Horário: às 2ª a 6ª das 8:15h 18:15m* *4ª encerra às 16h Equipa do e-informação
Celeste Freitas Marisa Mendes
Sabiam que…
mais frequentes
Os livros mais requisitados para empréstimo domiciliário, no 1º período, foram:
(Empréstimo domiciliário)
Marina Neves Fábio Correia
Participação especial Francisco Félix Célia Pereira José Monteiro
TOPLeitores
Andreia Águas Cristina Santos Rui Ferreira
Premiado do Concurso
Andreia de Jesus
Horário: 2ª a 6ª das 8:15h às 18:15m* *4ª encerra às 16h
“ A ntichrista ” de Amélie Nothomb “ P oesias ” de Fernando Pessoa
Ricardo Conde
“ O cão da morte ” de Agatha Christie
Adelaide Guilherme
“ A taça de ouro ” de John Steinbeck
Flávia Dias
“ O poder dos sonhos ” de Luís Sepúlveda
Editorial
“ C rónicas vampíricas ” de Lisa Jane Smith “ J á ninguém morre de amor ” de Domingos Amaral
“Quem é quem?”
“ F rei Luís de Sousa ” de Almeida Garret “ V isual Basic 2008 ” de Henrique Loureiro
João Miguel Cardoso
“ R ua dos Anjos ” de Vítor Burity da Silva
Prémio: Antologia “Sê plural como o universo…” de Fernando Pessoa.
Próximas actividades
O concurso continua...
5 de Janeiro: prova, a nível de Escola, do Concurso
O Centro de Recursos está no Fa-
Sugestão de Leitura
cebook em
“ Porquê ler
CRE-ESP.
os clássicos ”
Acompanha-o.
de Italo Cal-
Nacional de Leitura ( aberto a todos os alunos ) . 19 a 28 de Janeiro: colóquio ( d ia 19 ) e exposição sobre os Romanos e a exploração dos recursos naturais no concelho de Peniche. Janeiro: Sessão informativa de Educação para o consumo ( 12º ano ) .
vin Janeiro
( quarta-feira à tarde ) :
visita ao Arquivo
Nacional Torre do Tombo ( m áximo 15 pessoas ) . Janeiro: Lançamento do concurso Palavra Passe, sobre a importância da leitura ( Comunidade escolar ) . Fevereiro:
Navegar
na
Internet
Aula
prática
de
com
segurança
( 1 0ºano ) . Fevereiro:
Literacia
Digital
( p rofessores ) . 7 a 18 de Fevereiro: colóquio ( d ia 7 ) e exposição sobre O Fantástico Mundo dos minerais. 21 a 25 de Março: Semana da Leitura ( Comunidade ) . Autor: Rui Ferreira, 10º AV1
22 de Março: Comemoração do Dia Mundial da Água ( c omunidade ) .
Boas Festas! Bom Ano de 2011.
Março: Sessões de Poesia ( 10ºano ) .
e informação
Este é ( assim o esperamos! ) o último boletim com este formato. Desde o início que ele ocupou, em parte, o lugar que estaria reservado a um jornal escolar. Sentimos, por isso, que se justificaria dar vida própria a esse jornal e abri-lo a toda a comunidade escolar. Alguns alunos disseram que sim ao desafio que lhes fizemos. Aproveitamos para lançar o repto a todos os que queiram ajudar a fazer o nosso jornal, o jornal da escola: só terão que colaborar com artigos ou sugestões. A concretizar-se, esta será uma actividade que vem reforçar o papel que o Centro de Recursos deve e tem vindo a desempenhar na escola: um pólo que congrega e potencializa recursos. Mas os recursos mais valiosos, e aqueles de que falamos agora, não são os meios físicos disponibilizados, são, sim, os contributos de cada um de nós para a construção do conhecimento. Porque este quando é partilhado é sempre mais gratificante. A equipa da Biblioteca assinala, a propósito, que as actividades colaborativas com os grupos disciplinares e turmas têm aumentado, situando-se quase sempre no âmbito das áreas curriculares. Destacamos também aqueles professores que, sem que o seu nome conste do número dos colaboradores da BE, o têm sido desde o primeiro instante. Não podemos deixar de referenciar ( e speramos que não leve a mal ) o nosso principal colaborador: o professor António Cação. De uma forma discreta, ele está presente, com sugestões, colaboração em actividades, ou até na missão menor de afixar documentos. A todos, Boas Festas!
