Ano VI - Edição42 - Junho / Julho 2021
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06 AVICULTURA Cobb-Vantress doa 18 toneladas de alimentos congelados 15 INFO Itamar Borges assume a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de SP
12 e 13 AMBIENTE Período de estiagem e o aumento do risco de incêndios em áreas de vegetação
18 FRUTO Pesquisa inédita identifica três variedades de acerola para cultivo 21 CIÊNCIA Couro anticovid 22 e 23 SEGURANÇA Mapeamento Rural garante segurança de propriedades na região de Paulo de Faria
17 PECUÁRIA Angus divulga nova lista de reprodutores melhoradores para produção de carne
24 e 25 ALIMENTO Superalimento: conheça a planta orapro-nóbis
26 AGRONEGÓCIO Valor bruto da produção agrícola deve bater um novo recorde em 2021
40 e 41 LEILÃO Tanabi Leilões completa 4 anos 42 MÚSICA Conheça a dupla rio-pretense Anderson e Alessander
32 e 33 MELIPONICULTURA Abelhas sem ferrão R
Av. Alberto Andalo, 2641 / Sala 02 – Centro Cep: 15015-000 - São José do Rio Preto/SP Contatos Redação e Publicidade: (17) 3022-2527 / 98152-5400
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Ano VII – Edição 42 Junho / Julho 2021
Diretor Geral Leandro Gasparetti contato@magazineagrofest.com.br
Tiragem 5 Mil Exemplares Periodicidade Bimestral Distribuição Gratuita
Diretor Comercial José Eduardo Costa comercial@magazineagrofest.com.br
AGROFEST - Uma revista inovadora, informativa e de alto nível. Que foca em temas como a Suinocultura, Avicultura, Pecuária, Piscicultura, Agropecuária, Eventos, Feiras, Exposições e Rodeios, com o intuito de aproximar empresas, técnicos, produtores, parceiros, clientes entre outros.
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Jornalista Responsável Leandro Gasparetti MTB: 76039/SP Jornalista Gabriela Sauer – MTB: 0088662/SP Fotografia Leandro Gasparetti Projeto Gráfico | Diagramação REDE AG - 17 99179-1411 Impressão Gráfica Fotogravura Rio Preto Redes Sociais/Artes Leticia Pinesso Contabilidade Trevizan Contabilidade Auditoria Osmar Trevizan Auditores e Consultores
*Reproduções totais ou parciais das matérias e fotos, aqui publicadas, só serão permitidas por meio de autorização expressa dos editores. As informações prestadas nas páginas de publicidade, são de inteira responsabilidade dos clientes. Artigos assinados por colaboradores não expressam a opinião da Revista.
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AgroSolidariedade
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COBB-VANTRESS DOA 18 TONELADAS DE ALIMENTOS CONGELADOS
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Com o objetivo de contribuir para minimizar os efeitos da pandemia de Covid-19 em famílias em situação de vulnerabilidade, empresa intensifica ações sociais em suas regiões
Cobb-Vantress anuncia a doação de 18 toneladas de alimentos congelados para famílias em situação de vulnerabilidade diante da pandemia de Covid-19. A ação aconteceu nas seis cidades onde a empresa tem unidade instalada, como Campina Verde e Itapagipe em Minas Gerais; Água Clara, no Mato Grosso do Sul e Ipiguá, Guapiaçu e Palestina no Estado de São Paulo. O objetivo foi contribuir para reduzir o impacto da crise social que veio com a pandemia justamente neste momento de agravamento da situação sanitária em nosso país combinada com uma redução das contribuições que vemos anunciada nos meios de comunicação, afirmou a diretora de Recursos
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Humanos da Cobb-Vantress Luana Ragonezzi. De acordo com ela, foram distribuídos 1.800 kits de alimentos congelados. Estes kits foram entregues às prefeituras de cada cidade, que ficaram responsáveis pela distribuição. “A Cobb tem a responsabilidade social muito arraigada em sua cultura, por isso sempre contribuímos com as comunidades em nossas regiões. Entretanto, vimos a necessidade de intensificar estas ações desde o ano passado, com o início da pandemia. Assim, temos ampliado nossa rede de colaboração e também começamos a divulgar algumas destas iniciativas com o objetivo de influenciar outras medidas nesta direção”, pontuou a executiva.
LUANA RAGONEZZI
Diretora de Recursos Humanos da Cobb-Vantress
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AgroDestaque
Fonte: Embrapa/ HF Brasil - Foto: Freepik
EXPORTAÇÃO DE MANGA BRASILEIRA BATE RECORDE A manga é uma das principais frutas tropicais exportadas pelo Brasil e, mesmo dian-
te da pandemia da Covid-19, ultrapassou recordes de exportações durante o ano de 2020. O Observatório do Mercado de Manga da Embrapa, a partir de dados do Comex Stat (MDIC), apontou que os valores e volumes cresceram mais de 10% em relação ao ano anterior. Em 2020, as exportações da manga nacional, em especial das variedades Tommy Atkins para o mercado americano; e Kent, Keitt e Palmer para a Europa, atingiram o valor de U$S 246,9 milhões com a venda para o mercado externo de 243,2 mil toneladas de manga. Durante os primeiros cinco meses, o valor exportado se manteve na média histórica, enquanto nos meses de junho a dezembro atingiram o recorde de valores já alcançados desde 2012, período analisado pelo Observatório. Agora, em 2021, as exportações brasileiras de manga já apresentam bom desempenho. Segundo dados da Secex (Secretaria de Comércio Exterior), o Brasil exportou, no primeiro bimestre, 15,3 mil toneladas da fruta, aumento de 5% frente ao mesmo período do ano passado.
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Foto: Divulgação
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CRIADOR DE ABELHAS JÁ PODE EMITIR A GUIA DE TRÂNSITO ANIMAL A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do estado de São Paulo habilitou acesso para emissão de Guia de Trânsito Animal (GTA) eletrônica para abelhas, garantindo mais agilidade ao apicultor e ao meliponicultor. A emissão do documento através do sistema Gestão de Defesa Animal e Vegetal (Gedave), vinculado à Coordenadoria de Defesa Agropecuária já está disponível para que o criador possa emitir a guia para qualquer finalidade de trânsito dentro do território paulista. “A GTA é um documento zoosanitário necessário para movimentação das colmeias dentro do território nacional que dá segurança ao produtor e permite que o serviço veterinário oficial, através da rastreabilidade sanitária possa tomar medidas urgentes para detecção, controle e erradicação de doenças das abelhas, que possam comprometer a produção e trazer prejuízo econômico ao produtor”, disse a médica veterinária Maria Carolina Guido, responsável junto à Defesa Agropecuária pelo Programa Estadual de Sanidade das Abelhas (PESAb). Para ter acesso a esse benefício é preciso estar cadastrado no sistema da Defesa Agropecuária: www.defesa.agricultura.sp.gov.br
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Foto: Freepick
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AgroAmbiente
Foto: Leandro Gasparetti
PERÍODO DE ESTIAGEM E O AUMENTO DO RISCO DE INCÊNDIOS EM ÁREAS DE VEGETAÇÃO
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onsiderada a época mais seca do ano, com ausência de chuvas e baixa umidade, o período de estiagem concentra o maior índice de incêndios em vegetações, eles acontecem com frequência em propriedades rurais que ficam às margens das estradas, onde qualquer toco de cigarro pode causar um incêndio de maiores proporções. Alguns são criminosos, outros causados por raios, e, ainda por falta de limpeza de terrenos, podendo consumir grandes áreas de plantações ou matas. Um alerta para os próximos meses, até meados de outubro. Durante o período de estiagem, a Polícia Ambiental atua na prevenção do fogo e faz a fiscalização posterior a algum acidente. “De forma preventiva fiscalizamos o tamanho de aceiros, limpeza, se os equipamentos estão em dia, se o caminhão pipa está onde
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deveria estar, o plano de contenção das usinas. Em caso de fogo, a gente age de forma repressiva, vamos apurar as causas que deram origem ao incêndio, agir tomando medidas admi-
nistrativas ou penais. Atuamos antes e depois”, explica o Capitão PM Antonio Carlos de Souza Pilon, Comandante da 1ª Companhia de Polícia Ambiental, sediada em São José do Rio Preto.
