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Outubro - 2015
II SÉRIE
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ANO IX
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NÚMERO 49
FESTAS DE VILARANDELO 2015
Chegada do andor de N.Sr.dos Milagres ao Santuário
Com um programa festivo repleto de manifestações culturais, desportivas e de índole religiosa, Vilarandelo cumpriu a tradição de uma forma exemplar!... Continua nas páginas centrais
Pág.
Donativos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Dia Mundial do Idoso. . . . . . . . . . . . . . . USPRIGOSUS Grupo TT de Vilarandelo Passeios em Agosto . . . . . . . . . . . . . . . . Fazer regressar as tradições: Libertação do jugo espanhol. . . . . . . . . O Porquinho de Santo António . . . . . . Rancho Folclórico da Casa do Povo . . . Ajudantes de ação direta do rsi . . . . . . Festas de Vilarandelo 2015 . . . . . . . . . . Comissão de Festas de Vilarandelo 2016 Sistema de Gestão de Seg. Alimentar . Actuações do Grupo Coral Alcininha . Clube de Futsal da Casa do Povo . . . . . Telecomandados . . . . . . . . . . . . . . . . . . Milagre de uma criança . . . . . . . . . . . . . Aniversários. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Junta de Freguesia . . . . . . . . . . . . . . . . . Promoção da Autonomia no idoso (..) . O Sorriso do meu Amor . . . . . . . . . . . . A importância dos valores da família . Fumo e tabaco: devemos evitar que as crianças de tornem fumadores passivos Jardim de Infância: Sala Amarela . . . . .
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Editorial Os de cá e os de fora!...
miudadas vezes algumas pessoas, felizmente poucas, balbuciam aos quatro ventos, na mesa do café, nos locais públicos onde se juntam uns amigos, quase sempre para “ o corte e costura” palavras agressivas, que não passam de calúnias, palavras de escárnio e maldizer. Até agora, que eu tenha conhecimento esses atentados à honra e à dignidade da pessoa humana, eram sempre, ou quase sempre, proferidos nas costas dos visados, mas agora já chegaram ao desplante de vociferar essas baboseiras na frente dos próprios com todo o despudor do mundo, esses têm pelo menos o mérito de não falar pelas costas!... “ Tu não és de cá, o que estás aqui a fazer!... Vai para a tua terra!... Aquele não é de cá, não pode estar neste lugar!...não pode estar naquele emprego, esse não é de cá, não deveria estar nesta ou naquela comissão/ instituição!... “ etc, etc… Os tais a quem essa minoria aponta o dedo, os tais que são acusados e muitas vezes maltratados e desde há alguns anos apelidados de “ paraquedistas”, são pessoas abnegadas, trabalhadoras e honestas, que voluntariamente se entregam de corpo e alma às comunidades, associações e comissões a que pertencem. Nas nossas associações, comissões, direções, clubes, comunidades, etc, que eu valorizo imenso e que eu parabenizo pelo esforço e trabalho realizado, quantos dos ditos “ paraquedistas”, (que nem aterraram aqui de paraquedas), dão o melhor de si, sem pedir nada em troca?
(continua na pág. 5)
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Donativos DONATIVOS PARA O ARAUTO Augusto Florêncio Garcia ..........................................................................20,00 € José António Fidalgo Ferreira ....................................................................50,00 € Joaquim Alves Ferreira ................................................................................30,00 € Anónima .........................................................................................................10,00 € Jaime Teixeira Cavalheiro ............................................................................25,00 € João Francisco Medeiros Polónio .............................................................50,00 € António José da Rosa Brandão .................................................................20,00 € Maria Adelaide Esteves de Sousa Cancelinha.........................................10,00 € António Cavalheiro da Rosa ......................................................................10,00 € Anabela Damil ...............................................................................................20,00 € Artemisa Florêncio Garcia .........................................................................20,00 € João Manuel Polónio Osório .................................................................. 100,00 € Valdemar Mairos da Rosa ...........................................................................20,00 € Pedro Miguel Batista Rosa..........................................................................20,00 € Pedro Aleixo ..................................................................................................20,00 € Fernanda da Natividade Ferreira ..............................................................10,00 € Anónimo ........................................................................................................20,00 € Ângelo Vítor Almeida Lopes ......................................................................40,00 € Maria de Lurdes Avelelas B. da Rosa Ferreira ........................................10,00 € Maria da Conceição Polónio .....................................................................10,00 € Maria de Lurdes Nogueira da Rosa .........................................................10,00 € Emília Nogueira da Rosa Garcia ...............................................................10,00 € Maria Adelaide Nogueira da Rosa ............................................................10,00 € Samuel José Magalhães Medeiros .............................................................30,00 € Carlos Garcia Silva .......................................................................................20,00 € Vicente Lopes Almeida................................................................................30,00 € José Garcia Magalhães .................................................................................20,00 € Maria Nogueira da Silva ..............................................................................20,00 € Marília Afonso ...............................................................................................10,00 € António Florêncio Magalhães ....................................................................10,00 € Pedro Vilardouro Nogueira ........................................................................20,00 € Carlos Vilardouro Nogueira ......................................................................20,00 € Marília Ferreira .............................................................................................30,00 € Agostinho do Vale Milheiro ........................................................................40,00 € José Manuel Brandão Almeida ...................................................................10,00 € Alice de Almeida Garcia .............................................................................10,00 € Carolina de Fátima Rosa Brandão ............................................................10,00 € Maria da Conceição da Rosa Brandão Aleixo........................................20,00 € Maria Correia Ferreira ................................................................................10,00 € Mário Correia ...............................................................................................10,00 € Paulo António da Rosa Magalhães ............................................................25,00 € Ana Maria Olaia Macanjo ...........................................................................20,00 € Paulo José de Carvalho Ferreira ...............................................................20,00 € Hugo Miguel Carvalho Ferreira ................................................................20,00 € Pedro Miguel Pascoal Garcia Ferreira .....................................................20,00 € Maria Cândida Vieira Fidalgo......................................................................10,00 € Maria Cândida Lage Andrezo.....................................................................20,00 € Modesto Nogueira Medeiros ....................................................................20,00 € Manuel Gonçalves ........................................................................................20,00 € Pe. Amadeu Nogueira Olaia .......................................................................25,00 € Maria de Sousa Garcia ................................................................................20,00 € Zaida da Conceição Gonçalves Peixeiro ...............................................25,00 € Por lapso não saíu no Arauto anterior: Maria Lurdes Teixeira ..................................................................................10,00 €
