@ COSTA NORTE íl o Maio/95
Edição Especial
Diretor Presidente : Ribas Zaidan
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Dosdo que adiqulrlu consciência o a fantástica porcopção da passagem do tempo , a Humanidade so ompon ha na tentativa de prever o futuro . A própria criação do calendário na Antiguidade , as provisões dos profetas que surgem de tempos em tempos o a idéia da bola de cristal , que habita lendas e fantasias , mostram que o homem sempre procurou vive r além da sua época·. Nos dias atuais , na be la cidade de Bertioga , seus cerca de 25 mi l hab itantes exercitam a fabu losa tarefa de tentar · 1• P.s boçar o futuro . Falamos do Plano Diretor, 1 :NÂ •• ,,ma di scussão que está na boca de todos os ' . <-:. lrn rtioguonses .Trata-se de um trabalho gr;:indioso , 'l -~ ·· ~;~::~~:::-:~··:::.:.•.·. .1 inda mais levando-se em consideraç ão que esta . , .-.. . J · .·-: ···'. ·.· .·.-·.-:-: ci dade é um bebê de apenas quatro anos de ·!A .V, , -~·;..·•~-:-::::::-:-: · ( ', d ado . Qua l sera o futuro de Bertioga? .. L ,\,-::1 Sabemos que Santo& , pe lo menos pelas prox1mas • • .......... ,, t ' . ' , . . á d . d ·· . , ·.i · ,, ~; \ i,, - ~ · . decadas , continuar sen o o maior porto o 1 j !,_ ·/'._ · .::i:4~_§1· (._i Brasi l. C~ba!ão sempre foi ~onhecida por abrigar • "" ~ , ' • •. , ~ ., : ,. , grandes industrias . GuaruJa - apesar do sua ~~ ..-t i;,_ grave crise hab itacional - e as cidades do Litoral · ' ~ ._ • 1'.,,~ ~ Norte, ainda são os grandes pólos turísticos ~ da regi ão. E Bert loga, cor1; seus_42 q_uilômetros , \t: : \'-..... -'.rí ele praia e os 80% de sua area ainda intacta? ' • ~ i . .1 Nesta ediç5o especial de aniversário da cidade, ~ ~ o COSTA NORTE tenta mostrar a Bertioga do - .1 ' -• Y)t' · '\ século XXI , a partir da opinião das pessoas 1. · que nela vivem . Nas próximas páginas , a própria . ; ,_J1\~· \,, { comunidade fala o que espera da cidade no próximo . ·· ~1 -'-.: ~ século . O leitor não deve encontrar, nessas , · ,:1' ; ' '.; ·flt'~~ .; .:if'~· 't páginas , nenhuma bola de cristal , com as soluções para as charadas do futuro . Mas, com certeza, ) saberá o que Bertioga pensa sobre ela mesma .
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Nós e o futuro Bcn ioga fo i contemplada com sua emanc ipação polít ico-administrati va graças à un ião dos que lutam pelo ideal democrát ico. A mesma determinação. agora e sempre. deve ser a essê nc ia para o fi1tur0 r,kno da Ci dad e. Face ils int1mcra s d i fi c uldade s qu e impl ica m a criação de um a sociedade cm bases só lidas. o compromisso de cada cidadào com o desenvolvimento é primord ial para a projeção de todos. E este é o momento para assumirmos o comprom isso com o progresso . Neste 19 de ma io. quando a cidade comemora se u 4º ano de emancipação político-adm inistrat iva. vivemos a d is cussão fundamental do Plano Diretor de Be11ioga. O ex-distrito de Santos tem . pe la pri me ira vez. a chance de d irec ionar seu próprio crescimento. Está em nossas mãos. portanto. não só o nosso futuro. como o de nossos filhos e netos.
19 de Maio Ênio Xavier Quando dissemos "si m". naquele 19 de mai o de 1991. arrancamos do peito aquele grito de liberdade sufocado pelos anos de opressão. O "si m" daquele plebisc ito será eternizado. A escolha foi feita e foi pela liberdade. Bert ioga. que já não mais se ligava a Santos por dependência económica. e já não tinha. e talvez nunca tenha tido. laços sociais que a unisse a sua sede, triunfalmente conquistou sua autonomia política. Era o que nos faltava, a possibilidade de condução própria de nossos destinos. A data é data festiva, mas, como qualquer outra dat a comemorativa . é tamb ém reflexiva. Refletir é repensar, é planejar, é escolher entre o bom e o ruim, é valorizar. Assim . num conte«to axiológico, a comemoração deve viver. · Não podemos dizer que o "sim" do 19 de maio . carregado de emoção e responsabilidade. tenha se perpetuado na
Ilustração feita pelo arquiteto Luiz Carlos Rachid para esta edição especial
escolha do nosso primeiro governo. É ledo engano imaginar que o plantonista do Poder seja capaz de representar a total idade dos nossos anseios esboçados no 19 de maio. íle11 ioga precisa manter viva a brasa da liberd;>de, que não se conquista com uma s imples escolha. ma s que se alcança galgando, passo a passo. a trilha árdua d9 dia-a-d ia de nossa convivência social. E Diretor Presidente: Reuben Nagib Zaidan certo que en-os serão ~ometidos. mas eles Gerente Geral: Dinalva Berlofi Zaidan Jornalista Responsável: Itamar Ferreira (Mtb 16.149) não podem nos abalar. E na busca do ace110 Edição: Adilson Joaquim da Silva que devemos ir. Editoração e Diagramação: Cristiano Pires Artes: Cristiano Pires e Ma. Judite F. Batista Não temos um plano de Arquivo fotográfico: Frank B. Constâncio desenvolvimento integrado. Ainda não Colaboração : Dú Zuppan i e Vânia Borges · temos ordem. O progresso. torcemos para Impressão: Artgraph S.A. que venha. Nosso al icerce ainda não foi Redação e Publicidade: Av. Vicente de Carvalho, 28 - salas 3 e 4 - Be11ioga - SP. Fone: lançado . As nos sas potenc ia l idades . (0132 ) 57- 1281 /Fax: (0132) 57-2462 vislumbramos suas existências. mas ainda Ribas Zaídan
EXPEDIENTE
não as med imos. Sabemos que para tudo isto o tempo do começo já passou. Nunca é tarde. porém . para estabelecermos nova ordem às coisas. A liberdade ve io e clama para que assumamos a res ponsabilidade que ela traz . O ano que vem no s trará a possibilidade da mudança, de levar para o Poder pessoas capazes de assumi r esta responsab ilidade e de conduzir-nos a um futu ro seg uro . Já mai s c resc idos . podere mos . numa aval iação melhor, separar o jo io do tr igo . Qu içá consiga mos. O dia 19 de ma io é do povo. a festa é dele. tudo o mais é engodo. é falác ia. Enio Xavier é professor
flfik.WoGA FAZ oPRESENTE ~-..;.;,.:.~_-····::·:~:/::,:\)oE OLHO NO FUTURO ·~ !'.'· ',". ... ·{ Emancipado há quatro anos e com autonomia administrativa
há pouco mais de dois, o Município de /Jertloga conseguiu, neste breve per/oda de existência, garantir inúmeras realizações. Berlloga aposta na Educação, Saúde e Cultura como fatores primordiais na obtenção do desenvolvimento equilibrado e justiça social. Bertioga vem provando que, com vontade poli//ca, iniciativa e apoio da • l
população, t passivei assegurar
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. ., . QUALIDADE NA MERENDA ESCOLAR
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um futuro de prosperidade a
19 ck MAio ~ UM MARCO NA /.iisrómA dESsA c1âAdE. PAsSARAM~sE 4 ANOS dESdE 9uE A popuÍAçÃo EM MAss11 foi Ás URNAS, EXpRESSANdo suA AUTONOMIA, sw dlim°Jo dE (jUiAR OS pRÓpRÍOS pASSOS.
EsrA coN9uisrA obridA EM 1991 dw A ESSA popuÍAçÃo o diuEiro dE CjERENCJAR SEU pRÓpRio dESE!wolviMENro. No iNício do CAMiNHO NEM SEMPRE ACERTAMOS, MAS o SIM NÃO foi UM,1 pROpOSTA isoÍAdA, foi UMA pRoposrA pENMANENTE
dE ESCOÍHA. AssuMiMOS JUNTOS ESSE COMpROMisso E CONTiNUAREMOS
CONTANdo coM A pARCERiA dESrA CoMUNlaAdE, ÇJUE AO NOS EÍECjER, coNfiou EM NOSSA cApAcidAdE. ObRir,Ado popuÍAçÃo dE Brnrioc;A pEÍA coNfiANÇA. PARAhÉNs Brnrioc;A poR 4 ANOS dE EMANCÍpAÇÃO. A11tô11io de Jesus Henriques Presidente Antô11io Rodrigues Fillto Vice-Presidente Ney Moura Neltme /" secretário Lairton 'Gomé., Goitlrirt .
