ou indiretamente (derivado de preços); e • Nível 3: premissas que não são baseadas em dados observáveis de mercado (inputs não observáveis). 31/12/2013 31/12/2012 Nível 1 Nível 2 Nível 3 Nível 1 Nível 2 Nível 3 Ativo Ativos financ. valor justo resultado – 1.325 – – 56.685 – Ativos financeiros disp. venda – – 2 – – 160.591 – – – – 4 – Instrumen. financeiros derivativos – 1.325 2 – 56.689 160.591 Total Passivo – – – – 16 – Instrumen. financeiros derivativos – 16 – – – – Total O valor justo dos instrumentos financeiros negociados em mercados ativos (como títulos mantidos para negociação e disponíveis para venda) é baseado nos preços de mercado, cotados na data do balanço. Um mercado é visto como ativo se os preços cotados estiverem pronta e regularmente disponíveis a partir de uma Bolsa, distribuidor, corretor, grupo de indústrias, serviço de precificação, ou agência reguladora, e aqueles preços representam transações de mercado reais e que ocorrem regularmente em bases puramente comerciais. O preço de mercado cotado utilizado para os ativos financeiros mantidos pelo Conglomerado é o preço de concorrência atual. Não temos instrumentos classificados no Nível 1. O valor justo dos instrumentos financeiros que não são negociados em mercados ativos é determinado mediante o uso de técnicas de avaliação. Essas técnicas de avaliação maximizam o uso dos dados adotados pelo mercado onde está disponível e confiam o mínimo possível nas estimativas específicas da entidade. No caso dos instrumentos classificado no nível 2 os títulos estão precificados a valor presente.


ECONOMIA - 19

DIÁRIO DO COMÉRCIO

sexta-feira, 4 de abril de 2014

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADAS (Em milhares de Reais)

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O valor justo dos instrumentos financeiros classificados como nível 3, não apresentam informações de precificação em mercado ativo, o Conglomerado usa critérios de precificação a partir de cálculos a valor presente com base nos fluxos de caixa estimados. O objetivo é a obtenção do valor mais adequado para a apresentação dessas operações, e o Conglomerado acredita que as metodologias adotadas são apropriadas e consistentes com as praticadas no mercado. Composição do nível 3 Ativo 31/12/2013 31/12/2012 Ativos financeiros disponíveis para venda 2 160.591 Ações de Cias. Fechadas – 160.591 Investimentos por incentivos fiscais 2 – Total 2 160.591 Movimentação do nível 3 Ativos financeiros disp. venda Ativo 31/12/2013 31/12/2012 Saldo inicial 160.591 309.282 Vendas e/ou Resgates (162.494) (163.335) Ações Cias. Fechadas (162.494) (163.335) Resultado 1.905 14.644 Ações Cias. Fechadas 1.905 14.644 Saldo final 2 160.591 Instrumentos financeiros não mensurados a valor justo 31/12/2013 31/12/2012 Valor Justo Valor Justo Nível 1 Nível 2 Nível 3 (Contábil) (Contábil) Ativo – 1.046.953 – 1.046.953 940.968 Empréstimos e recebíveis – 1.046.953 – 1.046.953 940.968 Total Partes relacionadas a. Sumário das transações com partes relacionadas As operações com partes relacionadas compreendem as empresas que compõe o Conglomerado Financeiro Votorantim e o Conglomerado Industrial Votorantim, sendo as principais Banco Votorantim S.A. (“Banco”) e Votorantim Industrial (“VID”), tendo como controlada a Votorantim Participações(“VPAR”). 31/12/2013 31/12/2012 Ativo Caixa e equivalentes de caixa Controlada em conjunto 19.675 84 Empréstimos e recebíveis Outras partes relacionadas 902.213 – Controlada em conjunto 144.740 940.968 Resultado Receita de juros Controlada em conjunto 81.192 115.677 Outras partes relacionadas 2.213 – Outras despesas administrativas Controlada em conjunto (230) (172) As operações de caixa e equivalentes de caixa realizadas entre partes relacionadas são efetuadas a valores, prazos e taxas médias usuais de mercado, vigente nas respectivas datas, e em condições de comutatividade. Referente às condições das operações de empréstimos e recebíveis vide nota explicativa 8. Gerenciamento de riscos Votorantim Finanças S.A. • Conforme Nota Explicativa 01 - Contexto Operacional, a Votorantim Finanças S.A., tem como objetivo principal a participação acionária em outras companhias, sendo o seu principal investimento a participação acionária de 50% no Banco Votorantim S.A. e suas controladas; • A Companhia e suas controladas possuem modelos, políticas, comitês e procedimentos seguindo as melhores práticas de mercado no Gerenciamento de Riscos conforme descrito nos itens pertencentes a esta Nota Explicativa; • A Votorantim Finanças S.A. através da sua participação acionária no Banco Votorantim S.A. e suas controladas recebem exposição a estes riscos; • A Votorantim Finanças S.A., participa ativamente na governança do Conglomerado Votorantim, com membros diretos distribuídos nos Conselhos e Comissões, conforme descrito na Nota Explicativa de Gestão Integrada de Riscos do Consolidado; a. Risco de crédito Risco de Crédito consiste na possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento, pelo tomador ou contraparte, de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados. A Votorantim Finanças investe principalmente em ativos financeiros de empresas controladas ou controladas em conjunto pela própria controladora. Os valores contábeis dos ativos financeiros abaixo representam a exposição máxima do crédito. Referente à qualidade do risco de crédito vide notas explicativas 6 a 8 e 27. Votorantim Finanças Consolidado 31/12/2013 31/12/2012 31/12/2013 31/12/2012 Ativos financeiros com acordo de revenda – – – 33.474 Ativos financeiros ao valor justo por meio do result. – – 1.325 56.685 Ativos financeiros disponíveis para venda – 249.704 2 160.591 Instrumentos financeiros derivativos – – – 4 1.039.514 915.406 1.046.953 940.968 Empréstimos e recebíveis 1.039.514 1.165.110 1.048.280 1.191.722 Total b. Risco de mercado O risco de mercado é definido como a possibilidade de ocorrência de perdas financeiras decorrentes da flutuação nos valores de mercado de exposições detidas. Estas perdas financeiras podem ser incorridas em função do impacto produzido pela variação das taxas de juros, das paridades cambiais, dos preços de ações e de commodities. A Votorantim Finanças busca limitar o risco de mercado no processo de decisão sobre as operações nas quais a companhia investe. Em 31 de dezembro de 2013, a companhia não tem exposições com risco de variação cambial, preços de ações e commodities. As operações com risco de variação das taxas de juros estão baseadas nas taxas de DI e CDI. As principais exposições da companhia estão divulgadas na nota explicativa 8. Para fins da análise de sensibilidade das exposições ao risco de variação das taxas de juros, a Votorantim Finanças considera um cenário de uma alteração de 1% das taxas de juros contratuais e avalia o impacto desse cenário no resultado da companhia. O cenário descrito seguira em 31 de dezembro de 2013 em uma variação das receitas de juros de R$ 10.5 Milhões. c. Risco de liquidez O risco de liquidez é definido pela possibilidade de a companhia não ser capaz de honrar eficientemente suas obrigações esperadas e inesperadas, correntes e futuras, inclusive as decorrentes de vinculação de garantias, sem afetar suas operações diárias e sem incorrer em perdas significativas; e possibilidade de a companhia não conseguir negociar a preço de mercado uma posição, devido ao seu tamanho elevado em relação ao volume normalmente transacionado ou em razão de alguma descontinuidade no mercado. A Votorantim Finanças tem, em 31 de Dezembro de 2013, uma reserva de liquidez consolidada em caixa e equivalentes de caixa de R$ 28.9 Milhões. Além disso, a companhia possui debêntures estruturadas de renda variável de R$ 902

Milhões com uma opção de venda para sua controladora pelo valor nominal acrescido da remuneração que poderá ser exercida a qualquer tempo. A Votorantim Finanças não tem passivos financeiros em 31 de dezembro de 2013. Joint Ventures Gestão integrada de riscos A abordagem integrada para gestão de riscos compreende a adoção de instrumentos que permitem a consolidação e controle dos riscos relevantes incorridos pelo Conglomerado. Esta abordagem tem por objetivo organizar o processo decisório e definir os mecanismos de controle dos níveis de risco aceitáveis e compatíveis com o volume de capital disponível, em linha com a estratégia de negócio adotada. A consolidação dos riscos abrange todas as exposições relevantes inerentes às linhas de negócio do Conglomerado, agrupados nas seguintes categorias de riscos: de mercado, de liquidez, de crédito e operacional. Esta consolidação é feita através de processo estruturado que compreende o mapeamento, a apuração e a totalização dos valores em risco. Os níveis de exposição a riscos são monitorados por meio de uma estrutura de limites de risco, que são incorporados nas atividades diárias do Conglomerado, através de um processo organizado de gestão e de controle, que atribui responsabilidades funcionais às áreas envolvidas. O envolvimento da Alta Administração se dá no acompanhamento e na execução das ações necessárias à gestão dos riscos. O retorno financeiro é apurado através de processos que permitem o acompanhamento da rentabilidade gerencial das várias linhas de negócio, consistentemente com a programação orçamentária e de forma aderente aos resultados contábeis realizados. Em síntese, o Conglomerado adota os seguintes fundamentos na prática da gestão integrada de riscos: • Visão consolidada de riscos; • Compatibilização entre níveis de exposição a riscos, limites autorizados e retorno financeiro pretendido; • Segregação funcional entre áreas de negócio, controle de riscos, auditoria e processamento operacional; • Adoção de metodologias de cálculo de riscos em função das melhores práticas de mercado; • Envolvimento da Alta Administração. Atividades de gerenciamento de riscos O Conglomerado utiliza um enfoque estruturado para a padronização das atividades de gerenciamento de riscos. Estas atividades compreendem as seguintes etapas: • Identificação de riscos e controles; • Avaliação e mensuração de riscos e controles; • Análise de vulnerabilidades de controles; • Definição do nível de exposição a riscos; • Implantação de respostas aos riscos; • Definição de indicadores de desempenho; • Monitoramento de histórico destes indicadores; e • Reporte das informações para a estrutura de governança. Políticas, normas, manuais e procedimentos O processo de gerenciamento de riscos conta com um conjunto de documentos que estabelece as principais diretrizes que devem ser observadas nas atividades de gerenciamento de riscos. O nível de detalhamento destes normativos está estruturado em função do objetivo de cada documento e organizado conforme a hierarquia apresentada a seguir: • Políticas Corporativas: princípios e diretrizes fundamentais estabelecidas pelo nível máximo da hierarquia e aplicadas para toda a organização e que norteiam as demais normas, procedimentos e manuais de produtos e serviços; • Normas: regras estabelecidas para definir as atividades e a forma como os procedimentos são organizados, aprofundando os aspectos abordados nas políticas corporativas; • Procedimentos: regras operacionais estabelecidas para descrever as atividades e as etapas de sua execução, detalhando os aspectos abordados nas normas; e • Manuais de Produtos, Serviços, Sistemas e de Modelagens de Cálculo: conjunto de documentos que compilam as principais características sobre a estruturação dos produtos, serviços, sistemas e metodologias de cálculos utilizados. Estes normativos estão publicados para consulta interna do Conglomerado, no Portal Corporativo (intranet), e são revistos e atualizados com periodicidade mínima anual, ou quando houver mudanças significativas nos objetivos e estratégias do negócio ou mudanças significativas no enfoque e na metodologia de gestão do risco. Comitês de gestão e controle de riscos O Conglomerado possui uma estrutura de Governança Corporativa que estabelece fóruns colegiados, formalmente organizados e com delegação de alçadas, para o acompanhamento e tomada de decisões dos vários aspectos inerentes à gestão e controle do Conglomerado para assuntos relacionados ao gerenciamento de riscos. A governança está organizada em dois níveis complementares de alçada: a primeira é composta pelo Conselho de Administração e seus Comitês de Assessoramento, e envolve os acionistas; a segunda é composta pelo Comitê Executivo e seus Comitês, Comissões e Subcomissões Operacionais e envolve as lideranças executivas do Conglomerado. Os Comitês, Comissões e Subcomissões estão formalmente constituídos em normativos internos, que estabelecem seus respectivos objetivos e atribuições, composição e membros votantes, e regras para deliberações. As obrigações do Conselho de Administração estão formalizadas no Estatuto Social do Conglomerado Votorantim S.A. A estruturação destes fóruns colegiados segue a seguinte hierarquia: • Comitês - Fóruns de decisão em esfera macro e de ratificação de decisões estabelecidas nas comissões. São compostos pelo presidente, vice-presidentes e diretores das áreas envolvidas; • Comissões - Fóruns de análise de um determinado grupo de assuntos e de ratificação das decisões das subcomissões, com reporte ao respectivo comitê. São compostos por diretores, superintendentes e gerentes das áreas envolvidas; • Subcomissões - Fóruns de tratamento de assuntos especificamente técnicos e com reporte à respectiva comissão. São compostos por diretores, superintendentes e gerentes das áreas envolvidas. Nesse contexto, o gerenciamento de riscos do Conglomerado é realizado por decisões colegiadas, apoiando-se nas diversas comissões e comitês, conforme sua atribuição. Esse processo conta com a participação de todas as instâncias decisórias de Governança Corporativa que compreende desde a Alta Administração até as diversas áreas de negócios, operacionais, produtos e serviços. Os fóruns envolvidos na gestão de risco estão detalhados a seguir: Conselho de administração • Atribuições: entre outras responsabilidades registradas no Estatuto, destacam-se a aprovação de desenvolvimento de novos negócios, a aprovação de políticas de concessão de crédito e de risco de mercado e a avaliação de determinadas operações, em razão de sua natureza e valor financeiro envolvido; • Possui 3 (três) membros representantes do Acionista Votorantim Finanças S.A. e outros igualmente divididos do Banco do Brasil, com função primordial de fixar as diretrizes fundamentais da política geral da Sociedade, verificando e acompanhando a sua execução; • Periodicidade: mensal. Conselho fiscal • Atribuições: órgão fiscalizador dos atos de gestão administrativa do Conglomerado, devendo sempre proteger os interesses do Conglomerado, conforme suas atribuições definidas em Regimento, no Estatuto Social e na Lei das Sociedades por Ações, sendo suas principais atribuições reunir-se com o COAUD para discutir políticas, práticas e procedimentos bem como monitorar as recomendações dos Auditores e Consultores internos e externos; • Possui 2 (dois) membros representantes e 2 (dois) membros suplentes do Acionista Votorantim Finanças S.A. e outros igualmente divididos do Banco do Brasil; • Periodicidade: mensal. Comitê de assessoramento - Finanças • Atribuições: assessoramento técnico ao Conselho de Administração e suporte no estudo prévio de quaisquer matérias que este julgar necessárias; • Possui 2 (dois) membros representantes e 1 (hum) membro suplente do Acionista Votorantim Finanças S.A.

e outros igualmente divididos do Banco do Brasil; Neste comitê são submetidas apresentações que são efetuadas nos comitês internos do Conglomerado Votorantim, que a Votorantim Finanças S.A. não possua membro efetivo; • Periodicidade: mensal. Comitê de marketing • Atribuições: assessoramento técnico ao Conselho de Administração em assuntos relativos a produtos e marketing, incluindo o plano de negócios, estratégias e novas oportunidades de negócio; • Possui 2 (dois) membros representantes e 1 (hum) membro suplente do Acionista Votorantim Finanças S.A. e outros igualmente divididos do Banco do Brasil; • Periodicidade: trimestral. Comitê de auditoria • Atribuições: aprovação do planejamento anual e acompanhamento dos trabalhos de auditoria interna, de avaliação de aderência aos normativos internos e aos dispositivos legais, de verificação da integridade das demonstrações financeiras e da efetividade das atividades de gerenciamento de risco e acompanhamento dos trabalhos realizados pela auditoria externa; • Possui 1 (hum) membro representante e 1 (hum) assessor do Acionista Votorantim Finanças S.A. e outros integrantes divididos do Banco do Brasil; • Periodicidade: no mínimo mensal. Comitê executivo • Atribuições: acompanhamento do desempenho geral do Conglomerado, do contexto do mercado e de temas abordados nos comitês e comissões operacionais e deliberação sobre questões que exigem a participação da Alta Administração; • Periodicidade: semanal. Comitê de ALM, riscos e capital • Atribuições: encaminhamento ao Conselho de Administração e ao Comitê Executivo de propostas relativas a gerenciamento e controle de riscos e gestão de capital, avaliação de operações estratégicas que possam gerar impactos relevantes ao consumo ou à base de capital, análise das propostas de limites, metas e estrutura ótima para gestão do capital, gerir a reserva de segurança para garantir que o capital se mantenha em níveis regulatórios adequados e análise e ratificação das decisões das Comissões subordinadas (Risco Mercado, Risco de Liquidez, Risco de Crédito, Risco Operacional, Gestão de Capital e Banking); • Periodicidade: quinzenal Comissão de crédito • Atribuições: avaliação da viabilidade de aprovação dos limites e/ou operações de crédito encaminhadas pelas áreas comerciais, avaliação das negociações ou acordos para regularização de créditos problemáticos e baixa das restrições de crédito (temporárias ou definitivas) a pessoas, grupos e setores da economia; • Periodicidade:semanal. Comitê de controles internos de risco operacional • Atribuições: análise e validação de ações para a correção de fragilidades ou para o aprimoramento do sistema de gerenciamento de riscos, acompanhamento dos processos relacionados ao gerenciamento de risco operacional e de controles internos, de prevenção à lavagem de dinheiro e dos planos de continuidade do negócio e acompanhamento da implantação dos planos de ação de melhorias; • Periodicidade: mensal. Comitê de Produtos • Atribuições: avaliação e aprovação para o desenvolvimento de novos produtos, acompanhamento da implementação de novos produtos, acompanhamento da implementação de melhorias e da manutenção dos produtos existentes; • Periodicidade: semanal. Comissão de risco de mercado • Atribuições: avaliação das exposições a riscos de mercado e acompanhamento de limites de exposição dos principais riscos de mercado da carteira trading; • Periodicidade: mensal. Comissão de Risco de Crédito • Atribuições: avaliação de ações que viabilizem o gerenciamento da carteira de crédito, acompanhamento e avaliação dos limites de exposição da carteira de risco de crédito, avaliação dos resultados de stress testing, acompanhamento do nível de provisionamento das operações de crédito frente à inadimplência, avaliação das metodologias de mensuração do risco de crédito, avaliação dos planos de contingência relacionados à gestão do risco de crédito e emissão de pareceres ao Comitê de ALM, Riscos e Capital e/ou ao Comitê Executivo, sobre novas estratégias e regras para operações e gestão da carteira de crédito; • Periodicidade: mensal. Comissão de liquidez • Atribuições: avaliação a exposições a riscos de liquidez e dos cenários de estratégias de caixa, acompanhamento e revisão dos limites mínimos de caixa e monitoramento e atualização do plano de contingência de captação; • Periodicidade: quinzenal. Comissão de Tributário • Atribuições: aprovação de propostas para maximizar a eficiência fiscal do Consolidado, suas controladas e coligadas, análise dos impactos fiscais de fechamento mensal, contemplando o comportamento da alíquota efetiva de IR/CS, avaliação de riscos que possam impactar o balanço das empresas do Conglomerado Financeiro e demonstração para aprovação do forecast da base fiscal; • Periodicidade: mensal. Risco de mercado É objetivo do controle de risco de mercado apoiar a gestão do negócio, estabelecer os processos e implementar as ferramentas necessárias para avaliação e controle dos riscos de mercado, possibilitando a mensuração e acompanhamento dos níveis de tolerância ao risco definidos pela Alta Administração. Risco operacional O gerenciamento do risco operacional tem como objetivo apoiar a gestão dos negócios por meio da avaliação e controle do risco, da captura e gestão da base de perdas e indicadores de risco operacional e do cálculo do capital alocado para risco operacional, possibilitando a priorização e implantação de ações de melhoria, de acordo com os níveis de tolerância ao risco definidos pela Alta Administração. Risco de crédito O objetivo da gestão do risco de crédito é apoiar a Alta Administração no processo decisório, definindo estratégias e políticas, estabelecendo limites operacionais, mecanismos de mitigação de risco e procedimentos destinados a manter a exposição ao risco de crédito em níveis considerados aceitáveis pela administração da instituição. Gerenciamento do capital Seguindo as regulamentações do Bacen e em consonância com as recomendações do Comitê de Supervisão Bancária de Basileia, a instituição adota as diretrizes prudenciais de gestão de capital determinadas no documento “Convergência Internacional de Mensuração e Padrões de Capital: uma Estrutura Revisada” (Basileia II), visando uma administração eficiente e sustentável de seus recursos e colaborando para a promoção da estabilidade do Sistema Financeiro Nacional. Risco de liquidez A gestão de Risco de Liquidez visa organizar, avaliar e monitorar o controle do risco de liquidez do conglomerado financeiro Banco Votorantim estabelecendo os processos ferramentas e limites, necessários para a geração e análise de cenários prospectivos de liquidez e o acompanhamento dos níveis de tolerância ao risco estabelecidos pela Alta Administração. •

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DIRETORIA Cláudio Ermírio de Moraes Vice-Presidente

Clóvis Ermírio de Moraes Scripilliti Diretor

José Ermírio de Moraes Neto Presidente

CONTADOR Luis Ermírio de Moraes Diretor

Lupercio de Souza Izabel CRC 1SP194632/O-4

Wang Wei Chang Diretor

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Aos Conselheiros, Acionistas e Diretores da Votorantim Finanças S.A. São Paulo - SP. Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Votorantim Finanças S.A. (“Companhia”), identificadas como “Votorantim Finanças” e “Consolidado”, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras: A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes: Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins

de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações financeiras individuais: Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Votorantim Finanças S.A. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas: Em nossa opinião as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Votorantim Finanças S.A. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase - Demonstrações financeiras consolidadas - Reapresentação dos valores correspondentes: Conforme mencionado na nota explicativa 4(v), em decorrência da mudança de política contábil pela adoção do Pronunciamento Técnico IFRS 11 e CPC 19(R2) - Negócios em Conjunto, os valores correspondentes consolidados, relativos ao balanço patrimonial consolidado referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012 e 1º de janeiro de 2012 e os valores correspondentes relativos às demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, dos fluxos de caixa e do valor adicionado (informação suplementar), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, apresentados para fins de comparação, foram ajustados e estão sendo reapresentados como previsto no IAS 8 e CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e

Retificação de Erro e IAS 1 e CPC 26(R1) - Apresentação das Demonstrações financeiras. Nossa conclusão não contém modificação relacionada a esse assunto. Demonstrações financeiras individuais - Diferenças entre as práticas contábeis adotadas no Brasil e as IFRS: Conforme descrito na nota explicativa 2(a), as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Votorantim Finanças S.A. essas práticas diferem da IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto. Outros assuntos - Demonstrações do valor adicionado: Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é considerada informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. São Paulo, 21 de fevereiro de 2014 KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6

Alberto Spilborghs Neto Contador CRC 1SP167455/O-0

Fotos: divulgação

VESTIDOS PARA VIVER brasileiro deve gastar neste ano R$ 138 bilhões em vestuário, o equivalente a R$ 810,894 per capita, isto é, valor superior em 3% ao verificado no ano passado, segundo estimavas do Pyxis Consumo, ferramenta de dimensionamento de mercado do IBOPE Inteligência. A emergente classe C responde por fatia de 41% do negócio e a classe B por 40%, exatamente por procurar seguir as tendências, algumas, diga-se, deliberadamente bregas, com um ligeiro toque de chic, como as lançadas por blogueiras que vestem roupas em casa e postam para as amigas, conquistando um exército de seguidoras. Essas blogueiras, a exemplo de Thássia Naves, são hoje o terror da turma fashion, pois captam recursos que antes se dirigiam para as semanas da moda, como a SPFW e a Rio Fashion Week. Mas é do jogo. Os emergentes estão para todos os lados e, como consomem mais, e adoram o estilo “patricinhas” e “mauricinhos”, são eles que mandam na festa do consumo. A indústria e o varejo buscam, assim, se aproximar do filão. Não importa se com roupa de “oncinha”, acessórios estranhíssimos e uma busca vazia por conteúdo atrelado aos produtos: essa galera compra e seus aspiracionais blogueiros vendem.

CARTOMANTE atriz Tatá Werneck vive uma falsa cartomante em campanha de crédito consignado do Banco do Brasil, criada pela Lew’Lara\TBWA. Nas peças publicitárias, ela brinca com a abordagem de alguns corretores e instituições para atrair o público para esse tipo de crediário, reforçando por outro lado a credibilidade e qualidade que o Banco do Brasil oferece nesse segmento. Ou seja, não dá zebra. Mas é melhor ficar atento sempre, pois dívida é divida.

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Envie informações para esta coluna. E-mail: carlosfranco@revista publicitta.com.br

CONCURSO

Há muito, escolas de elegância e estilo, como a Socila, cerraram as portas. A moda, agora, é desenvolver seu estilo, ver, nas plataformas digitais, o que usam aqueles que são considerados bem sucedidos e ou desejados. É assim que esse mercado vai crescendo. Os grandes desfiles da Fenit, que perderam lugar para os do SPFW, são coisa do passado. A própria SPFW padece do esvaziamento causado pela regra mais simples e elementar do varejo: vale o desejo do consumidor, não adianta ir contra a maré, ainda que em nome do bom gosto. Quem vê mais atentamente as coleções novas, em torno das blogueiras, como Thássia Naves, que fechou contrato com a Riachuelo (sim, as classes emergentes estão no centro das vendas e o potencial de consumo da classe C é de R$ 56,2 bilhões) percebe que não se trata de cortes ousados ou contemporâneos, mas apenas de uma estampa para vender o mais do mesmo. No caso em questão, os belos azulejos de São Luiz do Maranhão dão colorido às peças. No seu blog, no entanto, Thássia Naves, com intenção de ser chic, busca mesclar peças com acessórios caros, ainda que na composição surgiram um “modelito” brega. Faz parte dos novos tempos e estão todos vestidos para viver.

UNIVERSITÁRIOS desafiados Google está com as inscrições abertas para o Desafio Google de Marketing Online, uma competição internacional voltada para estudantes universitários do mundo todo. O concurso tem sete anos, mas essa é a primeira vez que brasileiros poderão participar. O desafio propõe aos estudantes que desenvolvam uma campanha publicitária online usando o Google AdWords e o Google+ para promover uma empresa real ou ONG, com a verba única de US$ 250, fornecida pela empresa de buscas. As equipes serão selecionadas, baseadas no sucesso de sua campanha, por pessoas do Google e por um painel independente de acadêmicos. Os vencedores globais terão a chance de passar sete dias em San Francisco, incluindo um dia na sede do Google, em Mountain View, Califórnia. As inscrições estão abertas na internet.

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CREDIBILIDADE no crédito consignado do Banco do Brasil

GIRA, GIRA agência Dim&Canzian assina campanha da rede Laundromat que tem como mote “Vem Fácil, Vai Fácil”. O objetivo é divulgar a autonomia do consumidor em meio à rapidez e eficiência que a lavanderia de sistema self-service opera na lavagem de roupas, com economia de tempo e despesas com água, luz, sabão, amaciante, diaristas e passadeiras. Nas peças, um homem gira, como no movimento de lavar das máquinas.

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RAPIDEZ e eficiência para lavar roupa

EMPREGO agência Africa, do grupo comandado pelo baiano Nizan Guanaes, assina campanha da cerveja Budweiser, que tem como estrela o lutador Anderson Silva. No filme, que está no Youtube, o lutador procura emprego como segurança. Durante a conversa, Anderson conta sobre as suas mais diversas habilidades e responde aos vários questionamentos do entrevistador. No final, Anderson pergunta para o chefe: ‘só mais uma coisa, tem plano de s aú de ?’. O bom humor nunca saiu de moda.

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SEGURANÇA com plano de saúde


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sexta-feira, 4 de abril de 2014

Sofremos problemas resultantes da excessiva burocracia José Paulo Cairoli, presidente da CACB

Dilma se diz atenta ao clamor dos empresários

Pedro Ladeira/Folhapress

Na CACB, presidente comentou mudanças no Simples. presidente Dilma Rousseff reafirmou ontem, em evento com empresários do setor comercial, que o País mantém as bases sólidas da economia, com a inflação dentro da meta e a dívida pública decrescente em relação ao Produto Interno Bruto (PIB). "Nossa política fiscal está mantida olhando justamente essa tendência da queda da dívida. Ao mesmo tempo, somos um País que acumula reservas", afirmou Dilma durante o 1º Fórum da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. Dilma reforçou que as reservas do País, de US$ 377 bilhões, estão sólidas, e sustentam a dívida líquida do setor público, que hoje equivale a 33,7% do PIB. "Nós atingimos esses resultados preservando integralmente a solidez da nossa economia. A taxa de inflação vem sendo mantida nos últimos anos dentro dos limites fixados pelo Conselho Monetário Nacional. E isso tam-

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bém acontecerá em 2014", disse a presidente. As declarações foram feitas um dia após o Banco Central elevar, pela nona vez consecutiva, a taxa básica de juros, a Selic, com a intenção de segurar a inflação. A Selic subiu de 10,75% para 11% ao ano. A decisão de elevar a taxa teve apoio do Palácio do Planalto, preocupado com o risco de a inflação estourar o teto da meta, de 6,5%, em plena campanha eleitoral. Simplificação – A presença de Dilma no evento da CACB, voltado aos micro e pequenos empresários, foi uma tentativa de aproximar o governo do setor produtivo. Em uma estratégia coordenada com a agenda do ex-presidente Lula, Dilma também delegou ao vice-presidente Michel Temer a função de conversar com empresários em encontro do Council of Foreign Relations, em Nova York, no próximo fim de semana. Hoje, Dilma reforçou várias vezes em seu discurso a necessidade de diálogo entre os empresários e sua gestão. "O meu governo é sensí-

Dilma abriu ontem fórum voltado ao empresariado ao lado do ministro Guilherme Afif Domingos, da secretaria da Micro e Pequena Empresa. Ed Ferreira/EC

Nossa política fiscal está mantida olhando justamente essa tendência da queda da dívida publica DILMA ROUSSEF

vel ao clamor de vocês", disse a presidente. Ela também enumerou uma série de planos de governo para o setor, como a di-

minuição da burocracia, com a simplificação do Simples Nacional, a ampliação do crédito e a facilitação do acesso à qualificação, por meio do

Pronatec Aprendiz. Grande parte desses projetos mencionados pela presidente são tocados pela secretaria especial da Micro e Pequena Empresa, pasta que tem à frente Guilherme Afif Domingos. Hoje, a secretaria traz para a cidade de São Paulo a "Caravana da Simplificação", que já percorreu 13 estados e tem o objetivo de unir prefeituras, governos estaduais e empresários em torno luta para desburocratizar o País. No encontro, o presidente da CACB, José Paulo Dornelles Cairoli, lamentou o fato de o País estar sofrendo uma desaceleração da atividade econômica. "Nossa grande ambição é fazer com que as micro e pequenas empresas encontrem solo fértil para prosperar. So-

Refis da Crise nasce sob ameaça de veto

Novo encargo para cobrir o aumento de custo da energia o re g u l a m e n t a r o modelo de financiamento bancário que será oferecido ao setor elétrico e que implicará em aumentos nas contas de luz para o consumidor em 2015 e 2016, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) criou a figura de um novo encargo e de um banco gestor. O texto, que ficará dez dias em consulta pública (de hoje até 14 de abril), prevê que todo o uso de verba para pagamento da compra de energia e de usinas térmicas, feito pelas distribuidoras, seja repassado de forma igual a todos os consumidores brasileiros, diluído ao longo dos dois próximos anos. Esse gasto do setor, que está sendo pressionado pela falta de chuvas do início do ano e dificuldade de recuperação dos reservatórios das hidrelétricas, está previsto em R$ 8 bilhões apenas de fevereiro a dezembro deste ano. A cada mês, as distribuidoras terão uma conta para pagar às geradoras de energia. Essa conta será financiada por bancos. Ainda não está definido quais instituições serão essas. Ao fim do ano, a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), que administra a conta onde entrarão esses recursos, irá calcular o gasto total das distribuidoras. Para que cada consumidor no Brasil perceba o mesmo impacto em sua tarifa, a divisão desses gastos será feita pelo número de residências atendidas. Assim, os consumidores começarão, a partir de seus reajustes tarifários, no ano que

Agliberto Lima/DC

vem, a pagar essa conta. O que deve ser feito ao longo de dois anos: 2015 e 2016. "É um novo encargo que ganhou o rótulo de 'CDE' só para que fosse possível de operacionalizar", disse o diretor da agência e relator da proposta, André Pepitone. "Essa é a blindagem que dará segurança ao banco para que ele faça o aporte e tenha segurança de que terá o pagamento de volta", explicou. Os bancos receberão o dinheiro de volta em 2016 e 2017. O agente financeiro irá gerir o dinheiro do empréstimo que chegará das instituições financeiras para a nova conta da CCEE; administrar a distribuição da verba entre as geradoras e também o pagamento das distribuidoras às instituições bancárias. O "banco gestor" será es-

colhido pela CCEE, que está, neste momento, realizando um processo seletivo no mercado. "Certamente a CCEE vai procurar um banco que ofereça as condições mais atrativas [menor custo] para fazer esse gerenciamento", disse Pepitone. Depois do processo de consulta pública, o texto da Aneel volta para aprovação final da diretoria da agência. Apenas depois disso as novas regras começam a valer. Ad iame nto – A Aneel também decidiu adiar para os dias 28 e 29 de abril o pagamento que as distribuidoras teriam de fazer às geradoras pela compra de energia de fevereiro. O gasto está estimado pelo mercado em cerca de R$ 4 bilhões. "Sem o adiamento desse prazo poderia ocorrer uma inadimplência

elevada e generalizada no setor, já que o preço da energia está no patamar mais elevado", disse Pepitone. A decisão foi tomada para d a r t e m p o a o g o v e rn o d e montar a operação de empréstimos bancários para essas empresas. Por causa da forte seca que prejudicou o reabastecimento dos reservatórios das usinas hidrelétricas, as distribuidoras, que levam energia até a casa do consumidor, estão tendo que comprar energia mensalmente para conseguir atender a demanda. O preço por essa contratação está atingindo níveis recordes R$ 822 por megawatthora. Em janeiro, o gasto foi de R$ 1,2 bilhão. Em socorro, o governo saiu com um aporte, de igual tamanho, feito p e l o Te s o u ro p a r a t a p a r o rombo. (Folhapress)

ampliação do Refis da Crise (parcelamento de débitos em atraso), aprovada na noite de quarta-feira pelo Congresso Nacional no texto da Medida Provisória n° 627, não tem a concordância do governo. O acerto feito com o relator da MP, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), previa a reabertura do prazo de adesão ao programa após a sanção da lei, mas apenas para os contribuintes com débitos vencidos até o final de 2008. O prazo, porém, foi estendido e passou a englobar dívidas vencidas até 30 de junho de 2013. Ontem, durante a votação, o relator sinalizou que a presidente Dilma Rousseff poderá vetar o artigo. Ele lembrou que não acatou a sugestão de emendas de parlamentares mudando o prazo, em seu relatório final, porque não é a vontade do governo. "Tanto que o governo anunciou que, por não estar de acordo, seria um veto certo", disse Cunha durante a votação. Apesar disso, o PMDB votou a favor da emenda apresentada pelo senador Paulo Bauer (PSDB-SC). Cunha fez questão de dizer que apoiaria o destaque não como relator, mas "pela bancada do PMDB". Mas alertou que não tem compromisso do governo de sanção. Apelo – Após a votação, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves

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Com a falta de chuva, as distribuidoras precisaram comprar energia com preço elevado. Conta é de R$ 8 bi.

fremos problemas resultantes da excessiva burocracia, falta de infraestrutura, queda da produtividade e reformas que precisam ser tomadas para sustentar o nosso desenvolvimento", afirmou Cairoli. Para o presidente da CACB, os governos ainda são muito lentos, embora acredite na capacidade deles de atender aos anseios dos empreendedores. "Somos responsáveis por 25% do PIB, geração de 80% das novas vagas de trabalho", afirmou. Cairoli elogiou a criação da secretaria de Micro e Pequena Empresa. Para ele, a baixa expansão da economia é uma das causas da diminuição dos ganhos da produtividade. Isso significa, segundo ele, que estamos fazendo pouco com os recursos disponíveis. (Agências)

(PMDB/RN) fez um apelo ao governo para que fossem mantidas as mudanças. "Eu quero fazer um apelo para que o governo respeite essa decisão quase unânime desta Casa." Nos parcelamentos anteriores, o governo acabou cedendo à vontade dos parlamentares que votam a favor do lobby das empresas. Todas as vezes pesou a avaliação de que seria um desgaste político grande para o presidente da República vetar o parcelamento aprovado com desconto de juros e multa. A única vez que o governo trabalhou a favor do Refis, assim mesmo com parecer contrário da Receita Federal, foi no fim do ano passado. O Tesouro precisava de recursos extras para fechar as contas de 2013 e ficar dentro da meta de superávit primário estabelecida . Em ano de eleição pode ficar mais difícil para a presidente Dilma vetar o parcelamento, que atinge também pessoas físicas. O governo ainda pode tentar reverter a decisão da Câmara na votação do Senado, prevista para a próxima semana. No entanto, uma alteração do texto faria com que a MP tivesse de ser analisada novamente pelos deputados, correndo o risco de perder a validade. Ela vence no dia 21 de abril. Por causa da Semana Santa, o Congresso terá de concluir a votação até o dia 17 de abril. (EC)


ECONOMIA - 21

DIÁRIO DO COMÉRCIO

sexta-feira, 4 de abril de 2014

BV TRADING S.A. CNPJ/MF nº 00.014.385/0001-46 Avenida das Nações Unidas, 14.171 - 6º andar - Torre A - São Paulo - SP

RELATÓRIO DE ADMINISTRAÇÃO 2013 Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação dos senhores acionistas as Demonstrações Financeiras Individuais, relativas aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2013 e 2012. Estas DFs foram preparadas em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil, seguindo as orientações do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (“CPC”) e as normas internacionais de relatório

financeiro (International Financial Reporting Standards - IFRS), com a aplicação de exceções obrigatórias Agradecimentos relevantes e certas isenções opcionais relativas à adoção completa retrospectiva dessas normas. A administração da BV Trading S/A agradece aos nossos clientes, parceiros e colaboradores. Desempenho financeiro São Paulo, 03 de Abril de 2014 No ano de 2013, a BV Trading S.A. registrou um lucro líquido de R$ 1.838 mil e ativos totais no montante de R$ 57.570 mil. Diretoria

BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 (Em milhares de Reais) Nota Ativo Caixa e equivalentes de caixa Ativos financeiros disponíveis para venda Empréstimos e recebíveis Ativos tributários correntes Ativos tributários diferidos Ativos tangíveis Outros ativos Total do ativo

4 5 6 7 8 9 10

2013 57.570 19.633 2 7.439 24.131 6.325 1 39

2012 55.728 52 4 25.562 23.464 6.609 1 36

57.570

55.728

Nota Passivo Passivos tributários correntes Passivos tributários diferidos Obrigações legais

11 12 13

Total do patrimônio líquido Capital social Reservas Ajustes de avaliação patrimonial Prejuízos acumulados Total do passivo e patrimônio líquido

14

2013 15 1 7 7

2012 10 3 – 7

57.555 85.891 58 (206) (28.188) 57.570

55.718 85.891 58 (205) (30.026) 55.728

DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 (Em milhares de Reais) Resultado financeiro Outras despesas administrativas Depreciação Despesas tributárias Outras receitas e despesas operacionais Resultado antes de impostos e contribuições Impostos e contribuições sobre a renda correntes Impostos e contribuições sobre a renda diferidos Lucro líquido do exercício Lucro por ação (Em R$)

DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 (Em milhares de Reais)

Saldos em 31 de dezembro de 2011 Ajustes de avaliação patrimonial Reversão de reserva Lucro líquido do exercício Saldos em 31 de dezembro de 2012 Ajustes de avaliação patrimonial Lucro líquido do exercício Saldos em 31 de dezembro de 2013

Capital social

Reservas de capital

85.891 – – – 85.891 – – 85.891

58 – – – 58 – – 58

Patrimônio líquido Reservas de lucros Reserva Reservas Ajustes de avaliação legal de expansão patrimonial 1.334 – (1.334) – – – – –

17.034 – (17.034) – – – – –

(203) (2) – – (205) (1) – (206)

2

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Contexto operacional A BV Trading (“Sociedade”), é uma sociedade anônima de capital fechado. Sediada na Avenida das Nações Unidas, 14.171 torre A, 6º andar - conjunto 602, sala B tem como objeto social: a. Operar no ramo do comércio exterior, em especial, a exportação e importação de mercadorias em geral, inclusive produtos primários, manufaturados e semimanufaturados, mediante a compra e venda ou qualquer outra forma de aquisição e/ou alienação de outros produtos; b. Realizar no mercado interno e internacional, a compra e venda ou qualquer outra forma de aquisição e/ou alienação dos produtos mencionados no item anterior; c. Intermediação, prestação de serviços ou representação em geral; d. Participar em outras empresas como sócia quotista ou acionista; e e. Ceder e adquirir créditos em geral. A Sociedade pode atuar por conta própria ou em nome de terceiros e, se compreenderão no âmbito de suas atividades, além da comercialização, a prática de atos relativos ao transporte e a estocagem dos bens objeto das operações já referidas. Desta forma, a Administração avaliou a habilidade da Sociedade em continuar operando normalmente e está convencida de que esta possui recursos para dar continuidade a seus negócios no futuro. Vale destacar que, a Administração não tem o conhecimento de nenhuma incerteza material que possa gerar dúvidas significantes sobre a capacidade da Sociedade de continuar a operar. Portanto, as demonstrações financeiras foram preparadas com base nesse princípio. Eventos subsequentes Medida Provisória nº 627 (MP 627/13) Em 11 de novembro de 2013, foi publicada a Medida Provisória nº 627 (MP 627/13) que altera a Legislação Tributária Federal sobre IR, CS, PIS e Cofins. A MP 627/13 dispõe sobre: • A revogação do Regime Tributário de Transição (RTT), disciplinando os ajustes decorrentes dos novos métodos e critérios contábeis introduzidos em razão da convergência das normas contábeis brasileiras aos padrões internacionais; • A tributação da pessoa jurídica domiciliada no Brasil, com relação ao acréscimo patrimonial decorrente de participação em lucros auferidos no exterior por controladas e coligadas; e • O parcelamento especial de Contribuição para o PIS/Pasep e à Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins. A Administração aguardará a conversão em Lei da MP 627/13 para uma análise mais profunda e conclusiva. Em uma avaliação preliminar, não haverá impactos relevantes. Base de preparação das demonstrações financeiras a. Declaração de conformidade As demonstrações financeiras foram preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, com base na Lei das Sociedades por Ações, incluindo as alterações introduzidas pela Lei nº 11.638 de 28/12/2007 e Lei nº 11.941 de 27/05/2009, em consonância com os pronunciamentos técnicos e as orientações e interpretações técnicas emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). A emissão das demonstrações financeiras foi autorizada pela Diretoria em 26 de março de 2014. b. Moeda funcional e moeda de apresentação Essas demonstrações financeiras são apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Sociedade. Todos os saldos foram arredondados para o milhar mais próximo, exceto quando indicado de outra forma. c. Uso de estimativas e julgamentos Na preparação destas demonstrações financeiras, a Administração utilizou julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação das políticas contábeis da Sociedade e os valores reportados dos ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. As estimativas e premissas são revisadas de forma continua. As revisões das estimativas são reconhecidas prospectivamente. Mensuração do valor justo Ao mensurar o valor justo de um ativo ou um passivo, a Sociedade usa dados observáveis de mercado, tanto quanto possível. Os valores justos são classificados em diferentes níveis em uma hierarquia baseada nas informações (inputs) utilizadas nas técnicas de avaliação da seguinte forma: • Nível 1: preços cotados (não ajustados) em mercados ativos para ativos e passivos e idênticos. • Nível 2: inputs, exceto os preços cotados incluídos no Nível 1, que são observáveis para o ativo ou passivo, diretamente (preços) ou indiretamente (derivado de preços). • Nível 3: inputs, para o ativo ou passivo, que não são baseados em dados observáveis de mercado (inputs não observáveis). A Sociedade reconhece as transferências entre níveis da hierarquia do valor justo no final do período das demonstrações financeiras em que ocorreram as mudanças. Os principais valores reconhecidos nas demonstrações financeiras por meio das estimativas estão incluídos nas notas explicativas nº 5 - Ativos financeiros e nº 8 - Ativos tributários diferidos. d. Demonstração do valor adicionado (“DVA”) Essa demonstração tem por finalidade evidenciar a riqueza criada pela Companhia e sua distribuição durante determinado exercício e está sendo apresentada de forma voluntária, como parte de suas demonstrações financeiras, pois não é uma demonstração prevista nem obrigatória para sociedades por ações de Capital Fechado. A DVA foi preparada com base em informações obtidas dos registros contábeis que servem de base de preparação das demonstrações financeiras e seguindo as disposições contidas no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Principais práticas contábeis a. Apuração do resultado As receitas e despesas são registradas pelo regime de competência. b. Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa compreendem saldo de caixa e investimentos financeiros com vencimento original de três meses ou menos a partir da data de contratação, os quais estão sujeitos a um risco insignificante de alteração no valor justo, e são utilizados pela Sociedade na gestão das obrigações de curto prazo. c. Instrumentos financeiros Os ativos financeiros são classificados em função da intenção da Administração na categoria: Ativos financeiros disponíveis para venda - Ativos financeiros disponíveis para venda são ativos financeiros que são designados como disponíveis para venda. São reconhecidos inicialmente pelo valor justo, acrescidos dos custos da transação. Após o reconhecimento inicial, os ativos financeiros são atualizados pela taxa de juros efetiva e pelo valor justo. As mudanças do seu valor justo, que não sejam perdas por redução no valor recuperável, são reconhecidas em outros resultados abrangentes, líquidos dos efeitos tributários, e apresentadas dentro do patrimônio líquido como “ajustes de avaliação patrimonial”. Quando um investimento é baixado, o resultado acumulado em outros resultados abrangentes é transferido para o resultado do período. d. Empréstimos e recebíveis Os empréstimos e recebíveis são ativos financeiros com pagamentos fixos ou calculáveis que não são cotados no mercado ativo. Tais ativos são reconhecidos inicialmente pelo valor justo, acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, os empréstimos e recebíveis são medidos pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos, decrescidos de qualquer perda por redução ao valor recuperável. Os rendimentos calculados pelo custo amortizado são apresentados na demonstração de resultado como “resultado financeiro”. e. Compensação de ativos e de passivos financeiros Ativos e passivos financeiros são apresentados ao valor líquido se, e apenas se, houver um direito legal de compensá-los um com o outro e se houver uma intenção de liquidá-los dessa forma, ou de realizar um ativo e liquidar um passivo simultaneamente. Em outras situações eles são apresentados separadamente. f. Ativos tangíveis Os ativos tangíveis são reconhecidos pelo custo de aquisição, deduzido da respectiva conta de depreciação. A depreciação é calculada pelo método linear, com base na taxa anual de 10%. O software comprado que seja parte integrante da funcionalidade de um equipamento é capitalizado como parte daquele equipamento. A Administração adotou a avaliação inicial dos ativos imobilizados previstos nos itens 20 e 29 da ICPC 10 pelo seu valor patrimonial registrado na data de adoção integral dos CPCs. Foi considerado que o valor justo patrimonial na data de transição correspondia os valores reais dos ativos imobilizados. Os ativos estão sujeitos à avaliação do valor recuperável em períodos anuais. g. Redução a valor recuperável Os ativos financeiros e não financeiros têm o seu valor recuperável testados anualmente ou sempre que eventos ou alterações significativas nas circunstâncias indicarem que o valor contábil pode não ser recuperado. Para testar a recuperabilidade de um ativo individual ou grupo de ativos, a Sociedade analisa evidências de que seus valores contábeis não serão recuperáveis e, caso se confirme tais evidências e a Sociedade identificar a possibilidade de impairment, a Administração compara o valor residual contábil desse grupo de ativos com seu valor recuperável. Ativos financeiros disponíveis para venda - No caso de uma queda significativa ou prolongada do valor justo do título para baixo de seu valor de custo é considerado um indicador de que os títulos apresentam evento de impairment. Se houver alguma dessas evidências para os ativos financeiros disponíveis para venda, a perda cumulativa - mensurada como a diferença entre o custo de aquisição e o valor justo atual, menos qualquer perda por impairment desse ativo financeiro previamente reconhecido no resultado - é retirada do patrimônio e reconhecida na demonstração do resultado. h. Impostos e contribuições sobre a renda O imposto de renda foi apurado com base na alíquota de 15%, acrescido de adicional de 10%, e a contribuição social foi apurada com base na alíquota de 9%, ambas aplicáveis ao lucro tributável, e consideram a compensação de prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social, limitada a 30% do lucro real. A despesa com imposto de renda e contribuição social compreende os impostos e contribuições sobre a renda correntes e diferidos. O imposto corrente e o imposto diferido são reconhecidos no resultado a menos que sejam reconhecidos no patrimônio líquido ou em outros resultados abrangentes. Imposto diferido é gerado por diferenças temporárias na data do balanço entre as bases tributárias de ativos e passivos e seus valores contábeis para fins de divulgação financeira. Ativos tributários diferidos são reconhecidos sobre prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social, na extensão em que é provável que lucro tributável esteja disponível para a sua realização. O valor contábil dos ativos tributários diferidos é revisado anualmente e baixado na extensão em que não é mais provável que lucros tributáveis estarão disponíveis para permitir que toda ou parte do ativo tributário diferido venha a ser utilizado. Ativos tributários diferidos baixados são reavaliados a cada data do balanço e são reconhecidos na extensão em que se tornam prováveis que lucros tributáveis futuros permitirão que os ativos tributários diferidos sejam recuperados. Ativos e passivos tributários diferidos são mensurados à taxa de imposto que são esperadas a serem aplicáveis no ano em que o ativo é realizado ou o passivo é liquidado, baseado nas taxas de imposto que foram promulgadas na data do balanço. Os ativos tributários diferidos são constituídos de acordo com estudo de capacidade de realização, preparado pela Administração. i. Outros ativos e outros passivos Outros ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias e cambiais auferidas (em base “pro rata” dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Outros passivos estão demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias e cambiais incorridas (em base “pro rata” dia). j. Provisões Uma provisão é reconhecida, em função de um evento passado, se a Companhia tem uma obrigação legal ou construtiva que possa ser estimada de maneira confiável, e é provável que um recurso econômico seja exigido para liquidar a obrigação.