Boletim informativo da Biblioteca Escolar/ Centro de Recursos Educativos No Facebook como CRE-ESP
Ano III Nº 7 Dezembro de 2010
Biodiversidade Animal Paulo Maranhão, subdirector da ESTM e responsável pelas unidades curriculares ligadas ao mar ( I ctiologia e Oceanografia ) , deslocou-se à Escola Secundária de Peniche com o objectivo de desenvolver a temática referida. No Algumas notas sobre equipamentos usados em Biologia Marinha primeiro intervalo da A actividade subordinada ao tema Bio- manhã do dia 23 de Novembro, o dodiversidade Animal constituiu em mais cente efectuou um apontamento aceruma forma de realçar o ano de 2010 ca de uma pequena exposição alusiva como o Ano Internacional da Biodiver- à Biologia Marinha. ( C ont. na pág.6 ) sidade. Assim, o Professor Doutor
Viagem às origens do Natal Se nos perguntarem o que é o Natal, todos saberemos responder: é a comemoração do nascimento de Cristo e, para nós, europeus, talvez a festividade do ano com mais significado ou, pelo menos, a mais intensamente vivida.
A data de 25 de Dezembro foi escolhida no ano 350, mas as razões da sua escolha prendem-se com as festividades primitivas do solstício de Inverno que, em Roma, erroneamente, era comemorado a 25 e não a 21 ou 22. (Cont. na pág.2)
Mas saberemos nós as verdadeiras origens de muitas das celebrações e costumes desta época e o modo como elas continuam a influenciar os nossos hábitos e ritos? É a esta pergunta que vamos tentar dar algumas respostas, salientando, no entanto, que se trata de uma pesquisa feita por um amador curioso e não por um especialista na matéria. Porque é que o Natal é a 25 de Dezembro? Esta data não coincide com o nascimento de Jesus de Nazaré e a história do Natal começa, pelo menos, 7 mil anos antes.
Adoração dos pastores de Gerard Van Honthorst
e informação
Página 2
( C ont. pág. 1 )
N e s s a data co-
memorava-se o nascimento do deus Mitra, divindade persa com grandes tradições também em Roma. Este representava a luz, o bem e a libertação da matéria. No período em que os dias eram os mais pequenos do ano e o clima rigoroso, invocava-se o
Deus Mitra
deus Sol para que aparecesse de novo e os dias se tornassem mais suaves. Era o ponto de viragem das trevas para a luz, ou seja, o “ r eaparecimento ” do Sol. Na Mesopotâmia, a celebração durava 12 dias. Em Roma, a esta celebração, juntavam-se também as celebrações em honra do deus Saturno, as principais festas do ano, que eram marcadas por grande abundância de comida, bebida e divertimentos. Assim, celebrações que tinham por base rituais pagãos, e que não tinham a aprovação da Igreja, sobretudo pelos excessos que se cometiam, foram adoptadas e transformadas para se inserirem no âmbito das comemorações cristãs. As comemorações do Natal foram
-se espalhando pouco a pouco e, no final do Séc. IX, abrangiam toda a Europa. No entanto, ao longo dos séculos, estas celebrações tiveram momentos de maior adesão e entusiasmo ou chegaram mesmo a ser banidas nalguns países, por motivos religiosos, políticos ou até económicos. O Pai Natal e S. Nicolau O Pai Natal tem a sua origem nos países nórdicos e, mais uma vez, numa tradição bastante antiga e que se prende com os rigores da estação do ano. Era costume alguém vestirse com peles e representar o "Inverno". Essa figura visitava as casas e ofereciam-lhe bebidas e comida, pois acreditavam que se o tratassem bem a sorte iria abençoar a casa. S. Nicolau foi um bispo, nasceu em 280, na Turquia, e do qual se realça a grande generosidade. Conta-se que costumava oferecer presentes aos pobres e que também salvava marinheiros vítimas de tempestades. Teve um carinho especial pelas crianças, o que o levou a fundar um orfanato. Quando a sua fama chegou aos Estados Unidos, ficou com o nome Santa Claus e as crianças pediam-lhe presentes com antecedência, para que no Natal os pudessem ter. Passou então a ser representado por um homem gorducho, bonacheirão, bem disposto e generoso que, segundo a lenda, visitaria a casa das crianças para lhes deixar presentes. As figuras do Pai Natal e de S. Nicolau acabaram por se associar, de modo que, hoje, já não as distinguimos. Porque é que o Pai Natal vem de trenó, puxado por renas e entra pela chaminé? Simplesmente graças a um poema escrito em 1822 por um professor
