GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO | SECRETARIA DA CULTURA | POIESIS | OFICINAS CULTURAIS APRESENTAM
Esta Propriedade Está Condenada Grupo Evoé de Teatro – Juquiá
Programa de Qualificação em
Artes
Formação como valorização cultural O Qualificação em Artes tem como ação principal a orientação artística a grupos, companhias ou coletivos de teatro e de dança no interior, litoral e região metropolitana de São Paulo. A orientação visa à valorização desses grupos, fomentando a formação de público e fortalecendo a produção cultural local. O Programa também contribui com a descentralização de polos culturais no Estado de São Paulo e movimenta o circuito cultural dos municípios, ao qualificar artistas locais e promover a circulação de espetáculos.
Estações Cia Em movimento – Birigui
O Qualificação em Artes integra as atividades do Programa Oficinas Culturais, da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, administrado pela Poiesis, que, desde 1986, promove formação e vivência à população no campo da cultura. Hoje, além do Qualificação em Artes, o Programa dialoga com o interior por meio de festivais (FLI – Festival Literário e MIA – Mostra de Música Instrumental), Jornadas de Gestão Cultural, Ciclos de Estudos sobre Cultura Tradicional e Contemporaneidade e possui três unidades localizadas em São Paulo. O Programa é resultado da experiência do Projeto Ademar Guerra, criado em 1997, que se tornou referência de política pública de formação em artes cênicas.
Fundamentos A pedagogia do Programa Qualificação em Artes é fundamentada na ideia de que o aprendizado técnico, teórico e conceitual inerentes ao universo das artes da cena se dá no palco – na busca da relação entre indivíduo-criador e grupo, e entre grupo e comunidade – solidificando o desenvolvimento do cidadão-criador, possibilitando
aos
participantes
A POIESIS
expressarem-se
por meio de linguagens artísticas e terem acesso ao
A POIESIS – Organização Social de Cultura é uma
conhecimento de procedimentos e metodologias para
associação sem fins lucrativos que desenvolve e gere
o aprimoramento de temas dos universos do teatro e
programas e projetos, pesquisas e espaços culturais,
da dança. Neste sentido, o Programa Qualificação em
museológicos e educacionais, voltados para a formação
Artes colabora com a atualização e a ampliação das
complementar de estudantes e do público em geral.
competências artísticas inerentes às artes da cena, por meio de ações formativas nas áreas do teatro e
A Instituição trabalha com o propósito de propiciar
da dança, passando por aspectos fundamentais do
espaços de acesso democrático ao conhecimento, de
universo das artes. A curadoria é composta por Sérgio
estímulo à criação artística e intelectual e de difusão da
Ferrara (Teatro) e Ismael Ivo (Dança).
língua e da literatura.
Percursos artĂsticos
Pêndulo (2017)
RZ Companhia de Danças Urbanas - Piracicaba Fundada em 1999 com o objetivo de se especializar em
Em 2015, com a orientação artística do Programa de Qua-
danças urbanas, teve a colaboração coreográfica do dan-
lificação em Artes a Companhia começa a redesenhar sua
çarino Ricardo Dias do Grupo Dança de Rua do Brasil (San-
trajetória, passa a construir um novo olhar para o corpo e
tos) até 2005, quando passa a assinar as próprias coreo-
para a dança e o processo de criação coreográfica ganha
grafias, buscando especializações de forma autônoma na
complexidade, passa a ser mais do que uma colagem de
área. Nesse período a Cia RZ participou e foi premiada em
passos codificados em sequência, parte-se de um tema
diversas Mostras e Festivais Nacionais e Internacionais.
para uma pesquisa.
