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Aula/Unidade 10 01 2014 imersão para o sucesso

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ROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO E VALORIZAÇÃO DO EMPREENDEDORISMO FEMININO

TEMA: FERRAMENTAS E MÉTODOS PARA O AVIVAMENTO DE COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DE LIDERANÇA, VENDAS E COMUNICAÇÃO. 1


OBJETIVO GERAL Identificar e metodizar procedimentos para despertar em mulheres sua identidade feminina, fortalecendo a integração e o senso de voluntariado, o talento, sua auto-estima e favorecendo a inspiração e que se descubram capazes de iniciar em suas comunidades, local de origem, ações de “boa vontade” empreendedora que transformem pessoas e seus ambientes e, sobretudo, a elas mesmas, gerando renda e ocupação. OBJETIVO ESPECÍFICO Apresentar a cada participante FERRAMENTAS E MÉTODOS PARA O AVIVAMENTO DE COMPETÊNCIAS, DE HABILIDADES DE se VOLUNTARIAR, de LIDERANÇA E COMUNICAÇÃO

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PROFESSORES Professores moderadores. Fernando A. Dal Piero Doutor em Ciências Políticas - Universidad de Barcelona em 2004. Livre Docênte na Wilfrid Laurier University escritor com livros publicados sobre comportamento humano com habilitação em Métodos Estatísticos e Teoria da Decisão Credenciado em Elaboração, Gestão e Análise de Risco em Projetos. http://lattes.cnpq.br/9304143913113811 Miriam Gonçalves Graduada em Matemática pela FAFICLE – Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Jales, (1997). Pósgraduada em Educação (doutora H.C. pela Universidade Federal de Santa Catarina – Brasil) exercendo a função de Pesquisadora em Estudos de Empreendedorismos e Comportamento Humano, desde fevereiro de 2011. Experiência na área de Empreendedorismos Multinivel, atuando principalmente nos seguintes temas: Capacitação, Gestão, Migrações, Identidades, Imagens e expressões comportamentais como fontes à Ciência do Empreendedorismo. Participa do Corpo Técnico do IITIC. http://lattes.cnpq.br/9514685904763797

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MODELO


MODELO


Programa

CASA ABERTA Nosso dia 10/01/2014 IITIC

Etapa 1: 2015 _ Característica da Competências e Habilidades para SER empresa empreendedora na ATIVIDADE VOLUNTÁRIA. Integração/Expectativas(3hs). Etapa 2: Importância da sua atividade empreendedora de Venda Direta no mercado Brasileiro - possibilidades de ganhos, geração de renda, geração de ganhos para a sociedade (2hs) Etapa 3: Alcance do negócio - tipos de lojas, plano de comunicação, limitações (2hs). 10h às 18h com a realização de cozinhaterapia no almoço 6


Programa

CASA ABERTA Nosso dia 11/01/2014 IITIC

Etapa 4: Plano de sortimento da sua loja, conceitos de produtos, produtos de época, produtos emocionais, voluntariado (4`hs)

Etapa 5: inteligência competitiva, informação, dados e seletividade (2hs) 9h às 18h com almoço no local 7


ALERTA NO ÂMBITO DESTE PROGRAMA de imersão estudamos e tratamos a estrutura da experiência subjetiva quando da Gestão e Criação de Empresas. Buscamos estudar e interpretar em favor da comunicação empresarial (negócios) como o cérebro e a mente funcionam, como criamos nossos pensamentos, sentimentos, estados emocionais e comportamentos e como podemos direcionar e otimizar esse processo. Em outras palavras, estudamos como o ser humano funciona e como ele pode escolhe a maneira que quer funcionar. VIVER E NEGOCIAR, então, envolve a capacidade de estabelecer mapas cognitivos e experiências de referência e perceber o estado do ambiente para que os mapas e experiências adequados sejam ativados, produzindo os resultados desejados no contexto em causa.

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Etapa 1: 2014 _ Característica da Competências e Habilidades para SER empresa empreendedora na ATIVIDADE VOLUNTÁRIA.


HISTÓRIA e MODELOS


Modelos simplificam a realidade – Todas as áreas científicas utilizam modelos:oceanografia, astronomia, história, gestão… • Ajudam a compreender a complexidade • Oferecem um leque de perspectivas – Unitária, pluralista, crítica • Refletem o contexto em que se desenvolvem.