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Lucro/(prejuízo) acumulado

Total

(50.148) – 18.368 1.754 (30.026) – 1.838 (28.188)

53.966 (2) – 1.754 55.718 (1) 1.838 57.555

Os passivos contingentes são reconhecidos nas demonstrações financeiras quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e da Administração, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, com uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes classificados como de perdas possíveis não são reconhecidos contabilmente, devendo ser apenas divulgados nas notas explicativas, e os classificados como remotos não requerem provisão e divulgação. Caixa e equivalentes de caixa 2013 2012 Disponibilidades 33 52 Depósitos bancários 33 52 Aplicações interfinanceiras de liquidez 19.600 – Operação compromissada 19.600 – Total 19.633 52 Ativos financeiros disponíveis para venda 2013 2012 Valor de Valor justo Ganho/(perda) Valorde Valor justo Ganho/(perda) custo (contábil) não realizado custo (contábil) não realizado No País 315 2 (313) 315 4 (311) Invest. por incentivos fiscais 315 2 (313) 315 4 (311) Total 315 2 (313) 315 4 (311) O valor justo dos investimentos por incentivos fiscais são apurados com base na cotação divulgada pela BM&FBOVESPA, nas respectivas datas-bases. Empréstimos e recebíveis 2013 2012 Aplicação estruturada de renda fixa (*) 7.439 25.562 Total 7.439 25.562 (*) Trata-se de uma estrutura de renda fixa composta por um box de opções pré-fixada e um swap que substitui o risco pré-fixado por CDI. Todos os instrumentos desta operação estruturada são contratados e liquidados simultaneamente conforme acordos de compensação, desta forma a operação rentabiliza CDI e é apresentada ao valor líquido e mensurada ao custo amortizado. Ativos tributários correntes 2013 2012 Impostos de renda a compensar 22.693 22.282 Contribuição social a compensar 1.857 1.799 Imposto de renda a recuperar 199 – Compensação de ativos tributários correntes (618) (617) Total 24.131 23.464 Os impostos e tributos a compensar possuem origem de antecipações e retenções na fonte. O prazo para que a Sociedade possa pleitear a restituição ou compensação destes saldos, extingue-se após o transcurso do prazo de 5 anos, contados da data da ocorrência do fato gerador, que para este caso, se completa em 31 de dezembro de cada ano. A Sociedade tem a expectativa de recuperar esses créditos/ativos, de acordo com os impostos devidos apurados nos exercícios subsequentes conforme determinação do RIR/99. A Sociedade possui saldo de R$ 21.807 referentes a créditos com pedidos de restituição e do montante restante R$ 2.238 está dentro do prazo de até 5 anos para solicitação da restituição. No exercício foi registrada a receita pela atualização monetária, taxa Selic, no montante de R$ 934 (R$ 1.151 em 2012) e a receita esta apresentada em outras receitas e despesas operacionais. Ativos tributários diferidos a. Composição dos ativos tributários diferidos 2013 2012 Prejuízo fiscal de Imposto de Renda (IR) 4.718 4.920 Base negativa de Contribuição Social (CS) 1.501 1.573 Outros 106 116 Total 6.325 6.609 b. Movimentação dos ativos tributários diferidos no período 2013 2012 Saldo inicial 6.609 6.873 Prejuízo fiscal de IR (202) (202) Base negativa de CS (72) (73) Outros (10) 11 Saldo final 6.325 6.609 c. Expectativa de realização dos ativos tributários diferidos 2013 2012 Em 2013 – 293 Em 2014 479 1.136 Em 2015 1.364 1.380 A partir de 2015 4.482 3.800 Total 6.325 6.609 Esse saldo refere-se a prejuízo fiscal (IRPJ) e base negativa (CSLL), conforme determinação do RIR/99 a Sociedade pode utilizar 30% da base de cálculo ajustada (adições/exclusões) para abater até o limite do saldo de crédito tributário. Desta forma, a Sociedade espera recuperar esses crédito/ativos com a geração de lucros futuros. A expectativa de realização dos ativos tributários diferidos baseiam-se em projeções financeiras e plano de negócios, considerando um aumento de capital planejado no exercício de 2015. Ativos tangíveis 2013 2012 Custo Depreciação Líquido Líquido Móveis e equipamentos de uso 9 (8) 1 1 Total 9 (8) 1 1 2013 2012 Saldo inicial 1 2 Depreciação – (1) Saldo final 1 1 Em 31 de dezembro de 2013 e 2012, não foi verificado indicativo da existência de perda por valor de recuperação para estes ativos. Outros ativos 2013 2012 Devedores por depósitos em garantia 39 36 Total 39 36 Passivos tributários correntes 2013 2012 Impostos e contribuições sobre o lucro a pagar 618 617 Impostos e contribuições sobre de serviços terceiros 1 3 Compensação de passivos tributários correntes (618) (617) Total 1 3 Passivos tributários diferidos a. Composição dos passivos tributários diferidos 2013 2012 Ativos financeiros por regime de caixa 7 – Total – 7 b. Movimentação dos passivos tributários diferidos 2013 2012 Saldo inicial – – Ativos financeiros por regime de caixa 7 – Saldo final 7 – Obrigações legais 2013 2012 Questões fiscais 7 7 Saldo final 7 7 Esse valor refere-se a discussões judiciais. Tese: compensação de prejuízo fiscal sem observação à limitação de 30%. Para esse processo depositou-se judicialmente o mesmo valor. Patrimônio líquido a. Capital social O capital social da BV Trading S.A. é representado por 25.177.004 ações ordinárias, subscritas e inteiramente integralizadas sem valor nominal. Percentual Quantidade por acionista Ações participação % Votorantim Finanças S.A. 25.177.004 100,00 b. Reservas Reserva de lucro - Reserva legal Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do período, até atingir o limite de 20% do capital social. A reserva legal poderá deixar de ser constituída quando acrescida do montante das reservas de capital exceder 30% do capital social. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital ou para compensar prejuízos. Conforme artigo 189 da Lei nº 6.404, o lucro do exercício será deduzido, antes de qualquer participação, os prejuízos acumulados e a provisão para o Imposto de Renda. Reserva de lucro - Reserva de expansão Em dezembro de 2012 foi utilizada a Reserva de Lucro Legal e a Reserva de expansão para compensar o saldo de prejuízo acumulado como determina a Lei nº 11.638/07, e em 2013 o lucro do exercício foi utilizado para amortização do prejuízo acumulado. c. Dividendos Aos acionistas é assegurado um dividendo mínimo obrigatório, correspondente a 25% do lucro líquido de cada período, deduzido da reserva legal. A Administração propõe a distribuição de dividendos e são reconhecidos como passivo. No exercício de 2012 e 2013 não houve constituição de reservas e distribuição dividendos, em razão da utilização do lucro do exercício para amortização do prejuízo acumulado. Resultado financeiro 2013 2012 Operações compromissadas 248 – Aplicação estruturada de renda fixa 1.959 2.106 Total 2.207 2.106 Outras despesas administrativas 2013 2012 Aluguéis (134) (127) Publicações (47) (74) Serviços do sistema financeiro (33) (31) Serviços técnicos especializados (128) (77) Outras (52) (54) Total (394) (363) Outras receitas e despesas operacionais 2013 2012 Atualização de impostos e contribuições a compensar 934 1.151 Outros resultados 2 (270) Total 936 881 Despesas tributárias 2013 2012 Tributos federais e municipais (1) (3) Total (3) (1)

A Diretoria

18 17 19 19

2013 2.207 (394) – (1) 936 2.748 (618) (292) 1.838 0,11

2012 2.106 (363) (1) (3) 881 2.620 (616) (250) 1.754 0,10

DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS ABRANGENTES EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 (Em milhares de Reais)

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS (Em milhares de Reais) 1

Nota 15 16

Lucro líquido do exercício Outros resultados abrangentes que serão reclassificadas subsequentemente para o resultado: Variação líquida no valor justo de ativos financeiros disponíveis para venda Resultado abrangente total

2013 1.838

2012 1.754

(1) 1.837

(2) 1.752

DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 (Em milhares de Reais) Fluxos de caixa proveniente das operações Lucro líquido do exercício Ajustes ao lucro líquido Depreciação (Aumento) decréscimo líquido nos ativos operacionais Empréstimos e recebíveis Ativos tributários correntes Ativos tributários diferidos Outros ativos Aumento (decréscimo) líquido nos passivos operacionais Passivos tributários diferidos Obrigações legais Outros passivos Caixa gerado/(utilizado) pelas operações Fluxo de caixa proveniente das atividades de investimento Ajustes de avaliação patrimonial - Títulos disponíveis para venda Caixa gerado (utilizado) pelas atividades e investimentos Variação líquida de caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício Caixa e equivalentes de caixa no fim do exercício Aumento no caixa e equivalentes de caixa

2013

2012

1.838 – – 17.735 18.123 (667) 284 (5) 7 7 – – 19.580

1.754 1 1 (1.710) (1.217) (756) 264 (1) (27) (15) 2 (14) 18

1 1 19.581 52 19.633 19.581

1 1 19 33 52 19

DEMONSTRAÇÕES DOS VALORES ADICIONADOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 (Em milhares de Reais) Receitas Resultado financeiro Outras receitas/(despesas) operacionais Itens adquiridos de terceiros Outras Publicações Serviços do sistema financeiro Serviços técnicos especializados Outras Valor adicionado bruto Despesas de depreciação Valor adicionado líquido produzido pela Sociedade Valor adicionado a distribuir Valor adicionado distribuído Impostos, taxas e contribuições No País Despesas tributárias (exceto IR e CS) Imposto de renda/contribuição social Remuneração de capitais de terceiros Aluguéis Remuneração de capitais próprios Lucro retido do exercício

2013 3.143 2.207 936 (260) (260) (47) (33) (128) (52) 2.883 – 2.883 2.883 2.883 911 911 1 910 134 134 1.838 1.838

2012 2.987 2.106 881 (236) (236) (74) (31) (77) (54) 2.751 (1) 2.750 2.750 2.750 869 869 3 866 127 127 1.754 1.754

19 Despesas de impostos e contribuições sobre a renda a. Encargos devidos sobre as operações

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2013 2012 Lucro antes do imposto de renda, da contribuição social e das participações 2.748 2.620 Encargos à alíquota nominal vigente (934) (891) Exclusões/(adições) 316 275 Prejuízo fiscal de IR 202 202 Base negativa de CS 73 73 Ajuste a valor justo de ativos financeiros 1 – Ajuste a valor justo de derivativos 16 – Outros 24 – Imposto de renda e contribuição social correntes (618) (616) Impostos diferidos - Constituídos Em 31 de dezembro de 2013, a Sociedade possuía prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social a compensar apurados até o exercício de 2013 no montante de R$ 18.872 (R$ 19.682 em 2012) e R$ 16.672 (R$ 17.482 em 2012), respectivamente. A compensação dos prejuízos fiscais de imposto de renda e da base negativa da contribuição social está limitada à base de 30% dos lucros tributáveis anuais e não possuem prazo de prescrição. No exercício foi constituído os seguintes impostos e contribuições diferidos com efeito no resultado: Ativos tributários diferidos 2013 2012 Adições/(exclusões) Prejuízo fiscal de IR 202 202 Base negativa de CS 73 73 Outros 17 (25) Total 292 250 Hierarquia de valor justo A tabela abaixo apresenta instrumentos financeiros registrados pelo valor justo em 31 de dezembro de 2013 e 2012, utilizando um método de avaliação. Os diferentes níveis foram definidos como a seguir: • Nível 1: preços cotados (não ajustados) em mercados ativos; • Nível 2: inputs incluídas no Nível 1 que são observáveis para o ativo ou passivo, diretamente (preços) ou indiretamente (derivado de preços); e • Nível 3: premissas que não são baseadas em dados observáveis de mercado (inputs não observáveis). Instrumentos financeiros mensurados a valor justo 31/12/2013 31/12/2012 Valor Justo Valor Justo (Contábil) Nível 1 Nível 2 Nível 3 (Contábil) Ativo Ativos financeiros disponíveis para venda – 2 – 2 4 Total – 2 – 2 4 O valor justo dos investimentos por incentivos fiscais são apurados com base na cotação divulgada pela BM&FBOVESPA, nas respectivas datas-base. Instrumentos financeiros mensurados ao custo amortizado 31/12/2013 31/12/2012 Valor Justo Valor Justo (Contábil) Nível 1 Nível 2 Nível 3 (Contábil) Ativo Empréstimos e recebíveis – 7.439 – 7.439 25.562 Total – 7.439 – 7.439 25.562 Partes relacionadas Na elaboração das demonstrações financeiras, são consideradas operações com partes relacionadas: a. Pessoa ou membro da família relacionada com a entidade que tiver o controle pleno ou compartilhado da entidade ou influência significativa. b. Empresas ligadas, coligadas e controladas pertencentes ao Grupo Econômico Votorantim. c. Pessoas-chaves da administração do Grupo Econômico Votorantim, que têm autoridade e responsabilidade de planejamento, direção e controle das atividades da entidade, direta ou indiretamente na atividade das empresas. d. Sumário das transações com partes relacionadas Os saldos das operações ativas, passivas, de receitas e despesas envolvendo outras partes relacionadas (Banco Votorantim S.A.) são os seguintes: 2013 2012 Ativos Caixa e equivalentes de caixa 19.615 34 Empréstimos e recebíveis 7.439 25.562 Receitas Receitas de juros 2.207 2.106 As operações de caixa e equivalentes de caixa realizadas entre partes relacionadas são efetuadas a valores, prazos e taxas médias usuais de mercado, vigente nas respectivas datas, e em condições de comutatividade. Referentes às condições das operações de empréstimos e recebíveis vide nota explicativa 6. Outras informações a. Benefícios a empregados A Sociedade não possui funcionários. b. Cobertura de seguros A Sociedade adota a política de contratar cobertura de seguros para os bens sujeitos a riscos por montantes considerados suficientes para cobrir eventuais sinistros, considerando a natureza de sua atividade. As premissas de risco adotadas, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de uma auditoria das demonstrações financeiras, consequentemente não foram analisadas pelos nossos auditores independentes. Gerenciamento de riscos a. Gerenciamento de riscos financeiros A Administração da Sociedade é responsável pelo gerenciamento de riscos financeiros alinhada com as diretrizes e políticas da Votorantim Finanças S.A.. i. Risco de crédito Risco de Crédito consiste na possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento, pelo tomador ou contraparte, de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados. A BV Trading S.A. investe principalmente em ativos financeiros de empresas controladas ou controladas em conjunto pela própria controladora. Os valores contábeis dos ativos financeiros abaixo representam a exposição máxima do crédito. Referente à qualidade do risco de crédito vida notas explicativas 5, 6 e 21. 31/12/2013 31/12/2012 Ativos financeiros disponíveis para venda 2 4 Empréstimos e recebíveis 7.439 25.562 Total 25.566 7.441 ii. Risco de mercado O risco de mercado é definido como a possibilidade de ocorrência de perdas financeiras decorrentes da flutuação nos valores de mercado de exposições detidas. Estas perdas financeiras podem ser incorridas em função do impacto produzido pela variação das taxas de juros, das paridades cambiais, dos preços de ações e de commodities. A BV Trading S.A. busca limitar o risco de mercado no processo de decisão sobre as operações nas quais a Sociedade investe. Em 31 de dezembro de 2013 e 31 de dezembro de 2012, não houve exposições com risco de variação cambial, preços de ações e commodities. As operações com risco de variação das taxas de juros estão baseadas nas taxas de CDI. As principais exposições da Sociedade estão divulgadas na nota explicativa 6. Para fins da análise de sensibilidade das exposições ao risco de variação de das taxas de juros, a BV Trading S.A. considera um cenário de uma alteração de 1% das taxas de juros contratuais e avalia o impacto desse cenário no resultado da Sociedade. O cenário descrito seguira em 31 de dezembro de 2013 em uma variação das receitas de juros de R$ 74 (31/12/2012: R$ 256). iii. Risco de liquidez O risco de liquidez é definido pela possibilidade de a Sociedade não ser capaz de honrar eficientemente suas obrigações esperadas e inesperadas, correntes e futuras, inclusive as decorrentes de vinculação de garantias, sem afetar suas operações diárias e sem incorrer em perdas significativas; e possibilidade de a Sociedade não conseguir negociar a preço de mercado uma posição, devido ao seu tamanho elevado em relação ao volume normalmente transacionado ou em razão de alguma descontinuidade no mercado. A BV Trading S.A. tem em 31 de Dezembro de 2013 uma reserva de liquidez consolidada em caixa e equivalentes de caixa de R$ 19.633 (21/12/2012: R$ 52 ). A BV Trading S.A. não tem passivos financeiros em 31 de dezembro de 2013 e 31 de dezembro de 2012.

Lupércio de Souza Izabel - CRC 1SP 194.632/O-4


22 -.ECONOMIA/LEGAIS

DIÁRIO DO COMÉRCIO

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Edital de 1ª e 2ª Praça ç de bem(ns) imóveis e para intimação do(a)(s) executado(a)(s) POLEGAR IMÓVEIS S/C LTDA (CNPJ 061.391.348/0001-41) na pessoa de seu representante lega e executada ANA MARIA LEAL ARAÚJO – (053.811.148-85), e demais interessados, expedido nos autos da ação Sumária em fase de Execução – Proc. nº 0010344-51.2011.8.26.0003 – movida por ADRIANO RIBEIRO GUSTINELLI (CPF 256.636.628-47). O Dr. Marco Antonio Botto Muscari, Juiz de Direito da 4ª Vara Cível do Fórum Regional do Jabaquara/SP, na forma da lei, etc. FAZ SABER que, com fulcro no artigo 689-A do CPC e regulamentado pelo Prov. CSM 1625/2009 do TJ/SP, através da GOLD LEILÕES – Intermediação de Ativos Ltda. (www.canaljudicial.com.br/goldleiloes) portal de leilões on-line, levará a público pregão de venda e arrematação na 1ª Praça com início no dia 08/04/2014 às 11:30h, e com término no dia 10/04/2014 às 11:30h, entregando-o a quem mais der valor igual ou superior ao da avaliação, ficando desde já designado para a 2ª Praça com início no dia 10/04/2014 às 11:31h, e com término no dia 30/04/2014 às 11:30h, caso não haja licitantes na 1ª, ocasião em que os bens serão entregues a quem mais der, não sendo aceito lance inferior a 50% do valor de avaliação (Art. 692 do CPC e art. 13 do Prov. CSM n. 1625/2009) do(s) bem(ns) abaixo descrito(s). RELAÇÃO DO(S) BEM(NS): 1) Os direitos hereditários que Ana Maria Leal Araújo possui sobre uma parte de terras, localizada no Sítio denominado Pedra Morna, no Bairro Rio Acima, com quatro alqueires aproximadamente, com as seguintes divisas: começam numa pedreira seguindo um córrego acima e continuando a subir até dar em um espigão e subindo pelo dito espigão dividem com terras de José Manela e com Benedicto Fernandes e João Rodrigues, descendo por esse espigão dividem com terras de Cipriano Benedito de Moraes, ou sucessores dessas denominadas pessoas, até o ponto de partida; INCRA nº 638.331.002.186/3, 1979 – área total 6,0 hs., área explorada 0,0 hs., área explotável 0,0 hs., módulo 0,0 hs., nº de módulos 0,01hs, fração min. de parc. 0,0 hs, imóvel melhor descrito na CRI nº 15.868, do 2º Cartório de Registro de Imóveis de São Bernardo do Campo/SP, cujos direitos hereditários pertencem à executada Ana Maria Leal Araújo, acima qualificada. BENFEITORIAS: Trata-se de um sítio parcialmente ocupado por mata nativa, com as seguintes construções principais e respectivas características. Edificação principal (SEDE) com 442,42m2, composta por varandas, sala, cinco suítes, salão, copa, cozinha, lavanderia, quatro e wc para empregada no pavimento térreo, cozinha e banheiro no pavimento inferior. Edificação secundária (SALÃO) Área de 183,30m2, composta por salão, cozinha com churrasqueira e sanitário. Casa de caseiro – contendo dois dormitórios, cozinha e banheiro, com 34,40m2. Além destas edificações, há também uma piscina, canil, galinheiro e um pequeno curral. AVALIAÇÃO: R$ 621.894,00 (Seiscentos e Vinte e um Mil, Oitocentos e Noventa e Quatro Reais), atualizados até abril/2013, e que deverá ser atualizado até a data do leilão eletrônico. ÔNUS: Nada consta. As fotos e a descrições detalhadas do(s) bem(ns) a ser(em) levado(s) a leilão estão disponíveis no Portal www.canaljudicial.com.br/goldleiloes. DO CONDUTOR DO LEILÃO – O Leilão será conduzido pelo Advogado Dr. Mauricio Geraldo Quaresma, devidamente matriculado na OAB/SP nº 134.740. DO PAGAMENTO - O arrematante deverá efetuar o pagamento do preço do bem arrematado, no prazo de até 24h (vinte e quatro horas) após o encerramento do leilão, através de guia de depósito judicial do Banco do Brasil S.A. (obtida em suas agências bancárias) ou através do site www.bb.com.br, em favor do Juízo responsável, sob pena de se desfazer a arrematação. DA COMISSÃO – O arrematante deverá depositar em dinheiro na rede bancária, DOC ou TED, no prazo de até 24h a contar do encerramento do leilão, a título de comissão, o valor correspondente a 5% (cinco por cento) sobre o preço de arrematação do imóvel (não incluso no valor do lanço), na conta da gestora de leilão: Gold – Intermediação de Ativos – CNPJ: 18.067.544/0001-36, Banco Itaú, Agência 6404, C/C 29.949-4. DÚVIDAS E ESCLARECIMENTOS: Pessoalmente perante o Oficio onde estiver ocorrendo à ação, pelos telefones da gestora: (11) 2741-9515 / 2741-9946, ou ainda no e-mail: duvidas@leiloesgold.com.br. Fica(m) do presente edital o(a)(s) executado(a)(s) INTIMADO(A)(S) das designações supra, caso não seja(m) localizado(a)(s) para a intimação pessoal. Não consta dos autos haver recurso ou causa pendente de julgamento. "Eventuais ônus sobre os imóveis, correrão por conta do arrematante", exceto eventuais débitos de IPTU/ITR e demais taxas e impostos que serão sub-rogados no valor da arrematação nos termos do art. 130, “caput” e parágrafo único, do CTN, mediante apresentação de extrato pelo arrematante. A venda será efetuada em caráter “ad corpus” e no estado de conservação em que se encontra. Será o presente edital, por extrato, afixado e publicado na forma da lei. ♦

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Edital de 1ª e 2ª Praça de bem(ns) imóveis e para intimação do(a)(s) executado(a)(s) CLAUDONIR LUIZ MENDERICO (CPF: 566.086.678-68) e s/mulher REGINA BORGES MENDERICO (CPF: 566.086.678-68), e demais interessados, expedido nos autos da ação de Execução de Titulo Extrajudicial – Proc. 0008408-14.2009.8.26.0309 (309.01.2009.084408) – movida por CAIXA DE PREVIDÊNCIA DOS FUNCIONÁRIOS DO BANCO DO BRASIL – PREVI (CNPJ 33.754.482/0001-24). O Dr. Dirceu Brisolla Geraldini, Juiz de Direito Auxiliar da 6ª Vara Cível do Foro da Comarca de Jundiaí / SP, na forma da lei, etc. FAZ SABER que, com fulcro no artigo 689-A do CPC e regulamentado pelo Prov. CSM 1625/2009 do TJ/SP, através da GOLD LEILÕES – Intermediação de Ativos Ltda. (www.canaljudicial.com.br/goldleiloes) portal de leilões on-line, levará a público pregão de venda e arrematação na 1ª Praça com início no dia 08/04/2014 às 11:30h, e com término no dia 10/04/2014 às 11:30h, entregando-o a quem mais der valor igual ou superior ao da avaliação, ficando desde já designado para a 2ª Praça com início no dia 10/04/2014 às 11:31h, e com término no dia 30/04/2014 às 11:30h, caso não haja licitantes na 1ª, ocasião em que os bens serão entregues a quem mais der, não sendo aceito lance inferior a 60% do valor de avaliação (Art. 692 do CPC e art. 13 do Prov. CSM n. 1625/2009) do(s) bem(ns) abaixo descrito(s). RELAÇÃO DO(S) BEM(NS): Imóvel localizado à travessa Juan Catalan Garcia nº 137, Parque dos Cafezais, II, constituído dos lotes nºs 23 e 24 da quadra “24”, do loteamento de já citado Pq. Dos Cafezais II, situado na cidade e município de ITUPEVA, desta comarca, designado como lote 23-A, com área de 2.000 m2, que assim se descreve: mede 40m de frente para a travessa 11; do lado direito de quem da Travessa 11 olha para o imóvel, mede 50m confrontando com o lote 22, do lado esquerdo mede 50m confrontando com o lote 25 e, nos fundos mede 40m confrontando com o lote 37 e confrontando em 20 m com o lote 38. Contribuinte nº 01.07.024.0702.001. Objeto da Matricula nº 53.152 – 1º CRI de Jundiaí. BENFEITORIAS: Sobre o terreno contem edificações classificada “Residencial”, trilogia Construtiva “casa”, padrão construtivo “padrão Médio”, com área construída de 379,51m2, assim distribuídos, residência principal com 257,97m2, edícula com 67,83m2 e piscina com 53,71m2. AVALIAÇÃO: R$ 470.238,13 (Quatrocentos e Setenta Mil, duzentos e trinta e oito reis e treze centavos), atualizado até fevereiro/2013, conforme tabela do TJSP, e que será atualizada na data do efetivo leilão. ONUS: Consta da referida matricula, conforme R.4 de 12/03/1993, HIPOTECA EXEQUENDA; e conforme R.5 de 29/08/2011, PENHORA EXEQUENDA. As fotos e a descrições detalhadas do(s) bem(ns) a ser(em) levado(s) a leilão estão disponíveis no Portal www.canaljudicial.com.br/goldleiloes. DO CONDUTOR DO LEILÃO – O Leilão será conduzido pelo Advogado Dr. Mauricio Geraldo Quaresma, devidamente matriculado na OAB/SP nº 134.740. DO PAGAMENTO - O arrematante deverá efetuar o pagamento do preço do bem arrematado, no prazo de até 24h (vinte e quatro horas) após o encerramento do leilão, através de guia de depósito judicial do Banco do Brasil S.A. (obtida em suas agências bancárias) ou através do site www.bb.com.br, em favor do Juízo responsável, sob pena de se desfazer a arrematação. DA COMISSÃO – O arrematante deverá depositar no prazo de até 24h a contar do encerramento do leilão, a título de comissão, o valor correspondente a 5% (cinco por cento) sobre o preço de arrematação do imóvel (não incluso no valor do lanço), através de guia de depósito judicial do Banco do Brasil S.A. (obtida em suas agências bancárias) ou através do site www.bb.com.br, em favor do Juízo responsável, sob pena de se desfazer a arrematação. DA ADJUDICAÇÃO OU ACORDO – Na hipótese de adjudicação do bem pelo exequente, este ficará responsável pela comissão devida. Todas as regras e condições do Leilão estão disponíveis no Portal www.canaljudicial.com.br/goldleiloes. Sendo firmado acordo entre as partes, deverá o(a) executado(a) arcar com as despesas de divulgação assumidas pelo leiloeiro correspondentes a 2,5% (dois e meio por cento) sobre o valor acordado. DÚVIDAS E ESCLARECIMENTOS: Pessoalmente perante o Oficio onde estiver ocorrendo à ação, pelos telefones da gestora: (11) 2741-9515 / 2741-9946, ou ainda no e-mail: duvidas@leiloesgold.com.br. Fica(m) do presente edital o(a)(s) executado(a)(s) INTIMADO(A)(S) das designações supra, caso não seja(m) localizado(a)(s) para a intimação pessoal. Não consta dos autos haver recurso ou causa pendente de julgamento. "Eventuais ônus sobre os imóveis, correrão por conta do arrematante", exceto eventuais débitos de IPTU/ITR e demais taxas e impostos que serão sub-rogados no valor da arrematação nos termos do art. 130, “caput” e parágrafo único, do CTN, mediante apresentação de extrato pelo arrematante. A venda será efetuada em caráter “ad corpus” e no estado de conservação em que se encontra e correm por conta exclusiva do arrematante as despesas gerais relativas à desmontagem, transporte e transferência patrimonial do bem arrematado. Será o presente edital, por extrato, afixado e publicado na forma da lei. ♦

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Edital de 1ª e 2ª Praça de bem imóvel e para intimação do(a)(s) executado(a)(s) JOSUÉ CLAUDINO DA CRUZ – (CPF 294.483.738-94), sua cônjuge se casado for, e demais interessados, expedido nos autos da Ação EXECUÇÃO – Proc. nº 0117061-86.2008.8.26.0005 (005.08.117061-0) – requerida por IVAN BENTO DE OLIVEIRA. O Dr. Cesar Luiz de Almeida, Juiz de Direito da 2ª Vara Cível do Fórum Regional de São Miguel Paulista/SP, na forma da lei, etc. FAZ SABER que, com fulcro no artigo 689-A do CPC e regulamentado pelo Prov. CSM 1625/2009 do TJ/SP, através da GOLD LEILÕES – Gold Intermediação de Ativos Ltda. (www.canaljudicial.com.br/goldleiloes) portal de leilões on-line, levará a público pregão de venda e arrematação na 1ª Praça com início no dia 08/04/2014 às 15:30h, e com término no dia 10/04/2014 às 15:30h, entregando-o a quem mais der valor igual ou superior ao da avaliação, ficando desde já designado para a 2ª Praça com início no dia 10/04/2014 às 15:31h, e com término no dia 30/04/2014 às 15:30h, caso não haja licitantes na 1ª, ocasião em que os bens serão entregues a quem mais der, não sendo aceito lance inferior a 60% do valor de avaliação (Art. 692 do CPC e art. 13 do Prov. CSM n. 1625/2009) do(s) bem(ns) abaixo descrito(s). RELAÇÃO DO(S) BEM(NS): Os direitos que o executado possui sobre: O Terreno e sua respectiva Construção, situado na Rua Calladivas, nº 43, no Bairro da Ponte Rasa, lote 15 da quadra D-573, da Planta particular do Jardim Leone, aprovado pela SERLA, antigo lote 43 da quadra D, no Distrito de Ermelino Matarazzo, com área total de 120,00m2, medindo 6,00m de frente para a referida rua, por 20,00m da frente aos fundos, de ambos os lados, tendo nos fundos a mesma largura da frente, confinando pela lado direto visto de fora com o lote 16, pelo lado esquerdo com o lote 14, e nos fundos com o lote 45, contribuinte nº 111.573.0041-2. Matricula nº 127.901 do 12º CRI da Capital. BENFEITORIAS: No respectivo terreno foi construído um Prédio com 129,00m2 de área construída, que recebeu o nº 43, conforme CND nº 194.830, conforme averbação 2 da referida matricula. AVALIAÇÃO: R$ 248.880,00 (DUZENTOS E QUARENTA E OITO MIL E OITOCENTOS E OITENTA REAIS), atualizado até outubro/2012, que deverá ser atualizada na data do efetivo leilão eletrônico ÔNUS: NADA CONSTA. As fotos e a descrições detalhadas do(s) bem(ns) a ser(em) levado(s) a leilão estão disponíveis no Portal www.canaljudicial.com.br/goldleiloes. DO CONDUTOR DO LEILÃO – O Leilão será conduzido pelo Advogado Dr. Mauricio Geraldo Quaresma, devidamente matriculado na OAB/SP nº 134.740. DO PAGAMENTO - O arrematante deverá efetuar o pagamento do preço do bem arrematado, no prazo de até 24h (vinte e quatro horas) após o encerramento do leilão, através de guia de depósito judicial do Banco do Brasil S.A. (obtida em suas agências bancárias) ou através do site www.bb.com.br, em favor do Juízo responsável, sob pena de se desfazer a arrematação. DA COMISSÃO – O arrematante deverá depositar em dinheiro na rede bancária, DOC ou TED, no prazo de até 24h a contar do encerramento do leilão, a título de comissão, o valor correspondente a 5% (cinco por cento) sobre o preço de arrematação do imóvel (não incluso no valor do lanço), na conta da gestora de leilão: Gold – Intermediação de Ativos – CNPJ: 18.067.544/0001-36, Banco Itaú, Agência 6404, C/C 29.949-4. DA ADJUDICAÇÃO OU ACORDO – Na hipótese de adjudicação do bem pelo exequente, este ficará responsável pela comissão devida. Todas as regras e condições do Leilão estão disponíveis no Portal www.canaljudicial.com.br/goldleiloes. Sendo firmado acordo entre as partes, deverá o(a) executado(a) arcar com as despesas de divulgação assumidas pelo leiloeiro correspondentes a 2,5% (dois e meio por cento) sobre o valor acordado. DÚVIDAS E ESCLARECIMENTOS: Pessoalmente perante o Oficio onde estiver ocorrendo à ação, pelos telefones da gestora: (11) 2741-9515 / 2741-9946, ou ainda no e-mail: duvidas@leiloesgold.com.br. Fica(m) do presente edital o(a)(s) executado(a)(s) INTIMADO(A)(S) das designações supra, caso não seja(m) localizado(a)(s) para a intimação pessoal. Não consta dos autos haver recurso ou causa pendente de julgamento. "Eventuais ônus sobre os imóveis, correrão por conta do arrematante", exceto eventuais débitos de IPTU/ITR e demais taxas e impostos que serão sub-rogados no valor da arrematação nos termos do art. 130, “caput” e parágrafo único, do CTN, mediante apresentação de extrato pelo arrematante. A venda será efetuada em caráter “ad corpus” e no estado de conservação em que se encontra. Será o presente edital, por extrato, afixado e publicado na forma da lei. ♦

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Acredito fortemente que temos bons fundamentos. Murilo Ferreira, presidente da Vale

Carvão da Vale em dois continentes Empresa negocia parceiras em Moçambique e na Austrália brasileira Vale - uma das multinacionais brasileiras que tem investimentos espalhados mundo afora, está buscando rever sua estratégia na África e na Oceania. Em consequência, espera neste momento alinhar uma parceria para suas operações de carvão na Austrália e em Moçambique apesar das fracas condições que a indústria enfrenta, disse ontem seu presidente-executivo, Murilo Ferreira. A Vale havia dito anteriormente que buscava vender de 15% a 25% de participação em suas operações de carvão, incluindo a mina Moatize em Moçambique e as minas Carborough Downs, Integra e Isaac Plains, e projetos não desenvolvidos na Austrália. O presidente Murilo Ferreira reconheceu ontem que as minas australianas da companhia têm "muitos problemas", mas que a empresa mantinha uma visão de longo prazo para a indústria. Visão de longo prazo - "Nós temos potenciais investidores

A

com a mesma visão, baseada em uma operação de longo prazo. E, com certeza, eles apreciam ver uma parceira conosco", afirmou Ferreira, que se encontra em Melbourne, na Austrália, cuidando dessas tratativas. Ele não quis comentar sobre com quem a empresa está conversando. Questionado se a companhia considera fechar alguma de suas minas australianas, Ferreira disse não ter visto nenhuma análise dos funcionários locais que pedia pelo fechamento de minas. Ele também afirmou estar confortável com as operações da empresa em Moçambique, apesar de ameaças de segurança e disse que a Vale deve estar apta a anunciar em breve uma joint venture para seus negócios de ferrovias no país. Esta semana, a companhia suspendeu as operações na linha ferroviária de carvão Moatize-Beira, após um de seus trens ser atingido por tiros, ferindo o maquinista. Em busca de rentabilidade -

Ferreira reiterou também seu compromisso com austeridade na companhia. Isso quer dizer que a empresa não irá buscar aquisições, e está concentrada em impulsionar os retornos para acionistas com a ajuda da abertura da mina de minério de ferro em Carajás neste ano. "O dinheiro pode ficar muito melhor nas mãos de nossos acionistas", disse. A nova mina vai aumentar a capacidade de minério de ferro da Vale em 30%, para quase US$ 400 milhões de toneladas por ano. O executivo espera que os preços de minério de ferro fiquem entre US$ 100 e US$ 125 por tonelada nos próximos um a dois anos. "Eu acredito fortemente que temos bons fundamentos", disse Ferreira sobre os negócios de minério de ferro, acrescentando que analistas que preveem fortes quedas nos preços do produto falharam em considerar o desafio de substituir reservas de minério de ferro. (Reuters)

Mais complicações para Petrobras Petrobras sofreu outro revés em seu esforço para aumentar a produção de petróleo no mês passado quando a companhia italiana Saipem SpA, contratada pela estatal, deixou cair um tubo de aço de 2,3 quilômetros no Oceano Atlântico. Em 16 de março, o equipamento utilizado para juntar o tubo à plataforma de petróleo flutuante falhou, e os tubos de liga de metal, de alta qualidade, despencaram cerca de 1.800 metros para o fundo do mar, ficando destruídos, com perda total. O tubo valia cerca de US$ 2 milhões, mas o custo do acidente será muito maior. Por retardar os esforços para expandir Roncador, o

A

Greenpeace absolve Google, Apple e Facebook m relatório do Greenpeace, divulgado nesta semana, aponta Google, Apple e Facebook como as três principais empresas de tecnologia e internet que usam energia limpa em seus serviços. De acordo com a organização, os três estão 100% comprometidos com energias renováveis. A Apple é a única a

U

segundo maior campo de petróleo do Brasil, em pelo menos um mês, a Petrobras vai perder dezenas de milhões de dólares em produção de petróleo, salários e locações de equipamentos quando menos pode se permitir um gasto como esse. "A série de problemas de gestão e de engenharia que a empresa enfrenta é espantosa", disse o professor e pesquisador do Instituto Brasileiro do Petróleo na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Cleveland Jones. "Esse pode ter sido um acidente infeliz, mas ocorre quando os problemas organizacionais da empresa tornam-se mais evidentes." A produção de petróleo e

utilizar 100% de energia renovável para manter os servidores de armazenamento do iCloud e do iTunes. A empresa construiu fazendas de energia solar e usa também energia eólica e geotérmica para abastecer seus centros de armazenamento de dados. O Facebook, de acordo com o relatório, também abastece parte dos seus data centers com energia renovável na Carolina do Norte e no Oregon. Segundo o Greenpeace, o Google é o líder entre as empre-

gás da Petrobras em fevereiro voltou a cair em relação ao ano anterior --há mais de cinco anos a extração da estatal está estagnada. Essa situação está consumindo a receita da Petrobras e contribuindo para elevar sua dívida. Apesar de ter um plano de investimento de US$ 221 bilhões em cinco anos, a empresa tem tido pouco sucesso em fazer com que as novas descobertas marítimas gigantes resultem em aumento de produção. A Petrobras planeja aumentar a produção no Brasil entre 6,5% e 8,5%, para até 2,07 milhões de barris por dia (bpd), em 2014. Isso seria o seu primeiro ganho anual desde 2011.(Reuters)

sas de internet que compram energia limpa. Yahoo e Microsoft estão no caminho para se tornarem empresas "verdes". De acordo com o relatório do Greenpeace, as duas empresas ainda abastecem muitos de seus serviços com energia nuclear ou vinda de gás natural e carvão. Uma das empresas menos comprometidas ecologicamente, segundo o Greenpeace, é a Amazon. Outra companhia é a Twitter. (Folhapress)


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Com a proximidade, temos o potencial de absorver parte do mercado chinês. Michael Chau, da Universidade de Hong Kong.

Hong Kong, lar para os bitcoins? Investidores apostam que o ambiente regulatório desfavorável na China continental coloca a região, por sua postura laissez-faire, como favorita a hospedar a moeda. Fotos: Lam Yik Fei/The New York Times

Alan Wong* urante o dia, David Shin 38 anos, é banqueiro de investimentos em uma empresa financeira importante de Hong Kong; à noite, e em cada minuto livre, ele é um empreendedor que tenta entrar no cenário crescente do bitcoin. Mesmo com as preocupações sobre a viabilidade dessa moeda virtual em longo prazo, Shin arrecada fundos, convida clientes e contrata funcionários para lançar, até o final deste mês, sua empresa, a CryptoMex – espécie de bolsa de valores para as empresas voltadas ao bitcoin. "Creio que o bitcoin promoverá um novo mundo da moeda", declara. "A internet começou como um protocolo revolucionário, tornando-se mais fácil de usar com o tempo, e passou por uma taxa de crescimento ex p l o s i v a . O m e s m o e s t á acontecendo com o bitcoin". Shin faz parte de um campo crescente de especialistas em tecnologia, agentes financeiros e nerds em criptografia que apostam que o ambiente regulatório desfavorável na China continental colocou essa região administrativa – com a sua postura laissez-faire – à beira de algo grande. O bitcoin, moeda digital não vinculada a nenhum governo e "minerada" por computadores executando algoritmos complexos, em grande parte não tem regulamentação, criando um Velho Oeste virtual de programadores e especuladores. Mas enquanto o bitcoin tenta obter maior aceitação dos meios convencionais, as autoridades ao redor do mundo começaram a observá-lo com mais cautela, como fariam com uma moeda convencional. O colapso espetacular da Mt. Gox, a casa de câmbio de Tóquio, apenas aumentou as preocupações dos regulamentadores. As ações regulatórias na China foram as mais rígidas até hoje. Em dezembro, as autoridades chinesas suspenderam a utilização do bitcoin por parte dos bancos e dos processadores de pagamentos, derrubando à metade o valor da moeda virtual em duas semanas. Embora o governo tenha dito que o público em geral podia negociar os bitcoins online, o medo maior é que a China possa a qualquer momento proibir totalmente seu uso offline, como fez em 2009 com a Q Coin, uma moeda virtual emitida pela Tencent.

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Em loja física Hong Kong tem permanecido até agora relativamente

Shin prepara o lançamento de sua CryptoMex, seguindo a trilha aberta por empreendedores como Ken Lo (foto abaixo), fundador da ANX. passiva na frente regulatória. A ex-colônia da Inglaterra manteve um sistema político e econômico separado desde que voltou ao domínio chinês, e a Autoridade Monetária de Hong Kong, o banco centralde facto da cidade, afirma que não regula o bitcoin diretamente, pelo menos por enquanto. Os empreendedores em Hong Kong estão essencialmente brincando de arbitragem regulatória. Embora informações sólidas sejam escassas, a China é vista como o segundo maior mercado do bitcoin do mundo, atrás dos Estados Unidos, e as restrições desaqueceram o seu incipiente cenário de utilização da moeda digital. Por virtude da proximidade, os negócios em Hong Kong esperam captar uma parte da demanda. "Como a água, o bitcoin pode tomar o caminho de menor resistência e se estabelecer em Hong Kong", afirma Michael Chau, professor de administração da Universidade de Hong Kong. "Devido à proximidade com a China – e porque ela faz parte do país desde 1997 – Hong Kong tem o potencial de absorver parte do mercado de bitcoins". A base de clientes chineses de Laser Yuan, o fundador da BitCashOut, casa de câmbio sediada em Hong Kong, dobrou depois da notícia em dezembro. Recentemente, a ANX, a maior casa de câmbio da cidade, inaugurou o que

apresenta como a primeira loja física do mundo para a moeda virtual, onde os clientes podem comprar bitcoins no guichê. A ANX também instalou uma máquina de venda automática de moeda em março. A Robocoin, fabricante de caixas eletrônicos de bitcoin, instalará o seu primeiro caixa eletrônico em Hong Kong ainda nesse semestre, e tem planos para mais 100 unidades ao redor do mundo, nenhuma delas na China, segundo o di-

promessa do bitcoin no ano passado, quando cada moeda valia US$ 25 (hoje, vale cerca de US$ 620 dólares). Após arrecadar US$ 2,5 milhões, ele os sócios fundaram o IceDrill, operação em Montreal onde racks de computadores trabalham para gerar bitcoins. Mas agora ele está vendendo a sua parte na mineração canadense e se concentrando em sua startup em Hong Kong, que, segundo ele, poderia ser "a capital do bitcoin da Ásia". Shin re-

retor executivo da empresa, Jordan Kelley. "Temos centenas e centenas de contatos de empresários e empreendedores chineses com a intenção de se tornarem operadores da Robocoin", ele conta, acrescentando que se a China lhe desse o sinal verde, a empresa "teria 200 caixas eletrônicos, se não mais, para serem instalados lá antes do fim do ano".

centemente contratou Jake Smith, entusiasta do bitcoin bem conectado que trabalhou para Li Xiaolai – um investidor chinês que supostamente é dono de 100.000 moedas – para lhe ajudar a persuadir os chineses a aderirem às empresas listadas em sua plataforma. "Quando o governo cria restrições ao bitcoin na China, os investidores naturalmente olham para Hong Kong – não Cingapura, não a Coreia – como substituta", diz Shin.

Limbo regulatório Shin conta que vislumbrou a

EDITAL PARA CITAÇÃO DE NIRO’S COMERCIALIZAÇÃO DE CINTOS LTDA, EXPEDIDO NOS AUTOS DA AÇÃO DE CANCELAMENTO DE PROTESTO COM PEDIDO DE TUTELA ANTECIPADA, REQUERIDA POR MAURICIO IOSHIHIRO FUCUDA – ME, PROCESSO Nº 000033135.2012.8.26.0010, ORDEM N. – PRAZO 20 DIAS. O Dr. Luis Fernando Cirillo, MM. Juiz de Direito da 1ª Vara Cível do Foro Regional X – IPIRANGA da Comarca de São Paulo, Estado de São Paulo, na forma da lei FAZ SABER a NIRO’S COMERCIALIZAÇÃO DE CINTOS LTDA e todos quanto do presente edital virem ou dele conhecimento tiverem, que MAURICIO IOSHIHIRO FUCUDA – ME, ajuizou a presente Ação de Cancelamento de Protesto com Pedido de Tutela Antecipada, distribuída em 12.01.2012, registrados sob o nº 0000331-35.2012.8.26.0010 contra NIRO’S COMERCIALIZAÇÃO DE CINTOS LTDA., requerendo em sede de tutela antecipada a suspensão dos efeitos do protesto, sendo a tutela antecipada deferida. Requer a título de tutela definitiva de mérito, ou seja, sentença, seja determinado o cancelamento do protesto, haja vista a inexistência de relação jurídica subjacente a ensejar a emissão da duplicata mercantil. Requerida não localizada, desconhecida, conforme fls. 29, publicação em 09.02.2012, devolução da carta de citação. As fls. 41 Certidão do Oficial de Justiça, requerida não se encontra estabelecida no local, desconhecida, mandado nº 010.2012/005368-3, publicação em 10.05.2012. Valor da causa R$ 1.227,00. Nestas condições foi determinada a citação por edital para que no prazo de 15 dias, fluídos após o prazo do edital, para que conteste a ação, sob pena de serem aceitos como verdadeiros os fatos articulados pelo autor em sua peça inicial. Será o presente edital afixado e publicado na forma da lei.

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO. COMARCA DE SÃO JOSE DO RIO PRETO. FORO DE SÃO JOSE DO RIO PRETO. 1ª Vara Cível. EDITAL DE CITAÇÃO. Processo nº 0056124-41.2011.8.26.0576 – nº de ordem 2302/2011. Classe: Assunto: Procedimento Ordinário – Imputação do Pagamento. Requerente: União de Bancos Brasileiros Sa Unibanco. Requerido: Paulo Eduardo Bertochi. EDITAL DE CITAÇÃO - PRAZO DE 20 DIAS. PROCESSO Nº 0056124-41.2011.8.26.0576 O(A) Doutor(A) Lavínio Donizetti Paschoalão, MM. Juiz(a) de Direito da 1ª Vara Cível, do Foro Foro de São José do Rio Preto, da Comarca de de São José do Rio Preto, do Estado de São Paulo, na forma da lei, etc... FAZ SABER a(o) Paulo Eduardo Bertochi, CPF 109.130.056-90 que lhe foi proposta uma ação de Procedimento Ordinário de Cobrança por parte de União de Bancos Brasileiros Sa Unibanco, alegando em síntese:” que o requerido é devedor do banco requerente, referente à conta corrente nº 11638-3, junto à agencia 9069, apresentando um saldo devedor de R$ 44.759,83 (quarenta e quatro mil, setecentos e cinquenta e nove reais e oitenta e três centavos), em 24 de outubro de 2011, conforme demonstrativo de débito juntado aos autos. Embora insistentemente cobrado, o requerido não demonstrou propensão em solucionar o debito de forma amigável, não restando outra alternativa ao autor senão ingressar com a presente ação. Encontrando-se o réu em lugar incerto e não sabido, foi determinada a sua CITAÇÃO, por EDITAL, para os atos e termos da ação proposta e para que, no praz de quinze (15) dias, que fluirá após o decurso do prazo do presente edital, apresente resposta. Não sendo contestada a ação, presumir-se-ão aceitos, pelo réu, como verdadeiros, os fatos articulados pelo autor”. Será o presente edital, por extrato, afixado e publicado na forma da lei, sendo este Fórum localizado na na Rua Marechal Deodoro da Fonseca, 3036, Centro, CEP 15010-902, Fone: (17) 3233-6700, São José do Rio Preto-SP. São José do Rio Preto, 19 de fevereiro de 2014.

Hong Kong opera em um tipo de limbo regulatório, assim tanto a incerteza quanto a oportunidade reinam. Se a China reprimir ainda mais, Hong Kong pode ser forçada a se reposicionar. John Greenwood, economista chefe da Invesco e arquiteto do sistema da taxa de câmbio de Hong Kong, afirma que as autoridades chinesas tomariam ou não medidas mais restritivas caso o bitcoin se torne tão prevalente a ponto de enfraquecer os controles de capital da China. "Os moradores da China continental conseguem comprar produtos da Europa ou da América do Norte ou de qualquer outro lugar do mundo utilizando o bitcoin, ou podem fazer transferências", declara Greenwood. "É um buraco no dique, um vazamento no sistema chinês de controle do câmbio externo". Empresários como Shin também enfrentam um legado de empreendimentos que foram problemáticos no passado. Duas plataformas de financiamento do antes proeminentes, a BTCST e o Bitfunder, estão desativadas. A BTCST, que oferecia ações do bitcoin que supostamente rendiam 7% por semana, foi acusada de fraude e de montar um esquema de pirâmide financeira pela Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos.