Mapa de calor dos focos captados durante a Operação Corta Fogo 2020
Fotos: Leandro Gasparetti | Polícia Ambiental
Capitão PM Antonio Carlos de Souza Pilon, Comandante da 1ª Companhia de Polícia Ambiental, sediada em São José do Rio Preto Prevenir é melhor do que apagar: Desde maio, a Polícia Ambiental intensificou as ações destinadas a prevenção, controle e monitoramento áreas prováveis a incêndios. Entre elas, a “Operação Huracán” juntamente ao Ministério Público do Estado de São Paulo, e, com intuito complementar à “Operação Corta Fogo”. Durante a “Huracán”, 824 propriedades rurais as margens de rodovias (faixas de domínio) e zonas de amortecimento de unidades de conservação foram vistoriadas, cujos responsáveis receberam orientações quanto às medidas de prevenção, como a manutenção
dos aceiros nos canaviais e os planos de prevenção contra incêndio. As ações conjuntas seguirão durante todo período de estiagem com previsão de término no mês de outubro. “Foram encontradas algumas inconformidades, em um número não tão baixo, não está como esperávamos, como deveria estar. A Operação foi necessária e realmente muito eficaz, os pontos vistoriados foram baseados em nosso mapa de calor. Um prazo foi estipulado para que as irregularidades sejam corrigidas, caso isso não aconteça, medidas admirativas serão tomadas junto ao Ministé-
rio Público”, conta o Capitão Pilon. Sobre os impactos ao meio ambiente, a Polícia Ambiental acautela em relação a fertilidade do solo e os danos a biodiversidade, além de interferir na qualidade do ar e na saúde das pessoas com o agravamento de sintomas de doenças respiratórias. Crime Ambiental - Provocar incêndio em mata ou floresta, ou seja, conduta e atividade lesivas ao meio ambiente são tipificadas como crime ambiental. Conheça a legislação vigente: Lei Estadual 10.547/200; Decreto Estadual 56.571/2010; Resolução SMA 23/2011.
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AgroInfo
Foto: Fernando Goss | Fonte: EMBRAPA
MINISTÉRIO FAZ ALERTA PARA CONTER ENTRADA DE PRAGA QUARENTENÁRIA DA BANANEIRA NO BRASIL
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rodutores de banana e demais envolvidos na cadeia produtiva da fruta, foram alertados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para reforçarem a atenção na ocorrência de sintomas de Fusarium oxysporum f. sp. cubense Raça 4 Tropical (Foc R4T), considerada a maior ameaça para a bananicultura mundial. A doença já chegou à Colômbia e o Serviço Nacional de Sanidade Agrícola do Peru (Senasa) confirmou a ocorrência de foco da doença no país. Diante da ameaça, o Mapa emitiu aler-
ta de emergência fitossanitária em todo o Brasil, reforçando a importância da realização das articulações necessárias junto aos órgãos estaduais de sanidade vegetal, associações de produtores, órgãos de assistência técnica, pesquisa e outros, visando evitar prejuízos aos bananicultores nacionais, no caso de sua eventual introdução no país. No Comunicado Técnico nº 149 elaborado pela Embrapa Amazônia Ocidental, com a participação de técnicos do Ministério, consta orientações atualizadas sobre a praga, identificação dos
sintomas, cuidados a serem observados durante o levantamento e as providências nas eventuais suspeitas de ocorrências no país. Em caso de identificação de sintomas característicos da praga, os produtores, responsáveis técnicos, extensionistas ou pesquisadores devem comunicar imediatamente os Serviços de Sanidade Vegetal nas Superintendências Federais de Agricultura do Ministério da Agricultura ou nas Agências Estaduais de Defesa Agropecuária nos seus respectivos estados.
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Foto: Divulgação
AgroInfo
ITAMAR BORGES ASSUME A SECRETARIA DE AGRICULTURA E ABASTECIMENTO DO ESTADO DE SÃO PAULO
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deputado estadual Itamar Borges assumiu no dia 1º de junho, a gestão como secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, com a missão de fortalecer o agro paulista. Francisco Matturro é o secretário-executivo da Pasta Estadual. “Agradeço a Deus, minha família e a todos que me apoiaram para que eu chegasse até aqui, em particular ao governador João Doria e o vice-governador Rodrigo Garcia pelo convite para assumir essa missão de trabalhar pelo agro, pelo produtor e pelo setor. Trabalhar por São Paulo e também ajudar nosso País na construção de um agro mais forte e pujante que cuide do fortalecimento interno e o apoio para o crescimento externo”, afirmou Itamar. A sua primeira reunião contou com a participação de representantes de entidades do setor, que fazem parte do Fórum Paulista do Agronegócio. Na abertura, Itamar Borges reafirmou que pretende continuar com sua filosofia de trabalho baseada no diálogo, buscando formar consensos. Para o secretário, exigências colocadas na legislação de última hora só servem para prejudicar a atividade e estimular o confronto. Seguir o que a legislação determina é
fundamental; no entanto, uma escuta cuidadosa ao setor contribui para uma jurisprudência mais robusta. O primeiro dia do secretário também teve reuniões com o ex-ministro Ro-
berto Rodrigues. Itamar ainda recebeu associados às entidades de pesquisadores, técnicos e assistentes agropecuários, entre outros profissionais do agro.
Itamar Borges Secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo
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Foto: Divulgação
AgroColunista
METRITE PUERPERAL AGUDA: UMA DOENÇA DE CARÁTER EMERGENCIAL!