DONATIVO PARA A CASA DO POVO António Florêncio Magalhães ....................................................................10,00 €
DONATIVO PARA A CAT Maria Cândida Vieira Fidalgo......................................................................10,00 €
DONATIVOS PARA O RANCHO FOLCLÓRICO Ângelo Vítor Almeida Lopes ......................................................................40,00 €
DONATIVOS PARA O LAR Ângelo Vítor Almeida Lopes ......................................................................40,00 € Família Ferreira .......................................................................................... 300,00 € José Garcia Magalhães .................................................................................50,00 € Maria Cândida Vieira Fidalgo......................................................................10,00 € Família de Gumercindo Rodrigues Friões ........................................... 135,00 €
DOAÇÕES EM GÉNEROS DATA 01/08/2015 06/08/2015 07/08/2015 07/08/2015 10/08/2015 12/08/2015 12/08/2015 13/08/2015 14/08/2015 17/08/2015 19/08/2015 21/08/2015 22/08/2015 23/08/2015 24/08/2015
DOADOR Wells Chaves Paula Pinto Anónimo Luis Medeiros Amândio Teixeira Anónimo Fernando Alves Januário Marta Coroado Céu Soares Francisco Perdigão Carlos Cleto Carlos Cleto Anónimo Paula Pinto Paula Martinho
25/08/2015 Rancho Foclorico de Vilarandelo 25/08/2015 Elisabete Teixeira 25/08/2015 Fernanda (Monte D'Arcas) 28/08/2015 Amândio Teixeira 30/08/2015 Comissão de festas 31/08/2015 Anónimo 01/09/2015 Fernando Santos 01/09/2015 Francisco Sousa
DOAÇÃO Produtos Farmaceuticos Roupa e brinquedos 3,670 kg de corgete Roupa variada 15 kg de espinafres Brinquedos variados Roupa variada 20,740 kg de ameixas Roupa e brinquedos 10,900 kg de uvas 35 kg de pera 42 kg de pera 10 kg de pera Roupa variada 12,695 kg de pimentos; 6 kg de tomate 2 garrafões de vinho branco; 15 kg de cebola; 7 kg de pessego; 2,5 kg de uvas; 1 kg de alho seco 5,900 kg de pessego Roupa variada 6,800 kg de uvas 1 kg de queijo; 800 gr de fiambre; 38 unidades de moletes 25 kg de ameixa 26 kg de pessego 3,625 kg de alface; 1,785 kg de pepino
02/09/2015 Marilia Lima Ferreira
1 caixa de bolacha sortidos; 5 unidades de chocolate; 2 pacotes de rebulado; 2 caixa de chocolates sortidos
02/09/2015 02/09/2015 03/09/2015 04/09/2015 04/09/2015 07/09/2015 07/09/2015 07/09/2015 08/09/2015 09/09/2015 09/09/2015 09/09/2015 10/09/2015 14/09/2015 16/09/2015 16/09/2015 16/09/2015 17/09/2015 18/09/2015 21/09/2015 24/09/2015 25/09/2015
2,155 kg de ameixa Roupa variada 8 kg de ameixa 5,705 kg de tomate 180 kg de maça; 340 kg de pera 20 kg de pera 60 kg de abobora 20 kg de tomate 13,400 kg de pera 3 kg de tomate 17 kg de pera; 65 kg de maça 11,500 kg de alface 80 kg de batata miuda 5 kg de tomate 24 kg de tomate; 22 kg de pimento; 18 kg espinafre Roupa e calçado variado Roupa variada Roupa variada 28 kg de uvas 4,330 kg de pimento; 5 kg de tomate Roupa e brinquedos variados 24,500 kg de abobora; 0,735kg de salsa
Ana Maria Vera Cruz Beatriz Lagarelhos Manuel Morais Banco Alimentar Francisco Cunha Alfredo dos Santos Paula Martinho Josefa Doutel Anónimo Adélia Pascoal Amândio Teixeira Anónimo Manuel Morais Amândio Teixeira Maria Teresa Machado Inês Afonso Anónimo Amândio Ruivo Manuel Morais Olga Machado Manuel Tété Polónio
A todos o nosso Muito Obrigado!
DONATIVOS PARA A TALHA DOURADA DA IGREJA PAROQUIAL Alda Natércia Doutel ..................................................................................35,00 € Anónimo ........................................................................................................50,00 € Anónimo ........................................................................................................20,00 € Anónimo ........................................................................................................50,00 € Ângelo Victor Almeida Lopes ....................................................................50,00 € Emília Nogueira Roa Garcia.......................................................................10,00 € Vicente Lopes Almeida................................................................................50,00 € Marília Afonso ...............................................................................................10,00 € Anónima .........................................................................................................20,00 € Adélia Almeida Pascoal Teixeira ............................................................. 100,00 € Venda Solidária........................................................................................... 475,00 €
Agradecimento A família de Sebastião José Gomes Ferreira vem, muito sensibilizada, agradecer as inúmeras provas de pesar e carinho que lhe foram manifestadas aquando das exéquias fúnebres do seu ente querido.
Agência Funerária Mariana Lino Lda. - Vilarandelo
Agradecimento A família de Aida Nogueira Mairos vem, muito sensibilizada, agradecer as inúmeras provas de pesar e carinho que lhe foram manifestadas aquando das exéquias fúnebres do seu ente querido.
Agência Funerária Mariana Lino Lda. - Vilarandelo
Agradecimento A família de Gumercindo Rodrigues Friões vem, muito sensibilizada, agradecer as inúmeras provas de pesar e carinho que lhe foram manifestadas aquando das exéquias fúnebres do seu ente querido.
Agência Funerária Mariana Lino Lda. - Vilarandelo
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Meninos do Jardim de Infância visitam Centro de Dia e Lar de Idosos
Dia Mundial do Idoso D
ia 1 de Outubro Celebramos o Dia Mundial do idoso com a visita dos meninos do Jardim de Infância aos utentes do ERPI e Centro de Dia. A atividade em questão têm por objetivo: - Homenagear a pessoa idosa; - Consciencializar os mais jovens para a importância das mudanças de atitude para com os idosos; - Que os idosos se realizem plenamente, que tenham noção dos seus direitos, consigam envelhecer com segurança e dignidade, participando de forma ativa na sociedade em que estão inseridos; - Os idosos não podem ser encarados como uma categoria á parte, todos nós crescemos e envelhecemos dia após dia, e aos mais jovens cabe saber que devemos oferecer todo o carinho e atenção aos mais velhos. “O mundo está pronto para os jovens, porque existiram outros jovens que hoje estão numa outra fase da vida, a velhice. E ela um dia nos terá. É inevitável o curso da vida… Sandra Oliveira Técnica Superior de Desporto
USPRIGOZUS Grupo TT
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omo foi noticiado na edição anterior deste Arauto, no dia 23 de Agosto de 2015 realizou-se a 4ª Prova de SuperEnduro/Multimotos a contar para o campeonato nacional. A organização a cargo do Usprigozus – Grupo TT de Vilarandelo, foi desenhada no campo de futebol local, a pista com cerca de 400 metros de extensão que acolheu os dez concorrentes presentes na classe Prestige (pilotos federados) e dezena e meia de pilotos na classe Hobby (pilotos não federados), apresentava obstáculos com graus de dificuldade variados. Apesar das dificuldades de um final de tarde de chuva intensa, o que levou à debandada do muito público presente complicando a progressão dos pilotos ao longo da pista, a prova foi concluída com sucesso.
