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Ed 016_ Jan Fev 21_Conteúdo Compartilhado

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EDIÇÃO #16 / JAN FEV / 2021

2021 Eternizar o propósito das empresas ENTREVISTAS

Processos e CSC

As perspectivas dos Centros de Serviços Compartilhados Pessoas e Soft Skills

A reinvenção do líder através do coaching Inovação

Os impactos da transformação digital

Tecnologia e Automação

Usaflex busca modernidade com implantação de novo projeto de ERP COLUNA

PodCast é inovação no mundo corporativo


IDEALIZAÇÃO

DIAGRAMAÇÃO E CRIAÇÃO

Eden Paz CEO e Sócio Fundador ConsulPaz

Muriã Ferri

COLABORAÇÃO

JORNALISTA E EDITOR RESPONSÁVEL

Daniela Schaefer Diretora Jurídica e Diretora de DHO Usaflex

Caco da Motta

Marketing e Comunicação ConsulPaz

Caco da Motta Comunicação Registro Profissional 7220/91/RS

Eden Paz CEO e Sócio Fundador ConsulPaz Elaine Peixoto Sócia na People Corporativas

APOIO Growth

Soluções

Haroldo Sato Empreendedor e Consultor na Haroldo Sato Advisory e Conselheiro ConsulPaz Laércio Ávila Diretor de Estratégia e Inovação da SIAN e Conselheiro ConsulPaz Marcel durante Gerente do Centro de Serviços Compartilhados da COFCO International Max carneiro Gerente Geral de Serviços Compartilhados do Grupo Solvay e VP Pesquisa de Mercado ABSC Monica D’Angelo Sócia na People Corporativas

Growth

Soluções

Grupo Braun


EDITORIAL QUE TAL FALARMOS DE PESSOAS E DA IMPORTÂNCIA QUE TEM, SEJAM NOS PROCESSOS, PROJETOS, NEGÓCIOS, SOCIEDADE... Não é novidade que as PESSOAS são um dos pilares e, na nossa visão, o mais importante no mundo dos negócios, e por este motivo, nossa primeira edição do ano vem recheada de conteúdo inteligente relacionado ao papel das pessoas, como desenvolvê-las e como ajudá-las nos processos de transformação. Acreditando e investindo nas pessoas, é que nós, da ConsulPaz, iniciamos neste ano nosso primeiro Programa de Estágio – Novos Talentos, apostando na captação e no desenvolvimento de novos talentos. Nossas entrevistas, adaptadas à nova realidade, contam com profissionais de ponta que trazem conteúdos diferenciados. Fato interessante é que temos contribuições vindas de diversas localidades, como por exemplo, São José do Rio Preto, Santo André e São Paulo, no Estado de São Paulo, Porto Alegre e Igrejinha, no Estado do Rio Grande do Sul, Curitiba no Estado do Paraná, Goiânia em Goiás e Madrid na Espanha, e isto nos permite visões e pluralidades de opiniões que só enriquecem nossa troca de experiências. Nossos projetos continuam a todo vapor, junto com nossos clientes, estamos conseguindo, assegurados todos os cuidados relativos à proteção da saúde, manter as atividades e fazer as entregas necessárias, para que a economia do país se mantenha ativa. Aqui agradecemos a parceria de nossos clientes, como SEBRAE, WAP, BUNZL, ANDRITZ, CASTROLANDA, USAFLEX e SLC AGRÍCOLA que prontamente se ajustaram e possibilitaram o trabalho remoto neste novo cenário. Por fim, destaco a importância de um bom planejamento estratégico, alinhado as nossas iniciativas e também ao modelo de gestão em que acreditamos. Neste ano, implantamos internamente nosso Serviços Compartilhados e, para isso, trouxemos um profissional de mercado para liderar nosso back office, Marcelo Luís Dahlem, que vem com a missão de compor a equipe e acelerar o processo de automação da ConsulPaz, aumentando, assim, nossa capacidade de atender às demandas, aumentar nossa eficiência e qualidade e ajudar nossos clientes a ETERNIZAR O PROPÓSITO DAS EMPRESAS. Agradecimentos especiais aos nossos entrevistados que agregam muito valor a nossa revista e aos nossos podcasts, Haroldo Sato [Empreendedor e Conselheiro] – Rhadar Digital, Laércio Ávila [Conselheiro e Diretor de Estratégia e Inovação | CSC | Governança Nova Economia | Transformação Digital | Board Member | Professor MBA], Marcel Gustavo Moneze Durante [Head CSC da COFCO], Max Carneiro [VP ABSC], Elaine Dias Peixoto e Monica D’Angelo [Sócias na People Growth Soluções Corporativas] e Daniela Paula Colombo Schaefer [Diretora Jurídica/DHO da Usaflex]. Espero que apreciem a leitura, Um abraço fraterno, com atenção aos cuidados à saúde.

CEO e Sócio Fundador da ConsulPaz Membro do Conselho da ABSC


NESTA EDIÇÃO

06

ENTREVISTA

As perspectivas dos Centros de Serviços Compartilhados

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ENTREVISTA

A reinvenção do líder através do coaching

31

ENTREVISTA

Os impactos da transformação digital

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ENTREVISTA

Usaflex busca modernidade com implantação de novo projeto de ERP

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A CONSULPAZ

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Capa: PMO e Serviços Compartilhados – ConsulPaz O ano de 2021 ainda está no começo, mas trouxe-nos oportunidades para repensar propósitos, metas e estratégias.

