0110_DI_CSE
ARTIGOS
PARABÉNS
3. EDITORIAL ANIVERSÁRIO
7. 28 anos protegendo valores humanos e sociais com qualidade
RECONHECIMENTO
11. Prémios clínica sagrada esperança, 2018 DESPORTO
15. O 12º torneio de futsal masculino alusivo aos 28 anos da CSE
ENTREVISTA 16. Entrevista a Custódia Mulola, vencedora do Prémio Fitness CSE PLANO DE EMERGÊNCIA INTERNO
18. Rotina de treinamentos, essencial para actuações seguras
HONRA
19. Menção honrosa atribuída à Clínica Sagrada
Esperança no âmbito do dia do Bombeiro angolano, 2018 REUNIÃO
20. Síntese do conselho de Direcção Alargado de 12 de Janeiro de 2019
22. Colegas que fizeram anos em Janeiro EFEMÉRIDE
24. O dia do Reabilitador
EDITORIAL
Conselho de Gerência da Clínica Sagrada Esperança
N
os últimos dias de cada ano, é habitual, na nossa Instituição, proceder, em trabalho de equipa, ao balanço do que foi
executado, analisar os resultados obtidos e reflectir sobre as causas e consequências do sucessos e dos fracassos (entende-se por trabalho
FICHA TÉCNICA
de equipa a conjugação de esforços e de conhecimentos dos diferentes grupos de trabalho nas distintas estruturas organizativas, com uma liderança/chefia integradora). É o momento oportuno para definir as grandes linhas de actuação para o biénio que vai iniciar-se. Para este
COORDENADOR CIENTÍFICO Esmael Tomás
efeito, deve proceder-se à análise das actividades da Clínica, com base
COLABORADORES Carolina Modesto Fernando Capoco Hipólito Calulu Maria do Carmo Cruz Marta Leal Roygue Alfredo Sheila Cardoso Vivalda Albuquerque
o brainstorming, a análise SWOT, BSC, Técnica Kanban, etc.
REVISÃO Maria do Carmo Cruz
devendo a equipa respectiva analisar, entre outros, os seguintes
FOTOGRAFIAS Adão Francisco Narciso Mbangui
a. Qualidade dos serviços prestados;
CONCEPÇÃO GRÁFICA Leocarpo Manuel TIRAGEM 1.500 exemplares --------------------IMCS: 730 / B / 2014 ISSN: 2411-2100
em metodologias de trabalho já conhecidas na nossa Instituição, como
I – Abordagem voltada para o interior da Clínica 1. Gestão do Cliente Ao abordarmos a componente de admissão e atendimento dos nossos Clientes, referimo-nos a todos os Clientes e, em especial, ao doente particular, ao doente com seguro e ao doente do Grupo ENDIAMA, aspectos: b. Segurança do doente; c. Certificação das distintas áreas e serviços da instituição; d. Utilização dos conhecimentos (estado das artes) perante os factos; e. Aplicação dos conceitos de ética e deontologia profissional; f. Acerto de contas e o recebimento dos valores estabelecidos. 2. Gestão económico-financeira Face ao facto de a retoma financeira não acontecer ainda em 2019 – 20, é imperioso que a equipa equacione e estabeleça uma estratégia proactiva no relacionamento com os diversos Clientes que tenha em conta as variáveis que visem eficiência e eficácia, designadamente: a. Política de preços a praticar pela Instituição; b. Política de compras de bens e serviços; c. Política de salários e de honorários. d. Política de negócios com fornecedores, clientes e parceiros da CSE, relativa a preços, descontos, condições de pagamento, garantias,
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NOTA IMPORTANTE - É imperioso analisar as actuais
apoios e questões ambientais.
competências da CSE, no âmbito dos diplomas que regulam 3. Gestão de materiais e equipamentos Sabendo-se
que
o
ambiente
natural
a sua actividade. (temperatura,
humidade) em que exercemos as nossas actividades tem um
5. Gestão de conservação e crescimento da Rede/CSE
enorme impacto na vida dos equipamentos, e considerando
É oportuno que a equipa de trabalho desta área de actividade
que os custos com bens de consumo, designadamente
reflicta, entre outros, sobre os seguintes aspectos:
medicamentos, ortóteses e próteses, etc., o trabalho de
a. Capacidades locais em termos humanos, materiais,
equipa deve reflectir sobre a sua utilização, referida aos
organizacionais e relacionais (entidades locais);
seguintes aspectos:
b. Possibilidade de introdução de novas valências /
a. Plano de gestão de equipamentos;
especialidades;
b. Documentação;
c. Adaptação flexível das estruturas orgânicas no que for
c. Política de manutenção e recuperação de equipamentos
oportuno;
e instalações;
d. Adopção de mecanismos de aperfeiçoamento de
d. Política de controlo do desperdício;
qualidade e de segurança;
e. Consideração do tempo médio de vida útil dos
e. Adopção de modelos informáticos adaptáveis e flexíveis;
equipamentos, instrumentos e outros recursos.
f. Papel centralizador e aglutinador da CSE – Ilha, no
f. Levantamento de necessidades;
desenvolvimento da Rede CSE _ Grupo ENDIAMA, nas
g. Aquisição e instalação de equipamentos;
componentes de normatização, formação, qualidade e
h. Retirada de uso de materiais não funcionantes, nos
segurança, reforçando assim a marca CSE.
termos legais.
g. Arranque das actividades da Associação das Clínicas de Angola, que colocará aos níveis competentes os problemas
4. Gestão de competências
transversais às distintas instituições envolvidas.
