inf rma Ano XXII • 2018
IMPRESSO
organização não governamental sem fins lucrativos
defterra@veloxmail.com.br associacaodefensoresdaterra@gmail.com
Foto: Verde Mar
Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias Página 8
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à implantação do autódromo na Floresta do Camboatá Defensores da Terra/2018
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editorial 2018: um ano de resistência, em defesa do patrimônio socioambiental
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aros amigos ambientalistas e defensores da Terra, chegamos ao final de mais um ano bastante sofrido e também muito desafiador para todos nós. Os retrocessos na área social e ambiental durante o governo Temer foram muitos, e juntos constituíram uma avalanche destruidora de direitos e conquistas, minando a legislação ambiental em vigor. Mas no meio de tantas ameaças, tivemos também algumas conquistas a comemorar, das quais destacamos as seguintes: Completamos 30 anos de existência, reafirmando nosso compromisso com a causa ambiental, buscando novos caminhos e o engajamento de cada vez mais pessoas nas ações para mudanças urgentes no país e também no mundo. Nosso Curso de Formação Ecológica, que neste ano completou 21 anos, estando em sua 39ª edição, com pouco mais de 1500 alunos formados, comprometidos com a transformação social em direção a um mundo mais consciente, sustentável e solidário. O curso existe desde 1997, com uma turma em cada semestre, e tem se consolidado como referência na área de educação ambiental, pela excelência do corpo técnico docente e a atualidade e pertinência dos temas abordados. Nossos eternos agradecimentos aos amigos professores, que com o seu trabalho voluntário, muito têm contribuído para o sucesso do mesmo. Vale igualmente salientar, o patrocínio e o apoio do Sindicato das Seguradoras RJ/ES ao curso, provendo o local onde este se realiza. É para comemorar também a luta em defesa da Floresta de Camboatá: após participarmos de várias audiências públicas referentes à construção do autódromo do Rio de Janeiro dentro da floresta, em Deodoro, junto com outras ONGs, ambientalistas, associações de moradores e outros formadores de opinião, reafirmamos por unanimidade, que nossa posição não é contra o autódromo, mas contrária a sua construção neste local. Para tal, apresentamos várias alternativas de localização viáveis, que não implicam na destruição da Floresta do Camboatá, uma área verde de suma importância, em uma região de grande adensamento urbano, com baixo índice de arborização e escassez de praças e parques. O Prefeito Marcelo Crivella, defendia a continuidade do referido projeto, mas graças a resistência em defesa da floresta, houve um recuo do poder executivo que suspendeu a licitação do projeto “sine die”. Foi uma vitória parcial, muito importante, mostrando uma vez mais como a nossa união mobilizadora é fundamental na defesa do meio ambiente saudável e da qualidade de vida da população. No cenário das ameaças ambientais à escala mundial, tivemos a decisão do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de retirar o país do Acordo de Paris (COP 21), cuja meta é manter o aumento da temperatura global em menos de 2ºC. Mas, nós, Defensores da Terra, não desanimamos: participamos do evento Brasil no Clima, 24 horas de Realidade: protejam o planeta, proteja-se, organizado pelo Ex-Vice Presidente dos Estados Unidos – All Gore, visando catalisar uma solução global para a crise climática. Participamos igualmente de diversas campanhas e atividades ecológicas, relacionadas a proteção e ao uso sustentável dos oceanos: o 19º Fórum da Rede do Bem, que tem como missão, capacitar e fortalecer as instituições que atuam na área socioambiental. Estivemos também na 1ª Marcha pelos Oceanos, um movimento global da sociedade civil, que visa chamar a atenção para o estado de saúde dos nossos mares. Vale lembrar que nossos projetos permanentes dos Abraços Ecológicos às Unidades de Conservação e as Terças e Quintas Ambientais, continuam sendo referência no campo da ação ecológica, pautada na educação ambiental. Para 2019, vislumbramos um futuro difícil, tendo em vista o perfil extramente conservador e autoritário do atual governo, determinado em destruir as conquistas socioambientais de diversos segmentos importantes da sociedade (Movimento pela Demarcação das Terras Indígenas, Movimento dos Trabalhadores Sem Terra – MST), e outras instituições, tais como: IBAMA, ICMBio e o Conselho Nacional de Segurança Alimentar – CONSEA. Estamos cientes da necessidade de enfrentarmos novos desafios e defendermos as nossas conquistas. Juntos somos mais fortes! Lara Moutinho da Costa presidente