EVOLUÇÃO DA PESSOA NA GESTÃO

Talento


HISTÓRIA - VIDA E NEGÓCIOS Pirâmide de 1 até 3 Grupo

Equipe

Trabalhar “sozinho”

Trabalhar “Juntos”

Ênfase nas habilidades técnicas

Ênfase nas habilidades interdisciplinares (interpessoal)

Atividades e tarefas estritamente definidas

Tarefas (habilidade e conhecimento amplo)

Coordenadores determinam o trabalho

Coordenadores e equipe determinam e planejam juntos

Informações restritas ao coordenador Informações compartilhadas entre todos Recompensa no desempenho individual

Recompensas individuais e de equipe

Assumir riscos é desencorajado e punido

Assumir riscos é encorajado


HISTÓRIA - VIDA E NEGÓCIOS Pirâmide de 1 até 3


O COMEÇO DA MUDANÇA A contribuição de Rensis Likert - 1979 Produtividade / Qualidade

Modelos Livres e TALENTOSOS Modelos hierarquicamente controlados

Tempo


A CONCLUSÃO da MUDANÇA

O “perfil ideal” DA EMPRESA E DA PESSOA que levará avante todas as mudanças necessárias é bem diferente do até então procurado e valorizado pelas organizações. Resultados continuam sendo importantes e a razão de ser de qualquer negócio. Porém, não mais a qualquer preço, como no passado. Hoje, busca-se CONCILIAR gestão eficaz de ATIVOS garantindo o melhor uso/aplicação em sua potencialidade, ao mesmo tempo em que exige destes ativos COMPROMISSOS no lugar de responsabilidade.


As 4 abordagens para a divulgação da mudança

●

Abordagem Cognitiva: informação objetiva capaz de convencer o ‘racional’

● ●

● ●

●

Abordagem da Aprendizagem : Formação e orientação sobre as melhores e mais promissoras práticas para convencer o ‘aprendiz’ Abordagem Conversadora: assegurar a interacção com os decisores para convencer o ‘interessado’ Abordagem Coerciva: destinada aos resistentes ativos e aos desinteressados


FASES PREVISTAS NUMA ORGANIZAÇÃO EM MUDANÇA

A CASA DA MUDANÇA

A SALA DO CONTENTAMENTO

A SALA DA RENOVAÇÃO

A SALA DA NEGAÇÃO

A SALA DA CONFUSÃO

CALABOUÇO DA NEGAÇÃO

PARALYSIS PIT

Fonte: Nick Fry and Peter Killing, Strategic Analysis and Action, Fourth Edition, Prentice Hall Canada, 2000


A Curva da Mudança Antecipação Bom

Dar início à mudança

Reação Crise

Vamos desencadear a mudança

OK, é preciso mudar

Desempenho

? Insuficiente Tempo Fonte: Dal Piero, Nick Fry and Peter Killing, Strategic Analysis and Action, Fourth Edition, Prentice Hall Canada, 2000


A Curva da Mudança Antecipação Bom

Reação Crise

Desempenho estratégico

Insuficiente

Está tudo a correr bem. É realmente Necessário mudar? Podemos fazer a experiência?

Tempo Fonte: Dal Piero, Nick Fry and Peter Killing, Strategic Analysis and Action, Fourth Edition, Prentice Hall Canada, 2000


A Curva da Mudança Antecipação Bom

Reação Crise O que é que precisa mudar ?

Desempenho Estratégico

Por onde começar?

Insuficiente

Podemos obter resultados antecipados?

Tempo Fonte: Dal Piero, Nick Fry and Peter Killing, Strategic Analysis and Action, Fourth Edition, Prentice Hall Canada, 2000


A Curva da Mudança Antecipação Bom

Reação Crise É necessário agir rapidamente.

Desempenho Estratégico

Em quem posso confiar?

Insuficiente

Por onde começar?

Tempo Fonte: Dal Piero, Nick Fry and Peter Killing, Strategic Analysis and Action, Fourth Edition, Prentice Hall Canada, 2000


VIDA E NEGÓCIOS - DESAFIOS figura 4

 Ciência em lugar do empirismo  Harmonia em vez de discórdia

Responsividade. Máxima produção e não-restrição de Voluntariado produção TALENTOS

 Cooperação, não-individualismo 

 Desenvolvimento de cada indivíduo

para

sua

máxima

eficiência

prosperidade... DESDE 1830

e


Voluntário se liga ao querer e à idéia de vontade como voglia, volontá, volere, volentieri, palavras que, na língua italiana, têm todas o mesmo significado próximo: vontade, desejo, querer, estar de boa vontade, querer com muito gosto.

Quanto maior a capacidade de conhecer e atender às expectativas de suas partes interessadas maior o seu grau de reputação


HISTÓRIA - VIDA E NEGÓCIOS

Voluntariado SÉCULO XIX VOLUNTARIADO BENEMERENTE

CARACTERÍSTICAS  Forte presença da mulher;  Paternalista;  Moralizador;  Caritativo.