A Gestão de Competências tem a ver com a Gestão de Pessoas, devendo a preocupação da equipa incidir sobre os
6. Gestão do tempo
seguintes aspectos:
Cada empresa, cada grupo de trabalho, cada trabalhador,
Admissão e enquadramento nos locais de trabalho;
tem as suas expectativas, a sua maneira de actuar. No
a. Organização, coordenação, liderança e avaliação do
entanto, na actividade hospitalar, fundamentada na
desempenho;
organização matricial, grupal, os objectivos pessoais/
b. Formação nas suas diversas dimensões;
profissionais devem ser atendidos, mas integrados na
c. Momento legal de passagem à reforma;
missão e na visão de conjunto.
d. Atribuição de honorários e salários de acordo com a
Desta forma, as diferentes estruturas organizativas devem
produtividade de cada prestador, tendo em conta a análise
pensar em objectivos específicos, compatibilizando-os com
dos resultados de cada trabalhador e da sua estrutura
a missão e com a visão da Clínica.
organizativa; e. Responsabilidade social – níveis de contribuição da
Assim concebida a estratégia para balanço e análise de
Clínica para a Sociedade;
resultados, nos termos sobreditos, é mister equacionar os
f. Processo administrativo da CSE, o qual envolve, em
seguintes desafios:
matéria de recursos humanos, as parcerias, os serviços, os sectores e outras unidades constantes do Regulamento
II – Abordagem Programática Concreta
Interno. A – Janeiro – O Mês das Pessoas / Gestão de Competências
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BOLETIM INFORMATIVO Nº 54 . JANEIRO . 2019
ANIVERSÁRIO
Será um período destinado ao desenvolvimento das
reuniões anteriores;
competências das pessoas.
b. Elaborar um cronograma suficientemente flexível de forma que todas as extensões e parcerias possam
1. Análise interna
apresentar o seu relatório de 2018;
Não obstante estar decorrer o mês de Março, as actividades
c. Programar as assembleias de sócios de forma a poder
serão levadas a cabo no 1.º Trimestre e no 1.º Semestre.
fechar as contas de 2017 e analisar a situação preliminar de
Nesta conformidade, é necessário, por um lado, analisar e
2018;
propor medidas relativas aos seguintes aspectos:
d. Apresentar e discutir os temas transversais a toda a
1.1. Nível de produção
Rede CSE;
Assim, é preciso: (i) medir os actuais indicadores de produção
e. Criar distintos grupos de trabalho para análise e discussão
de cada serviço ou área de responsabilidade; (ii) perceber
dos assuntos organizativos das distintas unidades.
e agir sobre a necessidade real de competências; (iii) fazer melhorar os níveis de produtividade, de assiduidade, de
B – Fevereiro – O Mês das Iniciativas Relativas ao
pontualidade, uma vez que estes níveis se encontram
Desenvolvimento Organizacional
em alguns casos abaixo de 75%, 50% e mesmo 25%; (iv) padronizar procedimentos; (v) favorecer o clima de pertença
1. Plano Nacional de Actividades
no grupo.
Durante este período, os distintos responsáveis das
1.2. Nível de entrosamento com a Instituição
unidades parceiras, acompanhados por elementos das suas
Para que os trabalhadores e a Clínica estejam em sintonia,
equipas reunir-se-ão na sede da CSE para preparar, em
é necessário: (i) avaliar o grupo de trabalho da estrutura
conjunto, o Plano Nacional de Actividades.
em que cada trabalhador está inserido; (ii) medir o grau de desempenho de cada departamento, serviço, sector e
2. Certificação da Qualidade
outras áreas de responsabilidade; (iii) avaliar concretamente
Da semana da qualidade, das auditorias efectuadas, do
a equipa de trabalho no seu conjunto e cada elemento
balanço levado a efeito no âmbito da qualidade, deverão
dessa equipa e o desempenho da respectiva liderança; (v)
retirar-se fundamentos e razões que permitam continuar
analisar os factores positivos e negativos que influenciam
certificadas as estruturas nos limites exigíveis, bem como
os sentimentos de pertença à Clínica.
prosseguir a certificação de estruturas organizativas que
1.3. Satisfação dos nossos Clientes
têm vindo a candidatar-se.
Trata-se de uma componente de gestão que a CSE tem valorizado, mas que requer continuidade e melhoria
3. Formação
constantes. Assim, o grupo de trabalho dedicado a esta
Durante este mês, para além da realização das acções em
importante componente, deverá: (i) reflectir sobre os
exercício e da formação em sala já programadas para o ano,
resultados obtidos, direccionados ao comportamento
deu-se início ao processo negocial tendente à preparação
dos diferentes grupos profissionais; (ii) analisar os meios
e execução de cinco acções de formação fundamentais ao
materiais utilizados; (iii) verificar o grau de conforto
desenvolvimento organizacional da Clínica:
material, o modo de atender e receber todos os Clientes,
a. Primeiro Curso de Medicina Geral e Familiar;
sem excepção; (iv) medir as opiniões sobre a alimentação.
b. Terceiro curso de FOGUS; c. Segundo Curso de Medicina do Trabalho;
2. III Reunião Metodológica
d. Acção Formativa e Metodológica na Área de Finanças,
Para se obter sucesso na próxima reunião metodológica,
Economia e Produção;
devemos:
e. Preparação e decisão sobre os candidatos que deverão
a. Dar particular atenção à análise dos relatórios das duas
iniciar no corrente ano a sua pós-graduação, com enfoque
BOLETIM INFORMATIVO Nº 54 . JANEIRO . 2019
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na situação de deslocado para o exterior do País.
tendo em conta os novos preçários e reais capacidades financeiras dos Clientes.
C - Março – O Mês da Revitalização de Projectos
Regista-se, finalmente, que em 2019 teremos de dar
Durante este período, ocorrerão iniciativas concretas sobre:
resposta aos nossos clientes de âmbito nacional, e, por
a. Implementação dos novos programas informáticos;
isso, as unidades do Dundo, do Namibe, de Viana e outras
b. Conclusão da validação da dívida pública e consequente
deverão tornar-se uma realidade.
influência na revitalização de projectos que aguardam os respectivos financiamentos;
Em termos de conclusão
c. Arranque das actividades da Associação das Clínicas de
Espera-nos mais um ano pleno de desafios para os quais,
Angola a qual levará, certamente, aos níveis competentes
estamos certos, haverá a competência e a dedicação
os problemas transversais das distintas instituições;
de cada um de nós, de Cabinda ao Cunene e do Mar ao
d. Decisão sobre propostas de eventual financiamento da
Moxico, enfrentando e superando os problemas que forem
ampliação de CSE Ilha;
surgindo. A nossa capacidade de resiliência permitirá
e.