Ne/so11 Turri Filho Fra11cisco Solto Barreiro Fillto José Carlos Buzi11aro 2" secretário Sérgio Pastori . Miguel Sei(l(f ·Ílicl,irNeto •
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Administracào
Orlandini aposta no turismo Ao t scolher o :; Jogan mas do que adianta abrir valeta , ém à cidade de ón ibus. /\ empresa -Qualidade ,\ mbiemal" para se não tem saída pa:a o mar" E tran sportadora fica rá encarregada de \ ua Ad m,ni,tração. quando eu não poss o e~ igir que a faze r essa ident ificação . li~tand o o ass um iu o ca rgo. o prefeito população faça muro e calçada. número do RG e o nome de cada Mauro Dedcmo Orlandini deu se não tive r guias. porque a passageiro. uma pista sobre qual seria a legi slação não permite" . Com isso. os tu ristas de um dia se prioridade de sua ge stã o . Prio ridade - Por enquanto. o sentirão mais seguros. acredita o prefeito. Como a ma ioria dos cidadãos que o prefe ito garante é "Ele vai saber com quem está viajando. bert ioguen ses. o prefe ito entrega r. nos próximos dias. a O turista de um dia tem medo de viajar aven ida A nchieta com meia com sua família ao lado de alguém que também aposta no turismo. E ele sabe que. somente com pista as falt ada. Com 14 não conhece". afirma. qu ilómetros de extensão. a Outra idéia do projeto é incentivar praias limpas e a preservação pav imentação benefic iará o o turista a manter a cidade limpa. Cada d~ me io ambiente é que a tráfego de veículos entre o pess.:iaquechegardeõnibusemBertioga cidade poderá se transformar. lndaiá e o centro, abrangendo rece be rá um saquinho plástico, a ser no futuro. num grande pólo de ~ - - - - - - - - - - - - - - - , distribuído pela Prefe itura. recreação para a população pauli sta e até de ou tro s Nesta embalagem . o turi sta recolherá o lixo que ele mesmo Estados. produzir na praia. Orlandin i acredita que ' '/ Ao final do dia. o turista não será preciso esperar meio poderá trocar o saquinho cheio século para que Bert ioga se de lixo por um cupom. que lhe torne uma grande atração. Para • dará dire ito a concorrer ao sati sfação dos bertioguenses B so rt eio de um prêm io. no ma is an si osos por desenvolvimento. o prefeito mesmo dia. "O prêm io poderá P se r um a telev isão . ou uma espera que dentro de cinco bicicleta". ex empl ifi ca ano s a c idade já es teja di sputand o com os demais bairros como Vista Linda. Vista Orlandini. que garante não ter dúvidas centros turí sticos do lito ral Alegre , Ja rd im São Rafael. do suce sso do projeto : "Mu ito s vão brasi leiro. em pé de igualdade. Janl im Rio da Praia e Albatroz. que rer até trazer lixo da própria casa para Em entrevista exclusiva Pa ra o prefe ito . a concorrer". exagera o prefeito. conced ida para esta ed ição ·'1 pa vi men tação da aven ida Termin al - A reativação do Terminal espec ial do Cos ta No rt e. Anch ieta é vita l para o Tu rístico de Bertioga também está no Orland ini falou dos projetos desen vo lvimento urbano de prog rama . A Prefe itura pretende qu e esta aesenvo1vendo para 13 ert ioga nos próx imo s ano s. estabelecer algumas regras. para evitar que e ste obje tivo seja Orlandin i prevê que à margem que se cometam "abu sos " contra os alcançado . Ele revelou. po r desta via "va i surgir o novo pó lo turi stas. "Quando feche i o Term inal. uma cerveja no local cu stava o dobro do exe mpl o . que va i mesmo . -- , come rc ial da cidade". reativar o ·1erm inal Tu rístico ~ "Não ad ia nta pintar a preço . O tu ris ta de um dia acabava da cidade. cria r um programa cidade de ouro. por isso fazemo s pagando ma is caro do que os outros de con scicn tização para os ....___ orqu estra. arrum amos escolas. turistas". explica o prefeito. "tu ri stas de um dia ". e Não adian ta fazer coisas que a Otimismo - Enquanto traça planos para incen tivar a insta lação de Mauro Orlandini, o primeiro prefeito de Bertioga chuva destrói". afinna O prefeito o restante do man dato. o prefei to 1'v1auro hoté is no mun ic íp io. de Bert ioga. ao explica r porque Orland ini se most ra sat is fe ito com o O projeto ma is imp ortante em loca lizar numa ilh a. acabo u se prel'e ri u investir na s úrcas de Cult ura. balanço dos primeiros do is anos de sua andamento na atual Ad ministracào. na inc orp orando ao ro teiro turísti co da EducaçãoeSaúde.ao inv.:s deconce ntrar Admi nis tração . " Refo rmam os seis avaliação do próprio prefe ito. é o do cidade. "Lá. você atravessa a il ha inteira a Adm inis tração em ope rações do tipo escolas. estamos asfal tando a aven ida Pl ano Diret or. que de ve fi car pronto até para vis itar. do outro lad o. a li'tb rica de tapa-buracos. Anchieta. investimos na Cultur;1 e Saúde: outubro deste ano. após ampla di scussão Iic or". relata. i\ lém do Iico r. a i Iha Tu r is mo - Ta lve z aind a este ano. a nem essa me sa exis tia quando eu com os setores da soc iedade também é conhecida pela incli1s1 ri a de Prelcitura de Bcrt ioga deverá colocarem ass umi". aval ia o prefeito. apontando ben iogucnsc. "O Pl ano Diretor é qua se roupa e de bordado. run ciona me nto um prog rama de para o móve l que uti liza em seu gabinete. tão importante quanto a Le i Orgâ nica ". Co m o know how ad qu iri do em co nscient izacào vol tado ao chamado O prefe ito tamb.:m acred ita te r sido acred ita o prefeito. ll a lea rcs. Orla nd ini jú ba ix ou um a "turi sta de um dia". Este é o turi sta de ajudad o por um fato r his tór ico . Na Co m a elaboração do Plano Diret or med ida para atra ir e mp resas . Po r ba ix a rend a. que ve m ;i cidade de ônibus ava liação de Orland ini. Bert ioga . ao e as demai s medida s ci tad a~. o prefeito enqua nt o. os benefic iados se rão os hoté is e ge ra lme nte fi ca na praia apenas por um contrúrio dos mun icípios mais ve lh os. , spcra e ntre gar o Municíp io ao ~cu qu e vierem a se insta lar em l!crt ioga. Os dia . O prelcito Mauro Orlanclini afirma na sceu nu m mom ento e 111 que a succs,or. dentro de um ano e oi to me, c,. c1npres;irios que decid irem con st ru ir qu e o prog rama tem o objetivo de sociedade brasileira já vivia um a ou11~1 j;i em C(l ndiçõcs de atra ir investiment os hotéis na cidade lerão IOanos de isenção me lhora r o atend imen to a essa parcela mentalidade . " Bert ioga na sceu no da ind ústria turí stica . do IPT U. lembro u o prefeito. dos turi stas que visi tam Bertioga. período pó s-Co llor. que tro uxe a lndÍl st ria · Mauro , - - - - - - - - -- - - - - - - , l{ua s - Ma s · o Entre as idéias expostas pe lo reestru turação moral. e também :ipós a Orl and ini consid era prefeito adm ite que prefei to. est;í a de se cria r Ulll sistema de Eco-92. quando o homem passou a rewr a cidad e de Palmas :/' o suce sso turístico ide ntificaçãode todos os passagei rosque a questão amb iental". de Maiorca . na de 13ert ioga também -;: Espanha. um bom / depende de i model o de saneamen to bnsico e Ó de sc nvo lv i111cn 10 de rua s tran si t;ívei s. para lkrtioga. Ele o que ainda é apenas pa sso u doi s anos um so nho para a estudam.l o Turismo ma ior ia da na Universidade de •• , , '' poplilacno. 13alearcs. nesta Orla ndi ni não cidade espanhola. e vo ltou para o 13rasil promcle as fa lt ar ioda s as rua s. "Não encantado co m o que vi u. adianta a ge nte ter pressa. Te nho muitas Segundo Orland ini . Pa lma s de razões. Mu it a ge nte pensa que é porque Ma iorca. onde es tá in stalada uma cu 11~ 0 quero. Uma obra viária envolve imponan 1c fáhri ca de licor. con seguiu muit os l'a tore, . Para co loca r asfa lto . conciliar n 111ri smo l'0111 a indúst ria . O te nh o lJUL' fa1<: r guias. e para is,o. tenho SL'l!r.:do ~ o seguin te: a indú, tri a. por lJUL' fazer "da, . topograli:1. O 1nor:idor - -J.&.....,:;,tn.~ ....1Cllõ7F f:ibri l·:ir 111 11 proúuto L·~óJicç,. e pt> r se qu.:r que arn11n.: cm frente ~·casa dele. Orquestra Maestro Tom Jo/;)im, uma d <:s marcas da atual administração
Para o prefeito, a avenida Anchieta sera nOVO pO O comercial de ertwga llOS róximos anos
Pre''eitura vai reativar O Terntinal e ançar ca,npanha de conscientizaçüo junto aos turistas de baixFl re,11/11·
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MA1019s
Memória
.4]
íõ}~~rn~M ~ \ .. .. /JJIMaML\~JW~ ,.....