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s infecções uterinas são geralmente causadas por bactérias inespecíficas e causam grande prejuízo para a produção leiteira. Dentre as principais infecções uterinas em bovinos, podemos citar: Metrite puerperal aguda, Piometra, Endometrite clínica e Endometrite subclínica. A metrite puerperal aguda ocorre geralmente na primeira semana pós-parto. Está relacionada com retenção de placenta, partos difíceis e partos gemelares. Ocorre com maior frequência em vacas com escore de condição corporal abaixo de 2 ou acima de 4. Caracteriza-se pelo aparecimento agudo de sinais de toxemia ou septicemia, febre alta, depressão e anorexia com queda severa da produção de leite, além de descarga uterina aquosa e fétida. O diagnóstico é simples, histórico de parto recente, com sinais de toxemia e descarga uterina fétida. Recomenda-se que as vacas doentes sejam examinadas para excluir a possibilidade de mastite aguda, deslocamento do abomaso, pneumonia, peritonite ou qualquer outra enfermidade sistêmica. Mas, afinal, como o útero se contamina com bactérias? A verdade é que toda vaca apresenta contaminação bacteriana no útero! Antes, acreditava-se que a contaminação bacteriana do útero ocorria no momento do parto e do pós-parto, mas hoje em dia se sabe que o útero, mesmo antes da gestação, e durante a mesma, já possui uma flora bacteriana. Então, por que uma vaca desenvolve doença e outras, não? Provavelmente devido ao tipo e quantidade dessa contaminação. Além disso, o sistema imunológico do animal interfere nisso. Assim, a doença é resultado de um
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equilíbrio entre contaminação e sistema imunológico. O tratamento para a metrite puerperal aguda é a administração sistêmica de antibióticos. É indicado o uso de antiinflamatórios não esteroides e, se necessário, recomenda-se a utilização de uma terapia de suporte mais agressiva, inclusive fluidoterapia intravenosa ou oral. Em muitas fazendas adota-se a prática do exame periódico de todas as vacas, duas vezes ao dia nos primeiros 10 dias pós-parto. Todas as vacas são examinadas, a temperatura e o teor de cetonas na urina são mensurados, o leite é examinado para verificar a presença de sinais de mastite, a motilidade do rúmen é confirmada e as fezes são avaliadas. Recomenda-se que todas as vacas com temperatura corporal acima de 39,5 ºC sejam tratadas com antibiótico por via parenteral. Em casos graves, pode ser necessária a fluidoterapia. Não há indícios, de que a infusão intrauterina de antibióticos ou antissépticos tenha alguma utilidade, especialmente quando se avalia o desempenho reprodutivo posterior, podendo ser prejudicial. A maioria das vacas, quando tratadas no momento certo, se recupera rapidamente da metrite puerperal aguda. Muitos distúrbios no período periparto têm relação entre si e, assim como a metrite puerperal aguda geralmente ocorre após retenção de placenta, ela própria representa um fator de risco para complicações posteriores, tais como formas crônicas de endometrite, mastite, deslocamento do abomaso, cistos ovarianos e mesmo o aborto na gestação seguinte. A metrite puerperal aguda aumenta o risco de infertilidade e descarte.
RICARDO PAULINO DE OLIVEIRA Médico Veterinário CRMV/SP nº 22.290
Foto: Gabriel Oliveira
AgroPecuária
ANGUS DIVULGA NOVA LISTA DE REPRODUTORES MELHORADORES PARA PRODUÇÃO DE CARNE
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pós passarem pelo crivo da Associação Brasileira de Angus, 1.459 animais da raça, sendo 851 machos e 608 fêmeas, irão estampar em seus registros genealógicos o Selo Seleção Qualidade de Carne. A chancela, lançada em novembro de 2020, reconhece exemplares Angus superiores em dados de carcaça. Ao todo, 22.200 reprodutores passaram pela avaliação da Angus. No ano passado, 1.089 animais foram condecorados com o selo. Ou seja, hoje, a Angus soma 2.548 reprodutores que se destacam na produção de carne de qualidade com o crivo. Para o médico veterinário e gerente de Fomento da Associação, Mateus Pivato, o Selo Seleção reforça a importância de selecionar o rebanho para características de carcaça. “Ao avaliarem seus animais através da ultrassonografia de carcaça, os criadores terão em mãos dados que lhes auxiliarão na produção de carne de qualidade. E com o selo, a garantia de que esses possuem
genética de ponta para transmitir para as próximas gerações”, destacou. O Selo Seleção considera reprodutores que estão entre os 20% melhores para Índice Bioeconômico de Carcaça (IBC) e para Percentagem de Gordura Intramuscular (marmoreio), além de terem DEPs positivas para Área de Olho de Lombo (AOL), Espessura de Gordura Subcutânea (EGS) e Espes-
sura de Gordura na Picanha (EGP8). Para participar, os criadores precisam avaliar seus animais no Programa de Melhoramento de Bovinos de Carne (Promebo) e fazerem avaliação dos exemplares por ultrassom de carcaça. As listas de animais com o Selo Seleção Qualidade de Carne podem ser conferidas no site da Associação Brasileira de Angus.
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AgroEvento
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Fotos: Leandro Gasparetti
Casa da Agricultura é reaberta em Rio Preto
tendendo ao pedido de produtores e entidades do setor Agro, que há mais de um ano estavam sem atendimento presencial em função das restrições sociais provocadas pela pandemia de COVID-19, a Casa da Agricultura de Rio Preto foi reaberta pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, em ato simbólico, no dia 12 de junho, o secretá-
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rio estadual Itamar Borges anunciou a reabertura em todo Estado. O ato também marca a primeira visita oficial como secretário a Rio Preto. “Deixei Rio Preto revigorado para enfrentar os outros grandes desafios da Secretaria, com o objetivo de fortalecer toda cadeia do agro paulista, com especial atenção ao pequeno produtor, que precisa do amparo do Estado”, disse
Itamar. O evento contou com a presença do prefeito Edinho Araújo, dos presidentes do Sindicato Rural de Rio Preto, Sérgio Expressão, da Agroesp, Sergio Diehi, do Sindefesa, Francisco Pereira Neto, do produtor e empresário do setor, Osmair Guareschi, do deputado federal Luiz Carlos Motta e do secretário-executivo Francisco Matturro, entre outros.
AgroInfo
Foto: Divulgação | Fonte: Sec. da Fazenda e Planejamento do SP
SELO DE PROCEDÊNCIA DA ÁGUA ENVASADA PASSA A SER OBRIGATÓRIO EM SÃO PAULO
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ornou-se obrigatório no Estado de São Paulo, desde fevereiro de 2021, o uso do Selo Fiscal de Controle e Procedência em todo recipiente retornável com valor superior a 4 litros de água dos tipos: mineral, natural ou potável de mesa e adicionada de sais. A legislação também é válida para todos tipos de água provenientes de outras federações e com comercialização em todo território paulista. O Selo Fiscal, que deve vir afixado ao lacre do recipiente, garante ao comercializador e ao consumidor que o produto é procedente de estabelecimento envasador devidamente credenciado junto à Secretaria da Fazenda e Planejamento e aos demais órgãos de controle de procedência (recurso água e licença ambiental). Qualquer pessoa consegue consultar o Selo de Procedência, basta acessar o site da Secretaria da Fazenda e Planejamento: https://portal.fazenda.sp.gov.
br/servicos/selofiscalagua A multa para o envasador que descumprir a medida ou o distribuidor que circular ou comercializar galões sem o selo é de quatro Unidades Fiscais do Estado de São Paulo – UFESPs para cada recipiente encontrado sem o selo fiscal, o que corresponde em 2021 a R$ 116,36.
O consumidor que encontrar alguma irregularidade pode fazer a denúncia por e-mail para setorialbebidas@fazenda.sp.gov.br, detalhando o máximo de informações possíveis, tais como data da aquisição do produto, fotos da nota fiscal e da embalagem, código de barras e nome da empresa.