Falta de conhecimento "O ambiente de operação está muito mais limpo", segundo Shin. "O governo de Hong Kong reconheceu o bitcoin como commodity, assim também temos esclarecimento nas duas frentes". Mas existe a necessidade de melhoria da infraestrutura básica e da conscientização dos consumidores, um desafio para o bitcoin em todo o mundo. Em Hong Kong, por exemplo, poucos negócios aceitam pagamentos com a moeda: um hotel, uma floricultura, um alfaiate, um professor de música e um restaurante de crepes. Na véspera do ano novo chinês em janeiro, os três fundadores da ANX, uma casa de câmbio de bitcoin, foram às ruas agitadas da zona de espetáculos de Lan Kwai Fong para distribuírem 50.000 envelopes vermelhos, cada um contendo o equivalente a um dólar em bitcoin. "Uso o bitcoin o tempo todo para comprar online", garante Ben Lau, um comerciante online, enquanto usa seu smartphone para ler o código QR – uma imagem que funciona como um código de barras –do cupom que tinha acabado de receber. Mas Lau faz parte da minoria. Meses após o bitcoin se tornar o centro das atenções, a maioria dos transeuntes ainda não tinha a menor ideia de sua serventia, e alguns o associaram às drogas e às fraudes. No final de um dia de trabalho, os fundadores da ANX foram a um bar adjacente para verificar os rumores de que o estabelecimento começara a aceitar e moeda. Algumas cervejas depois, Ken Lo, o administrador executivo, pediu a conta e perguntou se poderia pagar com bitcoin. "Um amigo de um cliente achou que nosso bar tinha um nome que combinava – Bit Point –, então nos ajudou a fazer a instalação do sistema", conta Gaga Lam, gerente do bar. "Ainda não testamos o sistema". O seu iPad Mini exibiu o site BitPay, o processador de pagamentos com bitcoin, que teve o bilionário Li Ka-shing como um dos investidores iniciais. Porém, o grupo acabou pagando com cartão de crédito após algumas tentativas sem sucesso. "Podemos melhorar isso", disse Lo, referindo-se à solução de pagamento. "Aprovamos mais rapidamente que os bancos, a nossa taxa de serviço é menor do que a das operadoras de cartão de crédito, e não haveria estornos. E os fãs do bitcoin virão em bando para seu bar". *The New York Times


sexta-feira, 4 de abril de 2014

ECONOMIA - 27

DIÁRIO DO COMÉRCIO

Denerge – Desenvolvimento Energético S.A. Em Recuperação Judicial CNPJ/MF nº 45.661.048/0001-89 Relatório da Administração 2013 Senhores Acionistas, A Administração da Denerge - Desenvolvimento Energético S.A. em recuperação judicial, em conformidade com as disposições legais e estatutárias, submete à apreciação de Vossas Senhorias, as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2013, compostas pelo Balanço Patrimonial, Demonstração do Resultado, das Mutações do Patrimônio Líquido e dos Fluxos de Caixa, acompanhadas do Relatório dos Auditores Independentes. A Administração Balanços Patrimoniais para os Exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (Em milhares de reais) Ativo Nota 31/12/2013 31/12/2012 Ajustado Passivo Nota 31/12/2013 31/12/2012 Ativo circulante Caixa e equivalentes de caixa 2 5 Passivo circulante Fornecedores 1 – Tributos a recuperar – imposto de renda e contribuição social 5 437 368 Obrigações fiscais 11 1.388 31 Créditos a receber 6 1.109 1.117 Dividendos a pagar 125 125 Lucros e dividendos a receber 384 244 Obrigação por opção de compra de ações 12 712.520 712.520 Outros 2 1 Outros 624 624 Total do ativo circulante 1.934 1.735 Total do passivo circulante 714.658 713.300 Ativo não circulante Passivo não circulante Realizável a longo prazo Tributos diferidos 8 12.720 13.656 Partes relacionadas 7 83.960 83.960 Partes relacionadas 7 108.815 108.549 Créditos a receber 6 26.079 27.178 Provisão para perda em Depósitos judiciais 96 96 participação societária 9 484.025 333.117 605.560 455.322 Tributos diferidos 8 2.452 3.029 Total do passivo não circulante Total do realizável a longo prazo 112.587 114.263 Patrimônio líquido 15 197.620 197.620 Investimentos 9 17.600 15.773 Capital social 15 (618.978) (614.070) Imobilizado – líquido 10 105 123 Transações de capital (782.161) (636.806) Intangível – líquido 38 38 Prejuízos acumulados 15 15.565 16.566 Total do ativo não circulante 130.330 130.197 Outros resultados abrangentes Total do patrimônio líquido (1.187.954) (1.036.690) 132.264 131.932 Total do ativo 132.264 131.932 Total do passivo e patrimônio líquido Notas Explicativas da Administração sobre as Demonstrações Contábeis Referentes aos Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 1. Contexto operacional - A DENERGE - Desenvolvimento Energético S.A. (Companhia) Percentual de participação % Atividade 31/12/2013 31/12/2012 em Recuperação Judicial é uma sociedade por ações de capital fechado, brasileira, com Participação direta: sede na cidade de São Paulo - SP, sob o controle acionário da empresa BBPM - Participa- Empresa de Eletricidade Vale Holding 90,22 90,22 ções S.A. e tem por objetivo a participação societária em outras sociedades, conforme es- Paranapanema S.A. Exploração agrícola tatuto. Todas as demais Investidas e Controladas diretas e relativas (indiretas) com as quais Agro Pastoril Lageado Ltda. e pecuária 100,00 100,00 a Companhia possui relacionamentos comerciais são empresas com sede no país. A ComGeração e comercialização panhia e algumas de suas Investidas e Controladas possuem significativo endividamento Rede Peixe Energia S.A. de energia 99,70 99,70 financeiro, principalmente para investimentos em ativos das operações. No momento, a Administração da Companhia aguarda o desfecho de seu processo de recuperação judicial Acceptor Consultoria e Corretora de seguro 95,00 95,00 que se encontra em andamento, e principalmente, a mudança do controle acionário previs- Corretagem de Seguros Ltda. Holding 99,70 99,70 to no plano de recuperação apresentado pela Companhia em conjunto com sua controlado- Rede Participações S.A. ra e outras empresas ligadas, conforme comentários seguintes. Em 31 de dezembro de Participação relativa: 2013 a Companhia possui patrimônio líquido negativo de R$1.187.954 e apurou prejuízo no Rede Energia S.A. Holding 11,79 11,79 exercício de R$146.356. 1.1. Plano de Recuperação ANEEL - No dia 31/8/2012, a Agência A controlada relativa Rede possui participação societária nas seguintes companhias: Atividade Nacional de Energia Elétrica - ANEEL decretou a intervenção administrativa nas seguintes Companhias Distribuição de energia companhias controladas indiretamente pela Companhia: Centrais Elétricas Matogrossenses Empresa Elétrica Bragantina S.A. (EEB) Distribuição de energia S.A. - CEMAT, Companhia de Energia Elétrica do Estado do Tocantins - CELTINS, Empresa Companhia Nacional de Energia Elétrica (CNEE) Distribuição de energia Energética de Mato Grosso do Sul S.A. - ENERSUL, Companhia de Força e Luz do Oeste, Companhia Força e Luz do Oeste (CFLO) Caiuá Distribuição de Energia S.A., Empresa Elétrica Bragantina S.A., Empresa de Distribui- Companhia de Energia Elétrica do Estado do Distribuição de energia ção de Energia Vale Paranapanema S.A. e Companhia Nacional de Energia Elétrica. A inter- Tocantins–CELTINS Distribuição de energia venção foi decretada pelo prazo de 01 (um) ano, tendo já sido prorrogada em 20/8/2013, por Centrais Elétricas Matogrossenses S.A. - CEMAT Holding mais 2 (dois) anos, podendo ser interrompida a qualquer momento tão logo seja definida a QMRA Participações S.A. (QMRA) Distribuição de energia situação das respectivas concessionárias. Nos termos do art. 12 da Medida Provisória n.º Empresa Energética de Mato Grosso do Sul S.A. - ENERSUL Geração de energia 577, de 29/8/2012, vigente à época e posteriormente convertida na Lei n.º 12.767/12, os Tangará Energia S.A. Holding acionistas das companhias em intervenção, inclusive a Rede Energia S.A. - Em Recuperação Rede Power do Brasil S.A. Judicial, como acionista controladora, devem apresentar, no prazo de 60 (sessenta) dias, Caiuá Distribuição de Energia S.A. Distribuição de energia contados da data da intervenção, plano de recuperação que vise solucionar as razões que a Empresa de Distrib. de Energia Vale Distribuição de energia ensejaram. Em cumprimento às disposições da MP n.º 577/12 mencionadas acima, apro- Paranapanema S.A. (EDEVP) Comercialização de energia vou, durante o mês de outubro/2012, em assembleias gerais extraordinárias realizadas em Rede Comercializadora de Energia S.A. Serviços cada uma das companhias sob intervenção, bem como em assembleia geral extraordinária Rede de Eletricidade e Serviços S.A. Agrícola da Rede Energia S.A.- Em Recuperação Judicial, os respectivos planos de recuperação re- Vale do Vacaria Açúcar e Álcool S.A. queridos pela ANEEL. Os referidos planos de recuperação, de todas as companhias sob in- 4. Principais práticas contábeis adotadas - As práticas contábeis descritas em detalhes tervenção, foram devidamente apresentados à ANEEL e atualizados de tempos e tempos, de abaixo têm sido aplicadas de maneira consistente a todos os exercícios apresentados nesacordo com a evolução das negociações para eventual alienação do controle societário da sas demonstrações contábeis. Ativos e passivos financeiros: a. Reconhecimento e MenCompanhia, e do grupo, conforme continuamente divulgado ao mercado. A última atualiza- suração: A Companhia reconhece os instrumentos financeiros nas suas demonstrações ção dos planos de recuperação e correção das falhas e transgressões das concessionárias contábeis quando, e apenas quando, ela se tornar parte das disposições contratuais do foi apresentada em 01/10/2013. Em 17/12/2013, a ANEEL aprovou os respectivos planos de instrumento. Os ativos e passivos financeiros são inicialmente mensurados pelo valor justo, recuperação apresentados pelas distribuidoras, conforme Resolução Autorizativa nº 4.463 e após o reconhecimento inicial, a Companhia mensura os ativos e passivos financeiros ao da mesma data. Os eventos subsequentes a 31 de dezembro de 2013 estão mencionados valor justo por meio do resultado, somados aos custos de transação que sejam diretamente na nota explicativa nº 19. 1.2. Recuperação Judicial - Companhia - Em 23/11/2012, a atribuídos à aquisição ou emissão do ativo ou passivo financeiro, pelo custo ou pelo custo Companhia ajuizou, na Comarca da Capital do Estado de São Paulo, pedido de recuperação amortizado, quando esses instrumentos financeiros são classificados de acordo com sua judicial, nos termos dos artigos 51 e seguintes da Lei n.º 11.101/05. Nessa mesma data, data de liquidação (mantidos até o vencimento e empréstimos e recebíveis). b. Classificaforam ajuizados também, conjuntamente, os pedidos de recuperação judicial da Companhia ção: A Companhia classifica os ativos e passivos financeiros sob as seguintes categorias: (i) Técnica de Comercialização de Energia (“CTCE”), da QMRA Participações S.A. (“QMRA”), da Mensurados ao valor justo por meio do resultado, (ii) Mantidos até o vencimento e (iii) EmRede Energia S.A.(“REDE”) e da Empresa de Eletricidade Vale Paranapanema S.A. (“EEVP”), préstimos e recebíveis. i. Mensurados ao valor justo por meio do resultado: são instrumensociedades relacionadas à Companhia. A despeito dos esforços da administração junto a tos financeiros mantidos para negociação. Um ativo financeiro é classificado nessa categocredores, clientes e potenciais investidores, o pedido de recuperação judicial mostrou-se ria se foi adquirido, principalmente, para fins de venda a curto prazo. Os derivativos também inevitável diante do agravamento da situação de crise econômico-financeira da Companhia, são caracterizados como mantidos para negociação, a menos que tenha sido designado da REDE, da CTCE, da QMRA e da EEVP. A medida visa a proteger o valor dos ativos dessas como instrumento de proteção (hedge); ii. Mantidos até o vencimento: são ativos financeiros sociedades, atender de forma organizada e racional aos interesses da coletividade de seus não derivativos com pagamentos fixos ou determináveis com vencimentos definidos para os credores, na medida dos recursos disponíveis e, principalmente, manter a continuidade de quais a Companhia tem a intenção positiva e a capacidade de manter até o vencimento. iii. suas atividades, em especial no que se refere à gestão pela Companhia de participações Empréstimos e recebíveis: são ativos e passivos financeiros não derivativos com pagamenmajoritárias em diversas concessionárias de distribuição de energia elétrica, ora sob inter- tos fixos determináveis que não estão cotados em mercado ativo. c. Avaliação de recupevenção governamental. As informações relativas ao processamento dos pedidos de recupe- rabilidade de ativos financeiros: Os ativos financeiros são avaliados a cada data do baração judicial, bem como outros fatos e informações pertinentes, foram e continuarão a ser lanço, identificando se são totalmente recuperáveis ou se há perda de impairment para oportunamente divulgados, na forma da legislação vigente. Em 19/12/2012, foi deferido esses instrumentos financeiros. Caixa e Equivalentes de Caixa: Caixa compreende numepelo MM. Juiz de Direito da 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Capital do rário em espécie e depósitos bancários disponíveis. Equivalentes de caixa são aplicações Estado de São Paulo, o processamento da recuperação judicial da Companhia. O pedido de financeiras de curto prazo, alta liquidez, que são prontamente conversíveis em um montanrecuperação judicial da Companhia foi distribuído sob nº 0067341-20.2012.8.26.0100 - te conhecido de caixa estando sujeitos a um insignificante risco de mudança de valor. A Recuperação Judicial, perante a 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Comarca mesma definição é utilizada na Demonstração do Fluxo de Caixa. Ajuste a Valor Presente: de São Paulo. Em 15/3/2013, o plano de recuperação judicial das recuperandas foi apresen- Os ativos e passivos de longo prazo, bem como, os de curto prazo caso relevante, são tado, dentro do prazo legal, para ser submetido a deliberação das assembleias gerais de ajustados a valor presente. Os principais efeitos apurados estão relacionados com a rubrica credores das empresas. O Plano de Recuperação Judicial da Companhia que é o mesmo da “Créditos a receber”. As taxas de descontos refletem as taxas utilizadas para riscos e prazos Rede Energia S.A. - Em recuperação judicial, encontra-se disponível para consulta na pági- semelhantes aos utilizados pelo mercado, equivalente a 11,36%, que representa o WACC na eletrônica da Comissão de Valores Mobiliários ( www.cvm.gov.br ), Em 05/07/2013, a real setorial. Investimentos: Inclui as participações societárias em controladas avaliadas Energisa S.A., apresentou ao controlador do Grupo Rede uma proposta firme de aquisição pelo método de equivalência patrimonial, onde o investimento é inicialmente reconhecido das ações representativas do controle do grupo, sujeita a condições equivalentes àquelas pelo custo e, posteriormente ajustado pelo reconhecimento da participação atribuída a previstas no Compromisso de Investimento, Compra e Venda de Ações e Outras Avenças, Companhia nas alterações dos ativos líquidos da investida, deduzidas de provisões para celebrado em 19/12/2012, com a Equatorial Energia S.A. e CPFL Energia S.A.. Na mesma redução ao valor de mercado, quando aplicável. Imobilizado: Inclui os itens que se referem data, em assembleia geral de credores, e com o consentimento da Equatorial Energia S.A. e a bens corpóreos destinados à manutenção das atividades da Companhia, inclusive aqueles da CPFL Energia S.A., foi submetida à votação pelos credores nova versão do plano de re- decorrentes de operações que transfiram os risco e benefícios significativos da titularidade cuperação judicial da Companhia e de outras sociedades relacionadas, com modificações dos mesmos. Está registrado ao custo de aquisição e a depreciação dos bens é calculada embasadas na proposta apresentada pela Energisa S.A. Em 05/07/2013, também foi res- pelo método linear, às taxas médias anuais. Intangível: Incluem direitos que tenham por cindido o compromisso celebrado com a Equatorial Energia S.A. e CPFL Energia S.A.. O objeto bens incorpóreos destinados a manutenção da entidade ou exercidos com tal finalicompromisso previa a alienação de ações representativas do controle do Grupo Rede a dade, como softwares. A amortização é reconhecida na rubrica de Despesas Operacionais. essas duas sociedades e sua eficácia estava sujeita à verificação, até 30/06/2013, de de- Reserva de reavaliação (outros resultados abrangentes): A sua realização se dá em terminadas condições suspensivas. Dentre tais condições suspensivas, havia a aprovação proporção à depreciação e alienação dos ativos imobilizados reavaliados nas controladas, de plano de recuperação judicial da Companhia em termos aceitáveis para a Equatorial sendo transferida para a conta de lucros acumulados, líquida dos efeitos do imposto de Energia S.A. e para a CPFL Energia S.A., o que não se verificou. Em 09/09/2013, a 2ª Vara renda e da contribuição social. As Controladas optaram por manter os saldos existentes das de Falências e Recuperações Judiciais proferiu a decisão em 1ª instância homologando o reservas de reavaliação até a sua efetiva realização, conforme permitido no art. 6o da Lei nº Plano de Recuperação Judicial votado em assembleia geral de credores. Atualmente, ainda 11.638/2007. Perda no valor recuperável (impairment): t Um ativo tem perda no seu valor pendem de julgamento recursos apresentados por determinados credores contra a homo- recuperável se uma evidência objetiva indica que um evento de perda ocorreu após o recologação da aprovação do plano de recuperação judicial. Os ajustes decorrentes da aprova- nhecimento inicial do ativo, e que aquele evento de perda teve um efeito negativo nos fluxos ção do plano de recuperação judicial pelos credores serão efetuados somente após a deci- de caixa futuros projetados que podem ser estimados de uma maneira confiável. Uma perda são final. 1.3. Compromisso de investimento, compra e venda de ações e outras por redução no valor recuperável é reconhecida se o valor contábil do ativo ou da unidade avenças - Em 11 de julho de 2013, foi celebrado o Compromisso de Investimento, Compra geradora de caixa exceder o seu valor recuperável. Perdas por redução no valor recuperável e Venda de Ações e Outras Avenças entre, de um lado, Energisa S.A. e, de outro lado, o Sr. são reconhecidas no resultado e quando um evento subsequente indica reversão da perda, Jorge Queiroz de Moraes Junior, pelo qual este último, mediante a verificação de determi- a diminuição é revertida e registrada no resultado. a. Ativos financeiros: Constituída após nadas condições precedentes, compromete-se a transferir à Energisa a totalidade de suas avaliação sobre a existência de evidência objetiva acerca da possibilidade de perda no valor ações de emissão da Companhia e das sociedades J.Q.M.J. Participações S.A., BBPM Par- recuperável de recebíveis. Tal evidência é advinda de eventos ocorridos após o reconheciticipações S.A., Denerge, participações societárias essas que conferirão à Energisa S.A. o mento do ativo que afetem o fluxo de caixa futuro estimado, tendo como base a experiência controle indireto da Companhia e, por consequência, das demais sociedades do Grupo da Administração. A análise sobre a evidência é feita individualmente para casos mais sigRede, inclusive das distribuidoras de energia elétrica ora sob intervenção da ANEEL, a saber: nificativos e coletivamente para os demais casos. b. Ativos não financeiros: Todo final de Empresa Energética do Mato Grosso do Sul S.A. (ENERSUL), Centrais Elétricas Matogrossen- período a Companhia avalia se existem evidências objetivas de que os ativos estejam desses S.A. (CEMAT), Companhia de Energia Elétrica do Estado do Tocantins (CELTINS), Caiuá valorizados, sendo levado em conta fatores internos e externos. Caso existam evidências, o - Distribuição de Energia S.A., Empresa Elétrica Bragantina S.A., Companhia Nacional de teste de recuperabilidade econômica é realizado. Ativos intangíveis com vida útil indefinida Energia Elétrica, Empresa de Distribuição de Energia Vale Paranapanema S.A. e Companhia e, ainda os não disponíveis para uso são testados anualmente, sempre na mesma data, inForça e Luz do Oeste. Em contrapartida, a Energisa compromete-se, entre outras obriga- dependente da existência de evidências. Imposto de renda e contribuição social: A proções, e uma vez verificadas as condições precedentes aplicáveis, a realizar aportes de no- visão para imposto de renda e contribuição social corrente é calculada com base no lucro vos recursos na Companhia, de forma a cumprir o plano de recuperação das distribuidoras tributável e na base de cálculo da contribuição social, de acordo com as alíquotas vigentes de energia elétrica sob intervenção, apresentado à ANEEL. A referida operação foi aprovada na data do balanço. Sobre as diferenças temporárias, são constituídos impostos diferidos. pelo CADE - Conselho Administrativo de Defesa Econômica em 16/10/2013, sem restrições, Os ativos e passivos diferidos são registrados nos ativos e passivos não circulantes. Os e pela ANEEL, conforme Resolução Autorizativa nº 4.510 de 28/1/2014, determinando que a impostos diferidos serão realizados com base nas alíquotas que se espera serem aplicáveis operação deverá ser implementada até o dia 15/4/2014. 2. Elaboração e apresentação no período que o ativo será realizado ou, o passivo liquidado. Tais ativos e passivos não são das demonstrações contábeis - 2.1. Bases de preparação e apresentação das de- descontados a valor presente. Os prejuízos fiscais e bases negativas de contribuição social monstrações contábeis - a. Declaração de conformidade (com relação as práticas podem ser compensados anualmente, observando-se o limite de até 30% do lucro tributácontábeis adotadas no Brasil) - As demonstrações contábeis foram elaboradas de acordo vel para o exercício. De acordo com o art. 15 da Lei 11.941/2009, que institui o Regime com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as Normas Internacionais de Relatório Fi- Tributário de Transição (“RTT”) de apuração do Lucro Real, a Companhia considerou a opção nanceiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), as quais pelo RTT aplicável ao biênio 2008-2009, por meio do envio da Declaração de Imposto de abrangem a legislação societária brasileira, as normas emitidas pela Comissão de Valores Renda da Pessoa Jurídica - DIPJ 2009, relativo ao ano- calendário de 2008. A partir do Mobiliários - CVM. Essas demonstrações contábeis foram elaboradas de acordo com os ano-calendário de 2010, a adoção ao RTT passou a ser obrigatória. Outros direitos e obriPronunciamentos, Interpretações e Orientações Técnicas (coletivamente “CPCs”) emitidos gações: Demais ativos e passivos circulantes e não circulantes que estão sujeitos a variapelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) adotados no Brasil e aprovados pelo Con- ção monetária ou cambial por força de legislação ou cláusulas contratuais, estão atualizaselho Federal de Contabilidade (CFC) e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). b. Base dos com base nos índices previstos nos respectivos dispositivos, de forma a refletir os de mensuração - As demonstrações contábeis foram preparadas com base no custo his- valores na data das demonstrações contábeis. Informações sobre quantidade de ações tórico com exceção dos seguintes itens reconhecidos nos balanços patrimoniais: Os instru- e lucro (prejuízo) por ação: O lucro (prejuízo) básico por ação deve ser calculado dividinmentos financeiros mensurados pelo valor justo por meio do resultado. c. Moeda funcional do-se o lucro ou prejuízo do exercício (o numerador) pelo número médio ponderado de e moeda de apresentação - Essas demonstrações contábeis são apresentadas em Real, ações ordinárias em poder dos acionistas, menos as mantidas em tesouraria (denominaque é a moeda funcional da Companhia. Todas as informações financeiras divulgadas nas dor). Provisões para contingências: Provisões são reconhecidas quando a Companhia e demonstrações contábeis apresentadas em Real foram arredondadas para o milhar mais suas Controladas tem uma obrigação presente, legal ou não formalizada, como resultado de próximo, exceto quando indicado de outra forma. d. Autorização de conclusão das de- um evento passado, cujo valor possa ser estimado de maneira confiável sendo provável monstrações contábeis - A autorização para emissão dessas demonstrações contábeis uma saída de recursos. O montante da provisão reconhecida é a melhor estimativa da Adocorreu na reunião de Diretoria em 17/2/2014. 2.2. Uso De Estimativas - A preparação das ministração e dos assessores legais, baseados em pareceres jurídicos sobre os processos demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil requer existentes e do desembolso exigido para liquidar a obrigação presente na data do balanço. que a Administração realize estimativas para determinação e registro de certos ativos, pas- Quando a provisão envolve uma grande população, a obrigação é estimada ponderando sivos, receitas e despesas, bem como a divulgação de informações sobre suas demonstra- todos os possíveis desfechos pelas suas probabilidades associadas. Para uma obrigação ções contábeis. Tais estimativas são feitas com base no princípio da continuidade e supor- única a mensuração se baseia no desfecho mais provável. Em 31/12/2013 a Companhia tadas pela melhor informação disponível na data da apresentação das demonstrações não possui ações tributárias, cíveis ou trabalhistas a serem provisionadas ou divulgadas nas contábeis, bem como na experiência da Administração. As estimativas são revisadas conti- demonstrações contábeis. Novas normas e interpretações ainda não adotadas: Diversas nuamente e quando novas informações se tornam disponíveis ou as situações em que es- normas, emendas e interpretações IFRSs emitidas pelo IASB (International Accounting Stantavam baseadas se alterem. Revisões com relação a estimativas contábeis são reconheci- dards Board) d ainda não haviam entrado em vigor para o exercício encerrado em 31/12/2013, das no exercício em que as estimativas são revisadas e em quaisquer exercícios futuros e poderiam afetar a Companhia, são elas: • IFRIC 21 - Orientações sobre o reconhecimento afetados. As estimativas podem vir a divergir para com o resultado real. As principais esti- de um passivo oriundo de uma taxa imposta pelo governo, tanto para as taxas que são mativas se referem: • Provisões; • Imposto de renda e contribuição social diferidos; • Vida contabilizadas de acordo com o IAS 37 Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Continútil do ativo imobilizado e intangível; e • Instrumentos financeiros mensurados pelo valor gentes, quanto aquelas em que a data e o valor da taxa são certos. Vigência : 1/1/2014; • justo. 3. Demonstrações contábeis consolidadas - não divulgadas - Por meio da Medida IAS 36 - Redução ao valor recuperável de ativos: Divulgação de valores a recuperar de atiProvisória no 577 de 29/8/2012 e das Resoluções Autorizativas ANEEL Nºs 3.647, 3.648, vos não financeiros. Vigência : 1/1/2014; • IAS 39 - Instrumentos Financeiros: Reconheci3.649, 3.650, 3.651, 3.652, 3.653 e 3.654 de 31/8/2012, a Agência Nacional de Energia mento e mensuração do direito de novação de derivativos e hedge accounting (emendas IAS Elétrica (“ANEEL”) determinou a intervenção administrativa nas controladas relativas Cen- 39): Introduz uma isenção à obrigação de descontinuar a contabilidade de cobertura dos trais Elétricas Matogrossenses S.A (“Cemat”), Companhia de Energia Elétrica do Estado do instrumentos financeiros derivativos. Vigência: 1/1/2014; • Emenda da IAS 32 - InstrumenTocantins (“Celtins”), Empresa Energética de Mato Grosso do Sul S.A (“Enersul”), Compa- tos Financeiros: Apresentação : Apresentar requerimentos para compensação de ativos finhia Força e Luz do Oeste (“CFLO”), Caiuá Distribuição de Energia S.A (“Caiuá”), Empresa nanceiros e passivos financeiros. Vigência 1/1/2014; • IFRIC 9 - Instrumentos financeiros: Elétrica Bragantina S.A (“Bragantina”), Empresa de Distribuição de Energia Vale Paranapa- Reconhecimento e Mensuração: Mantém mas simplifica o modelo de mensuração mista e nema S.A (“EDEVP”) e Companhia Nacional de Energia Elétrica (“CNEE”) pelo prazo de um estabelece duas categorias de mensuração para ativos financeiros: custo amortizado e va(1) ano, podendo ser prorrogada a critério exclusivo da ANEEL. As intervenções têm como lor justo : Vigência: 1/1/2015. O CPC ainda não emitiu pronunciamentos ou revisões equivaobjetivos: • A defesa do interesse público; • Preservação do serviço adequado aos consu- lentes às IFRS/IAS acima citadas. A adoção antecipada destes pronunciamentos está condimidores; e • Gestão dos negócios das concessionárias, designando interventores com ple- cionada a aprovação prévia em ato normativo da Comissão de Valores Mobiliários - CVM. A nos poderes de gestão e administração sobre as operações e os ativos dessas controladas. Companhia não estimou a extensão do impacto destas novas normas em suas demonstraDe acordo com as condições das intervenções, a Controlada Relativa Rede Energia S.A. - ções contábeis. Normas e interpretações novas e revisadas já emitidas pelo CPC e adotadas Em Recuperação Judicial, deixa de ter o controle das decisões econômicas e operacionais pela Companhia, quando aplicáveis: • Emenda da IAS 19 - Benefícios a empregados (CPC dessas controladas, contudo, mantêm preservadas o direito as suas respectivas participa- 33): Ganhos e perdas atuariais imediatamente reconhecidas em outros resultados abranções acionárias majoritárias. A esse respeito os itens 25 e 26 do CPC 36 (R3) - Demonstra- gentes. Vigência 1/1/2013; • Emenda da IAS 19 - Benefícios a Empregados (CPC 33 - R1): ções Consolidadas (Deliberação CVM 668, de 9/8/2011), trazem as seguintes redações: “A Contabilização e Divulgação dos benefícios concedidos a empregados. Vigência 1/1/2013; controladora pode perder o controle sobre uma controlada com ou sem uma mudança no • Emenda da IFRS 7 (emitida em dezembro/2011) - Instrumentos financeiros: Evidenciação nível de propriedade absoluta ou relativa. Isso pode ocorrer, por exemplo, quando a contro- (CPC 40): Estabelece novas divulgações a respeito de compensação de saldos de ativos e lada torna-se sujeita ao controle de governo, tribunal, administrador ou órgão regulador. A passivos financeiros. Vigência 1/1/2013; • IFRS 13 - Mensuração do valor justo (CPC 46): perda de controle também pode ocorrer com o resultado de acordo contratual”. “Desreco- Estabelece critérios de mensuração e divulgação do valor justo quando for requerido ou nhecer os ativos (incluindo o ágio por expectativa de rentabilidade futura - goodwill)l e os permitido por outros IFRS. Vigência: 1/1/2013. Para mais informações, vide a lista completa passivos da controlada pelos seus valores contábeis na data em que o controle for perdido;” de pronunciamentos no sítio do CPC: www.cpc.org.br. Ajuste de exercícios anteriores: A “Desreconhecer o valor contábil de qualquer participação de não controladores na ex-con- Companhia efetuou o registro da operação de opção de venda de ações exercida pelo FItrolada, na data em que o controle for perdido (incluindo quaisquer componentes de outros -FGTS em 22/11/2012 ( mencionado na nota explicativa nº 9 e 12), e procedeu os devidos resultados abrangentes reconhecidos diretamente no patrimônio líquido e atribuíveis aos ajustes contábeis em suas demonstrações comparativas referente ao exercício encerrado não controladores).” Em atendimento ao item 20 do CPC 18 (R2) - Investimento em coligada em 31 de dezembro de 2012, a seguir demonstrados: 31/12/2012 e em controlada (Deliberação CVM nº 696 de 18/12/2012), na perda do controle das empre- Passivo Circulante Publicado ajustes Ajustado sas distribuidoras de energia elétrica que estão sob intervenção do Poder Concedente (con- Obrigações por opção de compra de ações – 712.520 712.520 forme citada anteriormente), a Controlada Rede Energia S.A. - Em Recuperação Judicial Total do passivo circulante 780 712.520 713.300 reclassificou seus investimentos para a rubrica “Ativos financeiros - investimentos” classi- Passivo Não Circulante ficados como disponíveis para venda. As controladas diretas da Rede Energia S.A,. Em Re- Provisão para perdas em participação societária 203.516 129.601 333.117 cuperação Judicial, não sujeitas a intervenção administrativa do Órgão Regulador permane- Total do passivo circulante 325.721 129.601 455.322 cem avaliadas pelo método da equivalência patrimonial e foram desconsolidadas. De Patrimônio líquido acordo com o CPC 26 - Apresentação das Demonstrações Contábeis - item 20 , a Adminis- Transação de capital( Agio ) 197.974 (812.044) (614.070) tração da Companhia concluiu que as demonstrações contábeis apresentam de forma apro- Prejuízos acumulados (606.729) (30.077) (636.806) priada a posição financeira e patrimonial, o desempenho e os fluxos de caixa, e que também Total do patrimônio líquido (194.569) (842.121) (1.036.690) aplicou os Procedimentos Técnicos, Interpretações e Orientações do CPC aplicáveis, exceto Demonstração de resultados pela não aplicação do CPC 36 (R3) que trata de Demonstrações Consolidadas A opção por Resultado de equivalência patrimonial (336.676) (30.077) (366.753) desconsolidar as controladas diretas e relativas não sujeitas a intervenção se deu em virtu- Receita líquida (336.676) (30.077) (366.753) de da utilidade restrita que a consolidação delas poderia trazer em benefício à maior com- Resultado operacional antes resultado financeiro, preensibilidade pelos stakeholders da situação patrimonial e financeira da Companhia, face do IR e CS (337.827) (30.077) (367.904) a não representatividade dos valores para possível tomada de decisão. As Controladas dire- Resultado antes do IR e CS (337.106) (30.077) (367.183) tas e relativas abrangem as seguintes companhias: Prejuízo do exercício (339.943) (30.077) (370.020)

Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido para os Exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (Em milhares de reais) Capital Transações Lucros (Prejuízos) Outros resultados Total do social de capital acumulados abrangentes “patrimônio líquido” Nota 15 15 15 Saldos em 31 de dezembro de 2011 197.620 200.999 (449.807) 199.554 148.366 Ganho no ajuste pela variação de participação em controladas – 1.620 – – 1.620 Agio apurado na operação de opção de compra ações -FI-FGTS – (812.044) – – (812.044) Aquisição de ações próprias – (4.645) – – (4.645) Realização de reserva de reavaliação em controladas – – 179.626 (182.593) (2.967) Realização de custo atribuído em controladas – – 395 (395) – Prejuízo do exercício – – (367.020) – (367.020) Saldos em 31 de dezembro de 2012 (ajustado) 197.620 (614.070) (636.806) 16.566 (1.036.690) Aquisição de ações próprias – (4.908) – – (4.908) Realização de reserva de reavaliação em controladas – – – – – Realização de custo atribuído em controladas – – 1.001 (1.001) – Prejuízo do exercício – – (146.356) – (146.356) Saldos em 31 de dezembro de 2013 197.620 (618.978) (782.161) 15.565 (1.187.954) Demonstrações dos Resultados para os Exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (Em milhares de reais, exceto prejuízo por ação) Ajustado Receita líquida Nota 31/12/2013 31/12/2012 Resultado de equivalência patrimonial 9 (148.926) (366.753) Receita líquida (148.926) (366.753) Despesas operacionais Despesas gerais e administrativas 16 (183) (4.090) Outras despesas operacionais 16 – 2.939 (183) (1.151) Resultado operacional antes do resultado financeiro, do imposto de renda e da contribuição social (149.109) (367.904) Resultado financeiro Receitas financeiras 17 3.817 10.298 Despesas financeiras 17 (65) (9.577) 3.752 721 Resultado antes do imposto de renda e da contribuição social (145.357) (367.183) Imposto de renda e contribuição social Corrente 8 (1.358) – Diferido 8 359 163 (999) 163 Prejuízo do exercício (146.356) (367.020) Prejuízo básico por ação – R$ ON 18 (0,31) (0,77) PN 18 (0,31) (0,77) Demonstrações dos Resultados Abrangentes para os Exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (Em milhares de reais) Ajustado 31/12/2013 31/12/2012 Prejuízo do Exercício (146.356) (367.020) Resultado Abrangente Total (146.356) (367.020) 5. Tributos a recuperar 31/12/2013 31/12/2012 Imposto de renda e contribuição social: Imposto de renda 391 371 Contribuição social 46 (3) Total 437 368 6. Créditos a receber Circulante Não circulante 31/12/2013 31/12/2012 31/12/2013 31/12/2012 Mauro Perini (a) 13 12 25 36 RBGRQM Participações S.A. (b) 1.227 1.161 33.135 35.996 Ajuste à Lei 11.638/07 (b) (131) (56) (7.081) (8.854) Total 1.109 1.117 26.079 27.178 (a) Refere-se ao Instrumento Particular de Confissão de Dívida firmado entre a Companhia e Mauro Perini. O saldo será recebido em 60 parcelas mensais, iniciadas e corrigidas anualmente a partir de 25/1/2012 pelo IGPM/FGV. (b) Refere-se ao saldo a receber em 120 parcelas corrigidas anualmente pelo INPC/IBGE, da alienação de participação na Rede Energia S.A. para a Elucid Partners S.A.. A Companhia procedeu ao cálculo do AVP projetando pela taxa INPC/IBGE e descontando pela taxa WACC de 12,81% a.a. Essa taxa é compatível com a natureza, o prazo e os riscos de transações similares em condições de mercado na situação atual. A Administração da Companhia entende que essa taxa de desconto representa adequadamente o custo de capital. Tendo em vista a natureza e complexidade, a divulgação do fluxo de caixa e sua temporalidade foram omitidas. 7. Partes relacionadas - A Companhia adota práticas de governança corporativa e aquelas recomendadas e/ou exigidas por legislação e regulamentação. A aprovação das operações com partes relacionadas é também submetida à aprovação dos órgãos decisórios da Companhia, conforme regras previstas em nosso Estatuto Social. Ademais, em conformidade com a Lei das Sociedades por Ações, qualquer acionista ou membro do Conselho de Administração está proibido de votar em deliberação acerca de matéria em que tenha interesses conflitantes com os da Companhia. As operações celebradas pela Companhia com partes relacionadas seguem os padrões de mercado e são amparadas pelas devidas avaliações prévias de seus termos e condições e do estrito interesse da Companhia em sua realização. Em decorrência da recuperação judicial da Companhia e outras empresas relacionadas, ajuizada em 23/11/2012, conforme citadas na nota 1.2, os saldos estão congelados nesta data e os valores serão novamente movimentados após os ajustes nos respectivos valores e condições contratuais constantes do plano de recuperação, conforme decisão final do juízo competente. 7.1. Transações e saldos com empresas relacionadas Relacionamento 31/12/2013 31/12/2012 Receitas financeiras Rede Energia S.A. - Em Recuperação Judicial Controlada relativa – 5.576 Emp. de Elet. Vale Paranapanema S.A. Em Recuperação Judicial Controlada direta – 570 – 6.146 Despesas financeiras Rede Energia S.A. - Em Recuperação Judicial Controlada relativa – (8.546) BBPM Participações S.A. Controlatora direta 14 Rede Eletricidade e Serviços S.A. Controlada relativa 2 (585) 16 (9.131) Saldos Ativos Não circulante Contrato de mútuo (b): Emp. de Elet. Vale Paranapanema S.A. Em Recuperação Judicial Controlada direta 13.180 13.180 13.180 13.180 Conta corrente (c): JQMJ Participações S.A. Controladora relativa 109 109 BBPM Participações S.A. Controladora direta 7.306 7.306 7.415 7.415 Contrato de venda e compra de ações (e): Rede Energia S.A. - Em Recuperação Judicial Controlada relativa 63.365 63.365 63.365 63.365 Total 83.960 83.960 Saldos Passivos Relacionamento 31/12/2013 31/12/2012 Não circulante Valores a reembolsar: BBPM Participações S.A. Controladora direta 3 – Rede Eletricidade e Serviços S.A. Controlada relativa 22 – Rede Energia S.A. - Em Recuperação Judicial Controlada relativa 200 221 225 221 Relacionamento 31/12/2013 31/12/2012 Assunção de dívidas, cessão de crédito e outras avenças (a): Rede Energia S.A. - Em Recuperação Judicial Controlada relativa 84.340 84.340 84.340 84.340 Conta corrente (c): Agro Pastoril Lageado Ltda Controlada direta 326 326 326 326 Conta corrente 31/10/2005 (d): Rede Energia S.A. - Em Recuperação Judicial Controlada relativa 15.961 15.961 BBPM Participações S.A. Controlada direta 262 – Rede Eletricidade e Serviços S.A. Controlada relativa 3.499 3.499 19.722 19.460 Contrato de venda e compra de ações (e): Rede Eletricidade e Serviços S.A. Controlada relativa 4.202 4.202 4.202 4.202 Total 108.815 108.549 Assunção de dívida, cessão de crédito e outras avenças - Como parte do processo de reorganização societária, a Rede Energia S.A - em recuperação judicial, através de instrumento particular de assunção de dívidas, cessão de créditos e outras avenças de 31/3/2006, assumiu as dívidas e os créditos a receber perante terceiros, empresas controladas e instituição financeira. O saldo apurado neste contrato no valor original de R$ 31.575, deverá ser quitado no prazo máximo de até dez anos, devidamente atualizado pelo CDI acrescido de juros de 2% a.a., vencendo em 31/12/2016. (a) Contrato de mútuo - Refere-se a contratos firmados com a CELPA, CELTINS, QMRA - em recuperação judicial e EEVP em recuperação judicial, em condições de comutatividade, em função de assunção de dívidas perante o BNDES nas seguintes condições: • Prazo de até 62 meses • Vencimento da 1ª parcela em 15/11/2005 • Remuneração TJLP mais 5% a.a. Essa repactuação foi aprovada pela ANEEL por meio dos Ofícios nº 2.230, nº 2.231 e nº 2.232-SFF/ANEEL, de 26/12/2003. Em março de 2006, através de instrumento particular de cessão de créditos e assunção de dívidas entre a Rede Energia - em recuperação judicial e a Companhia, a Rede Energia - em recuperação judicial assumiu os créditos do contrato de mútuo com a CELPA - em recuperação judicial, QMRA - em recuperação judicial e CELTINS. (b) Conta corrente - Refere-se à movimentação financeira efetuada entre empresas do Grupo Rede, por meio de contratos

Demonstrações dos Fluxos de Caixa para os Exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (Em milhares de reais) Ajustado Nota 31/12/2013 31/12/2012 Fluxos de caixa das atividades operacionais Prejuízo do exercício (146.356) (367.020) Ajustes ao resultado líquido: Depreciação e amortização 10 18 2.299 Encargos de dívidas, juros, variações monetárias - líquidas (2.113) 2.985 Resultado de equivalência patrimonial 9 148.926 366.753 Baixa do imobilizado – 4.351 Imposto de renda e contrib. social diferidos 8 (359) (163) Ajustes ao valor presente 17 (1.698) (1.927) Subtotal (1.582) 7.278 (Aumento) redução nas contas do ativo Recebimento de dividendos – 516 Créditos compensáveis em recolhimentos futuros (69) 104 Outros devedores 4.777 2.395 4.708 3.015 Aumento (redução) nas contas do passivo Fornecedores 1 (120) Impostos, contribuições sociais 1.357 – Outros credores – (409) 1.358 (529) Caixa líquido usado nas ativid. operacionais 4.484 9.764 Fluxos de caixa das atividades de investimentos Aquisição de ativo imobilizado – – Investimentos 155 (712.676) Caixa líquido gerado / (usado) nas atividades de investimentos 155 (712.676) Fluxos de caixa das ativ. de financiamentos Aquisição de ações próprias (4.908) (4.645) Obrigações por opção de compra/venda – 712.520 Operações de mútuo com partes relacionadas - líquido 266 (4.963) Caixa líquido gerado nas atividades de financiamentos (4.642) 702.912 Aumento / (Redução) líquida de caixa e equivalentes de caixa (3) – Caixa e equivalentes de caixa no inicio do exercício 5 5 Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício 2 5 de conta corrente entre as partes sobre os quais incidem encargos financeiros calculados com base na TJLP mais 4% a.a.. (c) Conta corrente - 31/10/2005 - Contrato Multilateral de Mútuo entre as Holding’s e Demais Empresas - Refere-se à movimentação financeira efetuada entre as empresas do Grupo Rede que na medida de suas necessidades, tomarão ou darão em empréstimos, recursos financeiros, de forma sucessiva e contínua, assumindo, respectivamente, a posição de devedora ou credora conforme o caso. A remuneração sobre o saldo devedor é calculada com base em 100% do CDI com prazo de 24 meses, vencendo em 30/10/2013, nos termos de contratos de mútuo na modalidade de conta corrente, podendo ser prorrogado por iguais e sucessivos períodos. (d) Contrato venda e compra de ações - Como parte do processo de reorganização societária, a Companhia adquiriu e alienou participações societárias através de instrumentos particulares de venda e compra de ações, conforme abaixo: • Rede Energia S.A. - em recuperação judicial. Alienação: Companhia Técnica de Comercialização de Energia - em recuperação judicial, e Rede Eletricidade e Serviços S.A. no valor de R$ 46.126 e R$ 19.370, respectivamente - entrada em 3 parcelas anuais com vencimentos e 30/6/2006, 30/6/2007 e 30/6/2008 e mais 84 parcelas mensais, vencendo a 1a em 30/7/2008. Todas acrescidas de 100% CDI mais 2% a.a. Aquisição: Rede Peixe Energia S.A. no valor de R$ 9.973 - 60 parcelas mensais e sucessivas com carência de três anos, vencendo a 1ª parcela em 03/04/2009, acrescidas de 100% do CDI mais 2% a.a. • Rede Eletricidade e Serviços S.A. Aquisição: Agro Pastoril Lageado S.A. e Bia TV Cabo Ltda. no valor de R$ 1.797 e R$ 30, respectivamente - 60 parcelas mensais e sucessivas com carência de três anos, vencendo a 1ª parcela em 3/4/2009 acrescidas de 100% do CDI mais 2% a.a. 8. Tributos diferidos - 8.1. Composição das despesas com impostos - O imposto de renda e a contribuição social correntes são calculados com base nas alíquotas vigentes nas datas dos balanços. Demonstramos a seguir a composição da base de cálculo e dos saldos desses impostos: 31/12/2013 31/12/2012 Imposto Contrib. Imposto Contrib. de Renda Social de Renda Social Composição da receita (despesa) com impostos: (992) (366) – – Impostos diferidos - variação líquida 264 95 120 43 264 95 120 43 8.2. Reconciliação do imposto de renda e contribuição social sobre o lucro. 31/12/2013 3 1/12/2012 Imposto Contrib. Imposto Contrib. Reconciliação para taxa efetiva de Renda Social de Renda Social Prejuízo antes do imposto de renda e contribuição social (130.774) (130.774) (337.106) (337.106) Adições(exclusões) permanentes Equivalencia patrimonial 134.343 134.343 336.676 336.676 Efeitos da Lei 11.638/2007 (1.698) (1.698) – – Ganho de Capital - venda ações 3.930 3.930 – – Outros – – (2.407) (2.407) Subtotal 5.801 5.801 (2.837) (2.837) (-) Compensação de prejl. fiscal/contr.social - 30% (1.740) (1.740) – – Base de cálculo dos impostos 4.061 4.061 (2.837) (2.837) Alíquotas (IR -15%+adic e CS - 9%) 25% 9% 25% 9% Saldo apurado (992) (366) 709 255 Créditos fiscais não constituídos – – (709) (255) Receita(despesa) com impostos (992) (366) – – Taxa efetiva -0,76% -0,28% 0,00% 0,00% 8.3. Ativo fiscal diferido - Os créditos fiscais a seguir detalhados, serão utilizados para redução de carga tributária futura, sendo reconhecidos com base em históricos de rentabilidade da Cia. e as expectativas de geração de lucros tributáveis. Circulante 31/12/2013 3 1/12/2012 Imposto Contrib. Imposto Contrib. Natureza de Renda Social de Renda Social Ajustes da Lei 11.638/2007 (a) 7.212 7.212 8.910 8.910 Base de cálculo dos impostos diferidos 7.212 7.212 8.910 8.910 Alíquotas 25% 9% 25% 9% Impostos diferidos não circulante 1.803 649 2.227 802 Fundamentos para realização do imposto de renda e contribuição social diferida: (a) Realização dos efeitos da Lei 11.638/2007. 8.4. Passivo diferido Não circulante 31/12/2013 3 1/12/2012 Imposto Contrib. Imposto Contrib. Diferença temporárias de Renda Social de Renda Social Lucros não realizados na venda de investimentos (a) 53.446 53.446 57.376 57.376 Base de cálculo antes dedução valores compensáveis 53.446 53.446 57.376 57.376 (-) Dedução de Prej. fiscal /Base Neg. contr. social compensável - 30% sobre diferenças temporárias. (16.034) (16.034) (17.213) (17.213) Base de cálculo dos impostos diferidos 37.412 37.412 40.163 40.163 Alíquotas 25% 9% 25% 9% Impostos diferidos não circulante (outros) 9.353 3.367 10.041 3.615 Fundamentos para realização do imposto de renda e contribuição social diferida: (a) Realização do lucro - Refere-se à provisão do imposto de renda e contribuição social calculada sobre os lucros não realizados apurado na venda de investimentos. 8.5. Movimentação dos tributos diferidos Imposto de renda: Reconhecidos 31/12/2012 no resultado 31/12/2013 Lucros não realizados na venda de investimentos (10.041) 688 (9.353) Ajustes da Lei 11.638/2007 2.227 (424) 1.803 Total (7.814) 264 (7.550) Contribuição social: Reconhecidos 31/12/2013 no resultado 31/12/2013 Lucros não realizados na venda de investimentos (3.615) 248 (3.367) Ajustes da Lei 11.638/2007 802 (153) 649 Total (2.813) 95 (2.718) 9. Investimentos/Provisão para perdas Ajustado 31/12/2013 31/12/2012 Investimentos 17.600 15.773 Provisão para perdas participação societárias - Investimentos (484.025) (333.117) Total - liquido investimentos (466.425) (317.344)

9.1. Investimentos relevantes avaliados pelo método da equivalência patrimonial

Investidas Empresa de Eletricidade Vale Paranapanema S.A. Rede Energia S.A. Agro Pastoril Lageado Ltda. Rede Peixe Energia S.A. Acceptor Consultoria e Corretagem de Seguros Ltda. Rede Participações S.A.

Ações/Quotas possuídas Ordinárias Preferenciais 111.026.166 104.075.179 43.614.095 6.680.107 9.824.635 – 997 – 950 – 997 –

Ações/Quotas possuídas Investidas Ordinárias Preferenciais Empresa de Eletricidade Vale Paranapanema S.A.(ajustado) 111.026.166 104.075.179 Rede Energia S.A. 43.614.095 6.680.107 Agro Pastoril Lageado Ltda. 9.824.635 – Rede Peixe Energia S.A. 997 – Acceptor Consultoria e Corretagem de Seguros Ltda. 950 – Rede Participações S.A. 997 – 9.2. Movimentação dos investimentos/Provisão para perdas em participações societárias. Investimentos Agro Pastoril Lageado Ltda. Rede Peixe Energia S.A. Acceptor Consultoria e Corretagem de Seguros Ltda. Rede Participações S.A. Outros investimentos Total Provisão para Perdas Emp. de Elet. Vale Paranap. S.A. -Em recuperação judicial (a) Rede Energia S.A. - Em recuperação judicial Rede Peixe Energia S.A. Rede Participações S.A. Total Resultado de equivalência patrimonial

(Ajustado) Saldo em 31/12/2012 352 8.141 834 (19) 6.465 15.773

Dividendos – – (140) – – (140)

AFAC – – – – (15) (15)

(327.562) (5.555) – – (333.117)

– – – – –

– – – – –

a) O saldo inicial está ajustado pelo registro de operação de opção de compra de ações FI-FGTS pelo valor de R$ 712.520(nota explicativa nº12), apurando-se um ágio de R$ 812.044, o qual foi transferido para Reserva de Capital - Transações de capital por referir-se a operações com acionistas sem a perda de controle. Como a opção foi exercida em 22/11/2012 foi registrado ainda uma equivalência patrimonial negativa de R$ 30.077, totalizando um ajuste liquido de R$ 129.601( nota explicativa nº 4). 10. Imobilizado - Por natureza, o imobilizado está constituído da seguinte forma: 31/12/2013 31/12/2012 Imobilizado em serviço: Custo Depreciação Líquido Líquido Edificações, Obras Civis e Benfeitorias 120 (29) 91 98 Máquinas e Equipamentos 15 (7) 8 9 Móveis e utensílios 250 (244) 6 16 Total do imobilizado 385 (280) 105 123 (*) A taxa média é calculada considerando a despesa de depreciação dividida pelo saldo

Participação no Capital integralizado 90,22% 11,79% 100,00% 99,70% 95,00% 99,70%

Capital realizado 443.325 1.343.974 98 1 1 1

Patrimônio líquido (504.823) (226.923) 344 (1.825) 1.025 1

Participação no Capital integralizado 90,22% 11,79% 100,00% 99,70% 95,00% 99,70%

Capital realizado 443.325 1.343.974 98 1 1 1

Patrimônio líquido (363.026) (47.630) 352 8.136 1.677 1

31/12/2013 Lucro (Prejuízo) líquido do exercício (141.797) (179.293) (8) 12 148 (1) 31/12/2012 Lucro (Prejuízo) líquido do exercício (476.545) (665.816) 75 (2) 1.381 (1)

Equivalência Patrimonial (8) 11 140 – – 143

Transferênica p/ Provisão p/perdas – 1.820 – 19 – 1.839

Aquisição ações por opção compra/venda – – – – – –

Saldo em 31/12/2013 344 9.972 834 – 6.450 17.600

(127.930) (21.139) – – (149.069) (148.926)

– – (1.820) (19) (1.839)

– – – – –

(455.492) (26.694) (1.820) (19) (484.025)

médio anual do imobilizado. A mutação do ativo imobilizado está demonstrada abaixo: Imobilizado em serviço: 31/12/2012 Adições Baixas 31/12/2013 Custo Edificações, Obras Civis e Benfeitorias 120 – – 120 Máquinas e Equipamentos 15 – – 15 Móveis e utensílios 250 – – 250 Subtotal 385 – – 385 (-) Depreciação Edificações, Obras Civis e Benfeitorias (22) (7) – (29) Máquinas e Equipamentos (6) (1) – (7) Móveis e utensílios (234) (10) – (244) Subtotal (262) (18) – (280) Total do imobilizado 123 (18) – 105 continua …