Voluntariado DÉCADA DE 30

CARACTERÍSTICAS  Assistencialismo;  Esvaziamento das iniciativas voluntárias e associativas.

VOLUNTARIADO ENFRAQUECIDO


Voluntariado DÉCADA DE 60/70

VOLUNTARIADO COMBATIVO

CARACTERÍSTICAS  Correntes contestatórias influenciando os movimentos populares;  Surgimento das Organizações Não Governamentais - ONGs.


Voluntariado DÉCADA DE 80

VOLUNTARIADO ASSISTENCIALISTA

CARACTERÍSTICAS  Atuação em situações emergenciais;  Crescimento de organizações sociais e fundações;  Defesa de direitos.


Voluntariado DÉCADA DE 90 VOLUNTARIADO SOLIDÁRIO CARACTERÍSTICAS  Atuação em questões emergenciais;  Solidariedade e exercício de cidadania;  Lei do Voluntariado;  Qualificação do voluntariado;


2001 ...VOLUNTARIADO ORGANIZADO

2014... CARACTERÍSTICAS  TALENTOS  Preocupação com resultados;  Empresas e empresários voluntários;  Ampliação de oportunidades de participação;  Envolvimento;  Fortalecimento das redes;  Apoio maciço da COMUNIDADE.


EMPRESAS DE VOLUNTARIAS

• Escolha, ação e compromisso • Experiência de participação • Transformação de necessidades em oportunidades de ação • Superação do assistencialismo


OLHAR CRÍTICO

+

VONTADE DE AGIR

=

EMPRESA GERIDA E AÇÃO VOLUNTÁRIA


Voluntariado Empresarial

Conjunto de açþes realizadas em comunidades por PESSOAS/empresas para Superar expectativas de mercado.


Voluntariado Empresarial  Maneira inovadora de integrar gestão, produção e

LUCROS  Oportunidade de estabelecer nova qualidade de

impacto de sua atuação na sociedade  Construção de identidade e coesão entre os

negócios em torno dos valores éticos HUMANOS.


VIDA E NEGÓCIOS SOB A ÓTICA DO VOLUNTARIADO

• Comunidade • Liberdade de boa vontade • Pertença • Comunica Trabalho

Sinergia • Lealdade Compromisso • Responsivo


INTEGRAR E PRODUZIR

Resultados

Realização

Generosidade

Determinação

Incentivar

Sustentar Motivação

Visão

Compartilhar

Desenvolver

Abertura

Exemplo

Coerência

Valores

Pessoas


DEFINIÇÃO

Integração “Processo social que tende a harmonizar ou unificar diversas unidades antagônicas, sejam elementos da personalidade dos indivíduos, dos grupos ou de agregações sociais maiores. Ajustamento recíproco dos membros de um grupo e sua identificação com os interesses e valores do grupo “.


VÍDEO INTEGRAÇÃO


DINÂMICA

Procedimento 1. O facilitador distribui a cada participante dois cartões: um verde e outro amarelo, instruindo

ao grupo que, individualmente, devem escrever no cartão verde coisas boas (aquilo que lhe dá prazer) a respeito da vida, do ambiente de trabalho, do assunto debatido ou de um processo específico a ser abordado.

2. No cartão amarelo pede-se que escrevam as coisas ruins, aquilo que lhes incomodam e

causam desconforto.

3. Após todos terem escrito, os cartões devem ser depositados em montes distintos no centro

do grupo.

4. O facilitador pega aleatoriamente um dos cartões, lê em voz alta para o grupo e abre espaços

para comentários.

5. O facilitador deve deixar o grupo falar à vontade, esvaziando-se das mágoas, ressentimentos

e desconfortos do processo.


DINÂMICA Dinâmica: vamos fazer nossa refeição. 1ª Etapa – Sem integração – Cada pessoa vai fazer uma lista dos ingredientes para produzir uma refeição completa em 1 hora. O objetivo aqui é ver como as será a convergência entre ingredientes e nomes de pratos. 2ª Etapa – Integração Parcial - Cada pessoa vai fazer uma lista dos ingredientes para produzir uma refeição completa em 1 hora. Nesse momento, cada pessoa poderá se comunicar com uma outra somente e somente um nome de prato deverá surgir. 3ª Etapa – Integração Total – As pessoas agora, podem se comunicar. No entanto, isso deve ser feito de maneira bastante organizada. Espera-se que nessa etapa, exista convergência ou que apresente o menor nível de divergências quanto aos nomes dos pratos e quantidade de ingredientes. 4ª Etapa – Agora cada pessoa vai escolher um prato para executar até que todos os pratos estejam prontos. Não devem se conversar a respeito.