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AgroCiência
COURO ANTICOVID U ma solução inovadora para o controle do coronavírus foi lançada pela JBS Couros, o couro anticovid, o qual recebe um aditivo de micropartículas de prata, que possuem ação antiviral, nanotecnologia capaz de inativar 99% do vírus cerca de meia hora depois de entrar em contato com ele. A tecnologia é totalmente brasileira e foi desenvolvida em 10 meses. Os testes sobre a eficácia do couro anticovid foram coordenados pelo pesquisador do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, Lúcio Freitas. “O uso de nanotecnologia aumenta a superfície de contato da prata e sua estabilidade no couro, potencializando a ação antiviral”, afirma o pesquisador. O couro é indicado para superfícies que podem estar em constante exposição ao vírus, como móveis, assentos e volantes de veículos, além de roupas, bolsas e carteiras, entre outros inúmeros itens confeccionados com a matéria-prima. “Nosso couro passou por testes científicos que comprovam a inativação do vírus sars-cov-2”, reforça
o presidente da JBS Couros, Guilherme Motta. A tecnologia consiste em utilizar sais de prata sintetizados e estabilizados por nanotecnologia.”As micropartículas de prata são capazes de inativar o vírus por dois mecanismos: em sua membrana - onde rompem esse revestimento externo do vírus e inativam sua
Fonte/Foto: JBS Couros
entrada nas células hospedeiras, e no RNA (ou no DNA), onde oxidam o material genético do vírus exposto, inativando sua capacidade de multiplicação”, afirma o cientista de materiais Daniel Minozzi, fundador e diretor da Nanox, empresa especializada em nanotecnologia e antimicrobianos que desenvolveu o aditivo usado pela JBS Couros.
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AgroSegurança
Foto: Gisele Menegasse | Leandro Gasparetti
Mapeamento Rural garante segurança de propriedades na região de Paulo de Faria
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esde 2017, a cidade de Paulo de Faria- SP, conta com um programa de mapeamento rural desenvolvido por dois policiais militares do Quinquagésimo Segundo Batalhão de Polícia Militar do Interior (52º BPM/I) A ideia foi concebida por iniciativa do Sargento PM Vaelinton, a época Comandante do Grupamento Policial de Paulo de Faria e do Cabo PM Pio, em busca de garantir mais segurança às propriedades rurais e facilitar o atendimento de ocorrências no campo, sendo que atualmente , o que era um projeto incipiente se tornou efetivo e sólido, tendo a continuidade dos trabalhos sido seguida pelo Sargento PM Denis, atualmente Comandante do efetivo de Paulo de Faria. As 243 propriedades foram georreferenciadas, cadastradas e cada uma recebeu um número de identificação. “A área foi dividida em cinco quadrantes, todas as informações e imagens foram compiladas em apostilas, que ficam à disposição da Polícia Militar, Am-
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biental, Civil e na base do helicóptero Águia, facilitando a localização rápida das propriedades que acaba por contribuir na diminuição do tempo resposta da Polícia Militar entre o recebimento da chamada e a chegada da equipe do policiamento ostensivo”, explica o Sargento Vaelinton. Cada sítio, chácara e fazenda foi numerado visualmente, na placa de entrada, ou no mourão de cerca e também
no telhado do barracão ou residência. “Havia muita dificuldade de encontrar as propriedades apenas por nomes, agora, com os números e coordenadas, conseguimos chegar com mais rapidez. Agilizou muito o atendimento de ocorrências”, destaca o Sargento. E, consequentemente, o programa de Mapeamento Rural, inibiu crimes de roubo e furto nestas áreas. “Antes, registrávamos a média de até doze
ocorrências ao mês. Hoje, dificilmente passamos de duas”, salienta o Policial Militar. Paralelamente, um grupo de WhatsApp foi criado pela vizinhança para troca de informações sobre qualquer situação suspeita. A excelência do programa implantado em Paulo de Faria, desperta no policial militar o interesse de expansão. “Temos projetos de fazer o mapeamento em outras cidades de abrangência do nosso Batalhão”, conta Vaelinton.
Sargento PM Denis
Sargento PM Vaelinton
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AgroAlimento
Superalimento: conheça a planta ora-pro-nóbis
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ra-pro-nóbis, planta originaria do continente americano, encontrada em abundância na região sudeste do Brasil, muito comum em quintais, de fácil cultivo e alto valor nutricional, pode ser usada como ornamento e alimento. A ora-pro-nóbis é uma hortaliça não convencional (PANC). Da família dos cactos, a trepadeira é muito usada como “cerca viva”, seus ramos espinhosos podem chegar até 5 m altura de altura, ajudando a proteger ambientes. A plantas muitas vezes cresce espontaneamente. Sua floração acontece em apenas um dia, podendo ser de janeiro a abril, com flores pequenas e perfumadas, de coloração branca. A produção de seus frutos ocorre de junho a julho, são pequenas bagas amarelas e redondas, também comestíveis. As folhas secas, moídas ou frescas
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são a parte comestível e podem ser usadas em receitas como sopas, omeletes, tortas, refogadas ou em saladas. A ora-pro-nóbis é um alimento funcional, de paladar neutro e fácil digestão, é indicada para enriquecer as refeições do dia-a-dia, mas ainda pouco utilizada. De acordo com a nutricionista Ana Carolina São Bento, a ora-pro-nóbis tem alto teor de fibras, vitaminas e minerais. “Como é rica em fibras, é muito importante para o sistema digestivo e também ajuda na saciedade”, explica Ana Carolina. E, ainda pode contribuir diretamente para um organismo saudável e forte. “A ora-pro-nóbis fortalece a imunidade, pois é fonte de vitaminas A, C e do complexo B, vitaminas essas indispensáveis para o nosso organismo”, completa a nutricionista. Assim todas as plantas medicinais, a
ora-pro-nóbis possui propriedades terapêuticas muito importantes. “Funciona como agente detox, auxiliando na limpeza do organismo, ou seja, ajuda
ANA CAROLINA SÃO BENTO
NUTRICIONISTA - CRN: 14.317
Fotos: Leandro Gasparetti
eliminar toxinas; contém fenóis, que são conhecidas pelas suas propriedades antioxidantes. A planta também atua como anti-inflamatório natural”, afirma. Com baixo teor calórico, cada 100 g da folha possuí 26 calorias. “Sobre o consumo diário, não existe uma fórmula de quanto se deve comer por dia, mas o equilíbrio é importante para todos os alimentos”, recomenda Ana Carolina. Você sabia? Em latim ora-pro-nóbis significa “rogai por nós”, segundo a tradição, o nome teria sido criado por pessoas que colhiam as folhas no quintal de um padre, enquanto ele rezava missas em latim. Em 100 g de ora-pro-nóbis, possuí mais proteínas do que em 100 g de carne. Carne dos Pobres A planta teve papel fundamental na alimentação de escravos e, por isso, ficou conhecida também como “carne dos pobres” pela sua alta concentração de proteína.