28 -.ECONOMIA … continuação 11. Obrigações Fiscais – Está representado principalmente pelo valor de R$ 992 ( imposto de renda) e R$ 366 (contribuição social), totalizando o montante de R$ 1.358, corresponde aos impostos correntes apurados sobre o resultado tributário apurado no exercício, demonstrados na nota explicativa nº 8. 12. Obrigação por Opção de Compra de Ações – A Companhia procedeu ao registro da operação realizada em 22/11/2012, correspondente à Opção de Venda exercida pela acionista FI-FGTS, da totalidade de suas ações de emissão da Empresa de Eletricidade Vale Paranapamena S.A - Em recuperação judicial(“EEVP”) para a Companhia, com fundamento na Cláusula 3.1.5 do Contrato de Opção de Venda celebrado entre as sociedades. A Opção de Venda tem como objeto 29.468 mil ações ordinárias e 58.937mil ações preferenciais “B” de emissão da Companhia. A transferência da propriedade das referidas ações ainda não foi averbada nos respectivos livros societários e deverá o ser no contexto ou após a conclusão do processo de recuperação judicial da Companhia e EEVP e da mudança de controle societário do Grupo Rede, comentados nas notas explicativas 1.2 e 1.3. O valor da operação corresponde ao montante de R$ 712.520 mil, o qual está relacionado na lista de credores da recuperação judicial. 13. Contingências Fiscais – A Companhia, no curso normal de suas atividades, está sujeita a processos judiciais de naturezas tributária, trabalhista e cível. A Administração, apoiada na opinião de seus assessores legais e, quando aplicável, fundamentada em pareceres específicos emitidos por especialistas na mesma data, avalia a expectativa do desfecho dos processos em andamento e determina a necessidade ou não de constituição de provisão para contingências. Com base nos pareceres emitidos pelos assessores legais, a Companhia possui contingências passivas de natureza tributárias, cujas chances de êxito são possíveis, no montante R$ 100 mil. 14. Instrumentos Financeiros – Atualmente, a Companhia não utiliza instrumentos derivativos, nem possui contratos com derivativos embutidos. As dívidas estão com o valor contábil congelado, esperando a conclusão do processo de recuperação judicial. 14.1. Valor de mercado: Dada a situação da Companhia, na opinião da Administração, os saldos de partes relacionadases não podem ter seus valores justos estimados com algum nível de confiança. Por consequência, não existem instrumentos financeiros mensurados pelo custo que podem ter seu valor justo estimado e divulgado. Assim, a Companhia não divulga um quadro com o valor justo dos instrumentos financeiros mensurados pelo custo ou custo amortizado. Os únicos instrumentos financeiros detidos pela Companhia e mensurados pelo valor justo são aqueles classificados na rubrica “caixa e equivalentes”. Eles são mensurados de acordo com a classificação nível 1 na hierarquia do valor justo. 14.2. Gerenciamento dos Instrumentos Financeiros: a. Gerenciamento de risco de mercado: Risco de mercado é a eventual perda resultante de mudanças adversas nos preços de mercado. Esses riscos de mercado, que estão além de nosso controle, envolvem principalmente a possibilidade de que mudanças nas taxas de juros, taxas de câmbio e inflação, possam afetar negativamente o valor de nossos instrumentos financeiros. Os principais riscos de mercado que podem afetar o resultado da Companhia é o risco de variação no dólar e nos indexadores da dívida. a. A companhia deixou de apresentar a análise de sensibilidade de suas posições, pois Jorge Queiroz de Moraes Junior – Diretor Presidente Aos Acionistas, Conselheiros e Administradores da Denerge Desenvolvimento Energético S.A. (“Em Recuperação Judicial”) – São Paulo – SP. Fomos contratados para examinar as demonstrações contábeis da Denerge Desenvolvimento Energético S.A. (“Companhia” ou “DENERGE”), que compreendem o balanço patrimonial, em 31 de dezembro de 2013, e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações contábeis: A Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes: Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Em decorrência dos assuntos descritos na seção “Base para abstenção de opinião sobre as demonstrações contábeis”, não nos foi possível obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião de auditoria. Bases para abstenção de opinião sobre as demonstrações contábeis: 1. Conforme nota explicativa nº 9, a Companhia possui investimento (provisão para perda em investimento, quando os montantes são negativos) no montante de (R$ 455.492 mil) referente participação direta na Empresa de Eletricidade Vale Paranapanema S.A. – “Em Recuperação Judicial” (“EEVP”), bem como investimento (provisão para perda em investimento, quando os montantes são negativos) no montante de R$ 26.694 mil referente participação indireta na controlada Rede Energia S.A. (“REDE”), a qual possui investimentos em ativos financeiros avaliados pelo método de custo referente participação societária nas seguintes investidas: Empresa Elétrica Bragantina S.A. (“EEB”), Companhia Nacional de Energia Elétrica (“CNEE”), Companhia Força e Luz do Oeste (“CFLO”), Companhia de Energia Elétrica do Estado do Tocantins – CELTINS, Centrais Elétricas Matogrossenses S.A. – CEMAT, Caiuá Distribuição de Energia S.A. (“CAIUÁ”), Empresa de Distribuição de Energia Vale Paranapanema S.A. (“EDEVP”), Empresa Energética do Matogrosso do Sul S.A. – ENERSUL. Adicionalmente, a REDE possui participação direta nas investidas QMRA Participações S.A. – “Em Recuperação Judicial” (“QMRA”), Tangará Energia S.A. (“TANGARÁ”), Companhia Técnica de Comercialização de Energia – “Em Recuperação Judicial” (“CTCE”), Rede Power do Brasil S.A. (“REDE POWER”), Rede de Eletricidade e Serviços S.A. (“REDESERV”), Vale do Vacaria Açúcar e Álcool S.A. (“VACARIA”).A REDE e as investidas relativas da Companhia possuem as seguintes ressalvas: a) Conforme descrito nas Notas Explicativas nos 1.2 e 6 das demonstrações contábeis da EEVP, a mesma, em conjunto com a CTCE, QMRA, REDE e DENERGE, estão em processo de recuperação judicial cujo pedido foi deferido em 19 de dezembro de 2012. A EEVP possui valores a receber da REDE no montante de R$ 99.595 mil, registrado na rubrica “Partes Relacionadas” no ativo não circulante. A realização deste saldo está vinculada a aprovação e cumprimento dos Planos de Recuperação Judicial das companhias. Devido às incertezas significativas mencionados no parágrafo 1 desta seção, não foi possível concluir quanto à probabilidade de realização desse valor a receber. b) Em virtude da ausência de confirmação das operações financeiras (circularizações) junto as seguintes instituições financeiras: Banco do Brasil S.A., Banco Bradesco S.A., Banco Daycoval S.A. e Banco Santader S.A., efetuamos procedimentos de auditoria alternativos, confrontando os extratos bancários com os registros contábeis com intuito de verificar a adequação dos saldos apresentados nas demonstrações contábeis de 31 de dezembro de 2013, porém não nos foi apresentada a totalidade dos extratos bancários da EEVP. Esses procedimentos não foram suficientes para assegurar os saldos registrados na rubrica de “Caixa e equivalentes de Caixa” no ativo circulante, e da possível existência de passivos não registrados nos livros contábeis decorrentes de empréstimos e financiamentos, derivativos, garantias, fianças, avais, entre outros. c) Conforme descrito nas Notas Explicativas nos 1.1 das demonstrações contábeis de 31 de dezembro de 2013 da REDE, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) determinou, cautelarmente, por meio da Medida Provisória no 577 de 29 de agosto de 2012 e das Resoluções Autorizativas ANEEL nos 3.647, 3.648, 3.649, 3.650, 3.651, 3.652, 3.653 e 3.654 de 31 de agosto de 2012, a intervenção administrativa nas investidas Centrais Elétricas Matogrossenses S.A. – CEMAT, Companhia de Energia Elétrica do Estado do Tocantins – CELTINS, Empresa Energética de Mato Grosso do Sul S.A. – ENERSUL, Companhia Força e Luz do Oeste (“CFLO”), Caiuá Distribuição de Energia S.A. (“CAIUÁ”), Empresa Elétrica Bragantina S.A. (“EEB”), Empresa de Distribuição de Energia Vale Paranapanema S.A. (“EDEVP”) e Companhia Nacional de Energia Elétrica (“CNEE”) pelo prazo de 1 (um) ano, podendo ser prorrogada a critério da ANEEL. A intervenção tem como objetivos a defesa do interesse público, a preservação do serviço adequado aos consumidores e a gestão dos negócios das concessionárias, designando interventores com plenos poderes de gestão e administração sobre as operações e os ativos dessas investidas. Em 20 de agosto de 2013, por meio das Resoluções Autorizativas nos 4.282, 4.283, 4.284 e 4.285, a ANEEL prorrogou pelo prazo de dois anos, a intervenção administrativa nas referidas investidas, permanecendo inalteradas as demais disposições estabelecidas anteriormente. A REDE apresentou a ANEEL, em 26 de outubro de 2012, um plano de recuperação e correção das falhas e transgressões que ensejaram as intervenções, conforme requerido pelas Resoluções Autorizativas mencionadas anteriormente. Este plano, basicamente, define que a recuperação das investidas, conjuntamente, e da REDE se dará pela troca de controle e aporte de recursos financeiros do novo controlador. Adicionalmente, em 1º de outubro de 2013, a REDE apresentou a ANEEL, novos planos de recuperação para análise e aprovação. Estes planos estão vinculados à transferência de controle acionário a Energisa S.A. (“ENERGISA”), cujo compromisso de investimento, compra e venda de ações, foi firmado em 05 de julho de 2013. Em 17 de dezembro de 2013, a ANEEL aprovou os planos de recuperação apresentados para as distribuidoras, conforme Resolução Autorizativa nº 4.463. Além disso, conforme Nota Explicativa nº 1.2 das demonstrações contábeis de 31 de dezembro de 2013 da REDE, que a mesma, em conjunto com a Companhia Técnica de Comercialização de Energia – “Em Recuperação Judicial” (“CTCE”), QMRA Participações S.A. – “Em Recuperação Judicial” (“QMRA”), Empresa de Eletricidade Vale Paranapanema S.A. – “Em Recuperação Judicial” (“EEVP”) e Denerge Desenvolvimento Energético S.A. – “Em Recuperação Judicial” (“DENERGE”), tiveram seus pedidos de Recuperação Judicial (RJ) deferidos em 19 de dezembro de 2012 nos termos da Lei nº 11.101/05. Conforme a referida lei, a REDE em conjunto com a CTCE, QMRA, EEVP e DENERGE, apresentaram em juízo no dia 15 de março de 2013, dentro do prazo improrrogável de 60 (sessenta) dias da publicação da decisão (14 de janeiro de 2013) que deferiu o processamento da Recuperação Judicial, Plano de Recuperação que conteve: discriminação pormenorizada dos meios de recuperação a serem empregados, demonstração de sua viabilidade econômica, e laudo econômico-financeiro e de avaliação dos bens e ativos do devedor, subscrito por profissional legalmente habilitado ou empresa especializada. Em 05 de julho de 2013, na Assembleia Geral de Credores, foi submetida para aprovação dos credores a nova versão do plano de recuperação judicial da REDE, CTCE, QMRA, EEVP e DENERGE. Em 09 de setembro de 2013, o juiz responsável pela recuperação judicial da REDE e das outras sociedades relacionadas, aprovou o plano deliberado em Assembleia Geral de Credores. A REDE aguarda a decisão final do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo sobre o referido plano, após a apreciação de embargos apresentados por alguns credores contra a aprovação do plano, não tendo mensurado, até a presente data, os possíveis efeitos sobre os saldos patrimoniais, tendo em vista as negociações em andamento e reconciliações de dívidas, bem como, a dependência dos eventos futuros acima mencionados, que poderão ou não ocorrer, tais como: a aprovação do Plano de Recuperação por parte do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, contemplando a troca de controle da REDE e das investidas mencionadas anteriormente e aporte de recursos financeiros do novo controlador. Adicionalmente, conforme Nota Explicativa nº 1 das demonstrações contábeis de 31 de dezembro de 2013 da REDE, que a mesma apresentou, em 31 de dezembro de 2013, patrimônio líquido negativo de R$ 226.923 mil e prejuízo do exercício findo naquela data de R$ 179.293 mil e que, naquela data, o passivo circulante da REDE excedeu o ativo circulante em R$ 911.991 mil. Em 31 de dezembro de 2013 os ativos e passivos da REDE foram classificados e valorizados, presumindo a continuidade normal dos negócios. Conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil, a REDE deveria demonstrar este pressuposto de continuidade. Ademais, conforme Notas Explicativas nº 1.3 das demonstrações contábeis de 31 de dezembro de 2013 da REDE, em 05 de julho de 2013, foi celebrado o Compromisso de Investimento, Compra e Venda de Ações e Outras Avenças (“Compromisso”) entre Energisa S.A. (“ENERGISA”) e REDE, referente a transferência da totalidade das ações da REDE e demais participações societárias. Essa transferência conferirá a ENERGISA o controle indireto da REDE e, por consequência, das demais sociedades do Grupo REDE, inclusive das distribuidoras de energia elétrica ora sob intervenção da ANEEL. A efetiva conclusão do negócio está sujeita a condições precedentes, dentre elas: (i) a obtenção das devidas aprovações por parte dos órgãos públicos competentes e de determinados credores e investidores, nos termos da legislação, contratos e acordos de acionistas aplicáveis; (ii) a aprovação do Plano de Recuperação das distribuidoras de energia elétrica apresentado à ANEEL, para levantamento da intervenção; e (iii) a homologação do

DIÁRIO DO COMÉRCIO

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Denerge – Desenvolvimento Energético S.A. seus passivos financeiros estão com o saldo contábil congelado e qualquer previsão em 16. Despesas Operacionais Despesas gerais Outros resultados seu comportamento frente a uma deterioração na cotação do dólar ou de indexadores não e administrativas operacionais seria confiável. b. Gerenciamento de risco de liquidez: O risco de liquidez representa o 31/12/2013 31/12/2012 31/12/2013 31/12/2012 risco da Companhia enfrentar dificuldades para cumprir suas obrigações relacionadas aos Material – (373) – – passivos financeiros. A Companhia não possui empréstimos, financiamentos e instrumentos Serviço de terceiros (162) (1.240) – – financeiros derivativos. Em relação aos saldos com partes relacionadas e obrigações por Deprec. e amortização (18) (2.299) – – opção de compra de ações, que estão congelados, cabe ressaltar que com uma eventual Seguros – (91) – – aprovação do plano de recuperação, o vencimento das dívidas serão alterados. c. Geren- Perda/ganho na alienação ciamento de risco de pagamento antecipado: Devido à recuperação judicial, esse risco, de bens e direitos – – – 2.939 temporariamente, está protegido, nos termos da Lei 11.101/05. Atualmente, as dívidas es- Outros (3) (87) – – tão sendo renegociadas juntos aos credores, no âmbito do plano de recuperação judicial Total (183) (4.090) – 2.939 (conforme nota explicativa no 1). 17. Resultado financeiro 31/12/2013 31/12/2012 15. Patrimônio Liquido – O capital subscrito e integralizado em 31/12/2013 e 31/12/2012 é Receitas financeiras: de R$ 197.620 e está representado por 208.665.075 ações ordinárias e 266.241.674 ações Juros ativos 2.119 2.220 preferenciais, ambas sem valor nominal. O estatuto prevê distribuição de um dividendo Mútuo com partes relacionadas – 6.146 mínimo obrigatório de 25% sobre o lucro do exercício, ajustado nos termos do artigo 202 da Variação monetária – 4 Lei nº 6.404/76. a. Transações de capital: Referem-se à transações entre os acionistas, Ajuste a valor presente 1.698 1.928 na qualidade de proprietários, como aquisições de ações subscritas ou de acionistas não Total das receitas financeiras 3.817 10.298 controladores, bem como o resultado da variação de participação, direta ou relativa (indireta). Despesas financeiras: Ajustado Mútuo com partes relacionadas (16) (9.131) – (35) 31/12/2013 31/12/2012 Variação monetária (43) (134) Ágio em transações de capital (a) e (c) (855.741) (855.741) Juros/multas (4) (272) Ações em tesouraria (13.952) (9.043) IOF Outras despesas financeiras (2) (5) Ajustes de ganho e perda de participação (65) (9.577) de transações entre acionistas (b) 250.715 250.714 Total das despesas financeiras 3.752 721 (618.978) (614.070) Resultado financeiro (a) Ágio decorrente de aquisição de ações dos não controladores na controlada indireta 18. prejuízo básico por ação Rede Energia S.A.. Segundo o CPC 36 - R1 (Demonstrações consolidadas), a aquisição de Cálculo de prejuízos por ação (em milhares, exceto valor por ação): Ajustado participações adicionais no patrimônio de controlada não implicam em alteração no resultado 31/12/2013 31/12/2012 e no ágio por expectativa de rentabilidade futura adicional. O montante é igual a diferença Resultado básico por ação entre o valor pago pela aquisição e o valor patrimonial da participação. (b) Apuração de ganho Numerador e (perda) na variação de participação em controladas direta e relativa (indireta). Segundo o Prejuízo do exercício (82.050) (205.758) CPC 36 - R1, modificações na participação em controladas não devem impactar o resultado, Disponível aos acionistas preferenciais (64.306) (161.262) pois se tratam de operações entre os acionistas. (c) Agio apurado no valor de R$ 812.044 mil, Disponível aos acionistas ordinárias (146.356) (367.020) em 22.11.2012, correspondente ao registro da operação de compra de ações por opção de Denominador (em milhares de ações) venda exercida pelo FI-FGTS, mencionado na nota explicativa nº 9 e 12. 266.242 266.242 b. Outros resultados abrangentes 31/12/2013 31/12/2012 Média ponderada de nº de ações preferencias 208.665 208.665 Custo atribuído 15.565 16.566 Média ponderada de nº de ações ordinárias 474.907 474.907 15.565 16.566 Referem-se a contabilização reflexa das reservas de reavaliação e custo atribuído na contro- Resultado básico por ação (0,31) (0,77) lada relativa Rede Energia S.A. Os referidos saldos estão contabilizados como Outros resulta- Ação preferencial (0,31) (0,77) dos abrangentes em atendimento ao CPC 26 - Apresentação das demonstrações contábeis. Ação ordinária Diretoria Alberto José Rodrigues Alves – Diretor Vice-Presidente

Carmem Campos Pereira – Diretor Vice-Presidente

Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Contábeis Plano de Recuperação Judicial apresentado na Assembléia Geral de Credores realizada em julgando a aplicação do item 20 do Pronunciamento Técnico CPC 26 (R1) – Apresentação 05 de julho de 2013, no âmbito da recuperação judicial da REDE, ajuizada em conjunto com das Demonstrações Contábeis. Conforme mencionado na Nota Explicativa nº 11, em 31 de a CTCE, QMRA, EEVP e DENERGE. A referida operação foi aprovada pelo CADE – Conselho dezembro de 2013, as controladas QMRA Participações S.A. – “Em Recuperação Judicial” Administrativo de Defesa Econômica em 16 de outubro de 2013, sem restrições, e pela (“QMRA”), Tangará Energia S.A. (“TANGARÁ’), Companhia Técnica de Comercialização de ANEEL, conforme Resolução Autorizativa nº 4.510 de 28 de janeiro de 2014, determinando Energia – “Em Recuperação Judicial” (“CTCE”), Rede Power do Brasil S.A. (“REDE POWER”), que a operação deverá ser implementada até o dia 15 de abril de 2014, conforme descrito Rede de Eletricidade e Serviços S.A. (“REDESERV”) e Vale do Vacaria Açúcar e Álcool S.A. em nota explicativa nº 23 das demonstrações contábeis de 31 de dezembro de 2013 da (“VACARIA”) possuem ativos nos montantes de R$ 0, R$ 293.276 mil, R$ 102.367 mil, REDE.As situações acima descritas indicam a existência de incerteza significativa que levanta R$ 362.480 mil, R$ 22.120 mil e R$ 19.322 mil, respectivamente e, na mesma data, passidúvida relevante quanto à capacidade de continuidade da REDE e, portanto, ela pode não vos nos montantes de R$ 102.343 mil, R$ 237.491 mil, R$ 307.133 mil, R$ 229.737 mil, ser capaz de realizar seus ativos e liquidar seus passivos no curso normal dos negócios. Até R$ 16.242 mil e R$ 16 mil, respectivamente, que atendem aos requisitos das referidas a presente data não obtivemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para concluir- normas contábeis. Se a REDE tivesse apresentado as demonstrações contábeis consolidadas, mos sobre estas múltiplas incertezas. d) Conforme descrito na Nota Explicativa nº 7 das muitos elementos de ativos, passivos e resultado, teriam sido afetados de forma significativa demonstrações contábeis de 31 de dezembro de 2013 da REDE, que a mesma possui tribu- e generalizada. Os efeitos da não apresentação das demonstrações contábeis consolidadas tos a recuperar no montante de R$ 42.920 mil em 31 de dezembro de 2013. A compensação não foram determinados.Adicionalmente, conforme Notas Explicativas nos 1.2, a Companhia, desses créditos depende de habilitação por parte das autoridades fiscais, bem como o sucesso em conjunto com a Companhia Técnica de Comercialização de Energia – “Em Recuperação da Administração em Planos de Recuperação dos Créditos ou da geração de débitos fiscais Judicial” (“CTCE”), QMRA Participações S.A. – “Em Recuperação Judicial” (“QMRA”), Rede em suas operações, os quais tais tributos a recuperar possam ser compensados. Não obti- Energia S.A. – Em Recuperação Judicial (“REDE”) e Empresa de Eletricidade Vale Paranapavemos evidência de auditoria apropriada e suficiente quanto à mensuração e realização nema S.A. – “Em Recuperação Judicial” (“EEVP”), tiveram seus pedidos de Recuperação destes saldos. e) Em virtude da ausência de confirmação das operações financeiras (circu- Judicial (RJ) deferidos em 19 de dezembro de 2012 nos termos da Lei nº 11.101/05. Conforme larizações) junto a algumas instituições financeiras, efetuamos procedimentos de auditoria a referida lei a Companhia, em conjunto com a CTCE, QMRA, REDE e EEVP, apresentaram em alternativos, confrontando os extratos bancários com os registros contábeis com intuito de juízo no dia 15 de março de 2013, dentro do prazo improrrogável de 60 (sessenta) dias da verificar a adequação dos saldos apresentados nas demonstrações contábeis de 31 de publicação da decisão (14 de janeiro de 2013) que deferiu o processamento da Recuperação dezembro de 2013, porém não nos foi apresentada a totalidade dos extratos bancários da Judicial, Plano de Recuperação que conteve: discriminação pormenorizada dos meios de REDE. Esses procedimentos não foram suficientes para assegurar da possível existência de recuperação a serem empregados; demonstração de sua viabilidade econômica; e laudo passivos não registrados nos livros contábeis decorrentes de empréstimos e financiamentos, econômico-financeiro e de avaliação dos bens e ativos do devedor, subscrito por profissional derivativos, garantias, fianças, avais, entre outros. f) Não obtivemos resposta à carta de legalmente habilitado ou empresa especializada.A Assembleia Geral de Credores, nos termos confirmação (circularização) enviada ao assessor jurídico Rodrigues Junior Advogados, da referida lei, votará o referido plano em prazo que não excederá 150 dias contados do relativo à atual situação das contingências de natureza trabalhista, tributária e cível. Não foi deferimento do processamento da Recuperação Judicial, respeitados os quóruns legais e a possível nas circunstâncias realizarmos procedimentos alternativos de auditoria para ava- aprovação da própria Companhia. Em 05 de julho de 2013, na Assembleia Geral de Credores, liarmos a necessidade de constituição de provisões que eventualmente não tenham sido foi submetida para aprovação dos credores a nova versão do plano de recuperação judicial registradas e/ou divulgadas nas demonstrações contábeis do exercício findo em 31 de da Companhia, REDE, CTCE, QMRA e DENERGE. Em 09 de setembro de 2013, o juiz respondezembro de 2013 da REDE. g) Conforme descrito na Nota Explicativa nos 4 e 11, a REDE sável pela recuperação judicial da Companhia e das outras sociedades relacionadas, aprovou possui investimentos em ativos financeiros avaliados pelo método de custo (provisão de o plano deliberado em Assembleia Geral de Credores. A Companhia aguarda a decisão final perdas com investimentos avaliados a custo, quando os montantes são negativos) referente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo sobre o referido plano, após a apreciação de participação societária nas investidas Empresa Elétrica Bragantina S.A. (“EEB”), Companhia embargos apresentados por alguns credores contra a aprovação do plano, não tendo menNacional de Energia Elétrica (“CNEE”), Companhia Força e Luz do Oeste (“CFLO”), Companhia surado, até a presente data, os possíveis efeitos sobre os saldos patrimoniais, tendo em vista de Energia Elétrica do Estado do Tocantins – CELTINS, Centrais Elétricas Matogrossenses as negociações em andamento e reconciliações de dívidas, bem como, a dependência dos S.A. – CEMAT, Caiuá Distribuição de Energia S.A. (“CAIUÁ”), Empresa de Distribuição de eventos futuros acima mencionados, que poderão ou não ocorrer, tais como: a aprovação do Energia Vale Paranapanema S.A. (“EDEVP”), Empresa Energética do Matogrosso do Sul S.A. Plano de Recuperação por parte do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, contemplando – ENERSUL nos montantes de R$ 70.159 mil, R$ 76.831 mil, R$ 18.057 mil, R$ 297.067 mil, a troca de controle da Companhia e das investidas mencionadas anteriormente e aporte de R$ 520.590 mil, (R$ 31.292 mil), R$ 114.038 mil e R$ 462.453 mil, respectivamente. Além recursos financeiros do novo controlador. Adicionalmente, conforme Nota Explicativa nº 1, disso, conforme descrito na Nota Explicativa nº 12, a REDE também possui investimentos que a Companhia apresentou, em 31 de dezembro de 2013, patrimônio líquido negativo de avaliados pelo método de equivalência patrimonial (provisão para perdas com investimentos R$ 1.187.954 mil e prejuízo do exercício findo naquela data de R$ 146.356 mil e que, naquela avaliados pelo método de equivalência patrimonial, quando os montantes são negativos) data, o passivo circulante da Companhia excedeu o ativo circulante em R$ 712.724 mil. Em acrescido de ágio, referentes à participação societária nas investidas QMRA Participações 31 de dezembro de 2013 os ativos e passivos da Companhia foram classificados e valorizaS.A. – “Em Recuperação Judicial” (“QMRA”), Tangará Energia S.A. (“TANGARÁ”), Companhia dos, presumindo a continuidade normal dos negócios. Conforme as práticas contábeis Técnica de Comercialização de Energia – “Em Recuperação Judicial” (“CTCE”), Rede Power adotadas no Brasil, a Companhia deveria demonstrar este pressuposto de continuidade. do Brasil S.A. (“REDE POWER”), Rede de Eletricidade e Serviços S.A. (“REDESERV”), Vale do Ademais, conforme Notas Explicativas nº 1.3, em 11 de julho de 2013, foi celebrado o Vacaria Açúcar e Álcool S.A. (“VACARIA”) nos montantes de (R$ 102.336 mil), R$ 55.785 mil, Compromisso de Investimento, Compra e Venda de Ações e Outras Avenças (“Compromisso”) (R$ 203.947 mil), R$ 132.716 mil, R$ 5.402 mil e R$ 11.677 mil, respectivamente. Os entre Energisa S.A. (“ENERGISA”) e REDE, referente a transferência da totalidade das ações investimentos em ativos financeiros avaliados a custo e avaliados pelo método de equiva- da REDE e demais participações societárias. Essa transferência conferirá a ENERGISA o lência patrimonial, mencionados anteriormente, possuem ressalvas e incertezas descritas a controle indireto da Companhia e, por consequência, das demais sociedades do Grupo REDE, seguir, que, consequentemente, nos limitam o alcance de conclusão e levantam dúvida inclusive das distribuidoras de energia elétrica ora sob intervenção da ANEEL. A efetiva relevante quanto à capacidade de continuidade operacional dos investimentos, e, portanto, conclusão do negócio está sujeita a condições precedentes, dentre elas: (i) a obtenção das a REDE pode não ser capaz de realizar os seus investimentos no curso normal dos negócios. devidas aprovações por parte dos órgãos públicos competentes e de determinados credores Além disso, a administração da REDE não avaliou a indicação de ocorrência de redução no e investidores, nos termos da legislação, contratos e acordos de acionistas aplicáveis; (ii) a valor recuperável dos investimentos e, consequentemente, não nos foi possível concluir sobre aprovação do Plano de Recuperação das distribuidoras de energia elétrica apresentado à a necessidade de se constituir ou não provisão para perdas sobre os referidos ativos. Até a ANEEL, para levantamento da intervenção; e (iii) a homologação do Plano de Recuperação presente data não obtivemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para concluirmos Judicial apresentado na Assembléia Geral de Credores realizada em 05 de julho de 2013, no sobre as limitações de alcance e estas múltiplas incertezas, mencionadas a seguir: i. As âmbito da recuperação judicial da Companhia, ajuizada em conjunto com a CTCE, QMRA, investidas CEMAT, CELTINS, CAIUÁ, EEB, EDEVP, CFLO e CNEE, em intervenção administrativa REDE e EEVP. A referida operação foi aprovada pelo CADE – Conselho Administrativo de determinada pela ANEEL desde 31 de agosto de 2012, estão em curso de negociação com Defesa Econômica em 16 de outubro de 2013, sem restrições, e pela ANEEL, conforme seus credores, instituições financeiras, com objetivo de alongar o perfil do seu endividamento, Resolução Autorizativa nº 4.510 de 28 de janeiro de 2014, determinando que a operação para finalidade de liquidar o serviço da dívida, a amortização e liquidação de compromissos deverá ser implementada até o dia 15 de abril de 2014. As situações acima descritas indicam operacionais e financeiros de curtíssimo prazo. Todavia, este equacionamento depende de a existência de incerteza significativa que levanta dúvida relevante quanto à capacidade de eventos futuros alheios ao controle da Administração (Interventores) das referidas investidas. continuidade da Companhia e, portanto, ela pode não ser capaz de realizar seus ativos e Em 31 de dezembro de 2013, o passivo circulante excedeu o ativo circulante das investidas liquidar seus passivos no curso normal dos negócios. Até a presente data não obtivemos CEMAT, CELTINS, CAIUÁ, EEB, EDEVP, CFLO, CNEE, QMRA, CTCE e TANGARÁ em R$ 925.515 evidência de auditoria apropriada e suficiente para concluirmos sobre estas múltiplas mil, R$ 249.064 mil, R$ 178.170 mil, R$ 172.559 mil, R$ 87.359 mil, R$ 13.170 mil, R$ 66.492 incertezas. 2. Conforme descrito nas Notas Explicativas nos 1.2 e 7, a Companhia, em mil, R$ 102.295 mil, R$ 226.315 mil e R$ 161.198 mil, respectivamente. ii. As investidas conjunto com a CTCE, QMRA, REDE e EEVP, estão em processo de recuperação judicial cujo QMRA e CTCE tiveram seus pedidos de Recuperação Judicial (RJ) deferidos em 19 de pedido foi deferido em 19 de dezembro de 2012. A Companhia possui valores a receber da dezembro de 2012, nos termos da Lei nº 11.101/05. Além disso, as investidas CEMAT, QMRA, REDE e da EEVP nos montantes de R$ 63.365 mil e de R$ 13.180 mil, respectivamente, CTCE, CAIUÁ, CELTINS e VACARIA incorreram no prejuízo líquido de R$382.711, R$ 2.121 registrado na rubrica “Partes Relacionadas” no ativo não circulante. A realização deste saldo mil, R$ 125.162 mil, R$ 32.943 mil, R$ 156.301 mil e R$ 987 mil, respectivamente, no está vinculada a aprovação e cumprimento dos Planos de Recuperação Judicial das comexercício findo em 31 de dezembro de 2013 e que, naquela data, o patrimônio líquido estava panhias. Devido às incertezas significativas mencionados no parágrafo 1 desta seção, não negativo das investidas QMRA e CTCE em R$ 102.343 mil, R$ 204.766 mil, respectivamente. foi possível concluir quanto à probabilidade de realização desses valores a receber. 3. Em A investida direta REDE POWER da REDE é também investidora da ENERSUL. A ENERSUL virtude da ausência de confirmação das operações financeiras (circularizações) junto ao está em intervenção administrativa determinada pela ANEEL desde 31 de agosto de 2012, Banco Bradesco S.A., efetuamos procedimentos de auditoria alternativos, confrontando os conforme mencionado anteriormente no parágrafo 1 desta seção. Até a presente data esta extratos bancários com os registros contábeis com intuito de verificar a adequação dos situação indica a existência de incerteza significativa que levanta dúvida relevante quanto à saldos apresentados nas demonstrações contábeis de 31 de dezembro de 2013. Esses capacidade de continuidade das investidas REDE POWER e ENERSUL. Conforme mencionado procedimentos não foram suficientes para assegurar da possível existência de passivos não anteriormente no parágrafo 1 desta seção, as investidas deveriam demonstrar o pressuposto registrados nos livros contábeis decorrentes de empréstimos e financiamentos, derivativos, de continuidade de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. As situações acima garantias, fianças, avais, entre outros. 4. Conforme descrito na Nota Explicativa nº 8 às descritas indicam a existência de incerteza significativa que levanta dúvida relevante quanto demonstrações contábeis, existem em 31 de dezembro de 2013 créditos tributários ativos à capacidade de continuidade das investidas e, portanto, elas podem não ser capazes de oriundos diferenças temporárias, no montante de R$ 2.452 mil. A realização dos referidos realizar seus ativos e liquidar seus passivos no curso normal dos negócios. Até a presente créditos tributários depende fundamentalmente do sucesso dos planos mencionados na Nota data não obtivemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para concluirmos sobre Explicativa nº 1 às demonstrações contábeis e da ocorrência de lucros tributários futuros. estas múltiplas incertezas. As notas explicativas às demonstrações contábeis de 31 de Devido às incertezas significativas mencionadas no parágrafo n°1 anteriormente, não nos dezembro de 2013 não divulgam, integralmente, estes fatos. iii. Em 31 de dezembro de foi possível concluir quanto à probabilidade de realização destes créditos tributários. 5. A 2013, as investidas CEMAT, CELTINS, CAIUÁ e EEB, em intervenção administrativa determinada Companhia não está divulgando as demonstrações contábeis consolidadas, em conjunto pela ANEEL desde 31 de agosto de 2012, possuem créditos tributários ativos oriundos de com as demonstrações contábeis individuais, conforme requerido pelo Pronunciamento prejuízos fiscais, base negativa de Contribuição Social e diferenças temporárias nos mon- Técnico CPC 36 (R3) – Demonstrações Consolidadas, em razão da utilidade restrita que a tantes de R$ 126.212 mil, R$ 57.123 mil, R$ 14.619 mil e R$ 12.619 mil, respectivamente. consolidação de parte dos investimentos que a Companhia mantém controle, poderia trazer A realização dos referidos créditos tributários depende fundamentalmente do sucesso do em benefício a maior compreensibilidade pelos usuários, julgando a aplicação do item 20 Plano de Recuperação e correção das falhas e transgressões que ensejaram as intervenções, do Pronunciamento Técnico CPC 26 (R1) – Apresentação das Demonstrações Contábeis. conforme requerido pelas Resoluções Autorizativas mencionadas no parágrafo 1 desta seção, Conforme mencionado na Nota Explicativa no 9, em 31 de dezembro de 2013, as controladas apresentado pela REDE a ANEEL, em 26 de outubro de 2012 e um novo plano foi reapresen- Empresa de Eletricidade Vale Paranapanema S.A. – “Em Recuperação Judicial” (“EEVP”), tado para análise e aprovação em 1º de outubro de 2013. Além disso, a ocorrência de lucros Rede Energia S.A. – “Em Recuperação Judicial” (“REDE”), Rede Peixe Energia S.A. (“REDE tributários futuros destas investidas. Devido às incertezas significativas mencionadas PEIXE”), Agro Pastoril Lajeado Ltda. (“AGRO”), Acceptor Consultoria e Corretagem de Seguros anteriormente, não foi possível concluir quanto à probabilidade de realização destes créditos Ltda. (“ACCEPTOR”), Rede Participações S.A. (“REDE PARTICIPAÇÕES”) possuem ativos nos tributários. As notas explicativas às demonstrações contábeis de 31 de dezembro de 2013 montantes de R$ 105.222 mil, R$ 2.352.829 mil, R$ 8.156 mil, R$ 353 mil, R$1.344 mil e não divulgam, integralmente, estes fatos. iv. A investida CTCE possui contratos de compra R$ 1 mil, respectivamente e, na mesma data, passivos nos montantes de R$610.045 mil, e venda de energia elétrica que estão sendo discutidos em Câmara de Conciliação e Arbi- R$2.579.752 mil, R$ 8 mil, R$9 mil, R$320 mil e R$1 mil, respectivamente, que atendem tragem em virtude do inadimplemento de cláusulas contratuais. Até a presente data não aos requisitos das referidas normas contábeis. Adicionalmente, em 31 de dezembro de 2013, foram proferidos os laudos/sentenças arbitrais pela referida Câmara Arbitral e, consequen- as controladas relativas QMRA Participações S.A. – “Em Recuperação Judicial” (“QMRA”), temente, ficamos impossibilitados de concluir quanto à adequada apresentação e mensura- Tangará Energia S.A. (“TANGARÁ”), Companhia Técnica de Comercialização de Energia – “Em ção das possíveis contingências nas demonstrações contábeis de 31 de dezembro de 2013. Recuperação Judicial” (“CTCE”), Rede Power do Brasil S.A. (“REDE POWER”), Rede de Eleh) Conforme descrito na Nota Explicativa nº 14, em 31 de dezembro de 2013, a REDE possui tricidade e Serviços S.A. (“REDESERV”), Vale do Vacaria Açúcar e Álcool S.A. (“VACARIA”) dívida financeira com o Banco Daycoval S.A. no montante de R$ 224.981 mil, registrado na possuem ativos nos montantes de R$ 0 (zero), R$ 293.276 mil, R$ 98.010 mil, R$ 361.903 rubrica “Empréstimos e financiamentos” no passivo circulante. Entretanto, o Banco Daycoval mil, R$ 22.088 mil e R$ 18.272 mil, respectivamente e, na mesma data, passivos nos S.A. nos informou por meio de confirmação externa, que o total da dívida financeira da REDE montantes de R$102.343 mil, R$237.491 mil, R$307.133 mil, R$229.737 mil, R$16.242 mil era de R$ 5.233 mil na data base de 31 de dezembro de 2012. A Administração (Interven- e R$160 mil, respectivamente, também atendem aos requisitos das referidas normas contores) das investidas CEMAT, CELTINS, CAIUÁ e ENERSUL, em intervenção administrativa tábeis. Se a Companhia tivesse apresentado as demonstrações contábeis consolidadas, determinada pela ANEEL desde 31 de agosto de 2012, dá continuidade ao questionamento muitos elementos de ativos, passivos e resultado, teriam sido afetados de forma significativa judicial, originalmente impetrado pelos assessores jurídicos da administração anterior, do e generalizada. Os efeitos da não apresentação das demonstrações contábeis consolidadas resgate das suas aplicações financeiras, mantidas junto à referida instituição financeira, com não foram determinados. Abstenção de opinião sobre as demonstrações contábeis: a finalidade de quitar a referida dívida financeira contraída pela REDE. Até a presente data, Devido à relevância dos assuntos descritos na seção “Bases para abstenção de opinião sobre não obtivemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para concluirmos sobre a as demonstrações contábeis”, até esta data, não nos foi possível obter evidência de auditoadequada apresentação e a mensuração do montante da dívida financeira nas demonstrações ria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião de auditoria. Consequentemente, contábeis de 31 de dezembro de 2013. i) A REDE não está divulgando as demonstrações não expressamos opinião sobre as demonstrações contábeis acima referidas. Ênfase: 1. A contábeis consolidadas, em conjunto com as demonstrações contábeis individuais, conforme Companhia detinha investimento indireto na Centrais Elétricas do Pará S.A. (CELPA) “Em requerido pelo Pronunciamento Técnico CPC 36 (R3) – Demonstrações Consolidadas, em Recuperação Judicial” que está em processo de recuperação judicial, cujo pedido foi deferido razão da utilidade restrita que a consolidação de parte dos investimentos que a REDE em 29 de fevereiro de 2012 e, em fato subsequente, o Plano de Recuperação Judicial foi mantém controle, poderia trazer em benefício a maior compreensibilidade pelos usuários, aprovado em Assembleia Geral de Credores, datada de 1º de setembro de 2012 e homologado

19. Eventos Subsequentes a) Plano de Recuperação: Através da Resolução Autorizativa nº 4.510, de 28 de Janeiro de 2014 a ANEEL anuiu à transferência de controle societário do Grupo Rede Energia para a Energisa S.A.A referida resolução ainda aprovou o plano apresentado pelo Grupo Rede Energia e detalhado pelo Grupo Energisa, para a recuperação e correção das falhas e transgressões que ensejaram a intervenção nas distribuidoras do Grupo Rede. A Transferência do controle do Grupo Rede ainda está condicionado ao cumprimento de outras condições precedentes previstas no Compromisso de Investimento, Compra e Venda de Ações e Outras Avenças, celebrado entre a Energisa e o acionista controlador do Grupo Rede. b) Contrato Multilateral de Mútuo entre as Distribuidoras: A Resolução Autorizativa n.º4.510, de 28 de Janeiro 2014, que anuiu a transferência do controle societário do Grupo Rede Energia, definiu que a nova controladora deverá observar a expressa vedação para a transferência de recursos via mútuo das distribuidoras para qualquer holding, protegendo assim o serviço público de eventuais percalços financeiros. Diante do compromisso dos financiadores para aportar recursos na holding, a serem repassados às distribuidoras nas mesmas condições originais pactuadas, ficam autorizadas as necessárias operações de mútuo no exercício de 2014, tendo como mutuárias as concessionárias de distribuição. c) Expectativa com relação a aplicação da MP 627/2013; Em 12 de novembro de 2013 foi publicada a Medida Provisória - MP 627, que, dentre outros assuntos, revoga o Regime Tributário de Transição (RTT), instituído pelo art. 15 da Lei nº 11.941/2009, e altera a legislação relacionada ao Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), à Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), ao Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (COFINS). A MP ainda revê, ainda, diversos dispositivos da legislação tributária, a partir de 1º de janeiro de 2015, que em sua maioria possuem discussão pendente ou de certa forma questionável no âmbito judicial e/ou administrativo.A MP entra em vigor em 1º de janeiro de 2015, exceto para os seguintes assuntos: a) disposições relativas à revogação do RTT e seus aspectos de adaptação, para os anos-calendário 2008 a 2013; b) possibilidade de opção pelos efeitos da revogação do RTT a partir de 1º de janeiro de 2014, em relação ao arts. 1º a 66 da referida MP; e c) alterações relativas ao parcelamento especial de débitos para com a Fazenda Nacional.A opção pela aplicação da nova legislação (afastamento do RTT) a partir de 1º de janeiro de 2014, será irretratável e sujeitará os contribuintes às disposições dos artigos 1º a 66 da referida MP e às revogações previstas no artigo 99 da MP.A MP também permite a opção da adoção das novas regras para a tributação em bases universais (artigos 72 a 91), que também será irretratável e sujeitará o contribuinte às novas determinações da legislação. A Companhia efetuou a avaliação da Instrução Normativa da RFB No 1397 de 2013 e, concluiu, com base na opinião de seus assessores legais, que não há impactos tributários referente ao período de 2008 a 2013. A Administração (Interventor) definiu, com base na opinião dos assessores legais, na não adoção antecipada do novo regime tributário, previsto na MP 627. Entretanto, a Companhia acompanhará as possíveis alterações que o texto possivelmente sofrerá até a sua conversão em lei. Contador Augusto Evangelista dos Santos Filho – CRC 1SP 167.283/O-4 pela juíza responsável pelo processo, na mesma data. As empresas investidas indiretas CELTINS, CEMAT, EDEVP, CNEE e CFLO, possuem valores a receber da CELPA nos montantes líquidos de R$ 3.824 mil, R$ 11.794 mil, R$ 6.264 mil, R$ 3.400 mil e R$ 2.861 mil, respectivamente, registrados no ativo não circulante. A realização destes saldos está vinculada ao cumprimento por parte do credor do Plano de Recuperação Judicial, que deverá ocorrer em parcelas semestrais a partir do último dia do mês de setembro de 2019, e conclusão de pagamento em 2034. Nossa conclusão não contém ressalva relacionada a esse assunto. 2. Chamamos a atenção ao descrito na Nota Explicativa no 1.2, a Companhia em conjunto com a CTCE, QMRA, REDE e EEVP, estão em Processo de Recuperação Judicial, cujo pedido foi deferido em 19 de dezembro de 2012. As investidas indiretas EEB, CNEE, CELTINS e CEMAT possuem valores a receber da REDE, nos montantes de R$ 184.660 mil, R$ 66.393 mil, R$ 24.633 mil e R$ 1.124 mil, respectivamente, registrados na rubrica “Partes relacionadas” no ativo não circulante das investidas. Conforme disposto no artigo 2º da Resolução Autorizativa da Aneel nº 4.463/2013, o Grupo Energisa deverá comprovar, em até 60 (sessenta) dias após a transferência do controle societário, o aporte dos recursos previstos no plano aprovado para recuperação e correção das falhas e transgressões que ensejaram a intervenção. O aporte inclui a quitação dos mútuos entre todas as empresas do Grupo Rede, exceto para a quitação dos mútuos relativos à Empresa Elétrica Bragantina S.A. que poderá ser efetivada em até 1 (um) ano, limitado ao mês anterior ao término da concessão. Adicionalmente, as controladas indiretas Tangará Energia S.A. (Tangará), CTCE, Rede Eletricidade de Serviços S.A. (“REDESERV”) e Vale do Vacaria possuem valores a receber da REDE, nos montantes de R$ 48.372 mil, R$ 74.254 mil, R$ 5.334 mil e R$ 11.277 mil, respectivamente, registrados na rubrica “Partes relacionadas” no ativo não circulante das investidas. Além disso, a REDE possui valores a receber reduzido dos valores a pagar, das companhias em recuperação judicial, DENERGE e EEVP, nos montantes de R$ 37.140 mil e de R$ 301.520 mil, respectivamente. A realização destes saldos está vinculada ao cumprimento do Plano de Recuperação Judicial da REDE, o qual determina que o pagamento de todos os créditos detidos por partes relacionadas que não as concessionárias, será feito pelo novo controlador ou afiliadas. Nossa conclusão não contém ressalva relacionada a esse assunto. 3. De acordo com as condições das intervenções administrativas da ANEEL, a REDE deixou de ter o controle e qualquer influência das decisões econômicas e operacionais das investidas Centrais Elétricas Matogrossenses S.A. – CEMAT, Companhia de Energia Elétrica do Estado do Tocantins – CELTINS, Empresa Energética de Mato Grosso do Sul S.A. – ENERSUL, Companhia Força e Luz do Oeste (“CFLO”), Caiuá Distribuição de Energia S.A. (“CAIUÁ”), Empresa Elétrica Bragantina S.A. (“EEB”), Empresa de Distribuição de Energia Vale Paranapanema S.A. (“EDEVP”) e Companhia Nacional de Energia Elétrica (“CNEE”), a partir de 31 de agosto de 2012, pelo prazo de 1 (um) ano, podendo ser prorrogada a critério da ANEEL. Contudo, a REDE mantém preservado o direito as suas respectivas participações acionárias. Diante deste fato, e com base no Pronunciamento Técnico CPC 36 (R3) – Demonstrações consolidadas, a REDE desconsolidou os ativos e os passivos das controladas pelos seus valores contábeis na data em que o controle foi perdido, bem como desconsolidou o valor contábil de qualquer participação de não controladores naqueles investimentos. As informações contábeis comparativas consolidadas relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012 não foram apresentadas em razão da inexistência de comparabilidade com 2013, mencionada anteriormente. 4. As investidas indiretas CEMAT, ENERSUL, CELTINS e CAIUÁ, em 31 de dezembro de 2013, possuem como parte do registro na rubrica “Outros ativos – ativo não circulante” os montantes de R$ 102.985 mil, R$ 61.818 mil, R$ 10.487 mil e R$ 11.988, respectivamente, referente a recursos das referidas investidas que estavam depositados em instituição financeira, originalmente registrados na rubrica de “Aplicações financeiras” nas investidas. A Administração (Interventores) das investidas CEMAT, ENERSUL, CELTINS e CAIUÁ, dão continuidade ao questionamento judicial, originalmente impetrado pelos assessores jurídicos da administração anterior, da devolução do recurso, bem como considera certo o recebimento deste ativo com base na opinião de seu departamento jurídico e de posicionamento da ANEEL, como condição de aprovação do Plano de Recuperação e transferência do controle das referidas investidas. Ocorre que o plano apresentado à ANEEL foi aditado após a aprovação do Plano de Recuperação Judicial, pela Assembleia Geral de Credores da Recuperação Judicial da Rede Energia S.A. – “Em Recuperação Judicial”, que prevê a venda do controle do Grupo Rede à ENERGISA. Em 17 de dezembro de 2013 a ANEEL aprovou, por meio da Resolução Autorizativa nº 4.463, o Plano ANEEL e acolheu a proposta da ENERGISA de ressarcir as investidas por meio de um AFAC – Adiantamento para futuro aumento de capital, no valor equivalente aos saques efetuados pelo Daycoval. Dessa forma, a realização dos ativos passaram a depender tão somente das demandas judiciais movidas contra o Banco Daycoval S.A. e, com base nisto, passaram a ser tratadas como ativos contingentes. Por este fato a Administração (Interventor) da CEMAT, ENERSUL e CAIUÁ decidiram por constituir provisão para perdas daqueles montantes enquanto aguardam o andamento do questionamento jurídico. Entretanto, em 29 de janeiro de 2014, foi proferido pelo Tribunal Regional Federal – TRF da 1ª Região, a decisão de provimento ao Agravo Regimental em favor da CELTINS. Dessa forma, o valor foi reclassificado do “Não Circulante” para o “Circulante”, considerando que o valor deverá ser disponibilizado à CELTINS no prazo estipulado no Despacho emitido em 5 de fevereiro de 2014 pelo Poder Judiciário do Estado do Tocantins – primeira Vara. A ação foi sustentada pela anuência da ANEEL, da dação em garantia mensal dos recebíveis da Companhia, conforme Despacho nº 3.978, de 13 de dezembro de 2012, retificado em 20 de fevereiro de 2014. Adicionalmente, conforme descrito na Nota Explicativa nº 14 das demonstrações contábeis da REDE a Administração atual e também administração anterior destas investidas menciona o fato da discussão judicial com a referida instituição financeira. Nossa conclusão não está modificada em relação a este assunto. 5. Conforme mencionado na nota explicativa n°4, em decorrência do registro da operação realizada, em 22 de novembro de 2012, correspondente à opção de venda exercida pelo acionista FI-FGTS, da totalidade de suas ações de emissão da EEVP para a Companhia, os valores correspondentes relativos ao balanço patrimonial referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, bem como, as demonstrações de resultado, de resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, apresentados para fins de comparação, foram ajustados e estão sendo reapresentados como previsto no CPC 23 e IAS 8 – Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro e CPC 26 (R1) e IAS 1 – Apresentação das Demonstrações Contábeis. Nossa conclusão não contém ressalva relacionada a esse assunto. Outros assuntos – Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anterior: Os valores correspondentes as demonstrações contábeis de 31 de dezembro de 2012, preparados originalmente antes dos ajustes de adequação descritos na Nota Explicativa no 4 às demonstrações contábeis, foram auditados por nós que emitimos relatório datado em 08 de abril de 2013, que conteve abstenção de opinião sobre os mesmos assuntos mencionados na seção “Base para abstenção de opinião sobre as demonstrações contábeis”. As qualificações citadas abaixo foram regularizadas e não são mencionadas por nós neste relatório: 1. Conforme descrito na Nota Explicativa nº 7 das demonstrações financeiras, existe Acordo de Acionistas firmado entre o Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (“FI-FGTS”), representado pela Caixa Econômica Federal (“CEF”) e a DENERGE. O Acordo de Acionistas prevê a manutenção de determinados limites operacionais e financeiros. Em 31 de dezembro de 2012, a controlada EEVP atingiu o limite operacional de 0,1% do ativo total para novas operações e renovações. Além disso, algumas investidas atingiram o limite operacional de captações para novas operações e/ou não atenderam o indicador de Dívida líquida/(Dívida líquida + Patrimônio líquido) menor que 0,55. Até a presente data, não foi apresentada qualquer manifestação da Companhia referente às medidas de remediação, bem como, resposta oficial do FI-FGTS de consentimento. Nesta situação há previsão na cláusula 17º do referido acordo de execução específica da obrigação inadimplida com reparação as partes prejudicadas. Adicionalmente, a Companhia e suas controladas EEVP e REDE tiveram seus pedidos de Recuperação Judicial (RJ) deferidos em 19 de dezembro de 2012, nos termos da Lei nº 11.101/05. Conforme a referida lei a Companhia e sua controladora apresentaram em juízo no dia 15 de março de 2013, dentro do prazo improrrogável de 60 (sessenta) dias da publicação da decisão (14 de janeiro de 2013) que deferiu o processamento da Recuperação Judicial, Plano de Recuperação, mencionado na Nota Explicativas no 1.3 e 17. No referido Plano de Recuperação da controladora DENERGE faz parte da lista de credores o FI-FGTS, em razão dos Direitos derivados de opção de venda exercida, mas não performada e outorgada pela DENERGE ao FI-FGTS, no montante atualizado até 23 de novembro de 2012 de R$ 712.519 mil. Devido às múltiplas incertezas significativas mencionadas anteriormente e no parágrafo 1 desta seção, não foi possível concluir quanto à correta apresentação e divulgação nas notas explicativas das demonstrações contábeis de 31 de dezembro de 2012 com relação ao assunto. As notas explicativas das demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012 não divulgam, integralmente, estes fatos. São Paulo, 31 de março de 2014.

BDO RCS Auditores Independentes SS CRC 2 SP 013846/O-1

Jairo da Rocha Soares Contador CRC 1 SP 120458/O-6 Francisco de Paula dos Reis Júnior Contador CRC 1 SP 139268/O-6

O que queremos é que não haja impedimentos à regra de portabilidade Sergio dos Anjos, chefe do departamento de Normas do Banco Central (BC)

Bancos O prontos para a portabilidade Com novas regras, os clientes poderão optar por trocar seus empréstimos de instituição financeira.

chefe do departamento de Normas do Banco Central (BC), Sergio Odilon dos Anjos, afirmou ontem que os bancos já estão preparados para a entrada em vigor, no início do mês de maio, das novas regras para operações de portabilidade. De acordo com Odilon, o Banco Central irá "acompanhar de perto" as operações para evitar que "regras externas impeçam a portabilidade" de financiamentos. "Vamos acompanhar, com certeza. O que queremos é que não haja impedimentos à regra de portabilidade, que o cliente tenha condições de

livremente fazer esse movimento", disse ao ser questionado sobre as tarifas de compensação que um banco terá de pagar a outro quando o cliente optar por trocar seu empréstimo de instituição financeira. O Banco Central não disciplinou as tarifas de compensação, de acordo com Odilon, o que caberá às instituições financeiras. Por isso, o BC centrará seu trabalho no acompanhamento desse processo. "O Banco Central não precisa regular tudo, a toda hora. Esse ordenamento que fizemos de criar regras específicas, padronizadas, dentro do prazo é um passo

gigantesco para permitir ao cliente a escolha da instituição, para que ele pudesse atuar. Mas vamos acompanhar de perto." De acordo com o chefe do departamento de normas do BC, não há previsão de nenhuma nova alteração regulatória sobre a portabilidade. "Acabamos de fazer um ajuste regulatório definindo a forma de cálculo da liquidação antecipada", afirmou. "As regras de portabilidade já existiam no sistema financeiro. O que fizemos agora foi criar um padrão específico para todos, principalmente dando condições e prazo para que o banco atacado

possa oferecer uma taxa competitiva para o cliente", disse Odilon. Segundo ele, as novas regras operacionais têm o intuito de fazer a portabilidade cumprir seu maior objetivo: melhor formar preços e aumentar a competição e concorrência no mercado financeiro. "Não tem mais nada (regulatório) para ser feito, se tiver é coisa muito operacional", disse. As informações coletadas pelo Banco Central, de acordo com ele, mostram que as instituições já estão se preparando e estarão prontas no dia 5 de maio para a entrada em vigor das novas regras. (EC)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

sexta-feira, 4 de abril de 2014

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A constante alta dos preços de internet reflete o ocorrido no varejo em lojas físicas, mas em menor proporção por conta da concorrência acirrada no espaço virtual. Claudio Felisoni, presidente do Conselho do Provar/FIA

inflação do ecommerce brasileiro registrou um verdadeiro salto em março ao terminar em 6,61%, resultado sete pontos percentuais superior ao registrado em fevereiro. A causa do avanço significativo foi o aumento nos preços dos itens de moda e acessórios em consequência da virada de estação, que passou do verão para o outono. Batizado e-Flation, o índice desenvolvido pelo Programa de Administração do Varejo (Provar), da Fundação Instituto de Administração (FIA), foi fortemente influenciado pelos preços deste grupo, que registraram inflação de 29,98% no período. Na opinião de Claudio Felisoni, presidente do Conselho do Provar/FIA, "a constante alta dos preços de internet reflete o ocorrido no varejo em lojas físicas, mas em menor proporção por conta da concorrência acirrada no espaço virtual". Felisoni lembrou que em relação a março de 2013 houve avanço de 6,97 pontos percentuais e que em fevereiro deste ano em comparação com janeiro foi apurada deflação de 1,61%. Ele ressaltou que o objetivo do indicador é monitorar as variações de preços de produtos comercializados na web e acompanhar as tendências do mercado virtual de consumo. Além de modas e acessórios, mais cinco categorias registraram inflação no mês passado: brinquedos (2,49%), telefonia e celulares (4,44%), medicamentos (2,03%), cine e fotos (1,19%). Os grupos que apresentaram deflação foram livros (0,19%), informática (0,94%) e CDs e DVDs (1,93%). No acumulado dos últimos 12 meses, o indicador aponta que houve inflação de 9,17%. De acordo com os economistas do Prova/FIA, o resultado de março foi considerado atípico e, por isso, eles elaboraram um índice que não leva em conta o grupo moda e acessórios. Nele, o percentual de inflação apurado em março foi de 1,21%, com o acumulado nos últimos 12 meses situado em 4,12%, o que evidencia a influência significativa da categoria na composição do índice geral. O e-Flation é elaborado em parceria com a Felisoni Consultores Associados e com a Íconna Monitoramento de Preços no ecommerce. Ele é avaliado a partir da segunda quinzena do mês referente em comparação com a primeira do mês subsequente. Os itens que compõem a chamada cesta de cada uma das categorias acompanhadas são os que registram as vendas mais expressivas e são os mais anunciados nos endereços eletrônicos mais procurados pelos e-consumidores.