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Publicação da Associação Defensores da Terra, para distribuição interna a seus associados e multiplicadores de opinião Redação: Rua Francisco Serrador, 90 - sala 301 Centro – CEP 20031-060 – Rio de Janeiro – RJ e-mail: defterra@veloxmail.com.br Tels.: (21) 2524-7931 / 2524-5809 Editora: Lara Moutinho da Costa Arte: Jaqueline Gomes Atendimento/mala direta: Jaqueline Gomes
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Defensores da Terra é uma associação civil, ambientalista, sem fins lucrativos, sem caráter político-partidário, religioso ou ideológico, considerada de Utilidade Pública Estadual, pela Lei 2292 (13/07/94), filiada à Apedema-RJ, Abong, à Rede Nacional de ONGs da Mata Atlântica e registrada no Cadastro Nacional de Entidades Ambientalistas - CNEA (Ibama). Possui registro do Cadastro Geral de Contribuintes no Ministério da Fazenda com o nº 31.886.229/0001-07. É legalizada com registro jurídico desde 12/04/88 (Registro Civil das Pessoas Jurídicas - RJ, nº 360.401 - livro A, nº 32, nº 101.940 - livro A, nº 223). Sede: Rua Francisco Serrador, 90 - sala 301 – Centro • CEP 20031-060 Rio de Janeiro – RJ • Tels.: (21) 2524-7931/2524-5809. A diretoria dos Defensores da Terra, com mandato de dois anos, é integrada por: Lara Moutinho da Costa - presidente; David Zee - vice-presidente; Patrícia Rocha - diretora-secretária; Margarida Galamba de Oliveira - diretora-tesoureira; Marcel Martinez - 2ª tesoureiro.
Foto: Vanessa Jales
Curso de Formação Ecológica
Em 21 anos, mais de 1.500 defensores da Terra diplomados Confraternização de final de curso, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, com a 39ª turma
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o ano de 2018, os Defensores da Terra tiveram duas grandes razões para comemorar: a primeira, foi que o Curso de Formação Ecológica completou 21 anos de atuação, tendo atingido, depois de 39 edições, a satisfatória marca de 1.517 alunos certificados; a segunda, foi a celebração dos 38 participantes que nos brindaram com sua presença efetiva em mais de 70% das aulas, realizadas no confortável auditório do Hotel Ok. Nada disso teria sido possível sem o apoio do Sindicato das Seguradoras RJ/ES e do nosso valioso corpo docente. Como não há pré-requisitos para a inscrição e também por ser gratuito, o perfil dos alunos é bastante vasto, tanto no que diz respeito à formação acadêmica, quanto à faixa etária. Nesta última edição, estudantes, aposentados e profissionais de diversas áreas, com idades entre 20 e 70 anos, confirmaram com seu interesse e assiduidade, que a dimensão ambiental e estrutural é transversal a todos os segmentos da sociedade. O horário e a localização
permitem que moradores de toda a Região Metropolitana da Cidade do Rio de Janeiro possam facilmente participar. O encerramento se deu com um alegre passeio ao Jardim Botânico do Rio de Janeiro, nosso parceiro de longa data. Muitos alunos ainda não conheciam esta joia da conservação da natureza e ficaram muito gratos. Na ocasião, foram entregues os certificados de conclusão do curso.
“Agradeço pelo curso e pela convivência que ele tornou possível. Saio modificado e com novos amigos. Minha geração, na faixa dos 50, é responsável por muito do estrago que assola nossas gentes; tenho, portanto, obrigação de colocar meu trabalho à disposição dessa mudança. Por isso, encontrar a generosidade dos Defensores da Terra me causou tão bem.” (Holmes Antonio Vieira Martins, Médico -Perito na Justiça Federal do Rio de Janeiro)
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Terças e Quintas Ambientais Energia solar e plantio em áreas degradadas foram os temas em destaque neste ano Foto: Defensores da Terra
O Coletivo Revolusolar (Adalberto, Juan e Dinei - 3ª, 4ª e 6ª pessoas, da esquerda para a direita, da fila de trás) com o grupo que com muito interesse, participou da palestra
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Defensores da Terra/2018
nefícios sociais, econômicos e ambientais do uso da energia solar, fortalecendo a consciência da integração do ser humano com a natureza, que deve sempre acontecer de forma equilibrada, tendo como meta o desenvolvimento sustentável e a autonomia da comunidade.
