Cheios de capital, comerciantes chineses inflacionam o mercado, alugam lojas do maior polo de comércio popular da Cidade e as enchem de boxes, criando "minishoppings". Só que os produtos são ilegais, há sonegação... Pág. 17
Reprodução
Troca na 25: chineses no lugar de árabes.
Piloto brasileiro nos céus da China ganha carteira vermelha O piloto gaúcho César Sfoggia, ex-Varig, voa há 7 anos na China. Agora, tem a carteira vermelha de "colaborador do desenvolvimento". Pág. 18
Newton Santos/Hype
Pág. 5
Jornal do empreendedor
Ano 90 - Nº 23.948
Itamaraty muito rigoroso: espumante, só brut.
www.dcomercio.com.br
Conclusão: 23h30
R$ 1,40
São Paulo, sábado, 31 de agosto, e domingo e segunda-feira, 1 e 2 de setembro de 2013 Leandro Martins/Futura Press/Estadão Conteúdo Mohamed Abdllah/Reuters
Síria pró-Assad espalha: Obama foi derrotado.
Timão em domingo de festa dupla
O que para Obama foi um adiamento, à espera do Congresso para punir a Síria, para os sírios pró-Assad já se tornou uma vitória histórica. O vice-premiê Kadri Jamil declarou que os EUA "foram derrotados antes de a guerra começar". E o jornal al-Thawra comemorou o "recuo". Família rebelde (foto) ouve Obama: ataque apenas adiado, mas não cancelado. Pág. 7
Pato (foto) marca duas vezes nos 4 a 0 contra o Mengo. Na arquibancada do Pacaembu, torcida comemora goleada e aniversário do Corinthians: 103 anos. Divulgação FIVB Milan Bures/The International Herald Tribune
Corruptour revela o lado sombrio de Praga Agência organiza passeios a casas de corruptos e locais de seus crimes na capital checa. Quantas horas demoraria um 'safári' por aqui? Pág. 6
ISSN 1679-2688
23948
Página 4
9 771679 268008
Meninas do vôlei: 3 a 0 contra a muralha da China. Invictas no Japão, derrubam chinesas na final do Grand Prix e comemoram ouro. Vitória por 3 a 0 em todos os jogos (foram cinco). Timão e vôlei no Esporte, págs. 13 e 14.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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o
sábado, 31 de agosto, e domingo e segunda-feira, 1 e 2 de setembro de 2013
É tranquilizador acompanhar as respostas rápidas e eficientes das autoridades monetárias brasileiras. Delfim Netto
pinião
RESPOSTA RÁPIDA SXC
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o momento em que os mercados de câmbio e financeiro são submetidos a enormes tensões em todo o mundo por conta de anúncios equivocados de mudanças na laxista politica monetária americana – que vêm produzindo enorme confusão – é tranquilizador acompanhar as respostas rápidas e eficientes das autoridades monetárias brasileiras. A decisão unânime dos membros do Conselho de Política Monetária do Banco Central, na última quarta-feira , de elevar em meio ponto percentual a taxa referencial de juros – a Selic para 9% – numa rápida reunião, trouxe mais tranquilidade aos mercados financeiros, ao sinalizar a continuidade da estratégia cujos resultados se aproximam do objetivo para a meta da inflação para este ano. Foi igualmente serena a ação do Banco Central, logo
dólar desvalorizado em rel a ç ã o à s o utras moedas.
A
após a divulgação da Ata da reunião de 30/31 de julho do Comitê Monetário do Banco Central dos Estados Unidos, quando o nervosismo tomou conta dos mercados de câmbio – porque os operadores en-
tenderam que fora decidida a antecipação para setembro do processo de redução das compras mensais de 85 bilhões de ativos, incentivo que mantém a taxa de juros real americana próxima de zero e o
cada r e união do FED o mercado tenta prever quando tal movimento vai começar, porque isso levará a uma reo rienta ção do movimento dos capitais. Antecipa, assim, uma desvalorização de todas as moedas dos países emergentes, dando origem a um forte processo especulativo que costuma fugir a qualquer tentativa de controle. Em menos de três meses, as esperadas atas do FED provocaram graves distúrbios no
USUÁRIOS E TERMINAIS PORTUÁRIOS N a coluna anterior falamos sobre os problemas entre armadores e embarcadores com relação ao frete marítimo e do fato de não haver uma única associação ou discussões sérias sobre o assunto. E que agora de nada adiantaria criar algo a esse respeito. Perdemos o momento e agora os armadores são grandes demais para qualquer discussão com eles. A hora passou – a não ser que seja uma questão política, um assunto encampado por países e não só por embarcadores. É uma solução que não encampamos: não queremos o Estado em absolutamente nenhum setor da economia. Desta feita queremos discutir as associações de usuários dos terminais portuários brasileiros. Coisa bem mais fácil e simples. Já existe uma na Bahia e uma na Associação Comercial de São Paulo, pelo que sabemos. E se está articulando e trabalhando outra em Santa Catarina.
E
sta sim é uma discussão útil, passível de realização e de obtenção de bons frutos. Conquanto sejam associações que funcionem de fato, que congreguem grande número de usuários, em especial empresas grandes e representativas. E, mais importante, que estejam dispostas a lutar. A dar a cara a bater. Que não sejam associações apenas para constar. Resumindo, que não tenham medo de cara feia, nem do governo. Essas associações devem estar dispostas a mudar o quadro atual e a bater de frente contra os obstáculos naturais e artificiais que se
costumam impor às operações portuárias e aos portos brasileiros. Que estejam de fato contra todas as ineficiências existentes e aquelas que se procura criar, no intuito de gerar dificuldades para se vender facilidades, o que é muito comum em terras tupiniquins.
O
País teve um bom avanço na questão portuária com a Lei 8.630/93, considerando o que tínhamos. Foi duramente conquistada por aqueles que brigaram por ela e tiveram de lutar bravamente durante muitos anos para mantê-la e para que não ocorressem retrocessos. Uma luta tanto na prática, quanto nas letras, como foi o nosso caso e de muitos outros. A produção e a produtividade portuária aumentaram bastante. Os preços caíram bem, melhorando um pouco as condições de uso e competitividade nacional, pelo menos neste quesito. Sabemos que em outros foi uma lástima – e o custo Brasil sobe e atrapalha cada vez mais. Embora nunca tenhamos chegado muito perto dos preços internacionais das operações portuárias, foi um avanço. Ressalte-se que nos últimos anos os preços voltaram a subir
SAMIR KEED
bastante e as operações portuárias, neste item, já não agradam novamente. e uma grande parte se dá por culpa governamental, como sempre.
A
s concessões portuárias foram paralisadas, impedindo a competição saudável neste setor da economia. A descentralização portuária nunca ocorreu, e em artigos anteriores denunciamos isso à vontade. Nunca entendemos como se pode perpetuar uma situação em que um único porto, o de Santos, abarque cerca de 26% da movimentação nacional de carga. Um absoluto contrassenso, em especial considerando os acessos ao porto e que denunciamos aqui nos artigos "Porto de Santos 2024" e "Porto de Santos 2024 - o retorno". Agora, por mal dos pecados, tivemos a revogação da Lei 8.630/93,
Conclamamos os usuários dos portos brasileiros a uma união. A criação imediata dessas associações e federações do setor pode ainda dar condições para que tenhamos algo a comemorar no futuro.
N
o Brasil, o efeito mais visível daquelas tensões revelou-se no nervosismo do mercado cambial. A taxa de câmbio deu a impressão de que estava fora de controle e assistimos a uma queda dos preços dos papéis do Tesouro devido à alta da taxa de juros que induziu os investidores a mudarem seus portfólios. As respostas das autoridades monetária e fiscal foram prontas e adequadas. A Secretaria do Tesouro recomprou papéis para dar saída menos onerosa aos portadores. O BC fez intervenções precisas e rá-
DELFIM NETTO pidas para reduzir a volatilidade, sem se comprometer com a defesa do nível da taxa.
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decisão de dar liquidez diária e assumir o papel de fornecedor de "hedge" para o mercado de câmbio, como já fez no passado em outros momentos delicados, foi correta, transparente e sinalizadora, de forma suficiente a tranquilizar o mercado. ANTÔNIO DELFIM NETTO É PROFESSOR EMÉRITO DA FEA-USP, EX-MINISTRO DA FAZENDA, DA AGRICULTURA E DO PLANEJAMENTO contatodelfimnetto@terra.com.br
Dida Sampaio/Estadão Conteúdo
devidamente substituída há pouco tempo, gerando um grande estresse e desentendimentos entre todos os atores. Coisas de governo, como sempre acontece neste país. Tudo que tínhamos a fazer eram alguns ajustes na Lei 8.630/93 para melhorar pontos que não foram possíveis de ser implementados naquela ocasião, ou que estavam defasados no momento.
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icamos pensando quanta falta nos fez o fato de não haver associações de usuários em todos os portos brasileiros – uma ou diversas, em todos os portos, por tipos de empresas ou produtos, etc. E federações de associações de usuários dos portos brasileiros que, trabalhando em conjunto com federações de indústrias e confederações nacionais de indústria e transportes, poderiam ter feito um trabalho bem melhor do que vimos até hoje. Assim, como temos feito em muitos outros artigos, em outros assuntos e setores, conclamamos os usuários dos portos brasileiros a uma união. A criação imediata dessas associações e federações pode ainda fazer com que tenhamos algo a comemorar no futuro. E que seja permanente. Não o que aconteceu até agora, em que após a bela vitória de 1993 tivemos várias tentativas de retrocesso e mesmo algum retrocesso. SAMIR KEEDI É CONSULTOR E PROFESSOR DA ADUANEIRAS E DE VÁRIAS UNIVERSIDADES, E AUTOR DE
Natan Donadon: preso por peculato e formação de quadrilha.
UMA VERGONHA PARA O NOSSO PAÍS
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ão é possível mencionar aqui os congressistas – por conta do danoso instrumento do voto secreto – que votaram, de forma indigna, a favor da manutenção do mandato do deputado federal Natan Donadon (ex-PMDB -RO), condenado pelo STF e cumprindo pena. Mas ao menos se pode saber quem são aqueles que faltaram à sessão e que, de algum modo, deliberadamente ou não, contribuíram para esse acinte à Nação.
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edindo desculpas àqueles que eventualmente tenham tido real motivo para faltar, segue abaixo, conforme foi publicado no site do UOL, a lista de parlamentares, de maioria petista, que de alguma forma disseram
PAULO SAAB aos brasileiros : "Roubem, furtem, corrompam, sejam corrompidos. Vale tudo." E você, vai ficar em silêncio, leitor? Ou vai cobrar dos parlamentares uma resposta? Estão aí os e-mails e telefones dos gabinetes, em Brasília. Observação: Aos que se sentirem injustiçados, abro espaço para sua justificativa pelo e-mail psaab@uol.com.br PAULO SAAB É JORNALISTA E ESCRITOR
VÁRIOS LIVROS EM COMÉRCIO EXTERIOR. SAMIR@ADUANEIRAS.COM.BR
Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Cesário Ramalho da Silva Edy Luiz Kogut João Bico de Souza José Maria Chapina Alcazar Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Miguel Antonio de Moura Giacummo Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Renato Abucham Roberto Mateus Ordine Roberto Penteado de Camargo Ticoulat Sérgio Belleza Filho Walter Shindi Ilhoshi
mercado financeiro internacional. A mais recente ata (de 31 de julho) não conseguiu transmitir qualquer informação útil que o mercado já não soubesse e não forneceu nenhuma indicação de que o próprio FED saiba um pouco mais do que já sabia. O que restou ao "mercado", portanto, foi continuar especulando...
A lista dos ausentes está disponível no site www.dcomercio.com. br
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
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MAIS DO QUE UM ATO AMERICANO, A MARCHA PELOS DIREITOS CIVIS FOI INTERNACIONAL.
Uma marcha global MARY L. DUDZIAK
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m episódio importante, mas pouco conhecido na história da Marcha sobre Washington, aconteceu a 17 de agosto de 1963 em uma boate parisiense chamada Living Room. Em resposta à convocação do escritor James Baldwin para que os compatriotas americanos morando em Paris apoiassem a marcha pelos direitos civis, mais de cem pessoas – incluindo o bluseiro Memphis Slim e o ator William Marshall – lotaram a boate. A atmosfera era elétrica. O grupo acreditava que a pressão da opinião pública estrangeira poderia desempenhar papel fundamental no movimento pelos direitos civis e se reuniu para tentar decidir como estimulá-lo. O pianista Art Simmons, por exemplo, falou de como era forçado a explicar toda noite a discriminação racial norteamericana aos parisienses, "mesmo que ele não conseguisse explicá-la nem a si mesmo", contou Barbara Sargent, esposa do pastor da American Church in Paris.
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aris era um ponto da ação global em apoio ao movimento pelos direitos civis americanos. Ao redor do planeta, americanos, ativistas anticolonialismo e cidadãos comuns "marcharam sobre Washington", entregando pedidos a embaixadas e consulados dos Estados Unidos, além de também realizarem marchas. Em uma época em que o racismo norte-americano era visto como uma tentativa de minar a fé na democracia, esse episódio mostra o impacto
Francis Miller/ Life
global do movimento dos direitos civis e a forma pela qual o governo dos EUA trabalhou para modelar a narrativa internacional, transformando uma ameaça potencial à imagem do país em uma história sobre a democracia em ação.
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a reunião feita em Paris, Baldwin e outros rascunharam uma petição em apoio à marcha, divulgada nas edições internacionais do The New York Times e The New York Herald Tribune. O texto convocava os americanos a levar a petição ao posto diplomático de sua cidade uma semana antes da marcha oficial, entre 13h e 14h. O grupo decidiu não fazer uma marcha formal, porque
não tinha permissão. Assim, em vez disso, na hora marcada, de 80 a 100 pessoas apenas caminharam da American Church in Paris à embaixada dos Estados Unidos.
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ais de 550 petições foram entregues; e petições também foram entregues em postos diplomáticos em Roma, Madri e várias cidades alemãs. Um homem, Richard C. Longworth, enfatizou em sua petição em Londres "o desejo sincero de nós, americanos vivendo no exterior de nossa nação, que há tanto tempo representou tudo que é bom, e que agora poderá estender suas liberdades e oportunidades a todos os seus cidadãos".
Os americanos não eram os únicos marchando sobre Washington: de 1.200 a 1.400 pessoas marcharam sobre o consulado dos EUA em Amsterdã. O prefeito de Kingston, Jamaica, liderou 2.500 pessoas em sua cidade. E cem pessoas marcharam sob tempestade em Oslo, Noruega.
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conteceram protestos menores em Israel e no Burundi. Em Acra, Gana, um grupo pequeno portava cartazes dizendo "EUA, a África está de olho em vocês" e "Fim ao genocídio nos EUA e na África do Sul". Contudo, foi no Cairo onde os eventos mais esclarecedores aconteceram. A embaixada norte-americana esperava
várias centenas de manifestantes, mas o governo egípcio não apoiava protestos contra as políticas dos E U A . A e mb a i x a d a i nformou que os egípcios "tomaram precauções e l ab o r a da s " para garantir que a manifestação fosse pacífica, "mas ainda mais para reduzir a questão a proporç õ e s m í n imas". Duzentos policiais ficaram estacionados nos arredores da embaixada. No fim, só 13 manifestantes compareceram. Esse pequeno grupo foi interceptado pela polícia egípcia a uma quadra da embaixada.
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ó dois manifestantes amedrontados tiveram permissão de se aproximar da embaixada, e entregaram um memorando pedindo que os EUA protegessem os direitos civis. O funcionário da embaixada ficou feliz com a reação do Egito. Quando o governo egípcio quiser controlar uma manifestação, disse, "saberá bem como fazer isso". O apoio norte-americano à posição do Egito foi um exemplo de esforços amplos para refrear o impacto do protesto
pelos direitos civis. Preocupados com a forma pela qual a discriminação racial havia danificado a imagem do país, o Departamento do Estado e a Agência de Informação dos EUA atuaram para gerenciar a maneira pela qual a Marcha sobre Washington era compreendida no exterior, argumentando que ela exemplificava a democracia em ação e não a crítica às políticas dos direitos civis americanos, como queriam os manifestantes.
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marcha foi celebrada por governos estrangeiros e pela imprensa internacional. Mas à medida que a violência contra os direitos civis continuava – incluindo a morte de quatro garotas em Birmingham, no Alabama, durante um atentado a bomba em uma igreja – os críticos estrangeiros questionaram o compromisso da nação americana com a reforma. Quando um filme a respeito da Marcha sobre Washington foi exibido em Camarões, uma autoridade perguntou: "Vocês não têm um filme sobre a explosão da igreja também?" Seria necessária uma mudança social concreta, começando pela Lei dos Direitos Civis de 1964, para satisfazer os críticos. Durante o processo, as vozes dos ativistas norteamericanos foram amplificadas pelo apoio em âmbito mundial a seus esforços. MARY L. DUDZIAK É PROFESSORA DE DIREITO DA UNIVERSIDADE EMORY, GEÓRGIA, E AUTORA DE "COLD WAR CIVIL RIGHTS: RACE AND THE IMAGE OF AMERICAN DEMOCRACY".THE NEW YORK TIMES NEWS SERVICE/SYNDICATE
CAMPANHA: SALVEM AS MULHERES! MARLENE NICOLAU
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a verdadeira guerra civil que assola o Egito, outra tragédia assola as mulheres: o mundo descobre o horror dos ataques e estupros em massa na Praça Tahrir, que voltaram a acontecer, em dose maior, estimulados pelo clima de beligerância. A ONG Human Rights Watch registrou que, em apenas dois dias, entre 31 de junho e 1º de julho, quase 100 mulheres foram atacadas. E cada uma delas por vários homens. Segundo outras organizações, 83% das egípcias relatam ter sido vítimas de abusos sexuais, num país que é recordista mundial de mulheres que sofrem mutilação sexual por amputação do clitóris. Pelos dados da Organização Mundial da Saúde, em 2008 cerca de 50% das egípcias com idade entre 10 e 18 anos passaram pela cirurgia.
E
o mundo assiste a essa barbárie sem prestar qualquer socorro. Há histórias perversas de perseguições, insultos, maus tratos e sempre estupros em grupo. É um comportamento vil, encravado na cultura do Egito; não é algo de agora e deve continuar ocorrendo, seja qual for o governante. Com características mais ou menos aviltantes, isso acontece em outras regiões do planeta. Em fevereiro deste ano, a ONU divulgou um relatório pelo qual sete em cada dez mulheres do mundo passarão por algum
tipo de violência física ou sexual ao longo de suas vidas. Até em países considerados civilizados esse tipo de ataque vem aumentando. Cada uma de nós, mulheres trabalhadoras, empresárias, mães de família, políticas, não temos o direito de um sono tranquilo, ao colocar a cabeça no travesseiro, todas as noites, enquanto essa fúria epidêmica assola o planeta. Não podemos gritar só quando chega o Dia Internacional da Mulher ou agora, no Encontro Internacional da Marcha Mundial das Mulheres, que ocorrerá pela primeira vez no Brasil. Devemos denunciar, protestar, batalhar todos os dias, usando todos os recursos que dispomos: e-mails, Facebook, Twitter, blogs, celular, cartas, cartazes, rádios, televisões, onde der para conclamar mais gente para formar ao nosso lado e especialmente os homens, nossos homens, nossos maridos e filhos, governantes, artistas, na base de um grito, um pedido de socorro, um choro ou uma manifestação de rua, com as de junho no país.
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ó em São Paulo acontecem 37 estupros por dia, segundo dados oficiais – e não vimos nas passeatas de jovens brasileiros cartazes dizendo "Salvem as mulheres", "Estupro, não" ou "Não nos matem, pelo amor de Deus".
Entre 1980 e 2010, guardem bem esses números, 92 mil mulheres foram assassinadas no Brasil; do total, 43,7 mil apenas na última década. E em meio a essa carnificina, mais estupros. No ano passado, o disque 180 da Secretaria de Política para Mulheres computou 732 mil registros. O canal recebeu mais 88 mil relatos de violência – em média, dez a cada hora. E nesse capítulo, o descaso: o governo autorizou R$ 179 milhões para a Secretaria de Politicas para mulheres. No primeiro semestre do ano, apenas 16% foram utilizados, cerca de R$ 28 milhões. E isso num país de 190 milhões de pessoas, a maioria formada por mulheres.
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s brasileiras querem transportes mais baratos, mais transparência
nas contas públicas, mais estradas, escolas, postos de saúde, mas também querem mais proteção. Não queremos ser discriminadas nos empregos; e não queremos ir parar em matagais para sermos encontradas mortas e seviciadas, como as mulheres na Praça Tahrir. Em 2011, 47 mil mulheres vítimas de violência física foram atendidas no sistema público de saúde: 13 mil foram vítimas de estupro. Há algum tempo, Xuxa disse num programa de TV que havia sido abusada quando adolescente. Mas não envergou, depois, nenhuma bandeira na defesa das mulheres.
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o Reino Unido, uma britânica chamada Laura Bates criou o projeto Every Day Sexism, estimulando as vítimas a denunciar, através da
internet, assédios que sofrem na rua, em casa e no trabalho. Em dez meses, 20 mil mulheres usaram o site para contar suas histórias, recheadas de capítulos de estupro.
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o Brasil, a criação de políticas adequadas para combater essa fúria ainda engatinha. Até a Lei Maria da Penha tem brechas. Nós, mulheres, não queremos generalizar nem abrir guerra contra os homens: queremos que eles estejam do nosso lado, que sejam parceiros na extirpação dessa epidemia. O ator Cauã Reymond, recentemente, posou para uma campanha do Banco Mundial ostentando um cartaz: "Homem de verdade não bate em mulher". Poderia carregar outro: "Homem de verdade não estupra mulher". No Brasil, em 1991 as
mulheres eram responsáveis pelo sustento de 18% das famílias brasileiras; em 2010, a participação das mulheres no sustento das famílias cresceu para 39%. Mulheres ocupadas com curso superior completo eram em 2010, de 19,6%, superior ao dos homens, 14,2%. Temos uma presidente da República mulher, temos governadoras, congressistas, juízas, comandantes de grandes corporações, atletas, artistas de sucesso, escritoras, advogadas, engenheiras – temos uma legião de mulheres que chegam lá, com seu talento, seu trabalho, seu esforço. E é essas que queremos convocar para manifestações diárias na defesa das que, todos os dias, tomam duas ou três conduções para ir ao trabalho e, igualmente todos os dias, são submetidas a vexames dentro de ônibus, trens e metrô lotados, como se estivessem conduzindo gado.
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as últimas décadas, uma campanha mundial ganhou força: "Salvem as baleias". Nós também tempos o direito de chamar a atenção, conclamar todos os brasileiros para uma outra campanha que, sem deixar de cuidar das baleias, poderia ser : "Salvem as mulheres". MARLENE NICOLAU É EMPRESÁRIA, EDUCADORA, MÃE E PRESIDENTE DA
MICROCAMP-SP
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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Harry Louis, brasileiro, MAIS: fará parte dos ex-ator pornô e namorado do estilista Marc Jacobs, vai estrear como DJ numa festa em Recife.
gibaum@gibaum.com.br
2 “Os reeducandos da Papuda estão homenageados com a presença entre eles de um deputado federal.”
MARCO AURÉLIO MELLO // ministro do Supremo, sobre Natan Donadon, parlamentar condenado que escapou da cassação.
Fotos: Vivian Ortiz / Divulgação
Não convidem para o mesmo jantar – e nem para a mesma solenidade, apesar dos cargos que ocupam – o governador Geraldo Alckmin e o presidente da Fiesp e candidato ao governo de São Paulo, Paulo Skaf. O dirigente empresarial quer ver Alckmin de longe e está mais do que irritado com as incursões do Chefe do Executivo paulista junto ao PMDB para grande acordo no governo do Estado. Os emissários de Alckmin ofereceram a vice para Paulo Skaf, deixando o presidente da Fiesp quase fora de si: “Se topar, ele é que pode ser meu vice”.
ZACARIAS Qualquer que seja o resultado da novela Molina, não significará que Dilma Rousseff aumente suas relações com Evo Morales, presidente da Bolivia. A presidente até concorda com Lula na doutrina com cheiro de esquerda da América Latina. Só que isso não quer dizer que viva trocando salamaleques com Bolívia e Venezuela. Com Cristina Kirchner, ela até se entende. Quando Nicolás Maduro disse que Hugo Chávez “havia se manifestado através de um passarinho”, Dilma quase engasgou e com Morales, ela não tem (Lula tinha) a menor paciência. Sempre diz, aos assessores chegados, que Evo lhe faz lembrar o trapalhão Zacarias da televisão.
Sexo e vampiros Quem chega dia 6 para a 16º Bienal do Livro do Rio de Janeiro, é a autora de bestsellers eróticos Sylivia Day, que já vendeu 12 milhões de exemplares no mundo, 500 mil no Brasil, com Toda Sua, Profundamente Sua e Para Sempre Sua . Vem lançar Um Toque de Vermelho , que mistura sexo com vampiros, lobisomens e anjos. Mais: a produtora Lionsgate comprou os direitos de adaptação da saga Crossfire para o cinema e também pensa em transformar a história numa série de TV. E Sylvia volta em outubro para a Festa Literária Internacional de Cachoeira, na Bahia.
VELHOS AMIGOS Quando está em Miami, onde foi morar depois de sua renúncia da presidência da CBF, Ricardo Teixeira agora pode contar com a presença de seu velho amigo da área de esporte J. Hawilla, dono da empresa Traffic. Ele resolveu se afastar do comando da companhia, passou para os filhos e foi morar na Florida. No passado, a Traffic sempre teve relações comerciais com a CBF e por duas vezes, fez grandes adiantamentos à entidade esportiva para evitar que fechasse o ano no vermelho.
Um dos mais admirados atletas brasileiros, o ex-jogador de basquete e hoje palestrante Oscar Schmidt, ainda sob tratamento de quimio e radioterapia, acaba de ser fotografado para ser o próximo homenageado na Parede Gostosa da Fama na Galeria dos Pães, nos Jardins, em São Paulo. Inspirada na Calçada da Fama de Hollywood, a parede exibe foto de cada homenageado de maneira divertida: degustando guloseimas, doces ou salgadas. Oscar, a propósito, logo deverá ganhar mais uma homenagem: terá seu nome incluído no Basketball Hall of Fame, em Springfield, MA (EUA), só para celebridades mundiais.
Parede da fama
Parlamentares da base aliada e mesmo petistas acham que não há muito a esperar das medidas do Planalto como resultado num ano eleitoral. Dilma Rousseff terá de se agarrar apenas às ações sociais e haverá respingos nas urnas para todos. Argumentam que muitos projetos foram lançados sem maiores estudos e planejamento. E um bom exemplo é a redução da tarifa de energia elétrica. Foi criado para aliviar o bolso do brasileiro e ajudar na campanha de reeleição. Só que provocou uma série de complicações. De cara, ajudou a secar o caixa dos Estados, das prefeituras das distribuidoras de energia. Depois, com a escassez das chuvas, a ordem foi recorrer às termelétricas, cuja conta deverá ser paga nesse mesmo e próximo ano eleitoral. E não dá para escapar, devido à situação das empresas de energia.
Causas e efeitos
Contra socialistas Circula na internet trechos de entrevista dada pelo Papa Francisco quando era o Cardeal Jorge Maria Bergoglio, de Buenos Aires, ao jornalista (e socialista) Chris Matthews, da NBC, que nunca foi ao ar. Nela, Bergoglio dispara contra socialistas: “Vocês, socialistas e suas políticas, são a causa de 70 anos de miséria e são culpados de levar muitos países à beira do colapso. Vocês acreditam na redistribuição, que é uma das razões para a pobreza. Vocês querem nacionalizar o universo para poder controlar todas as atividades humanas. Vocês destroem o incentivo do homem, até mesmo para cuidar da família, crime contra a natureza e contra Deus”.
CONSULTOR Quem tem funcionado – e de graça – como uma espécie de consultor jurídico de Marina Silva nessa sua batalha para conseguir registrar seu novo partido, Rede de Sustentabilidade, no TSE, é o ex-ministro e expresidente do Supremo Tribunal Federal, Cezar Peluso. Ele é também defensor da chamada PEC dos Recursos, proposta que encurta prazo de cumprimento de sentenças.
MISTURA FINA O PESSOAL do Itamaraty acha que a revista The Economist tem toda razão quando garante que a política do Brasil para América Latina continuará sendo comandada por “duas cabeças”: uma do chanceler oficial, outra do assessor internacional Marco Aurélio Garcia, famoso pelo episódio do top,top,top .
MÃE e filha na novela Amor à Vida, Elizabeth Savalla (Tetê) e Tatá Werneck (Valdirene) andam se estranhando na vida real, especialmente nos bastidores das gravações. O autor Walcyr Carrasco anda carregando na dose daria das duas na telinha e a veterana Savalla poderia estar incomodada com o sucesso de Tatá.
O AUDAX, time de futebol criado por Abílio Diniz e pertencente ao Pão de Açúcar, deverá ser vendido para Mario Teixeira, do conselho do Bradesco e dono do Grêmio Osasco, clube da segunda divisão em São Paulo, Abílio é radicalmente contrário à venda, mas os franceses não querem nem saber: o Audax consumia, por ano, R$ 29 milhões dos R$ 41 milhões da verba do Pão de Açúcar sob o rótulo de Responsabilidade Social.
Luciana Gimenez, 43 anos, mãe de dois filhos e uma das poucas audiências da Rede TV! (é casada com o sócio da emissora, Marcelo Carvalho) é a atração da nova GQ, onde mostra um pouco mais do que já mostrou em outras revistas e confessa ficar excitada com “homem poderoso e com beijos no joelho”. Luciana não acredita em homens fiéis, só que “depois dos 40, você nem quer saber”. Ela lamenta, contudo, não ter mais tempo para se dedicar a exercícios “para os glúteos” porque não estão como poderiam ficar.
Louca por poderosos
Sem extradição O ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira, dez quilos mais magro, por conta de seus problemas renais (duas sessões semanais de hemodiálise, enquanto espera a hora de um transplante de rim), está debaixo de nova série de denúncias de corrupção e quer transferir sua residência para Andorra. No futuro, deverá passar, a cada ano, 150 dias no principado entre França e Espanha: O Brasil não tem contrato de extradição com Andorra, o que significaria que lá Teixeira estaria livre de qualquer ação da justiça brasileira.
/ IN Sapatilhas.
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Guerra é guerra
festejos que antecederão, dia 15, a Parada do Orgulho Gay da cidade movida quem diria - a frevo.
OUT
Rasteirinhas.
Mulher-Gorgonzola “O queijo Gorgonzola é um queijo que a maioria das pessoas gosta. Gosta na salada, com vinho, é delicado, de sabor e aroma peculiares. Tem status de iguaria com seu sabor sofisticadíssimo, é caro e podre. É contaminado por fungos, só fica bom depois que mofa. É podre de chique. Então, não é por estar envelhecendo ou apodrecendo ou mofando que devo ser desvalorizada. Estou me tornando uma iguaria. Com vinho tinto, sou deliciosa. Sou uma mulher para paladares sofisticados. Não sou para qualquer um, agora tenho status, sou um queijo Gorgonzola”. É a auto-definição de Maitê Proença, aos 55 anos de idade.
A MARCA francesa de produtos esportivos Le Coq Sportif, que já teve mais prestigio aqui e na Europa, vai inaugurar sua primeira flagship no Brasil, especialmente na região dos Jardins, em São Paulo. Lá fora, patrocina a corrida ciclística Tour de France e algumas seleções de futebol, e entre nós, deverá criar produtos especiais para brasileiros.
LUIS Favre, 63 anos, exmarido de Marta Suplicy, terminou seu tratamento de quimio e radioterapia: ele havia descoberto um câncer há algum tempo e agora, descansa em São Paulo, para novos exames daqui a seis meses. Para seus médicos, Favre está curado. Detalhe: seu câncer era igual ao de Lula, na laringe.
Colaboração:
Paula Rodrigues / Alexandre Favero
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5 INVASÕES O MST invadiu quatro fazendas no interior de São Paulo e uma em área urbana na Grande São Paulo, do empresário da noite Oscar Maroni.
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Dida Sampaio/Estadão Conteúdo
Rainer Holz/ Folhapress
A atuação independente de servidor em La Paz, representa conduta que não pode voltar a ocorrer. Antonio Patriota, exministro das Relações Exteriores
Alan Marques/Folhapress
Devo a minha liberdade ao Brasil e ao embaixador. Roger Pinto Molina, senador boliviano trazido ao País pelo diplomata brasileiro Eduardo Saboia. O senador estava havia 452 dias sem tomar sol, sem receber visitas. Eu me sentia como se fosse o carcereiro dele, como se eu estivesse no DOI-Codi. Eduardo Saboia, ex-diplomata brasileiro em La Paz
DOI-Codi é tão distante da embaixada (brasileira em La Paz) quanto céu do inferno. Dilma Rousseff, presidente, rebatendo a afirmação do diplomata Eduardo Saboia.
Fernando Bizerra Jr./EFE
É importante devolver Roger Pinto à justiça bolivariana. Evo Morales, presidente da Bolívia
Aeronáutica e Itamaraty fazem a festa O
Gabinete do Comandante d a A e r o n á u t i c a e m p enhou R$ 34,1 mil para a compra de bolos, pães, doces e salgados, segundo levantamento do site Contas Abertas. A encomenda incluiu 50 tortas doces, 100 tortas salgadas e 30 bolos caseiros. O valor também inclui 80 croissants de recheios diversos, 1.000 docinhos finos de 15g a unidade, 100 petits four de diversos sabores, 40 rocamboles de massa de pão de ló e recheio de doce de leite e 500 mini sonhos. Mas as delícias que vão para o gabinete do comandante da Força Aérea Brasileira não acabaram por aí. Também estão na lista de compras 630 centos de salgados diversos do tipo folheados, bruschetas, vol-au-vent, fritos, assados e canapés.
está para festa, apesar da crise que resultou na saída de Antonio Patriota do comando e da rápida nomeação de Luiz Alberto Figueiredo Machado. O cerimonial do ministério reservou R$ 16,4 mil para a compra de 500 garrafas de espumante brut. E fez exigências: quer espumantes produzidos pelo método champenoise e que tenham recebido ao menos quatro premiações internacionais, relativas a concursos realizados a partir de 2008. Além disso, o espumante deverá ter sido amadurecido em contato com leveduras, por um período mínimo de 12 meses. A safra do espumante deve ser posterior a 2008, no caso do produto não ser safrado, e a bebida deve estar em excelentes condições de consumo.
ITAMARATY No Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) o clima também
OUTROS PODERES O Senado Federal também deve ter motivos para comemorar nes-
Defesa de Saboia alegará 'carta branca' para a fuga
A
defesa do diplomata Eduardo Saboia, montada pelo ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, (OAB) Ophir Cavalcante Junior, sustentará que o ex-
responsável pela embaixada de La Paz recebeu "carta branca" do Itamaraty e do Planalto para garantir a vida do senador boliviano Roger Pinto Molina, retirado da representação após 452 dias de confinamento. Vai alegar que a presidente Dilma Rousseff e o então chanceler Antonio Patriota receberam constantemente informações sobre o desgaste físico e mental
Ministério das Relações Exteriores tem o que brindar. E empenhou R$ 16,4 mil só para espumantes brut.
ta semana. Vai desembolsar R$ 716 para a compra de quatro placas comemorativas de metal dourado, com letras de baixo relevo e brasão tridimensional. A Casa ainda vai gastar R$ 4,2 milhões para a compra de estações de trabalho para microcomputadores. Serão 1.454 estações com monitor, que terão garantia
do parlamentar. "O objetivo dessa defesa não é político, mas demonstrar que Eduardo Saboia não quebrou hierarquia", afirma o advogado. "Ele agiu dentro do estrito dever profissional de trazer o senador para o Brasil." Na sexta-feira, Saboia e Cavalcante Junior estiveram no Itamaraty. Dois representantes da sindicância montada no órgão para avaliar o episódio
de fábrica de 12 meses. Já a Secretaria do Superior Tribunal de Justiça (STJ) vai pagar R$ 313,2 mil para a contratação de empresa de treinamento e aperfeiçoamento. O curso, denominado “Curso Presencial – O novo líder”, será realizado no auditório do Tribunal, em Brasília, nos dias 9, 10, 11 e 12 de setembro e terá 32 horas de aula.
quiseram fazer perguntas informalmente. Causou estranheza o fato de a sindicância ser integrada por representantes de setores externos do Itamaraty. "Essa questão política do governo tem um limite. Ninguém está acima da Constituição", disse o advogado. Ele teme que possa haver a demissão do funcionário público. (Estadão Conteúdo)
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O safári se restringe a áreas públicas, para evitar acusações de invasão. Dan Bilefsky, do The New York Times
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Milan Bures/The International Herald Tribune
PRAGA SOB A LENTE DA CORRUPÇÃO Esse tour pela capital da República Checa custa US$ 20 por pessoa e atrai gente de todas as idades. Leva os turistas aos locais dos crimes.
Ao fundo, castelo iluminado em Praga, à noite. Nem só de palácios e catedrais vive o turismo. Pode-se optar por conhecer o lado sombrio da cidade.
Dan Bilefsky *The New York Times
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árias dezenas de pessoas, checos e estrangeiros da região, se amontoaram recentemente em um ônibus chamado Crony Safari para um passeio turístico definitivamente incomum. Entre as paradas: uma vila imponente de um lobista poderoso apelidado de Lord Voldemort; uma escola elitista onde sacos de dinheiro comprariam um diploma; e um único – e difícil de ser visto – endereço registrado por quase 600 empresas. Justin Svoboda, o guia de cabelos longos, recebeu os turistas que chamou de "safári ornitológico" – para observar "pássaros que roubam" do alto de seus "ninhos" luxuosos. A capital checa imaculada é célebre por seus palácios e pontes medievais. Entretanto, a agência CorruptTour, de Praga, exibe o lado mais obscuro da cidade – a cultura da ilegalidade e corrupção que prejudica o país desde que a Revolução de Veludo derrubou o comunismo em 1989. Ideia de Petr Sourek, filósofo e artista performático, de 38 anos, que virou empresário, a CorruptTour explora a desilusão generalizada com a corrupção daqui. Os checos de hoje ainda recitam um ditado popular da era comunista: "Aquele que não rouba do Estado, rouba da própria família". Os passeios têm estado esgotados, segundo Sourek, desde que um escândalo envolvendo grampos telefônicos, cofres abarrotados de dinheiro e uma pitada de adultério forçaram a renúncia do primeiro-ministro, Petr Necas, em junho. Necas, cujo modesto lar pode, em breve, ter um lugar de destaque no safári, admitiu um romance com sua chefe de gabinete e confidente, Jana Nagyova, que foi acusada de abuso de poder por supostamente ordenar ao serviço secreto que espionasse a esposa do primeiro-ministro. Nagoya disse que estava zelando pela própria segurança. PRISÃO A maior investigação policial do país levou à prisão oito oficiais de alto escalão em junho. "Muitos checos estavam com muito medo até de falar
Praga, dia 20 de junho de 2013. Uma lembrança diferente: turista tira fotos da casa de um antigo homem de negócios corrupto. Segundo o repórter que assina essa matéria, "hoje, há atividades nefastas mais que suficientes em andamento na capital checa para completar uma excursão de três horas." mal da corrupção, mas os últimos escândalos fizeram com que eles se tornassem mais conscientes", disse Sourek. "Estão ficando cansados e diretos." A República Checa, que entrou para a União Europeia em 2004, tem lutado para superar um legado de corrupção depois de décadas de regime comunista. No Índice de Percepção de Corrupção da Transparência Internacional de 2012, que ordena os países segundo o grau de corrupção dos setores públicos, a pontuação da República Checa indicou um "sério problema de corrupção." Entre os 27 membros da União Europeia, apenas Eslováquia, Romênia, Itália, Bulgária e Grécia se saíram pior. Hoje, há atividades nefastas mais que suficientes em andamento na capital checa para completar uma excursão de três horas. A primeira parada do passeio foi um prédio de apartamentos degradado em
um bairro de classe operária. O guia disse que Ivo Rittig, um lobista rico com um jatinho particular e uma casa em Mônaco, uma vez registrou o apartamento como sua casa. "Apareça, passarinho, apareça!", intimava, em voz alta, uma senhora conforme eles saíam na janela, e os entusiastas da corrupção apontavam suas câmeras, sem achar as presas. As estrelas involuntárias do passeio ficaram conhecidas por espantar ferozmente turistas curiosos do lado de fora de suas casas fortalecidas, explicou Svoboda, ou pairar ameaçadoramente ao volante atrás das janelas filmadas de seus sedans luxuosos. LIMITES Sourek consultou um advogado antes de começar os passeios em 2012, e o safári se restringe a áreas públicas para evitar acusações de invasão. A regra dele é que as pessoas ou instituições devem ser
citadas em casos de corrupção em, pelo menos, dois jornais respeitáveis antes de serem apresentadas no safári. Rittig e outro lobista poderoso apresentado no tour, Roman Janousek são chamados de "padrinhos". Estão mais que qualificados, tendo aparecido nas manchetes recentemente, depois que seus telefones foram grampeados como parte de uma operação policial anticorrupção que iludiu o primeiro-ministro e sua assessora. Parceiros de negócios dizem que Rittig, que não foi acusado de crime, se gabou a eles, dizendo ter oferecido à Nagyova, a assessora, bolsas caras da Louis Vuitton. O advogado dele se nega a comentar o assunto. O passeio, que custa US$ 20 por pessoa, atrai gente de todas as idades. No mais recente, havia alunos, um sushi chef e uma mulher que ganhou o safári de presente de aniversário do namorado. "Você diria que estamos na Rússia para ver tanta corrupção, mas nós somos membros da União Europeia", reclamou
Jan Schroll, professor de história do ensino médio, de 36 anos, que estava acompanhado da esposa grávida. "Eu vim porque estou cansado de toda esta corrupção." O safári da corrupção de repente parou do lado de fora da emparedada e concretada vila de Janousek, o lobista que a mídia jornalística checa chama de Lord Voldemort, em homenagem ao sombrio personagem de Harry Potter. Durante a operação policial que finalmente depôs o primeiro-ministro, a polícia achou cerca de US$ 8 milhões em dinheiro em um cofre que suspeita ter pertencido a Janousek e que, talvez, possa ter sido usado em um esquema de propina. Mas até agora, nenhuma ligação foi estabelecida e Janousek não foi formalmente acusado. Ele nega qualquer irregularidade. BEIJA-FLOR Janousek, em breve, será julgado por tentativa de assassinato ligada a um incidente de batida e fuga, em março de 2012, poucos dias depois
do Mlada fronta DNES, jornal importante, publicar uma série de artigos baseados em escutas telefônicas que o mostravam falando com o prefeito de Praga em 2007. D u r a n t e a s c h amadas gravadas, nas quais o prefeito faz uma referência a Janousek como "beija-flor", os dois discutiam questões como a venda lucrativa de ativos da cidade e compromissos no escritório. Como explicou o guia sobre o papel de Janousek no suposto esquema de tráfico de influências, Sourek oferecia cookies, com o nome "perdão presidencial", por dois euros cada. Os cookies, ironizou, eram uma homenagem ao antigo presidente Vaclav Klaus, acusado este ano – e depois exonerado – de alta traição depois de oferecer anistia a dezenas de acusados de corrupção financeira. Turistas também podem comprar camisetas CorruptTour e aparelhos antiescutas telefônicas. O safári terminou na periferia de Praga, no enorme mausoléu da família de Martin Roman, antigo chefe-executivo da gigante de energia CEZ, que, segundo autoridades, é suspeita de oferecer contratos lucrativos a comparsas, acusação que ele nega veementemente. Roman é bem vivo, mas Sourek disse que o mausoléu entrou no passeio pois era um monumento incitando o consumo ostensivo em era de corrupção. Olhando de maneira confusa para o mausoléu, um checo de 30 anos disse, em inglês, que o passeio o irritou já que cheirava a desgosto checo pelo sucesso dos outros. Ele se recusou a dar o nome, dizendo que a visão poderia ser um convite à zombaria. Sourek, por sua vez, disse que ele via a corrupção como um negócio em expansão que era à prova de recessão: "Escândalos com vida curta não significam lucros a curto prazo. A corrupção geralmente fica bem onde está, depois das manchetes terem sumido."
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7 BOMBA MATA NOVE SOLDADOS NO PAQUISTÃO Uma bomba explodiu e deixou nove soldados mortos no Paquistão, em região tribal próxima à fronteira com o Afeganistão, informou o Exército. A explosão ocorreu em uma área que abriga paquistaneses, afegãos e militantes ligados à Al-Qaeda.
nternacional Obama posterga ação na Síria para pedir apoio do Congresso. Israel critica. Síria tripudia.
O governo dos Estados Unidos possui provas físicas de que o regime do presidente sírio Bashar al-Assad usou gás sarin em um ataque, informou à rede de TV CNN o secretário de Estado norte-americano John Kerry. O gás teria sido usado em um confronto em 21 de agosto no leste de Damasco, quando mais de 1400 pessoas morreram, sendo que 400 crianças. Apesar da evidência, o presidente norteamericano Barack Obama adiou a intervenção na Síria para pedir apoio aos parlamentares norte-americanos a seu plano de ação militar. O Senado começará a debater o assunto esta semana e, na semana seguinte, será a vez da Câmara dos Representantes. Obama declarou que já conversou com os principais líderes do Legislativo.
possa retaliar atacando o país vizinho – Israel. Netanyahu não falou diretamente sobre a decisão de Obama de esperar aprovação do Congresso. No entanto, comentaristas da imprensa israelense criticaram o presidente americano por parecer indeciso, depois de sinalizar na semana passada que uma intervenção era iminente. Nos últimos dias, dezenas de israelenses fizeram filas em centros de distribuição de máscaras contra gás e o exército local instalou uma série de sistemas de defesa com mísseis perto da fronteira com a Síria e na região populosa de Tel Aviv. O ministro do gabinete de Israel Naftali Bennett postou em sua página no Facebook na noite de sábado uma crítica a Obama, dizendo que "o vacilo e a hesitação internacional sobre a Síria provam mais uma vez que Israel não pode depender de ninguém a não ser de si mesmo".
DUELO ADIADO
PAPA: JEJUM PELA PAZ Kevin Lamarque/Reuters
Jason Reed/Reuters
AMERICANOS CONTRA O ATAQUE O presidente norte-americano terá que enfrentar a aversão da opinião pública em relação a intervenções militares no exterior, após mais de uma década de envolvimento no Iraque e no Afeganistão e milhares de soldados mortos. Em pesquisa da NBC News divulgada recentemente, somente 42% dos norte-americanos apoiam o uso de força militar contra o governo sírio por ter supostamente utilizado armas químicas. Esse número subiria para 50% se a ação fosse limitada a ataques de mísseis originados em navios norte-americanos. Analistas estimam que nenhum ataque deve ocorrer em ao menos nove dias, tempo que deve ser tomado pelas negociações domésticas dos Estados Unidos. Navios da Marinha permanecem na região aguardando ordens para lançar mísseis. A Arábia Saudita, uma das maiores defensoras da ação internacional contra Assad, e os Emirados Árabes Unidos esforçaram-se neste domingo, durante reunião da Liga Árabe na cidade do Cairo, para reunir uma coalizão que daria aos EUA e outros países ocidentais apoio político para realizar ataques aéreos à Síria. A reunião da Liga Árabe, porém, terminou com um comunicado no qual os ministros pedem que a ação seja liderada pela Organização das Nações Unidas (ONU) para impedir que as forças de Assad matem mais civis. Mais de 110 mil pessoas morreram nos conflitos dos últimos dois anos e meio na Síria, e mais da metade dos mor-
Barack Obama terá que convencer Câmara, Senado e opinião pública. tos eram civis, afirmou o Observatório Sírio para os Direitos Humanos, ontem. A entidade estima que cerca de 5.800 crianças estiveram entre os mortos. O jornal oficial da Síria AlThawra chamou o ato de Obama de "recuo histórico norteamericano" em um editorial de primeira página. O vice-ministro de Relações Exteriores sírio, Faisal Mekdad, conde-
nou qualquer movimento ocidental armado contra seu governo. "A decisão de entrar em guerra com a Síria é uma decisão criminosa e uma decisão incorreta. Estamos confiantes que seremos vitoriosos", disse ele a repórteres diante de um hotel em Damasco. O vice-primeiro ministro sírio, Kadri Jamil, declarou à TV libanesa que "Obama foi derrotado antes mesmo de come-
Kerry: 1400 mortos por gás. çar a guerra". E ainda que a indecisão de Washington "levou a administração americana a ser motivo de piada ao redor do mundo." O presidente sírio, Bashar al-Assad, afirmou que "A Síria é capaz de enfrentar qualquer agressão externa, assim como enfrenta agressões internas todos os dias na forma de
Jim Hollander/EFE
grupos terroristas e daqueles que os apoiam", declarou, segundo a agência de notícias estatal Sana. Al-Assad foi visto em reunião com o líder do comitê de segurança nacional e política exterior do parlamento iraniano, Alaeddin Boroujerdi, em Damasco. "As ameaças norte-americanas de lançar um ataque contra a Síria não vão afastar a Síria de seus princípios... ou de sua luta contra o terrorismo apoiado por alguns países da região e ocidentais, principalmente, os Estados Unidos da América", disse. A Síria geralmente se refere aos rebeldes que lutam para derrubar Assad como "terroristas". Já a coalizão de oposição da Síria pediu ao Congresso dos Estados Unidos que autorize a ação militar e que acompanhe a ação com envio de mais armas aos rebeldes. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, tentou tranquilizar a população de seu país, que está preocupada com o impasse entre os EUA e a Síria, dizendo que Israel está "calmo e protegido" e pronto para "qualquer cenário possível". Muitos israelenses temem que, se os EUA atacarem a Síria, esta
No Vaticano, o Papa Francisco condenou o uso de armas químicas, mas pediu uma solução negociada para a guerra civil na Síria e anunciou que liderará um dia de jejum e orações pela paz no país. O Papa abandonou os temas religiosos em sua tradicional aparição de domingo e fez um discurso inteiro sobre a situação no país. "Meu coração está profundamente ferido pelo que acontece na Síria e angustiado pelo desenvolvimento dramático", disse o pontífice. O líder católico reiterou apelos para que todos os lados da guerra civil deixem as armas e "escutem a voz da consciência e tenham coragem para decidir pela negociação". O papa foi aplaudido ao expressar seu horror pelo uso de armas químicas. "Condeno veementemente", disse. "Há o julgamento de Deus e há ainda o julgamento da história sobre nossas ações, dos quais não há escapatória." O Papa Francisco escolheu o dia 7 de setembro para ser a data de jejum pela Síria e convocou católicos e pessoas de outras confissões para uma tarde e noite de vigília na Praça São Pedro pela paz na Síria e no Oriente Médio. (Agências)
Reuters
Soldado de Israel vigia um interceptador de mísseis em Haifa: em alerta contra um possível conflito.
Kadri Jamil: 'Obama foi derrotado antes de começar a guerra'.
Mike Hutchings/Reuters
Mandela sai do hospital. Será cuidado em casa. O ex-presidente da África do Sul Nelson Mandela, de 95 anos, deixou o hospital ontem depois de quase três meses de internação. Ele retornou à sua casa em Johanesburgo, onde conti- Nelson Mandela: em casa, depois de três meses de internação. nuará a receber cuidados médicos intensivos. "A condição segue críti- hospital de Pretória no dia 8 de junho para ca e em alguns momentos é instável", afir- tratar de uma infecção pulmonar. Ele vem mou o presidente Jacob Zuma em comunica- lutando contra a doença desde que contraiu do. "Sua casa foi reconfigurada para permi- tuberculose durante suas quase três décatir que ele receba cuidado intensivo." das de prisão por se opor ao regime de minoO líder antiapartheid foi admitido em um ria branca na África do Sul. (Agências)
Ueslei Marcelino/Reuters
Ex-presidente Mursi: réu por incitar a violência. O presidente deposto do Egito Mohamed Mursi será julgado sob a acusação de cometer e incitar a violência, decidiu ontem o procurador Hesham Barakat, numa escalada da repressão das autoridades apoiadas pelo Exército sobre a sua Irmandade Muçulmana. As acusações dizem respeito à violência do lado de fora do palácio presidencial em dezembro passado, depois de Mursi causar irritação em manifestantes, ao expandir seus poderes. Ele é acusado de assassinato e conspiração com o grupo palestino Hamas durante a fuga da prisão, durante a revolta de 2011
Mohamed Mursi: acusações de incitar violência. contra Hosni Mubarak. Mursi foi derrubado pelo Exército em 3 de julho, na sequência de protestos contra seu governo. As forças de segurança também mataram centenas de apoiadores de Mursi nos protestos desde a sua queda. (Reuters)
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Tietê, cenário de remadas históricas. Pelo poluído rio já nadaram ou remaram personalidades como João Havelange, Adib Jatene e Amyr Klink. Todos eles eram atletas do tradicional Clube Espéria. Fotos: Paulo Pampolin/Hype
Valdir Sanches
não era navegador, mas remava muito bem. Em outra área, o tenista Fernando Melis mulheres ainda geni já se destacava. Outros ficariam para a históusavam chapéu quando o Clube Es- ria do clube, como Arthur Buzin. péria criou as primei- De um trampolim de madeira, ras provas femininas de remo alto, erguido em frente à sede, no Rio Tietê. Foi em 1913, há lançava-se com precisão nas cem anos. O século começou competições do salto ornamovimentado para o clube. Em mental. Mas o feito histórico 1903, a primeira regata de re- mais marcante, para o Espéria, mo. Dois anos depois, as com- foi a conquista do 1º Campeopetições da natação (mulheres nato Interclubes de Remo conem 1919). Em 1907, o remo tra uma equipe de Santos, em 1903. O clube conquistou o privenceu em Montevidéu. A natação no Tietê durou até meiro troféu de sua história. Meia taça – A peça está entre um dos campeões do Espéria adoecer. Analisada a água, inúmeras outras expostas no descobriu-se a causa: tifo. Isso Arquivo Histórico do clube, aos foi em 1944. Um ano depois, as cuidados de um guardião dediprovas foram suspensas – para cado, André Fraccari Bertin. Posempre. O nadador em questão derá se assustar quem contemplar, exposta, apenas a metade era João Havelange. O Espéria foi fundado em de uma taça. André explica: em 1899, por sete jovens italianos, uma competição de remo, o Esem uma São Paulo de 239 mil péria e a Associação Atlética habitantes. Naquele pedaço de São Paulo chegaram empatario, com as margens ligadas pe- dos. Quem ficaria com o troféu? O regulamenla ponte que to não previa se chamava empate. A soGrande e hoje lução foi suré das Bandeipreen dente. ras, se instalaSerrou-se a riam vários taça ao meio, clubes tradie cada clube cionais. E faficou com mílias desfruuma metade. tavam restauNo remo, rantes, piqueas disputas n i q u e s e durariam até passeios de 1972. Um barco. episódio A primeira ocorrido há edificação do um século esclube, um tá vivíssimo barracão paentre as parera os barcos des do Arquide competivo Histórico. ção, ficava na Meia taça conquistada no empate A Federação m a r g e m e squerda do Tietê, perto de onde Paulista das Sociedades do hoje está a Estação Armênia Remo negou registro a 54 dos do metrô. Era um lugar agra- 140 atletas do clube, naquele dável e arborizado, a Chácara 1913. O gesto assentava-se Floresta. Quatro anos depois, no código de remo inglês. O código rezava que, quem a área foi vendida e o Espéria trabalhava em serviço pesateve que atravessar o rio. No lado do Tietê onde está do, como os 54, não poderia até hoje, seria construída uma disputar. O trabalho lhes dava nova sede. O terreno era baixo, preparo físico, benefício não sujeito a inundações. Foi preci- auferido por alguém do coso comprar um burro e uma car- mércio, por exemplo. A questão foi levada à Justiça, roça, para o necessário aterro. Inaugurada em 1904, a bucóli- mas o clube perdeu até a última ca nova sede tinha o barracão instância. Esteve afastado da para os barcos, a secretaria e federação por oito anos. Na época, dizia-se que, na verdauma pequena enfermaria. Na década de 1940, o rio foi de, estava havendo uma manor e t i f i c a d o e p e r d e u s e u s bra para tirar das disputas Luiz meandros. A Chácara Floresta Bernardini, o Gijão, tido como o submergiu no novo caminho maior remador do País. Os sete jovens que fundadas águas. Mais tarde, as pistas da Marginal avançaram so- ram o Espéria praticavam rebre a primitiva sede e separa- mo amador. O nome escolhido ram o clube do rio. Uma nova foi Club Canottieri (remadores) Espéria. As atas e estatusede precisou ser erguida. Ilustres – Enquanto foi possí- tos foram escritos em italiano vel, os atletas se beneficiaram até 1930, e o próprio nome redo Tietê. Adib Jatene, o médi- cebeu adendos nessa língua. Guerra – Ainda houve outras co, foi vice-campeão de remo. João Havelange, ex-presiden- modificações, até que, em te da Fifa, ganhou a Travessia 1 9 4 2 , d u r a n t e a S e g u n d a de São Paulo. Amyr Klink ainda Guerra (a Itália era inimiga dos
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Fundado em 1899 por um grupo de jovens italianos, Clube Espéria revelou diversos atletas em competições no Rio Tietê, em frente à sua sede.
O nadador Arthur Buzin, no trampolim do Clube Espéria, salta no Rio Tietê, em 1927. No rio limpo, nado e remo eram esportes obrigatórios. Aliados, entre eles o Brasil) o clube passou a se chamar Associação Desportiva Floresta. Em 1965, recebeu o nome definitivo, Clube Espéria. O fim da natação no Tietê não deixou os nadadores na mão. Doze anos antes, em 1933, o clube inaugurou uma piscina semiolímpica, a primeira da cidade com dimensões competitivas. A piscina existe até hoje. Mas desde 1992 é coberta e com água aquecida. No Arquivo Histórico está a taça de vencedor da São Silvestre de 1925, ganha por Alfredo Gomes. Outra é a de campeão do 1º Torneio Paulista de Polo Aquático, realizado numa reentrância do rio, ao lado do Espéria, em 1927.
André Fraccari Bertin, responsável pelo acervo histórico do clube: estatutos escritos em italiano até 1930.
No Espéria, flechadas fazem parte do cotidiano. Paulo Pampolin/Hype
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arina de Moraes Lemos arma o arco. Concentra-se, solta e a flecha parte. Em uma das vezes em que fez isso, no ano passado, sagrou-se campeã brasileira, categoria individual. O arco e flecha do Clube Espéria foi criado em 2007. É uma entre a grande variedade de modalidades esportivas do clube. Na sede de quase 90 mil metros quadrados, ao lado do Parque Anhembi, onde está desde 1904, há até quadras de areia para o vôlei de praia. E a infraestrutura para o lazer, de restaurantes a salão de beleza e biblioteca, tudo à disposição dos 8 mil sócios. O arco e flecha é dirigido por Reinaldo Augusto Nunes, técnico que comandou equipes brasileiras em nove campeonatos mundiais. Ele conta que o Espéria tem, no momento, 35 atletas em competição. Dezesseis deles estão entre os 10 primeiros de suas categorias no ranking nacional. Espera que um ou dois cheguem às Olimpíadas. Marina é professora de educação física de uma escola pública. Veio para o arco e flecha “por mera curiosidade”. “Eu era do
Reinaldo Augusto Nunes, técnico do curso de arco e flecha do clube karatê e meus amigos disseram que o arco e flecha era a minha cara. Não pensava em competir, só ter uma atividade física”, conta a arqueira. Mas pegou gosto, dedicou-se e o resultado
veio. Além de campeã individual brasileira, conquistou dois títulos por equipe: o vice brasileiro e o 3º lugar das Américas. “É um esporte muito solitário. Na linha de tiro ficam você, seu alvo e Deus.” (V.S.)
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MANUTENÇÃO O Pacaembu tem custo anual de manutenção de R$ 11 milhões.
distritais
ZONA NORTE Palestra enumerou também os investimentos para a zona norte.
Fotos: Arquivo/DC
Pacaembu: licitação para concessão sai até outubro. Secretário municipal de Esportes, Celso Jatene, em palestra na Distrital Norte, informou que o processo será de mais de R$ 250 milhões. André de Almeida
O
estádio municipal Paulo Machado de C a r v a l h o , o P acaembu, será concedido para a iniciativa privada. A expectativa é de que a licitação, de mais de R$ 250 milhões, seja lançada até outubro, e a empresa vencedora terá de fazer as reformas necessárias para a sua modernização. A informação foi dada pelo secretário municipal de Esportes, Lazer e Recreação, Celso Jatene, durante palestra no Clube Esperia, na semana passada. No evento, promovido pela Distrital Norte da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e que contou com a presença de empresários, políticos e lideranças locais, Jatene detalhou as atribuições e os projetos da pasta para a cidade e os investimentos específicos para a zona norte. Um dos principais assuntos foi justamente a concessão do Pacaembu. "A ideia é trazer investimentos privados para que o estádio fique no padrão das novas arenas que estão sendo construídas. Não se trata de uma privatização, mas sim de uma concessão de serviço do equipamento", explicou. Custo – O secretário teme que, com a inauguração, em 2014, das arenas do Corinthians e do Palmeiras, o Pacaembu – que tem custo de manutenção atual de R$ 11 milhões por ano – fique sem utilização, já que os dois clubes não mandarão mais seus jogos ali. Como o São Paulo realiza suas partidas no Morumbi, o Santos surge como forte candidato para transformar o estádio em sua arena multiuso, proposta que está sendo analisada pela diretoria do clube da Vila Belmiro. "Muito se tem falado no Santos, mas o clube joga pouco no estádio. Se o Pacaembu receber partidas de um único time, com a atual estrutura, ele iria afundar em termos de equipamento", disse Jatene. Anualmente, o local sedia cerca de 70 jogos. "O que está certo é que a empresa vencedora terá uma série de regras a cumprir, entre elas a reforma e revitalização do espaço poliesportivo ao lado do estádio e a manutenção do Museu do Futebol. Será uma licitação exigente", ressaltou. Tietê - Outro ponto abordado na palestra foi o destino que será dado ao antigo Clube de Regatas Tietê, na zona norte, fechado em novembro do ano passado depois de 105 anos de funcionamento. Na ocasião, o terreno, de 50 mil metros quadrados, foi devolvido à Prefeitura depois de uma batalha judicial que acontecia desde 2009. No local, segundo Jatene, funcionará um complexo com unidades do Sesi, Senai, além de um centro esportivo, construídos pela Fiesp por meio de uma parceria com a administração municipal. "Faremos to-
G Ir
Agendas da Associação e das distritais
Hoje I Jabaquara – Às 9h30,
Mauricio Benassatto/Divulgação
do o esforço para que o projeto seja viabilizado o mais rápido possível", afirmou. Metas – Entre as metas apresentadas, o secretário também adiantou que a pasta trabalhará no sentido de ajudar na implementação de 10 Centros Educacionais Unificados (CEU's) em centros esportivos municipais, na implantação do novo Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa (COTP) – provavelmente na zona leste, além da construção do Centro Esportivo de Heliópolis. "Com o novo centro olímpico, o atual, instalado no Ibirapuera, seria ampliado e modernizado. Estamos finalizando um projeto nesse sentido e gostaríamos que fosse concluído antes da Olimpíada de 2016", disse. De acordo com Jatene, a intenção é que o espaço receba a delegação olímpica da China, que treinaria no local antes da disputa dos jogos.
Homenagens - No encerramento do evento, o secretário recebeu do presidente da Facesp e da ACSP, Rogério Amato, uma placa e um livro comemorativos. O vice-presidente da ACSP e ex-superintendente da Distrital Norte, João Bico de Souza, teve sua foto oficial descerrada, passando a compor a galeria dos ex-superintendentes da distrital. Além de Jatene e Amato, compuseram a mesa principal o deputado federal Walter Ihoshi (PSD), o presidente do Clube Esperia, Armando Perez Maria; o coordenador regional Norte das Sedes Distritais, João de Fávari; o superintendente da Distrital Norte, George Ayoub; o vice-presidente da ACSP, João Bico de Souza; o subprefeito do Jaçanã/Tremembé, Edison de Oliveira Vianna Júnior; o subprefeito de Santana/Tucuruvi, Roberto José Cimino; e a subprefeita da Casa Verde, Nelma Lúcia Heiffig.
reunião Projeto Empreender – Núcleo Saúde e Bem-Estar com a palestra "Recrutamento e Seleção", com Esmeralda Queiroz, consultora do Sebrae em RH. Avenida Santa Catarina, 641. I São Miguel – Às 9h30, 10ª Reunião do Núcleo Setorial de Beleza Projeto Empreender . Av. Marechal Tito, 1042.
Amanhã I Santo Amaro – Às 15h,
reunião da Comissão do Natal Iluminado 2013. Avenida Mário Lopes Leão, 406.
Quarta I Ipiranga – Às 19h30,
Rogério Amato, presidente da ACSP e da Facesp, e Celso Jatene, secretário municipal de Esportes, Lazer e Recreação, em evento na Distrital Norte. Acima, o estádio do Pacaembu que, após concessão, deverá ser modernizado. Abaixo, o clube Tietê, que poderá abrigar um complexo com unidades do Sesi e Senai.
palestra em parceria com o Sebrae com o tema "Entendendo Custos, Despesas e Preço de Venda". Rua Benjamin Jafet, 95. I Butantã – Às 19h30, palestra gratuita do Sebrae, com o tema "Como lidar com a inadimplência". Informações e inscrições: 30326101/3032-8878 ou dbutanta@acsp.com.br. Rua Alvarenga, 591. I Mooca – Às 19h, homenagem a empresários da região em conjunto com os Rotary Clubs Alto da Mooca e Mooca. Rua Madre de Deus, 222.
Quinta I Santo Amaro – Às 10h,
2ª reunião da Comissão dos Educadores. Avenida Mário Lopes Leão, 406. I Centro – Às 18h, palestra em parceria com o Sebrae: "Marketing de Relacionamento", com consultora do Sebrae. Informações e inscrições: 32085753/3207-9366 ou dcentro@acsp.com.br. Auditório da distrital, rua Galvão Bueno, 83.
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BRASIL E HOLANDA Além do verde e amarelo, a cor da seleção de futebol da Holanda, o laranja, também está presente nos arranjos.
regionais
Inspirada na Copa do Mundo de 2014, a 32ª Expoflora terá flores e plantas nas cores verde e amarela. A mostra vai até dia 29 e deve receber 300 mil pessoas.
As flores entram em campo em Holambra André de Almeida
Fotos: Divulgação
Previsão é de 12% de crescimento
A
Expoflora, maior exposição de flores e plantas ornamentais da América Latina, começou sexta-feira, apostando suas pétalas na Copa do Mundo de 2014. Em sua 32ª edição, a mostra, que acontece anualmente em Holambra, antecipa para o público a primavera e seus lançamentos da estação. Neste ano a tendência são flores nas cores verde e amarela. Os produtores locais – cerca de 300 – lançam as novas variedades e na feira e têm a oportunidade avaliar sua aceitação pelo consumidor antes de chegarem no mercado. São esperados, em média, 300 mil visitantes até 29 de setembro. Além da diversidade de flores e plantas ornamentais, há também opções de lazer, gastronomia e compras, em uma área de 250 mil metros quadrados. O evento consumiu investimentos de R$ 3,5 milhões e gerou cinco mil empregos diretos e indiretos. "A expectativa é de movimentação de algo entre R$ 18 e R$ 20 milhões na economia da região, no comércio e no segmento de serviços, como hotéis, restaurantes e empresas de turismo, em cidades localizadas em um raio de até 80 quilômetros de Holambra", afirma Paulo Fernandes, diretor de Comunicação da Expoflora. Novidades - Entre os lançamentos em flores e plantas verde e amarelas, para lembrar a Copa, estão lírios da linha Brasil, callas (copos de leite), hibiscos, sunpatiens (desenvolvidos a partir dos impatiens), alstroemeria hybridas, crisântemos e uma orquídea colorida artificialmente de verde. O trevo de quatro cores, que tem a fama de atrair sorte, também traz as cores da bandeira brasileira. "O foco de distribuição dessas plantas são hotéis, empresas, restaurantes, residência e até estádios", diz Fernandes. A seleção de futebol de Holanda, de onde vieram os imigrantes que fundaram Holambra, também está sendo homenageada com flores em laranja, a cor da equipe holandesa. Entre as flores, tarantas, hibiscos, callas, lírios e oranúnculos. Outros lançamentos são a rosa Blueberry (desenvolvida em laboratório após sete anos de pesquisas), a calla preta, a barleria (arbusto com flores na cor ro-
O
mercado nacional de flores e plantas ornamentais, segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibraflor), deve crescer 12% este ano na produção e na venda, movimentando R$ 4,8 bilhões. Desde 2006, o segmento registra altas que variam de 8% a 12% ao ano no volume de vendas, e de 15% a 17% no valor movimentado. Mas ainda há um vasto campo a ser explorado, já que enquanto o consumo per capita de flores na Europa gira em torno de R$ 141 (US$ 70), o brasileiro gasta anualmente, em média, apenas R$ 23 (US$ 12). Segundo o presidente do Ibraflor, Kess Schoenmaker, a venda de flores e plantas acompanha o aumento dos salários. "Estamos melhores que outros países em desenvolvimento e podemos crescer muito mais até chegar à média europeia", afirma. Atualmente, o Brasil tem 7,6 mil produtores de flores e plantas que cultivam, juntos, mais de 350 espécies com cerca de três mil variedades. O setor é responsável por 194 mil empregos diretos no País. Holambra, apesar .de seus 11 mil habitantes, responde por 45% da produção nacional. (AA)
sa), a dormideira, a celósia (com textura aveludada), e as exóticas orquídeas oncidium, com a mescla artesanal de suas cores. De acordo com o produtor da cidade Benny Van Rooijen, um dos maiores desafios do setor é aumentar a visibilidade das novas variedades de plantas. "Algumas delas, inclusive, são submetidas a milhares de testes antes de chegarem ao consumidor. Mas o crescimento do mercado tem incentivado os produtores a investirem", afirma. Atrações - O carro-chefe da Expoflora é a exposição de arranjos florais, com mais de mil
tipos de flores e plantas de vaso. Este ano, o tema é Flores, contos e lendas, resgatando as tradições e o folclore do Brasil e da Holanda. No espaço, Branca de Neve e os Sete Anões, Chapeuzinho Vermelho, João e Maria, Rapunzel, Cinderela e as bruxas mostram as tendências na decoração floral. Outro destaque é a mostra de paisagismo e jardinagem que, em 25 ambientes, destaca o uso racional da água em residências e ambientes corporativos. A programação inclui a tradicional chuva de pétalas, dança e culinária holandesas, passeios turísticos por Holambra, visita ao museu
histórico e cultural da cidade, o Shopping das Flores, onde é possível comprar 200 espécies e mais de duas mil variedades. A expectativa de venda nesta edição é de 100 mil unidades de flores.
S ERVIÇO A Explofora vai até o dia 29, sempre de sexta-feira a domingo. O horário é das 9h às 19h. O acesso a Holambra é feito pela rodovia Campinas - Mogi Mirim (SP 340), na saída 140. Os ingressos custam R$ 32 na bilheteria. Informações: (19) 3802-1421.