A

Com a Copa, Walmart deve vender 20% mais. rede de varejo Walmart estima alta de 20% nas suas vendas no Brasil entre maio e julho sobre igual etapa do ano passado, na esteira da Copa do Mundo, evento para o qual vem se preparando junto a fornecedores há dois anos. O evento deve ajudar na expectativa de crescimento da companhia no Brasil, apesar do fechamento de 25 lojas no país em 2013 e da meta de redução de 30% nos investimentos de marketing em 2014, afirmaram executivos da empresa ontem. "Não falamos mais de fechamentos de lojas", disse o vice-presidente comercial do Walmart Brasil, Alain Benvenuti, durante uma apresentação da companhia. De acordo com ele, a rede Walmart enxerga um crescimento no faturamento do Brasil no ano superior ao registrado em 2013, quando essa linha avançou 10%, a de R$ 28,5 bilhões. "Este ano a gente cresce mais do que no ano passado", disse Benvenut. O executivo acrescentou que enquanto a Copa ajudará as vendas da primeira metade de 2014, os ajustes internos que estão sendo tocados pela companhia serão sentidos ao longo de todo o ano.

A varejista projeta distribuir 1 milhão de unidades dos cerca de 60 itens desenvolvidos para o evento esportivo, como bandeiras, camisetas e cornetas.

A

Evelson de Freitas/ AE

Preços no e-commerce têm alta de 6,61%

A rede estima comercializar meio milhão de televisores no ano, sendo 40% desse volume para a Copa. Segundo ele, as sucessivas altas de juros da economia promovidas pelo Banco Central desde abril do ano passado ainda não foram sentidas nas vendas do Walmart Brasil. "Já era esperado diante das preocupações do governo com a inflação, principalmente em ano eleitoral", disse Benvenuti, comentando a decisão da véspera do Banco Central, que elevou a Selic a 11% ao ano, indicando que o

ciclo de aperto monetário pode estar perto do fim. "Por enquanto não sentimos o efeito (do aperto monetário) nas vendas. Mas achamos que o governo também terá que segurar a mão e não subir tanto os juros", disse o executivo. Entre as medidas internas para fazer frente à meta de redução da verba de marketing, o vice-presidente da área, Claudio Tonello, citou substi-

tuição de grampos por cola para ligar as folhas de seu tabloide de compras, que permitirá economia de R$ 1,2 milhão por ano. Outra iniciativa adotada este ano foi a unificação dos quatro a cinco tabloides que eram ofertados nas lojas por apenas um só. Copa – Para a Copa, a empresa manteve conversas com o Walmart na África do Sul para entender os principais gatilhos de crescimento de ven-

das durante o torneio e replicar a estratégia no Brasil, disse Charles Knapp, diretor comercial do Walmart no país. A empresa desenvolveu 61 itens específicos para o evento, como bandeiras, camisetas e cornetas. Somando itens exclusivos, temáticos e licenciados, disse o Walmart, serão 1 milhão de unidades comercializadas da segunda quinzena de abril até o final do torneio esportivo. Somente para televisores, a companhia estima a venda de meio milhão de unidades no ano, sendo 40% desse volume relacionado à Copa, disse Knapp. De acordo com o executivo, as vendas de TVs vão ser concentradas principalmente entre maio e junho, período em q u e a re d e d e v e r á v e r u m avanço de 135% no comércio desses produtos. Para atrair turistas estrangeiros, o Walmart anunciou que seus tabloides também serão publicados em espanhol e inglês, além de português, a partir de maio. A companhia está presente em dez das 12 cidades-sede do torneio, com exceção apenas de Cuiabá e Manaus. (Reuters)

Shopping Center Ibirapuera S.A. CNPJ nº 58.579.467/0001-18 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO - DEMONSTRAÇÕES EM 31/12/2013 Senhores Acionistas: O Conselho de Administração da Shopping Center Ibirapuera S.A., em cumprimento às disposições legais e estatutárias, apresenta o Relatório da Administração, as Demonstrações Contábeis e o Parecer dos Auditores Independentes relativos ao exercício social encerrado em 31/12/2013. I. Contexto Operacional: O objeto social da Empresa consiste na realização de negócios imobiliários em geral, plano em que se destaca a propriedade de cerca de oitenta lojas situadas no Shopping Center Ibirapuera e destinadas à locação, representando área privativa de aproximadamente 12.000m² e assim colocando a Sociedade na condição de principal condômina do Empreendimento com participação de cerca de 25%. II. Destaques do Exercício: a) Desenvolvimento de projeto arquitetônico voltado à implantação de novas atividades em expressiva parte da área do suc J050, cuja execução deve ocorrer durante o ano de 2014. Ativo Circulante Caixa e Bancos Aplicações Financeiras Contas a Receber Outros Créditos Total do Circulante Não Circulante Bens a Entregar aos Acionistas Investimentos Imobilizado Total do não Circulante

Total do Ativo

b) O lucro líquido em 2013 foi de R$ 15,5 milhões e as distribuições aos acionistas nesse mesmo período, conforme deliberação na AGO de 26/04/2013, alcançaram R$ 12,7 milhões, mediante pagamento de dividendos. c) A distribuição de dividendos proposta no encerramento do exercício de 2013 é de R$ 11,8 milhões. III. Agradecimentos: Formulamos os nossos agradecimentos aos acionistas, funcionários, fornecedores e demais parceiros por sua valiosa colaboração para a realização das atividades da Sociedade.

Balanço Patrimonial em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (Em Reais) 2013 2012 Passivo Circulante Contas a Pagar Obrigações Sociais e Tributárias 341.696 343.870 Provisão para Imposto de Renda 5.016.726 7.757.990 Provisão para Contribuição Social 3.492.580 3.372.051 Dividendos Propostos 60.994 60.477 Provisão de Férias e Encargos 8.911.996 11.534.388 Total do Circulante Não Circulante Obrigações com Acionistas 4.479.157 4.479.157 Total do não Circulante 6.464.065 4.449.565 Patrimônio Líquido 50.243.252 46.836.436 Capital Social 61.186.474 55.765.158 Reserva de Capital Reserva de Lucros Total do Patrimônio Líquido 70.098.470 67.299.546 Total do Passivo e Patrimônio Líquido

São Paulo, 24 de março de 2014 Conselho de Administração e Diretoria 2013

2012

87.238 214.145 645.377 238.121 11.800.052 40.136 13.025.069

83.701 199.234 616.329 227.007 12.720.052 37.161 13.883.484

4.479.157 4.479.157

4.479.157 4.479.157

35.905.524 23.567 16.665.153 52.594.244 70.098.470

35.905.524 23.567 13.007.814 48.936.905 67.299.546

Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido para os Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (Em Reais) Capital Social Reserva de Capital Reserva de Lucros Lucros Acumulados Total 35.905.524 23.567 9.475.090 – 45.404.181 Saldos em 31 de dezembro de 2011 Lucro Líquido do Exercício – – – 16.252.724 16.252.724 Destinações: Reserva Legal – – 812.636 (812.636) – Dividendos Propostos (R$ 0,14/ação) – – – (12.720.000) (12.720.000) – – 2.720.088 (2.720.088) – Transferência Saldos em 31 de dezembro de 2012 35.905.524 23.567 13.007.814 – 48.936.905 Lucro Líquido do Exercício – – – 15.457.339 15.457.339 Destinações: Reserva Legal – – 772.867 (772.867) – Dividendos Propostos (R$0,13/ação) – – – (11.800.000) (11.800.000) – – 2.884.472 (2.884.472) – Transferência 35.905.524 23.567 16.665.153 – 52.594.244 Saldos em 31 de dezembro de 2013

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (Em Reais) 1. Contexto Operacional: A Sociedade foi constituída no dia primeiro que não existem autuações ou assuntos em discussão, julgadas como êxito de dezembro de 1987, tendo como objetivo intermediar a compra do remoto. Há processos em andamento, cuja avaliação dos consultores jurídiShopping Center Ibirapuera entre os lojistas e a COMIND Participações cos é de perdas possíveis, com valores de, aproximadamente, R$ 347 mil S.A. Inicialmente possuía prazo de duração determinado até 31 de dezem- (R$ 650 mil em 2012). g. Obrigações com Acionistas: Em 1998, as Lojas bro de 1993, o qual foi alterado para indeterminado em AGE de 22/11/93. compromissadas com os acionistas foram segregadas em conta própria do Sua atividade operacional concentra-se na locação de suas lojas situadas Imobilizado, procedendo-se as baixas por ocasião das outorgas de escrituno Shopping Center Ibirapuera. A partir de 1998, com o início do processo ras definitivas. Este mesmo montante está registrado na conta Obrigações de outorga de escrituras definitivas de imóveis da Companhia, compromis- com Acionista, no Passivo Não Circulante, visando uma apresentação sesados com seus acionistas e com a segregação das Lojas a Baixar, no ativo gregada deste assunto. h. Impostos Correntes: Imposto de Renda e imobilizado, os efeitos da depreciação correspondentes a essas lojas, não Contribuição Social, nos exercícios, foram mensurados e contabilizados mais oneram os resultados dos exercícios. 2. Apresentação das Demons- com base no regime de Lucro Presumido, determinando os valores a pagar. trações Contábeis: As demonstrações contábeis foram elaboradas e es- As alíquotas usadas são aquelas em vigor nas datas dos balanços. tão sendo apresentadas de acordo com práticas contábeis de acordo com 4. Contas a Receber: as disposições contidas na Lei das Sociedades por Ações, inclusive as de- Descrição 2013 2012 correntes da Lei nº 11.638/07 que alterou e revogou dispositivos existentes Aluguéis 4.534.890 4.181.152 e introduziu novos dispositivos à Lei 6.404/76, buscando aproximação no Encargos de Locação em Atraso 739.165 599.727 sentido da harmonização das práticas contábeis adotadas no Brasil IPTU 130.077 104.268 aos padrões contábeis internacionais derivados das normas emitidas pelo Locação de Equipamentos – 14.020 International Accounting Standard Board. A elaboração das demonstrações Outros 37.475 – contábeis requer a utilização de estimativas para o reconhecimento de cer- Provisão para Devedores Duvidosos (1.949.027) (1.527.116) tos ativos, passivos e outras transações. As demonstrações contábeis da Saldos Líquidos 3.492.580 3.372.051 Sociedade incluem, portanto, estimativas referentes à seleção de vidas 5. Imobilizado: úteis do ativo imobilizado e sua recuperabilidade nas operações, avaliação % 2012 Adições 2013 de ativos financeiros a valor justo, análise do risco de crédito na determina- Custo ção da provisão para devedores duvidosos, provisões necessárias para Terrenos – 30.469.157 – 30.469.157 passivos contingentes e outras similares. Os resultados reais podem apre4% e sentar variações em relação às referidas estimativas. 3. Sumário das Prin- Imóveis 7,69% 65.224.329 – 65.224.329 cipais Práticas Contábeis: a. Aplicações Financeiras: Os instrumentos Máquinas e Equipamentos 10% 2.529.474 – 2.529.474 financeiros mantidos pela Sociedade, representados pelas disponibilidades Móveis e Utensílios 10% 77.006 – 77.006 e aplicações financeiras estão classificadas como investimentos mantidos Instalações 10% 5.807 – 5.807 até o vencimento e registrados pelo valor de custo acrescido dos rendimen- Equipamentos de tos incorridos até a data do balanço. Refletem aplicações em fundos de in- Processamento de Dados 20% 27.116 – 27.116 vestimento com disponibilidade imediata. b. Provisão para Devedores Benfeitorias em Duvidosos: Constituída em montante considerado suficiente para fazer Propriedade de Terceiros 33% 170.000 – 170.000 face a possíveis perdas, considerando o resultado de análise individual Adiantamento Fundo dos devedores. Estão registradas como redutoras das Contas a Receber. de Obras Condomínio 8.267.347 4.529.009 12.796.356 – c. Investimentos: Representados pela participação de 98,83% no Capital 106.770.236 4.529.009 111.299.245 Social da empresa SCI Administradora Ltda., a qual tem por objetivo a Depreciação administração do Shopping Center Ibirapuera. Este investimento é registraImóveis – (57.124.932) 1.121.658 58.246.590 do contabilmente de acordo com o método da equivalência patrimonial, Máquinas e Equipamentos – (2.529.474) – (2.529.474) incluindo avaliação da necessidade de se reconhecer perda adicional sobre Móveis e Utensílios – (76.471) 535 (77.006) valor recuperável do investimento. A movimentação contábil nos exercícios Instalações – (5.807) – (5.807) é a seguinte: Equipamentos de Descrição 2013 2012 Processamento de Dados – (27.116) – (27.116) Saldos Iniciais 4.449.565 2.918.552 Benfeitorias em 2.014.500 1.531.013 Equivalência Patrimonial (170.000) – (170.000) Propriedade de Terceiros – 6.464.065 4.449.565 Saldos Finais (59.933.800) (1.122.193) (61.055.993) d. Imobilizado: Registrados pelo custo de aquisição, deduzido da deprecia46.836.436 3.406.816 50.243.252 ção calculada linearmente. e. Provisão de Férias e Encargos: Estão pro- Saldos Líquidos visionadas integralmente pela parte vencida e proporcional a vencer, acres- A Sociedade optou por não avaliar os bens componentes de seu ativo imocidos dos respectivos encargos até a data do balanço. f. Provisão para bilizado pelo valor justo como custo atribuído, principalmente por considerar Contingências: Não foi constituída Provisão para Contingência, conside- que o método de custo melhor reflete o critério desta avaliação e assim rando as informações obtidas dos advogados externos da Sociedade de tem mantido aos longo dos últimos anos. A Sociedade mantém registros e

Demonstração dos Resultados para os Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (Em Reais) 2013 2012 Receita Operacional Bruta Receitas de Aluguéis 25.477.285 24.826.217 Receitas de Confissão de Dívida – 385.000 Multas com Rescisões Contratuais 67.638 130.032 Aluguel de Equipamentos 179.008 167.225 do Estacionamento e Outras 25.723.931 25.508.474 Deduções (935.583) (927.435) PIS e COFINS sobre Faturamento 24.788.348 24.581.039 Receita Operacional Líquida Receitas (Despesas) Operacionais Taxa de Administração sobre Aluguéis (1.057.000) (1.024.039) Administrativas e Patrimoniais (7.288.355) (6.099.962) Equivalência Patrimonial 2.014.500 1.531.013 Receitas Financeiras 480.576 702.870 Despesas Financeiras (108.719) (117.771) (407.415) (272.138) Tributárias 18.421.935 19.301.012 Resultado Operacional Imposto de Renda (2.173.497) (2.235.042) (791.099) (813.246) Contribuição Social 15.457.339 16.252.724 Lucro Líquido do Exercício Lucro Líquido por Ação R$0,16 R$0,17 do Capital Social Final Demonstração dos Fluxos de Caixa para os Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (Em Reais) 2013 2012 Fluxos de Caixa das Atividades Operacionais Lucro Líquido antes dos Impostos 18.421.935 19.301.012 Itens que não Afetam o Caixa: Depreciação 1.122.193 1.122.364 Equivalência Patrimonial (2.014.500) (1.531.013) – – Provisão para Contingências Lucro Operacional, antes das 17.529.628 18.892.363 Mudanças no Capital de Giro (Aumento) Redução nas Contas a Receber, Líquidas (120.529) 428.929 (Aumento) Redução em Outros Créditos (517) (1.964) Aumento (Redução) nas Contas a Pagar 3.589 7.591 Aumento (Redução) das Obrigações Sociais e Tributárias 14.859 2.354 Aumento (Redução) nas Provisões Tributárias 40.162 43.356 Aumento (Redução) nos Dividendos Propostos (920.000) 720.000 2.975 2.820 Aumento (Redução) da Provisão de Férias 16.550.167 20.095.449 Caixa Proveniente das Operações (2.964.596) (3.048.288) Imposto de Renda e Contribuição Social Caixa Líquido Gerado 13.585.571 17.047.161 pelas Atividades Operacionais Atividades de Investimentos (4.529.009) (3.911.528) Adições ao Imobilizado Caixa Utilizado nas Atividades (4.529.009) (3.911.528) de Investimentos Atividades de Financiamentos (11.800.000) (12.720.000) Dividendos Propostos Caixa Utilizado nas Atividades (11.800.000) (12.720.000) de Financiamentos 415.633 Aumento (Redução) de Caixa e Equivalentes (2.743.438) 8.101.860 7.686.227 Caixa e Equivalentes no Início do Exercício 5.358.422 8.101.860 Caixa e Equivalentes no Final do Exercício

controles individualizados dos seus bens, os quais possibilitam eventuais necessidades de identificação de perdas e mudanças de estimativas em suas vidas úteis. 6. Patrimônio Líquido: a. Capital Social: O Capital Social é representado por 92.893.519 ações ordinárias nominativas, sem valor nominal. b. Reservas e Retenções de Lucros: A Reserva Legal é constituída mediante apropriação de 5% do Lucro Líquido do exercício, até o limite de 20% do Capital Social. Demais Reservas de Lucros Retidos são constituídas com base em perspectivas de capitalização ou investimentos futuros. c. Dividendos: Sobre o lucro líquido do exercício, após deduzidos eventuais Prejuízos Acumulados, os Estatutos Sociais preveem, no mínimo, 25% para os acionistas, a título de dividendos. Avaliando as possibilidades de propor dividendos em montante superior ao mínimo obrigatório, a Administração estabeleceu propor à Assembleia Geral o montante de R$11.800.000,00, a ser pago em duas parcelas, sendo R$9.000.000,00 em maio e R$2.800.000,00 em outubro de 2014. d. Lucro por Ação: Calculado pela divisão do lucro líquido do exercício pela quantidade média de ações disponíveis durante o exercício. Diretoria Salim Haddad Netto - Presidente Daniel Kolanian Flávio Schafirovitch Vidal Ritvo Veicer Marisa Ferreira Mogadouro Diretores Contador: Ronaldo Pinto Borges - CRC 1SP168416/O-7 Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Contábeis expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Aos Acionistas e Administradores da Shopping Center Ibirapuera S.A. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas Sociedade. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das São Paulo - SP Examinamos as demonstrações contábeis da Shopping Center Ibirapuera demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis S.A., que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e demonstrações contábeis tomadas em conjunto. líquido e dos fluxos de caixa correspondentes ao exercício findo naquela que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de para fundamentar nossa opinião. Opinião distorção relevante. notas explicativas. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados representam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição contábeis nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem patrimonial e financeira da Shopping Center Ibirapuera S.A. em 31 de A Administração da Sociedade é responsável pela elaboração e adequada do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e seus fluxos de apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os contábeis adotadas no Brasil. como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação São Paulo, 31 de janeiro de 2014 livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude das demonstrações contábeis da Sociedade para planejar os procedimentos Antonio Carlos Bonini Santos Pinto CTCRC Nº 1SP114365/O-0 de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de CRC Nº 2SP013002/O-3 ou erro.


30 -.ECONOMIA

DIÁRIO DO COMÉRCIO

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Fundação João Paulo II CNPJ nº 50.016.039/0001-75 Balanços Patrimoniais em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (Em milhares de reais) Nota 31/12/2013 31/12/2012 ATIVO Nota 31/12/2013 31/12/2012 PASSIVO Circulante Circulante Empréstimos e Financiamentos 13 14.511 11.617 Caixa e Equivalentes de Caixa 4 1.118 1.771 Fornecedores 15.333 8.216 Recursos vinculados a Projetos 5 625 Obrig. Trabalhistas e Enc. Sociais 14 4.319 4.043 Contas a Receber 6 10.660 9.033 Obrig. Tributárias 15 2.467 1.921 Estoques 7 7.167 6.152 Adiantamentos de Clientes 553 394 Outros Créditos 8 2.450 1.536 Contas a Pagar 16 2.170 1.524 Impostos a Recuperar 9 43 1.571 Projetos a Executar 5 625 Despesas Antecipadas 67 68 39.978 27.715 Total do Ativo Circulante 22.130 20.131 Total do Passivo Circulante Não Circulante Não Circulante Empréstimos e Financiamentos 13 20.448 23.111 Realizável a Longo Prazo 10 Obrig. Tributárias 15 398 2.360 Titulos de Capitalização 895 899 Contingências Judiciais 17 612 612 Depósitos Judiciais 109 96 Contas a Pagar 16 140 980 Impostos a Recuperar 596 288 21.598 27.063 Total do Realizável a Longo Prazo 1.600 1.283 Total do Passivo Não Circulante Investimentos 11 10.000 10.000 Patrimônio Líquido Patrimônio Social 18 90.361 86.029 Imobilizado 12 169.279 161.453 Ajuste de Avaliação Patrimonial 18 66.469 66.469 Intangível 12 18.661 18.741 Superávit do Exercício 3.264 4.332 Total do Ativo Não Circulante 199.540 191.477 Total do Patrimônio Líquido 160.094 156.830 221.670 211.608 Total do Ativo 221.670 211.608 Total do Passivo Notas Explicativas da Administração às Demonstrações Contábeis para os Exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e de 2012 (Em milhares de reais) Nota 1. Contexto Operacional: A Fundação João Paulo II é uma entidade de direito privado, a Executar. Rendimentos financeiros: são reconhecidos no ativo em contrapartida aos projesem finalidade de lucros que atua nas áreas de Assistência Social, Saúde e Educação. Tem tos a executar. Consumo e imobilizações: referem-se aos gastos e imobilizações que foram como objetivos de acordo com seu Estatuto Social: (a) atuar no campo educacional, cultural e empregados nos projetos ao longo do exercício social. Reconhecimento da receita: a receide comunicação, visando a prestação de serviços à comunidade, através de radiodifusão em ca- ta é reconhecida ao longo do exercício social, na medida dos gastos e imobilizações incorridas. 2013 2012 ráter educativo; (b) produção e veiculação de programas educativos e culturais, através de Nota 6. Contas a Receber 7.186 8.246 emissoras de rádio e televisão e outros meios de comunicação; (c) a promoção, agenciamento Duplicatas a Receber - Revendas de mercadorias 1.584 1.086 e a distribuição aos vários meios de comunicação, dos recursos desenvolvidos e produzidos, (d) Duplicatas a Receber - serviços 139 57 auxiliar e preservar a formação cívica, moral e cultural da população; (e) criação, participação e Mensalidades de alunos Sub Total 8.909 9.389 manutenção de centros educacionais destinados aos jovens e adultos em todos os níveis, inclu3.846 1.421 sive superiores; (f) assistência às crianças, adolescentes e adultos carentes, oferecendo-lhes Duplicatas a Receber - entidades ligadas (a) (2.095) (1.777) orientação educacional, profissional, moral e cívica; (g) desenvolvimento de atividades de saú- (-) Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa 10.660 9.033 de pública e de assistência médica, dentária, hospitalar e farmacêutica, destinada ao atendimento das comunidades carentes; (h) prestação de serviços gratuitos e permanentes aos usuá- (a) A provisão para crédito de liquidação duvidosa foi constituída com base em análise individual dos valores a receber e em montante considerado pela Administração necessário e rios de assistência social, sem qualquer discriminação; (i) manutenção e execução de prograsuficiente para cobrir prováveis perdas na realização desses créditos. mas protetivos destinados às crianças, aos jovens e aos idosos, sem qualquer discriminação, 2013 2012 assistindo-os direta ou indiretamente, inclusive mediante convênios com entidades governa- Nota 7. Estoques 5.766 5.281 mentais e privadas. 1.1. Certificados e Registro: A Fundação é declarada como de Utilidade Mercadoria para revendas 136 157 Pública: • Federal, Decreto 97.268, de 16 de dezembro de 1.988; • Estadual, Lei 8.050, de 01 Insumos 493 298 de outubro de 1.992; • Municipal, Lei 446/83, de 27 de setembro de 1.983. Registrada no Con- Mercadorias em poder de terceiros 772 467 selho Municipal de Assistência Social - Certificado número 012 de 21/06/2006; Registrada no Materias de consumo 160 103 Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente Certificado número 10/2006; Re- Outros (160) (154) gistrada na Secretaria de Estado da Educação Portaria do Dirigente Regional de Ensino de (-) Provisão para perdas com estoques 7.167 6.152 12/02/2001 - Publicado DOE 13/02/2001; Registrada na Secretaria de Assistência e Desenvol2013 2012 vimento Social - SEADS/SP - 5922/07; Registrada na Secretaria Municipal da Saúde - Vigilân- Nota 8. Outros Créditos 431 363 cia Sanitária: CEVS 350860301-851-000085-1-6 - Dispêndio de Medicamentos, CEVS Adiantamentos p/ Funcionários (a) 1.932 1.096 350860301-851-000086-1-3 - Análises / Patologia Clínica e CEVS 350860301-851-000027-1-2 - Adiantamentos p/ Fornecedores 87 77 Clínica/Ambulatório Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social: certifi- Outros Créditos 2.450 1.536 cada por meio da Portaria 877/2012 publicada no DOU do dia 03/09/2012 para o período de (a) O saldo desta conta é composto substancialmente pelos adiantamentos realizados para 03/09/2012 à 02/09/2015. entrega de serviços. Nota 2. Apresentação das Demonstrações Contábeis: 2.1. Base de Apresentação das 2013 2012 Demonstrações Contábeis: Declaração de Conformidade: As demonstrações financeiras Nota 9. Impostos a Recuperar 16 14 da Fundação para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2013 e 2012, foram elaboradas e IRRF a compensar 3 23 estão sendo apresentadas de acordo com as práticas contábeis aplicáveis as entidades sem fi- ICMS a Recuperar 8 3 nalidade de lucros, considerando a Norma Brasileira de Contabilidade (NBC) TG 1000, aprova- ICMS em Trânsito (a) 1.530 da pela Resolução 1.255/2009 do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) e Interpretação Téc- ICMS a compensar (processo) 16 1 nica Geral (ITG) 2002, aprovada pela Resolução CFC n° 1.409/2012, bem como pronunciamen- Outros impostos a recuperar 43 1.571 tos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e aprovados pelo CFC. As demonstrações dos resultados abrangentes não estão sendo apresentadas, pois não há valores a (a) A Fundação teve seu pedido de compensação deferido pela DRT-3, através da Notificação nº IC/N/FIS 000006390/2013. A compensação foi feita em 2013 diretamente no Livro Reserem apresentados sobre esse conceito, ou seja, a demonstração do resultado é igual ao registro de Apuração do ICMS, em “outros créditos”. O saldo foi integralmente realizado em sultado abrangente total. 2.2. Base de mensuração: As demonstrações contábeis foram pre2013 sendo compensado com impostos devidos. paradas com base no custo histórico. 2.3. Moeda funcional e moeda de apresentação: A 2013 2012 moeda funcional da Fundação é o Real (R$). Todos os valores apresentados nestas demonstra- Nota 10. Realizáveis a Longo Prazo (a) 895 899 ções contábeis estão expressos em reais, exceto quando indicado de outra forma. 2.4. Uso de Titulos de Capitalização (b) 109 96 estimativas e julgamentos: A preparação das demonstrações contábeis, estão de acordo Depósitos Judiciais (c) 596 288 com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis a entidades sem finalidade de lucros, Impostos a Recuperar 1.600 1.283 e exigem que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os (a) Vinculado a instituição financeira de grande porte; resultados reais podem divergir dessas estimativas. Estimativas e premissas são revistas de (b) Efetuados para garantia de demandas judiciais em discussão; uma maneira contínua. Revisões com relação a estimativas contábeis são reconhecidas no pe- (c) Créditos de ICMS vinculado a um processo de parcelamento obtido, vide nota 15 “a”, em fase de liquidação. A utilização do crédito ocorrerá após a liquidação total do ríodo em que as estimativas são revisadas e em quaisquer períodos futuros afetados. Não há débito parcelado. informações sobre julgamentos críticos referentes às políticas contábeis adotadas que apre2013 2012 sentam efeitos sobre os valores reconhecidos nas demonstrações contábeis. Nota 3. Princi- Nota 11. Investimentos 10.000 10.000 pais Práticas Contábeis: As principais práticas contábeis descritas em detalhes abaixo têm Propriedades para Investimentos 10.000 10.000 sido aplicadas de maneira consistente a todos os períodos apresentados nessas demonstra- (Edifício Saan - Brasília-DF) ções contábeis. 3.1. Instrumentos financeiros: a) Ativos financeiros não derivativos: A Refere-se a imóvel adquirido mediante a inversão de cotas de entidade que não possui Fundação reconhece os empréstimos e recebíveis e os depósitos inicialmente na data em que atividade operacional. O referido imóvel não vem sendo utilizado atualmente e a Entidade foram originados. Todos os outros ativos e passivos financeiros são reconhecidos inicialmente estuda forma de inseri-lo em sua atividade. Não há indicações de que possa haver perdas na data da negociação na qual a Fundação se torna uma das partes das disposições contratuais com esse ativo. do instrumento. A Fundação tem seus ativos e passivos financeiros não derivativos registrados Nota 12. Imobilizado e Intangível Tx Anual 31/12/2013 31/12/2012 pelo valor justo por meio do resultado. b) Ativos financeiros registrados pelo valor justo Depr. Total Transf. Baixas Adições Total por meio do resultado: Um ativo financeiro é classificado pelo valor justo por meio do resul- Descrição tado caso seja classificado como mantido para negociação e seja designado como tal no mo- Imobilizado Tangível - 42.429 1.500 40.929 mento do reconhecimento inicial. Os ativos financeiros são designados pelo valor justo por meio Terrenos 2% 70.596 721 375 69.500 do resultado se a Fundação gerencia tais investimentos e toma decisões de compra e venda ba- Edificações 20% 4.546 (346) 642 4.250 seadas em seus valores justos de acordo com a gestão de riscos documentada e a estratégia Veículos 10% 3.219 (9) 62 3.166 de investimentos da Fundação. Os custos da transação, após o reconhecimento inicial, são re- Móveis e Utensílios 10% 878 878 conhecidos no resultado como incorridos. Ativos financeiros registrados pelo valor justo por Máquinas e Acessórios 10% 36.782 133 (631) 4.629 32.651 meio do resultado são medidos pelo valor justo, e mudanças no valor justo desses ativos são Equipamentos e Instalações 10% 34.359 (149) 89 34.419 reconhecidas no resultado do exercício. c) Passivos financeiros não derivativos: Os passi- Aparelhos e Ferramentas 20% 13.505 (131) 783 12.853 vos financeiros são reconhecidos inicialmente na data de negociação na qual a Fundação se tor- Equipamentos Proc. Dados 10% 302 15 287 na uma parte das disposições contratuais do instrumento. A Fundação baixa um passivo finan- Equipamentos Musicais 10% 2.062 38 2.024 ceiro quando tem suas obrigações contratuais retiradas, canceladas ou vencidas. A Fundação Benfeitorias em Imóveis de 3s - 19.733 (391) (138) 5.833 14.429 tem os seguintes passivos financeiros não derivativos: fornecedores e outras contas a pagar. Construção em andamento 63 (27) 18 72 Tais passivos financeiros são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer Outros Ativos - 4.460 (463) (236) 3.504 1.655 custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, esses passivos financeiros são Adiantamentos para terceiros (63.655) - 1.035 (9.030) (55.660) medidos pelo custo amortizado pelo método dos juros efetivos. a) Caixa e equivalentes de Depreciações 169.279 (632) 8.458 161.453 caixa: São representados por valores de liquidez imediata e com vencimento original de até 90 Total Imobilizado Tangível dias e com risco insignificante de mudança de valor, apresentados ao custo de aquisição, acres- Imobilizado Intangível 7.058 (4) 13 7.049 cidos dos rendimentos incorridos até as datas dos balanços e ajustadas, quando aplicável, ao Software 7.004 7.004 seu equivalente valor de mercado, se inferior ao saldo contábil. Caixa e equivalentes de caixa Concessão de Rádio e TV 5.725 5.725 abrangem saldos de caixa, bancos conta movimento e aplicações financeiras. b) Instrumentos Direito de Uso de Outorga de 3s 263 263 financeiros derivativos: Não houve operações com instrumentos financeiros derivativos du- Marcas e Patentes (1.389) 4 (93) (1.300) rante o exercício de 2013. 3.2. Reconhecimento das receitas e despesas de recursos vin- Amortização 18.661 (80) 18.741 culados: O reconhecimento das receitas e despesas é efetuado em conformidade com o regi- Total Imobilizado Intangível Data de me contábil de competência de exercício. 3.3. Imobilizado: a) Reconhecimento e mensura- Nota 13. Empréstimos e Financiamentos Tx. Média Vencição: Itens do ativo imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construTipo Bancária 2013 2012 Garantia mento ção, deduzido de depreciação acumulada e perdas de redução ao valor recuperável (impair- Instituição Financiament), acumuladas quando necessário. b) Depreciação: A depreciação é calculada sobre o va- CEF mento IMOB 6% aa + TR 16 lor depreciável, que é o custo de um ativo, ou outro valor substituto do custo, deduzido do valor CDC 1,29% a.m 120 Bem Adquirido dez/18 residual. A depreciação é reconhecida no resultado baseando-se no método linear com relação Bradesco S/A 0,39% a.m 5.079 12.978 Fat.cart.visa set/17 às vidas úteis estimadas de cada parte de um item do imobilizado. Os métodos de depreciação, Bradesco S/A GIRO L. PRAZO BNDES 0,2870% a.m 682 Bens Adquiridos Ago/18 as vidas úteis e os valores residuais serão revistos periodicamente e eventuais ajustes são re- Bradesco S/A 1,31% a.m 1.354 2.023 Aval. Cobrança simples abr/16 conhecidos como mudança de estimativas contábeis. c) Ajuste de Avaliação Patrimonial: A Bradesco S/A Investimentos 1,39% a.m 1.530 Aval.Penhor Dupl. jun/16 Fundação efetuou em 2012 o registro do custo atribuído (deemed cost) de Terrenos, Edificações Bradesco S/A GIRO L. PRAZO BNDES 5,35% a.a + vcm 3.009 3.989 Bens Adquiridos jan/17 e Equipamentos Transmissores, em conformidade com o item 21 da ITG 2002 - Entidade sem Fi- Bradesco S/A CDA 1,18% a.m 489 Bens Adquiridos Out/18 nalidade de Lucros (adoção Inicial da Interpretação), baseada em avaliação efetuada por ava- Bradesco S/A 1,50% a.m 6.610 Hipoteca/Aval Out/15 liadores independentes. Da mesma forma, foram modificadas as taxas de depreciação dos bens Bradesco S/A Capital de Giro FINAME 0,267 a.m + TJLP 74 203 Bens Adquiridos Nov/18 do ativo imobilizado em virtude da nova vida útil estimada dos mesmos, conforme Pronuncia- Brasil GIRO CDI + 8,5% a.a. 1.500 Hipoteca dez/18 mento Técnico 27 - Ativo Imobilizado. 3.4. Avaliação ao valor recuperável de ativos (im- Brasil LEASING 0,42 a.m 275 950 Bens Adquiridos/Aval mai/14 pairment): A Administração da Fundação revisa periodicamente o valor contábil líquido dos Brasil GIRO 0,92 a.m 17.386 23.396 Hipoteca jun/17 ativos, com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas, opera- Brasil GIRO FLEX CDI + 8% a.a. 4.803 Aval Out/16 cionais ou tecnológicas que possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Brasil 42.911 43.555 Quando estas evidências são identificadas e o valor contábil líquido excede o valor recuperável, Sub total 745 18 é constituída uma provisão para “Redução ao valor recuperável”, ajustando o valor contábil lí- Outros (8.697) (8.845) quido ao valor recuperável. 3.5. Ajuste a Valor Presente (AVP) de ativos e passivos: A Ad- Juros a transcorrer 34.959 34.728 ministração da Fundação não pratica transações significativas de vendas a prazo com valores Total Circulante 14.511 11.617 pré-fixados. Assim, os saldos dos direitos e das obrigações estão mensurados nas datas de enNão circulante 20.448 23.111 cerramento dos exercícios por valores próximos aos respectivos valores presentes. 3.6. Provi2013 2012 sões: Uma provisão é reconhecida, em função de um evento passado, se a Fundação tem uma Nota 14. Obrigações trabalhistas e encargos sociais 3 obrigação legal ou construtiva que possa ser estimada de maneira confiável, e é provável que Salários e Ordenados a Pagar 260 212 um recurso econômico seja exigido para liquidar a obrigação. 3.7. Outros ativos e passivos INSS a Recolher 320 267 (circulantes e não circulantes): Um ativo é reconhecido no balanço patrimonial quando for FGTS a Recolher 52 44 provável que seus benefícios econômicos futuros serão gerados em favor da Fundação e seu PIS a Recolher 202 586 custo ou valor puder ser mensurado com segurança. Um passivo é reconhecido no balanço pa- Benefícios aos Empregados a Pagar 3.485 2.924 trimonial quando a Fundação possui uma obrigação legal ou constituída como resultado de um Provisão de Férias e Encargos Sociais 7 evento passado, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para liquidá-lo. São Outros Encargos a Pagar 4.319 4.043 acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias ou 2013 2012 cambiais incorridas. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do Nota 15. Obrigações tributárias 312 377 risco envolvido. Os ativos e passivos são classificados como circulantes quando sua realização ICMS a Recolher 159 124 ou liquidação é provável que ocorra nos próximos 12 meses. Caso contrário, são demonstrados IRRF a Recolher 18 12 como não circulantes. 3.8. Gerenciamento de risco: A Fundação apresenta exposição aos se- ISS a Recolher 14 15 guintes riscos advindos do uso de instrumentos financeiros: • Risco de liquidez; e • Risco de Pis/Cofins/CSLL Retido na Fonte a Recolher (a) 1.962 1.392 crédito. A Fundação apresenta informações sobre a exposição de cada um dos riscos supramen- ICMS / Parcelamento a Pagar 2 1 cionados, os objetivos da Fundação, as políticas e os processos para manutenção e gerencia- Contribuição Sindical a Recolher 2.467 1.921 mento de risco na nota explicativa nº 24. 3.9. Ativos e passivos contingentes e obrigações Total circulante (a) 398 2.360 legais: As práticas contábeis para registro e divulgação de ativos e passivos contingentes e ICMS / Parcelamento a Pagar 398 2.360 obrigações legais são as seguintes: • ativos contingentes: são reconhecidos somente quando Total não circulante há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, transitadas em julgado. Os ativos contin- (a) Refere-se a parcelamento de ICMS - Processo 1.025.536.9, cujo término ocorrerá em 03/2015. gentes com êxitos prováveis são apenas divulgados em nota explicativa; • passivos contingen2013 2012 tes: são provisionados quando as perdas forem avaliadas como prováveis e os montantes en- Nota 16. Contas a Pagar 630 614 volvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes avaliados Contas a Pagar (a) 1.540 840 como de perdas possíveis são apenas divulgados em nota explicativa e os passivos contingen- Títulos a pagar - (Aquisição Imóvel) 70 tes avaliados como de perdas remotas não são provisionados e nem divulgados. 3.10. De- Sistema Tropical de Comunicação 2.170 1.454 monstração dos fluxos de caixa: A Administração da Fundação apresenta os fluxos de cai- Total circulante (a) 140 980 xa às atividades operacionais usando o método indireto, segundo o qual o resultado líquido é Títulos a pagar - (Aquisição Imóvel) 140 980 ajustado pelos efeitos de transações que não envolvem caixa, pelos efeitos de quaisquer dife- Total Não circulante rimentos ou apropriações por competência sobre recebimentos de caixa ou pagamentos em cai- (a) refere-se: i) A aquisição em 05 de março de 2010, de uma gleba sem benfeitorias, com área de xa operacionais passados ou futuros e pelos efeitos de itens de receita ou despesas associados 47.426,27 m², na Cidade de Cachoeira Paulista, pelo valor de R$ 6.275 mil, pagos: com fluxos de caixa das atividades de investimento ou de financiamento. parte a vista e o restante em 60 parcelas de R$ 70. Em 31 de dezembro de 2013 o salNota 4. Caixa e Equivalentes de Caixa do a pagar é de 14 parcelas; 2013 2012 ii) A aquisição em 04/07/2013, de uma área de 12.107,69 m², na Cidade de Cachoeira Caixas 58 251 Paulista, pelo valor de R$ 1.500 mil, pagos parte a vista e restante em 12 parcelas de Bancos conta Movimento 1.051 1.321 R$ 100 mil. Em 31 de dezembro de 2013 o saldo a pagar é de 7 parcelas. Aplicações Financeiras 9 199 Total Caixa e Equivalentes de caixa 1.118 1.771 Nota 17. Contingências judiciais: Provisão constituída para eventuais perdas com procesO saldo em caixa é representado, principalmente por fundos fixos e correspondem ao saldo do sos judiciais de natureza trabalhista, fiscal e cível. A provisão foi constituída com base em poúltimo dia do ano. Os saldos de bancos conta movimento são representados, principalmente, sição emitida por consultores jurídicos, internos e externos, que levaram em consideração às por contas correntes mantidas em instituições financeiras nacionais. As aplicações financeiras perspectivas de perdas individuais de cada demanda. A composição dessa provisão em 31 de de curto prazo, de alta liquidez, são prontamente conversíveis em um montante conhecido de dezembro de 2013 é a seguinte: 2013 2012 caixa e estão sujeitos a um insignificante risco de mudança de valor. Esses investimentos finan211 211 ceiros referem-se substancialmente a certificados de depósitos bancários e fundos de renda Trabalhistas 401 401 fixa e são remunerados às taxas do Certificado de Depósito Interbancário - CDI. Não existem Cíveis 612 612 restrições quanto aos recursos classificados em caixa e equivalentes de caixa. Nota 5. Recursos Vinculados a Projetos: Os recursos vinculados a projetos refere-se substancialmente a Nota 18. Patrimônio líquido: Está representado pela dotação inicial da Fundação, acrescido dos superávits e déficit´s apurados anualmente desde a data de sua constituição, bem recursos recebidos pela Fundação que serão utilizados exclusivamente no Convênio firmado. Saldo em Valores Rendimentos Consumo e Saldo em como de doação de bens. 31/12/2012 recebidos Financeiros imobilizações 31/12/2013 Contempla também a conta de ajuste de avaliação patrimonial que reúne o efeito do registro do Siconv - Conv. 775279/2012 612 13 625 deemed cost, reconhecido por ocasião da adoção inicial da ITG 2002. A Fundação, como pessoa 612 13 625 jurídica de duração indeterminada, não tem prazo nem condições de extinção, mas se, por cirValores recebidos: referem-se aos repasses realizados pelo convenente, para utilização dos cunstância de força maior, ficar impossibilitada de realizar seus objetivos, havendo sua extinção recursos restritamente no projeto. Os recursos recebidos são reconhecidos a débito da conta ou dissolução, seu eventual patrimônio remanescente será destinado a uma instituição pública bancária específica do convênio e a crédito no passivo circulante, em conta própria de Projetos ou a uma entidade congênere. PRESIDENTE: WELLINGTON SILVA JARDIM - CPF: 370.856.628-91

Aos Administradores e Diretores da Fundação João Paulo II Examinamos as demonstrações financeiras da Fundação João Paulo II, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeiras: A Administração da Fundação é responsável pela elaboração e adequada apresentação destas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante,

Demonstração do Superávit dos Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (Em milhares de reais) Nota 2013 2012 Programas (atividades) Sócio Assiatenciais/Educacionais/Saúde Receitas dos Programas (atividades) Doações Recebidas 125.687 121.969 Receitas Educacionais 935 810 Total das Receitas com Programas (atividades) 126.622 122.779 Custos dos Programas (atividades) 19 Custos e Despesas - Assistência Social (27.497) (27.117) Custos e Despesas - Educacionais (11.512) (10.372) Custos e Despesas - Saúde (7.870) (7.580) Custos e Despesas - TV e Rádio Canção Nova (69.821) (67.504) Total dos Custos com Programas (atividades) (116.700) (112.573) Resultado com Programas 9.922 10.206 Atividades Mercantis (geração de rendas) Venda de Mercadorias e Serviços 71.128 73.530 (-) Impostos sobre Vendas (5.188) (4.609) (-) Custo das Mercadorias Vendidas (30.488) (26.689) (-) Despesas Comerciais 20 (28.833) (28.532) (-) Depreciação e Amortização (623) (675) Resultado das Atividades Mercantis 5.996 13.025 Superávit Bruto 15.918 23.231 Despesas Administrativas Salários, Encargos Sociais e Benefícios (3.815) (3.583) Aluguel e Condomínios (146) (250) Consumo (608) (666) Serviços Prestados por Terceiros (564) (775) Impostos e Taxas (175) (199) Depreciação e Amortização (420) (464) Outras Despesas Administrativas 21 (1.036) (617) (6.764) (6.554) Outras Receitas e Despesas Operacionais Receitas Financeiras 524 609 (-) Despesas Financeiras 22 (10.479) (20.113) Outras Receitas e Despesas Operacionais 23 4.065 7.159 (5.890) (12.345) Resultado Operacional 3.264 4.332 Gratuidades Gratuidade Obtida - Preço dos Serviços 19 183.101 167.551 Voluntários 123 266 Renúncia Fiscal Obtida 15.985 10.142 (-) Gratuidade Concedida - Custo dos Serviços (183.101) (167.551) (-) Voluntários (123) (266) (- ) Isenção Cota Patronal Previdenciária (8.805) (2.547) (-) Imunidade IRPJ e CSLL (1.110) (1.473) (-) Isenção da COFINS (6.070) (6.122) Resultado de Oportunidade (gratuidades se pagas fossem) Superávit do Exercício 3.264 4.332

Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido nos Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (Em milhares de reais) Ajuste de Superávit Patrimônio Avaliação do Eventos Nota Social Patrimonial Exercício Totais Saldo em 01 de janeiro de 2012 85.658 66.469 371 152.498 Transferência para Patrimônio Social 371 (371) Superávit do exercício 4.332 4.332 Saldo em 31 de dezembro de 2012 86.029 66.469 4.332 156.830 Transferência para Patrimônio Social 4.332 (4.332) Superávit do exercício 3.264 3.264 Saldo em 31 de dezembro de 2013 90.361 66.469 3.264 160.094 Demonstração dos Fluxos de Caixa nos Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (Em milhares de reais) Nota 2013 2012 Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais Superávit do Exercício 3.264 4.332 Ajustes por: Depreciações e Amortizações 12 9.123 9.705 Custo Residual de Ativo Imobilizado Baixado 12 632 160 Variação nos Ativos e Passivos (Aumento) Redução nos Ativos em Recursos Vinculados a Projetos (625) Contas a Receber (1.627) (836) Estoques (1.015) 385 Demais Ativos Circulantes 615 (2.074) Realizáveis a Longo Prazo (317) (403) Aumento (Redução) nos Passivos em Fornecedores 7.117 1.197 Obrigacoes Trabalhistas e Encargos Sociais 276 (2.244) 625 Projetos a executar Demais Passivos Circulantes 1.351 962 Exigíveis a Longo Prazo (5.465) (897) Fluxo de Caixa Decorrente das Atividades Operacionais 13.954 10.287 Fluxo de Caixa de Atividades de Investimento Aquisições de Imobilizado e Intangível 12 (17.501) (6.448) Fluxo de Caixa Decorrente das Atividades de Investimento (17.501) (6.448) Fluxo de Caixa de Atividades de Financiamentos Empréstimos e Financiamentos 2.894 (2.645) Fluxo de Caixa Decorrente das Atividades de Financiamentos 2.894 (2.645) (Redução) Aumento Líquida em Caixa e Equivalentes de Caixa (653) 1.194 Caixa e Equivalentes de Caixa em 1º de Janeiro 1.771 577 Caixa e Equivalentes de Caixa em 31 de Dezembro 1.118 1.771 (Redução) Aumento Líquida em Caixa e Equivalentes de Caixa (653) 1.194

João Paulo II colabora com outras entidades assistenciais, registradas no CNAS, através de celebração de convênios e termos de cooperação financeira. 19.2. Área de Educação: INSTITUTO CANÇÃO NOVA - Oferta de serviços integralmente gratuito de Educação Infantil ao Ensino Médio, custeado pelas doações recebidas pela Fundação João Paulo II. Engloba um trabalho de educação que se preocupa em formar a criança e adolescente integralmente; para isso conta com apoio psicológico, atendimento social, escolinha de esportes, ações pastorais. Além do ensino o Instituto Canção Nova oferece material escolar e uniforme aos alunos mais carentes. As bolsas de estudos são concedidas a alunos que se enquadrem no Perfil Sócio Econômico, de acordo com os dispositivos legais. FACULDADE CANÇÃO NOVA - Tem como objetivo geral oferecer educação superior de qualidade e formar profissionais qualificados, eticamente orientados e socialmente comprometidos. Como público alvo, a FCN tem a população em geral, com nível de escolaridade médio completo, que tenha interesse nas áreas de atuação da FCN, e que atende aos critérios de seleção e perfil socioeconômico previstos na Lei 12.101, parágrafo 6º, disposto no art. 10 da Lei nº 11.096, de 13 de janeiro de 2005. 19.3. Área de Saúde: POSTO MÉDICO PADRE PIO - O objetivo deste projeto é prestar atendimento na área da saúde, à população de Cachoeira Paulista - SP, região e peregrinos, de forma gratuita. Oferece cuidados médicos de pronto atendimento e ambulatorial em algumas especialidades; cuidados de enfermagem; atendimento odontológico, fisioterápico, nutricional, laboratorial, psicológico e doação de medicamentos. Todo o trabalho tem como premissa o amor ao próximo, o acolhimento e a valorização da vida. Os quadros a seguir, demonstram os valores aplicados em gratuidades em cada programa social: 19.4. Custos de oportunidades (como se pagos fossem) Assistência Social Critério de avaliação 2013 2012 Progen valor aulas particulares da região 245 149 Bom Samaritano valor serviços da região 130 150 Centro Comunitário - CAC valor aulas particulares da região 197 185 Companhia de Artes valor aulas particulares da região 127 115 Atividades Técnicas e conjuntas valor serviços da região 49 699 648 Educação Instituto Canção Nova valor de mercado da região 6.483 6.307 Faculdade Canção Nova valor da mensalidade 837 428 7.320 6.735 Saúde - Posto Médico Padre Pio tabela SUS e Anvisa 2.927 3.179 TV e Rádio Canção Nova valor por minuto 172.155 156.989 183.101 167.551 19.5. Quantidades de atendimentos (média mensal) 2013 2012 Assistência Social Progen atendidos 182 84 Bom Samaritano serviços 1.519 1.197 Centro Comunitário - CAC atendidos 219 300 Companhia de Artes atendidos 132 120 Voluntariado colaboradores 169 Atividades Técnicas e conjuntas atendidos 493 150 2.545 2.020 Educação Instituto Canção Nova alunos 1.062 1.024 Faculdade Canção Nova alunos 100 68 1.162 1.092 Saúde - Posto Médico Padre Pio usuários 2.613 3.424 TV e Rádio Canção Nova minutos 21.764 17.384 28.084 23.920 Doações diversas Direitos Consumo (água, Serviços Depreciação autorais, Aluguéis e energia elétrica, prestados Programas e convenios Condomínios telefone e gás) Manutenção por terceiros e eventos Amortização e brindes Gerais Totais