História do Brasil passa por aqui CNn a rulnrnmcntr o :1110 dr 1531 encarregado do enge nh o de açúcar de qunndc, . apc,;. uma 1·iagrm através do r ropriedade do ge novês José Ad orno. .·\t l:in ticn ~ui e rcciilo do rio Prata. as consccu iu. nessa ocasião. se r nomead o nau s dr l\l a rt im -Afo nso de Sou za. para Õ co ma nd o de uma si mple s prime irn gn\'rrnado r do B ra si l. tr inch eira mandada con s tru ir. e rn ri:-cnlhrrJm suas vela s em frente às Bert ioga. por Ma rtim Afonso. Segu ndo acnlhcd o ras .icuas de "Bur ikio ka ". as anotações de Hans Stadc n. o forte que. nn idioma tup i. sign ifica "morada fora leva ntad o por c inco irmã os dns ma cacos ". mamelucos. filh os do português Diogo Emb or a l\lar1 im Afonso tenha Braga : João. Diogo . Domingos. ac hado o !ora l mu ito lind o. com densas Fra nc isco e A nd ré . Em 1547 . a mata s trop ica is que iam. cm ondas ral içada de made ira foi substituíd a P.º r , erdes. 111orrc r no azu l do alto da serra alvenaria de pedra e cal e seu aspc~to que rec ortava o horizonte. não de ixou atu al é consc:quên c ia da s reforma s de ser prudente em aceita r os con selhos n:al izada, e term inadas em 1699. de João Rama lho. consel hos ess es que Nas lutas c.:ntre colon izadores e 111uda ram o rumo da História do Bras il. 1:,moios. os padres José de Anchieta po is as naus de Martim Afonso fo ram e Manoel da Nó brega faziam o papel deslocada s para o sul. reg ião de de apaz iguadores . Mas. em 15-1 7. os Tum ia rú . sendo São Vicente al i i ndi,::enas . co m se te nt a canoas . fundada. cm 22 de jane iro de 1532. assal tar a m a fortificação . se nd o Bcrt ioga. e111bora perdesse o papel repel ido s pe los so ldad os que de ter sido a prime ira cidade do Bra si l. gua_rnec iam aque le ba luarte. o Forte São João, em fofo feita em 1906 teve de staque brilhantíssi mo ern nossa E ern jane iro de 1565 que Es tác io ck história. Sá funda a cidade do Ri o de Jane iro. Est ado de São Paulo . A partir de 1958 , juntamente co m o utr:1 s ~·01~struçl)cs Ha ns Staden. famo so a rt ilhe iro tendo sua esquadra part ido de lkrt ioga. co m autor ização dos ministér ios da milit a res. para a Jllr1 sd1ç~o do alernà o. nau fragou por duas vezes nas G uarn ec ido pelo Exérc ito até os Guer ra. da Mar inha e da Fazenda . Mini stér io da [d uca ç.ln c Cultura e cos ta s do Bra si l. em 1540 . últ imos anos do século X IX . sua úl ti ma pa sso u a sedia r o Museu J oão Ser viço do Patr imón io Artí stico e Prime iramente ju nto a Paranaguã e. oc uração mil itar fo i co rn o qua rtel de Ramalh o. do In stitut o H is tó ri co e Históric o Nacional. atualnll'nte Instituto poster iormente. nas ág uas de pelotõe s de v ig ilânc ia do 4° e 6º Geog ráfico G uaruj á -13ertioga , por Bras ileiro do Patrimôn io Cultural. ltanhaém. de onde os tup iniqu ins o Batalhões de Caçadore s durante a 2' i n ici at iv a da p re si dent e daquele Extraido dos 11ri1uivos da SeçAo de conduzi ram para Sào Vicente. Gue rra Mund ial ( 1939/1945 ). Alojou . inst itut o. Lúc ia Pi za Fig ucre do de Cultura da l'rrfciturn i\lunicipnl de Após travar conhec iment o comum . depo is. o des taca mento loca l da ent ào Melo Falkengcrg. A part ir de 1962 fo i tran s fer ido . Bertiogn seu patríc io de no111e Hcl iodora Hcsse. Força Pú bl ica . atual Polic ia Mil itar do
~a:uõa:mns :esfa: ciàa:à:e qu:e f:em :em sua: qisf ó ria: a: ra:ra:ra:f:erísfira: :ex:emp la:r õ:e lufa: rnnfra: a: a:Õít:ersiàa:à:e ... ~:esà:e ns f:empns :em qu:e r:erqa::ça:íta: a:fa:qu:es à:e pira:fa:s :e a:ít:enfur:eirns, a:f:é quanào a::c:eifnu os à:esa:fins :e ítnfnu p:ela: a:ufonomicx , n ~u:nicipin f:em à:emnnsfra:ào s ·ua f:enaciõab:e,., Jlnr :ess:es fa:for:es, fa:mh:ém à:e~:ejamos •q u~ sua: :esfr:ela hrillf :e p:eln futuro afora..,
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O cspec',o ofuo1 do Forte Sõo Joõo é o mesmo desde os reformos feitos em 1699
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J _-s,h,h r.rn,h,-sc .1 pal:l\ r.1 . tc nw~ "' Ruril..}ui"". i:spêl·ic dt" mac:\\.·1., '-' nc~1. mt'r.1J~, ('U p(\USfl. Enh\c.'. ncstu Sl'~tmd~ tcnJêncis. o "'dn1l,, "Buriquitx·:1" qua Ji7;.,•r .. ,.,., '1,1 0rKk· \'i, 1.•. m t'S m;1ca\."\\..;;,.. _ Fr.1ncisc1.., ~t!lrtins Jt,s Santt,s. C'lll seus t~th.t1h,,s sobre ,, mcsnl\, tem~,. stim1:1 lJUC "Buriquioc:i· n.1,, q uer Jiz,·r t:h., st1mcntc:- .. mor.hb. dt..· m:ll·~t~t'S... m~,s .. nH.,rn . .b. de macaú,s ~r.,ndt..':S ... Tt.". Oi.h,n, S:1111r.,it.,... c:-m SC'\IS cstud,,s a .:~rc:i d o idi,,ma tupi o3 1,,ponimia g~,i;r.ifü-:i hr.1sikir.1. a ti nn:i: "Buriqui" ê com 1ptcb de ·;-1~-r:1-qui". · gente que~ lxunb:lki:i.. que ,:li e , em·. Nome de uma es~ -.:ie de simi,,s 311l3rt·bdos das m:ll:ls do litonl. conh,-cidos ,ico1itic:m1ente 1"-'í • Ateies h~po~:ithu., Neu\\ •. E:1.tr.1ido dos arquirns da ~:lo d,• Cullur.1 da Prefeitur.1 Municip:1I de Bertioga
r . ~• Associação dos Corretores r \ --... -1 t.-... -l'\. de Imóveis de Bertioga J\
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ACIBER congratula-se com o quarto aniversario de Emancipação de nosso município, tendo a honra de ha dois anos participar deste crescimento, reunindo os melhores corretores de imóveis, prestandoassistência aos associados efamiliares. Junte-se a nós e seja maisum.a desenvolver nosso Município e aACIBER na defesa de um patrimônio real.
Parabéns Bertioga, continuaremos acrescer juntos para um futuro construído em bases sólidas.
ASSOCIADOS DA ACIBE'R Ana Paula - Antonio de Pad11a - A.rua/d11 Ba11:,_1•s - B11~inar11 Carlos Miranda - Da1·id Dei Rio - Diney Lira - Eliezer Epaminondas - Gil - lrineu - Jaim e - José C. Rodrigues · José C. Riveiro - José Marqu es K11bo - Lipari Marco Aurélio - Maria 1/e Fátima - Maria Lúcia - Mario Miranda - Milton Jo1·enti~w Nes!or_- Nett~ • Ney Ne/rme - Nilt1111 1 Terra - Paulo Vo/1110 - R1be1ro - R1esco - Robson 1 Ruben Dei Rio - Sakamoto - Scantimb111:g11 - Solon Tanabe - Vc,gner - Vt1111/erley e Viliba/do
Domingos T. Kubó Presidente
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lndios guaranisUlantêm tradição -
outros tipos de aves . A Rc scr\'a lndh:ena Rio Sil veira ..,_,.- - r., - ·-..;:, . ~ . - ~ Quanto its condiçôcs ele habitação localiza-se na divisa· dos municípios de M..~~ ~- - ~ --._. . • ..., .t'. · .deste grupo. suas casas s3o feitas de pauB,·rtioga e São Scbastiilo. distante cerca ..- ....... .J_.., .:a-piquc . coberta, de sapé e pa lha de de 40 qui lômetros do centro de Bertio~a guar itan,1. O ch3o é hatido e cm seu pela Rodovia Rio-Santos. sentido Stio )_-,:i.•~ interior e ncontramos uma ou duas Sebastiilo. mais precisamente nos bairros divisórias. Em geral, possuem camas cm de Boracéia e Barra do Una. Situa-se nas forma de tarimbas e prateleiras para cabeceiras do rio Si lveira e do Ribcirilo guardar os utensílios de cozinha ( pratos. Vcnnclho e seus a llucntcs. Tem cerca de caldeirões e tc ). além· de gêneros 948 hectares. assegurados pelo Decreto alimentícios. da Presidência da Rcpt1blica nº 94.568. Atualmente. 45 de~dejulhode 1987. fam ilias têm E habitada por índios da etnia guarani. residência fi xa na dos subgrupos Mbyã e Nàndeva. Os aldeia. embora ela guaranis são d ivid idos cm três abrigue vários subgrupos: Kaiowa. Nandeva e Mbyà. guaranis de outras A cada um destes subgrupos guaranis regiões que para corresponde três concepções da cá se dirigem em realidade pautadas antes de tudo sobre busca de recursos incorporações variadas de elementos naturais . Con ta coletados cm acervo mítico-religioso com uma com origens comuns e que constituem constante na vida do grupo e tem uma mand i oca, população de 225 ideologias e práticas distintas. impo rt ânc ia fundamental frente à ba tata doce e ' indígenas. entre f ' ; Esse fato se manifesta nos dialetos. organização social dos mesmos. t a 111 b é 111 adultos e crianças, ri t ua is. interpre tações mít icas. Os membros desta comun idade lavou ras de ;:·.· sendo que 65% organ ização po lít ica, em regras de indígena guaran i ocupa m-se na milho . fe ijao parentesco ou em outras esferas da confecção de artesanato, que geralmente para subsis- Artesanato faz porte da rotina das guaranis desta população é sociedade guaran i. são comercializados em feiras livres nas tência, cuja área trabalhada é insuficiente constituída de crianças na fai xa etária de De maneira geral, esta comunidade cidades circunvizinhas da aldeia e ainda para o atendimento do consumo durante O a 15 anos. indígena tem sobrevivido medianie· sua na rodovia Rio-Santos, principal mente o ano todo. Existe. ainda. a criação de Extraido dos arquivos da Seção de própria estrutura organizacional, sendo cm época de temporada. pequenos anima is como galinhas ; que nas aldeias inexiste a presença de Nesta alde ia exi stem pequenas .praticam a caça, encontrando em suas Cultura da Prefeit ura Munici pal de brancos. A prática do ritual religioso é pla ntações fa miliares de banana. matas animais como tatu, quatis e ainda Bcrtioga
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r.QJ Ano de Emancipação Política Administrativa
Jlo111enape111 da: ASSISTÊNCIA MÉDICA
HlS lltJIA~l1 Há mais de 60 anos
12_ 0 Clíní~as e t:ãboratórios 2.00.~ Mé;c!/cos 80 Hosp,t~is em S.P., ABCD e Santo ;
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Depoimento
"O que eu espero do futuro"
JOÃO SABINO FILHO,
ANTONIO RODRIGUES,
DONA ZEFINHA
56 anos, nascido em Bertioga. comerciante: "O que espero para o futuro é que a cidade seja administrada por alguém que trabalhe de verdade para o progresso . Bertioga tem potencial para ser um pólo turístico. desde que haja um trabalho de conscientização. O que emperra o turismo é a pouca divulgação da cidade. O acontecimento que ma is marcou a história do município. para mim. foi a emancipação.
