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02. TFG_Caderno de Projeto

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projeto urbano de integração e qualificação entre a unicamp e o ciatec II Danilo Andrada Guilherme Raymundo Profa. Dra. Maria Gabriela Caffarena Celani

Caderno de Projeto


Projeto Urbano de integração e qualificação entre a Unicamp e o Ciatec II

Danilo Andrada Guilherme Raymundo Profa. Dra. Maria Gabriela Caffarena Celani

Caderno de Projeto Trabalho Final de Graduação Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo

2021


Figura 1. Visão aérea da área do projeto + paleta de cor originada a partir da paisagem da imagem. FONTE: Macedo (2018); elaborado pelo autor.

4


5


1. 1.1. 1.2. 1.3.

2. 2.1. 2.2.

3. 3.1. 3.2. 3.3.

4.

diagnóstico campinas área de influência área de intervenção

HIDS ciatec II unicamp

parques tecnológicos sobre estado de são paulo parque tecnológico da unicamp

princípios de projeto


5. 5.1. 5.2. 5.3. 5.4.

referências projetuais masterplan campus wu swiss national innovation park konza techno city masterplan passarela de pedestres tabiat

6.

caderno de projeto

7.

referências


6 .

8


caderno de projeto

9


Como apresentado no início do trabalho, a ideia central deste projeto é a de integrar o campus da Unicamp ao Ciatec II, utilizando-se como principal mediador o Parque Científico e Tecnológico da Unicamp. Integrar não será apenas propor um sistema viário, mas também será requalificar o espaço já existente do campus e propor formas de ocupação ao espaço ainda não urbanizado, para que a ligação entre as duas regiões seja feita de maneira estruturada, proporcionando qualidade de vida e atratividade aos usuários locais. Assim, para início da proposta, foi desenvolvida uma análise das condicionantes, deficiências, potencialidades e ameaças da região, itens advindos dos levantamentos feitos ao longo do trabalho. Destes itens, foram definidas as diretrizes para o projeto urbano (Figuras 6.1 a 6.9). Com base nas diretrizes definidas, delimitou-se as zonas de intervenção no raio do projeto, agrupando-as em setores de diretrizes semelhantes, como destacam as figuras 6.10, 6.12 e 6.13. 10

proposta


Por fim, as zonas de intervenção foram organizadas em fases, para que a ligação entre o campus e o Ciatec II seja feita em etapas, de forma sustentável, gradual e controlada, evitando-se a forma de ocupação dispersa ocorrida na Unicamp pós-implantação inicial (Figura 6.11). Dessa maneira, o desenvolvimento do projeto inicia-se na área mais urbanizada do raio de intervenção, dentro da Unicamp, indo então até as áreas ainda desocupadas, ligando-se por fim à outra área ocupada, o Pólis de Tecnologia, importante programa dentro do Ciatec II. Este eixo desenvolvido entre a Unicamp e o Pólis será como um ponto de partida para o restante do Ciatec II, tanto ao Norte da Fazenda Argentina, quanto ao Sul. Desta forma, espera-se, para além de integrar a Unicamp ao Ciatec II, indicar o início de um novo polo para Campinas, com maior diversidade social e econômica, com uso misto do solo e baseado no desenvolvimento sustentável. Após o estabelecimento das zonas de intervenção, passou-se para os estudos de projeto. Deu-se início pelos estudos viários, estabelecendo-se os tipos de vias, suas dimensões e os seus elementos constituintes, baseado em critérios expostos no capítulo 4 (Figuras 6.14 a 6.23). Foram elaborados dois estudos para a via principal do projeto, denominada Bulevar/Artéria. Um considerou a linha de alta tensão passando pelo canteiro central da via, junto ao BRT, enquanto o outro estudo considerou a linha de alta tensão passando ao lado, o que gera espaços livres na área não edificante que podem ser usados como áreas de cultivo ou lazer. Depois, as tipologias viárias foram distribuídas no terreno, por meio de três estudos diferentes (Figuras 6.24 a 6.28). Além disso, os estudos consideraram, fora do raio de intervenção, as vias propostas pelas diretrizes viárias do Plano de Mobilidade Urbana de Campinas, além da Rede Estrutural de Mobilidade, do mesmo plano. O primeiro estudo considerou o Bulevar/Artéria II, proposta

11


TECNOLOGIA Condicionantes Deficiências

(1) Campinas tem um histórico e um pioneirism

Potencialidades

(2) Contém quatro parques tecnológicos com rio no SPTec;

(3) Localiza-se dentro da Macrometrópole Pau (4) Raio do projeto próximo a muitos centros e

(5) Encontra-se dentro do HIDS e integra um d

Ameaças

(1) Parque Científico e Tecnológico da Unicamp prática vínculos e trocas entre as empresas qu

(2) Cortes e falta de investimentos na área de atual.

(1) Estimular a integração entre espaços públic trabalho colaborativo e parcerias para o dese

Diretrizes

(2) Criar marcos e identidade urbana para o P sua relevância e visibilidade dentro da socied

(3) Integrar a extensão do Pq. Científico e Tecn estrutura coesa e bem delimitada, que inclua

Figura 6.1. Análise e Diretrizes na área de Tecnologia. FONTE: Elaborado pelo autor.

12

proposta


mo de investimento em inovação dentro do Brasil;

m credenciamento definitivo e um com credenciamento provisó-

ulista; empresas de pesquisa e inovação;

dos três Polos Estratégicos de Desenvolvimento de Campinas.

p tornar-se um parque tecnológico apenas na teoria, sem criar na ue se instalarão no local;

e pesquisa e educação, conforme demonstra o contexto brasileiro

cos, edifícios, usuários e entorno, criando uma rede de interações, envolvimento de inovações;

Pq. Científico e Tecnológico da Unicamp, como forma de aumentar dade e atrair investimentos de diferentes setores

nológico da Unicamp com a área atual do Parque, criando uma sua sede, a INOVA.

proposta

13


SOCIEDADE

Condicionantes (1) População da Unicamp composta por maio

(2) Estudantes advindos de diversas regiões do

(1) Desigualdade socioeconômica e educacion Norte composto de população predominantem

Deficiências

(2) Moradia da Unicamp com vagas insuficien

(3) Falta de representatividade de diferentes e autodeclaram brancas.

(1) Mão de obra qualificada advinda das faculd

Potencialidades (2) Recente advento das cotas étnico-raciais

(3) Demarcação de áreas destinadas à implan

Ameaças

(1) Custo da terra alto, com risco de especulaç

(1) Inclusão de diferentes culturas e classes soc diversidade cultural e a acessibilidade, bem co

Diretrizes

(2) Inserção de uma Moradia Estudantil, colab próxima ao campus, que permita maior camin

(3) Expandir os benefícios do campus e do pol

Figura 6.2. Análise e Diretrizes na área de Sociedade. FONTE: Elaborado pelo autor.

14

proposta


oria de jovens adultos, estudantes da graduação ou pós;

o país.

nal distribuída de forma clara e segregada em Campinas, com o mente rica e de ensino superior completo;

ntes e distante da universidade para o deslocamento a pé;

etnias dentro do campus, onde predominam as pessoas que se

dades inseridas no HIDS; e do vestibular indígena;

ntação das Casas dos Saberes Ancestrais.

ção imobiliária.

ciais, por meio de novos equipamentos urbanos que promovam a omo a inclusão de formas de transporte e moradias acessíveis;

borando com a permanência dos estudantes em uma região mais nhabilidade e vivência do ambiente estudantil;

lo tecnológico para mais setores da sociedade.

proposta

15


MOBILIDADE

Condicionantes (1) O transporte individual motorizado é predo

trópole Paulista, não devendo ser ignorado no p

(1) Integração dificultada entre o Ciatec II e a U ecológico e relevo;

(2) A conexão entre Barão Geraldo e o restante

(3) Ciatec II é mal conectado ao restante do d ciclistas, dentre outros);

(4) Algumas das principais vias e intersecções v o excesso de veículos, com destaque para as

Deficiências

(5) Ligação entre a Centralidade Acadêmica I vias de veículo motorizado, com calçadas pre campus;

(6) As duas centralidades são separadas por u

(7) A via que liga o Pq. Científico e Tec. da Unica

(8) As vias Av. Albert Einstein, Rua Saturnino de B jeto de desenho urbano do parque tecnológico

(9) As vias Av. Giuseppina Vianelli di Napoli e Rua calçadas e arborização.

Potencialidades

Ameaças

(1) Existência do plano de implantação da rede do pela prefeitura;

(2) Vias que estão sendo/serão qualificadas p ciclovias, que terminam na fronteira com a Faz

(1) Uso abrangente e predominante de autom

(2) O desenvolvimento da área como parte de res de trânsito, com riscos na sobrecarga de n

Figura 6.3. Análise e Diretrizes na área de Mobilidade (I). FONTE: Elaborado pelo autor.

16

proposta


ominante em toda a cidade de Campinas, na RMC e na Macromeprojeto.