Foto: Defensores da Terra
om a finalidade de promover o conhecimento e o debate sobre temas de relevância socioambiental, o Projeto Terças e Quintas Ambientais promove palestras com especialistas que possuem grande experiência sobre os assuntos em questão. Os debates são gratuitos e realizados na sede dos Defensores da Terra. Em junho, o Coletivo Revolusolar, que é uma cooperativa de produção e gerenciamento de energias renováveis da comunidade da Babilônia, situada no bairro do Leme, ministrou uma palestra sobre o trabalho que fazem com a população local. O grupo tem como objetivo, democratizar a produção e o acesso à energia solar fotovoltaica, diminuindo os custos mensais de energia elétrica da comunidade, visando o desenvolvimento socioeconômico local, preservando o meio ambiente e fortalecendo a autossustentabilidade. Além da geração de energia, o projeto também visa informar e educar os moradores sobre os be-
No mês de agosto, a rede Planta na Rua RJ marcou sua presença na nossa sede, mostrando o belíssimo trabalho que fazem. O grupo atua na preservação, manutenção e criação de ambientes verdes na cidade, promovendo periodicamente plantios urbanos em terrenos baldios, canteiros abandonados e em locais para reflorestamento. Além disso, trabalham também como uma extensão ecopedagógica que se propõe a disseminar conhecimento e a expandir áreas verdes urbanas, por meio de oficinas, cursos e mutirões de plantio de hortas, de espécies nativas e de toda a gama possível que se relacione com a cultura verde. Atuam em comunidades, capacitando os moradores a produzirem seus próprios alimentos, e ainda os ajudam a plantar e a cultivar espécies arbóreas. Esta rede demonstrou, através da sua atuação, ser formada por um grupo de jovens muito interessados e atuantes na construção e na transformação de lugares, olhares e pessoas.
Os componentes do Planta na Rua RJ: Gabi Flor, Marcos, Gabriella (6ª, 7ª e 8ª pessoas, em pé, da esquerda para a direita) com os ouvintes da palestra
Manual de Coleta Seletiva em Condomínios C
om o apoio do Sindicato das Seguradoras RJ/ES, a Associação Defensores da Terra criou uma cartilha contendo o passo a passo para a implantação de coleta seletiva em condomínios. Dentre os assuntos citados no manual, há a definição do que vem a ser coleta seletiva, a sua importância e os benefícios para o meio ambiente, quais materiais são recicláveis, como separar o lixo reciclável em casa e quais os bairros que são atendidos atualmente pela coleta seletiva municipal no Rio de Janeiro. Além disso, há dicas de como mobilizar síndicos e moradores, uma lista de locais para descartar corretamente os materiais que não são coletados pela coleta seletiva da Comlurb, como fazer uma composteira doméstica e as principais leis que tratam de resíduos sólidos. Uma cartilha fundamental para quem quer contribuir com o descarte correto e ecológico dos seus resíduos, e uma ferramenta prática e útil em prol da sustentabilidade e do cuidado com o planeta. Segue o link do Manual de Coleta Seletiva em Condomínios no formato digital: https://issuu.com/defterra/docs/orientac_o_es_para_implantac_a_o_da O Diretor do Sindicato das Seguradoras RJ/ES, Dr. Ronaldo M. Vilela, juntamente com o síndico do condomínio em que reside, Sr. Roberto Fernandes, estão utilizando a cartilha para auxiliar a coleta seletiva no local. Abaixo, uma pequena entrevista realizada com o Sr. Roberto Fernandes: 1) Há quanto tempo foi implantado o processo de coleta seletiva no condomínio? De que forma a utilização da cartilha pode ajudar no processo? Há aproximadamente 5 anos. Na cartilha encontramos alguns exemplos para expor aos funcionários e moradores de que forma melhorar a gestão de recicláveis. 2) Qual o percentual de adesão/participação dos moradores nesse processo? Perto de 100% dos moradores fazem a separação inicial dos recicláveis e dos orgânicos. 3) Quais as principais vantagens e dificuldades encontradas? Vantagem: a maior parte do lixo já vai pré-selecionada para os transportadores. Dificuldade: Muitos recicláveis ainda vão com resíduos, o que irá dificultar sua separação na reciclagem. 4) Como é realizada a coleta de resíduos? Através de cooperativas de coleta seletiva ou pela Comlurb? Há um veículo (caminhão) que recolhe todos os recicláveis no mesmo dia da coleta da Comlurb. 5) Qual a estimativa mensal da quantidade de resíduos coletados? São 12 sacos de coleta seletiva e mais um amarrado de papel e papelão por semana, cada volume com aproximadamente 15Kg, que totalizam cerca de 250Kg por semana ou aproximados 1.000Kg mensais.