ALMOÇO

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CONTINUAÇÃO Etapa 1


Etapa 1: 2015 _ Característica das Competências e Habilidades para SER empresa empreendedora na ATIVIDADE VOLUNTÁRIA.


Caminhos da integração e DESENVOLVIMENTO DE TALENTOS


Programa

competências para TALENTOS

Competência:

É um conjunto de conhecimentos (saberes), habilidades (saber – fazer) e atitudes (saber – ser); manifestam-se por comportamentos observáveis; trazem implícitos os conhecimentos tecnológicos e as atitudes e valores inerentes à realização do trabalho. “Uma competência orquestra um

conjunto de esquemas. Envolve diversos esquemas de percepção, pensamento, avaliação e ação.”


Programa

1

competências para TALENTOS

Gerenciamento da atenção: capacidade de fixar a intenção, a visão ou a direção no senso dos objetivos, metas e estratégias.

2

Gerenciamento do significado: compromisso de comunicar o significado do resultado

3

Gerenciamento da confiança: voluntários seguirão causas confiáveis.

4

Gerenciamento de si mesmo: esse gerenciamento é crítico. Se a pessoa está motivada e tem conhecimento e habilidade, haverá uma boa chance de empregá-los de uma maneira efetiva.

5

Competência Social: capacidades que determinam como as pessoas gerenciam seus relacionamentos.

6

Consciência Social: significa levar em consideração os sentimentos da humanidade para tomar decisões capazes de converter estes sentimentos em uma resposta.

7

Administração de Relacionamentos: como as pessoas lidam com as emoções alheias, utilizando as ferramentas mais visíveis, como persuasão, gerenciamento de conflitos e colaboração.


Programa

competências para TALENTOS

8

Auto-aceitação (compaixão) significa aceitar as emoções, sem reprimir nem censurar.

9

Auto-regulação (motivação) significa manter-se consciente diante da pressão dos instintos.

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Auto-análise (racionalidade) - nesta etapa a pessoa usa a razão para indagar sobre as fontes da emoção e sua validez.

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Expressão (integridade e efetividade) - canalizar as experiências, os pensamentos e as emoções para ações, nas quais se incluem as conversações efetivas e íntegras.

COMUNICAÇÃO:

capacidade de escutar com abertura e enviar mensagens convincentes, partilhando informações e mantendo a receptividade tanto de boas quanto de más notícias.


Programa

HABILIDADES para

TALENTOS

 Habilidades são consideradas menos amplas do que as competências;  Várias habilidades constituem uma competência;  Uma habilidade não pertence a determinada competência, pois uma

mesma habilidade pode contribuir para competências diferentes.

 Estão associadas ao saber fazer: ação física ou mental que indica a

capacidade adquirida.

 Identifica variáveis, compreende fenômenos, relaciona informações, analisa

situações problemas, sintetiza, julga, correlaciona e manipula...


Programa

HABILIDADES

Destacadas na empresa e na empreendedora em ATIVIDADE VOLUNTÁRIA A PLANEJAR VENDAS B VISITAR CONSUMIDOR LEVANTAR O PERFIL DO C CONSUMIDOR FECHAR CONTRATOS DE D VENDA ACOMPANHAR CLIENTES NO E PÓS-VENDA RELACIONAR-SE COM F SETORES DA EMPRESA G PARTICIPAR DE EVENTOS

1

Autocontrole emocional: habilidade para controlar e redirecionar a impulsividade e o humor. Propensão a não julgar imediatamente e a pensar antes de agir.

2

Transparência: capacidade de ser honesto e íntegro, digno de confiança. Permite a exposição franca de sentimentos, crenças e atos perante os demais.

3

Adaptabilidade: capacidade de ser flexível, permitindo a adaptação em situações voláteis ou na superação de obstáculos. É também a capacidade de lidar com várias demandas simultaneamente sem perder a energia.

4

Superação: ímpeto para melhorar tanto o próprio desempenho, a fim de satisfazer padrões interiores de excelência. Ser pragmático, estabelecendo metas mensuráveis, mas desafiadoras.


Programa 1

2

3

4

HABILIDADES

Autocontrole emocional: habilidade para controlar e redirecionar a impulsividade e o humor. Propensão a não julgar imediatamente e a pensar antes de agir.

5

Iniciativa: prontidão para agir e aproveitar oportunidades. Reduz a hesitação em ultrapassar limites ou até quebrar regras quando necessário para criar melhores possibilidades para o futuro.

6

Otimismo: capacidade de ver o lado positivo dos acontecimentos. Faz suportar as adversidades de cabeça erguida, enxergando nos reveses oportunidades, e não ameaças.