Ao alto, hibisco amarelo; à direita, orquídea verde, colorida artificialmente. à esquerda, os campos de flores da cidade.
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Memória do esporte olímpico
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cultura
NYT
Ciclo de filmes relembra momentos importantes do esporte olímpico no Brasil. Cinemateca Brasileira. Largo Senador Raul Cardoso, 207. Tel.: 3512-6111. Grátis
A fina ciência das claques. No Bolshoi. É uma arte que pode até regular a temperatura dos grandes espetáculos Ellen Barry
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o meio da multidão que entra no Teatro Bolshoi para assistir ao balé, não é difícil identificar Roman Abramov e sua equipe, contanto que você saiba o que está procurando. Elas não são as novas ricaschiques trajando grifes. A expressão de seus rostos não reflete a satisfação das mulheres dos oficiais, que julgam usufruir o que fizeram por merecer nem são as turistas. O grupo de Abramov consiste em mulheres de meia-idade comuns, usando casacos simples. Ostentam ar contrito, profissional. Reúnem-se na escadaria e, conforme se aproxima o momento de abrir a cortina, distribuem-se em pequenas formações, como atletas de nado sincronizado, e desaparecem no meio das pessoas que se dirigem às suas poltronas. Observando todo esse movimento está o próprio Abramov, olhos escuros e inteligentes inspecionando o saguão. Seu trabalho é instigar aplausos baseado em acordos secretos com os bailarinos, usando assistentes plantados entre os espectadores. Essas parcerias, misto de paixão e comércio, podem durar vários anos, e, de vez em quando, se tornar dramas dignos de novelões. Os claquistas, como esses profissionais são conhecidos, já foram muito comuns nos grandes teatros do mundo, embora a prática tenha praticamente desaparecido em meados do século XX. Sua sobrevivência poderia ter passado completamente despercebida não fosse pelo
ataque com ácido a Sergei Filin, o diretor artístico, que teve de fazer diversas cirurgias para tentar salvar a visão. Um dos bailarinos da companhia, Pavel Dmitrichenko, mais tarde admitiu ter orquestrado o ataque. Depois disso, a companhia passou a ser alvo de uma vigilância minuciosa e implacável, o que acabou expondo parte da estrutura de poder extraoficial que define a vida no teatro. Se na Rússia é difícil saber o que é real e o que é artificial, que dirá em um auditório forrado de dourado. Os gritos de "Bravo!" que se ouvem depois de um pas de deux espetacular podem vir de uma plateia verdadeiramente encantada. Como também podem ser o som de um esquema de proteção teatral muito sofisticado. No salão principal do Bolshoi para uma apresentação de O Lago dos Cisnes, Abramov, 40 e poucos anos, estava completamente à vontade em seu elemento. Ele usava um jeans desbotado e um tênis New Balance e tinha um leve sinal de barba por fazer; poderia muito bem passar por um bookmaker. Mal podia falar porque estava totalmente concentrado, dirigindo seu pessoal para os banquinhos e cadeiras que não existem no quadro oficial de assentos. Uma mulher com uma túnica cor de melancia, obviamente mãe de um dos bailarinos, tentou cercá-lo no corredor na esperança de conseguir o apoio da claque em uma apresentação futura. Abramov estava muito ocupado para conversar e ela ficou ali, parada, impaciente.
O rosto de Abramov é bem conhecido no mundo teatral de Moscou, o que não é surpresa alguma, já que ele diz assistir a 300 shows por ano no Bolshoi, mas os detalhes de sua operação, ele chama de "religião" e exerce por amor e fanatismo, são um mistério. Só concedeu uma única entrevista antes, em 2004. A secretária de imprensa do Bolshoi, Katerina Novikova, se recusou a fazer qualquer comentário para esse artigo, exceto para dizer que lamentava a escolha do tópico. Quando questionei o crítico de balé e historiador Pavel Gershenzon, em seu rosto surgiu uma expressão absorta. "Como um cigano chegou ao teatro? Não sei", diz Gershenzon, ex-vice-diretor do Teatro Mariinsky de São Petersburgo. "Não sei quem ele é nem onde mora." "Na verdade, nem sei seu sobrenome", acrescentou em um tom surpreso, perguntando se Abramov era judeu. Abramov descreve seu trabalho como uma "transação bem codificada": os claquistas garantem o aplauso aos artistas e, em troca, ganham os ingressos a que eles têm direito, geralmente dois na plateia e de quatro a seis passes de acesso ao elenco e aos camarins. Uma vez que a claque moderna representa vários bailarinos no mesmo espetáculo, Abramov geralmente garante até 28 lugares no teatro por noite. Façanha impressionante considerando-se que os ingressos para O Lago dos Cisnes, por exemplo, saem por algo entre 300 dólares e 500 dólares. Por que os artistas precisam desse recurso? Os mais
experientes querem algo bem específico, Abramov explica, como alguns segundos para recuperar o fôlego entre o fim de um adágio e o início de uma variação; os jovens temem o silêncio depois da sequência de movimentos. Todos os acordos, porém, são feitos em particular. Quando executado corretamente, o que ele e sua equipe fazem é um tipo de ciência. Aplaudir alguns atores
acontecendo, embora não entendam bem o que seja; assim, para não serem tomados por bobos, também reforçam as palmas, para ninguém perceber que estão perdidos." Os dançarinos raramente falam publicamente sobre a existência das claques. Nas entrevistas com meia dúzia de bailarinos do Bolshoi antigos e atuais, todos disseram achar o recurso positivo, pois injeta o
imperceptivelmente bem colocados, apelando para o alerta à acústica, psicologia das massas e os desafios técnicos que um artista enfrenta no palco, podem realmente "acender" a plateia como se fosse a chama do forno, levando os leigos a acreditar que estão testemunhando algo virtuoso. "O público não confia em si mesmo, precisa sempre de um apoio", disse o crítico Vadim Gayevsky, que chegou a fazer parte das claques quando era garoto, nos idos de 1940. "Se ouve alguém aplaudindo agressiva ou intensamente, seus membros acham que algo extraordinário está
salão com energia. Entretanto, essa reticência é também consequência da autopreservação, já que os claquistas do teatro são conhecidos por sua sensibilidade exacerbada e senso de vingança, donos de estratégias criativas para atrapalhar o espetáculo. A ofensa pode ser causada pela sugestão do artista de encerrar o fornecimento de passes, o que ocorre com relativa frequência, principalmente quando os iniciantes ganham confiança e sentem não precisar mais de aplauso garantido. Uma bailarina que conversou comigo na base do anonimato
disse que tentou encerrar o acordo na maior diplomacia possível na esperança de evitar um confronto. "A princípio estava me escondendo, sim; aliás, estava fugindo. E eles tentando me achar por intermédio de minha mãe. Se a encontravam no teatro, perguntavam: 'Por que ela não liga para a gente? Por que não cuida mais dos passes e ingressos?'" Olhando bem para os homens e mulheres que compõem sua equipe, a maioria com bem mais de 50 anos, Abramov imagina se essa não será a última geração de claquistas do Bolshoi. Desde o fim da União Soviética, está cada vez mais difícil encontrar gente que ame o balé com esse tipo de paixão obsessiva. "Minha vida se resume a isso", ele revelou. "Ninguém que tenha o mínimo de bom senso sobrevive a oito apresentações de La Bayadère seguidas; ou vinte Quebra-Nozes' em dez dias." De qualquer forma, não havia tempo para muita introspecção na noite em que conversamos porque o espetáculo já se aproximava de seu final grandioso. De repente, um dos integrantes da equipe de Abramov começou a gritar "Bravo! Bravo!" Um homem sentado em um banquinho na ponta de uma das fileiras, mas a bailarina estava executando 32 fouettés perfeitos e já não dava mais para saber de onde vinham os gritos. Onde acabava a paixão e começava a farsa? Impossível dizer.
Ellen Barry escreve para The New York Time
Canta, canta, Martinho da Vila. Aquiles Rique Reis
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eunindo seis filhos e uma neta em torno de si (Mart'nália, Analimar, Juju, Martinho Filho, Tunico da Vila, Maíra Freitas e Dandara) para gravar seu Sambabook (Musickeria) em DVD, CD e Blue-Ray, acompanhado de fichário com partituras, livro discobiográfico, site e aplicativo (direção artística de Afonso Carvalho), Martinho da Vila nos permite visitar sua ampla obra e melhor apreciar sua fluência no tempo, seu desenvolvimento histórico como autor. Compondo e cantando, Martinho dá inestimável contribuição para que o mundo em que vivemos seja melhor. Mas, recatado, ele parece não se dar conta da importância que tem para a música. Além de duas faixas-bônus, interpretadas pela Orquestra Petrobras Sinfônica, são 24 músicas divididas entre grandes intérpretes que se esmeram e dão o melhor de si em cada uma das canções
(bem) escolhidas. Para tanto, com direção musical do cavaquinista Alceu Maia, eles contam com ótimos arranjos e instrumentistas. Paulinho da Viola canta Quem É do Mar Não Enjoa (Martinho). Com seu jeito elegante de cantar, ele contrasta com a exuberância de Ney Matogrosso em Ex-Amor (Martinho). Show de bola de dois grandes intérpretes. João Donato ao piano canta Meu Laiá-Raiá (Martinho). Seu jeito bossanovista realça a levada sambista de Moyseis Marques cantando Renascer das Cinzas (Martinho). Duas maneiras distintas, mas igualmente preciosas de mostrar o que é que Martinho da
Vila tem. Toni Garrido se entrega com vontade em Deixa a Fumaça Entrar (Beto Sem Braço e Martinho). Logo após, Martinho conta que fez Odilê, Odilá (dele e João Bosco) interpretada delicadamente por Ana Costa quando João e ele, buscando um lugar para beber a penúltima, viram uma baiana diante de um tabuleiro. Foram até ela. Ao vê-los chegar, ela sapecou Odilê!, saudação à qual Martinho respondeu Odilá!. Para cantar Filosofia de Vida (Fred Camacho, Marcelinho Moreira e Martinho), Dorina se desmancha em brejeirice e encanta. Já Jair Rodrigues espalha sua histrionice em
Amor Não É Brinquedo (Martinho e Candeia). Dois estilos para um só fim: louvar Martinho da Vila. Pitty surpreende ao mandar muito bem em "Roda Ciranda" (Martinho). Marcelinho Moreira, com sua competência, também arrasa cantando Na Minha Veia (Martinho e Zé Catimba). Cantores díspares, talentos iguais. Maíra de Freitas canta ao piano Fim de Reinado (Martinho). Sua voz minimalista, afinada, suingada, amplia a de Paula Lima, fervorosa, interpretando Grande Amor (Martinho). O Casuarina e Fernanda Abreu, esta com a bateria da Vila Isabel, cantam sambasenredo, gênero no qual Martinho é bamba. Ao fim, ele reúne todos os convidados para cantarem Canta, Canta, Minha Gente. Numa bela sacada, a mixagem vai destacando, uma a uma, a voz dos cantores que integram
o grande coral. Martinho José Ferreira é o gênio que faz do público admirador cativo do seu jeito malandro de comer pelas
beiradas. Assim ele constrói sua vasta obra musical.
Aquiles Rique Reis, músico e vocalista do MPB4.
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170 anos de furacões As rotas de quase 12 mil furacões e ciclones tropicais foram traçadas em um único mapa por cientistas. O resultado é belo e útil para estudos. Visualização detalhada no link. http://1.usa.gov/17aoAAb
Logo Logo www.dcomercio.com.br
T RÂNSITO C RIATIVIDADE
Novas faixas de ônibus A
s zonas leste, sul e norte da Capital terão, a partir de hoje, novas faixas exclusivas de ônibus. Segundo a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), a mudança vai atingir vias na região do Campo Limpo, Ipiranga, Penha e da Vila Maria. No Campo Limpo (zona sul), a faixa exclusiva passará pelas ruas José Félix e Alves dos Santos, no sentido centro (entre a estrada do Campo Limpo e a av. Prof. Francisco Morato). A faixa nesse trecho será de 500
metros de extensão e estará em funcionamento das 6h às 10h, de segunda a sexta-feira. Os ônibus que passam pelo Ipiranga (zona sul) também terão novas faixas hoje na rua Silva Bueno, entre a rua dos Sorocabanos e a av. Almirante Delamare. Funcionarão de segunda a sexta-feira, das 17h às 20h, no sentido bairro. Já na região da Vila Maria (zona norte), a nova faixa exclusiva estará na av. Guilherme Cotching, no sentido centro, da rua Alcântara até a av.
Nadir Dias de Figueiredo. Esse trecho totaliza 200 metros de extensão e será exclusivo aos ônibus de segunda a sexta-feira, das 6h às 9h. A Penha (zona leste) é a região que terá maior número de vias servidas por faixas exclusivas. São elas: rua Rodovalho Júnior, rua Padre Benedito de Camargo, a rua Ver. Cid Galvão da Silva, rua Cel. Rodovalho, rua Com. Cantinho, a avenida Penha de França, a avenida Cangaíba e a rua Dr. João Ribeiro. A faixa
exclusiva que passará por essas vias atingirá 8 km de extensão e estará em funcionamento das 6h às 9h no sentido centro, e das 17h às 20h no sentido bairro. Todas as novas faixas estarão à direita da via. O motorista que invade o trecho exclusivo aos ônibus comete infração leve, com perda de três pontos na carteira e multa de R$ 53,20. Agora a Cidade passa a contar com 146,4 km de faixas exclusivas, segundo a CET. (AE)
Bas Czerwinski/EFE/EPA
Lego na Liga da Justiça Chris McVeigh cria retratos de super-heróis, como o Batman, usando peças de Lego. As canetas da imagem também são de Lego: uma brincadeirinha para nos fazer acreditar por um segundo que eram desenhos. http://bit.ly/1422282
M EMÓRIA
A morte do temível David Frost O jornalista britânico David Frost, famoso pelas suas (implacáveis) entrevistas na TV com o ex-presidente dos EUA Richard Nixon, morreu neste domingo, aos 74 anos. Segundo a família, a causa da morte pode ter sido um ataque cardíaco a bordo do
navio Queen Elizabeth, onde faria um discurso. Ele foi o único jornalista entrevistar os seis premiês britânicos que ocuparam o cargo entre 1964 e 2007, além dos sete presidentes dos EUA em exercício entre 1969 e 2008. (AE)
A RTE
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SÓ PARA AS RUIVAS - É uma tradição anual da cidade de Breda, Holanda. Mais uma vez, milhares de mulheres se espalharam pelas suas neste domingo, para celebrar a felicidade de serem ruivas.
A RTE R EDES SOCIAIS
A praia como tela De corpo inteiro O inventor canadense Dallyn Rule diz que som de qualidade se sente com o corpo todo. Por isso, ele criou esse fone, que envolve o corpo todo do ouvinte. http://bit.ly/1422282
A NIMAÇÃO
Aposentadoria de um mestre japonês O diretor Hayao Miyazaki, nome mais importante da animação japonesa moderna, está se aposentando. O anúncio foi feito pelo presidente do estúdio Ghibli, Koji Hoshino, de forma surpreendente, ontem no Festival de Veneza, onde Kaze Tachinu (O Vento Leva), seu último filme, foi apresentado dentro da mostra. Miyazaki é o criador de A Viagem de Chihiro (2001). (Agências)
Intervenções de Jim Denevan na paisagem respeitam o meio ambiente.
Jim Denevan pratica nas praias da Califórnia, nos EUA, suas duas paixões: o surf e o desenho na areia. Usando apenas um rodo ou um instrumento semelhante, ele cria espirais, linhas e formas geométricas complexas ocupando grandes extensões de areia. Sua arte efêmera é apagada todos os dias pela alta da maré. Mas no dia seguinte, ele recomeça. http://bit.ly/1cjYe1Z
O fim do vício em Facebook Um dispositivo nada ortodoxo criado por estudantes do Instituto de Tecnologia de Masschusetts (MIT) promete acabar com a dependência dos usuários viciados em Facebook. Chamado Pavlov Poke (algo como "Cutucada Pavlov"), o dispositivo é uma placa eletrônica conectada via USB ao computador. Cada vez que ele se conecta ao Facebook, recebe um choque inofensivo, mas nada agradável. Daniel McDuff e Robert Morris, criadores do dispositivo, tiveram a ideia depois de passarem mais de dois dias conectados à rede social e afirmam que é tudo brincadeira, mas a intenção do projeto é sugerir que se discuta seriamente como as tecnologias como Facebook são viciantes.
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SUPLEMENTO EXCLUSIVO PARA
SANTOS
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PALMEIRAS
De vexame a orgulho
Teste de fogo à vista
NÚCLEO FUTEBOL BRASILEIRO futbr@lancenet.com.br
NÚCLEO FUTEBOL BRASILEIRO futbr@lancenet.com.br
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Criticada no passado, a defesa santista vive grande momento. Segundo time menos vazado do Campeonato Brasileiro, atrás apenas do Corinthians, o Peixe sofreu 12 gols em 15 jogos, o que lhe garante média de menos de um gol sofrido por partida. A goleada de 8 a 0 sofrida para o Barcelona foi um divisor de águas para a equipe. Depois do vexame histórico, o Santos foi vazada apenas quatro vezes em oito partidas. Para o zagueiro e capitão Edu Dracena, o mérito pela boa
fase é de todo o elenco, que tem ajudado na marcação desde o campo de ataque. - Acho que é resultado do empenho de todos. O Claudinei (Oliveira, técnico do Santos) colocou na cabeça do pessoal que não é só a defesa que tem que marcar, tem que ser desde lá na frente - exaltou o jogador. A defesa alvinegra terá um importante desafio na próxima quarta-feira, quando enfrentar o Atlético-PR, segundo melhor ataque da competição. O Furacão marcou 23 gols em 17 partidas, e só fica a desejar quando comparado ao desempenho do líder Cruzeiro, que marcou 38 vezes.
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A vida do técnico Gilson Kleina não anda fácil no Palmeiras. Se não bastasse o momento ruim vivido pelo clube e a pressão, a próxima partida do Verdão será contra a Chapecoense, vice-líder da Série B, que decidirá o título do turno. E ele sente dificuldade para montar a equipe: são sete desfalques. Três são os principais jogadores da equipe na temporada: Valdivia, Leandro e Henrique. E Marcelo Oliveira, Eguren, Ananias e Vinicius também não jogarão. Caso perca, serão quatro duelos seguidos sem vencer.
É a decisão do turno, temos grandes perdas e vamos pensar como montar. Precisamos nos mobilizar. Veremos de que forma vamos nos preparar analisou Kleina. No setor ofensivo, de atacantes de ofício, apenas Alan Kardec e Caio estão à disposição, ambos sendo centroavantes. Serginho ou Ronny podem atuar avançados. Além disso, o treinador terá de mudar todos os setores. A boa notícia será o retorno do volante Charles, que cumpriu suspensão. Com ele, o esquema com três volantes poderá ser usad.
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FEZ A FESTAPato chega antes de João Paulo e faz o primeiro do Timão
TÁ DE
PARABÉNS! VISÃO DE JOGO
MAURO BETING
CORINTHIANS
maurobeting@lancenet.com.br
NESTA DATA QUERIDA Pato comandou a festa dos 103 anos corintianos na ótima apresentação depois do gol que mostrou as fragilidades rubro-negras
S
e havia inferno astral para o aniversiante Corinthians, ele acabou aos 25 minutos, quando Douglas e Romarinho fizeram bela tabela concluída de carrinho por Pato. O que era um jogo amarrado de um Flamengo confuso e um Corinthians que errava passes virou outra partida. Ou voltou a ser o Timão multicampeão de Tite, que botou na roda o rubro-negro a partir dos 34 minutos, quando Pato, sem muito ângulo, completou belo lançamento de Douglas para fazer 2 a 0. No final do
primeiro tempo, a cereja no bolo alvinegro foi a inspirada troca de bola contra um Flamengo recheado de ex-corintianos que ainda pareciam vestir a camisa alvinegra. André Santos não era volantemeia e nem meia. Carlos Eduardo era o segundo atacante, o meia central, o meia pela direita, e foi pouco. Assim como Rafinha, ora um meia, ora um atacante, ora quase nada em 45 minutos de partida. Tal qual Marcelo Moreno. O Timão foi outro mesmo quando
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Alexandre Pato trocou de lado com Romarinho, minutos antes do primeiro gol. Pela direita fez seus dois gols na etapa inicial. Mano voltou com Gabriel para fazer o que poderia ter feito na primeira etapa no lugar de Carlos Eduardo. Mais aberto pela direita, mais vivo, deu mais gás ao Flamengo mais aceso e ousado. Ainda melhor aos 15 quando entrou Nixon como segundo atacante, com Elias passando a ser o terceiro armador. Apenas Luís Antonio marcava à frente de uma zaga
ainda desentrosada e exposta a um Corinthians que, mais uma vez, começa a ganhar os jogos com aproveitamento cirúrgico. Corintiano. Teve sete chances no jogo e marcou quatro. O terceiro com Romarinho, aos 29, depois de corte infeliz de Chicão. O quarto em pênalti sofrido por Emerson e convertido por Paolo Guerrero, aos 38. O candidato ao título que não fazia gols os encontrou contra um Flamengo ainda instável como muitos times no BR-13.
Cássio Edenilson Felipe Gil Fábio Santos Alessandro 36 /2º T Ralf Ibson Romarinho Douglas Maldonado 42 /2º T Pato Emerson 31 /2º T Guerrero T: Tite
6,5 6,5 6,5 n 7,0 6,5 7,0 n 6,0 7,5 n 8,0 8,5 6,5 7,0 8,0
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FLAMENGO Felipe 5,0 Paulinho 5,0 Chicão 5,0 Wallace 4,5 João Paulo 3,0 n Luiz Antônio 4,0 Elias 5,5 Diego Silva 44 /2º T André Santos 3,0 Rafinha 4,5 n Nixon 5,0 15 /2º T Carlos Eduardo 4,0 Gabriel 5,0 Intervalo Marcelo Moreno 4,0 T: M. Menezes 4,0
JUIZ: Wilton Pereira Sampaio (GO) 6,0. Foi bem na partida. Marcou corretamente o pênalti a favor do Corinthians. GOLS: 24 1ºT Pato (1-0) ; 34 1ºT Pato (2-0) ; 29 2ºT Romarinho (3-0) e 38 2ºT Guerrero (4-0) RENDA/PÚBLICO: R$ R$ 1.398.234,50/ 36.543 pagantes LOCAL: Pacaembu, em São Paulo (SP) GRAMADO: Ótimo
BOTAFOGO 0X0 SÃO PAULO
Vontade não faltou no Rio VISÃO DE JOGO
M
ais disposição do que técnica no Maracanã, ontem à tarde, no 0 a 0 entre Botafogo e São Paulo. E o empate deixou a impressão de que as duas equipes, se forçassem um pouco mais, poderiam ter saído com uma vitória. Pelo menos, a enorme diferença na tabela de classificação não foi vista em campo. Bem que a partida poderia ter começado apenas com o segundo tempo, já que o primeiro foi uma tremen-
TIAGO PEREIRA
tiagop@lancenet.com.br
da pelada. Apesar de jogar em casa, o Botafogo demorou muito a emplacar o ritmo de jogo. Era sonolento. E só foi assustar o Tricolor paulista em chute de Elias, após bobeada de Rodrigo Caio, que achou que poderia sair jogando de calcanhar impunemente. Já o São Paulo, apesar da boa movimentação do meio de campo e explorando a velocidade do ataque, perdia justamente por não ter um homem de referência. A bola não fi-
cava no ataque. Tanto que Antônio Carlos é quem teve as duas melhores chances, mas se comportou como zagueiro nas finalizações. A esperança das equipes era que Seedorf e Ganso finalmente começassem a jogar. E com o chute do camisa 10 no travessão de Ceni, logo nos primeiros minutos da etapa final, parecia que o jogo iria finalmente esquentar. Não foi o que aconteceu. As duas equipes até criaram algumas jogadas, mas sempre peca-
vam no último passe. Ganso, por exemplo, só apareceu num toque de calcanhar que acabou com a finalização de Jadson. Welliton, estreante do dia, teve a chance no fim, mas foi cortado pelo zagueiro Dória. O Botafogo apelou para o jogo aéreo, mas não teve sucesso. Sem Seedorf e Lodeiro inspirados, o triunfo para o Botafogo não veio. Um ponto para cada ficou de bom tamanho para os dois gigantes.
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BOTAFOGO Renan Edilson Bolívar Dória Julio Cesar Marcelo Mattos Renato 14 /2º T Gabriel Lodeiro Seedorf Rafael Marques Elias Alex 34 /2º T
SÃO PAULO 6,0 4,5 6,0 n 6,0 7,0 5,0 4,0 5,5 3,5 5,5 5,0 5,0 5,0
T: O. de Oliveira 6,0
Rogério Ceni Douglas Rodrigo Caio Antônio Carlos Reinaldo Wellington Fabrício Paulo Miranda 29 /2º T Ganso Jadson Negueba 37 /2º T Lucas Evangelista Osvaldo Welliton 18 /2º T T: Paulo Autuori
6,0 5,0 n 4,0 5,0 n 5,0 5,5 n 4,5 5,0 5,5 4,5 n 5,0 5,5 5,5 5,0 6,5
JUIZ: Sandro Meira Ricci (Fifa/PE) 6,0. Não interferiu no resultado, mas enxerga faltas que não existem. RENDA/PÚBLICO: R$ 1.002.085/23.585 pagantes LOCAL: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ) GRAMADO: Bom
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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sábado, 31 de agosto, e domingo e segunda-feira, 1 e 2 de setembro de 2013
OUTROS LANCES CRUZEIRO 5 X 3 VASCO
FUTEBOL INTERNACIONAL
BARCELONA
Raposa mete 5 e Kaká volta ao Milan, diz imprensa Neymar ajuda e 3 Kaká está de volta ao Milan. Seabre 3 na ponta gundo Messi faz três a imprensa europeia, o meia AFP
3 Em partida cheia de gols, o líder Cruzeiro fez jus ao posto de melhor ataque do Brasileirão e bateu o Vasco por 5 a 3, no Mineirão. Com isso, abriu três pontos de vantagem sobre o segundo colocado, o Grêmio. Lucas Silva, duas vezes, Júlio Baptista, Viníciuns Araújo e Willian marcaram para a Raposa. Willie, duas vezes, e André, fizeram para o Vasco, levando o jogo para o intervalo com o placar de 3 a 3. Mas na volta, se aproveitando da fragilidade da zaga rival, a Raposa levou a melhor. Com a derrota, o Vasco cai para a 13ª posição e se vê mais próximo da zona de rebaixamento que do G-4.
fechou ontem um contrato por duas temporadas com o clube. O acordo teria saído após uma reunião entre o administrador delegado do Milan, Adriano Galliani, Kaká e o seu pai e representante, Bosco Leite. O Milan não gastará um centavo para contratar o brasileiro, que foi liberado a custo zero pelo Real Madrid, que está fechando com Bale para a mesma posição. Na visão dos madridistas, a saída de Kaká representa um alívio de R$ 31 milhões aos cofres merengues. Mas Adriano Galliani preferiu manter o discurso cauteloso: - Ele ainda não assinou o contrato.
3 Titular pela segunda vez consecutiva, Neymar ajudou Messi a marcar um hat-trick na vitória apertada do Barcelona sobre o Valencia por 3 a 2, ontem, no Mestalla, pela terceira rodada do Campeonato Espanhol. Apesar de ficar em branco e levar mais um cartão amarelo, o craque brasileiro deu passe para o terceiro gol do argentino. O Barça segue com 100% de aproveitamento e na liderança da competição. O time catalão tem a mesma campanha de Villarreal, Real Madrid e Atlético de Madrid, só que leva vantagem sobre os adversários no saldo de gols.
Kaká com um pé no Milan
STOCK CAR
Gomes vence em Cascavel 3 O piloto Marcos Gomes venceu a
corrida em Cascavel pela temporada 2013 da Stock Car com o tempo de 42m12s. Gomes é sétimo colocado na classificação geral, com 70 pontos. Em segundo lugar ficou Daniel Serra, com 970 milésimos de diferença, seguido por Max Wilson, 2m765 atrás de Gomes. Apesar de líder no treino classificatório e pole no grid de largada, Rubens Barrichello não ficou nem entre os 12 primeiros colocados. O piloto teve bons momentos na corrida mas optou por não trocar os pneus e foi eliminado por um furo no final da prova, ficando com o 26º lugar. É o nono geral.
F
É campeão Atletas do Brasil celebram título em Sapporo
IMPECÁVEIS! VISÃO DE JOGO
RAFAEL VALESI
rafaelva@lancenet.com.br
GRAND PRIX Brasil vence a China por 3 sets a 0, obtém o nono título no torneio. As meninas assombram!
U
ma campanha de 13 vitórias em 14 jogos, e cinco triunfos na fase final por 3 sets a 0. Com uma trajetória beirando a perfeição, a Seleção Brasileira feminina de vôlei conquistou ontem seu nono título do Grand Prix, em Sapporo, no Japão, no fechamento do hexagonal decisivo. A taça veio com a vitória sobre a China. O placar... 3 a 0! com parciais de 25-15, 25-14 e 25-20, e com uma superioridade de espantar.
Brasil e China chegaram na partida com chances de título. Para a Seleção, bastava vencer dois sets que o eneacampeonato viria de forma matemática. Mas as comandadas de José Roberto Guimarães não quiseram saber e fecharam a partida sem dar chances. O desempenho de gala começou logo no primeiro set. Já no início do jogo, o Brasil abriu 6 a 1 e forçou a técnica adversária Lang Ping a pedir um tempo. A equipe verde e amarela, poderosa no ataque do trio Fernanda
Prix ao vencer por 25 a 14. Neste momento, as jogadoras tiveram de segurar o ímpeto. Elas deram alguns sorrisos e abraços tímidos, mesmo com a taça já garantida. Ainda havia mais jogo pela frente. Mas o duelo não duraria muito. O Brasil no terceiro set mais uma vez foi melhor e ganhou por 25 a 20. No esporte, nem sempre o melhor vence. Mas, desta vez, a equipe que foi superior na competição levou o título. E com muita categoria.
Garay, Sheilla e Gabi, furou o paredão chinês com frequência e ficou em vantagem em toda a parcial, sem ser ameaçado. Já a China, que tinha em Yimei Wang sua principal arma, sofreu na recepção. E, assim, contribuiu para a fácil vitória brasileira por 25 a 15. A segunda parcial começou mais equilbrada. Mas foi só no começo. Entre o primeiro e o segundo tempo técnico, a Seleção deslanchou, e depois confirmou o título do Grand
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TIME 1 o-
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Grêmio 1x0 Ponte Preta Goiás 0x0 Atlético-MG Portuguesa4x2 Bahia Náutico 1x4 Atlético-PR Fluminense0x2 Santos
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3 66.7%
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2 o- Grêmio
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3 60.8%
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94 1/9 - ONTEM Corinthians4x0 Flamengo 93
4 o- Botafogo
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Santos
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A. Grêmio S. Dourada Canindé A. Pernambuco Maracanã
Pacaembu Botafogo 0x0 São Paulo Maracanã Coritiba0x0 Internacional C. Pereira Vitória 0x1 Criciúma Barradão Cruzeiro 5x3 Vasco Mineirão
18 a- RODADA
3/9 - AMANHÃ 19h30
Goiás x Grêmio
4/9 - QUARTA-FEIRA 19h30 Flamengo 19h30 Atlético-PR 21h Portuguesa 21h50 Bahia 21h50Internacional 21h50 Atlético-MG
x x x x x x
Vitória Santos Ponte Preta Cruzeiro Corinthians Fluminense
S. Dourada Maracanã D. Britto Canindé Fonte Nova E. Valle Independência
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3 48.9%
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12 o- Criciúma
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81 18h30 Ponte Preta x Internacional M.Lucarelli
17 o- Portuguesa
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São Paulo
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Náutico
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37.3%
PG: pontos ganhos, J: jogos, V: vitórias, E: empates, D: derrotas, GP: gols pró, GC: gols contra, SG: saldo de gols, AP: aproveitamento, PM: pontuação máxima. REGULAMENTO: A Série A será disputada no sistema de pontos corridos em dois turnos. Critérios de desempate: 1) vitórias;2) saldo de gols; 3) gols pró; 4) confronto direto (apenas entre dois times, somados os dois jogos); 5) menos cartões vermelhos e amarelos e 6) sorteio. Os quatro últimos serão rebaixados. Os três primeiros (além do campeão da Copa do Brasil) disputarão a Libertadores 2014. Caso o campeão da Libertadores-2013 seja brasileiro, o terceiro se classifica, mas jogará o mata-mata da primeira fase. Para a SulAmericana (caso a CBF confirme que usará o regulamento de 2013) classificam-se os oito mais bem colocados excluindo os que estiverem disputando a quarta fase da Copa do Brasil-2014. CRITÉRIOS DE DESEMPATE: 1) vitórias; 2) saldo de gols; 3) gols pró; 4) confronto direto (apenas entre dois times, somados os dois jogos); 5) menos cartões vermelhos; 6) menos cartões amarelos; 7) sorteio. Os quatro últimos serão rebaixados.
LIBERTADORES SUL-AMERICANA REBAIXAMENTO
5/9- QUINTA-FEIRA 19h30 21h 21h
Botafogo x Coritiba Náutico x Vasco São Paulo x Criciúma
19 a- RODADA
CHINA: Na Yin (7), Jingsi Shen (2), Junjing Yang (4), Chunlei Zeng (7), Yimei Wang (13) e Yuwen Ma (4). Líbero: Zhan Chen. Entraram: Yang Mi, Ruoqi Hui, Lei Zhang e Congcong Liu (1). T: Lang Ping BRASIL: Dani Lins (3), Fernanda Garay (14), Gabi (12), Thaísa (9), Fabiana (4) e Sheilla (18). Líbero: Fabi. Entraram: Juciely (1) e Michelle.T: José Roberto Guimarães LOCAL: Hokkaido Sports Center, em Sapporo (JAP)
TIME
PG
16h
16h 18h30 18h30
Cruzeiro Corinthians Coritiba Criciúma Vasco
x x x x x
Flamengo Náutico São Paulo Botafogo Atlético-PR
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D GP GC SG
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Chapecoense
39 18 12
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3 36 17 19
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Paraná
33 18
6
3 29 13 16
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Sport
41 18 13
Barradão Maracanã Vila Belmiro A. do Grêmio Mineirão Pacaembu Couto Pereira H. Hulse São Januário
* Jogo adiado por conta da participação do AtléticoMG na Libertadores ** Jogos adiados por conta de compromissos de Santos e São Paulo fora do Brasil *** Horários e locais a definir
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2
3 36 15 21
31 18 10
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7 33 29
5 o- Joinville
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6 o- Boa
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Avaí
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8 o- Icasa
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9 o- América-MG
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10 o-Figueirense
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6 18 17
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12 o- ASA
Bragantino
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13 o- Ceará
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Maracanã o A. Pernambuco 16 - Guaratinguetá 18 18 Morumbi 17 o- América-RN 18 18
7/9 - SÁBADO
18h30 Vitória x Atlético-MG 18h30 Fluminense x Bahia 18h30 Santos x Goiás 21h Grêmio x Portuguesa
BRASIL
15x25 14x25 20x25 24 21 28
1 o- Palmeiras
17 a- RODADA
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CHINA
6 23 23
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9 14 29 -15
8 19 28 -9
18 o- São Caetano
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19 o- Paysandu
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4 10 19 28 -9
20 o-ABC-RN
11 18 2 5 11 13 31 -18 P: pontos, J: jogos, V: vitórias, E: empates, D: derrotas, GP: gols pró, GC: gols contra, SG: saldo de gols
REGULAMENTO: A Série B será disputada no sistema de pontos corridos em dois turnos. Critérios de desempate: 1) vitórias; 2) saldo de gols; 3) gols pró; 4) confronto direto (apenas entre dois times, somados os dois jogos); 5) menos cartões vermelhos; 6) menos cartões amarelos e 7) sorteio. Se houver empate entre dois clubes na definção de título, acesso ou rebaixamento, não serão aplicados os critérios 5, 6 e 7, realizando-se um jogo extra em campo neutro (em caso de empate, pênaltis). O campeão será o time que conquistar o maior número de pontos. Os quatro últimos colocados serão rebaixados para a Série C do ano seguinte. Os quatro primeiros garantem vaga na Série A de 2014.
e CAIXA 1 conomia
O seu consultor financeiro
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sábado, 31 de agosto, e domingo e segunda-feira, 1 e 2 de setembro de 2013
Juro mais alto muda CENÁRIO dos investimentos Com a taxa básica em 9% ao ano, poupança volta a ter rendimento de acordo com a regra anterior a maio de 2012 – 6,17% ao ano mais TR. Fundos ficam mais competitivos.
REJANE TAMOTO
A
pós mais uma rodada de aumento da taxa básica de juros (Selic), as aplicações em renda fixa voltaram a ganhar fôlego. A principal aplicação a ser alterada nesse novo contexto é a caderneta de poupança, que volta a ser regida pelas regras antigas (válidas para depósitos realizados até o dia 3 de maio do ano passado). Na última quarta-feira, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu aumentar em 0,5 ponto percentual a Selic, para 9% ao ano. Com o juro básico nesse novo patamar, a rentabilidade da poupança volta a ficar fixa em 0,50% ao mês, o equivalente a 6,17% ao ano, mais a Taxa Referencial (TR, usada como base para o reajuste de contratos). Antes, a caderneta rendia 70% da taxa Selic. "A boa notícia é que, com o aumento da taxa de juros, não há mais a TR zero, o que melhora o rendimento. Assim, a projeção para o final deste ano é de rentabilidade de 6,53% ao ano, considerando a TR", diz José Dutra Vieira Sobrinho, economista e professor de matemática financeira da Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi).
Prazo e taxa de administração Segundo simulação elaborada por Dutra (veja detalhes no quadro), em um período de aplicação maior que 720 dias (dois anos) os fundos DI ganham competitividade e rendem mais do que a poupança se taxa de administração for igual ou menor que
1,25% ao ano. Se o prazo da aplicação for de 361 dias a 720 dias (um a dois anos), o rendimento da poupança supera os fundos só se a taxa de administração for de 1% ao ano ou superior. Conforme o prazo da aplicação diminui, a vantagem da poupança aumenta em relação aos fundos. Assim, aplicações com prazo de até 180 dias só são mais vantajosas do que a poupança se a taxa de administração do fundo for de 0,25% ao ano. "Os fundos de investimentos aumentam os ganhos em relação à poupança se o prazo de resgate da aplicação for longo e o Imposto de Renda (IR) for de 15% sobre os rendimentos", afirma Dutra. Na opinião de Silvio Paixão, professor de Análise de Cenários Econômicos da Fipecafi, os fundos de investimento podem ter aumentado sua vantagem com a mais recente alta da Selic, mas devem oferecer retorno significativo e ganho real apenas se a taxa básica atingir dois dígitos. Já Fabiano Guasti Lima, pesquisador do Instituto Assaf, diz que os CDBs (Certificados de Depósitos Bancários) só são atrativos se pagarem mais de 95% da taxa do CDI (Certificado de Depósito Interbancário, referência entre bancos). "Nesse caso, é preciso que o investidor tenha prazo de resgate superior a dois anos, para pagar menor alíquota de IR e superar a poupança. Quem resgata o CDB em menos de 30 dias também paga o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Mesmo com a alta do juro, o planejamento da aplicação continua sendo importante para quem investe em CDBs e fundos", afirma. Para Paixão, da Fipecafi, o investidor deve buscar, acima de tudo, ganho acima da inflação, após a retirada de impostos das
OURO E DÓLAR FORAM AS MELHORES APLICAÇÕES Em um mês marcado pela escalada do dólar, o ouro ficou no topo do ranking de rentabilidade entre as principais aplicações financeiras em agosto. O metal encerrou o período com alta acumulada de 11,24%, conforme ranking elaborado pelo administrador de investimentos Fabio Colombo. Em segundo lugar no mês ficou o dólar, com valorização de 4,70%. A moeda norte-americana, que no início do ano estava na casa dos R$ 2, fechou o último dia útil de agosto em R$ 2,385, de acordo com dados da Enfoque Sistemas. Na ponta oposta, os fundos de renda fixa ficaram com a lanterna do mês de agosto, com rendimento bruto entre 0,35% e 0,50%, dependendo da composição da carteira e da taxa de administração de cada fundo.
"Em agosto, o dólar continuou a subir, exigindo medidas do governo para conter essa alta. Na reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central), os juros foram elevados para 9% ao ano, conforme o mercado estimava. A inflação elevada, a piora da balança comercial e do balanço de pagamentos e o baixo crescimento são os pontos fracos da economia brasileira neste momento", afirma Co-
lombo, destacando que, no cenário externo, a tensão veio da possibilidade de uma intervenção militar do Ocidente na Síria. O administrador de investimentos atribuiu o fraco desempenho dos fundos de renda fixa no mês passado à alta dos juros no mercado futuro. A caderneta de poupança com aniversário em 1° de setembro apresenta rendimento líquido de 0,48%. (RA)
aplicações. O especialista vê um cenário para frente mais favorável aos ativos pós-fixados no curto prazo, porque a taxa Selic flutuou nos últimos meses, caindo no ano passado e voltando a subir neste ano. Mais do que a rentabilidade, será preciso avaliar o ganho real (descontada a inflação) das aplicações em renda fixa, já que a estimativa doa analistas para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano é de 5,8%.
Títulos do Tesouro são alternativa Outra opção é o investimento em títulos do Tesouro Nacional. Para o professor Dutra, trata-se de um investimento que pode ser feito a longo prazo e com reaplicações constantes. "Existe uma volatilidade no cupom de juros que o título oferece. Por isso, pode ser que o valor presente do papel caia na hora da atualização diária do valor do título. O ideal é não precisar vendê-lo quando a taxa não for favorável. Por isso, considero que quem leva o papel até o vencimento tem o menor risco de perdas", afirma Dutra. Já Richard Rytenband, analista independente e diretor da Infopro (Instituto de Formação Profissional), diz que o título do Tesouro Nacional tem tido muita volatilidade neste ano e, por isso, deve ser negociado no curto prazo. "Antes de escolher títulos é preciso fazer uma análise das perspectivas econômicas para os juros de curto e de longo prazos", recomenda.
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Os chineses chegaram com muito dinheiro, mandando, e pronto. Tomaram conta. Chegam pagando o que não vale, aluguéis absurdos. Martinho Nunes, diretor da União dos Lojistas da Rua 25 de Março e Adjacências
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INVASÃO CHINESA NA RUA 25 DE MARÇO
O tradicional espaço do comércio popular de São Paulo, criado pela comunidade árabe, vem sendo ocupado por mercadores da China, que instalam ali seus minishoppings.
Fotos de Newton Santos/Hype
Valdir Sanches
N
o que era o maior polo atacadista da América Latina, criado há décadas pela comunidade árabe, ouvem-se agora conversas em mandarim e cantonês, dialetos da língua chinesa. As lojas de sempre estão sendo substituídas por milhares de boxes que vendem produtos, no geral falsificados, de consumo popular. Os novos donos do lugar – a rua 25 de Março e adjacências – são chineses. Os comerciantes tradicionais, descendentes de árabes, como os sírio-libaneses, os armênios, estão sendo expulsos. "Estamos com os dias contados", diz um deles, com 64 anos de história na região. Um fator determinante para tamanha transformação foi o valor do aluguel das lojas. Os chineses entraram com muito dinheiro, e inflacionaram absurdamente os preços da locação e das luvas (pagamento pelo ponto comercial). Quando os contratos de aluguel vencem, os comerciantes antigos não têm condições renová-los. Não conseguem competir com a oferta dos chineses. Esses novos donos promovem a multiplicidade de pequenos boxes - e mais um "minishopping" surge na região. Comerciantes tradicionais, e um diretor da Univinco, União dos Lojistas da Rua 25 de Março e Adjacências, Martinho Nunes, dizem que esses boxes não poderiam ter caráter comercial. A licença de funcionamento, concedida pela Prefeitura, é de expositor. A mesma de quem participa de uma feira, no Anhembi, por exemplo. Um texto entregue ao DC com o título "O comércio legal pede socorro", diz, em certo trecho: "Os imigrantes que chegam e se instalam não são mais trabalhadores legalizados, e trazem junto de suas bagagens um dinheiro de origem desconhecida. Bem como seus produtos ilícitos, oriundos de falsificações e importações ilegais, que não geram mais trabalho legalizado, nem tão pouco impostos". Outro trecho: "Estes imigrantes entram em nosso País sem a devida documentação, aos montes, todos os dias, por países vizinhos ou com entrada de turista. Acabam fixandose aqui, e trazendo sua família, ou mesmo as formando aqui, o que os impede de ser mandados de volta ao seu país." O texto foi elaborado por um grupo de comerciantes tradicionais. Preferem não divulgar seu nome ou de sua loja, por medo de retaliação.
Novo idioma: na porta da loja o cartaz, escrito em mandarim, informa que precisa-se de moça chinesa para trabalhar. Os chineses entraram com muito dinheiro na região, e inflacionaram absurdamente os preços da locação de imóveis.
O que tem seu estabelecimento há 64 anos, citado acima, diz que paga R$ 75 mil a R$ 80 mil de impostos por mês. "Os chineses não pagam impostos", diz. "Trabalham dois ou três anos como clandestinos, e quando a Secretaria da Fazenda entra, mudam de nome. Nós não podemos fazer essa brincadeira." Fe c ha r – Um outro comerciante, estabelecido há cinquenta anos em um mesmo endereço, diz que alguns proprietários acabaram achando mais negócio fechar a loja e
alugar o espaço. "Com o que os chineses pagam de aluguel e luvas é mais vantajoso alugar e cair fora". Por que não fez isso? "Foi muita luta, muito sacrifício, para vencer com a loja, e não quero jogar fora a minha história. Sou proprietário, não pago aluguel, e trabalho com um sócio. Se pagasse aluguel, já teria ido embora." A presença dos chineses é considerada assunto delicado, quando se pede informações à Univinco, União dos Lojistas da Rua 25 de Março e Adjacências, fundada há 44 anos. Mas
um dos diretores, Martinho Nunes, diz o que pensa, à sua maneira. "Os chineses chegaram com muito dinheiro, mandando, e pronto. Tomaram conta. Chegam pagando o que não vale, aluguéis absurdos." Martinho está há 22 anos na região. Começou como camelô, e há 14 anos instalou sua loja de calculadoras, agendas e uma variedade de mercadorias. Paga aluguel. Muito? "Pense numa coisa cara e multiplique por dois." Diz que ainda está conseguindo ficar, "até quando não sei".
A Univinco não age? "Ela indica, fala e aponta os problemas para os órgãos competentes, mas a situação não se resolve." Uma dessas situações, diz, é a dos donos de boxes trabalharem com licença de expositor, como se mostra na abertura desta matéria. Mas há chineses na região da 25 de Março, diz Martinho, que vivem os mesmos problemas dos comerciantes antigos. "São pessoas sérias, que estão pagando caro e reclamam, como nós." Alguns ficam em sua vizinhança.
Foto Newton Santos/Hype
Novos hábitos: homem leva as marmitas do almoço com nomes em chinês. Abaixo, carregador oriental.
"Não, não temos nota fiscal", declara a moça no balcão.
A frente do minishopping criado pelos chineses na rua 25 de Março. Produtos e preços variados.
U
m corredor estreito, com minúsculos boxes em cada lado. Muita gente. O boxe da direita, logo à entrada, vende gravatas a R$ 10. A moça que atende tem a tez alva das chinesas. Sabe confirmar o preço, num português mal decorado. Entende quando se fala em nota fiscal. "Não, não, não tem." Em outro boxe, dois homens, sentados em banquinhos, conversam animadamente em chinês. Parece que discutem
negócios. Logo adiante, um boxe exibe um grande mostrador com relógios esportivos, atraentes. A vendedora é brasileira. "Quanto?" "Cem reais". Caro... A moça apressa-se a explicar que vale o preço porque são "réplicas". Falsificação, por aqui, tem esse nome. E não tem nota fiscal. O boxe dos óculos. O
vendedor também é brasileiro, muito falante. Oferece legítimos óculos Ray-Ban. "Legítimos?" Não exatamente, mas são réplicas. "Têm garantia?" "Garantia é a seu cuidado, eu não tenho nota de saída." E põe-se a entortar a lente (de algum tipo de plástico), e passar um ferrinho sobre ela, para mostrar que não quebra, nem risca. (VS)
Faltou ação do governo, diz comerciante.
A
Casa das Bonecas, uma loja de artesanato, começou vendendo cabeças da boneca Dorminhoca para todo o País. Os compradores faziam o corpo do brinquedo. Durante 25 anos, a casa esteve na rua Comendador Abdo Schahin, uma paralela à 25 de Março. Agora fica na Vila Carrão, na zona leste. Motivo: aumento de 40% no aluguel. O proprietário, Edson Donizeti, diz que não houve acordo com o dono do prédio. "Se eu dou dez, e outro paga vinte, o locador prefere esse." Edson estava na região da 25 de Março desde 1980, quando, aos quinze anos, empregou-se em uma loja. Em 1988 montou seu próprio negócio, desde já com as bonecas. Mas assimilou muito bem a mudança. A loja da Vila Carrão tem estacionamento (eterno problema na anterior), a rua é tranquila, "não tem empurra-empurra". "Tudo aqui é mais 'light' e essas condições me permitem oferecer preços mais baratos." Vê muita mudança no comércio da 25 de Março. "Antes se vendiam peças por grosa (uma dúzia de dúzias, 144 unidades), agora saem de duas ou três." Lamenta a saída dos comerciantes tradicionais. "Parece que muita gente esquece que damos bastante emprego, enquanto chineses chegam ilegalmente, não geram emprego, não pagam bem, não dão uniforme." A situação seria diferente, "se o governo tomasse uma posição enérgica".
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Os comandantes de aviões recebem entre US$ 13 mil e US$ 17 mil por mês. Contudo, os chineses não admitem pagar em outra moeda que não seja o yuan (seis yuan = um dólar)
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INVASÃO BRASILEIRA NO CÉU DA CHINA A aventura de um piloto brasileiro que conseguiu emprego do outro lado do mundo, na SF Airlines, onde faltam comandantes para os aviões. Lá, ele é tratado como um colaborador do desenvolvimento. José Maria dos Santos
O
dia, para o gaúcho balha em sistema de rodízio, César Sfoggia, 58 fazendo duas cidades a cada anos, começa exa- viagem. Parece pouco. Mas a t a m e n t e à m e i a legislação da segurança de noite no outro lado do mundo. voo impõe, em nível internaEle mora na cidade de Shen- cional, limites rigorosos à zen, sul da China, há exatos carga horária de pilotos. 18.042 km de São Paulo e na- Porém, mesmo que não quela hora inicia o taxiamento fosse assim, a extensão do seu avião para decolar ru- da jornada estaria mo a Xangai, onde pousará atrelada a uma cerca de duas horas depois. restrição próCésar é piloto da SF Airlines, p r i a d e u m u m a g i g a n t e s c a e m p r e s a p a í s e s p a ntransportadora de malotes. t o s a m e n t e Por isso, antes de prosseguir p o p u l o s o com a curiosa aventura de um 1,343 bilhão, brasileiro que foi voar na Chi- segundo núna, é esclarecedor apresentar meros de 2012 aquele colosso postal. A SF – que precisa ser, tem 100 mil funcionários. Po- sobretudo, organizado de ser que isto não seja espan- para poder funcionar, intoso aos padrões chineses. clusive no céu. Isso posto, Afinal de contas a Apple, insta- na China, o transporte aélada na mesma Shenzen, reú- reo de carga somente pode ne 300 mil empregados – mas ser realizados da meia-noite para nós soa como uma espé- às sete da manhã; para o resto cie de formigueiro humano. O do dia, as aerovias são resersistema de operação é similar vadas aos passageiros. Esta ao do brasileiro Sedex 24 ho- regra faz supor que a distribuiras. Enquanto os 11 aviões da ção de voo é planejada milimefrota cortam os ares, um imen- tricamente e que, haja o que so grupamento de motocicle- houver, no horário determinatas elétricas está correndo pa- do todos os cargueiros estarão ra todos os lados no chão. Con- no chão. Numa nação em que firmando a ideia de que a Chi- a disciplina se sobrepõe a na não faz outra coisa senão qualquer outro valor de comcrescer, a SF Airlines quer che- portamento, a obediência é gar a 20 aviões até o fim de perfeitamente previsível. 2013 e cumprir o seu planejaCésar está na China há sete mento de estar voando por to- anos. Cedo ele descobriu que da a Ásia nos próximos anos. O a disciplina, casada com a apliporte das suas aeronaves indi- cação no trabalho, é a chave ca o poder da expansão. São que nós, ocidentais, julgamos os modelos 757 da Boeing e o mágica, para justificar a profato de estarem fora de linha gressão astronômica do país. não diminui o seu prestigio ae- Ele aprendeu essa lição dentro ronáutico. do círculo da Seu manual aviação local informa que a em que se versão de move. Aliás, o Ele mora na cidade carga tem caprimeiro ende Shenzen, há pacidade pasinamento a ra 15 paletes exatos 18.042 km de lhe ficar claro (média de São Paulo, e à meia- foi de que, na uma tonelaestratégia do noite inicia o da cada), mas e s t a d o c h itaxiamento do seu César leva nês, as asas avião para decolar apenas 10, dos aviões pois conduz são pilares rumo a Xangai. um aparelho e x t r e m am od i f ic a do , mente imporfabricado originalmente para tantes no projeto desenvolvipassageiros – 190 assentos – mentista. O aeroporto de Xanadaptação que um olhar co- gai, no qual ele aterrissa dia nhecedor identificará de ime- sim, dia não, multiplicou suas diato. Por estar habituado a pistas de duas para cinco a trabalhar com passageiros – partir de 2006. O de Beijing, durante mais de duas décadas proximamente, chegará a sefoi piloto da Varig – cujas últi- te, ampliação que eliminará mas rotas foram São Paulo- um gargalo tão irritante quanFrankfurt e São Paulo-Nova to oneroso: atualmente o praYork ou/e Los Angeles anos zo de espera para pouso é de 1990, comandando um mode- 30 minutos. Não se trata de lo MD-11 da citada Boeing, Cé- uma dificuldade eventual. Essar deve se sentir solitário nas sa meia hora suplementar já suas atuais travessias, pois foi acrescentada rotineirasão apenas ele e o co-piloto mente à operação como se naquele grande vagão voador fosse algo incorporado pelo de 47,32m, movido por duas uso habitual. Para se ter uma poderosas turbinas Pratt & Wi- Ideia dessas salutares prethney. A propósito, sua perfor- venções da aviação chinesa, o mance de pista fez do 757 um aeroporto de Heathrow, em dos aviões preferidos dos pilo- Londres, tem apenas três pistos em geral para decolar, tas; o nosso Cumbica, que, pois, comparativamente, ele com seus 31,4 milhões de passobe macio e uniforme imitan- sageiros/ano perde na Amérido um foguete. ca Latina apenas para o AeroSeja como for, a cada noite porto Benito Juarez, da Cidade em que parte do Aeroporto In- do México, apresenta duas ternacional Bao'an de Shen- pistas. zen, César aponta a proa para Mas voltemos ao binômio o norte. Seus quatro destinos disciplina/aplicação no trabarotineiros – Beijing, Xangai. lho. No futuro, quando histoHanzow e Shendu – ficam para riadores chineses compilarem aqueles lados da China. A ex- os dados dessa época atual, é ceção de Beijing – 1.943 km – possível que o nome César as demais ficam, em média, a Sfoggia seja inscrito entre os 1.100 km de Shenzen. Ele tra- beneméritos de fora que aju-
daram a construir a nação, à semelhança dos oficiais franceses que vieram ao Brasil no século XIX implantar o núcleo do Exército Brasileiro. Nesse sentido, César já recebeu a chamada carteira vermelha, documento que lhe confere o status e o identifica como "colaborador do desenvolvimento da China". O mérito de obtêla repousa em uma razão singela: trabalhar com correção e eficiência. O reconhecimento tem a ver como a maneira chinesa peculiar de ver o mundo a partir do bom exemplo. O diferencial deles está em alargar indefinidamente o aprendizado no terreno prático. Por isso, não seria exagero dizer que os pilotos estrangeiros vivem praticamente vigiados pelos co-pilotos ou estagiários. Eles os copiam em tudo, tanto nos procedimentos essenciais como nos secundários, tipo forma de usar a túnica do uniforme ou a gravata, manusear o microfone ou fazer acenos no cumprimento. Estabelecem entre si uma espécie de busca do ISO de qualidade, que lembra a brincadeira infantil do "sombra", no qual um segundo personagem imita em tudo os movimentos do primeiro. Na medida em que a convivência avança, os objetivos ficam claros. Esses futuros comandantes repassarão os ensinamentos aos compatriotas novatos. Tal iniciativa levanta o véu da cultura chinesa no que diz respeito ao compromisso institucional com o trabalho e, por consequência, com o interesse coletivo e, novamente, dá uma pista sobre o boom do milagre chinês que o mundo acompanha com interesse. César é um dos 20 pilotos da sua companhia – ao todo são
120 – que assumem informal ou inadvertidamente o papel de instrutores e/ou formadores de pilotos nativos enquanto cumprem suas obrigações. Basta trabalhar bem e deixar o resto por conta deles. Não seria descabido imaginar que esse dogma – observar para aprender – esteja inscrito no célebre livrinho, dito vermelho, de Mao Tse Tung. Inglês – Todavia, existe apenas uma circunstância em que César não pode ajudar e nem ser imitado: na fluência do Inglês. Como se sabe, em 1951 a International Civil Aviation Organization (ICAO, órgão das Nações Unidas) recomendou o uso de inglês como idioma padrão na aviação. No entanto, na China, essa regra não é seguida completamente, pelo menos com o pessoal de terra. O inglês somente é utilizado pelos controladores de voo dos aeroportos mais importantes do país. Nos demais predomina o velho mandarim, o idioma que é a língua oficial do país. Não façam mau juízo, inclusive porque as investigações sobre o choque do Legacy com o avião da Gol no ar, em 2007, revelaram deficiência semelhante. Felizmente, para César, ele opera justamente naqueles quatro aeroportos que são colocados entre os principais da nação. Eventualmente, mesmo que o interlocutor chinês domine a língua, é possível que, levando em conta as diferenças culturais e fonéticas, ocidentais tenham dificuldade para entender o inglês falado por lá. Mas isso não ocorre com César. Ele dialoga bem com controladores e já se acostumou a aumentar o volume do rádio no momento do contato para que não haja
equívocos no read back. Este le, graças a uma escala de traprocedimento vem a ser a re- balho estrategicamente estupetição obrigatória das or- dada, César trabalha quatro dens recebidas da torre, con- semanas contra duas de desforme os regulamentos de se- canso. Isso lhe permite vir aqui gurança, para ficar limpida- com certa frequência e assim, mente atestado que foram ir empurrando satisfatoriamente os 12 meses do ano. compreendidas. A julgar pelo salário dos pilo- Além disso, se e quando bate a tos, a mão de obra especializa- saudade do Brasil, ele pode da que a China importa não é mitigá-la junto aos quatro comal paga. Os comandantes de legas brasileiros que trabaaviões recebem entre US$ 13 lham na empresa. Essa fartura mil e US$ 17 mil por mês. Con- de patrícios é explicada pela tudo, os chineses não admi- extinção da Web Jet e os recortem pagar em outra moeda rentes cortes das voadoras brasileiras, que não seja principal moo yuan (seis tivo para que yuan = um as agências dólar), polítiO inglês somente é i n t e r n a c i oca para valoutilizado pelos nais de mão rizar o dinheide obra especontroladores de ro local e, sim u l t a n e avoo dos aeroportos cializada estejam, priorim e n t e , mais importantes ta ria ment e, eco nomi zar do país. Nos demais v o l t a n d o divisas. Para predomina o velho suas antenas os padrões da para o Brasil. China, é uma mandarim. A rigor, em quantia altaapenas uma m e n t e r e speitável, uma vez que o custo oportunidade César se colode vida é bem mais baixo em cou como aluno nesses sete relação ao lado de cá do mun- anos. O fato se deu durante do. No caso do Brasil, César uma aterrissagem no aerocalcula que a redução pode ul- porto de Beijing, durante uma trapassar a um terço. Porém, noite de outono, estação próCésar não pode contar com es- pria do fenômeno relatado a sa margem de sobra, pois sua seguir. Ele foi surpreendido família continua morando em por uma tempestade de areia, São Paulo. Em principio, essa soprado do Deserto de Gobi. separação pode parecer desa- Jamais havia enfrentado algo gradável, mas César deu um parecido. Ficou com menos de jeito de driblá-la com compe- 60 metros de visibilidade. tência. Seu contrato de traba- Ventos de 80 km/h lançavam lho estipula a concessão de jatos de areia que produziam seis passagens aéreas anuais um som que poderia ser classiao nosso País, que divide entre ficado como sinistro nos paraele e a esposa. Portanto, regu- brisas do Boeing 757. Refeito larmente ela vai passar uma do sobressalto inicial, retoboa temporada em sua com- mou o nivelamento da aeronapanhia – eis a vantagem de te- ve e, aliviado, sentiu que os corem filhos adultos. Por lado de- mandos lhe obedeciam.
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Para Mantega, confiança vai voltar. De acordo com o ministro, expansão de 1,5% do PIB no segundo trimestre mostra que "o Brasil está preparado para atravessar momentos difíceis".
O
crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre foi mais forte que o esperado. Tal resultado pode recompor a confiança na economia, permitindo que o País volte a ter uma expansão anual média de 4% em 2014, disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega. A economia do País cresceu 1,5% no segundo trimestre ante os três meses anteriores e 3,3% contra um ano antes, informou na sexta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado, cujos destaques foram o avanço dos investimentos e o desempenho da agricultura, ficou bastante acima da estimativa de expansão de 0,9%, de analistas, economistas e do próprio governo. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), a "prévia do PIB", divulgado no último dia 15, cravou expansão de 0,89% "Mesmo com desafios, estamos mantendo e até acelerando o crescimento, mostrando que o Brasil está preparado para atravessar momentos difíceis na economia internacional", disse Mantega. "Com o resultado do segundo trimestre, podemos ter recomposição da confiança na economia brasileira". Inflação elevada, fraco crescimento da atividade e dúvidas sobre as políticas fiscal e econômica são as causas citadas por agentes econômicos e investidores para uma menor confiança no Brasil. Para Mantega, o pior momento da economia devido à crise global já passou, tanto para o mundo quanto para o Brasil. O ministro não fez prognósticos sobre o desempenho do PIB no terceiro e no quarto trimestres, afirmando que os dados disponíveis "são incipientes". Em termos qualitativos, disse que a trajetória é de crescimento moderado até o fim do ano, ainda que, admitiu, isso não seja linear. Olhando à frente, o ministro declarou que em 2014 o País deve voltar a apresentar uma taxa média de crescimento de 4%. Sobre o segundo trimestre, Mantega comentou que ocorreu um "crescimento de qualidade", puxado por agricultura, indústria e investimentos, destacando que o Brasil caminha para ter um bom desempenho da formação bruta de capital fixo – uma medida do investimento – que subiu 3,6% de abril a junho ante o primeiro trimestre. Em relação ao consumo das famílias, que teve alta de 0,3% por cento no segundo trimestre ante o primeiro, Mantega avalia que tende a acelerar nos próximos meses, embora esteja crescendo menos. Câmbio – Questionado sobre a recente disparada do dólar ante o real, Mantega disse que o movimento no câmbio se deve principalmente ao mercado futuro, e não necessariamente por saída de dólares do Brasil. A moeda norteamericana chegou a ser negociada a R$ 2,45 na semana passada, no maior nível em quase cinco anos. O Banco Central iniciou em 23 de agosto um programa de intervenção diária no câmbio para prover liquidez e hedge. Mantega reafirmou que as incertezas sobre a continuidade do programa de estímulo monetário pelo Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, têm causado turbulências nos países emergentes. Segundo o ministro, tem havido ingresso de capitais no Brasil e o governo possui instrumentos para moderar movimentos bruscos no câmbio. (Reuters)
D.D.G. S/S LTDA CNPJ nº 03.378.939/0001-82 BALANÇO PATRIMONIAL - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 - (em reais) Notas Ativo Circulante Disponivel Caixa e Bancos Aplicações Financeiras Valores a Receber Impostos a Recuperar Não Circulante Imobilizado Bens Corpóreos Tangíveis
4 5 6 7
Total do Ativo
2012
2011
85.012 72.511 16.869 55.642 12.501 12.501 116.939 116.939 116.939
63.419 39.545 13.168 26.377 23.875 23.875 114.718 114.718 114.718
201.951
178.137
Notas Passivo Circulante Fornecedores Salários e encargos sociais a pagar Obrigações Tributárias Empréstimos Não Circulante Exigível A Longo Prazo Empréstimos Patrimônio Líquido Capital Social Lucros (Prejuízos) Acumulados Prejuizo do Exercício Total do Passivo e Patrimônio Líquido
8
9
2012
2011
35.183 350 34.833 166.768 700.000 (533.232) 201.951
179.006 50.102 8.904 120.000 81.502 81.502 81.502 (82.371) 20.000 (102.371) 178.137
2012 2011 Receita Operacional Bruta 470.844 427.213 Receitas Operacionais 470.844 427.213 Prestação de Serviços 470.844 427.213 Deduções (18.212) (15.398) ( - ) Cancelamentos (1.102) ( - ) Impostos (17.110) (15.398) Lucro Operacional Bruto 452.632 411.815 Despesas (877.640) (542.172) Despesas Operacionais (877.640) (542.172) Pessoal (411.518) (377.224) Vendas (1.539) Administrativas (429.509) (123.716) Tributárias (36.612) (39.692) Despesa financeira (425.008) (130.356) Total Prejuízo Operacional Líquido (5.853) (3.046) 59.902 Resultado Financeiro (8.870) Receitas Financeiras 2.351 (133.403) Despesas Financeiras (5.853) (5.397) - Receitas Não Operacionais 5.346 (82.371) Receitas Não Operacionais 5.346 Receitas Eventuais 5.346 (430.861) Prejuízo Líquido do Exercício (430.861) (133.403) 166.768 DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (em reais)
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 - (em reais) Descrição Saldo em 31 de dezembro de 2010 Ajuste de Exercício Anterior Prejuizo do Exercício Compensação de Prejuízos Saldo em 31 de dezembrp de 2011 Aumento de Capital Prejuizo do Exercício Tranferência do Prejuízo Saldo em 31 de dezembro de 2012
Capital Social 20.000
Lucros (Prejuízos) Acumulados 39.902
20.000 680.000
(39.902) (0) 680.000
700.000
(533.232) (533.232)
Lucro (Prejuízo) do Exercício (8.870) (133.403) 39.902 (102.371) (430.861) 533.232 (0)
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 - (em reais) 1. Contexto Operacional - A sociedade tem como objetivo social a prestação de serviços de Escola de ensino superior. 2. Apresentação das Demonstrações Contábeis - (a) Declaração de Conformidade - As demonstrações contábeis foram preparadas conforme as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e também, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais incluem as disposições da Lei das Sociedades por Ações, os Pronunciamentos, as Orientações e as Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). (b) Moeda Funcional e Moeda de Apresentação - As demonstrações contábeis são apresentadas em real (R$), que é a moeda funcional da Sociedade. (c) Uso de Expectativas ou Julgamentos - A preparação das demonstrações contábeis de acordo com as normas IFRS e as normas CPC exige que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. Estimativas e premissas são revistas de uma maneira contínua. Revisões com relação a estimativas contábeis são reconhecidas no exercício em que as estimativas são revisadas. 3. Principais políticas contábeis - (a) Apuração do Resultado - As receitas e despesas são apropriadas pelo regime de competência observando-se o critério de “liquidez e natureza” financeira, incluindo os efeitos das variações monetárias computadas sobre ativos e passivos indexados. (b) Instrumentos Financeiros - A Sociedade reconhece os recebíveis e depósitos na data em que foram originados. Os ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido apresentado no balanço patrimonial quando a sociedade tem o direito legal de compensar valores, ou tem a intenção de liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. (c). Ativos e Passivos financeiros não derivativos - Os passivos financeiros não derivativos estão representados por fornecedores, obrigações trabalhistas, sociais e tributárias e empréstimos. A Sociedade reconhece os ativos e passivos na data em que são originados ou na data de negociação na qual se torna uma parte integrante de disposições contratuais. A baixa dos passivos ocorre no momento em que suas obrigações contratuais são encerradas, ou vencidas e liquidadas. São incluídos como ativos e passivos circulantes aqueles com prazo de vencimento não superior a 12 meses após a data de encerramento do balanço (após este prazo são classificados como ativos não circulantes). (d) Imobilizado - (i). Reconhecimento e Mensuração - Itens do imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção, deduzido de depreciação acumulada. O custo inclui gastos que são diretamente atribuíveis à aquisição de um ativo. Quaisquer outros custos para colocar o ativo no local e condição necessários para que esses sejam capazes de operar da forma pretendida pela Administração. (ii). Depreciação - Itens do ativo imobilizado são depreciados pelo método linear baseado na vida útil econômica estimada dos bens. Itens do ativo imobilizado são depreciados a partir da data em que são instalados e estão disponíveis para uso. Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais são revistos a cada encerramento de exercício financeiro e eventuais ajustes reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. (e) Provisões - Uma provisão é reconhecida em função de um evento passado se a Sociedade tem uma obrigação legal ou construtiva que possa ser estimada de maneira confiável, e a probabilidade de que recursos econômicos sejam exigidos para liquidar a obrigação. Os custos financeiros incorridos são registrados no resultado.