Nota 19. Gratuidades: A Fundação calcula as Gratuidades dos serviços sócio-assistenciais, educacionais e de saúde pelo consumo do ativo, que representa efetivamente o gasto financeiro com cada atividade. Destaca-se a seguir uma síntese dessas atividades segregadas por área de atuação: 19.1. Área de Assistência Social: A Fundação realiza ações assistenciais, de forma gratuita, continuada e planejada, sem qualquer discriminação, nos termos da Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993. A Fundação é cadastrada na Rede SUAS e seus atendimentos obedecem aos requisitos e percentuais exigidos por lei. PROGEN - Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos tem como objetivo contribuir para a formação integral da pessoa em situação de vulnerabilidade e risco social, através do desenvolvimento profissional, educacional e social, a partir das oficinas e cursos oferecidos e do trabalho social realizado. Sendo assim, possibilita aos seus usuários o acesso à ferramentas da tecnologia da informação; formação e capacitação que os auxiliam na inserção no mercado de trabalho e incentivo ao empreendedorismo; atividades esportivas, recreativas, lúdicas e culturais que proporcionam a socialização e valorização da convivência comunitária; orientação e informação que fomentam a conscientização dos sujeitos acerca dos direitos que possuem. CASA DO BOM SAMARITANO - Serviço de proteção e atendimento especializado a famílias e indivíduos e Serviço especializado para pessoas em situação de rua. Desenvolve trabalho de atendimento a pessoas adulta em situação de rua, através de atendimento social, orientação, contato com a família, encaminhamento aos serviços socioassistenciais dos municípios. A esta população oferece o acesso a espaço de guarda de pertences, higiene pessoal, alimentação, vestuários em geral, corte de cabelo, grupo socioeducativo e formativo, momentos de lazer, oficina socioeducativa, alimentação de banco de dados com registro de pessoas em situação de rua permitindo um melhor acompanhamento do trabalho social. Para as famílias em situação de vulnerabilidade e risco social oferece atendimento social, estudo sócio econômico, acompanhamento social das famílias, orientação e encaminhamento aos serviços socioassistenciais do município. Também desenvolve oficinas de empreendedorismo tais como costura e moda, bijuteria e acessórios, grupos socioeducativos e oferta de vestuários em geral, quando necessário. CASA DE MARIA - atendimento individual para aconselhamentos, orações, cursos, orientações doutrinal e catequética. VOLUNTÁRIOS - A Fundação João Paulo II utiliza trabalhos voluntários para auxiliá-la na execução de sua missão. A entidade contabiliza estes trabalhos pelo valor pago a outro profissional que possua tarefa similar, ou em caso de inexistência desta situação, o valor de mercado que seria pago a este profissional. Por razões conservadoras, considerou apenas o valor da remuneração sem acréscimos de qualquer encargo. CIA. DE ARTES - Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos que possui como objetivo contribuir para a formação integral da pessoa em situação de vulnerabilidade e risco social, através do incentivo à dança, arte, música e cultura. Favorecendo espaço para despertar novos talentos, oferece oficinas de balé, hip-hop e jazz, contribuindo para a disciplina, a dedicação, o respeito humano, a integração social e o trabalho em equipe, além de estimular o hábito de práticas de exercícios físicos, a socialização e valorização da convivência comunitária. CAC - Centro de Atendimento Comunitário propõe o desenvolvimento socioeducacional pela valorização da família, realizando atendimento à população em situação de vulnerabilidade e risco social, através de atividades voltadas para a transformação e desenvolvimento social. Este trabalho se dá por atividades esportivas, recreativas, lúdicas, culturais, empreendedorismo, acesso à ferramentas de tecnologia da informação e fortalecimento dos vínculos familiares incentivando a socialização e a convivência comunitária. Organizado de modo a garantir aquisições progressivas aos seus usuários, a fim de complementar o trabalho social com famílias e prevenir a ocorrência de situações de risco social. É uma forma de intervenção social planejada que desenvolve a participação e cidadania, estimulando o desenvolvimento do protagonismo e autonomia, contribuindo para ressignificação de vivências de isolamento e violação de direitos. Possui caráter preventivo e proativo, pautado na defesa e afirmação dos direitos e deveres, no desenvolvimento de capacidades e potencialidades, visando alternativas emancipatórias para o enfrentamento da vulnerabilidade social, resgatando valores e promovendo qualidade de vida de forma integral. A Fundação 19.6. Gastos efetivos (consumos de ativos)

2012 Assistência Social Progen Bom Samaritano Centro Comunitário - CAC Companhia de Artes Atividades Técnicas Outras atividades

Salários, Encargos Sociais e Benefícios

Educação Instituto Canção Nova Faculdade Canção Nova Saúde - Posto Médico Padre Pio TV e Rádio Canção Nova

2013 Assistência Social Progen Bom Samaritano Centro Comunitário - CAC Companhia de Artes Atividades Técnicas Educação Instituto Canção Nova Faculdade Canção Nova

1.444 1.434 1.769 1.099 449 6.195

92 91 112 70 29 394

179 178 219 136 56 768

5 5 7 4 2 23

1.650 1.639 2.021 1.256 514 7.080

2 2 2 1 1 8

159 158 195 121 50 683

6.775 432 7.207 4.573 18.806 36.781

242 15 257 252 2.565 3.468

630 40 670 720 16.817 18.975

25 2 27 11 596 657

748 48 796 810 3.475 12.161

3 3 15.466 15.477

595 38 633 488 6.761 8.565

2 2 2 1 1 8

154 154 187 120 54 669

Salários, Encargos Sociais e Benefícios

Consumo (água, Serviços Aluguéis e energia elétrica, prestados Condomínios telefone e gás) Manutenção por terceiros

1.361 1.361 1.657 1.065 473 5.917

57 57 69 44 20 247

7.334 815 8.149 4.772 18.111 36.949

163 18 181 146 2.645 3.219

161 161 196 126 56 700

12 12 14 9 4 51

1.701 1.701 2.071 1.331 592 7.396

2.489 2.473 3.050 1.896 775 10.683

249 297 366 228 93 50 1.283

6.269 6.277 7.741 4.811 1.969 50 27.117

732 9.750 47 622 779 10.372 726 7.580 - 3.018 67.504 10.683 5.806 112.573 Doações diversas Direitos Depreciação autorais, Programas e convenios e eventos Amortização e brindes Gerais Totais 2.466 2.466 3.002 1.930 858 10.722

411 411 501 322 142 1.787

6.325 6.325 7.699 4.948 2.200 27.497

550 6 530 5 558 - 1.214 10.360 61 1 59 1 62 135 1.152 611 7 589 6 620 - 1.349 11.512 Saúde - Posto Médico Padre Pio 656 18 656 455 - 1.167 7.870 TV e Rádio Canção Nova 13.779 1.188 3.280 20.607 6.334 - 3.877 69.821 15.746 1.264 11.921 20.621 8.078 10.722 8.180 116.700 Nota 20. Despesas Comerciais 2013 2012 Nota 24. Partes relacionadas: (a) Entidades ligadas: A Fundação possui ligações com a AsPessoal (5.420) (5.565) sociação Internacional Privada de Fiéis, financiando parte de suas operações através de doaEncargos Sociais (640) (1.650) ções. Essa entidade não visa lucro e tem objetivos alinhados aos da Fundação. Com essa entiOutros custos com Pessoal (935) (919) dade são desenvolvidas ações visando à organização de eventos sociais, educacionais, cultuAluguel e Condomínios (1.186) (1.216) rais e religiosos. A Fundação também revende a essa entidade mercadorias a preços de mercaConsumo (413) (364) do, como forma de alavancagem de suas atividades, vide Nota 4; (b) Entidades afiliadas: A FunServiços Prestados por Terceiros (7.865) (7.985) dação possui também relações com outras entidades, as quais denomina de “afiliadas”, que Impostos e Taxas (83) (4.449) são detentoras de outorgas de rádio e de televisão, visando otimizar a disseminação de seu Outras despesas Comerciais (12.291) (6.384) conteúdo evangelizador e religioso. As relações de afiliação estão formalizadas através de con(28.833) (28.532) tratos específicos com cada entidade. A Fundação remunera essas Entidades por conta da utiNota 21. Outras Despesas Administrativas 2013 2012 lização dos seus respectivos meios de comunicação. (c) Remuneração de administradores: Os Manutenção Veículos (50) (31) Manutenção Máquinas e Equipamentos (47) (37) administradores da Fundação “NÃO” são remunerados, bem como não há remuneração, direta Manutenção de Instalações (162) (25) ou indireta a conselheiros. Manutenção de Software (187) (55) Nota 25. Instrumentos financeiros e derivativos: 25.1. Instrumentos financeiros: Os insOutras manutenções (1) (27) trumentos financeiros da Fundação incluem, principalmente: caixa, bancos, aplicações financeiSeguros (9) (21) ras, fornecedores, salários, férias, contas a pagar e impostos a recolher. Os valores contábeis Programas e Eventos (4) (2) dos instrumentos financeiros aproximam-se dos seus valores de mercado. A Administração e a Ferramentas e materiais diversos (31) (13) gestão desses instrumentos financeiros são realizadas por meio de políticas, definição de estraViagens (43) (52) tégias e estabelecimento de sistemas de controle, devidamente monitorados pela AdministraCombustível (282) (195) ção da Fundação. 25.2. Instrumentos financeiros derivativos: Durante os exercícios findos Cartório (5) (10) em 31 de dezembro de 2013 e de 2012, a Administração da Fundação não executou transações Materiais de uso e consumo (48) (5) envolvendo instrumentos financeiros na forma de derivativos. Diversas (167) (144) Nota 26. Gestão de riscos: Considerações gerais e políticas: A Fundação possui uma po(1.036) (617) lítica formal para gerenciamento de riscos, cujo controle e gestão é responsabilidade da diretoNota 22. Despesas Financeiras 2013 2012 ria, que se utiliza de instrumentos de controle por meio de sistemas adequados e de profissioDespesas Bancárias (taxa cobrança) (7.461) (7.892) nais capacitados na mensuração, análise e gestão de riscos. Risco de liquidez: É o risco que Juros e Multas (363) (4.309) a Fundação irá encontrar em cumprir com as obrigações associadas com seus passivos financeiDescontos Concedidos (21) (65) ros que são liquidados com pagamentos à vista ou com outro ativo financeiro. A gestão prudenIOF (4) (463) te do risco de liquidez implica em manter caixa, aplicações financeiras suficientes, disponibiliEncargos sobre empréstimos (2.568) (7.376) dades de captação por meio de linhas de crédito compromissadas e capacidade de liquidar poOutras despesas financeiras (62) (8) (10.479) (20.113) sições de mercado. Risco de crédito: O risco de crédito é o risco que surge da possibilidade Nota 23. Outras Receitas e Despesas Operacionais 2013 2012 de prejuízo resultante do não recebimento de valores contratados. O risco de crédito é reduzido Reversão de contencioso tributário 307 2.400 em virtude de procedimentos de avaliação de contas correntes e em aplicação financeiras manReceita agropecuária 1.163 1.603 tidas em instituições financeiras. Venda de download e SMS 715 990 Nota 27. Cobertura de seguros: A Administração da Fundação adota a política de contratar Reversão de prov. dev. duvidosos 284 799 cobertura de seguros contra incêndio e riscos diversos para os bens do ativo imobilizado por Doações diversas 681 795 montantes considerados suficientes para cobrir eventuais sinistros, que foram definidos por Direitos autorais 496 425 orientação de especialistas e levam em consideração a natureza de sua atividade e o grau de Outras receitas 512 255 risco envolvido. As premissas de riscos adotadas, dada a sua natureza, não fazem parte do esOutras despesas (93) (108) copo de uma auditoria de demonstrações financeiras, consequentemente, não foram examina4.065 7.159 das pelos nossos auditores independentes. CONTADOR: CLOVIS NARDELO JUNIOR - CRC 1SP231526/O-9 - CPF 251.100.228-01

Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras independente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores causada por fraude ou erro. Nesta avaliação de riscos, o auditor considera os controles Independentes: Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre estas internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas financeiras da Entidade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas brasileiras e internacionais de auditoria. Estas normas requerem o cumprimento de exigências circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia destes controles éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter internos da Entidade. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a nossa opinião. Opinião: Em nossa opinião as demonstrações financeiras acima referidas avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independente se apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, as posições patrimonial e

financeira da Fundação João Paulo II em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Outros assuntos: Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anterior: As demonstrações financeiras da Fundação João Paulo II referentes ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2012 foram por nós examinadas, cujo parecer emitido em 08 de março de 2013 não conteve ressalva. São Paulo, 28 de fevereiro de 2014. C/C/A CONTINUITY AUDITORES INDEPENDENTES SS CRC-2-SP 025.430/O-2 Silvio César Cardoso - Contador - CRC-1SP 188.428/O-5


ECONOMIA/LEGAIS - 31

DIÁRIO DO COMÉRCIO

sexta-feira, 4 de abril de 2014 COMPANHIA PAULISTA DE EVENTOS E TURISMO – CPETUR CNPJ 11.568.465/0001-60 Abertura de Licitação Encontra-se em aberto na Companhia Paulista de Eventos e Turismo - CPETUR, Pregão Eletrônico nº 001/2014, OC nº 503101500902014OC00009, destinado à “Contratação de empresa especializada em confecção de material gráfico”, do tipo Menor Preço. A realização da sessão será no dia 17/04/2014, às 10:30 horas, através do site www.bec.sp.gov.br

CNPJ nº 13.633.384/0001-21 - NIRE nº 35.300.415.337 AVISO AOS ACIONISTAS Acham-se à disposição dos senhores acionistas, na sede da Companhia, na Rua Joaquim Floriano, 72, conjunto 105, Itaim Bibi, São Paulo- SP, os documentos a que se refere o artigo 133 da Lei n° 6.404/76, relativos ao exercício social encerrado em 31.12.2013. São Paulo, 01 de abril de 2014. Marcelo de Forbes Kneese - Diretor Financeiro. 2, 3, e 4/04/2014.

Dierberger Óleos Essenciais S/A

Rodobens Incorporadora Imobiliária 309 – SPE Ltda

CNPJ nº 61.142.089/0001-15 Convocação dos Acionistas Pela presente ficam os Acionistas desta Companhia Fechada convocados, para os fins de direito, para tomar parte na Assembleia Geral Extraordinária, a se realizar, no dia 16 de abril de 2014, às 14:00 horas, na sede social, na rua Olga Genioli Leite, 64 – Bairro Jurubatuba – São Paulo/SP – CEP 04675-130, desta cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, a qual terá por objeto a seguinte ORDEM DO DIA: (I) – Eleição da Diretoria, para o mandato trienal relativo aos anos de 2014, 2015 e 2016; e (II) - Outros assuntos, de interesse dos acionistas, se houver. São Paulo/SP, 03 de abril de 2014. João Andreas Dierberger - Diretor- Presidente; João Ernesto Dierberger - Diretor

AÇÃO COMUNITÁRIA DO BRASIL – SÃO PAULO CONVOCAÇÃO – ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA Convidamos aos senhores Associados e Conselheiros da Ação Comunitária do Brasil – São Paulo, para reunirem-se em Assembleia Geral Extraordinária, no dia 22 de abril de 2014, em primeira convocação às 18h, no Bar de Arts Itaim, sito à Rua Pedro Humberto, 9 – Itaim Bibi – São Paulo, para discussão da seguinte ordem do dia: • Alteração do Estatuto Social; São Paulo, 03 de abril de 2014. Ana Maria Levy Villela Igel - Presidente do Conselho Consultivo Oscar Linhares Ferro - Presidente do Conselho Diretor

Rodobens Incorporadora Imobiliária 306 SPE Ltda CNPJ Nº 11.986.273/0002-54 - NIRE 35.224.368.931 10ª ALTERAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DE CONTRATO SOCIAL Data 28.02.2014. Local S.J.Rio Preto. A totalidade das sócias da RODOBENS INCORPORADORA IMOBILIÁRIA 306 - SPE LTDA, sede em São José do Rio Preto-SP, na Av. Francisco das Chagas de Oliveira, nº 2500, sala 42E, CEP 15.085-485, DELIBERAM, reduzir o capital social, conf. art. 1082, II do CC, passando de R$12.585.231,00 para R$8.445.231,00, representando uma redução de R$4.140.000,00, que serão devolvidos nesta data, em moeda corrente nacional, à sócia Rodobens Negócios Imobiliários S/A. Sócias: Rodobens Negócios Imobiliários S/A e Carlos Bianconi.

Rodobens Incorporadora Imobiliária 308 – SPE Ltda CNPJ Nº 11.986.275/0002-43 - NIRE 35.224.368.949 9ª ALTERAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DE CONTRATO SOCIAL Data 28.02.2014. Local S.J.Rio Preto. A totalidade das sócias da RODOBENS INCORPORADORA IMOBILIÁRIA 308 - SPE LTDA, sede em São José do Rio Preto-SP, na Av. Francisco das Chagas de Oliveira, nº 2500, sala 44E, CEP 15.085-485, DELIBERAM, reduzir o capital social, conf. art. 1082, II do CC, passando de R$11.479.480,00 para R$8.079.480,00, representando uma redução de R$3.400.000,00, que serão devolvidos nesta data, em moeda corrente nacional, à sócia Rodobens Negócios Imobiliários S/A. Sócias: Rodobens Negócios Imobiliários S/A e Carlos Bianconi.

Boo-Box Aplicativos para Internet Ltda. CNPJ 08.684.173/0001-88 – NIRE 3522123660-0 - (“Sociedade”) Ata de Reunião de Sócios Data, Horário e Local: 27/03/14, às 10hs, na sede. Presença: Totalidade. Mesa: Presidente e Secretário da Mesa, Sr. Marco Vinicius Teixeira Gomes. Convocação: dispensada. Ordem do dia: Deliberar sobre a redução do capital social da Sociedade. Deliberações: Colocada a matéria em exame, discussão e posterior votação, foi expressa e unanimemente aprovada, sem restrições ou ressalvas, a redução do capital social da Sociedade, atualmente no valor de R$ 13.663.032,00, em R$ 90.000,00, com o consequente cancelamento de 90.000 quotas, no valor de R$ 1,00 cada uma, tendo em vista ser considerado excessivo em relação aos objetivos sociais da Sociedade, nos termos do inciso II do artigo 1.082 do Código Civil vigente. Em virtude da redução, o capital social passará a ser de R$ 13.573.032,00, dividido em 13.573.032 quotas com valor nominal de R$ 1,00 cada uma. O montante ora estipulado de redução do capital social será restituído integralmente à sócia BUGABOOS, INC., com expressa anuência do sócio Marco Vinicius Teixeira Gomes, RG n° 2.346.242 SSP/DF, CPF/MF n° 004.890.071-04. Em razão da deliberação acima, a Cláusula 5ª do Contrato Social da Sociedade deverá passar a vigorar com a seguinte e nova redação: “Cláusula 5ª – O capital social subscrito e totalmente integralizado em moeda corrente nacional da Sociedade é de R$ 13.573.032,00, dividido em 13.573.032 quotas com valor unitário de R$ 1,00 cada uma, distribuídas entre os sócios da seguinte forma: 1. BUGABOOS, INC detém 13.573.031quotas, de valor nominal total de R$ 13.573.031,00; e 2. Marco Vinicius Teixeira Gomes detém 1 quota, de valor nominal total de R$ 1,00. Parágrafo Único - A responsabilidade de cada um dos sócios é restrita ao valor de suas quotas, mas todos respondem solidariamente pela integralização do capital social.” Lavratura e Leitura da Ata: O Sr. Presidente da Mesa ofereceu a palavra a quem dela quisesse fazer uso e, como ninguém se manifestou e não houve mais assuntos a tratar, foram encerrados os trabalhos. Foi, então, suspensa a reunião pelo tempo necessário à lavratura desta Ata, que depois de transcrita, lida em voz alta e achada conforme pelos presentes, vai assinada pelos sócios. São Paulo, 27/03/2014. Mesa: Marco Vinicius Teixeira Gomes - Presidente e Secretário da Mesa. Sócios: Bugaboos, Inc - P.p. Marco Vinicius Teixeira Gomes; Marco Vinicius Teixeira Gomes.

Vergara & Riba Editoras S.A. CNPJ/MF nº 02.817.648/0001-80 NIRE – 35.300.418.450 Ata de Assembleia Geral Ordinária realizada em 19 de março 2014 1. Data, hora e local: 19/03/2014, às 10 hs., na sede social da Cia., na Rua Coronel Lisboa, nº 989, São Paulo-SP. 2. Presença: Acionistas representando a totalidade do capital social da Cia.. 3. Mesa: Presidente: Sra. Sevani de Matos Oliveira; Secretário: Sr. Cristiano Vander Rodrigues. 4. Convocação: Dispensadas as formalidades de convocação em virtude do comparecimento da totalidade dos acionistas da Cia., nos termos do art. 124. § 4º da Lei 6.404/76. 5. Ordem do Dia: (a) exame, discussão e votação das demonstrações financeiras da Cia. relativas ao exercício social encerrado em 31/12/2013; (b) destinação do resultado do exercício; e (c) outros assuntos de interesse social. 6. Deliberações tomadas por unanimidade de votos dos presentes: (a) com abstenção dos legalmente impedidos, conforme art. 134, § 1º, da Lei nº 6.404/76, foram aprovados o Balanço Patrimonial e demais Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social findo em 31/12/2013; (b) aprovaram a destinação do resultado do exercício encerrado em 31/12/2013, no valor total de R$4.569.350,87, da seguinte forma: (i) aprovaram a distribuição de lucros no montante de R$1.850.000,00, a ser pago aos acionistas, conforme disponibilidade de caixa da Cia., mas dentro do exercício de 2014; e (ii) o saldo montante de R$2.719.350,87, será destinado a reserva de lucros a realizar; e (c) autorizada a lavratura da presente ata na forma de sumário e a sua publicação sem os nomes dos acionistas presentes, de acordo com o previsto no art. 130, §§ 1º e 2º da Lei nº 6.404/76. 7. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, foi encerrada a presente ata. Mesa: Sevani de Matos Oliveira – Presidente; Cristiano Vander Rodrigues – Secretário. Acionistas presentes: Maria Celeste Ferreira Alves p.p. Cristiano Vander Rodrigues; Maria Nazareth Ferreira Alves p.p. Cristiano Vander Rodrigues; Trinidad Vergara Cruz p.p. Cristiano Vander Rodrigues e Maria Inês Redoni p.p. Cristiano Vander Rodrigues. (ass.) Sevani Matos Oliveira – Presidente; Cristiano Vander Rodrigues – Secretário. JUCESP nº 111.764/14-2 em 26/03/2014. Gisela S. Ceschin – Secretária Geral.

SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO DE SÃO CARLOS EDITAL DE PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 39/2014 PROCESSO N°. 0478/2014 OBJETO: Contratação de empresa especializada na Prestação de Serviços de Seguro, sem franquia, para os bens patrimoniais móveis e imóveis do SAAE, conforme edital. O Edital na íntegra poderá ser obtido nos sites www.bb.com.br e www.saaesaocarlos.com.br - opção licitações. Abertura das propostas às 09h00min do dia 17/04/2014 e o início da sessão de disputa às 15h00min do dia 17/04/2014 (horário de Brasília). Marcel Rodrigo dos Santos - Pregoeiro São Carlos, 03 de abril de 2014 - Gerência de Finanças e Suprimentos. .

SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO DE SÃO CARLOS EDITAL N°. 3.02.2014 - PROCESSO N°. 176/2014 OBJETO: Contratação de empresa especializada para serviços de locação de software de gerenciamento, implantação de sistema informatizado, instalação, manutenção e treinamento de pessoal, nas diversas áreas da Autarquia, conforme edital MODALIDADE: Concorrência pelo Regime de Preço Global e Tipo Menor Preço. ENCERRAMENTO: 14/05/2014 às 14 hs. O Edital poderá ser examinado através do site www.saaesaocarlos.com.br - opção licitações, ou adquirido junto à GFS, Av. Getúlio Vargas, 1500 - Bairro Jardim São Paulo - São Carlos - SP, mediante o recolhimento de emolumentos no valor de R$ 50,00, no Banco ITAÚ - Agência instalada na sede da licitante no horário das 11hs às 16hs horas, cuja guia deverá ser retirada antecipadamente no Setor de Tesouraria do SAAE. Informações pelo telefone: (16) 3373-6448. São Carlos, 03 de abril de 2014. Comissão de Licitações. Aquapolo Ambiental S.A. CNPJ/MF nº 11.399.666/0001-80 – NIRE 35.300.374.614 Ata de Assembleia Geral Extraordinária Dia, Hora e Local: Em 24/02/2014, às 11:00 hs., na sede da Cia., na Av. Almirante Delamare, nº 3.000, área 1, Heliópolis, São Paulo-SP. Presenças: Acionistas representando a totalidade do capital social, conforme assinaturas constantes no Livro de Presença de Acionistas. Convocação: Dispensada a publicação de Editais de Convocação, na forma do Art. 124, § 4º, da Lei nº 6.404/76. Mesa: Rafael Negrão Rossi, Presidente; e Carlos Arruti Rey, Secretário. Ordem do Dia: 1) Aprovar a alteração dos itens viii e ix do Art. 14 do Estatuto Social da Cia.; 2) Aprovar a alteração dos itens i, iv, v, xiv e xv, todos do Art. 15 do Estatuto Social da Cia.; e 3) Aprovar a consolidação do Estatuto Social da Cia.. Deliberações: 1) Aprovada a lavratura da presente ata na forma de sumário dos fatos ocorridos, conforme faculta o Art. 130, § 1º da Lei nº 6.404/76; 2) Colocada em pauta a matéria do item 1 da Ordem do Dia, os Acionistas, decidiram, por unanimidade, nos termos do Art. 26, § 1º, item II do Estatuto Social da Cia., aprovar a alteração dos itens viii e ix ambos do Art. 14 do Estatuto Social da Cia., os quais passarão a vigorar com as seguintes novas redações; “viii – assinatura por iniciativa da Cia. de contratos de fornecimento de água de reuso, ressalvado o disposto no Art. 15, iv, abaixo.”; e “ix aprovação do Plano de Negócios da Cia., suas revisões ou alterações, desde que não representem endividamento da Cia. em valor superior a R$ 500.000,00, ressalvado o disposto no Art. 15, v, abaixo”; 3) Colocada em pauta a matéria do item 2 da Ordem do Dia, os Acionistas, decidiram, por unanimidade, nos termos do Art. 26, § 1º, item do II do Estatuto Social da Cia., aprovar a alteração dos itens i, iv, v, xiii, xiv e xv, todos do Art. 15 do Estatuto Social da Cia., os quais passarão a vigorar com as seguintes novas redações: “i – determinação e alteração da política de distribuição de dividendos da Cia., quando inferior ao dividendo mínimo obrigatório previsto no Art. 29.”; “iv – rescisão por iniciativa da Cia. de contratos de fornecimento de água de reuso.”; “v – alteração e aprovação do Plano de Negócios nas hipóteses que representar endividamento da Cia. em valor superior a R$ 500.000,00, bem como para incluir novos aportes de capital pelos Acionistas.”; “xiii – a celebração de qualquer ato jurídico que enseje a prestação de garantias pelos Acionistas.”; xiv – determinação de medidas à Diretoria para a correção de desvios do Plano de Negócios relacionados a inclusão de novos aportes de capital pelos Acionistas e ao endividamento da Cia. em valor superior a R$ 500.000,00.”; “xv – determinação e alteração da política e estrutura de cargos gerenciais da Cia.”.; e 3) Colocada em pauta a matéria do item 3 da Ordem do Dia, os Acionistas, decidiram, por unanimidade, aprovar a consolidação do Estatuto Social da Cia. que passa a integrar a presente Ata como Anexo I. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, foi encerrada a Assembléia, sendo lavrada a presente Ata. SP, 24/02/2014. Mesa: Rafael Negrão Rossi, Presidente; e Carlos Arruti Rey, Secretário. Acionistas: Odebrecht Utilities S.A. e Cia. de Saneamento Básico do Estado De São Paulo – SABESP. (ass.) Carlos Arruti Rey – Secretário. JUCESP nº 119.762/14-6 em 28/03/2014. Gisela S. Ceschin – Secretária Geral.

Zurich Brasil Capitalização S.A. CNPJ/MF nº 17.266.009/0001-41 – NIRE (Em Fase de Obtenção) Ata de Assembleia Geral Extraordinária realizada em 13 de novembro de 2013 Data, Hora e Local: Realizada no dia 13 de novembro de 2013, às 9:00 horas, na sede social da Zurich Brasil Capitalização S.A., na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Praça General Gentil Falcão, nº 108, 2º andar (parte), Cidade Monções, CEP 04571-150 (“Companhia”). Convocação e Presença: Dispensada a convocação prévia, nos termos do parágrafo 4º do artigo 124, da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976 (“Lei das S.A.”), tendo em vista a presença de acionistas representando a totalidade do capital social da Companhia. Composição da Mesa: Sr.Flavio De Moura Bisaggio, Presidente da Mesa; Sra. Juliana Abdulack, Secretária. Ordem do dia: (i) retificar o número do CNPJ/MF da acionista Zurich Insurance Company Ltd. constante na qualificação desta acionista da Companhia na 2ª Alteração do Contrato Social e ata de Assembleia Geral de Transformação em Sociedade por Ações da Companhia, datada de 12 de julho de 2013 (“Ata de Transformação”); (ii) tornar sem efeito a deliberação tomada no item “i” da Ata de Transformação, relativa à retificação do número do CNPJ/MF na qualificação da acionista Zurich Insurance Company Ltd. no Contrato de Constituição da Companhia de 23 de outubro de 2012 e na 1ª Alteração do Contrato Social da Companhia de 28 de fevereiro de 2013; (iii) retificar o número do CNPJ/MF na qualificação da acionista Zurich Insurance Company Ltd. constante no Boletim de Subscrição sob a forma de “Anexo I” da Ata de Transformação da Companhia; e (iv) ratificar as demais deliberações tomadas na Ata de Transformação da Companhia. Deliberações: Após leitura, análise e discussão, os acionistas aprovaram, por unanimidade dos votos, sem ressalvas: (i) retificar a Ata de Transformação da Companhia, por ter constado, equivocadamente, que o CNPJ/MF na qualificação da acionista Zurich Insurance Company Ltd. era 05.720.833/0001-40, quando deveria ter constado o número 05.617.056/0001-03; (ii) tornar sem efeito a deliberação tomada no item “i” da Ata de Transformação da Companhia, acerca da retificação do número do CNPJ/MF na qualificação da acionista Zurich Insurance Company Ltd.; (iii) retificar o Boletim de Subscrição sob a forma de “Anexo I” da Ata de Transformação da Companhia, por ter constado, equivocadamente, que o CNPJ/MF da acionista Zurich Insurance Company Ltd. era 05.720.833/0001-40, quando deveria ter constado que era 05.617.056/0001-03; e (iv) ratificar todas as demais deliberações tomadas na Ata de Transformação da Companhia, que não tenham sido expressamente alteradas pela presente Assembleia Geral Extraordinária da Companhia. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, foi encerrada a assembleia geral, da qual foi lavrada a presente ata que, lida e achada conforme, foi assinada por todos os presentes. Foi autorizada a lavratura da presente ata na forma sumária, nos termos do artigo 130, parágrafo 1ª da Lei das S.A. Assinaturas: Mesa: Presidente: Flávio de Moura Bisaggio; Secretária: Juliana Abdulack; Acionistas: Zurich Insurance Company Ltd., p.p. Werner Stettler; e Zurich Life Insurance Company Ltd., p.p. Werner Stettler. A presente ata é cópia fiel da original que foi lavrada em livro próprio. São Paulo, 13 de novembro de 2013. (ass.) Mesa: Flávio de Moura Bisaggio – Presidente; Juliana Abdulack – Secretária. Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia. Junta Comercial do Estado de São Paulo. Certifico o registro sob o nº 111.861/14-7 em 20/03/2014. Gisela Simiema Ceschin – Secretária Geral.

CPX BRASIL MINERAÇÃO Ç E PARTICIPAÇÕES Ç S/A

CNPJ Nº 11.971.269/0002-12 - NIRE 35.224.352.473 11ª ALTERAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DE CONTRATO SOCIAL Data 28.02.2014. Local S.J.Rio Preto. A totalidade das sócias da RODOBENS INCORPORADORA IMOBILIÁRIA 309 - SPE LTDA, sede em São José do Rio Preto-SP, na Av. Francisco das Chagas de Oliveira, nº 2500, sala 45E, CEP 15.085-485, DELIBERAM, reduzir o capital social, conf. art. 1082, II do CC, passando de R$14.960.789,00 para R$9.660.789,00, representando uma redução de R$5.300.000,00, que serão devolvidos nesta data, em moeda corrente nacional, à sócia Rodobens Negócios Imobiliários S/A. Sócias: Rodobens Negócios Imobiliários S/A e Carlos Bianconi.

AÇÃO COMUNITÁRIA DO BRASIL SÃO PAULO CONVOCAÇÃO – ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA Convidamos aos senhores Associados e Conselheiros da Ação Comunitária do Brasil – São Paulo, para reunirem-se em Assembleia Geral Ordinária, no dia 22 de abril de 2014, em primeira convocação às 19h00, no Bar de Arts Itaim, sito à Rua Pedro Humberto, 9 – Itaim Bibi – São Paulo, para discussão da seguinte ordem do dia: · Apreciação do relatório de atividades e das contas do exercício de 2013; · Apreciação do orçamento anual para 2014; · Eleger ou destituir Conselheiros e dar posse aos membros dos Conselhos Consultivo, Diretor e Fiscal. São Paulo, 03 de abril de 2014. Ana Maria Levy Villela Igel - Presidente do Conselho Consultivo Oscar Linhares Ferro - Presidente do Conselho Diretor

Apetece Sistemas de Alimentação S/A CNPJ/MF nº 60.166.832/0001-04 Mensagem da Administração Senhores Acionistas: Em 2013 cumprimos nosso planejamento estratégico, atendendo com eficiência a demanda de nossos clientes. Os resultados consolidados indicam expressivo crescimento do faturamento e rentabilidade. Investimos na valorização e fortalecimento da marca Apetece, tornando-a mais moderna, adquirindo cores e contornos que comunicam melhor os propósitos de uma Empresa contemporânea. Completamos 25 anos contando com 2.500 profissionais e atendendo clientes de três grandes especialidades: Saúde; Educação e Empresas & Indústrias, nas modalidades: In Company; Delivery; Alimentação Escolar e Restaurantes/Lanchonetes. Sempre com três requisitos: Excelência; Encanto e Sustentabilidade. Investimos no desenvolvimento dos nossos Profissionais, que representam um importante diferencial estratégico e competitivo, buscando a melhoria contínua da produtividade e qualidade dos serviços. Implantamos o “Projeto Desenvolver para Crescer” cujas ações atuam em consonância com a nossa Missão, Visão e Valores, impulsionando o crescimento e gerando oportunidades de desenvolvimento profissional e Empresarial. São Caetano do Sul, 31 de dezembro de 2013 A Administração Relatório da Administração Senhores Acionistas: Em Cumprimento à Lei 11638/07, Art. 3º temos o prazer de submeter ao exame e apreciação de V. Sas, as demonstrações financeiras relativas às atividades da empresa do exercício social referente ao período de 01 de Janeiro de 2013 a 31 de Dezembro de 2013 compreendendo o Balanço Patrimonial e as correspondentes Demonstrações de Resultado do Exercício, da Movimentação nas Contas do Patrimônio Líquido e da Demonstração de Fluxo de Caixa. São Caetano do Sul, 31 de Dezembro de 2013 A Diretoria Balanços Patrimoniais em 31 de dezembro (Em R$) Demonstração dos Resultados (Em R$) Ativo 2013 2012 Passivo 2013 2012 Receita 2013 2012 Circulante 24.779.793 25.310.115 Circulante 14.499.902 13.111.766 Vendas e Serviços 116.234.762 95.556.015 Disponível 5.797.315 2.280.980 Empréstimos Cancelamento e Devoluções (1.152.478) (83.533) Fornecedores 9.335.695 9.064.896 Impostos (12.790.862) (10.373.630) Caixa 243.802 253.704 Obrigações com Pessoal 4.154.144 3.258.043 Receita Operacional Líquida 102.291.423 85.098.851 Bancos 5.553.513 2.027.276 Obrigações Tributárias 986.781 619.967 Despesas e Receitas Créditos 18.982.478 23.029.135 Imposto de Renda a Pagar 14.551 31.474 Despesas Operacionais (93.963.265) (77.884.798) Clientes 16.180.403 21.943.034 Contribuição Social a Pagar 8.731 18.884 Despesas Administrativas (7.260.927) (6.881.012) Outros Créditos 1.400.930 217.940 Contas a Pagar – 118.503 Despesas Financeiras (3.977.642) (740.734) Impostos a Recuperar 603.627 116.096 12.070.099 11.234.114 Receitas Financeiras 338.582 348.503 Estoques 797.518 752.066 Não Circulante 12.070.099 11.234.114 Não Circulante 6.640.721 3.812.553 Exigível a Longo Prazo Outras Receitas e Despesas Operacionais 2.668.837 141.513 Refis 10.956.531 10.179.469 Lucro Operacional Liquido Realizável a Longo Prazo 2.554.879 468.396 97.007 82.324 Tributos Parcelados 62.628 1.054.645 Lucro antes da CSLL e I. Renda 97.007 82.324 Outros Créditos 2.554.879 468.396 Contas a Pagar 1.050.940 – Investimentos 14.425 4.525 Contribuição Social (8.731) (18.884) 4.850.513 4.776.787 Participação Societária 9.900 – Patrimônio Líquido Imposto de Renda (14.551) (31.474) Capital Social 14.620.000 14.620.000 Lucro Liquido do Exercício Outros Investimentos 4.525 4.525 73.726 31.966 Adto Futuro Aumento de Capital 670 670 Imobilizado 4.054.346 3.322.561 Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido Reserva de Capital 573 573 Imobilizado Líquido 4.054.346 3.322.561 Res. de Luc./Prej. Prejuízos Acumulados (9.770.730) (9.844.456) Saldo em Intangível 17.070 17.070 Capital AFAC Capital Acum. Total Intangível 17.070 17.070 31/12/2011 14.620.000 670 573 (9.876.422) 4.744.821 31.420.514 29.122.667 Res. do Exerc. Total do Ativo 31.420.514 29.122.667 Total do Passivo – – – 31.966 31.966 Notas Explicativas da Administração das Demonstrações Contábeis Saldo em 1. Apresentação das demonstrações contábeis: As demonstrações con- gos clientes, relativos a ajustes e reajustes de valores contratuais. 31/12/2012 14.620.000 670 573 (9.844.456) 4.776.787 tábeis foram elaboradas com base nas práticas contábeis emanada da lei Outros Créditos a Receber (R$) Res. do Exerc. – – – 73.726 73.726 das Sociedades por ações 6404/76, sendo adotadas no exercício de 2013 Ações não Julgadas 24 Saldo em as alterações introduzidas pela lei 11638/07 e MP nº 449/08, bem como os Transitado em Julgado 15.022 31/12/2013 14.620.000 670 573 (9.770.730) 4.850.513 Pronunciamentos do Comitê Contábil (CPC) quando aplicáveis. 2) Sumário Precatórios Emitidos 895 Demonstração de Fluxo de Caixa – Fluxo de Operações das principais práticas contábeis As demonstrações contábeis foram elabo- Total 15.941 Fluxo de Caixa nas Atividades Operacionais 2013 2012 radas com observância às práticas contábeis adotadas no Brasil. 2.1) Os Nossos advogados estimam que 80% desses créditos estejam realizados Lucro do Exercicio 73.726 31.966 ativos são demonstrados pelo valor de custo. 2.2) Ativos Imobilizados são nos próximos 5 anos, média de R$ 3.188 por ano nos próximos 5 anos. Clientes 5.762.631 (6.539.244) demonstrados ao custo de aquisição subtraído das depreciações acumu- Sobre esta receita recairão apenas impostos de 34%, considerando que Outros Créditos (1.182.990) 1.134.238 ladas. 3. Aplicações – Considerada a aplicação financeira de R$ 5.553 o todos os custos e despesas já foram incorridos. O lucro a ser incorporado Impostos a Recuperar (487.532) (31.709) endividamento a curto prazo passa a ser de R$ 8.946, apresentando redu- a partir de 2014, relativo a cada parcela anual desses créditos será de Estoques (45.453) 270.937 ção de 38,30%, conforme abaixo demonstrado: R$ 2.104, valor maior que o lucro líquido realizado em 2013. O impacto Fornecedores 270.799 3.997.940 Exigível De (R$) Para (R$) Redução (%) deste lucro marginal só poderá ser medido quando realizado e conhecido Obrigações com Pessoal 896.101 444.011 Curto Prazo 14.499 8.946 38,30 o lucro da operação nos próximos anos. Entretanto o impacto será signifiObrigações Tributárias 366.814 (1.690.523) Longo Prazo 12.070 12.070 0 cativamente positivo. 7. Outros Creditos – O valor está assim distribuído: Imposto de Renda (16.922) 19.757 Total 26.569 21.016 20,90 (R$) Contribuição Social (10.153) 11.854 Esta redução impacta favoravelmente nos indicadores de endividamento. Depósitos Restituíveis 2.554 Contas a Pagar (118.503) 2.031 4. EBITDA – A APETECE S/A. fechou o ano calendário de 2013 com um Total 2.554 (=) Caixa Líquido Operacional 5.508.519 (2.348.740) faturamento liquido de R$ 102.291 milhões o que significou a geração de A probabilidade de recuperação deste valor nos próximos 10 anos é bastante Fluxo de Caixa das Ativid. de Investimentos caixa operacional (EBTIDA pelo conceito internacional) nesse período de alta e assim consta do planejamento de pagamento das devedoras, além de (2.086.483) 3.987.878 R$ 1.426 milhões (1,39%) contra R$ 623 mil (0,73%) em 2012 represen- ser reconhecida a obrigação em valor presente nos respectivos balanços. Outros Créditos (9.900) – tando um crescimento de (128,9%) na geração de caixa operacional. 5. Isso pressupõe um acréscimo médio anual ao ativo circulante da ordem de Participação Societária (731.785) (508.394) Clientes – A carteira conta com 45 Contratos, todos com contratos vigentes R$ 255 não tributáveis. O impacto na liquidez corrente e geral só poderá ser Aquisição para o Imobilizado (2.828.168) 3.479.484 para até 5 anos das respectivas datas de assinatura e ainda passíveis de medido quando realizado e conhecido o ativo e passivo, circulante e não (=) Caixa Líquido de Investimento prorrogação. O valor total da carteira está assim constituído: circulante dos próximos anos. Entretanto é possível afirmar que o impacto Fluxo de Caixa das Ativid. de Financiamentos 777.062 (182.777) Clientes (R$) será significativamente positivo. 8. REFIS – O valor (R$ 10.956) refere-se REFIS (992.016) (2.845.757) Faturado 116.234 a principal mais juros em valor presente, devidos nos próximos 10 anos. O Tributos Parcelados Contas a Pagar 1.050.940 – Saldo a Faturar 548.666 Refis foi atualizado em 2009 para pagamento em 15 anos, dos quais já foram 835.985 (3.028.534) Total 664.900 pagos principal mais juros no período de 2009 a 2013. Considerados juros (=) Caixa Líquido de Financiamento Redução Liquida de Caixa 3.516.336 (1.897.790) Todos os contratos apresentam medição e faturamento mensal. Para 2014 o anuais de 9,75% (Selic), temos parcelas anuais de R$ 1.068. Esta é a obri2.280.980 4.178.770 faturamento estimado (receita bruta) para contratos vigentes (em carteira) é gação anual máxima associada a esta conta que consideramos, de forma Caixa Equivalentes ao Inicio do Período 5.797.315 2.280.980 de R$ 132.984 Excluem-se deste valor, os faturamentos relativos aos novos gerencial, para cálculo dos indicadores correspondentes de endividamento Caixa Equivalentes ao Final do Período contratos que serão assinados em 2014. 6. Outros Créditos – O valor está bancário e geral Tanto assim que o artigo 14 da lei 9.964/2000 Refis admiti É substancialmente positivo o impacto desta redução no endividamento da assim distribuído: que, para cálculo de indicadores mínimos para participar de concorrência APETECE S/A. caindo 41,23% do valor atual. 9. Capital Social – O CapiOutros Créditos (R$) pública, a empresa defira o valor do Refis na forma citada acima. Conside- tal é de R$ 14.620.000,00 representadas por 14.620.000 ações totalmente Adiantamentos Fornecedores 725 rado este preceito legal, teremos os seguintes impactos no endividamento: integralizadas Outros Adiantamentos 675 Exigível De (R$) Para (R$) Redução (%) São Caetano do Sul, SP, 31 de Dezembro de 2013. Total 1.400 Curto Prazo 14.499 14.499 0,0 Eunice da Silva Gomes Cunha – Diretora Não foram reconhecidos no balanço os créditos abaixo discriminados, Longo Prazo 12.070 1.114 90,77 decorrentes de ações judiciais impetradas pela APETECE S/A contra anti- Total 26.569 15.613 41,23 José Affonso – Contador CRC 1SP045694/O-0 Parecer dos Auditores Independentes Aos Srs. Acionistas e Administradores da Apetece Sistemas de Alimen- conduzidos de acordo com as normas de auditoria e compreenderam: a) meus exames, as demonstrações contábeis acima referidas representam tação S/A inscrita no CNPJ sob nº 60.166.832/0001-04. 1. Examinei os o planejamento dos trabalhos, considerando a relevância dos salários, o adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimoBalanços Patrimoniais da empresa, levantados em 31 de dezembro de volume de transações e o sistema Contábil de controles internos da enti- nial e financeira da Apetece Sistemas de Alimentação S/A , em 31 de 2013, e as respectivas demonstrações de resultado, das mutações do dade. b) a constatação com base em testes das evidencias a dos regis- dezembro de 2013, o resultado de suas operações, as mutações de seu patrimônio liquido, das demonstrações do Fluxo de Caixa corresponden- tros que suportam os valores e as informações contábeis divulgadas c) a patrimônio liquido e a demonstração de fluxo de caixa, de acordo com as tes aos exercícios findos naquelas datas, elaborados sob responsabili- avaliação das praticas e das estimativas contábeis mais representativas praticas contábeis adotadas no Brasil dade de sua administração, minha responsabilidade é a de expressar uma adotadas pela administração da sociedade, bem como da apresentação São Paulo, 31 de Dezembro de 2013. opinião sobre estas demonstrações contábeis. 2. Meus exames foram das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. 3. Com base em NELLY BRANCO SAPEDE. Contador – Auditor – CRC 1SP021253/O-0.

Zurich CAP Participações Ltda. CNPJ/MF nº 17.266.009/0001-41 – NIRE 3522714730-7 2ª Alteração do Contrato Social e Ata de Assembleia Geral de Transformação em Sociedade por Ações Pelo presente instrumento particular, (i) Zurich Insurance Company Ltd., sociedade regularmente constituída e existente de acordo com as leis da Suíça, com sede em Mythenquai, 2, 8002, Zurique, Suíça, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 05.720.833/0001-40, neste ato devidamente representada por seu procurador, Sr. Werner Stettler, suíço, casado, securitário, portador da Cédula de Identidade RNE nº V033205-Y-CGPI/DIREX/DPF, inscrito no CPF/MF sob o nº 127.288.928-90, com endereço comercial na Cidade e Estado de São Paulo, na Rua Dr. Geraldo Campos Moreira, nº 240, 7º andar, Brooklin Novo, CEP 04571-020; e (ii) Zurich Life Insurance Company Ltd., sociedade regularmente constituída e existente de acordo com as leis da Suíça, com sede em Mythenquai, 2, 8002, Zurique, Suíça, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 10.099.143/0001-56, neste ato devidamente representada por seu procurador, Sr. Werner Stettler, acima qualificado, na qualidade de únicos sócios (“Sócios”) da Zurich Cap Participações Ltda., sociedade empresária limitada, com sede social na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Praça General Gentil Falcão, nº 108, 2º andar (parte), Cidade Monções, CEP 04571-150, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 17.266.009/0001-41, com constituição arquivada na Junta Comercial do Estado de São Paulo sob o NIRE 3522714730-7, em 21 de novembro de 2012, doravante designada “Sociedade”, resolvem alterar o contrato social da Sociedade, de acordo com os seguintes termos e condições: Os Sócios decidem aprovar (i) a retificação do número do CNPJ/MF na qualificação da sócia Zurich Insurance Company Ltd. no Contrato de Constituição da Zurich Cap Participações Ltda., de 23 de outubro de 2012, e na 1ª Alteração do Contrato Social da Zurich Cap Participações Ltda., de 28 de fevereiro de 2013; (ii) a transformação do tipo societário da Zurich Cap Participações Ltda., de sociedade empresária limitada em sociedade por ações; (iii) a alteração da denominação social da Sociedade para Zurich Brasil Capitalização S.A. (“Companhia”); (iv) a conversão das quotas sociais em ações; (v) a alteração do objeto social da Companhia; (vi) a integralização do capital social subscrito pelas acionistas; (vii) o aumento do capital social da Companhia; (viii) a eleição dos membros da Diretoria da Companhia; (ix) a designação das funções a serem desempenhadas pelos membros da Diretoria da Companhia; (x) a fixação do limite máximo da remuneração global anual dos Diretores da Companhia; (xi) a definição dos jornais em que serão realizadas as publicações da Companhia; e (xii) a nova redação do estatuto social da Companhia. Para tanto, foi instalada a presente: Assembleia Geral de Transformação. Data, Local e Hora: Realizada em 12 de julho de 2013, às 10:00 horas, na sede da Sociedade, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Praça General Gentil Falcão, nº 108, 2º andar (parte), Cidade Monções, CEP 04571-150. Presença e Convocação: Compareceram os Sócios da Companhia representando a totalidade do capital social, sendo dispensada a convocação nos termos do parágrafo 4º do artigo 124 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976 (“Lei das Sociedades por Ações”). Mesa: A assembleia foi instalada e presidida pelo Sr. Richard Emiliano Soares Vinhosa, que escolheu o Sr. Flavio de Moura Bisaggio para secretariar os trabalhos. Ordem do Dia: Deliberar sobre (i) a retificação do número do CNPJ/MF na qualificação da sócia Zurich Insurance Company Ltd. no Contrato de Constituição da Zurich Cap Participações Ltda., de 23 de outubro de 2012, e na 1ª Alteração do Contrato Social da Zurich Cap Participações Ltda., de 28 de fevereiro de 2013; (ii) a transformação do tipo societário da Zurich Cap Participações Ltda., de sociedade empresária limitada em sociedade por ações; (iii) a alteração da denominação social da Sociedade para Zurich Brasil Capitalização S.A. (“Companhia”); (iv) a conversão das quotas sociais em ações; (v) a alteração do objeto social da Companhia; (vi) a integralização do capital social subscrito pelas acionistas; (vii) o aumento do capital social da Companhia; (viii) a eleição dos membros da Diretoria da Companhia; (ix) a designação das funções a serem desempenhadas pelos membros da Diretoria da Companhia; (x) a fixação do limite máximo da remuneração global anual dos Diretores da Companhia; (xi) a definição dos jornais em que serão realizadas as publicações da Companhia; e (xii) a nova redação do estatuto social da Companhia. Deliberações: Após leitura, análise e discussão, os acionistas aprovaram, por unanimidade dos votos, sem ressalvas: (i) a retificação do número do CNPJ/MF na qualificação da sócia Zurich Insurance Company Ltd. no Contrato de Constituição da Zurich Cap Participações Ltda., de 23 de outubro de 2012, e na 1ª Alteração do Contrato Social da Zurich Cap Participações Ltda., de 28 de fevereiro de 2013, que, por um lapso, constou como 05.617.056/0001-03 quando deveria constar como 05.720.833/0001-40; (ii) a transformação do tipo societário da Zurich Cap Participações Ltda., de sociedade empresária limitada em sociedade por ações, sem solução de continuidade dos negócios sociais, nem alteração da sua personalidade jurídica; (iii) a alteração da denominação social para Zurich Brasil Capitalização S.A.; (iv) a conversão das quotas, totalmente subscritas, em que se divide o capital social da Companhia em igual número de ações ordinárias, nominativas, com valor nominal de R$ 1,00 (um real), mantendo-se o mesmo número de sócios, doravante denominados “Acionistas”; (v) a alteração do caput do artigo 2º, relativo ao objeto social da Companhia, que passa a vigorar com a seguinte redação: “Artigo 2º – A Companhia tem por objeto a exploração de planos de capitalização, em todo território nacional, podendo instituir e comercializar todas as modalidades e tipos de planos de capitalização, podendo, ainda, desenvolver todas as atividades necessárias para a plena realização de seu objeto social.” (vi) a integralização do capital social subscrito pelas acionistas Zurich Insurance Company Ltd. e Zurich Life Insurance Company Ltd., conforme Artigo 4 do Contrato de Constituição da Sociedade, datado de 23 de outubro de 2012, mediante o aproveitamento de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) da remessa de recursos realizada por meio do Contrato de Câmbio Tipo Compra, nº 114962310, datado de 11 de julho de 2013, firmado com o Banco Santander (Brasil) S/A, no valor total de US$ 8.664.935,00 (oito milhões e seiscentos e sessenta e quatro mil e novecentos e trinta e cinco dólares dos Estados Unidos), equivalentes nesta data a R$ 19.672.868,42 (dezenove milhões e seiscentos e setenta e dois mil e oitocentos e sessenta e oito reais e quarenta e dois centavos); (vii) o aumento do capital social da Companhia de R$ 2.199.305,10 (dois milhões, cento e noventa e nove mil, trezentos e cinco reais e dez centavos) para R$ 21.867.173,10 (vinte e um milhões, oitocentos e sessenta e sete mil, cento e setenta e três reais e dez centavos), um aumento, portanto, de R$ 19.667.868,00 (dezenove milhões, seiscentos e sessenta e sete mil e oitocentos e sessenta e oito reais), com a emissão de 19.667.868 (dezenove milhões, seiscentos e sessenta e sete mil e oitocentos e sessenta e oito) ações ordinárias, nominativas, com valor nominal de R$ 1,00 (um real) cada uma, as quais foram totalmente subscritas e integralizadas, neste ato, em moeda corrente nacional, com a expressa renúncia da acionista Zurich Life Insurance Company Ltd. ao direito de preferência que lhe assiste, conforme boletim de subscrição que integra a presente ata como Anexo I, mediante o aproveitamento, pela acionista Zurich Insurance Company Ltd., do valor de R$ 19.667.868,00 (dezenove milhões, seiscentos e sessenta e sete mil e oitocentos e sessenta e oito reais) da remessa de recursos por meio do Contrato de Câmbio Tipo Compra, nº 114962310, datado de 11 de julho de 2013, realizado com o Banco Santander (Brasil) S/A, no valor total de US$ 8.664.935,00 (oito milhões e seiscentos e sessenta e quatro mil e novecentos e trinta e cinco dólares dos Estados Unidos), equivalentes nesta data a R$ 19.672.868,42 (dezenove milhões, seiscentos e setenta e dois mil, oitocentos e sessenta e oito reais e quarenta e dois centavos). Do valor total do aporte de capital da Companhia ora realizado, remanescerá o montante de R$ 0,42 (quarenta e dois centavos), que será destinado à conta de reserva de capital da Companhia. Em decorrência da deliberação ora aprovada, o caput do Artigo 4º do Estatuto Social da Companhia passa a vigorar com a seguinte nova redação: “Artigo 4º – O capital social, totalmente subscrito e integralizado, é de R$ 21.867.173,10 (vinte e um milhões, oitocentos e sessenta e sete mil, cento e setenta e três reais e dez centavos), dividido em 21.867.173 (vinte e um milhões, oitocentos e sessenta e sete mil, cento e setenta e três) ações ordinárias nominativas, com valor nominal de R$ 1,00 (um real) cada uma”. (viii) a eleição do Sr. Richard Emiliano Soares Vinhosa, brasileiro, casado, securitário, engenheiro e administrador de empresas, portador do RG nº 08.862.7203-IFP/RJ, inscrito no CPF/MF sob o nº 030.381.237-06, para ocupar o cargo de Diretor Presidente; do Sr. Flavio de Moura Bisaggio, brasileiro, casado, securitário, portador da cédula de identidade RG nº 08.158.662-0-IFP/RJ, inscrito no CPF/ MF sob o nº 002.261.707-80, para ocupar o cargo de Diretor sem designação específica; do Sr. José Reinaldo Caparroz Júnior, brasileiro, casado, administrador de empresas e contador, portador da cédula de identidade RG nº 21.322.219-X SSP/SP, inscrito no CPF/MF sob o nº 248.898.168-01, para ocupar o cargo de Diretor sem designação específica; e do Sr. Marcio Benevides Xavier, brasileiro, casado, administrador de empresas, portador da cédula de identidade RG nº 56.350.654-4-SSP/SP, inscrito no CPF/MF sob o nº 777.945.247-68, para ocupar o cargo de Diretor sem designação específica, todos residentes e domiciliados na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, e com mandato até março de 2016. Os diretores ora eleitos declaram que preenchem as condições previstas nos artigos 3º e 4º da Resolução CNSP nº 136, de 7 de novembro de 2005, e que não estão impedidos, por lei especial, nem estão condenados ou se encontram sob efeitos de condenação a pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos; ou por crimes falimentares, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato; ou contra a economia popular, contra o sistema financeiro nacional, contra as normas de defesa da concorrência, contra as relações de consumo, a fé pública ou a propriedade, enquanto perdurem os efeitos da condenação, nos termos do artigo 147 da Lei das Sociedades por Ações; (ix) a distribuição das funções a serem desempenhadas pelos Diretores ora eleitos, conforme descrito a seguir: (A) o Sr. Richard Emiliano Soares Vinhosa, acima qualificado, exercerá a função de Diretor responsável pelas relações com a Superintendência de Seguros Privados – SUSEP, nos termos da Circular SUSEP nº 234/03; (B) o Sr. Flavio de Moura Bisaggio, acima qualificado, exercerá as seguintes funções: (a) Diretor responsável pelos controles internos, nos termos da Circular SUSEP nº 249/04; (b) Diretor responsável pelos controles internos específicos para a prevenção contra fraudes, nos termos da Circular SUSEP nº 344/07; e (c) Diretor responsável pelos controles internos específicos para prevenção e combate dos crimes de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores, bem como prevenção e coação do financiamento ao terrorismo, em cumprimento do disposto na Lei nº 9.613/98, nos termos da Circular SUSEP nº 234/03 e da Circular SUSEP nº 445/12; (C) o Sr. José Reinaldo Caparroz Júnior, acima qualificado, exercerá as seguintes funções: (a) Diretor responsável administrativo-financeiro, nos termos da Circular SUSEP nº 234/03; e (b) Diretor responsável pelo acompanhamento, supervisão e cumprimento das normas e procedimentos de contabilidade e auditoria independente, nos termos da Resolução CNSP nº 118/04; e (D) o Sr. Marcio Benevides Xavier, acima qualificado, exercerá a função de Diretor responsável técnico, nos termos da Circular SUSEP nº 234/03. (x) a aprovação do limite anual da remuneração global dos Diretores da Companhia em até R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais), para o exercício social de 2013; (xi) as publicações da Companhia realizarão no Diário Oficial do Estado de São Paulo e no Diário do Comércio, nos termos do artigo 289 da Lei das Sociedades por Ações; e (xii) a nova redação do estatuto social da Companhia, tendo em vista as deliberações acima, e a sua devida consolidação, que integra a presente ata como Anexo II. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, foi