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Foto: Leandro Gasparetti Fonte: Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)
VALOR BRUTO DA PRODUÇÃO AGRÍCOLA DEVE BATER UM NOVO RECORDE EM 2021
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egundo estimativa da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o Valor Bruto da Produção (VBP) da agropecuária, que projeta a receita do setor primário (dentro da porteira), deve bater um novo recorde em 2021, podendo chegar a R$ 1,192 trilhão, alta de 15,2% na comparação com o ano passado. A alta no faturamento é puxada pela demanda internacional de commodities. Agrícola: Para a atividade agrícola, a previsão de faturamento para este ano é de R$ 798,69 bilhões, elevação de 19,3% na comparação com 2020, reflexo da safra de grãos e da alta dos preços das principais commodities no mercado internacional. O VBP da soja deve alcançar R$ 390 bilhões em 2021 (alta de
33,6%), enquanto o milho deve ter incremento de recita de 32,2%, chegando a R$ 160,41 bilhões. Pecuária: Em relação à pecuária, a estimativa para 2021 é de alta de 7,6% frente a 2020 e o VBP deve superar R$ 394 bilhões. A carne bovina é o principal destaque, com previsão de crescimento de 14% no faturamento da cadeia (R$ 206,68 bilhões). O desempenho é resultado do aumento tanto de preços (11,7%) quanto da produção (2,4%). Aviário: O segmento de aves também é destaque na pecuária, com projeção de crescimento de 4,6% nesse ano na comparação com 2020. Assim, o valor bruto da produção do setor deve alcançar R$ 64,42 bilhões. De acordo com a CNA, o bom resulta-
do do VBP é impulsionado principalmente por commodities (mercadorias em estado bruto ou de simples industrialização, negociadas em escala mundial e comercialização estabelecida no mercado financeiro, com preços normalmente em dólar e que oscilam de acordo com a oferta e a demanda internacionais) produzidas no país como soja, milho, trigo e algodão. Uma das exceções neste ano tem sido o café. Embora seja uma commodity, a tendência é de redução do VBP da cultura em razão da queda de produção típica da cultura em anos de bienalidade negativa. Produtos voltados ao consumo doméstico, como tomate, mandioca e maçã, também apresentam tendência de retração no faturamento.
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AgroNovidades
A Casa da Vó Cida E
Fotos: Divulgação
m julho, inaugura no Villa Orgânica, o Restaurante Casa da Vó Cida, dos empresários Bruno Garisto, Gustavo Malandri e Leonardo Conte. Atrás do Villa Conte, no Distrito Engenheiro Schmitt, o local fica em meio à natureza e será um ponto de encontro completo para os ciclistas, opção de lazer e gastronomia para toda família. O nome é uma homenagem à avó de Gustavo e Leonardo. “Minha vó nos inspirou na gastronomia, vamos homenageia-la em vida”, conta Gustavo. Parada para um lanche ou café, piquenique e entretenimento, o espaço contará ainda com estacionamento para bicicletas, campo de futevôlei, tênis de mesa e jogos de tabuleiro. No cardápio, comida caipira, com gostinho da de vó, da fazenda para mesa. Informações 17 17 99701-9765
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AgroAbelhas
Fotos: Freepik | Leandro Gasparetti
ABELHAS SEM FERRÃO
MELIPONICULTURA
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ntes mesmo da chegada de espécies estrangeiras por aqui, as abelhas nativas ou abelhas sem ferrão já povoavam o Brasil, sendo as principais responsáveis pela polinização da grande maioria de plantas do nosso país. Em torno de 90% das espécies da Mata Atlântica dependem das abelhas sem ferrão para se reproduzirem, sendo ainda, responsáveis por 80% da polinização agrícola. São conhecidas também como melíponas e, a sua criação racional é denominada como meliponicultura, atividade que caiu no gosto de muita gente.
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Existe uma variedade de espécies, mais de 300, entre elas Jataí, Mandaçaia, Uruçu, Guaraipo, Manduri, Bugia, Mirim e outras centenas. Essas abelhas produzem mel orgânico, com aroma e sabor diferenciados, sendo até 3 vezes mais valorizado que o mel produzido pelas abelhas com ferrão. A criação de abelhas nativas sem ferrão oferece uma série de benefícios ao produtor, aproveitando o mel, pólen e própolis. Para o manejo, não são necessários equipamentos de proteção, são abelhas dóceis, por isso, podem ser criadas em residências e em áreas
urbanas. As colônias vivem em caixas de madeira, geralmente disponibilizadas por um meliponicultor, se alimentam do pólen das flores e ali mantêm o controle da produção e a família fortalecida.
Ailton Fontana apicultor e meliponicultor Em Novo Horizonte, Ailton Fontana é apicultor e meliponicultor, trabalha com a criação e manuseio de abelhas nativas sem ferrão da espécie Jataí e Mandaçaia, visando a produção de mel e própolis. Em seu negócio, ele comercializa o mel e seus derivados das abelhas Apis e da Jataí. “O mel da jataí é popularmente conhecido como
medicinal, considerado um antibiótico natural. Seu valor é mais elevado, porque as abelhas produzem apenas 500 ml de mel por ano. Com a pandemia, tivemos um grande aumento nas vendas, tanto de mel, como da própolis”, conta Ailton. Diferenciação: Mel de Jataí – De coloração clara, levemente ácido e muito
bastante popular por suas propriedades medicinais; Mel de Mandaçaia – Mel claro, é mais fluído por ter maior teor de água, sabor mais suave e adocicado de acordo com a florada. Curiosidade: Apesar do nome popular sem ferrão, essas abelhas possuem ferrão, porém ele é atrofiado, sendo assim incapazes de ferroar.
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AgroVeterinário AgroEmprego
Foto:|Divulgação Fotos: Freepik Divulgação
CONTRATO DE PARCERIA SEM VÍNCULO EMPREGATÍCIO
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alvez um dos grandes tormentos em algumas atividades rurais seja o “contrato de parceria” para exploração de terras, o qual por diversas vezes terminar por ser desconsiderado alcançando os direitos trabalhistas previstos na CLT. Nesse singelo artigo procuraremos resumir os nuances que levam a essa desconsideração e os cuidados necessários para prevalecer a parceria. Iniciamos nossas ponderações colocando na mesa a pergunta mais importante: até onde é mais interessante a parceria ao invés do “registro em carteira” ? . Antes de tomar essa decisão faça um estudo tributário, haja vista que em face de alguns benefícios voltados
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aos produtores rurais em relação aos custos (especialmente os previdenciários), por vezes, passa a ser mais interessante a anotação em CTPS, a qual trás algumas liberdades que podem se consolidar em ganho de produção. No entanto, sumariamente devido a exacerbada carga tributária e o paternalismo da legislação trabalhista, com diversas possibilidades de adicionais e penduricalhos que podem abrigar um simples registro, na maioria dos casos a parceria rural trás mais vantagens a ambas as partes, aumentando o ganho inclusive daquele que na relação entra com sua força laboral. Assim, passaremos a enumerar os cuidados para essa relação de parceria não se
tornar um passivo trabalhista. a) Principio da Primazia da Verdade Real: no direito do trabalho o mundo dos fatos se sobrepõe ao mundo dos papéis, então, tenha consigo que a elaboração de um magnífico contrato não é certeza do afastamento do vínculo ; b) rentabilidade: a essência da existência do contrato de parceria é justamente a soma do poder do capital (terra) com a força do trabalho (esforço), então, para que a relação de parceria seja justa a remuneração deve trazer rendimentos que realmente signifiquem um ganho relativamente maior que de um simples empregado, traduzindo, parcerias onde o resultado final daquele que entra com a força laboral
seja igual ou menor que do trabalhador comum, estão fadados ao fracasso; c) o poder de ordenar: não é verdade que nos contratos de parceria o parceiro outorgado (trabalhador) não posso receber ordens, é claro que pode, desde que sejam meramente “diretivas”, ou seja, para coordenar o trabalho, sempre trazendo colaboração para busca de maior eficiência e rendimento, somando experiências, o que se veda é por exemplo determinar o horário e final da jornada, ou então desvios de tarefas como logo abordaremos; d) desvio de função: o erro mais comum que termina por descaracterizar o contrato de parceria são os famosos “servicinhos” , do tipo “aquela roçada na sede da fazenda”, “aquele trato para as vacas” , ou seja, todo e qualquer trabalho que não faça parte da atividade em comum objeto do contrato não pode ser realizado pelo parceiro outorgado, e se o for, que não seja rotineiro e que tenha pagamento absolutamente autônomo dos rendimentos da parceria; e) conhecimento técnico: mister que o parceiro outorgado tenha o mínimo de conhecimento para realização das atividades, não podendo o mesmo nessa modalidade de contrato ser apenas um aprendiz doravante executor; f) liberdade de venda: finalmente a liberdade para o parceiro outorgado dispor de sua parte da produção se faz condição “sine quo non” para validade da parceria, podendo escolher para quem, por quanto e quando dispor da
JEAN DORNELAS
Advogado, Especialista em Direito Material e Processual do Trabalho, Diretor do Procon Municipal de São José do Rio Preto/SP
sua parte do resultado da exploração da terra, devendo obviamente ter sua própria inscrição de produtor. Enfim, após a reforma trabalhista da lei 13467/2017, houve grande evolução nas relações trabalhistas, onde o dese-
quilíbrio em favor dos empregados restou diminuído, trazendo a possibilidade de melhor acolhimento de outras modalidades de contratação como essa, mas como dito, todo cuidado é pouco.