4. Disponível Disponível Caixa Banco do Brasil S/A Banco Santander S/A
2012
2011
15.368 233 1.267 16.869
11.234 381 1.553 13.168
5. Aplicações Financeiras 2012 2011 46.677 15.622 8.966 10.755 55.642 13.168 A contabilidade está realizando a conciliação da conta Aplicações Financeiras do Banco do Brasil S/A. 6. Valores a Receber 2012 2011 Impostos a Recuperar IRPJ a recuperar 14.922 14.922 Contribuição Social a Recuperar 8.953 8.953 PIS a recolher (214) Constribuição Social a recolher (3.638) IRPJ a recolher (6.056) COFINS a recolher (1.465) 12.501 23.875 A contabilidade está realizando a conciliação das contas. 7. Imobilizado 2012 2011 Depreciação Nome/Nomenclatura Custo Acumulativa Líquido Móveis e Utensílios 59.349 59.349 57.127 Máquinas e Equipamentos 27.637 27.637 27.638 Imóveis - Terrenos 7.000 7.000 7.000 Construções em Andamento 22.953 22.953 22.953 116.936 116.939 114.718 A Sociedade está realizando o inventário dos bens do ativo permanente e respectivos valores justos. 8. Obrigações Trabalhistas 2012 2011 Ordenados e salários a pagar 24.353 37.375 INSS a recolher 9.360 9.208 FGTS a recolher 633 3.138 Outras obrigações 488 22 34.833 50.102 Banco do Brasil S/A Banco Santander S/A
José Fernando Pinto da Costa - Diretor Presidente
DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (em reais)
ATIVIDADES OPERACIONAIS Prejuízo do Exercício Compensação de Prejuízos Ajuste do Exercicio Anterior Aumento de Capital - Aporte dos Sócios Variações nos Ativos e Passivos: Redução Outros Créditos Aumento Fornecedores Redução Salários e obrigações Sociais Redução Receita a Apropriar Redução outras obrigações Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas atividades operacionais ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS Compras de imobilizado Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas atividades de investimentos ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Pagamentos de empréstimos Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas atividades de financiamentos TOTAL Aumento (redução) das disponibilidades Disponibilidades no início do exercício Disponibilidades no final do exercício Variação
2012 (430.861) 680.000
2011 (133.403) 39.902 (8.870) -
11.374 350 (15.270) (8.904)
144.294 (4.231)
236.690
(3.493)
(2.221)
-
(2.221)
-
(28.910) (12.276)
(201.502)
-
(201.502) 32.967
(3.493)
39.545 72.511 32.967
43.037 39.545 (3.493)
9. Capital Social O capital social é de R$ 700.000,00 totalmente subscrito e integralizado em moeda nacional, dividido em 700.000 quotas no valor nominal de R$ 1,00 cada uma, assim distribuídas: Sócio Quant. Quotas Valor - R$ % Partic. José Fernando Pinto da Costa 350.000 350.000,00 50% Cláudia Aparecida Pereira 350.000 350.000,00 50% 700.000 700.000,00 100% 10. Eventos Subsequentes A Sociedade de Ensino analisou os eventos subsequentes até 18 de agosto de 2013, que é a data de entrega da Carta da Gerência pela Diretoria da sociedade.
Carlos Roberto Fonseca - Contador - CRC 1SP 101.395/O-1
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Diretores da D.D.G. S/S LTDA. Examinamos as demonstrações contábeis do D.D.G. S/S LTDA. que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Empresa é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis, com base em nossa auditoria, conduzidas de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de
distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Empresa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Empresa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Base para Opinião com Ressalva Conforme comentado nas notas explicativas No. 7, a Associação está providenciando o levantamento dos bens do ativo imobilizado e seus respectivos valores justos e conforme nota explicativa
No. 5 e 6, está providenciando a conciliação das contas de aplicações financeiras e de valores a receber, respectivamente. Opinião Em nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos que poderão advir dos assuntos comentados no parágrafo base para opinião com ressalva, as demonstrações contábeis acima referidas, quando lidas em conjunto com as notas explicativas que as acompanham, apresentam adequadamente, em seus aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da D.D.G. S/S LTDA. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase Demonstrações Contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2011, apresentadas para fins comparativos não foram auditadas por Auditores Independentes. São Paulo, 18 de agosto de 2013. ETAE AUDITORES INDEPENDENTES CRC-SP Nº 2SP010138/O-8 TUNEO ONO - Contador - CRC-SP Nº 1SP098699/O-9
SOCIEDADE OLIMPIENSE DE EDUCAÇÃO Ç E CULTURA S/S LTDA. – EPP CNPJ nº 56.366.172/0001-38 Balanço Patrimonial findo em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 - (em reais) Ativo Circulante Disponivel Caixa e Bancos Valores a Receber Contas a Receber Impostos a Recuperar Outras Contas a Receber Não Circulante Exigível a Longo Prazo Consórcios Imobilizado Bens Corpóreos Tangíveis (-) Depreciação Acumulada Intangível Bens Incorpóreos (-) Amortização Acumulada Total do Ativo Descrição Saldo em 31 de dezembro de 2010 Lucro do Exercício Distribuição do Lucro Saldo em 31 de dezembro de 2011 Ajuste do Exercício Anterior Lucro do Exercício Transferência do Lucro Distribuição do Lucro Saldo em 31 de dezembro de 2012
Notas 4 5
6 7 8
2012 56.314 45.406 45.406 10.908 9.471 – 1.437 476.686 5.583 5.583 470.264 627.695 (157.431) 839 2.516 (1.678) 532.999
2011 515.929 483.140 483.140 32.788 12.294 18.771 1.723 461.601 1.463 1.463 459.300 633.977 (174.678) 839 2.516 (1.678) 977.530
Passivo Circulante Obrigações A Curto Prazo Fornecedores Salários a pagar Obrigações Sociais e Tributárias Impostos Parcelados Contas a Pagar Empréstimos Não Circulante Exigivel a Longo Prazo Impostos Parcelados Patrimônio Líquido Capital Social Reserva de Capital Lucros Acumulados Lucro do Exercício Total do Passivo e Patrimônio Líquido
Notas
9 10
9 11
2012 118.904 118.904 – 30.725 – 40.281 47.898 –
2011 212.730 212.730 3.159 20.745 42.850 31.315 114.661
62.949 62.949 351.146 50.000 10.278 290.868 – 532.999
764.800 50.000 10.278 624.836 79.686 977.530
Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido – Execícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - (em reais) Capital Social Reserva de Capital Lucros (Prejuízos) Acumulados Lucro (Prejuízo) do Execício 50.000 10.278 735.136 – 79.686 (110.300) 50.000 10.278 624.836 79.686 (5.657) 35.566 109.595 (109.595) (443.563) 50.000 10.278 290.868 –
Total 795.415 79.686
Demonstração de Resultado – Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 - (em reais) 2012 2011 830.853 959.951 830.853 959.951 830.853 959.951 (30.378) (44.295) (1.052) (2.956) (29.326) (41.339) 800.475 915.657 (630.573) (804.494) (630.573) (804.494) (379.645) (278.890) – – (215.238) (481.356) (22.420) (28.996) (13.271) (15.253) 169.902 111.163 (135.993) (31.670) (135.993) (31.670) 1.656 193 1.656 193 1.656 193 35.566 79.686
Receita Operacional Bruta Receitas Operacionais Prestação de Serviços Deduções Cancelamentos Impostos Lucro Operacional Bruto Despesas Despesas Operacionais Pessoal Vendas Administrativas Aluguéis e Locações Tributárias Lucro Operacional Líquido Resultado Financeiro Despesas Financeiras Receitas Não Operacionais Receitas Não Operacionais Receitas Eventuais Lucro Líquido do Exercício
Demonstração dos Fluxos de Caixa – Exercícios findos em 31/12/2012 e de 2011 - (em reais) ATIVIDADES OPERACIONAIS 2012 2011 Lucro (Prejuizo) do Exercício 35.566 79.686 Destinação do Lucro (443.563) Ajuste do Exercicio Anterior (5.657) Depreciação e Amortização 17.247 Variações nos Ativos e Passivos: Redução em contas a receber 2.823 (31.351) Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 31 de dezembro de 2012 - (em reais) Redução Outros Créditos 14.937 (18.771) (3.159) (3.159) 1. Contexto Operacional - A Sociedade tem como objetivo social a prestação de serviços de instituir, por quotas é calculado com base nas quantidades de quotas do capital social integralizado nas datas Rredução Fornecedores Aumento obrigações sociais e tributárias 39.045 (12.497) organizar e manter estabelecimentos de ensino infantil, ensino fundamental, ensino médio, profissionali- das demonstrações contábeis. Aumento de outras obrigações 47.899 5.379 2012 2011 zante e superior. 2. Apresentação das Demonstrações Contábeis - (a) Declaração de Conformidade 4. Disponível (294.863) 19.286 188 483.140 Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas a. operacionais - As demonstrações contábeis foram preparadas conforme as Normas Internacionais de Relatório Finan- Caixa 45.218 - ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS ceiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e também, de acordo com Banco Conta Movimento – 81.296 45.406 483.140 Compras de imobilizado/ Redução de Caixa as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais incluem as disposições da Lei das Sociedades por (28.211) 2012 2011 Baixas do Ativo Imobilizado Ações, os Pronunciamentos, as Orientações e as Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamen- 5. Contas a Receber (28.211) 81.296 9.471 12.294 Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas a. de investimentos tos Contábeis (CPC). (b) Moeda Funcional e Moeda de Apresentação - As demonstrações contábeis Mensalidades a Receber–Faculdades ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO 9.471 12.294 são apresentadas em real (R$), que é a moeda funcional da Sociedade. (c) Uso de Expectativas ou – 2012 2011 Empréstimos tomados Julgamentos - A preparação das demonstrações contábeis de acordo com as normas IFRS e as normas 6. Consórcios (114.661) (145.975) 5.583 1.463 Pagamentos de empréstimos/debêntures CPC exige que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de Cota de Consórcio Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas a. de fi nanciamentos (114.661) (145.975) 5.583 1.463 políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais (437.735) (45.393) podem divergir dessas estimativas. Estimativas e premissas são revistas de uma maneira contínua. O saldo de R$ 5.583 refere-se a parcelas pagas de cota de consórcio de veículo, com vencimento em T O T A L Aumento (redução) das disponibilidades Revisões com relação a estimativas contábeis são reconhecidas no exercício em que as estimativas são setembro de 2015. 483.140 528.534 2012 2011 Disponibilidades no início do exercício revisadas. 3. Principais políticas contábeis - (a) Apuração do Resultado - As receitas e despesas 7. Imobilizado Disponibilidades no final do exercício 45.406 483.140 Depreciação são apropriadas pelo regime de competência observando-se o critério de “liquidez e natureza” finan(437.734) (45.393) Custo acumulada Líquido Líquido Variação ceira, incluindo os efeitos das variações monetárias computadas sobre ativos e passivos indexados. Descrição/Conta – – – (5.144) (b) Instrumentos Financeiros - A Sociedade reconhece os recebíveis e depósitos na data em que Veículos 2012 2011 101.118 (47.308) 53.811 47.991 10. Contas a Pagar foram originados. Os ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido apresentado no Móveis e Utensílios 32.768 – 99.505 (78.879) 20.626 20.626 Obrigações trabalhistas balanço patrimonial quando a sociedade tem o direito legal de compensar valores, ou tem a intenção Máquinas e Equipamentos 35.031 – 3.000 (1.900) 1.100 1.100 Obrigações Sociais e Tributárias de liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. (c) Ativos Instalações (19.900) – 165.475 – 165.475 165.475 Mensalidades a Receber e Passivos financeiros não derivativos - Os passivos financeiros não derivativos estão representados Acervo Bibliográfico 47.898 – 258.597 (29.344) 229.253 (9) por fornecedores, obrigações trabalhistas, sociais e tributárias e empréstimos. A Sociedade reconhece Benfeitoria em Propriedades de Terceiros – – – 59.411 A contabilidade está providenciando a conciliação e análise das contas. os ativos e passivos na data em que são originados ou na data de negociação na qual se torna uma Edificios – – – 169.850 De acordo com o Instrumento Particular de Contrato de Promessa de Cessão de Quotas firmado parte integrante de disposições contratuais. A baixa dos passivos ocorre no momento em que suas Imóveis–Terrenos 627.695 (157.431) 470.264 459.300 em 1o. de novembro de 2012, “a assunção do passivo por parte da Sociedade está limitada ao obrigações contratuais são encerradas, ou vencidas e liquidadas. São incluídos como ativos e passivos circulantes aqueles com prazo de vencimento não superior a 12 meses após a data de encerramento A Sociedade está realizando o inventário físico dos bens do ativo imobilizado e os respectivos valores valor da contingência apurada e, se ultrapassarem a R$ 300.000,00, os Promitentes Cedentes pagarão os débitos no prazo de 30 dias, esses somente a fatos ocorridos anterior aos dias da do balanço (após este prazo são classificados como ativos não circulantes). (d) Imobilizado - (i) Reco- justos. nhecimento e Mensuração - Itens do imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou 8. Intangível 2012 2011 cessão das cotas”. construção, deduzido de depreciação acumulada. O custo inclui gastos que são diretamente atribuíveis Amortização 11. Capital Social à aquisição de um ativo. Quaisquer outros custos para colocar o ativo no local e condição necessários Descrição/Conta Custo acumulada Líquido Líquido O capital social é de R$ 50.000,00 totalmente subscrito e integralizado em moeda nacional, dividido em para que esses sejam capazes de operar da forma pretendida pela Administração. (ii) Depreciação - Softwares 2.516 (1.678) 839 839 50.000 quotas no valor nominal de R$ 1,00 cada uma, assim distribuídas: Itens do ativo imobilizado são depreciados pelo método linear baseado na vida útil econômica estimada 2.516 (1.678) 839 839 Sócio Quant. Quotas Valor – R$ % Partic. dos bens. Itens do ativo imobilizado são depreciados a partir da data em que são instalados e estão 25.000 25.000,00 50% 2012 2011 José Fernando Pinto da Costa disponíveis para uso. - Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais são revis- 9. Impostos Parcelados Cláudia Aparecida Pereira 25.000 25.000,00 50% Curto Prazo Longo Prazo Curto Prazo Longo Prazo tos a cada encerramento de exercício financeiro e eventuais ajustes reconhecidos como mudança de 50.000 50.000,00 100% 40.281 62.499 31.315 – estimativas contábeis. (e) Provisões - Uma provisão é reconhecida em função de um evento passado Parcelamento - Lei 11.941/09 se a Sociedade tem uma obrigação legal ou construtiva que possa ser estimada de maneira confiável, A Sociedade optou pelo parcelamento de débitos existentes junto a Previdência Social no âmbito da Pro- 12. Eventos Subsequentes e a probabilidade de que recursos econômicos sejam exigidos para liquidar a obrigação. Os custos curadoria Geral da Fazenda Nacional–PGFN e junto a Receita Federal do Brasil. Consolidados, os débitos A Sociedade de ensino analisou os eventos subsequentes até 18 de agosto de 2013, que é a data de entrega da Carta da Gerência pela Diretoria da sociedade. financeiros incorridos são registrados no resultado. (f) Politicas para distribuições de lucros - O lucro foram deferidos para parcelamento em até 60 meses, com vencimento em agosto de 2017. José Fernando Pinto da Costa - Diretor Presidente
Aos Diretores da SOCIEDADE OLIMPIENSE DE EDUCAÇÃO E CULTURA S/S LTDA. – EPP Examinamos as demonstrações contábeis da SOCIEDADE OLIMPIENSE DE EDUCAÇÃO E CULTURA S/S LTDA. – EPP. que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Empresa é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis, com base em nossa auditoria, conduzidas de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.
764.800 (5.657) 35.566 – (443.563) 351.146
Carlos Roberto Fonseca - Contador - CRC 1SP 101.395/O-1
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Empresa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Empresa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Base para Opinião com Ressalva Conforme comentado nas notas explicativas No. 7, a Associação está providenciando o levantamento dos bens do ativo imobilizado e seus respectivos valores justos e conforme nota explicativa No. 10, está providenciando a conciliação das contas a pagar.
Opinião Em nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos que poderão advir dos assuntos comentados no parágrafo base para opinião com ressalva, as demonstrações contábeis acima referidas, quando lidas em conjunto com as notas explicativas que as acompanham, apresentam adequadamente, em seus aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da SOCIEDADE OLIMPIENSE DE EDUCAÇÃO E CULTURA S/S LTDA.–EPP em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase As Demonstrações Contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2011, apresentadas para fins comparativos não foram auditadas por Auditores Independentes. São Paulo, 18 de agosto de 2013. ETAE AUDITORES INDEPENDENTES CRC-SP Nº 2SP010138/O-8 TUNEO ONO - Contador - CRC-SP Nº 1SP098699/O-9
DIÁRIO DO COMÉRCIO
20 -.ECONOMIA
e
sábado, 31 de agosto, e domingo e segunda-feira, 1 e 2 de setembro de 2013
conomia
Credibilidade abalada, inflação alta. Avaliação é de economistas que debateram questões macroeconômicas no Congresso Internacional do Mercado Financeiro e de Capitais, no fim de semana. Rejane Tamoto
ASSOCIAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE ORLANDIA LTDA. CNPJ nº 04.305.107/0001-07 Balanço Patrimonial - Exercício findo em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 - (em reais) Ativo Circulante Caixa e Equivalentes de Caixa Caixa Banco Conta Movimento Aplicação Financeira Contas a Receber Adiantamentos Diversos Empregados Fornecedores Impostos Não Circulante Outros Créditos Imobilizado Intangível Total do Ativo
Notas 4 5 6
7 8 9
Descrição Saldo em 31 de dezembro de 2010 Lucro / Prejuizo do Exercício Saldo em 31 de dezembro de 2011 Ajuste do Exercício Anterior Lucro / Prejuizo do Exercício Saldo em 31 de dezembro de 2012
2012 247.294 49.639 49.639 – 59.679 11.785 126.191 93.600 29.077 3.514 174.298 25.562 125.787 22.950 421.592
2011 286.264 63.714 57.325 6.389 59.679 11.785 151.086 93.600 53.972 3.514 174.298 25.562 125.786 22.950 460.562
Passivo Circulante Fornecedores Diversos Obrigações Trabalhistas Obrigações Tributárias Obrigações Sociais Emprestimos Contas a pagar Saldo Negativo/Bancos Cta. Movimento Não Circulante Patrimônio Líquido Capital Social Prejuizos Acumulados
Notas
2012 949.848 – 26.064 – 215.479 48.103 571.925 88.277
10 11 12
(528.256) 2.809.378 (3.337.634)
13
Total do Passivo e Patrimônio Líquido
421.592
Demonstração das Mutações do Patrimonio Líquido – Exercício findo em 31 de dezembro de 2012 E DE 2011 - (em reais) Capital Social Reserva de lucro Resultado do Exercício 2.809.378 (2.704.388) (270.030) 2.809.378 – (2.974.418) (164.455) (198.761) 2.809.378 – (3.337.634)
Demonstração do Resultado – Exercício findo em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 - (em reais) 2012 2011 Receita Operacional 147.854 541.747 Receitas Liquidade de Prestação de Serviço 147.854 541.747 Lucro Bruto 147.854 541.747 Despesas (334.826) (792.410) Despesas Operacionais (334.826) (792.410) Pessoal (190.881) (400.921) Encargos Sociais (61.513) (161.821) Vendas – – Administrativas (60.873) (183.470) Alugueis E Locações (21.560) (45.012) (165.040) Tributárias – (1.185) 2.809.378 – – (2.974.418) Depreciações E Amortizações Lucro Operacional Líquido (186.973) (250.663) Resultado Financeiro (11.788) (19.367) Despesas Financeiras (11.788) (19.367) 460.562 Lucro Líquido do Exercício (198.761) (270.030) 2011 625.602 277.265 21.240 273.436 53.662 –
Total do Patrimonio Líquido 104.990 (270.030) (165.040) (164.455) (198.761) (528.256)
Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 31 de dezembro de 2012 1. Contexto Operacional - A sociedade tem como objetivo social a prestação de serviços de todas as possa ser estimada de maneira confiável, e a probabilidade de que recursos econômicos sejam exigidos atividades relacionadas com o ensino em geral, principalmente a instalação e funcionamento de esta- para liquidar a obrigação. Os custos financeiros incorridos são registrados no resultado. (e) Políbelecimento educacional de nível médio e superior, em todo o território nacional, destinado a oferecer tica para distribuição de lucros - O lucro por quotas é calculado com base nas quantidades oportunidades de instrução a todos. Valendo-se dos benefícios e obrigações previstos na referida Lei, de quotas do capital social integralizado nas datas das demonstrações contábeis. (f) Política bem como nas regulamentações posteriores emitidas pelo Ministério da Educação. A Sociedade aderiu tributária - Em virtude de sua adesão ao PROUNI, a Sociedade goza da isenção dos seguintes ao programa Universidade Para Todos – PROUNI, de acordo com a Lei nº 11.096/2005, valendo-se dos tributos e contribuições: benefícios e obrigações previstos na referida Lei, bem como nas regulamentações posteriores emitidas • Imposto de Renda da Pessoa Jurídica – IRPJ; pelo Ministério da Educação. 2. Apresentação das Demonstrações Contábeis - (a) Declaração de Con- • Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – CSLL; formidade - As demonstrações contábeis ora apresentadas foram preparadas de acordo com as práticas • Contribuição sobre a Seguridade Social – COFINS; contábeis adotadas no Brasil, em consonância com as Leis 6404/76, 11.638/08 e 11.941/09, bem como • Contribuição para o Programa de Integração Social – PIS. os Pronunciamentos, Orientações e Interpretações emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis Como contrapartida dessa isenção fiscal, a Sociedade disponibiliza bolsas de estudo nas quantidades e (CPC), quando aplicáveis. (b) Moeda Funcional e Moeda de Apresentação - As demonstrações contá- proporções previstas no PROUNI, bem como nas regulamentações emitidas pelo Ministério da Educação, beis são apresentadas em real (R$), que é a moeda funcional da Sociedade. (c) Uso de Expectativas ou estando a Sociedade em situação regular no exercício de 2012. Julgamentos - A preparação das demonstrações contábeis de acordo com a legislação vigente exige que 4. Bancos Conta Movimento 2012 2011 a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis Caixa 49.639 57.325 e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir des- Bancos – 6.389 49.639 63.714 sas estimativas. Estimativas e premissas são revistas de uma maneira contínua. Revisões com relação a estimativas contábeis são reconhecidas no exercício em que as estimativas são revisadas. 3. Principais O saldo correspondente de caixa, que em 31 de dezembro de 2012 corresponde ao montante de políticas contábeis - (a) Apuração do Resultado - As receitas e despesas são apropriadas pelo regime R$ 49.639, está em fase de conciliação. 2012 2011 de competência observando-se o critério de “liquidez e natureza” financeira, incluindo os efeitos das varia- 5.Aplicação Financeira ções monetárias computadas sobre ativos e passivos indexados. (b) Instrumentos Financeiros - Os Depósito Para Recurso 12.366 12.366 ativos ou passivos financeiros são compensados e o valor líquido apresentado no balanço patrimonial Banco Real 47.312 47.312 quando a sociedade tem esse direito legal de compensar os valores, ou tem a intenção de liquidar em Banco Nossa Caixa 59.679 59.679 uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. (i). Caixa e Equivalentes de Caixa - Abrangem disponibilidades financeiras em contas correntes mantidas em instituições bancárias no 6. Adiantamentos Diversos Brasil. (ii). Passivos financeiros não derivativos - Os passivos financeiros não derivativos da Sociedade O saldo desta conta, que perfaz o montante de R$ 126.191, em fase de conciliação. 2012 2011 estão representados pelas contingências e outras contas a pagar. A sociedade reconhece os passivos na 7- Outros Créditos data em que são originados e na data de negociação na qual se torna uma das partes integrantes de dispo- Despesas dos Meses Seguintes 25.562 25.562 sições contratuais. A sociedade baixa os passivos quando suas obrigações contratuais são encerradas, ou Prêmios de seguros 25.562 25.562 vencidas e liquidadas. São incluídos como ativos e passivos circulantes aqueles com prazo de vencimento Total % Custo Depreciação Líquido não superior a 12 meses após a data de encerramento do balanço (após esta data são classificados como 8. Imobilizado Deprec. corrigido acumulada 2012 2011 ativos não circulantes). (c) Imobilizado e Intangível - (i). Reconhecimento e Mensuração - Itens do 10% 55.928 (7.098) 48.831 143.554 imobilizado e intangível são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção, deduzido de Móveis e Utensílios 10% 94.723 (35.625) 59.098 (35.625) depreciação / amortização acumulada. O custo inclui gastos que são diretamente atribuíveis à aquisição Acervo Bibliografico 20% 6.119 – 6.119 6.119 de um ativo. Quaisquer outros custos para colocar o ativo no local e condição necessários para que esses Veículos 4% (27.808) – (27.808) (27.808) sejam capazes de operar da forma pretendida pela Administração. (ii). Depreciação / Amortização - Itens Imóveis 10% 18.971 (2.680) 16.290 16.290 do ativo imobilizado / intangível são depreciados/ amortizados pelo método linear baseado na vida útil Máquinas e Equipamentos 23.256 23.256 23.256 econômica estimada dos bens, conforme nota explicativa 7 e 8. Esses itens são depreciados / amortizados Melhorias em Imóveis de Terceiros 4% 171.189 (45.403) 125.787 125.786 a partir da data em que são instalados e estão disponíveis para uso.Os métodos de depreciação / amortização, as vidas úteis e os valores residuais serão revistos a cada encerramento de exercício financeiro e Não foi possível para a Sociedade realizar o “Impairment test” no exercício de 2012, pois a mesma está eventuais ajustes reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. (d) Provisões - Uma provisão é efetuando um inventário patrimonial geral em seu ativo imobilizado. Na opinião de seus administradores, reconhecida em função de um evento passado se a Sociedade tem uma obrigação legal ou construtiva que as possíveis divergências não serão representativas. José Fernando Pinto da Costa - Diretor Presidente
Demonstração dos Fluxos de Caixas – Exercício findo em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 - (em reais) ATIVIDADES OPERACIONAIS 2012 2011 Lucro (Prejuizo) do Exercício (198.761) (270.030) Ajuste do Exercicio Anterior (164.455) Depreciação e Amortização – 23.276 = Caixa operacional antes dos movimentos de capital de giro (363.216) (246.754) (Aumento) redução dos ativos Outros Créditos 24.896 (10.527) Aumento (redução) dos passivos Fornecedores (277.265) (53.017) Obrigações sociais e fiscais (53.134) 362.964 Outras obrigações 571.924 = Disponibilidades líquidas geradas nas atividades operacionais (96.794) 52.666 ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas atividades de investimentos – ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Variação de Empréstimos e Financiamentos 82.719 = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas atividades de financiamentos 82.719 TOTAL (14.075) 52.666 Aumento (redução) das disponibilidades Disponibilidades no início do exercício 63.714 11.048 Disponibilidades no final do exercício 49.639 63.714 Variação (14.075) 52.666 9. Intangível
% Deprec. 20%
Líquido 2012 2011 22.950 22.950 22.950 22.950 10. Obrigações Sociais 2012 2011 INSS 133.803 196.088 IRRF s/ Salário (9.851) 42.467 FGTS 60.275 41.724 IRRF s/ Autonomo 44.148 Contribuição Assistencial 11.735 (6.843) ISS (24.631) 215.479 273.436 O saldo relativo a obrigações sociais, que em 31 de dezembro de 2012, correspondente ao montante de R$ 215.479, está em fase de conciliação. 11. Contas a pagar 2012 2011 Contas a pagar 571.925 De acordo com o Instrumento Particular de Contrato de Promessa de Cessão de Quotas firmado em 31 de dezembro de 2012, “Todo e qualquer ato ou mesmo negócio jurídico efetuado até o dia 31.12.2012”, os únicos responsáveis serão os antigos donos. 12. Saldo Negativo/Bancos Cta. Movimento 2012 2011 Banco Conta Movimento 88.277 O saldo de R$ 88.277, refere-se a bancos com saldos negativos, demonstrados na conta do passivo. 13. Capital Social - Em 31 de dezembro de 2012 o capital social subscrito e integralizado corresponde a R$ 2.809.378, representado por 2.809.378 quotas, no valor unitário de R$ 1,00. 14. Eventos Subsequentes - A Sociedade de ensino analisou os eventos subsequentes até 23 de agosto de 2013, que é a data de entrega da carta da gerência por sua diretoria. Softwares
Custo corrigido 36.066 36.066
Amortização acumulada (13.116) (13.116)
Carlos Roberto Fonseca - Contador - CRC 1SP 101.395/O-1
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Sócios – Quotistas da AESO – ASSOCIAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE ORLÂNDIA LTDA. Examinamos as demonstrações contábeis da ASSOCIAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE ORLÂNDIA LTDA, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Empresa é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis, com base em nossa auditoria, conduzidas de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.
Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Empresa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Empresa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Base para opinião com ressalva - Conforme Nota explicativa nº 04, a Sociedade está conciliando o saldo de caixa e bancos conta movimento; - Conforme Nota Explicativa nº 06, a Sociedade está conciliando o saldo de adiantamentos diversos; - Conforme Nota explicativa nº 08, a Sociedade está efetuando um inventário patrimonial geral em ativo imobilizado e intangível.
Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas, quando lidas em conjunto com as notas explicativas que as acompanham, apresentam adequadamente, em seus aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da ASSOCIAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE ORLÂNDIA LTDA., em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase As demonstrações Contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2011 não foram auditadas por auditores independentes e estão sendo apresentadas exclusivamente para fins comparativos.
São Paulo, 23 de agosto de 2013. ETAE AUDITORES INDEPENDENTES CRC-SP Nº 2SP010138/O-8 TUNEO ONO - Contador - CRC-SP Nº 1SP098699/O-9
ASSOCIAÇÃO FACULDADE DE RIBEIRÃO PRETO S/S LTDA CNPJ nº 01.179.864/0001-85 Ativo Circulante Disponivel Caixa Bancos Conta Movimento Contas a Receber Mensalidades a Receber Acordos de Mensalidades a Receber Não Circulante Depósitos Judiciais Depósitos para Recursos Imobilizado Bens Corpóreos Tangíveis (-) Depreciação Acumulada Intangível Bens Incorpóreos (-) Amortização Acumulada Total do Ativo
BALANÇO PATRIMONIAL - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (em reais) Notas 2012 2011 Passivo 6.984.205 662.032 Circulante 555.893 662.032 Obrigações a Curto Prazo Fornecedores 4 106.033 Impostos Parcelados 4 555.893 555.999 Dividendos a pagar 6.428.312 5 6.160.186 - Não Circulante 5 268.126 - Exigível A Longo Prazo Empréstimos e Financiamentos 228.524 379.304 Provisão para Contigências 57.836 57.836 Impostos Parcelados 6 57.836 57.836 7 165.407 306.917 Patrimônio Líquido Capital Social 1.131.266 1.131.266 Lucros Acumulados (965.859) (824.349) 8 5.281 14.551 101.975 101.975 (96.694) (87.424) 7.212.729 1.041.336 Total do Passivo e Patrimonio Líquido
DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (em reais) Notas 9 10 11 12 13 10 14
2012 4.506.306 4.506.306 – 1.162.568 3.343.738 2.096.291 2.096.291 – 1.999.722 96.569 610.132 610.132 –
2011 111.573 111.573 45.837 55.736 10.000 226.192 226.192 226.192 703.571 610.132 93.439
7.212.729
1.041.336
DEMONSTRAÇÃO DE MUTAÇÃO DO PATRIMONIO LÍQUIDO - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (em reais) Descrição Saldo em 31.12.2010 Lucro do Exercício Saldo em 31.12.2011 Lucro do Exercício Transferência para Reseva de Lucro Realização do Lucro Saldo em 31.12.2012
Capital Social 610.132
Reserva de Lucro
610.132
610.132
11.145.792 (11.145.792) –
Lucros (Prejuízos) Aumulados (43.205) 136.644 93.439 11.052.353 (11.145.792) –
Total 566.927 136.644 703.571 11.052.353 – (11.145.792) 610.132
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 31 DE DEZEMBRO DE 2012 - (em reais) 1. Contexto Operacional A Sociedade tem como objetivo principal o desenvolvimento de atividades de ensino fundamental, ensino médio e ensino superior – graduação, pós-graduação e extensão. 2. Apresentação das Demonstrações Contábeis (a) Declaração de Conformidade As demonstrações contábeis foram preparadas conforme as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e também, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais incluem as disposições da Lei das Sociedades por Ações, os Pronunciamentos, as Orientações e as Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). (b) Moeda Funcional e Moeda de Apresentação As demonstrações contábeis são apresentadas em real (R$), que é a moeda funcional da Sociedade. (c) Uso de Expectativas ou Julgamentos A preparação das demonstrações contábeis de acordo com as normas IFRS e as normas CPC exige que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. Estimativas e premissas são revistas de uma maneira contínua. Revisões com relação a estimativas contábeis são reconhecidas no exercício em que as estimativas são revisadas. 3. Principais políticas contábeis (a) Apuração do Resultado As receitas e despesas são apropriadas pelo regime de competência observando-se o critério de “liquidez e natureza” financeira, incluindo os efeitos das variações monetárias computadas sobre ativos e passivos indexados. (b) Instrumentos Financeiros Os ativos ou passivos financeiros são compensados e o valor líquido apresentado no balanço patrimonial quando a sociedade tem esse direito lega de compensar os valores, ou tem a intenção de liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. (i). Disponível O disponível da Sociedade abrange os saldos de caixa e Bancos Conta Movimento. (ii). Passivos financeiros não derivativos Os passivos financeiros não derivativos da Sociedade estão representados pelas contingências e outras contas a pagar. A sociedade reconhece os passivos na data em que são originados e na data de negociação na qual se torna uma das partes integrantes de disposições contratuais. A sociedade baixa os passivos quando suas obrigações contratuais são encerradas, ou vencidas e liquidadas. São incluídos como ativos e passivos circulantes aqueles com prazo de vencimento não superior a 12 meses após a data de encerramento do balanço (após esta data são classificados como ativos não circulantes). (c) Imobilizado (i). Reconhecimento e Mensuração Itens do imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção, deduzido de depreciação acumulada. O custo inclui gastos que são diretamente atribuíveis à aquisição de um ativo. Quaisquer outros custos para colocar o ativo no local e condição necessários para que esses sejam capazes de operar da forma pretendida pela Administração. (ii). Depreciação Itens do ativo imobilizado são depreciados pelo método linear baseado na vida útil econômica estimada dos bens, conforme nota explicativa 8. Itens do ativo imobilizado são depreciados a partir da data em que são instalados e estão disponíveis para uso. Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais serão revistos a cada encerramento de exercício financeiro
José Fernando Pinto da Costa - Diretor Presidente
e eventuais ajustes reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. (d) Provisões Uma provisão é reconhecida em função de um evento passado se a Sociedade tem uma obrigação legal ou construtiva que possa ser estimada de maneira confiável, e a probabilidade de que recursos econômicos sejam exigidos para liquidar a obrigação. Os custos financeiros incorridos são registrados no resultado. e) Politicas para distribuições de dividendos O lucro por quotas é calculado com base nas quantidades de quotas do capital social integralizado nas datas das demonstrações contábeis. 4. Caixa e Bancos 2012 2011 Caixa – 106.033 Bancos Conta Movimento 555.893 555.999 555.893 662.032 5. Contas a Receber 2012 2011 Mensalidades A Receber 6.160.186 Acordos de Mensalidades a Receber 268.126 6.428.312 6. Depósitos Judiciais 2012 2011 Depósitos para Recursos 57.836 57.836 O Departamento Jurídico da Sociedade está empenhado no levantamento dos depósitos judiciais. % Custo Depreciação Líquido Depreciação corrigido acumulada 2012 2011 Veículos 20% 82.649 (57.852) 24.797 33.062 Móveis e Utensílios 10% 217.302 (207.466) 9.836 31.566 Máquinas e Equipamentos 10% 146.147 (115.985) 30.161 44.776 Computadores e Periféricos 20% 369.971 (329.428) 40.543 77.540 Acervo Biliográfico 10% 283.844 (235.327) 48.517 105.285 Laboratorio 20% 31.353 (19.800) 11.553 14.688 1.131.266 (965.859) 165.407 306.917 8. Intangível % Custo Amortização Líquido Depreciação corrigido acumulada 2012 2011 Softwares 20% 96.694 (96.694) – 9.270 Logomarca 10% 5.281 – 5.281 5.281 101.975 (96.694) 5.281 14.551 9. Fornecedores 2012 2011 Fornecedores 45.837 10. Impostos Parcelados 2012 2011 Curto Prazo Longo Prazo Parcelamento - Lei nº 11.941/09 a Pagar 1.162.568 96.569 55.736 1.162.568 96.569 55.736
Carlos Roberto Fonseca - Contador - CRC 1SP 101.395/O-1
2012 25.499.934 25.499.934 25.499.934 25.499.934 14.824.598 14.824.598 3.277.944 34.403 1.637.651 476.899 1.610.773 152.421 7.625.000 9.508 10.675.336 377.017 377.017 377.017 11.052.353
Receita Operacional Bruta Receitas Operacionais Prestação de Serviços Lucro Operacional Bruto Despesas Despesas Operacionais Pessoal Vendas Administrativas Alugueis e Locações Tributárias Depreciações e Amortizações Despesas Eventuais Despesa financeira Lucro Operacional Líquido Receitas Não Operacionais Receitas Não Operacionais Receitas Eventuais Lucro Líquido do Exercício
2011 2.595.432 2.595.432 2.595.432 2.595.432 2.458.788 2.458.788 877.681 3.334 1.062.054 252.082 131.609 131.104 – 925 136.644 – – – 136.644
DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (em reais) ATIVIDADES OPERACIONAIS Lucro (Prejuizo) do Exercício Destinação do Lucro Ajuste do Exercicio Anterior Depreciação e Amortização Variações nos Ativos e Passivos: (Aumento) redução em contas a receber (Aumento) redução Outros Créditos Aumento (redução) Fornecedores Aumento (redução) obrigações sociais e fiscais Aumento (redução) Receita a Apropriar ou Depsesas Antecipadas Aumento (redução) outras obrigações = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas a. operacionais ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS Compras de imobilizado/ Redução de Caixa Baixas do Ativo Imobilizado = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas a. de investimentos ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Empréstimos tomados Pagamentos de empréstimos/debêntures = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas a. de financiamentos TOTAL Aumento (redução) das disponibilidades Disponibilidades no início do exercício Disponibilidades no final do exercício Variação
2012 11.052.353 (11.145.792)
2011 136.644
150.780 (6.428.312) – (45.837) 1.203.401 – 5.333.460 120.053
(131.104)
0 0
4.314
(226.192) (226.192) (106.139)
(27.279) (27.279) 618.994
662.032 555.893 (106.139)
43.037 662.032 618.994
249.240 486.794 (4.231) (62.160) (28.910) 646.273
4.314
A Sociedade optou pelo parcelamento de débitos existentes junto a Previdência Social no âmbito da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional–PGFN e junto a Receita Federal do Brasil. Consolidados, os débitos foram deferidos para parcelamento em até 180 meses, com vencimento em agosto de 2024. 11. Dividendos a Pagar 2012 2011 Dividendos a Pagar 3.343.738 10.000 Os dividendos referem-se a parcela devida aos sócios José Avelino Franco do Amaral e ao (espólio) de Jamil Salim Cury, por conta de lucros apurados em 2012. 12. Empréstimos e Financiamentos 2012 2011 Empréstimos e Financiamentos 226.192 13. Provisão para Contigências 2012 2011 Ações Trabalhistas 1.659.770 Açoes Civis 339.953 1.999.722 Está em andamento a conciliação dos valores que compõem o saldo da conta provisão para contingências–ações trabalhistas e ações cíveis. 14. Capital Social O capital social é de R$ 610.000,00 totalmente subscrito e integralizado em moeda nacional, dividido em 610.000 quotas no valor nominal de R$ 1,00 cada uma, assim distribuídas: Sócio Quotista Quant. Quotas Valor - R$ % Partic. José Avelino Franco Amaral 91.500 91.500,00 15% Espólio de Jamil Salim Cury 91.500 91.500,00 15% UNIEP - União das Instituições Educacionais do Estado de São Paulo 427.000 427.000,00 70% 610.000 610.000,00 100% 15. Eventos Subsequentes A Sociedade de ensino analisou os eventos subsequentes até 14 de junho de 2013 que é a data de entrega da carta da gerência pela diretoria da sociedade.
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Diretores e Cotistas da ASSOCIAÇÃO FACULDADE DE RIBEIRÃO PRETO S/S LTDA. Examinamos as demonstrações contábeis da ASSOCIAÇÃO FACULDADE DE RIBEIRÃO PRETO S/S LTDA, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Empresa é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis, com base em nossa auditoria, conduzidas de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja
planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Empresa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Empresa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Base para opinião com ressalva Os Valores demonstrados na Provisão para Contingências, conforme nota explicativa Nº 13 estão e fase
de conciliação. Opinião Em nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos que poderão advir do assunto comentado no parágrafo base para opinião com ressalva, as demonstrações contábeis acima referidas, quando lidas em conjunto com as notas explicativas que as acompanham, apresentam adequadamente, em seus aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da ASSOCIAÇÃO FACULDADE DE RIBEIRÃO PRETO S/S LTDA em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase Demonstrações Contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2011, apresentadas para fins comparativos não foram auditadas por Auditores Independentes. São Paulo, 14 de Junho de 2013. ETAE AUDITORES INDEPENDENTES - CRC-SP Nº 2SP010138/O-8 TUNEO ONO - Contador - CRC-SP Nº 1SP098699/O-9
C
om as incertezas sobre os rumos da política fiscal e da alta do dólar, a credibilidade do governo ante o mercado está abalada e a principal consequência disso é uma inflação maior neste ano. A avaliação é de economistas que debateram as questões macroeconômicas na sexta edição do Congresso Internacional do Mercado Financeiro e de Capitais da BM&FBovespa, no final de semana, em Campos do Jordão. Para Monica Baumgarten de Bolle, sócia-diretora da Galanto MBB Consultoria e diretora do Instituto de Estudos de Política Econômica Casa das Garças, a inflação pode ser comparada a um pesadelo brasileiro. Para a economista, que ministrou uma palestra sobre o tema, o trade-off (uma escolha em detrimento de outra) entre o crescimento econômico e a inflação foi um movimento errático do governo. "Na melhor das hipóteses, tornou a inflação resistente". Monica avalia que as medidas de expansão do crédito público, desonerações, redução dos juros foram pontuais e acabaram desviando o foco da inflação. O resultado é que a credibilidade do Banco Central ante agentes de mercado caiu drasticamente. "Existe um certo descaso em relação ao papel das expectativas. O governo acredita que controla isso independentemente dos sinais que emite", afirma. Ela mostra, a partir de um levantamento feito com base nas projeções da pesquisa Focus, que a expectativa para a inflação para um horizonte de um ano estão descoladas do centro da meta de 4,5% estabelecida para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). "Em 2007, 80% dos participantes da pesquisa acreditavam que a inflação atingiria a meta no ano seguinte. Em 2010, esse percentual caiu para 30% e de lá para cá foi para zero. A percepção é que o governo fez uma elevação de juros tardia", diz. As ferramentas usadas pelo governo foram criticadas pela economista. "O governo fez desonerações tributárias para combater a inflação, além de ter congelado o preço de combustíveis e controlado o preço de energia elétrica e transportes. A médio prazo, o conjunto de medidas corresponde a uma política fiscal expansionista, o que gera inflação para a frente. Hoje existe um descolamento no índice, com preços administrados aumentando 1,3% ao ano e os preços livres, 8%. Não é sustentável manter essa distorção de preços e de alocação de recursos na economia", afirma. Na opinião de Monica, a população só percebeu a inflação quando ela persistiu sobre os alimentos, o que ocorre desde abril do ano passado, com pico no último mês de março. "O problema é que o grupo de alimentos depende de condições climáticas. Se houver uma nova quebra de safra neste ano, haverá pouco espaço para suportar o choque. Isso, inclusive, tem sido um motivo para o governo não aumentar o preço da gasolina", diz. Outro ponto de retrocesso, para Monica, foi a volta da relação entre risco-país e inflação e entre risco-país e câmbio. "Essa percepção estava ausente e voltou. No futuro, vejo a inflação subindo solta, a não ser que o governo mude o curso da política econômica de forma radical. É difícil recuperar a confiança depois de perdê-la. A tarefa é árdua".
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sábado, 31 de agosto, e domingo e segunda-feira, 1 e 2 de setembro de 2013
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ECONOMIA - 21
conomia
No câmbio, lembranças de 2003. Alexandre Schwartsman lembra a 'mudança de jogo' da economia no início do governo Lula e pede algo do tipo no lado fiscal. Mas não espera ser atendido.
P
ara o economista Alex a n d r e S c h w a r t sman, sócio-diretor da Schwartsman & Associados Consultoria Econômica e professor do Insper, que ministrou palestra sobre câmbio no Congresso Internacional do Mercado Financeiro e de Capitais da BM&FBovespa, o momento que vivemos hoje o fez lembrar de 2003, no começo do governo Lula, quando a taxa de câmbio também estava depreciada por causa da queda de confiança. "O governo fez a carta aos brasileiros, formou a equipe econômica, aumentou a meta fiscal e mandou um projeto de reforma da previdência pública. Aquilo mudou o jogo. Hoje, teria de ser feito algo no lado fiscal, mas não estou falando de anunciar algo, e sim de sinalizar uma postura com mais uma rodada de reforma previdenciária. Teria de ser uma medida custosa, para mostrar que o governo está engajado e que vai ter um custo político, o que é difícil na véspera das eleições", afirma. O economista também criticou a redução da meta para o superávit primário para o ano que vem, que passou de 2,3% do PIB para 2,1%. "Não se sabe o rumo deste intervalo, o que adiciona um clima de incerteza sobre a qualidade das contas públicas, que afeta a taxa de câmbio", disse Schwartsman. Durante a palestra, o economista explicou que uma variável de extrema importância para o câmbio é a política fiscal. "No Brasil, ela tem sido só expansionista ou anticíclica. O problema é que o governo tem mais objetivos (queda da inflação, crescimento econômico, equilíbrio das contas) do que instrumentos", diz. Ele acrescentou que tanto a alta do dólar quanto o preço das commodities não podem ser controladas pelo governo, e os únicos instrumentos são a taxa de juros e a política fiscal que, se fosse apertada, poderia melhorar a confiança. "O problema é que o governo tentou segurar o dólar com uma política fiscal expansionista, que acabou elevando a inflação, e agora tenta usar taxa de câmbio para controlar a alta de preços", completa. Sobreaquecimento – Já Persio Arida, sócio e membro do Conselho de Administração do BTG Pactual e ex-presidente do Banco Central e do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), lembrou que a economia brasileira está sobreaquecida, o que demanda uma política monetária e fiscal mais dura. "Hoje temos um aperto de juros porque há um aquecimento da economia, por causa da dinâmica do mercado de trabalho e indexação do salário mínimo. Houve aumento de custos. As taxas de juros continuam altas e todos pagamos a conta", diz. Arida acrescentou que o crédito subsidiado leva o mercado a ter juros mais altos. No lado fiscal, ressaltou que a arrecadação tributária é alta e a produtividade está em queda no país, o que acaba por distorcer a aplicação de recursos na economia. "A isenção fiscal não devia ser uma política seletiva, porque desestimula alguns setores a realizar investimentos produtivos. Devia ser uma política pública como um todo. Mas não se muda isso em um ou dois anos, porque seria uma alteração permanente na composição de gastos e de componentes do superávit primário, que permitiria diminuir a taxa de juros reais da economia de forma sustentável", concluiu. (RT)
ORGANIZAÇÃO SULSANCAETANENSE DE EDUCAÇÃO E CULTURA LTDA CNPJ nº 02.240.444/0001-20 Demonstração de Resultado dos Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - (em reais) 2012 2011 Notas Receita Operacional Bruta 28.569.212 79.067 Receitas Operacionais 28.569.212 79.067 8 Prestação de Serviços 28.569.212 79.067 9 Deduções (5.133.468) 10 (-) Prouni (3.266.753) 11 40.308 (-) Bolsa Uniesp (1.866.716) 12 185.220 Lucro/(Prejuízo) Operacional Bruto 23.435.744 79.067 13 Despesas (14.797.740) (240.380) 14 253.543 Despesas Operacionais (14.797.740) (240.380) 1.168.156 Pessoal (10.190.640) (215.140) 12 1.168.156 Vendas (248.354) 189.633 (546.900) Administrativas (1.490.561) (5.430) 15 100.000 100.000 Alugueis e Locações (535.000) 89.633 89.633 Tributárias (1.395.653) (14.553) (736.533) Depreciações e Amortizações (23.916) (5.258) Total do Ativo 1.628.599 96.023 Despesas Eventuais (913.617) Demonstração de Mutação do Patrimonio Líquido - Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - (em reais) Lucro/(Prejuízo) Operacional Líquido 8.638.004 (161.313) Resultado Financeiro 435.637 (713) Descrição Capital Social Reserva de Lucro Reserva de Capital Lucros (Prejuízos) Acumulados Total Despesas Financeiras (2.706) (713) Saldo em 31.12.2010 100.000 89.633 (574.507) (384.874) Receitas Financeiras 438.343 Prejuízo do Exercício (162.026) (162.026) Lucro/(Prejuízo) Líquido do Exercício 9.073.641 (162.026) Saldo em 31.12.2011 100.000 89.633 (736.533) (546.900) Lucro do Exercício 9.073.641 9.073.641 Demonstração do Fluxo de Caixa - Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - (em reais) Transferência para Reserva do Lucro 8.337.108 (8.337.108) Realização do Lucro (8.337.108) (8.337.108) Caixa Líquido Provenientes das Atividades Operacionais 2012 2011 Saldo em 31.12.2012 100.000 89.633 189.633 Lucro (Prejuízo) Líquido do Exercício 9.073.641 (162.026) Destinação do Lucro (8.337.108) Notas Explicativas - Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 Depreciação e Amortização 23.916 5.258 1. Contexto Operacional - A Sociedade tem como objeto social a prestação de serviços de educa2012 2011 (Aumento) Diminuição Mensalidades a Receber (76.894) (312) ção superior, ministrando e promovendo cursos superiores em todos os campos do conhecimento Caixa 1.480 (Aumento) Diminuição Contas a receber - Outros créditos (1.511.028) humano, na graduação, pós-graduação, pesquisa, extensão e seus diversos graus de áreas de ensino. Bancos Contas Movimento 51 Aumento (Diminuição) Fornecedores a Pagar 45.282 51 1.480 2. Apresentação das Demonstrações Contábeis - (a) Declaração de Conformidade: As demons(39.661) 32.227 2012 20122 Aumento (Diminuição) Obrigações Trabalhistas trações contábeis foram preparadas conforme as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS) 5. Contas a Receber: (278.834) 48.505 76.705 - Aumento (Diminuição) Obrigações Sociais emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e também, de acordo com as práticas Mensalidade a Receber 1.353.376 7.677 501 313 Aumento (Diminuição) Obrigações Tributárias contábeis adotadas no Brasil, as quais incluem as disposições da Lei das Sociedades por Ações, Depósitos não Identificados Aumento (Diminuição) Retenções na Fonte (30.577) 77.206 313 os Pronunciamentos, as Orientações e as Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos 6. Gestão de Contratos 2012 2011 Aumento (Diminuição) Outras Contas a Pagar (253.543) 67.763 Contábeis (CPC). (b) Moeda Funcional e Moeda de Apresentação: As demonstrações contábeis 1.511.028 - Total de Caixa Líquido Provenientes das Atividades Operacionais (31.429) (908) são apresentadas em real (R$), que é a moeda funcional da Sociedade. (c) Uso de Expectativas Sociedade Adm. e Gestão Patrimonial ou Julgamentos: A preparação das demonstrações contábeis de acordo com as normas IFRS e as O valor está representado por adiantamento realizado à Sociedade Administrativa e Gestão Patrimonial Caixa Líquido Provenientes das Atividades de Investimentos Ltda, que é gestora dos recursos fi nanceiros da entidade normas CPC exige que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a apliAlienação do Imobilizado 30.000 cação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os 7. Ativo Imobilizado Total de Caixa Líquido Provenientes das Atividades de Investimentos 30.000 % Custo Depreciação Líquido resultados reais podem divergir dessas estimativas. Estimativas e premissas são revistas de uma Total Geral de Caixa Líquido das Ativiades (1.429) (908) Deprec. corrigido acumulada 2012 2011 maneira contínua. Revisões com relação a estimativas contábeis são reconhecidas no exercício em Diponibilidade Início do Exercício 1.481 2.389 Instalações 10% 352 (35) 317 352 que as estimativas são revisadas. 3. Principais políticas contábeis - (a) Apuração do Resultado: Imóveis 51 1.481 4% 30.000 Diponibilidade Final do Exercício As receitas e despesas são apropriadas pelo regime de competência observando-se o critério de Móveis e Utensílios 10% 12.335 (3.583) 8.752 9.985 Variação da Disponibilidade no Exercício (1.429) (908) “liquidez e natureza” financeira, incluindo os efeitos das variações monetárias computadas sobre Computadores e Periféricos 20% 92.821 (94.411) (1.590) 16.974 ativos e passivos indexados. (b) Instrumentos Financeiros: A sociedade reconhece os recebíveis e Máquinas e Equipamentos 10% 13.003 (1.780) 11.223 12.523 depósitos na data em que foram originados. Os ativos e passivos financeiros são compensados e o Acervo Bibliografico 10% 27.831 (6.218) 21.613 24.396 débitos foram deferidos para parcelamento em até 180 meses, com vencimento em 2024. 13. Imposto valor líquido apresentado no balanço patrimonial quando a sociedade tem o direito legal de compensar 146.341 (106.027) 40.314 94.230 Retidos a Recolher: 2012 2011 valores, ou tem a intenção de liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo 8. Fornecedores 3.649 simultaneamente. (c). Passivos financeiros não derivativos: A sociedade tem os seguintes passivos 2012 2011 Imposto de Renda Retido na Fonte 26.928 financeiros não derivativos: empréstimos e financiamentos, fornecedores e outras contas a pagar. A Fornecedores de Consumos 45.282 - Contribuição Social Retido na Fonte 30.577 Sociedade reconhece os passivos na data em que são originados ou na data de negociação na qual 9. Obrigações Trabalhistas 2012 2011 2012 2011 14. Empréstimos se torna uma parte integrante de disposições contratuais. A baixa dos passivos ocorre no momento 253.543 21.362 Empréstimos em que suas obrigações contratuais são encerradas, ou vencidas e liquidadas. São incluídos como Salários e Ordenados 15Capital Social: O capital social é de R$ 1.000.000,00 totalmente subscrito e integralizado em 18.299 ativos e passivos circulantes aqueles com prazo de vencimento não superior a 12 meses após a Recisões Contratuais 39.661 moeda nacional, dividido em 1.000.000 quotas no valor nominal de R$ 1,00 cada uma, assim distridata de encerramento do balanço (após este prazo são classificados como ativos não circulantes). buídas: (d) Imobilizado - (i). Reconhecimento e Mensuração: Itens do imobilizado são mensurados pelo 10. Obrigações Sociais Quant. Quotas Valor - R$ % 2012 2011 Sócio Quatista custo histórico de aquisição ou construção, deduzido de depreciação acumulada. O custo inclui gastos Claudia Aparecida Pereira 50.000 50.000,00 50 INSS 240.850 que são diretamente atribuíveis à aquisição de um ativo. Quaisquer outros custos para colocar o José Fernando Pinto da Costa 50.000 50.000,00 50 37.861 ativo no local e condição necessários para que esses sejam capazes de operar da forma pretendida FGTS 100.000 100.000,00 100 124 pela Administração. (ii). Depreciação: Itens do ativo imobilizado são depreciados pelo método linear Contribuição Sindical e Recolher 278.834 16. Eventos Subsequentes - A Sociedade de ensino analisou os eventos subsequentes até 14 de junho baseado na vida útil econômica estimada dos bens. Itens do ativo imobilizado são depreciados a partir 11. Obrigações Tributários 2012 2011 de 2013 que é a data de entrega da carta da gerência pela diretoria da sociedade. da data em que são instalados e estão disponíveis para uso. Os métodos de depreciação, as vidas úteis Imposto Renda Pessoa Jurídica 40.308 40.308 e os valores residuais serão revistos a cada encerramento de exercício financeiro e eventuais ajustes reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. (e) Provisões: Uma provisão é reconhecida 12. Imposto Parcelado em função de um evento passado se a Sociedade tem uma obrigação legal ou construtiva que possa 2012 2011 ser estimada de maneira confiável, e a probabilidade de que recursos econômicos sejam exigidos para José Fernando Pinto da Costa Carlos Roberto Fonseca Curto Prazo Longo Prazo liquidar a obrigação. Os custos financeiros incorridos são registrados no resultado. (f) Politicas para Parcelamento - Lei nº 11.941/09 Diretor Presidente Contador - CRC 1SP 101.395/O-1 185.220 1.168.156 distribuições de dividendos: O lucro por quotas é calculado com base nas quantidades de quotas do A Sociedade optou pelo parcelamento de débitos existentes junto a Previdência Social no âmbito da capital social integralizado nas datas das demonstrações contábeis.4. Bancos Contas Movimento: Procuradoria Geral da Fazenda Nacional - PGFN e junto a Receita Federal do Brasil. Consolidados, os
Ativo Circulante Disponivel Caixa Bancos Conta Movimento Contas a Reeber Mensalidades a Receber Outros Créditos Gestão de Contratos Não Circulante Imobilizado Bens Corpóreos Tangíveis (-) Depreciação Acumulada
Balanço Patrimonial - Exercícios Findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 - (em reais) 2012 2011 Passivo Notas 1.588.285 1.793 Circulante 1.480 Obrigações a Curto Prazo 4 1.480 Fornecedores 4 51 Obrigações Trabalhistas 77.206 313 Obrigações Sociais 5 77.206 313 Obrigações Tributárias 1.511.028 Impostos Parcelados 6 1.511.028 Impostos Retidos a Recolher 40.314 94.230 Empréstimos 7 40.314 94.230 Não Circulante 146.341 176.341 Impostos Parcelados (106.027) (82.111) Patrimônio Líquido Capital Social Reserva de Capital Prejuízos Acumulados 1.628.599 96.023 Total do Passivo e Patrimonio Líquido
Aos Diretores e Cotistas da ORGANIZAÇÃO SULSANCAETANENSE DE EDUCAÇÃO E CULTURA LTDA. Examinamos as demonstrações contábeis da ORGANIZAÇÃO SULSANCAETANENSE DE EDUCAÇÃO E CULTURA LTDA, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Empresa é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis, com base em nossa auditoria, conduzidas de acordo com as normas brasileiras e internacionais
2012 270.810 270.810 45.282 -
2011 642.923 642.923 39.661 278.834 40.308 30.577
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Empresa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Empresa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião
Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas, quando lidas em conjunto com as notas explicativas que as acompanham, apresentam adequadamente, em seus aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da ORGANIZAÇÃO SULSANCAETANENSE DE EDUCAÇÃO E CULTURA LTDA em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase Demonstrações Contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2011, apresentadas para fins comparativos não foram auditadas por Auditores Independentes. São Paulo, 14 de Junho de 2013. ETAE AUDITORES INDEPENDENTES CRC-SP Nº 2SP010138/O-8 TUNEO ONO - Contador - CRC-SP Nº 1SP098699/O-9
SOCIEDADE EDUCACIONAL DO GRANDE ABC LTDA. CNPJ nº 71.538.862/0001-10 Ativo Circulante Caixa e Equivalentes de Caixa Banco Conta Movimento Aplicações Financeiras Contas a Receber Mensalidades a Receber Acordos Diversos a Receber Adiantamentos Adiantamento a fornecedores Adiantamento a funcionáios Não Circulante Imobilizado Intangível Total do Ativo
Balanço Patrimonial – Exercício findo em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (em reais) Notas 2012 2011 Passivo e Patrimônio Líquido 484.441 127.284 Circulante Fornecedores Diversos 97 122.090 Obrigações Trabalhistas 97 7.991 Obrigações Sociais – 114.099 Obrigações Tributárias 4 484.344 Gestão de Contratos 266.418 Empréstimos e Financiamentos 217.926 – 5.194 – 869 Outras Contas a Pagar – 4.325 Não Circulante 183.595 940.346 Patrimônio Líquido 5 177.426 923.367 Capital Social 6 6.169 16.979 Prejuízo Acumulado 668.036 1.067.630 Total do Passivo e Patrimônio Líquido
Demonstração do Resultado – Exercício findo em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (em reais) Notas
2012 659.036 – – – 356.770 302.266 –
2011 1.147.055 17.837 86.964 79.429 7.533 183.661
2012 2011 Receitas Operacionais 4.398.100 2.548.502 Receita Liquida com Serviços Educacionais 4.398.100 2.548.502 Lucro Bruto 4.398.100 2.548.502 Despesas (3.993.422) (2.961.338) 7 Despesas Operacionais (3.993.422) (2.961.338) 8 Pessoal (2.608.497) (1.884.142) Vendas – (43.156) Administrativas (147.042) (648.214) – 771.631 Alugueis e Locações (329) (131.041) – Tributárias (480.646) (181.629) 9.000 (79.425) Depreciações e Amortizações (61.401) (73.156) 9 9.000 9.000 Baixa de Ativos (695.507) – – (88.425) Lucro (Prejuízo) Operacional Líquido 404.678 (412.836) 668.036 1.067.630 Resultado Financeiro 1.329.820 (11.211) Despesas Financeiras (30.584) (55.631) Demonstração das Mutações do Patrimonio Líquido – Exercício findo em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (em reais) Receitas Financeiras 1.360.404 44.420 Descrição Capital Social Reserva de Lucro Lucros (Prejuízos) Acumulados Total Outras Receitas (Despesas) – 9.063 Saldo em 31 de dezembro de 2010 9.000 326.559 335.559 Lucro (Prejuízo) Líquido do Exercício 1.734.498 (414.984) Lucro / Prejuizo do Exercício (414.984) (414.984) Saldo em 31 de dezembro de 2011 9.000 – (88.425) (79.425) Demonstração dos Fluxos de Caixas – Exercício findo em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (em reais) Lucro / Prejuizo do Exercício – 1.734.498 1.734.498 ATIVIDADES OPERACIONAIS 2012 2011 Reserva do Lucro 1.646.073 (1.646.073) – Lucro (Prejuizo) do Exercício 1.734.498 (414.984) Distribuição de Lucros (1.646.073) – (1.646.073) Depreciação e Amortização 61.401 73.156 Saldo em 31 de dezembro de 2012 9.000 – – 9.000 Baixas residuais do Ativo Imobilizado 695.350 = Caixa operacional antes dos movimentos de capital de giro 2.491.249 (341.828) Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 31 de dezembro de 2012 (em reais) (Aumento) redução dos ativos: 1. Contexto Operacional (ii). Depreciação Contas a receber (484.344) – A Sociedade é uma Instituição de Ensino Superior (IES) com fins lucrativos, tendo como objetivo a pres- Itens do ativo imobilizado / intangível são depreciados pelo método linear baseado na vida útil econôAdiantamentos 5.194 8.459 tação de serviços educacionais. A Sociedade aderiu ao programa Universidade Para Todos – PROUNI, de mica estimada dos bens, conforme notas explicativas 5 e 6. Esses itens são depreciados / amortizados Aumento (redução) dos passivos: acordo com a Lei nº 11.096/2005, valendo-se dos benefícios e obrigações previstos na referida Lei, bem a partir da data em que são instalados e estão disponíveis para uso. Os métodos de depreciação / amorFornecedores (17.837) 120.189 como nas regulamentações posteriores emitidas pelo Ministério da Educação. tização, as vidas úteis e os valores residuais serão revistos a cada encerramento de exercício financeiro Obrigações trabalhistas, sociais e tributárias 182.844 136.950 2. Apresentação das Demonstrações Contábeis e eventuais ajustes reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. Gestão de Contratos 302.266 – (a) Declaração de Conformidade (d) Provisões Outras contas a pagar (771.631) (18.605) As demonstrações contábeis ora apresentadas foram preparadas de acordo com as práticas contá- Uma provisão é reconhecida em função de um evento passado se a Sociedade tem uma obrigação = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) beis adotadas no Brasil, em consonância com as Leis 6404/76, 11.638/08 e 11.941/09, bem como os legal ou construtiva que possa ser estimada de maneira confiável, e a probabilidade de que recursos nas atividades operacionais 1.707.741 (94.835) Pronunciamentos, Orientações e Interpretações emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis econômicos sejam exigidos para liquidar a obrigação. Os custos financeiros incorridos são registrados ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS (CPC), quando aplicáveis. no resultado. Adições no Imobilizado (8.455) (b) Moeda Funcional e Moeda de Apresentação (e) Política para distribuição de lucros = Disponibilidades líquidas aplicadas As demonstrações contábeis são apresentadas em real (R$), que é a moeda funcional da Sociedade. O lucro por quotas é calculado com base nas quantidades de quotas do capital social integralizado nas nas atividades de investimentos – (8.455) (c) Uso de Expectativas ou Julgamentos datas das demonstrações contábeis. ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO A preparação das demonstrações contábeis de acordo com a legislação vigente exige que a Adminis- (f) Política tributária Variação dos Empréstimos (183.661) – tração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os Em virtude de sua adesão ao PROUNI, a Sociedade goza da isenção dos seguintes tributos e contri- Distribuição de lucros (1.646.073) – valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas buições: = Disponibilidades líquidas aplicadas estimativas. Estimativas e premissas são revistas de uma maneira contínua. Revisões com relação a • Imposto de Renda da Pessoa Jurídica – IRPJ; nas atividades de financiamentos (1.829.734) – estimativas contábeis são reconhecidas no exercício em que as estimativas são revisadas. Aumento (redução) de caixa e equivalentes de caixa (121.993) (103.290) • Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – CSLL; 3. Principais políticas contábeis Disponibilidades no início do exercício 122.090 225.380 • Contribuição sobre a Seguridade Social – COFINS; (a) Apuração do Resultado Disponibilidades no final do exercício 97 122.090 As receitas e despesas são apropriadas pelo regime de competência observando-se o critério de “liqui- • Contribuição para o Programa de Integração Social – PIS. Aumento (redução) de caixa e equivalentes de caixa (121.993) (103.290) dez e natureza” financeira, incluindo os efeitos das variações monetárias computadas sobre ativos e Como contrapartida dessa isenção fiscal, a Sociedade disponibiliza bolsas de estudo nas quantidades e passivos indexados. % Custo Amortização Líquido proporções previstas no PROUNI, bem como nas regulamentações emitidas pelo Ministério da Educação, 06. Intangível (b) Instrumentos Financeiros Amortiz. corrigido acumulada 2012 2011 estando a Sociedade em situação regular no exercício de 2012. Os ativos ou passivos financeiros são compensados e o valor líquido apresentado no balanço patrimonial 04. Contas a Receber Softwares 20 45.635 (40.805) 4.830 15.640 quando a sociedade tem esse direito lega de compensar os valores, ou tem a intenção de liquidar em O saldo do Contas a receber, representado por mensalidades e acordos de mensalidades, no montante Logomarca 1.339 – 1.339 1.339 uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. de R$ 484.344 está em fase de conciliação. (46.974) (40.805) 6.169 16.979 i). Caixa e Equivalentes de Caixa 05. Ativo Imobilizado % Custo Depreciação Líquido 07. Obrigações Tributárias 2012 2011 Abrangem disponibilidades financeiras em contas correntes mantidas em instituições bancárias no Deprec. corrigido acumulada 2012 2011 Parcelamentos diversos a pagar 356.770 Brasil. Móveis e Utensílios 10% 89.919 (89.919) – - Impostos retidos a recolher 7.533 (ii). Passivos financeiros não derivativos Máquinas e Equipamentos 10% 219.208 (218.402) 806 18.649 356.770 7.533 Os passivos financeiros não derivativos da Sociedade estão representados pelas contingências e outras Computadores e Periféricos 20% 135.601 (120.887) 14.714 33.618 contas a pagar. A sociedade reconhece os passivos na data em que são originados e na data de negoAcervo Bibliográfico 10% 122.403 (12.241) 110.163 122.403 08. Gestão de Contratos ciação na qual se torna uma das partes integrantes de disposições contratuais. A sociedade baixa os Instalações 10% 141.346 (89.602) 51.744 53.190 Uma Instituição coligada da Sociedade realiza sua gestão financeira, estando sob sua responsabilidade passivos quando suas obrigações contratuais são encerradas, ou vencidas e liquidadas. São incluídos – – – 693.357 todos os recebimentos, pagamentos e rateios de despesas. O saldo no passivo em 31 de dezembro de como ativos e passivos circulantes aqueles com prazo de vencimento não superior a 12 meses após Imóveis (a) Aparelhos Telefônicos – – – 2.150 2012, no montante de R$ 302.266, corresponde ao líquido entre pagamentos realizados e mensalidades a data de encerramento do balanço (após esta data são classificados como ativos não circulantes). 708.477 (531.051) 177.426 923.367 recebidas. (c) Ativo Imobilizado e Intangível (a) O imóvel não fez parte do instrumento de cessão de quotas celebrado com os atuais sócios –quotis- 09. Capital Social (i). Reconhecimento e Mensuração tas e foi baixado contabilmente no exercício de 2012. Em 31 de dezembro de 2012 o capital social subscrito e integralizado correspondia a R$ 9.000, repreItens do imobilizado / intangível são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção, deduzido de depreciação / amortização acumuladas. O custo inclui gastos que são diretamente atribuíveis à Não foi possível para a Sociedade realizar o “Impairment test” no exercício de 2012, pois a mesma está sentado por 9.000 quotas, no valor unitário de R$ 1,00. aquisição de um ativo. Quaisquer outros custos para colocar o ativo no local e condição necessários para efetuando um inventário patrimonial geral em seu ativo imobilizado e intangível. Na opinião de seus 10. Ações Trabalhistas A Sociedade, através de seus assessores jurídicos, está efetuando um levantamento de possíveis ações administradores, as possíveis divergências não serão representativas. que esses sejam capazes de operar da forma pretendida pela Administração. trabalhistas que possam estar em andamento. 11. Eventos Subsequentes A Sociedade de ensino analisou os eventos subsequentes até 05 de julho de 2013 que é a data de José Fernando Pinto da Costa–Diretor Presidente Carlos Roberto Fonseca–Contador–CRC 1SP 101.395/O-1 entrega da carta da gerência por sua diretoria. RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Sócios – Quotistas da SOCIEDADE EDUCACIONAL DO GRANDE ABC LTDA. Examinamos as demonstrações contábeis da SOCIEDADE EDUCACIONAL DO GRANDE ABC LTDA. que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A Administração da Sociedade é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis, com base em nossa auditoria, conduzidas de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.
Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Sociedade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Sociedade. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Base para opinião com ressalva - Conforme Nota explicativa nº 04, a Sociedade está conciliando o saldo de mensalidades a receber. - Conforme Nota explicativa nº 10, a Sociedade, através de seus assessores jurídicos, está efetuando um levantamento de possíveis ações trabalhistas que possam estar em andamento.