Unicamp por conta das áreas de preservação, córrego, corredor

e de Campinas é dificultada aos que optam pelo transporte ativo;

distrito e principalmente em relação ao transporte ativo (pedestres,

viárias da área de influência, incluindo Barão Geraldo, sofrem com principais rodovias de Campinas;

I e II no Campus da Unicamp é feita por meio de escadas ou por ecárias/ausência de calçadas, dificultando a acessibilidade no

um talude de mais de 500m de extensão;

amp à INOVA é estreita e desprovida de calçadas;

Brito e trecho da Av. André Tosello não são contempladas pelo proo da Unicamp e possuem deficiência em calçadas e arborização.

a Dr. Ricardo Benetton Martins também possuem deficiência em

e cicloviária e de transportes coletivos (BRTs, VLTs e BRSs) elabora-

pelo projeto do Parque Tecnológico, com arborização, calçadas e zenda Argentina.

móveis particulares no Parque Tecnológico da Unicamp e Ciatec II;

e um novo polo de Campinas irá criar mais equipamentos geradonovas vias e contribuição para o modelo rodoviarista nesta região.

proposta

17


MOBILIDADE

(1) Entradas principais da área de projeto a par tivando-se estimular a integração com Barão G o uso da Rodovia Adhemar de Barros como a rodovias como meio de locomoção da cidade

(2) Dar base aos deslocamentos por veículos m do país, mas desestimulando o uso destes veíc

(3) Estruturar o raio de projeto para ter o transp (4) Integrar a Centralidade Acadêmica I com convidativa aos usuários;

(5) Priorizar o uso de ciclovias e de transporte área de influência;

Diretrizes

(6) Transformar a via da INOVA em via compar alargar a rua por conta da APP, ao mesmo tem

(7) Requalificar trechos das vias Av. Albert Eins di Napoli e Rua Dr. Ricardo Benetton Martins par transporte público, bem como dar base a um

(8) Destinar vagas para automóveis ao longo também junto a serviços, comércios e locais d tadas aos pedestres. Além disso, algumas vaga eventuais moradores que possuam veículo par ocupar grandes áreas concentradas de estac

(9) Aplicação do sistema de zona azul nas vias timulando o uso do carro nas vias menores e p

Figura 6.4. Análise e Diretrizes na área de Mobilidade (II). FONTE: Elaborado pelo autor.

18

proposta


rtir da Unicamp, da Av. Guilherme Campos e da Puccamp, objeGeraldo e a cidade de Campinas. Ao mesmo tempo, desestimular acesso ao Ciatec II, a fim de se evitar a ampliação do emprego de e;

motorizados que venham de diferentes regiões da RMC ou mesmo culos no interior do raio de projeto;

porte ativo como meio principal de locomoção; a Centralidade Acadêmica II, tornando esta mais acessível e

e coletivo como meios de conexão entre o raio de intervenção e a

rtilhada e de sentido único para veículos motorizados, evitando-se mpo em que se aprimora a estrutura para o transporte ativo;

stein, Rua Saturnino de Brito, Av. André Tosello, Av. Giuseppina Vianelli ra que possa comportar adequadamente mobilidade ativa e espaço urbano de maior vitalidade;

o das vias (com exceção das vias de pedestre); destinar vagas de trabalho, separadas das entradas principais, que serão volas serão distribuídas no interior das quadras residenciais, para rticular. Com isso, dar suporte ao uso de veículos na cidade, sem cionamento;

s coletoras e locais, com vagas gratuitas nas vias arteriais, desesproporcionando maior rotatividade nas vagas destas vias.

proposta

19


VEGETAÇÃO E HIDROGRAFIA

Condicionantes (1) Existência de uma nascente e um córrego, c (2) Áreas de proteção ambiental.

(1) Fragmentos de vegetação desconectados e (2) APP degradada;

Deficiências

(3) Existência de uma estrada de terra passand

(4) Via feita recentemente conectando a INOVA cho de travessia.

(1) Plano Municipal do Verde para o desenvolvi

Potencialidades (2) Relação entre a Infraestrutura Verde e Azu Ameaças

(1) Cruzamentos indevidos de vias urbanas de cultem a passagem de fauna ou que degenere

(1) Conexão entre os fragmentos de vegetação

Diretrizes

(2) Remoção da estrada de terra que passa em

(3) Aproximação entre ecossistema local, usuá

(4) Priorização de passagem da fauna sobre a

(5) Restauração dos trechos degradados de A

(6) Descanalizar a travessia do córrego sob a no córrego nem na passagem da fauna.

Figura 6.5. Análise e Diretrizes na área de Vegetação e Hidrografia. FONTE: Elaborado pelo autor.

20

proposta


com sua respectiva APP;

e consequente prejuízo à fauna e flora local;

do por cima da nascente;

A ao Pq. Científico e Tec. da Unicamp canalizou o córrego no tre-

imento de corredores ecológicos;

ul, usuários e programas de pesquisa.

entro das áreas de preservação e do corredor ecológico, que difiem o córrego.

o existentes;

m cima da nascente e recuperação da área;

ários e equipamentos;

a passagem dos veículos e pedestres;

APP;

a rua da INOVA e inserir no local uma ponte, a qual não irá interferir

proposta

21


OCUPAÇÃO E USO DO SOLO

(1) A área de intervenção contém setores defini

(2) Está em fase de implantação o projeto de d

Condicionantes (3) Entorno com predominância de três ou me (4) Região periurbana; (5) Linhas de alta tensão cortam o terreno do

(1) Restrição de Usos dentro da Unicamp, inclu (2) Uso comercial escasso e concentrado em ppings, hipermercados, etc);

(3) HIDS atualmente com usos exclusivamente

(4) Existência de obras paradas dentro do cam

Deficiências

(5) Predomínio de edifícios monolíticos e sem

(6) Quadras e edifícios cercados dentro do cam

(7) Considerável presença de grandes estacio rando espaços importantes que poderiam ser

(8) Subaproveitamento das quadras da Unica

(9) A sede atual do Pq. Científico e Tecnológico

(1) Integrar áreas de cultivo com as áreas a se

Potencialidades (2) Ciatec II sem uma lei de ocupação definida ocupação do solo.

Figura 6.6. Análise e Diretrizes na área de Ocupação e Uso do Solo (I). FONTE: Elaborado pelo autor.

22

proposta


idos dentro da Unicamp, com diretrizes de ocupação próprias;

desenho urbano do Parque Científico e Tecnológico da Unicamp;

enos pavimentos;

raio de intervenção.

uindo a Fazenda Argentina; poucas vias ou em grandes empreendimentos comerciais (sho-

e institucionais;

mpus; fachada ativa em todo o raio de projeto;

mpus;

onamentos nas intersecções e ao longo das vias da Unicamp, tide edifícios ou de convivência;

amp no raio de projeto;

o da Unicamp encontra-se distante do restante do parque.

erem urbanizadas;

a, permitindo maior liberdade e experimentação no projeto de

proposta

23


OCUPAÇÃO E USO DO SOLO

(1) Novos empreendimentos de loteamento fe

(2) Tendência de grandes empreendimentos c

Ameaças

(3) Impermeabilização excessiva do solo, aca

(4) Institutos da Unicamp seguindo a tendência

(5) Perda de centralidade do Ciclo Básico, mar

(1) Seguir um gabarito médio/ baixo, condizent

(2) Compensar a restrição de usos que há na U ços e comércios, além de moradia para atend

(3) Dar uso aos edifícios inacabados do campu

(4) Remover as cercas ao redor de edifícios e q

Diretrizes

(5) Propor áreas de cultivo que permitam integ mentação, buscando-se também contribuir co

(6) Manter alta a permeabilidade do solo na n

(7) Aumento da densidade a um nível que per

(8) Manter a centralidade da graduação e da tralidade na Fazenda Argentina, voltada à pes ocupação original do campus e não como su

(9) Dar usos às faixas não edificantes por ond

Figura 6.7. Análise e Diretrizes na área de Ocupação e Uso do Solo (II). FONTE: Elaborado pelo autor.

24

proposta


echado com direito de protocolo anterior à lei atual na área;

comerciais expandirem-se para a região do HIDS;

arretando em enchentes e ilhas de calor;

a de se cercarem;

rco inicial da Unicamp, com a expansão do campus.

te com o entorno, que não afete negativamente a paisagem local;

Unicamp ao longo de seu entorno próximo, proporcionando servider à demanda local de trabalho;

us;

quadras que integram a Unicamp;

gração e engajamento da comunidade com a origem de sua aliom a manutenção de áreas de cultivo da paisagem periurbana;

nova área a ser urbanizada;

rmita o funcionamento sustentável do espaço;

a pós graduação no Ciclo Básico, desenvolvendo uma nova censquisa, tecnologia e inovação, funcionando como complemento à ubstituto;

de passam as linhas de alta tensão, como uso viário, de plantio, etc.

proposta

25


RELEVO

Condicionantes (1) Áreas íngremes no entorno do córrego do r

(2) Vias da Unicamp que se ligam à Fazenda Ar íngremes, acima dos 8% de inclinação.

Deficiências Potencialidades Ameaças

(1) Grande talude ao longo de trecho da Av. Alb campus da Unicamp.

(1) Pontos altos como mirantes e/ou marcos pa

(2) Regiões planas ou pouco inclinadas na áre

(1) Novas construções podem impedir o destaq mais altos;

(2) Relevo das partes mais inclinadas coloca em

(1) Entorno do córrego, de declividade mais ace

(2) Fachadas ativas e espaços de convívio ao com a arborização e qualificação das ruas pro buirão com a mobilidade ativa das vias;

Diretrizes

(3) Destaque dos pontos altos do raio de interv locais de referência para as partes baixas e vis

(4) As novas vias buscarão seguir as curvas de acentuadas. As novas quadras, por outro lado,

Figura 6.8. Análise e Diretrizes na área de Relevo. FONTE: Elaborado pelo autor.