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Foto Diogo Esperante - Apabor
AgroColunista
ANRPC APONTA PARA RESTRIÇÃO DE OFERTA DE BORRACHA NATURAL NO MUNDO
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m reportagem recente publicada pela agência Bloomberg, foi mostrado que, aparentemente, a oferta global de borracha está drasticamente reduzida, problema causado por uma série de fatores, como o crescimento repentino da demanda mundial, o aumento dos estoques na China e o fungo Pestalotiopsis, que ataca seringueiras no sudeste da Ásia, onde se estende por mais de 500 mil hectares. CURTO PRAZO No curto prazo, os Fatores Fundamentais permanecem Favoráveis. Para o segundo trimestre de 2021, a ANRPC prevê uma produção de 2.865 milhões de toneladas ante 3.218 milhões de toneladas consumidas. Médio prazo Para este ano, a ANRPC prevê um crescimento maior da demanda do que da produção. Se confirmado, esta será a primeira vez nos últimos 10 anos que isso acontecerá. A entidade prevê um crescimento na produção de 5,8%, num total de 13.812 toneladas. Destaque para Tailândia, Indonésia e Vietnã, que juntos respondem por quase 70% da produção mundial.
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Em relação ao consumo, a previsão é de crescimento de 6,7%, fechando o ano com um total de 13.679 milhões de toneladas. Destaque para a China, que sozinha representa mais de 40% de todo o consumo mundial com 5.760 milhões de toneladas. A LONGO PRAZO No longo prazo, o cenário continua sendo de menor crescimento da oferta. Isso se deve à queda na entrada de novas áreas produtivas no mundo em função do baixo índice de plantio da última década. Isso porque, até 2014, a expansão média global das plantações girava em torno de 400 mil anos e a partir de 2015 foi reduzida para menos de 40 mil hectares por ano. Portanto, projetada para 7 anos depois, essa queda no plantio terá um forte impacto na taxa anual de entrada de novas áreas em produção. Vale lembrar que a seringueira leva cerca de 7 anos após o plantio para iniciar seu período produtivo. Com destaque para o ano de 2024, projeta-se que o mundo terá mais áreas desarraigadas do que novas áreas entrando em produção.
CONCLUSÃO Este cenário não só nos permite projetar uma forte valorização dos preços internacionais para esta década, mas também levanta algumas questões estratégicas. Planos de expansão setorial, tanto horizontais (plantio de novas de áreas produtivas) quanto verticais (inovações para ganhos de produtividade) são urgentes para os países como o Brasil que têm condições de produzir sua própria borracha natural.
Diogo Esperante - Diretor Executivo Apabor Com colaborações de Jom Jacob (ANRPC)
AgroInfo
Foto: Divulgação
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Seringueira Nacional é uma empresa que visa proporcionar uma Assistência Técnica diferenciada para os heveicultores, utilizando todos os parâmetros necessários para que o seringal possa atingir seu máximo potencial de produtividade sem que ocorra nenhum dano a planta, elevando seu tempo de vida útil de produção. Este trabalho é realizado através de visitas constantes as propriedades, para que seja feito o levantamento das atividades a serem executadas. Na avaliação realizada é notada melhoria mês a mês assim atingindo uma eficiência satisfatória anual, através de práticas agrícolas apropriadas. Pois a Seringueira se trata de uma cultura perene, portanto é necessário ter o máximo de cuidado com as práticas agrícolas adotadas, pois não há como refazê-las. Atualmente vemos muitos seringais com plantas que apresentam secamentos de painéis, ou pelo uso excessivo de estimulantes ou pela falta de controle de fungos, ou ainda
por deficiência nutricional. Também é comum áreas com baixa produtividade por não seguir as boas práticas de sangria, entre elas frequência de sangria e profundidade ideal de corte. Por isso é importante um acompanhamento técnico. Hoje com a retomada dos preços
praticados, é também estimulo para todos. Segundo o Engenheiro Agrônomo David Souza, isso nos leva a realizar nosso trabalho a ressignificar nossas tarefas do dia a dia, através da assistência técnica, compra de borracha e arrendamentos de seringais.
David Adalberto de Souza - Engenheiro Agrônomo, Biólogo
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Foto: Leandro Gasparetti
AgroCultura
MONUMENTO BERRANTEIRO EM BARRETOS
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Monumento Berranteiro, obra que retrata a figura de uma mula e sob ela um peão berranteiro está edificada na região central de Barretos, na Praça Nove de Julho em frente ao Recinto Paulo de Lima Correia. Inaugurado em fevereiro de 2020, foi concebido em decisão do Conselho Municipal de Turismo de Turismo. O “Berranteiro” é assinado pelo artista Markus Moisés Rocha Moura. A historiadora Elisete Greve Tedesco, disse que o Monumento é o retrato do peão tropeiro, que em sua lida na época usava burros e mulas, animais mais resistentes. “Para que fosse edificada foi feito um profundo estudo, de cada detalhe, desde as vestimentas, equipamentos e as características de uma mula”, explicou. Desde então, o local se tornou um atrativo turístico na cidade e leva aos
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visitantes um pouco da história de Barretos. A Revista Magazine AgroFest esteve em Barretos para registrar a obra
e prestigiar a cultura do peão tropeiro. Confira o clique do nosso fotógrafo, Leandro Gasparetti.
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AgroLeilão
Tanabi Leilões completa 4 anos E
m julho, o leilão celebra os 4 anos de atuação com negociação de gado para vendedores e compradores de Tanabi e região. Em oferta, as principais raças em tatersal são nelore, cruzamento industrial e gado mestiço, entre bezerros, garrotes, novilhas, gado de corte, cria, recria e engorda. O leilão acontece toda quarta-feira, a partir das 18h, com transmissão ao vivo pelo canal do Youtube e no Facebook do Tanabi Leilões.