Opinião Em nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos que poderão advir dos assuntos mencionados no parágrafo “base para opinião com ressalva”, as demonstrações contábeis acima referidas, quando lidas em conjunto com as notas explicativas, também acima mencionadas, apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da SOCIEDADE EDUCACIONAL DO GRANDE ABC LTDA. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase As demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2011 não foram auditadas, por auditores independentes e estão sendo apresentadas exclusivamente para fins comparativos. São Paulo, 05 de julho de 2013. ETAE AUDITORES INDEPENDENTES CRC-SP Nº 2SP10138/O-8 TUNEO ONO - Contador - CRC-SP Nº 1SP098699/O-9
DIÁRIO DO COMÉRCIO
22 -.ECONOMIA
e
sábado, 31 de agosto, e domingo e segunda-feira, 1 e 2 de setembro de 2013
conomia
Prazo extra para entrar no eSocial Empresas do Simples e do lucro presumido ganharam um ano a mais para se cadastrarem no novo módulo do Sped, que abrange a folha de pagamento. Silvia Pimentel
ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS, SAÚDE E TECNOLOGIA LTDA CNPJ nº 02.964.998/0001-70 Ativo Circulante Caixa e Equivalentes de Caixa Caixa Bancos Conta Movimento Contas a Receber Mensalidades a receber Acordos Diversos a receber Não Circulante Imobilizado Total do Ativo Descrição Saldo em 31 de dezembro de 2010 Lucro do Exercício Saldo em 31 de dezembro de 2011 Lucro do Exercício Reserva de Lucros Distribuição de Lucros Saldo em 31 de dezembro de 2012
Balanço Patrimonial – Exercício findo em 31 de Dezembo de 2012 e 2011 (em reais) Notas 2012 2011 Passivo e Patrimônio Líquido 1.817.170 152.487 Circulante Fornecedores Diversos – 152.487 Obrigações Trabalhistas – 135.140 Obrigações Sociais – 17.347 Obrigações Tributárias 4 1.817.170 649.085 - Não Circulante Provisão para Contingências 1.168.085 Patrimônio Líquido Capital Social 137.918 622.219 Lucros Acumulados 5 137.918 622.219 1.955.088 774.706 Total do Passivo e Patrimonio Líquido
Notas
6 7
Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido – Exercício findo em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (em reais) Capital Social Reserva de Lucro 100.000 – – 100.000 – 4.692.032 (4.692.032) –
100.000
2012 4.788 4.788 – – – 1.850.300 1.850.300 100.000 100.000 – 1.955.088
Lucros Acumulados 518.832 12.148 530.980 4.161.052 (4.692.032) –
Demonstração de Resultado do Exercício findo em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (em reais) 2012 2011 Receita Operacional 9.427.520 264.139 Receita Líquida com Serviços Educacionais 9.427.520 264.139 Lucro Operacional Bruto 9.427.520 264.139 Despesas (5.500.297) (251.549) Despesas Operacionais (5.500.297) (251.549) Pessoal (1.159.677) (138.027) Encargos Sociais (120.703) (44.433) Vendas (8.178) (19.627) Administrativas (432.503) (37.757) Tributárias (13.713) (11.705) Depreciações e Amortizações (23.304) – Total Baixa do Imobilizado por Alienação (622.219) – 618.832 Provisão p/ Contingências (3.120.000) – 12.148 3.927.223 12.590 630.980 Lucro Operacional Líquido 233.829 (442) 4.161.052 Resultado Financeiro – Despesas Financeiras (4.478) (442) (4.692.032) Receitas Financeiras 238.307 – 100.000 Lucro Líquido do Exercício 4.161.052 12.148 2011 143.726 116.168 8.211 19.347 630.980 100.000 530.980 774.706
Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 31 de dezembro de 2012 (em reais) (c) Ativo Imobilizado 01. Contexto Operacional A Sociedade, cujo estabelecimento é denominado “CESUG – Cento de Ensino Superior de Guarulhos” é (i). Reconhecimento e Mensuração uma Instituição de Ensino Superior (IES) com fins lucrativos, tendo como objetivo social a prestação de Itens do imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção, deduzido de serviços educacionais. A Sociedade aderiu ao programa Universidade Para Todos – PROUNI, de acordo depreciação acumulada. com a Lei nº 11.096/2005, valendo-se dos benefícios e obrigações previstos na referida Lei, bem como O custo inclui gastos que são diretamente atribuíveis à aquisição de um ativo. nas regulamentações posteriores emitidas pelo Ministério da Educação. Quaisquer outros custos para colocar o ativo no local e condição necessários para que esses sejam 02. Apresentação das Demonstrações Contábeis capazes de operar da forma pretendida pela Administração. (a) Declaração de Conformidade (ii). Depreciação As demonstrações contábeis ora apresentadas foram preparadas de acordo com as práticas contá- Itens do ativo imobilizado são depreciados pelo método linear baseado na vida útil econômica estimada beis adotadas no Brasil, em consonância com as Leis 6404/76, 11.638/08 e 11.941/09, bem como os dos bens, conforme nota explicativa nº 5. Itens do ativo imobilizado são depreciados a partir da data em Pronunciamentos, Orientações e Interpretações emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis que são instalados e estão disponíveis para uso. (CPC), quando aplicáveis. Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais serão revistos a cada encerramento de (b) Moeda Funcional e Moeda de Apresentação exercício financeiro e eventuais ajustes reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. As demonstrações contábeis são apresentadas em real (R$), que é a moeda funcional da Sociedade. (d) Provisões (c) Uso de Expectativas ou Julgamentos Uma provisão é reconhecida em função de um evento passado se a Sociedade tem uma obrigação A preparação das demonstrações contábeis de acordo com as normas IFRS e as normas CPC exige legal ou construtiva que possa ser estimada de maneira confiável, e a probabilidade de que recursos que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas econômicos sejam exigidos para liquidar a obrigação. Os custos financeiros incorridos são registrados contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem no resultado. divergir dessas estimativas. (e) Política para distribuição de lucros Estimativas e premissas são revistas de uma maneira contínua. Revisões com relação a estimativas O lucro por quotas é calculado com base nas quantidades de quotas do capital social integralizado nas contábeis são reconhecidas no exercício em que as estimativas são revisadas. datas das demonstrações contábeis. 03. Principais políticas contábeis (f) Política tributária Apuração do Resultado Em virtude de sua adesão ao PROUNI, a Sociedade goza da isenção dos seguintes tributos e contriAs receitas e despesas são apropriadas pelo regime de competência observando-se o critério de “liqui- buições: dez e natureza” financeira, incluindo os efeitos das variações monetárias computadas sobre ativos e • Imposto de Renda da Pessoa Jurídica – IRPJ; passivos indexados. • Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – CSLL; (a) Instrumentos Financeiros • Contribuição sobre a Seguridade Social – COFINS; Os ativos ou passivos financeiros são compensados e o valor líquido apresentado no balanço patrimonial • Contribuição para o Programa de Integração Social – PIS. quando a sociedade tem esse direito lega de compensar os valores, ou tem a intenção de liquidar em Como contrapartida dessa isenção fiscal, a Sociedade disponibiliza bolsas de estudo nas quantidades e uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. proporções previstas no PROUNI, bem como nas regulamentações emitidas pelo Ministério da Educação, (i). Caixa e Equivalentes de Caixa estando a Sociedade em situação regular no exercício de 2012. Abrangem eventuais disponibilidades financeiras em caixa e em contas correntes mantidas em insti04. Contas a Receber tuições bancárias no Brasil. Os saldos que compõem essa conta em 31 de dezembro de 2012, representado por Mensalidades a (ii). Passivos financeiros não derivativos receber, no montante de R$ 649.085 e por Acordos Diversos a receber, no montante de R$ 1.168.085, Os passivos financeiros não derivativos da Sociedade estão representados pelas contingências e outras estão em fase de conciliação. contas a pagar. 05. Ativo Imobilizado % Custo Depreciação Líquido A sociedade reconhece os passivos na data em que são originados e na data de negociação na qual Deprec. corrigido acumulada 2012 2011 se torna uma das partes integrantes de disposições contratuais. A sociedade baixa os passivos quando Equips. p/ Laboratório 10% 142.674 (4.756) 137.918 suas obrigações contratuais são encerradas, ou vencidas e liquidadas. 4% 622.219 São incluídos como ativos e passivos circulantes aqueles com prazo de vencimento não superior a 12 Edificações (a) 142.674 (4.756) 137.918 622.219 meses após a data de encerramento do balanço (após esta data são classificados como ativos não (a) Baixa por alienação no exercício de 2012. circulantes).
José Fernando Pinto da Costa–Diretor Presidente
Demonstração dos Fluxos de Caixa em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (em reais) ATIVIDADES OPERACIONAIS 2012 2011 Lucro do Exercício 4.161.052 12.148 Depreciação e Amortização 23.304 – Valor residual de baixas no Imobilizado 603.671 – = Caixa operacional antes dos movimentos de capital de giro (Aumento) / redução dos Ativos Contas a Receber Aumento / (redução) dos Passivos Fornecedores Obrigações Trabalhistas / Sociais e Tributárias Passivo Não Circulante = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas atividades operacionais
4.788.027
12.148
(1.817.170)
(21.259)
4.788 (143.726) 1.850.300
– 120.942 –
4.682.219
111.831
ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS Adições no Imobilizado = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas atividades de investimentos
(142.674)
–
(142.674)
–
ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Distribuição de Lucros = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas atividades de financiamentos
(4.692.032)
–
(4.692.032)
–
Aumento (Redução) de Caixa e Equivalentes de Caixa
(152.487)
111.831
Aumento (redução) das disponibilidades Disponibilidades no início do exercício Disponibilidades no final do exercício Aumento (Redução) de Caixa e Equivalentes de Caixa
152.487 – (152.487)
40.656 152.487 111.831
Não foi possível para a Sociedade realizar o “Impairment test” no exercício de 2012, pois a mesma está efetuando um inventário patrimonial geral em seu ativo imobilizado. Na opinião de seus administradores, as possíveis divergências não serão representativas. 06. Provisão para Contingências O saldo dessa conta em 31 de dezembro de 2012, no montante de R$ 1.850.300, está em fase de conciliação. 07. Capital Social Em 31 de dezembro de 2012 o capital social, totalmente subscrito e integralizado, correspondia a R$ 100.000, representado por 100.000 quotas, no valor unitário de R$ 1,00. 08. Eventos Subsequentes A Sociedade de ensino analisou os eventos subsequentes até 02 de julho de 2013, que é a data de entrega da carta da gerência por sua diretoria.
Carlos Roberto Fonseca–Contador–CRC 1SP 101.395/O-1
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Sócios-Quotistas da ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS, SAÚDE E TECNOLOGIA LTDA. Examinamos as demonstrações contábeis da ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS, SAÚDE E TECNOLOGIA LTDA., que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis
Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Sociedade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Sociedade. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.
Opinião Em nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos que poderão advir dos assuntos mencionados no parágrafo “base para opinião com ressalva”, as demonstrações contábeis acima referidas, quando lidas em conjunto com as notas explicativas, também acima mencionadas, apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS, SAÚDE E TECNOLOGIA LTDA. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.
A Administração da Sociedade é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas Ênfase demonstrações contábeis com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que As demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2011 não foram auditadas, por auditoela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de res independentes e estão sendo apresentadas exclusivamente para fins comparativos. distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa São Paulo, 02 de julho de 2013. opinião. Responsabilidade dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis, com base em nossa auditoria, conduzidas de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.
Base para opinião com ressalvas - Conforme Nota Explicativa nº 04, a Sociedade está conciliando o saldo de seu Contas a receber, representado por mensalidades e acordos diversos.
ETAE AUDITORES INDEPENDENTES
- Conforme Nota Explicativa nº 06, a Sociedade está conciliando o saldo da Provisão para contingências.
TUNEO ONO - Contador - CRC-SP Nº 1SP098699/O-9
CRC-SP Nº 2SP10138/O-8
DIADEMA ESCOLA SUPERIOR DE ENSINO S/S LTDA CNPJ nº 10.154.757/0001-00
Ativo Circulante Disponivel Bancos Conta Movimento Contas a Receber Mensalidades a Receber Não Circulante Depósitos Judiciais Depósitos para Recursos Imobilizado Bens Corpóreos Tangíveis (-) Depreciação Acumulada Intangível Bens Incorpóreos (-) Amortização Acumulada Total do Ativo
Balanço Patrimonial - Exercícios Findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 (em reais) Notas 2012 2011 Passivo 3.738.974 1.568 Circulante 1.568 1.568 Obrigações a Curto Prazo 4 1.568 1.568 Fornecedores 3.737.406 Empréstimos e Financiamentos 5 3.737.406 Impostos Parcelados 769.743 1.559.389 Alugueis a Pagar 81.095 21.945 Impostos Retidos a Recolher 6 81.095 21.945 Não Circulante 7 688.647 1.537.444 Exigível A Longo Prazo 2.892.473 2.892.473 Provisão para Contingências (2.203.826) (1.355.029) Impostos Parcelados 8 - Patrimônio Líquido 5.137 5.137 Capital Social (5.137) (5.137) Lucros Acumulados 4.508.716 1.560.957 Total do Passivo e Patrimonio Líquido
Notas
9 10 11 12 13 14 11 15 -
2012
2011
421.376 421.376 4.347 379.130 37.260 639 3.087.340 3.087.340 1.370.263 1.717.077 1.000.000 1.000.000
479.797 479.797 479.797 -
4.508.716
1.081.160 1.000.000 81.160 1.560.957
Demonstração de Mutação do Patrimonio Líquido - Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (em reais) Descrição Capital Social Reserva de Lucro Lucros (Prejuízos) Acumulados Total Saldo em 31.12.2010 1.000.000 (446.687) 553.313 Ajuste do Exercício Anterior 946.339 946.339 Prejuízo do Exercício (418.492) (418.492) Saldo em 31.12.2011 1.000.000 81.160 1.081.160 Lucro do Exercício 4.999.537 4.999.537 Transferência para Reserva de Lucro 5.080.697 (5.080.697) Realização do Lucro (5.080.697) (5.080.697) Saldo em 31.12.2012 1.000.000 1.000.000 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis - Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 (em reais) 2012 2011 1. Contexto Operacional - A Sociedade tem como objeto social o desenvolvimento e administração de 1.568 1.568 atividades e cursos nas áreas de educação de nível superior, educação profissional e outras, ministrados Bancos Contas Movimento 2012 20122 sob a forma presencial, a distância por transmissão eletrônica de dados ou por qualquer outro método, 5. Contas a Receber: 3.728.822 formar diplomados nas diferentes áreas de conhecimento e incentivar o trabalho de pesquisa e inves- Mensalidade a Receber 8.584 tigação científica. 2. Apresentação das Demonstrações Contábeis - (a) Declaração de Conformi- Cheque 3.737.406 dade: As demonstrações contábeis foram preparadas conforme as Normas Internacionais de Relatório 2012 2011 Financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e também, de acordo 6. Depósitos Judiciais 81.095 21.945 com as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais incluem as disposições da Lei das Sociedades Depósitos para Recursos por Ações, os Pronunciamentos, as Orientações e as Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronuncia- O Departamento Jurídico da Sociedade está empenhado no levantamento dos depósitos judiciais. mentos Contábeis (CPC). (b) Moeda Funcional e Moeda de Apresentação: As demonstrações contá- 7. Ativo Imobilizado % Custo Depreciação Líquido beis são apresentadas em real (R$), que é a moeda funcional da Sociedade. (c) Uso de Expectativas ou Deprec. corrigido acumulada 2012 2011 Julgamentos: A preparação das demonstrações contábeis de acordo com as normas IFRS e as normas 10 223.205 (207.270) 15.935 38.255 CPC exige que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de Móveis e Utensílios 20 169.451 (169.451) políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais Computadores e Periféricos 10 332.895 (224.649) 108.246 141.535 podem divergir dessas estimativas. Estimativas e premissas são revistas de uma maneira contínua. Acervo Bibliográfico 20 8.700 (6.815) 1.885 2.755 Revisões com relação a estimativas contábeis são reconhecidas no exercício em que as estimativas são Laboratório 4 2.145.273 (1.582.691) 562.582 1.353.927 revisadas. 3. Principais políticas contábeis - (a) Apuração do Resultado: As receitas e despesas são Melhoria em Imóveis de Terceiros 10 12.949 (12.949) 971 apropriadas pelo regime de competência observando-se o critério de “liquidez e natureza” financeira, Instalações 2.892.473 (2.203.826) 688.647 1.537.44 incluindo os efeitos das variações monetárias computadas sobre ativos e passivos indexados. (b) Instrumentos Financeiros: A sociedade reconhece os empréstimos, recebíveis e depósitos inicialmente 8. Intangível na data em que foram originados. Os ativos ou passivos financeiros são compensados e o valor líquido A sociedade não atendeu a legislação (CPC 27 e 01) não efetuando o “Impairment”. % Custo Amortização Líquido apresentado no balanço patrimonial quando a sociedade tem esse direito lega de compensar valores, Deprec. corrigido acumulada 2012 2011 ou tem a intenção de liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultane20 5.137 (5.137) amente. (i). Disponível: O disponível compreende os saldos de Bancos Conta Movimento. (ii). Passi- Softwares vos financeiros não derivativos: A sociedade tem os seguintes passivos financeiros não derivativos: 9. Fornecedores 2012 2011 empréstimos e financiamentos, limite de cheque especial bancário, fornecedores e outras contas a 4.347 pagar. A sociedade reconhece os passivos na data em que são originados e na data de negociação na Fornecedores de Consumos qual a sociedade se torna uma das partes integrantes de disposições contratuais. A sociedade baixa os 10. Empréstimos e Financiamentos 2012 2011 passivos quando suas obrigações contratuais são encerradas, ou vencidas e liquidadas. São incluídos 479.797 como ativos e passivos circulantes aqueles com prazo de vencimento não superior a 12 meses após a Empréstimos e Financiamentos data de encerramento do balanço (após este prazo são classificados como ativos não circulantes). (c) 11. Impostos Parcelados 2012 2011 Imobilizado: (i). Reconhecimento e Mensuração: Itens do imobilizado são mensurados pelo custo Curto Prazo Longo Prazo histórico de aquisição ou construção, deduzido de depreciação acumulada. O custo inclui gastos que são 379.130 1.717.077 diretamente atribuíveis à aquisição de um ativo. Quaisquer outros custos para colocar o ativo no local e Parcelamento - Lei nº 11.941/09 condição necessários para que esses sejam capazes de operar da forma pretendida pela Administração. A Sociedade optou pelo parcelamento de débitos existentes junto a Previdência Social no âmbito da (ii). Depreciação: Itens do ativo imobilizado são depreciados pelo método linear baseado na vida útil Procuradoria Geral da Fazenda Nacional - PGFN e junto a Receita Federal do Brasil. Consolidados, os econômica estimada dos bens, conforme nota explicativa 8. Itens do ativo imobilizado são depreciados a débitos foram deferidos para parcelamento em até 180 meses, com vencimento em 2024. partir da data em que são instalados e estão disponíveis para uso. Os métodos de depreciação, as vidas 12. Aluguéis a Pagar: 2012 2011 úteis e os valores residuais serão revistos a cada encerramento de exercício financeiro e eventuais ajus37.260 tes reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. (d) Provisões: Uma provisão é reconhecida Aluguéis a Pagar em função de um evento passado se a Sociedade tem uma obrigação legal ou construtiva que possa 13.Impostos Retidos a Recolher: 2012 2011 ser estimada de maneira confiável e a probabilidade de que recursos econômicos sejam exigidos para 293 liquidar a obrigação. Os custos financeiros incorridos são registrados no resultado. (e). Politicas para Pis/Cofins/Csll retido a recolher 347 distribuições de dividendos: O lucro por quotas é calculado com base nas quantidades de quotas do INSS retido a recolher 639 capital social integralizado nas datas das demonstrações contábeis. 4. Bancos Contas Movimento:
Demonstração de Resultado dos Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (em reais) 2012 2011 Receita Operacional Bruta 13.365.032 1.138.683 Receitas Operacionais 13.365.032 1.138.683 Prestação de Serviços 13.365.032 1.138.683 Custos Operacionais (1.438.949) Custos Operacionais (1.438.949) Custos Operacionais (1.438.949) Lucro/(Prejuízo) Operacional Bruto 11.926.084 1.138.683 Despesas (6.695.886) (1.549.499) Despesas Operacionais (6.695.886) (1.549.499) Pessoal (1.259.828) (926.458) Vendas (3.633) Administrativas (82.988) (279.643) Alugueis e Locações (132.260) (127.175) Tributárias (2.228.507) (72.201) Depreciações e Amortizações (866.066) (144.023) Despesas Eventuais (2.122.606) Lucro/(Prejuízo) Operacional Líquido 5.230.197 (410.816) Resultado Financeiro (230.660) (7.676) Despesas Financeiras (230.665) (7.676) Receitas Financeiras 5 Lucro/(Prejuízo) Líquido do Exercício 4.999.537 (418.492) Demonstração do Fluxo de Caixa - Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (em reais) Caixa Líquido Provenientes das Atividades Operacionais Lucro (Prejuízo) Líquido do Exercício Destinação do Lucro Depreciação e Amortização (Aumento) Diminuição Mensalidades a Receber (Aumento) Diminuição Contas a Receber - Outros créditos (Aumento) Diminuição Ativo Não Circulante - Depósitos Judiciais Aumento (Diminuição) Fornecedores Diversos Aumento (Diminuição) Obrigações Sociais Aumento (Diminuição) Obrigações Fiscais - Retenções na Fonte Aumento (Diminuição) Obrigações Tributárias Aumento (Diminuição) Outras Contas a Pagar Aumento (Diminuição) Empréstimo e Financiamentos Aumento (Diminuição) Passivo Não Circulante - Contigências Aumento (Diminuição) Patrimônio Social - Ajustes no Exercício Aumento (Diminuição) Patrimônio Social Total de Caixa Líquido Provenientes das Atividades Operacionais Total Geral de Caixa Líquido das Atividades Diponibilidade Início do Exercício Diponibilidade Final do Exercício Variação da Disponibilidade no Exercício
2012
2011
4.999.537 (5.080.697) 866.066 (3.737.406) (4.431.006) (59.150) 4.347 884.673 954 1.211.219 3.698.654 (479.797) 2.122.606 1.568 1.568 -
(418.492) 144.023 2.132
(674.413) 1.036.248 (89.909) (411) (411) 1.979 1.568 (411)
14. Provisão para Contingências 2012 2011 970.122 400.141 1.370.263 Está em andamento a conciliação dos valores que compõem o saldo da conta provisão para contingências - ações trabalhistas e ações cíveis. 15- Capital Social: O capital social é de R$ 1.000.000,00 totalmente subscrito e integralizado em moeda nacional, dividido em 1.000.000 quotas no valor nominal de R$ 1,00 cada uma, assim distribuídas: Sócio Quotista Quant. Quotas Valor - R$ % UNIESP - União das Inst. Educ. do Estado de São Paulo 999.900 999.900,00 99,99 José Fernando Pinto da Costa 100 100,00 0,01 1.000.000 1.000.000,00 100 Ações Trabalhistas Ações Civeis
16. Eventos Subsequentes - A Sociedade de ensino analisou os eventos subsequentes até 14 de junho de 2013 que é a data de entrega da carta da gerência pela diretoria da sociedade.
José Fernando Pinto da Costa Carlos Roberto Fonseca Diretor Presidente Contador - CRC 1SP 101.395/O-1
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
Aos Diretores e Cotistas da DIADEMA ESCOLA SUPERIOR DE ENSINO S/S LTDA. Examinamos as demonstrações contábeis da DIADEMA ESCOLA SUPERIOR DE ENSINO S/S LTDA, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis - A administração da Empresa é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes - Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis, com base em nossa auditoria, conduzidas de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada
com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Empresa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Empresa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Base para opinião com ressalva - A Sociedade não atendeu a legislação referente ao “Impairment” dos bens do Ativo Imobilizado, conforme mencionado na nota explicativa Nº 07.
Os Valores demonstrados na Provisão para Contingências, conforme nota explicativa Nº 14 estão e fase de conciliação. Opinião - Em nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos que poderão advir dos assuntos mencionados no parágrafo base para opinião com ressalva, as demonstrações contábeis acima referidas, quando lidas em conjunto com as notas explicativas que as acompanham, apresentam adequadamente, em seus aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da DIADEMA ESCOLA SUPERIOR DE ENSINO S/S LTDA em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase - Demonstrações Contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2011, apresentadas para fins comparativos não foram auditadas por Auditores Independentes. São Paulo, 14 de Junho de 2013. ETAE AUDITORES INDEPENDENTES CRC-SP Nº 2SP010138/O-8 TUNEO ONO - Contador - CRC-SP Nº 1SP098699/O-9
A
Receita Federal poupou as micro e pequenas empresas e esticou o prazo para que o segmento comece a operar o eSocial, o módulo mais complexo do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), que vai abranger a folha de pagamentos e todas as obrigações trabalhistas e previdenciárias. As empresas inscritas nos regimes do Simples Nacional e lucro presumido terão até o mês de setembro do próximo ano para fazer o cadastramento inicial no sistema. O novo cronograma foi divulgado pela Receita durante a 1ª Conferência eSocial, realizada pela Thomson Reuters, em parceria com o Sescon e Fenacon. "Essa nova forma de prestar informações ao fisco certamente vai trazer transparência, mas também muitas dificuldades pela diversidade empresarial no Brasil", afirmou o presidente do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis no Estado de São Paulo (Sescon-SP), Sergio Approbato Machado. Os profissionais da contabilidade são peças-chave no processo de entendimento da nova ferramenta, mas não são os únicos. Desta vez, diferentemente do que ocorre com os outros módulos do Sped, a participação da alta gestão das empresas é imprescindível. Em outras palavras, as empresas, que são as principais fontes das informações enviadas eletronicamente ao fisco, deverão investir em treinamento, conscientização e gestão eficiente para evitar problemas futuros. Guardadas as devidas proporções, lidar com o eSocial é como preencher uma declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física, em que informações desencontradas podem acionar o sinal amarelo da Receita. Sim, com e eSocial, todas as empresas brasileiras estarão sujeitas à malha fina, um importante filtro que pega tanto erros cometidos de forma involuntária como as fraudes para evitar o pagamento de tributos. " Com a ferramenta, o empresário desorganizado será forçado a organizar as informações sobre os seus funcionários e colaboradores. E aquele que age de má fá para pagar menos tributos vai pensar duas vezes", alertou o coordenador de sistema de atividade fiscal da Receita Federal, Daniel Belmiro. De acordo com ele, a implantação do eSocial, que trata das obrigações trabalhistas, previdenciárias e fiscais, evidencia uma nova premissa do fisco: aumentar a arrecadação por meio da transparência e controle, em vez de criar tributos ou aumentar alíquotas dos já existentes. "O aumento da receita tributária será um efeito colateral da ferramenta, mas não é o objetivo central do governo". Durante o evento, Belmiro destacou as vantagens para as empresas e, principalmente, para os trabalhadores. Hoje, o profissional da contabilidade entrega a mesma informação, em diversas abordagens, para diferentes plataformas, o que aumenta a possibilidade de erros, além de gerar redundância de dados. "O eSocial é uma nova forma de registro das obrigações já existentes que reduz o custo operacional, simplifica e padroniza a entrega da informação", explica. A GFIP, exigida das empresas desde 1999, será a primeira obrigação acessória em papel extinta com o eSocial. Outras obrigações cairão, como a DCTF.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sábado, 31 de agosto, e domingo e segunda-feira, 1 e 2 de setembro de 2013
e
ECONOMIA - 23
conomia
Empresas não fizeram a lição de casa Pesquisa mostra que 70% das companhias ainda não iniciaram processos internos para adequação ao eSocial, o mais novo e complexo módulo do Sped.
U
SOCIEDADE DE ENSINO E CULTURA DE ILHA SOLTEIRA SS LTDA. – SECIS CNPJ nº 02.970.563/0001-38 Balanço Patrimonial – Exercício findo em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (em reais) Ativo Circulante Caixa e Equivalentes de Caixa Caixa Banco Conta Movimento Contas a Receber Mensalidades a Receber Acordos de Mensalidades a Receber Não Circulante Imobilizado Total do Ativo Descrição Saldo em 31 de dezembro de 2010 Lucro do Exercício Saldo em 31 de dezembro de 2011 Lucro do Exercício Reserva do Lucro Distribuição de Lucros Saldo em 31 de dezembro de 2012
Notas
4 5
6
2012 310.548 998 – 998 309.550 188.642 120.908
2011 30.765 1.715 1.260 455 29.050 29.050 –
148.656 148.656 459.204
170.533 170.533 201.298
Passivo e Patrimônio Líquido Circulante Obrigações Trabalhistas Obrigações Sociais Empréstimos e Financiamentos Gestão de Contratos Contas a pagar Não Circulante Patrimônio Líquido Capital Social Lucros Acumulados Total do Passivo e Patrimonio Líquido
Notas
7
8
Demonstração das Mutações do Patrimonio Líquido – Exercício findo em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (em reais) Capital Social Reserva de Lucro 125.000 – 4.969 125.000 – 1.733.607 1.733.607 1.742.169 (1.742.169) (1.742.169) (1.742.169) 125.000 –
2012 334.204 – – – 334.204 – – 125.000 125.000 – 459.204
Lucros Acumulados 3.593 4.969 8.562
2011 67.736 45.687 7.261 12.846 – 1.942 – 133.562 125.000 8.562 201.298 Total 128.593 133.562
– –
125.000
Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 31 de dezembro de 2012 (em reais) 01. Contexto Operacional 12 meses após a data de encerramento do balanço (após esta data são classificados como ativos A Sociedade é uma Instituição de Ensino Superior (IES) com fins lucrativos, tendo como objetivo a não circulantes). prestação de serviços educacionais, podendo instalar escolas em todos os níveis, obedecendo a (c) Ativo Imobilizado legislação pertinente; criar e manter serviços educacionais e assistências que beneficiem os estu- (i). Reconhecimento e Mensuração dantes; promover e apoiar a difusão de iniciativa e dos elementos de caráter cultural e educacional; Itens do imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção, deduzido de promover cursos, seminários, simpósios e conferências de caráter educacionais; e, cooperar com o depreciação acumulada. poder público, quando solicitada no equacionamento dos problemas educacionais. A Sociedade adeO custo inclui gastos que são diretamente atribuíveis à aquisição de um ativo. riu ao programa Universidade Para Todos – PROUNI, de acordo com a Lei nº 11.096/2005, valendo-se dos benefícios e obrigações previstos na referida Lei, bem como nas regulamentações posteriores Quaisquer outros custos para colocar o ativo no local e condição necessários para que esses sejam capazes de operar da forma pretendida pela Administração. emitidas pelo Ministério da Educação. (ii). Depreciação 02. Apresentação das Demonstrações Contábeis Itens do ativo imobilizado são depreciados pelo método linear baseado na vida útil econômica esti(a) Declaração de Conformidade mada dos bens, conforme nota explicativa nº. 6. Esses itens são depreciados a partir da data em que As demonstrações contábeis ora apresentadas foram preparadas de acordo com as práticas consão instalados e estão disponíveis para uso. tábeis adotadas no Brasil, em consonância com as Leis 6404/76, 11.638/08 e 11.941/09, bem como os Pronunciamentos, Orientações e Interpretações emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais serão revistos a cada encerramento de exercício financeiro e eventuais ajustes reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. Contábeis (CPC), quando aplicáveis. (d) Provisões (b) Moeda Funcional e Moeda de Apresentação As demonstrações contábeis são apresentadas em real (R$), que é a moeda funcional da Sociedade. Uma provisão é reconhecida em função de um evento passado se a Sociedade tem uma obrigação legal ou construtiva que possa ser estimada de maneira confiável, e a probabilidade de que recursos (c) Uso de Expectativas ou Julgamentos econômicos sejam exigidos para liquidar a obrigação. Os custos financeiros incorridos são registraA preparação das demonstrações contábeis de acordo com a legislação vigente exige que a Admi- dos no resultado. nistração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e) Política para distribuição de lucros e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir O lucro por quotas é calculado com base nas quantidades de quotas do capital social integralizado dessas estimativas. nas datas das demonstrações contábeis. Estimativas e premissas são revistas de uma maneira contínua. Revisões com relação a estimativas (f) Política tributária contábeis são reconhecidas no exercício em que as estimativas são revisadas. Em virtude de sua adesão ao PROUNI, a Sociedade goza da isenção dos seguintes tributos e con03. Principais políticas contábeis tribuições: (a) Apuração do Resultado • Imposto de Renda da Pessoa Jurídica – IRPJ; As receitas e despesas são apropriadas pelo regime de competência observando-se o critério de “liquidez e natureza” financeira, incluindo os efeitos das variações monetárias computadas sobre • Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – CSLL; • Contribuição sobre a Seguridade Social – COFINS; ativos e passivos indexados. • Contribuição para o Programa de Integração Social – PIS. (b) Instrumentos Financeiros Os ativos ou passivos financeiros são compensados e o valor líquido apresentado no balanço patri- Como contrapartida dessa isenção fiscal, a Sociedade disponibiliza bolsas de estudo nas quantidamonial quando a sociedade tem esse direito lega de compensar os valores, ou tem a intenção de des e proporções previstas no PROUNI, bem como nas regulamentações emitidas pelo Ministério da Educação, estando a Sociedade em situação regular no exercício de 2012. liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. 04. Caixa e Equivalentes de Caixa (i). Caixa e Equivalentes de Caixa 2012 2011 Abrangem disponibilidades financeiras em contas correntes mantidas em instituições bancárias no Caixa 1.260 Brasil. Caixa Econômica Federal 543 (ii). Passivos financeiros não derivativos 363 363 Os passivos financeiros não derivativos da Sociedade estão representados pelas contingências e Banco do Brasil outras contas a pagar. Banco do Brasil 92 92 A sociedade reconhece os passivos na data em que são originados e na data de negociação na 998 1.715 qual se torna uma das partes integrantes de disposições contratuais. A sociedade baixa os passivos 05. Mensalidades a Receber quando suas obrigações contratuais são encerradas, ou vencidas e liquidadas. O saldo de mensalidades a receber e acordos de mensalidades a receber, no montante de R$ São incluídos como ativos e passivos circulantes aqueles com prazo de vencimento não superior a 188.642 (R$ 29.050 em 2011) está em fase de conciliação. José Fernando Pinto da Costa–Diretor Presidente
Demonstração de Resultado do Exercício findo em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (em reais) 2012 2011 4.363.824 470.495 4.363.824 470.495 4.363.824 462.523 (2.695.851) (456.587) (2.695.851) (456.587) (1.570.976) (139.778) (349.873) (61.765) – (3.311) (300) (4.698) (626.210) (194.389) (115.477) – (11.138) (52.646) (21.877) – 1.667.973 5.936 65.634 (967) (2.102) (967) 67.736 – 1.733.607 4.969
Receita Operacional Receita Liquida de Prestação de Serviços Lucro Bruto Despesas Despesas Operacionais Pessoal Encargos Sociais Beneficios Vendas Administrativas Alugueis e Locações Tributárias Depreciações e Amortizações Lucro Operacional Líquido Resultado Financeiro Despesas Financeiras Receitas Financeiras Lucro Líquido do Exercício
Demonstração dos Fluxos de Caixas – Exercício findo em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (em reais) ATIVIDADES OPERACIONAIS 2012 2011 Lucro do Exercício 1.733.607 4.969 Depreciação e Amortização 21.877 – = Caixa operacional antes dos movimentos de capital de giro 1.755.484 4.969 (Aumento) redução dos ativos Contas a receber (280.500) (7.173) Aumento (redução) dos passivos Gestão de Contratos 334.204 Obrigações Trabalhistas e Sociais (52.948) 3.404 Outras obrigações (1.942) = Disponibilidades líquidas geradas nas atividades operacionais 1.754.298 1.200 ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas atividades de investimentos – – ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Variação dos Empréstimos e Financiamentos (12.846) Distribuição de Lucros (1.742.169) = Disponibilidades líquidas aplicadas nas atividades de financiamentos (1.755.015) – Aumento (redução) de caixa e equivalentes de caixa (717) 1.200 Aumento (redução) das disponibilidades Disponibilidades no início do exercício 1.715 515 Disponibilidades no final do exercício 998 1.715 Aumento (redução) de caixa e equivalentes de caixa (717) 1.200
06. Ativo Imobilizado
Móveis e Utensílios Acervo Bibliográfico Computadores
% Custo Deprec. corrigido 10% 61.796 10% 60.501 20% 48.236 170.533
Depreciação acumulada (6.180) (6.050) (9.647) (21.877)
Líquido 2012 2011 55.616 61.796 54.451 60.501 38.589 48.236 148.656 170.533
Não foi possível para a Sociedade realizar o “Impairment test” no exercício de 2012, pois a mesma está efetuando um inventário patrimonial geral em seu ativo imobilizado. Na opinião de seus administradores, as possíveis divergências não serão representativas. 07. Gestão de Contratos Uma Instituição coligada da Sociedade realiza sua gestão financeira, estando sob sua responsabilidade todos os recebimentos, pagamentos e rateios de despesas. O saldo no passivo em 31 de dezembro de 2012, no montante de R$ 334.204, corresponde ao líquido entre pagamentos realizados e mensalidades recebidas. 08. Capital Social Em 31 de dezembro de 2012 o capital social subscrito e integralizado correspondia a R$ 125.000, representado por 125.000 quotas, no valor unitário de R$ 1,00. 09. Eventos Subsequentes A Sociedade de ensino analisou os eventos subsequentes até 27 de junho de 2013 que é a data de entrega da carta da gerência por sua diretoria.
Carlos Roberto Fonseca–Contador–CRC 1SP 101.395/O-1
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
Divulgação
ma pesquisa feita pela Thomson Reuters com duas mil empresas mostra que 70% das companhias brasileiras não iniciaram projetos internos para se adequar às regras do eSocial, o braço mais complexo do Sistema Público de Escrituração digital (Sped), que vai entrar em operação no próximo ano, inicialmente para as empresas do lucro real. De acordo com o levantamento, das 30% de empresas restantes, apenas um quarto afirma possuir um projeto em andamento. O assunto ainda é cercado de dúvidas. Uma enquete informal realizada durante a 1ª Conferência do eSocial, realizada pela Thomson Reuters, com quase mil participantes, mostrou que a integração dos dados de diversas origens dentro da empresa é a principal preocupação envolvendo o eSocial para 61% dos entrevistados. Em segundo lugar, aparece a qualidade do conteúdo da informação, com 21%. Para o diretor de negócios de Software da unidade de Tax & Accounting da Thomson Reuters, Marcos Bragantim, o resultado da pesquisa mostra a necessidade de um processo de governança e compliance integrado para que as empresas não deleguem a responsabilidade pelas informações a apenas uma á r e a d a companhia. Para os p a r t i c i p a nt e s , e n t r etanto, o de- Belmiro: partamento atenção de RH deve redobrada. se responsabilizar pela centralização das informações que serão enviadas. Essa área foi citada por 82% dos entrevistados no evento, seguida do escritório de contabilidade, com 7%. Na visão dos especialistas que tiveram acesso ao funcionamento do sistema, a escolha do departamento é o que menos importa. O ideal é que a comunicação entre as áreas da empresa funcione, evitando informações desencontradas. De acordo com Victoria Sanches, gerente da unidade de negócios da Thomson Reuters, participante do grupo de trabalho que trata do eSocial, são ao todo 44 tipos de eventos que deverão ser informados pela empresa, divididos em três grupos: iniciais, aleatórios e mensais. O coordenador de Sistemas de Atividade Fiscal da Receita Federal, Daniel Belmiro, explicou que as empresas devem ficar atentas às "informações mais sensíveis", que podem impedir um trabalhador de receber algum direito. A admissão, por exemplo, deverá ser registrada o mais rapidamente possível, de preferência no momento da contratação. "Imaginem um trabalhador que foi contratado pela manhã, mas sofre um acidente de trabalho no período da tarde. Se a informação não chegar a tempo, ele terá dificuldade para receber seus direitos". Empregadores domésticos e microempreendedores individuais ganharão um módulo simplificado do eSocial, que gera no próprio sistema o recibo de salário e a guia de recolhimento do imposto. (SP)
Aos Sócios-Quotistas da SOCIEDADE DE ENSINO E CULTURA DE ILHA SOLTEIRA S/S LTDA. Examinamos as demonstrações contábeis da SOCIEDADE DE ENSINO E CULTURA DE ILHA SOLTEIRA S/S LTDA. que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A Administração da Sociedade é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis, com base em nossa auditoria, conduzidas de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações
contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Sociedade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Sociedade. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.
Opinião Em nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos que poderão advir do assunto mencionado no parágrafo “base para opinião com ressalva”, as demonstrações contábeis acima referidas, quando lidas em conjunto com as notas explicativas, também acima mencionadas, apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da SOCIEDADE DE ENSINO E CULTURA DE ILHA SOLTEIRA S/S LTDA. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase As demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2011 não foram auditadas, por auditores independentes e estão sendo apresentadas exclusivamente para fins comparativos. São Paulo, 27 de junho de 2013. ETAE AUDITORES INDEPENDENTES CRC-SP Nº 2SP10138/O-8 TUNEO ONO - Contador - CRC-SP Nº 1SP098699/O-9
Base para opinião com ressalva Conforme Nota Explicativa nº 05, a Sociedade está conciliando o saldo de mensalidades a receber.
INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA EÇA DE QUEIROS SS LTDA. CNPJ nº 05.548.640/0001-54 Ativo Ativo Circulante Disponivel Caixa e Bancos Aplicações Financeiras Valores a Receber Contas a Receber Outras Contas a Receber Adiantamentos Impostos a Recuperar Não Circulante Imobilizado Bens Corpórios Tangíveis (-) Depreciação Acumulada Intangível Bens Incorpóreos (-) Amortização Acumulada Total do Ativo
BALANÇO PATRIMONIAL - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 - (em reais) Notas 2012 2011 Passivo 886.498 837.406 Passivo Circulante 8.911 Obrigações a Curto Prazo Fornecedores 4 4.374 Salários e encargos sociais a pagar 4.536 Impostos Parcelados 886.498 828.495 Contas a Pagar 5 302.529 808.912 Provisão de Férias 6 583.969 Outras Contas a pagar 4.369 15.214 Não Circulante 229.961 514.581 Exigível a Longo Prazo Impostos Parcelados 7 215.239 514.581 261.505 687.752 (46.266) (173.171) Patrimônio Líquido Capital Social 8 14.722 – Reserva de Capital 16.683 – Lucros (Prejuizos) Acumulados (1.961) – Lucro do Exercicio 1.116.459 1.351.987 Total do Passivo & Patrimonio Líquido
Notas
9 10 11
10 12
2012 25.175 25.175 – – 5.444 19.732 – – 36.748 36.748 36.748 – 1.054.536 4.000 1.050.536 1.116.459
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 - (em reais) Descrição Capital Social Reserva de Capital Lucros (Prejuízos) Acumulados Lucro (Prejuízo) do exercício Saldo em 31 de dezembro de 2010 4.000 1.050.536 (607.870) Ajuste do Exercício Anterior (309.615) Lucro do Exercício 967.867 Saldo em 31 de dezembro de 2011 4.000 1.050.536 50.382 Ajuste do Exercício Anterior 9.423 Lucro do Exercício 498.112 Transferência do Lucro 557.917 (557.917) Distribuição do Lucro (557.917) Saldo em 31 de dezembro de 2012 4.000 1.050.536 -
2011 198.914 198.914 9.826 141.684 4.069 – 41.546 1.788 48.155 48.155 48.155 – 1.104.918 4.000 1.050.536 (917.486) 967.867 1.351.987 Total 446.666 967.867 1.104.918 9.423 498.112 557.917 1.054.536
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 - (em reais) 1. Contexto Operacional - A sociedade tem como objetivo ensino fundamental ensino médio, ensino técnico, profissionalizante e ensino superior. Valendo-se dos benefícios e obrigações previstos na referida Lei, bem como nas regulamentações posteriores emitidas pelo Ministério da Educação. 2. Apresentação das Demonstrações Contábeis (a) Declaração de Conformidade - As demonstrações contábeis foram preparadas conforme as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e também, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais incluem as disposições da Lei das Sociedades por Ações, os Pronunciamentos, as Orientações e as Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). (b) Moeda Funcional e Moeda de Apresentação - As demonstrações contábeis são apresentadas em real (R$), que é a moeda funcional da Sociedade. (c) Uso de Expectativas ou Julgamentos - A preparação das demonstrações contábeis de acordo com as normas IFRS e as normas CPC exige que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. Estimativas e premissas são revistas de uma maneira contínua. Revisões com relação a estimativas contábeis são reconhecidas no exercício em que as estimativas são revisadas. 3. Principais políticas contábeis (a) Apuração do Resultado - As receitas e despesas são apropriadas pelo regime de competência observando-se o critério de “liquidez e natureza” financeira, incluindo os efeitos das variações monetárias computadas sobre ativos e passivos indexados. (b) Instrumentos Financeiros - A Sociedade reconhece os recebíveis e depósitos na data em que foram originados. Os ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido apresentado no balanço patrimonial quando a sociedade tem o direito legal de compensar valores, ou tem a intenção de liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. (c) Ativos e Passivos financeiros não derivativos - Os passivos financeiros não derivativos estão representados por obrigações trabalhistas e sociais, tributárias e outras contas a pagar. A Sociedade reconhece os ativos e passivos na data em que são originados ou na data de negociação na qual se torna uma parte integrante de disposições contratuais. A baixa dos passivos ocorre no momento em que suas obrigações contratuais são encerradas, ou vencidas e liquidadas. São incluídos como ativos e passivos circulantes aqueles com prazo de vencimento não superior a 12 meses após a data de encerramento do balanço (após este prazo são classificados como ativos não circulantes). (d) Imobilizado (i) Reconhecimento e Mensuração - Itens do imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção, deduzido de depreciação acumulada. O custo inclui gastos que são diretamente atribuíveis à aquisição de um ativo. Quaisquer outros custos para colocar o ativo no local e condição necessários para que esses sejam capazes de operar da forma pretendida pela Administração. (ii) Depreciação - Itens do ativo imobilizado são depreciados pelo método linear baseado na vida útil econômica estimada dos bens. Itens do ativo imobilizado são depreciados a partir da data em que são instalados e estão disponíveis para uso. Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais são revistos a cada encerramento de exercício financeiro e eventuais ajustes reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. (e) Provisões - Uma provisão é reconhecida em função de um evento passado se a Sociedade tem uma obrigação legal ou construtiva que possa ser estimada de maneira confiável, e a probabilidade de que recursos econômicos sejam exigidos para liquidar a obrigação. Os custos financeiros incorridos são registrados no resultado. (f) Politicas para distribuições de lucros - O lucro por quotas é calculado com base nas quantidades de quotas do capital social integralizado nas datas das demonstrações contábeis. 4. Disponível 2012 2011 Caixa 3.387 Bancos Conta Movimento 988 4.374
5. Contas a Receber Mensalidades a Receber Acordos de Mensalidades a Receber
2012 302.529 302.529
2011 808.912 808.912
2012 583.969 583.969
2011 -
6. Outras Contas a Receber Sociedade Administradora e Gestão Contratos 7. Imobilizado 2012 2011 Depreciação Custo Acumulada Líquido Líquido 77.352 (24.065) 53.287 60.885 22.497 (1.712) 20.785 45.185 (5.620) 39.566 40.872 97.208 (11.226) 85.982 6.136 19.262 (3.643) 15.619 15.856 390.832 261.505 (46.266) 215.239 514.581 A Sociedade está realizando o inventário dos bens do ativo permanente e respectivos valores justos. Nome/Nomenclatura Móveis e Utensílios Acervo Bibliográfico Instalações Computadores Máquinas e Equipamentos Melhorias em Imóveis de Terceiros
DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS - Exercícios Findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - (em reais) 2012 2011 Receita Operacional Bruta 4.223.053 4.259.372 Receitas Operacionais 4.223.053 4.259.372 Prestação de Serviços 4.223.053 4.259.372 Deduções (75.169) (85.204) (–) Prouni – (85.204) (–) Impostos (75.169) – Lucro Bruto 4.147.884 4.174.168 Despesas (3.354.253) (3.207.380) Despesas Operacionais (3.354.253) (3.207.380) Pessoal (1.122.605) (1.409.559) Encargos Sociais (501.352) – Vendas (553) – Administrativas (1.004.877) (971.354) Alugueis e Locações (563.590) (689.423) Tributárias (22.456) (17.719) Depreciações e Amortizações (138.820) (119.325) Lucro Operacional Líquido 793.631 966.787 Resultado Financeiro (11.823) 1.080 Despesas Financeiras (18.754) 5.359 Receitas Financeiras 6.931 6.439 Receitas Não Operacionais (283.696) – Receitas Não Operacionais (283.696) – Despesas Eventuais (283.696) – Lucro Líquido do Exercício 498.112 967.867 DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - Exercícios Findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - (em reais) ATIVIDADES OPERACIONAIS Lucro (Prejuizo) do Exercício Destinação do Lucro Ajuste do Exercicio Anterior Depreciação e Amortização Variações nos Ativos e Passivos: Redução em contas a receber Aumento Outros Créditos Redução Fornecedores Redução de Salários e Encargos Sociais a Pagar Redução das Obrigações Fiscais Redução de Outras Obrigações Disponibilidades líq. geradas (aplicadas) nas a. operac. ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS Compras de imobilizado/ Redução de Caixa Baixas do Ativo Imobilizado Disponibilidades líq. geradas (aplicadas) nas a. de invest. ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Empréstimos tomados Pagamentos de empréstimos/debêntures Disponibilidades líq. geradas (aplicadas) nas a. de financ. TOTAL Aumento (redução) das disponibilidades Disponibilidades no início do exercício Disponibilidades no final do exercício Variação
2012 498.112 (557.917) 9.423 (138.820)
2011 967.867 – (227.017)
506.383 (564.386) (9.826) (141.684) (10.033) (23.602) (432.352)
(901.074) – 28 – 127.525 (90.000) (122.671)
(124.019) 547.459 423.441
(91.364) – (91.364)
– – – (8.911)
(51.548) – (51.548) (71.123)
8.911 (8.911)
80.034 8.911 (71.123)
A Sociedade optou pelo parcelamento de débitos existentes junto a Previdência Social no âmbito da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional–PGFN e junto a Receita Federal do Brasil. Consolidados, os débitos foram deferidos para parcelamento em até 180 meses, com vencimento em agosto de 2024. 11. Contas a Pagar Nome/Nomenclatura Custo Líquido Líquido 2012 2011 Softwares 16.683 14.722 Impostos Parcelados 19.732 16.683 14.722 19.732 A contabilidade irá proceder a conciliação e análise da conta. 9. Salários e Encargos Sociais 2012 2011 12. Capital Social Salários 66.011 O capital social é de R$ 4.000,00 totalmente subscrito e integralizado em moeda nacional, dividido em Pró-Labore 970 100 quotas no valor nominal de R$ 40,00 cada uma, assim distribuídas: IRRF sobre Salários 4.895 Sócio Quant. Quotas Valor R$ % Partic. FGTS 12.882 Uniesp - União das Instit. Educac. Est. São Paulo Ltda. 100 40.000,00 100% IRRF Autônomos 30 100 40.000,00 100% ISS 17.311 13. Eventos Subsequentes INSS a recolher 39.585 A Sociedade de ensino analisou os eventos subsequentes até 18 de agosto de 2013, que é a data de 141.684 Conforme o Aditamento ao Instrumento Particular de Promessa de Cessão de Cotas” de 31 de outubro entrega da Carta da Gerência pela Diretoria da sociedade. de 2012, as contingências sob responsabilidade do Promitente Cedente é de R$ 556.729,05. Os saldos DIRETORIA remanescentes das contas do passivo na data da Cessão de Quotas foram levados a resultado do exercício. José Fernando Pinto da Costa - Diretor Presidente 10. Impostos Parcelados 2012 2011 Carlos Roberto Fonseca - Contador - CRC 1SP 101.395/O-1 Curto Prazo Longo Prazo Curto Prazo Longo Prazo Parcelamento Lei 11.941 5.444 36.748 4.069 48.155 5.444 36.748 4.069 48.155 Em nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos que poderão advir dos assuntos comentados no parágrafo base para opinião com ressalva, as demonstrações contábeis acima referidas, quando lidas RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS em conjunto com as notas explicativas que as acompanham, apresentam adequadamente, em seus Aos Diretores do de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA EÇA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA EÇA DE QUEIROS SS LTDA. de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os DE QUEIROS SS LTDA. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos Examinamos as demonstrações contábeis do INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA EÇA DE QUEIROS procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de dis- de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. SS LTDA. que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas torção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa Ênfase demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada Demonstrações Contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2011, apresentadas para fins comparatifindo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. apresentação das demonstrações contábeis da Empresa para planejar os procedimentos de auditoria que vos não foram auditadas por Auditores Independentes. São Paulo, 18 de agosto de 2013. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses A administração da Empresa é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demons- controles internos da Empresa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contrações contábeis com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela deter- tábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaETAE AUDITORES INDEPENDENTES minou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção liação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência CRC-SP Nº 2SP010138/O-8 relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Responsabilidade dos Auditores Independentes Base para Opinião com Ressalva TUNEO ONO Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis, com base Conforme comentado nas notas explicativas nº 7, a Associação está providenciando o levantamento Contador em nossa auditoria, conduzidas de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas dos bens do ativo imobilizado e seus respectivos valores justos e conforme nota explicativa No. 11, está CRC-SP Nº 1SP098699/O-9 normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e providenciando a conciliação das contas a pagar. executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres Opinião 8. Intangível
2012 Amortização Acumulada (1.961) (1.961)
2011
DIÁRIO DO COMÉRCIO
24 -.ECONOMIA
sábado, 31 de agosto, e domingo e segunda-feira, 1 e 2 de setembro de 2013
e Mercedes-Benz quer crescer na China conomia
Com previsão de abertura de 75 concessionárias no país este ano, companhia prevê participação na casa dos dois dígitos no segmento veículos de luxo. FARTEC - FACULDADE TECMED LTDA EPP CNPJ nº 04.531.443/0001-60 Ativo Circulante Disponivel Banco Conta Movimento Valores a Receber Contas a Receber Não Circulante Imobilizado Bens Corpóreos Tangíveis (-) Depreciação Acumulada
BALANÇO PATRIMONIAL - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (em reais) Notas 2012 2011 Passivo 50 - Circulante 50 - Obrigações a Curto Prazo 50 Impostos parcelados 4 207.347 203.543 Impostos retidos a recolher 207.347 203.543 Contas a Pagar 48.043 57.864 Não Circulante 5 48.043 57.864 Exigível a Longo Prazo 98.212 98.212 Impostos Parcelados (50.170) (40.348) Patrimônio Líquido Capital Social Lucro do exercício 255.440 261.407 Total do Passivo e Patrimônio Líquido
DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 - (em reais) Notas
2012 55.050 55.050 47.049 8.001 100.390 100.390 100.390 100.000 100.000 255.440
2011 153.454 153.454 153.454 107.953 100.000 7.953 261.407
2012 2011 Receita Operacional Bruta 1.275.706 4.050.779 Receitas Operacionais 1.275.706 4.050.779 6 Prestação de Serviços 294.065 4.050.779 Diversas 981.641 7 Lucro Operacional Bruto 1.275.706 4.050.779 Despesas (1.133.513) (3.268.303) Despesas Operacionais (1.133.513) (3.268.303) Pessoal (244.891) (2.280.937) 6 Administrativas (463.714) (724.107) Aluguéis e Locações (361.060) 9 Tributárias (54.027) (253.437) Depreciações (9.821) (9.821) Total do Ativo Lucro Operacional Líquido 142.193 782.477 DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - EXERCÍCIOS FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 - (em reais) Resultado Financeiro (13.193) (362.053) Despesas Financeiras (13.193) (362.053) Descrição Capital Social Lucros (Prejuízos) Acumulados Lucro (Prejuízo) do Exercício Total 129.000 420.423 Saldo em 31 de dezembro de 2010 100.000 (848.851) (748.851) Lucro Líquido do Exercício Ajuste do Exercício Anterior 436.380 436.380 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (em reais) Lucro do Exercício 420.423 420.423 2012 2011 Saldo em 31 de dezembro de 2011 100.000 7.953 107.953 ATIVIDADES OPERACIONAIS Lucro do Exercício 129.000 420.423 Lucro do Exercício 129.000 129.000 Distribuição do Lucro (136.952) Transferência de lucros 136.952 (136.952) Ajuste do Exercicio Anterior 436.380 Distribuição do Lucro (136.952) (136.952) Depreciação e Amortização 9.821 9.841 Saldo em 31 de dezembro de 2012 100.000 100.000 Aumento em contas a receber (3.804) (203.543) Aumento Outros Créditos 26.100 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (em reais) Redução Fornecedores (15.316) 1. Contexto Operacional (d) Imobilizado Aumento (redução) obrigações sociais e fi scais (6.017) 22.420 A sociedade tem como objetivo social a prestação de serviços de ensino de nível superior e tecnológico, (i). Reconhecimento e Mensuração Aumento (redução) outras obrigações 8.001 (16.786) pesquisa, cursos de especialização, pós-graduação lato sensu e stricto sensu. Itens do imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção, deduzido de = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas a. operacionais 50 679.520 2. Apresentação das Demonstrações Contábeis depreciação acumulada. ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO (a) Declaração de Conformidade O custo inclui gastos que são diretamente atribuíveis à aquisição de um ativo. As demonstrações contábeis foram preparadas conforme as Normas Internacionais de Relatório Finan- Quaisquer outros custos para colocar o ativo no local e condição necessários para que esses sejam Pagamentos de empréstimos (771.428) ceiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e também, de acordo com capazes de operar da forma pretendida pela Administração. = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais incluem as disposições da Lei das Sociedades por (ii). Depreciação atividades de financiamentos (771.428) Ações, os Pronunciamentos, as Orientações e as Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronuncia- Itens do ativo imobilizado são depreciados pelo método linear baseado na vida útil econômica estimada TOTAL 50 (91.908) mentos Contábeis (CPC). dos bens. Itens do ativo imobilizado são depreciados a partir da data em que são instalados e estão Aumento (redução) das disponibilidades (b) Moeda Funcional e Moeda de Apresentação disponíveis para uso. Disponibilidades no início do exercício 91.908 As demonstrações contábeis são apresentadas em real (R$), que é a moeda funcional da Sociedade. Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais são revistos a cada encerramento de Disponibilidades no final do exercício 50 (c) Uso de Expectativas ou Julgamentos exercício financeiro e eventuais ajustes reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. Variação 50 (91.908) A preparação das demonstrações contábeis de acordo com as normas IFRS e as normas CPC exige (e) Provisões que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas Uma provisão é reconhecida em função de um evento passado se a Sociedade tem uma obrigação contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem legal ou construtiva que possa ser estimada de maneira confiável, e a probabilidade de que recursos A Sociedade está realizando inventário físico dos bens do ativo imobilizado. Na opinião dos Administradivergir dessas estimativas. econômicos sejam exigidos para liquidar a obrigação. Os custos financeiros incorridos são registrados dores os possíveis efeitos não serão significativos. 6. Impostos Parcelados Estimativas e premissas são revistas de uma maneira contínua. Revisões com relação a estimativas no resultado. 2012 2011 contábeis são reconhecidas no exercício em que as estimativas são revisadas. (f) Politicas para distribuições de lucros Curto Prazo Longo Prazo 3. Principais políticas contábeis O lucro por quotas é calculado com base nas quantidades de quotas do capital social integralizado nas Parcelamento - INSS 25.097 100.390 (a) Apuração do Resultado datas das demonstrações contábeis. 21.952 As receitas e despesas são apropriadas pelo regime de competência observando-se o critério de “liqui- A liberação das Mensalidades a Receber FIES pela Caixa Econômica Federal à conta corrente da Socie- Parcelamento - Lei nº 11.941/09 47.049 100.390 dez e natureza” financeira, incluindo os efeitos das variações monetárias computadas sobre ativos e dade está condicionada a regularização de pendências fiscais junto a Previdência Social e/ou Secretaria A Sociedade optou pelo parcelamento de débitos existentes junto a Previdência Social no âmbito da passivos indexados. da Receita Federal. Procuradoria Geral da Fazenda Nacional - PGFN e junto a Receita Federal do Brasil. Consolidados, (b) Instrumentos Financeiros 4. Valores a Receber A Sociedade reconhece os recebíveis e depósitos na data em que foram originados. Contas a Receber: 2012 2011 os débitos foram deferidos para parcelamento em até 60 meses, com vencimento em agosto de 2017. Os ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido apresentado no balanço patrimonial Mensalidades a receber - FIES 203.543 203.543 7. Contas a Pagar 2012 2011 quando a sociedade tem o direito legal de compensar valores, ou tem a intenção de liquidar em uma Acordos de Mensalidade a Receber 3.804 - Gestão de Contratos: 8.001 base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. 207.347 203.543 Sociedade de Administração e Gestão Patrimonial (c). Ativos e Passivos financeiros não derivativos A liberação das Mensalidades a Receber FIES pela Caixa Econômica Federal à conta corrente da Socie- 8. Capital Social Os passivos financeiros não derivativos estão representados por obrigações sociais e tributárias e outras dade está condicionada a regularização de pendências fiscais junto a Previdência Social e/ou Secretaria O capital social é de R$ 100.000,00 totalmente subscrito e integralizado em moeda nacional, dividido em 100.000 quotas no valor nominal de R$ 1,00 cada uma, assim distribuídas: contas a pagar. da Receita Federal. Sócio Quant. Quotas Valor - R$ % Partic. A Sociedade reconhece os ativos e passivos na data em que são originados ou na data de 5. Imobilizado 50.000 50.000,00 50% negociação na qual se torna uma parte integrante de disposições contratuais. A baixa dos 2012 2011 José Fernando Pinto da Costa Cláudia Aparecida Pereira 50.000 50.000,00 50% passivos ocorre no momento em que suas obrigações contratuais são encerradas, ou vencidas Depreciação 100.000 100.000,00 100% e liquidadas. Conta/Nomenclatura: Custo Acumulada Líquido Líquido São incluídos como ativos e passivos circulantes aqueles com prazo de vencimento não superior a 12 Móveis e Utensílios 45.500 (23.143) 22.357 26.908 9. Eventos Subsequentes meses após a data de encerramento do balanço (após este prazo são classificados como ativos não Máquinas e Equipamentos 52.712 (27.027) 25.685 30.956 A Sociedade de ensino analisou os eventos subsequentes até 18 de agosto de 2013, que é a data de circulantes). 98.112 (50.170) 48.043 57.864 entrega da Carta da Gerência pela Diretoria da sociedade.
José Fernando Pinto da Costa - Diretor Presidente
Carlos Roberto Fonseca - Contador - CRC - 1SP 101.395/O-1 RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
Aos Diretores da FARTEC FACULDADE REGIONAL TECMED LTDA. EPP Examinamos as demonstrações contábeis da FARTEC FACULDADE REGIONAL TECMED LTDA. EPP que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Empresa é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis, com base em nossa auditoria, conduzidas de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis
estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Empresa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Empresa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Base para Opinião com Ressalva Conforme comentado nas notas explicativas No. 4, a liberação das Mensalidades a Receber FIES está condicionada a regularização de pendências fiscais.
Opinião Em nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos que poderão advir dos assuntos comentados no parágrafo base para opinião com ressalva, as demonstrações contábeis acima referidas, quando lidas em conjunto com as notas explicativas que as acompanham, apresentam adequadamente, em seus aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da FARTEC FACULDADE REGIONAL TECMED LTDA. EPP. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase As Demonstrações Contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2011, apresentadas para fins comparativos não foram auditadas por Auditores Independentes. São Paulo, 18 de agosto de 2013. ETAE AUDITORES INDEPENDENTES - CRC-SP Nº 2SP010138/O-8 TUNEO ONO - Contador - CRC-SP Nº 1SP098699/O-9
CENTRO DE ENSINO E CULTURA DE AURIFLAMA LTDA. CNPJ nº 04.323.073/0001-75 Ativo Circulante Disponivel Caixa Bancos Conta Movimento Contas a Receber Mensalidades a Receber Imposto Renda Pessoa Jurídica Contribuição Social s/Lucro Líquido Não Circulante Depósitos Judiciais Depósitos para Recursos Imobilizado Bens Corpóreos Tangíveis (-) Depreciação Acumulada Total do Ativo
Balanço Patrimonial - Exercicios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (em reais) 2012 2011 Passivo 52.300 603.041 Circulante 1.331 596.575 Obrigações a Curto Prazo 4 596.575 Obrigações Trabalhistas 4 1.331 Obrigações Sociais 50.969 6.466 Obrigações Tributárias 5 44.503 Impostos Parcelados 6 2.462 2.462 Contas a Pagar 6 4.004 4.004 Empréstimos e Financiamentos Provisões Trabalhistas 301.485 1.341.726 Gestão de Contratos 178 178 Não Circulante 7 178 178 Exigivel a Longo Prazo 8 301.307 1.341.548 Impostos Parcelados 334.786 1.651.577 Patrimônio Líquido (33.479) (310.030) Capital Social Reserva de Capital Lucros Acumulados 353.785 1.944.766 Total do Passivo e Patrimonio Líquido Notas
Demonstração de Resultado dos Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (em reais)
Notas 9 10 11 12 13 14 15 16 12 17
2012 132.364 132.364 45.740 5.525 14.226 66.873 56.907 56.907 56.907 164.514 120.000 44.514 23.263 353.785
2011 1.756.989 1.756.989 14.550 60.786 4.678 56.812 1.416.878 183.077 20.208 187.777 120.000 44.514 1.944.766
Demonstração de Mutação do Patrimonio Líquido - Exercicios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (em reais) Descrição Saldo em 31.12.2010 Reserva de Incentivos Fiscais Lucro do Exercício Saldo em 31.12.2011 Lucro do Exercício Transferência paraReserva do lucro Realização do Lucro Saldo em 31.12.2012
Capital Social 120.000 120.000
120.000
Reserva de Capital 37.888 6.626 44.514 -
Reserva de Lucro -
44.514
-
7.266.923
Lucros (Prejuizos) Acumulados Total 88.149 246.037 6.626 64.886 (64.886) 23.263 187.777 7.243.660 7.243.660 (7.266.923) (7.266.923) (7.266.923) 164.514
Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 31 de Dezembro de 2012 (em reais) 1. Contexto Operacional - A Sociedade tem como objeto social a prestação de serviços de instalar 4.Caixa e Bancos Conta Movimento 2012 2011 escolas em todos os níveis, criar e manter serviços educacionais e assistenciais que beneficiem os estu- Caixa 596.575 dantes, promover e apoiar a difusão de iniciativas e dos elementos de caráter cultural e educacional, Bancos Conta Movimento 1.331 e, cooperar com o poder público, quando solicitada no equacionamento dos problemas educacionais. 1.331 596.575 2. Apresentação das Demonstrações Contábeis - (a) Declaração de Conformidade. As 5. Contas a Receber 2012 2011 demonstrações contábeis foram preparadas conforme as Normas Internacionais de Relatório Mensalidades a Receber 44.503 Financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e também, 6. Impostos a recuperar de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais incluem as disposições 2012 2011 da Lei das Sociedades por Ações, os Pronunciamentos, as Orientações e as Interpretações Imposto de Renda Pessoa Jurídica - IRPJ 2.462 2.462 emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). (b) Moeda Funcional e Moeda Contribuição Social s/ Lucro Líquido - CSLL 4.004 4.004 de Apresentação. As demonstrações contábeis são apresentadas em real (R$), que é a 6.466 6.466 moeda funcional da Sociedade. (c) Uso de Expectativas ou Julgamentos. A preparação 7. Depósitos Judiciais 2012 2011 das demonstrações contábeis de acordo com as normas IFRS e as normas CPC exige que a Depósitos para Recursos 178 178 Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas O Departamento Jurídico da Sociedade está empenhado no levantamento dos depósitos judiciais. contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais % Custo (-) Depreciação Líquido podem divergir dessas estimativas. Estimativas e premissas são revistas de uma maneira 8. Imobilizado Deprec. corrigido baixa acumulada 2012 2011 contínua. Revisões com relação a estimativas contábeis são reconhecidas no exercício em que Terreno 25.000 (25.000) 25.000 as estimativas são revisadas. 3. Principais políticas contábeis. (a) Apuração do Resultado. 4% 981.762 981.762 1.963.524 981.762 As receitas e despesas são apropriadas pelo regime de competência observando-se o critério Edifícios 10% 174.562 (17.456) 157.106 174.562 de “liquidez e natureza” financeira, incluindo os efeitos das variações monetárias computadas Móveis e Uten. 10% 79.026 (7.903) 71.123 79.026 sobre ativos e passivos indexados. (b) Instrumentos Financeiros. A sociedade reconhece os Máq. e Equip. 10% 81.198 (8.120) 73.078 81.198 empréstimos, recebíveis e depósitos inicialmente na data em que foram originados. Os ativos Acervo Bibliogr. 1.341.547 (33.479) 2.264.831 1.341.548 ou passivos financeiros são compensados e o valor líquido apresentado no balanço patrimonial quando a Sociedade tem o direito legal de compensar valores, ou a intenção de liquidar A sociedade não atendeu a legislação (CPC 27 e 01) não efetuando o “Impairment”. em uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. (c). Passivos 2012 2011 financeiros não derivativos. Os passivos financeiros não derivativos da Sociedade estão 9. Obrigações Trabalhistas 7.372 representados por empréstimos e financiamentos e outras contas a pagar. A sociedade reco- Salários e Ordenados 7.178 nhece os passivos na data em que são originados e na data de negociação na qual a sociedade Rescisões Contratuais 14.550 se torna uma das partes integrantes de disposições contratuais. A sociedade baixa os passivos quando suas obrigações contratuais são encerradas, ou vencidas e liquidadas. São incluídos 10. Obrigações Sociais 2012 2011 como ativos e passivos circulantes aqueles com prazo de vencimento não superior a 12 meses 31.842 34.014 após a data de encerramento do balanço (após esta data são classificados como ativos não INSS 13.898 13.563 circulantes). (d) Imobilizado. (i). Reconhecimento e Mensuração - Itens do imobilizado são FGTS 13.209 mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção, deduzido de depreciação acumulada. Multas Trabalhistas 45.740 60.786 O custo inclui gastos que são diretamente atribuíveis à aquisição de um ativo. Quaisquer outros 2012 2011 custos para colocar o ativo no local e condição necessários para que esses sejam capazes 11. Obrigações Tributárias 5.525 4.678 de operar da forma pretendida pela Administração. (ii). Depreciação - Itens do ativo imobili- ISS zado são depreciados pelo método linear baseado na vida útil econômica estimada dos bens. 2012 2011 Itens do ativo imobilizado são depreciados a partir da data em que são instalados e estão 12. Impostos Parcelados Curto Prazo Longo Prazo disponíveis para uso. (e) Provisões. Uma provisão é reconhecida em função de um evento 14.226 56.907 56.812 passado se a Sociedade tem uma obrigação legal ou construtiva que possa ser estimada de Parcelamento Lei nº 11941/2009 maneira confiável e a probabilidade de que recursos econômicos sejam exigidos para liquidar A Sociedade optou pelo parcelamento de débitos existentes junto a Previdência Social no âmbito da Proa obrigação. Os custos financeiros incorridos são registrados no resultado. (f) Politicas para curadoria Geral da Fazenda Nacional - PGFN e junto a Receita Federal do Brasil. Consolidados, os débitos distribuições de dividendos. O lucro por quotas é calculado com base nas quantidades de foram deferidos para parcelamento em até 60 meses, com vencimento em abril de 2016. quotas do capital social integralizado nas datas das demonstrações contábeis. José Fernando Pinto da Costa - Diretor Presidente - CPF: 780.031.488-04 Aos Diretores e Cotistas do CENTRO DE ENSINO E CULTURA DE AURIFLAMA LTDA. Examinamos as demonstrações contábeis do CENTRO DE ENSINO E CULTURA DE AURIFLAMA LTDA, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis - A administração da Empresa é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes - Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis, com base em nossa auditoria, conduzidas de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas
Capital Social Receita Operacional Bruta Receitas Operacionais Prestação de Serviços Custos Operacionais Custos Operacionais Custos Operacionais Lucro Operacional Bruto Despesas Despesas Operacionais Pessoal Vendas Administrativas Alugueis E Locações Tributárias Depreciações E Amortizações Despesas Eventuais Lucro Operacional Líquido Resultado Financeiro Despesas Financeiras Receitas Financeiras Lucro (Prejuízo) Líquido do Exercício
2012 7.784.617 7.784.617 7.784.617 (77.902) (77.902) (77.902) 7.706.715 (1.506.039) (1.506.039) (270.543) (2.950) (76.378) (96.339) (19.065) (37.785) (1.002.980) 6.200.675 1.042.985 (9.721) 1.052.706 7.243.660
2011 434.968 434.968 434.968 434.968 (403.611) (403.611) (225.616) (680) (91.844) (33.799) (51.672) 31.357 (96.244) (97.850) 1.607 (64.886)
Demonstração do Fluxo de Caixa - Exercicio findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (em reais)
Caixa Líquido Provenientes das Atividades Operacionais Lucro (Prejuízo) Líquido do Exercício Destinação do Lucro Depreciação e Amortização (Aumento) Diminuição Mensalidades a Receber (Aumento) Diminuição Contas a Receber - Outros créditos (Aumento) Diminuição Impostos a Compensar/Restituir Aumento (Diminuição) Fornecedores a Pagar Aumento (Diminuição) Obrigações Trabalhistas Aumento (Diminuição) Obrigações Sociais Aumento (Diminuição) Obrigações Tributárias Aumento (Diminuição) Provisões Trabalhistas Aumento (Diminuição) Empréstimo e Financiamentos Aumento (Diminuição) Outras Contas a Pagar Aumento (Diminuição) Reserva de Capital Total de Caixa Líquido Provenientes das Atividades Operacionais Caixa Líquido Provenientes das Atividades de Investimentos Alienação do imobilizado Baixa Depreciação Aquisição Imobilizado Total de Caixa Líquido Provenientes das Atividades de Investimentos TOTAL GERAL DE CAIXA LÍQUIDO DAS ATIVIDADES Diponibilidade Início do Exercício Diponibilidade Final do Exercício Variação da Disponibilidade no Exercício 13. Contas a Pagar Contas a Pagar - Sócios 14. Empréstimos e Financiamentos Banco do Brasil Banco Bradesco S/A
2012 7.243.660 (7.266.923) 37.785 (44.503) 66.873 (27.760) (2.221) 15.552 (20.208) (183.077) (1.416.878) (1.597.699)
2011 (64.886) 51.672 3.798 (3.490) (5.708) 54.946 866 (4.991) (33.624) 50.000 6.626 55.209
1.316.791 (314.336) 1.002.455 (595.244) 596.575 1.331 (595.244)
(1.497) (1.497) 53.712 542.863 596.575 53.712
2012 -
1.416.878 1.416.878 2011 137.528 45.549 183.077
2012 -
2011 20.208
15. Provisões Trabalhistas Provisão para Férias e Encargos 16. Gestão de Contratos
2012 2011 Sociedade Adm. Gestão Patrimonial 66.873 O valor está representado por adiantamentos realizados para a Sociedade Administradora e Gestão Patrimonial Ltda., que é gestora dos recursos da sociedade. 17 - Capital Social O capital social é de R$ 100.000,00 totalmente subscrito e integralizado em moeda nacional, dividido em 100.000 quotas no valor nominal de R$ 1,00 cada uma, assim distribuídas: Sócio Quotista Claudia Aparecida Pereira José Fernando Pinto da Costa
Quant. Quotas 50.000 50.000 100.000
Valor - R$ 50.000,00 50.000,00 100.000,00
% 50% 50% 100%
18. Eventos Subsequentes A Sociedade de ensino analisou os eventos subsequentes até 14 de junho de 2013 que é a data de entrega da carta da gerência pela diretoria da sociedade.