americano, Clement Moore, intitulado “ Uma visita de S. Nicolau ” . Neste poema, o Pai Natal desloca-se nesse meio de transporte e entra pela chaminé. Mas a descida pela chaminé deve ter sido inspirada nos antigos habitantes da Lapónia que viviam em pequenas tendas, cobertas com peles de rena e enterradas no chão. Só a parte de cima da tenda é que ficava à mostra: era um buraco no telhado que servia como entrada para o interior da habitação e, ao mesmo tempo, para deixar sair o fumo Porque é que o Pai Natal se veste de vermelho e branco? Inicialmente o Pai Natal vestia-se de formas muito variadas, normalmente de cores garridas e com um barrete ou uma coroa de azevinho na cabeça. Até que em 1931, a empresa Coca-Cola usou a figura de S. Nicolau para promover o consumo da bebida nos meses de Inverno, altura em que as vendas decresciam. O bispo era representado por um actor, ao qual vestiram um fato vermelho, de calças e túnica e, na cabeça, foi colocado um barrete também ele vermelho, com um debruado a branco e um pompom na ponta. Estas eram as cores com que a Coca-Cola
e informação
Página 7
Quais são as Ameaças à Biodiversidade? As ameaças à biodiversidade podem reunir-se em três grupos: Destruição e degradação do habitat, que é a principal causa de extinção de espécies; Introdução de espécies exóticas – casos do chorão-das-areias, do lagostim-vermelho-da-Louisiana,
da
alga Asparagopsis armata; Sobre-exploração das espécies – sendo o exemplo mais evidente o da pesca de algumas espécies. Uma das formas que permite conservar a Biodiversidade é a criação de áreas marinhas protegidas. Há uma aqui bem perto, a Reserva Natural das Berlengas. Esta área protegida, criada em 1981 e ampliada para os seus limites actuais em 1998, é um paraíso de biodiversidade. A sua localização geográfica, associada à existência do canhão da Nazaré, vale profundo que traz para a superfície águas frias ricas em nutrientes, proporcionam condições ímpares para o desenvolvimento de espécies animais
Uma assistência motivada pelas palavras do Prof. Paulo Maranhão.
marinhas. Aqui conseguem observar-
mos anos projectos de investigação
se inúmeras espécies, de todas as
relacionados com a Reserva Natural
formas, tamanhos, cores, pertencen-
das Berlengas ( RNB ) e zona litoral
tes aos seguintes grupos: esponjas,
de Peniche, na área da biologia, eco-
cnidários ( alforrecas, anémonas e
logia e biotecnologia marinha.
corais ) ,
( poliquetas ) ,
organização agradece a todos os que
moluscos, artrópodes ( c om ênfase
de alguma forma contribuíram para
nos
equinodermes
colocar de pé mais esta iniciativa. A
( o uriços e estrelas-do-mar ) , tunica-
disponibilidade e o interesse demons-
dos e peixes.
trados pelo Prof. Paulo Maranhão
A ESTM, através do seu Grupo de
foram também fundamentais para se
Investigação em Recursos Marinhos
atingirem os objectivos propostos.
anelídeos
crustáceos ) ,
( G IRM ) , tem desenvolvido nos últi-
Francisco Félix
ABÓBORAS, PARA QUE VOS QUERO! Nos dias 29 e 30 do mês de Outu-
Esta actividade decorreu no âmbito
de Inglês.
bro , celebrou-se o Halloween na
da disciplina de Inglês e consistiu
O objectivo era decorar as abóboras
nossa escola. 1º CPQ (1ºLugar)
num concurso da melhor abóbora. O concurso foi aberto a todas turmas
com a máxima criatividade e de acordo com o curso frequentado.
10º CE1 (2ºLugar) 1ºLH2/1ºCPSA (3ºLugar)
era comercializada. Isto explica, em parte, o facto de o Pai Natal estar hoje tão associado ao consumismo. http://natal.sapo.pt Acedido em Novembro de 2010 http://pt.wikipedia.org Acedido em Novembro de 2010
A
e informação
Página 6
( C ont. pág. 1 )
como as florestas tropicais e os reci-
Balaenoptera omurai de 12 m de
Num tom informal, explicou aos pre-
fes de coral;
comprimento, descrita em 2003; e o
sentes o funcionamento de uma rede
Conservação da natureza em par-
peixe de profundidade Macropinna
para a recolha de zooplâncton, o mo-
ques naturais.
microstoma, que só em 2007 foi vi-
do como se processam as contagens
A biodiversidade engloba três tipos
sualizado vivo, com a sua estranha
de espécies subaquáticas e também
de componentes:
cabeça ) .
uma breve abordagem aos pósteres
Diversidade Genética
Conhece-se menos dos habitats do
expostos na biblioteca. Com o auditó-
Diversidade de Espécies
mar profundo e do oceano aberto do
rio repleto, o Prof. Paulo Maranhão
Diversidade de Ecossistemas
que da superfície da Lua.