7

Empatia: capacidade de perceber as emoções alheias, compreender seu ponto de vista e interessar-se ativamente por suas preocupações. É também a habilidade para tratar as pessoas de acordo com suas reações emocionais.

Transparência: capacidade de ser honesto e íntegro, digno de confiança. Permite a exposição franca de sentimentos, crenças e atos perante os demais. Adaptabilidade: capacidade de ser flexível, permitindo a adaptação em situações voláteis ou na superação de obstáculos. É também a capacidade de lidar com várias demandas simultaneamente sem perder a energia. Superação: ímpeto para melhorar tanto o próprio desempenho, a fim de satisfazer padrões interiores de excelência. Ser pragmático, estabelecendo metas mensuráveis, mas desafiadoras.


Programa

HABILIDADES

8

Consciência organizacional: identifica as tendências, as redes de decisão e a política em nível das voluntárias. Tende a compreender as forças políticas e as regras subentendidas que regem o comportamento das pessoas.

9

Serviço: capacidade de reconhecer e satisfazer as necessidades dos subordinados e clientes. Estar disponível quando necessário.

1 0

Inspiração: capacidade de orientar e motivar com uma visão instigante. Fomentar um sentido de objetivo comum que vai além das tarefas cotidianas, tornando o trabalho mais estimulante.

11

Influência: a capacidade da influência vai desde encontrar o apelo correto para determinado ouvinte, até saber como conquistar a adesão de pessoas.

1 2

Desenvolvimento dos demais: facilidade em cultivar as capacidades alheias por meio do feedback e da orientação,identificando metas e pontos fortes e fracos.

1 3

Catalisação de mudanças: capacidade de reconhecer a necessidade de transformação, desafiar o status quo, iniciar, gerenciar e liderar em uma nova direção

1 4

Gerenciamento de conflitos: capacidade de solucionar divergências, fazendo com que as partes se manifestem,compreendam perspectivas diferentes e encontrem um ideal comum que conte com o endosso geral.


Programa

1 5

HABILIDADES

Trabalho em voluntariado, colaboração e equipe: capacidade de inspirar nos demais um compromisso ativo e entusiástico com o esforço coletivo, promovendo a fidelidade e a identificação, dedicando tempo ao desenvolvimento e ao fortalecimento de relações íntimas.

1 6

Confiabilidade: que garante a integridade das informações e transmite confiança.

1 7

Auto-avaliação precisa: reconhecimento dos próprios limites e possibilidades, e detenção de senso de humor em relação a si mesmo. Percepção dos pontos nos quais precisa melhorar e receptividade a críticas e a feedbacks.

1 8

Autoconfiança: sólido senso do próprio valor e capacidade. Permite que se tenha um senso de presença e uma segurança que leve a pessoa a se destacar dentro de um grupo.

1 9

Autogestão: gera a clareza mental e a energia concentrada exigidas pela dedicação, impedindo que as emoções destrutivas controlem.


RESULTADO DO ORDENAMENTO DAS COMPETENCIAS E HABILIDADES Negócios e vidas sob a Faixa de Moebius.

A faixa de Moebius é um tipo especial de superfície onde não há lado de dentro ou de fora, ou seja, nela só há um lado e uma única borda que é uma curva fechada. A tal faixa foi descoberta pelo astrônomo e matemático alemão August Ferdinand Moebius (17901868).


RESULTADO DO ORDENAMENTO DAS COMPETENCIAS E HABILIDADES

Visão

Conhecimento

SINERGIA ( 1 + 1 >> 2 )

Motivação Recursos

SIMPLIFICAÇÃO

RESULTADOS Plano de TRANSFORMAÇÃO MENOS ESFORÇO Ação

VOLUNTÁRIAMENTE

Direcionamento

CLASSE MUNDIAL EXCELÊNCIA

COMPREENSÃO

CONSCIÊNCIA


O que une pessoas é a COMUNICAÇÃO e a ligação entre essa e um objeto. Tudo o mais é conseqüência.

Professor Doutor Fernando Antonio Dal Piero, setembro de 1889 Doutor em Ciência Política e Análise de Projetos http://lattes.cnpq.br/9304143913113811 http://www.degois.pt/visualizador/curriculum.jsp?key=5717625834977847

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RECORDANDO

Comunicação é a forma como as pessoas se relacionam entre si, dividindo e trocando experiências, ideias, sentimentos, informações, PARA MODIFICAR

mutuamente a sociedade onde estão inseridas.


Comunicação Ouvir com empatia e expressar-se de maneira eficaz e ética procurando o entendimento recíproco e FORTALECENDO o compromisso entre as partes envolvidas, de modo a garantir o sucesso das ações desenvolvidas em conjunto.