Coleta seletiva de lixo em condomínios residenciais Lixo sempre foi, e infelizmente continua a ser, também sinônimo pejorativo. Senão, vejamos como o Dicionário Aurélio define lixo: “Aquilo que se varre da casa, do jardim, da rua, e se joga fora; entulho. Tudo o que não presta e se joga fora. Coisa ou coisas inúteis, velhas, sem valor”. Ou seja, tudo ao contrário do que podemos e devemos considerar em relação ao lixo, sob o prisma das novas preocupações e abordagens de caráter ambiental – e possibilidades! Diante da percepção crescente da degradação do meio ambiente, o lixo, como um dos elementos causadores dessa situação, passou a ser, embora mais recentemente, considerado como integrante de uma cadeia de aproveitamento de natureza econômica e consequentes benefícios sociais. Assim reconhecido, o adequado tratamento do lixo é também uma expressiva e importante manifestação de civilidade e prática ecologicamente correta. Como uma parte pequena dos novos processos de manejo do lixo, mas não menos relevante, os condomínios residenciais têm tido consciência da importância do adequado tratamento a ser dispensado ao lixo com a adoção do que se chama coleta seletiva, ao separar, pelo menos, o que é orgânico e reciclável. Na cadeia de aproveitamento hoje assimilada, nada deve ser perdido, mas sim aproveitado. Nesse contexto, o lixo retorna e se integra ao ciclo econômico, seja ele orgânico (compostos fertilizantes) ou reciclável (cooperativas de catadores), alimentando vários setores de aproveitamento residual. Nesse ambiente, que alguns podem considerar ideal, não haveria mais lixo porque no seu destino final ele seria direcionado, em retorno, aos “aproveitadores” daquilo que se joga fora, que é considerado entulho, como definiu o Dicionário Aurélio. É preciso, e imediatamente, que todos os setores da sociedade – casas, condomínios residenciais e comerciais e empresas – adquiram essa consciência e comecem a adotar essa nova postura diante do lixo. É uma questão de mentalidade, de cada pessoa, e que não se espere que outro, como o governo, tome as providências necessárias ao desejado bom manejo do lixo. Dr. Ronaldo M. Vilela Diretor do Sindicato das Seguradoras RJ/ES Defensores da Terra/2018
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Abraços ecológicos no Monume E
m defesa da vida no planeta, o Projeto Abraços Ecológicos atua em unidades de conservação através de mutirões de limpeza e plantio de mudas e na luta para a preservação de territórios que ainda são explorados de forma predatória e pela especulação imobiliária. Com o apoio do Sindicato das Seguradoras RJ/ES, os Defensores da Terra e outros parceiros (ambientalistas, associações de moradores, universidades e voluntários), se mobilizaram para proteger e conservar o que resta do importantíssimo bioma da Mata Atlântica, uma das áreas mais ricas em biodiversidade e também uma das mais ameaçadas do planeta, pois só restam 12,5% da sua cobertura original. Para se ter uma ideia da sua importância, a Mata Atlântica apresenta uma imensa variedade de formações, com um diversificado conjunto de ecossistemas florestais, sendo que aproximadamente 70% da população brasileira vive dentro desse território. Seus rios abastecem as cidades da região, já que este bioma ocupa cerca de 13% do solo brasileiro, que é constituído sobretudo por mata ao longo da costa litorânea que vai do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul. Infelizmente, a Mata Atlântica tem sofrido com seus rios poluídos e assoreados que levam ao perigo da escassez de água, além do desmatamento. Dessa forma, faz-se imprescindível a luta contínua pela defesa da sua proteção e da sua restauração, pois são fundamentais para a preservação da vida e da sua extensa e tão variada biodiversidade.
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niciando as comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente, Os Defensores da Terra, junto com alguns alunos do 39º Curso de Formação Ecológica, participaram voluntariamente do mutirão de plantio de mudas da Mata Atlântica, organizado pelo Projeto Pão de Açúcar Verde, que ocorre em todo o primeiro domingo do mês. Este projeto foi criado pelo am-
bientalista Sávio Teixeira, que foi aluno do 20º Curso de Formação Ecológica. O mutirão de reflorestamento aconteceu na trilha do Morro da Urca, próximo ao topo, onde foram plantadas mais de 30 mudas de diversas espécies. Após o plantio, fomos apreciar a belíssima vista do Morro da Urca, confirmando o quanto a nossa cidade é realmente maravilhosa.