Carlos Roberto Fonseca - Contador - CRC 1SP 101.395/0-1 RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e exe- Base para opinião com ressalva - Conforme demonstrado na nota explicativa nº 8, a Sociedade de cutada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de ensino não atendeu a Legislação referente ao “Impairment”. Opinião - Em nossa opinião, exceto pelos distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção possíveis ajustes que poderão advir do assunto comentado no paragrafo base para opinião com resde evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os salva, as demonstrações contábeis acima referidas, quando lidas em conjunto com as notas explicativas procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de que as acompanham, apresentam adequadamente, em seus aspectos relevantes, a posição patrimonial distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. e financeira do CENTRO DE ENSINO E CULTURA DE AURIFLAMA LTDA em 31 de dezembro de 2012, Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de adequada apresentação das demonstrações contábeis da Empresa para planejar os procedimentos de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase - Demonstrações Contábeis encerradas auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a em 31 de dezembro de 2011, apresentadas para fins comparativos não foram auditadas por Auditores eficácia desses controles internos da Empresa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação Independentes. das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, São Paulo, 14 de Junho de 2013. bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. AcrediETAE AUDITORES INDEPENDENTES - CRC-SP Nº 2SP010138/O-8 tamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. TUNEO ONO - Contador - CRC-SP Nº 1SP098699/O-9
C
ontrolada pela Daimler AG, a Mercedes-Benz espera crescimento de até 15% no segmento veículos de luxo na China este ano, disse um executivo sênior, e está tentando abocanhar uma fatia maior desse mercado com a expansão para o interior do país e para cidades menores. A companhia planeja abrir 75 novas concessionárias neste ano, sendo que perto da metade em cidades menos importantes, como parte de um amplo plano de recuperação no maior mercado de automóveis do mundo afirmou o vice-presidente de vendas na China, Nicholas Speeks. "Estamos um pouco atrasados em relação aos nossos principais concorrentes em termos de abertura", disse Speeks à imprensa na sextafeira, falando sobre a estratégia da marca durante a feira de automóveis em Chengdu. "No passado, nos concentramos em Pequim, Xangai (e outros mercados principais na costa da China). Reconhecemos que uma de nossas falhas é o fato de precisarmos expandir nossa rede de concessionárias", admitiu. A expansão da rede é um componente chave do plano estratégico da Daimler de investir 2 bilhões de euros (US$ 2,67 bilhões) na China até o ano de 2015. A montadora quer aumentar as vendas de veículos Mercedes-Benz em um terço, para mais de 300 mil carros/ano durante os próximos dois anos, ante uma previsão de vendas de 230 mil carros este ano. Se atingida, a meta fará da China o maior mercado da Mercedes-Benz no mundo. Atualmente, o país ocupa a terceira colocação nas vendas da marca, atrás apenas da Alemanha e dos EUA. (Reuters)
Peugeot para linha em Aulnay
A
PSA Peugeot Citroën irá suspender antes do que o esperado a produção de carros na unidade de Aulnaysous-Bois (região próxima a Paris), após transferir grande parte da força de trabalho para suas outras fábricas. A montagem do Citroën C3 será interrompida no início de novembro, informou a montadora francesa na última sextafeira, mas algumas partes da produção vão continuar além dessa data. A Peugeot tinha previsto inicialmente encerrar a produção no local em 2014, como parte de uma reestruturação mais ampla revelada em julho passado. O motivo, segundo uma porta-voz, é que metade dos 2.800 trabalhadores já foram transferidos para outros locais – inclusive nas proximidades de Poissy. "Em breve não haverá pessoal suficiente para sustentar a montagem de veículos", explicou. (Reuters)
LG coreana investirá US$ 750 milhões na produção de telas
A
fabricante sul-coreana de telas LG Display, que é uma importante fornecedora da Apple, acaba de anunciar planos para investir 832,6 bilhões de wons (US$ 750,28 milhões) até 2014 em instalações para a produção de telas pequenas e médias no país. A LG Display, que compete com a Samsung Electronics, disse em comunicado que os investimentos têm o objetivo de atender a demanda do mercado para dispositivos inteligentes, mas não deu mais informações. (Reuters)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sábado, 31 de agosto, e domingo e segunda-feira, 1 e 2 de setembro de 2013
e
ECONOMIA - 25
conomia
Canadá permite teste da Bombardier Jato Cseries teve voo inaugural adiado três vezes para atualizar softwares. Expectativa do mercado é que o modelo desafie duopólio da Boeing e da Airbus.
A
Bombardier afirmou ter recebido permissão do governo canadense para realizar um voo teste necessário para a decolagem do seu novo jato de passageiros Cseries. A companhia aérea sinalizou também que o voo inaugural deve acontecer em breve. O voo inaugural, longamente aguardado, já foi adiado três vezes pela empresa. Na primeira vez, a previsão é que o jato voaria em dezembro de 2012, mas o prazo foi adiado por seis meses – para junho. Na ocasião, a Bombardier anunciou um novo adiamento, mas para o fim de julho. Um pouco antes do prazo final, em julho, a companhia aérea afirmou que o voo poderia ocorrer nas "próximas semanas".A Bombardier atribuiu os adiamentos recentes à necessidade de atualizações de software, e também "a medidas altamente técnicas" para validar os sistemas da aeronave. A empresa afirmou que a aprovação para o voo–teste ocorre após um série de prétestes, e também anunciou que agora vai realizar testes, em que o avião simula velocidades de decolagem de voo. O voo inaugural é um marco importante para o modelo CSeries, que recebeu suas primeiras encomendas em 2008. Espera-se que os novos jatos da Bombardier possam desafiar o duopólio da Boeing e da Airbus. (Estadão Conteúdo)
Microsoft quer investir na rede Foursquare
A
Microsoft está negociando com a Foursquare um possível investimento na rede social, informou recentemente uma agência de notícias. As negociações estão em estágio avançado, mas a Foursquare está também discutindo o assunto com outros potenciais sócios, informou a Bloomberg. "Isso cai diretamente na categoria 'rumores e especulação'", afirmou o porta-voz da Foursquare, Brendan Lewis. Um representante da Microsoft foi procurado, mas se recusou a comentar o caso. A Foursquare era uma das principais redes sociais da indústria há três anos. Porém, o setor passou a enfrentar maior pressão do mercado depois da oferta pública inicial (IPO) do Facebook. A Foursquare já levantou um total de US$ 112 milhões de dólares em recursos – incluindo US$ 41 milhões em dívida conversível em uma rodada de negociações ocorrida em abril. (Reuters)
GE quer se desfazer do ramo empréstimo pessoal nos EUA
A
General Electric planeja se desfazer das operações de empréstimos ao consumidor, dentro do seu braço financeiro GE Capital nos EUA, para focar mais em suas operações industriais, noticiou o Wall Street Journal, citando fontes familiarizadas com o assunto. A decisão de fazer o desinvestimento do negócio que emite cartões de crédito de lojas para 55 milhões de pessoas ocorre em meio às preocupações sobre a exposição da empresa a bancos. Preliminarmente, o trabalho para desmembrar a unidade por meio de uma oferta pública inicial de ações também está em andamento. (Reuters)
ARTE E MÚSICA LTDA. CNPJ nº 03.041.091/0001-00 BALANÇO PATRIMONIAL - EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (em reais) Notas
2012
2011
259.636
3.333
Passivo Circulante Obrigações Trabalhistas, Sociais e Tributárias Obrigações Trabalhistas Obrigações Sociais Obrigações Tributárias Retenções na Fonte Lucros a Distribuir Empréstimos e Financiamentos Bancários Não Circulante Patrimônio Líquido Capital Social Prejuizo Acumulado
Ativo Circulante Caixa e Equivalentes de Caixa
4
Banco Conta Movimento Impostos a Recuperar Tributos e Contribuções Outros Créditos
5
Gestão de Contratos Não Circulante Imobilizado Total do Ativo
94
1.733
94
1.733
-
1.600
-
1.600
259.542
-
259.542
-
-
-
-
-
259.636
3.333
Notas
6 7 8
9
Total do Passivo e Patrimonio Líquido
2012 249.636 249.636 143.790 80.320 25.526 10.000 10.000 259.636
2011 1.124.904 175.030 976 148.528 25.526 933.374 16.500 (1.121.571) 10.000 (1.131.571) 3.333
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMONIO LÍQUIDO - EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (em reais) Descrição Saldo em 31.12.2010 Prejuizo do Exercício Saldo em 31.12.2011 Lucro do Exercício Reserva de Lucros Distribuição de Lucros Saldo em 31.12.2012
Capital Social 10.000
Reserva de Lucro -
10.000
-
10.000
74.786 (74.786) -
DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXAS - EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (em reais)
Lucro (Prejuízos) Acumulado (1.126.860) (4.711) (1.131.571) 1.206.357 (74.786)
Total (1.116.860) (4.711) (1.121.571) 1.206.357 (74.786) 10.000
-
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 - (em reais) 1. Contexto Operacional A Sociedade, cujo estabelecimento é denominado “Faculdade de Música de São Paulo”, é uma Instituição de Ensino Superior (IES) com fins lucrativos, tendo como objetivo social prestar serviços de ensino musical, artísticos e pedagógicos em todos os níveis e modalidades; realizar empreendimentos ou eventos musicais, artísticos e pedagógicos de qualquer natureza; promover a formação e o treinamento de instrumentistas, pedagogos em arte, educação e artistas em geral e promover intercâmbio com entidades culturais nacionais e internacionais, sejam particulares ou oficiais. A Sociedade aderiu ao programa Universidade Para Todos – PROUNI, de acordo com a Lei nº 11.096/2005, valendo-se dos benefícios e obrigações previstos na referida Lei, bem como nas regulamentações posteriores emitidas pelo Ministério da Educação. 2. Apresentação das Demonstrações Contábeis (a) Declaração de Conformidade - As demonstrações contábeis ora apresentadas foram preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, em consonância com as Leis 6404/76, 11.638/08 e 11.941/09, bem como os Pronunciamentos, Orientações e Interpretações emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), quando aplicáveis. (b) Moeda Funcional e Moeda de Apresentação - As demonstrações contábeis são apresentadas em real (R$), que é a moeda funcional da Sociedade. (c) Uso de Expectativas ou Julgamentos - A preparação das demonstrações contábeis de acordo com a legislação vigente exige que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. Estimativas e premissas são revistas de uma maneira contínua. Revisões com relação a estimativas contábeis são reconhecidas no exercício em que as estimativas são revisadas. 3. Principais políticas contábeis (a) Apuração do Resultado - As receitas e despesas são apropriadas pelo regime de competência observando-se o critério de “liquidez e natureza” financeira, incluindo os efeitos das variações monetárias computadas sobre ativos e passivos indexados. (b) Instrumentos Financeiros - Os ativos ou passivos financeiros são compensados e o valor líquido apresentado no balanço patrimonial quando a sociedade tem esse direito legal de compensar os valores, ou tem a intenção de liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente.
DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (em reais) 2012 2011 Receita Operacional 3.923.685 3.245.038 Receita Líquida com Serviços Educacionais 3.923.685 3.245.038 Lucro Operacional Bruto 3.923.685 3.245.038 Despesas (4.149.731) (4.023.644) Despesas Operacionais (4.149.731) (4.023.644) Pessoal (2.791.165) (2.896.035) Vendas Administrativas (1.210.026) (1.004.321) Alugueis E Locações Tributárias (148.540) (123.288) Depreciações e Amortizações Lucro Operacional Líquido (226.046) (778.606) Resultado Financeiro 1.432.403 773.895 Despesas Financeiras (16.713) (13.872) Receitas Financeiras 1.449.116 787.767 Lucro Líquido do Exercício 1.206.357 (4.711)
(i). Caixa e Equivalentes de Caixa - Abrangem disponibilidades financeiras em contas correntes mantidas em instituições bancárias no Brasil. (ii). Contas a Receber - Valor representados, basicamente, por créditos de mensalidades. (iii). Passivos - Os passivos da Sociedade estão representados, substancialmente, por obrigações trabalhistas, sociais e tributárias. A sociedade reconhece os passivos na data em que são originados e na data de negociação na qual se torna uma das partes integrantes de disposições contratuais. A sociedade baixa os passivos quando suas obrigações contratuais são encerradas, ou vencidas e liquidadas. São incluídos como ativos e passivos circulantes aqueles com prazo de vencimento não superior a 12 meses após a data de encerramento do balanço. (d) Provisões - Uma provisão é reconhecida em função de um evento passado se a Sociedade tem uma obrigação legal ou construtiva que possa ser estimada de maneira confiável, e a probabilidade de que recursos econômicos sejam exigidos para liquidar a obrigação. Os custos financeiros incorridos são registrados no resultado. e) Política para distribuições de lucros - O lucro por quotas é calculado com base nas quantidades de quotas do capital social integralizado nas datas das demonstrações contábeis. 04. Caixa e Equivalentes de Caixa 2012 2011 Caixa Econômica Federal – Conta FIES 94 Banco Itaú S/A 1.733 94 1.733 05. Outros Créditos / Gestão de Contatos Uma Instituição coligada da Sociedade realiza sua gestão financeira, estando sob sua responsabilidade todos os recebimentos, pagamentos e rateios de despesas. O saldo no ativo em 31 de dezembro de 2012, no montante de R$ 259.542 corresponde ao líquido entre mensalidades recebidas e pagamentos já realizados. 06. Obrigações Sociais 2012 2011 INSS a recolher 128.373 133.111 FGTS a recolher 1.234 1.234
José Fernando Pinto da Costa - Diretor Presidente
ATIVIDADES OPERACIONAIS Lucro (Prejuizo) do Exercício = Caixa operacional antes dos movimentos de capital de giro (Aumento) redução dos Ativos Impostos a Recuperar Outros Créditos / Gestão de Contratos Aumento (redução) dos Passivos Obrigações Trabalhistas, Sociais e Tributárias Dividendos a Pagar = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas atividades operacionais ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas atividades de investimentos ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Distribuição de Lucro Variação dos Financiamentos = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas atividades de financiamentos Aumento (Redução) de Caixa e Equivalentes de Caixa Disponibilidades no início do exercício Disponibilidades no final do exercício Aumento (Redução) de Caixa e Equivalentes de Caixa IRRF s/ salários a recolher IRRF s/ autônomos a recolher ISS a recolher.
2012 1.206.357 1.206.357
2011 (4.711) (4.711)
1.600 (259.542)
1.733 -
74.606 (933.374)
-
89.647
(2.978)
-
-
(74.786) (16.500)
-
(91.286) (1.639) 1.733 94 (1.639)
(2.978) 4.711 1.733 (2.978)
3.023 872 10.288 143.790
3.023 872 10.288 148.528
2012 80.320 80.320
2011 -
07. Obrigações Tributárias Impostos Parcelados – Lei 11.491/09 08. Retenções na Fonte 2012 2011 15.600 15.600 9.789 9.789 137 137 25.526 25.526 Obs: A Sociedade está analisando as obrigações sociais e tributárias pendentes de recolhimento para proceder a regularização. 09. Capital Social - Em 31 de dezembro de 2012 o capital social subscrito e integralizado correspondia a R$ 10.000, representado por 10.000 quotas, no valor unitário de R$ 1,00. 10. Eventos Subsequentes - A Sociedade de ensino analisou os eventos subsequentes até 26 de junho de 2013 que é a data de entrega da carta da gerência pela diretoria da sociedade. INSS a recolher IR s/ aluguel a recolher INSS a recolher
Carlos Roberto Fonseca - Contador - CRC 1SP 101.395/O-1 RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
Aos Sócios-Quotistas de ARTE E MÚSICA LTDA. Examinamos as demonstrações contábeis de ARTE E MÚSICA LTDA., que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A Administração da Sociedade é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis, com base em nossa auditoria, conduzidas de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos se-
lecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de Ênfase riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresenAs demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2011 não foram auditação das demonstrações contábeis da Sociedade para planejar os procedimentos de auditoria que são tadas por auditores independentes e estão sendo apresentadas exclusivamente para fins comparativos apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Sociedade. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. São Paulo, 26 de junho de 2013. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Base para opinião com ressalva Conforme Nota Explicativa nº 8, a Sociedade está conciliando o saldo de impostos e contribuições a recolher, retidos na fonte. ETAE AUDITORES INDEPENDENTES Opinião CRC-SP Nº 2SP10138/O-8 Em nossa opinião, exceto pelos efeitos que poderão advir do assunto mencionado no parágrafo “base para opinião com ressalva”, as demonstrações contábeis acima referidas, quando lidas em conjunto com as notas explicativas também acima mencionadas, apresentam, adequadamente, em todos os TUNEO ONO aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira de ARTE E MÚSICA LTDA. em 31 de dezembro Contador de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela CRC-SP Nº 1SP098699/O-9
INSTITUTO EDUCACIONAL DO ESTADO DE SÃO PAULO – IESP CNPJ nº 63.083.869/0001-67 Ativo Circulante Caixa e Equivalentes de Caixa Caixa Banco Conta Movimento Créditos a Receber Impostos a Recuperar Outros Créditos/Adiantamentos Não Circulante Outros Créditos Investimentos Imobilizado Intangível Total do Ativo Contas Extra Patrimoniais Gratuidades Prog. Assit. Social Imunidade Usufruida–INSS Total do Ativo + Contas Extras Patrimoniais Descrição Saldo em 31 de dezembro de 2010 Ajuste do Exercício Anterior Superavit / (Défici) do Exercício 2011 Transferência Superavits acumulados Saldo em 31 de dezembro de 2011 Ajuste do Exercicio Anterior Superavit / (Défici) do Exercício 2012 (+/-) Incorporações à Conta Patrimônio Social Transferência Superavits acumulados Saldo em 31 de dezembro de 2012
Balanço Patrimonial findo em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 - (em reais) Notas 2012 2011 Passivo Notas 88.747.290 66.026.749 Circulante 5 723.289 701.840 Fornecedores Diversos – 5.950 Obrigações Trabalhistas 11 723.289 695.890 Obrigações Sociais 12 6 85.896.249 64.445.072 Obrigações Tributarias 13 – 869.337 Empréstimos e Financiamentos Bancarios 14 7 2.127.752 10.500 Outras Contas a Pagar/Alugueis Provisões Trabalhistas 15 30.970.484 26.441.427 Não Circulante 8 2.667.545 1.069.800 Gestão 9 24.647.637 24.647.637 Empréstimos e Financiamentos 14 10 3.599.188 723.990 Provisão para Contigências 16 10 56.114 - Patrimônio Líquido 17 119.717.774 92.468.176 Patrimônio Social Superávit Acumulado Total do Passivo e Patrimonio Líquido – 132.057.713 Contas Extra Patrimoniais – 122.114.450 Gratuidades Prog. Assit. Social – 9.943.263 Imunidade Usufruida–INSS 119.717.774 224.525.889 Total do Passivo + PL + Contas extra Patrimoniais Demonstração de Mutação do Patrimonio Líquido – Exercícios findos 31 de dezembro 2012 e de 2011 - (em reais) Patrimônio Social Superavits acumulados Resultado do Exercício 1.464.194 1.793.567 2.722.420 608.919 5.124.906 (5.124.906) 1.464.194 5.124.906 –
1.464.194
10.872.328 15.997.234
19.395.786 (8.523.458) (10.872.328) –
2012 53.177.757 8.734.247 9.645.858 14.252.122 1.747.925 5.434.084 1.505.171 11.858.350 49.078.589 – 1.016.185 48.062.404 17.461.428 1.464.194 15.997.234 119.717.774 – – – 119.717.774
2011 13.333.718 1.473.777 1.221.808 3.543.601 430.646 2.442.577 4.221.309 72.545.358 29.446.565 43.098.793 6.589.100 1.464.194 5.124.906 92.468.176 132.057.713 122.114.450 9.943.263 224.525.889
Total do Patrimônio Líquido 3.257.761 2.722.420 608.919 – 6.589.100 19.395.786 (8.523.458) 17.461.428
Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 31 de dezembro de 2012 - (em reais) 1. CONTEXTO OPERACIONAL - 1.1 Objeto - O Instituto Educacional do Estado de São Paulo – IESP é uma associação sem fins (a) Valor Referente obras e gestão de contratos. lucrativos que tem como objeto social contribuir, dentro de suas finalidades, para o desenvolvimento da cultura, pesquisa científica e 8. Ativo Não Circulante - Outros Créditos 2012 2011 do ensino no Brasil, instalando e mantendo cursos de educação básica, ensino fundamental, ensino médio, tecnológico, graduação, Depósitos Judiciais 1.629.027 1.069.800 pós-graduação e extensão. O Instituto tem por finalidade alcançar a oferta e a prática de uma educação solidária, possibilitando a Bloqueios Judiciais 993.691 educação para todos e a inserção social por meio da qualidade de ensino, da atuação voltada para o desenvolvimento sustentável, Antecipação de Aluguel – Colégios 44.827 na prática de mensalidades compatíveis com a realidade socioeconômica da região e de incentivo e apoio estudantil através de 2.667.545 1.069.800 parcerias e de projetos sociais voltados ao atendimento da comunidade: a) Propor e participar de ações e programas de inclusão e 9. Investimentos 2012 2011 promoção de educação de crianças, adolescentes, jovens e adultos por meio de uma educação transformadora; b) Formar e educar Investimentos 24.647.637 24.647.637 comunidades na elaboração de políticas públicas relativas ao desenvolvimento sustentável, através da prática de mensalidades 24.647.637 24.647.637 compatíveis com a realidade socioeconômica; c) Criar, desenvolver, elaborar, realizar e participar de programas, projetos e ações Valor referente a aquisição de cotas de instituição de ensino de diversas unidades adquiridas pela IESP. com crianças, adolescentes, adultos e educadores, possibilitando a educação para todos e a inserção social por meio da qualidade 10. Ativo Imobilizado/Intangível de ensino; d) Obter e gerir recursos, verbas e fundos, públicos ou privados, nacionais e estrangeiros para realização de seus progra% Custo Depreciação Líquido mas e projetos; e) Estimular e realizar com adolescentes, jovens, adultos e educadores de escolas particulares uma atuação voltada Deprec. corrigido acumulada 2012 2011 para o desenvolvimento sustentável e de incentivo e apoio estudantil, através de parcerias e de projetos sociais voltados ao atendi- Móveis e Utensílios 10% 2.320.696 (1.054.897) 1.265.799 198.190 mento da comunidade. 2. Apresentação das Demonstrações Contábeis - (a) Declaração de Conformidade - As demonstrações Máquinas e Equipamentos 10% 1.196.974 (805.258) 391.716 256.736 contábeis ora apresentadas foram preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, em consonância com as Instalações 10% 76.283 (1.425) 74.858 52.066 Leis 6404/76, 11.638/08 e 11.941/09, bem como os Pronunciamentos, Orientações e Interpretações emitidos pelo Comitê de Computadores e Periféricos 20% 1.121.406 (152.600) 968.807 216.998 Pronunciamentos Contábeis (CPC), quando aplicáveis às Instituições sem fins lucrativos de acordo com a NBC ITG 2002 e Resolução Melhorias em Imóveis de Terceiros 4% 74.950 (13.741) 61.209 do CFC 1409/12. (b) Moeda Funcional e Moeda de Apresentação - As demonstrações contábeis são apresentadas em real (R$), Laboratório 20% 139.935 (7.001) 132.934 que é a moeda funcional da Sociedade. (c) Uso de Expectativas ou Julgamentos - A preparação das demonstrações contábeis Bens em Poder de Terceiros 703.866 703.866 de acordo com a legislação vigente exige que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação 723.990 5.634.110 (2.034.922) 3.599.189 de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas Não foi possível para a Sociedade realizar o “Impairment test” no exercício de 2012, pois a mesma está efetuando um invenestimativas. Estimativas e premissas são revistas de uma maneira contínua. Revisões com relação a estimativas contábeis são tário patrimonial geral em seu ativo imobilizado e intangível. Na opinião de seus administradores, as possíveis divergências reconhecidas no exercício em que as estimativas são revisadas. 3. Principais políticas contábeis - (a) Apuração do Resultado não serão representativas. % Custo Amortização Líquido - As receitas e despesas são apropriadas pelo regime de competência observando-se o critério de “liquidez e natureza” financeira, Intangível incluindo os efeitos das variações monetárias computadas sobre ativos e passivos indexados. (b) Instrumentos Financeiros - Os Amortiz. corrigido acumulada 2012 2011 ativos ou passivos financeiros são compensados e o valor líquido apresentado no balanço patrimonial quando a sociedade tem esse Softwares 20% 65.706 (9.592) 56.144 direito legal de compensar os valores, ou tem a intenção de liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo 65.706 (9.592) 56.144 simultaneamente. (i). Caixa e Equivalentes de Caixa - Abrangem disponibilidades financeiras em contas correntes mantidas em 11. Obrigações Trabalhistas 2012 2011 instituições bancárias no Brasil. (ii). Passivos financeiros não derivativos - Os passivos financeiros não derivativos da Sociedade Ordenados e Salários a Pagar 8.778.567 4.968 estão representados pelas contingências e outras contas a pagar. A sociedade reconhece os passivos na data em que são originados Pensão Alimentícia a Pagar 17.977 6.949 e na data de negociação na qual se torna uma das partes integrantes de disposições contratuais. A sociedade baixa os passivos Contribuição Sindical a Recolher 13.491 472 quando suas obrigações contratuais são encerradas, ou vencidas e liquidadas. São incluídos como ativos e passivos circulantes Rescisões Contratuais a Pagar 93.508 153.680 aqueles com prazo de vencimento não superior a 12 meses após a data de encerramento do balanço (após esta data são classifi- Contribuição Assistencial a Recolher 10.614 cados como ativos não circulantes). (c) Imobilizado e Intangível - (i). Reconhecimento e Mensuração - Itens do imobilizado e Empréstimo Consignado a Pagar – 813 intangível são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção, deduzido de depreciação / amortização acumulada. O Empréstimos Consignados Santander – 2.861 custo inclui gastos que são diretamente atribuíveis à aquisição de um ativo. Quaisquer outros custos para colocar o ativo no local e Acordo Trabalhista 731.702 1.052.066 condição necessários para que esses sejam capazes de operar da forma pretendida pela Administração. (ii). Depreciação / Amor9.645.858 1.221.808 tização - Itens do ativo imobilizado / intangível são depreciados/ amortizados pelo método linear baseado na vida útil econômica 12. Obrigações Sociais 2012 2011 estimada dos bens, conforme nota explicativa 10. Esses itens são depreciados / amortizados a partir da data em que são instalados INSS a Recolher 1.970.770 961.777 e estão disponíveis para uso. Os métodos de depreciação / amortização, as vidas úteis e os valores residuais serão revistos a cada FGTS a Recolher 667.595 435.748 encerramento de exercício financeiro e eventuais ajustes reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. (d) Provisões - IRRF S/Salários a Recolher 292.951 148.730 Uma provisão é reconhecida em função de um evento passado se a Sociedade tem uma obrigação legal ou construtiva que possa ISS a Recolher – 6 ser estimada de maneira confiável, e a probabilidade de que recursos econômicos sejam exigidos para liquidar a obrigação. Os Parcelamento – INSS (a) 10.990.947 248.715 custos financeiros incorridos são registrados no resultado. (e) Apuração do superávit / deficit - As receitas financeiras e as despe- INSS S/ Autônomos a Recolher 156.376 sas são apuradas pelo regime de competência. As receitas de doações são reconhecidas no resultado quando recebidas ou quando Parcelamento FGTS 173.483 1.748.625 vinculados à conclusão de projetos específicos e têm a finalidade de custear as atividades sociais desenvolvidas pelo Instituto. (f) 14.252.121 3.543.601 Política tributária - Em virtude de sua adesão ao PROUNI, a Sociedade goza da isenção dos seguintes tributos e contribuições: • (a) Processo de N° 19515.722.586, referente a ação fiscal, expedida em 29 de novembro de 2012. Imposto de Renda da Pessoa Jurídica – IRPJ; • Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – CSLL; • Contribuição sobre a Seguridade 13. Obrigações Tributárias 2012 2011 Social – COFINS; • Contribuição para o Programa de Integração Social – PIS. Como contrapartida dessa isenção fiscal, a Sociedade Parcelamento Diversos a Pagar 255.174 1.357 disponibiliza bolsas de estudo nas quantidades e proporções previstas no PROUNI, bem como nas regulamentações emitidas pelo PIS S/Folha de Pagamento a Recolher 1.329.569 429.289 Ministério da Educação, estando a Sociedade em situação regular no exercício de 2012. IPTU A Pagar 163.182 5. Caixa e equivalentes de caixa 2012 2011 1.747.925 430.646 Caixa – 5.951 A conta PIS s/ Folha de Pagamento a Recolher esta em fase de conciliação. Na opinião de seus administradores, as possíveis Bancos Conta Movimento 723.289 695.890 divergências não serão representativas. 723.289 701.840 14. Empréstimos e Financiamentos - Empréstimos e Financiamentos – Curto Prazo 2012 2011 6. Créditos a Receber Bradesco S/A – Contrato n° 4465982 259.141 (a) Mensalidades A Receber 2012 2011 Bradesco S/A – Contrato n° 4465336 185.440 Mensalidades a Receber 86.711.218 70.776.641 HSBC (a) 46.045 (–) Provisão para Devedores Duvidosos (6.331.569) 6.331.569) Daycoval (a) 4.943.458 80.379.649 64.445.072 5.434.084 (b) Acordos Diversos a Receber 2012 2011 (a) Os valores de R$ 46.045 e R$ 4.943.458, refere-se a bancos com saldos negativos, demonstrados na conta do passivo. Acordos de Mensalidades a Receber 5.188.686 - Empréstimos e Financiamentos – Longo Prazo Cheques Devolvidos 327.914 - Bradesco S/A 1.016.186 5.516.600 1.016.186 TOTAL DE CRÉDITOS 85.896.249 64.445.072 2012 2011 Demonstrativo da conta créditos a receber (mensalidade/acordos): R$ 21.451.178–Valor de inadimplência apurada no exer- 15. Provisões Trabalhistas 10.534.939 3.932.478 cício vigente. R$ 28.984.159–Valor pendente de repasse governamental programa FIES. R$ 23.697.183–Valor processo em Férias 1.323.411 288.831 trâmite junto MEC para liberação de crédito FIES. (c) R$ 11.763.729–Valor de inadimplência exercícios anteriores–vinculo FGTS S/ Férias 11.858.350 4.221.309 governamental (FIES) R$ 85.896.249. (c) No valor de inadimplência de exercícios anteriores estão inclusos os acordos de 16. Passivo Não Circulante - Provisão para Contingência 2012 2011 mensalidades no valor de R$ 5.188.686. Trabalhista 8.467.720 5.361.640 7. Outros Créditos/Adiantamentos 17.737.152 O saldo composto pelas seguintes contas: 2012 2011 Civil 33.142.715 Tributário 4.384.633 Fornecedores de Serviços – 10.500 45.995.068 43.098.793 Adiantamentos a outras unidades 129.294 2.067.335 Adiantamentos diversos (a) 1.998.458 - Parcelamento FGTS 48.062.403 43.098.793 2.127.752 10.500 TOTAL DE PROVISÃO E PARCELAMENTO RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores do INSTITUTO EDUCACIONAL DO ESTADO DE SÃO PAULO - IESP. Examinamos as demonstrações con- tes - Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis, com base em nossa auditábeis do INSTITUTO EDUCACIONAL DO ESTADO DE SÃO PAULO - IESP, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de toria, conduzidas de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis - A Administração da Sociedade é responsável selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações conpela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis com as práticas contábeis adotadas no Brasil e tábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independen- auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis
Demonstração do Resultado – Exercício findo em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 - (em reais) 2012 2011 Receita Operacional 163.613.178 126.171.795 Receitas Prestação de Serviço 163.613.178 126.171.795 (-) Beneficios Sociais (53.097.608) (45.330.077) Prouni (25.251.893) (20.628.500) Bolsa Uniesp (24.002.645) – FDE – Escola da Familia (3.843.070) (24.701.576) Superavit Operacional Bruto 110.515.570 80.841.719 Despesas 94.411.062 77.340.557 Despesas Operacionais 94.411.062 77.340.557 Pessoal 62.498.306 55.327.684 Vendas 2.829.584 1.360.291 Administrativas 12.775.461 14.548.967 Alugueis e Locações 9.770.041 5.530.919 Tributárias 1.427.066 346.488 Depreciações e Amortizações 687.133 195.348 Despesas Eventuais 4.423.471 30.861 Receitas Outras Receitas Operacional 6.370.156 8.200 Receitas Diversas 62.320 – Receitas Eventuais 6.101.439 – Aluguéis 206.397 8.200 Superavit Operacional 22.474.664 3.509.362 Resultado Financeiro (3.078.878) (2.900.443) Despesas Financeiras (3.630.480) (2.902.980) Receitas Financeiras 551.602 2.537 Superavit do Exercício 19.395.786 608.919 Demonstração do Fluxo de Caixa Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 - (em reais) ATIVIDADES OPERACIONAIS 2012 2011 Superavit / (Deficit) do Exercício 19.395.786 608.919 Incorporações (8.523.458) 2.917.767 Depreciação e Amortização 687.133 – Compras de imobilizado/ Redução de Caixa (3.618.444) (11.523.171) Baixas do Ativo Imobilizado – – = Caixa operacional antes dos movimentos de capital de giro 7.941.017 (7.996.485) (Aumento) redução dos ativos Contas a receber (21.451.177) 643.962 Impostos a recuperar 869.337 – Outros Créditos (2.117.252) 486.206 Aumento (redução) dos passivos Fornecedores 7.260.470 782.918 Obrigações sociais e fiscais 20.449.850 1.706.665 Empréstimos e financiamentos 5.434.084 – Outras obrigações (937.406) (13.019.238) Provisões 7.637.041 – Provisão para contingências 4.963.611 – = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas atividades operacionais 30.049.574 (17.395.972) ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS Investimentos (1.597.745) – Pagamentos de empréstimos/debêntures – (5.115.374) = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas atividades de investimentos (1.597.745) (5.115.374) ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Operações de Mútuo (29.446.565) – Empréstimos tomados 1.016.185 22.888.080 = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas atividades de financiamento (28.430.380) 22.888.080 Aumento (redução) de caixa e equivalentes de caixa 21.449 376.734 Aumento (redução) das disponibilidades Disponibilidades no início do exercício 701.840 325.106 Disponibilidades no final do exercício 723.289 701.840 Variação 21.449 376.734 O saldo correspondente à contingência, que em 31 de dezembro de 2012 corresponde ao montante de R$ 45.995.068, esta em fase de conciliação. 17. Patrimônio Liquido - O patrimônio social está representado pelas doações iniciais acrescido dos superávits e déficits acumulados até o último exercício e pelas doações de bens móveis e imóveis; 18. Gratuidades Concedidas - Destaca-se que participa ativamente de todos os programas públicos: do Governo Federal, Estadual e Municipal de apoio estudantil através dos convênios e com empresas, sindicatos e entidades assistenciais, que oferecem concessão de bolsas de estudo aos conveniados os participantes dos Programas de Assistência Social desenvolvidos, promovidos e criados pelo Instituto Educacional do Estado de São Paulo – IESP. Em atendimento ao disposto no decreto 7.237/10, a entidade no ano de 2012 e de 2011 concedeu, através dos seus Programas de Sócio Educacionais, as seguintes gratuidades: Descrição 2012 2011 Receitas com Programas e Projetos de Assistência Social (A) Gratuidades 91.134.081 122.114.450 Receitas - Mensalidades (B) Mensalidades 201.649.651 202.956.169 Receitas - Operacionais (C) Receitas Financeiras e Patrimoniais 551.602 2.537 (D) Receitas Gerais 6.307.836 8.200 (E) Receita Total (A+B+C+D) 299.643.170 325.081.356 (F) (-) Custos Serviços (38.434.518) (55.327.684) (G) (-) Gratuidades (91.134.081) (122.114.450) (H) Receita Base de Cálculo da Gratuidade (E-F-G) 170.074.572 147.639.222 Valor da Gratuidade 91.134.081 122.114.450 Descrição 2012 2011 Demonstração da Gratuidade Concedida (-) Cancelamentos 27.831.671 39.305.841 Prouni 25.251.893 20.628.500 FDE - Escola da Família 3.843.070 24.701.576 Bolsa Uniesp 24.002.645 16.070.153 Outras Gratuidades 10.204.802 21.408.380 Valor da Gratuidade 91.134.081 122.114.450 Os valores de gratuidades concedidas pelo instituto no ano de 2012 foram apurados tomando como base a somatória dos programas de governo e convênios de apoio estudantil. 19. Isenção Usufruída - Em se tratando de entidade de fins filantrópicos o INSTITUTO EDUCACIONAL DO ESTADO DE SÃO PAULO - IESP está imune da quota patronal de previdência social, e ainda, o custo da isenção (imunidade) da quota patronal da previdência social usufruída pela entidade no ano de 2012 foi de R$ 22.323.575 e R$ 9.943.263 no exercício de 2011. 20. Instrumentos Financeiros - Nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2011 e de 2010, não ocorreram quaisquer operações no mercado de derivativos. 21. Eventos Subsequentes - A Sociedade de ensino analisou os eventos subsequentes até 31 de julho de 2013, que é a data de entrega da carta da gerência por sua diretoria. José Fernando Pinto da Costa - Diretor Presidente Carlos Roberto Fonseca - Contador - CRC 1SP 101.395/O-1 da Sociedade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Sociedade. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Base para opinião com ressalva - Conforme Notas explicativas nº. 16, as Provisões para Contingências estão sendo conciliadas pelo Instituto. Opinião - Em nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos que poderão advir dos assuntos mencionados no parágrafo “base para opinião com ressalva”, as demonstrações contábeis acima referidas, quando lidas em conjunto com as notas explicativas, também acima mencionadas, apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da INSTITUTO EDUCACIONAL DO ESTADO DE SÃO PAULO - IESP em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. São Paulo, 31 de Julho de 2013. ETAE AUDITORES INDEPENDENTES - CRC-SP Nº 2SP10138/O-8 TUNEO ONO - Contador - CRC-SP Nº 1SP098699/O-9
DIÁRIO DO COMÉRCIO
26 -.ECONOMIA
e
sábado, 31 de agosto, e domingo e segunda-feira, 1 e 2 de setembro de 2013
conomia
À beira da piscina, a negócios. Em cidades de clima quente, um número cada vez maior de executivos troca o escritório por lugares informais para fazer reuniões. Martha C. White*
INSTITUTO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR SANTA IZILDINHA LTDA CNPJ nº 03.252.245/0001-02 BALANÇO PATRIMONIAL - EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011- (em reais) Ativo Circulante Caixa e Equivalentes de Caixa Bancos Conta Movimento Adiantamentos Diversos Fornecedores Contas a Receber Mensalidades a Receber Acordos e outros créditos Impostos a Recuperar Tributos e Contribuções Outros Créditos Gestão de Contratos Não Circulante Depósitos Judiciais Imobilizado Intangível Total do Ativo
Notas 4
5
6 7
2012 1.271.879 2.205 2.205 1.269.674 1.244.193 25.481 128.056 11.030 117.026 -
2011 1.481.057 31.872 31.872 291.000 291.000 19.533 19.533 1.138.652 1.138.652 174.524 11.030 163.494 -
Passivo Circulante Fornecedores Diversos Obrigações Trabalhistas Obrigações Sociais Obrigações Tributárias Retenções na Fonte Outras Contas a Pagar Gestão de Contratos Provisões Trabalhistas Não Circulante Outras Obrigações Gestão de Contratos Patrimônio Líquido Capital Social Capital a integralizar Prejuízos Acumulados
1.399.935
1.655.581
Total do Passivo e Patrimonio Líquido
DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO - EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011- (em reais) Notas
8
6
6 9
2012 271.437 271.437 1.128.498 1.128.498 1.128.498 50.000 (50.000) -
2011 3.564.594 123.718 91.258 312.611 189.767 496 30.618 2.769.495 46.631 909.661 909.661 909.661 (2.818.674) 50.000 (50.000) (2.818.674)
1.399.935
1.655.581
2012 2011 5.445.051 884.072 5.445.051 884.072 5.445.051 884.072 (3.415.549) (1.224.036) (1.820.404) (773.652) (1.090) (11.198) (945.840) (243.989) (301.143) (29.709) (314.585) (12.094) (32.487) (153.394) 1.097.062 (89.749) 1.101.804 11.648 (4.742) (101.397) 3.126.564 (429.713) 3.126.564 (429.713)
Receita Operacional Receita Líquida com Serviços Educacionais Lucro Operacional Bruto Despesas Operacionais Pessoal Vendas Administrativas Alugueis e Locações Tributárias Depreciações e Amortizações Resultado Financeiro Receitas financeiras Despesas financeiras Lucro Operacional Líquido Lucro Líquido do Exercício
DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA - EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (em reais)
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMONIO LÍQUIDO - EXERCICIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (em reais)
ATIVIDADES OPERACIONAIS 2012 Descrição Capital Social Capital a integralizar Reserva de Lucro Lucros (Prejuízos) Acumulados Total Lucro (Prejuizo) do Exercício 3.126.564 Saldo em 31.12.2010 50.000 (50.000) (2.388.961) (2.388.961) Depreciação e Amortização 32.487 Prejuizo do Exercício (429.713) (429.713) Baixas Residuais do Imobilizado 13.981 Saldo em 31.12.2011 50.000 (50.000) (2.818.674) (2.818.674) = Disponibilidades operacionais antes dos movimentos de capital de giro 3.173.032 Lucro do Exercício 3.126.564 3.126.564 (Aumento) Redução dos Ativos Reserva de Lucros 307.890 (307.890) Adiantamentos 291.000 Distribuição de Lucros (307.890) (307.890) Contas a Receber (1.269.674) Saldo em 31.12.2012 50.000 (50.000) Impostos a Recuperar 19.533 Outros Créditos - Gestão de Contratos 1.138.652 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 31 DE DEZEMBRO DE 2012 - (em reais) Ativos não Circulantes (c) Imobilizado Aumento (Redução) dos Passivos (123.718) 1. Contexto Operacional Fornecedores (91.258) A Sociedade é uma Instituição de Ensino Superior (IES) com fins lucrativos, tendo como objeto (i). Reconhecimento e Mensuração Obrigações Trabalhistas / Obrigações Sociais (230.941) social a prestação de serviços na área de educação superior, ministrando e promovendo cur- Itens do imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção, deduzido de Obrgações Tibutárias (496) sos em todos os campos do conhecimento humano, na graduação, na pós-graduação, na depreciação acumulada. Outras Contas a Pagar (30.618) pesquisa, na extensão e no transporte escolar. A Sociedade aderiu ao programa Universidade O custo inclui gastos que são diretamente atribuíveis à aquisição de um ativo; Outras Obrigações - Gestão de Contratos (2.769.495) Para Todos – PROUNI de acordo com a Lei nº 11.096/2005, valendo-se dos benefícios e obri- Quaisquer outros custos para colocar o ativo no local e condição necessários para que esses sejam Provisões Trabalhistas (46.631) gações previstos na referida Lei, bem como nas regulamentações posteriores emitidas pelo capazes de operar da forma pretendida pela Administração. Não foi possível para a Sociedade realizar o “Impairment test” no exercício de 2012 pois a mesma está Passivos não Circulantes 218.837 Ministério da Educação. efetuando um inventário patrimonial geral em seu ativo imobilizado. Esses ativos podem ser conside- = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas atividades operacionais 278.223 2. Apresentação das Demonstrações Contábeis rados como não representativos, além de grande parte deles estar concentrada no acervo bibliográfico. ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS (a) Declaração de Conformidade Adições do Imobilizado / Intangível As demonstrações contábeis ora apresentadas foram preparadas de acordo com as práticas contá- (ii). Depreciação beis adotadas no Brasil, em consonância com as Leis 6404/76, 11.638/08 e 11.941/09, bem como os Itens do ativo imobilizado são depreciados pelo método linear baseado na vida útil econômica estimada = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas atividades de investimentos Pronunciamentos, Orientações e Interpretações emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis dos bens, conforme nota explicativa nº 7. Itens do ativo imobilizado são depreciados a partir da data em ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO que são instalados e estão disponíveis para uso. Distribuição de Lucros (307.890) (CPC), quando aplicáveis. Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais serão revistos a cada encerramento de = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) (b) Moeda Funcional e Moeda de Apresentação exercício financeiro e eventuais ajustes reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. nas atividades de financiamentos (307.890) As demonstrações contábeis são apresentadas em real (R$), que é a moeda funcional da Sociedade. (d) Provisões Aumento (redução) de caixa e equivalentes de caixa (29.667) (c) Uso de Expectativas ou Julgamentos Disponibilidades no início do exercício 31.872 A preparação das demonstrações contábeis de acordo com legislação vigente exige que a Adminis- Uma provisão é reconhecida em função de um evento passado se a Sociedade tem uma obrigação legal ou Disponibilidades no final do exercício 2.205 tração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os construtiva que possa ser estimada de maneira confiável, e a probabilidade de que recursos econômicos Aumento (redução) de caixa e equivalentes de caixa (29.667) valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas sejam exigidos para liquidar a obrigação. Os custos financeiros incorridos são registrados no resultado.
estimativas. Estimativas e premissas são revistas de uma maneira contínua. Revisões com relação a estimativas contábeis são reconhecidas no exercício em que as estimativas são revisadas. 3. Principais políticas contábeis (a) Apuração do Resultado As receitas e despesas são apropriadas pelo regime de competência observando-se o critério de “liquidez e natureza” financeira, incluindo os efeitos das variações monetárias computadas sobre ativos e passivos indexados. (b) Instrumentos Financeiros Os ativos ou passivos financeiros são compensados e o valor líquido apresentado no balanço patrimonial quando a sociedade tem esse direito legal de compensar os valores, ou tem a intenção de liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. (i). Caixa e Equivalentes de Caixa Abrangem disponibilidades financeiras em contas correntes mantidas em instituições bancárias no Brasil. (ii). Passivos financeiros não derivativos Os passivos financeiros não derivativos da Sociedade estão representados pelas contingências e outras contas a pagar. A sociedade reconhece os passivos na data em que são originados e na data de negociação na qual se torna uma das partes integrantes de disposições contratuais. A sociedade baixa os passivos quando suas obrigações contratuais são encerradas, ou vencidas e liquidadas. São incluídos como ativos e passivos circulantes aqueles com prazo de vencimento não superior a 12 meses após a data de encerramento do balanço. Após esta data são classificados como ativos não circulantes.
e) Políticas para distribuições de dividendos O lucro por quotas é calculado com base nas quantidades de quotas do capital social integralizado nas datas das demonstrações contábeis. 04. Caixa e Equivalentes de Caixa 2012 2011 Banco Itaú 2.004 Caixa Econômica Federal 72 Caixa Econômica Federal – Conta FIES 130 2.004 Banco do Brasil 29.857 Banco Santander 11 2.206 31.872 05. Mensalidades a Receber O saldo de mensalidades a receber, no montante de R$ 1.244.193, está em fase de conciliação. 06. Gestão de Contratos Uma Instituição coligada da Sociedade realiza sua gestão financeira, estando sob sua responsabilidade todos os recebimentos, pagamentos e rateios de despesas. Os saldos de ativo e passivo das operações entre a Sociedade e essa Instituição assim estavam representados em 31 de dezembro: Ativo 2012 2011 Curto Prazo - 1.138.652 Longo Prazo - 1.138.652 Passivo 2012 2011 Curto Prazo - 2.769.495 Longo Prazo (a) 1.128.498 909.661 1.128.498 3.679.156
José Fernando Pinto da Costa - Diretor Presidente
2011 (429.713) 153.395 (276.318)
(291.163)
272.298 95.901
209.595
10.313 18.596 18.596 28.909 2.963 31.872 28.909
(a) Saldo relativo a rateio de despesas. 07. Ativo Imobilizado Veículos Móveis e Utensílios Máquinas e Equipamentos Computadores e Periféricos Acervo Bibliográfico Construções em andamento
% Deprec. 20% 10% 10% 20% 10% -
Custo corrigido 849.000 63.356 21.745 147.722 192.222 1.274.045
Depreciação acumulada (849.000) (32.473) (6.776) (147.722) (121.049)
Líquido 2012 2011 30.883 37.219 14.969 17.143 3.078 71.173 90.395 15.659 117.025 163.494
(1.157.020)
08. Obrigações Sociais 2012 271.437 271.437
INSS a recolher ISS a recolher Parcelamento INSS (a)
2011 312.574 37 312.611
(a) Parcelamento ainda não homologado pela Receita Federal. 09. Capital Social Em 31 de dezembro de 2012 o capital social a integralizar correspondia a R$ 50.000, representado por 50.000 quotas, no valor unitário de R$ 1,00. 10. Eventos Subsequentes A Sociedade de ensino analisou os eventos subsequentes até 24 de junho de 2013 que é a data de entrega da carta da gerência pela diretoria da sociedade.
Carlos Roberto Fonseca - Contador - CRC - 1SP 101.395/O-1 RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
Aos Sócios-Quotistas da INSTITUIÇÃO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR SANTA IZILDINHA LTDA. Examinamos as demonstrações contábeis da INSTITUIÇÃO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR SANTA IZILDINHA LTDA, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A Administração da Sociedade é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis, com base em nossa auditoria, conduzidas de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja
planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Sociedade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Empresa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Base para opinião com ressalva
Conforme Nota Explicativa nº 5, a Sociedade está conciliando o saldo de mensalidades a receber. Opinião Em nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos que poderão advir do assunto mencionado no parágrafo “base para opinião com ressalva”, as demonstrações contábeis acima referidas, quando lidas em conjunto com as notas explicativas também acima mencionadas, apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da INSTITUIÇÃO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR SANTA IZILDINHA LTDA. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase As demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2011 não foram auditadas por auditores independentes e estão sendo apresentadas exclusivamente para fins comparativos São Paulo, 24 de junho de 2013. ETAE AUDITORES INDEPENDENTES - CRC - SP Nº 2SP10138/O-8 TUNEO ONO - Contador - CRC-SP Nº 1SP098699/O-9
CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE SÃO PAULO CNPJ nº 05.355.309/0001-18
Balanço Patrimonial Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 - (em reais) Ativo Notas 2012 2011 Passivo Notas 2012 2011 Circulante 9.943.410 2.960.640 Patrimônio Líquido 3(f) 10.092.472 3.130.557 Disponivel 357 2.580 Patrimônio Social 4.000 4.000 Bancos Conta Movimento 357 2.580 Superávit Acumulado 10.088.472 Contas a receber 4 9.943.053 2.958.060 Resultado do Exercício – 3.126.557 Mensalidades e Acordos 9.943.053 1.342.696 Outras contas a Receber – 1.615.365 Não Circulante 149.062 169.916 Realizável a Longo Prazo 5 1.594 Bloqueio Judiciais 1.594 Imobilizado 6 147.468 169.916 Bens Corpórios Tangíveis 224.483 224.483 (-) Depreciação Acumulada (77.015) (54.567) Total do Ativo 10.092.472 3.130.557 Total do Passivo e Patrimônio Líquido 10.092.472 3.130.557 Demonstração de Mutação do Patrimonio Líquido Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 - (em reais) Descrição Patrimônio Social Superávit Acumulado Resultado do Exercício Total Saldo em 31 de dezembro de 2010 4.000 570.019 574.019 Ajuste do Exercício Anterior 1.255.516 1.255.516 Superavit do Exercício 1.301.022 1.301.022 Saldo em 31 de dezembro de 2011 4.000 3.126.557 3.130.557 Ajuste do Exercício Anterior (510) (510) Superavit do Exercício 6.962.425 6.962.425 Transferência para Superávit 10.088.472 (10.088.472) Saldo em 31 de dezembro 2012 4.000 10.088.472 10.092.472 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 31 de dezembro de 2012 - (em reais) 1. Contexto Operacional - O Centro de Ensino Superior de São Paulo é uma “Associação” móveis e imóveis acrescidos dos superávits e déficits acumulados até o último exercício. O de direito privado, sem fins lucrativos, de caráter educacional, com a finalidade de promo- superávit apurado no exercício findo em 31 de dezembro de 2012, foi imputável aos exercícios ver, divulgar e manter o ensino em todos os graus, ciclos e modalidades, Infantil, Pré-escola, anteriores. A “Associação” não distribui lucros, bonificações ou vantagens a qualquer título. Fundamental, Médio e Cursos Superiores, além da prestação de assistência social, cultural e Suas rendas são aplicadas integralmente e exclusivamente, nos objetivos sociais da Associação. educacional que beneficiem estudantes e adolescentes em geral, principalmente os que sejam (f) Membros da Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal - Abaixo, o quadro dos membros reconhecidamente pobres, na forma de concessão de bolsas de estudos ou de outras formas eleitos para os cargos da Diretoria Executiva e Conselho Fiscal para o quinquênio: 10 de dezemassistências aprovadas por sua administração. Promover trabalhos e pesquisas de caráter cultu- bro de 2012 a 09 de dezembro de 2017, conforme o Estatuto Social de 10 de dezembro de 2012: Membros da Diretoria/Conselho Fiscal ral, técnico e científico. 2. Apresentação das Demonstrações Contábeis - (a) Declaração de Cargo José Fernando Pinto da Costa Conformidade - As Demonstrações contábeis estão elaboradas com observância das práticas Presidente Claudia Aparecida Pereira contábeis adotadas no Brasil, especificamente pela Resolução do Conselho Federal de Contabi- Diretora Administrativa lidade 1409/12, que se refere à Norma Brasileira de Contabilidade Técnica – NBC – ITG 2002, a Luciano Almeida Dobbins qual trata dos aspectos contábeis das entidades sem fins lucrativos. As demonstrações contá- Conselho Fiscal Joaquim Santiago Filho beis incorporam os Pronunciamentos Técnicos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) Claudete Maria Pereira e as Normas Brasileiras de Contabilidade do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) em vigor 4.Contas a Receber 2012 2011 até a data de conclusão da elaboração das demonstrações contábeis. (b) Moeda Funcional e Mensalidades a Receber Moeda de Apresentação - As demonstrações contábeis são apresentadas em real (R$), que é a Mensalidades a Receber 21.252.537 1.342.096 moeda funcional da Sociedade. 3. Principais políticas contábeis - (a) Apuração do Superávit Acordos de Mensalidades a Receber 1.518.951 / Déficit - As receitas e despesas são apropriadas pelo regime de competência observando-se Cheques Devolvidos 89.023 o critério de “liquidez e natureza” financeira. (b) Ativos e Passivos financeiros não derivati22.860.510 1.342.696 vos - A “Associação” reconhece os ativos e passivos na data em que são originados ou na data (-) Provisão para Devedores Duvidosos (12.917.457) de negociação na qual se torna parte integrante de disposições contratuais. A baixa do passivo 9.943.053 1.342.696 ocorre no momento em que suas obrigações contratuais são encerradas, ou vencidas e liqui- A provisão para devedores duvidosos foi constituída para o total das mensalidades a receber, dadas. São incluídos como ativos e passivos circulantes aqueles com prazo de vencimento não vencidas no período compreendido entre o ano de 2002 a 2010, assim composto. superior a 12 meses após a data de encerramento do balanço (após essa data são classificados Ano 2012 2011 como ativos não circulantes). (c) Imobilizado - (i). Reconhecimento e Mensuração - Itens Contas a receber vencidas entre os anos de 2002-2008 9.769 do imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção, deduzido de Contas a receber vencidas em 2009 5.926.768 depreciação acumulada. O custo inclui gastos que são diretamente atribuíveis à aquisição de Contas a receber vencidas em 2010 6.981.010 um ativo. Quaisquer outros custos para colocar o ativo no local e condição necessários para 12.917.547 que esses sejam capazes de operar da forma pretendida pela Administração. (ii). Depreciação 5. Realizável a Longo Prazo 2012 2011 - Itens do ativo imobilizado são depreciados pelo método linear baseado na vida útil econômica Outros Créditos de Longo Prazo estimada dos bens. Itens do ativo imobilizado são depreciados a partir da data em que são Bloqueios Judiciais 1.594 instalados e estão disponíveis para uso. Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores 1.594 residuais serão revistos a cada encerramento de exercício financeiro e eventuais ajustes reco- Refere-se bloqueio judicial no Banco do Brasil S/A. nhecidos como mudança de estimativas contábeis. (d) Provisões - Uma provisão é reconhecida 6. Imobilizado 2012 2011 em função de um evento passado se a “Associação” tem uma obrigação legal ou construtiva que Depreciação possa ser estimada de maneira confiável, e a probabilidade de que recursos econômicos sejam Descrição Custo acumulada Líquido Líquido exigidos para liquidar a obrigação. Os custos financeiros incorridos são registrados no resultado. Acervo Bibliográfico 224.483 (77.015) 147.468 169.916 (e) Patrimônio Social - O Patrimônio Social está representado pelas doações iniciais de bens 224.483 (77.015) 147.468 169.916
- (em reais) 2011 19.074.579 19.074.579 19.074.579 (1.133.548) (1.068.707) – (64.841) 17.941.031 16.538.230 16.538.230 12.767.511 814.948 – – 745.856 2.187.467 – – 22.448 – 1.402.801 101.779 101.779 1.301.022
Demonstração de Fluxo de Caixa findo em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 ATIVIDADES OPERACIONAIS 2012 Superavit do Exercício 6.962.425 Ajuste do Exercicio Anterior (510) Depreciação e Amortização 22.448 Redução em contas a receber (6.984.993) Redução Outros Créditos (1.594) Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas atividades operacionais (2.223) TOTAL (2.223) Redução das disponibilidades Disponibilidades no início do exercício 2.580 Disponibilidades no final do exercício 357 Variação (2.223)
- (em reais) 2011 1.301.022 1.255.516 22.448 (1.342.696) (1.615.365) (379.074) (379.074) 381.654 2.580 (379.074)
7. Gratuidades Concedidas - A “Associação” participa de programas públicos do Governo Federal, Estadual e Municipal de apoio estudantil, através de convênios com empresas e entidades assistenciais, que oferecem concessão de bolsas de estudos aos conveniados e participantes dos programas de Assistência Social. Demonstramos, abaixo, o quadro das gratuidades concedidas pela “Associação” nos anos de 2012 e 2011. (i) Determinação da receita base para cálculo das gratuidades Descrição 2012 2011 Receitas com Programas e Projetos de Assistência Social . Gratuidades 27.797.713,53 1.345.852,20 Receitas - Mensalidades . Mensalidades 95.381.636,12 19.286.882,75 Receita Total 123.179.349,55 20.632.734,96 (-) Custos Serviços (60.621.497,65) (16.640.008,09) (-) Gratuidades (27.797.713,53) 1.345.852,20 Receitas Base de Cálculo da Gratuidade 34.760.138,47 2.646.874,67 Valor da Gratuidade 27.797.713,53 (1.345.852,20) (ii) Demonstração das gratuidades concedidas: Descrição 2012 2011 (-) Cancelamentos (13.905.271,39) (251.288,16) Prouni (5.579.767,60) (1.068.707,40) FDE - Escola da Família (1.511.395,37) (25.856,64) Bolsa Uniesp (6.801.279,17) (27.797.713,53) (1.345.852,20) 8. Eventos Subsequentes - A Associação analisou os eventos subsequentes até 31 de julho de 2013 que é a data de entrega da carta da gerência pela diretoria da sociedade. Carlos Roberto Fonseca - Contador - CRC 1SP 101.395/O-1 Opinião - Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas, quando lidas em conjunto com as notas explicativas que as acompanham, apresentam adequadamente, em seus aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE SÃO PAULO em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase - Demonstrações Contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2012, apresentadas para fins comparativos não foram auditadas por Auditores Independentes. São Paulo, 31 de Julho de 2013. ETAE AUDITORES INDEPENDENTES CRC-SP Nº 2SP010138/O-8 TUNEO ONO - Contador - CRC-SP Nº 1SP098699/O-9
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José Fernando Pinto da Costa - Diretor Presidente RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Diretores do cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE SÃO PAULO com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres Examinamos as demonstrações contábeis do CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE SÃO PAULO, de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrademonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o ções contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles - A administração da Empresa é responsável pela elaboração e adequada apresentação des- internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis sas demonstrações contábeis com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles da Empresa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâninternos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações cias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. da Empresa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis Responsabilidade dos Auditores Independentes - Nossa responsabilidade é a de expressar utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a uma opinião sobre essas demonstrações contábeis, com base em nossa auditoria, conduzidas avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.
Demonstração de Resultado dos Exercícios findos em 31/12/2012 e de 2011 2012 81.476.365 81.476.365 81.476.365 (13.892.442) (5.579.768) (1.511.395) (6.801.279) 67.583.923 60.245.121 60.245.121 35.321.611 2.153.764 10.665 390.154 331.656 7.940.553 3.660.893 1.941.172 22.448 8.472.203 7.338.801 376.376 376.376 6.962.425
Receita Operacional Bruta Receitas Operacionais Prestação de Serviços (-) Benefícios Sociais Prouni FDE–Escola da Família Bolsa Uniesp Superavit Operacional Bruto Despesas Despesas Operacionais Pessoal Encargos Sociais Benefícios e Auxílios Acordos Trabalhistas Vendas Administrativas Alugueis e Locações Tributárias Depreciações e Amortizações Despesas Eventuais Superavit Operacional Resultado Financeiro Despesas Financeiras Superavit do Exercício
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negociação do contrato progredia bem, até que uma mulher vestindo um biquíni minúsculo interrompeu a conversa para perguntar a Mitchell Stevenson e seu cliente se gostariam de algum drinque. "Ele ficou distraído; eu fiquei distraído. Nossas mentes não estavam mais no mesmo lugar de antes", lembra Stevenson, produtor de conteúdo publicitário online. Aí estão as desvantagens de fazer reuniões de negócio à beira da piscina. Elemento antigo na paisagem de lugares como Beverly Hills e Miami Beach, as cabanas se tornaram comuns em hotéis de outras cidades de clima quente, e um número cada vez maior de executivos em viagens de negócios s e u n e a o p e s s o a l d e H o llywood e aos turistas endinheirados sob esses toldos de lona. "No sul da Califórnia, muitos negócios costumam ser fechados em locais que não são necessariamente uma sala de reunião", afirma Gregory P. Jenkins, sócio da empresa de planejamento de eventos Bravo Productions. "Cada vez mais noto que grupos pequenos de pessoas preferem se reunir em locais incomuns ou pouco tradicionais", diz Betty Wilson, vicepresidente de vendas regionais da North America at S t a r w o o d H o t e l s a n d R esorts. Em 2012, a demanda executiva por cabanas e outros espaços "ensolarados e divertidos" cresceu consideravelmente, conta. Cabanas, pátios e até mesmo spas estão se tornando as novas salas de reunião. "Nos últimos tempos, diversos clientes saíram em busca de formas inovadoras de fechar negócios", afirmou Robert Pfeffer, diretor de vendas e marketing do Marco Island Marriott Beach Resort, na Flórida, onde planejadores de reuniões começaram a reservar seus 20 chalés logo que foram construídos, há um ano. No ano passado, o Loews Miami Beach Hotel acrescentou oito novas cabanas para agradar os usuários executivos, segundo o gerente geral Alex Tonarelli. As cabanas de dois andares com ar-condicionado ficam em volta do deque da piscina e contam com uma área com cadeiras de sol e chaise longues onde é possível fugir do barulho e de outras distrações da piscina. Jenkins conta que em uma viagem de negócios recente a Las Vegas, a reunião com seu contato em uma cabana no terraço do hotel "criou um clima legal, muito casual", mas alerta que equilibrar casual e profissional exigia cuidado. Por exemplo, reservar uma cabana para se reunir com alguém pela primeira vez pode dar a impressão desconfortável de um "encontro às cegas" – impressão que Jenkins teve depois que uma cliente reservou uma cabana só para os dois. "Dava pra ver que ela havia criado uma situação que acabaria por deixála desconfortável", afirma. Outro problema pode ser a escolha de roupas – ou a falta delas. "Adoro ver pessoas ao natural, sem maquiagem", afirma Anese Cavanaugh, treinadora de liderança executiva que gosta de locais como spas e deques de piscinas, pois "as pessoas costumam se abrir mais". Contudo, ela reconhece que os clientes nem sempre compartilham seu entusiasmo. "Imagino certo desconforto na perspectiva de fazer negócios de cara limpa ou com roupas de banho".
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sábado, 31 de agosto, e domingo e segunda-feira, 1 e 2 de setembro de 2013
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ECONOMIA - 27
Fotos de Maggie Steber/The New York Times
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Muitos executivos acreditam que as reuniões em locais informais criam ambiente de trabalho mais colaborativo. Isso agrada principalmente as gerações mais jovens.