A COMUNICAÇÃO NEM SEMPRE MOSTRA O QUE VOCÊ DESEJA VISÃO DO NEGÓCIO

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A COMUNICAÇÃO NEM SEMPRE MOSTRA O QUE VOCÊ DESEJA VISÃO DO NEGÓCIO

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A COMUNICAÇÃO NEM SEMPRE MOSTRA O QUE VOCÊ DESEJA VISÃO DO NEGÓCIO

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A COMUNICAÇÃO NEM SEMPRE MOSTRA O QUE VOCÊ DESEJA VISÃO DO NEGÓCIO

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A COMUNICAÇÃO NEM SEMPRE MOSTRA O QUE VOCÊ DESEJA VISÃO DO NEGÓCIO

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A COMUNICAÇÃO NEM SEMPRE MOSTRA O QUE VOCÊ DESEJA VISÃO DO AMBIENTE

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CARACTERÍSTICA DA COMUNICAÇÃO NOS NEGÓCIOS

A comunicação nos negócios precisa ser um ato de mão dupla, PARA CONSTRUIR E COMPARTILHAR o saber E a informação... Serve para partilhar emoção, sentimento, informação e FAZER NEGÓCIOS - TROCAS.


ROTEIRO Escolha das palavras Sustent ea convers a

Exercite seu cérebro

Objetivos 1– Principal 2– Subjacent e– sempre será que... Use técnicas para tornar a reunião agradáv el

Diagnós tico da pessoa receptor a

Assegur ea audiênci a


TODA A GENTE PODE COMPETÊNCIAS “NATURAIS” Nome: HUMANIDADE

Capacidade Administrativa

1

2

3

4

5

6

7

Organização e Planejamento Comportamento Decisorial

Comportamento Interpessoal Comportamento de Liderança Capacidade de Persuasão Capacidade de se Impor Disposição para Cooperar Empatia Oratória

Potencial Intelectual

Competências “naturais”

Capacidade Analítica Lógica/Capacidade de Concluir Espectro de Interesses

Comportamento de Desempenho Perseverança Resistência ao Stress Motivação a se Empenhar Dinamismo e Energia Posição do Trabalho na Escala de Valores

Tendências de Comportamento Disposição para Contatos Cleverness

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PALAVRAS CHAVE

As seis palavras mais importantes: “Admito que tenha cometido um erro.”

As cinco palavras mais importantes: “Estou orgulhoso com seu trabalho.”

As quatro palavras mais importantes: “Qual é sua opinião?”

As três palavras mais importantes: “Tenha a bondade...”

As duas palavras mais importantes: “Muito obrigado.” A palavra menos importante: “Eu”.

A palavra mais importante: “Nós”.


ATITUDES CHAVE NA ARTE DE COMUNICAR BEM COM SEU SEMELHANTE, USE SEMPRE OS 3H’S HUMILDADE HUMOR

HUMANIDADE


PREMISSAS da Comunicação na AÇÃO VOLUNTÁRIA 1. Objetivos claros Deve-se buscar um objetivo comum a ser alcançado com a ATIVIDADE EMPREENDEDORA e deixar claro os objetivos específicos de cada VOLUNTÁRIO EMPREENDEDOR. 2. Comprometimento Comprometimento no longo prazo com seriedade, otimismo e perseverança. 3. Visão de Responsabilidade E RESPONSIVIDADE A PESSOA EMPREENDEDORA VOLUNTÁRIA deve ser norteada para MELHORAR A CONFIANÇA. 4. Valores compartilhados EMPREENDEDORES VOLUNTÁRIOS devem compartilhar valores que estejam alinhados com a causa da atividade.


PREMISSAS da Comunicação na AÇÃO VOLUNTÁRIA 5. Respeito mútuo VOLUNTÁRIOS devem respeitar suas diferenças, valorizar seus ativos e aproveitar a expertise de cada um para promover o aprendizado mútuo. 6. Excelência VOLUNTÁRIOS devem buscar a excelência na operacionalização de todas as suas atividades, sejam elas de negócio, prestação de serviços ou institucionais. 7. Autonomia VOLUNTÁRIOS devem zelar pela sua missão e valores e manter sua sustentabilidade, independentemente do programa. 8. Monitoramento e avaliação VOLUNTÁRIOS COMPARTILHAM RESULTADOS DE MONITORAMENTO E AVALIAÇÕES para viabilizar os ajustes necessários, e a prestação de conta deve ser constante junto aos públicos envolvidos. 9. Benefício mútuo VOLUNTÁRIOS devem beneficiar todos os envolvidos: a causa e a sociedade.