70 anos. morador há 65 anos do bairro do lnda iá : "Imagino que Bertioga será. no futuro, uma cidade boa. Cada dia está melhorando mais. Praia como a nossa é difíc il encontrar. Em termos de praia, estamos em primeiro lugar. A Administração está caminhando. Estamos há dois anos e pouco independentes de Santos, e está melhorando bem . Estão fazendo muitacoisa. pelo menos aqui no lnda iá".
( Josefa Gila Pereira), 68 anos. moradora do bairro do Sesc há ma is de 40 anos: "Quero que a cidade tenha melhora. Temos que sempre melhorar. em tudo. À vista do que era, a cidade melhorou bastante. Tem mais turista. bastante casas. Antigamente. não tinha nem ônibus. Ache i que a emancipação fo i boa ".
8ãHwta'm~de
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DONA MARIA BENZEDEIRA (Maria Lourenço Cardoso), 91 anos.
moradora há quase 70 anos do bairro do Albatroz. viúva do pescador Pedro Francisco Barbosa e conhecida na cidade por benzer doentes: "Bertioga viro u cidade. Parece que ficou pior. Até a Prefeitura não limpa mais as ruas. Deus permita que alcance um bom futuro ".
1 9 DE MAIO DE 1 995
ESTÂNCIA BALNEÁRIA
Com justificado regojizo, aCâmara Municipal de Caraguatatuba cumprimenta atodas as Autoridades Constituídas do jovem eprogressista Município de Bertioga -SP, congratulando-se com todos os segmentos da sua população pelas comemorações do aniversário da cidade em 19 de maio, com convicção de que um grande futuro, de progresso ebem estar, os aguarda, graças ao amor ealuta de todos os seus filhos, que tanto amam esta dadivosa terra. Caraguatatuba, 19 de maio de 1995
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HOJE É DIA DE FESTA, MAS BERTIOGA PROVA QUE NÃO ESTÁ PARA BRINCADEIRA. SÃO 4 ANOS DE DESENVOLVIMENTO QUE MOSTRAM O FUTURO PROMISSOR DO MUNICÍPIO CAÇULA DA BAIXADA 5ANTISTA.
Gumercindo Nicolau dos Santos "Vereador Gomes" Presidente •
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PARABÉNS BERTIOGA!
OEPTO. OE COMUNICAÇÃO
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P/aneiamento
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Plano Diretor nasce este ano Pela primeira vez desde que Martin Afonso de Souza por aqu i passou, em 153 1. Bertioga está tendo a chance de planejar seu próprio futuro . Prefe itura, Câmara. entidades de classe. lideres co mun it á ri os . organizações não governamentais e a população em geral participam . neste exato momento, de um debate que irá definir o Plano Diretor de Bertioga. Numa li ngu agem simples, o Plano Diretor pode ser comparado ao projeto de uma casa. explica o coordenador de Planejamento da Prefeitura, Nilo Nunes. Da mesma forma que um projeto arquitetônico direciona a constrnção de uma residência, o Plano Diretor molda o crescimento de um mun icípio, afirma o coordenador. Este debate público começou no dia 22 de março. com a re alização do primeiro fórum sobre o Plano Diretor, no Sesc Bertioga. Outros dois encontros aconteceram em 19 de abril e anteontem. 17 de ma io. Embo ra não estivessem prev istos , novos fóruns deverão ser marcados , adianta o coordenador de Planejamento da Prefeitura, explicando que as discussões ainda prec isa m ser aprofundadas. Um dos pontos mais polêmicos nos debates se refere à Lei do Gerenciamento Costeiro, que está em vias de ser votado na Assembléia Legislativa. Esta lei
r ,, ! I • Nilo Nunes, do Planejamento
deverá defini r as chamadas áreas de expansão urbana no s munic ípios litorâneos. O prob le ma é que os prefeitos da Baixada Santista entendem que o projeto de lei do Gerenciamento Costeiro. da forma como está red igido, interfere na autonomia dos municípios, emperrando o crescimento urbano e impedindo a instalação de empresas. Como o Plano Diretor não pod_e conflitar com as leis estaduais , a possibil idade de expansão urbana fica
BERTIOGA TEM DESTINO CERTO.
Bertioga está comemorando o
seu quarto ano de emanei~ 10; e seu destino já é certo: o progresso. O crescimento da Viação Bertioga, só vem
a
confirmar este fato. Afinal, a expansão do transporte coletivo é também o reflexo da evolução da cidade. Parabéns Bertioga, n6s estamos na mesma direção.
VlA"CAtJ B9Tl'DDA
Mas o Plano Diretor não va i se lim itar limitada . Embora seja de caráte r essencialmenle técnico. essa discussão a di sc ut ir a ocupação e uso do solo. "Ele já chegou ao âmbito pol ír ico, com a envo lve tud o o que está ligado à vida da for mação de uma frente de prefeitos para cidade . Também as questões sociais, pressionar mudanças no texto original da geração de empregos. condições de sa úde". exemplifica o coordenador de lei do Gerenciamento Costeiro. Além do Gerenciamento Coste iro, Planejamento, Nilo Nunes. O projeto deve rever, por exemplo, o outras lei s . mun ici pa is , estadua is e federais . garantem a preservação da Código de O~ras do Município ( o atual Mata Atlânlica . impondo restrições ao foi he rdado de Santos ), Cód igo avanço urbano. No âmbito federal , há a Tributário, e a planta genérica de valores. lei 4.771 /65 , que institui o Código Transporte, habitação, saúde, educação Florestal ; a lei 6938/81 . que dispõe sobre e turis mo deverão ganhar diretr izes a Política Nac ional do Meio Ambiente e específicas com o Plano Diretor. A previsão é de que o projeto de lei o decreto 750/93 , que disciplina a com a proposta do Plano Diretor fique exploração da Mata Atlântica. As resoluções estadua is 40/85 e 60/ pronto até outubro deste ano, quando o 88 definem as áreas tombadas pe lo prefeito Mauro Orlandini deverá enviáCondephaat ( Conselho de Defesa do lo à Câmara Munic ipal. Patrimônio His tóri co , Arqueológico , Art ístico e Turístico do Estado de São Paulo ) e estabelecem o rarque Estad ua l da Serra do Mar, respec tivamente. Já em nível de município, ex iste a le i 3.529/68 , que institui o Plano Físico e Diretor, a lei 173/86, que cria a --,~ o Código do Uso do Solo e r Proteção das Reservas ~~ _Naturais, e. a lei 54/92, que institui a Area de Proteção Comunidade debate o Plano Diretor Ambiental.
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Pelo 4° ano de Emancipação Político Administrativa. A Diretoria e Funcionár!os dos Supermercados Peralta Saúdam a laboriosa Populaçãc Bertioguense e Autoridades Constituídas.
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A invasão dos imóveis clandestinos Ex is tc drntro ele Bl·rt io~a Coo rdenador ia de uma outra cidade . É 11111a Planejamento da Prefeitura de e icbdc fantasma . constituída ílerti oga cs t,I apre sen tando por pelo menos --1 . 5 mil propostas ao prclc it o Or landini edificações c landestinas. isto é. para enfrentar o problem a cJas não cadnstradas na Prefeitura constru ções c landestinas. Nilo Mu ni cipal. Nune s cJ isse que a ques tão Esses dados constam de 11111 cJeve se r tratada em três etapas . relatório concl uído no final do A primeira medida. afi rma mê s de abri l. pela Nunes, seria a el a bo ração de Coordenador ia de u ma le i. para que a própria Planejamento da Prefeitura, e população se au tocadastrc . ent regue ao prefe ito Mauro Numa segunda etapa. con tinua O rl andini . O relatór io foi o coo rde nado r de elaborado a partir de um Pl anejame nto , a Prefeitura levantamento seria mais ri gorosa, cobrando aerofotogramétrico ( fotografia multa e imp ostos do s aérea ) realizado e m setembro p rop r ietár ios de imóvei s do ano passado. fantasmas . E num último De acordo com o recurso, o Mun icípio faria a coordenador de Planejamento, cobra nça dos imp ostos Nilo Nunes , foram fe itas judicia lm ente. fotografias em 46 loteamentos Ape sa r do ava nç o das no municíp io. Para Nu nes, o co ns tru ções não cacJastradas. tota l de imóve is clandestinos Ni lo Nunes ac redita que exa ta m ente 4 .549 - já está Bert ioga está numa pos ição defasado . "Todo d ia há privilegiada em re lação aos seus construções" . vizinhos. "No Guarujá, ex istem No rel atóri o ap resentado ao . . . . . _ mais de 120 mil pessoas vivencio prefeito . consta ainda que Bert,oga fem pelo menos 4,5 mil casas c/andesfmas, segundo /evanfamenfo aereo em favelas ", compara. outras 1. 193 casas tiveram ampl iações clandest inas e o ut ros problemas . que levantamentos desse tipo devem se r O censo real izado em 1991 pelo IBGE não cadastradas , o que ta mb ém se " Para a Prefe itura , essas --1.549 feitospelomeno sacada trêsa no s. "Mas (In s tituto Bras ileiro de Geog rafia e co nsti tu i irregularidade . No to tal. a edificações clandestinas simples ment e não ad iant a só ficar fo tografando; tem Es ta tí s tic a) constato u que havia em Prefe itura co n s ta tou 7 . 282 não existem . porque os proprietários não que ha ver uma polít ica hab itaciona l". Be rt ioga 3.043 domicílios oc upados. irregularidades envo lvendo imóveis na pagam impostos". disse Ni lo Nunes. O le mbra. 7.725 não oc up ados· e 39 colet ivos. cidMle. entre construções e amoliações c,oordenador ge ela,nejamento considera Junt amen te com o re la tório, ~ tnta liz;,ndo 10.807.
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QUATRO ANOS DA ~ EMANCIPAÇAO DE BERTIOGA. DESCOBRINDO O FUTURO COM LIBERDADE. Durante seus 4 anos de emancipação, Bertioga cresceu . E vai crescer muito mais . Prova disso , são iniciativas como a do Centro de Treinamento Profissional da Construção Civil. Um curso profissionalizante e gratuito, oferecido a toda região , que ajuda e impulsiona Bertioga para o futuro ; construído com liberdade e muita dedicação .