26

proposta


raio de projeto;

rgentina possuem altas declividades, ficando, nos pontos mais

bert Einstein, o qual separa a Centralidade Acadêmica I da II no

ara a região;

ea do Ciatec II.

que dos marcos ou acabar com a vista a partir destes pontos

m risco a mobilidade ativa da região.

entuada, com predominância de áreas livres e de convívio;

o longo das vias mais inclinadas da Unicamp que, em conjunto opostas no projeto para o Pq. Científico e Tec. da Unicamp, contri-

venção para a implantação de marcos ou mirantes, criando-se stas/atrativos para as partes altas;

e nível, evitando-se grande movimentação de terra e declividades irão exigir maior movimentação de terra.

proposta

27


EQUIPAMENTOS COMUNITÁRIOS Condicionantes Deficiências

(1) Quase ausência de equipamentos esportivo apenas para as quadras do Restaurante da Sa Telecamp, ao lado do Pólis de Tecnologia.

Potencialidades (1) Proximidade com a área médica da Unicam Ameaças

Diretrizes

(1) A localização e número atual de restaurante campus para a Fazenda Argentina.

(1) Proposta de novos equipamentos comunitá Fazenda Argentina, buscando maior integraçã comunidade a se instalar no local;

(2) Implantação de um novo restaurante unive munidade, como biblioteca e escola. Figura 6.9. Análise e Diretrizes na área de Equipamentos Comunitários. FONTE: Elaborado pelo autor.

28

proposta


os, culturais e de lazer na área de intervenção, com destaque aturnino, do Museu Exploratório de Ciências da Unicamp e do Clube

mp.

es universitários nao suprirá a nova demanda com a expansão do

ários com prioridade para o perímetro do campus, o que inclui a ão entre a Unicamp e a população de Campinas, com ênfase na

ersitário, bem como equipamentos que deem suporte à nova co-

proposta

29


zonas de intervenção

0

0,1

0,3km

Figura 6.10. Zonas de Intervenção. FONTE: Elaborado pelo autor.


fase I

fase II

fase III


fases de intervenção

fase IV

Figura 6.11. Fases de intervenção. 0 FONTE: Elaborado pelo autor.

0,1

0,3km


DIRETRIZES DAS ZONAS DE INTERVENÇÃO Conectividade parte baixa/parte alta Unicamp

Fase I

(1) Viabilizar um fluxo maior e mais acessib

(2) Requalificação dos espaços livres da proporcionar espaços mais confortáveis e a (3) Requalificação de trechos das vias Av.

Qualificação da Centralidade Acadêmica II

Fase I

(1) Conclusão das estruturas inacabadas p no térreo e ventilação e iluminação naturais

(2) Implantação de novos edifícios a fim d veitamento do solo;

(3) Qualificação dos espaços livres configu de convívio nas entradas dos edifícios existe

(4) Programas: laboratórios, salas de aula, c

Ocupação Pq. Científico e Tecnológico da Unicamp

Fase II

(1) Implantação de novos edifícios e confi proposto pelo projeto do parque tecnológic

(2) Programas: auditórios, coworking, labora de base tecnológica.

Áreas de cultivo

Fase II a IV

(1) Espaços voltados a diferentes formas d terfiram nas linhas de alta tensão que cort espaços de lazer;

(2) Definição de algumas regiões do setor pa já ocorre na quadra da FEAGRI.

Figura 6.12. Diretrizes das zonas de intervenção (I). FONTE: Elaborado pelo autor.

34

proposta


bilidade ao pedestre e ao ciclista entre as duas áreas do campus;

quadra entre a Av. Albert Einstein e a R. Saturnino de Brito, visando acessíveis aos estudantes, professores e funcionários da Unicamp; Albert Einstein, Rua Saturnino de Brito e Av. Dr. André Tosello.

presentes nas quadras, visando uma vedação com fachada ativa s em todos os pavimentos;

de complementar os programas das quadras e aumentar o apro-

urados pela implantação das novas edificações, visando criar locais entes e em cruzamentos importantes;

cantinas e gráfica.

figuração dos espaços de convívio, com base no desenho urbano co, com aumento do uso e aproveitamento do solo;

atórios de P&D para empresas e espaços para incubação de projetos

de cultivo, como hortas comunitárias e pomares, desde que não intam a zona. As áreas de cultivo podem estar ou não associadas a

ara áreas de experimento e pesquisa voltados à agricultura, como

proposta

35


DIRETRIZES DAS ZONAS DE INTERVENÇÃO Expansão Pq. Científico e Tecnológico da Unicamp

Fase III e Fase IV

(1) Ocupação do espaço por meio da impla

(2) Integração com a área atual do parque entre estes dois polos;

(3) Requalificação da extensão da Av. Dr. An

(4) Programas: coworkings; auditórios; biblio de projetos de base tecnológica; restaurant beres Ancestrais.

Uso misto

Fase III e Fase IV

(1) Ocupação do espaço por meio da impla

(2) Requalificação das vias Rua Doutor Rica

(3) Programa: residências multifamiliares; lo moradia estudantil; terminal multimodal; UB

Parque linear

Fase III

(1) Recuperação da APP, do córrego e das á

(2) Programas: área de esportes comunitár

Figura 6.13. Diretrizes das zonas de intervenção (II). FONTE: Elaborado pelo autor.

36

proposta


antação de vias, edificações e espaços de convívio;

e tecnológico e com a sede da INOVA, servindo também de ponte

ndré Tosello, transformando-a em compartilhada na área do CIatec II;

oteca; laboratórios de P&D para empresas; espaços para incubação te universitário, instituções culturais e implantação da Casa dos Sa-

antação de vias, edificações e espaços de convívio;

ardo Benetton Martins e Av. Giuseppina Vianelli di Napoli;

ocais de comércio e serviços; ZEIS; biblioteca; instituição cultural; hotel; BS; escola municipal.

áreas de preservação;

rios; pomar; instituições culturais; trilhas; área verde comunitária.

proposta

37


com um grande canteiro central dando suporte às linhas de alta tensão. Porém, logo percebeu-se o desperdício de espaço com a existência deste canteiro, pois criar-se-ia uma extensa área gramada que precisaria passar por recorrente manutenção e ficaria isolada no meio do sistema viário. Também foi proposta uma rotatória na interseção da extensão viária da Av. Guilherme Campos com a Av. Profa. Ana Maria Silvestre Adade, remetendo o marco do novo acesso à Unicamp, pela Fazenda Argentina, às rotatórias das outras entradas do campus já existentes. Porém, como a rotatória pode prejudicar a mobilidade ativa e tornar o cruzamento um local dominado pelos automóveis, ela foi descartada nos outros dois estudos. A ideia central do estudo I foi criar vias de mão única servindo como formas de retorno e local de vagas para quem está no Bulevar/Artéria, funcionando também como transição entre a via arterial e as vias de pedestre, de trânsito mais lento. Estas são cruzadas por uma via principal pedonal, o promenade, paralelo a uma via coletora, por onde funciona um sistema de BRS. Foi proposto outro promenade que percorreria o parque linear do projeto, ligando uma parte mais ao sul do campus com a nova área. Há também nós de atividade nas principais interseções das vias e a proposta de requalificação de algumas ruas pré-existentes, o que transformaria a extensão da Av. Dr. André Tosello em rua compartilhada, alargaria a Av. Giuseppina Vianelli di Napoli e aumentaria as calçadas e a arborização nas outras vias destacadas. Por fim, a linha de BRT foi proposta passando ao Norte do Pólis de Tecnologia e não ao Sul, como consta na Rede Estrutural de Mobilidade de Campinas. Isso pois a zona de preservação ao Sul não permitiria o alargamento das vias existentes no local para a implantação de um BRT. Além disso, a entrada para o Ciatec II pela Rua Dr. Ricardo Benetton Martins a partir da Rod. Adhemar de Barros foi fechada para veículos, permitindo-se apenas o acesso por BRT. 38

proposta


Já a base que guiou o estudo viário II foi a de criar uma grande intersecção entre a via coletora e o Bulevar/ Artéria, onde seria colocado um novo terminal intermodal. Porém, com esta medida, os setores de vias de pedestres encontraram-se segregados pelas duas grandes vias e outras ruas de mão dupla. Também notou-se problemas na ocupação da Zona de Expansão do Pq. Cient. e Tec da Unicamp, por se compor apenas de vias de pedestres e uma rua compartilhada, sem espaço para o tráfego mais pesado de veículos. Por fim, o estudo viário III buscou se estruturar a partir de duas grandes vias de mobilidade ativa, os dois promenades, que partiriam de locais distintos da área e se ligariam próximo ao cruzamento com a via coletora. Além disso, foram propostas vias de mão única que ligariam, em mãos alternadas, o Bulevar/Artéria com a via coletora. Este desenho viário buscou, por fim, conversar com o desenho viário do campus da Unicamp, por meio de uma forma orgânica que se estruturasse em um desenho circular. A partir dos três estudos iniciais, passou-se para o desenvolvimento do viário final, que foi trabalhado em conjunto com o desenvolvimento dos novos edifícios. Partiu-se do estudo III, por conta da sua configuração estruturada em dois promenades e devido à maior semelhança com o sistema viário da Unicamp, mas buscou-se também integrar ideias dos três estudos na proposta final. Assim como os outros estudos, o projeto final manteve a rota do BRT e a restrição de veículos pela Rod. Adhemar de Barros na área de intervenção. Também se utilizou de vias de mão única para se estruturar um sistema de retorno e de transição entre as vias de trânsito rápido e lento. O antigo promenade, presente nos três estudos, que ligava a parte mais ao Sul do raio de intervenção com as novas edificações, foi transformado em via local. Isso foi feito de maneira a possibilitar uma nova ligação para automóveis entre o campus proposta

39


estacionamento

faixa de rolamento

faixa de rolamento

linha de brt

estação de brt

linha de brt

faixa de rolamento

1,8 m 1,8 m

2,5 m

3,3 m

3,3 m

3,5 m

4,0 m

3,5 m

3,3 m

canteiro

calçada 2,4 m

ciclovia

5,0 m

limite da propriedade

fruição pública

bulevar/arteria I com parada

Figura 6.14. Seção transversal da via bulevar/artéria I com parada. FONTE: Streetmix; elaborado pelo autor.

faixa de rolamento

faixa de rolamento

linha de brt

canteiro central

linha de brt

faixa de rolamento

2,5 m

3,3 m

3,3 m

3,5 m

2,5m

3,5 m

3,3 m

Figura 6.15. Seção transversal da via bulevar/artéria I. FONTE: Streetmix; elaborado pelo autor.