Foto: Christina Bocayuva
Mutirão de reflorestamento junto com o Projeto Pão de Açúcar Verde
Foto: Christina Bocayuva
Alunos da 39ª turma do Curso de Formação Ecológica participaram do plantio de mudas, junto com outros voluntários do Projeto Pão de Açúcar Verde
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Defensores da Terra/2018
ento Natural do Pão de Açúcar Foto: Caio Salles
Voluntários em Ação – 2ª edição
Organizadores de diversas entidades e voluntários, juntos, em defesa do meio ambiente
sensibilizar e a conscientizar todos que estiveram ali presentes. Agradecemos ao Sindicato das Seguradoras RJ/ES pelo fundamental e permanente apoio a Campanha dos Abraços Ecológicos. E da mesma forma, a todas as entidades responsáveis pela criação e organização do evento, se engajando nessa luta que certamente é de responsabilidade de todos nós.
Foto: Defensores da Terra
m um domingo ensolarado e muito inspirador, os Defensores da Terra participaram da segunda edição do evento Voluntários em Ação, realizado pelo Projeto Pão de Açúcar Verde, junto ao Projeto Verde Mar, com a presença de outras organizações ambientalistas, com o apoio do Monumento Natural do Pão de Açúcar, da Prefeitura do Rio de Janeiro e de outras instituições. Foram realizadas diversas atividades: o mutirão de limpeza do fundo do mar, nas areias da Praia Vermelha, nos costões rochosos e ao longo da Pista Cláudio Coutinho; o plantio de mudas da Mata Atlântica no Morro da Urca; rodas de conversa sobre inclusão social e conservação ambiental; distribuição de mudas; além dos estandes dos expositores, que disponibilizaram muita informação e conhecimento para o público. O evento foi um sucesso, com muitas ações em prol do meio ambiente, propagando mais informações sobre o assunto, ajudando a
Foto: Defensores da Terra
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Todos muito empolgados e prontos para o plantio! Defensores da Terra/2018
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Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias Defensores da Terra completam 15 anos de participação neste importante evento de sensibilização e conscientização Foto: Verde Mar
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Todo o grupo unido, trabalhando, para chamar a atenção e criar consciência ecológica
Estas ações visam chamar a atenção do público frequentador das praias e das montanhas, sobre os malefícios originados no lixo deixado nestes locais, que além de contaminar as florestas e o solo, também polui os mares e mata os animais marinhos, que ingerem grandes quantidades de polímeros (resíduos de plástico). Desse modo, o objetivo principal do Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias é conscientizar as pessoas de que é necessário e imperativo mudar nossas atitudes. Este evento de sucesso foi destaque em alguns veículos de mídias digitais, como o Jornal do Brasil e a Globo News. Para saber mais, assistam a entrevista da presidente
Foto: Verde Mar
á 15 anos, com o apoio do Sindicato das Seguradoras RJ/ES, participamos do Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias, um evento anual de conscientização sobre a importância do consumo consciente e do descarte correto dos resíduos. Segundo a ONU Meio Ambiente, até 2050 poderemos ter mais plásticos do que peixes no mar. Dessa forma, nesta edição do evento, que faz parte da Campanha Mares Limpos da ONU Meio Ambiente, nos unimos a outras organizações, como o Pão de Açúcar Verde, Projeto Verde Mar, Mar Urbano, Meros do Brasil, Stand Upet, Vivamar Cursos Livres e com o Mona Pão de Açúcar, e convocamos nossos alunos, ex-alunos, amigos e parceiros para atuarem conosco na Praia Vermelha, situada no Bairro da Urca. Ocorreram diversas atividades de educação ambiental, e em poucas horas de trabalho, foram recolhidos cerca de 30kg de microlixo das areias da praia e do costão rochoso do Monumento Natural dos Morros do Pão de Açúcar e Urca. Na coleta no fundo do mar, os mergulhadores trouxeram à tona aproximadamente 10kg de resíduos.
Uma parte do lixo recolhido no fundo do mar
dos Defensores da Terra, Lara Moutinho da Costa, na reportagem: “Voluntários recolhem 30 quilos de lixo em praia do RJ” (http:// g1.globo.com/globo-news/jornalglobo-news/videos/v/voluntarios-recolhem-30-quilos-de-lixo-em-praiado-rj/7022286/).