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Tipicamente, reuniões em spas e cabanas geralmente são versões ainda mais relaxantes que um encontro casual de negócios. "Você pode ir vestindo um par de calças caqui e camisas de manga curta", ensina Jenkins, "mas não é legal chegar de calção ou biquíni". Ele acrescenta que é importante ser claro quanto a atmosfera, para que ninguém chegue com roupa demais ou de menos. "Já fui esse cara", admite Maneesh K. Goyal, presidente da agência de marketing de eventos MKG. Quando sua empresa, sediada em Nova York, abriu uma filial em Los Angeles há dois anos, Goyal descobriu que as reuniões em cabanas têm um código de vestimenta próprio. Depois de "suar copiosamente" nas primeiras reuniões, Goyal optou pelos shorts, camisas casuais e tênis de cano baixo quando o encontro era à beira da piscina. "Nunca mais vou aparecer de manga comprida e calça jeans escura", garante. "Realmente adotei essa estratégia porque acredito que a natureza casual desses encontros ajuda a determinar o tom da reunião", resume Goyal a respeito das reuniões à beira da piscina. Em cidades mais frescas, como Chicago e Filadélfia, terraços ao ar livre se tornaram locais de reunião populares nos meses mais quentes. Além disso, lounges e spas também são frequentados o ano todo. Empresas como a Campbell Soup Co. e a Destination Maternity utilizaram o longe no terraço do Hotel Monaco Philadelphia para realizar reuniões com até quinze pessoas. Amanda Schmiege, diretora de spa do Trump SoHo New York, afirma que o local recebeu ao menos uma reunião de negócios por semana no lounge de relaxamento ou no terraço. "Os planejadores de reuniões adoram o lugar, pois as pessoas reunidas realmente querem estar lá", diz Amanda. Profissionais de hotelaria e reuniões afirmam que um dos motivadores dessa tendência é a busca constante pelo novo e pelo interessante, o mesmo ímpeto que levou diversos hotéis a mudar a configuração dos lobbies com o objetivo de receber simultaneamente pequenas reuniões de negócios. Tonarelli identifica outra razão pela qual as cabanas se tornaram populares entre executivos em viagens de negócios: a preferência por reuniões menores e por ambientes de trabalho mais colaborativos. "Sua mente viaja quando você não está em um escritório todo branco com a mesma mesa do escritório ao lado", ilustra Stevenson. "Acredito que parte disso se deve a uma questão geracional", segundo Wilson. "As gerações mais jovens desejam viver experiências diferentes." "Estamos tentando mudar para agregar mais valor a partir das coisas divertidas que fazemos", diz John Kane, diretor de desenvolvimento de vendas e marketing da Cutco, uma empresa fabricante de talheres. Para ele, que usou o lounge do Hotel Monaco Philadelphia para fazer reuniões, compromissos marcados em local relaxante ajudam os funcionários mais jovens a falar a respeito daquilo no Facebook ou no Twitter. "Essa é mudança na forma como pensamos." *The New York Times
IERC - INSTITUTO DE ENSINO DE RIO CLARO E REPRESENTAÇÕES LTDA. CNPJ nº 05.143.059/0001-52 Balanço Patrimonial - Exercício findo em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 - (em reais) Notas 2012 2011 Passivo e Patrimônio Líquido Nota 3.246.541 1.246.029 Circulante 69.890 27.036 Alugueis 4 69.890 27.036 Não Circulante
Demonstração de Resultado do Exercício findo em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 - (em reais) 2012 2011 Receitas Operacionais 4.261.646 2.299.792 Receita Líquida com Serviços Educacionais 4.261.646 2.299.792 Lucro Bruto 4.261.646 2.299.792 Despesas (1.905.275) (2.400.835) Despesas Operacionais (1.905.275) (2.400.835) Contas a Receber 1.264.288 1.173.305 Patrimônio Líquido 3.583.044 1.727.577 Pessoal (1.208.864) (1.118.880) Mensalidades a Receber 5 1.253.580 1.173.305 Capital Social 9 3.583.044 3.583.044 Encargos Sociais (187.449) (416.534) Acordos Diversos 10.708 – Reserva de Capital (7.239) – Impostos a Recuperar – 45.668 Prejuízo acumulado - (1.855.467) Vendas Administrativas (202.438) (549.896) Outros Créditos 1.912.363 1.912.363 Alugueis e Locações (138.792) (640) Gestão de Contratos 6 1.912.363 – Tributárias (14.943) (170.273) Não Circulante 336.953 481.568 Depreciações E Amortizações (145.550) (144.612) Imobilizado 7 201.797 277.060 Lucro Operacional Líquido 2.356.371 (101.043) Intangível 8 135.156 204.508 Total do Passivo e (6.084) (240.300) Total do Ativo 3.583.494 1.727.577 Patrimonio Líquido 3.583.494 1.727.577 Resultado Financeiro Despesas Financeiras (45.573) (240.300) Demonstração das Mutações do Patrimonio Líquido – Exercício findo em 31 de Dezembro de 2012 e de 2011 - (em reais) Receitas Financeiras 39.489 – Lucros (Prejuízos) Lucro Líquido do Exercício 2.350.287 (341.343) Descrição Capital Social Reserva de Lucros Acumulados Total Saldo em 31 de dezembro de 2010 3.583.044 – (1.559.129,00) 2.023.915 Demonstração dos Fluxos de Caixas – Exercício findo em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 - (em reais) Ajuste do Exercício Anterior 45.005 45.005 ATIVIDADES OPERACIONAIS 2012 2011 Prejuizo do Exercício (341.343) (341.343) Lucro (Prejuizo) do Exercício 2.350.287 (341.343) Saldo em 31 de dezembro de 2011 3.583.044 – (1.855.467) 1.727.577 Ajuste do Exercicio Anterior – 45.005 Lucro do Exercício 2.350.287 2.350.287 Depreciação e Amortização 145.550 144.611 Reserva de Lucros 494.820 (494.820) – = Caixa operacional antes dos movimentos de capital de giro 2.495.837 (151.727) Lucros Distibuidos (494.820) (494.820) (Aumento) redução dos ativos Saldo em 31 de dezembro de 2012 3.583.044 – – 3.583.044 Contas a receber (90.983) 90.080 Impostos a Recuperar 45.668 – Outos créditos / Gestão de Contratos (1.912.363) – Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 31 de dezembro de 2012 - (em reais) Aumento (redução) dos passivos 1. Contexto Operacional Itens do imobilizado e intangível são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção, Aluguéis 450 – A Sociedade é uma Instituição de Ensino Superior (IES) com fins lucrativos, tendo como objeto deduzido de depreciação / amortização acumulada. = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) social a prestação de serviços na área de educação superior, ministrando e promovendo cursos O custo inclui gastos que são diretamente atribuíveis à aquisição de um ativo. nas atividades operacionais 538.609 (61.647) técnicos e tecnólogos, cursos sequenciais e de graduação, extensão, pós-graduação lato e stricto Quaisquer outros custos para colocar o ativo no local e condição necessários para que esses sejam ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS sensu, mestrado e doutorado, prestar serviços de consultoria, pesquisa, treinamento, além de capazes de operar da forma pretendida pela Administração. Ajustes no Imobilizado / Intangível (935) – poder operar com o sistema de franquia, através de cessão da marca. A Sociedade aderiu ao (ii). Depreciação / Amortização = Disponibilidades líquidas aplicadas (935) – programa Universidade Para Todos – PROUNI, de acordo com a Lei nº 11.096/2005, valendo-se Itens do ativo imobilizado e intangível são depreciados / amortizados pelo método linear baseado nas atividades de investimentos dos benefícios e obrigações previstos na referida Lei, bem como nas regulamentações posteriores na vida útil econômica estimada dos bens, conforme notas explicativas nºs. 7 e 8. Esses itens são ATIVIDADES DE FINANCIAMENTOS Distribuição de Lucros (494.820) – emitidas pelo Ministério da Educação. depreciados / amortizados a partir da data em que são instalados e estão disponíveis para uso. 2. Apresentação das Demonstrações Contábeis Os métodos de depreciação e amortização, as vidas úteis e os valores residuais serão revistos a = Disponibilidades líquidas aplicadas nas atividades de fi nanciamentos (494.820) – (a) Declaração de Conformidade cada encerramento de exercício financeiro e eventuais ajustes reconhecidos como mudança de Aumento (redução) de caixa e equivalentes de caixa 42.854 (61.647) As demonstrações contábeis ora apresentadas foram preparadas de acordo com as práticas con- estimativas contábeis. Disponibilidades no início do exercício 27.036 88.683 tábeis adotadas no Brasil, em consonância com as Leis 6404/76, 11.638/08 e 11.941/09, bem Não foi possível para a Sociedade, entretanto, realizar o “Impairment test” no exercício de 2012 pois Disponibilidades no final do exercício 69.890 27.036 como os Pronunciamentos, Orientações e Interpretações emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos a mesma está efetuando um inventário patrimonial geral em seus ativos imobilizado e intangível, Aumento (redução) de caixa e equivalentes de caixa 42.854 (61.647) Contábeis (CPC), quando aplicáveis. cuja conclusão está prevista para o exercício de 2013. Esses ativos, todavia, podem ser considerados (b) Moeda Funcional e Moeda de Apresentação de pouca representatividade em relação aos ativos totais. bro de 2012, no montante de R$ 1.912.363, corresponde ao líquido entre mensalidades recebidas As demonstrações contábeis são apresentadas em real (R$), que é a moeda funcional da Sociedade. d) Provisões e pagamentos realizados. (c) Uso de Expectativas ou Julgamentos Uma provisão é reconhecida em função de um evento passado se a Sociedade tem uma obrigação 07. Ativo Imobilizado A preparação das demonstrações contábeis de acordo com a legislação vigente exige que a Admi- legal ou construtiva que possa ser estimada de maneira confiável, e a probabilidade de que recursos % Custo Depreciação Líquido nistração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis econômicos sejam exigidos para liquidar a obrigação. Os custos financeiros incorridos são registraDeprec. corrigido acumulada 2012 2011 e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dos no resultado. Móveis e Utensílios 10% 321.803 (244.047) 77.756 109.936 dessas estimativas. e) Política para distribuições de lucros Acervo Bibliográfico 10% 151.168 (106.641) 44.527 59.645 Estimativas e premissas são revistas de uma maneira contínua. Revisões com relação a estimativas O lucro por quotas é calculado com base nas quantidades de quotas do capital social integralizado Instalações 10% 274.240 (198.769) 75.471 102.898 contábeis são reconhecidas no exercício em que as estimativas são revisadas. nas datas das demonstrações contábeis. Computadores 20% 274.266 (274.266) 3. Principais políticas contábeis 04. Caixa e Equivalentes de Caixa Laboratórios 10% 5.390 (1.347) 4.043 4.581 (a) Apuração do Resultado 2012 2011 1.026.867 (825.070) 201.797 277.060 As receitas e despesas são apropriadas pelo regime de competência observando-se o critério de Caixa Econômica Federal – Conta FIES 69.760 “liquidez e natureza” financeira, incluindo os efeitos das variações monetárias computadas sobre Caixa Econômica Federal 130 - 08. Intangível % Custo Amortização Líquido ativos e passivos indexados. Banco do Brasil 19.654 Deprec. corrigido acumulada 2012 2011 (b) Instrumentos Financeiros Banco HSBC 7.030 20 346.761 (211.605) 135.066 204.508 Os ativos ou passivos financeiros são compensados e o valor líquido apresentado no balanço patri- Banco Itaú 352 Softwares 346.761 (211.605) 135.066 204.508 monial quando a sociedade tem esse direito lega de compensar os valores, ou tem a intenção de 69.890 27.036 09. Capital Social liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. 05. Mensalidades a Receber (i). Caixa e Equivalentes de Caixa O saldo de mensalidades a receber, no montante de R$ 1.253.580 (R$ 1.173.305 em 2011) está Em 31 de dezembro de 2012 o capital social subscrito e integralizado correspondia a R$ 3.583.044, representado por 3.583.044 quotas, no valor unitário de R$ 1,00. Abrangem disponibilidades financeiras em contas correntes mantidas em instituições bancárias no em fase de conciliação. 10. Eventos Subsequentes Brasil. 06. Gestão de Contratos (c) Ativo Imobilizado e Intangível Uma Instituição coligada da Sociedade realiza sua gestão financeira, estando sob sua responsabili- A Sociedade de ensino analisou os eventos subsequentes até 25 de junho de 2013 que é a data de (i). Reconhecimento e Mensuração dade todos os recebimentos, pagamentos e rateios de despesas. O saldo no ativo em 31 de dezem- entrega da carta da gerência pela diretoria da sociedade. Ativo Circulante Caixa e Equivalentes de Caixa Bancos Conta Movimento
2012 450 450 -
2011 -
José Fernando Pinto da Costa - Diretor Presidente
Carlos Roberto Fonseca - Contador - CRC 1SP 101.395/O-1 RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
Aos Sócios-Quotistas do IERC – INSTITUTO DE ENSINO RIO CLARO E REPRESENTAÇÕES LTDA. Examinamos as demonstrações contábeis do IERC – INSTITUTO DE ENSINO RIO CLARO E REPRESENTAÇÕES LTDA., que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A Administração da Sociedade é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis, com base em nossa auditoria, conduzidas de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria
Base para opinião com ressalva Conforme Nota Explicativa nº 5, a Sociedade está conciliando o saldo de mensalidades a receber. Opinião Em nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos que poderão advir do assunto mencionado no parágrafo “base para opinião com ressalva”, as demonstrações contábeis acima referidas, quando lidas em conjunto com as notas explicativas, também acima mencionadas, apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do IERC – INSTITUTO DE ENSINO RIO CLARO E REPRESENTAÇÕES LTDA. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase As demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2011 não foram auditadas, por auditores independentes e estão sendo apresentadas exclusivamente para fins comparativos. São Paulo, 25 de junho de 2013. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa ETAE AUDITORES INDEPENDENTES - CRC-SP Nº 2SP10138/O-8 opinião. TUNEO ONO - Contador - CRC-SP Nº 1SP098699/O-9 seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Sociedade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Sociedade. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.
CETEC - CENTRO EDUCACIONAL TECNOLÓGICO DE ENSINO E CULTURA LTDA CNPJ nº 02.088.640/0001-20 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO - EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (em reais)
BALANÇO PATRIMONIAL - EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (em reais) Ativo Circulante Caixa e Equivalentes de Caixa Caixa Banco Conta Movimento Valores a Receber Mensalidades a receber Valores a conciliar Não Circulante Outros Créditos Imobilizado Intangível
Notas
2012 785.519 30.085 7.979 22.106 755.433 32.752 722.681 1.763.817 736.917 1.025.354 1.545
4 5 6 7
Total do Ativo
2.549.335
2011 668.375 22.297 6.747 15.550 646.078 1.282.371 363.189 917.636 1.545
1.950.746
Passivo Circulante Fornecedores Diversos Obrigações Trabalhistas Obrigações Sociais Obrigações Tributárias Retenções na Fonte Adiantamento de Mensalidade Alugueis Outras Contas a Pagar Não Circulante Empréstimos e Financiamentos Provisão para contingências Patrimônio Líquido Capital Social Reserva de Capital Prejuizos Acumulados Total do Passivo e Patrimonio Líquido
Notas 8 9 10
11
2012 6.594.193 104.589 166.580 1.466.178 4.836.724 12.683 7.439 (4.044.858) 100.000 326.193 (4.471.051) 2.549.335
2011 2.257.963 2.306 123.431 1.354.949 770.253 1.769 878 4.377 4.264.746 85.297 4.179.449 (4.571.963) 100.000 326.193 (4.998.156) 1.950.746
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMONIO LÍQUIDO - EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (em reais) Descrição Saldo em 31.12.2010 Saldo em 31.12.2011 Ajuste do Exercício Anterior Lucro do Exercício Saldo em 31.12.2012
Patrimonio Social 100.000 100.000
Reserva de Capital 326.193 326.193
100.000
326.193
Resultado do Exercício (4.951.418) (4.998.156) 30.199 496.906 4.471.051
Total do Patrimonio Líquido (4.525.225) (4.571.963) 30.199 496.906 (4.044.858)
Receita Operacional Receitas Liquidas de Prestação de Serviços Deduções (-) ISS (-) Cancelamentos (-) Descontos Lucro Bruto Despesas Despesas Operacionais Pessoal Encargos Sociais Vendas Administrativas Alugueis E Locações Tributárias Depreciações E Amortizações Eventuais Lucro Operacional Líquido Resultado Financeiro Despesas Financeiras Receitas Financeiras Receitas Não Operacionais Aluguéis Lucro / Prejuízo Líquido do Exercício
2012 4.350.140 4.350.140 (163.938) (118.701) (45.237) 4.186.202 (3.132.175) (3.132.175) (1.864.310) (584.309) (2.133) (554.839) (13.070) (19.620) (87.416) (6.478) 1.054.027 (571.090) (608.578) 37.489 13.969 13.969 496.906
2011 3.263.305 3.263.305 (474.743) (90.261) (27.017) (357.464) 2.788.562 (2.774.653) (2.774.653) (955.317) (313.419) (5.461) (1.388.683) (45.853) (60.000) (5.920) 13.909 (60.646) (111.889) 51.242 (46.738)
DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXAS - EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (em reais)
ATIVIDADES OPERACIONAIS 2012 2011 Lucro (Prejuizo) do Exercício 496.906 (46.738) 1. Contexto Operacional: A sociedade terá como objetivo social a prestação de serviço de educação superior • Contribuição sobre a Seguridade Social – COFINS; Ajuste do Exercicio Anterior 30.199 (implantação e manutenção), cursos de extensão universitária, especialização e complementação profissional, • Contribuição para o Programa de Integração Social – PIS. Depreciação e Amortização 87.416 elaboração, produção, divulgação e publicação de pesquisa cientifica, promoção de palestras, seminários e Como contrapartida dessa isenção fiscal, a Sociedade disponibiliza bolsas de estudo nas quantidades e propor- = Caixa operacional antes dos movimentos de capital de giro 614.521 (46.738) fóruns de debate, produção educação e publicação (apostilas, manuais técnicos e livros), treinamentos e capa- ções previstas no PROUNI, bem como nas regulamentações emitidas pelo Ministério da Educação, estando a (Aumento) redução dos ativos citação profissional, consultoria especializada, promoção, organização de feiras e eventos, assistência sociais e Sociedade em situação regular no exercício de 2012. Contas a receber (109.355) filantrópicas e divulgação cultural, participação em empreendimentos culturais, sociais e comerciais, inclusive 4. Valores a Receber 2012 2011 Outros Créditos (373.728) 682 participação societária, como sócia ou titular de outras empresas, fundações ou entidades. A Sociedade aderiu Mensalidades a receber 32.752 Aumento (redução) dos passivos ao programa Universidade Para Todos – PROUNI, de acordo com a Lei nº 11.096/2005, valendo-se dos benefícios Valores a Conciliar 722.681 Fornecedores 102.282 e obrigações previstos na referida Lei, bem como nas regulamentações posteriores emitidas pelo Ministério da 755.433 Obrigações sociais e fiscais 4.233.532 22.271 Educação. 2. Apresentação das Demonstrações Contábeis - (a) Declaração de Conformidade: As demons- Os saldos que compõem essa conta em 31 de dezembro de 2012, representado por Mensalidades a receber, Outras obrigações (4.179.032) 2.306 trações contábeis ora apresentadas foram preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, sendo que o montante de R$ 722.681, esta em fase de conciliação. = Disponibilidades líquidas geradas nas atividades operacionais 288.220 (21.479) em consonância com as Leis 6404/76, 11.638/08 e 11.941/09, bem como os Pronunciamentos, Orientações e 5. Outros Créditos 2012 2011 ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS Interpretações emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), quando aplicáveis. (b) Moeda Fun- Depósitos Judiciais 26.285 26.285 Aquisição de imobilizado/ Redução de Caixa (195.135) cional e Moeda de Apresentação: As demonstrações contábeis são apresentadas em real (R$), que é a moeda Consórcio Sicredi 10.535 = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas funcional da Sociedade. (c) Uso de Expectativas ou Julgamentos: A preparação das demonstrações contábeis Empréstimos a Sócios (a) 662.249 278.184 atividades de investimentos (195.135) de acordo com a legislação vigente exige que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que Parcelamento a Consolidar - IES 27.600 26.400 ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os BANSICRED S/A 783 1.785 Variação de Empréstimos e Financiamentos (85.297) resultados reais podem divergir dessas estimativas. Estimativas e premissas são revistas de uma maneira con- UNIEP 20.000 20.000 = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas a. de financiamentos (85.297) tínua. Revisões com relação a estimativas contábeis são reconhecidas no exercício em que as estimativas são 736.917 363.189 TOTAL 7.788 (21.479) revisadas. 3. Principais políticas contábeis - (a) Apuração do Resultado: As receitas e despesas são apro- (a) Com o advento da cessão de cotas, os empréstimos foram pactuados. Aumento (redução) das disponibilidades priadas pelo regime de competência observando-se o critério de “liquidez e natureza” financeira, incluindo os 6. Imobilizado 2012 2011 Disponibilidades no início do exercício 22.297 818 efeitos das variações monetárias computadas sobre ativos e passivos indexados. (b) Instrumentos Financeiros: Descrição Custo Depreciação Líquido Líquido Disponibilidades no final do exercício 30.085 22.297 266.448 (200.177) 66.271 62.955 Variação Os ativos ou passivos financeiros são compensados e o valor líquido apresentado no balanço patrimonial quando Móveis e Utensílios 7.788 (21.479) 365.783 (84.136) 281.647 164.682 a sociedade tem esse direito legal de compensar os valores, ou tem a intenção de liquidar em uma base líquida Acervo Bibliografico 28.786 (12.474) 16.312 22.069 Os saldos correspondentes aos recolhimentos, que em 31 de dezembro de 2012, perfaz o montante de R$ ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. (i). Caixa e Equivalentes de Caixa: Abrangem Veículos 76.412 (47.190) 29.222 34.708 1.466.178, em fase de conciliação. disponibilidades financeiras em contas correntes mantidas em instituições bancárias no Brasil. (ii). Passivos Máquinas e equipamentos 285.754 (170.097) 115.656 90.435 10. Obrigações Tributárias financeiros não derivativos: Os passivos financeiros não derivativos da Sociedade estão representados pelas Computadores 2012 2011 663.149 (212.142) 451.007 477.548 Parcelamento - Leis nºs 11.941/09 a Pagar contingências e outras contas a pagar. A sociedade reconhece os passivos na data em que são originados e Imóveis 3.555.639 330.714 65.239 65.239 65.239 Parcelamento Diversos a Pagar na data de negociação na qual se torna uma das partes integrantes de disposições contratuais. A sociedade Terrenos 531.878 1.751.571 (726.216) 1.025.354 917.636 Parcelamento - Prefeitura baixa os passivos quando suas obrigações contratuais são encerradas, ou vencidas e liquidadas. São incluídos 9.793 17.236 como ativos e passivos circulantes aqueles com prazo de vencimento não superior a 12 meses após a data de Não foi possível para a Sociedade realizar o “Impairment test” no exercício de 2012, pois a mesma está efetuando Parcelamento - INSS 317.520 97.698 encerramento do balanço (após esta data são classificados como ativos não circulantes). (c) Imobilizado e um inventário patrimonial geral em seu ativo imobilizado e intangível. Parcelamento - FGTS 376.464 307.298 Intangível - (i). Reconhecimento e Mensuração: Itens do imobilizado e intangível são mensurados pelo custo 7. Intangível Parcelamento Divida Ativa CLT 17.307 17.307 Custo Amortização Líquido Líquido PIS S/Folha de Pagamento a Recolher histórico de aquisição ou construção, deduzido de depreciação / amortização acumulada. O custo inclui gastos Descrição 28.123 1.545 1.545 1.545 que são diretamente atribuíveis à aquisição de um ativo. Quaisquer outros custos para colocar o ativo no local Softwares 4.836.724 770.253 1.545 1.545 1.545 e condição necessários para que esses sejam capazes de operar da forma pretendida pela Administração. (ii). 2012 2011 A Sociedade optou pelo parcelamento de débitos existentes junto a Previdência Social no âmbito da ProcuraDepreciação / Amortização: Itens do ativo imobilizado / intangível são depreciados/ amortizados pelo método 8. Obrigações Trabalhistas 135.042 114.019 doria Geral da Fazenda Nacional – PGFN e junto a Receita Federal do Brasil. Esses valores estão pendentes de linear baseado na vida útil econômica estimada dos bens, conforme nota explicativa 7 e 8. Esses itens são Ordenados e Salários a Pagar 11.493 9.412 conciliação. depreciados / amortizados a partir da data em que são instalados e estão disponíveis para uso. Os métodos de Contribuição Sindical a Recolher 20.045 - 11. Patrimônio Líquido depreciação / amortização, as vidas úteis e os valores residuais serão revistos a cada encerramento de exercício Acordo Trabalhista (a) 166.580 123.431 Sócio Quotista financeiro e eventuais ajustes reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. (d) Provisões: Uma proQuant. Quotas Valor % visão é reconhecida em função de um evento passado se a Sociedade tem uma obrigação legal ou construtiva (a) A Sociedade, através de seus assessores jurídicos, está efetuando um levantamento dos acordos em anda- Claudia Aparecida Pereira 50.000 50.000,00 50% que possa ser estimada de maneira confiável, e a probabilidade de que recursos econômicos sejam exigidos para mento, com a finalidade de suportar a conta “Acordo Trabalhista”. José Fernando Pinto da Costa 50.000 50.000,00 50% 2012 2011 liquidar a obrigação. Os custos financeiros incorridos são registrados no resultado. (e) Política para distribuição 9. Obrigações Sociais 100.000 100.000,00 100% 1.350.343 1.037.830 Em 31 de dezembro de 2012 o capital social subscrito e integralizado correspondia a R$ 100.000, representado de lucros: O lucro por quotas é calculado com base nas quantidades de quotas do capital social integralizado nas INSS a Recolher 115.835 69.941 por 100.000 quotas, no valor unitário de R$ 1,00. datas das demonstrações contábeis. (f) Política tributária: Em virtude de sua adesão ao PROUNI, a Sociedade FGTS a Recolher IRRF S/Salários a Recolher 22.271 12. Eventos Subsequentes goza da isenção dos seguintes tributos e contribuições: ISS a Recolher 224.907 A Sociedade de ensino analisou os eventos subsequentes até 23 de agosto de 2013, que é a data de entrega da • Imposto de Renda da Pessoa Jurídica – IRPJ; 1.466.178 1.354.949 carta da gerência por sua diretoria. • Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – CSLL;
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 31 DE DEZEMBRO DE 2012 - (em reais)
José Fernando Pinto da Costa - Diretor Presidente
Carlos Roberto Fonseca - Contador - CRC - 1SP 101.395/O-1
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Sócios – Quotistas da CETEC-CENTRO EDUCACIONAL TECNOLÓGICO DE ENSINO E CULTURA LTDA. Examinamos as demonstrações contábeis do CENTRO EDUCACIONAL TECNOLÓGICO DE ENSINO E CULTURA LTDA, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Empresa é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis, com base em nossa auditoria, conduzidas de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.
Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Empresa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Empresa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Base para opinião com ressalva - Conforme Nota explicativa nº 04, a Sociedade está conciliando o saldo de valores a receber; - Conforme Nota explicativa nº 06, a Sociedade está efetuando um inventário patrimonial geral em ativo imobilizado e intangível; - Conforme Nota explicativa nº 08, a Sociedade, com a assessoria do departamento jurídico, esta efetu-
ando levantamento dos acordos em andamento; - Conforme Nota explicativa nº 09, a Sociedade está conciliando os recolhimentos referente as obrigações sociais; - Conforme Nota explicativa nº 10, a Sociedade está conciliando os parcelamentos junto aos órgão competentes; Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas, quando lidas em conjunto com as notas explicativas que as acompanham, apresentam adequadamente, em seus aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do CENTRO EDUCACIONAL TECNOLÓGICO DE ENSINO E CULTURA LTDA., em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase As demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2011, não foram auditadas por auditores independentes, e estão sendo apresentadas exclusivamente para fins comparativos. São Paulo, 23 de agosto de 2013. ETAE AUDITORES INDEPENDENTES - CRC-SP Nº 2SP010138/O-8 TUNEO ONO - Contador - CRC-SP Nº 1SP098699/O-9
DIÁRIO DO COMÉRCIO
28 -.ECONOMIA
e
sábado, 31 de agosto, e domingo e segunda-feira, 1 e 2 de setembro de 2013
conomia
País consome mais energia em julho A demanda mais firme foi do comércio e das residências. Na indústria, o gasto ainda patina; tanto que na região Sudeste até caiu. FACULDADE DE ITU LTDA. CNPJJ nº 58.980.467/0001-25 C 58 980 6 /000 5 Ativo Circulante Disponivel Banco Conta Movimento Valores A Receber Mensalidades a Receber Não Circulante Imobilizado Bens Corpórios Tangíveis (-) Depreciação Acumulada Intangível Bens Incorpóreos (-) Amortização Acumulada Total do Ativo
Balanço Patrimonial - Exercícios Findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 - (em reais) Notas 2012 2011 Passivo 2.411.577 18.707 Circulante 18.707 Obrigações A Curto Prazo 4 18.707 Impostos Parcelados 2.411.577 - Não Circulante 5 2.411.577 - Exigível a Longo Prazo 8.533 16.953 Impostos Parcelados 6 8.533 16.953 Patrimônio Líquido 134.762 134.762 Capital Social (126.229) (117.809) Lucros (Prejuízos) Acumulados 7 Prejuízo do Exercício 6.826 6.826 (6.826) (6.826) 2.420.110 35.660 Total do Passivo e Patrimônio Líquido
Notas 8 8 9
2012 61.291 61.291 61.291 84.888 84.888 84.888 2.273.931 46.800 2.227.131 -
2011 35.660 77.000 (41.340)
2.420.110
35.660
Demonstração de Mutação do Patrimonio Líquido - Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 - (em reais) Descrição Saldo em 31 de dezembro de 2010 Ajuste do Exercício Anterior Prejuizo do Exercício Saldo em 31 de dezembro de 2011 Dissolução Parcial Ajuste do Exercício Anterior Lucro do Exercício Transferência do lucro Saldo em 31 de dezembro de 2012
Capital Social 77.000 77.000 (30.800)
46.200
Lucros Acumulados (1.779) -
2.227.131 2.227.131
Lucro (Prejuízo) do Exercício 75.221 (3.471) (36.090) (41.340) 67.000 2.202.071 (2.227.131) -
Total (3.471) (36.090) 35.660 (30.800) 67.000 2.202.071 2.273.931
Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 31 de dezembro de 2012 - (em reais)
1. Contexto Operacional - De acordo com a 1ª. Alteração do Contrato Social Consolidada, datada de 17 de outubro de 2012, os sócios resolveram de pleno e mútuo acordo alterar a denominação da Sociedade de “Associação Educacional Pascale e Castro S/C Ltda,”, para “Faculdades de Itu Ltda.”. A Sociedade tem como objetivo social a prestação de serviços de exploração de atividades de natureza educacional e outras operações correlatadas, mediante o oferecimento de cursos livres, bem como o ensino regular de primeiros, segundos e terceiros graus. 2. Apresentação das Demonstrações Contábeis - (a) Declaração de Conformidade: As demonstrações contábeis foram preparadas conforme as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e também, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais incluem as disposições da Lei das Sociedades por Ações, os Pronunciamentos, as Orientações e as Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). (b) Moeda Funcional e Moeda de Apresentação: As demonstrações contábeis são apresentadas em real (R$), que é a moeda funcional da Sociedade. (c) Uso de Expectativas ou Julgamentos: A preparação das demonstrações contábeis de acordo com as normas IFRS e as normas CPC exige que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. Estimativas e premissas são revistas de uma maneira contínua. Revisões com relação a estimativas contábeis são reconhecidas no exercício em que as estimativas são revisadas. 3. Principais políticas contábeis - (a) Apuração do Resultado: As receitas e despesas são apropriadas pelo regime de competência observando-se o critério de “liquidez e natureza” financeira, incluindo os efeitos das variações monetárias computadas sobre ativos e passivos indexados. (b) Instrumentos Financeiros: A Sociedade reconhece os recebíveis e depósitos na data em que foram originados. Os ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido apresentado no balanço patrimonial quando a sociedade tem o direito legal de compensar valores, ou tem a intenção de liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. (c) Ativos e Passivos financeiros não derivativos: Os passivos financeiros não derivativos estão representados por obrigações tributárias. A Sociedade reconhece os ativos e passivos na data em que são originados ou na data de negociação na qual se torna uma parte integrante de disposições contratuais. A baixa dos passivos ocorre no momento em que suas obrigações contratuais são encerradas, ou vencidas e liquidadas. São incluídos como ativos e passivos circulantes aqueles com prazo de vencimento não superior a 12 meses após a data de encerramento do balanço (após este prazo são classificados como ativos não circulantes). (d) Imobilizado: (i). Reconhecimento e Mensuração: Itens do imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção, deduzido de depreciação acumulada. O custo inclui gastos que são diretamente atribuíveis à aquisição de um ativo. Quaisquer outros custos para colocar o ativo no local e condição necessários para que esses
sejam capazes de operar da forma pretendida pela Administração. (ii). Depreciação: Itens do ativo imobilizado são depreciados pelo método linear baseado na vida útil econômica estimada dos bens. Itens do ativo imobilizado são depreciados a partir da data em que são instalados e estão disponíveis para uso. Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais são revistos a cada encerramento de exercício financeiro e eventuais ajustes reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. (e) Provisões: Uma provisão é reconhecida em função de um evento passado se a Sociedade tem uma obrigação legal ou construtiva que possa ser estimada de maneira confiável, e a probabilidade de que recursos econômicos sejam exigidos para liquidar a obrigação. Os custos financeiros incorridos são registrados no resultado. 4. Bancos Conta Movimento 2012 2011 Bancos: Banco Santander Ag.3294 C/C.13.000736-6 1.483 Banco Brasil S/A Ag.6549-8 C/C.1355-2 3.401 Banco Santander Ag.294 C/C.25424-5 583 Banco Santander Ag.294 C/C.9027229-5 - 13.160 Banco Santander Ag.294 C/C.3705790-9 81 - 18.707 5. Valores a Receber 2012 2011 Contas a Receber: Mensalidades a Receber - FIES 1.898.038 Mensalidades a Receber 496.146 Acordos de mensalidades 17.393 2.411.577 A liberação das Mensalidades a Receber FIES pela Caixa Econômica Federal à conta corrente da Sociedade está condicionada a regularização de pendências fiscais junto a Previdência Social e/ ou Secretaria da Receita Federal. Não foi constituida provisão para devedores duvidosos para as Mensalidades a Receber vencidas nos anos de 2003 a 2010, no montande de R$ 261.000. 6. Imobilizado 2012 2011 conta/nomenclatura Custo Depreciação Líquido Líquido Acumulada Móveis e Utensílios 14.496 (10.384) 4.111 5.561 Máquinas e Equipamentos 15.884 (15.884) 1.388 Instalações 7.601 (7.601) Computadores e Perifericos 40.960 (40.960) Acervo Bibliografico 55.821 (51.399) 4.422 10.004 134.762 (126.229) 8.533 16.953 A Sociedade está realizando inventário físico dos bens do ativo imobilizado. Na opinião dos Administradores os efeitos não serão significativos.
Aos Diretores da FACULDADE DE ITÚ LTDA Examinamos as demonstrações contábeis da FACULDADE DE ITÚ LTDA. que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Empresa é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis, com base em nossa auditoria, conduzidas de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as
demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Empresa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Empresa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Base para Opinião com Ressalva Conforme comentado nas notas explicativas No. 5, a entidade não efetuou a provisão para perdas sobre as mensalidades vencidas e está regularizando pendências fiscais pra libera-
Demonstração de Resultado dos Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 - (em reais) 2012 2011 2.612.515 2.612.515 2.612.515 2.612.515 (411.044) (33.781) (411.044) (33.781) (39.608) (139.409) (971) (1.289) (223.608) (22.160) (8.419) (9.361) 2.201.471 (33.781) 600 (2.309) (2.309) 600 2.202.071 (36.090)
Receita Operacional Bruta Receitas Operacionais Prestação de Serviços Lucro Operacional Bruto Despesas Despesas Operacionais Pessoal Administrativas Aluguéis e Locações Tributárias Depreciações e Amortizações Lucro (Prejuízo) Operacional Líquido Resultado Financeiro Despesas Financeiras Receitas Eventuais Lucro (Prejuízo) Líquido do Exercício
Demonstração do Fluxo de Caixa - Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 - (em reais)
ATIVIDADES OPERACIONAIS 2012 Lucro (Prejuizo) do Exercício 2.202.071 Ajuste do Exercício Anterior 67.000 Dissolução Parcial da Sociedade (30.800) Depreciação e Amortização 8.419 Variações nos Ativos e Passivos: Aumento em contas a receber (2.411.577) Aumento das obrigações sociais e fiscais 146.180 Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas ativ. operacionais (18.707) Aumento (redução) das disponibilidades Disponibilidades no início do exercício 18.707 Disponibilidades no final do exercício Variação (18.707) 7. Intangível conta/nomenclatura Custo 6.826 6.826
Softwares
2012 Amortização Acumulada (6.826) (6.826)
2011 (36.090) (3.471) 30.200 9.361 0 18.707 18.707 0 2011
Líquido -
Líquido --
8. Impostos Parcelados 2012 2011 Curto Prazo Longo Prazo Parcelamento - Lei nº 11.941/09 61.291 84.888 61.291 84.888 A Sociedade optou pelo parcelamento de débitos existentes junto a Previdência Social no âmbito da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional - PGFN e junto a Receita Federal do Brasil. Consolidados, os débitos foram deferidos para parcelamento em até 60 meses, com vencimento em agosto de 2017. 9 - Capital Social O capital social é de R$ 46.200,00 totalmente subscrito e integralizado em moeda nacional, dividido em 46.200 quotas no valor nominal de R$ 1,00 cada uma, assim distribuídas: Sócio Quant. Quotas Valor - R$ % Partic. José Fernando Pinto da Costa 23.100 23.100,00 50% Cláudia Aparecida Pereira 23.100 23.100,00 50% 46.200 46.200,00 100% Por decisão no Tribunal de Justiça do estado de São Paulo - Comarca de Itu, foi julgada procedente a dissolução parcial da Sociedade com a retirada do Sócio Cláudio Pascale do quadro social, ocasião em que o capital social foi reduzido de R$ 77.000,00 para R$ 46.200,00 portanto, uma redução de R$ 30.800,00, conforme Certidão de Objeto e Pé. 10. Eventos Subsequentes - A Sociedade de ensino analisou os eventos subsequentes até 18 de agosto de 2013, que é a data de entrega da Carta da Gerência pela Diretoria da sociedade.
José Fernando Pinto da Costa - Diretor Presidente Carlos Roberto Fonseca - Contador - CRC 1SP 101.395/O-1
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
ção das Mensalidades a Receber FIES junto a Caixa Econômica Federal – CEF. Opinião Em nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos que poderão advir dos assuntos comentados no parágrafo base para opinião com ressalva, as demonstrações contábeis acima referidas, quando lidas em conjunto com as notas explicativas que as acompanham, apresentam adequadamente, em seus aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da FACULDADE DE ITÚ LTDA. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase Demonstrações Contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2011, apresentadas para fins comparativos não foram auditadas por Auditores Independentes. São Paulo, 18 de agosto de 2013. ETAE AUDITORES INDEPENDENTES CRC-SP Nº 2SP010138/O-8 TUNEO ONO - Contador - CRC-SP Nº 1SP098699/O-9
ACESCOP – ASSOCIAÇÃO DE CULTURA E ENSINO SUPERIOR DE CORNÉLIO PROCÓPIO S/S LTDA. Ativo Circulante Disponivel Caixa e Bancos Valores a receber Tributos e Contribuições Não Circulante Investimentos Participação em outras empresas Imobilizado Bens Corpóreos Tangíveis (-) Depreciação Acumulada Intangível Bens Incorpóreos (-) Amortização Acumulada Total do Ativo
Descrição Saldo em 31 de dezembro de 2010 Prejuizo do Exercício Transferência do Prejuízo do exercício Ajuste de exercícios anteriores Saldo em 31 de dezembro de 2011 Integralização de Capital Ajuste do Exercício Anterior Prejuizo do Exercício Transferência do Prejuízo do exercício Saldo em 31 de dezembro de 2012
CNPJ nº 07.587.432/0001-90 Balanço Patrimonial – Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - (em reais) Notas 2012 Notas 2012 2011 Passivo 304.537 3.784 14.728 Circulante 304.537 3.784 10.233 Obrigações Fornecedores – 4 3.784 10.233 Salários e encargos sociais a pagar – – 4.495 Impostos a recolher – – 4.495 Empréstimos 8 108.680 Impostos parcelados 9 65.687 267.674 276.681 Contas a Pagar 10 130.171 865 865 Outras contas a pagar – 5 865 865 158.661 6 253.460 275.427 Não Circulante 158.661 373.065 355.405 Exigível a Longo Prazo Impostos Parcelados 9 158.661 119.605 79.978 (191.741) 7 13.349 388 Patrimônio Líquido Capital Social 11 500.000 16.555 555 Capital Social a Integralizar (3.971) 3.206 167 Lucros (Prejuizos) Acumulados (719.859) Prejuizo do Exercício 32.088 271.457 271.457 291.409 Total do Passivo e Patrimônio Líquido Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido – Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - (em reais) Capital a Lucros (Prejuízos) Lucro (Prejuízo) Capital Social integralizar Acumulados do Exercício 500.000 (77.490) (278.317) – (232.028) (232.028) 232.028 26.461 500.000 (77.490) (510.345) 26.461 73.519 5.627 (209.514) (209.514) 209.514 500.000 (3.971) (719.859) 32.088
2011 352.783 352.783 2.553 33.901 48.795 92.808 95.961 78.766 (61.374) 500.000 (77.491) (510.345) 26.461 291.409
Total 144.193 (232.028) – 26.461 (61.374) 73.519 5.627 (209.514) – (191.741)
Demonstração de Resultados – Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - (em reais) 2012 2011 417.187 331.139 417.187 331.139 417.187 331.139 (27.743) (22.021) (27.743) (22.021) 389.444 309.118 (582.841) (535.298) (582.841) (535.298) (416.078) (354.029) (96.531) (112.062) (1.949) (10.787) (25.794) (19.822) (42.489) (38.597) (193.396) (226.180) (73.603) (6.104) (73.603) (6.104) 57.486 255 57.486 255 57.486 255 (209.514) (232.028)
Receita Bruta Receitas Operacionais Prestação de Serviços Deduções (–) Impostos Lucro Bruto Despesas Despesas Operacionais Pessoal Administrativas Alugueis e Locações Tributárias Depreciações e Amortizações Prejuízo Operacional Resultado Financeiro Despesas Financeiras Receitas Não Operacionais Receitas Não Operacionais Receitas Eventuais Prejuízo Líquido do Exercício
Demonstração dos Fluxos de Caixa – Exercícios findos em 31/12/2012 e 2011 - (em reais) ATIVIDADES OPERACIONAIS 2012 2011 Prejuizo do Exercício (209.514) (232.028) Ajuste do Exercicio Anterior 5.627 Depreciação e Amortização 42.489 Variações nos Ativos e Passivos: Redução Outros Créditos 4.495 275.816 Redução Fornecedores (2.553) (2.553) Redução salários e encargos sociais (33.901) 151.249 Aumento impostos a recolher (48.795) Aumento impostos parcelados 128.386 Redução outras obrigações 51.405 (94.154) Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 31 de dezembro de 2012 - (em reais) Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) 1. Contexto Operacional - A sociedade tem como objetivo social a prestação de serviços de manter, desen- obrigação legal ou construtiva que possa ser estimada de maneira confiável, e a probabilidade de nas atividades operacionais (62.360) 98.331 volver e dirigir unidades de ensino de qualquer nível e ou modalidades de educação, difundir e aperfeiçoar a que recursos econômicos sejam exigidos para liquidar a obrigação. Os custos financeiros incorri- ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS educação, cultura e tecnologia através de cursos e programas de educação e do desenvolvimento de projetos dos são registrados no resultado. Acréscimo no imobilizado e intangível 40.039 de estudos, ensino, pesquisa, extensão e cultura. 2. Apresentação das Demonstrações Contábeis - (a) 4. Disponível 2012 2011 Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) Declaração de Conformidade - As demonstrações contábeis foram preparadas conforme as Normas Inter- Caixa 1 241 nas atividades de investimentos 40.039 nacionais de Relatório Financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e Bancos Conta Movimento 3.783 9.993 ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO também, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais incluem as disposições da Lei 3.784 10.233 Aumento (reducão) dos Empréstimos 15.872 (92.808) das Sociedades por Ações, os Pronunciamentos, as Orientações e as Interpretações emitidas pelo Comitê de 5. Investimentos 2012 2011 Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) Pronunciamentos Contábeis (CPC). (b) Moeda Funcional e Moeda de Apresentação - As demonstrações Participação em outras empresas - UNICRED 865 865 nas atividades de financiamentos 15.872 (92.808) contábeis são apresentadas em real (R$), que é a moeda funcional da Sociedade. (c) Uso de Expectativas 865 865 T O T A L (6.449) 5.523 ou Julgamentos - A preparação das demonstrações contábeis de acordo com as normas IFRS e as normas 6. Imobilizado 2012 2011 Aumento (redução) das disponibilidades CPC exige que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas Depreciação Disponibilidades no início do exercício 10.233 4.711 contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir Contas/nomenclatura Custo Acumulada Líquido Líquido Disponibilidades no final do exercício 3.784 10.233 dessas estimativas. Estimativas e premissas são revistas de uma maneira contínua. Revisões com relação Móveis e Utensílios 35.321 (10.496) 24.825 28.358 Variação (6.449) 5.523 a estimativas contábeis são reconhecidas no exercício em que as estimativas são revisadas. 3. Principais Máquinas e Equipamentos 15.190 (3.611) 11.579 11.546 políticas contábeis - (a) Apuração do Resultado - As receitas e despesas são apropriadas pelo regime de Computadores e Periféricos 36.966 (19.767) 17.199 19.512 Com o advento da cessão de cotas, os empréstimos foram repactuados. 2012 2011 competência observando-se o critério de “liquidez e natureza” financeira, incluindo os efeitos das variações Acervo Bibliográfico 174.268 (55.613) 118.655 135.677 9. Impostos Parcelados Curto Prazo Longo Prazo Curto Prazo Curto Prazo monetárias computadas sobre ativos e passivos indexados. (b) Instrumentos Financeiros - A Sociedade Equipamento de Laboratório 41.286 (11.391) 29.895 30.743 15.157 158.661 95.961 reconhece os recebíveis e depósitos na data em que foram originados. Os ativos e passivos financeiros são Benfeitoria em Prop. de Terceiros 70.034 (18.728) 51.306 49.592 Parcelamento - INSS 50.529 compensados e o valor líquido apresentado no balanço patrimonial quando a sociedade tem o direito legal 373.065 (119.605) 253.460 275.427 Parcelamento - Lei nº 11.941/09 65.687 158.661 95.961 de compensar valores, ou tem a intenção de liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o A Sociedade está realizando o levantamento dos bens do ativo imobilizado e os respectivos valores A Sociedade optou pelo parcelamento de débitos existentes junto a Previdência Social no âmbito da passivo simultaneamente. (c). Ativos e Passivos financeiros não derivativos - Os passivos financeiros justos. não derivativos estão representados por fornecedores, obrigações trabalhistas, sociais e tributárias, 7. Intangível 2012 2011 Procuradoria Geral da Fazenda Nacional–PGFN e junto à Receita Federal do Brasil. Consolidados, os débitos foram deferidos para parcelamento em até 60 meses, com vencimento em agosto de 2017. empréstimos e outras contas a pagar. A Sociedade reconhece os ativos e passivos na data em que são Amortização 2012 2011 originados ou na data de negociação na qual se torna uma parte integrante de disposições contratuais. A Contas/nomenclatura Custo Acumulada Líquido Líquido 10. Contas a Pagar 49.947 baixa dos passivos ocorre no momento em que suas obrigações contratuais são encerradas, ou vencidas Software 16.555 (3.206) 13.349 388 Adiantamentos e outras contas a pagar 4.597 e liquidadas. São incluídos como ativos e passivos circulantes aqueles com prazo de vencimento não 16.555 (3.206) 13.349 388 Obrigações Sociais Obrigações Tributárias 75.626 superior a 12 meses após a data de encerramento do balanço (após este prazo são classificados como 8. Empréstimos 130.171 ativos não circulantes). (d) Imobilizado - (i). Reconhecimento e Mensuração - Itens do imobilizado Sócios 2012 2011 são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção, deduzido de depreciação acumulada. Cleocide Luiz Carvalho 24.792 15.415 A Contabilidade está providenciando a conciliação das contas. De acordo com o Instrumento Particular de O custo inclui gastos que são diretamente atribuíveis à aquisição de um ativo. Quaisquer outros custos Vitor Valter Ducci 7.145 6.190 Contrato de Promessa de Cessão de Quotas firmado em5 de novembro de 2012, “a assunção do passivo para colocar o ativo no local e condição necessários para que esses sejam capazes de operar da forma Eliana Maria Fraiba Carvalho 14.362 11.749 por parte da Sociedade fica limitada ao valor de de R$ 300.000,00. Se as contingências ultrapassarem tal pretendida pela Administração. (ii). Depreciação - Itens do ativo imobilizado são depreciados pelo José do Carmo Neto 18.583 11.678 importância, os Promitentes Cedentes autorizam a Sociedade a reter valores porventura remanescentes ou método linear baseado na vida útil econômica estimada dos bens. Itens do ativo imobilizado são Roseli Landgraf Fernandes 15.425 14.288 pagar os débitos, operando-se a compensação com eventual saldo devedor. Em contrapartida, se as contindepreciados a partir da data em que são instalados e estão disponíveis para uso. Os métodos de Marli Suzeti Lamdgraft Fernandes 21.540 7.467 gências não atingirem o valor de R$ 300.000,00 a Sociedade restituirá a eventual diferença aos Promitentes depreciação, as vidas úteis e os valores residuais são revistos a cada encerramento de exercício Fernando Albino Luchese 6.833 5.942 Cedentes”. 11. Capital Social - O capital social é de R$ 500.000,00 totalmente subscrito e integralizado em financeiro e eventuais ajustes reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. (e) Provi- Outros - Pessoa Jurídica 20.078 moeda nacional, dividido em 500.000 quotas no valor nominal de R$ 1,00 cada uma, assim distribuídas: Quant. Quotas Valor - R$ % Partic. sões - Uma provisão é reconhecida em função de um evento passado se a Sociedade tem uma 108.680 92.808 Sócio José Fernando Pinto da Costa 250.000 250.000,00 50% Cláudia Aparecida Pereira 250.000 250.000,00 50% José Fernando Pinto da Costa - Diretor Presidente Carlos Roberto Fonseca - Contador - CRC 1SP 101.395/O-1 500.000 500.000,00 100% RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 12. Eventos Subsequentes - A Sociedade de Ensino analisou os eventos subsequentes até 18 de agosto de 2013, que é a data de entrega da Carta da Gerência pela Diretoria da sociedade. estão livres de distorção relevante. Aos Diretores da Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a resACESCOP - ASSOCIAÇÃO DE CULTURA E ENSINO SUPERIOR DE CORNÉLIO PROCÓPIO S/S LTDA. Examinamos as demonstrações contábeis da ACESCOP - ASSOCIAÇÃO DE CULTURA E ENSINO peito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos Opinião SUPERIOR DE CORNÉLIO PROCÓPIO S/S LTDA. que compreendem o balanço patrimonial em 31 de selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção rele- Em nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos que poderão advir dos assuntos comentados no parádezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido vante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa ava- grafo base para opinião com ressalva, as demonstrações contábeis acima referidas, quando lidas em e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas liação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada conjunto com as notas explicativas que as acompanham, apresentam adequadamente, em seus aspecç patrimonial e financeira da ACESCOP - ASSOCIAÇÃO DE CULTURA E ENSINO apresentação das demonstrações contábeis da Empresa para planejar os procedimentos de auditoria tos relevantes, a posição contábeis e demais notas explicativas. que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia SUPERIOR DE CORNÉLIO PROCÓPIO S/S LTDA. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Empresa é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demons- desses controles internos da Empresa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas trações contábeis com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela deter- práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem contábeis adotadas no Brasil. Ênfase minou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. As Demonstrações Contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2011, apresentadas para fins compaAcreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. rativos não foram auditadas por Auditores Independentes. fundamentar nossa opinião. Responsabilidade dos Auditores Independentes São Paulo, 18 de agosto de 2013. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis, com base Base para Opinião com Ressalva ETAE AUDITORES INDEPENDENTES em nossa auditoria, conduzidas de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Conforme comentado nas notas explicativas No. 6, a Associação está providenciando o levantamento CRC-SP Nº 2SP010138/O-8 Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja dos bens do ativo imobilizado e seus respectivos valores justos e conforme nota explicativa No. 10, está TUNEO ONO - Contador - CRC-SP Nº 1SP098699/O-9 planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis providenciando a conciliação das contas a pagar.
O
consumo de energia elétrica no Brasil subiu 5,1% em julho, para 37.760 gigawatts-hora, puxado pela demanda residencial, em alta de 8,2%, e comercial, de 7,1%, enquanto o consumo industrial continua patinando, com crescimento de 1,9%, informou a Empresa de Pesquisa Energética (EPE). No ano, o consumo em todo o País registra alta de 3,2%, em meio à maior seca dos últimos 50 anos. Devido à essa seca, estão ligadas praticamente todas as usinas térmicas, aumentando o custo da energia para o consumidor. Segundo a EPE, o desempenho da indústria na região Sul foi o que mais contribuiu para a alta da indústria, com crescimento de consumo de 4,9%. "Em Santa Catarina (+6,5%) ainda há efeito positivo de novas cargas nos setores de papel e celulose, metalurgia e produtos de madeira. No Rio Grande do Sul (+4,4%), além do setor de alimentos, produtos de madeira e metalurgia registraram expansões relevantes", informou a EPE em nota. A região Nordeste veio em segundo lugar, com alta de 3,1% no consumo de energia, enquanto o Norte teve o primeiro incremento de consumo no ano, de 1,1%. A região Sudeste foi a única que apresentou queda no consumo no mês de julho (-0,2%), em função da estagnação da produção industrial. Apenas Rio de Janeiro (+2,6%) e São Paulo (+0,2%) ficaram positivos. O estado de Minas Gerais apresentou queda de 2,5%, em função do setor de ferroligas, e o Espírito Santo registrou redução de 3,5% no consumo, pela parada no setor de extração mineral. (Folhapress)
Flexibilidade nas regras do leilão de pré-sal
O
governo deve flexibilizar alguns pontos questionados pelas petroleiras sobre as regras para a exploração da área gigante de Libra, na Bacia de Santos, prevista para ser leiloada em outubro, na primeira licitação do pré-sal. A informação foi dada na sextafeira pelo presidente do Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), João Carlos De Luca. O executivo citou como exemplo o item que trata do ressarcimento das empresas de petróleo pelos investimentos que serão realizados na maior reserva de petróleo brasileira. O IBP acredita que o governo deverá minimizar impactos negativos da inflação nos custos assumidos. "O governo tem nos ouvido, estamos ainda discutindo algumas sugestões, que têm sido bem recebidas", disse Luca, após evento que marcou o início de um convênio entre o IPBP e o Ibama para na área de meio ambiente. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) disse anteriormente que não haverá indexação dos custos assumidos pel a s p e t r o l e i r a s n o ressarcimento das empresas. O que essas companhias buscam são maneiras de evitar riscos com a inflação, sem, contudo, pedir indexações. A ANP estima as reservas recuperáveis do prospecto de Libra entre 8 bilhões e 12 bilhões de barris. O volume superaria Tupi, com jazidas que foram estimadas em 2007 entre 5 bilhões e 8 bilhões de barris de óleo equivalente. (Reuters)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sábado, 31 de agosto, e domingo e segunda-feira, 1 e 2 de setembro de 2013
e
ECONOMIA - 29
conomia
Nórdicos de olho no etanol brasileiro A finlandesa Metso começa a fornecer equipamentos para plantas de etanol de segunda geração. Empresa vê potencial de 500 milhões de euros neste setor.
A
finlandesa Metso, líder em equipamentos para celulose no País, prepara-se para entrar no segmento brasileiro de etanol de segunda geração, de olho em um mercado de energia renovável com potencial para movimentar 500 milhões de euros em cinco anos na América do Sul, disse o presidente da Metso Paper South America. "Vemos a área de energia, num horizonte de cinco anos, atingindo 500 milhões de euros na América do Sul. Este é o tamanho do mercado no qual queremos entrar", disse o presidente da unidade, Celso Tacla. A estimativa da companhia considera o potencial de faturamento na América do Sul com o etanol de primeira e de segunda geração, além da produção de eletricidade a partir de biomassa. O setor do chamado etanol celulósico (etanol de segunda geração), produzido a partir da quebra das cadeias de celulose, é uma aposta das empresas que buscam alternativas mais sustentáveis e com custos competitivos na escala comercial. A Metso já deu o primeiro p a s s o neste s e g m e nto n o País, fornecendo parte dos equipamentos para um projeto de segunda geração da Odebrecht Agroindustrial, antiga ETH Energia, realizado com o apoio de recursos do programa conjunto BNDES-Finep para apoio à inovação no setor sucroenergético. A companhia entra agora com mais força no segmento com o lançamento de uma tecnologia, inédita no País, para plantas de hidrólise destinadas à produção de etanol celulósico. A Metso é detentora da tecnologia, que já está em uso na Europa e Estados Unidos. O sistema permite quebrar as moléculas de biomassa presentes no bagaço da cana ou em algas, por exemplo, para ser processado por enzimas. Trata-se de uma etapa inicial da produção do biocombustível, que depois passa pela fermentação e destilação, comum também no produto de primeira geração. No Brasil, alguns projetos de segunda geração já estão em fase mais avançada, de olho na produção comercial. A maior produtora individual de etanol, a Raízen, informou no final do ano passado que previa destinar R$ 2 bilhões para a produção de celulósico até 2024. Uma das unidades da empresa deve começar a operar na safra 2014/15. Outro grupo tradicional, liderado pela família Gradin, também embarcou em um projeto de etanol de segunda geração, no Nordeste, estimado em US$ 2 bilhões. O presidente da Metso Paper South America ressaltou que o Brasil está numa posição mais confortável que outros países, pela grande disponibilidade de matéria-prima, oriunda dos resíduos da produção de cana. "O Brasil se consolidou no etanol, e agora vemos grandes empresas e grupos maiores querendo desenvolver projetos. Isso facilita nossa operação", disse o executivo. Para tanto, a companhia finlandesa, que já fornece produtos para plantas de demonstração de etanol celulósico nos Estados Unidos e Alemanha, está investindo em recursos humanos e tecnologia para adaptar e desenvolver equipamentos específicos para etanol celulósico. "É um investimento em tecnologia e pessoas", disse o executivo, que evitou especificar o montante investido no segmento. (Reuters)
INSTITUIÇÃO PAULISTA DE ENSINO E CULTURA LTDA. CNPJ nº 72.558.646/0001-08 BALANÇO PATRIMONIAL - EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (em reais) Notas 2012 2011 Passivo e Patrimônio Líquido Circulante 55.967 375.067 Fornecedores Diversos – 266.837 Obrigações Trabalhistas – 243.222 Obrigações Sociais – 23.615 Retenções na Fonte 4 55.967 – Seguros a Pagar 52.841 – Aluguéis a Pagar 3.126 – Outras contas a Pagar – 107.349 Provisão de Férias e 13º salário – 56.100 Empréstimos e Financiamentos – 51.249 Não Circulante – 881 Gestão de Contratos – 881 Empréstimos e Financiamentos 596.994 1.292.731 Patrimônio Líquido 26.337 Capital Social 5 596.994 1.266.394 Lucros Acumulados Total do Passivo e Patrimônio Líquido 652.961 1.667.798
Ativo Circulante Caixa e Equivalentes de Caixa Caixa Bancos Conta Movimento Contas a Receber Mensalidades a Receber Acordos Diversos a Receber Outros Créditos Adiantamento a fornecedores Impostos a Recuperar Despesas Antecipadas Prêmios de Seguros a Apropriar Não Circulante Outros Créditos Imobilizado Total do Ativo
Notas
6 7
2012
2011
627 627 – – – – – – – – 232.334 232.334 – 420.000 420.000 945.886 652.961
295.068 4.260 61.907 34.339 8.409 1.200 5.400 20.517 16.023 143.013 6.844 – 6.844 1.365.886 420.000 – 1.667.798
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (em reais)
Descrição Saldo em 31.12.2010 Lucro do Exercício Saldo em 31.12.2011 Lucro do Exercício Reseva de Lucro Distribuição de Lucros Saldo em 31.12.2012
Capital Social 420.000
Reserva de Lucro –
420.000
–
420.000
2.018.942 (2.018.942) –
DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXAS - EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (em reais)
Lucros Acumulados 904.968 40.918 945.886 1.073.056 (2.018.942)
Total 1.324.968 40.918 1.365.886 1.073.056 – (2.018.942) 420.000
–
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - 31 DE DEZEMBRO DE 2012 - (em reais)
01. Contexto Operacional - A Sociedade é uma Instituição de Ensino Superior (IES) com fins lucrativos, tendo como objetivo social a prestação de serviços de difusão da cultura, a expansão do ensino em todos os graus, o aprimoramento da cultura da juventude e dos cidadãos em geral, a promoção do amparo social, podendo ainda manter cursos especiais. A Sociedade aderiu ao programa Universidade Para Todos – PROUNI, de acordo com a Lei nº 11.096/2005, valendo-se dos benefícios e obrigações previstos na referida Lei, bem como nas regulamentações posteriores emitidas pelo Ministério da Educação. 02. Apresentação das Demonstrações Contábeis (a) Declaração de Conformidade - As demonstrações contábeis ora apresentadas foram preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, em consonância com as Leis 6404/76, 11.638/08 e 11.941/09, bem como os Pronunciamentos, Orientações e Interpretações emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), quando aplicáveis. (b) Moeda Funcional e Moeda de Apresentação - As demonstrações contábeis são apresentadas em real (R$), que é a moeda funcional da Sociedade. (c) Uso de Expectativas ou Julgamentos - A preparação das demonstrações contábeis de acordo com a legislação em vigente exige que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. Estimativas e premissas são revistas de uma maneira contínua. Revisões com relação a estimativas contábeis são reconhecidas no exercício em que as estimativas são revisadas. 03. Principais políticas contábeis (a) Apuração do Resultado - As receitas e despesas são apropriadas pelo regime de competência observando-se o critério de “liquidez e natureza” financeira, incluindo os efeitos das variações monetárias computadas sobre ativos e passivos indexados. (b) Instrumentos Financeiros - Os ativos ou passivos financeiros são compensados e o valor líquido apresentado no balanço patrimonial quando a sociedade tem esse direito lega de compensar os valores, ou tem a intenção de liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. (i) Caixa e Equivalentes de Caixa - Abrangem eventuais disponibilidades financeiras em contas correntes mantidas em instituições bancárias no Brasil. (ii) Passivos financeiros não derivativos - Os passivos financeiros não derivativos da Sociedade estão representados pelas contingências e
outras contas a pagar. A sociedade reconhece os passivos na data em que são originados e na data de negociação na qual se torna uma das partes integrantes de disposições contratuais. A sociedade baixa os passivos quando suas obrigações contratuais são encerradas, ou vencidas e liquidadas. São incluídos como ativos e passivos circulantes aqueles com prazo de vencimento não superior a 12 meses após a data de encerramento do balanço (após esta data são classificados como ativos não circulantes). (c) Ativo Imobilizado (i) Reconhecimento e Mensuração - Itens do imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção, deduzido de depreciação acumulada. O custo inclui gastos que são diretamente atribuíveis à aquisição de um ativo. Quaisquer outros custos para colocar o ativo no local e condição necessários para que esses sejam capazes de operar da forma pretendida pela Administração. (ii) Depreciação - Itens do ativo imobilizado são depreciados pelo método linear baseado na vida útil econômica estimada dos bens, conforme Nota explicativa nº 5. Itens do ativo imobilizado são depreciados a partir da data em que são instalados e estão disponíveis para uso. Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais serão revistos a cada encerramento de exercício financeiro e eventuais ajustes reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. (d) Provisões Uma provisão é reconhecida em função de um evento passado se a Sociedade tem uma obrigação legal ou construtiva que possa ser estimada de maneira confiável, e a probabilidade de que recursos econômicos sejam exigidos para liquidar a obrigação. Os custos financeiros incorridos são registrados no resultado. (e) Política para distribuição de lucros - O lucro por quotas é calculado com base nas quantidades de quotas do capital social integralizado nas datas das demonstrações contábeis. (f) Política tributária - Em virtude de sua adesão ao PROUNI, a Sociedade goza da isenção dos seguintes tributos e contribuições: • Imposto de Renda da Pessoa Jurídica – IRPJ; • Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – CSLL; • Contribuição sobre a Seguridade Social – COFINS; • Contribuição para o Programa de Integração Social – PIS. Como contrapartida dessa isenção fiscal, a Sociedade disponibiliza bolsas de estudo nas quantidades e proporções previstas no PROUNI, bem como nas regulamentações emitidas pelo Ministério da Educação, estando a Sociedade em situação regular no exercício de 2012.
José Fernando Pinto da Costa - Diretor Presidente
Carlos Roberto Fonseca - Contador - CRC 1SP 101.395/O-1
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Sócios-Quotistas da INSTITUIÇÃO PAULISTA DE ENSINO E CULTURA LTDA. Examinamos as demonstrações contábeis da INSTITUIÇÃO PAULISTA DE ENSINO E CULTURA LTDA., que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A Administração da Sociedade é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis, com base em nossa auditoria, conduzidas de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO - EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (em reais) 2012 2011 Receita Operacional 3.140.260 1.680.839 Receita Liquida de Prestação de Serviços 3.140.260 1.680.839 Lucro Bruto 3.140.260 1.680.839 Despesas (2.155.765) (2.240.593) Despesas Operacionais (2.155.765) (2.240.593) Pessoal (1.055.282) (1.774.005) Vendas (2.884) – Administrativas (127.897) (285.148) Alugueis e Locações (123.176) (119.789) Tributárias (120.999) (59.871) Depreciação (36.982) – Baixa do Ativo Imobilizado (688.545) (1.780) Lucro / Prejuízo Operacional Líquido 984.495 (559.754) Resultado Financeiro 88.561 (43.380) Despesas financeiras (10.084) (46.636) Receitas Financeiras 98.645 3.256 Outras Receitas – 644.052 Lucro Líquido do Exercício 1.073.056 40.918
selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Sociedade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Sociedade. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Base para opinião com ressalva - Conforme Nota Explicativa nº 04, a Sociedade está conciliando o saldo de seu Contas a receber, composto por mensalidades e acordos a receber. - Conforme Nota Explicativa nº 05, a Sociedade não realizou em 2012 o “Impairment test” em seu Ativo Imobilizado. Opinião Em nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos que poderão advir dos assuntos mencionados no parágrafo “base para opinião com ressalva”, as demonstrações contábeis acima referidas, quando lidas em conjunto com as notas explicativas, também acima mencionadas, apresentam adequadamente, em
ATIVIDADES OPERACIONAIS 2012 Lucro do Exercício 1.073.056 Depreciação 36.982 Valor Residual de Baixas do Ativo Imobilizado 632.418 = Caixa operacional antes dos movimentos de capital de giro 1.742.456 (Aumento) Redução dos Ativos: – Contas a receber (55.967) Outros Créditos 107.349 Despesas antecicipadas 881 Ativo não Circulante 26.337 Aumento / (Redução) dos Passivos: Fornecedores (3.633) Obrigações Trabalhistas, Sociais e Fiscais (120.678) Seguros, Alugueis e Outras Contas a Pagar (27.117) Receita a Apropriar ou Depsesas Antecipadas – Passivo não Circulante 232.334 = Disponibilidades líq. geradas (aplicadas) nas ativ. operacionais1.901.962 ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS Adições no Ativo Imobilizado – = Disponibilidades líquidas geradas nas atividades de investimentos – ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Variação dos Empréstimos e Financiamentos (149.857) Distribuição de Lucros (2.018.942) = Disponibilidades líq. aplicadas nas ativ. de financiamentos (2.168.799) Aumento (redução) de Caixa e Equivalentes de Caixa (266.837) Disponibilidades no início do exercício 266.837 Disponibilidades no final do exercício Aumento (redução) de Caixa e Equivalentes de Caixa (266.837)
2011 40.918 – – 40.918 (249.240) 486.794 – (4.231) (62.160) (131.104) (28.910) – 52.068 4.314 4.314 – (27.279) (27.279) 29.102 237.735 266.837 29.102
04. Mensalidades a Receber - O saldo do Contas a receber, composto por mensalidades e acordos , no montante de R$ 55.967, está em fase de conciliação. 05. Ativo Imobilizado % Custo Deprec. Líquido Deprec. corrigido acumulada 2012 2011 Imóveis/Edificações (a) – – – 632.418 Móveis e Utensílios 10% 197.175 (11.502) 185.673 197.175 Máquinas e Equip. 10% 167.088 (9.747) 157.341 167.088 Acervo bibliográfico 10% 211.052 (12.311) 198.741 211.053 Laboratório 10% 58.661 (3.422) 55.239 58.659 633.976 (36.982) 596.994 1.266.393 (a) Imóvel baixado por não fazer parte do contrato de cessão de quotas celebrado em maio/2012, com os atuais sócios-quotistas. Não foi possível para a Sociedade realizar o “Impairment test” no exercício de 2012, pois a mesma está efetuando um inventário patrimonial geral em seu ativo imobilizado. 06. Gestão de Contratos Uma Instituição coligada da Sociedade realiza sua gestão financeira, estando sob sua responsabilidade todos os recebimentos, pagamentos e rateios de despesas. O saldo no passivo em 31 de dezembro de 2012, no montante de R$ 232.334, corresponde ao líquido entre pagamentos realizados e mensalidades recebidas. 07. Capital Social Em 31 de dezembro de 2012 o Capital Social subscrito e integralizado correspondia a R$ 420.000, representado por 420.000 quotas, no valor unitário de R$ 1,00. 08. Eventos Subsequentes A Sociedade de ensino analisou os eventos subsequentes até 01 de julho de 2013, que é a data de entrega da carta da gerência pela diretoria da sociedade. todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da INSTITUIÇÃO PAULISTA DE ENSINO E CULTURA LTDA, em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase As demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2011 não foram auditadas, por auditores independentes e estão sendo apresentadas exclusivamente para fins comparativos. São Paulo, 01 de julho de 2013. ETAE AUDITORES INDEPENDENTES CRC-SP Nº 2SP10138/O-8 TUNEO ONO Contador CRC-SP Nº 1SP098699/O-9
Sociedade de Educação, Ciência e Tecnologia de Itú Ltda. CNPJ nº 07.257.784/0001-87 Balanço Patrimonial – Execícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - (em reais) Ativo Circulante Disponivel Bancos Conta Movimento Contas a Receber Mensalidades a Receber Acordos de Mensalidades a Receber Não Circulante Depósitos Judiciais Depósitos para Recursos Imobilizado Bens Corpóreos Tangíveis (-) Depreciação Acumulada Intangível Bens Incorpóreos ( -) Amortização Acumulada Total do Ativo Descrição Saldo em 31 de dezembro de 2010 Ajuste do Exercício Anterior Prejuizo do Exercício Saldo em 31 de dezembro de 2011 Ajuste do Exercício Anterior Lucro do Exercício Transferência para Reserva do Lucro Realização do Lucro Saldo em 31 de dezembro de 2012
Notas 4 5 5 6 7 8
2012 821.559 892 892 820.667 809.284 11.383 51.137 1.644 1.644 48.648 70.263 (21.616) 845 1.886 (1.041)
2011 12.528 928 928 11.600 11.600 56.121 54.898 70.263 (15.365) 1.222 1.886 (664)
872.696
68.649
Passivo Circulante Obrigações a Curto Prazo Fornecedores Obrigações trabalhistas Obrigações Tributárias Obrigações Sociais Empréstimos e Financiamentos Impostos Retidos a Recolher Matriculas e Mensalidades Provisões Trabalhistas Não Circulante Contas a Pagar Provisão para Contigências Patrimônio Líquido Capital Social Prejuizos Acumulados Total do Passivo e Patrimônio Líquido
Notas 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19
2012 161.197 161.197 – – – 19.999 140.528 670 – – 681.499 – 681.499 30.000 30.000 872.696
Demonstração de Mutação do Patrimonio Líquido – Execicios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - (em reais) Capital Social Reserva de Lucro Lucros (Prejuízos) Acumulados 30.000 – (312.834) 20.000 (354.389) 30.000 – (647.222) (20.000) 3.753.190 3.085.967 (3.085.967) (3.085.967) 30.000 – – Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 31 de dezembro de 2012 - (em reais)
1. Contexto Operacional - A Sociedade tem como objeto social a prestação de serviços em educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação superior, cursos técnicos, cursos preparatórios, cursos especiais e extracurriculares, através de recursos próprios ou com instituições franqueadas de terceiros, atividades afins e correlatas. 2. Apresentação das Demonstrações Contábeis - (a) Declaração de Conformidade - As demonstrações contábeis foram preparadas conforme as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e também, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais incluem as disposições da Lei das Sociedades por Ações, os Pronunciamentos, as Orientações e as Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). (b) Moeda Funcional e Moeda de Apresentação - As demonstrações contábeis são apresentadas em real (R$), que é a moeda funcional da Sociedade. (c) Uso de Expectativas ou Julgamentos - A preparação das demonstrações contábeis de acordo com as normas IFRS e as normas CPC exige que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. Estimativas e premissas são revistas de uma maneira contínua. Revisões com relação a estimativas contábeis são reconhecidas no exercício em que as estimativas são revisadas. 3. Principais políticas contábeis - (a) Apuração do Resultado - As receitas e despesas são apropriadas pelo regime de competência observando-se o critério de “liquidez e natureza” financeira, incluindo os efeitos das variações monetárias computadas sobre ativos e passivos indexados. (b) Instrumentos Financeiros - A sociedade reconhece os empréstimos, recebíveis e depósitos na data em que foram originados. Os ativos ou passivos financeiros são compensados e o valor líquido apresentado no balanço patrimonial quando a sociedade tem o direito legal de compensar valores, ou tem a intenção de liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. (c) Passivos financeiros não derivativos - A sociedade tem os seguintes passivos financeiros não derivativos: empréstimos e financiamentos, limite de cheque especial bancário, fornecedores e outras contas a pagar. A sociedade reconhece os passivos na data em que são originados e na data de negociação na qual a sociedade se torna uma das partes integrantes de disposições contratuais. A sociedade baixa os passivos quando suas obrigações contratuais são encerradas, ou vencidas e liquidadas. São incluídos como ativos e passivos circulantes aqueles com prazos de vencimento não superior a 12 meses após a data de encerramento do balanço (após esta data são classificados como ativos não circulantes). (d) Imobilizado - (i) Reconhecimento e Mensuração - Itens do imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção, deduzido de depreciação acumulada. O custo inclui gastos que são diretamente atribuíveis à aquisição de um ativo. Quaisquer outros custos para colocar o ativo no local e condição necessários para que esses sejam capazes de operar da forma pretendida pela Administração. (ii) Depreciação - Itens do ativo imobilizado são depreciados pelo método linear baseado na vida útil econômica estimada dos bens, conforme nota explicativa 8 . Itens do ativo imobilizado são depreciados a partir da data em que são instalados e estão disponíveis para uso. Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais serão revistos a cada encerramento de exercício financeiro e eventuais ajustes reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. (e) Provisões - Uma provisão é reconhecida em função de um evento passado se a Sociedade tem uma obrigação legal ou construtiva que possa ser estimada de maneira confiável, e a probabilidade de que recursos econômicos sejam exigidos para liquidar a obrigação. Os custos financeiros incorridos são registrados no resultado. (f) Politicas para distribuições de dividendos - O lucro por quotas é calculado com base nas quantidades de quotas do capital social integralizado nas datas das demonstrações contábeis.