Negociação
dos
planos
de
desenvolvimento
e
investimentos com as distintas parcerias.
encontrarmos as soluções possíveis e razoáveis para a resolução dos problemas e, assim, levarmos a bom porto a nossa Instituição.
III – 2.º Trimestre Não podemos terminar este editorial sem pensar no 2.º
Expressamos os nossos agradecimentos aos doentes e
trimestre sendo de referir desde já, os seguintes aspectos:
seus familiares; aos distintos responsáveis da rede CSE; às
a. Em 2019, um de Julho, será colocado em vigor o IVA, o
equipas dos diferentes níveis da organização nos diversos
qual, por si só, vai obrigar a uma nova e total reformulação
pontos do País; aos dirigentes de empresas e instituições que
de muitas formas de trabalho;
continuaram a confiar nos nossos serviços; aos responsáveis
b. As ferramentas informáticas terão de ser certificadas,
e líderes do grupo ENDIAMA; aos nossos fornecedores e
alargadas ao País e devidamente preparadas para os novos
prestadores de serviços, que acreditam que iremos cumprir
desafios;
as nossas obrigações; aos altos responsáveis do Ministério
c. Novo processo de recebimento dos cuidados prestados de
da Tutela, do Ministério da Saúde, atentamente, procuraram
forma a ser possível honrar os nossos compromissos;
minorar as nossas carências.
d. Manter-se-á a crise sendo exigível particular atenção aos aspectos seguintes: (i) instabilidade e imprevisibilidade
Conselho de Gerência
do mercado, com desvalorização dos actos assistenciais; (ii) pressão dos clientes sobre o preçário em curso; (iii) e redução dos prémios dos prestadores. O ambiente legal, gestionário e social atrás referido, exige da nossa parte: (i) a melhoria de eficiência na prestação de cuidados, de forma a sermos mais competitivos especialmente junto aos doentes privados e dos que estão cobertos pelas companhias seguradoras, sempre muito aguerridas na defesa dos seus interesses; (ii) particular atenção deverá ser dada aos bons e fieis clientes, negociando com eles novos procedimentos que sejam benéficos para ambas as partes; (iii) ajuste dos prémios dos prestadores
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BOLETIM INFORMATIVO Nº 54 . JANEIRO . 2019
ANIVERSÁRIO
28 ANOS PROTEGENDO VALORES HUMANOS E SOCIAIS COM QUALIDADE
A
Clínica Sagrada Esperança comemorou no passado mês de Dezembro, dia 20, o seu vigésimo oitavo aniversário, o evento aconteceu na ilha de Luanda, Sede da instituição.
Participaram da actividade membros do Conselho de Gerência, funcionários e convidados, que alegremente fizeram brilhar o evento festivo. As actividades culturais como a poesia, a música e o teatro não foram esquecidas, todas elas feitas por funcionários da clínica com capacidade artística, fizeram com que a festa dos vinte e oito anos de existência da instituição fosse comemorada com bastante entusiasmo e alegria. Houve também momento de nomeações, onde foram reconhecidos os melhores funcionários, nas mais variadas áreas de actuação da clínica. Com aproximadamente dois mil colaboradores, na instituição sede, a Clínica Sagrada Esperança, fundada em 1990, orgulhase em ter a primeira rede de saúde, privada, a cobrir as dezoito províncias de Angola. Parabéns CSE!
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Visita à novas instalações do Serviço de Radiologia
Visita à novas instalações do Serviço de Radiologia
Equipa da Neonatologia
Entrega de prendas no serviço de pediatria
Visita à exposição de Arte da CSE
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BOLETIM INFORMATIVO Nº 54 . JANEIRO . 2019
Grupo de Teatro da CSE
Smith, rapper
Entrega de prémio ao melhor jogador
Entrega de prémio ao melhor marcador de Futsal
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Poeta Luciano
Ranchoddas, rapper
Hélder Kalandula e seus bailarinos de Kuduro
Equipa de Enfermagem, a segunda classificada do Torneio de Futsal
Entrega de prémio ao melhor Guarda Redes
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Enf. Suzana Belo foi a convidada especial para o corte do Bolo. Entrega de prémio à Equipa Fair Play de Futsal
Brindamos à saúde, prósperidade e o nosso comprometimento profissional.
Não faltou um bom pé de dança à moda angolana.
Profissionais da CSE
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Os Quitutes da terra também fizeram parte do nosso cardápio, neste aniversário.