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Centro de Dia e Lar de Idosos
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Passeios em Agosto
omo mote de finalização do ano letivo, e à semelhança de anos anteriores, no mês de Agosto realizamos 4 passeios com os nossos idosos. Nas saídas para o exterior pretendemos abordar diferentes realidades, através da realização de passeios lúdico-recreativos, passeios culturais e passeios religiosos. O objetivo principal deste tipo de atividades é proporcionar um convívio saudável entre todos os participantes, criar laços de afetividade e explorar “o mundo exterior”. Dia 5/08/2015- Passeio Caldas Chaves Dia 12/08/2015- Passeio Zona Verde Mirandela 19/08/2015- Passeio Rio do Gorgoço 26/08/2015- Passeio Casa do Vinho / Visita ao Santuário de Nossa Senhora da Saúde Sandra Oliveira Técnica Superior de Desporto
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Fazer regressar as nossas Tradições
Libertação do jugo Espanhol
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m tempos que muitos vilarandelenses ainda recordam com saudade, na noite de 30 de Novembro para 1 de Dezembro a Banda fazia, em cada ano que passava, uma arruada ,até ao Santinho da Levandeira, com regresso pelo mesmo caminho, tocando o Hino ou Marcha da Restauração. Esta marcha, de grande vibração patriótica, celebrava o fim do domínio espanhol no nosso País, e exaltava o feito de nos libertarmos do seu jugo após 60 anos de cativeiro. Nas décadas de 1930/40/50 havia essa celebração esperada com ansiedade até pelos mais novos, como era o meu caso, pois nasci em 1945, ano de muita fome face à miséria trazida pela 2ª guerra mundial. Eram anos em que havia um duríssimo racionamento de bens de consumo, sendo distribuídas senhas mensais a cada família.
Voltando àquela noite mágica, em que não havia iluminação pública, que só veio muitas décadas depois, alguns, poucos, lampiões faziam das tripas coração para dar uma luzinha aos músicos que marchavam, apenas pela estrada, que muitas das ruas serviam para fazer estrumeiras na testada de cada morador. Creio que será possível à Banda e sua Direcção, com colaboração da Junta de Freguesia, Casa do Povo, Câmara Municipal e outras associações, e todos aqueles que querem dar projecção à nossa terra, levar a efeito, já este ano, este acontecimento que, decerto, merecerá a atenção dos meios de comunicação social, imprensa, rádios e televisão. José Lopes Bandeira Se desejar receber o “ARAUTO” numa residência fora de Vilarandelo, queira por favor enviar o seu endereço para: ARAUTO Casa do Povo de Vilarandelo Rua das Escolas 5430-651 Vilarandelo email: arauto2005@gmail.com Todos aqueles que desejarem enviar artigos para serem publicados no ARAUTO, devem fazê-lo para o endereço acima ou para casapovo.vilarandelo@iol.pt
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Porquinho de Santo António
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oi com grande prazer que tomei notícia da largada de um porquinho de Santo António nas ruas da nossa terra. Apesar de os tempos e condições de vida serem muito diferentes, oxalá o porquinho medre saudável e faça ouvir o retinido do seu sino nos bairros longe da estrada. PARABÉNS aos autores da ideia. Há várias histórias com o porquinho. Uma vez foi roubado pelos “barrosões”que vinham comprar o nosso bom vinho. Tiraram o alçapão de uma pipa e, zupa, atiraram-no lá para dentro e fecharam a pipa de novo. Mas o reco lá voltou às ruas, isto é, às suas sete quintas. Ainda hoje se diz, a quem petisca em todo o lado, que é como o porco do Santo António (este é que comia mesmo em todas as casas). Há um ditado bem antigo, que era cumprido, e que dizia: “Quem corre a aldeia não fica sem ceia”. José Lopes Bandeira
Nota:- Como complemento do texto que relata a recreação da tradição do “Porquinho de Stº. António”, tivemos conhecimento que esta iniciativa de louvar, partiu de um grupo de Vilarandelenses que angariaram os fundos necessários para a compra do animal. Mais informamos que já se encontra uma rifa à venda com o porco como prémio, cujo produto reverterá a favor da reparação do telhado da capela de Stº. António, sita no Bairro de Baixo. A direcção do Arauto
Editorial
Os de cá e os de fora!... Penso mesmo que posso afirmar que em alguns destes grupos, a maioria será então “paraquedista”!... Mas afinal, algum dos leitores do nosso “Arauto” me pode explicar quem são os de cá e quem são os de fora ??? Para mim os de fora serão aqueles que não nasceram cá, que não moram cá, que não têm cá as suas raízes e para mim também não serão de cá todos estes que indiquei e que eventualmente não gostam ou não amam Vilarandelo e até tecem intrigas e falsidades e fazem queixinhas, para correr com alguns que não nascendo cá, muito trabalharam para o bem de Vilarandelo e das suas gentes. A que ponto nós chegamos, meus amigos!... Parece impossível!... Os que são de cá, serão então os que amando Vilarandelo, nasceram cá e moram cá, os que não nascendo cá, moram cá há muitos ou poucos anos e os que nasceram cá, mas pelas mais variadas razões não moram cá, em suma… serão de Vilarandelo, todos estes que amam e trabalham para Vilarandelo. Enfim!... Essas vozes de … que não chegam ao céu, essas línguas de trapo que nunca fizeram nada por Vilarandelo, esses que se dedicam apenas a lavar roupa suja, esses sim… esses é que realmente não serão de cá, porque não fazem nada de bom e se limitam a maldizer dos que trabalham honestamente em prol da comunidade. Vindo mesmo a talho de foice e depois de ter passado o momento maior de Vilarandelo, “A Festa de Nº. Srº. dos Milagres”, eu endereço a todas as organizações e a todos os vilarandelenses, que contribuíram para a realização dos magníficos eventos que a integraram, um cumprimento muito especial e um muito obrigado a todos. Esses sim, esses são de Vilarandelo. Parabéns a todos, em especial à comissão de festas!... Os estimados leitores lembrem-se que existe um ditado muito antigo e muito querido dos transmontanos que diz: “ Para cá do Marão mandam os que cá estão”, poderemos então tirar daqui a ilação, que de Vilarandelo são os que cá nasceram e os que cá estão, mas que uns e outros estejam por bem !... Faço votos que, de uma vez por todas, Vilarandelo queira e saiba acolher quem vem por bem e ame verdadeiramente esta terra magnífica… Normando Alves Presidente da Direção da Casa do Povo de Vilarandelo
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Rancho Folclórico da Casa do Povo de Vilarandelo Apesar do frio que se fez sentir naquela noite de verão, o XXXI.º Festival de Folclore de Vilarandelo que se realizou no passado dia 22 de Agosto, em um ambiente de festa e boa disposição, proporcionou ao público presente um grande espetáculo de folclore. Temos a destacar a grande qualidade dos grupos que nos vieram visitar. São grupos sérios que, como centenas de outros, têm feito um trabalho incansável na preservação das nossas tradições. Obviamente que sem os apoios inestimáveis da Federação do Folclore Português e do INATEL não chegaríamos à qualidade apresentada hoje pelos grupos de folclore. Vamos atualmente a festivais onde já estivemos no passado, repetimos a visita porque sabemos que os grupos continuam a desenvolver um bom trabalho e com muito mérito. Muitas vezes este trabalho de recolhas, preservação e divulgação do nosso folclore é visto pelo poder político como mais uma atividade de pessoas que se juntam para ir aqui e ali dançar e cantar umas coisas para entreter o povo. Há que diferenciar, nós, os grupos de folclore que estamos num caminho sério, procuramos preservar
as nossas tradições, a nossa identidade, trabalhando voluntariamente, sacrificando muitas vezes a nossa vida pessoal. Somos ainda muitas vezes vistos pelo poder local e central como os parentes pobres da cultura portuguesa. Orgulho-me de dizer que Portugal é um dos países onde melhor se trabalha as questões do folclore. Hoje temos grupos de folclore autênticos que reproduzem o mais fielmente possível as tradições do nosso povo, graças ao esforço de milhares de pessoas que através do associativismo lutam por preservar as nossas tradições. Se não fossem os grupos de folclore seriamos um país sem memória ancestral. O Rancho Folclórico de Vilarandelo, vai celebrar para o ano que vem a bela idade de 50 anos, Só para termos uma ideia, desde 1985 para cá, o grupo fez à volta de 400 atuações pelo país e estrangeiro, a estas, podemos somar as atuações que o grupo fez antes de 1985 das quais não temos infelizmente registos fidedigno, mas que poderão chegar muito perto das 1.000 atuações no total. São muitos quilómetros percorridos a divulgar o nome de Vilarandelo e do Concelho de Valpaços. Por isso, e em nome do Grupo Folclórico e da Direção, agradeço a todos os elementos que por aqui passaram e que deram o seu contributo para que hoje o grupo tenha esta bela idade. Contamos com todo apoio e carinho do povo de Vilarandelo, da Casa do Povo, da Junta da Freguesia e da autarquia, para dar continuidade e não deixar acabar este projeto. O ano de 2016 vai ser especial para o grupo. Iremos contactar antigos elementos e formar um grupo de trabalho para coordenar as atividades que serão realizadas durante o ano que vêm. Pretendemos que a população se envolva mais com as tradições da nossa terra. Bem haja a todos os que direta ou indiretamente nos têm ajudado. Pela Direção do Rancho Folclórico Paulo Pascoal
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Ajudantes de ação direta do rsi “Constitui um mecanismo de combate à pobreza, tendo como principal objectivo assegurar aos cidadãos e aos seus agregados familiares recursos que contribuam para a satisfação das suas necessidades mínimas e paralelamente, favorecer a progressiva inserção social, laboral e comunitária.” ISS, I.P.