Total (282.834) 20.000 (354.389) (617.222) (20.000) 3.753.190 – (3.085.967) 30.000
4. Bancos Conta Movimento Banco Conta Movimento 5. Valores a Receber Mensalidades a Receber Acordos de Mensalidades a Receber
2012 2011 892 928 2012 2011 809.284 11.600 11.383 – 820.667 11.600 6. Depósitos Judiciais 2012 2011 Depósitos para Recursos 1.644 – O Departamento Jurídico da Sociedade está empenhado no levantamento dos depósitos judiciais. 7. Imobilizado % Custo Depreciação Líquido Deprec. corrigido acumulada 2012 2011 Móveis e Utensílios 10% 5.084 (1.366) 3.718 4.226 Computadores e Periferiacos 20% 1.866 (1.365) 501 874 Acervo Bibliografico 10% 47.276 (18.082) 29.194 33.922 Melhoria em Imoveis de Terceiros 4% 16.037 (802) 15.235 15.877 70.263 (21.616) 48.648 54.898 Intangível % Custo Amortização Líquido depreciação corrigido acumulada 2012 2011 Softwares 20% 1.886 (1.041) 845 1.222 1.886 (1.041) 845 1.222 9. Fornecedores 2012 2011 Fornecedores de Serviços – 1.160 Fornecedores de bens de Consumos – 31.363 – 32.522 10. Obrigações Trabalhistas 2012 2011 Salários e Ordenados – 24.366 11. Obrigações Tributárias 2012 2011 Parcelamento Diversos a Pagar – 84.227 12. Obrigações Sociais 2012 2011 INSS a recolher – 8.349 FGTS a recolher 19.999 3.258 19.999 11.608 13. Empréstimos e Financiamentos - Os empréstimos destinam-se a Abaixo a movimentação dos empréstimos. Saldo em Novos Descrição 31/12/2011 Contratos Banco Itaú S.A. 85.000 Banco Itaú S.A. – 69.779 Banco Santander – 490 Banco Itaú 110.936 Banco Itaú 252.415 Juros a apropriar (63.351) 385.000 70.269
José Fernando Pinto da Costa - Diretor Presidente
Aos Diretores e Cotistas da SOCIEDADE DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ITÚ LTDA. Examinamos as demonstrações contábeis da SOCIEDADE DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ITÚ LTDA, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Empresa é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis, com base em nossa auditoria, conduzidas de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis
2011 667.871 667.871 32.522 24.366 84.227 11.608 385.000 670 106.922 22.556 18.000 18.000 (617.222) 30.000 (647.222) 68.649
Demonstração de Resultado dos Exercícios findo em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - (em reais) 2012 2011 8.571.379 502.931 8.571.379 502.931 8.570.390 501.505 989 1.426 8.571.379 502.931 4.783.168 771.077 4.783.168 771.077 2.134.281 435.805 31.054 286.222 203.228 260.708 2.120 260.165 120.145 10.955 9.778 1.799.783 – 3.788.210 (268.146) 35.021 86.242 35.021 86.242 – – 3.753.190 (354.389)
Receita Operacional Bruta Receitas Operacionais Prestação de Serviços Diversas Lucro Operacional Bruto Despesas Despesas Operacionais Pessoal Vendas Administrativas Alugueis E Locações Tributárias Depreciações E Amortizações Despesas Eventuais Lucro Operacional Líquido Resultado Financeiro Despesas Financeiras Receitas Financeiras Lucro Líquido do Exercício
Demonstração do Fluxo de Caixa – Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - (em reais) ATIVIDADES OPERACIONAIS 2012 2011 Lucro (Prejuizo) do Exercício 3.753.190 (354.389) Destinação do Lucro (3.085.967) Ajuste do Exercicio Anterior (20.000) – Depreciação e Amortização 6.628 9.778 Variações nos Ativos e Passivos: – – (Aumento) redução em contas a receber (809.067) 130.236 (Aumento) redução Outros Créditos (1.644) 16.003 Aumento (redução) Fornecedores (32.522) (4.835) Aumento (redução) obrigações sociais e fiscais (100.202) 3.189 Aumento (redução) Receita a Apropriar ou Depsesas Antecipadas – – Aumento (redução) outras obrigações 534.021 (136.689) = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas a. operacionais 244.437 (336.706) ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS Compras de imobilizado/ Redução de Caixa – 37.227 Baixas do Ativo Imobilizado (16.037) = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas a. de investimentos – 21.190 ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Empréstimos tomados 300.223 Pagamentos de empréstimos/debêntures (244.473) – = Disponibilidades líquidas geradas (aplic.) nas a. de financiamentos (244.473) 300.223 TOTAL (36) (15.293) Aumento (redução) das disponibilidades Disponibilidades no início do exercício 928 16.221 Disponibilidades no final do exercício 892 928 Variação (36) (15.293) 14. Impostos Retidos a Recolher Imposto de Renda Retido na Fonte a Recolher PIS/COFINS/CSLL Retidos a Recolher ISS Retido a Recolher
2012 2011 15 15 423 423 232 232 670 670 15. Matriculas e Mensalidades 2012 2011 Adiantamento de Matrículas e Mensalidades – 106.922 16. Provisões Trabalhistas 2012 2011 Provisão de Férias e Encargos – 22.556 17. Contas a Pagar 2012 2011 Associação de Ensino Superior Indaiatuba – 18.000 18. Provisão para Contingências 2012 2011 Ações Trabalhistas 565.644 Ações Civeis 115.855 capital de giro da Sociedade. 681.499 Está em andamento a conciliação dos valores que compõem o saldo da conta provisão para contingênSaldo em cias–ações trabalhistas e ações cíveis. Amortização 31/12/2012 19 Capital Social - O capital social é de R$ 30.000,00 totalmente subscrito e integralizado em moeda (85.000) 0 nacional, dividido em 30.000,00 quotas no valor nominal de R$ 1,00 cada uma, assim distribuídas: – 69.779 Sócio Quant. Quotas Valor – R$ % Partic. – 490 Cláudia Aparecida Pereira 15.000 15.000,00 50% (95.025) 15.911 José Fernando Pinto da Costa 15.000 15.000,00 50% (198.067) 54.348 30.000 30.000,00 100% 63.351 - 20. Eventos Subsequentes - A Sociedade de ensino analisou os eventos subsequentes até 14 de junho (314.741) 140.528 de 2013 que é a data de entrega da carta da gerência pela diretoria da sociedade. Carlos Roberto Fonseca - Contador - CRC 1SP 101.395/O-1
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Empresa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Empresa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Base para opinião com ressalva Os Valores demonstrados na Provisão para Contingências, conforme nota explicativa Nº 18 estão e fase de conciliação.
Opinião Em nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos que poderão advir do assunto comentado no parágrafo base para opinião com ressalva, as demonstrações contábeis acima referidas, quando lidas em conjunto com as notas explicativas que as acompanham, apresentam adequadamente, em seus aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da SOCIEDADE DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ITÚ LTDA em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase Demonstrações Contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2011, apresentadas para fins comparativos não foram auditadas por Auditores Independentes. São Paulo, 14 de Junho de 2013. ETAE AUDITORES INDEPENDENTES CRC-SP Nº 2SP010138/O-8 TUNEO ONO - Contador - CRC-SP Nº 1SP098699/O-9
DIÁRIO DO COMÉRCIO
30 -.ECONOMIA
sábado, 31 de agosto, e domingo e segunda-feira, 1 e 2 de setembro de 2013
e Via Varejo melhora eficiência logística conomia
Índice cresceu 20%, puxado pela estratégia de regionalização de produtos vendidos. Antes, centro de distribuição único era localizado em Jundiaí. INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE GARÇA LTDA. CNPJ Nº 02.149.023/0001-98
Balanço Patrimonial findo - Exercícios Findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - (em reais) Ativo Circulante Disponivel Caixa Banco Conta Movimento Valores a Receber Contas a Receber Impostos a Recuperar Não Circulante Imobilizado Bens Corpóreos Tangíveis (-) Depreciação Acumulada
Notas
4 5
Total do Ativo
2012 360.182 72 72 360.110 360.110 104.115 104.115 115.684 (11.568)
464.297
Descrição Saldo em 31 de dezembro de 2010 Prejuizo do Exercício Saldo em 31 de dezembro de 2011 Lucro do Exercício Transferência do Lucro Distribuição do Lucro Saldo em 31 de dezembro de 2012
Passivo Circulante Obrigações A Curto Prazo Fornecedores Obrigações Trabalhistas Obrigações Tributárias Impostos Parcelados Empréstimos Contas a Pagar Não Circulante Exigível A Longo Prazo Impostos Parcelados Empréstimos e Financiamentos Patrimônio Líquido Capital Social Lucros (Prejuizos) Acumulados Prejuizo do Exercício
2011 3.245 2.285 2.245 41 960 960 115.684 115.684 115.684 -
118.929
Notas
6 7 8 9 7 8 10
Total do Passivo e Patrimônio Líquido
2012 70.439 70.439 50.478 19.961 164.053 164.053 164.053 229.805 20.000 209.805 -
2011 327.716 327.716 4.088 195.211 13.921 82.924 31.572 321.843 321.843 6.908 314.934 (530.631) 20.000 (497.286) (53.344)
464.297
118.929
Demonstração de Mutação do Patrimonio Líquido - Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - (em reais) Capital Social Lucros (Prejuízos) Acumulados Lucro (Prejuízo) do Exercício 20.000 (497.286) (53.344) 20.000 (550.631) 1.285.478 734.847 (734.847) (525.042) 20.000 209.805 -
Total (477.286) (53.344) (530.631) 1.285.478 (525.042) 229.805
Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 31 de Dezembro de 2012 - (em reais) 1. Contexto Operacional A sociedade tem o objetivo social a prestação de serviços de educação superior, graduação, pós-graduação e extensão; educação de nível tecnológico, básica, fundamental e médio e cursos de níveis técnicos. 2. Apresentação das Demonstrações Contábeis (a) Declaração de Conformidade As demonstrações contábeis foram preparadas conforme as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e também, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais incluem as disposições da Lei das Sociedades por Ações, os Pronunciamentos, as Orientações e as Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). (b) Moeda Funcional e Moeda de Apresentação As demonstrações contábeis são apresentadas em real (R$), que é a moeda funcional da Sociedade. (c) Uso de Expectativas ou Julgamentos A preparação das demonstrações contábeis de acordo com as normas IFRS e as normas CPC exige que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. Estimativas e premissas são revistas de uma maneira contínua. Revisões com relação a estimativas contábeis são reconhecidas no exercício em que as estimativas são revisadas. 3. Principais políticas contábeis (a)Apuração do Resultado As receitas e despesas são apropriadas pelo regime de competência observando-se o critério de “liquidez e natureza” financeira, incluindo os efeitos das variações monetárias computadas sobre ativos e passivos indexados. (b) Instrumentos Financeiros A Sociedade reconhece os recebíveis e depósitos na data em que foram originados. Os ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido apresentado no balanço patrimonial quando a sociedade tem o direito legal de compensar valores, ou tem a intenção de liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. (c) Ativos e Passivos financeiros não derivativos Os passivos financeiros não derivativos estão representados por fornecedores, obrigações trabalhistas, sociais e tributárias, empréstimos e outras contas a pagar. A Sociedade reconhece os ativos e passivos na data em que são originados ou na data de negociação na qual se torna uma parte integrante de disposições contratuais. A baixa dos passivos ocorre no momento em que suas obrigações contratuais são encerradas, ou vencidas e liquidadas. São incluídos como ativos e passivos circulantes aqueles com prazo de vencimento não superior a 12 meses após a data de encerramento do balanço (após este prazo são classificados como ativos não circulantes). (d) Imobilizado (i). Reconhecimento e Mensuração Itens do imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção, deduzido de depreciação acumulada. O custo inclui gastos que são diretamente atribuíveis à aquisição de um ativo. Quaisquer outros custos para colocar o ativo no local e condição necessários para que esses sejam capazes de operar da forma pretendida pela Administração. (ii). Depreciação Itens do ativo imobilizado são depreciados pelo método linear baseado na vida útil econômica estimada dos bens. Itens do ativo imobilizado são depreciados a partir da data em que são instalados e estão disponíveis para uso. Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais são revistos a cada encerramento de exercício financeiro e eventuais ajustes reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. (e) Provisões Uma provisão é reconhecida em função de um evento passado se a Sociedade tem uma obrigação legal ou construtiva que possa ser estimada de maneira confiável, e a probabilidade de que recursos econômicos sejam exigidos para liquidar a obrigação. Os custos financeiros incorridos são registrados no resultado. (f) Politicas para distribuições de lucros O lucro por quotas é calculado com base nas quantidades de quotas do capital social integralizado nas datas das demonstrações contábeis. 4- Valores a Receber Contas a Receber Mensalidades a receber - FIES Acordos de Mensalidade a Receber
2012
2011
347.288 12.822
-
A liberação das Mensalidades a Receber FIES pela Caixa Econômica Federal à conta corrente da Sociedade está condicionada a regularização de pendências fiscais junto a Previdência Social e/ou Secretaria da Receita Federal.
5- Imobilização Conta/nomenclatura Movéis e Utensílios Acervo Bibliográfico Máquinas e Equipamentos Computadores e Periféricos
Custo
2012 Depreciação Acumulada
2011 líquido
líquido
9.800 40.809 12.170 52.905 115.684
(980) (4.081) (1.217) (5.290) (11.568)
8.820 36.728 10.953 47.614 104.115
9.800 40.809 12.170 52.905 115.684
A Sociedade está realizando inventário físico dos bens do ativo imobilizado. Na opinião dos Administradores os possíveis efeitos não serão significativos. 6- Obrigação Trabalhista Salários e Ordenados Férias e Abonos 13º Salário Pro Labore INSS
2012
2011
158.027
26.850 4.397 4.967 970 195.211
Os saldos remanescentes das contas fazem parte do Instrumento “Particular de Cessão de Cotas” e foram baixados em contrapartida a resultado do exercício.
Demonstração do Resultado - Exercício findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - (em reais) 2012 2011 Receita Operacional Bruta 3.608.170 261.216 Receitas Operacionais 3.608.170 261.216 Mensalidades 3.608.170 261.216 Deduções (609.221) ( - ) Prouni 387.686 ( - ) Bolsa Uniesp 221.535 Lucro Bruto 2.998.950 261.216 Despesas (2.240.356) (246.332) Despesas Operacionais 2.240.356 246.332 Pessoal 259.351 148.930 Encargos Sociais 20.913 44.578 Beneficios 1.749 4.863 Vendas 4.450 492 Administrativas 168.291 30.980 Aluguéis e Locações 21.643 13.380 Tributárias 227.524 3.110 Depreciações 36.435 Despesas Eventuais 1.500.000 Lucro Operacional 758.594 14.884 Resultado Financeiro (5.954) (68.228) Despesas Financeiras (5.954) 68.228 Receitas Não Operacionais 532.839 Receitas Não Operacionais 532.839 Receitas Eventuais 532.839 Lucro (Prejuízo) Líquido do Exercício 1.285.478 (53.344) Demonstração dos Fluxos de Caixas - Exercício findo em 31 de Dezembro de 2012 - (em reais) ATIVIDADES OPERACIONAIS 2012 Lucro (Prejuizo) do Exercício 1.285.478 Ajuste do Exercicio Anterior (525.042) Depreciações 11.568 Variações nos Ativos e Passivos: (Aumento) redução em contas a receber (359.152) (Aumento) redução Outros Créditos (11.611) Aumento (redução) Fornecedores (4.088) Aumento (redução) obrigações sociais e fiscais (1.510) Aumento (redução) outras obrigações Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas atividades operacionais 395.644 ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Pagamentos de empréstimos/debêntures (397.858) Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas a. de financiamentos (397.858) TOTAL (2.214) Aumento (redução) das disponibilidades Disponibilidades no início do exercício 2.285 Disponibilidades no final do exercício 72 Variação (2.214)
Parcelamento - Lei nº 11.941/09
2012 Curto Prazo
Longo Prazo
50.478 50.478
164.053 164.053
2011
22.391 7.400 4.088 6.131 3.235 1.468 1.468 818 2.285 1.468
Os saldos remanescentes das contas fazem parte do Instrumento “Particular de Cessão de Cotas” e foram baixados em contrapartida a resultado do exercício. 9- Contas a Pagar
7- Impostos Parcelados
2011 (53.344) 11.568
Aluguéis Banco do Brasil
6.908 6.908
2012
2011
19.961 19.961
12.265 19.307 31.572
Os saldos no Banco do Brasil em 31 de dezembro de 2012 e 2011 estão representado por saldo credor em conta corrente. A Sociedade optou pelo parcelamento de débitos existentes junto a Previdência Social no âmbito da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional - PGFN e junto a Receita Federal do Brasil. Consolidados, os débitos foram deferidos para parcelamento em até 60 meses, com vencimento em agosto de 2017.
Descrição Banco do Brasil Banco Bradesco Banco Santander Banco do Brasil Contas Correntes Izabel Cristina Jodas Colletes Luiz Carlos Ferrari Junior
Longo Prazo
-
-
2012 Curto Prazo 67.924 7.000 8.000 82.924
Líquido 54.763 2.500 178.171 79.500 314.934
Sócio José Fernando Pinto da Costa Cláudia Aparecida Pereira
Quant. Quotas 10.000 10.000 20.000
Valor - R$ 10.000.00 10.000.00 20.000,00
% Partic. 50% 50% 100%
11. Eventos Subsequentes A Sociedade de ensino analisou os eventos subsequentes até 18 de agosto de 2013, que é a data de entrega da Carta da Gerência pela Diretoria da sociedade. Carlos Roberto Fonseca - Contador - CRC 1SP 101.395/0-1
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Empresa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Empresa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Base para Opinião com Ressalva - Conforme comentado nas notas explicativas No. 4, a liberação das Mensalidades a Receber FIES está condicionada a regularização de pendências fiscais. Opinião - Em nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos que
poderão advir dos assuntos comentados no parágrafo base para opinião com ressalva, as demonstrações contábeis acima referidas, quando lidas em conjunto com as notas explicativas que as acompanham, apresentam adequadamente, em seus aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE GARÇA LTDA. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase - Demonstrações Contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2011, apresentadas para fins comparativos não foram auditadas por Auditores Independentes. São Paulo, 18 de agosto de 2013. ETAE AUDITORES INDEPENDENTES CRC-SP Nº 2SP010138/O-8 TUNEO ONO Contador CRC-SP Nº 1SP098699/O-9
CESUNE - CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE NOVA ESPERANÇA LTDA. CNPJ nº 03.808.761/0001-62 Ativo Circulante Disponivel Caixa Bancos Conta Movimento Contas a Receber Acordos de Mensalidades a Receber Adiantamento de Despesas Não Circulante Investimentos Quotas de Consórcios Imobilizado Bens Corpóreos Tangíveis (-) Depreciação Acumulada Total do Ativo
BALANÇO PATRIMONIAL - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (em reais) Notas 2012 2011 Passivo 1.953.760 57.928 Circulante 40.911 57.928 Obrigações a Curto Prazo 4 – 2.216 Obrigações Sociais 4 40.911 55.712 Empréstimos e Financiamentos 1.912.848 Gestão de Contratos 5 73.320 Dividendos a Pagar 5 1.839.528 Não Circulante 721.114 1.849.921 Exigível a Longo Prazo 6 – 61.705 Empréstimos e Financiamentos – 61.705 Patrimônio Líquido 7 721.114 1.788.216 Capital Social 779.253 1.795.574 Reservas (58.138) (7.358) Lucros Acumulados 2.674.874 1.907.850 Total do Passivo e Patrimônio Líquido
Notas
2012 2.129.070 2.129.070 – 35.377 254.166 1.839.528 245.804 245.804 245.804 300.000 300.000 – – 2.674.874
8 9 10 11
9 12
2011 22.951 22.951 22.951 472.691 472.691 472.691 1.412.208 300.000 233.475 878.733 1.907.850
DEMONSTRAÇÃO DE MUTAÇÃO DO PATRIMONIO LÍQUIDO - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (em reais) Descrição Saldo em 31.12.2010 Lucro do Exercício Saldo em 31.12.2011 Lucro do Exercício Transferência para Reseva de Lucro Realização do Lucro Saldo em 31.12.2012
Capital Social 300.000 – 300.000
300.000
Reservas de Lucro 233.475 233.475 1.610.524 (1.843.999) –
Lucros (Prejuízos) Acumulados 740.926 137.807 878.733 731.791 (1.610.524) –
Total 1.274.401 137.807 1.412.208 731.791 – (1.843.999) 300.000
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 31 DE DEZEMBRO DE 2012 - (em reais) 1. Contexto Operacional Conforme alteração do Contrato Social datado de 31 de Julho de 2012, os sócios resolveram ratificar a denominação social do Centro de Ensino Superior Nova Esperança Sociedade Simples para CESUNE–Centro de Ensino Superior de Nova Esperança Ltda.. A Sociedade tem como objeto social a prestação de serviços de organizar, manter e desenvolver direta e indiretamente a educação e a instrução em nível de educação básica e superior, promover o treinamento profissional, a prestação de serviços e educacionais e para educacionais, a tecnologia educacional, a editoração e outras formas de consecução da educação, estimular a investigação, a pesquisa e a difusão da cultura cientifica, técnica e artística e conferir habilitação para o exercício profissional ou graus acadêmicos. 2. Apresentação das Demonstrações Contábeis (a) Declaração de Conformidade As demonstrações contábeis foram preparadas conforme as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e também, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais incluem as disposições da Lei das Sociedades por Ações, os Pronunciamentos, as Orientações e as Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). (b) Moeda Funcional e Moeda de Apresentação As demonstrações contábeis são apresentadas em real (R$), que é a moeda funcional da Sociedade. (c) Uso de Expectativas ou Julgamentos A preparação das demonstrações contábeis de acordo com as normas IFRS e as normas CPC exige que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. Estimativas e premissas são revistas de uma maneira contínua. Revisões com relação a estimativas contábeis são reconhecidas no exercício em que as estimativas são revisadas. 3. Principais políticas contábeis (a) Apuração do Resultado As receitas e despesas são apropriadas pelo regime de competência observando-se o critério de “liquidez e natureza” financeira, incluindo os efeitos das variações monetárias computadas sobre ativos e passivos indexados. (b) Instrumentos Financeiros A sociedade reconhece os empréstimos, recebíveis e depósitos na data em que foram originados. Os ativos ou passivos financeiros são compensados e o valor líquido apresentado no balanço patrimonial quando a sociedade tem o direito legal de compensar os valores, ou tem intenção de liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. (i). Disponível O disponível abrange os saldos de caixa e Bancos Conta Movimento. (ii). Passivos financeiros não derivativos A sociedade tem os seguintes passivos financeiros não derivativos: empréstimos e financiamentos e outras contas a pagar. A sociedade reconhece os passivos na data em que são originados ou na data de negociação na qual se torna parte integrante de disposições contratuais. A baixa do passivo ocorre no momento em que suas obrigações contratuais são encerradas, ou vencidas e liquidadas. São incluídos como ativos e passivos circulantes aqueles com prazo de vencimento não superior a 12 meses após a data de encerramento do balanço (após essa data são classificados como ativos não circulantes). (c) Imobilizado (i). Reconhecimento e Mensuração Itens do imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção, deduzido de depreciação acumulada. O custo inclui gastos que são diretamente atribuíveis à aquisição de um ativo. Quaisquer outros custos para colocar o ativo no local e condição necessários para que esses sejam capazes de operar da forma pretendida pela Administração.
(ii). Depreciação Itens do ativo imobilizado são depreciados pelo método linear baseado na vida útil econômica estimada dos bens, conforme nota explicativa 8. Itens do ativo imobilizado são depreciados a partir da data em que são instalados e estão disponíveis para uso. Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais serão revistos a cada encerramento de exercício financeiro e eventuais ajustes reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. (d) Provisões Uma provisão é reconhecida em função de um evento passado se a Sociedade tem uma obrigação legal ou construtiva que possa ser estimada de maneira confiável, e a probabilidade de que recursos econômicos sejam exigidos para liquidar a obrigação. Os custos financeiros incorridos são registrados no resultado. (e) Politicas para distribuições de dividendos O lucro por quotas é calculado com base nas quantidades de quotas do capital social integralizado nas datas das demonstrações contábeis. 4. Caixa e Bancos 2012 2011 Caixa – 2.216 Banco conta Movimento 40.911 55.712 40.911 57.928 5. Contas a Receber 2012 2011 Acordos de Mensalidades a Receber 73.320 Adiantamento para Despesas 1.839.528 1.912.848 Os adiantamentos para despesas será objeto de prestação de contas pela Sociedade Administradora e Gestão Patrimonial Ltda., que é gestora dos recursos financeiros da sociedade. 6. Investimentos 2012 2011 Quotas de Consórcios – 61.705 7. Imobilizado % Custo Depreciação Líquido Depreciação corrigido acumulada 2012 2011 Veiculos 20% (3.483) 19.517 16.033 21.625 Móveis e Utensílios 10% (23.060) 181.364 158.304 173.833 Máquinas e Equipamentos 10% (8.124) 67.103 58.979 70.833 Instalações 10% (1.499) 34.478 32.979 35.976 Computadores e Perifericos 20% (9.632) 134.844 125.212 137.607 Acervo Bibliografico 10% (12.340) 283.809 271.470 294.759 Imoveis- Edificações 4% – – – 982.349 Imoveis- Terrenos – – – 50.000 Outras Imobilizações – – – 14.686 Construções em Andamento 4% – – – 6.549 (58.138) 721.114 662.976 1.788.216 8. Obrigações Sociais 2012 2011 INSS a Recolher – 16.099 FGTS a Recolher – 5.413 ISS a Recolher – 1.438 – 22.951
José Fernando Pinto da Costa - Diretor Presidente
DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO DO EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (em reais) 2012 2011 Receita Operacional Bruta 1.979.708 1.448.046 Receitas Operacionais 1.979.708 1.448.046 Prestação de Serviços 1.979.708 1.448.046 Lucro Operacional Bruto 1.979.708 1.448.046 Despesas 1.247.916 1.310.239 Despesas Operacionais 1.247.916 1.310.239 Pessoal 11.204 660.737 Vendas 236 58.197 Administrativas 69.434 237.516 Alugueis e Locações 30.000 – Tributárias 4.980 310.921 Depreciações e Amortizações 32.348 – Despesas Eventuais 1.038.898 – Despesa financeira 60.816 42.868 Lucro Operacional Líquido 731.791 137.807 Lucro Líquido do Exercício 731.791 137.807 DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - EXERCICIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 - (em reais) ATIVIDADES OPERACIONAIS 2012 2011 Lucro (Prejuizo) do Exercício 731.791 137.807 Destinação do Lucro (1.839.528) Ajuste do Exercicio Anterior Depreciação e Amortização 50.780 (131.104) Variações nos Ativos e Passivos: – (Aumento) redução em contas a receber – (Aumento) redução Outros Créditos (11.615) (14.407) Aumento (redução) Fornecedores – (4.231) Aumento (redução) obrigações sociais e fiscais 22.951 55.736 Aumento (redução) Receita a Apropriar ou Depsesas Antecipadas – (28.910) Aumento (redução) outras obrigações (50.373) = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas a. operacionais (1.095.994) 14.891 ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS Compras de imobilizado/ Redução de Caixa Baixas do Ativo Imobilizado 1.016.322 = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas a. de investimentos 1.016.322 ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Empréstimos tomados 62.655 Pagamentos de empréstimos/debêntures = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas a. de financiamentos 62.655 TOTAL (17.017) 14.891 Aumento (redução) das disponibilidades Disponibilidades no início do exercício 57.928 43.037 Disponibilidades no final do exercício 40.911 57.928 Variação (17.017) 14.891 9. Empréstimos e Financiamentos Abaixo, a Movimentação dos Empréstimos no exercício: Descrição Saldo em Saldo em Curto Prazo 31/12/2011 Pagamentos Transferências 31/12/2012 Banco do Brasil–Op. 4003 – (25.269) 60.646 35.377 Banco do Brasil–Op. 0305 – (18.110) 18.110 Banco Sicred – (26.900) 26.900 – (70.279) 105.656 35.377 Descrição Saldo em Saldo em Longo Prazo 31/12/2011 Pagamentos Transferências 31/12/2012 Banco do Brasil–Op. 4003 292.250 (35.377) (60.646) 196.227 Banco do Brasil–Op. 02498 13.977 (4.023) – 9.954 Banco do Brasil–Op. 0305 25.873 (5.834) (18.110) 1.929 Banco do Brasil–Cont. 50 33.541 (8.748) – 24.793 Banco Sicred 107.050 (67.249) (26.900) 12.901 472.691 (121.231) (105.656) 245.804 10. Gestão de Contratos 2012 2011 Sociedade Adm. e Gestão Patrimonial 254.166 11. Dividendos a Pagar 2012 2011 Dividendos 1.839.528 O valor esta representado por adiantamentos realizados pela Sociedade Administradora e Gestão Patrimonial Ltda., que é gestora dos recursos financeiros da sociedade. 12- Capital Social O capital social é de R$ 300.000,00 totalmente subscrito e integralizado em moeda nacional, dividido em 300.000 quotas no valor nominal de R$ 1,00 cada uma, assim distribuídas: Sócio Quant. Quotas Valor - R$ % Partic. Cláudia Aparecida Pereira 150.000 150.000,00 50% José Fernando Pinto da Costa 150.000 150.000,00 50% 300.000 300.000,00 100% 13. Eventos Subsequentes A Sociedade de ensino analisou os eventos subsequentes até 14 de junho de 2013 que é a data de entrega da carta da gerência pela diretoria da sociedade.
Carlos Roberto Fonseca - Contador - CRC 1SP 101.395/O-1
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES - SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Diretores e Cotistas do CESUNE - CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE NOVA ESPERANÇA LTDA. Examinamos as demonstrações contábeis do CESUNE - CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE NOVA ESPERANÇA LTDA, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Empresa é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis, com base em nossa auditoria, conduzidas de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria.
13
O capital social é de R$ 20.000,00 totalmente subscrito e integralizado em moeda nacional, dividido em 20.000 quotas no valor nominal de R$ 1,00 cada uma, assim distribuídas:
8 - Emprestimos 2012 Curto Prazo
10. Capital Social
José Fernando Pinto da Costa - Diretor Presidente Aos Diretores do INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE GARÇA LTDA. Examinamos as demonstrações contábeis do INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE GARÇA LTDA. que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Empresa é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis, com base em nossa auditoria, conduzidas de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o
A
Via Varejo, divisão de eletroeletrônicos do grupo Pão de Açúcar, registrou no primeiro semestre deste ano melhora de 20% em seu índice de eficiência logística em relação ao mesmo período do ano passado, informou a companhia na última sexta-feira. O ganho foi obtido com sua estratégia de regionalização de centros de distribuição de produtos vendidos, segundo a empresa. Há dois anos, o modelo logístico da Via Varejo era concentrado no centro de distribuição localizado em Jundiaí, no interior de São Paulo. "Independentemente se a loja fosse fora de São Paulo, o reabastecimento era feito em Jundiaí", disse em comunicado o vice-presidente de logística e tecnologia da informação da Via Varejo, Marcelo Lopes. Atualmente, a Via Varejo tem 13 centros de distribuição e 12 entrepostos espalhados pelo país. A maior capilaridade gerou redução de custos e ainda garantiu menor prazo na entrega dos produtos, afirmou a companhia. (Reuters)
Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Empresa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Empresa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.
Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas, quando lidas em conjunto com as notas explicativas que as acompanham, apresentam adequadamente, em seus aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do CESUNE–CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE NOVA ESPERANÇA LTDA em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase Demonstrações Contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2011, apresentadas para fins comparativos não foram auditadas por Auditores Independentes. Conforme Alteração do Contrato Social datado de 31 de Julho de 2012, os sócios resolveram alterar a denominação social do Centro de Ensino Superior de Nova Esperança Sociedade Simples para CESUNE – CENTRO DE ENSINO SUPERIOR NOVA ESPERANÇA LTDA. São Paulo, 14 de Junho de 2013. ETAE AUDITORES INDEPENDENTES - CRC-SP Nº 2SP010138/O-8 TUNEO ONO - Contador - CRC-SP Nº 1SP098699/O-9
distribuidores e 12 entrepostos são utilizados pela companhia no Brasil. Capilaridade reduziu custos e diminuiu prazo de entrega.
Sai plano de ação de obras rodoviárias
A
Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou na última sexta-feira os planos de ação de sete trechos rodoviários concedidos, com os novos prazos estipulados para execução das obras de melhoria na infraestrutura dessas estradas. De acordo com Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) assinados com as concessionárias das rodovias, o não cumprimento dos cronogramas poderá acarretar até mesmo compensações tarifárias, ou seja, descontos nos pedágios. A fiscalização por parte da ANTT passará a ser mensal, com consolidação trimestral dos resultados dos operadores dessas estradas. "Caso ocorram atrasos na execução do plano de ação, segundo as regras dispostas no TAC, será aplicada, de forma bem mais rápida e direta, uma consequência que poderá ser observada por todos os usuários", afirma a ANTT em página na internet. Foram divulgados planos para a Autopista Planalto Sul (BR-116 entre Curitiba e a divisa do Paraná com Santa Catarina), Autopista Litoral Sul (BRs-116 e 376 entre a Curitiba e Florianópolis), Autopista Régis Bittencourt (BR-116 entre São Paulo e Curitiba), Autopista Fernão Dias (BR-381 entre a capital mineira e a paulista), Autopista Fluminense (BR101 entre Niterói, e a divisa do Rio com o Espírito Santo), Rodovia Transbrasiliana (BR153 entre a divisa de Minas Gerais com São Paulo e o limite paulista com o Paraná) e a Via Bahia (BRs-116 e 324 e BAs-526 e 528 entre Salvador e a divisa da Bahia com Minas). (Estadão Conteúdo)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sábado, 31 de agosto, e domingo e segunda-feira, 1 e 2 de setembro de 2013
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ECONOMIA - 31
conomia
Inflação na zona do euro arrefece Em agosto, os preços na região avançaram 1,3%, alta inferior ao 1,6% registrado em julho. O índice de sentimento econômico subiu de 92,5 para 95,2.
O
índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da zona do euro subiu 1,3% em agosto, na comparação com o mesmo mês do ano passado, abaixo da previsão de alta de 1,4%. A taxa preliminar para este mês divulgada pela Eurostat representa uma desaceleração na inflação anual, já que em julho a inflação foi de 1,6%. O núcleo do CPI, que exclui itens voláteis como alimentos e energia, subiu 1,1% na comparação anual. Os dados preliminares de agosto – especialmente o núcleo do CPI – permanecem abaixo da meta de inflação do Banco Central Europeu (BCE), de 2,0%, o que permite à autoridade monetária manter a taxa básica de juros em 0,5% ou abaixo disso por um "período prolongado". Já o número de desempregados na zona do euro caiu em 15 mil em julho, para 19,23 milhões, segundo dados da Eurostat. A leitura marcou a segunda queda consecutiva no número de desempregados. Contudo, a taxa de desemprego se manteve na máxima histórica de 12,1% em julho, pela Eurostat. A taxa de desemprego entre os jovens subiu para 24,0% em julho, de 23,9% em junho. Consequência de notícias como essas, o índice de sentimento econômico da zona do euro subiu para 95,2 em agosto, de 92,5 em julho, superando a previsão dos economistas consultados pela Dow Jones de alta para 93,7. Com isso o indicador atingiu o nível mais alto desde março de 2012. A confiança do consumidor aumentou para -15,6 em agosto, de -17,4 em julho, em linha com a previsão. O índice de clima para negócios avançou para -0,21, de -0,52, com alta na confiança do setor industrial para -7,9, de -10,6, e no setor de serviços para -5,3, de -7,8.(Estadão Conteúdo)
Brasileiro já é o novo diretor da OMC
R
oberto Azevedo tomou posse ontem como o sexto diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), para um mandato de quatro anos. Seu discurso inaugural só ocorrerá no próximo dia 9, quando haverá um encontro especial do Conselho Geral da OMC para recepcionar o brasileiro. A primeira aparição pública de Azevedo na liderança da OMC ocorrerá no seminário dos líderes do G-20 em São Petersburgo, de quinta-feira a sábado desta semana. De acordo com o site da entidade, Azevedo disse que a nona Conferência Ministerial é prioridade. A reunião ocorrerá em Bali no dia 6 de dezembro. "Acredito que um acordo pode ser alcançado, apesar do pouco tempo até Bali", afirmou, segundo o site da OMC. O embaixador venceu a disputa pelo comando da OMC contra o mexicano Herminio Blanco, em maio. Ele assume o lugar do francês Pascal Lamy. Azevedo já nomeou o chinês Yi Xiaozhun para a vice-diretoria pelo apoio dado pela China a sua eleição. Ele também nomeou um nigeriano, um alemão e um norte-americano como adjuntos. (Estadão Conteúdo)
SOFES–SOCIEDADE FRUTALENSE DE ENSINO SUPERIOR LTDA. CNPJ 06.054.269/0001-37 BALANÇO PATRIMONIAL–EXECÍCIOS FINDOS EM 31.12.2012 E 2011 - (em reais) Notas 2012 2011 Passivo Circulante 367.724 111.396 Obrigações a Curto Prazo Fornecedores – 7.062 Salários e encargos sociais a pagar – 7.062 Impostos Parcelados 367.724 104.334 Obrigações Tributárias 4 143.942 104.334 Outras Contas a Pagar 5 223.782 Empréstimos 962.740 974.716 Não Circulante 6 961.382 973.737 Exigível a Longo Prazo Impostos Parcelados 990.709 973.737 (29.327) - Patrimônio Líquido Capital Social 7 1.358 979 Lucros (Prejuízos) Acumulados 1.358 979 Prejuízo do Exercício 1.330.464 1.086.111 Total do Passivo e Patrimônio Líquido Demonstração das Mutações do Patrimonio Líquido–Exercícios Findo em 31.12.2012 e 2011 (em reais)
Ativo Circulante Disponível Caixa e Bancos Valores a Receber Contas a Receber Outras Contas a Receber Não Circulante Imobilizado Bens Corpóreos Tangíveis (-) Depreciação Acumulada Intangível Bens Incorpóreos Total do Ativo
Descrição Saldo em 31 de dezembro e 2010 Ajuste do Exercício Anterior Prejuízo do Exercício Retirada de Sócio Saldo em 31 de dezembro 2011 Lucro do Exercício Tranferência do Lucro Saldo em 31 de dezembro de 2012
Capital Social 200.000
Lucros (Prejuízos) Acumulados –
(80.000) 120.000
–
120.000
65.949 65.949
–
Notas
8 9 10 – 9 11
2012
2011
169.541 169.541 9.413 – 153.759 5.369 1.000 – 974.974 974.974 974.974 185.949 120.000 65.949 – 1.330.464
1.366.983 1.366.983 614.587 373.177 8.223 238.380 132.616 (280.872) 120.000 (400.872) 1.086.111
Lucro (Prejuízo) do Exercício 32.134 11.113 (444.120)
Total 232.134 11.113 (444.120)
(400.872) 466.822 (65.949) –
(280.872) 466.822 – 185.949
Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis em 31 de Dezembro de 2012 (em reais) 1. Contexto Operacional - A Sociedade tem como objetivo social organizar, incentivar e desenvolver o 4. Contas a Receber 2012 2011 ensino universitário de graduação e pós graduação, no país, promovendo estudos, pesquisas e extensão 50.820 104.334 no campo educacional e cultural, podendo criar e manter estabelecimentos ou cursos de nível supe- Mensalidades A Receber 92.999 rior de qualquer modalidade. 2. Apresentação das Demonstrações Contábeis - (a) Declaração de Acordos de Mensalidades a Receber 123 Conformidade. As demonstrações contábeis foram preparadas conforme as Normas Internacionais de Cheques a Receber 143.942 104.334 Relatório Financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e também, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais incluem as disposições da Lei das Sociedades por Ações, os Pronunciamentos, as Orientações e as Interpretações emitidas pelo Comitê 5. Outras Contas a Receber 2012 2011 de Pronunciamentos Contábeis (CPC). (b) Moeda Funcional e Moeda de Apresentação. As demonstrações contábeis são apresentadas em real (R$), que é a moeda funcional da Sociedade. (c) Uso de Gestão de Contratos 223.782 Expectativas ou Julgamentos. A preparação das demonstrações contábeis de acordo com as normas Sociedade Adm Gestão Patrimonial 223.782 IFRS e as normas CPC exige que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. Estimativas e premissas são revistas de uma 6. Imobilizado 2012 2011 maneira contínua. Revisões com relação a estimativas contábeis são reconhecidas no exercício em Custo Deprec. Acumulada Líquido Líquido que as estimativas são revisadas. 3. Principais políticas contábeis. (a) Apuração do Resultado.As conta/nomenclaura 26.602 (2.660) 23.942 25.221 receitas e despesas são apropriadas pelo regime de competência observando-se o critério de “liquidez e Móveis e Utensílios 21.630 (2.163) 19.467 10.980 natureza” financeira, incluindo os efeitos das variações monetárias computadas sobre ativos e passivos Máquinas e Equipamentos 4.009 (802) 3.207 109 indexados. (b) Instrumentos Financeiros. A Sociedade reconhece os recebíveis e depósitos na data em Computadores E Perifericos 39.011 (3.901) 35.110 37.969 que foram originados. Os ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido apresentado Acervo Bibliografico 13.736 (2.747) 10.989 13.736 no balanço patrimonial quando a sociedade tem o direito legal de compensar valores, ou tem a intenção Instalações 170.541 (17.054) 153.487 170.541 de liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. (c) Ativos Imóveis – 715.181 715.181 e Passivos financeiros não derivativos. Os passivos financeiros não derivativos estão representados Melhorias em Imoveis de Terceiros 715.181 990.709 (29.327) 961.382 973.737 por fornecedores, obrigações trabalhistas, sociais e tributárias e empréstimos. A Sociedade reconhece os ativos e passivos na data em que são originados ou na data de negociação na qual se torna uma Não foi possível para a Sociedade realizar o “Impairment test” no exercício de 2012, pois a mesma está parte integrante de disposições contratuais. A baixa dos passivos ocorre no momento em que suas efetuando um inventário patrimonial geral em seu ativo imobilizado. obrigações contratuais são encerradas, ou vencidas e liquidadas. São incluídos como ativos e passivos circulantes aqueles com prazo de vencimento não superior a 12 meses após a data de encerramento 7. Intangível 2012 2011 do balanço (após este prazo são classificados como ativos não circulantes). (d) Imobilizado. (i). RecoCusto Amortização Acumu. Líquido Líquido nhecimento e Mensuração - Itens do imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou conta/nomenclaura Logomarca 1.358 – 1.358 979 construção, deduzido de depreciação acumulada. O custo inclui gastos que são diretamente atribuíveis 1.358 – 1.358 979 à aquisição de um ativo. Quaisquer outros custos para colocar o ativo no local e condição necessários para que esses sejam capazes de operar da forma pretendida pela Administração. (ii). Depreciação 8. Salários e Encargos Sociais a pagar Itens do ativo imobilizado são depreciados pelo método linear baseado na vida útil econômica estimada 2012 2011 dos bens. Itens do ativo imobilizado são depreciados a partir da data em que são instalados e estão – 59.845 disponíveis para uso. Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais são revistos a Salários a Pagar Pro Labore 4.000 cada encerramento de exercício financeiro e eventuais ajustes reconhecidos como mudança de esti– 409.978 mativas contábeis. (e) Provisões. Uma provisão é reconhecida em função de um evento passado se INSS a Recolher – 137.295 a Sociedade tem uma obrigação legal ou construtiva que possa ser estimada de maneira confiável, FGTS a Recolher Contribuição Sindical a Recolher – 3.470 e a probabilidade de que recursos econômicos sejam exigidos para liquidar a obrigação. Os custos – 614.587 financeiros incorridos são registrados no resultado. (f) Politicas para distribuições de lucros. O lucro por quotas é calculado com base nas quantidades de quotas do capital social integralizado nas datas O valor de R$ 409.978 e 137.295, respectivamente de INSS e FGTS a recolher, foram incluídos no parcelamento conforme demonstrado na nota 9. das demonstrações contábeis. José Fernando Pinto da Costa - Diretor Presidente Aos Diretores da SOFES–SOCIEDADE FRUTALENSE DE ENSINO SUPERIOR LTDA. Examinamos as demonstrações contábeis da SOFES–SOCIEDADE FRUTALENSE DE ENSINO SUPERIOR LTDA que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis - A administração da Empresa é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis, com base em nossa auditoria, conduzidas de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja
Demonstração de Resultado–Exercícios findos em 31.12.2012 e 2011 - (em reais) 2012 2011 Receita Operacional Bruta 1.710.843 796.306 Receitas Operacionais 1.710.843 796.306 Prestação de Serviços 1.710.843 796.306 Lucro Operacional Bruto 1.710.843 796.306 Despesas (1.231.899) (1.437.742) Despesas Operacionais (1.231.899) (1.437.742) Pessoal (975.255) (1.239.526) Vendas (43.310) – Administrativas 73.988 (142.065) Alugueis e Locações (47.133) (56.151) Tributárias (210.520) – Depreciações e Amortizações (29.669) – Lucro (Prejuízo) Operacional Líquido 478.944 (641.436) Resultado Financeiro (12.122) 197.316 Despesas Financeiras (19.117) (7.944) Receitas Financeiras 6.995 205.260 Lucro (Prejuízo) Líquido do Exercício 466.822 (444.120) Demonstração do Fluxo de Caixa findo em 31.12.2012 e 2011 - (em reais) ATIVIDADES OPERACIONAIS 2012 Lucro (Prejuizo) do Exercício 466.822 Depreciação e Amortização 29.327 Variações nos Ativos e Passivos: Aumento em contas a receber (39.608) Aumento Outros Créditos (223.782) Aumento Fornecedores 9.413 Redução obrigações sociais e fiscais (614.587) Aumento Impostos Parcelados 755.556 Redução obrigações tributárias (2.854) Redução outras obrigações (237.380) Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas atividades operacionais 142.906 ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS Compras de imobilizado/ Redução de Caixa (17.352) Baixas do Ativo Imobilizado Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas atividades de investimentos (17.352) ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Empréstimos tomados Pagamentos de empréstimos/debêntures (132.616) Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas atividades de financiamentos (132.616) TOTAL (7.062) Aumento (redução) das disponibilidades Disponibilidades no início do exercício 7.062 Disponibilidades no final do exercício – Variação (7.062)
2011 (444.120) 85.557 15.539 205.590 (4.878) (62.242) (204.553) 205.590 205.590 1.037 6.025 7.062 1.037
9. Impostos Parcelados 2011 2012 Curto Prazo Longo Prazo Curto Prazo Longo Prazo 39.878 558.293 – – 113.881 416.681 373.177 – 153.759 974.974 373.177 – A Sociedade optou pelo parcelamento de débitos existentes junto a Previdência Social no âmbito da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional–PGFN e junto a Receita Federal do Brasil. Consolidados, os débitos foram deferidos para parcelamento entre 60 e 180 meses, com vencimento em outubro de 2024. Parcelamento–Lei 11.941/2009 Parcelamento INSS
10. Outras Contas a Pagar 2012 1.000 1.000
Acordos Trabalhistas a Pagar
2011 238.380 238.380
11. Capital Social O capital social é de R$ 120.000,00 totalmente subscrito e integralizado em moeda nacional, dividido em 120.000 quotas no valor nominal de R$ 1,00 cada uma, assim distribuídas: Sócio Quant. Quotas Valor–R$ % Partic. José Fernando Pinto da Costa 60.000 60.000,00 50% Cláudia Aparecida Pereira 60.000 60.000,00 50% 120.000 120.000,00 100% 12. Eventos Subsequentes A Sociedade de Ensino analisou os eventos subsequentes até 18 de agosto de 2013, que é a data de entrega da Carta da Gerência pela Diretoria da sociedade.
Carlos Roberto Fonseca - Contador - CRC 1SP 101.395/0-1
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Empresa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Empresa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Base para Opinião com Ressalva - Conforme comentado nas notas explicativas No. 6, a Associação
está providenciando o levantamento dos bens do ativo imobilizado e seus respectivos valores justos. Opinião - Em nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos que poderão advir dos assuntos comentados no parágrafo base para opinião com ressalva, as demonstrações contábeis acima referidas, quando lidas em conjunto com as notas explicativas que as acompanham, apresentam adequadamente, em seus aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do SOFES–SOCIEDADE FRUTALENSE DE ENSINO SUPERIOR LTDA. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase - Demonstrações Contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2011, apresentadas para fins comparativos não foram auditadas por Auditores Independentes. São Paulo, 18 de agosto de 2013. ETAE AUDITORES INDEPENDENTES CRC-SP Nº 2SP010138/O-8 TUNEO ONO - Contador - CRC-SP Nº 1SP098699/O-9
OSAEC - ORGANIZAÇÃO SANTO ANDREENSE DE EDUCAÇÃO E CULTURA S/A LTDA. CNPJ nº 44.188.506/0001-41
Ativo Circulante Disponivel Bancos Conta Movimento Contas a Receber Mensalidades a Receber Acordos de Mensalidades a Receber Não Circulante Imobilizado Bens Corpóreos Tangíveis (-) Depreciação Acumulada Intangível Bens Incorpóreos (-) Amortização Acumulada Total do Ativo
BALANÇO PATRIMONIAL - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 - (em reais) Notas 2012 2011 Passivo 8.526.603 802 Circulante 852 802 Obrigações A Curto Prazo 4 852 802 Impostos Parcelados 8.525.751 Provisões de Férias e Encargos 5 7.910.316 Provisão para Contingências 5 615.436 - Patrimônio Líquido 152.921 254.943 Capital Social 6 152.921 238.346 Prejuizos Acumulados 1.342.297 1.313.217 (1.189.376) (1.074.871) 7 – 16.597 658.692 658.692 (658.692) (642.094) 8.679.525 255.745 Total do Passivo e Patrimonio Líquido
DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 - (em reais) Notas 8 9 10 11 –
2012 6.762.969 6.762.969 27.991 1.895.508 4.839.469 1.916.556 1.916.556 (1.660.811)
2011 255.745 1.916.556
8.679.525
255.745
DEMONSTRAÇÃO DE MUTAÇÃO DO PATRIMONIO LÍQUIDO - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 - (em reais) Descrição Saldo em 31.12.2010 Prejuizo do Exercício Saldo em 31.12.2011 Lucro do Exercício Tranferência para Reserva de Lucro Realização do Lucro Saldo em 31.12.2012
Capital Social 1.916.556
Reserva de lucro –
1.916.556
–
1.916.556
6.338.587 (6.338.587) –
Lucros (Prejuízos) Acumulados (1.506.630) (154.181) (1.660.811) 7.999.398 (6.338.587) –
Total 409.926 (154.181) 255.745 7.999.398 – (6.338.587) 1.916.556
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 31 DE DEZEMBRO DE 2012 - (em reais) (d) Imobilizado 1. Contexto Operacional A Sociedade tem como objeto social criar, instalar, manter e administrar estabelecimentos de ensino em (i). Reconhecimento e Mensuração todos os níveis na prestação de serviços de educação superior – graduação, pós-graduação e extensão, Itens do imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção, deduzido de educação infantil e pré-escola, ensino fundamental e médio, educação profissional de nível técnico e depreciação acumulada. tecnológico, treinamento em desenvolvimento profissional e gerencial, cursos ligados às artes, culturas O custo inclui gastos que são diretamente atribuíveis à aquisição de um ativo. e preparatórios de concursos e outras atividades de ensino não especificadas. Alugueis de imóveis, Quaisquer outros custos para colocar o ativo no local e condição necessários para que esses sejam automóveis sem motoristas, máquinas e equipamentos para escritórios, inclusive computadores e capazes de operar da forma pretendida pela Administração. (ii). Depreciação material telefônico. Itens do ativo imobilizado são depreciados pelo método linear baseado na vida útil econômica estimada 2. Apresentação das Demonstrações Contábeis dos bens. Itens do ativo imobilizado são depreciados a partir da data em que são instalados e estão (a) Declaração de Conformidade As demonstrações contábeis foram preparadas conforme as Normas Internacionais de Relatório Finan- disponíveis para uso. ceiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e também, de acordo com (e) Provisões as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais incluem as disposições da Lei das Sociedades por Uma provisão é reconhecida em função de um evento passado se a Sociedade tem uma obrigação Ações, os Pronunciamentos, as Orientações e as Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronuncia- legal ou construtiva que possa ser estimada de maneira confiável, e a probabilidade de que recursos econômicos sejam exigidos para liquidar a obrigação. Os custos financeiros incorridos são registrados mentos Contábeis (CPC). no resultado. (b) Moeda Funcional e Moeda de Apresentação As demonstrações contábeis são apresentadas em real (R$), que é a moeda funcional da Organização. (f) Politicas para distribuições de dividendos O lucro por quotas é calculado com base nas quantidades de quotas do capital social integralizado nas (c) Uso de Expectativas ou Julgamentos A preparação das demonstrações contábeis de acordo com as normas IFRS e as normas CPC exige datas das demonstrações contábeis. que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas 4. Bancos Conta Movimento 2012 2011 contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem Bancos Conta Movimento 852 802 divergir dessas estimativas. Estimativas e premissas são revistas de uma maneira contínua. Revisões com relação a estimativas 5. Contas a Receber 2012 2011 contábeis são reconhecidas no exercício em que as estimativas são revisadas. Mensalidades A Receber 7.910.316 3. Principais políticas contábeis Acordos de Mensalidades a Receber 615.436 (a) Apuração do Resultado 8.525.751 As receitas e despesas são apropriadas pelo regime de competência observando-se o critério de “liquidez e natureza” financeira, incluindo os efeitos das variações monetárias computadas sobre ativos e 6. Imobilizado % Custo Depreciação Líquido passivos indexados. (b) Instrumentos Financeiros Depreciação corrigido acumulada 2012 2011 Os ativos ou passivos financeiros são compensados e o valor líquido apresentado no balanço patrimonial Móveis e Utensílios 10% 104.631 (66.240) 38.391 48.854 quando a Sociedade tem o direito legal de compensar os valores ou tem a intenção de liquidar em uma Acervo Biliográfico 10% 267.748 (179.389) 88.358 115.133 base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. Laboratorio 20% 29.080 (2.908) 26.172 (c) Passivos financeiros não derivativos Instalações 10% 940.838 (940.838) – 74.359 Os passivos financeiros não derivativos da Sociedade compreendem as contingências fiscais e traba1.342.297 (1.189.376) 152.921 238.346 lhistas e outras contas a pagar. 7. Intangível A sociedade reconhece os passivos na data em que são originados e na data de negocia% Custo Depreciação Líquido ção na qual se torna uma das partes integrantes de disposições contratuais. A sociedade Depreciação corrigido acumulada 2012 2011 baixa os passivos quando suas obrigações contratuais são encerradas, ou vencidas e Softwares 20% 658.692 (658.692) – 16.597 liquidadas. 658.692 (658.692) – 16.597 São incluídos como ativos e passivos circulantes aqueles com prazos de vencimento não superior a 8. Impostos Parcelados 12 meses após a data de encerramento do balanço (após esta data são classificados como ativos não 2012 2011 circulantes). Parcelamento - Lei nº 11.941/09 a Pagar 27.991 José Fernando Pinto da Costa - Diretor Presidente
Carlos Roberto Fonseca - Contador - CRC 1SP 101.395/O-1
Aos Diretores e Cotistas da OSAEC - ORGANIZAÇÃO SANTO ANDREENSE DE EDUCAÇÃO E CULTURA S/S LTDA. Examinamos as demonstrações contábeis da OSAEC - ORGANIZAÇÃO SANTO ANDREENSE DE EDUCAÇÃO E CULTURA S/S LTDA, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Empresa é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis, com base em nossa auditoria, conduzidas de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.
Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Empresa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Empresa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Base para opinião com ressalva Os Valores demonstrados na Provisão para Contingências, conforme nota explicativa Nº 10 estão e fase de conciliação. O aumento de Capital, conforme alteração contratual, mencionado na nota explicativa Nº 11, não está refletido contabilmente.
2012 2011 26.990.245 1.129.297 26.990.245 1.129.297 27.396.467 1.129.297 (406.222) – 26.990.245 1.129.297 (19.028.351) (1.282.346) (19.028.351) (1.282.346) (5.977.714) (710.772) (1.565) – (1.352.874) (348.188) (745.298) (69.011) (126.228) (209) (131.102) (154.165) (10.693.569) – 7.961.894 (153.049) (12.377) (1.132) (12.377) (1.132) 49.881 – 49.881 – 49.881 – 7.999.398 (154.181)
Receita Operacional Bruta Receitas Operacionais Prestação de Serviços Diversas Lucro Operacional Bruto Despesas Despesas Operacionais Pessoal Vendas Administrativas Alugueis e Locações Tributárias Depreciações e Amortizações Despesas Eventuais Lucro Operacional Líquido Resultado Financeiro Despesas Financeiras Receitas Não Operacionais Receitas Não Operacionais Receitas Eventuais Lucro Líquido do Exercício
DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - EXERCICIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011- (em reais) ATIVIDADES OPERACIONAIS Lucro (Prejuizo) do Exercício Destinação do Lucro Ajuste do Exercicio Anterior Depreciação e Amortização Variações nos Ativos e Passivos: (Aumento) redução em contas a receber (Aumento) redução Outros Créditos Aumento (redução) Fornecedores Aumento (redução) obrigações sociais e fiscais Aumento (redução) Receita a Apropriar ou Depsesas Antecipadas Aumento (redução) outras obrigações = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas a. operacionais ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS Compras de imobilizado/ Redução de Caixa Baixas do Ativo Imobilizado = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas a. de investimentos ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Empréstimos tomados Pagamentos de empréstimos/debêntures = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas a. de financiamentos TOTAL Aumento (redução) das disponibilidades Disponibilidades no início do exercício Disponibilidades no final do exercício Variação
2012 7.999.398 (6.338.587) – 131.102 – (8.525.751) – – 1.923.499 – – (4.810.339)
2011 (154.181)
(29.080) – (29.080)
–
4.839.469 – 4.839.469 50
– – – (16)
802 852 50
818 802 (16)
– 154.165 – – – – – – – (16)
–
9. Provisão de Férias e Encargos 2012 2011 Provisão de Férias e Encargos 1.895.508 O valor da provisão de férias corresponde ao total de 1 (um) mês da folha de pagamento da Sociedade. O encargo do FGTS foi calculado em 8% (oito por cento) sobre essa folha de pagamento. 10. Provisões para Contingências 2012 2011 Ações Trabalhistas 2.016.760 Ações Civeis 2.822.710 4.839.469 Está em andamento a conciliação dos valores que compõem o saldo da conta provisão para contingências - ações trabalhistas e ações cíveis. 11. Capital Social O Capital social é de R$ 2.204.244,00 totalmente subscrito e integralizado em moeda nacional, dividido em 2.204.244 quotas no valor nominal de R$ 1,00 cada uma, assim distribuídas: Sócio José Fernando Pinto da Costa UNIESP - União das Instituições Educacionais do Estado de São Paulo Ltda.
Quant. Quotas 1.102.122
Valor - R$ 1.102.122,00
% Partic. 50%
1.102.122 2.204.244
1.102.122,00 2.204.244,00
50% 100%
Conforme instrumento particular de alteração do contrato social de 16 de dezembro de 2009 os sócios aprovaram o aumento do capital da sociedade no valor de R$ 287.688,00 passando de R$ 1.916.556,00 para R$ 2.204.244,00. O referido aumento não esta refletido contabilmente. 12. Eventos Subsequentes A Sociedade de ensino analisou os eventos subsequentes até 14 de junho de 2013 que é a data de entrega da carta da gerência pela diretoria da sociedade.
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Opinião Em nossa opinião, exceto pelo aumento de Capital não contabilizado e pelos possíveis efeitos que poderão advir da Provisão para Contingências mencionado no parágrafo base para opinião com ressalva, as demonstrações contábeis acima referidas, quando lidas em conjunto com as notas explicativas que as acompanham, apresentam adequadamente, em seus aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da OSAEC - ORGANIZAÇÃO SANTO ANDREENSE DE EDUCAÇÃO E CULTURA S/S LTDA em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase Demonstrações Contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2011, apresentadas para fins comparativos não foram auditadas por Auditores Independentes. São Paulo, 14 de Junho de 2013. ETAE AUDITORES INDEPENDENTES - CRC-SP Nº 2SP010138/O-8 TUNEO ONO - Contador - CRC-SP Nº 1SP098699/O-9
DIÁRIO DO COMÉRCIO
32 -.ECONOMIA
sábado, 31 de agosto, e domingo e segunda-feira, 1 e 2 de setembro de 2013
PREFEITURA MUNICIPAL DE PINDAMONHANGABA
ABERTURA DE EDITAL RESUMIDO PREGÃO Nº 149/2013 A Prefeitura torna público que se acha aberto no Depto. de Licitações e Compras, sito na Av. N. Sra. do Bom Sucesso, n° 1.400, Bairro Alto do Cardoso, o PP nº 149/ 13, que cuida da “Contratação de empresa especializada em serviços de manutenção, com fornecimento de peças para o trator de esteiras New Holland – Modelo D130 – Ano 2005, pertencente à frota municipal, atendendo a solicitação da Secretaria de Obras e Serviços desta municipalidade”, com encerramento dia 11/09/13, às 14h, e abertura às 14h30. O edital estará disponível no site www.pindamonhangaba.sp.gov.br. e maiores informações poderão ser obtidas no endereço supra das 8h às 17h ou através do tel.: (12) 3644-5600. Pindamonhangaba, 30 de agosto de 2013. PREGÃO Nº 151/2013 A Prefeitura torna público que se acha aberto no Depto. de Licitações e Compras, sito na Av. N. Sra. do Bom Sucesso, n° 1.400, Bairro Alto do Cardoso, o PP nº 151/ 13, que cuida da “Aquisição de materiais de serralheria (alambrado, tubo, cantoneira) a serem utilizados em obras de manutenção no Distrito de Moreira César”, com encerramento dia 12/09/13, às 8h, e abertura às 8h30. O edital estará disponível no site www.pindamonhangaba.sp.gov.br. e maiores informações poderão ser obtidas no endereço supra das 8h às 17h ou através do tel.: (12) 3644-5600. Pindamonhangaba, 30 de agosto de 2013. PREGÃO Nº 152/2013 A Prefeitura torna público que se acha aberto no Depto. de Licitações e Compras, sito na Av. N. Sra. do Bom Sucesso, n° 1.400, Bairro Alto do Cardoso, o PP nº 152/ 13, que cuida da “Aquisição de filtros automotivos a serem aplicados nas viaturas e máquinas pertencentes a esta municipalidade”, com encerramento dia 12/09/13, às 14h, e abertura às 14h30. O edital estará disponível no site www.pindamonhangaba.sp.gov.br. e maiores informações poderão ser obtidas no endereço supra das 8h às 17h ou através do tel.: (12) 3644-5600. Pindamonhangaba, 30 de agosto de 2013.
FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL Conforme informação da Distribuição Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, foram ajuizados no dia 30 de agosto de 2013, na Comarca da Capital, os seguintes pedidos de falência, recuperação extrajudicial e recuperação judicial:
PREFEITURA DA ESTÂNCIA BALNEÁRIA DE MONGAGUÁ/SP AVISO DE EDITAL Acha-se aberto, na Prefeitura da Estância Balneária de Mongaguá, o Edital do Pregão Presencial nº 038/ 2013, Processo nº 105/2013, cujo Registro de Preços para o fornecimento parcelado de uniformes para os funcionários da SAMU, fardamento para os funcionários da Diretoria de Segurança Municipal, (Guarda Civil Municipal, Vigias e Bolsa Auxílio) e Fardamento para os funcionários da Diretoria de Trânsito (Semutran) da Prefeitura de Mongaguá, pelo período de 12 (doze) meses, conforme descrição e quantidades constante do Anexo I – Termo de Referência, visando aquisições futuras pelo órgão interessado. O Início da sessão de lances dar-se-á às 09h30min do dia 16/09/2013. O edital encontra-se à disposição dos interessados, no endereço eletrônico www.mongaguá.sp.gov.br, através do aplicativo “Licitações” Pregão Presencial. Esclarecimento, contato: telefone (13) 3445-3067, telefax (13) 34453082 – Fátima Aparecida Machado - Autoridade Competente.
PREFEITURA DA ESTÂNCIA BALNEÁRIA DE MONGAGUÁ/SP AVISO DE EDITAL Acha-se aberto na Prefeitura da Estância Balneária de Mongaguá o Pregão Presencial nº 037/2013, Objeto: Aquisição de Materiais para curso de Bijuteria - Projeto Girassol - Recriar - Conviver (Convênio Estadual), Materiais para Bordar Chinelo - Projeto Girassol - Conviver, Tecidos - Projeto Girassol Conviver (Convênio Estadual), e Materiais para Curso de Cabeleireiro - (Recurso Federal), para serem utilizados pela Diretoria de Assistência Social, para desenvolvimento de curso profissionalizante, com entrega única no prazo de até 30 (trinta) dias, conforme descrição e quantidades constantes do Anexo I - Termo de Referência do edital. O Início da sessão de lances dar-se-á às 09h30min, do dia 13 de Setembro de 2013. O edital na íntegra encontra-se à disposição dos interessados, no endereço eletrônico www.mongagua.sp.gov.br, através do aplicativo Licitações Pregão Presencial Ata Registro de Preços. Para qualquer esclarecimento, entrar em contato pelos telefones (13) 3445-3067 – 34453082, e pelo e-mail licitacao@mongagua.sp.gov.br – Salim Issa Salomão – Autoridade Competente.
PREFEITURA DA ESTÂNCIA BALNEÁRIA DE MONGAGUÁ/SP
COMPANHIA DE HABITAÇÃO DA BAIXADA SANTISTA - COHAB-ST
AVISO Processo nº 106/2013 - Pregão Presencial nº 034/2013, objeto Registro de Preços para Contratação de empresa para Locação de Veículos 0km, com seguro completo, manutenção corretiva e preventiva e rastreador com bloqueador, pelo período de 12 (doze) meses, conforme Anexo I. Alteração do Anexo I do Edital, Lote Único, nos Itens 01, 02, 03, e 07, Onde se lê: Ano de Fabricação não inferior a 2012. Leia-se: Veículos 0km, e nos Itens 04, 05, e 06, Onde se lê: Ano de Fabricação não inferior a 2008. Leia-se: Veículos 0km. A Abertura Marcada para o dia 09/09/2013, às 09h30min, fica adiada para o dia 12/09/2013 às 09h30min - Autoridade Competente.
C.N.P.J. 58.158.635/0001-00 COMUNICADO A Companhia de Habitação da Baixada Santista COHAB-ST, situada na Praça dos Andradas nº 12, 5º Andar - Centro - Santos, CEP 11.010-904, comunica: Tomada de Preços Nº 004/2013. Processo Nº 0151/2013. Objeto: Contratação de empresa de engenharia para execução das obras no Conjunto Habitacional Vila Pelé II compreendendo a execução de muro no entorno do conjunto habitacional com portões de acesso de veículos e pedestres, com extensão de linha para interfones, fornecimento e instalação de sensores de presença com cabeamento nas edificações e retirada de minuterias existentes em todos os 24 blocos. Abertura Redesignada para: 18/09/2013 às 15:00 horas, no local supramencionado. Santos, 29 de agosto de 2013. Helio Hamilton Vieira Junior. Diretor Presidente.
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO
CNPJ/MF nº 43.368.422/0001-27 - NIRE 35.300.377.095 Ata da Assembleia Geral Extraordinária realizada em 22/7/2013 Data, Hora e Local: 22/7/13, 11hs, na sede. Convocação e Presença: Dispensada, diante da presença da totalidade do capital social. Mesa: Pres.: Julio Eduardo Simões e Secr.: José Henrique Bravo Alves. Deliberações: Após análise e discussão da matéria constante da Ordem do Dia, os acionistas deliberaram, por unanimidade de votos, aprovar a nomeação do Sr. Gilmar Aparecido da Silva, RG nº 20.741.621-7 SSP/SP e CPF/MF nº 169.093.368-28, para o cargo de Dir.Vice-Presidente Administrativo e Financeiro da Cia., com mandato até 10/08/2015, cargo esse até então desempenhado, em cumulação, pelo Dir. Presidente, passando, pois, a nova Diretoria a ser composta da seguinte forma: Cargo-Ocupante-Prazo Mandato: Dir. Pres.-Sr. Julio Eduardo Simões-10/08/2015; Dir.Vice-Pres. Comercial-Sr. José Henrique Bravo Alves-10/08/2015; Dir.Vice-Pres. Operacional e de Manutenção-Sr. Julio Eduardo Simões (cumulação)-10/08/2015;Dir.Vice-Pres.Administrativo e Financeiro-Sr.Gilmar Aparecido da Silva-10/08/2015. Encerramento:Nada mais.Assinaturas:Julio Eduardo Simões (pres.da mesa e acionista), José Henrique Bravo Alves (secr.), Maria Fernanda Simões, Julio Eduardo Simões Filho e Marina Simões.Guarulhos, 22/7/2013.Julio Eduardo Simões-Presidente e José Henrique Bravo Alves-Secretário.Jucesp nº 319.947/13-0 em 21/08/2013.Gisela S.Ceschin-Secretária Geral.