A partir de 2006, a Cia passa a ter uma rotina de traba-
“A participação no Programa trouxe a oportunidades de
lho, focando no desejo de criar espetáculos em colabo-
visibilidade, conhecimentos artísticos, transformação de
ração com artistas de teatro da cidade de Piracicaba.
pensamento e crescimento pessoal aos participantes.” Rogéria Zago | Diretora
Atualmente, a Cia RZ ministra uma das Oficinas do Programa Movimentação Cultural de Piracicaba com 96 alunos de danças urbanas, onde tem a oportunidade de compartilhar o conhecimento adquirido nesses quatro anos de Qualificação em Artes. As danças urbanas deixaram de ter um fim em si mesmo para ser “território de origem” de uma investigação em dança. O grupo planeja a profissionalização por meio da obtenção do DRT e pretende continuar se aprofundando no campo da pesquisa em dança, mantendo o espetáculo Pêndulo (2017) em repertório.
Pêndulo (2017)
Deformas as Formas (2016)
Cia RZ de Danças Urbanas Direção: Rogéria Zago Elenco: Adriana Correa, Aline Vitti, Amanda Leite, Maria Julia
Iluminação e registros: Emerson Correa
Benatto, Rogéria Zago, Tauana Silva e Victória Correa
Mais informações:
/RZ-CompanhiaDançasUrbanas
Colcha de Retalhos (2015)
Corpo de Baile de Caraguatatuba O Corpo de Baile de Caraguatatuba nasceu em 2001, e
ção em 2016. Recebeu Prêmio Governador do Estado
ao longo de seu processo de amadurecimento, partici-
2017 por votação popular. A partir desse percurso, au-
pou de diversos festivais e mostras de dança. A busca
mentou a visibilidade no município de Caraguatatuba
pela profissionalização e o interesse contínuo pela pes-
e a Cia passou a receber convites intermunicipais para
quisa e experimentação fez com que o trabalho desen-
participação em eventos.
volvido pelos intérpretes focasse na criação de uma dança plural, sensível e inquietante.
“A principal contribuição do Programa foi a ampliação de repertório pessoal, o intercâmbio entre artistas e o de-
A entrada no Programa de Qualificação em Artes (2015)
senvolvimento acompanhado do processo de criação.”
se deu em um momento de transição e crise de iden-
Cristina Neves | Diretora
tidade: “O Programa nos possibilitou desenvolvermos nossas habilidades tanto no campo artístico, quanto nos
Com um percurso mais sólido a Cia Corpo de Baile de
modos de produção”.
Caraguatatuba já pode sonhar com incentivos públicos e com a oficialização da companhia como projeto de lei
Em 2015, desenvolveu o processo criativo do trabalho
municipal para um futuro próximo, além do desejo de
Colcha de Retalhos, com o qual participou da Circulação
visibilidade dos produtos culturais gerados pela Cia, por
do Programa de Qualificação em Artes e ProAc Circula-
meio de circulação no interior e litoral.
Colcha de Retalhos (2015)
Circulação (2016)
Corpo de Baile de Caraguatatuba
Elaboração Audiovisual: Sal
Direção Geral: Cristina Neves
Produção: Cristiane Klein
Concepção Coreográfica: Cristina Neves e companhia
Elenco: Estevão Prado, Elisa Venâncio, Barbara Detusk, Samantha
Light designer: Cristian Rocha
Delfino, Ysadora Dias, Junior Pain, Maira Naara e Octávio Polletii.
Figurino: Rosa Maria Graner
Mais informações:
/cbcaraguatatuba
Mênades & Sátiros – Presidente Prudente Mênades & Sátiros, 15 anos de teatro, 6 edições do Programa de Qualificação em Artes e um percurso formativo que agora deságua na orientação de outros grupos do interior paulista.