40

proposta

faixa de rolamento

estacionamento

1,8 m 1,8 m

canteiro

calçada

2,4 m

ciclovia

5,0 m

limite da propriedade

fruição pública

bulevar/arteria I

3,3 m


área de cultivo

2,5 m 1,8 m 1,8 m

2,4 m

20,0 m

ciclovia canteiro calçada

área de cultivo

2,4 m 20,0 m

fruição pública

estacionamento

1,8 m 1,8 m

fruição pública

limite da propriedade

faixa de rolamento

2,5 m

limite da propriedade

ciclovia

calçada

estacionamento

canteiro

m 3,3 m 5,0 m

5,0 m

proposta

41


faixa de rolamento

canteiro

linha de brt

estação de brt

linha de brt

canteiro

faixa de rolamento

1,8 m 1,8 m

2,5 m

3,3 m

2,5 m

3,5 m

4,0 m

3,5 m

2,5 m

3,3 m

canteiro

estacionamento

2,4 m

ciclovia

5,0 m

calçada

limite da propriedade

fruição pública

bulevar/arteria II com parada

Figura 6.16. Seção transversal da via bulevar/artéria II. com parada. FONTE: Streetmix; elaborado pelo autor.

3,5 m

9,0 m

Figura 6.17. Seção transversal da via bulevar/artéria II. FONTE: Streetmix; elaborado pelo autor.

42

proposta

faixa de rolamento

3,3 m

linha de brt

linha de brt

2,5 m

canteiro central

faixa de rolamento

1,8 m 1,8 m

estacionamento

canteiro

2,4 m

ciclovia

calçada

5,0 m

limite da propriedade

fruição pública

bulevar/arteria II

3,5 m

3,3 m


estacionamento

ciclovia

canteiro

calçada

m

2,5 m

1,8 m 1,8 m

2,4 m

fruição pública

calçada 2,4 m

5,0 m

fruição pública

canteiro

1,8 m 1,8 m

limite da propriedade

ciclovia

2,5 m

limite da propriedade

estacionamento

m

Obs: as edificações presentes nas seções partiram de diretrizes construtivas que foram definidas mais adiante neste trabalho. Os volumes buscam, em conjunto com a largura e o sombreamento das calçadas, proporcionar uma situação de maior conforto ao pedestre, destinando uma parcela do espaço privado à fruição pública.

5,0 m

proposta

43


5,0 m

44

proposta

2,4 m 1,2 m

faixa de rolamento

faixa de rolamento

linha de brs

2,1 m

3,5 m

3,0 m

3,0 m

3,5 m

Figura 6.19. Seção transversal da via coletora. FONTE: Streetmix; elaborado pelo autor.

2,1 m 1,2 m

2,4 m

limite da propriedade

calçada

canteiro

estacionamento

linha de brs

3,0 m

faixa de rolamento faixa de rolamento linha de brs parada de brs canteiro

2,7 m 3,5 m 3,0 m 3,0 m 3,5 m 2,7 m 1,2 m 2,4 m

limite da propriedade

calçada

linha de brs

ciclovia

canteiro

calçada

limite da propriedade

fruição pública

parada de brs

3,0 m

estacionamento

2,4 m 1,2 m

ciclovia

canteiro

5,0 m

calçada

limite da propriedade

fruição pública

via coletora com parada

Figura 6.18. Seção transversal da via coletora com parada. FONTE: Streetmix; elaborado pelo autor.

via coletora

5,0


fruição pública 5,0 m

0m

proposta

45

fruição pública


2,1m 0,7m 2,0m

fruição pública

3,0m

limite da propriedade

3,0 m

estacionamento canteiro calçada

faixa de rolamento

ciclovia

2,0m 0,7m 3,0 m

faixa de rolamento

5,0 m

calçada canteiro

limite da propriedade

fruição pública

via local de mão dupla

5,0m

Figura 6.20. Seção transversal da via local de mão dupla. FONTE: Streetmix; elaborado pelo autor.

2,1 m 0,7m 2,0 m

fruição pública

3,0 m

limite da propriedade

estacionamento canteiro calçada

limite da propriedade

ciclovia

2,0m 0,7m 3,0 m

faixa de rolamento

5,0 m

calçada canteiro

fruição pública

via local de mão única

5,0 m

Figura 6.21. Seção transversal da via local de mão única. FONTE: Streetmix; elaborado pelo autor.

46

proposta


5,0 m

10,0 m

fruição pública

limite da propriedade

calçadão

limite da propriedade

fruição pública

promenade

5,0 m

Figura 6.22. Seção transversal da via promenade. FONTE: Streetmix; elaborado pelo autor.

5,0 m

6,0 m

fruição pública

limite da propriedade

calçadão (piso permeável)

limite da propriedade

fruição pública

via de pedestres

5,0 m

Figura 6.23. Seção transversal da via de pedestres. FONTE: Streetmix; elaborado pelo autor.

proposta

47


atual e a parte nova da Fazenda Argentina, sem a necessidade de ultrapassar os limites do campus. A única via que até então cumpria esse papel era a extensão recém concluída da Av. André Tosello, que pelas suas dimensões, não comportaria grandes quantidades de veículos. Por meio da requalificação da Av. Giuseppina Vianelli di Napoli, transformando-a em via coletora com linha de BRS, foi possível o cruzamento entre via coletora e arterial, no perímetro do projeto, sem gerar interferências negativas nas principais áreas pedonais. Criou-se, portanto, uma intersecção intermodal, pontuada por um novo terminal de transportes onde se encontram a linha de BRT, BRS, ciclovias e pedestres. Os dois promenades estruturantes, advindos do estudo III, foram mantidos e, ao longo de seus prolongamentos, aberturas maiores foram criadas, formando-se dois centros de bairro, explicitados mais à frente nas figuras 6.72, 6.86 e 6.87. Em cada bairro, ruas que no estudo III eram vias locais passam, agora, a ser de pedestres, comportando a circulação de veículos apenas no perímetro dos bairros. Além disso, ambos os promenades ligam-se à nova área do Parque Científico e Tecnológico da Unicamp, um a leste e outro a oeste da zona de preservação que circunda o córrego. A circulação no Parque também mantém o fluxo de automóveis contido em seus limites externos, reservando o centro para a mobilidade ativa. As figuras 6.29 a 6.92 abordam estas e outras características do projeto de maneira mais didática e objetiva, destrinchando os seus diferentes aspectos e formas de ocupação.

48

proposta


croquis

Figura 6.24. Croqui da área de intervenção (I). FONTE: elaborado pelo autor.

Figura 6.25. Croqui da área de intervenção (II). FONTE: elaborado pelo autor.

proposta

49


0

0,2

0,6km


Figura 6.26. Estudo viário I. FONTE: Elaborado pelo autor


0

0,2

0,6km


Figura 6.27. Estudo viário II. FONTE: Elaborado pelo autor


0

0,2

0,6km


Figura 6.28. Estudo viário III. FONTE: Elaborado pelo autor


56


hierarquia viária definida

promenade vias de pedestre vias de mão dupla vias de mão única bulevar/ artéria I via coletora vias requalificadas

Figura 6.29. Hierarquia viária definida. 0 FONTE: Elaborado pelo autor.

0,1

0,3km

57


58


figura-fundo situação inicial

Figura 6.30. Figura-fundo situação incial. 0 FONTE: Elaborado pelo autor.

0,1

0,3km

59


60


figura-fundo fases de implantação

fase I fase II fase III fase IV

Figura 6.31. Figura-fundo fases de implantação. 0 FONTE: Elaborado pelo autor.

0,1

0,3km

61


62


figura-fundo situação final

Figura 6.32. Figura-fundo situação final. 0 FONTE: Elaborado pelo autor.

0,1

0,3km

63


Figura Figura 6.33. 6.29. Linhas Linhas de de transporte transporte público público.. FONTE: FONTE: Elaborado Elaborado pelo pelo autor. autor.

64


linhas de transporte público brt brs terminal multimodal circular interno (pré-existente)

0

0,1

0,3km

65


Figura Circulação automóveis. Figura 6.34. 6.30. Vias de livrede circulação de automóvel. FONTE: FONTE: Elaborado Elaborado pelo pelo autor. autor.

66


circulação de automóveis acesso livre acesso restrito acesso proibido

0

0,1

0,3km

67


Figura 6.35. Circulação prioritária de pedestres e ciclistas + sistema de áreas livres interconectadas FONTE: Elaborado pelo autor.

68


circulação prioritária de pedestres e ciclistas + sistema de áreas livres interconectadas

vias áreas livres

0

0,1

0,3km

69


Figura 6.36. Inclinação das vias. FONTE: Elaborado pelo autor.