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62 anos. moradora de Bertioga hã 40 anos, viúva de Licurgo Mazzon i. que fo i pres idente da Comissão de Emancipação do mun icípio: "Bertioga estará um a grande cidade no futuro. A vocação de Bertioga é o turi smo. Tem muito que se expand ir. As praias são ótimas. Dia Iº de ab ri l fez 40 anos que vim de Santos lecionar. E o prog~e~so era lento. Santos levava nossos impostos e não retornava. Em dois an os. já vemos muito progresso. O Orlandini está se voltando muito para a Cultura. Temos a orquestra. cursos. A cidade tem vida própria".
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NESTOR PINTO DE CAMPOS FILHO. co nh ecido como "seu Ivo" (nome do frei que o batizou ), 66 anos. nasc ido em Bertioga e morado r do ce ntro da cidade: "Não estou vendo nada de melhor na cidade. Aqu i dentro da Vila. na minha rua. não tem calçamento. nem esgoto. Fa lta emprego. Dos meus oi to fil hos. só três estão trabalhando. Todas as indústri as que linha aq ui fe charam . Minh a mãe chegou em Berti oga com 17 anos ( em 19 17 ). quando havia meia dúzia de casas. Não tinha luz, água, nada. Hoje há mu ita coisa, mas ai nd a falta mu ito".
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NEYNEHME, nasci do em Bertioga cm 1945. ve reador e dono de imobil iária no bai rro do Sesc : "Potenc ial. Bert ioga tem mu ito. Num a ret rospec tiv a. fo i a cidad e qu e mais se deseovo lve u na região. Cresce u desord enada, mas hoje estamos dando orga nização. Após o Plano Direto r, Bertioga estará planificada. Hoje. a mai or indús tri a é o turi smo. O turi smo é o fo rte durante metade do ano. Mas temos de criar cond ições para o cresci mento de Bertioga . Temos de cri ar alternativas de turi smo, que não seja praia.
MILTON PINTO. 70 anos, morador do ce ntro de Bertioga desde 1947 : "Bert ioga só tem que aumentar. Sou morad or do tem po em qu e não tin ha nada. Daqui para fren te, ninguém mais segura . Bertioga va i ser um a cidade turística. O turi smo é essencial. Mas vamos precisar de Pronto Socorro melhor. est ud o melhor. Tudo tem que me lhorar. Bertioga, daqu i a dez anos, tem que te r tudo. Até facu ldade. Vi num a reportagem que o próprio Guarujá pode perder para Bertioga. A Riviera está melhor do que o G uarujá. Não é daqui a 50 anos; daqu i a dez anos, ninguém segura ".
_/ f' SUPERMERCADO
''u~ ··'1,j ALBATROZ
Há 4 anos , nosso povo aceitou Nós ,do Restaurante/ () o desafio e votou pela Ultima Onda~ ~ sua autonomia. parabenizamos o,~ vo de Hoje estamos cientes que Bertioga pelo quãi,to aniversário de ocompromisso é grande mas Emaneipação temos condições de cumpri-lo Político.,fdministrativa
( A v. Tomé de Souza) Servimos almoço por kilo diariamente
Fone: (0132) Sl-1~\\\
PARABtNS BéRf!O~A - ~fUNl: 57-1439A~---~? d~ Maio, 1118 • Bertioga -SP
"O que eu espero do fi1turo''
D-.'s~:i~um)S 4t11..' 1.1 quarto ~miv('r~úrio d1..' lkrti1.)g:t st.'j:t k mbr.1d1..) nü1..1 como uma data s.ô p:H~l fl.-stas m:ts. r rit11: ipalmé'ntc-. rll\.1ti,·1.) 1.k 1.)rg_ulh1.) pda 1..·1.1nquistn dt' sua é'mancipaçüo politil't)-administrntiva: t'Sp1..·t~uw :1 (' trabalho na constrnç~1o tk um fi.1tun) promiss1.,r (' dc R"alizaçl.'.ks é'm bé'ndkio dé' sua 1..·omunidack. Esses s:io os Yotos da Càmara tvltmicipal de Guaruj :i ao poYo de Bertioga. pdo tr:mscurso do -l'' ~miYct-s~irin de emancipação do mais no,·o prõspc'ro ~ lu nicipi1.1 do Litornl Paulista. João Luiz Giacometti presidenre Roselei Aparecida Machado Viana - ,·icepresidente Marcelo Squassoni - / º secrerário Francisco Bosonkian Júnior - 2° secrerário Aparecido José da Si lva Francisco '-;avarro Rodri!rnez Gerõnimo Ferreira Vilhan-uern Gilson Fidal1w Sal2:ado Ja\me DaÍ2:e Filho Íoão Luiz Cruz João Viana de Lima Filho Joselito Dantas da Rocha José Pedro Cavalcanti
___}, FRANCI SCO MA RT I NEZ PE REZ .J ÚN IO R DIRETOR-PRESID ENTE D,\ EST1\ F l:NGE NI IAR I;\ S/1\ - "l111agi11a r o q11c é o tinuro cstà além de qualquer pn,je,::1n. l\1r nia is que in1aginc1nos que o r11 1111'0 ser:i uma marav ilha. cst:1 rnar:wi lha po,kr:1 ser 111aior ainda . ü r11111rn desle litora l é bri lhante. N:i o h:i con1<1 s,·r_pess irn is ta. 11:1-10 111 ilhões de p:n1 lis1as q11e an seia1n por pass:ir tÍc'ri:1 s na pr:1 ia. E 11111:1 1arl'i:1 l:m1:\stica da r co ndiç,,es de la1.er para todas essas pessoas. ainda niai s lc\':111d,1 en1 co1\la que estamos na reg i:1o nta is ri ca do P:iis. S:io Paul o. Quanto :1 que stão da prcservaç:1o. lcn ios que chc g:tr a utn meio 1ernw. que tüo seja permiss ivn ou imped itivo. i\ k gislaç:lo C<lllHl cslú impede o desen,·o l\' i111en10. Se ,·ssa kgislaçào c•x istisse h:1 50 anos. n:1o have ri a nenhuma cidade na l3a i, ada. Tc·111 que ler a vo lta do bo111 senso. Não 1e1nos v,Ka,::1o para a i11cl11s1ria".
Lealdino Sampaio Pedreira Filho ~lari s1ela da SilYa Ramos Mi!rnel Sil va Nilson de-Ol iveira Fontes Orivaldo Rampazo Pedro Rodri!:rnes da Cruz Valter ci'e Abreu Wanderley Maduro dos Reis
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Patrimônio histórico
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Fo rt e São João. tombado pe lo órgão federa l hoj e co nh ec ido por IBPC (I nsti tutos 13rasikiro de Patrimônio Cultural ) e também pelo Co ndephaat (Con selho de Defesa do Patrimônio Histó rico. Arqu itetô nico. Artístico e Turístico). Já neste sécu lo. 11 0 ano de 1945. o Fone São João foi restaurado pe lo Sphan (Se rviço do Patrimôn io Históri co e Art ístico ). Em 196 1 deu-se a inauguração do Muse u João Ramalho em suas depe ndênc ias. No mês de feve reiro de 1994 fo i firm ado term o de cooperação entre a Prefeitura. 113PC e IHGG B (In stit ut o Histór ico e Geográfi co Gua rujâ-Bei1 ioga ). r ara preservação do ba luarte .
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O munic ípio tem três ri os pr incipa is. que formam três bac ias .. -· hidrográfic as que desa!!uam - ; ~.:=- diretament e no Oceano- Atlâ nti co . ___ -- . ..::.':: São eles: ri o ltapanhaú . rio ·· ltagua ré e ri o Guaratuba. O rio ltapanhaú desagua no Ca nal de - Bert ioga
Os manguezais são ecossistemas costeiros de transição entre ambientes: terrestres. fluvial e marinho. ocorrendo em regiões coste iras abrigadas e sujeitas ao regi me das marés. São constituídos por es pécies vegetais arbóreas típicas. adaptadas a flutu ações de sa linidade - marés -. a um sedimento pred omi nante lodoso rico em nutriente· e· com ba·ixos teores de oxig.:nio. Os mangues estão entre os ecossistemas de maior produtividade. garant indo ai imento a vários animais. assi m como proteção, cond ições de reprodução e crescimento,
~ Bert ioga tem 482 Km ' d e á rea . Fica loca liza da no lit ora l do Estado de São Pau lo, na reg ião Sudes te do B ras il. Lat itud e Su l 2j ' 50 '47 " e Long it ude Oes t e 46 °08 '2 I ". Fa z d i v i sa com os mun icíp i os de Sa lesó po lis. B iriti ba-Miri m e Mog i d as C r u z e s . ao n orte ; S ão Sebastiã o . a les te: Santos. a oeste ; Gua ruj á e Oc ea no Atlântico . ao su l. Faz parte do terr itór io mun ic ipa l a 11 ha de Monte Pascoal.
A população li xa atua l de Bertioga é de 24.5 mil habi tantes ( 480 deles em área rural ) e a popu lação llu tuant e (tu ris tas ) c hega a 150 mil pessoas. segu nd o info rma ções atua liza das fornecidas pela chefe da seção cult ural d a Prefe itu ra. Vân ia Borges . As proj eções do IBGE fe itas a pa rt ir do censo de 1991 ind icavam que no ano passad o a população fix a no municíp io era de 18.000 habitantes. e a flutu ante. entre 50 .000 e 55.000.