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RECONHECIMENTO
PRÉMIOS CLÍNICA SAGRADA ESPERANÇA, 2018
SUPERVISÃO
SUPERVISÃO
FORMAÇÃO
SUPERVISOR DE ENFERMAGEM
SUPERVISOR DE HIGIENIZAÇÃO
FORMADOR INTERNO
1
SUZETE MORAIS CALIQUI 2
RAIMUNDO BAMBI MUANDA
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1
NELITO JOSÉ MUFUMA 2
MANUELA ANTÓNIO DIOGO
1
JOÃO MIGUEL NZAU 2
SUZETE MORAIS CALIQUI
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FORMAÇÃO FORMANDO INTERNO
RECEPÇÃO 1
MELHOR DIRECÇÃO RECEPCIONISTA DO ANO
LOURDES DULCE DOMINGOS
2
1º Direcção de Enfermagem 2º Direcção Clínica MELHOR SERVIÇO CLÍNICO 1º Unidade de Cuidados Intensivos 2º Consulta Externa
2 JASSILY AFONSO CANGONGO
MELHOR SERVIÇO TÉCNICO 1º Radiologia 2º Farmácia
ZYLYANA GONÇALVES
ENFERMAGEM INTERNO DE ENFERMAGEM
FUNCIONÁRIO FITNESS
MELHOR SERVIÇO ELEITO PELOS FUNCIONÁRIOS
1
MELHOR SERVIÇO NÃO CLÍNICO 1º Sector de Higienização e Cuidados 2º Centro de Formação MELHOR GABINETE 1º Gabinete de Apoio Social 2º Gabinete de Saúde Ocupacional
INTERNO DE ENFERMAGEM ENGRÁCIA KUZENGUENESSA 2
DESPORTO CAMPEONATO DE FUTSAL
CUSTÓDIA CANJIMBA MULOLA
AMONICK DOMINGOS MANUEL
1º Manutenção 2º Enfermagem 3º Recepção MELHOR GUARDA REDES
BRUNO ANTÓNIO GONÇALVES
RECEPÇÃO
QUALIDADE/AUDITORIA
Carlos João Adriano
MELHOR DEPARTAMENTO CLÍNICO
MELHOR MARCADOR André Luís Capita
Unidade de Cuidados Intensivos RECEPCIONISTA DO ANO 1
MELHOR SERVIÇO TÉCNICO Farmácia Unidose
MELHOR JOGADOR Lourenço do Nascimento Jorge EQUIPA FAIR-PLAY Médicos
FELICIANA WENDO RAFAEL
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MEDICINA ESTÁGIO PROFISSIONALIZANTE 1
MEDICINA INTERNATO COMPLEMENTAR DE CIRURGIA
OLIVEIRA BALTAZAR CUAIA 2 ESTANISLAU LUCIANO MATEIA
SHEILLA MARIA GONGA
INTERNATO COMPLEMENTAR DE PEDIATRIA
ANO ZERO
CERTIFICAÇÃO * Unidade de Cuidados Intensivos * Serviço de Higienização e Cuidados e Lavandaria
1 IMEE LUZIA PINILI
ÉRICA MARIANO BARATA
ESPECIALISTAS RECÉM FORMADOS
2
ODETH NGUEVE TJIKONGO
SERVIÇO MAIS VOTADO PELOS FUNCIONÁRIOS 1º Sector de Higienização e Cuidados 2º Centro de Formação
JEMIMA EDUARDA PATROCÍNIO
INTERNATO COMPLEMENTAR DE MEDICINA
ANA SORAYA MARTINS
ANTÓNIO CANDJONDJO
BOLETIM INFORMATIVO Nº 54 . JANEIRO . 2019
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Equipa de Internos de Enfermagem
Equipa da Lavandaria
Equipa da Farmรกcia Unidose
Equipa da Unidade dos Cuidados Intensivos (UCI)
Equipa do Gabinete de Apoio Social, na Creche 14
BOLETIM INFORMATIVO Nยบ 54 . JANEIRO . 2019
DESPORTO
O 12º TORNEIO DE FUTSAL MASCULINO ALUSIVO AOS 28 ANOS DA CSE
A
12ª edição do Torneio de Futsal Masculino, alusivo ao
ao longo da festa do XXVII aniversário da CSE, no dia 20 de
28º aniversário da CSE para a temporada de 2018,
Dezembro de 2018:
decorreu no período de 20 de Outubro a 8 de Dezembro,
Prémios individuais:
no recinto desportivo da escola do primeiro ciclo do ensino
•
Melhor jogador (Lourenço Jorge, n.º 10 - Manutenção);
secundário, n.º 3029, da Ilha do Cabo – Luanda.
•
Melhor marcador (André Capita, n.º 18 - Enfermagem);
•
Melhor
No acto de abertura, o Secretário da Mesa da Assembleia
guarda-redes
(Carlos
Adriano,
n.º
1
-
Enfermagem).
Geral do Grupo Desportivo da CSE, Sr. Fernando Capoco, em representação do Presidente, deu as boas-vindas a todos os
Prémios colectivos:
atletas, familiares e amigos presentes e apelou à tolerância,
1º Lugar (Equipa da Manutenção);
fair-play e disciplina para uma competição salutar numa
2º Lugar (Equipa da Enfermagem);
atmosfera de festa.
3º Lugar (Equipa da Recepção); Equipa fair-play (Médicos);
Participaram no Torneio 12 equipas de diferentes serviços, nomeadamente: Enfermagem, Manutenção, CSE-Talatona,
Este torneiro vem sendo realizado, anualmente, desde
Nutrição, CSE-Zango, Higienização, Médicos, Administração,
2006, com intuito de promover a saúde e o ambiente social,
Recepção, Centro Médico - BNA, Lavandaria e Endiama Sede
cultural e desportivo entre os trabalhadores da CSE.
(que pela 1ª vez se juntou a este torneio). Estiveram envolvidos um total de 240 atletas, entre técnicos e dirigentes. Foram realizados 38 jogos em 8 Jornadas, de que resultaram 288 golos marcados. Foram momentos de pura confraternização entre os trabalhadores. A entrega dos prémios e troféus aos participantes e vencedores do Torneio Interno de futsal Masculino decorreu
BOLETIM INFORMATIVO Nº 54 . JANEIRO . 2019
Equipa de Futsal da Endiama Sede
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ENTREVISTA
Enfermeira Custódia Canjimba Mulola
ENTREVISTA A CUSTÓDIA MULOLA, VENCEDORA DO PRÉMIO FITNESS CSE Em função dos benefícios da prática de exercício físico para a saúde, o Boletim Informativo (BI) entrevistou a vencedora do Prémio Fitness CSE, a Enf. Custódia C. Mulola. BI: Os principais objectivos de todas as pessoas que começam a praticar exercício físico são a melhoria da saúde em geral, perda de peso ou ganho de massa muscular. No seu caso pessoal, Enfermeira Custódia Capitango, o que a motivou a praticar exercício físico? CM: A prática de exercício físico acompanha-me desde a minha infância. Desde criança que fomos motivados a praticar desporto na escola. O facto de ser uma profissional de saúde permitiu-me ter conhecimentos relacionados com os benefícios decorrentes desta actividade, não obstante as vicissitudes da vida me terem obrigado a parar durante algum tempo. Felizmente regressei, graças à abertura do Ginásio na Instituição, tornando a minha vida mais fácil, por questões de proximidade. BI: Há quanto tempo pratica exercício físico no Ginásio da Clínica Sagrada Esperança (CSE), e quais os benefícios que obteve neste período?