Locar Guindastes e Transportes Intermodais S.A.
AVISO DE LICITAÇÃO Pregão nº 043/2013 - Processo nº 320/2013 Acha-se aberto, no Ministério Público do Estado de São Paulo, o Pregão Presencial nº 043/2013 - Processo nº 320/2013, que tem por objeto a contratação de seguro para veículos pertencentes à frota desta Instituição tendo cobertura destinada a 28 (vinte e oito) veículos. O Edital da presente licitação encontra-se à disposição dos interessados, gratuitamente, na Comissão Julgadora de Licitações, situada na Rua Riachuelo nº 115, 5º andar, sala 506, de 2ª a 6ª feira, das 09:30 às 18:30 horas, ou através da Internet nos Sites www.mp.sp.gov.br e www.e-negociospublicos.com.br. Os envelopes serão recebidos na sessão pública de processamento do Pregão, na Rua Riachuelo nº 115, na Rua Riachuelo nº 115, 9º andar, sala 926, no dia 13/09/2013, e sua abertura dar-se-á às 11:00 horas no mesmo dia e local. Comissão Julgadora de Licitações, em 29 de agosto de 2013.
DECLARAÇÃO À PRAÇA CAMILA DE LIMA ETTINGER, CPF 356.668.308-64 E RG. 45965426-3, comunica a perda/extravio do Contrato da FIES nº. 21.4070.185.0003786-03, firmado em 10/07/2009 com a Caixa Econômica Federal e a Faculdade Santa Marcelina. B.O. 215057/2013 e 914376/2013.
Requerente: Jobinvest Fomento Mercantil Ltda. Requerido: Cooperdisc Editorial Log Ltda. Rua Galeno de Castro, 181 – Jurubatuba - 2ª Vara de Falências. Requerente: Jobinvest Fomento Mercantil Ltda. Requerido: BRTEC Equipamentos de Telecomunicações Ltda. Rua Correia de Melo, 84 - 4° Andar Sala 401 – Bom Retiro - 2ª Vara de Falências. Requerente: Trindade Locações e Serviços Ltda. Requerido: Montreadriano Engenharia e Construção S/A do Brasil. Alameda Lorena, 800 - Conjunto 1.306 – Jardim Paulista - 1ª Vara de Falências. Requerente: Banco Safra S/A. Requerido: Maiori Operadora Logística Importação e Exportação Ltda. ME. Rua Amadis, 500 - Galpão 3 – Vila Independência -1ª Vara de Falências. Requerente: Aro Fomento Mercantil Ltda. Requerido: Video Page Comunicação Ltda. Rua Alvaro Annes, 46 - 5° Andar, Conjuntos 51 e 58 – Pinheiros 1ª Vara de Falências. Requerente: Instituto de Gennaro Ltda. - Autofalência. Requerido: Instituto de Gennaro Ltda. – Autofalência Rua Barra do Tibaji, 1058 – Bom Retiro - 1ª Vara de Falências. Recuperação Judicial Requerente: Covaza Comércio de Impressão e Representação de Etiquetas Ltda. Requerido: Covaza Comércio de Impressão e Representação de Etiquetas Ltda. Rua Teresina, 167 – Vila Bertioga - 2ª Vara de Falências. Requerente: Piccilli Logística
RB Capital Commercial Properties S.A.
Ltda.Requerido: Piccilli Logística
NIRE 35.300.349.555 - CNPJ/MF nº 09.272.156/0001-04 Ata da Assembleia Geral Extraordinária Realizada em 01 de Maio de 2013 às 10hs CERTIDÃO: Certifico o Registro na Junta Comercial do Estado de São Paulo nº 319.916/13-3 em 21.08.13. Gisela Simiema Ceschin - Sec. Geral.
Tatuapé - 1ª Vara de Falências.
CNPJ nº 01.194.051/0001-64 Demonstração de Resultado dos Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - (em reais) 2012 2011 Receita Operacional Bruta 14.573.687 10.310.138 Receitas Operacionais 14.573.687 10.310.138 12 Prestação de Serviços 14.573.687 10.310.138 13 Deduções (1.657.534) (615.603) 14 ( - ) Prouni (1.054.794) (615.603) 15 ( - ) Bolsa Uniesp (602.740) Lucro Bruto 12.916.153 9.694.535 2.016.520 Despesas (6.482.970) (6.533.287) 16 Despesas Operacionais (6.482.970) (6.533.287) 14 2.016.520 Pessoal (1.869.041) (3.050.610) 100.000 107.203 Encargos Sociais (190.635) (1.475.372) 17 100.000 100.000 Vendas (27.919) (15.256) 7.203 Administrativas (4.087.734) (1.514.033) Alugueis e Locações (162.836) (3.910) Tributárias (93.812) (443.076) Depreciações e Amortizações (50.994) (31.030) Lucro Operacional Líquido 6.433.183 3.161.248 Resultado Financeiro (12.550) (1.105.015) Despesas Financeiras (12.550) (1.116.451) 2.254.580 3.402.676 Receitas Financeiras 11.436 Demonstração de Mutação do Patrimonio Líquido - Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - (em reais) Receitas Não Operacionais (1.619.824) Receitas Não Operacionais (2.625.653) Descrição Capital Social Reserva de Lucro Lucros (Prejuízos) Acumulados Total Despesas Eventuais 1.005.829 Saldo em 31.12.2010 100.000 (2.026.157) (1.926.157) Ajuste do Exercício Anterior (22.873) (22.873) Lucro Líquido do Exercício 4.800.809 2.056.233 Lucro do Exercício 2.056.233 2.056.233 Demonstração do Fluxo de Caixa - Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - (em reais) 107.203 ATIVIDADES OPERACIONAIS 2012 2011 Saldo em 31.12.2011 100.000 7.203 107.203 Lucro do Exercício 4.800.809 4.800.809 Lucro (Prejuizo) do Exercício 4.800.809 2.056.233 Transferência para Reserva do Lucro 4.808.012 (4.808.012) Destinação do Lucro (4.808.012) Realização do Lucro (4.808.012) (4.808.012) Ajuste do Exercicio Anterior (22.873) Saldo em 31.12.2012 100.000 100.000 Depreciação e Amortização 46.233 23.276 Notas Explicativas - Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 - (em reais) Variações nos Ativos e Passivos: 2012 2011 (Aumento) redução em contas a receber 1.847.160 (2.912.732) 1. Contexto Operacional - A Sociedade, oriunda da Sociedade Mantenedora de Ensino Superior de 4.993 1.243 Mirassol, tem como objeto social, organizar, manter e desenvolver direta ou indiretamente a educação Bancos conta Movimento (Aumento) redução Outros Créditos (688.869) (10.527) 4.993 1.243 e a instrução em nível de educação básica e superior, inclusive envolvendo o ensino, a pesquisa e a Aumento (redução) Fornecedores (53.017) extensão. Promover o treinamento profissional, a prestação de serviços educacionais e para educacio- 5. Contas a Receber Aumento (redução) obrigações sociais e fiscais (711.143) 490.316 nais, a tecnologia educacional, a editoração e outras formas de consecução da Educação, diretamente 2012 2011 Aumento (redução) Receita a Apropriar ou Depsesas Antecipadas a comunidade ou através de instituições as quais se associe. Estimular a investigação, a pesquisa e a Mensalidades a Receber 1.022.730 2.912.732 Aumento (redução) outras obrigações difusão da cultura científica, técnica e artística. 2. Apresentação das Demonstrações Contábeis - (a) Acordos de Mensalidades a Receber 35.443 = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas a. operacionais 486.177 (429.324) Declaração de Conformidade: As demonstrações contábeis foram preparadas conforme as Normas Conta Transitoria 7.400 ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board 1.065.572 2.912.732 Compras de imobilizado/ Redução de Caixa (52.678) (IASB), e também, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil as quais incluem as disposi- 6. Despesas Antecipadas Baixas do Ativo Imobilizado ções da Lei das Sociedades por Ações, os Pronunciamentos, as Orientações e as Interpretações emitidas 2012 2011 pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). (b) Moeda Funcional e Moeda de Apresentação: Outras despesas antecipadas (52.678) 80.174 = Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas a. de investimentos As demonstrações contábeis são apresentadas em real (R$), que é a moeda funcional da Sociedade. (c) 7. Gestão de Contratos ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Uso de Expectativas ou Julgamentos: A preparação das demonstrações contábeis de acordo com as 2012 2011 Empréstimos tomados (429.750) normas IFRS e as normas CPC exige que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas Sociedade Adm e Gestão 769.044 Pagamentos de empréstimos/debêntures (429.750) que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e O valor esta representado por adiantamentos realizados pela Sociedade Administradora e Gestão Patri= Disponibilidades líquidas geradas (aplicadas) nas a. de financiamentos (429.750) (429.750) despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. Estimativas e premissas são revistas monial Ltda, que é gestora dos recursos financeiros da sociedade. TOTAL 3.750 425 de uma maneira contínua. Revisões com relação a estimativas contábeis são reconhecidas no exercício 8. Depósitos Judiciais Aumento (redução) das disponibilidades em que as estimativas são revisadas. 3. Principais políticas contábeis - (a) Apuração do Resultado 2012 2011 Disponibilidades no início do exercício 1.243 818 As receitas e despesas são apropriadas pelo regime de competência observando-se o critério de “liquiDepósitos Judiciais 23.577 23.577 Disponibilidades no final do exercício 4.993 1.243 dez e natureza” financeira, incluindo os efeitos das variações monetárias computadas sobre ativos e Depósito Recursal 5.000 5.000 passivos indexados. (b) Instrumentos Financeiros: A sociedade reconhece os empréstimos, recebíveis 3.750 425 28.577 28.577 Variação e depósitos na data em que foram originados. Os ativos ou passivos financeiros são compensados e o 2012 2011 valor líquido apresentado no balanço patrimonial quando a sociedade tem o direito legal de compen- O Departamento Jurídico da Sociedade está empenhado no levantamento dos depósitos judiciais. Contribuições Sociais 262.167 2012 2011 sar os valores, ou tem a intenção de liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o 18.708 18.708 14. Impostos Parcelados passivo simultaneamente. (c) Passivos financeiros não derivativos: A sociedade tem os seguintes Participação Societária 2012 2011 passivos financeiros não derivativos: empréstimos e financiamentos, fornecedores e outras contas a A contabilidade está realizando levantamento para identificar a que se referem os investimentos. Curto Prazo Longo Prazo pagar. A sociedade reconhece os passivos na data em que são originados ou nas datas de negocia- 10. Imobilizado Parcelamento - Lei nº 11.941/09 138.060 2.016.520 % Custo Depreciação Líquido ção na qual a Sociedade se torna parte integrante de disposições contratuais. A sociedade baixa os A Sociedade optou pelo parcelamento de débitos existentes junto a Previdência Social no âmbito da Deprec. corrigido acumulada 2012 2011 Procuradoria Geral da Fazenda Nacional - PGFN e junto a Receita Federal do Brasil. Consolidados, os passivos quando tem suas obrigações contratuais encerradas ou vencidas e liquidadas. São incluídos 10% 13.515 (2.703) 10.812 12.164 débitos foram deferidos para parcelamento em até 180 meses, com vencimento em 2024. como ativos e passivos circulantes aqueles com prazo de vencimento não superior a 12 meses após a Móveis E Utensílios 10% 114.149 (22.830) 91.320 102.734 15. Empréstimos e Financiamentos data de encerramento do balanço (após essa data são classificados como ativos não circulantes). (d) Acervo Bibliografico 20% 52.678 (2.634) 50.044 2012 2011 Imobilizado: (i). Reconhecimento e Mensuração: Itens do imobilizado são mensurados pelo custo Veículos 4% 5.382 (753) 4.629 5.167 Empréstimos - 429.751 histórico de aquisição ou construção, deduzido de depreciação acumulada. O custo inclui gastos que são Melhorias em Imóveis de Terceiros 20% 48.271 (19.308) 28.962 38.617 16. Obrigações Sociais diretamente atribuíveis à aquisição de um ativo. Quaisquer outros custos para colocar o ativo no local e Computadores 2012 2011 4% 200.000 (20.000) 180.000 200.000 condição necessários para que esses sejam capazes de operar da forma pretendida pela Administração. Imóveis - 2.210.924 433.995 (68.229) 365.767 358.681 Obrigações Sociais (ii). Depreciação: Itens do ativo imobilizado são depreciados pelo método linear baseado na vida útil Os valores correspondentes a estas obrigações sociais foram objeto de parcelamento, conforme econômica estimada dos bens. Itens do ativo imobilizado são depreciados a partir da data em que são 11. Intangível demonstrado na nota 14 – Impostos Parcelados. 17. Capital Social - O capital social é de R$ instalados e estão disponíveis para uso. Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais % Custo Depreciação Líquido serão revistos a cada encerramento de exercício financeiro e eventuais ajustes reconhecidos como Deprec. corrigido acumulada 2012 2011 100.000,00 totalmente subscrito e integralizado em moeda nacional, dividido em 100.000,00 quotas no valor nominal de R$ 1,00 cada uma, assim distribuídas: mudança de estimativas contábeis. (e) Provisões: Uma provisão é reconhecida em função de um evento Softwares 20% 3.200 (1.280) 1.920 2.560 Sócio Quatista Quant. Quotas Valor - R$ % passado se a Sociedade tem uma obrigação legal ou construtiva que possa ser estimada de maneira 3.200 (1.280) 1.920 2.560 Claudia Aparecida Pereira 50.000 50.000,00 50 confiável e a probabilidade de que recursos econômicos sejam exigidos para liquidar a obrigação. Os 12. Obrigações Tributarias José Fernando Pinto da Costa 50.000 50.000,00 50 custos financeiros incorridos são registrados no resultado. (f) Politicas para distribuições de dividen2012 2011 1.000.000 1.000.000,00 100 dos: O lucro por quotas é calculado com base nas quantidades de quotas do capital social integralizado Obrigações Fiscais 392.632 18. Eventos Subsequentes - A Sociedade de ensino analisou os eventos subsequentes até 14 de junho nas datas das demonstrações contábeis.4. Bancos Conta Movimento 13. Obrigações Sociais de 2013 que é a data de entrega da carta da gerência pela diretoria da sociedade. Balanço Patrimonial - Exercícios Findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 - (em reais) Notas 2012 2011 Passivo 1.839.608 2.994.150 Circulante 4.993 1.243 Obrigações Curto Prazo Obrigações Tributárias 4 4.993 1.243 Obrigações Sociais 1.834.615 2.992.907 Impostos Parcelados 5 1.022.730 2.912.732 Empréstimos e Financiamentos 5 42.842 6 80.174 Não Circulante 7 769.044 - Exigível A Longo Prazo Obrigações Sociais 414.971 408.526 Impostos Parcelados 28.577 28.577 8 28.577 28.577 Patrimônio Líquido Capital Social 18.708 18.708 Lucros Acumulados 9 18.708 18.708 10 365.767 358.681 433.995 381.317 (68.229) (22.636 11 1.920 2.560 3.200 3.200 (1.280) (640) 2.254.580 3.402.676 Total do Passivo e Patrimonio Líquido
José Fernando Pinto da Costa - Diretor Presidente Aos Diretores e Cotistas da SOCIEDADE MANTENEDORA DE ENSINO SUPERIOR DE MIRASSOL LTDA – SOMESMI. Examinamos as demonstrações contábeis da SOCIEDADE MANTENEDORA DE ENSINO SUPERIOR DE MIRASSOL LTDA. - SOMESMI, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Empresa é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis, com base em nossa auditoria, conduzidas de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja
conomia
Oi, Vivo e TIM: abaixo da meta. Operadoras não conseguiram atingir ou ficaram abaixo do padrão mínimo das metas de velocidade de banda larga fixa em julho. Anatel sinaliza sanções.
A
Oi foi a única prestadora de serviços de banda larga fixa a não atingir metas de velocidade e qualidade definidas pelo governo, enquanto TIM e Vivo ficaram abaixo do padrão mínimo cobrado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) nos serviços de Internet rápida móvel. A agência reguladora divulgou na sexta-feira os resultados das medições de banda larga feitas em julho. Foram avaliadas as prestadoras de serviços de banda larga fixa Oi, Net, GVT (do grupo francês Vivendi), Vivo, CTBC/Algar, Ajato, Sercomtel e Cabo Telecom nos estados do Rio de Janeiro, de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e do Rio Grande do Norte. A Oi registrou no Rio de Janeiro, seu principal mercado, um grande índice de perda de pacotes (ou seja, quando os dados não encontram seu destino) de 77,72%, enquanto no Paraná a taxa foi de 83,64%. Além disso, a operadora apresentou latência (período de transmissão de pacotes) de 14,02%, abaixo da meta, no Rio Grande do Norte. Em consequência, as ações preferenciais da Oi encerraram a sessão na bolsa paulista com queda de 3,01% na sextafeira, enquanto o Ibovespa fechou em alta de 0,17%. Procurada, a Oi informou que os três casos em que re-
Ltda. Rua Tenente Gelas, 100 –
SOCIEDADE MANTENEDORA DE ENSINO SUPERIOR DE MIRASSOL LTDA. - SOMESMI Ativo Circulante Disponivel Bancos Conta Movimento Contas a Receber Mensalidades a Receber Acordos de Mensalidades a Receber Despesas Antecipadas Gestão de Contratos Não Circulante Depósitos Judiciais Depósitos para Recursos Invetimentos Investimentos Imobilizado Bens Corpóreos Tangíveis (-) Depreciação Acumulada Intangível Bens Incorpóreos (-) Amortização Acumulada Total do Ativo
e
Notas
2012 138.060 138.060 138.060 -
2011 1.084.549 1.084.549 392.632 262.167 429.751 2.210.924 2.210.924
Carlos Roberto Fonseca - Contador - CRC 1SP 101.395/O-1 RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Empresa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Empresa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião
Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas, quando lidas em conjunto com as notas explicativas que as acompanham, apresentam adequadamente, em seus aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da SOCIEDADE MANTENEDORA DE ENSINO SUPERIOR DE MIRASSOL LTDA – SOMESMI em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase Demonstrações Contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2011, apresentadas para fins comparativos não foram auditadas por Auditores Independentes. São Paulo, 14 de Junho de 2013. ETAE AUDITORES INDEPENDENTES CRC-SP Nº 2SP010138/O-8 TUNEO ONO - Contador - CRC-SP Nº 1SP098699/O-9
3,01% foi a queda nas ações preferenciais da Oi no encerramento da bolsa paulista após a divulgação dos resultados pela agência reguladora gistrou índices abaixo da meta são pontuais, que "já foram mapeados e estão sendo cuidadosamente analisados e tratados pela companhia". Mobilidade – Na banda larga móvel, foram avaliadas as operadoras Claro (da América Móvil), Oi, Vivo e TIM nos Estados de Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Paraná. A Vivo ficou abaixo da meta de 95% da taxa de transmissão instantânea no Rio de Janeiro (91,09%) e em São Paulo (93,55%). A TIM também ficou abaixo do objetivo nesse quesito no estado de São Paulo, com índice de 89,51%. No item taxa de transmissão média, todas as operadoras celulares superaram a meta de 60%, informou a Anatel. De acordo com a Anatel, as operadoras que não atingiram as metas serão alvo de procedimentos administrativos voltados a sanções, que podem ser transformadas em advertências ou em multas. A Vivo afirmou que "problemas sistêmicos limitaram o número de medições, o que reduziu a validade estatística dos dados coletados". Já a TIM disse estar avaliando os resultados da medição para banda larga móvel. As ações preferenciais da Vivo terminaram a sexta-feira em leve alta de 0,43% e as ordinárias da TIM tiveram forte valorização de 4,80%. (Reuters)
sábado, 31 de agosto, e domingo e segunda-feira, 1 e 2 de setembro de 2013
DIÁRIO DO COMÉRCIO
ECONOMIA - 33
34 -.ECONOMIA
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sábado, 31 de agosto, e domingo e segunda-feira, 1 e 2 de setembro de 2013
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
ECONOMIA/LEGAIS - 35
PREFEITURA MUNICIPAL DE CAPÃO BONITO-SP
EXTRATOS DE TERMO DE CONVÊNIO EXTRATO DO TERMO ADITIVO Nº 002/2013 AO CONVÊNIO PMCB Nº 014/2008 MUNICÍPIO DE CAPÃO BONITO ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE CAPÃO BONITO FUNDAMENTO LEGAL: Lei Municipal nº 3.168/2008 OBJETO: Execução dos serviços médico-hospitalares e ambulatoriais a serem prestados a qualquer indivíduo que deles necessite, observada a sistemática de referência e contra-referência do Sistema Único de Saúde – SUS, sem prejuízo da observância do sistema regulador de urgências/emergências quando for o caso. Ficam acrescidos aos valores constantes da Cláusula Sétima do Convênio PMCB nº 014/2008, conforme segue: FAEC – CIRURGIAS ELETIVAS – Componente II: ..............R$ 53,212,86 FAEC CIRURGIAS ELETIVAS – Componente III: ................R$ 55.744,00 TOTAL: .....................................................................................R$ 108.956,86 Os valores constantes da cláusula Primeira não estão sujeitos a reajuste, tratando-se de valores fixos disponibilizados na forma deste Termo Aditivo. Fica acrescido o Parágrafo 3º à Clausula Oitava (Dos Recursos Orçamentários) do Convênio PMCB nº 014/2008, qual seja: § 3º. Os recursos constantes deste TermoAditivo, deverão onerar o Programa de Trabalho 10.302.0025 – Assistência Hospitalar e Ambulatorial. Os valores disponibilizados para os procedimentos previstos na Portaria nº 1.340/2012 (do Ministério da Saúde), serão pagos mediante comprovação, pela Entidade conveniada, da realização dos procedimentos cirúrgicos, até o limite de quantidade autorizada para cada espécie e também de valor, que se enquadrem no montante previsto na Cláusula Primeira deste Termo Aditivo. Ficam mantidas todas as demais disposições e Cláusulas do Convênio firmado entre as partes, em 24 de novembro de 2008. DATA DE ASSINATURA: 22/08/2013 DR. JULIO FERNANDO GALVÃO DIAS PREFEITO MUNICIPAL ABERTURA DE LICITAÇÃO TOMADA DE PREÇOS Nº 28/2013 – Contratação de empresa para construção de 01 (um) CREAS (Centro de Referência Especializado em Assistência Social), localizado na Avenida Massaichi Kakihara, nº 1.540 – Vila São Paulo, para a Secretaria Municipal de Planejamento, deste Município, conforme especificações constantes dos Anexos pertencentes ao presente instrumento convocatório. O encerramento (protocolização dos envelopes nº 01 e 02) dar-se-á na data de 24 de setembro de 2013, até às 09:00 horas. Edital e melhores informações mediante o recolhimento da taxa de R$ 10,00 (dez reais) através de guia de arrecadação, no Setor de Licitações, situado a Paço Municipal localizado à Rua Nove de Julho, nº690, Centro, ou pelo Tel: (15) 3543-9900 – ramal 9936, de segunda a sexta-feira, das 09:00 às 11:00hs e das 13:00 às 16:00hs ou através do e-mail: editalcapaobonito@ gmail.com. Capão Bonito-SP, 29 de agosto de 2013.PREGÃO PRESENCIAL – REGISTRO DE PREÇO – Nº 95/2013 – Aquisição de óleo homologado pela NBR tipo 1º linha, óleo lubrificante, óleo hidráulico, óleo de câmbio, fluído de freio e diversos produtos de conservação e limpeza para veículos , para diversas Secretarias, deste Município, conforme especificação constante do anexo I – Termo de Referência, do presente instrumento convocatório. O encerramento (credenciamento e entrega dos envelopes) dar-se-á na data de 17 de setembro de 2013, às 09:00 horas. Edital e melhores informações mediante o recolhimento da taxa de R$ 10,00 (dez reais) através de guia de arrecadação, no Setor de Licitações, situado a Paço Municipal localizado à Rua Nove de Julho, nº690, Centro, ou pelo Tel: (15) 3543-9900 – ramal 9936, de segunda a sexta-feira, das 09:00 às 11:00hs e das 13:00 às 16:00hs ou através do e-mail: editalcapaobonito@gmail.com. Capão Bonito-SP, 29 de agosto de 2013. Dr. JULIO FERNANDO GALVÃO DIAS - Prefeito Municipal
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
FDE AVISA TOMADAS DE PREÇOS A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para execução de Reforma de Prédio(s) Escolar(es): TOMADA DE PREÇOS Nº - PRÉDIO - LOCALIZAÇÃO - PRAZO - ÁREA (se houver) - PATRIMÔNIO LÍQUIDO MÍNIMO P/PARTICIPAR - GARANTIA DE PARTICIPAÇÃO - ABERTURA DA LICITAÇÃO (HORA E DIA) 69/02914/13/02 - EE Adelino Bertani - Rua João Gonçalves Siqueira, 1937 - Cep: 15748-000 - Centro – Mesópolis/SP - EE Coripheu de Azevedo Marques - Rua Manoel Assunpção Vieira, 815 - Cep: 15735-000 - Centro - Aparecida D´Oeste/SP - 150 - R$ 48.294,00 R$ 4.829,00 - 11:00 - 17/09/2013. 69/02917/13/02 - EE Luiz Gama - Rua Rubião Junior, 214 - Cep: 16050-290 - São Joaquim – Araçatuba/SP - EE Dr. Pio Antunes de Figueiredo - Rua João Batista Borges, 57 - Cep: 15285-000 - Centro – Lourdes/SP - EE/EMEIF José Antonio de Castilho/ Sandra Regina Feitosa Sobreira - Rua Santo Antonio, 11 - Cep: 15303-000 - Centro - Nova Castilho/SP - EE Nova Luzitânia - Rua João Batista Botelho, 1674 - Cep: 15340-000 - Centro - Nova Luzitânia/SP - 150 - R$ 75.941,00 - R$ 7.594,00 - 14:00 - 17/09/2013. 69/02918/13/02 - EE Profª Nazira Nagib Jorge Murad Rodrigues - Rua Diolindo Alves da Luz, 164 - Cep: 18020-410 - Morros – Sorocaba/ SP - EE Prof. Waldemar de Freitas Rosa - Rua Henrique Fiore, 308 - Cep: 18076-590 - Vila Melges – Sorocaba/SP - 150 - R$ 55.587,00 - R$ 5.558,00 - 14:30 - 17/09/2013. 69/02920/13/02 - EE Pref. Waldomiro Sampaio de Souza - Rua Vereador Geraldo Teodoro de Carvalho, 156 - Cep: 17710-000 - Centro – Sagres/SP - EE Dom Bosco - Praça Lucas Nogueira Garcez, 571 - Cep: 17700-000 - Centro - Osvaldo Cruz/SP - EE/EMEF Profª Marilena Santana Correa Fernandes/Harumi Kitahara - Rua Lussanvira, 639 - Cep: 16830-000 - 1ª Aliança – Mirandópolis/SP - 150 - R$ 83.067,00 - R$ 8.306,00 - 15:00 - 17/09/2013. 69/02921/13/02 - EE José Brandini - Rua dos Estudantes, s/nº - Cep: 15640-000 - Centro - São João das Duas Pontes/SP EE Silvério da Cunha Lacerda - Rua Benedito da Cunha Lacerda, s/nº - Cep: 15307-000 - Centro - General Salgado/SP - EE José Belucio (CAIC) - Rua Benedita Cruz, 777 - Cep: 15600-000 - Albino Meninele – Fernandópolis/SP - 120 - R$ 50.092,00 - R$ 5.009,00 - 15:30 - 17/09/2013. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital e o respectivo Caderno de Encargos e Composição do BDI na SEDE DA FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP ou através da Internet pelo endereço eletrônico www.fde.sp.gov.br. Os interessados poderão adquirir o Edital completo através de CD-ROM a partir de 02/09/2013, na SEDE DA FDE, de segunda a sextafeira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, mediante pagamento não reembolsável de R$ 40,00 (quarenta reais). Os interessados poderão adquirir o CD-ROM referente às Planilhas, ao custo de R$ 3,00 (três reais), na SEDE DA FDE, de segunda a sextafeira, dentro do horário de expediente, das 08:30 às 17:00 horas. Todas as propostas deverão estar acompanhadas de garantia de participação, a ser apresentada à Supervisão de Licitações da FDE, conforme valor indicado acima. Os invólucros contendo a PROPOSTA COMERCIAL e os DOCUMENTOS DE HABILITAÇÃO deverão ser entregues, juntamente com a Solicitação de Participação, a Declaração de Pleno Atendimento aos Requisitos de Habilitação e a garantia de participação, no Setor de Protocolo da Supervisão de Licitações - SLI na SEDE DA FDE, até 30 minutos antes da abertura da licitação. Esta Licitação será processada em conformidade com a LEI FEDERAL nº 8.666/93 e suas alterações, e com o disposto nas CONDIÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DE LICITAÇÕES E CONTRATAÇÕES DA FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE. As propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital. BARJAS NEGRI - Presidente
BRYOPHYTA SP PARTICIPAÇÕES S.A. CNPJ/MF Nº 09.719.875/0001-12 - NIRE 35.300.355.776 ATA DE ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA REALIZADA EM 21 DE MARÇO DE 2013. 1. Local, Hora e Data: Realizada no dia 21 de março de 2013, às 15hs, na sede social da Bryophyta SP Participações S.A. (“Companhia”), na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida das Nações Unidas 13947, 9º andar, conjunto 91, parte, Market Place Center, CEP 04794000. 2. Convocação: Dispensada, nos termos do §4º do artigo 124 da Lei nº 6.404/76 (“Lei das S.A.”), em face à presença da TNL PCS S.A., na qualidade de acionista detentora das ações representativas da totalidade do capital social da Companhia (“Acionista”). 3. Presenças: Presente a Acionista, detentora das ações representando 100% do capital social da Companhia, conforme registro e assinatura constantes do Livro de Presença de Acionistas. 4. Mesa: Verificado o quórum legal, e em conformidade com as disposições do artigo 11, §2º, do Estatuto Social da Companhia, foi instalada a Assembleia, tendo assumido a presidência o Sr. Bayard de Paoli Gontijo e a secretaria dos trabalhos a Sra. Sofia Lemos Antunes Maciel. 5. Ordem do Dia: Em Assembleia Geral Ordinária: (i) Tomar as contas dos Administradores e deliberar sobre o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras, relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012; (ii) Examinar, discutir e votar a Proposta da Administração para a destinação do resultado do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012; e (iii) Fixar o valor global anual da remuneração dos Administradores da Companhia no exercício de 2013. Em Assembleia Geral Extraordinária: (i) Ratificar o orçamento de 2012; e (ii) Aprovar o orçamento de 2013. 6. Deliberações: Pela Acionista, representando a totalidade do capital social da Companhia, foi autorizada a lavratura da ata na forma de sumário, conforme o disposto no Art. 130, §1º, da Lei das S.A. e foram tomadas as seguintes deliberações: Em Assembleia Geral Ordinária: 6.1. Quanto ao item (i) da Ordem do Dia, foi dispensada, incialmente, a leitura do Relatório da Administração e as demais Demonstrações Financeiras referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2012, por já serem do conhecimento da Acionista. A esse respeito, ficou decidido consignar em ata que a publicação dos referidos documentos foi dispensada em função do disposto no artigo 294, §1º, da Lei das S.A. Em seguida, foram aprovados o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras, relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012. 6.2. Na sequência, quanto ao item (ii) da Ordem do Dia, ficou demonstrado que a Companhia, desde sua constituição até a data de fechamento do exercício de 2012, não registrou atividades operacionais, não tendo, portanto, gerado resultados passíveis de destinação. 6.3. Por fim, passando ao item (iii) da Ordem do Dia, foi aprovada a proposta de fixação de verba global anual para a Administração da Companhia no exercício de 2013 em até R$ 112.720,00 (cento e doze mil, setecentos e vinte reais). Em Assembleia Geral Extraordinária: 6.1. Iniciada a reunião, quanto ao item (i) da Ordem do Dia, foi ratificada a proposta de orçamento elaborada pela Diretoria, referente ao ano de 2012, que foi adotada ao longo do referido exercício. 6.2. Com relação ao item (ii) da Ordem do Dia, após apresentação e discussão do cenário estratégico em que a Companhia está inserida, incluindo aspectos mercadológicos, dentre outros, foi aprovada a proposta de orçamento para o ano em curso. 7. Encerramento: E, nada mais havendo a tratar, suspenderam-se os trabalhos pelo tempo necessário à lavratura desta Ata. Reaberta a sessão, foi esta lida, achada conforme e assinada pela Secretária, pelo Presidente da Mesa e pela Acionista. ASSINATURAS: Bayard de Paoli Gontijo (Presidente da Mesa); Sofia Lemos Antunes Maciel (Secretária); Acionista: TNL PCS S.A., neste ato representada por Bayard de Paoli Gontijo e Pedro Santos Ripper. A presente ata é cópia fiel do original lavrado em livro próprio. São Paulo, 21 de março de 2013. Sofia Lemos Antunes Maciel Secretária. JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO - JUCESP. Certifico o registro sob o nº 159.779/13-3 e data de 24/04/2013. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.
Salles Leite Investimentos S.A. CNPJ: 10.284.716/0001-11 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO 1 - Mensagem da Administração: As presentes demonstrações financeiras está localizada na Rua Pedroso Alvarenga, n° 1.221 - 9° andar em São Individuais e consolidadas foram aprovadas pela diretoria da Sociedade em Paulo - SP. As demonstrações financeiras completas acompanhadas do 19 de agosto de 2013. Constituída em 2008 como “Sociedade Anônima Parecer dos Auditores Independentes, encontram-se disponíveis na sede de Capital Fechado” domiciliada no Brasil. A sede social da Empresa da Companhia. Balanços patrimoniais - 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) Controladora Consolidado Controladora Consolidado 2011 (não 2011 (não 2011 (não 2011 (não Notas 2012 auditado) 2012 auditado) Ativo - Circulante Notas 2012 auditado) 2012 auditado) Passivo - Circulante Empréstimos e financiamentos 11 - 2.041 679 Caixa e equivalentes de caixa 4 4.843 55 7.503 10.941 Fornecedores 12 244 52 6.924 7.181 Títulos e valores mobiliários 5 - 1.452 Cont. a pagar por aquis. imóveis 7 1.587 1.587 Contas a receber 6 - 5.038 5.374 Contas a rec. partes relac. 6 - 3.179 3.624 Obrig. trabalhistas e tributárias 13 621 53 1.282 2.413 Tributos a recuperar 5 5 557 113 Adiantamento de clientes 716 724 Outros créditos 7 4.164 115 4.280 459 Contas a pagar p/ partes relac. 8 759 3 661 1.532 Imóveis destinados a venda 7 7.530 7.530 Distribuições de lucros a pagar - 1.682 5.664 Total do ativo circulante 9.012 7.705 22.009 28.041 Total do passivo circulante 1.624 1.695 13.306 19.780 Não circulante Não circulante Contas a receber de Empréstimos e financiamentos 11 - 1.932 2.203 partes relacionadas 8 5 10 Prov. p/ perdas em invest. 9 274 Outros ativos 21 27 Cont. a pagar por aquis. imóveis 7 3.722 3.722 5 31 27 Total do passivo não circulante 274 3.722 1.932 5.925 Investimentos 9 26.412 26.575 Patrimônio líquido Imobilizado 10 78 5.850 43.423 48.449 Capital social 15 37.420 37.420 37.420 37.420 Intangível 25 19 38 29 Prejuízos acumulados - (3.791) (2.683) (3.791) (2.683) Total do ativo não circulante 26.515 32.449 43.492 48.505 33.629 34.737 33.629 34.737 Total do ativo 35.527 40.154 65.501 76.546 Particip. de não controladores - 16.634 16.104 33.629 34.737 50.263 50.841 Demonstrações das mutações do patrimônio líquido - Exercícios Total do passivo e patrim. líquido 35.527 40.154 65.501 76.546 findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) Demonstrações do resultado - Exercícios findos em Prejuízo Participação 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) Capital acude não conNotas social mulado Total troladores Total Controladora Consolidado Saldos em (não auditado) 31.12.2010 Notas 2012 2011 2012 2011 (não auditado) 32.437 (3.749) 28.688 (30) 28.658 Receita operacional líquida 17 - 102.699 98.412 Aum. de capital 15 4.983 - 4.983 17.647 22.630 Custo c/ compra de energ. elétrica - (91.254) (80.345) Distrib. de lucros (10.006) (10.006) Lucro bruto - 11.445 18.067 Lucro líquido (Despesas)/receitas. operacionais: do exercício 1.066 1.066 8.493 9.559 Adm., comerc. e gerais, líquidas 18 (467) (559) (6.390) (6.265) Saldos em Outras rec. e desp. operacionais 20 2.679 (156) 3.217 708 31.12.2011 2.212 (715) (3.173) (5.557) (não auditado) 37.420 (2.683) 34.737 16.104 50.841 Lucro (prej.) oper. antes res. financ. 2.212 (715) 8.272 12.510 Aum. de capital 2.150 2.150 Despesas financeiras 19 (265) (959) (1.194) (1.724) Distrib. de lucros (8.892) (8.892) Receitas financeiras 19 87 6 550 235 Lucro (prej.) Lucro (prejuízo) oper. antes do exercício - (1.108) (1.108) 7.272 6.164 das participações societárias 2.034 (1.668) 7.628 11.021 Saldos em Resultado de equiv. patrimonial 9 (49) 6.702 31.12.2012 37.420 (3.791) 33.629 16.634 50.263 Perda por distrib. desprop. lucros 9 (2.536) (3.966) (2.585) 2.736 Demonstrações do resultado abrangente - Exercícios findos Lucros (prej.) antes da provisão em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) p/ o I.R. e a contrib. soc. (551) 1.068 7.628 11.021 Controladora Consolidado I.R. e contrib. soc. - corrente 16 (557) (2) (1.464) (1.462) (não auditado) Lucro líq. (prej.) antes da part. 2012 2011 2012 2011 dos acion. não controladores (1.108) 1.066 6.164 9.559 Lucro líquido (prejuízo) do exercício (1.108) 1.066 (1.108) 1.066 Part. dos acion. não controladores - (7.272) (8.493) Outros resultados abrangentes - Lucro líquido (prej.) do exercício (1.108) 1.066 (1.108) 1.066 Resultado abrangente (1.108) 1.066 (1.108) 1.066 Lucro líquido (prej.) por ação (0,1509) 0,1451 Joaquim Salles Leite Neto - Diretor Presidente
Ana Paula Torres - Procuradora
Fischer S/A - Agroindústria
CNPJ nº 52.311.529/0001-20 - NIRE nº 35.300.021.703
BANCO MERCANTIL DO BRASIL S.A. CNPJ Nº 17.184.037/0001-10 - COMPANHIA ABERTA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA - EDITAL DE CONVOCAÇÃO Ficam convocados os senhores acionistas do Banco Mercantil do Brasil S.A., para a Assembleia Geral Extraordinária, a realizar-se no dia 30 de setembro de 2013, às 10:00 (dez) horas, na sede social, na Rua Rio de Janeiro, 654/680 - 5º andar, em Belo Horizonte, Minas Gerais, a fim de discutir e deliberar a respeito da seguinte Proposta do Conselho de Administração, com parecer favorável do Conselho Fiscal: I - homologação do aumento do capital social deliberado pela Assembleia Geral Extraordinária de 10/06/2013, no valor de R$40.680.000,00 mediante subscrição particular de ações, com a emissão de 3.600.000 (três milhões e seiscentas mil) novas ações preferenciais escriturais; II - alteração do art. 4º do Estatuto Social para dispor sobre o aumento de capital. Todos os documentos relativos a pauta da Assembleia, exigidos a partir de 2010 pela Instrução CVM nº 481/09, estão disponíveis para consulta na sede do Banco, bem como no sítio da Comissão de Valores Mobiliários (www.cvm.gov.br). Somente as ações ordinárias terão direito a voto. Para participar da Assembleia, os acionistas pessoas físicas deverão exibir documento de identificação pessoal, sendo que os representantes dos acionistas pessoas jurídicas deverão exibir os documentos que legitimem a representação, inclusive contrato social ou estatuto social. Os acionistas que detenham ações custodiadas na BM&F Bovespa, deverão exibir extrato de ações custodiadas atualizado. Conforme normas estatutárias, quando da representação do acionista por mandatário, o respectivo instrumento de procuração deve ser depositado, contra recibo, na sede da Sociedade, até 05 (cinco) dias antes da data da Assembleia. Belo Horizonte, 22 de agosto de 2013. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO. José Ribeiro Vianna Neto, Mauricio de Faria Araújo, José Carneiro de Araújo, Luiz Henrique Andrade de Araújo, Marco Antônio Andrade de Araújo, Glaydson Ferreira Cardoso, Leonardo de Mello Simão e Daniela de Araújo Coelho.
SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO DE SOROCABA O Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Sorocaba comunica que se acha publicado no Sistema Eletrônico do Banco do Brasil, o Pregão Eletrônico para Registro de Preços nº 73/2013 - Processo nº 2.301/2013, destinado à aquisição de materiais para ensaios pitométricos. SESSÃO PÚBLICA dia 12/09/2013 às 11:00 horas. O edital completo será disponibilizado no site www.licitacoes-e.com.br. Informações pelos telefones: (15) 3224-5810/ 5811/ 5812/ 5813/ 5814/ 5815/ 5816/ 5817/ 5818/ 5819/ 5821/ 5822/ 5823/ 5824/ 5825 e 5826 ou pessoalmente na Avenida Pereira da Silva, nº 1.285, no Setor de Licitação e Contratos. Sorocaba, 30 de agosto de 2013. Érica Aparecida de Menezes - Pregoeira.
RB Capital Desenvolvimento Residencial I S.A. CNPJ/MF nº 09.208.516/0001-09 - NIRE 35.300.349.814 Extrato da Ata de Reunião do Conselho de Administração de 26/06/13 Data, Hora e Local: 26/06/2013, às 09hs, na sede, R. Amauri, 255, 5º and., SP/SP. Convocação: Dispensada. Presença: Totalidade do Conselho de Administração. Mesa: Marcelo Pinto Duarte Barbará Presidente, Régis Dall’Agnese - Secretário. Deliberações Aprovadas por Unanimidade: Reeleger os diretores: Alexandre Rhinow, brasileiro, casado, engenheiro, RG nº 18.759.468-5 (SSP/SP), CPF/MF nº 152.558.558-47, Diretor Presidente; e Régis Dall’Agnese, brasileiro, casado, administrador de Empresas, RG nº 10.489.769-12 (SSP/RS), CPF/MF nº 895.514.000-20; bem como eleger os novos diretores: Marcelo Meth, brasileiro, casado, economista, RG nº 3831243 (IFP/RJ), CPF/MF nº 596.424.677-04, Diretor sem designação específica; e Marcelo Michaluá, brasileiro, casado, administrador de empresas, RG nº 16.323.178 (SSP/SP), CPF/MF nº 127.314.838-06, Diretor sem designação específica; todos residentes em SP/SP. Os Diretores eleitos e reeleitos exercerão os seus mandatos, de forma unificada, pelo prazo de 3 anos, a contar da presente data, encerrando-se, em 25/06/2016. Ratificar a renúncia de Cesar Corona Nasser ao cargo de Diretor da Companhia. Encerramento: Nada mais, lavrou-se a ata. Régis Dall’Agnese Secretário da Mesa. JUCESP nº 321.782/13-6 em 23.08.2013. Gisela Simiema Ceschin - Sec. Geral.
Dia, Hora e Local: 01/08/2013, às 08:00 hs., na sede social, na R: João Pessoa, 305, na cidade de Matão-SP. Presença e Convocação: Acionistas representando a totalidade do capital social, conf. se verifica pelas assinaturas no “Livro de Presença de Acionistas”. Dispensada a publicação do Edital, face ao disposto no § 4º do Art.124 da Lei nº 6.404/76.Mesa Dirigente: Maria do Rosário Fischer - Presidenta e Ronaldo Marfori Sampaio - Secretário. Ordem do Dia: Eleição do Conselho de Administração. DeliberaçõesTomadas, por unanimidade dos votos e sem reservas: (i) Eleger para o Conselho de Administração, com mandato por dois anos, os seguintes membros: Maria do Rosário Fischer, bras., viúva, empresária, portadora da Carteira de Identidade do IFP/RJ nº 2.493.154 e do CPF nº 023.417.617-20, domiciliada na Av. Circular Dr. Gastão Vidigal, nº 452, Araraquara-SP, CEP: 14802-408 - Conselheira; Bianca Helena Fischer de Moraes, bras., casada, empresária, portadora da Carteira de Identidade do IFP/RJ nº 07.470.471-9 e do CPF nº 928.171.817-00, domiciliada na Av.Circular Dr.Gastão Vidigal, nº 452, Araraquara-SP, CEP: 14802-408 - Conselheira; Ana Luisa Fischer Marcondes Ferraz, bras., casada, empresária, portadora da Carteira de Identidade IFP/RJ nº 08.179.683-1 e do CPF nº 011.060.107-60, domiciliada na Rod. Deputado Victor Maida, s/nº, SP-331, Km 5, Gavião Peixoto-SP, CEP: 14813-000 - Conselheira; Alessandra Fischer de Souza Santos, bras., casada, empresária, portadora da Carteira de Identidade do IFP/RJ nº 09.112.764-7 e do CPF nº 014.145.057-60, domiciliada na Rod. Deputado Victor Maida, s/nº, SP-331, Km 5, Gavião Peixoto-SP, CEP: 14813-000 - Conselheira; e Renata Fischer Fernandes, bras., casada, empresária, portadora da Carteira de Identidade do SSP/RJ (Detran) nº 11.131.165-0 e do CPF nº 085.760.577-19, domiciliada na Av.Circular Dr.GastãoVidigal, nº 452, AraraquaraSP, CEP:14802-408 - Conselheira.(i.i) As Conselheiras eleitas tomarão posse de seus cargos nesta data.Firmarão o termo de posse no “Livro de Atas de Reunião do Conselho de Administração”. (i.ii) Aprovar a remuneração global mensal do Conselho de Administração, no valor total de R$ 166.986,00, e a remuneração global mensal da Diretoria, no valor total de R$ 179.163,60. Declarações: Os membros do Conselho de Administração eleitos nesta Assembléia declaram, sob as penas da Lei, que não estão sendo processados e nem foram condenados por crimes que impeçam o exercício de atividades mercantis. Encerramento: E, nada mais havendo a tratar, foram encerrados os trabalhos, dos quais se lavrou, a presente ata que, lida e achada conforme, vai assinada pelos presentes: (aa) Maria do Rosário Fischer - Presidenta e Ronaldo Marfori Sampaio - Secretário.Acionistas presentes e Conselheiras eleitas:Citrosuco International N.V.por seu diretor Ronaldo Marfori Sampaio e por seu procurador Casemiro de CarvalhoVieira;Maria do Rosário Fischer;Bianca Helena Fischer de Moraes;Ana Luisa Fischer Marcondes Ferraz; Alessandra Fischer de Souza Santos; e Renata Fischer Fernandes. Certificamos que a presente Ata é cópia fiel da original lavrada no livro competente. Matão-SP, 01/08/2013. Maria do Rosário Fischer - Presidenta; Ronaldo Marfori Sampaio - Secretário. JUCESP nº 320.896/13-4 em 22/08/2013. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.
2 - Informações sobre a Sociedade: A Salles Leite Investimentos S.A. (“Sociedade”), tem por objeto principal a participação, como quotista ou acionista, em outras sociedades que atuem, preponderantemente, no setor energético, envolvendo as atividades de geração, comercialização e gestão de energia elétrica. Demonstrações dos fluxos de caixa - Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) Controladora Consolidado (não auditado) Atividades operacionais Notas 2012 2011 2012 2011 Lucro (prej.) antes da provisão para o I. R. e a contrib. social - (551) 1.067 7.628 11.021 Aj. de itens sem desemb. de caixa p/ conciliação do lucro antes do I.R. e a cont. social c/ o fluxo de caixa Depreciações 10 - 1.259 712 Custo líq. na alien. de ativo imobil. 10 8.891 - 8.890 Result. de equivalência patrimonial 9 49 (6.702) Perda por distrib. desprop. lucros 9 2.536 3.966 Constituição de provisão para perda em ativo imobilizado 10 288 Constituição de provisão para crédito de liquidação duvidosa 6 54 Juros sobre empréstimos 198 327 Ajustes de capital de giro Contas a receber de clientes 282 (8.926) Tributos a recuperar (1) (444) 416 Depósitos judiciais 6 Outros créditos - (4.049) (112) (3.821) 1.509 Contas a rec. de partes relacion. 5 3.680 435 200 Imóveis destinados a venda 7 7.530 582 7.530 582 Fornecedores 192 (6.214) (257) 731 Obrigações trabalhistas e tributárias 568 36 (1.131) 2.131 Adiantamento de clientes (8) 724 Contas a pagar p/ partes relacion. 756 (53) (871) 1.624 Contas a pagar por aquis. de imóvel 7 (5.309) 5.309 (5.309) 5.309 I. R. e a contribuição social pagos - (557) (2) (1.464) (1.462) Fluxo de cx. origin. das ativ. operac. 10.061 1.556 13.265 14.898 Atividades de investimento Aplicação em títulos e valores mob. 5 - (1.452) (12) Acréscimo de investimento 9 (2.148) (5.205) Acréscimo de imobilizado 10 (3.119) (1.307) (5.411) (8.856) Acréscimo de intangível (6) (9) (10) Fluxo de cx. líq. aplic. ativ. de invest. (5.273) (6.512) (6.872) (8.878) Atividades de financiamentos Ingressos de empréstimos - 1.490 6.404 Amortização de empréstimos (597) (14.945) Dividendos distribuídos - (12.874) (10.006) Aumento de capital 15 - 4.983 2.150 22.630 Fluxo de cx. líq. origin. das (aplicado nas) ativid. de financ. - 4.983 (9.831) 4.083 Aumento/(redução) líquida de caixa e equivalentes de caixa 4.788 27 (3.438) 10.103 Cx. e equiv. de cx. 1° de janeiro 4 55 28 10.941 838 Cx. e equiv. de cx. 31 de dezembro 4 4.843 55 7.503 10.941 Vagner Lopes de Lima - Contador - CRC: 1SP234255/O-8
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GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
FDE AVISA Pregão Eletrônico nº 57/00161/13/05 OBJETO: Contratação de empresa especializada para locação de equipamentos de informática e prestação de serviços, abrangendo a locação de equipamentos (estação de trabalho), peças de reposição e instalação, tele-atendimento técnico, manutenção 'on-site' para todos os equipamentos locados, nível de serviço pré-estabelecido e gestão informatizada de todo o parque de T.I. locado, conforme especificações, quantitativos e condições estabelecidas neste Anexo e nas condições previstas em geral neste Edital, para atendimento das necessidades da Rede Estadual de Ensino da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo e órgãos vinculados. A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para: Contratação de empresa especializada para locação de equipamentos de informática e prestação de serviços, abrangendo a locação de equipamentos (estação de trabalho), peças de reposição e instalação, tele-atendimento técnico, manutenção 'on-site' para todos os equipamentos locados, nível de serviço pré-estabelecido e gestão informatizada de todo o parque de T.I. locado, conforme especificações, quantitativos e condições estabelecidas neste Anexo e nas condições previstas em geral neste Edital, para atendimento das necessidades da Rede Estadual de Ensino da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo e órgãos vinculados. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital a partir de 02/09/2013, no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br ou na sede da FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP, de segunda a sextafeira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, ou verificar o edital na íntegra, através da Internet no endereço: http://www.fde.sp.gov.br. A sessão pública de processamento do Pregão Eletrônico será realizada no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br, no dia 12/09/2013, às 10:30 horas, e será conduzida pelo pregoeiro com o auxílio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epígrafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital e seus anexos e serão encaminhadas, por meio eletrônico, após o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do início do prazo para envio da proposta eletrônica será de 02/09/2013, até o momento anterior ao início da sessão pública. BARJAS NEGRI - Presidente
Fischer S/A - Agroindústria
CNPJ nº 52.311.529/0001-20 - NIRE nº 35.300.021.703 Ata da Reunião do Conselho de Administração Realizada em 01/08/2013 Dia, Hora e Local: 01/08/2013, às 09:00 hs,.na sede social, na R:João Pessoa, 305, na cidade de Matão-SP.Presença: Presente a totalidade dos membros deste Conselho de Administração. Mesa Dirigente: Maria do Rosário Fischer - Presidenta e Ronaldo Marfori Sampaio Secretário. DeliberaçõesTomadas, por unanimidade dos votos dos Conselheiros e sem reservas: (i) - Nos termos do Art. 15 do Estatuto Social desta Sociedade, a Sra. Maria do Rosário Fischer foi eleita para ocupar o cargo de Presidenta do Conselho de Administração; (ii) - Nos termos do Art. 18 do Estatuto Social desta Sociedade, eleger para a Diretoria, com mandato por dois anos, os seguintes membros: Ronaldo Marfori Sampaio, bras., solteiro, economista, portador da carteira de identidade RG nº 17.319.799 SSP/SP, inscrito no CPF sob o nº 051.089.528-05, domiciliado na Av. Pasteur, nº 110, 10º and., Rio de Janeiro-RJ, CEP.: 22290-240 - Diretor Executivo; Arival Pioli, bras., casado, administrador, portador da carteira de identidade RG nº 10/C571.121 SSP/SC e inscrito no CPF sob nº 296.549.129-53, domiciliado na Rod. SC-453, km 24, Butiá Verde, Fraiburgo - SC, CEP.: 89580-000 - Diretor Executivo; e Ney Olivo Araldi, bras., casado, engenheiro agrônomo, portador da carteira de identidade RG nº 10/R862.729 SSP/SC e inscrito no CPF sob nº 387.139.939-68, domiciliado na Rod.SC-453, km 24, ButiáVerde, Fraiburgo - SC, CEP.:89580-000 - Diretor Executivo.(ii.i) - Manter provisoriamente vago o cargo de Diretor Presidente desta Sociedade. (ii.ii) - Os Diretores eleitos tomarão posse de seus cargos nesta data. Firmarão o termo de posse no “Livro de Atas de Reunião da Diretoria”. Declarações: Os Diretores eleitos nesta Reunião declaram, sob as penas da Lei, que não estão sendo processados e nem foram condenados por crimes que impeçam o exercício de atividades mercantis. Encerramento: Nada mais havendo a tratar e como nenhum dos membros do Conselho de Administração houvesse desejado fazer qualquer pronunciamento, foi lavrada a presente Ata, que lida e achada conforme, foi assinada por todos os presentes. (aa) Maria do Rosário Fischer - Presidenta e Ronaldo Marfori Sampaio - Secretário; Maria do Rosário Fischer; Bianca Helena Fischer de Moraes; Ana Luisa Fischer Marcondes Ferraz; Alessandra Fischer de Souza Santos; e Renata Fischer Fernandes. Diretores eleitos: Ronaldo Marfori Sampaio; Arival Pioli e Ney Olivo Araldi. Certificamos que a presente Ata é cópia fiel da original lavrada no livro competente. Matão-SP, 01/08/2013. Maria do Rosário Fischer - Presidenta; Ronaldo Marfori Sampaio - Secretário. JUCESP nº 320.894/13-7 em 22/08/2013. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.
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FDE AVISA TOMADA DE PREÇOS - TIPO TÉCNICA E PREÇO A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para execução de Elaboração de Projeto Executivo e Apresentação de Pasta Técnica Contemplando a Documentação Relativa ao Projeto Técnico de Segurança: TOMADA DE PREÇOS Nº - PRÉDIO - LOCALIZAÇÃO - PRAZO - ABERTURA DA LICITAÇÃO (HORA E DIA) 46/00114/13/02 - EE Regina Bartelega da Cunha M. J. Ortiz Monteiro - Av. Profª Luiza Chagas, 618 - Cep: 12605-000 - Cecap – Lorena/ SP - 90/180 - 09:30 - 02/10/2013. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital na SEDE DA FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP ou através da Internet pelo endereço eletrônico www.fde.sp.gov.br. Os interessados poderão adquirir o Edital completo através de CD-ROM a partir de 02/09/2013, na SEDE DA FDE, de segunda a sextafeira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, mediante pagamento não reembolsável de R$ 40,00 (quarenta reais). Os invólucros contendo a Proposta Técnica, a Proposta Comercial e os documentos de Habilitação, deverão ser entregues, juntamente com a Solicitação de Participação, a Declaração de Pleno Atendimento aos Requisitos de Habilitação, no Setor de Protocolo da Supervisão de Licitações - SLI na SEDE DA FDE, até 30 minutos antes da abertura da licitação. Esta Licitação será processada em conformidade com a LEI FEDERAL nº 8.666/93 e suas alterações, e com o disposto nas CONDIÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DE LICITAÇÕES E CONTRATAÇÕES DA FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE.As propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital. BARJAS NEGRI - Presidente
CEL-LEP ENSINO DE IDIOMAS S.A.
CNPJ/MF nº 10.772.420/0001-40 - NIRE 35-3.0036757.0 EDITAL DE CONVOCAÇÃO - ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA Ficam convocados os senhores acionistas de CEL-LEP ENSINO DE IDIOMAS S.A. (a “Companhia”) a se reunirem em Assembleia Geral Extraordinária, que se realizará no dia 06/09/2013, às 10:00 horas, na sede da Companhia localizada na Avenida Paulista, 2006, 1º andar, Bela Vista, CEP 01310-200, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, para, nos termos dos Artigos 121 e seguintes da Lei nº 6.404/76, conforme alterada e em vigor (a “Lei das Sociedades por Ações”), deliberarem sobre: (i) a alteração do Artigo 3º do Estatuto Social da Companhia, a fim de refletir a alteração do endereço da sede social; (ii) a alteração de endereço de filiais; e (iii) aprovação de abertura de novas filiais. Informações Gerais: Os acionistas da Companhia deverão comparecer à Assembleia munidos da seguinte documentação: (a) documentos hábeis de sua identidade; e (b) se for o caso, instrumento de mandato, na hipótese de representação do acionista por procurador, outorgado nos termos do Artigo 126, §1º, da Lei das Sociedades por Ações. O representante legal deverá comparecer àAssembleia Geral munido dos documentos hábeis de sua identidade. São Paulo, 28 de agosto de 2013 FERNANDO MARQUES OLIVEIRA Presidente do Conselho deAdministração (29, 30 e 31)
HOLCIM (BRASIL) S.A. - CNPJ nº 60.869.336/0001-17 - NIRE 35.300.044.924 - (Cia. Fechada) Edital de Convocação - Assembleia Geral Extraordinária O Diretor Presidente da Holcim (Brasil) S.A. ( Cia. ), usando das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 9º do Estatuto Social da Cia. e pelo art. 123 da Lei nº 6.404, de 15/12/1976, conforme alterada, convoca os acionistas da Cia. para a AGE a ser realizada às 10 horas do dia 9/9/13, na sede da Cia., na R. Verbo Divino, nº 1.488, 5º and., Bloco D , Chácara Santo Antonio, CEP 04719-904, na Cidade de São Paulo/SP, para deliberar sobre a seguinte ordem do dia: exame, discussão e votação da proposta de emissão de até 45.000 debêntures simples, não conversíveis em ações, em série única, da espécie quirografária, para distribuição pública com esforços restritos de colocação, todas nominativas e escriturais, com valor nominal unitário de R$10.000,00, totalizando, na data de emissão, o valor de até R$450.000.000,00 em regime de melhores esforços de colocação ( Emissão ); autorização para a Diretoria da Cia. celebrar todos os documentos e praticar todos os atos necessários à realização da Emissão; e pedido de renúncia do cargo de Diretor feito pelo Sr. Eduardo Costa de Almeida. Encontram-se à disposição dos Srs. Acionistas, na sede da Companhia, a partir desta data, os documentos e demais informações relacionadas às matérias a serem discutidas e deliberadas na Assembleia Geral Extraordinária, conforme ordem do dia acima. São Paulo, 30 de agosto de 2013. Otmar Hübscher - Diretor Presidente. (31/08 e 03, 04/09)
BANCO BRACCE S.A. CNPJ/MF nº 48.795.256/0001-69 - NIRE: 35.300.186.176 - (“Cia”) Ata de Assembléia Geral Extraordinária realizada em 1º/07/2013 Local, Data e Hora: Em 1º/07/13, 15hs, na sede. Presença: Totalidade. Convocação: Dispensada. Mesa: Presidente-Michael Esrubilsky Secretária-Lisiene Mayumi Kamada Kosloski Rios. Deliberações: Iniciada a Assembleia foi colocado o tema à discussão, tendo sido deliberado à unanimidade pelos acionistas o quanto segue: Aprovadas as deliberações do Comite de Organização e Administração do Plano de Opção de Compras de Ações da Cia., celebrado em 29/05/13, especialmente no tocante ao Preço de Exercício para cada Ação. Encerramento: E como nada mais havia para tratar, o Sr. Presidente franqueou a palavra a quem dela quisesse fazer uso, mas, como ninguém se manifestou, foi suspensa a Assembléia pelo tempo necessário à lavratura desta ata, a qual, depois de lida e aprovada, foi assinada por todos os presentes. Data: 1º/07/13. Mesa: Michael Esrubilsky-Presidente e Lisiene Mayumi Kamada Kosloski Rios-Secretária. Acionistas Presentes: BP Empreendimentos Ltd., neste ato representada por seu procurador Sr. Michael Esrubilsky. Jucesp nº 322.159/13-1 em 26/08/2013.Gisela S. Ceschin-Secretária Geral.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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e
sábado, 31 de agosto, e domingo e segunda-feira, 1 e 2 de setembro de 2013
Basta a mera exposição à venda para configurar a infração, ainda que a venda seja barrada no caixa. Marcio Marcucci, diretor de Fiscalização do Procon-SP.
conomia
Não pode haver descuidos quanto à validade dos produtos. Mas já há recursos para ajudar os lojistas.
Código de barras pode rastrear a origem do produto
Q
uem trouxe para o Brasil o sistema de código de barras hoje utilizado em 99% das aplicações do varejo foi a GS1 Brasil, associação global com 111 unidades no mundo. No Brasil, tem 55 mil empresas associadas e seu trabalho é ajudar na melhoria dos processos, da automação e dos negócios. É a responsável pelo padrão global de identificação de produtos e serviços (Código de Barras e EPC/RFID) e comunicação (EDI e GDSN) na cadeia de suprimentos. A entidade é a responsável pelo desenvolvimento do código GS1 DataBar, “capaz inclusive de rastrear a origem do produto e gerenciar a data de validade”, explica Ana Paula Maniero, relações institucionais. Conforme a empresa, o GS1 DataBar “orienta o reconhecimento da data de validade de produtos perecíveis pelas etiquetas, que são impressas pela balança quando os produtos são pesados e embalados nos supermercados. A etiqueta carrega as informações do produto, a data de validade e as transmite para o sistema do caixa quando é lida”. Informa ainda a GS1 Brasil que “esse sistema possibilita uma grande oportunidade de c o dific aç ão para dive rso s itens, com total rastreabilidade por item, codificação de itens muito pequenos, maior espaço disponível para informações, eliminação dos erros de digitação (PLU); gerenciamento eficiente para os produtos re-embalados internamente (carnes, aves, peixes, embutidos, frios); data de validade de itens de peso variável, perecíveis e FLV controlados no PDV, gerenciamento eficiente de produtos FVL (frutas, legumes e verduras)”.
Sistema bloqueia venda de produtos vencidos
A
lguns supermercados já vêm utilizando nos produtos alimentícios fracionados no próprio estabelecimento um sistema de código de barras que registra a data de validade. Ao passar pelo caixa, caso o produto esteja vencido, há o bloqueio da venda, impedindo que o consumidor leve para casa algo que já não está mais em condições de consumo. Ainda que esse sistema evite que o consumidor compre produtos impróprios para o consumo, quem está do lado de dentro do balcão não fica isento de ser autuado caso a fiscalização do Procon encontre itens com validade vencida no estabelecimento. E não só autuado. Inúmeras vezes foi noticiada a prisão de responsáveis por estabelecimentos que mantinham nas gôndolas produtos alimentícios vencidos e, inclusive, supermercados foram fechados por alguns dias após o Procon verificar a existência de itens que não mais deveriam estar à venda. Isso porque, informa Marcio Marcucci, diretor de Fiscalização do Procon-SP, “basta a mera exposição à venda para configurar a in-
fração, ainda que a venda seja barrada no caixa.” A base legal, segundo ele, são os artigos 18 do Código de Defesa do Consumidor e a Lei federal 8.13790 (inciso IX do artigo 7º), que diz que é crime vender, ter em depósito ou expor à venda produtos impróprios para o consumo. O diretor de fiscalização lembra que, mesmo sendo barrado no caixa, o produto vencido dá direito ao consu-
midor de levar para casa gratuitamente outro em condições de consumo. A regra está na Campanha “De Olho na Validade”, que teve início em outubro de 2011, iniciativa da Associação Paulista de Supermercados (APAS), com o apoio do Procon-SP, cujo objetivo é incentivar a atenção do consumidor para o prazo de validade dos produtos. AAvanço – Mesmo assim,
s e g u n d o J o ã o P a u l o N ogueira, coordenador de Marketing e Analista de Produtos da Toledo Brasil, fabricante de balanças e empresa responsável pelo desenvolvimento do projeto em parceria com a APAS, a nova tecnologia é um avanço nas relações entre consumidores e fornecedores, ao possibilitar controle por parte dos clientes sobre a validade do que
compra. “Esse sistema só é utilizado para perecíveis fracionados no estabelecimento. É bom lembrar que 60% dos perecíveis comercializados num supermercado já vêm com o código de barras do fornecedor.” A Pr o p os t a – O código de barras e a data de validade foram o mote para um projeto de lei que tramita na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. Se aprovado, obrigará os supermercados a inserir no código de barras o prazo de validade dos produtos. De autoria do deputado estadual Felipe Orro (PDT), a proposta já foi aprovada pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação Final e o parecer, referendado pelo plenário da Casa. “Trata-se de iniciativa inédita no País” explica o parlamentar, “e nosso Estado será pioneiro nesta iniciativa, que, tenho certeza, em curto espaço de tempo vai ser implantada em todo o País”. O projeto deixa claro que a informação sobre a data de validade precisa aparecer na tela do caixa no momento do registro das compras e nos leitores de códigos espalhados no interior dos estabelecimentos utilizados para consultas de preços.
Tribunal de Justiça diz que consumidor foi vítima de cobranças abusivas 1ª Turma Recursal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal negou provimento ao recurso da Autentique Empresarial. A empresa terá de pagar R$ 1 mil, corrigido monetariamente e acrescido de juros de 1% ao mês, de indenização por danos morais a um consumidor que alegou excesso de cobrança de uma dívida. Conforme os julgadores da ação, “se as cobranças se repetem por vários dias sucessivos, com várias chamadas por dia acompanhadas do envio de inúmeros e-mails, inevitavelmente haverá exposição do consumidor a situação vexatória, configurando a cobrança abusiva a teor do artigo 42, caput, do CDC". Na sentença de Primeira Instância, a juíza assinalou que,
diante da inadimplência do consumidor, a cobrança constitui exercício regular de um direito do credor. “Contudo, é dever da prestadora de serviços tratar seus clientes de forma eficiente, adequada e regular, zelando sempre pela boa-fé contratual".Mas, conforme a ação, não foi o que se constatou e "inúmeras ligações em horários de repouso e incansáveis notificações via e-mail foram capazes de ofender a dignidade do consumidor, tirando-lhe a paz e o sossego, uma vez que o colocaram numa situação aflitiva capaz de abalar o seu estado psíquico". A julgadora ensina que o abuso ou excesso na cobrança de dívida perpetrada por serviço de telemarketing e informática são suficientes para ensejar indenização por danos morais, como no caso em tela, tendo em vista que a situação delineada em muito ultrapassou os meros aborrecimentos do cotidiano. Fonte: Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF)
O QUE DIZ O CDC Artigo 18 Os fornecedores de produtos de consumo duráveis ou não duráveis respondem solidariamente pelos vícios de qualidade ou quantidade que os tornem impróprios ou inadequados ao consumo a que se destinam ou lhes diminuam o valor, assim como por aqueles decorrentes da disparidade, como as indicações constantes do r e c ipie nte , da e m balagem, rotulagem ou mensagem publicitária, respeitadas as variações decorrentes de sua natureza, podendo o consumidor exigir a substituição das partes viciadas. § 5° No caso de fornecimento de produtos in natu-
ra, será responsável perante o consumidor o fornecedor imediato, exceto quando identificado claramente seu produtor. § 6° São impróprios ao uso e consumo: I - os produtos cujos prazos de validade estejam vencidos; II - os produtos deteriorados, alterados, adulterados, avariados, falsificados, corrompidos, fraudados, nocivos à vida ou à saúde, perigosos ou, ainda, aqueles em desacordo com as normas regulamentares de fabricação, distribuição ou apresentação; III - os produtos que, por qualquer motivo, se revelem inadequados ao fim a que se destinam.
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25ª Vara Cível - 25ª VARA CÍVEL FÓRUM CENTRAL - EDITAL DE CITAÇÃO PRAZO 20 DIAS - Processo nº 013534636.2008.8.26.0100 (Nº Ordem 628/2008). A DRA. MARIA FERNANDA BELLI, juíza de Direito da 25ª Vara Cível da Comarca da Capital, na forma da lei, FAZ SABER a ALESSANDRO ARTHUR RAMOZZI CHIAROTTINO (RG21.571.570-6, CPF252.247.64831), que IMOBILIÁRIA COMERCIAL E ADMINISTRADORA SÃO MIGUEL LTDA lhe moveu ação DESPEJO por FALTA DE PAGAMENTO c/c COBRANÇA, ora em fase de execução de sentença nos moldes do Art.475-J, do CPC, relativamente ao imóvel situado na Rua da Glória, 754, 5º andar, apartamento 502, nesta Capital, sendo o mesmo na fase de conhecimento citado por edital e é representado pela defensoria pública. Estando o executado ainda em lugar ignorado, foi deferida a CITAÇÃO POR EDITAL, para que pague a dívida apurada pelo exequente no valor de R$.56.875,33 (atualizada até 01.04.2013), no prazo legal, a fluir após 20 dias supra sob pena de multa de 10%. Será o presente afixado e publicado. São Paulo, 19 de abril de 2013.
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou proposta que obriga os planos privados de saúde a cobrir despesas com medicamentos de uso oral contra o câncer no tratamento domiciliar, incluindo remédios para o controle de efeitos adversos. Atualmente, a Lei dos Planos de Saúde (9.656/98), modificada pela proposta, exclui da cobertura dos seguros o fornecimento de medicamentos para
tratamento domiciliar. O texto aprovado também inclui a cobertura de procedimentos radioterápicos para tratamento de câncer e hemoterapia, desde que estejam relacionados à continuidade da assistência prestada por meio de internação hospitalar. As medidas estão previstas no Projeto de Lei (PL) 3998/12, do Senado. Como foi alterada no mérito na Câmara, a proposta retornará ao Senado para análise das modificações.
Angela Crespo é jornalista especializada em consumo; e-mail: doislados@dcomercio.com.br