Ao completar 15 anos de trajetória, o grupo Mênades
“A participação no Programa de Qualificação em Ar-
& Sátiros, de Presidente Prudente, é um dos destaques
tes foi um divisor na trajetória do grupo. Podemos ci-
do Programa de Qualificação em Artes, como um feliz
tar algumas ações que foram estratégicas para essa
exemplo de percurso formativo. Tendo sido orientado
mudança: A qualificação dos espetáculos orientados;
em três edições, o grupo passou pelos processos artís-
a abertura de mercado para o grupo; acesso ao co-
tico-pedagógicos de criar dois espetáculos, circular com
nhecimento através dos orientadores; a profissiona-
eles e buscar a manutenção de sua qualidade, experiên-
lização do grupo; a construção de metodologias de
cia que atualmente o grupo compartilha como orienta-
trabalho entre outras”.
dor do Programa, na metodologia de orientação grupo
Denilson Biguete | Diretor
orienta grupo. Montou 12 espetáculos – dos quais cinco se mantêm em repertório -, o grupo busca uma linguagem afinada com o épico e o teatro narrativo, com uma pesquisa atualmente voltada à construção de dramaturgias autorais
Mênades & Sátiros
e polifônicas. No contexto do Programa, o grupo criou
Diretor: Denilson Biguete
dois espetáculos, ambos com orientação de Cássio Pi-
Dramaturgo: Eduardo Herculano
res: “A Serpente” (2013), de Nelson Rodrigues, e “O Can-
Cenógrafo: Rogério Quintanilha
to do Cisne” (2015), de Anton Tchekhov. As duas obras
Iluminador: Celso Aguiar
tiveram uma ampla circulação pelo estado: a primeira
Técnico de Som: Luiz Progetti
fez cerca de 80 apresentações, incluindo uma circulação
Produtora: Cida Camargo
por meio do ProAc Editais, e a segunda, que circulou
Elenco: Dayane Santana, Diego Villas Bôas, Marcus Andrade e
por 23 municípios do interior paulista, já tem garantidas,
Thiago Cardoso
para 2019, 18 apresentações por meio do ProAc ICMS.
Mais informações: www.grupomenadesesatiros.com.br
O Canto do Cisne (2015)
A Serpente (2013)
À Deriva (2018)
Cia Rit’s – Tatuí Fundada em 2009 com o intuito de desenvolver um
passou a realizar ações formativas na área da dança
núcleo de formação e criação em dança no interior do
para além das aulas regulares da escola, bem como,
estado de São Paulo, a Rit’s - Companhia e Escola de
ações de formação de plateia, contribuindo para o
Dança - tem ao longo dos anos pautado suas criações
crescimento coletivo do grupo por meio da criação e
no universo da dança contemporânea.
difusão de conteúdos artísticos e, ao mesmo tempo, contribuindo para o despertar do senso crítico para as
“Arte é a forma de cada um expressar ideias, pensa-
artes em Tatuí e região.
mentos, e questionamentos, arte é um ponto de vista que toca, comove e move.” Amanda Godinho | Bailarina e Produtora Executiva
“Com as orientações todos os envolvidos exercitam o olhar para uma nova dança, a dança do hoje. Possibi-
A partir do encontro com o Programa Qualificação em
litando o diálogo entre o criar, o fazer, o compreender
Artes em 2015, a Cia passou a criar em diálogo com
e, sobretudo, o pensar e o promover a arte como uma
questões do mundo contemporâneo, buscando o apri-
expressão genuína e plural dentro do contexto sócio-
moramento técnico e a construção e amadurecimento
cultural-econômico. Criando espaços e ampliando co-
de uma identidade artística. Em busca de visibilida-
nexões cada vez mais sensíveis na relação arte e vida.”
de e autonomia nos modos de criação e produção,
André Kaires | Bailarino e Marketing
Em busca de caminhos para gerar sustentabilidade financeira para a Cia Rit’s, os artistas têm se dividido em funções especializadas e atividades que estruturam a profissionalização; além de estabelecer parcerias com diversos profissionais da região e cursos de formação técnica (iluminação e produção musical) na cidade para a finalização dos espetáculos.