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Defensores da Terra/2018
Foto: Verde Mar
Foto: Defensores da Terra
Os Defensores da Terra com representantes do MoNa Pão de Açúcar e do Pão de Açúcar Verde
Coletando resíduos no costão do Pão de Açúcar
NÃO à implantação do autódromo na Floresta do Camboatá O ilha de vegetação nativa encravada em uma matriz fortemente antropizada.” É uma área de descanso, alimentação, abrigo da fauna, facilitando a dispersão de sementes, onde há 122 espécies nativas de Mata Atlântica. Além disso, presta serviços ambientais em uma região metropolitana de grande adensamento urbano, com baixo índice de arborização e escassez de parques e praças. A floresta promove uma maior qualidade de vida para a população local, além da permeabilidade, do equilíbrio do clima, da redução de particulados, e ainda a valorização dos imóveis do entorno. É sem dúvida, uma área de relevante interesse ecológico. Esse ecossistema foi defendido também pela riqueza da sua fauna e flora, onde residem muitas espécies em vias de extinção e outras endêmicas, além de servir como corredor ecológico entre o Parque Nacional da Tijuca e os Parques Estaduais da Pedra Branca e do Mendanha. O professor do Curso de Formação Ecológica – André Ilha – Auditor fiscal da Receita Federal e Ex-Diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do Instituto Estadual do Ambiente (INEA), destacou que a preservação ambiental tem que estar em consonância com o desenvolvi-
mento econômico e explicou que as áreas baixas e planas da cidade foram as primeiras a serem ocupadas, o que ocasionou a extinção da floresta nativa, restando somente a que está em discussão. Salientou também a ausência de diálogo e consulta aos técnicos da área ambiental pelos responsáveis por esse projeto. Para tentar barrá-lo, o Conselho Municipal de Meio Ambiente do Rio de Janeiro (CONSEMAC) e a Câmara Técnica de Áreas Verdes, propuseram que seja criado o Parque Natural do Camboatá, com o objetivo de preservar a floresta e melhorar a qualidade de vida dos moradores da região, que possui um dos menores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) da cidade. Merece destaque também a atuação dos Deputados Carlos Minc e André Lazaroni, autores do Projeto de Lei 4438/2018, que incorpora a Floresta do Camboatá ao Parque Estadual do Mendanha, e que está tramitando em regime de urgência na ALERJ. Atualmente, o governo municipal suspendeu a licitação do projeto “sine die”. No entanto, devemos seguir alertas, contra a implantação do autódromo neste local, em defesa de um meio ambiente saudável e favorável à vida. Foto: Defensores da Terra
s Defensores da Terra participaram ativamente das audiências públicas referentes à construção do autódromo do Rio de Janeiro na Floresta do Camboatá, localizada em Deodoro. A primeira, realizada na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ), em setembro, foi presidida pelo Presidente da Comissão de Meio Ambiente da ALERJ – André Lazaroni e pelo seu vice-presidente, o deputado Carlos Minc. A segunda, aconteceu em um auditório da Prefeitura do Rio de Janeiro em novembro, e a terceira audiência, em dezembro, na Câmara Municipal da cidade. Em todos esses debates, contamos também com a presença e a atuação de membros do Conselho Municipal de Meio Ambiente do Rio de Janeiro (CONSEMAC), da Câmara Técnica de Áreas Verdes, e também de advogados, arquitetos, cientistas do Jardim Botânico, militares, procuradores, gestores, representantes de associações de moradores, ONGs e ambientalistas. O que foi afirmado por unanimidade em todas as audiências, pelos que querem a sua preservação, é que essa luta não é contra o autódromo, mas contra a construção dele na floresta, pois há outras alternativas viáveis para a sua implementação. Para se ter uma ideia, caso algum dia isso venha a acontecer, será preciso remover mais de 30 mil árvores e aproximadamente 2.300 m2 de Mata Atlântica serão dizimados. Será a destruição de um ecossistema. O Instituto de Pesquisas do Jardim Botânico apresentou um estudo relatando a importância ambiental da Floresta do Camboatá, com relatórios de avaliação da vegetação existente no local e com pareceres científicos para a conservação da Mata Atlântica. Segundo o relatório apresentado, a Floresta do Camboatá é “uma
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Participações relevantes em Foto: Defensores da Terra
Os Deputados Carlos Minc e Alessandro Molon, da Frente Parlamentar Ambientalista, juntos com outras organizações, buscando iniciativas conjuntas em prol da Mata Atlântica
Planos Municipais da Mata Atlântica
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Defensores da Terra/2018
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Lei 7634/17, estabelece estratégias para ampliar a coleta seletiva em benefício da inclusão sócio produtiva dos catadores e determina que “grandes geradores de resíduos sólidos destinarão, prioritariamente, o material reciclável para associações e cooperativas de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis, formadas por pessoas físicas de baixa renda [...].” Com o intuito de fiscalizar o cumprimento dessa lei, os Defensores da Terra participaram de uma ação da Comissão do Cumpra-se da ALERJ, cujo presidente é o Deputado Carlos Minc, também autor da referida lei. Vale mencionar a presença de fiscais do INEA e de algumas cooperativas de catadores, no supermercado Extra, no Largo do Machado, Rio de Janeiro. Segundo esta lei, todos os supermercados, por serem grandes geradores de resíduos, deverão ter um Ponto de Entrega Voluntário (PEV), para que o lixo reciclável gerado pelo estabelecimento e pelos clientes, possa ser entregue às cooperativas de catadores. No entanto, foi constatado que o estabelecimento não estava cumprindo a lei, sendo lavrada então uma notificação pelo INEA, que estipulou um prazo de 90 dias para regularizar a situação.