apresentou imagens fantásticas da
O que se sabe sobre a Biodiversida-
A maioria dos estudos científicos no
diversidade animal marinha. Neste
de Marinha?
mar é sobre as zonas costeiras, sen-
Os Oceanos cobrem 70% da superfí-
do que menos de 2% dos fundos
âmbito, destacou especialmente as espécies que povoam as águas adjacentes ao arquipélago das Berlengas. Recorde-se que a actividade
cie do nosso Planeta e têm uma profundidade média de 3.730 m.
marinhos estão estudados. Estima-se que o número de espécies do mar profundo seja
teve como principais destina-
entre 500.000 e 10
tários os alunos do 10.º ano
milhões.
e que acaba por ser mais um
Estima-se que exis-
contributo para as comemo-
tam
rações do Dia Nacional da
100.000 montes sub-
Cultura Científica
marinos com mais de
( 24 de
cerca
de
Novembro ) .
1000 m de altura.
O Prof. Paulo Maranhão teve
Apenas cerca de 350
a amabilidade de fornecer
destes montes sub-
um resumo da comunicação
marinos foram amos-
apresentada:
trados e só 100 fo-
O que é a Biodiversidade?
ram estudados com
“A
algum detalhe.
variabilidade entre os
seres vivos provenientes de
O mesmo acontece
todas as origens, incluindo,
com outros ecossis-
entre outras, ecossistemas
Diversidade biológica na praia rochosa da Baixa do Outeiro.
terrestres, marinhos e outros ecossistemas aquáticos, e os complexos ecológicos de que fazem par-
Contêm 95% dos seres vivos, tendo os primeiros animais surgido no mar.
te; isto inclui a diversidade dentro da
Apresentam uma vasta diversidade
espécie, entre espécies e de ecossis-
de habitats e uma enorme complexi-
temas. ”
dade de processos.
( a rtigo 2 da Convenção sobre Diver-
Contêm 32 dos 34 Filos Animais,
sidade Biológica, assinada por 156 nações na Cimeira da Terra, no Rio de Janeiro, em 1992 ) Listas ou leis sobre espécies em perigo; Vertebrados carismáticos em perigo; especiais,
ou maioritariamente marinhos. Ainda hoje se descobrem muitas no-
A Biodiversidade não é apenas:
Ecossistemas
sendo cerca de 13 exclusivamente
tais
vas espécies de animais de grandes dimensões
( ex.
Tubarão
“ m egamouth, Megachasma pelagi-
os, de 4,5 m de comprimento descoberto em 1983; o Rorqual de Omura,
temas
de
oceano
profundo: fontes hidrotermais, corais de profundidade, etc. Alguns números que podem dar pistas sobre a realidade: Uma gota de água do mar pode conter 160 espécies de bactérias. Os cientistas descrevem cerca de 1600 novas espécies marinhas por ano. Estima-se que existam entre 10 a 100 milhões de espécies ainda por descrever.
e informação
Página 3
fissional, talvez um dia na Câmara Municipal de Peniche, o que seria um dos sonhos da minha vida. Julgo que é o nível mínimo de escolaridade aceitável para alguém com a minha idade. O Centro Novas Oportunidades da Escola Secundária de Peniche iniciou funções em Setembro de 2006, como tal várias centenas de adultos já passaram pela nossa entidade. Convictos de prestarmos um serviço muito útil à população activa do concelho com baixa qualificação profissional, considerámos interessante auscultar a opinião de alguns candidatos que frequentaram este CNO. Assim recolhemos vários testemunhos. Nesta edição, publicamos pelo testemunho de Carina Silva cuja certificação teve lugar recentemente. Com 25 anos de idade, é natural e actualmente residente em Peniche, é casada e mãe de dois filhos. JE – Como teve conhecimento do CNO da Escola Secundária? Carina - Tive conhecimento do CNO da Escola Secundária através de uma amiga, quando estava no estrangeiro a viver na Áustria. Esta já tinha feito aqui o processo RVC equivalente ao 12º ano e fez-me ver que isto era uma boa oportunidade quando eu viesse para cá. JE – E o que mais a levou a optar por este processo? De imediato, pensei que seria um dos meus objectivos assim que regressasse, em especial completar o 9º ano. Na altura, apenas fiquei com o 8º ano apesar de ainda ter frequentado as unidades capitalizáveis à noite. Acabei por optar por ir para a Áustria, reorganizei a minha vida e, passado algum tempo, eu e o meu marido resolvemos voltar e foi aí que tomei a decisão de concluir o 9º ano com vista a poder obter um trabalho com mais qualidade e uma melhoria na minha vida pro-