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Como tudo começou: Paulo Belarmino, sócio proprietário do Tanabi Leilões conta que seu interesse em iniciar no ramo começou em 2014, em um leilão de touro de rodeio, ano em que também conheceu sua esposa e sócia, Amanda Alonso, que já trabalhava na área como pisteira em leilões de gado de corte. “Foi quando comecei trabalhar com leilões, juntos resolvemos investir e inicialmente fazer leilões volantes em Minas Gerais. E, em 2017,
compramos nosso recinto em Tanabi”, conta Belarmino. Pandemia- Por conta da pandemia e as restrições impostas pelos decretos, os leilões deixaram de ser presenciais. “Foi preciso reinventar, começamos receber o gado no recinto e transmitir ao vivo pelo canal do Youtube e Facebook, o uso da internet para esse nosso segmento foi o que sustentou o negócio nesta época de pandemia, sem contar na abrangência que conseguimos, mas visibilidade e clientes novos,
Fotos: Leandro Gasparetti | Divulgação
Paulo Belarmino e Amanda Alonso, os diretores da Tanabi Leilões
de outras regiões não atingidas antes”, revela Paulo. O Tanabi Leilões está seguindo as normas impostas pelo Plano São Paulo, baseando-se nas fases de flexibilização, quando possível, recebe o público de forma reduzido no recinto e cumprindo com todas as medidas de prevenção. Agradecimento: Aos nossos colaboradores, clientes e parceiros, nosso muito obrigado! Vocês são tudo para o Tanabi Leilões.
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AgroMúsica
Foto: Divulgação
Conheça a dupla rio-pretense
Anderson e Alessander D
onos das músicas “Que Bom Seria” e “Passeio da Novinha” que vem com primorosos Clips no Youtube e subindo cada vez mais suas visualizações, eles são favoritos de um vasto público nacional, onde a reprise principalmente de shows particulares são constantes, ou seja, onde eles cantam sempre são contratados novamente, sendo comprovado neste ano por clientes, recontratando pela quarta vez. Produzindo vantagens no mundo comercial e surpreendendo cada vez mais, a Dupla ANDERSON & ALESSANDER, mantém o sucesso e dinamiza seus trabalhos, com um primoroso leque de atividades onde a marca de seus apoiadores ou patrocinadores vão além
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da proposta inicial de contrato, devolvendo muito mais daquilo que foi investido. Fã incondicional do futebol e atleta admirado pelos colegas de seu círculo particular, junto com os amigos, o cantor Alessander, construi um time de futebol com o nome da Dupla, o Anderson e Alessander F.C, que se destaca atualmente nos meios esportivos regionais, levando nos uniformes a marca e logomarca dos empresários apoiadores com excelente desempenho atlético. Alessander também criou elaborou com a ajuda de Anderson o Programa que vai ao ar pela internet todas Segundas-feiras a noite, o já conhecido “BUTECO DO COWBOY”, trazendo também em vídeos produzidos, a marca e
vídeos comerciais, de seus apoiadores, onde seguindo todas as regras de segurança sanitária recebe com estilo e estúdio próprio os cantores, e artistas convidados e empresários, já com novidade para a partir deste mês o programa contará com adicional de notícias a respeito do mundo Country e dos rodeios da área internacional emitidos pela revista internacional, a “Brazilian Rodeo Flashes”, trazendo rapidamente aos telespectadores um vislumbre dos grande embates e campeonatos de rodeios nos Estados Unidos, Austrália, Canadá etc. Sócios proprietários da IMPÉRIO PRODUÇÕES, Anderson e Alessander demonstram assim um traço de requinte no mundo sertanejo de nossa região.
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ALTA DE PREÇOS NA CARNE DE FRANGO IMPACTA AINDA MAIS O CONSUMIDOR FINAL
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Brasil é o maior exportador de frangos atualmente. E o cenário, para estas empresas exportadoras, apresenta-se bem otimista. Porém, é com o mercado interno que nós, produtores, estamos preocupados, pois há um grande risco desta carne sofrer novamente alta lá na ponta. Ou seja, atingir diretamente o consumidor final, que já tem sido tão impactado nesta pandemia. E todos sabemos que a população mais afetada sempre é a de baixa renda. Por isso, no fim de maio, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) lançou um manifesto direcionado ao governo federal com o intuito de desonerar a carga tributária nos setores que envolvem direta e indiretamente a produção desta cultura, além de solicitar novas desonerações tributárias e a implementação de medidas técnicas que viabilizem importações de insumos – que compõem a ração de engorda da ave – com menores custos. Milho e soja respondem por 70% do alimento destes animais e, respectivamente, houve alta de 100% e 60% nestes grãos, em relação
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ao mesmo período do ano passado. Mas vejam só como a questão é mais complexa do que imaginamos. O Brasil também figura como um dos maiores produtores e exportadores de soja do mundo. Então, por que não há estoque deste insumo no mercado doméstico? Simples. Para o produtor brasileiro que exporta, vender para o exterior está muito mais rentável. Em países como o Vietnã, por exemplo, que exporta arroz para o mundo todo, o governo estabeleceu um estoque para não ocorrer desabastecimento deste produto no mercado nacional. Aqui, nada foi feito. E, para piorar, nossa safra de milho foi comprometida pela seca que atingiu os estados produtores. Se não obtivermos apoio do governo na isenção ou diminuição de carga tributária nos segmentos que envolvem desde a produção da ração das aves até a entrega do produto final, ocorrerá ainda mais alta no mercado doméstico. E esta alta já se revela nos números nos últimos 12 meses: cerca de 40%. Como consequência, haverá ainda mais diminuição de consumo desta carne
por parte da população e, como numa reação em cadeia, isso poderá ocasionar mais demissões. Ao somar os segmentos de avicultura e suinocultura, o Brasil emprega aproximadamente 4 milhões de pessoas de forma direta e indireta, sem contar na garantia da segurança alimentar. É fundamental que este cenário mude logo, para o bem de todos.
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Fotos: Leandro Gasparetti
01 Locutora MARA MAGALHÃES, apresenta livro pioneiro sobre as Mulheres do Agro, Inspirações para vencer desafios dentro e fora da porteira, ela que também faz parte do time de mulheres no agronegócio.
O Dermatologista Dr. Ivan Rollemberg de S. J. Rio Preto/SP, com o cantor Fernando (Fernando & Sorocaba), durante atendimento na Human Clinic na Capital. Ele que vem sendo requisitado por diversos artístas em seus tratamentos dermatológicos.
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02 Os irmãos Fernanda e Beto Guraib (Latícinios São José) Com tradição e qualidade o Laticínios São José foi traçando seu caminho e fazendo história na cidade de Rio Preto. Oferece sempre novidades de alimentos aos seus clientes, como frios, queijos, vinhos entre outros.
Marcos Toledo, Tião Procópio, Ivo Bueno Ferraz e Ernani Guimarães no Rancho da Traíra de Mogi das Cruzes.
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04 Marcos Bittencourt com os cantores Zé Neto & Cristiano durante LIVE no HotBeach em Olímpia.
05 SOCIAL DESTAQUE - Sérgio Expressão, Presidente do Sindicato Rural de São José do Rio Preto/SP, e membro da diretoria da FAESP, participou (9/06), da Reunião da Diretoria com técnicos do Sistema FAESP/SENAR-SP. Em pauta, ações para o enfrentamento na pandemia no Estado Na sede da Federação em São Paulo, participaram Tirso Meirelles vice-presidente da FAESP, Mario Biral superintendente do SENAR-SP.
PROGRAMA WAGUINHO ANIMAL. O apresentador e locutor Waguinho Animal com a dupla sertaneja rio-pretense Fiduma & Jeca, durante programa no SBT INTERIOR audiência de sucesso todos os sábados às 13h25.