70


inclinação das vias

0 - 3,0% 3,1% - 5,0% 5,1% - 8,0% 8,1% - 10,0% 10,1% - 12,0%

0

0,1

0,3km

71


edifício conector

casa dos museu da saberes ancestrais unicamp

moradia estudantil

hotel

esportes comunitários área verde comunitária instituição cultural de inovação

Figura 6.37. Usos nas quadras.. FONTE: Elaborado pelo autor.

72

zeis zeis

pomar

lazer eventos exposições

biblioteca

lazer trilhas áreas de convívio

instituição cultural

ru


usos nas quadras

(1)térreo: comércio serviços (2)seg. pav.: uso misto* (3)outros pav.: residencial

escola municipal biblioteca

(1)térreo: uso misto*

o terminal intermodal

(2)outros pav.: residencial

ubs

área verde comunitária

(1)térreo: uso misto* (2)outros pav.: serviços (hotel) (1)uso institucional

0

0,1

0,3km

* Quando houver uso misto no mesmo lote ou gleba, o uso residencial deverá ser de no mínimo 25% (vinte e cinco por cento) e no máximo 75% (setenta e cinco por cento) da área construída total. (LPUOS, 2018).

73


44

A

45

53

52

27

54 43

50

51

K

E

D

C L

M

N

P

O

57

R

Q

58

V

55

A1

56 59

60

61

63 64

Figura 6.38. Setorização das quadras.. FONTE: Elaborado pelo autor.

B

H

G

F

62

73

67 66 65

68 69

70

71


setorização das quadras

quadra tipo 01 quadra tipo 02 quadra tipo 03 J

I

H

quadra tipo 04

U T S X

W

Y

quadra tipo 05

Z D1

C1

quadra tipo 06

B1

quadra tipo 07 72

quadra tipo 08 quadra tipo 09 quadra tipo 10 0

0,1

0,3km

quadra tipo 11


DIRETRIZES DAS QUADRAS Quadra Tipo

CA mín.*

Gabarito máx.

Área de estacionamento

01

0,4

3 pavimentos

não haverá

02

0,5

3 pavimentos

1/4 da área total construída da quadra será destinada a novas vagas de estacionamento.***

03

0,4

3 pavimentos

vide quadra 02

04

0,7

2 pavimentos

vide quadra 02

05

2,0

4 pavimentos

não haverá

06 07 08

09

quadra 56: 3,0 quadra 56: 8 pav quad. 69: 2,0 quadra 69: 4 pav quad. 73: 0,25 quadra 73: 2 pav 0,9 quadra I: 3,0 quad. J: 2,0 quad. P: 2,0 quad. Z: 1,0 quad. D1: 2,0

2,0

4 pavimentos

não haverá

quadra I: 8 pav quadra J: 4 pav quadra P: 5 pav quadra Z: 3 pav quadra D1: 3 pav

superfície máxima de 9% da quadra, distribuída em conjuntos que contenham até 7 vagas cada um.****

5 pavimentos

vide quadra 08

Figura 6.39. Diretrizes das quadras (I). FONTE: Elaborado pelo autor.

76

proposta

não haverá

q q q

q q q q q


Taxa de Recuos Fruição Pública mínimos (m) mínima. (%)**

TO mín. (%)

TP mín. (%)*

20

50

4,0 (entre edifícios e entre edifício e calçada)

30

20

50

vide quadra tipo 01

30

15

40

vide quadra tipo 01

20

25

40

vide quadra tipo 01

20

60

25

-

30

-

30

-

30

quadra 56: 60 quadra 56: 25 quadra 69: 50 quadra 69: 35 quadra 73: 20 quadra 73: 50 50

quadra I: 60 quadra J: 40 quadra P: 50 quadra Z: 50 quadra D1: 50

60

25

25

-

25

- 2,5 a 5,0 da calçada; - 2° pav sem recuos.

quadra I: 30 quadra J: 20 quadra P: 30 quadra Z: 30 quadra D1: 20

30

proposta

77


10

1,0

5 pavimentos

vide quadra 08

11

1,5

5 pavimentos

vide quadra 08

Figura 6.40. Diretrizes das quadras (II). FONTE: Elaborado pelo autor.

* de acordo com a LPUOS/2018, o coeficiente de aproveitamento mínimo para a regiã 10% para lotes menores que 5000 m² e 20% para lotes maiores.

** para as quadras do tipo 01, 02, 03 e 04, a taxa de fruição é referente ao térreo dos e reservadas ao público, destinadas à livre circulação de pessoas ou a áreas de convívi quadra, também destinada ao público e à sua livre circulação e fruição.

*** chegou-se a 1/4 da área total destinada a vagas de estacionamento, primeiramen para programas não especificados, deve-se destinar 1 vaga para cada 20m² de área mento nas quadras, de vagas ao longo dos dois lados das vias do entorno (com exce automóveis na região que o projeto visa, instituiu-se um mínimo de 1 vaga para cada ma de novas vagas. A partir disso, considerando que uma vaga padrão de carro poss chegou-se ao resultado de que cada vaga de automóvel necessita de 16,25 m² no m fração, dá aproximadamente 3 partes de área institucional para 1 parte de estacionam se atenda a essa exigência sem acabar com a área permeável das quadras tipo 02, 0 a edifícios-garagem temporários. Futuramente, com o avanço das fases III e IV do pr dependência do automóvel particular na região, busca-se desativar esses edifícios-g

**** os números foram retirados do livro “Uma Linguagem de Padrões” (ALEXANDER et a namentos muito grande pode causar em espaços de convívio e de circulação de ped parte do terreno. Além disso, não será necessário um grande número de vagas para a ções livres de automóveis, baseando-se nas ideias expostas por Farr (2013).

obs: independentemente da quadra tipo, todos os térreos de uso não residencial deve parente (Farr, 2013) e com acesso direto à calçada, contribuindo para a promoção de

78

proposta


55

35

vide quadra tipo 09

30

55

25

vide quadra tipo 09

30

ão seria de 0,25 e máximo de 2,0. Pela mesma lei, a taxa de permeabilidade seria de

edifícios, conforme expõe o Plano Diretor Integrado da Unicamp de 2021. São áreas io. Já para as demais quadras, a taxa de fruição refere-se a uma porcentagem da

nte, a partir dos números fornecidos pela LPUOS/2018 de campinas. Na lei consta que, a construída. No entanto, considerando a atual existência de bolsões de estacionaeção da Rua Oscar Niemeyer) e considerando também o desincentivo ao uso de 50m² de área construída, reduzindo-se praticamente pela metade a exigência mínisui as dimensões de 2,5m x 5m e somando-se a essa área mais 30% de circulação, mínimo. Logo, para cada 50m² deve-se destinar 16,25m² de estacionamento, o que, em mento, ou seja, 1/4 da área total construída é destinada a estacionamentos. Para que 03 e 04, parte dos novos edifícios propostos para essas quadras deverá ser destinada rojeto, da rede estrutural de transporte de Campinas e a consequente redução da garagem para que se tornem novas edificações institucionais, como as demais.

al, 1977), com o objetivo de se evitar os impactos negativos que uma área de estaciodestres. Nessas regiões, os estacionamentos serão térreos, por não ocuparem grande as quadras de uso misto, pois elas serão compostas majoritariamente por habita-

em possuir as suas fachadas compostas por, pelo menos, 70% de fechamento transe fachadas ativas.

proposta

79


quadra tipo 01

Mais do que ocupar essa quadra, é necessário propor a ela solu que o local desempenhe o papel de importante transição entre as C

(1) deverão ser construídas rampas com inclinação de até 5% que li dêmica I, à Rua Saturnino de Brito, na Centralidade Acadêmica II;

(2) o talude deverá ser escalonado, criando-se alturas intermediári talados;

(3) deverá ser implantado um plano paisagístico para a quadra qu região entre a Extecamp e os laboratórios da FECFAU.

A figura 6.41 expõe uma referência elaborada por alunos da FECFA O edifício, além de exemplificar as diretrizes acima, funciona como m do campus. O programa inclui auditório, café e salas de aula. restaurante saturnino

extecamp

edifíci

av. a

lbert

einst

ein

Figura 6.41. Perspectiva aérea do Edifício Conector. FONTE: Queiroz (2017); modificado pelo autor.

80

proposta


uções de mobilidade e permeabilidade de pedestres e ciclistas, para Centralidades Acadêmicas I e II. Assim:

iguem diferentes pontos da Av. Albert Einstein, na Centralidade Aca-

ias onde novos programas e espaços de vivência deverão ser ins-

ue inclua grandes áreas arborizadas e novos mobiliários urbanos, na

AU (UNICAMP) em 2017, denominada “Edifício Conector” (QUEIROZ, 2017). marco e ponto de referência na transição entre as duas centralidades

fecfau

labs fecfau

io conector

proposta

81


quadra tipo 02 quadra tipo 03 quadra tipo 04

Englobam quadras da Centralidade Acadêmica II e do Pq. Cien ocupação expostos nas figuras 6.39 e 6.40. Nas quadras:

(1) os volumes apresentados pelo projeto indicam apenas como deve será a forma final dos novos edifícios, a qual será detalhada posterio (2) os espaços externos configurados pelos edifícios deverão ser como áreas verdes de lazer ou praças;

(3) as estruturas de concreto inacabadas das quadras 43 e 44 deve transparente no térreo e às novas diretrizes expostas no PD-Integrad

(4) para a quadra 52, onde se instala atualmente o Museu Exploratór extensão do museu, assim como já estava previsto no Concurso Púb cias da Unicamp, ocorrido em 2009 (CONCURSOS DE PROJETO, 2009). o escritório CHN Arquitetos. Pelo seu partido, respeito ao entorno e c considerado uma boa opção de ocupação para a quadra em quest

Figura 6.42. Extensão do Museu Exploratório de Ciências da Unicamp. FONTE: Concursos de Projeto(2009).