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Equipa do Rendimento Social de Inserção de Valpaços encontra-se nas instalações da Casa do Povo de Vilarandelo, protocolada desde 01 de Junho de 2008 até à data de hoje. Esta equipa é constituída por 5 elementos: 2 Técnicas Superiores de Psicologia e 3 Ajudantes de Ação Direta. A área de intervenção da equipa abrange todo o concelho de Valpaços, constituído por 25 freguesias. Através dos atendimentos em gabinete e das visitas domiciliárias é feito o diagnóstico social, onde são identificados tanto os problemas como as competências de cada elemento do agregado familiar. E assim é elaborado um Programa de Inserção (PI), constituído por várias ações que são contratualizadas com o agregado familiar. E, consoante as necessidades, estes são encaminhados para diferentes áreas como: Emprego, Saúde, Autarquia, Educação e Segurança social. Neste artigo vamos fazer uma breve elucidação do trabalho efetuado pelas Ajudantes de Ação Direta desta equipa. Nós, ajudantes, consoante as ações que constituem o PI e em conjunto com a Técnica que acompanha a família, elaboramos um plano de intervenção individualizado, que passa por definir a forma que iremos intervir no seio familiar. Este poderá ser ajustado pelas Técnicas em gabinete e aplicado nas visitas domiciliárias. Para isso, primeiro, estabelecemos uma relação de proximidade e de confiança com a família para posteriormente intervirmos. A intervenção pode ter caráter informativo, que nos permite orientar os beneficiários em vários âmbitos, através da entrega de panfletos, sendo estes elaborados por nós. Os panfletos que elaboramos abrangem: Gestão financeira e Alimentação; Educação para a Saúde; Alcoolismo; Violência doméstica e Educação escolar. Sempre que entregamos os panfletos estes são explorados e discutidos com a família. Na Gestão Financeira e Alimentação salientamos vários pontos: principalmente orientação na escolha de produtos económicos (marcas brancas); orientamos para pagar atempadamente as despesas (para não acumular); sensibilizamos para o reaproveitamento de sobras, etc tendo como principal objectivo a promoção da organização da economia familiar. Na Educação para a saúde, sensibilizamos para a importância das vacinas e orientamos para a marcação de consultas. Aqui, caso seja necessário e não havendo outra solução é-lhes marcada a consulta e os beneficiários que não consigam ir sozinhos, por diversas razões, são acompanhados por nós, pelas técnicas, ou por outro parceiro a quem tenhamos solicitado ajuda, para que o beneficiário tenha o atendimento médico necessário. Orientamos sobre o planeamento familiar, e em situações evidentes de violência doméstica e/ou alcoolismo. Na Educação escolar alertamos e responsabilizamos os pais e filhos para o abandono escolar e direccionamos os pais para o interesse no percurso escolar dos filhos, principalmente para não faltarem às reuniões a que são convocados e para receber as notas no final de cada período. Por último e no que respeita à higiene habitacional e pessoal, é feita uma intervenção de caráter educativo. É feita uma avaliação através da observação, onde são detetadas algumas falhas e consequentemente os aspectos a melhorar. Também neste âmbito, damos
sugestões e orientações no sentido de melhorar a qualidade de vida do agregado familiar. Vivências: “Na minha perspectiva, o meu trabalho como ajudante de ação direta de RSI centra-se nas necessidades, experiências e interesses das famílias, onde me envolvo activamente na resolução dos seus problemas. Sob a orientação das técnicas superiores e através de um acompanhamento continuado de maior proximidade, em visita domiciliária, que a especificidade desta profissão exige, tento promover a progressiva autonomia das famílias, respondendo mais eficazmente aos seus problemas e dificuldades identificados no diagnóstico realizado pelas técnicas, em gabinete.