Calo (2017)
Entrelinhas (2016)
Contraverso (2015)
Cia Rit’s
Produtor Administrativo /financeiro: Renan Benavides
Direção Geral: Anelissa Fructuoso
Produção Executiva: Amanda Godinho
Elenco: Amanda Godinho, André Kaires, Anelissa Fructuoso,
Comunicação e Marketing: André Kaires
Gabriela Almeida e Vivam Rodrigues
Secretaria: Gabriela Almeida e Vivian Rodrigues
Produção Geral: Mônica Aranha
Mais informações:
/ciarits
G.A.L. - São José do Rio Preto Em três edições do Programa, o grupo criou obras que circulam amplamente, participando, inclusive, de alguns dos principais festivais do país
O Grupo de Apoio à Loucura (G.A.L.) sediado em São José do Rio Preto, desde 2010, desenvolve sua pesquisa teatral a partir de temas que considera urgentes, como a intolerância e a incomunicabilidade. Flertando com a performance, o grupo define sua linguagem como híbrida, com um repertório composto por espetáculos adultos, além de um experimento performático, uma intervenção urbana e dois manifestos musicais. Dentre as outras peças que compõem seu repertório, as criadas dentro do Programa de Qualificação em Artes – “Blanche” (2012), “PUTO” (2016) e “Cabarexistência” (2017) – têm ampla circulação, inclusive por alguns dos principais festivais do país, como o Festival Internacional de Teatro (FIT), de São José do Rio Preto e o Festival Nacional de Teatro do Vale do Paraíba (Festivale), de São José dos Campos, além de unidades do SESC e apresentações independentes. “Em nossa primeira participação o Programa nos instigou a convidar novos participantes e assim conhecemos pessoas de diversas realidades, isso enriqueceu nosso processo ao mesmo tempo em que o processo enriqueceu a realidade de cada um. Encaramos assim o teatro como uma arte de troca, onde só é possível receber algo ao se doar generosamente, fomos estimulados a doar sem limites e recebemos muito com isso”. Murilo Gussi | Diretor e Produtor
Cabarexistência (2017)
Blanche (2012)
PUTO (2016)
G.A.L.
Iluminador e Operador de Iluminação : Tiago Mariusso
Direção e Produção: Murilo Gussi
Técnico de Som e Maquiagem : Suria Amanda
Criadores: Andressa Maria, Bruno Cavalcanti, Gael Camillo, Sávio
Designer Gráfico: Sávio D'Agostino
D’Agostino, Murilo Gussi e Paula Pala
Mais informações:
/grupodeapoioaloucura
Coletivo Artístico Tribuss – Birigui Muita criatividade, sustentabilidade ambiental e sofisticado trabalho musical, em um processo pedagógico tão potente que despertou um novo orientador do Programa
Fundado em 2011, Tribuss define-se como um coletivo artístico, porque é cênico seu mecanismo de produção musical, que, em si, tem sofisticação, qualidade técnica e muita criatividade: sua criação resulta de instrumentos não convencionais, construídos com objetos cotidianos e/ou materiais recicláveis. Buscando conexão com as raízes brasileiras e tribos urbanas, o coletivo, formado por sete integrantes, é dirigido por Everton Gennari, que atualmente é orientador do Programa, e joga com cirandas, samba, baião, maracatu, rock, músicas infantis populares, dentre outros elementos. Dos oito espetáculos que compõem o repertório, três foram realizados dentro do Programa: “Pararatimbum” (2014), “Mistureba Show” (2015) e “Joana” (2016). As obras tiveram ampla circulação, vindo a primeira a se apresentar, inclusive, no Festival Nacional de Curitiba (Fringe). “O Programa nos ajudou na divulgação de nosso trabalho pelo estado, nos qualificou enquanto artistas, nos deu uma ampla visão de "onde estamos e onde queremos chegar?”, mostrou aos atores a importância de estudar, de ler, de querer continuar no processo do aprendizado, ajudou no fortalecimento do grupo no que diz respeito a identidade....” Joana (2016)
Everton Gennari | Diretor
Mistureba Show (2015)
Pararatimbum (2014)
Coletivo Artístico Tribuss
Jennifer Moreira, Marcos Tinareli
Direção: Everton Gennari
Auxiliar de elenco: Débora Freitas
Elenco: Everton Gennari, Alexandre Cremon, Letícia Nascimento,
Mais informações:
/bandatribussoficial
A Máquina (2016)
Coletivo Verum – Santos Participação em cinco edições do Programa, criação e circu-
Com as peças “Bardolatria... estação Sonho” (2014),
lação de quatro espetáculos e uma identidade fortemente li-
“Era uma vez o gato malhado e a andorinha Sinhá”
gada ao teatro musical.