82

proposta


ntífico e Tecnológico da Unicamp, diferenciando-se pelos critérios de

erá ser a implantação dos novos edifícios, porém não indicam como ormente pelo projetista da quadra. qualificados para se tornarem áreas de convívio e permanência,

erão ser finalizadas já seguindo aos critérios de 70% de fechamento do da Unicamp de 2021.

rio de Ciências da Unicamp, foi proposto no projeto a construção da blico Internacional de Arquitetura para o Museu Exploratório de Ciên. O edifício representado no projeto é dos ganhadores do concurso, consideração pela vista que se tem a partir do atual museu, ele foi tão.

proposta

83


edifícios novos das quadras tipo 01 a tipo 04 instituto eldorado

edifício lib

edifício núcleo

instituto de

computação

edifício conector

Figura 6.43. Isométrica destacando os edifícios novos das quadras tipo 01 a tipo 04. FONTE: Elaborado pelo autor.

fecfau


u

edifício soma

extensão do museu da unicamp

feagri

lactad


quadra tipo 05 São relativas à ocupação padrão da Zona de Expansão do Pq. guras 6.39 e 6.40 associados às seguintes diretrizes específicas: (1) os volumes devem partir da extrusão das quadras;

(2) os volumes devem possuir pátios internos/externos de iluminaçã cada tipo de uso; (3) os pátios devem ter sua dimensão maior entre 15m e 45m;

(4) os pátios devem estar conectados à rua e entre si, por meio de ab dentre outras soluções;

(5) os volumes apresentados pelo projeto são apenas sugestões, bas

86

quadra 71

quadra 66

Figura 6.44. Isométrica da quadra 71 a partir das diretrizes da quadra tipo 05, com destaque para a circualção de pedestres. FONTE: Elaborado pelo autor.

Figura 6.45. Isométrica da qu diretrizes da quadra tipo 05, c circualção de pedestres. FON

proposta


Cient. e Tec da Unicamp, definida pelos índices de ocupação das fi-

ão e ventilação para fornecer uma qualidade ambiental adequada a

berturas no volume, sejam por pilotis, interrupção do volume, vão livre,

seadas nas diretrizes.

uadra 66 a partir das com destaque para a NTE: Elaborado pelo autor.

quadra 60

Figura 6.46. Isométrica da quadra 60 a partir das diretrizes da quadra tipo 05, com destaque para a circualção de pedestres. FONTE: Elaborado pelo autor.

proposta

87


referências para a quadra tipo 05

Figura 6.47. Bloco Urbano “Gruyère” (I). FONTE: A+T Research Group (2017).

Figura 6.48. Rolex Learning Center, Lausanne (Switzerland) (I). FONTE: Bollinger+Grohmann (s/d).

88

proposta


Figura 6.49. Bloco Urbano “Gruyère” (II). FONTE: A+T Research Group (2017).

Figura 6.50. Rolex Learning Center, Lausanne (Switzerland) (II). FONTE: Arquitectura Viva (2021).

proposta

89


quadra tipo 06

As quadras do tipo 06 são as quadras especiais da Zona de Expa e os índices de ocupação das quadras tipo 05. Os volumes apresenta

quadra 56 (instituição cultural de inovação)

Figura 6.51. Isométrica da quadra 56 a partir das diretrizes da quadra, com destaque para a circualção de pedestres. FONTE: Elaborado pelo autor.

quadra 73 (restaurante universitário + trecho do corredor ecológico e área verde)

Figura 6.52. Isométrica da quadra 73 a partir das diretrizes da quadra, com destaque para a circualção de pedestres. FONTE: Elaborado pelo autor.

90

proposta


ansão do Pq. Cient. e Tec da Unicamp. Elas não seguem o tipo padrão ados pelo projeto são apenas sugestões, baseadas nos índices.

quadra 69 (biblioteca do pq. tec. da unicamp) lin rta ho

ha

de

al

ta

te

ns

ão

rta ho Figura 6.53. Isométrica da quadra 69 a partir das diretrizes da quadra, com destaque para a circualção de pedestres. FONTE: Elaborado pelo autor.

(1) recuo de 15m a partir da linha de alta tensão; (2) a faixa não edificante da linha de alta tensão deve ser destinada para áreas coletivas de cultivo, como hortas ou jardins “comestíveis”, as quais podem estar associadas a programas de lazer.

proposta

91


quadra tipo 07

As quadras do tipo 07 também não seguem o tipo de ocupaçã foram selecionadas para resolver o problema de integração com a r córrego que corta a região. O volume apresentado pelo projeto é ap sugere “edifícios-rampa” de inclinação de 5%, que ligam diferentes p vessa o córrego. Ao mesmo tempo, permite uma vista de todo o ento tipo 5, o projeto propôs que todas as quadras deste tipo, a oeste do ampla do horizonte a partir da passarela que, por ter um trajeto sin seguir expõem-se as diretrizes específicas para essas quadras:

(1) a ligação entre as quadras oeste e leste do tipo 7 deve ser feita sem

(2) a ligação deve priorizar os pedestres e permitir acessibilidade a

Figura 6.54. Isométrica das quadras tipo 07, com os seus edifícios em destaque, desenvolvidos como sugestão do

92

proposta


ão padrão da Zona de Expansão do Pq. Cient. e Tec da Unicamp. Elas região da zona de expansão do parque que se encontra posterior ao penas uma sugestão de resposta a esse problema de mobilidade. Ele pontos do Parque a uma passarela de pedestres elevada que atraorno. Baseado nisso, apesar do limite de 4 gabaritos das quadras do o córrego, não passariam de 2 pavimentos, possibilitando uma vista nuoso, permite múltiplas vistas. Como o volume é uma sugestão, a

m interferências no córrego e na área de preservação da vegetação;

a todos, dando preferência ao uso de rampas de até 5%.

projeto. FONTE: Elaborado pelo autor.

proposta

93


quadra tipo 08

As quadras do tipo 08 são as quadras especiais da Zona de das quadras tipo 09, 10 e 11. Os volumes apresentados pelo projeto sã quadra I (biblioteca)

Figura 6.55. Isométrica da quadra I a partir das diretrizes da quadra. FONTE: Elaborado pelo autor.

quadra J (escola municipal)

Figura 6.56. Isométrica da quadra J a partir das diretrizes da quadra. FONTE: Elaborado pelo autor.

94

proposta


Uso Misto. Elas não seguem o tipo e os índices de ocupação padrão ão apenas sugestões, baseadas nos índices de ocupação. quadra P (instituição cultural)

Figura 6.57. Isométrica da quadra P, a partir das diretrizes da quadra. FONTE: Elaborado pelo autor.

quadra Z (terminal intermodal)

Figura 6.58. Isométrica da quadra Z, a partir das diretrizes da quadra. FONTE: Elaborado pelo autor.

quadra D1 (ubs)

Figura 6.59. Isométrica da quadra D1, a partir das diretrizes da quadra. FONTE: Elaborado pelo autor.

proposta

95


quadra tipo 09 quadra tipo 10 quadra tipo 11

São as quadras que seguem a ocupação padrão da Zona de U figuras 6.39 e 6.40 , a partir das seguintes diretrizes específicas:

(1) a ocupação das quadras é permitida ao longo de todo o seu perí

(2) a largura do 1°, 3°, 4° e 5° pavimentos pode variar entre 10m e 15m,

(3) os pátios intra quadra formados devem ter comprimento mínim os pátios deverão ser subdivididos por edifícios transversais de lar margem permitida;

(4) todos os pátios internos devem ter conexão direta com a rua e en ao automóvel. Para tanto, os edifícios responsáveis por subdividir os p volume, sejam por pilotis, interrupção do volume, vão livre, dentre out

(5) a ocupação das quadras do tipo 10 deve levar em conta o recuo d não edificante da linha deve ser destinada a áreas coletivas de cultiv

96

quadra c

quadra d

Figura 6.60. Isométrica da quadra c a partir das diretrizes da quadra tipo 09, com destaque para a circualção de pedestres. FONTE: Elaborado pelo autor.

Figura 6.61. Isométrica da quadra d a part quadra tipo 09, com destaque para a circu FONTE: Elaborado pelo autor.

proposta


Uso Misto, que é dada, em conjunto com os índices de ocupação das

ímetro e todas as esquinas devem ser ocupadas;

, enquanto a largura do 2° pavimento pode variar entre 12,5m e 20m;

mo de 20m e máximo de 45m. Caso o valor ultrapasse esta margem, rgura entre 10m e 15m, a fim de ajustar o comprimento dos pátios à

ntre eles, permitindo o livre acesso de pedestres e eventuais acessos pátios intra quadra e os edifícios perimetrais devem ter aberturas no tras soluções;

de 15m a partir da linha de alta tensão que confronta com elas. A faixa vo, como hortas ou jardins “comestíveis”.

tir das diretrizes da ualção de pedestres.

quadra n

Figura 6.62. Isométrica da quadra n a partir das diretrizes da quadra tipo 09, com destaque para a circualção de pedestres. FONTE: Elaborado pelo autor.

proposta

97


A

B K

E

D

C L

M

N

H

G

F

P

O

R

Q Pq. Linear V

A1

Figura 6.63. Distribuição das áreas no setor glebas privadas.. FONTE: Elaborado pelo autor.