Executivo: 4,04%
LêfüslativônS,;43% \ Administração: 17 ,40%
·• •·>Edl.lcãçã9;;}2;7.7qo/o? Obras : 29,45%
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Orla nd in, 110 ,a n as cor~s oficiais No slmbolo. ~pa;ci~~uc;da. oc upando t~~1 cidade rt : o ver e, : branco. ao ~e~ • • o do espaço, o da Bandc1r.1, e o qu a de da área do um tomando ,~ct_a_ também ocupan trai 1 à d1rc 1ta, ' , Na parte ccn • azu . 'dototaldocspaço.à , Ofici al do quarto . I dos O Oras o f · inse ri do 'distantcdos a · o , . 1 io ficando cq~r ·ndi cativo da Munrc P : Como signo 1 . deve se r da Bnn~crra. . ipal , a Bandeira , blicas. soberania mun~c hasteada cm to as as repart ições pu
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Sobloco prevê novo pólo turístico Bertioga Em apenas 4anos de autonomia acidade mostra sua força ese destaca entre os novos municípios de São Paulo. ASobloco Construtora S.A.,
responsável pela realização global da Riviera de São Lourenço, comemora com Bertioga mais um Dia do 'Sim' ao crescimento, à
Luiz Carlos Pereira de Almeida, diretor-superintendente da Sob/oco
prosperidade eàqualidade de vida, com plena autonomia.
Parabéns! ~SOBLOCO
CONSTRUTORAS.A.
EMPRESA DE DESENVOLVIMENTO URBANO
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Quando a Sobloco Construtora S/A decidiu iniciar o projeto da Riviera de São Lourenço. nos anos 70. Bertioga era apenas u111 pacato distrito de Santos, e sequer existia a rodovia Mogi-Bertioga. Mas já naquela época , o d ire torsuperintendente da e111presa, Lui z Carlos Perei ra de Almeida, 69 anos. previa um Futuro promissor para esta Faixa do litoral paulista. Pa ssados mai s de 15 anos . o empresário não tem dúv ida de que acerto u cm sua previsão. "O Guarujá está lotado, Praia Grande também . Sa ntos não tem para onde crescer; isso aqui (Bertioga) é a pérola do Litoral Norte". avalia Luiz Carlos. Para ele, as demais cidades do Litoral Norte têm um a desvantagem em relação a Bertioga: a distância de São Paulo. Para o diretor-superintendente da So bl oco. Bertioga tem todas as condições de se transformar num centro turístico. "O Brasil é um país onde 30% a 40% são pessoas de poder aquisitivo alto . Representam 50 milhões de pessoas. Não há no mundo país coin 50 111ilhões de pes soas de alto poder aquisitivo". afirma o empresári o. Luiz Carlos lembra que "o paul istano tem uma atração pelo mar, para Fugir do stress". Ele ac red ita que esse perfil da população paulista e a pujança econômica da Grande São Paulo são os ing re dien tes básicos para fazer de Bertioga o novo "po int " de lazer e rec-reação dos paulistas, já que .. a)ém de boas pra ia·s.' .i' cidade ·está a apenas íoo·
quilômetros do centro de São Paulo. "A Grande São Paulo te m um PIB eq uivalente aos da Co lômbia. Chi le. Paraguai e Uruguai juntos". contabiliza. O sucesso da Riv iera de São Lourenço. na opinião do empresário Luiz Carlos Pereira de Almeida, pode ser o primeiro passo para a viabilização de Bertioga como grande pólo turístico. E!e acredita que "com ma is do is ~u. tres emp reendimento s como a R1v1e ra. seremos um .grande pó lo" . . Mas para ating ir essa 111eta. Bert1o_ga precisa transpor alguns obstáculos. avisa o diretor da Sob loco. O primeiro deles. avalia o e111presár io. é a Falta de sa neamen to básico. Outro problema, continua Luiz Car lo s. é a questão habitac io nal. De acordo com ele, o atual Código de Obras de Bertioga - herda90 de Santos - é "elitista". porque só permite a construç ão de casas de a!to padr~o. Como consequência, as Famílias de baixa renda que vêm à cidade, geralmente atraídas pelo mercado de trabalho na construção civil , ficam impedidas de construir casas populares, o que acaba contribuindo para o surgime nto de favelas. O atua l Código de Obra_s está dificultando. inclusive. um proJeto _da Sobloco para co nstruir moradias populares . Segundo Luiz Carlos, a empresa está tentando construir o Parque Anchieta. destinado a abrigar trabalhadores da empresa e1n Bertioga. 111as ,a iniciativ ~- ve111 esbarra ndp no. Código de Óbras do íh un icípio . .
(l)COSTA NOR!~
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Pioneirismo
Família Ribeiro, pioneira da Riviera Há ma is de trinta anos. a área onde hoje .,. ~ /1 senhora esperava que a Riviera de Silo se s itu a a Riv ie ra de Sào Lourenço , Lourenço viesse a se torna r um grande pertencia a três morad ores de Sào Paulo: em preendimento? Josê Aparec ido Ribeiro. Sérgio Levy e llilda - Por am or a lkrtioga. Claro que Mello Pe ixoto. Naque la época. os nove es perava. po is o doutor Ribeiro. meu milhões de metros quadrados ocupados marido, era um homem realizador e de atualmente pelo empreend iment o eram mu ita vi são. sabia que daria certo este apenas uma densa floresta . grande empreendimento. Viver em Ber1ioga era uma ave ntura, CN - A emanc ipaç ão polít ico mas os pio ne iros da Riviera de São administrat iva de Bertioga fo i boa ou Lourenço enfrentavam com romantismo ruim, na sua opinião? a situação. como lembra dona Hilda ...., Hilda - Na minha op inião. foi muito Ribeiro, viúva de José Aparecido . Na boa essa emancipação. entrevista a seguir. dona Hil da lembra da CN - E quanto ao futuro da cidade? rotina daquele tempo e também fala da Qual o papel que está reservado para Be11ioga dos dias atuais : Bertioga? Seremos um g rande pólo Costa Norte - N a sua opinião , turístico, na sua op inião? Bert ioga está melho r para se viver, ' :,4 ' · Hilda - Acho que seremos um grande atualmente? Ou era melhor há algumas ' / pólo turístico. aliás, já estamos sendo. décadas atrás? · • com muita cultura e música. Hilda Ribeiro - Era mu ito romântico CN - Há algum fato pitoresco que a atravessar o canal de canoinha; ficávamos · senhora ou sua familia tenham vivido em à luz do lamp ião a gás. No entanto, o ~~ ,'ie' Bertioga? progresso fez com que mai s pessoas ' 1. H ilda - O que considero um fato desfrutassem deste mar calmo e praia lisa. José Aparecido Ribeiro ( já falecido), ao lado de sua esposa, dona Hi/da pitoresco é quando nos aventurávamos CN - Qu al fo i o . - - - - - - - - - - - - - , adentro a mata. o que acontecimento que mais municipalização. mês). meu marido, eu e chamávamos de marcou a histó ria de CN - Como sua filhas . No início , "fundão ". beirando o Bert ioga desde que a família chegou em atravessávamos o canal rio ltapanhaú . onde se nhora chegou aqui ? Bertioga? de canoinha e ficávamos ainda havia trecho de Hilda - Acho que o Hilda Não no lndaiá, numa casinha estradadeferroevagão que mais marcou a chegamos para morar, no meio do mato. que transportava história de Bertioga foi • • passávamos todas as CN - O que levou sua banana. Chegávamos o advento da fériasdefimdeano(três família a vir para est a atéaandarnestevagão. eletricidade, a balsa e a t=========="'::::;-t meses) e de ju lho ( um região do litoral paulista?'-::::;:= = = = = = = = = = ~: Foi um fato inédito.
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o que mais marcou
Seremos um pólo turístico; aHás já estamos sendo, com muita cultura e mÚSica
Bertioga foi a balsa, a chegada da eletricidade e a r mUDICipa izaçao
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(l Há 50 anos aportamos aqui. Há 3 anos gozamos das alegrias de uma administração própria conseguida através da emancipação do Município. 1
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Depoimento
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"O que eu espero do futuro" ~
PAULO SÉRGIO MARTINEZ COMERCIANTE, DONO DO SUPERMERCADO CAÇULA : "O futuro da cidade vai depender muito do que nós fazemos hoje. Pela primeira vez em 400 anos estamos fazendo o Plano Diretor. Tudo vai depender do que for feito agora. da forma como forem dados os primeiros passos. Na minha opinião particular, só o turismo não resolve. Estamos com uma visão equivocada do que seja turismo. A expansão imobi liária-, da forma como vem sendo feita, vai nos criar muito mais problemas do que soluções. Esses empreendimentos não se preocuparam em deixar infraestrutura para o mão de obra que opera nesses loteamentos".
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SÉRGIOLEVY
LUIZ CARLOS RACHID,
VICE-PRESIDENTE DA COMPANHIA FAZENDA ACARAÚ : "Acho que Bertioga está atravessando a sua fase mais importante. que é a elaboração do Plano Diretor. Isso vai desligar de Sanfos. demonstrar a vocação do município. Parece que o futuro deve ser turístico. O que é extremamente importante é divulgar e conscientizar sobre a cultura de Bertioga. Temos de nos preocupar com a preservação e recuperação do patrimônio da cidade. Quanto à questão social, é preciso se desenvolver um projeto para implantar saneamento, àgua e esgoto".
ARQUITETO: "Os problemas enfrentados nas áreas de Educação, Saúde, Habitação, além da falta de infra-estrutura, agravados pelo descaso da grande maioria das forças políticas santi~1as para com Bertioga, foram suficientes para que a emancipação do Município passasse do sonho à realidade. Cada cidadão, de criança a adulto, deverá reivindicar das autoridades atendimentto às suas legítimas aspirações, evitando que o descaso sofrido por Bertioga, enquanto distrito santista, não se repita jamais. Que o 'sim' tão presente no momento emancipacionista também o esteja no coração de todos que amam esta terra".
GORDO
ANTONIO DE JESUS H~NRIQ UES, PRESIDENTE DA CAMARA MUNICIPAL DE BERTIOGA: "Somos um município emancipado, sem dinheiro. Mas estamos empenhados, prefeito. vereadores e população. Fico contente de eles ( a população J verem que as coisas não são da noite para o dia. Não digo que Bertio2a será uma cidade de Primeiro Mun~do, porq ue nem o Brasil é de Primeiro Mundo. Mas em dois anos a cidade mudou muito: estamos ampliando o PS. reformando escolas. comprando ambulâncias e asfaltando a avenida Anchieta. Se a próxima Administração fizer o mesmo, vamos deixar um município -bem estruturado para nossos filhos se orgulharem".