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CM: A minha adesão ao Ginásio da Clínica Sagrada Esperança deu-se logo na sua abertura. Penso que tive a sorte do mesmo ter sido aberto imediatamente a seguir a minha cirurgia às varizes. Como devem imaginar, foi unir o útil ao agradável, uma vez que fiquei muito tempo de repouso e sentia-me cada vez mais pesada. Após a primeira semana de exercícios, comecei a sentir-me mais leve, ágil, e com melhores capacidades psicomotoras, sem falar no facto de ser um ambiente de socialização. Hoje já não sinto dores nas pernas, o fluxo sanguíneo é mais rápido, estou mais atenta, e a alegria voltou ao meu rosto. BI: A Direcção da CSE está sempre preocupada com a melhoria da qualidade da saúde dos seus funcionários. O que acha da iniciativa da criação de um Ginásio dentro das instalações da Clínica? CM: Na minha humilde opinião, estamos diante de uma Direcção que pensa de forma diferente, ou seja, aposta na prevenção das doenças. O que o Conselho de Gerência está a fazer é prevenir, para que os seus funcionários não fiquem
BOLETIM INFORMATIVO Nº 54 . JANEIRO . 2019
doentes. Penso tratar-se de uma ideia sábia, inteligente, louvável e que deve ser apoiada por todos nós. Ao instalarem o Ginásio dentro da CSE, criaram uma janela de oportunidades para que todas as gerações de funcionários possam praticar actividade física e cuidar de sua saúde e bem-estar. BI: Recentemente, foi brindada com o prémio ‘Funcionária fitness CSE-2018’. O que representou para si ser a primeira, numa votação em que concorreram muitos jovens? CM: Estou muito feliz por ser a primeira a receber este prémio. Espero que este seja o primeiro de muitos. Penso que neste momento o desafio está do lado dos meus colegas, sobretudo os mais jovens, que neste ano deverão participar mais para conseguirem receber-me o ceptro. Para estes gostaria de os alertar para que o desafio será renhido. BI: Apesar do esforço do Conselho de Gerência (CG) em retirar uma hora de trabalho semanal para os usuários do Ginásio CSE, muitos funcionários ainda não aderiram a este benefício. Quais acha serem, na sua opinião,as razões da fraca adesão? CM: Do meu ponto de vista, o primeiro problema é a falta de cultura desportiva na nova geração. Como referi anteriormente, a minha geração era obrigada a participar das actividades desportivas na Escola, o que já não se verifica nos dias de hoje com alguma regularidade. Por outro lado, as longas distâncias percorridas para chegar ao trabalho, as poucas horas de sono, e as responsabilidades com a gestão da casa e dos filhos, também afastam um significativo número de praticantes. Acrescem a estes factores as desistências inerentes às fortes dores musculares nos primeiros dias de actividade física. BI: Em algum momento pensou desistir da prática de exercício físico? Porquê? CM: Claro que não! Pelo contrário, cada vez tenho maisvontade de ir ao Ginásio. Já fui prejudicada durante muitos anos pelas dificuldades da vida, o que afectou seriamente a minha fisionomia, e agora, se depender de mim, já não vou parar. Não posso desistir de algo que me faz muito bem. BI: Que problemas de saúde os funcionários não praticantes de exercício físico poderão ter no futuro?
"
arterial, diabetes, obesidade, osteoporose e problemas cardíacos.
Após a primeira semana de exercícios, comecei a sentir-me mais leve, ágil, e com melhores capacidades psicomotoras. BI: Que conselho deixa a todos os funcionários da CSE que ainda não aderiram à pratica desportiva? CM: Penso que todos devem fazer as seguintes perguntas: prevenir ou passar o resto da vida no hospital a tomar medicamentos? Será que vale apena ter um futuro sofredor quando temos a oportunidade de prevenir essas doenças? A minha resposta a esta pergunta é clara: prevenção. Por este motivo aconselho vivamente os meus colegas que se inscrevam no Ginásio e pelo menos duas vezes por semana pratiquem exercício físico, para que tenham uma vida mais duradoura e saudável. Só nos resta felicitar a Enfermeira Custódia Capitango pela sua atitude e seu exemplo! Parabéns, Enfermeira!
CM: São muitas as doenças que eles poderão ter, quer sejam por propensão genética ou adquirida ao longo da vida pelos maus hábitos. Só para citar algumas: hipertensão
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PLANO DE EMERGÊNCIA INTERNO
ROTINA DE TREINAMENTOS, ESSENCIAL PARA ACTUAÇÕES SEGURAS
A
s acções definidas no Plano de Emergência Interno visam a limitação das consequências e também a prevenção de focos de incêndio, explosões, inundações, intrusão, violência, pacotes suspeitos, entre outros sinistros. A rotina de treinamentos para a prevenção e combate a sinistros na Clínica Sagrada Esperança é prática comum há cerca de dez anos. Os simulacros de incêndio para teste do PEI* e treino dos ocupantes são prerrogativas legais, destinam-se a criar rotinas de comportamento e aperfeiçoamento de procedimentos. São garante de intervenções prontas e eficazes, essenciais à salvaguarda da vida dos doentes, visitantes e trabalhadores da Clínica e do seu património.
se a boa colaboração dos doentes e da maior parte dos profissionais e chefias e o profissionalismo das equipas de emergência, com destaque para a brigada de incêndio, equipas de evacuação de ocupantes com e sem mobilidade e telecomunicações. No final de cada simulacro fez-se o balanço com as pessoas envolvidas, identificaram-se aspectos positivos e a melhorar na operacionalização do Plano de Emergência Interno. Fizeram-se recomendações para aperfeiçoar procedimentos, meios de intervenção e instalações. Elaboraram-se e divulgaram-se os relatórios dos exercícios sectoriais.