JE – Quais os aspectos mais positivos que reteve da sua passagem por este centro? Carina - Retiro muitos aspectos positivos da minha passagem por este Centro. Desde logo, as aprendiza-
gens em Matemática onde senti que aprendi mais; em Português também, aprendendo muitas palavras que desconhecia, melhorando o meu discurso, a minha comunicação e ainda a área da cidadania que me ajudou a reforçar o que já sabia e a reforçar o meu papel de cidadã. Na área das TIC não tive tantas dificuldades porque já tinha bastantes conhecimentos, mas aprendi sempre mais qualquer coisa. Também foi bom pelo facto de ter criado novas amizades quer com os colegas quer com os formadores. Agora já sou mais ponderada na minha comunicação, no meu discurso, no meu comportamento social….afinal tudo valeu a pena. JE – Que projectos pessoais tem para o futuro? Carina - Há muito que pensava desenvolver os meus conhecimentos, pois sentia que isso fazia muita falta até para o futuro. E com toda a motivação que nasceu em mim, o desejo de atingir o 12º ano seria outro sonho. E esta experiência tem sido muito enriquecedora, obter mais
qualificações, mais competências, mais possibilidades na vida… e já aprendi muita coisa que nunca tinha aprendido. JE – Aconselharia a outras pessoas a experiência desta oportunidade? Carina - Pela minha experiência, aconselharia este processo a outras pessoas e já disse a outras colegas que não têm a escolaridade obrigatória para não desperdiçarem esta oportunidade com a ajuda desta excelente equipa de profissionais e formadores. E já começou com o meu marido que está em processo de RVC. E acreditem que fazer este processo não será obter um “ p apel ” no final. Há aqui maisvalias que não devemos perder…novos conhecimentos, modos de ser, modos de estar, tudo. É um novo horizonte na nossa vida. Foi muito interessante ter voltado à escola e principalmente ter terminado o meu 9º ano. Gostei muito de ter estado no Centro Novas Oportunidades da Escola Secundária de Peniche. A satisfação que os adultos demonstram no final do seu processo é para toda a equipa motivo de regozijo, justificando, assim, o nosso esforço quer na motivação quer no acompanhamento dos candidatos. Empenhamo-nos em reduzir, se possível, a zero a taxa de analfabetismo no concelho, num projecto conjunto com a autarquia e o outro CNO, a CERCIP. José Monteiro e Célia Pereira
e informação
Página 4
SESSÃO SOBRE FERNANDO PESSOA
FEIRA DO LIVRO
com o Professor Doutor Dionísio Vila Maior
e informação
Página 5
NATAL NA BIBLIOTECA
(PROMOÇÃO DA LEITURA)
No dia 17 de Novembro, alguns alu-
Decorreu, entre os dias 23 e 25 de
A actividade O Natal na BE/CRE inici-
nos do 12º Ano puderam assistir, na
Novembro, a Feira do Livro, organi-
ou-se no passado dia 10 de Dezem-
Biblioteca, a uma conferência dada
zada pela BE/CRE com a colabora-
bro, com a inauguração do presépio
pelo professor Doutor Dionísio Vila
ção, pelo segundo ano consecutivo,
feito pela turma do 2º Ano da Escola
Maior sobre Fernando Pessoa. Este
dos alunos da turma 3 CPS, orienta-
veio ajudá-los a uma leitura da épo-
dos pela profª Maria do Rosário.
ca em que viveu o poeta, contribuin-
Pretende-se com esta actividade
do assim para uma melhor compre-
contribuir para a promoção da leitu-
ensão das temáticas pessoanas.
ra.
do Alemão, sob a orientação da professora Aida Felix. O presépio foi criado a partir de materiais reciclados e foi-nos gentilmente cedido pela professora e alunos. Por isso, deixamos aqui o nosso muito obrigado a todos eles. Tivemos ainda a participação de alunas da turma 1º CPA, coordenadas pela professora de música Ana Paula David que, com duas canções de Natal, deram as boas-vindas aos mais pequenos e ao Natal também. De seguida, inaugurou-se a exposição de postais de Natal elaborados
Concurso textos de Natal
pela turma 10º AV1, sob a orientação
Foi atribuída uma menção honrosa ao texto
da professora Fátima Pedro.
“Um conto de Natal” escrito pela aluna Andreia Águas da turma 1º CPA. Fotos tiradas pelo prof. João Fernandes
Acompanhe a BE/CRE no Blog http://bibliotecasecundariapeniche.blogspot.com