PREMISSAS da Comunicação na AÇÃO VOLUNTÁRIA

VOLUNTÁRIOS SE COMPROMETEM para Autorealização (fazer o sonho acontecer) • Autonomia para tomar decisões • Ganhar dinheiro


PREMISSAS da Comunicação na AÇÃO VOLUNTÁRIA

 VOLUNTÁRIOS SE COMPROMETEM Conservar as MARCAS PARCEIRAS.  Garantir a tranquilidade das PESSOAS que estão ouvindo.  Proteger e colocar em abrigo todas as pessoas da atividade.  Impedir que QUALQUER PESSOA sofra danos na imagem.


PREMISSAS da Comunicação na AÇÃO VOLUNTÁRIA VOLUNTÁRIOS SE COMPROMETEM COMPARTILHAR SEMPRE Se duas pessoas estão andando por uma estrada, cada um carregando um pão, e, ao se encontrarem, eles trocam os pães, cada pessoa vai embora com um. Porém, se duas pessoas estão andando por uma estrada, cada um carregando uma déia, e, ao se encontrarem, eles trocam as idéias, cada pessoa vai embora com duas idéias. Sempre troque idéias, elas esclarecem, acrescentam, ajudam, evoluem... ainda que você ache que não precise, servirão para o outro.

Professor Doutor Fernando Antonio Dal Piero, setembro de 1889

Doutor em Ciência Política e Análise de Projetos http://lattes.cnpq.br/9304143913113811 http://www.degois.pt/visualizador/curriculum.jsp?key=5717625834977847

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PREMISSAS da Comunicação na AÇÃO VOLUNTÁRIA

VOLUNTÁRIOS SE COMPROMETEM a PLANEJAR SEMPRE. Planeja o difícil enquanto ainda é fácil, faz o grande enquanto ainda é pequeno, TENHA CONHECIMENTO PROFUNDO assim a vitória é certa. Professor Doutor Fernando Antonio Dal Piero, setembro de 1889 Doutor em Ciência Política e Análise de Projetos http://lattes.cnpq.br/9304143913113811 http://www.degois.pt/visualizador/curriculum.jsp?key=5717625834977847

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Etapa 2: Importância da sua atividade empreendedora de Venda Direta no mercado Brasileiro - possibilidades de ganhos, geração de renda, geração de ganhos para a sociedade (2hs)


MERCADO DE COSMÉTICOS FORÇAS: • Atuação Internacional; • Volume de vendas ENCANTA; • Programa de Carreira; • Alta capilaridade; • Endosso por meio de Garantia de Satisfação • BOM CUSTO BENEFÍCIO.

FRAQUEZAS: • Imagem da marca; • Durabilidade (“lasting”) do perfume na pele; • Falta de treinamento e resistência da força de vendas; • Excesso de “linhas”, marcas e nomes difíceis; • Altos custos; • Lento poder de envolvimento; • Falta investimento em mídia.

OPORTUNIDADES: • Brasil é maior mercado do mundo; • Perfumaria é 2º maior mercado de cosméticos; • Alta taxa de crescimento/ alta atratividade; • Crescimento da renda classe D/E.

AMEAÇAS: • Grupo Boticário: 2ª posição em 2009; • Natura: aumenta penetração classes D/E; • Novos entrantes: Jequiti, Eudora, Belcorp e importados (Sephora).

  

Mercado altamente competitivo e atrativo; Forte investimento da concorrência em qualidade de produto; Aumento de renda da população.


PROCESSO DE DECISÃO DE COMPRA ETAPA Reconhecimento da Necessidade de Compra

Busca de Informações Avaliação das Alternativas

DESCRIÇÃO Busca pela beleza Auto-estima Vida em Sociedade (escola, trabalho, em casa...) Relacionamento humano (presentear, agradar...) Mix de MKT Motivações Empresa X Concorrentes

Decisão de Compra Pontos de Venda - Consultoras Internet Comportamento Expectativas X Desempenho Pós-Compra

OPORTUNIDADES Fazer parte do dia-a-dia das pessoas

Qualidade X Preço Internet Posicionamento de MKT Inovação Expansão Pesquisas de Satisfação Cartão Fidelidade Perfil do Cliente