Profissionais das diferentes áreas aprendem a identificar sinistros, a afastar vítimas do local sinistrado, a activar o número de emergência 5555 para alertar, a conter e extinguir um foco de incêndio com segurança, usando o extintor adequado e a abandonar a zona acidentada por rotas seguras, quando necessário. As equipas de emergência do PEI treinam a coordenação das intervenções, o resgate, o transporte e assistência às vítimas, as operações nas redes técnicas, o sistema de comunicações, a extinção de incêndios, a organização do apoio logístico e o controlo dos acessos aos locais sinistrados, no contexto de emergência. Os seis exercícios sectoriais do PEI realizados em 2018 decorreram em Março, Julho e Outubro e, pela primeira vez, não houve aviso prévio. Foram simulacros de emergência parcial, sem envolvimento de meios de socorro externos. Simularam-se focos de incêndio e vítimas destes sinistros e evacuaram-se cerca de 300 ocupantes do Atendimento Permanente, Bloco da Gastro, Departamento de Medicina, Farmácia Interna e Lavandaria, Laboratório e Administração para zonas de refúgio e pontos de reunião. As acções foram coordenadas pelo chefe de intervenção. Nas simulações avaliou-se a actuação dos profissionais daqueles serviços e sectores, das equipas de emergência, dos meios de comunicação e de intervenção. Salienta-
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Transporte de doente para refúgio. Exercício no Atendimento Permanente 15 de Março 2018.
* O PEI é um conjunto de normas e procedimentos que organiza os recursos humanos e materiais em caso de emergência.
BOLETIM INFORMATIVO Nº 54 . JANEIRO . 2019
HONRA
MENÇÃO HONROSA ATRIBUÍDA À CLÍNICA SAGRADA ESPERANÇA NO ÂMBITO DO DIA DO BOMBEIRO ANGOLANO, 2018
A
Direcção Nacional de Supervisão de Bombeiros Privativos e Voluntários atribuiu uma Menção Honrosa à Clínica Sagrada Esperança pela participação da Brigada de Incêndios da CSE no primeiro Desporto Técnico Aplicado com as Forças Auxiliares dos Bombeiros Privativos e Brigadas contra Incêndios. Endereçou ainda uma carta agradecendo o empenho e entrega da instituição na participação destas actividades e enviou os Certificados de Participação.
Realizou-se a Semana de Prevenção Contra Incêndios, e foram desenvolvidas várias actividades em alusão à data, como sessões de esclarecimento nos Centros Médicos do BNA, RNA, ETHOS e FIKCIT. Na CSE-Ilha fez-se a apresentação das actividades realizadas em 2018 e uma peça teatral com o tema “A Importância da Prevenção”, no Conselho de Direcção Alargado do dia 8 de Dezembro e no Refeitório. De realçar igualmente a participação nas actividades realizadas no Quartel de Bombeiros do Kilamba Kiaxe, de 26 á 28 de Novembro.
No dia 30 de Novembro celebrou-se o dia Nacional do Bombeiro Angolano. A Brigada de Incêndio da CSE, dentro do preâmbulo de crescimento e face à cultura de segurança e prevenção que é uma das preocupações da Direcção desta instituição, participou nas comemorações e, à semelhança dos anos anteriores, não deixou passar em branco esta data.
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REUNIÃO
SÍNTESE DO CONSELHO DE DIRECÇÃO ALARGADO DE 12 DE JANEIRO DE 2019 A reunião n.º 1 do Conselho de Direcção Alargado (CDA) realizou-se no dia 12 de Janeiro de 2019, no Anfiteatro da CSE, pelas 9 horas, em sessão ordinária, sob a orientação do Presidente do Conselho de Gerência (PCG), Exmo. Sr. Dr. Rui Pinto, ladeado pelos Vice-Presidentes para Área Clínica e Assistencial e para Área de Produção, Economia e Finanças, Dr.ª Conceição Pitra e Dr. João Martins, respectivamente. A reunião contou com a presença de 117 membros dos 142 convocados. Integram o CDA, além dos Directores, todas as chefias operacionais da CSE. Nesta sessão, o CDA analisou, essencialmente e de forma detalhada, os aspectos sobre os Recursos Humanos da CSE, apresentados pela Direcção de Gestão de Competências, Dr.ª Elisabete Pinto e a sua Equipa de Trabalho.
•
98% dos profissionais da CSE-Ilha são nacionais/ residentes.
Das principais actividades previstas para 2019, destacam-se as seguintes: • Clarificar, com as chefias, as normas e procedimentos de Avaliação de Desempenho dos Profissionais; • Distribuir três cartas a cada trabalhador, designadamente: de Assiduidade e Pontualidade referentes a 2018; de quanto auferiu pela CSE em 2018; e da situação da dívida para com a CSE; • Actualizar o Regulamento do Subsistema de Saúde da CSE e a Tabela de Comparticipação; • Implementar a “Pasta de Recursos Humanos dos Serviços”; • Implementar o funcionamento do Biométrico Móvel.
Constam, dentre os assuntos analisados, os aspectos sobre as características dos profissionais da CSE até 01 de Janeiro de 2019; as principais actividades desenvolvidas em 2018 e a serem desenvolvidas em 2019; o ponto de situação sobre a actualização da carteira profissional dos enfermeiros; o balanço da assiduidade e pontualidade dos profissionais e o ponto de situação dos processos disciplinares e dos respectivos expedientes.
Conclusões do CDA:
Na ocasião, os membros do CDA tomaram conhecimento dos seguintes números, relativamente à Caracterização dos Profissionais da CSE, até 01 de Janeiro de 2019: • A CSE conta, actualmente, com um total de 2192 profissionais no global (CSE-Ilha, Extensões e Parcerias); • 84% dos profissionais estão vinculados à CSE-Ilha; • 60% dos profissionais da CSE-Ilha têm menos de 40 anos; • 57% dos trabalhadores da CSE-Ilha é do género feminino; • 45% dos profissionais têm o nível académico entre bacharelato, licenciatura e pós-graduação; • 76% dos profissionais vinculados à CSE-Ilha são efectivos;
missão é tratar correctamente os doentes.