encerrada a assembleia geral, da qual foi lavrada a presente ata que, lida e achada conforme, foi assinada por todos os presentes. Assinaturas: Mesa: Presidente: Richard Emiliano Soares Vinhosa; Secretário: Flavio de Moura Bisaggio; Acionistas: Zurich Insurance Company Ltd., p.p. Werner Stettler; e Zurich Life Insurance Company Ltd., p.p. Werner Stettler. A presente ata é cópia fiel da original que foi lavrada em livro próprio. São Paulo, 12 de julho de 2013. (ass.) Mesa: Flavio de Moura Bisaggio – Secretário. Visto de Advogado: Nome: Valeria C. Martins Schmitke – OAB/SP: 147.082. Testemunhas: 1. Nome: Marcia dos Santos Ferreira, RG: 23.491.809-3-SSP/SP; 2. Nome: Juliana Almada Abdulack, RG: 43.886.518-2-SSP/ SP. Anexo II – “Estatuto Social. Capítulo I – Denominação, Sede, Objeto e Duração. Artigo 1º – A Companhia é denominada Zurich Brasil Capitalização S.A., sociedade por ações, com sede e foro na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Praça General Gentil Falcão, nº 108, 2º andar (parte), Cidade Monções, CEP 04571-150, e será regida por este estatuto e pelas leis aplicáveis. Parágrafo Único – A Companhia poderá abrir filiais, agências, sucursais e escritórios em qualquer parte do território brasileiro, mediante decisão da Diretoria, atribuindo-lhes um capital separado para efeitos fiscais. A Diretoria poderá, também, constituir representantes em qualquer parte do Brasil. Artigo 2º – A Companhia tem por objeto a exploração das operações de capitalização, em todo o território nacional, em qualquer de suas modalidades ou formas, podendo, ainda, desenvolver todas as atividades necessárias à plena realização do seu objeto social. Parágrafo Único – A Companhia poderá, ainda, participar do capital social de outras sociedades, observada a legislação aplicável. Artigo 3º – O prazo de duração da Companhia é indeterminado. Capítulo II – Capital Social e Ações. Artigo 4º – O capital social, totalmente subscrito e integralizado, é de R$ 21.867.173,10 (vinte e um milhões, oitocentos e sessenta e sete mil, cento e setenta e três reais e dez centavos), dividido em 21.867.173 (vinte e um milhões, oitocentos e sessenta e sete mil, cento e setenta e três) ações ordinárias nominativas, com valor nominal de R$ 1,00 (um real) cada uma. Parágrafo Primeiro – Cada ação confere os mesmos direitos e obrigações e dá direito a um voto nas Assembleias Gerais. Parágrafo Segundo – No caso de aumento de capital social, os acionistas existentes terão preferência para a subscrição de ações, na proporção das ações que possuírem. Capítulo III – Assembleia Geral. Artigo 5º – A assembleia geral ordinária deverá ser convocada pelo Diretor Presidente uma vez por ano e se realizará até o dia 31 de março. A assembleia geral extraordinária poderá ser convocada pelo Diretor Presidente sempre que seja necessária ao atendimento dos interesses sociais. Parágrafo Primeiro – As assembleias gerais deverão ser dirigidas por um Presidente escolhido por aclamação ou eleição e um Secretário escolhido pelo Presidente da assembleia geral, cabendo ao Presidente da assembleia a supervisão dos trabalhos, a manutenção da ordem, podendo suspender, adiar ou dar por encerrada a assembleia. Parágrafo Segundo – Para estarem aptos a participar da assembleia, os procuradores dos acionistas deverão apresentar as suas respectivas procurações na sede social até 48 (quarenta e oito) horas antes da assembleia. Parágrafo Terceiro – O registro de transferência de ações, a substituição de certificados múltiplos por certificados individuais de ações e vice-versa serão suspensos 08 (oito) dias antes das datas das assembleias. Artigo 6º – Os seguintes atos são de competência da assembleia geral: (a) Incorporar outras sociedades à Companhia; (b) Adquirir, vender ou por outro meio dispor das participações da Companhia em outra sociedade, exceto para fins fiscais; (c) Alterar o estatuto social, a fim de deliberar, entre outras matérias, a criação do Conselho de Administração; (d) Autorizar o resgate ou amortização de ações, bem como autorizar compra pela Companhia de suas próprias ações para mantê-las em tesouraria; (e) Emitir debêntures, partes beneficiárias, ações de gozo e fruição ou bônus de subscrição; (f) Declarar e distribuir dividendos; (g) Praticar qualquer dos atos relacionados nos itens I a VIII do Artigo 136 da Lei das Sociedades por Ações; e (h) Instalar o Conselho Fiscal. Capítulo IV – Diretoria. Artigo 7º – A Companhia será administrada por uma Diretoria composta de no mínimo 2 (dois) e no máximo 8 (oito) membros residentes no Brasil, acionistas ou não, eleitos e destituíveis pela Assembleia Geral, com mandato de 3 (três) anos, admitida a reeleição. Um dos membros terá o título de Diretor Presidente e os demais terão o título de Diretor sem designação específica. No fim de seus respectivos mandatos os Diretores permanecerão em seus cargos até a posse dos novos Diretores eleitos. Os Diretores são dispensados de prestar caução para o exercício do cargo. Parágrafo Primeiro – A investidura do cargo de Diretor fica condicionada à homologação de sua eleição pelo órgão fiscalizador do mercado de capitalização. Parágrafo Segundo – Os Diretores receberão mensalmente uma remuneração fixada anualmente pela assembleia geral. Parágrafo Terceiro – No caso de vacância na Diretoria, uma assembleia geral será imediatamente convocada para eleger um novo Diretor, a fim de completar o mandato do Diretor que vier substituir. Parágrafo Quarto – No caso de ausência ou impedimento de algum Diretor suas obrigações serão exercidas por outro Diretor, conforme decidido em reunião da Diretoria. Parágrafo Quinto – Um Diretor não acumulará a remuneração caso venha substituir outro Diretor ou acumular funções. Artigo 8º – Todas as decisões da Diretoria referentes a qualquer dos itens abaixo relacionados dependerão do prévio consentimento do Diretor Presidente e de, pelo menos, 1 (um) Diretor: 1) Constituir procuradores para representar a Companhia na realização de qualquer dos atos relacionados neste Artigo; 2) Estabelecer novos negócios não relacionados com os já existentes dentro dos limites do objeto social; 3) Abrir e extinguir estabelecimento de que trata o parágrafo único do Artigo 1º; 4) Exercer o direito de voto decorrente de participações da Companhia em outras sociedades; 5) Eleger membros do Conselho de Administração, Conselho Consultivo, Diretoria, Conselho Fiscal das Sociedades nas quais a Companhia detém participação; 6) Comprar, vender, hipotecar ou de qualquer outra maneira dispor ou onerar qualquer item do ativo da Companhia, com o valor de mercado excedente a R$ 100.000,00 (cem mil reais), observada a regulamentação vigente; 7) Celebrar ou alterar qualquer contrato de trabalho e/ou prestação de serviços, cujo total da compensação, incluindo todos os pagamentos devidos na forma de bônus ou de qualquer outra maneira, estando ou não mencionado no referido contrato exceda a R$ 40.000,00 (quarenta mil reais); 8) Celebrar quaisquer contratos envolvendo obrigações globais superiores a R$ 100.000,00 (cem mil reais); e 9) Celebrar qualquer acordo com acionistas ou empresa controlada por quaisquer dos acionistas. Parágrafo Único – Os Diretores deverão ser convocados para as reuniões da Diretoria, por escrito, com pelo menos 10 (dez) dias de antecedência, ficando dispensada a convocação quando presentes à reunião a totalidade dos Diretores. A convocação deverá indicar a data, hora e local, bem como os assuntos que serão debatidos na reunião. Artigo 9º – São atribuições do Diretor Presidente: a) Convocar as assembleias gerais e reuniões da Diretoria, bem como as presidir; b) Supervisionar o atendimento às disposições deste Estatuto e das deliberações tomadas nas assembleias gerais e nas reuniões de Diretoria; c) Gerir e administrar os negócios da Companhia, orientando, conduzindo e supervisionando todas as suas atividades; d) Representar a sociedade em juízo ou fora dele, bem como receber citação; e e) Supervisionar e coordenar as atividades dos outros Diretores. Parágrafo Primeiro – Em caso de impedimento ou afastamento temporário do Diretor Presidente, este previamente indicará, por escrito, outro Diretor que o substitua para o cumprimento das atribuições acima especificadas. Parágrafo Segundo – Na hipótese prevista no parágrafo anterior, caso o Diretor Presidente não tenha indicado outro Diretor para substituí-lo, os demais Diretores ou qualquer outro detentor de poderes de representação da maioria dos acionistas o farão, conforme decisão a ser tomada em conjunto e documentada por escrito, a qual deverá ser cumprida por todos. Artigo 10 – Sujeito aos artigos 6º e 8º, a Companhia será representada, em juízo ou fora dele, e se obrigará através da assinatura de: a) 2 (dois) Diretores, qualquer Diretor conjuntamente com qualquer procurador ou quaisquer 2 (dois) procuradores devidamente constituídos para representar a Companhia, conforme o disposto no Parágrafo Primeiro deste Artigo, devendo tais poderes estarem especificados na respectiva procuração, inclusive receber citação, e serem exercidos dentro dos limites estabelecidos na mesma; b) Pela assinatura exclusiva de qualquer Diretor ou qualquer procurador devidamente constituído para representar a Companhia, conforme o Parágrafo Primeiro deste Artigo, devendo tais poderes estarem especificados na respectiva procuração e serem exercidos dentro dos limites estabelecidos na mesma, representação da Companhia em atos rotineiros frente às autoridades públicas federais, estaduais e municipais, autarquias, o Conselho Nacional de Seguros Privados – CNSP, a Superintendência de Seguros Privados – SUSEP, a Secretaria da Receita Federal e seus órgãos regionais, inspetorias e agências, empresas públicas e sociedades de economia mista, à Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos; assinar os recibos pelos pagamentos feitos à Companhia; a prática de atos como representantes ou preposto em juízo; o endosso de cheque somente para depósitos nas contas bancárias da Companhia; a emissão e endosso de faturas, letras de câmbio ou outros títulos de crédito, somente para desconto ou cobrança bancária e, consequentemente, depósitos na conta da Companhia. Parágrafo Primeiro – As procurações outorgadas pela Companhia sempre devem ser assinadas na forma do disposto no item “1” do Artigo 8º e serão válidas por, no máximo, 1 (um) ano, devendo especificar todos os poderes outorgados. Parágrafo Segundo – As procurações outorgadas para advogado com poderes da cláusula “ad judicia” e para representar a Companhia em processos administrativos do interesse desta devem ser assinadas na forma dos itens “a” ou “b” deste Artigo. Tais procurações podem ser por prazo indeterminado e podem também permitir o substabelecimento. Capítulo V – Conselho Fiscal. Artigo 11 – A Companhia terá um Conselho Fiscal formado de no mínimo 3 (três) e no máximo 5 (cinco) membros efetivos e um igual número de suplentes, os quais somente poderão atuar no exercício social em que for deliberado pela Assembleia Geral que elegerá os membros e estipulará sua remuneração. Parágrafo Primeiro – Os deveres dos membros efetivos do Conselho Fiscal são os estabelecidos na Lei nº 6.404/76 e, nas suas faltas, impedimentos ou vacâncias, serão substituídos pelos respectivos suplentes. Parágrafo Segundo – Os membros do Conselho Fiscal e seus suplentes exercerão seus cargos até a primeira Assembleia Geral Ordinária que se realizar após a sua eleição, sendo possível a reeleição. Capítulo VI – Exercício Social, Demonstrações Financeiras e Dividendos. Artigo 12 – O exercício social iniciar-se-á em 1º de janeiro e encerrar-se-á em 31 de dezembro de cada ano. Nesta data serão preparados um balanço patrimonial, mutações do patrimônio líquido, demonstração de resultado do exercício e demonstração das origens e aplicações de recursos. Parágrafo Primeiro – Do resultado do exercício serão deduzidos, antes de qualquer participação, os prejuízos acumulados e a provisão para imposto de renda. O prejuízo do exercício será obrigatoriamente absorvido pelos lucros acumulados, pelas reservas de lucros e pela reserva legal, nessa ordem. Parágrafo Segundo – De cada exercício social 5% (cinco por cento) do lucro líquido será destinado à reserva legal, a qual não poderá exceder a 20% (vinte por cento) do capital social, segundo o disposto na Lei nº 6.404/76. Artigo 13 – Os acionistas terão o direito de receber 25% (vinte e cinco por cento) do lucro líquido do exercício social a título de dividendos obrigatórios, após as deduções exigidas por lei. Artigo 14 – O restante do lucro líquido auferido pela Companhia terá a destinação aprovada pelos acionistas, de acordo com a legislação aplicável. Capítulo VII – Dissolução, Liquidação e Extinção. Artigo 15 – A Companhia será dissolvida, liquidada ou extinta nos casos previstos em lei. Capítulo VIII – Disposição Gerais. Artigo 16 – Os casos omissos ou duvidosos deste estatuto social serão resolvidos pela assembleia geral, a eles aplicando-se as disposições legais vigentes.” Junta Comercial do Estado de São Paulo. Certifico o registro sob o NIRE 35.300.463.854 em 26/03/2014. Gisela Simiema Ceschin – Secretária Geral.


32 -.ECONOMIA/LEGAIS

DIÁRIO DO COMÉRCIO

Companhia Agrícola Usina Jacarezinho CNPJ/MF nº 61.231.478/0001-17 - NIRE 35.3.0001135-0 Ficam os senhores acionistas da Companhia Agrícola Usina Jacarezinho (“Companhia”) devidamente convocados a participarem, em primeira convocação, da Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária que se realizará em 15.04.2014, às 15:00 horas, na Rua Joaquim Floriano, 466, 6º andar, Conjuntos 601 e 602,Torre Office, Itaim Bibi, São Paulo, SP, CEP 04534-002, com a seguinte Ordem do Dia: em Assembleia Geral Ordinária: (a) prestação de contas dos Administradores, exame, discussão e deliberação sobre as demonstrações financeiras relativas ao exercício de 2013;(b) deliberação sobre a destinação do lucro líquido; e (c) fixação da remuneração anual global dos Administradores; e, em Assembleia Geral Extraordinária: (a) mudança da sede da Companhia; (b) alteração do estatuto social da Companhia; e (c) ratificar a subscrição de ações de emissão da Companhia Canavieira de Jacarezinho, mediante a conversão do crédito de AFAC. Informações Gerais. Em conformidade com os artigos 133 e 135, §3°, da Lei n° 6.404/76, encontram-se à disposição dos acionistas, na sede social da Companhia, todos os documentos e informações necessários à deliberação das matérias previstas na ordem do dia. São Paulo, 04.04.2014. A Diretoria.

Companhia Canavieira de Jacarezinho

PREFEITURA MUNICIPAL DA ESTÂNCIA DE CAMPOS DO JORDÃO

CNPJ/MF nº 49.648.587/0001-39 - NIRE 35.3.0009093-4

A PREFEITURA MUNICIPAL DA ESTÂNCIA DE CAMPOS DE JORDÃO faz saber a quem possa interessar que: * às 10:00 horas do dia 28/04/2014, realizará a abertura dos envelopes referentes à abertura da TOMADA DE PREÇOS Nº 007/2014, que tem como objeto a CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE EXECUÇÃO DE OBRAS DE INFRAESTRUTURA URBANA NO BAIRRO VALE DO CÉU AZUL, NAS VIELAS 01/02/03/04/05/06/07 E RUA 02, NESTE MUNICÍPIO. Vistoria Técnica obrigatória agendada para os dias 16 ou 22 de abril de 2014, às 10:00 horas, ou em outra data a ser solicitada pelo proponente, mediante prévia solicitação, a se realizar em até 48 horas antes da abertura da Sessão. * às 15:00 horas do dia 28/04/2014, realizará a abertura dos envelopes referentes à abertura da TOMADA DE PREÇOS Nº 008/2014, que tem como objeto a CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE EXECUÇÃO DE OBRAS DE REFORMA DO CENTRO ESPORTIVO ARMANDO LADEIRA, EM CAMPOS DO JORDÃO. Vistoria Técnica obrigatória agendada para os dias 16 ou 22 de abril de 2014, às 15:00 horas, ou em outra data a ser solicitada pelo proponente, mediante prévia solicitação, a se realizar em até 48 horas antes da abertura da Sessão. * às 10:00 horas do dia 30/04/2014,, realizará a abertura dos envelopes p referentes à abertura da TOMADA DE PREÇOS Ç Nº 009/2014,, que q tem como objeto a CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE EXECUÇÃO DE OBRAS DE REFORMA E ESTRUTURAÇÃO DO CENTRO DE EVENTO ANDRÉ FRANCO MONTORO – 2ª FASE. Vistoria Técnica obrigatória agendada para os dias 23 ou 24 de abril de 2014, às 10:00 horas, ou em outra data a ser solicitada pelo proponente, mediante prévia solicitação, a se realizar em até 48 horas antes da abertura da Sessão. O valor do Edital é de R$ 20,00 (vinte reais) cada, mediante recolhimento ao Tesouro Municipal, ou gratuitamente através de solicitação por e-mail; O Edital completo e maiores informações poderão ser obtidas no Departamento de Licitações, situado a Rua Frei Orestes Girardi, nº 839, Vila Abernéssia, neste Município, de segunda a sexta feira, no horário das 11:00 às 16:00h, ou pelo tel: (0xx12) 3662-3685. Campos do Jordão, 03 de abril de 2014. Lucineia Gomes da Silva Paulino Braga - PRESIDENTE DA CP.

Ficam os senhores acionistas da Companhia Canavieira de Jacarezinho (“Companhia”) devidamente convocados a participarem, em primeira convocação, da Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária que se realizará em 15.04.2014, às 14:00 horas, na Rua Joaquim Floriano, 466, 6º andar, Conjuntos 601 e 602, Torre Office, Itaim Bibi, São Paulo, SP, CEP 04534-002, com a seguinte Ordem do Dia: em Assembleia Geral Ordinária: (a) prestação de contas dos Administradores, exame, discussão e deliberação sobre as demonstrações financeiras relativas ao exercício de 2013; e (b) fixação da remuneração anual global dos Administradores e, em Assembleia Geral Extraordinária: (a) mudança da sede da Companhia; (b) aumento do capital social da Companhia; e (c) alteração do estatuto social da Companhia. Informações Gerais. Em conformidade com os artigos 133 e 135, § 3°, da Lei n° 6.404/76, encontram-se à disposição dos acionistas, na sede social da Companhia, todos os documentos e informações necessários à deliberação das matérias previstas na ordem do dia. São Paulo, 04.04.2014. A Diretoria.

São Eutiquiano Participações S.A. Maringá Ferro-Liga S.A. CNPJ/MF nº 61.082.988/0001-70 - NIRE 35.3.0001745-5 Ficam os senhores acionistas da Maringá Ferro-Liga S.A. (“Companhia”) devidamente convocados a participarem, em primeira convocação, da Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária que se realizará em 15.04.2014, às 9:00h, na Rua Joaquim Floriano, 466, 6º andar, Conjuntos 601 e 602, Torre Office, Itaim Bibi, São Paulo, SP, CEP 04534-002, com a seguinte ordem do dia: em Assembleia Geral Ordinária: (a) prestação de contas dos Administradores, exame, discussão e deliberação sobre as demonstrações financeiras relativas ao exercício de 2013; (b) deliberação sobre a destinação do lucro líquido; e (c) fixação da remuneração anual global dos Administradores; e, em Assembleia Geral Extraordinária: (a) mudança da sede da Companhia; (b) cancelamento das ações em tesouraria; e (c) alteração do estatuto social da Companhia. Informações Gerais. Em conformidade com os artigos 133 e 135, § 3°, da Lei n° 6.404/76, encontram-se à disposição dos acionistas, na sede social da Companhia, todos os documentos e informações necessários à deliberação das matérias previstas na ordem do dia. São Paulo, 04.04.2014. A Diretoria

PREFEITURA MUNICIPAL DE CÂNDIDO MOTA AVISO DE LICITAÇÃO Acha-se aberto, nesta Prefeitura, a Tomada de Preços nº 003/14, contratação de empresa para execução da Construção da Academia da Saúde na Vila Assunta, com fornecimento de material e mão de obra. Encerramento: 22/04/2014, às 09h00. Acha-se aberto, nesta Prefeitura, a Tomada de Preços nº 004/14, contratação de empresa para Execução de Reforma das Instalações Elétricas, de Comunicação e Rede de Computadores da UBS Central, com fornecimento de material e mão de obra. Encerramento: 22/04/2014, às 14h00. Acha-se aberto, nesta Prefeitura, a Tomada de Preços nº 005/14, contratação de empresa para Execução da 1ª Etapa da Obra de Ampliação da Unidade Básica de Saúde do Distrito de Nova Alexandria, com fornecimento de material e mão de obra. Encerramento: 23/04/2014, às 09h00. Os Editais na íntegra serão fornecidos aos interessados na Rua Henrique Vasques, nº 180, das 9h00 às 11h00, e das 14h00 às 16h00, ou pelo site www.candidomota.com.br. Cândido Mota, 03 de abril de de 2014. Zacharias Jabur - Prefeito Municipal.

CNPJ/MF nº 12.125.536/0001-12 - NIRE 35.300.417.577 Ficam os senhores acionistas da São Eutiquiano Participações S.A.(“Companhia”) devidamente convocados a participarem, em primeira convocação, da Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária que se realizará em 15.04.2014, às 11:00 horas, na Rua Joaquim Floriano, 466, 6º andar, Conjuntos 601 e 602, Torre Office, Itaim Bibi, São Paulo, SP, CEP 04534-002, com a seguinte ordem do dia:em Assembleia Geral Ordinária:(a) prestação de contas dos Administradores, exame, discussão e deliberação sobre as demonstrações financeiras relativas ao exercício de 2013; (b) deliberação sobre a destinação do lucro líquido; e (c) fixação da remuneração anual global dos Administradores e, em Assembleia Geral Extraordinária: (a) mudança da sede da Companhia; e (b) alteração do estatuto social da Companhia. Informações Gerais. Em conformidade com o artigo 135, § 3°, da Lei n° 6.404/76, encontram-se à disposição dos acionistas, na sede social da Companhia, todos os documentos e informações necessários à deliberação das matérias previstas na ordem do dia. São Paulo, 04.04.2014. A Diretoria.

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE BRAGANÇA PAULISTA AVISO DE ABERTURA DE LICITAÇÃO REDESIGNAÇÃO - RERRATIFICAÇÃO - CONCORRÊNCIA PÚBLICA Nº 003/2014. Considerando os problemas técnicos enfrentados pela Prefeitura do Município de Bragança Paulista, fica redesignada a data da sessão de abertura da CONCORRÊNCIA PÚBLICA Nº 003/2014, cujo objeto é a “contratação de agência de publicidade para prestação de serviços de publicidade institucional”, para o dia 23 de maio de 2014, às 09 horas e 30 minutos. O edital completo e os envelopes a serem utilizados pelos participantes estarão disponíveis para retirada, a partir de 07 de maio de 2014, SOMENTE no Balcão da Divisão de Licitações, Compras e Almoxarifado da Prefeitura do Município de Bragança Paulista, localizada na Prefeitura Municipal, sita à Avenida Antônio Pires Pimentel nº 2.015, Centro, Bragança Paulista (SP), das 09 às 16 horas, mediante o pagamento prévio dos emolumentos referentes ao custo desses (R$ 60,00). Informações poderão ser obtidas na Divisão de Licitação, Compras e Almoxarifado da Prefeitura do Município de Bragança Paulista, no endereço supra, ou pelos telefones (11) 4034-7059/7056, em dias úteis das 09 às 16 horas. Bragança Paulista (SP), 03 de abril de 2014. PATRÍCIA MARIA MACHADO SANTOS - Chefe Interina da Divisão de Licitações, Compras e Almoxarifado

PREFEITURA MUNICIPAL DE TAUBATÉ/SP CONCORRÊNCIA PÚBLICA Nº 05-A/13 - COMUNICADO A PREFEITURA MUNICIPAL DE TAUBATÉ, pela Presidência da Comissão Permanente de Licitações e com base na Lei Federal nº 8.666/93 e suas alterações, comunica que a Concorrência Pública nº 05/14 que cuida da execução de projetos, apoio técnico e gerenciamento com a finalidade de acompanhamento de processos a fim de dar atendimento aos requisitos necessários para obtenção de financiamentos externos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão teve seu edital alterado devido à solicitação da unidade requisitante em transformar o critério de julgamento da licitação para TÉCNICA E PREÇO. O novo edital, agora renumerado como 05-A/14, será disponibilizado aos interessados através do site www.taubate.sp.gov.br e no Departamento de Compras desta Prefeitura. O recebimento dos envelopes ‘Documentação’ e ‘Proposta’ ocorrerá até as 08h30min do dia 23/05/14. Comunicamos ainda que o Memorial descritivo e Planilha de quantitativos e valores permanecem inalterados. Taubaté, 03 de abril de 2014. Márcia Ferreira dos Santos – Presidente C.P.L.

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO AVISO DE LICITAÇÃO

Pregão nº 006/2014 - Processo nº 141/2014 DG/MP Acha-se aberto, no Ministério Público do Estado de São Paulo, o Pregão Presencial nº 006/2014 - Processo nº 141/2014, que tem por objeto o REGISTRO DE PREÇOS para aquisição de materiais de higiene, limpeza e descartáveis. O Edital da presente licitação encontra-se à disposição dos interessados, gratuitamente, na Comissão Julgadora de Licitações, situada na Rua Riachuelo nº 115, 5º andar, sala 506, de 2ª a 6ª feira, das 09:30 às 18:30 horas, ou através da Internet nos Sites www.mpsp.mp.br e www.e-negociospublicos.com.br. Os envelopes serão recebidos na sessão pública de processamento do Pregão, na Rua Riachuelo nº 115, 5º andar, sala 504, no dia 22/04/2014, e sua abertura dar-se-á às 11h30min, no mesmo dia e local. Comissão Julgadora de Licitações, em 03 de abril de 2014.

Gedepar Empreendimentos Serviços e Participações S/A CNPJ/MF nº 18.710.692/0001-27 Relatório da Administração Srs. Acionistas: Em Cumprimento à Lei 11638/07, art. 3º, submetemos ao exame e apreciação de V. Sas, as demonstrações financeiras relativas às atividades da empresa do exercício social findo em 31/12/2013 compreendendo o Balanço Patrimonial, as Demonstrações de Resultado do Exercício, da Movimentação nas Contas do Patrimônio Liquido e da Demonstração de Fluxo de Caixa. Barueri, 31 de dezembro de 2013 A Diretoria Balanços Patrimoniais (Em Reais – R$) Ativo 31/12/2013 Passivo 31/12/2013 Circulante 4.686.029 Circulante – Disponível 30.006 Não Circulante 138.749.502 Caixa 30.006 Exigível a Longo Prazo 138.749.502 Créditos 4.656.023 Contas a Pagar 138.749.502 Outros Créditos 4.656.023 Patrimônio Liquido 4.597.305 Capital Social 30.006 Não Circulante 138.660.778 Reserva de Lucros 4.567.299 Realizável a Longo Prazo 143.346.807 Investimentos 138.660.778 Total do Passivo Participação Societária 138.660.778 Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (Em Reais – R$) Imobilizado – Reserva Lucro/Prej. Intangível – Capital de Lucros Acum. Total Total do Ativo 143.346.807 Resultado do Exercício – – 4.567.299 4.567.299 Notas Explicativas da Administração das Demonstrações Contábeis Integralização do Capital 30.006 – – 30.006 em 31 de dezembro de 2013 (Em Reais – R$) Constituição de Reserva – 4.567.299 (4.567.299) – 30.006 4.567.299 – 4.597.305 1) Apresentação das demonstrações contábeis: As demonstrações contá- Saldo em 31/12/2013 beis foram elaboradas com base nas práticas contábeis emanada da lei das sociedades por ações 6404/76, sendo adotadas no exercício de 2013 demonstrados ao custo de aquisição subtraído das depreciações acumulaas alterações introduzidas pela lei 11638/07 e MP nº 449/08 bem como os das. 3) Capital Social é de R$ 30.006,00 representadas por 30.006 ações pronunciamentos do Comitê Contábil (CPC) quando aplicáveis. 2) Sumário totalmente integralizadas. Barueri, 31 de dezembro de 2013 das principais práticas contábeis: As demonstrações contábeis foram ela-

boradas com observância às práticas contábeis adotadas no Brasil . 2.1) Os ativos são demonstrados pelo valor de custo. 2.2) Ativos Imobilizados são Parecer dos Auditores Independentes 1) Examinei os Balanços Patrimoniais da empresa, levantados em 31 de dezembro de 2013, e as respectivas demonstrações de resultado,das mutações do patrimônio liquido, das demonstrações do Fluxo de Caixa correspondentes aos exercícios findos naquelas datas, elaborados sob responsabilidade de sua administração, minha responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre estas demonstrações contábeis. 2) Meus exames foram conduzidos de acordo com as normas de auditoria e compreenderam: a) o

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Demonstração dos Resultados (Em Reais – R$) Receita 31/12/2013 Receita Operacional Líquida – Despesas e Receitas Outras Receitas e Despesas Operacionais 4.567.299 Lucro Operacional Liquido 4.567.299 Lucro antes da CSLL e I. Renda 4.567.299 Contribuição Social Imposto de Renda Lucro Líquido do Exercício 4.567.299

Demonstração de Fluxo de Caixa – Fluxo de Operações (Em Reais – R$) Fluxo de Caixa nas Atividades Operacionais 31/12/2013 Lucro do Exercicio 4.567.299 Outros Créditos (4.656.023) (=) Caixa Líquido Operacional (88.724) Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos Participação Societária (138.660.778) (=) Caixa Líquido de Investimento (138.660.778) Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamentos Contas a Pagar 138.749.502 Integralização do Capital 30.006 (=) Caixa Líquido de Financiamento 138.779.508 Lidia Leila da Silva – Diretora Redução Liquida de Caixa 30.006 José Affonso – Contador CRC nº 1SP045.694/O-0 Caixa Equivalentes ao Início do Período – Caixa Equivalentes ao Final do Período 30.006 planejamento dos trabalhos, considerando a relevância dos salários, o volume de transações e o sistema Contábil de controles internos da enti- em todos aspectos relevantes, posição patrimonial e financeira da Gedepar dade. b) a constatação com base em testes das evidencias a dos registros Empreendimentos e Participações S/A em 31 de dezembro de 2013, o que suportam os valores e as informações contábeis divulgadas. c) a avalia- resultado de suas operações, as mutações de seu patrimonio liquido e a ção das praticas e das estimativas contábeis mais representativas adotadas demonstração de fluxo de caixa, de acordo com as praticas contábeis adopela administração da sociedade, bem como da apresentação das demons- tadas no Brasil. trações contábeis tomadas em conjunto. 3) Com base em meus exames, São Paulo, 31 de Dezembro de 2013. as demonstrações contábeis acima referidas representam adequadamente Nelly Branco Sapede. Contador – Auditor – CRC 1SP021253/O-0.

TB Serviços, Transporte, Limpeza, Gerenciamento e Recursos Humanos S/A CNPJ/MF nº 60.924.040/0001-51 Mensagem da Administração Senhores Acionistas: Em 2013 cumprimos com o nosso planejamento estratégico, atendendo com eficiência a demanda de nossos clientes. Completamos 48 anos de operações sempre com destaque nos nossos segmentos de atuação. Há 15 anos somos certificados pelo Sistema de Gestão Qualidade ISO 9001, através da entidade certificadora Lloyd’s – Register Quality Assurance (LRQA). Os resultados consolidados indicam crescimento na produtividade e rentabilidade. Atuamos nos mais diversos segmentos, entre eles: Transporte e Logística; Locação de Veículos e Caminhões; Armazenagem de grãos; Coleta de resíduos urbanos; Limpeza Urbana; Conservação de Áreas Verdes; Limpeza Técnica Hospitalar; Limpeza Predial Especializada; Manutenção Predial; Prestação de Serviços de Atendimento ao Cidadão e estamos presentes em diversos Municípios nos Estados de São Paulo, Espírito Santo, Rondônia e Paraná. Continuamos investindo no treinamento e capacitação do nosso quadro de mais de 6.000 profissionais. Implantamos o “Projeto Desenvolver para Crescer”, cujas ações atuam em consonância com a nossa Missão, Visão e Valores, impulsionando o crescimento com sustentabilidade e gerando oportunidades de desenvolvimento profissional e Empresarial. São Paulo, 31 de dezembro de 2013 A Administração Relatório da Administração Senhores Acionistas: Em Cumprimento à Lei 11638/07, Art. 3º temos o prazer de submeter ao exame e apreciação de V. Sas, as demonstrações financeiras relativas às atividades da empresa do exercício social referente ao período de 01 de Janeiro de 2013 a 31 de Dezembro de 2013 compreendendo o Balanço Patrimonial e as correspondentes Demonstrações de Resultado do Exercício, da Movimentação nas Contas do Patrimônio Líquido e da Demonstração de Fluxo de Caixa. São Paulo 31 de Dezembro de 2013. A Diretoria Balanços Patrimoniais em 31 de dezembro de 2013 (Em R$) Demonstração dos Resultados (Em R$) Ativo 2013 2012 Passivo 2013 2012 Receita 2013 2012 Circulante 175.277.176 177.433.654 Circulante 42.914.385 42.113.650 Prestação de Serviços 277.427.874 280.630.305 Disponível 15.960.105 10.165.297 Fornecedores 7.983.685 6.248.197 Impostos (32.680.605) (31.987.527) Obrigações com Pessoal 23.649.411 28.347.425 Receita Operacional Líquida Caixa 2.502.261 2.426.603 244.747.269 248.642.778 Obrigações Tributárias 1.284.839 1.216.876 Despesas e Receitas Bancos 13.457.844 7.738.694 Imposto de Renda a Pagar 1.905.995 1.826.234 Créditos 159.317.071 167.268.358 Despesas Operacionais (187.450.705) (197.467.117) Clientes 75.947.709 101.392.555 Contribuição Social a Pagar 694.798 666.084 Despesas Administrativas (32.042.829) (36.256.738) Outros Créditos 80.099.761 62.696.157 Contas a Pagar 7.395.657 3.808.834 Despesas Financeiras (27.547.914) (13.647.717) Impostos a Recuperar 3.269.601 3.179.646 Não Circulante 185.235.487 182.293.844 Receitas Financeiras 1.481.826 1.817.851 Não Circulante 187.090.465 122.196.556 Exigível a Longo Prazo 185.235.487 182.293.844 Outras Receitas e Despesas Operacionais 8.314.223 3.212.094 Empréstimos e Financiamentos 93.949.953 91.503.927 Lucro Operacional Líquido Realizável a Longo Prazo 134.633.000 73.436.105 7.501.870 6.301.152 Outros Créditos 61.625.142 428.248 REFIS 79.482.605 77.837.085 Lucro antes da CSLL e I. Renda 7.501.870 6.301.152 Controladas e Coligadas 73.007.858 73.007.858 Contas a Pagar 11.802.929 12.952.833 Contribuição Social (694.798) (666.084) 134.217.769 75.222.715 Investimentos 565.894 230.603 Patrimônio Liquido Imposto de Renda (1.905.995) (1.826.234) Capital Social 133.845.000 75.095.000 Lucro Liquido do Exercício Participação Societária 565.894 230.603 4.901.077 3.808.834 Imobilizado 50.905.192 48.441.748 Reserva de Capital 601 601 Demonstração de Fluxo de Caixa – Fluxo de Operações (Em R$) Imobilizado Liquido 50.905.192 48.441.748 Reserva de Lucros 372.168 127.114 2013 2012 Intangível 986.379 88.099 Total do Passivo 362.367.641 299.630.210 Fluxo de Caixa nas Ativid. Operacionais Lucro do Exercicio 4.901.077 3.808.834 Intangível 986.379 88.099 Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (Em R$) Clientes 25.444.846 (22.477.448) Total do Ativo 362.367.641 299.630.210 Res. de Res. de Luc./Prej. Outros Créditos (17.403.604) 7.922.442 Notas Explicativas da Administração das Demonstrações Contábeis Saldo em Capital Capital Lucros Acum. Total Impostos a Recuperar (89.955) (689.958) 1) Apresentação das demonstrações contábeis: As demonstrações con- 31/12/2011 75.095.000 601 127.114 – 75.222.715 Fornecedores 1.735.488 (11.744.271) tábeis foram elaboradas com base nas práticas contábeis emanada da lei Res. do Exerc. – – – 3.808.834 3.808.834 Obrigações com Pessoal (4.698.014) 3.302.159 das Sociedades por ações 6404/76, sendo adotadas no exercício de 2013 Distr. de Divid. – – – (3.808.834) (3.808.834) Obrigações Tributárias 67.963 (5.154.968) as alterações introduzidas pela lei 11638/07 e MP nº 449/08, bem como os Saldo em Imposto de Renda 79.761 373.385 Pronunciamentos do Comitê Contábil (CPC) quando aplicáveis. 2) Sumário 31/12/2012 75.095.000 601 127.114 – 75.222.715 Contribuição Social 28.714 134.419 das principais práticas contábeis As demonstrações contábeis foram elabo- Res. do Exerc. – – – 4.901.077 4.901.077 Contas a Pagar 3.586.823 2.542.285 radas com observância às práticas contábeis adotadas no Brasil. 2.1) Os Distr. de Divid. – – – (4.656.023) (4.656.023) Distribuição de Dividendos (4.656.023) (3.808.834) ativos são demonstrados pelo valor de custo. 2.2) Ativos Imobilizados são Const. de Res. – – 245.054 (245.054) – (=) Caixa Líquido Operacional 8.997.076 (25.791.954) demonstrados ao custo de aquisição subtraído das depreciações acumula- Aum. de Cap. 58.750.000 – – – – Fluxo de Caixa das Ativid. de Investim. das. 3. Aplicações – Considerada a aplicação financeira de R$ 13.457, o Saldo em Outros Créditos (61.196.895) 4.915.612 endividamento total passa a ser de R$ 214.262, apresentando redução de 31/12/2013 133.845.000 601 372.168 – 134.217.769 Controladas e Coligadas – 5.459.142 5,90%, conforme abaixo demonstrado: Participação Societária (335.291) 808 Exigível De (R$) Para (R$) Redução (%) Sobre esta receita recairão apenas impostos de 34%, considerando que Aquisição para o Imobilizado (3.361.724) (8.524.143) Curto Prazo 42.914 29.457 31,36 todos os custos e despesas já foram incorridos. O lucro a ser incorporado (=) Caixa Líquido de Investimento (64.893.910) 1.851.420 a partir de 2014, relativo a cada parcela anual desses créditos será de Longo Prazo 185.235 185.235 0 Fluxo de Caixa das Ativid. de Financiam. Total 228.149 214.262 5,90 R$ 13.453, valor maior que o lucro líquido realizado em 2013. O impacto Empréstimos e Financiamentos 2.446.026 17.888.515 deste lucro marginal só poderá ser medido quando realizado e conhecido Esta redução impacta favoravelmente nos indicadores de endividamento. REFIS 1.645.521 4.876.015 A dívida líquida com bancos (Empréstimos e Financiamentos), considerada o lucro da operação nos próximos anos. Entretanto o impacto será signi- Contas a Pagar (1.149.904) (5.556.186) ficativamente positivo. 7. Controladas e Coligadas – O valor está assim também a aplicação, apresenta o seguinte resultado: Aumento de Capital 58.750.000 distribuído: (R$) Exigível De (R$) Para (R$) Redução (%) 61.691.643 17.208.344 Controladas e Coligadas 73.007 (=) Caixa Líquido de Financiamento Longo Prazo 93.949 80.492 14,32 5.794.809 (6.732.190) Total 73.007 Redução Liquida de Caixa Total 93.949 80.492 14,32 Caixa Equivalentes ao Início do Período 10.165.297 16.897.487 A probabilidade de recuperação deste valor nos próximos 10 anos é basDa mesma forma, esta redução melhora os indicadores de endividamento 15.960.105 10.165.297 tante alta e assim consta do planejamento de pagamento das devedoras, Caixa Equivalentes ao Final do Período bancário. 4. EBITDA – A TB Serviços fechou o ano calendário de 2013 com além de ser reconhecida a obrigação em valor presente nos respectivos pagamento em 15 anos, dos quais já foram pagos principal mais juros no um faturamento liquido de R$ 244.747 milhões o que significou a geração balanços. Isso pressupõe um acréscimo médio anual ao ativo circulante da período de 2009 a 2013. Considerados juros anuais de 9,75% (Selic), temos de caixa operacional (EBTIDA pelo conceito internacional) nesse período de ordem de R$ 7.300 não tributáveis. O impacto na liquidez corrente e geral parcelas anuais de R$ 7.449. Esta é a obrigação anual máxima associada a R$ 36.919 milhões (15,08%) contra R$ 26.878 milhões (10,81%) em 2012 só poderá ser medido quando realizado e conhecido o ativo e passivo, circu- esta conta que consideramos, de forma gerencial, para cálculo dos indicarepresentando um crescimento de (39,50%) na geração de caixa operalante e não circulante dos próximos anos. Entretanto é possível afirmar que cional. 5. Clientes – A carteira conta com 74 Contratos, todos com contratos o impacto será significativamente positivo. 8. Emprestimos e Financiamen- dores correspondentes de endividamento bancário e geral. Tanto assim que o artigo 14 da lei 9.964/2000 Refis admiti que, para cálculo de indicadores vigentes para até 5 anos das respectivas datas de assinatura e ainda passí- tos – O valor está assim constituído: mínimos para participar de concorrência pública, a empresa defira o valor veis de prorrogação. O valor total da carteira está assim constituído: Empréstimos e Financiamentos (R$) do Refis na forma citada acima. Considerado este preceito legal, teremos os Clientes (R$) Consórcios 80.824 seguintes impactos no endividamento: Faturado 277.427 Financiamentos 6.523 Exigível De (R$) Para (R$) Redução (%) Saldo a Faturar 877.272 Leasing 694 Curto Prazo 42.914 42.914 0 Total 1.154.699 Outros 5.908 Longo Prazo 185.235 105.753 42,49 Todos os contratos apresentam medição e faturamento mensal. Para 2014 o Total 93.949 Total 224.406 148.667 35.42 faturamento estimado (receita bruta) para contratos vigentes (em carteira) é Como demonstrado, não se trata de dívida associada a tomada de capital É substancialmente positivo o impacto desta redução no endividamento da de R$ 399.590. Excluem-se deste valor, os faturamentos relativos aos novos com bancos, mas sim contratação de consórcios e leasing, todos relativos TB SERVIÇOS, caindo a praticamente 2/3 do valor atual. 10. Capital Social contratos que serão assinados em 2014. 6. Outros Créditos – O valor está a aquisição de veículos e todos os contratos com obrigação em longo prazo. – O Capital é de R$ 133.845.000,00 representadas por 133.845.000 ações assim distribuído: 9. REFIS – O valor (R$ 79.482) refere-se a principal mais juros em valor pre- totalmente integralizadas. Clientes (R$) sente, devidos nos próximos 10 anos. O Refis foi atualizado em 2009 para São Paulo, SP, 31 de Dezembro de 2013. Cotas de Consórcios 44.483 Edna da Silva – Diretora José Affonso – Contador – CRC nº 1SP045694/O-0 Adiantamentos Fornecedores 573 Parecer dos Auditores Independentes Consórcios Operacionais 753 Outros Recebíveis 34.290 Aos Srs. Acionistas e Administradores da TB Serviços,Transporte, Lim- registros que suportam os valores e as informações contábeis divulgadas Total 80.099 peza, Gerenciamento e Recursos Humanos S/A. inscrita no CNPJ sob c) a avaliação das praticas e das estimativas contábeis mais representatiNão foram reconhecidos no balanço os créditos abaixo discriminados, nº 60.924.040/0001-51. 1. Examinei os Balanços Patrimoniais da empresa, vas adotadas pela administração da sociedade, bem como da apresentação decorrentes de ações judiciais impetradas pela TB SERVICOS contra anti- levantados em 31 de dezembro de 2013, e as respectivas demonstrações de das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. 3. Com base em meus gos clientes, relativos a ajustes e reajustes de valores contratuais. resultado, das mutações do patrimônio liquido, das demonstrações do Fluxo exames, as demonstrações contábeis acima referidas representam adequaOutros Créditos a Receber (R$) de Caixa correspondentes aos exercícios findos naquelas datas, elabora- damente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e finanAções não Julgadas 49.413 dos sob responsabilidade de sua administração, minha responsabilidade é ceira da TB Serviços, Transporte, Limpeza, Gerenciamento e Recursos Transitado em Julgado 52.794 a de expressar uma opinião sobre estas demonstrações contábeis. 2. Meus Humanos S/A, em 31 de dezembro de 2013, o resultado de suas operaPrecatórios Emitidos 25.185 exames foram conduzidos de acordo com as normas de auditoria e compre- ções, as mutações de seu patrimônio liquido e a demonstração de fluxo de Total 127.392 enderam: a) o planejamento dos trabalhos, considerando a relevância dos caixa, de acordo com as praticas contábeis adotadas no Brasil São Paulo, 31 de Dezembro de 2013. Nossos advogados estimam que 80% desses créditos estejam realizados salários, o volume de transações e o sistema Contábil de controles internos nos próximos 5 anos, média de R$ 20.383 por ano nos próximos 5 anos. da entidade. b) a constatação com base em testes das evidencias a dos Nelly Branco Sapede. Contador – Auditor – CRC 1SP021253/O-0.