(2015), “A Máquina” (2016) e “O Inspetor Geral” (2017), o grupo circula principalmente na baixada santista, mas
O grupo, sediado em Santos, nasceu em 2014, sendo
expandiu a circulação participando do Circuito Cultural
atualmente composto por 11 atores, com destacável ta-
Paulista, que levou o grupo a outros municípios.
lento em canto, instrumentos e composição autoral, o que identifica o grupo com a linguagem do teatro musical. Participa do Programa de Qualificação em Artes pelo
“Com a participação no Programa amadurecemos
5º ano consecutivo, tempo em que teve a experiência de
nossa concepção de grupo, visão de montagens e
criar quatro espetáculos e trabalhar com a manutenção
preparo dos atores”
e a circulação dessas obras.
Rosane Lobo | Diretora
Era uma vez o gato malhado e a andorinha Sinhá (2015)
Coletivo Verum
Iluminador: Paulo Mauricio Mendes
Diretora: Rosane Lobo
Elenco: Ariel Mota, Bia Britto, Letícia Nascimento, Karina Torres,
Coreógrafa: Letícia Nascimento
Luana Lobo, Rafa Tavares, Ramon Augusto, Barbara Santos, Gabriel
Diretor Musical: Gabriel Lobo
Lobo, Gabriel Nunes, Vaneza Melo Dias.
Produtor: Anderson de Oliveira
Mais informações:
/ColetivoVerum
Toda Raiz tem um pouco de Senzala (2016)
Companhia Viela de Danças Urbanas - Registro Fundada em 2014, com o desejo de transformar a produ-
A partir de 2016, a Cia passa a produzir seus trabalhos
ção cultural na região, a Cia Viela de Registro tem como
com orientação artística do Programa de Qualificação
linha de investigação as danças urbanas buscando olhar
em Artes. Para o grupo, o Programa viabilizou uma visão
híbrido nas relações do corpo que dança.
mais apurada no fazer artístico, fazendo com que a criação seja mais sólida, promoveu a ampliação de repertório, além de apontar caminhos para a autonomia criativa e organização para a profissionalização do grupo.
A arte nos permite estar em dúvida a todo momento. Nos permite transgredir como artistas e como
Em busca da continuidade de um importante trabalho
pessoas. Onde tomamos consciência da possibili-
no Vale do Ribeira, a Cia Viela mantém o desejo pelo
dade de mudança social como algo que nos guia. É
aprendizado e investigação em dança, visa a busca de
uma via de mão dupla que nos dá a possibilidade de
novas parcerias e políticas públicas para subsidiar a di-
aprender ao ensinar, e ensinar ao aprender.
fusão dos trabalhos de maneira que possam aproximar
Emerson Trankas | Diretor/Coreógrafo da Cia Viela
seus espetáculos da população local.
Um grito impresso no muro (2015)
Companhia Viela de Danças Urbanas
Direção de Palco: João Fonseca
Direção Coreográfica: Emerson Trankas
Elenco: Gabriel Albernaz, Danielle Karoline, Jéssica Roberta, Marlon
Direção Artística: Fabiano Muniz
Martins, Carol Denyn.
Produção: Fernando Barbosa
Mais informações: http://www.ciavieladedanca.com
Um Trem Chamado Desejo (2018)
Caboclo Ventura – Santa Gertrudes Caboclo Ventura é um grupo que encara bem desafios: tornou-se um importante agente cultural em sua própria cidade e montou, na íntegra, o clássico “Gota D’água”.