Reciclagem com catadores! CUMPRA-SE! Foto: Defensores da Terra
om o objetivo de levar conhecimento e mobilização para a implementação da Lei da Mata Atlântica nos municípios, a Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente, em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, promoveram esta audiência em 17 estados que abrangem o Bioma da Mata Atlântica. Portanto, em razão da sua fundamental importância, a Associação Defensores da Terra participou das discussões, buscando iniciativas conjuntas e o fortalecimento dos conselhos, juntamente com os Presidentes da Frente Parlamentar Ambientalista do Rio de Janeiro e do Brasil – os Deputados Carlos Minc e Alessandro Molon respectivamente, e outras entidades importantes, tais como as ONGs Greenpeace e SOS Mata Atlântica, o Ministério Público Federal, o IBAMA, dentre outras. Aproximadamente 72% da população brasileira vive na Mata Atlântica, que é responsável pelo equilíbrio do clima, pela qualidade da água, do ar e do solo, além de fornecer matérias-primas para diversas atividades primordiais como a agricultura, a indústria, a pesca, o turismo e a geração de energia. Possui também imensa biodiversidade e é considerada um dos 34 hotspots mundiais. Entretanto, apesar da sua enorme importância, atualmente restam no solo brasileiro tão somente 12,5% desse bioma. Dessa forma, de acordo com a Lei nº 11.428/06 - Lei da Mata Atlântica - os municípios devem assumir sua parte na proteção e responsabilidade por ele, e uma das principais ferramentas para que isso aconteça é o Plano Municipal de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica (PMMA). Este instrumento deverá ser elaborado e implementado em todos os municípios que são abrangidos por este conjunto de ecossistemas, auxiliando na sua gestão, visando o aprimoramento e a criação de diversos mecanismos importantes, como o mapeamento de áreas, a regularização fundiária, a conservação dos mananciais, e a adaptação e a mitigação de impactos relacionados às mudanças climáticas.
CUMPRA-SE: Lei 7634/17
outras atividades ecológicas CLIMATE REALITY PROJECT Brasil no Clima - 24 Horas de Realidade: Proteja o Planeta, Proteja-se s Defensores da Terra participaram deste evento, organizado pelo Climate Reality Project, fundado pelo ex-vice-presidente dos EUA – Al Gore, que tem como objetivo catalisar uma solução global para a crise climática. Para isso, a organização está trabalhando com uma rede de ativistas, treinados para serem Líderes da Realidade Climática, com a finalidade de ajudar a divulgar a verdade sobre esta questão e a construir o apoio popular para soluções de energia limpa. Al Gore sediou pelo oitavo ano seguido o “24 horas de Realidade” do Climate Reality Project, ao lado de diversos cientistas, autoridades e líderes. O foco da transmissão deste ano da apresentação “24 Horas de Realidade: Proteja o Planeta, Proteja-se”, procurou enfatizar como a crise climática está ameaçando a saúde humana em todo o mundo. Assistimos à transmissão ao vivo, com vários especialistas que explanaram sobre o assunto, como o Dr. Paulo Saldiva, Diretor do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo, e o Dr. Carlos Rittl, Secretário Executivo do Observatório do Clima, além do próprio Al Gore. Após a transmissão, houve um importante debate sobre “Clima e Saúde” com Sandra Hacon - Pesquisadora do Departamento de Endemias Samuel Pessoa, da Fundação Oswaldo Cruz; Holmes Antônio Martins (ex-aluno do Curso de Formação Ecológica) - Médico-Perito na Justiça Federal do Rio de Janeiro; e Carlos Machado de Freitas (professor do Curso de Formação Ecológica) - Pesquisador do Centro de Estudos e Pesquisas em Emergências e Desastres em Saúde, da Fundação Oswaldo Cruz.