98

proposta


distribuição das áreas no setor glebas privadas

uso misto epc epu J

I

H

sv

U T S X

W

Y

sl

Z D1

C1

área verde

B1

setor glebas privadas setor unicamp

0

0,1

0,3km

proposta

99


DISTRIBUIÇÃO DAS ÁREAS NO SETOR GLEBAS PRIVADA USO

PORCENTAGEM MÍNIMA (%)*

1. MISTO**

-

2. EQUIPAMENTO PÚBLICO COMUNITÁRIO (EPC)***

4

3. EQUIPAMENTO PÚBLICO URBANO (EPU)****

-

4. SISTEMA VIÁRIO (SV)

-

5. ESPAÇOS LIVRES DE USO PÚBLICO (ELUP)*****

20

5.1. SISTEMA DE LAZER (SL)

-

5.2. ÁREA VERDE

-

6. ÁREA TOTAL DO SETOR GLEBAS PRIVADAS

ÁREA

100

Figura 6.64. Distribuição das áreas no setor Glebas Privadas. FONTE: Elaborado pelo autor.

* de acordo com a LPUOS/2018, de Campinas; ** quadras contendo usos residenciais, de serviços e/ou comércio;

*** instalações destinadas à educação, cultura, saúde, assistência social, segurança p

**** instalações e espaços de infraestrutura urbana destinados aos serviços público de águas pluviais, disposição e tratamento dos resíduos sólidos, transporte público, e (LPUOS, 2018);

***** áreas do parcelamento compostas pelo Sistema de Lazer e Áreas Verdes, incluind

100

proposta


AS NO PROJETO (m²) PORCENTAGEM NO PROJETO (%) 146.369,11

41,26

30.658,39

8,64

6.610,45

1,86

98.128,16

27,66

72.994,60

20,58

37.533,86

10,58

35.460,74

10,00

354.760,71

100

pública, lazer e similares (LPUOS, 2018);

os de abastecimento de água, esgotamento sanitário, coleta energia elétrica, rede telefônica, gás canalizado e congêneres

do-se as áreas de preservação permanente (LPUOS, 2018).

proposta

101


ÍNDICE DE OCUPAÇÃO DAS QUADRAS A PARTIR DA V QUADRA ÁREA (ha) GABARITO TO (%) CA

DENSIDADE*

A

0,58

5

70,61

2,56

29,39

160 (un/ha)

B

0,58

5

69,89

2,52

30,11

1158 (un/ha)

C

0,64

5

67,52

2,44

32,48

152 (un/ha)

D

0,65

5

68,93

2,48

31,07

155 (un/ha)

E

0,79

5

68,93

2,54

31,07

159 (un/ha)

F

0,82

5

67,99

2,51

32,01

157 (un/ha)

G

0,84

5

66,97

2,48

33,03

155 (un/ha)

H

1,06

5

62,99

2,40

37,01

150 (un/ha)

I

0,42

8

66,08

3,30

33,92

-

J

1,11

4

51,52

2,58

48,48

-

K

0,79

5

62,59

2,29

37,41

143 (un/ha)

L

0,49

5

70,06

2,96

29,94

185 (un/ha)

M

0,67

5

69,42

2,49

30,58

156 (un/ha)

N

0,82

5

67,91

2,50

32,09

156 (un/ha)

O

0,74

5

65,87

2,39

34,13

149 (un/ha)

P

0,42

5

51,92

2,60

48,08

-

Q

0,44

5

51,97

2,10

48,03

131 (un/ha)

R

0,54

5

49,53

2,01

50,47

126 (un/ha)

S

0,62

5

60,07

2,14

39,93

134 (un/ha)

T

0,77

5

58,65

2,10

41,35

131 (un/ha)

Figura 6.65. índice de ocupação das quadras no setor Glebas Privadas. FONTE: Elaborado pelo autor.

102

TP (%)

proposta

*para o cálculo da densi total de 160 m² para cada


VOLUMETRIA PROPOSTA (SETOR GLEBAS PRIVADAS) QUADRA ÁREA (ha) GABARITO TO (%) CA

TP (%) DENSIDADE*

U

1,21

-

-

-

-

-

V

0,79

5

66,95

2,52 33,05 158 (un/ha)

W

0,51

5

72,95

2,62 27,05

164 (un/ha)

X

0,53

5

71,83

2,59 28,17

162 (un/ha)

Y

0,49

5

74,04

2,65 25,96 166 (un/ha)

Z

0,66

3

62,25

1,87

37,75

-

A1

0,16

-

-

-

-

-

B1

0,68

5

67,97

2,45 32,03 153 (un/ha)

C1

1,01

5

57,37

2,10

D1

0,40

3

69,51

2,09 30,49 -

42,63 131 (un/ha)

idade foi considerado o valor de 40m²/pessoa e cada unidade comportando em média 4 pessoas, logo uma área a unidade. As unidades incluem residências , comércio e serviços, conforme exposto por Farr (2013) no capítulo 4.

proposta

103


HABITANTES NAS QUADRAS A PARTIR DA VOLUMETRIA QUADRA ÁREA (ha)

ÁREA DE USO MISTO + HABITANTES** RESIDENCIAL (m²)*

DENSIDADE (hab/ha)

A

0,58

11.997,35

300

517

B

0,58

13.501,58

338

582

C

0,64

14.467,81

362

565

D

0,65

15.190,67

380

584

E

0,79

17.959,42

449

568

F

0,82

18.416,11

460

561

G

0,84

19.787,46

495

589

H

1,06

24.120,23

603

569

I

-

0

0

0

J

-

0

0

0

K

0,79

16.390,73

410

519

L

0,49

2.785,37

70

142

M

0,67

16.262,08

407

607

N

0,82

18.471,80

462

563

O

0,74

15.436,67

386

522

P

-

0

0

0

Q

0,44

8.503,03

213

483

R

0,54

10.309,44

258

477

Figura 6.66. Habitantes nas quadras do setor Glebas Privadas. FONTE: Elaborado pelo autor.

* A área exclusivamente comercial e de serviços de cada quadra foi desconsiderada para o cálculo da área cons pada por residências. ** para o cálculo do número de habitantes foi considerado o valor de 40m²/pessoa. *** densidade líquida: número total de habitantes dividido pela área das quadras de uso misto. Densidade bruta: n

104

proposta


A PROPOSTA (SETOR GLEBAS PRIVADAS) QUADRA ÁREA (ha)

ÁREA DE USO MISTO + HABITANTES** DENSIDADE RESIDENCIAL (m²)* (hab/ha)

S

0,62

12.695,05

317

512

T

0,77

15.043,13

376

488

U

-

0

0

0

V

0,79

17.722,44

443

561

W

0,51

12.819,42

320

628

X

0,53

13.204,22

330

623

Y

0,49

11.426,72

286

583

Z

-

0

0

0

A1

-

0

0

0

B1

0,68

16.420,56

411

604

C1

1,01

21.129,93

528

523

D1

-

0

0

0

ÁREA TOTAL (ha)

HABITANTES TOTAL

DENSID. LÍQ. (hab/ha) ***

15,85

8.602

543 DENS. BRUT. (hab/ha) *** 242

struída habitacional. Para este, considerou-se a parte exclusivamente residencial e a parte de uso misto, 100% ocu-

número total de habitantes dividido pela área do Setor Glebas Privadas.

proposta

105


ÁREA CONSTRUÍDA A PARTIR DA VOLUMETRIA PROPO ÁREA DENSIDADE QUADRA ÁREA (ha) CONSTRUÍDA (m²) CONSTRUTIVA (m²/ha)

A

0,58

14.931,14

25.576,66

U

B

0,58

14.567,55

25.242,59

V

C

0,64

15.515,12

24.394,73

W

D

0,65

16.145,36

24.786,09

X

E

0,79

20.028,89

25.396,88

Y

F

0,82

20.492,89

25.085,28

Z

G

0,84

20.821,19

24.780,26

A1

H

1,06

25.396,69

23.976,69

B1

I

0,42

13.779,85

33.041,32

C

J

1,11

28.637,95

25.762,03

D1

K

0,79

18.033,72

22.878,43

L

0,49

14.594,97

29.606,44

M

0,67

16.732,61

24.947,46

N

0,82

20.524,02

25.030,12

O

0,74

17.609,92

23.860,45

P

0,42

10.847,65

25.958,58

Q

0,44

9.240,59

20.972,27

R

0,54

10.962,11

20.116,03

S

0,62

13.243,08

21.440,90

T

0,77

16.278,06

21.027,06

Figura 6.67. Área construída nas quadras do setor Glebas Privadas. FONTE: Elaborado pelo autor.

106

Q

proposta

PA LIN

ÁR PR

35


OSTA (SETOR GLEBAS PRIVADAS)

ÁREA QUADRA ÁREA (ha) CONSTRUÍDA (m²)

DENSIDADE CONSTRUTIVA (m²/ha)

1,21

-

-

0,79

19.917,09

25.248,07

0,51

13.306,92

26.228,39

0,53

13.739,02

25.906,99

0,49

12.926,70

26.537,05

0,66

12.344,91

18.674,84

1

0,16

0

0

1

0,68

16.760,61

24.548,61

1,01

21.129,92

20.966,59

1

0,40

8.256,18

20.853,15

ARQUE NEAR

2,88

738,66

256,48

W

C1

REA SETOR GLEBAS ÁREA CONSTRUÍDA DENSIDADE CONSTRUTIVA TOTAL (m²) BRUTA (m²/ha) RIVADAS (ha)

5,48

457.503,37

12.894,68

proposta

107


ÍNDICE DE OCUPAÇÃO DAS QUADRAS A PARTIR DA V QUADRA ÁREA (ha) GABARITO TO (%)

TP (%)

QUADRA

27

5,62

1a3

20,10

0,40

55,90

66

43

3,92

1a4

20,02

0,5

54,10

67

44

4,41

1a3

30,37

0,79

53,93

68

45

3,44

2a5

16,25

0,5

46,74

69

50

3,18

2

25,6

0,83

43,84

70

51

2,30

2

27,73

0,87

51,34

71

52

2,81

2

29,19

0,85

53,31

72

53

0,64

2

73,09

1,46

26,91

73

54

0,54

2

70,86

1,42

29,14

55

0,29

2

69,91

1,40

30,09

56

0,17

2a8

68,93

3,12

31,07

57

0,46

2

71,61

1,43

28,39

58

0,38

2

73,64

1,47

26,36

59

0,82

2

51,11

0,92

48,89

60

0,38

2

66,49

1,33

33,51

61

0,40

2

70,95

1,42

29,05

62

0,62

2

68,32

1,23

31,68

63

0,56

2

70,61

1,41

29,39

64

0,46

2

71,12

1,42

28,88

65

0,79

4

65,83

2,63

34,17

Figura 6.68. índice de ocupação das quadras no setor Unicamp. FONTE: Elaborado pelo autor.