As funções de AAD são muito enriquecedoras, tanto profissionalmente como pessoalmente, sobretudo quando sinto que fui uma peça fundamental na autonomização de uma família. É muito gratificante, por exemplo, acompanhar um beneficiário que se encontra só e muito doente, encaminhá-lo e orientá-lo com todos os meios ao nosso alcance e ver o seu progressivo melhoramento, mas também é muito frustrante quando me sinto “de mãos e pés atados” sem conseguir fazer nada para ajudar uma família que precisa, por exemplo, de uma casa “nova” porque a sua está em risco de ruína. No que respeita à nossa equipa e ao trabalho que desenvolvemos em parceria com a autarquia, centro de saúde, educação e centro de emprego, temos tido grandes progressos, principalmente na inserção dos beneficiários no mercado de trabalho, na integração em educação e formação e no acompanhamento ao nível da saúde.” Ana Areias “Após 7 anos de trabalho junto desta população, muitos momentos se foram desenrolando, uns bons e outros menos bons. Mas de uma forma em geral, considero que foi efetuado um trabalho muito positivo, uma vez que fomos conseguindo “roubar” alguns sorrisos e lágrimas de alegria. Ajudamos em conquistas na vida do quotidiano de cada um, como por exemplo eliminar o “ciclo vicioso” de adquirir este tipo de prestações sociais e ajudamos também à inclusão na sociedade e no mercado de trabalho, entre outros. Constatamos que muitas vezes existe vontade de trabalhar, mas nem sempre existem recursos para que isso possa ser possível, como por exemplo, conjugar o horário de
trabalho, com o horário dos transportes públicos, com o horário de ir buscar os filhos á creche/escola, etc…. Verificamos também neste meio pequeno, a existência de alguns agregados familiares que foram abandonados pela família e pela sociedade, após se aperceberem que estes tinham caído na “miséria”, levando-os a um descuido total e completo, ao nível da higiene pessoal e habitacional, encaminhando-os algumas vezes na incorporação e dependência do álcool e outras substâncias. Muitas vezes não somos bem recebidas aquando das visitas domiciliárias que são efetuadas frequentemente, porque há pessoas que nos vêem como intrusivas, sendo que apenas vamos no sentido de as orientar e explicar o que é moralmente mais correto (como por exemplo: planear a higienização habitacional e pessoal, incutir boas práticas parentais, ao nível da saúde, gestão financeira e também da educação escolar e familiar). Contudo, e em alguns casos somos extremamente bem recebidas, já que a nossa presença naquele momento significa que vão ter algum tempo de companhia, carinho, atenção, compreensão, desabafo… É nestes momentos que os beneficiários enchem o peito de ar, e a sorrir dizem com os olhos em lágrimas:” – Já me vai correr melhor o dia…” Com este tipo de situações vamos ganhando fôlego para
o nosso dia-a-dia e continuar a trabalhar, ajudar os que querem ser ajudados e tentar ajudar os que recusam ser ajudados… Resta-me o terminar de cada dia com o sentimento de dever cumprido e o pensamento de que amanhã estou cá para ajudar mais alguns!!!” Joana Rosa “Quando vamos a casa das pessoas pela primeira vez, por vezes a recepção, não é a melhor, acham-nos intrometidas, inconvenientes, que nos queremos meter na sua vida, mas ao longo de várias visitas, é connosco que desabafam, que nos pedem opinião e ajuda, onde nós os aconselhamos e orientamos da melhor forma que podemos, de acordo com os meios e os recursos que dispomos. Às vezes gostaria de poder ajudar mais, mas…. Uns pedem-nos roupa e alimentos, mobiliário ou até uma casa, outros trabalho, outros dinheiro, uns omitem, outros nem tanto… Muitas vezes quem pede não é quem mais precisa, uns foram assim habituados e para eles já é normal, mas quem realmente precisa, às vezes, tem vergonha de pedir, porque outrora estava bem ou menos mal na vida e não precisava de ajuda. No fundo todos querem é ter condições para ter uma vida melhor e mais estável para eles e para a família, que com os tempos que correm é cada vez mais difícil.” Alexandra Lomba “Não podemos fazer tudo por todos, mas sempre podemos fazer algo por alguém.” Alexandra Lomba, Ana Areias, Joana Rosa
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FESTAS DE VILARANDELO 2015 A
comissão de festas 2015 vem por este meio agradecer a todas as pessoas que de uma forma ou de outra contribuíram para que as festas da nossa vila tivessem o sucesso que tiveram. Nada disto teria sido possível sem a ajuda de todos vós… Quer os que cá moram, quer os que se encontram pelo mundo fora, mas na medida do possível quiseram marcar presença nas nossas festas e contribuir para que as Festas de Vilarandelo 2015 se pudessem realizar. Houve uma serie de novos eventos que resolvemos realizar este ano de 2015 e que se tornaram num sucesso. Informamos que esta Comissão de Festas de 2015 pegou na festa com 23559,38€ e que no Final deixamos para a próxima Comissão de Festas 6242,56€ que no final faz um total de 29801,94€. Deixamos a todos um grande obrigado Bem haja a todos A Comissão de festas 2015
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Comissão de Festas de Vilarandelo 2016
Sistema de Gestão da Segurança Alimentar
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ais um ano de trabalho inicia para uma nova Comissão de Festas de Vilarandelo. A lista é composta por alguns dos vilarandelenses nomeados e por outros que voluntariamente se disponibilizaram a integrar o novo grupo. É objetivo desta nova equipa de trabalho dignificar Vilarandelo, as suas gentes e cultura, tendo como objetivo a diversificação e a mudança. Deixamos o compromisso de trabalhar para manter e, se possível, até melhorar a Festa de Vilarandelo. Para isso precisamos do apoio de todos!
“A qualidade das condições de trabalho é um dos fatores fundamentais para o sucesso de um sistema produtivo”.
A Comissão de Festas de Vilarandelo
Amândio Jorge M. Esteves Amélia Borges Marques Carlos Alberto Pereira Ferreira Cristina Paula Cavalheiro Diogo Brandão Lopes Elisabete Almeida Cancelinha Fernando Nogueira (Preto) Isabel Fernandes José Carlos da Costa F. Reis José Carlos Osório Mairos Leonor Medeiros Bastião Cancelinha Manuel Fernando Heleno Maria Alexandra M. Lomba Maria Antónia Sá Rosa Rito Maria Helena Osório Mairos Cancelinha Marlene Judite Alves da Silva Marta Coroado Alves Pinto Nuno da Rosa Mairos Paulo Almeida Cancelinha Ruben Ivo Afonso Nogueira Rui Francisco Medeiros Alves Pinto Vanda Raquel Carvalho Morais Reis Vitor Manuel Cancelinha
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este âmbito, no passado dia 29 de Setembro 2015 a XZ Consultores de Braga realizou uma formação sob o tema “Segurança e Higiene no Trabalho” na Casa do Povo de Vilarandelo, para as colaboradoras afetas às cozinhas e copas, das respostas sociais; Centro de Acolhimento Temporário (CAT), Pré Escolar e Creche (PRE/CRH), Centro de Dia (CD) e Estrutura Residencial para Idosos (ERPI), proferida pelo Engenheiro André Lima, que proporcionou ás colaboradoras, conteúdos, para desenvolverem capacidades práticas e comportamentos necessários ao exercício das suas funções.
A Comissão de Festas agradece o apoio de todos! 10 de Outubro de 2015
A Gestora HACCP Alcídia Cardoso
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Atuações do Grupo Coral Alcininha Agosto de 2015 Caríssimos Vilarandelenses …
O Grupo Coral Alcininha não tem férias! A palavra «férias» não existe no dicionário do Grupo Coral, mas existe a palavra trabalho e dedicação, que são as palavras mais adequadas ao Coro. No passado mês de Agosto o Grupo Coral Alcininha participou na Feira Franca de Valpaços, no dia 11 de Agosto pelas 22h em frente a Câmara Municipal de Valpaços, onde agradecemos o Carinho com que os Valpacenses e a Câmara Municipal nos receberam, foi muito satisfatório ouvir os aplausos do público presente, seguidamente, e como o Grupo não pára, realizamos mais uma noite Coral na Casa do Povo de Vilarandelo no dia 23 de Agosto, com a estreia do projeto “Concerto D’Aldeia”. Este projecto consistiu na dinamização da cultura local antiga, foram encenados alguns costumes antigos como: as cegadas e as malhadas, a “degranhada” do Milho, a Vindima, as merendas e as danças populares, seguidamente decorreu um atuação do grupo Coral Alcininha com música popular portuguesa. Perto do Natal teremos mais atuações... Duarte Mairos Marracho Maestro do Grupo Coral Alcininha
Clube de Futsal da Casa do Povo de Vilarandelo E stimados leitores, seguidores, adeptos e amigos Temos boas notícias: A equipa Sénior Masculina de Futsal já se encontra inscrita na Associação de Futebol de Vila Real para participação no campeonato distrital de futsal 2015/2016 a começar dia 24 do mês de Outubro, esta época bem reforçada com novo treinador e 6 novos jogadores. Em breve teremos o jogo de apresentação da equipa e do treinador, com o Mirandela Futsal. Uma das novidades é também a participação da Equipa Amadora no campeonato da Liga Amadora de Valpaços 2015/2016, que terá início no próximo dia 19 de Outubro. Este novo escalão foi criado para dar oportunidade a que
todos possam jogar e competir. Ainda estão abertas as inscrições, se estiver interessado dirija-se a nós. Outra das grandes novidades é a criação das Escolinhas de Futsal para os mais pequenos, com idades entre os 6 e 11 anos. Este projeto pensado há muito, vai ser posto agora em prática, não só pela grande dedicação de toda a direção mas também porque tivemos a colaboração/apoio da Camara Municipal de Valpaços, Junta de Freguesia de Vilarandelo, da Casa Povo de Vilarandelo e dos patrocinadores. Aproveito a oportunidade para agradecer a todos a imprescindível ajuda. As escolinhas de Futsal da Casa do Povo de Vilarandelo vão integrar todos os miúdos
do Centro de Acolhimento Temporário (CAT), que desejem participar, mas também todos os miúdos de Vilarandelo e aldeias vizinhas. Os pais/ encarregados de educação, não terão que pagar nada, o Club, com a ajuda de todos as Entidades já mencionadas, colaboradores e patrocinadores assumirá todas as despesas, desde inscrição na associação, os exames médicos, os equipamentos, as bolas, material de treino e deslocações de Vilarandelo para os encontros da Associação. Encontram-se abertas desde já as inscrições para as escolinhas. Com a ajuda de todos, tudo é possível!... O presidente Bruno Moreno
Projeto futsal Escolinhas de formação
O projeto que temos em mão consiste em dar formação desportiva às crianças institucionalizadas, desfavorecidas e outras dos 6 aos 11 anos.