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JUMENTO E A FERRARI
João e Aroldo estavam indo no arraia di Zé Rodela quando derrepente Aroldo tava com uma ferrari a 200 km/h e quando ele olha pra trás vê João num jumento com a mesma velocidade Aroldo: - Eu vo trocar minha ferrari nesse jumento! - ele parou o carro e falou com João pra ver se ele queria trocar. João aceito. João: - Pra ele correr você tem que falar “graças a deus”. E pra ele parar você tem que falar “valha me deus”. Aroldo: - Vo testar logo esse jumento. “GRAÇAS A DEUS”. - o jumento tava com 300 km/h quando Aroldo viu um penhasco: - Ave maria esqueci como é que faz ele parar, vou morrer, “VALHA ME DEUS”! ele parou na beira do penhasco e com um grande alívio, falou: - AH! GRAÇAS A DEUS!
Um dia num na festa julina da paroquia na barraca de vinho quente e quentão tinha dois caras conversando, aí um disse: - vou embora e o outro disse: - já que voce vai embora eu tambem! quando chegaram em casa e disse: - Eu moro aqui des de quando casei. e o outro responde: - acha quem mora aqui sou eu, moro aqui des quando nasci. aparece uma mulher na porta dizendo: - lá vem pai em filho descutindo onde mora.
ARRAIA BÃO
Dois caipiras estavam no Arraia mais famoso da região e avistaram um aglomerado de gente. E um caipira perguntou pro outro: - Ô cumpadi como é que a gente vai ver o que aconteceu? O outro responde: - Cumpadi, vem comigo que eu tive uma ideia. E lá foram os dois gritando: - Sômo parente da vítima, sômo parente da vítima. Chegando lá eles viram que era um jumento atropelado.
O João foi participar de um arrai e ficou sabendo que naquela cidade o tal de José queria vender um burrinho. Achando o bichinho muito simpático, ele perguntou: - Qual é o nome dele? - Num sei, não... - Como não sabe? O bicho não é seu? E o caipira: - Só qui eu num sei qual é o nome dele... eu chamo ele de Zeca, sô.
MODELO NA FESTA JUNINA Modelo internacional Cindy Crawford foi ao Brasil em uma festa junina como prêmio na brincadeira do pau-de-sebo e foi colocada la em cima. Muitos homens tentaram subir e ninguém conseguia subir. Todos caiam so de olhar para as pernas dela. Foi então que chegou um homem decidido a subir. Tentou uma vez,nada,duas,nada na terceira o tombo foi tão feio que quebrou os dentes. Já tinha se machucado todo quando conseguiu chegar lá em cima. Então Cindy Crawford disse: Hello! E ele respondeu: Ralei todinho mas agora só falta saber qual é o prêmio!
BINGO NA QUERMESSE
O caipira ganhou um smartphone no bingo da quermesse, o curioso vai lá e pergunta: - Já sabe o que cê vai fazer com o prêmio? O caipira responde: - Bom, o fone vou ficar para mim e o smart vou dar pra minha irmã passar nas zunha.
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AgroInfo
Foto / Fonte: Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo
FRASCOS PARA DIAGNÓSTICO DE BRUCELOSE COM MENOS DOSES
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Instituto Biológico (IB-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, passa a disponibilizar para o setor produtivo do agro fracos de imunobiológicos usados para diagnóstico de brucelose com menos doses. Com isso, o IB atende à demanda antiga do setor, principalmente, das propriedades com número reduzido de animais de produção, que terão queda no desperdício de doses. O Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal (PNCEBT) também é beneficiado, já que doses antes desperdiçadas passam a ser utilizada para o diagnóstico da doença em outros animais. Segundo o médico-veterinário do IB, Ricardo Spacagna Jordão, o Instituto já começou a disponibilizar em maio as duas opções de frascos para o setor, uma com menos dose e outra com o número tradicional. Nesse contexto, veterinários encontraram no mercado AAT, antígeno para diagnóstico da brucelose, com 160 e 64 doses. Também estão sendo produzidas e, em breve, estarão no mercado: Prova Lenta de 60 e 24 doses, além das Tuberculinas Bovina e Aviária de 50 e 20 doses. “Essa ação é muito importante, pois tínhamos muito desperdício de doses
em propriedades com número reduzido de animais. Quando o produtor precisava levar parte de seu rebanho para leilão ou exposição, por exemplo, também perdia muitas doses. Quando um
frasco é aberto, o prazo de validade se reduz rapidamente. O ideal é sempre utilizar frascos recentemente abertos, para evitar diagnósticos falso positivos ou falso negativos”, explica Jordão.
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As 4 perguntas que podem mudar a sua vida. Algumas pessoas passam toda a sua vida procurando a felicidade em objetivos quase impossíveis, sem parar para apreciar as pequenas alegrias que a vida nos dá. Acho que isso acontece com todos, pelo menos em uma época da vida, até aprendermos que não é bem assim. Quando alguém me pergunta “Por que não sou feliz?”, a minha primeira resposta são outras 4 perguntas: O que você acha que é preciso para ser feliz? Que coisas gostaria de ter para encontrar a felicidade? Que pessoas precisa ter ao seu lado para sentir-se feliz? Que circunstâncias precisam mudar para que sejas feliz? Há pessoas que nunca se sentem realizadas. Muitas coisas as irritam ou entediam. Elas passam por este maravilhoso mundo correndo desesperadas, como um menino que persegue o arco-íris.
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PORQUE NÃO SOU FELIZ? Esse menino pode se esforçar o quanto for, mas o arco-íris sempre estará distante. Para essas pessoas, a felicidade sempre estará além de onde elas estão Certa vez, um jovem me disse: “Eu me casarei quando encontrar a pessoa que trará satisfação à minha vida”. É com esta filosofia que muitos levam suas vidas, pensando que serão felizes quando encontrarem a pessoa certa. Outros, que acreditavam ter encontrado a pessoa certa, mas se decepcionaram, pensam: “Quando me separar, então serei feliz”. Alguns pensam: “Quando tiver filhos serei feliz”, e outros: “Quando meus filhos forem independentes, então começará minha felicidade”. A vida não funciona assim. Você pode ter riquezas e ser infeliz; pode estar rodeado de pessoas amorosas e viver as circunstâncias ideais, e ainda perceber que isso não leva embora todos os males. Isso acontece porque a felicidade não vem ao encontrar a pessoa certa,
e sim ao aprender SER a pessoa certa. A felicidade não está em encontrar quem lhe faz feliz, e sim em aprender a trazer felicidade aqueles ao seu redor. A felicidade só é encontrada por aqueles que aprendem a viver com sabedoria, estabelecem relações saudáveis, colocam limites, aceitam o bom e rejeitam o questionável. É feliz quem se aproxima dos outros sem suspeitas, mas com prudência; quem se afasta daqueles que causam danos, sem maltratá-los, mas com inteligência. Encontra a felicidade quem aprende a usar as coisas e não as pessoas, quem não abusa e não permite o abuso. Não é feliz quem nunca se feriu, mas sim quem sabe como evitar a ferida e, quando isso não é possível, sabe como curá-la. Não é feliz quem nunca tem problemas, mas sim quem os enfrenta com sabedoria e busca ajuda para resolvê-los. Para nosso próprio bem, precisamos parar de buscar a felicidade nas coisas, pessoas ou circunstâncias na nossa vida, e começar a mudar, de dentro para fora, as atitudes que nos afetam.
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