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1. É aceitável, mediante a especificidade do serviço, haver alguma flexibilidade das horas semanais, desde que se cumpra o que está previsto na lei. 2. É fundamental que os trabalhadores cumpram o trabalho de segunda a sexta-feira, podendo os fins-de-semana ser geridos de forma rotativa, e com os prestadores, etc. A 3. Os responsáveis de cada uma das áreas têm que acompanhar
as
situações
de
incumprimento
dos
trabalhadores das suas áreas de responsabilidades. Há a impressão de que alguns processos disciplinares caem no esquecimento. Tem que se, em conjunto, melhorar esses aspectos. 4. A ficha de comunicação de ausência não foi elaborada para substituir as outras fichas regulamentadas. É um documento complementar para que os médicos possam informar os seus chefes directos sempre que tiverem de se ausentar por alguma razão plausível, e garantir que os BOLETIM INFORMATIVO Nº 54 . JANEIRO . 2019
doentes/serviços não saiam prejudicados.
politraumatizados. É necessário ter muito cuidado.
5. O que se pretende é que todos os trabalhadores tenham
5. Os Chefes que continuarem a atribuir os prémios de
os seus contratos de trabalho.
assiduidade de forma indevida aos seus colaboradores terão
6. Só há faltas não controladas porque os responsáveis
de ver descontados os valores decorrentes da incorrecta
das áreas deixam acontecer. Temos que assumir as
gestão das efectividades.
“nossas” responsabilidades. Quem não tiver coragem de
6. Todas as áreas devem concluir os relatórios de actividades
fazer avaliação de desempenho e de registar aqueles que
de 2018 e estar preparadas para eventual apresentação na
não cumprem, estará a prejudicar aqueles que realmente
próxima reunião.
trabalham. 7. A avaliação de desempenho, a ser feito às chefias
Nada mais havendo a tratar, o PCG agradeceu a todos e deu
intermédias, tem a ver com a coragem e o rigor evidenciado
por encerrar a sessão quando eram 11h30.
no cumprimento das suas funções. 8. Nenhum Chefe, Líder ou Responsável de determinada área o está por imposição. Se alguém achar que está nesta função, mas não tem coragem de assumir as suas obrigações, que coloque o seu cargo à disposição. 9. A produção da Instituição continua a baixar. Recomendações Gerais do CDA: 1. O responsável de cada uma das áreas deve, regularmente, procurar saber e acompanhar a situação contratual dos trabalhadores afectos à sua área de responsabilidade. 2. Definir rigorosamente o quadro de pessoal necessário para cumprir com as obrigações nas várias áreas de produção, de acordo com a produtividade. 3. Na próxima semana, cada responsável deverá fazer a avaliação de desempenho dos seus colaboradores com base nas efectividades, no conhecimento, na responsabilidade, etc., de forma a haver honestidade na eventualidade de se reduzir o número de pessoal em determinadas áreas. 4. Ter particular atenção aos registos, conservação, e protecção dos bens dos doentes que acorrem à clínica para realizar determinados exames ou quando entram de forma BOLETIM INFORMATIVO Nº 54 . JANEIRO . 2019
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PARABÉNS
COLEGAS QUE FIZERAM ANOS EM JANEIRO 1 DE JANEIRO
1. Bernice Da Silva Miguel 2. Bruno Manuel Gonçalves 3. Delfina Sotto Maior Magingo 4. Elvira Sellize Barcelos Da Costa 5. Esperança João Francisco Neto 6. Isabel Diogo Manuel Vicente 7. Luisa Costa Fula 8. Maria Adriana Viegas
2 DE JANEIRO 1. 2. 3. 4. 5.
AnaBela Lucama Carlos Da Silva Santana Germano Manuel Mendes Maria Da Costa Geraldo Rosalon Caputo Pedro
3 DE JANEIRO
1. Fernando Júlio Capoco 2. Manuel Quituissaquiau Panda 3. Márcia Zebedeu Muhongo 4. Paula Feijó Da Silva 5. Rute Miguel Mateus
4 DE JANEIRO 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7.
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Ana Peixoto Mendes Esperança António Vides João Ivon Marciano Luís Quituaca Iosso Luís Da Silva Costa Pedro Pacheco Ledesma Yuri Dias Da Costa
5 DE JANEIRO 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10.
Carlos António Dos Santos Conceição Cândido Mário Flávia Saldanha Nganga Júlia Baptista Manuel Manuel Gaspar Domingos Olivio Diogo Pontes Onézia Manuel João Ricardo Kussumala Adelino Teresa Fernandes Soares Yolanda Amaral e Sousa
6 DE JANEIRO
1. Isabel Duila Moçâmedes 2. Nicolau Domingos 3. Vasco Conguela
7 DE JANEIRO 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7.
Amélia Simba Vula Ana Simão Teles António Vamanissa André Eurico Lutukuta Satula Maria José Cabingano Rosa Júlio Da Conceição Rosária Diogo Da Costa
8 DE JANEIRO 1. 2. 3. 4. 5.
Anair Vieira D'Olim Arcanjo Almeida Jacob Augusto Ventura Germano Cláudio Pascoal Pedro Isabel Viana Cohen
9 DE JANEIRO
1. Joana Panzo Chissapa 2. João Baptista Humbwavali
3. Joassi Vieira Sena 4. Jorge Montesinos Pedraza 5. Matondo António Kulenduka
10 DE JANEIRO 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8.
Adelino Vieira Manuel Amélia Lando Celina Daniel Henda Fundanga Dinis Mucolo Zenzela Manuel Alberto Da Costa Maria Victor Gomes Marinela Contreiras Pedro Vieira Alberto Honório
11 DE JANEIRO
1. Basílio Muluta Prata 2. Genoveva De Almeida Francisco 3. Joana Santos Neto 4. João Fula Caxicula 5. Marcia Casemira Laurindo 6. Sandra Pimpão Simões 7. Valentina Laurindo
12 DE JANEIRO 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7.
Celma Vieira Gomes Dionisio Bragança Dias Jemima jCarlos Candala Maria Andrade Caetano Mário Amadeu Domingos Olivio Xavier De Oliveira Verissimo Nzinga
13 DE JANEIRO
1. Camilo Nunes Rodrigues 2. Carmen Santos Van-Dúnem
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3. Esmael Francisco Tomás 4. Maria Francisco João 5. Sónia César Mendes