Objetivos : •Futsal para todos •Integração na sociedade e no desporto •Desenvolvimento das capacidades físicas e mentais através do desporto •Desenvolvimento de métodos de trabalho em equipa •Criar bons hábitos de competitividade e respeito pelos adversários.
Ajude a concretizar este projeto Seja nosso parceiro
Ao fazer um donativo está a ajudar à inclusão social de algumas crianças e ao desenvolvimento do desporto. Nós passamos-lhe um recibo do valor do mesmo para que possa usufruir dos benefícios fiscais no IRC ou IRS. Consulte o seu contabilista por vezes até da jeito fazer um donativo.
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Telecomandados Telecomandados
alvez com uma grande dose de ignorância, mas também com muita falta de personalidade própria, a sociedade deixa-se telecomandar com toda a facilidade. Desde a publicidade enganosa, ao lixo que nos obrigam a consumir, a televisão só nos diz o que lhe convém e o que lhe deixam dizer. O povo é presa fácil, na sociedade abundam tarados para todos os gostos, reparem o que acontece com os incêndios, a televisão estimula-os dizendo que há uma época de incêndios e eles aparecem aos quinhentos por dia, isto roça o ridículo. Eles precisam de notícias sensacionais, bombásticas e então fazem o espectáculo da desgraça dos outros. É barato, os artistas são as pessoas a deitar as mãos a cabeça, a chorar os seus bens e dá audiências. Dizem que os meios de comunicação social, são o segundo poder no mundo, derrubam ou promovem os bens e as pessoas, conforme os interesses do primeiro poder. A nossa alimentação principalmente na juventude é completamente telecomandada. Os nossos produtos naturais, que não passam pelos anúncios da televisão, também não passam das nossas despensas. O sedentarismo é muito elevado nos nossos jovens, lá estão os computadores a fechá-los em casa e a fechá-los neles próprios, a tirá-los da
natureza. Lá vão os tempos em que em Vilarandelo punham silvas nos pés das árvores, para que os rapazes não roubassem a fruta, hoje não há um miúdo que galgue uma árvore, nem com um escadote.
Milagre de uma Criança (Hoje residente em Vilarandelo)
U
ma menina que nasceu aparente morta, a parteira a deu como morta, no entanto a mãe pediu que lhe trouxesse a recém nascida e a batizou sob condição. A parteira colocou-a nos braços da mãe, que a embrulhou num lençol de linho e colocou-a em cima de uma caixa. A mãe, preparada e mentalizada de que a menina estava morta, pediu a alguém para ir chamar a avó materna que morava a uma distância de quinze minutos, no sentido de a levar para o cemitério. Quando a avó chegou, foi à cozinha, pegou numa cebola, trincou-a e com ela friccionou a criança, primeiro a cara e depois todo o corpo. Uma criança que havia nascido com o cordão umbilical com quatro voltas no pescoço, que já estava roxa e sem respirar, de repente começou a reagir e veio a si e passados oito dias foi batizada na igreja paroquial da sua terra natal, completamente restabelecida. Este caso foi-me contado pela própria e passados que estão todos estes anos, vive em Vilarandelo, com uma vida saudável e plena de felicidade. Jesus enviou um anjinho à terra para que cumprisse a sua missão e fizesse esta história de vida tão linda! Obrigada meu Deus pelo milagre que fizeste!... Carminda Fidalgo (Utente do Lar de Idosos de Vilarandelo)
Venderam-se em Portugal vinte milhões de telemóveis. Eu só tenho um, há-de haver outro que tem três. As pessoas andam aos encontrões umas às outras e às cabeçadas nos vidros e nos postes, obcecadas com os telemóveis. Os chamados VIPS, quando não querem dar confiança, colam o telemóvel no ouvido e fingem que estão supre ocupados. Quando há um almoço convívio, ou mesmo familiar, a meio da refeição, já estão todos de cabeça baixa, como uns morcões, ferrados na maquineta e acabou o diálogo e o convívio, isto é doentio! … Nos somos tão telecomandados, que não esqueço aquela da Bandeira Nacional em tempos de futebol, eu nunca vi a nossa Bandeira tão enxovalhada e mal tratada. Eram autênticos trapos ao vento, uns rasgados outros feitos ao contrário pelos Chineses e todos aderiram religiosamente. Eu deixo aqui um louvor á comunicação social, pelo seu lado útil, nós é que temos de seleccionar. Posso não saber o que quero, mas sei muito bem o que não quero. Não sei bem para onde ir, mas, sei que não quero ir por aí. Eduardo Ferreira da Costa
USPRIGOZUS Grupo TT Continuação da página 3 Mal terminou este evento o grupo direcionou de imediato o seu foco para o evento seguinte, o “2º Enduro da Rota do Folar”, a oitava e última prova a contar para o Campeonato Nacional de Enduro 2015 que irá realizar-se no dia 18 de Outubro de 2015. Esta prova é constituída por 3 voltas e meia para pilotos “Elite e Open”, 3 voltas para pilotos “Verdes,Veteranos e Senhoras”, 2 voltas para pilotos “Hobby, SuperVeteranos e Enduro Cup” num percurso que contém 3 especiais cronometradas. A partida terá lugar no “Largo da Feira” em Valpaços onde está instalada a zona de assistência e o parque fechado. Os pilotos irão dirigir-se para a 1ª prova cronometrada “Extreme Test” na Fraga da Calvoa (na estrada Vilarandelo – Santa Valha). De lá farão um troço de ligação pela serra até à 2ª prova cronometrada “Enduro Test” na Quinta do Pousadouro em Vilarandelo. Para terminar a volta irão dirigirse para a 3ª prova cronometrada “Cross Test” na pista de motocross no Cabeço em Valpaços. A organização espera contar com muita assistência para este evento, por isso apelamos a todos, que se coloquem em locais seguros e que tenham a máxima atenção aos possíveis perigos que as motas possam causar, quer nas pistas, quer no percurso. USPRIGOSUS Grupo TT A Direcção
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A N I V E R S Á R I O S
Arlete Pereira,
Ester da Conceição,
Fernando Lopes,
79 anos, nascida a 12-08-1936, natural de Vilarandelo
89 anos, nascida a 17-09-1926, residente em Barreiros
79 anos, nascido 15-08-1936, natural Vilarandelo
Laureano Guera,
Luís Carvela,
Matilde Gonçalves,
88 anos, nascido a 05-08-1927, residente em Barreiros
84 anos, nascido a 27-09-1931, natural de Vilarandelo
90 anos, nascida a 10-09-1925, residente em Moreiras
Rita Silva,
Alcina Sousa,
Manuel Vaz,
68 anos, nasc. a 18/08/1947, natural de Vilarandelo.