PREFEITURA MUNICIPAL DE CASTILHO/SP PROCESSO LICITATÓRIO Nº 20/14 - CONCORRÊNCIA Nº 06/14 Acha-se aberto na Prefeitura do Município de Castilho, Estado de São Paulo, o Processo Licitatório 20/14, Concorrência 06/14, objetivando a contratação de empresa de engenharia especializada para execução de obras de construção de Creche, na Rua Benedito Rodrigues Matos, Conjunto Habitacional Alípio Aparecido de Oliveira; objeto do Convênio/Processo 3.166/2013, celebrado em 26 de dezembro de 2013, com o Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria da Educação e a Fundação para o Desenvolvimento da Educação - FDE. Tipo: menor preço. Regime: empreitada global. Visita técnica: agendar até as 17 horas do dia 06 de maio de 2014, pelo fone (18) 3741 1671. Valor orçado: R$ 1.631.695,65. Encerramento: dia 08 de maio de 2014, às 09 horas. O edital completo será fornecido aos interessados, na Praça da Matriz, 247, na cidade de Castilho, Estado de São Paulo. Maiores informações poderão ser obtidas pelo telefone (18) 3741-9034. Joni Marcos Buzachero – Prefeito. A Debitar (04.04.14)

OAS S.A. CNPJ/MF nº 14.811.848/0001-05 - NIRE nº 35.3.0038001-1 Sociedade Anônima de Capital Fechado 1. Data, hora e local: aos 3 dias do mês de abril de 2014, às 10 horas, na sede social da OAS S.A., sociedade anônima de capital fechado com sede na Avenida Angélica, nºs 2.330/2.346/2.364, 9º andar, sala 904, Bairro Consolação, CEP: 01228-200, na Cidade de São Paulo, no Estado de São Paulo, que é o seu foro, registrada na Junta Comercial do Estado de São Paulo - JUCESP, sob o NIRE nº 35.3.0038001-1, inscrita no CNPJ/ MFsobonº14.811.848/0001-05(“Companhia”).2.Presença:acionistasrepresentando100%(cemporcento)docapitalvotantedaCompanhia, conforme se verifica pelas assinaturas lançadas no Livro de Presença de Acionistas. 3. Convocação: dispensada a publicação dos editais de convocação na forma do artigo 124, parágrafo 4º, da Lei nº 6.404/76 (“LSA”), tendo em vista a presença da totalidade dos acionistas da Companhia, conforme assinaturas constantes do Livro de Presença de Acionistas.4.Mesa:Josedir Barreto dos Santos (Presidente) e Alexandre Louzada Tourinho (Secretário). 5. Ordem do dia: apreciação e deliberação a respeito: (i) da emissão, para distribuição pública com esforços restritos de colocação, nos termos da Instrução da Comissão deValores Mobiliários (“CVM”) nº 476, de 16 de janeiro de 2009, conforme alterada (“Instrução CVM 476”), de até 17.000 (dezessete mil) debêntures simples, nominativas e escriturais, em série única, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, sem emissão de cautelas ou certificados (“Debêntures”), com garantia fidejussória adicional a ser prestada pela ConstrutoraOASS.A.,sociedadeanônima,comsedenaCidadedeSãoPaulo,EstadodeSãoPaulo,naAvenidaAngélica,n°s2.330/2.346/2.364, 7º andar, sala 720, CEP 01228-200, inscrita no CNPJ/MF sob nº 14.310.577/0001-04, com inscrição perante a Junta Comercial do Estado de São Paulo sob o nº 35.300.447.239 (“Fiadora”), todas com valor nominal unitário de R$10.000,00 (dez mil reais), totalizando até R$170.000.000,00 (cento e setenta milhões de reais), na Data da Emissão (conforme definido abaixo), sob o regime de melhores esforços de colocação (“Oferta Restrita”), pelo Banco Itaú BBA S.A.(“Coordenador Líder”), e (ii) delegação de poderes para que a Diretoria da Companhia tome as providências necessárias à realização da referida emissão, inclusive, mas não limitado à contratação do Coordenador Líder, agente fiduciário e demais prestadores de serviços relacionados à emissão, negocie e fixe o preço e condições para a respectiva prestação de serviço e assine os respectivos contratosetodososdemaisdocumentosdaOfertaRestrita,demodoarefletirostermosaquiaprovados.6.Deliberações:instaladaaAssembleia, foram tomadas as seguintes deliberações, aprovadas pelos acionistas detentores de 100% (cem por cento) do capital social da Companhia, sem quaisquer ressalvas: (i) Emissão de Debêntures: Aprovada, em conformidade com o artigo 52 e seguintes da LSA, a 10ª (décima) emissão de debêntures da Companhia, para distribuição pública, com esforços restritos de colocação, nos termos da Instrução CVM 476, tendo como objeto até 17.000 (dezessete mil) Debêntures simples, nominativas e escriturais, em série única, da espécie quirografária, com garantia fidejussória adicional,nãoconversíveisemaçõesdaCompanhia,comvalornominalunitáriodeR$10.000,00(dezmilreais),totalizandoatéR$170.000.000,00 (cento e setenta milhões de reais) na Data de Emissão (conforme definido abaixo), a serem colocadas pelo Coordenador Líder, sob o regime de melhores esforços de colocação, as quais terão as seguintes principais características e condições: (a)ValorTotal da Emissão: o valor total da emissão das Debêntures será de até R$170.000.000,00 (cento e setenta milhões de reais), na Data de Emissão. A Oferta Restrita será mantida caso seja colocada junto a investidores qualificados qualquer quantidade de Debêntures; (b) Prazo de Colocação; Colocação Parcial: o Coordenador Líder realizará a distribuição pública das Debêntures no prazo a ser definido no contrato de distribuição (“Prazo de Colocação”), eobservadoodispostonoartigo8ºdaInstruçãoCVM476;(c)QuantidadedeDebêntures:serãoemitidasaté17.000(dezessetemil)Debêntures. A definição da quantidade efetiva de Debêntures objeto da Emissão dependerá do número de Debêntures colocadas no contexto da Oferta Restrita, ficando os representantes da Companhia autorizados a aditar a Escritura de Emissão (conforme definido abaixo) para refletir tal quantidade, observado o limite máximo ora aprovado, independentemente da realização de nova assembleia geral ou reunião de diretoria; (d) Número da Emissão: a emissão das Debêntures representa a 10ª (décima) emissão de Debêntures da Companhia (“Emissão”), sendo, no entanto, a sua 9ª (nona) emissão para distribuição pública; (e) Séries: a Emissão será realizada em série única; (f) Destinação dos Recursos: os recursos obtidos por meio da Emissão serão destinados ao refinanciamento de dívidas da Companhia e/ou da Fiadora, e, o que sobejar, para fins de reforço de capital de giro da Companhia e/ou Fiadora; (g) Agente Fiduciário da Emissão: Pentágono S.A. Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários (“Agente Fiduciário”);(h) Colocação: as Debêntures serão objeto de distribuição pública com esforços restritos de colocação, de acordo com os procedimentos descritos na Instrução CVM 476, destinadas exclusivamente a Investidores Qualificados (conforme definidos abaixo), com a intermediação do Coordenador Líder, que efetuará a distribuição sob regime de melhores esforços de colocação, nos termos a serem previstos no contrato de distribuição das Debêntures, observado o disposto na letra (b) acima;(i) Data de Emissão das Debêntures: para todos os efeitos legais, a data de emissão das Debêntures será 10 de abril de 2014 (“Data de Emissão”); (j) Valor Nominal Unitário das Debêntures: o valor nominal unitário das Debêntures, na Data de Emissão, será de R$10.000,00 (dez mil reais) (“Valor Nominal Unitário”); (k) Forma e Comprovação de Titularidade: as Debêntures serão emitidas sob a forma nominativa, escritural, sem emissão de cautelas ou certificados. Para todos os fins de direito, a titularidade das Debêntures será comprovada por meio de extrato da conta de depósito emitido pelo escriturador mandatário a ser contratado pela Companhia. Adicionalmente, para as Debêntures custodiadas eletronicamente na CETIP (conforme definido abaixo), será expedido extrato pela CETIP em nome dos Debenturistas (conforme definidos abaixo), que igualmente servirá de comprovante de titularidade de tais Debêntures; (l) Conversibilidade: as Debêntures não serão conversíveis em ações de emissão da Companhia; (m) Espécie: as Debêntures serão da espécie quirografária e contarão com garantia fidejussória adicional a ser prestada pela Fiadora; (n) Preço de Subscrição e Forma de Integralização: As Debêntures serão subscritas pelo Valor Nominal Unitário, acrescido da Remuneração (conforme definido abaixo), calculada pro rata temporis desde a primeira data de integralização de Debêntures, conforme o caso, utilizando-se 8 (oito) casas decimais, sem arredondamento. As Debêntures serão integralizadas no ato da subscrição, em moeda corrente nacional, à vista, por meio do MDA, de acordo com os procedimentos adotados pela CETIP;(o) Data deVencimento: as Debêntures terão prazo de vigência de 12 (doze) meses contados da Data de Emissão, vencendo-se, portanto em 10 de abril de 2015 (“Data de Vencimento”); (p) Amortização do Valor Nominal Unitário: a amortização do Valor Nominal Unitário das Debêntures será realizada em uma única parcela devida na Data de Vencimento; (q) Atualização Monetária: o Valor Nominal Unitário das Debêntures não será atualizado monetariamente; (r) Remuneração: as Debêntures farão jus a remuneração equivalente a 100% (cem por cento) da variação acumulada das taxas médias diárias dos DI - Depósitos Interfinanceiros de um dia, “over extra-grupo”, expressas na forma percentual ao ano, base 252 (duzentos e cinquenta e dois) dias úteis, calculadas e divulgadas diariamente pela CETIP S.A.- Mercados Organizados (“CETIP”) no informativo diário disponível em sua página na Internet (http://www.cetip.com.br) (“Taxa DI-Over”), r acrescida de sobretaxa de 2,10% (dois inteiro e dez centésimos por cento) ao ano, base 252 (duzentos e cinquenta e dois) dias úteis (“Remuneração”). A Remuneração será calculada de forma exponencial e cumulativa, pro rata temporis por dias úteis decorridos, incidentes sobre o saldo do Valor Nominal Unitário das Debêntures, desde a primeira data de integralização de Debêntures até a Data de Vencimento ou data do vencimento antecipado das Debêntures, observada a fórmula a ser prevista na Escritura de Emissão; (s) Pagamento da Remuneração: a Remuneração será paga em uma única parcela, a qual será devida na Data de Vencimento, ou, ainda, na data do eventual vencimento antecipado das Debêntures em razão da ocorrência de um dos Eventos de Vencimento Antecipado (conforme definido abaixo); (t) Repactuação: as Debêntures não serão objeto de repactuação programada; (u) Resgate Antecipado: as Debêntures não serão objeto de resgate antecipado;(v)Vencimento Antecipado:observadas as disposições da Escritura de Emissão, o Agente Fiduciário, na qualidade de representante dos titulares das Debêntures (“Debenturistas”), deverá declarar antecipadamente vencidas todas as obrigaçõeseexigiroimediatopagamento,pelaCompanhia,doValorNominalUnitáriodasDebênturesemcirculação,acrescidodaRemuneração, calculada pro rata temporis, desde a primeira data de integralização de Debêntures até a data do seu efetivo pagamento, e encargos moratórios, naocorrênciadequaisquerdasseguinteshipóteses(“EventosdeVencimentoAntecipado”):I.nãopagamento,pelaCompanhia,doValorNominal Unitário, da Remuneração e/ou de qualquer obrigação pecuniária relativa às Debêntures prevista na Escritura de Emissão, nas respectivas datas de vencimento; II. descumprimento, pela Companhia, de qualquer obrigação não pecuniária prevista na Escritura de Emissão, que (a) não seja devidamente sanada no prazo de cura específico; ou (b) em não havendo prazo de cura específico, não seja devidamente sanada no prazo de 7 (sete) dias úteis da notificação à Companhia da ocorrência do descumprimento; III. ocorrência de qualquer das hipóteses mencionadas nos artigos 333 e 1.425 do Código Civil brasileiro; IV. anulação, nulidade, inexequibilidade ou questionamento, pela Companhia e/ou pela Fiadora e/ oupelosseusacionistasacercadaEscrituradeEmissãoe/oudagarantiafidejussóriaprestadapelaFiadoranaEscrituradeEmissão;V.liquidação, dissolução ou extinção da Companhia e/ou da Fiadora;VI. apresentação de proposta de recuperação judicial ou extrajudicial, de autofalência ou decretação de falência da Companhia e/ou da Fiadora, pedido de falência, desde que não elidido no prazo legal, ou, ainda, de qualquer procedimento análogo que venha a ser criado por lei, requerido pela Companhia e/ou pela Fiadora; VII. se a Companhia e/ou a Fiadora propuserem plano de recuperação extrajudicial a qualquer credor ou classe de credores, independentemente de ter sido requerida ou obtida homologação judicial do referido plano; ou se a Companhia e/ou a Fiadora ingressarem em juízo com requerimento de recuperação judicial, independentemente de deferimento do processamento da recuperação ou de sua concessão pelo juiz competente; VIII. transformação da Companhiaemsociedadelimitada,nostermosdosartigos220a222daLSA;IX.ocorrênciadeeventosousituaçõesqueafetemcomprovadamente de maneira adversa a capacidade operacional, legal e/ou financeira da Companhia e/ou da Fiadora de cumprir com obrigações estabelecidas na Escritura de Emissão;X.inadimplemento, não sanado no respectivo prazo de cura estabelecido no contrato inadimplido, de qualquer obrigação pecuniária da Companhia e/ou da Fiadora, cujo valor individual ou agregado, seja igual ou superior a R$20.000.000,00 (vinte milhões de reais) ou o equivalente em outras moedas;XI. declaração de vencimento antecipado de qualquer dívida e/ou obrigação assumidas pela Companhia e/ ou pela Fiadora, cujo valor, individual ou agregado, seja igual ou superior a R$20.000.000,00 (vinte milhões de reais) ou o equivalente em outras moedas; XII. protesto de títulos contra a Companhia e/ou a Fiadora, no mercado local ou internacional, cujo valor, individual ou agregado, seja igual ou superior a R$20.000.000,00 (vinte milhões de reais) ou o equivalente em outras moedas, exceto se, no prazo de até 15 (quinze) dias contados do referido protesto, (a) for validamente comprovado pela Companhia e/ou pela Fiadora que o respectivo protesto foi efetuado por erro ou má-fé de terceiros; (b) o protesto for cancelado ou sustado; ou (c) tiver sua exigibilidade suspensa por decisão judicial; XIII. não cumprimento de uma ou mais sentenças arbitrais ou decisões judiciais transitadas em julgado contra a Companhia e/ou a Fiadora, incluindo execuções fiscais, cujo valor individual ou agregado, seja igual ou superior a R$20.000.000,00 (vinte milhões de reais) ou o equivalente em outras moedas; XIV. realização de redução de capital social, resgate ou amortização de ações ou quotas, conforme aplicável, da Companhia ou da Fiadora, ou, ainda, reembolso de ações ou quotas, conforme aplicável, de acionistas da Companhia ou da Fiadora, nos termos do artigo 45 da LSA, que representem mais de 10% (dez por cento) do patrimônio líquido (conforme a última demonstração financeira auditada da Companhia ou da Fiadora disponível quando da ocorrência do evento, conforme aplicável), exceto para absorção de prejuízos contábeis constantes das demonstrações financeiras da Companhia ou da Fiadora e/ou em razão de alterações nas práticas contábeis brasileiras; XV. autuações por órgãos governamentais, de caráter fiscal, ambiental ou de defesa da concorrência, entre outros, à Companhia e/ou à Fiadora, conforme o caso, de valor individual ou agregado superior a R$20.000.000,00 (vinte milhões de reais) exceto se no prazo de até 15 (quinze) dias contatos das respectivas autuações ou no prazo de resposta determinado no âmbito das autuações, o que for maior: (a) as autuações forem contestadas; (b) a Companhia e/ou a Fiadora, conforme o caso, validamente comprovarem que as autuações foram efetuadas por erro ou má-fé; ou (c) as autuações forem canceladas ou pagas pela Companhia e/ou pela Fiadora, conforme o caso; XVI. alteração ou modificação do objeto social da Companhia, para alterar substancialmente ou excluir as atividades atualmente desenvolvidas;XVII. mudança ou transferência, a qualquer título, do controle societário da Companhia e/ou da Fiadora, direta ou indiretamente, de forma que seus atuais acionistas (a) passem a possuir menos de 50% (cinquenta por cento) mais 1 (uma) ação do capital votante da Companhia ou da Fiadora; ou (b) deixem por qualquer motivo de exercer o controle societário efetivo da Companhia ou da Fiadora, nos termos da regulamentação em vigor; XVIII. cisão, fusão, incorporação (inclusive incorporação de ações) da Companhia e/ou da Fiadora por outra companhia ou qualquer forma de reorganização societária envolvendo a Companhia e/ou a Fiadora, sem a prévia e expressa aprovação dos Debenturistas, observado o quorum de deliberação estabelecido na Escritura de Emissão, exceto (i) incorporação pela Companhia e/ou pela Fiadora de quaisquer de suas subsidiárias (desde que o objeto de tais subsidiárias limite-se à prática de atividades regulares da Companhia e/ou da Fiadora, conforme o caso); e (ii) cisão da Companhia e/ou da Fiadora, desde que não importe em redução do patrimônio líquido da sociedade cindida em percentual superior a 20% (vinte por cento), individualmente ou em uma série de transações, respeitadas as disposições do artigo 231 e seu parágrafo 1º da LSA; XIX. quaisquer declarações prestadas pela Companhia no âmbito da Oferta Restrita sejam comprovadamente falsas, incorretas, incompletas ou enganosas;XX.se as obrigações de pagar da Companhia, previstas na Escritura de Emissão, deixarem de concorrer, no mínimo, em condições pari passu com as demais dívidas quirografárias da Companhia, ressalvadas as obrigações que gozem de preferência por força de disposição legal;XXI.transferência ou qualquer forma de cessão ou promessa de cessão a terceiros, no todo ou em parte, pela Companhia, das obrigações assumidas na Escritura de Emissão, sem a prévia anuência dos Debenturistas representando 90% (noventa por cento) das Debêntures em circulação, manifestada em assembleia geral de Debenturistas especialmente convocada para esse fim;XXII.não renovação, cancelamento, revogação ou suspensão das autorizações, licenças, inclusive as ambientais, relevantes para o regular exercício das atividades desenvolvidas pela Companhia; XXIII. descumprimento da obrigação de destinar os recursos captados por meio das Debêntures conforme o item “f” acima; XXIV. no caso de invalidade, nulidade ou inexequibilidade da Escritura de Emissão ou de quaisquer dos documentos da Oferta Restrita, não sanada(s) no prazo de 5 (cinco) dias úteis, contados da data de ciência da invalidade, nulidade ou inexequibilidade; XXV. a existência, validade ou exequibilidade de quaisquer dos documentosdaOfertaRestritasejaobjetodequestionamentojudicialpelaCompanhiae/oupelaFiadora,perantejuízobrasileiroouinternacional; XXVI. rebaixamento da classificação de risco (rating) inicialmente atribuída à Emissão pela Standard & Poor’s a nível inferior a BBB- (escala nacional de longo prazo), ou classificação equivalente atribuída pela Fitch Ratings Brasil Ltda. ou Moody’s Investors Service; XXVII. não observância, pela Companhia, da relação entre Dívida Líquida e Ativo Total, conforme definidos na Escritura de Emissão, menor ou igual a 60% (sessenta por cento), calculada ao final de cada exercício social, incluindo o exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013, com base nas informações financeiras consolidadas da Companhia; ou XXVIII. não observância pela Fiadora, da relação entre Dívida Líquida e EBITDA, conforme definidos na Escritura de Emissão, menor ou igual a 3,0 (três) vezes, calculada ao final de cada exercício social, incluindo o exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013, com base nas informações financeiras consolidadas da Fiadora. (w) Multa e Juros Moratórios: ocorrendo impontualidade no pagamento, pela Companhia, de qualquer quantia devida aos titulares de Debêntures, os débitos em atraso vencidos e não pagos pela Companhia ficarão, desde a data da inadimplência até a data do efetivo pagamento, sem prejuízo do pagamento da Remuneração, sujeitos a, independentemente de aviso, notificação ou interpelação judicial ou extrajudicial (i) multa convencional, irredutível e não compensatória, de 2% (dois por cento) e (ii) juros moratórios à razão de 1% (um por cento) ao mês ou fração, ambos incidentes sobre as quantias em atraso (“Encargos Moratórios”); (x) Local de Pagamento: os pagamentos a que os Debenturistas fizerem jus serão efetuados pela Companhia utilizando-se dos procedimentos adotados pela CETIP para as Debêntures que estejam custodiadas eletronicamente na CETIP. As Debêntures que, por solicitação do respectivo Debenturista ou outro motivo previsto na regulamentação aplicável, não estiverem custodiadas eletronicamente na CETIP, terão os seus pagamentos realizados pelo escriturador mandatário nomeado na Escritura de Emissão ou na sede da Companhia; e (y) Prorrogação dos Prazos: considerar-se-ão prorrogados os prazos referentes ao pagamento de qualquer obrigação a ser prevista na Escritura de Emissão, até o primeiro dia útil subsequente, se o vencimento coincidir com dia em que não haja expediente bancário na Cidade de São Paulo, sem nenhum acréscimo aos valores a serem pagos, ressalvados os casos cujos pagamentos devam ser realizados através da CETIP, hipótese em que somente haverá prorrogação quando a data de pagamento coincidir com feriado declarado nacional, sábado ou domingo;(z) Garantias: como garantia do fiel e pontual pagamento de todas as obrigações, principal e acessórias, incluindo Encargos Moratórios, a serem assumidas pela Companhia na escritura de emissão das Debêntures (“Escritura de Emissão”) e demais documentos relacionados à Oferta Restrita, a Fiadora prestará, em favor dos Debenturistas, garantia fidejussória; e (aa) Registro para Distribuição e Negociação: as Debêntures serão registradas (i) para distribuição no mercado primário por meio do MDA - Módulo de Distribuição de Ativos (“MDA”), administrado e operacionalizado pela CETIP, sendo a distribuição liquidada financeiramente por meio da CETIP;e (ii) para negociação no mercado secundário por meio do Módulo CETIP 21 - Títulos e Valores Mobiliários (“CETIP 21”), ambos administrados e operacionalizados pela CETIP, sendo as negociações liquidadas financeiramente e as Debêntures custodiadas eletronicamente na CETIP. As Debêntures somente poderão ser negociadas entre investidores qualificados, conforme definidos no artigo 109 da Instrução CVM n.º 409, de 18 de agosto de 2004, conforme alterada (“Instrução CVM 409”) e nos termos do artigo 4º da Instrução CVM 476 (“Investidores Qualificados”), nos mercados regulamentados de valores mobiliários e após decorridos 90 (noventa) dias de sua respectiva subscrição ou aquisição por Investidores Qualificados, condicionado ainda ao cumprimento pela Companhia do artigo 17 da Instrução CVM 476. (ii) Delegação de Poderes aos Diretores da Companhia: Ficam os diretores da Companhia autorizados a (i) contratar o Coordenador Líder para realizar a distribuição pública, com esforços restritos de colocação, das Debêntures; (ii) contratar os prestadores de serviços da Emissão, incluindo, mas não se limitando, ao banco liquidante e escriturador mandatário da Emissão, Agente Fiduciário, assessores legais e agência classificadora de risco da Emissão;e (iii) negociar, firmar os termos e celebrar todos os instrumentos e praticar todos os atos necessários à efetivação da Emissão e da Oferta Restrita, incluindo, mas não se limitando, à celebração da Escritura de Emissão, do contrato de distribuição das Debêntures e os demais contratos de prestação de serviços. 7. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, a sessão foi suspensa para lavratura da presente ata, que foi lida, aprovada e assinada por todos, dela se tirando cópias autênticas para os fins legais.Josedir Barreto dos Santos (Presidente);Alexandre LouzadaTourinho (Secretário);Acionistas presentes:CMP Participações Ltda.;e LP Participações e Engenharia Ltda.A presente ata, redigida sob a forma de sumário, nos termos do artigo 130, parágrafo 1º, da LSA, é cópia fiel daquela constante do livro de atas de Assembleias Gerais da Companhia, ficando autorizado pela unanimidade de acionistas seu registro e publicação. São Paulo (SP), 3 de abril de 2014. Mesa: Josedir Barreto dos Santos - Presidente da Mesa; Alexandre LouzadaTourinho - Secretário.

FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL NOS TERMOS DO PROVIMENTO CSM CXC/84, INFORMAMOS QUE NO DIA 03 DE ABRIL DE 2014 NÃO HOUVE PEDIDO DE FALÊNCIA NA COMARCA DA CAPITAL.


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sexta-feira, 4 de abril de 2014

EMPRESA METROPOLITANA DE TRANSPORTES URBANOS DE SÃO PAULO S.A. CNPJ: 58.518.069/0001-91 EDITAL DE CONVOCAÇÃO ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA Ficam convocados, pelo presente, os Senhores Acionistas da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo S.A. - EMTU/SP, para se reunirem em Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária, que se realizará no dia 15 de abril próximo, com início às 15:00 horas, na Rua Boa Vista, 175 – 10º andar – Bloco B – nesta Capital, a fim de tomarem conhecimento e deliberarem sobre os seguintes assuntos: 1) Assembleia Geral Ordinária: 1.1. Exame, discussão e votação do Relatório da Diretoria, Demonstrações Contábeis, Balanço Social, Relatório dos Auditores Independentes, e Pareceres do Conselho Fiscal e do Conselho de Administração, relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013; 1.2. Ratificação da eleição de membro do Conselho de Administração; 1.3. Eleição dos membros e suplentes do Conselho Fiscal e fixação de sua remuneração; 2) Assembleia Geral Extraordinária: 2.1. Alteração do “caput” do artigo 3.º do Estatuto Social; 2.2. Aumento do Capital Social Autorizado e consequente alteração do parágrafo único do artigo 3.º do Estatuto Social; 2.3. Ratificação dos pagamentos dos honorários da Diretoria e dos Conselhos de Administração e Fiscal, bem como da gratificação anual “pro-rata temporis” do exercício de 2013; 2.4. Outros Assuntos de Interesse Social. São Paulo, 10 de março de 2014. Joaquim Lopes da Silva Júnior - Diretor Presidente

PREFEITURA MUNICIPAL DE BIRIGUI

RETI-RATI DO EDITAL Nº 037/2014 PREGÃO PRESENCIAL Nº 019/2.014 OBJETO:- Ficam incluídas as cláusulas 1.2, 1.2.1, 1.2.2, 1.2.3 e 1.2.3.1 no Edital do Pregão Presencial nº 019/2014, que objetiva a aquisição de mobiliários, eletrodomésticos, equipamentos e outros destinados ao Restaurante Popular – Secretaria de Indústria Comércio e Agronegócios. Em razão da retificação altera-se a data da abertura para: 24/04/2.014 às 08:00 horas. Melhores informações poderão ser obtidas junto a Seção de Licitações na Rua Santos Dumont nº 28, Centro, ou pelo telefone (018) 36436126. O Edital e sua retificação poderão ser lidos naquela Seção e retirado gratuitamente no site www.birigui.sp.gov. br., Pedro Felício Estrada Bernabé, Prefeito Municipal, Birigui, 03/04/2.014.

PREFEITURA MUNICIPAL DE BIRIGUI

EDITAL Nº 042/2.014 – PREGÃO PRESENCIAL Nº 023/2.014. OBJETO:- Registro de preços para aquisição de tubos e conexões para extensão e manutenção da rede de água realizados pelo Depto. de Ampliação, Manutenção de rede de água e esgoto pelo período de 12 meses - Secretaria de Serviços Públicos, Água e Esgoto. Data da Abertura- 22/04/2.014, às 08:00 horas. Melhores informações poderão ser obtidas junto a Seção de Licitações na Rua Santos Dumont nº 28, Centro, ou pelo telefone (018) 3643-6126. O Edital poderá ser lido naquela Seção e retirado gratuitamente no site www.birigui.sp.gov.br, Pedro Felício Estrada Bernabé, Prefeito Municipal, Birigui, 03/04/2014.

União Brasileira de Vidros S.A.

C.N.P.J/M.F. n° 60.837.689/0001-35 - NIRE: 35.300.033.205 Assembleia Geral Ordinária - Edital de Convocação Ficam convocados os senhores acionistas desta companhia a se reunirem em Assembleia Geral Ordinária, a ser realizada no dia 28 de abril de 2014, às 10:00 horas, na sede social da companhia, localizada na Avenida Senador Teotônio Vilela, S/N, Km 30, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, para deliberarem sobre a seguinte Ordem do Dia: a) tomar as contas dos administradores, examinar, discutir e votar as demonstrações financeiras relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2013; b) deliberar sobre a destinação do lucro líquido e pagamento de dividendos; c) eleição da Diretoria e fixação da respectiva remuneração. Outrossim, acham-se à disposição dos Srs. Acionistas, os documentos de que trata o art. 133 da Lei n° 6.404/76. São Paulo, 02 de abril de 2014. Sérgio Minerbo - Diretor Presidente. (02, 03, 04)

EMBRAPORT - Empresa Brasileira de Terminais Portuários S.A.

Sociedade Anônima de Capital Fechado CNPJ/MF nº 02.805.610/0001-98 - NIRE 35.300.157.109 EDITAL DE CONVOCAÇÃO - ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA Ficam convocados os senhores acionistas da EMBRAPORT - Empresa Brasileira de Terminais Portuários S.A. (a “Companhia”) a se reunirem em Assembleia Geral Ordinária, no dia 10 de abril de 2014, às 17h30min, excepcionalmente fora da sede da Companhia, contudo em sua localidade, na filial localizada na Estrada Particular da CODESP, s/nº, Ilha Barnabé, no Município de Santos, Estado de São Paulo, endereço este de conhecimento de todos, a fim de deliberarem sobre a seguinte Ordem do Dia: examinar, discutir e votar (1) as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício social findo em 31.12.2013; (2) a destinação do resultado da Companhia apurado no exercício social findo em 31.12.2013; (3) a reeleição dos membros do Conselho de Administração da Companhia; (4) o montante da remuneração global anual para os membros do Conselho de Administração da Companhia; e (5) o montante da remuneração global anual para os membros da Diretoria da Companhia. Santos, 02.04.2014. Paulo Henyan Yue Cesena - Presidente do Conselho de Administração

Cappta S.A.

CNPJ/MF nº 13.966.572/0001-71 Edital de Convocação - Ficam os acionistas da Cappta S.A. (a “Companhia”), CNPJ nº 13.966.572/0001-71, convocados para a Assembleia Geral Ordinária que será realizada no dia 30 de abril de 2014, às 10h, em 1ª convocação e às 10h30, em 2ª convocação, na sede da Companhia, localizada em Barueri - SP, na Av. Dr. Marcos Penteado de Ulhôa Rodrigues, 1119, Tamboré, CEP 06460-040, para tratarem da seguinte ordem do dia: (i) Tomar as contas dos administradores, examinar, discutir e votar as demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013; (ii) Discutir a destinação do resultado do referido exercício; (iii) Eleger os novos membros do Conselho de Administração; (iv) Deliberar sobre a remuneração global dos administradores da Companhia; (v) Deliberar sobre a instalação do Conselho Fiscal. O acionista ou o seu representante deverá comparecer à Assembleia munido de documento de identidade e, no caso, de representação, do respectivo instrumento de mandato. Todos os documentos pertinentes à ordem do dia, a serem analisados ou discutidos na Assembleia encontram-se disponíveis na sede social da Cia.. Cappta S.A., p. Rodrigo Rasera, Presidente do Conselho de Administração.

SÃO PAULO TRANSPORTE S.A. CNPJ nº 60.498.417/0001-58

ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA - EDITAL DE CONVOCAÇÃO Ficam convocados os Senhores Acionistas da São Paulo Transporte S/A, para se reunirem em Assembleia Geral Extraordinária, que se realizará no dia onze de abril de 2014, com início às 11 (onze) horas, em sua sede social, nesta Capital, na Rua Boa Vista nº 236, no 7º andar, a fim de tomarem conhecimento e deliberarem sobre os seguintes assuntos: 1. ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA: 1.1 Alteração na composição do Conselho de Administração da Empresa; 1.2 Outros assuntos de interesse social. São Paulo, 1º de abril de 2014. JILMAR TATTO - Presidente do Conselho de Administração

Companhia de Desenvolvimento Agrícola de São Paulo - CODASP CNPJ nº 61.585.220/0001-19 ASSEMBLEIAS GERAIS ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA Ficam convocados, na forma da lei, os Srs. Acionistas da Companhia de Desenvolvimento Agrícola de São Paulo - CODASP para as Assembleias Gerais Ordinária e Extraordinária a serem realizadas no dia 29 de abril de 2014, às 15 horas, na Praça Ramos de Azevedo, 254, 1º andar, Centro, Capital, a fim de deliberarem sobre a seguinte “Ordem do Dia”: Assembleia Geral Ordinária: a) Exame, discussão e votação do Balanço Patrimonial e demais Demonstrações Contábeis, acompanhadas das Notas Explicativas e dos pareceres dos Auditores Independentes, Conselho Fiscal, Conselho de Administração, relativo ao exercício social encerrado em 31.12.2013. b) Eleição de membros do Conselho Fiscal, e fixação dos respectivos honorários. Assembleia Geral Extraordinária: a) Ratificação de eleição de membro do Conselho de Administração. b) Alteração do parágrafo 2º, do artigo 1º, do Estatuto Social, em razão da mudança da Sede social da CODASP. c) Outros assuntos de interesse da Sociedade. São Paulo, 02 de abril de 2014. Jairo de Almeida Machado Junior - Diretor Presidente e Membro do Conselho de Administração.

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome

AVISO DE REABERTURA DE PRAZO Pregão Eletrônico nº 12/2014 - MDS Comunico a reabertura de prazo da licitação supracitada, publicada no DOU de 20/03/2014. Objeto: escolha da proposta mais vantajosa para a prestação de serviços presenciais e não presenciais de desenvolvimento e manutenção de software com execução mediante regime de empreitada por preço unitário conforme condições, quantidades, especificações e exigências estabelecidas no Edital e seus anexos. Entrega das Propostas: a partir de 04/04/2014, no sítio www.comprasnet.gov.br. Abertura das Propostas: 16/04/2014, às 09h30min. Esclarecimentos: licitacao@mds.gov.br Carlos André Martins Santos Pregoeiro

EMPRESA BRASILEIRA DE SERVIÇOS HOSPITALARES – EBSERH

AVISO DE ABERTURA DE LICITAÇÃO Pregão Eletrônico nº 05/2014 Processo nº 23000.011311/2013-22 A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – EBSERH com sede na cidade de Brasília - DF, inscrita no CNPJ sob o nº 15.126.437/0001-43, torna público que realizará licitação, na modalidade de PREGÃO ELETRÔNICO, sob o número 05/2014, do tipo MENOR PREÇO, cujo objeto é o Registro de Preços, consignado em Ata, pelo prazo de 12 (doze) meses, para eventual aquisição de Órteses, Próteses e Materiais Especiais (Cirurgia Cardiovascular e Estimulação Cardíaca Artificial) – 2013 para os Hospitais Universitários – HU’s vinculados a Instituições Federais de Ensino Superior - IFES, coordenados pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – EBSERH, de acordo com as especificações, quantitativos e condições constantes no Edital e seus Anexos. A abertura da sessão pública para a formulação dos lances está prevista para ocorrer às 10:00 horas do dia 16/04/2014. A DISPONIBILIZAÇÃO DO EDITAL se dará a partir do dia 04/04/2014, nos sites www.comprasnet.gov.br ou www.ebserh.mec.gov.br ou no endereço: Setor Comercial Sul-B, Quadra 09, Lote C, Ed. Parque Cidade Corporate, Torre C, 1º andar – Brasília/DF – CEP 70.308-200. Brasília, 03 de março de 2014 Walmir Gomes de Sousa Diretor Administrativo Financeiro

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Nº 510

ACREDITE SE QUISER

Linea, melhor e mais barato Por incrível que pareça, a Fia apresenta o Linea 2015 com um preço inferior ao 2008.

Fotos: divulgação

Além de mais barato, o Linea melhorou sua aparência, ficou ousado por dentro e muito confortável CHICOLELIS

ançado em 2008, o Fiat Linea custava R$ 61 mil. Você seria capaz de imaginar que, 6 anos depois, ele seria lançado em uma nova edição, mais completa, mais bonita, custando R$ 6 mil a menos? Se isso jamais passou pela sua cabeça, não se culpe. Ninguém pensava que isso pudesse acontecer, afinal, as notícias do setor são apenas de aumentos de preços. Aumentos e mais aumentos. Pois é, a Fiat surpreendeu e lançou a versão 2015 do Linea custando R$ 55 mil e com uma série de equipamentos, com custos absorvidos pela montadora.

L

Confissão - "Reconheço que erramos ao lançar o carro em 2008 pelo preço apresentado. Não há como explicar, apenas reconhecer nosso erro", admitiu Lélio Ramos, diretor Comercial da Fiat. Pelo preço da versão de entrada, a Essence, R$ 55.850, a marca oferece, de série, além do ABS e air bags obrigatórios, EBD, ar-

condicionado, piloto automático, volante com regulagem de altura e profundidade, ESS (sinalização para frenagem de emergência), direção hidráulica, freio a disco nas 4 rodas, alerta de velocidade, rádio CD MP3 integrado ao painel com RDS e porta USB, computador de bordo, faróis com regulagem elétrica, faróis de neblina de altura, banco do motorista com regulagem de altura, entre outros. Isto é mais que a m,aioria dos seus concorrentes, mesmo os líderes do segmento, Toyota Corolla e Honda Civic. Como principal opcional, câmbio dualogic automá-

tico Plus, com comando no volante do tipo borboleta, que custa R$ 5 mil. A versão Absolute, que custa R$ 66.450, é completa e só na versão automática, tem como opcionais o navegador GPS e side bags dianteiros com window bags, sensores de chuva e crepuscular e retrovisor interno eletrocrômico. Nas duas versões, motor 1.8 16V E. TorQ, com 130 cv usando gasolina e 132 cv, com gasolina e torque de 18,9 Kgfm e 18,4 Kgfm, respectivamente. A final fica nos 190 km/h abastecido com derivado de petróleo e 192 km/h. E o 0 a 100 km/h, 10,3s e 9,9s. São

5 marchasnos dois câmbios. Seis anos depois e mais barato o Linea ficou mais bonito, por fora e, especialmente, por dentro. A Fiat ousou no interior do carro, renovando-o totalmente e colocando cores, como cobre, em uma das três opções do Absolute, que dão grande e agradável destaque ao painel. O conforto é bom para quem viaja no banco tras e i ro , m e s m o p e s s o a s d e grande estatura.

An dand o - O Linea 2015 mostrou-se confortável na viagem de cerca de 200 km ao Litoral Norte de São Paulo. Mesmo sob forte chuva - que infelizmente não cai no local em que precisamos, no sistema Cantareira - o comportamento do carro foi bom nas curvas. A suspensão também resistiu bem ao desconforto da maioria das vias paulistanas, cada dia piores e exigindo mais dos nossos veículos. O

freio respondeu bem, ainda que em nenhum momento tenha ocorrido uma emergência com entrada do ABS. Resta agora ver como reage a rede Fiat, acostumada a vender veículos de menor porte, como Palio e UNO, que até então não deu ao Linea a atenção esperada. Registre-se aqui que, no mês de março, a Fiat Strada tirou do VW Gol a liderança de 17 anos do mercado. E o Palio ficou em segundo.

CAVALARIA

São 800 cavalos de Mercedes-Benz Bem, na verdade, quase 800. Faltam 4 cv para que os novos modelos da Estrela, que estão chegando aqui alcancem esta potência.

A 250 Turbo Sport Mercedes-Benz está lançando, neste mês, no mercado brasileiro, duas supermáquinas: o A 250 Turbo Sport, com 211 cv, e o S 63 L AMG, com 585 cv, considerado o mais potente no segmento de luxo no mundo. Assim, serão 796 cv a mais da marca nas nossas ruas e estradas. O primeiro tem seu preço em reais, R$ 163.500 e o sedan custa mais, em dinheiro norte-americano, US$ 321.900, cerca de R$ 730 mil, pela cotação de ontem. O A

A

250 vem com motor 2.0, com transmissão automática de 7 velocidades e dupla embreagem e pacote Sport AMG, que não é o modelo retrabalhado na fábrica especial da Mercedes-Benz para seus esportivos, mas tem vários equipamentos e acessórios da linha. Este é - Legítimo AMG, o S 63 L sedan é empurrado (ou seria puxado?) por um V8 biturbo, 5.5 l, com incríveis 585 cv e 900 Nm de torque. Máquina de verdade, 100 quilos mais leve

que a versão anterior, graças, principalmente, à opção por rodas em liga forjada, bateria leve de íons de lítio, menor peso do sistema de freios e uso de alumínio no teto e na parte dianteira da carroceria. Os primeiros 100 km/h são atingidos em apenas 4s e a máxima chega aos 300 km/h. Poderia passar disso, mas é limitada eletronicamente. A transmissão esportiva AMG SPEEDSHIFT MCT, integral, tem sete velocidades, com três modos de operação. A “C”, para gerar

S 63 AMG eficiência, a “S”, esportiva e a “M”, manual, e cada motorista dirige da maneira que melhor lhe convier. No modo “C”, destaque para o conforto, com trocas macias e função start/stop, que desliga o motor sempre que o carro para. E a arrancada é sempre em segunda marcha. A suspensão é AIRMATIC, totalmente pneumática. O sistema é totalmente automático, fazendo leitura de cada piso, adaptando-se a cada um deles, gerando conforto e segu-

rança para os ocupantes do carro. No design, o S 63, mistura esportividade e classe, fazendo com que o modelo agrade a quem gosta de modernidade e tradição. No interior, o conforto Mercedes-Benz com seus bancos de ergonomia perfeita e um silêncio que pode chegar a ser incômodo. O som tem 24 alto-falantes. Grande pequeno - Um metro menor que o S 63, o A 250 Turbo justifica o Sport em seu nome. Faz de 0 a 100 km/h em

6,6s e alcança a final de 240 km/h. Tem, como seu “irmão” maior, todos os sistemas que garantem segurança aos seus ocupantes e no seu projeto foram introduzidos sistemas e equipamentos usados em modelos de segmentos superiores. Por dentro, o pacote AMG tornou o A 250 com aparência mais esportiva, com volante de três raios e 12 teclas controladoras dos vários sistemas a bordo. Isto sem contar a conectividade, que atende aos mais exigentes.


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'FESTIVAL' KAWASAKI Fotos: divulgação

Matando saudades das 1000 Depois de alguma hesitação, o prazer de comandar máquinas de sonhos, que custam de R$ 48.990 a R$ 52.990.

Z 1000

LUCIANO PAÇO azia muito, mas muito tempo que eu não andava numa 1000 esporte. E as lembranças eram de uma coisa bruta, violenta. E lá fui encarar o ‘monstro’. Subi na Naked Z1000, posição levemente inclinada à frente e pernas flexionadas sem exage ro, convidando para acelerar. Engatei a primeira e... morreu. “Pronto, ela não gostou”, pensei. Nova tentativa e... ufa, tudo certo (a embreagem estava baixa, bastou dar uma reguladinha ali no manete mesmo). “Agora vem a indocilida e”. Só que não. A força e o torque das minhas lembranças estão lá. Aliás, com números expressiva-

F

mente superiores (são 142 cv a 10 .000 rpm e torque de 11,3 mkgf a 7.300 rpm), mas tudo vem de maneira linear – e rápido, muito rápido – atendendo os comandos (todos, aceleração, trocas de marcha, freio, mudanças de direção) com extrema velocidade e precisão. A Z1000 engoliu o trecho da pista de testes da Pirelli em Paulínia (SP), onde a Kawasaki apresentou, no último domingo, seus primeiros modelos 2015 – a própria Z1000 e a Ninja 1000 Tourer ABS (é, tem outras motos mais pra frente...) – com facilidade humilhante. Tipo felino - As linhas do modelo, de visual ‘mascarado’, com direito a pequenos LEDs na capa do painel de instrumentos e quatro faróis de L E D ( u m a e streia para a Kawasaki) instalados numa posição mais baixa que a de costume, podem até não agradar a todos, mas estão de acordo com o que a fábrica classifica de estilo Sugomi (impressionante/extraordinário), inspirado no caráter felino - assim como seu desempenho. De acordo com Alex Noé, da área técnica da Kawasaki, o motor, de exatos 1043 cc, quatro cilindros em linha, 16 válvulas, refrigeração líquida,

foi revisado para privilegiar baixas e médias rotações, embora tenha ficado mais forte do que a versão anterior (de 138 cv a 10.000 rpm e 11,2 11,3 mkgf a 7.800 rpm). Isso foi possível graças ao novo mapeamento da ECU e aos novos coletores, caixa e filtro de ar, perfis dos pistões e mudanças na árvore do comando de válvulas. A suspensão dianteira, Show, com curso de 120 mm, pode ser regulada diretamente nos garfos (pré-carga da mola no esquerdo e compressão e retorno no direito). A traseira, de 122 mm, é do tipo back-link (o amortecedor trabalha na horizontal). As frenagens são garantidas por discos duplos do tipo pétala de 310 mm com pinças monobloco de quatro pistões. Atrás, disco simples de 250 mm. O tanque, de 17 litros, tem perfil alongado com p e r f e i t o e n c a i xe das pernas. No completo painel de LCD, o destaque é o tacômetro. Até 3.000 rpm, a indicação é no próprio painel, num gráfico de barra vertical. A partir disso, “salta" para uma linha horizontal de LEDs acima da tela. Fácil de ler. É, nesse primeiro e breve contato a Z1000 mostrou argumentos para justificar o que a fábrica japonesa chama de “supernaked definitiva”. Que pena, acabou! - Mas, como já falei, era apenas uma apresentação e tudo acabou numas poucas voltas. O consolo: mais (poucas) voltas com a Ninja Tourer, modelo mostrado no último Salão Duas Rodas. Antes de subir na Tourer, dá para pensar que é quase a ‘me sma’ m oto (mesmo motor, suspensões e chassi da Z1000), mas, como o nome indica, os acertos e equipamentos (banco maior – principalmente para o garupa –, guidão mais alto, maior curso de suspensão traseira e sexta marcha mais longa, por exemplo) dão ênfase ao turismo esportivo e transformam tudo. Andando, isso significa que ela pode ser quase tão arisca quanto a Z e uma dócil companheira para tranquilos passeios. A ‘múltipla persona-

Ninja Tourer lidade’ é reforçada pelo controle de tração KTRC (Kawasaki Traction Control) com três níveis de ação e pelo sistema de modos de potência – tudo selecionado nos comandos do lado esquerdo do guidão, mas para desativar o KTRC é preciso parar a moto. Um dispositivo instalado próximo ao banco do piloto, à direita, permite o

ajuste manual da pré-carga da suspensão traseira (com curso de 138 mm). Ao subir na Tourer logo se percebe uma ergonomia confortável e a boa sensação só aumenta quanto mais se anda. Pena que foi pouco. A Ninja 1000 Tourer ABS e a Z1000 já estão sendo produzidas na fábrica de Manaus e

chegam às concessionárias até o fim do mês. A primeira, com preço público sugerido de R$ 56.990, estará disponível no clássico verde da Kawasaki (Candy Lime Green) – ABS e as malas laterais rígidas de 28 litros cada (que podem ser retiradas sem nenhuma ferramenta e são travadas com a mesma chave da ignição) são

de série. A segunda, nas cores Candy Burnt Orange (laranja) e Golden Blazed Green (verde e cinza), nas versões standard ou ABS, com preço sugerido de R$48.990 para a Z1000 (laranja); R$49.990 para Z1000 SE (verde e cinza); R$51.990 para a Z1000 ABS (laranja); e R$52.990 para a Z1000 ABS SE (verde e cinza).


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sexta-feira, 4 de abril de 2014 Fotos: Divulgação

Arraial: comer, beber, curtir. Famoso pela aura hippie, o vilarejo no sul da Bahia ganha toques de sofisticação, estrutura de primeira e boa mesa sem perder o charme nativo de comunidade. Karina Lignelli magine um lugar onde você pode curtir uma estadia luxuosa e relaxante, mas com diversão para toda a família. Ou onde é possível comer bem e provar desde pratos rústicos locais até menus com toques de alta gastronomia – e tudo c om ingredientes da região. Curtir a noite ao som de forró de raiz, rock’n’roll, jazz ou MPB, ao vivo – inclusive para dançar. Fazer passeios de aventura ou culturais, visitar uma legítima reserva indígena... Ou pegar uma praia – mas não qualquer uma, e sim aquelas de revista, onde a água tem vários tons de azul. E o melhor de tudo, conhecer gente que tem sempre um sorriso no rosto e está pronta para te oferecer gentilezas – s ej a um picolé de cupuaçu, uma cocada das boas ou um simples e descontraído bate-papo e dar boas risadas. Assim é Arraial D’Ajuda. Só de chegar ao distrito de Porto Seguro, no sul da Bahia, já vale a pena. A curta viagem de balsa dá uma vaga e feliz ideia do que vem pela frente: afinal, não é todo dia que se atravessa um rio calmo, porém profundo e caudaloso (o Buranhém) e, de quebra, adm i r a r o e n c o n t ro d e s u a s águas com o Oceano Atlântico, na Ponta do Apaga Fogo. E

Acima, visão aérea do Arraial D'Ajuda Eco Resort, conforto entre a vegetação nativa exuberante da Ponta do Apaga Fogo; à esq., paz e vista para o colorido povoado; abaixo, o restaurante principal do resort, com escultura de baiana.

I

Karina Lignelli

quem recebe o visitante do outro lado, na entrada do Arraial D'Ajuda Eco Resort, é uma imponente imagem de Oxalá, o orixá Pai de Todas as Coisas em tamanho gigante, seguido pela de Oxum, a mãe dos rios e da água doce. Lá, entre vegetação nativa exuberante e conforto, jantares temáticos, áreas de relaxamento, cuidados com a beleza e prática de esportes, passeios pela região e atividades recreativas para crianças (no “Clubinho”), um bônus. A visão das piscinas, da sacada do quarto, quase se confunde com a do mar, logo à

Beco das Cores: pousada transformada em centrinho comercial.

No Eco Parque, diversão nas piscinas e escorregadores gigantes.

Praia da Pitinga: falésias e barracas de quitutes deliciosos.

frente. Como se um fosse a neira dona Coração Faria e sua continuação do outro. família há 23 anos. Já a barraca Passeios e etc. - Daí em dian- Maré, do descolado Edu, paute, só não aproveita quem não lista de Presidente Vesceslau, quer. No Eco Parque do resort, oferece música ao vivo, pratos além das habituais atrações, saborosos, o bom papo do procomo tirolesa, piscina de on- prietário e o atendimento das e escorregadores gigan- atencioso do garçom Eddie. tes, há o Projeto Coral Vivo. Na volta de Pitinga, a surpreNele, biólogos estudam os es- sa: uma grande eco-hospedapécimes da fauna marinha da ria com a placa “Casa da Kariregião, que se desenvolvem na”. Um sinal, talvez? em tanques. Vida local – A l é m d a i mConhecer Arportância raial D'Ajuda ambiental, na sua essênesse é o típico cia depende passeio para m u i t o t a mdistrair os cubém de partiriosinhos micipar da agirins nos intertada vida novalos de brinturna. Exemcadeiras na plo disso é o água (e dá bar Gonguê, até para ver onde trios de de microsjovens forrocópio!). zeiros tocam C he ga nd o en gra çad os ao centro his- Igreja de Nossa Senhora D'Ajuda, clássicos da tórico, cheio m ú s i c a n o rconcluída em 1551. de lojinhas destina de charmosas de rendas e souve- duplo sentido e ritmos como nirs de Arraial, pousadinhas, xote e baião. E o Tex-Mex, com restaurantes e cafés que ofe- boas bandas cover de clássirecem refeições a preços ca- cos do rock. Mas o legal mesmaradas, tem a Igreja de Nos- mo é encontrar as pessoas sa Senhora D'Ajuda, construí- que foram “só para conhecer” da entre 1549 e 1551, onde tu- mas se tornaram nativos “há d o c o m e ç o u . A l i , a v i s ã o mais de 20 anos”, viraram empanorâmica de trechos da Ma- preendedores ou arrumaram ta Atlântica e do mar, no mi- boas oportunidades e não rante atrás do templo, emol- saem de lá por nada nesse muduram o entorno pitoresco. do. Te recebem como se você Mais à frente, estão as bele- fosse "da turma". zas naturais da Praia de PitinVisitar locais onde a comida ga, como as falésias, o peque- é o chamariz faz parte dessa no rio cristalino que se encon- rotina – e é onde se entra em tra com o mar, e a maré, que contato com o melhor da hissobe (bastante) nesses meses tória das pessoas que fizeram do início do ano, a ponto de Arraial ser o que é. O Bistrô deixar pouca areia sobrando D'Oliveira, por exemplo, que para as mesas das barracas. oferece cozinha contemporâMesmo assim, as crianças ca- nea com toques “fusion” para valgam as éguas Catarina e curtir a dois, é pilotado pelo Paloma à beira-mar. Também chef Salmo Oliveira. Ele comedá para rir muito com a simpa- çou carreira no Eco Resort aos tia e a história da cocada “afro- 14 anos lavando pratos, chedisíaca” da vendedora Felici- gou a chef e abriu seu próprio dade, quando ela conta o por- restaurante, aos 40. quê de a guloseima levar o noE tem os restaurantes “mais m e d e “ r a ç ã o ” . M a s o s para a família” como o Rosa destaques vão para as barra- dos Ventos. Lá, enquanto o cas mais antigas da praia, co- chef Adelson, baiano de nascimo a do Faria, a “barraca do mento, comanda a cozinha, pastel”, já que é procurada por saborosa e honesta, sua espoclientes atraídos pelo quitute sa austríaca Nicola, natural de que transborda camarão. Sua Viena, recebe os clientes como cozinha é comandada pela mi- velhos amigos (e com sotaque

baiano!). E para as crianças, tem até material para desenhar e caminha para tirar soneca. Já no Clube do Sushi, enquanto se saboreia drinques à base de saquê, os animados proprietários - o casal formado pela mineira Viviane e o holandês Paul - interagem (e fazem interagir) com a clientela de mesa em mesa ao som de disco music, música árabe e outros ritmos dançantes. Como se fosse um grande clube, só que de amigos. E quem diria: o nhoque da sorte chegou à Bahia - e levado por cariocas. Há 34 anos em Arraial, o simpático casal Luisa e Cláudio, pioneiro na região e donos do Manguti (“comida”, em dialeto indígena), oferece há 23 anos variedades do tradicional prato no dia 29 de cada mês, ao som de MPB. E nada melhor do que fechar a visita no Beco das Cores. Em uma antiga pousada, os vários chalés se transformaram em uma singela ruazinha com luminárias, bares de música ao vivo, lojinhas descoladas e (mais) restaurantes. Pequeninos, mas para lá de acolhedores. Impressões finais de uma paulistana urbanoide (que até então não incluía a Bahia na

Peixe na Folha de Bananeira, servido no Rosa dos Ventos. lista dos “10 lugares para conhecer antes de morrer”) depois de uma viagem dessas: vale voltar para Arraial D'Ajuda, um lugar onde há uma cozinheira cujo nome de batismo é Coração, uma vendedora de cocadas chamada Felicidade, e até a “Casa da Karina”? Só se for para ficar de vez. Viagem a convite do Arraial D'Ajuda Eco Resort

Chef Salmo Oliveira prepara pratos da cozinha contemporânea em seu Bistrô D'Oliveira.

FAÇA AS MALAS ONDE DORMIR Arraial D’Ajuda Eco Resort: www.arraialresort.com. Diárias a partir de R$ 477 (meia pensão), para pacotes de sete noites. TAM (www.tam.com.br), Gol (www.voegol.com.br) e Azul (www.voeazul.com.br) têm voo de SP a Porto Seguro e o aeroporto fica a dez minutos do resort. Ida-e-volta a partir de R$ 1.226 (pela Gol) - em abril. ONDE COMER Bistrô D’Oliveira: Estrada da Balsa, 932, tel. (73) 3575-1115. Rosa dos Ventos: Al.dos Flamboyants, 225, tel. (73) 3575-1271. Clube do Sushi: Rua do Mucugê, 333, tel. (73) 3575-1181. Manguti: Rua do Mucugê, 99, tel. (73) 3575-2270. Barraca do Faria e Barraca Maré: Praia de Pitinga. ONDE PASSEAR Praça Caminho do Mar: lojinhas, restaurantes e bares no centro de Arraial. Beco das Cores: outro centrinho comercial. Eco Parque Arraial d’Ajuda: www.arraialeco parque.com.br. Praias: Pitinga, Mucugê, Rio da Barra, Parracho, Trancoso e Caraíva. Reserva Pataxó da Jaqueira: em Porto Seguro. Na visita, é possível ver rituais, a escolinha, a "farmácia" de plantas medicinais e provar peixe à moda indígena.


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Diário do Comércio - 04/04/2014 by Diário do Comércio - Issuu