14 DE JANEIRO
1. Hipolito Pecela Calulu 2. Mónica Fontes Medina
15 DE JANEIRO 1. 2. 3. 4. 5.
António José Serrote Domingos Lopes Cordeiro Joaquim António Pinto Manuela António Diogo Xavier Manico Tito
16 DE JANEIRO 1. 2. 3. 4.
Olímpia Mac-Mahon Benge Sandra Felicio Macosso Sónia Luís Jerónimo Tchititima Tchiunjo Mungondwe
17 DE JANEIRO 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8.
Carla Sousa e Silva Carlos António Tembua Esmeraldino Manuel Jorge Ferogeiro Mangala Lufanga Maria Pereira Jardim Matadi Manza Rodrigues Mateus Damião Francisco Pedro Tuadilua
18 DE JANEIRO
1. Bernardo Caleta Manuel 2. Henrique Kandangondo Tchitungu 3. Maria Campos Miala 4. Maria Manuel Domingos 5. Milton Manuel Francisco
19 DE JANEIRO
1. Cecília Jesus Santana 2. Oseias Alexandre Gaspar
20 DE JANEIRO
1. Edson Manuel Tavares 2. Elisabete De Ataíde e Pinto
21 DE JANEIRO
1. Fernandes domingos Raimundo 2. Manuel Adão Martins 3. Yanet Martinez Barrera
22 DE JANEIRO 1. 2. 3. 4. 5. 6.
Ana Jacira Dala Angelina Bernardo Dala Antónia Da Cruz Gamonal Diamantino Jorge Neves Eugenia Pungo Raimundo Yacira Maria Da Cunha
23 DE JANEIRO
1. António Pinheiro Candjondjo 2. Ariana Fula Gonçalves 3. José Manuel Piedade 4. Noélia Maria Teixeira
28 DE JANEIRO
1. Cláudia Francisca Paulo 2. Conceição Dos Anjos Gomes 3. Domingas Márcia João
29 DE JANEIRO
1. Eva José Marcos 2. Maya Waldimir António
30 DE JANEIRO
1. Faustina André Agostinho 2. Horácio Estevão De Castro 3. Linda Maria De Lima
31 DE JANEIRO
1. Brígida Maria Hindo 2. Carlos De Sousa De Almeida
24 DE JANEIRO 1. 2. 3. 4. 5.
Beatriz Melim Francisco Carolina Sousa Rodrigues Elisa João Hanga Raimundo Bambi Muanda Vemba Custódio André
25 DE JANEIRO
1. Carlos Alberto Bastos 2. Hélio Bráulio Fernando 3. Manuel Kussunga Dilandamoko 4. Miqueias Manuel Paiva
26 DE JANEIRO
1. Adriano Edson Chingala 2. Arquimidia De Assunção Narciso 3. Jandir Meireles Patrocínio 4. José Luciano Capingala 5. Simeão Njele Daniel 6. Solange Da Fonseca Domingos
27 DE JANEIRO
1. Elizeu Bussulo Ekundi 2. Irina Solange Ferreira 3. Raimundo Joaquim Sanji
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EFEMÉRIDE
O DIA DO REABILITADOR
E
m alusão ao Dia do Reabilitador, o Serviço de Medicina Física e de Reabilitação (SMFR) da CSE reuniu, pela primeira vez, vários profissionais da área e não só, no dia 9 de Novembro de 2018, no Anfiteatro da CSE, para uma Mesa Redonda que reflectiu em torno do tema “A ABORDAGEM INTERDISCIPLINAR NA DOENÇA CÉREBRO-VASCULAR”, sob o lema “POR UMA REABILITAÇÃO EFICAZ”. Compuseram a mesa da presidência a Dr.ª Conceição Pitra (Vice-Presidente para a Área Clínica e Assistencial da CSE), o Dr. Ermelindo Filipe (Director Técnico da CSE) e a Dr.ª Manuela Escolástica (Chefe do Serviço de Medicina Física e de Reabilitação da CSE). No acto de abertura, o Dr. Ermelindo Filipe fez referência ao esforço do Serviço para a implementação da reabilitação de facto e incentivou a necessidade de actividades que promovam a formação. Participaram neste evento mais de sessenta profissionais, entre médicos, técnicos, enfermeiros da CSE e convidados de outras Instituições, nomeadamente: Hospital Pediátrico David Bernardino, Clínica Girassol, Clínica Multiperfil, Hospital Américo Boavida, Hospital Geral de Luanda, Centro Ortopédico de Vianda, Centro de Reabilitação Física do Huambo, Hospital Militar, Hospital Geral do Bengo, entre outras.
CONTACTOS DA SEDE E-MAIL: GERAL@CSE.CO.AO T: 923 167 950 24
Durante a sessão, moderada pelo Prof. Dr. Jorge Lima, intervieram treze Prelectores de diferentes especialidades para além da Fisiatria, nomeadamente: Clínica Geral, Pediatria, Cuidados Intensivos, Imagiologia, Neurologia, Neurocirurgia, Cardiologia, Medicina Interna e Enfermagem. Em relação ao Atendimento Permanente, o Dr. Arnaldo Cabral fez o enquadramento geral dos sinais, sintomas e condutas terapêuticas da doença Cérebro-Vascular e posteriormente, seguiram-se os outros prelectores das diferentes especialidades já referidas, que indicaram qual seria o momento ideal para serem chamados a intervir nestes casos. Após várias discussões e trocas de experiências, saíram da Mesa Redonda conclusões importantes e recomendações a serem implementadas para melhoria de actuação do Serviço e dos profissionais afectos à essa área. A importância da especialidade de Medicina Física e de Reabilitação ou Fisiatria está bem expressa nesta frase que condensa os meios a que recorrer e os objectivos atingir: “tem como meio de tratamento específico, os agentes físicos: a água, o ar, o calor, a electricidade e meios mecânicos, para prevenir, tratar, reintegrar os indivíduos com incapacidades à actividade social”.
A SUA REDE DE SAÚDE CLINICASAGRADAESPERANCA.CO.AO FB.COM/CLINICASAGRADAESPERANCA BOLETIM INFORMATIVO Nº 54 . JANEIRO . 2019