85 anos, nasc. a 22/09/1930, natural de Ervões.
88 anos, nasc. a 6/10/1927, natural do Gorgoço.
Olga Murteira, 84 anos, nasc. a 15/10/1931, natural de Vilarandelo.
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Em primeiro lugar quero saudar todos os Vilarandelenses.
plo para possíveis feiras e eventos a levar a cabo em Vilarandelo.
Quero informar que o Pavilhão de Vilarandelo será muito brevemente uma realidade. Após a reunião da escolha da localização, decidiu-se que a localização para o pavilhão seria no antigo Campo de Futebol e assim será. Brevemente irá ser lançado a concurso público a fim de se dar início às obras e de construirmos o pavilhão ainda antes do final do ano.
Cabe também informar que o executivo da Junta de Freguesia irá cortar as árvores dos passeios que não cumpram as regras de acessibilidade. Com as árvores que existem em alguns passeios da nossa Vila é impossível circular pelos passeios com um carrinho de bebé ou mesmo com uma cadeira de rodas e também pelo facto de muitas delas estarem a ficar com um grande porte e estão já a estragar os passeios, o alcatrão e alguns muros com as raízes.
Este pavilhão que esperamos há já muito tempo foi uma promessa eleitoral que assim será cumprida, e onde será criado um espaço am-
Informo também que a Junta de Freguesia se encontra
aberta agora de manha e de tarde.om o seguinte horário. Manha das 8:30 h ás 12:30 h e de tarde das 14:00 h ás 16:30h. No sentido de podermos arranjar os caminhos agrícolas, pedia a todos os proprietários o favor de se organizarem no sentido de estarem presentes e participarem no arranjo dos mesmos. A Junta de Freguesia disponibilizará os meios (retro escavadora ou Roçadora de braço) para que os caminhos possam estar em perfeito estado. Para tal pedia que se dirigissem á Junta de Freguesia a fim da marcação das datas. Relembro uma vez mais que o período excecional (3
O Sorriso A do meu Amor
Quando tu nasceste todos riam, só tu choravas Vive com intensidade fazendo o bem Para que quando tu morreres Todos chorem e só tu sorrias. Um belo sorriso é como uma flor Tem pouca duração, mas sempre encanta. Não podes viver sorrindo Mas podes sorrir para que outros vivam. Prefiro teu sorriso triste A ter que ficar triste, Por não te ver sorrir. Sorrir, não é ainda a melhor coisa do mundo O amor que vai num sorriso É que é capaz de fazer alguém feliz. Que a tua vida seja sempre um sorriso E sempre que tu sorrires, Brote uma flor em teus caminhos. Mas se um dia tiveres que chorar Que um anjo do céu enxugue tuas lágrimas… Cândido Machado (Marido de uma utente do Lar de idosos)
d e Novembro de 2014 a 3 de Novembro de 2015) para regularização da titularidade dos alvarás das campas do Cemitério caminha para a sua reta final. Pedia aos interessados em regularizar ou em saber se a sua campa/Alvará se encontra regularizada o favor de passarem pela Junta de freguesia ou então a ligarem entre as 08:30 e as 12:30 todos os dias úteis para a Junta de Freguesia (278749525), a fim de regularizarmos. Peço também mais uma vez a colaboração de todos os Vilarandelenses para situa-
ções anómalas, como sendo exemplo: falta de uma lâmpada, ou alguma zona que esteja sem luz nos postes de iluminação pública, falta de água ou fuga de água na rede que informem o mais rapidamente possível a Junta de Freguesia de forma a conseguirmos solucionar os problemas de uma forma rápida. (278749525) O Presidente de Junta, Luís Miguel Pessoa Rosa
Promoção da autonomia no idoso institucionalizado
autonomia é um conceito que determina a liberdade de um indivíduo gerir livremente a sua própria vida, realizando racionalmente as suas próprias escolhas de acordo com a sua cultura e ambiente social inserido. Quando um idoso é institucionalizado, por vezes existe o risco de perda de autonomia, visto as rotinas e horários de certas actividades serem diferentes do seu habitual. Por vezes, ao dar entrada num lar, o idoso tem a ideia que já não necessita de realizar certas actividades de vida diárias como tomar banho ou vestir-se sozinho sem apoio de uma funcionária mesmo tendo condições físicas para o fazer. É importante promover informação adequada e individualizada a cada pessoa para poder dizer como é importante manter a sua autonomia pois favorece e melhora o seu estado de saúde e qualidade de vida. Os profissionais de saúde e colaboradores da instituição têm por dever promover, manter e melhorar se possível a autonomia tanto física como psiquica do idoso previamente avaliado por profissionais qualificados. Para além disso, o lar deve apresentar instalações físicas adequadas à dificuldade de mobilidade presente no idoso nesta fase de vida. Deve ser respeitado as suas preferências, tanto a nível de vestuário, alimentação,
cultura, afectividade, sentimentos, rotinas entre outras. O lar deve estar equipado de equipamentos apropriados que ajudem o idoso a realizar actividades simples como a deambulação, permitindo o uso de andarilhos ou canadianas. Devem ser proporcionadas actividades de lazer
e estímulo cognitivo, prevenindo o aparecimento ou evolução de Demências. A Casa do Povo de Vilarandelo tem como meta a atingir, prestar cuidados individualizados a idosos, levando à conservação da sua autonomia e liberdade independentemente da sua idade. Para isso, são realizadas acções de formação às funcionárias, assegurando a qualidade dos serviços prestados aos idosos. Enfª Vanda Reis Enfª Leonor Cancelinha
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A importância dos valores da família
s valores familiares são as crenças políticas e sociais que mantêm a família nuclear como unidade fundamental e fornecedora da ética e moral. A família é o primeiro contato social que o ser humano possui, é nela que ele aprende a falar, comer, vestir-se, a sentir-se protegido, amado e respeitado. A família é também a unidade básica da interação social, onde as crianças começam a aprender a respeitar limites, a estabelecer relações de amor e a construir laços afetivos que as ajudarão notavelmente na estruturação e construção saudável da personalidade. Digamos que a família é a melhor escola da vida, porque transmite, na sua intimidade, ensinamentos, virtudes e valores. Neste sentido, quando falamos em família e nas suas atribuições somos levados inevitavelmente a pensar e a refletir acerca da importância que a mesma possui no desenvolvimento da sociedade e na educação de valores morais. Na nossa sociedade, hoje, tempo é dinheiro, e o dinheiro precisa de ser ganho para proporcionar à família o conforto e a “felicidade necessária”, essa é a ideia da maior parte das famílias do nosso tempo, prima-se mais pelo ter do que pelo ser. Os pais têm um papel fundamental na educação dos seus filhos e na transmissão de valores, as crianças aprendem
por imitação e é neste sentido que os pais possuem a responsabilidade de serem exemplos práticos do comportamento que desejam que os seus filhos assumam quando atingirem a fase adulta. Por isso, quan-