VAMOS JUNTOS LER ESTE DISCURSO  “Sim, Nós Conseguimos, Obrigada, Deus vos abençoe e que Deus Abençoe A TODAS AS PESSOAS AQUI.” Transmite Motivação:  “para ENRIQUECER A VIDA DAS MULHERES, restaurar a prosperidade e promover a causa da paz; para recuperar o Sonho e reafirmar aquela regra de ouro, verdade fundamental” Mostra os objetivos e motiva os seus seguidores para conseguirem atingi-los:  “que de muitas, somos uma PESSOA; que enquanto respirarmos, temos esperança, e onde nos encontrarmos com o cinismo, dúvidas e com aqueles que nos dizem que não conseguimos, nós iremos responder com esta crença eterna” valoriza ideais e valores elevados: justiça, honestidade, direitos humanos, verdade:  “Este é o nosso tempo – para colocar as nossas pessoas de volta aos negócios e valorizar a vida” Ativa necessidades da mais elevada ordem  : “mulheres, , chegamos tão longe. Vimos tanto. Mas existe ainda tanto para fazer” Promove o desenvolvimento dos seus seguidores


RADAR DO RESULTADO GERAL

11.650 respostas válidas

VENDA DIRETA DE COSMÉTICOS - 2013 nf ia b un ili ica da çã de o

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Aut oco

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ça Conv en ter de iência de n s ã fazer e deslocar o a com para pra

Adaptabilidade

Clique para editar o formato do texto e OrSegundo t r Nível da Estrutura de Tó o p ● Terceiro Nível da Estrut u S ● QuartorNível da da o i r nte● Quinto Ní a nto rca● Sexto Nív e m ci u ma e h o n ● Sétimo N Co resa p ● Oitavo Ní em ● Nono Nív Capacitação da equipe

Esc ol

a r id ade Trabalho em Colaboração

cia n ê lu Inf nto e im c e nh o c Re

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Planejamento

https://docs.google.com/forms/d/1zVXvS7MIg13UVehd1PUvHan7vVOmRlM7D3cLOyyzGi8/viewform?sid=3dfbc392793fab47&token=o9ywaD0BAAA.8od5abfU34zZv5sClsoXgg.xx8ixaOhKyEU9Uvuj8ijrA

Possibilidade de ter explicação e demonstração


RECORDE-SE


PRODUÇÃO CIENTÍFICA Título: Desenvolvendo a Liderança com a Mulher Empreendedora I n s t i t u t o I n t e r n a c i o n a l d e Te c n o l o g i a e I n f o r m a ç ã o Científica - (OSCIP IITIC). Endereço Comercial I Rua Henrique de Novaes, 88, Sala 701 Centro, Vitória/ES, CEP: 29010 – 490 – Brasil Endereço Comercial II Av. H e r m a s B r a g a , 5 2 7 – N o v a C a m p i n a s Te l : 2 7 8 8 0 1 0 0 0 8 - O p e r a d o r a " O I " – D i r e t o r i a F i n a n c e i r a SMS - 19 - 8155 3710 – Mensagens para a presidência

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PRODUÇÃO CIENTÍFICA

PERÍODO DE REALIZAÇÃO DA PESQUISA

Início: Setembro de 1987. Conclusão: fevereiro de 1989

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PRODUÇÃO CIENTÍFICA RECURSO METODOLÓGICO: Entrevista e Aplicação de questionário TÉCNICA DE INVESTIGAÇÃO: Enquete e levantamento de dados estatísticos internacionais oficiais. PROCEDIMENTOS: Coleta de dados, seleção de variáveis, filtragem, construção de tabelas, gráficos e análise. JUSTIFICATIVA: Identificar e realizar Análise do Discurso das pessoas gestoras e empreendedoras. LIMITAÇÕES:

METODOLOGIA

Não foi desenvolvida uma metodologia comparativa. ORIGEM/PAÍSES PESQUISADOS: Brasil, Espanha, 5 Países de Lingua Portuguesa. 83


P

ROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO E VALORIZAÇÃO DO EMPREENDEDORISMO FEMININO

PRÓXIMO ENCONTRO Nosso dia 11/01/2014 Etapa 4: Plano de sortimento da sua loja, conceitos de produtos, produtos de época, produtos emocionais, voluntariado (4s) Etapa 5: inteligência competitiva, informação, dados e seletividade (2hs) 9h às 18h com almoço no local


VAMOS M ã o d EM e OFRENTE bra

CONTATOS http://youtu.be/Z42Lx5I3Lk8

Tel: 27 8181 5049 - Operadora "TIM" SMS - 19 – 9504 0100 Email: dpieropt@hotmail.com dalpiero@iitic.org.br

Endereço Comercial I Rua Henrique de Novaes, 88, Sala 701 Centro, Vitória/ES, CEP: 29010 – 490 Brasil Endereço Comercial II Av. Dr. Hermas Braga, 527, CEP 13092-133 – Nova Campinas Campinas — Brasil.


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Aula/Unidade 10 01 2014 imersão para o sucesso by Giacomo Nerone - Giacomo Nerone_ Pseudônimo de Prof. Dr. Dal Piero - Issuu