Dedicada à comédia, a companhia Caboclo Ventura foi
O grupo tem 11 integrantes, já criou dez espetáculos,
fundada em 2013, fruto do Curso Livre de Teatro para
dos quais três dentro do Programa. Em 2016, com orien-
jovens e adultos oferecido pela Secretaria Municipal
tação de Luísa Juppe, criou “Pé Vermelho”, uma criação
de Cultura de Santa Gertrudes. É um dos destaques
coletiva que resgata a história de Santa Gertrudes, nova-
do Programa de Qualificação em Artes, por sua traje-
mente revelando o vínculo com a própria comunidade.
tória de profunda participação no cenário cultural da
No ano seguinte, com orientação de Fernando Aveiro e
própria cidade, realizando ações diversas, como per-
Everton Gennari, monta “Gota D’Água”, com um nume-
formances, intervenções artísticas, sessões de cinema
roso e jovem elenco enfrentando – e realizando-o muito
e organização de eventos culturais em geral, além de
dignamente – o desafio de montar na íntegra a dramatur-
desenvolver ações formativas que já contemplaram
gia de Chico Buarque e Paulo Pontes e de desempenhar
mais de 200 alunos, o que dissemina e multiplica os
um bom trabalho musical e enfim, em 2018, monta “Um
efeitos do Programa.
Trem Chamado Desejo”, de Luis Alberto de Abreu.
Gota D’Água (2017)
Pé Vermelho (2016)
“São diversas oportunidades que o Programa traz ao
* O projeto piloto “Direções” foi realizado em 2018 como uma
grupo. Poder apresentar nosso processo em um en-
nova proposta de orientação artística, voltada à diretores de tea-
contro onde tem outros grupos e há uma devolutiva
tro com foco em ampliação de repertório.
da curadoria e plateia sobre a obra é incrível e dá um norte para continuar o trabalho. Levar o seu trabalho
Cabloco Ventura
para outras cidades. Conhecer e dialogar com outros
Direção: Lázaro Maciel
profissionais da área. Trabalhar com profissionais que
Produção: Leonardo Gasparini
orientam o grupo e ainda o novo projeto Direções*,
Elenco: Ana Callegari, Anna Dias, Ana Freitas, Anita Seneme,
que será fundamental para nosso diretor e contribuirá
Emanoel Figuerêdo, Felippe Souza, Gabriel Reis, Gustavo Raizer,
diretamente nos nossos processos de montagem”.
Gleyciane Oliveira, Laura Gasparini e Ryan Siqueira
Lázaro Maciel | Diretor
Mais informações:
/ciateatralcaboclo
Programa de Qualificação em Artes tem parceria com cidades do Estado
91
Fotos: Fernando Martinez Gabriel Campos Marco Rota Nathalie Gingoldi Renan Pazeto Rodrigo Pessoa
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
Márcio França | Governador do Estado Romildo Campello | Secretário de Estado da Cultura Dennis Alexandre Rodrigues de Oliveira | Coordenador da Unidade de Formação Cultural POIESIS – ORGANIZAÇÃO SOCIAL DA CULTURA
Clovis Carvalho | Diretor Executivo Plinio Correa | Diretor Administrativo-Financeiro Maria Izabel Casanovas | Assessora Técnica OFICINAS CULTURAIS DO ESTADO DE SÃO PAULO
Thiago Saraiva | Superintendente PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO EM ARTES
Valquiria Vieira | Coordenadora Fernanda Oliveira e João Murari | Assistentes de Articulação e Produção João Claudio de Almeida | Assistente Administrativo Renato Modesto | Produção Executiva QUALIFICAÇÃO EM TEATRO
Sergio Ferrara | Curador Artístico André de Araújo | Assistente de Curadoria Douglas Novais | Assistente de Curadoria QUALIFICAÇÃO EM DANÇA
Ismael Ivo | Curador Artístico Andréa Thomioka | Assistente de Curadoria Cássia Navas | Consultora Artística
GESTÃO
REALIZAÇÃO