Foto: Defensores da Terra
Participação no Conselho Gestor do Parque Nacional da Tijuca
Foto: Brasil no Clima
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Há 16 anos, os Defensores da Terra integram o Conselho Consultivo do Parque Nacional da Tijuca. Em 2018, o principal foco foi a importância da união e do intercâmbio entre todos os membros dos conselhos de outras unidades de conservação, para que haja o fortalecimento de diversas questões prioritárias como: garantir o exercício da democracia; aproximar as instituições visando uma gestão mais participativa; propagar ações do parque e dar suporte à sua gestão; representar a sociedade civil, estabelecendo a comunicação do parque com o entorno. Participação nas reuniões das Câmaras Técnicas do Monumento Natural do Pão de Açúcar Foto: Defensores da Terra
Os Defensores da Terra começaram a participar neste ano das reuniões das Câmaras Técnicas de Comunicação do Monumento Natural do Pão de Açúcar, com o intuito de fortalecer os laços com a entidade e atuar ainda mais nessa área. Entre os temas principais, merecem destaque: o monitoramento e a avaliação do plano de manejo, a reintrodução de espécies da fauna local, e a criação de uma estufa para produção de mudas nativas. Defensores da Terra/2018
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Hora de cuidar dos oceanos
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m setembro de 2015, a Cúpula das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, adotou uma agenda para o planeta denominada Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), formada por 17 objetivos e 169 metas que precisam ser atingidas até 2030. Estão previstas para esta agenda diversas ações mundiais, sendo que um dos 17 objetivos a serem alcançados é a proteção e o uso sustentável dos oceanos.
Objetivo 14 • Conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável
Em razão da importância dos nossos mares e do pouco que tem sido feito em relação à sua proteção e à preservação da vida marinha, a Associação Defensores da Terra participou ativamente de campanhas direcionadas à população, com a finalidade de chamar a atenção sobre o assunto. A seguir, alguns dos eventos em que atuamos:
19º Fórum da Rede do Bem
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sos marinhos”, referente a ODS 14 - Uso sustentável dos recursos marinhos. Dentre os assuntos principais abordados por David Zee, destacamos a importância da conservação dos recursos marinhos e a questão da poluição das águas, principalmente por plásticos e pela falta de saneamento básico.
articipamos do 19º Fórum da Rede do Bem, que tem como missão, capacitar e fortalecer as instituições que atuam na área socioambiental. O engenheiro e oceanógrafo David Zee, vice-presidente dos Defensores da Terra, ministrou a palestra “Conservar e promover o uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recur-
Algumas das principais metas da ODS 14 dizem respeito justamente à gestão sustentável destes recursos marinhos, de forma a proteger os ecossistemas do mar e costeiros, prevenindo e reduzindo significativamente todo tipo de poluição existente nos nossos mares, para que os oceanos permaneçam saudáveis e produtivos.
Marcha pelos Oceanos
Foto: Marcha pelos Oceanos
Mobilizadores se preparam para a marcha
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Defensores da Terra/2018
Nações Unidas deram um grande alerta para o problema dos plásticos nos oceanos, porém, apesar de toda a importância que esse assunto requer, muito pouco tem sido feito. Dessa forma, é chegada a hora de mudarmos essa situação e agirmos com urgência! Participamos então da primeira Marcha pelos Oceanos, que aconteceu em diversas cidades do mundo, no dia 9 de junho, um dia após o Dia Mundial dos Oceanos, evento que fez parte da Semana do Meio Ambiente. No Rio de Janeiro, diversas pessoas se reuniram, dentre elas, muitos ambientalistas e ecologistas, na luta contra o plástico nos mares e por oceanos saudáveis.
Foto: Marcha pelos Oceanos
A
Marcha pelos Oceanos é um movimento global da sociedade civil que visa chamar a atenção para a saúde dos nossos mares. Cerca de 70% da superfície da Terra é formada por água, onde é produzido mais de 60% do oxigênio que respiramos. Em 2018, as
Uma peça teatral chama a atenção do público para a causa
Foi um bom começo, mas é preciso fazer mais! Por esta razão, continuaremos empenhados a nos mobilizar por esta questão que é tão urgente e fundamental à nossa sobrevivência. Sigamos juntos, pois precisamos muito de novos Defensores da Terra!