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MAI0/95 / O_'.S_a_u..;.to..;.ri..;;e...;.'.S;.;;d._â_Le_1_ · ---------------~
Deputados expressam otimismo Os deputados Maurício Najar (federal) e Antonio Ca rl os ' TONINHODA Mendonça . o Toninho da PAMONHA Pamonha ( estadual ). tivl•rarn um "Ficamos ci nco anos lutando papel funda mental na história da na área púb li ca. legislativa. "Eu sempre confiei no emancipação pol ít ico esti vemos no Supre mo . A trabalho de Bertioga. adm in istrativa de 13crtioga. Foi emancipação não foi por um Najar quem . cm 1987. deu o O futuro está nas mãos projeto de lei. mas de todo um pontapé inicial para que o então movimento da sociedade. Não dos políticos . d istr ito de Sa ntos vi rasse fo i fác il. Sa ntos lutou para Atualmente. está municípi o. apresentando um manter o distrito. o que cu praticamen te vetada projeto de lei neste sentido na compree nd o. Mas qualq ue r nova Assembléia Legislativa - na época compreendo mais as r~zões de emancipação. Acho ele era deputado estadual. O Bertioga. Eu tinha abso luta que Bertioga foi projeto de lei de Najar foi o ápice certeza de que Bertioga tinha de um movimento que já se agraciada e deve agora condições de ser ema ncipada. arrastava há muitas décadas em saber em que pol itico Tinha condições econômicas. Bertioga. A proposta do deputado renda. Mas não foi fácil. A votar. Esse projeto (o niogiano desencadeou urna longa Ju stiça c hego u a a nul a r o de ema ncipação da batalha política e jurídica. Najar pleb isc ito. Com relação ao cidade) era um sonho. assumiu uma vaga na Câma ra futuro , é preciso que esse Foi apresentado pelo Federal e outro deputado estadual Plano Diretor seja debatido. deputado Maurício da região. Toninho da Pamonha. para que a cidade não cresça desordenadamente. Tendo como meta Najar. Mas o governo mili tar proib iu novas decidiu levar adiante . na o turismo. é fundamental o Plano Diretor. Acho que Bertioga tem Assembléia. a luta pela emanc ipações. Com a Constituição de 88. a prerrogativa de preservar o meio ambiente. A cidade não tem vocação emanc ipação de Bertioga . industrial. Não deve demorar muito para ser um grande pólo. A de se criar novos municípios passou para o Estado. Acho Falando para esta edição especial Riviera já é um pólo de renome internacional. Falta investir em que a chance de novas emancipações agora é pequena. do Costa No rte. os deputados infra-estrutura". (Quanto à atual Administração ) tenho sentido que no Ma urício Najar e primeiro mandato. todo prefeito tem uma dific uldade. - - - - - - - - - - - - - . Toninho da Pamonha Temos até que perdoar algumas falhas, até que se ponha ex P r essa r a m tudo para andar. As praias de Bertioga são as melhores 'A - <:onfiançanofuturodo H Mu nic ípio que do Litoral. Acima de tudo, temos de preservar os ajudaram a criar. mananciais e a Mata Atlàntica. Pr_eservar os turistas". Artigos de pesca. Comidas para pássaros. Ferragens. Miudezas em geral A História ...
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Empresan~?do
''Estado atravanca o progresso'' O ern rm,:ndeJor AgilJ..IS Balr. s e um as d iliculd,1,ks que um muni cípio 1mv11 t-..,m_ e.,em rl0 de suce~ einpnsirial cm em:(>ntr,1 l' p.1c irn tc111e11te aguanb d1 ;1s B,:mog-.i.. Atu:J.nJ~, na cidad.: J~e l 9S 1. mclhon.·s.. que. p0r n:110. vir.lo. Tamtil' lll ele é din:t0r da Lell0 Empn;-endimen tos.. mlo podemos nns l'Sq11c·rer os poderes :i cmr= n:~n...,:i\ el pela concn:tir.i<,'ào munic ipai ~. q11t.' vêm _arduam~nte d:J \.l omda. da Pr.1iJ.. um Jos mai s bem trntialhando para cons trn rr a lkrt roga suce d idos projetos hab itac io nai s . 'Primeiro Mundo'. s ,._ _. lv1.-:ih~da no bairro de Boracéia.. CN .. i\ socit'Cbde bcrtioguen.<e discute. ~ Em entre, isl:l a est:J ~iç-Jo do c~ta atuahnrntc. o Pbllo Din.·rl,r. Qual devi: ser ~orte.. Agildas Balz.~s d;i a sua visJo Je o perfil desse Pbno Oirt'túf. 1~1 su:i opini,lo? -► lls lzys .. No meu entender. 1.le,•t>r.i S<!r lkrt iog;t. Ele aponta. entre os principais r rob! emas_enfr~ntados p,:lo Município. a.s al~o bem d ireto. isto é. que npós sua ~lflç-.k; unpostas pelas ap'nwaçào o município passe a gercnrr;1r 5-ecret:lri:i.s estadua is ao seu ccrricó rio. pois somen te nqueks que c res c imento urbano e vivem o dia-a -dia no seu mun icíp io ind ustri:il. O empresário saber.lo o que o 111t-smo n~cssita_Tmn ~ m t:unbém , ê urn:i cri..<e no dewr.i resguardar aos podcrcs municipais setor habitacional o direito de d<."'Cis:lo do que deve ou n;lo popular. AgildJ.S Bilzys deve ser implantado ou constru ido no sc11 se mostra.. no entanto. taritó rio. passando também as s im se Morado do Praia, empreendimento localizada em Borocéio otimista com o futuro do emancipar das st-cretarias estaduais. que jovem mun icípio. problemas sociais p:ira o leis estad uais que aí se encontram será tanto t~m atravancado o progresso do Cost:1 l'\orte -- Como município. sendo a causa quase impossíve l achar novo s nosso mun icípio. o se n ho r e s t:i acom CN -- Co1110 o senhor vê o linuro dt: pr inc ipal ;i. falta de inwstidores e cmprcs;1s. Sendo assim. panhand o o desen imó "e is para loc;i.ç:!o cabe rá aos poderes mun ic ipa is uma Bcrc io g a ? Temos chance de no s ,olvimento de Bertio~ po pular. s it uaçilo que soluçiio politica urgente. po is caso romannos um grJnde pólo turístico? :io loneo dos últimos IJalzys -- Quanto ao lurismo. esse sim precisa ser vista com o:rta contrário a atual Adm ini stração bem anos ? Õ cresc imento corno todas que vierem pouco podcr:io poderá s e to rnar o carro chefe do urgéncia. urbanístico está sendo. a município; deverá sim cer cotai prioridade CN -- Na sua opinião. fazer para o município e sua populaç;lo. CN -- Por outro lado. qual seria o ponto dos nossos govemado1<--s. Indústria.. em qud é o maio r desalio da seu ver. acelerad o ou Agi/das Balzys lento? Bcn io1->a. n1o sou contr.i.. m:i.s não \'ejo atual e das pró x ima s mais positirn do município? B:i l~ ·s -- No tocante ao ponto positivo canta neccssid:ide.. Bcn ioga jã possui a Agildas Ba~·s - Posso :!.Íimur que o administrações da cidade? do município. nfo tenho dúvida de que é crescimento urbanístico e,--ti sendo um maio r indústria de geraç.lo de recursos. Ba~-s -- O grande desa lio será gerar pouco acelerado, já mostrando gpndes recursos parn o município. pois com ;is sua populaç;lo. que vem entendendo todas que é o turi smo. ParJ quê mais indústria?
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EMPREENDIMENTOS .IMOBILIARIOS LTDA LOTEAMENTOS, TERRAPLENAGEN E URBANIZAÇÃO
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Depoimento
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"O que eu espero do futuro" ~~< • I
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-~ t\~"· ~ GALDINO ADOLFO DE OLIVEIRA COMERCIANTE, DONO DO COMÉRC IO DE BEBIDAS E CEREAIS BERTIOGA: "Esperamos que Bert ioga. no futuro. dê tudo o que estamos se meando para ela. Estamos traba lhando muito pela cidade. Queremos que me lhore em todos os sentidos. Na pa~e de turismo, tem de me lhorar 100%. E praxe lotar no N11ta l e Ano Novo. No inverno, não tem ninguém . O comércio fica dez meses se m faturar. Bertioga só tem a beleza natural. Faltam hotéis, restaurantes e festas. Também precisa me lhorar na Segurança, Saúde e Educação".
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ERNESTO CORONA GERENTE DO SESC-BERTIOGA : "Fazer previsão para o ano 2000 depende rigorosamente da li nha que a Administração Mun ici pal vai segui r. A matéria prima de Bertioga é a praia. o me io amb iente. Bértioga será predom inantemente turística. Se não houver um cuidado com esses rec ursos, pode acon tecer como na Praia Grand e, que tem que se preocupar com a despoluição, através de emissários. Hoje há um a procura mu ito grande po r Bertioga. O Plano Diretor pode mostrar uma linha. Se cada prefeito seguir pela sua cabeça. não vai dar".
Ramom Alvares & Associados Consultoria imobiliária
Ao ensejo do 4~ aniversário da emancipação política de Bertioga, renovamos nossa certeza de, juntos construirmos omunicípio que será mode.,o de convivência do homem com anatureza em perfeito equilíbrio. FONE FAX (0132) 56-7136
. f~~ j 'L ~...\,~, FERNANDO SENA RODRIGUES
COMERCI ANTE, DONO DO SUPERMERCADO ALBATROZ: "A idéia é que Bertioga seja direcionada para o turismo. Mas temos de fazer um esforço para trazer indústria não poluente, por causa do período entre temporadas. quando há muito desemprego.Só o turismo em si não é suficiente. Hoje, a construção civil sustenta 50% da cidade, mas esse mercado pode cair. O ideal seria instalar indústrias ligadas ao setor náutico. Se o mercado imobiliário breca, fica o pessoal sem emprego. Enquanto que a indústria é diferente, porque tem reserva de capital".