após dia, com transparência e confiança de ambas as partes envolvidas. Os pais precisam de recuperar a autoridade que perderam ao libertarem demasiado os filhos da responsabilidade de obedecerem a re-
do pensarmos na educação de valores às nossas crianças e adolescentes, temos de facto que refletir acerca do nosso próprio comportamento enquanto pais, pois é a transmissão dos nossos comportamentos de hoje, que vão ser provavelmente os modelos de comportamento seguidos pelas gerações futuras. Sabemos que, se não tivermos um relacionamento próximo com os nossos filhos é quase impossível incutir-lhes valores, pois as crianças aprendem aquilo que vivenciam. É de facto muito importante fazer parte de uma família, mas é fundamental ter um relacionamento firme, bem consolidado dia
gras em casa, que são fundamentais na preparação e aceitação das regras da sociedade. É da responsabilidade dos pais o esforço de ser parte integrante na vida dos seus filhos, não com intuito de os vigiar, mas para os ajudar na formação da sua autonomia, dos seus valores, dos princípios morais e raciocínio ético para a prática da cidadania, que a sociedade cada vez mais exige. Nunca devemos esquecer que a responsabilidade educacional de uma criança deve ser sempre dividida entre a família e a escola, sempre em sintonia e com objetivos comuns, pois é à família que cabe a responsabilidade de
educar para os conhecimentos empíricos, à escola cabe educar para os conhecimentos científicos e, ambas, para a educação dos conhecimentos em valores éticos que irão formar o juízo de valor e o senso moral do indivíduo. A participação dos pais na vida escolar dos seus filhos e a interação entre a escola e a família são fundamentais para o desenvolvimento moral do indivíduo, pois transmitem segurança e fortalecem os laços dos filhos com os pais e dos alunos com a escola, tendo esta dinâmica um papel decisivo no desenvolvimento cognitivo e na aprendizagem dos mesmos. O importante é ensinarmos os nossos filhos com exemplos práticos, não interessa apenas termos um bom discurso e não se executar aquilo que se prega. Pois com este tipo de atitude, apenas transmitimos aos nosso filhos insegurança e desconfiança em relação a nós próprios, pais. É por tudo isto, que a educação de valores é tão importante e fundamental para a transformação da sociedade e para a formação moral do homem. “Se as crianças convivem com a bondade e a consideração, aprendem o que é respeito” (Nolte, 2003) Vera Delgado Psicóloga Clínica/ Psicoterapeuta
FUMO do TABACO
Devemos evitar que as crianças se tornem fumantes passivos O consumo de tabaco é muito prejudicial para a saúde das pessoas à volta do fumador, especialmente para mulheres grávidas e crianças. As pessoas que estão em ambientes onde há fumo de tabaco inalam substâncias altamente tóxicas e prejudiciais para a saúde que se libertam para a atmosfera a partir do tabaco. Estes são fumadores passivos e, apesar de não fumarem, a sua saúde agrava-se. O tabagismo passivo provoca: • Doenças respiratórias agudas e sintomas respiratórios crónicos. • Asma e exacerbação de sintomas de asma. • Aumento de sintomas respiratórios (como tosse, dor de garganta, problemas de ouvidos). • Aumento do risco de cancro do pulmão. • Aumento do risco de problemas cardíacos: enfarte miocárdio, angina. O Tabaco e as Crianças As crianças são as mais atingidas pelo fumo do tabaco, já que não podem evitar de forma voluntaria, a exposição
ao mesmo. Também não existe um nível seguro de exposição ou qualquer dispositivo que elimine o fumo do tabaco, ou os seus produtos tóxicos, do meio ambiente.
Crianças expostas ao Fumo do Tabaco: • São mais propensas a desenvolver bronquite, asma, pneumonia e otite. As crianças asmáticas expostas ao
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fumo do tabaco têm sintomas mais graves e mais frequentes. Durante a gravidez, o fumo do tabaco é especialmente prejudicial. O feto é o fumador involuntário
mais jovem. Com isso, aumenta o risco de aborto, parto prematuro e debaixo peso ao nascer, o que aumenta o risco de morte fetal. Filhos de mães fumadoras, têm
maior risco de síndrome de morte súbita infantil. Assim, para que a criança não seja fumadora passiva, é aconselhável: • Evite sempre e em todas as circunstâncias, estar exposto ao fumo do tabaco em casa, no carro, nas casas de familiares e amigos e em qualquer lugar público. • Sempre que possível, escolha ambientes sem fumo. Se um adulto ainda fuma, deve fazê-lo sempre longe de casa. • Se o adulto fuma numa varanda ao ar livre, deve fechar completamente a porta de acesso à habitação. Apenas um ambiente livre, 100% de fumo de tabaco pode proteger as famílias, especialmente as crianças, dos graves problemas causados pelo ar poluído pelo fumo do tabaco. Deixar de fumar é um grande desafio e uma grande vitória, com consequências para a economia e uma melhor saúde familiar. Dr. José Matos Pediatra
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Jardim de Infância
Sala Amarela Olá amigos do Arauto!
Nós somos os meninos da sala amarela/ berçário. Somos um grupo de 7 crianças, das quais 4 são meninas e 3 meninos e temos entre os 3 e os 12 meses de idade. Este é um período de transição entre a saída de casa e a entrada na creche em que nós e a nossa família experimentamos uma série de sentimentos, como o medo, a esperança e a alegria. As colaboradoras do berçário têm como objetivo respeitar sempre o ritmo, a individualidade e as necessidades de cada uma de nós, proporcionando-nos bem-estar e um desenvolvimento integral, num clima de segurança afetiva, durante o afastamento parcial do nosso meio familiar,
Temos que nos adaptar a novos fatores como o sono, a alimentação, a higiene e a novos tipos de estimulação, por isso nesse momento é comum o choro e a recusa. Cabe às nossas cuidadoras, que lidam diariamente connosco, estar atentas aos sinais, ver a nossa evolução e perceberem se ao fim de algum tempo conseguimos adaptar-nos aos espaços, aos pares e aos adultos. Os nossos pais muito preocupados e atentos indagam sempre no sentido de saber como está a ser feita a nossa adaptação.
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promovendo para tal, um ambiente acolhedor, estável, de muito carinho, compreensão e confiança. É aqui que são estimuladas as nossas perceções sensoriais, que é feita a exploração do espaço e o desenvolvimento psicomotor, proporcionando-nos maior autonomia física. Tudo isto é conseguido num ambiente calmo e seguro que nos oferece diversas oportunidades de contato com o mundo que nos rodeia. A adaptação à creche, nem sempre é fácil. Quando as nossas mães nos deixam pela primeira vez aos cuidados das cuidadoras do berçário, muitos de nós choramos, ficamos tristes, recusamo-nos a comer, sentimos como que um “abandono” repentino, com o qual temos dificuldade em lidar.
Educadora e Diretora Técnica Ana Margarida Silva Nós somos:
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