108

CA

proposta


VOLUMETRIA PROPOSTA (SETOR UNICAMP) ÁREA (ha) GABARITO TO (%)

CA

TP (%)

0,69

4

67,43%

2,70

32,57

0,67

4

73,92%

1,35

26,08

0,64

4

65,71%

2,63

34,29

0,89

4

56,53%

2,26

43,47

0,82

4

66,64%

2,67

33,36

0,98

4

66,93%

2,68

33,07

2,55

1

-

1,41

1

23,15%

0,25

76,85

proposta

109


ÁREA CONSTRUÍDA A PARTIR DA VOLUMETRIA PROPO

QUADRA ÁREA (ha) ÁREA CONSTRUÍDA ATUAL (m²) ÁREA CONSTRUÍ 27

5,62

16.746,55

5.732,96

43

3,92

10.300,56

9.276,54

44

4,41

13.578,30

21.270,69

45

3,44

4.650,37

12.549,12

50

3,18

1.977,54

24.391,08

51

2,30

1.503,45

18.544,11

52

2,81

539,80

23.359,71

Figura 6.69. Área construída no setor Unicamp Campus Zeferino Vaz, comparando-se a área atual com a área fina

ÁREA CONSTRUÍDA A PARTIR DA VOLUMETRIA PROPO

ÁREA DENSIDADE QUADRA ÁREA (ha) CONSTRUÍDA (m²) CONSTRUTIVA (m²/ha) QU

53

0,64

9.297,4

14.618,35

64

54

0,54

7.694,74

14.172,93

65

55

0,29

4.115,48

13.982,68

66

56

0,17

5.170,86

31.190,34

67

57

0,46

6.594,88

14.321,50

68

58

0,38

5.622,3

14.727,28

69

59

0,82

7.502,69

9.179,76

70

60

0,38

5.048,74

13.298,55

71

61

0,40

5.661,12

14.189,91

72

62

0,62

7.679,37

12.345,24

73

63

0,56

7.847,78

14.121,77

Figura 6.70. Área construída no setor Unicamp Fazenda Argentina. FONTE: Elaborado pelo autor.

110

proposta


OSTA (SETOR UNICAMP CAMPUS ZEFERINO VAZ)

ÍDA PROPOSTA PELO PROJETO (m²)

ÁREA CONSTRUÍDA FINAL (m²) 22.479,51 19.577,10 34.848,99 17.199,49 26.368,62 20.047,56 23.899,51

al, posterior à intervenção do projeto. FONTE: Elaborado pelo autor.

OSTA (SETOR UNICAMP FAZENDA ARGENTINA)

UADRA ÁREA (ha)

ÁREA CONSTRUÍDA (m²)

DENSIDADE CONSTRUTIVA (m²/ha)

4

0,46

6.575,86

14.224,44

5

0,79

20.780,64

26.331,37

6

0,69

18.570,88

26.970,88

7

0,67

9.049,81

13.501,84

8

0,64

16.892,56

26.285,83

9

0,89

20.140,76

22.613,25

0

0,82

21.836,4

26.656,87

0,98

26.278,68

26.773,48

2

2,55

1.232,21

483,22

3

1,41

3.270,52

2.314,81

proposta

111


rede estrutural de mobilidade planejada proposta pelo projeto + densida

Figura 6.71 Rede estrutural de mobilidade e densidade demográfica na área de influência.

112 proposta FONTE: Densidade: SEPLAN (2015); Mobilidade: EMDEC (2019); elaborado pelo autor.


pela emdec + rede estrutural de mobilidade de existente + densidade prevista do projeto

legenda

delimitação da área de influência do projeto terminais projeto brs projeto brt projeto terminais brs emdec brt emdec BRT não adotado pelo projeto vlt emdec <5 hab/ha 5 a 25 hab/ha 25 a 50 hab/ha 50 a 100 hab/ha 100 a 200 hab/ha >200 hab/ha hidrografia

0

0,5

proposta 1,5km

113


114

proposta

Figura 6.72. Masterplan. FONTE: Elaborado pelo autor.


masterplan

legenda acessos centros de bairro limites de bairro passagem superior de fauna ponte horta comunitária pomar app edifícios-âncora acesso exclusivo de brt programas especiais raios de pedestre (400m) diretrizes viárias de campinas 0

0,1

0,3km

barreiras proposta 115 de automóvel


referências passagem superior de fauna

Figura 6.73. Passagem superior de fauna nos EUA. FONTE: Comurb (2016).

Figura 6.74. Passagem superior de fauna em Singapura. FONTE: Animal Care (2019).

horta comunitária

Figura 6.75. Horta Comunitária em Manguinhos, Rio de Janeiro. FONTE: Barbon e Cheibub (2021).

116

proposta


barreiras de automóvel

Figura 6.76. Canteiro de flores automático. FONTE: EDS (s/d).

Figura 6.77. Postes de elevação automática. FONTE: Automated Access (s/d).

Figura 6.78. Ruas calmas/ compartilhadas, configuradas por cavaletes e cones. FONTE: GDCI e Nacto (2020).

proposta

117


maquete eletrônica da situação inicial solstício de inverno 16h

legenda volumes linha de brt área de preservação vias convencionais

espaços com prioridade para pedestres e ciclista 118

proposta


as

Figura 6.79. Maquete eletrônica da situação inicial. FONTE: Elaborado pelo autor.

proposta

119


maquete eletrônica da inserção do projeto solstício de inverno 16h

legenda volumes linha de brt área de preservação vias convencionais

espaços com prioridade para pedestres e ciclista 120

proposta


as

Figura 6.80. Maquete eletrônica da situação intermediária. FONTE: Elaborado pelo autor.

proposta

121


maquete eletrônica da situação final solstício de inverno 16h

legenda volumes linha de brt área de preservação vias convencionais

espaços com prioridade para pedestres e ciclista 122

proposta


as

Figura 6.81. Maquete eletrônica da situação final. FONTE: Elaborado pelo autor.

proposta

123


edifício nucleo

museu unicamp

fecfau

instituto cultural de inovação

elevação sul

edifícios d edifícios da expansão do pq. tec

elevação leste biblioteca

torre do cpqd edifícios do polis

escola municipal

edifícios de uso misto

cu

globaltech

elevação norte cpd santander

biblioteca

facamp

escola municipal

sirius

elevação oeste Figuras 6.82. a 6.85. Elevações do projeto e indicações de programas. FONTE: Elaborado pelo autor.

124

proposta

cas sab

mu


edifícios da expansão do pq. tec.

edifícios de uso misto ubs

torre do cpqd

0

biblioteca

globaltech cargill

sirius

0

museu da unicamp

edifício lib edifício nucleo

instituição ultural de inovação

useu da unicamp

0,3km

escola municipal

de uso misto

sa dos beres ancestrais

0,1

0,1

0,3km

instituto eldorado institutode computação

0

0,1

0,3km

edifícios da expansão do pq. tec. feagri

0

0,1

0,3km

proposta

125


04 04 03 02

01

planta do corte

01

0

126

proposta

instituição cultural de inovação

40

160m

Figura 6.86. Planta do corte. FONTE

02

casa dos saberes a


corte via de pedestres + promenade + via local

04

biblioteca + centro de bairro

E: Elaborado pelo autor.

ncestrais

03

centro de bairro

Figura 6.87. Corte. FONTE: Elaborado pelo autor.

proposta

127


128

proposta


vista 01

Figura 6.88. Vista a partir da passarela elevada de pedestres, em direção ao oeste. Destaque para o Instituto Cultural de Inovação e para o novo Museu Exploratório de Ciências da Unicamp. proposta FONTE: Elaborado pelo autor.

129


130

proposta


vista 02

Figura 6.89. Vista a partir da fachada Leste do Instituto Cultural de Inovação. FONTE: Elaborado pelo autor.

proposta

131


132

proposta


vista 03

Figura 6.90. Vista a partir de um promenade em direção a uma via local, a qual o corta + simulação das fachadas ativas. proposta FONTE: Elaborado pelo autor.

133


134

proposta


vista 04

Figura 6.91. Vista da divisa entre a nova área do Pq. Científico e Tecnológico da Unicamp e a Zona de Uso Misto, a partir do térreo de um edifício de uso misto. FONTE: Elaborado pelo autor.

proposta

135


136

proposta


vista 05

Figura 6.92. Vista a partir do pomar do projeto, em direção ao Parque Linear e a uma das rampas que leva à passarela elevada de pedestres. FONTE: Elaborado pelo autor.

proposta

137


7 .


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