JOSÉ CARLOS RIVEIRO ADVOGA DO DA IMOBILI ÁRIA LINHA VERDE, EX-DIRETOR JURÍD ICO DA PREFEITURA : "Para o futuro de Bertioga. espe ro melhor infraestrutura, atendimento médico. ed ucação e transporte. A questão social é a raiz de tudo. Temos potencial para ser um pólo turístico, até de exp ressão internacional. Falta a infra-estrutura. Temos de olhar o Guarujá como um exemplo a não seguir. Do jeito que está a ex plosão demográfica em Bertioga, vamos nos perder, a cidade pode crescer desregrada. Temos de olhar as cidades vizinhas e absorver o que elas têm de melhor".
Restaurante ePizzaria
Rlbadavla eRest, Barracão dVó1-, 9ue 1-emp-7,e ac7,editw,9Z\\
no futuw dv,_ta toifih ~ ~'8) - h d , ~;,-/ nao rº e. fiamo , , ei, 7, ae f a:d ' ífa i ta. (J.)a 7,afr Ém., ~.
9a, feÍ01 9uaho ano1 de emancipac;,ào p0Litico - admini1-t1-atiua I
1-\V\ 'fi-lON\E DE SOUZi-\ { ESQUINi-\ CON\ VICEN'fE DE Ci-\RVi-\LHO) Ji.. Passeio do Maracá, rt º 34 CEi'ITRO - BERTIOGf\ RiJJà/; ~1th!►'São 1.~.ou,:e·,r, o - Bertio a
~ fOSTA ~ORTE ·(J IB~TI ~@@}~~ .
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Turismo
Parabéns para a cidade O trator da cidade do litoral paulista que mais tem evoluído !
BERTIOGA, 4º ano de emancipação.
• raias do guarajá IMÓVEIS
São Paulo: (011) 852-8899 Guarujá: (0132) 51-9481 Riviera: (0132) 56-6157
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5h P~
ACâmara de vereadores de São Sebastião congratula-se com o municípiode Bertioga pela comemoração do quarto ano de emancipação político-administrativa, augurando votos de muitas realizações.
BRADESCO ■ Sauda o município de Bertioga pela passagem do 4-º aniversário de emancipaçao .
~gência Bertioga
k:tZ(fOO'r-tút!IíBuW~
Colônia de Férias do Sesc, uma das p rincipais atraç ões de Berlioga Num feri ado prolongado . co m mu ito É consen so, entre as auto rid3 des . so l e ca lor. a população de Bcrt ioga pode empresários. lideranças e população cm cre s ce r de ~5 m il pa ra a té 150 m il gera l. que a vocação de Bertioga está pesso as . segund o as proj eções mai s no w ris m o . Ma s to dos ig ualmente atua lizadas. A po pul açã o flutu a nte . rec onhece m que. para assi m ilar essa caracte rística não só de Berti oga como grande procura pela cidade. é necessária dos dema is municíp ios litorâ neos. é o uma infra-estrutura que ainda está em tra to r que impu ls ion a o co mérc io . fase de formação . gerand o em preg os e e levand o a O p refe ito Mauro Orland in i tem arrecadação de impostos. anunc iado a lg uma s in ic iat i va s no O s levantame nto s fe ito s perio - sen tido de to rn a r o M unicíp io ma is dica mente indicam uma ten dência para viáve l no setor turístico. Bertioga. hoj e. -0 aumen to do número de turi stas em tem s tatu s de Es tância Ba lneária. Be rti oga. Segundo o IBG E. o núme ro co nq uistado através de le i estadua l. médio de tu ristas na cidade nos fer iados Tam bé m integra o Rote iro da Linha pro longados e tempo rada e m 1994 Verde do Litora l Paulista e deverá te r. osci lou en tre 50 mil e 55 mil pessoas. em breve. o Termi nal Turístico reativado ou seja. três vezes menos do que o atual. e mu nicipa lizado.
COMERCIALI
LUIZ FERNA NEGÓCIOS IMOBILIÁRI
ao povo de Ber PO!'abi(t/t~ l OJrt~~' tHra(e1a~õ.o. Cu/1( a!«ta ta~ ~ tulut bf!'t10jat(t~ tt(M r«fl O~t«f'O tf,fá/!'OIKi Rua Canário, 1349 - Mo,Jra• S~~] Fone: (011) 241-4820 e 542~92S0
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~ ZE ~N~ru~~~ Apesar dos muitos desafios A determinação e força de um povo presentes, 5ertioga tem definem as bases do desenvolvimento muito o que comemorar neste de sua história. Bertioga começou 19 de maio de 1995. Nossos assim, apontando e definindo votos são de que, a cada a própria trajetória pelo processo democrático. ttoje, o Dia 19 de Maio ano, os motivos para comemoração se multipliquem se estabelece e é lembrado como ponto de transição fundamental e marcante. O mesmo se dará a cada conquista que, inevitavelmente, será ~ - - - -- - - - - - - - - - Av. Abílio Santos Branco, 461 a maior bandeira deste município.
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Parabenizo os bertioguenses pelo 4º ano de Emancipa~o Político-Administrativa
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Ao povo de Bertioga, parabéns pelo 4º aniverário de emancipação
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Tonjnho Qodá3uee Vereador
Neste 19 de maio homenageio, com orgulho e altivez, o mur.icípio e a comunidad e bertioguen se, que são os -pe~dões desta data tão significativa . J oôé Car/oô B uzinara ,•:• .', ··. ' · ' : · Ve read o r . • / •••
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Rosely Rodrigues
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ARQUITETA
A pesar ,de muitos obstáculos, chegamos onde quenamos, estamos comemorando mais 1anos de liberdade. Pelo seu 4° ano de emancipação, Parabéns Bertíoga f Projetos, Legalizações, Cons~
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-Ad. _rn_. d -• 0- b -r as
Av. Anc~if!ta, 11 .136 ~d:)ndaiá .- B~rtioga - Caixa Postal 24 ,..
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1 J1
MA/0195
Receita
Orçamento aumenta 150% O orçamento mun ic ipal de Be11ioga para o ano de 1995 é cerca de 150% maior do que o do ano passado. Enquanto a c ifra de 1994 ficou em USS 10,5 milhões. para este a no o , ·a lo r lixado é de RS 24 . 7 milhões ( US$ 27.5 milhões). A previsão orçamentá ria funciona co rn o um dos te rm ômetros do ri tm o de cresc imento de um município. Esta evo lução do orçame nto bertioguense se deve a vários fatores, confom1e explicação do secretá rio municipal de Administração, Ern esto Perez. A cobrança de ICMS ( Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ) da usina de ltatinga - uma das conquistas recentes da Prefeitura de Bertioga - e o aumento da arrecadação de impostos foram alguns dos fatores que elevaram o orçamento deste ano. " Recebemos impostos referentes a g lebas de imôveis novos", di sse o secretário . Outro agente respon sáve I pel o
cresc ime nto do orça me nto, ainda de acordo com Perez, é o recebimento. pelo Município. de roya lt ies sobre as operações da Petrobrás dentro do te rritório municipa l. Praticamente metade - R$ 12 mil hões - da prev isão orça m e nt ária deste a no será destinada às secretarias de Planejamento e Obras e de Educação e Desenvolvimento Cu ltura l. Planejame nto e Obras deve ficar com a maior fatia do total : 29,45%. Já para Ed ucação e Desenvolvimento C ultura l. o percentual é de 27,25%. A Secretaria de Saúde e Bem Estar Social, qu e no ano passado recebeu 38% do orçamento, este ano terá 16,43 %. Em valores absolutos, no e ntan to , o dinh ei ro a ser aplicado em 9 5 - cerca de R$ 4 111 i!hões supera os USS 3,8 m ilhões de 1994. "No ano passado, Bertioga foi o-municipio que mais investiu em saúde" , comemora o secretário da Administração.
1111m ■111mit1Hil!IIIRI~ ?••·· · º ~f:~~;~~aj tjiüiji~irt~Í4~ ª~~í;ik .· dfªIT~ng11çã().}Jq.·
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triplicar a .ca.pasi.q.~ 4)
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Prefeitura já tem casa própria Acabou, em fins do último mês de abril, a novela em torno do prédio da antiga indústria Pesca Nova , ocupado pe la Prefeitura de Be11ioga desde o início da Administração Municipal. O imóvel de 10 mil 111 2 , numa área de 70 mil 111 2 , no bairro do ltapanhaú, foi vendido pela empresa ao Municíp io, para servir defin itivame nte como sede do Executivo bertioguense. Há vários meses , a Prefe itura vinha man te ndo negoc ia ções com a Pesca Nova com o objetivo de ter a posse do préd io, pelo qual paga um aluguel de
R$ 1.906,00, em valores de abril. Mais recentemente, o Município propôs uma permu ta do imóve l. po r duas áreas munic ipai s loca li zadas na Riv iera de São Lourenço , mas houve im ped imento s legais . Fracassada a tentativa de permuta, a Prefeitura decid iu comprar as instalações da Pesca Nova, por R$ 3,5 milhões, valor aceito pe la empresa. Orlandin i afirmou que o pagamento será feito a partir de janeiro de 1996 , em do ze parce las igua is , term inando antes do final da atual gestão.
CONSTRUTORA
Consaj ERGUENDO SOLUÇÕES
lncorpora,ões e Participa,ões LTDA
Pelas suas belas praias
Pela beleza dos seus rios e do seu verde Pela sua hospitalidade Por sua confiança no futuro Pelos seus 4 anos de emancipação. Por tudo isso, Parabéns Bertioga
. Riviera de São Lourenço .
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MA/0195
C~)STA NOffl r:fJ - - - - - -111n <I>
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Marco histórico da origem da cidade, o Forte São João em foto feita em 1906, uma época em que não havia casas comerciais, o Pier Ucurgo Mazzoni, as lanchas e os jet ski para enriquecer a paisagem. Mas apesar da evolução urbanística na área central de Bertioga, o Forte tem o mesmo aspecto até hoje.
O passado
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da cidade, em fotos
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Uma casa típica do centro de Bertioga no começo do século (1906 ). O imóvel ficava atrás do F.orte-São João e' fÓidemólidd.,' ·: .' . : · •
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Torres de telégrafo sobre_ o an_a de Bertiga, em outro registro feito no início deste século • ""
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