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Capa: Programa de Estágio – Novos Talentos

Consultoria focada em Gestão Empresarial, especializada na identificação de cenários e relações nas empresas, com soluções e serviços inteligentes, práticas inovadoras e que entregam valor ao cliente. Priorizamos a busca de oportunidades e ganhos para nossos clientes, Gerando Valor, Reduzindo Custos e implantando Melhorias Eficientes e Contínuas.

A equipe da ConsulPaz está em constante crescimento. Conheça nossos novos membros.

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Coluna Caco da Motta PodCast é inovação no mundo corporativo

PORTO ALEGRE / RS (51) 3026 0070 SÃO PAULO / SP (11) 2348 5395 RIBEIRIÃO PRETO / SP (16) 3505 0804 ITAJAÍ / SC (47) 3349 7280

contato@consulpaz.com 0800 000 11 12 consulpaz.com 5


E N T R E V I S TA

PROCESSOS E CSC

AS PERSPECTIVAS DOS CENTROS DE SERVIÇOS COMPARTILHADOS Max Carneiro e Marcel Durante Os desafios dos Centros de Serviços Compartilhados se multiplicaram em um ano com o impacto da pandemia do novo coronavírus no Brasil. Eden Paz, CEO da ConsulPaz, com apoio de Clairton Braun, CEO do Grupo Braun, reuniram dois especialistas da área para um bate-papo sobre o tema. Marcel Durante, Gerente do Centro de Serviços Compartilhados da COFCO International, multinacional chinesa de agrobusiness; e Max Carneiro, Gerente Geral de Serviços Compartilhados, do Grupo Solvay, e Vice-Presidente de Pesquisa de Mercado na ABSC compartilharam experiências, falaram de estratégias, projetos e perspectivas.

Entrevista realizada em 4 de março de 2021

CONTEÚDO COMPARTILHADO

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Clairton Braun (Porto Alegre) - O CSC, por si só, é uma inovação. Como é possível inovar dentro deste momento que estamos vivendo de transformação digital? Marcel Durante (São José do Rio Preto - SP) - Todos os CSCs estão numa tendência de automação, atuando de uma forma mais analítica em processos e menos operacional. Mas o desafio, que esta situação atual nos causou, fez com que este processo fosse agilizado. Também indicou que existem diversas oportunidades de trabalhar de forma digital e onde podemos melhorar em agilidade e eficiência. Nós não estávamos preparados e acredito que ninguém estava, porém a dedicação das pessoas e a inovação em processos mostrou o quanto podemos ser eficientes, mesmo não estando trabalhando juntos. Max Carneiro (Curitiba) - Quem diria, até março de 2020, que a gente poderia fazer um fechamento contábil de casa? As empresas de centro de serviços podem ter um conceito de BCP (Planejamento de Continuidade de Negócio), mas CONTEÚDO COMPARTILHADO

nunca estariam preparadas 100% para enfrentar esta situação. Hoje a gente é completamente remoto. O Centro de Serviços aqui de Curitiba da Solvay está fazendo 10 anos. Eu me vejo como diretor, como líder de um CSC, com os mesmo desafios daqueles empresas que decidiram entrar nesta jornada agora. Muito do que a gente criou está sendo repensado. Estamos desaprendendo um monte de práticas de soft skill e estamos trazendo coisas novas. A pauta da transformação digital com automação, padronização, inteligência artificial, está mais forte do que nunca. Mas esta nova demanda de como conduzir a gestão do dia a dia, de cuidar das pessoas e mais que tudo da segurança da informação está fazendo que a gente repense e priorize algumas coisas. Eden Paz (Porto Alegre) - No conceito de Centro de Serviços Compartilhados, onde o centro era uma questão física, vem, já há algum tempo, perdendo relevância e vem migrando para anywhere, ou seja, o CSC pode estar em qualquer lugar, como plataformas de soluções cada vez mais adaptativas, evolutivas e 7


com base na cultura digital. Mas como vamos lidar com a pessoas, e principalmente, como a liderança está enfrentando essa nova realidade? Perguntamos porque muda completamente a forma de gestão das equipes, e, como manter o engajamento, o compromisso e os resultados? como fazer para nossas equipes continuem se sentindo como parte da cultura da empresa? como manter o comprometimento?

Clairton - Qual a importância das consultorias na construção e na revisão do modelo destes negócios atuais? Marcel - Nós fizemos um projeto bem dinâmico com a Consulpaz de mapear todos os nossos processos e terminamos um mês antes de entrarmos neste período de home office. Eu tive muitas preocupações com alguns times novos na questão do teletrabalho. Mas, com todo este mapeamento que construímos em conjunto com a Consulpaz, tivemos um resultado positivo na operação que fluiu muito bem. Também é importante considerar a questão da CONTEÚDO COMPARTILHADO

Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) porque ainda é uma preocupação grande com as informações que as pessoas estão movimentando dentro de casa e não no escritório. Max - Não tem como tentar fazer carreira solo. As empresas de consultoria têm como foco o conhecimento e você dentro de casa pensar que consegue conduzir projetos de transformação sozinho, é uma grande ilusão. Hoje, está na nossa estratégia trazer parceiros que são nossos conselheiros. Você precisa saber com quem se associar e tornar esta consultoria não somente um prestador de serviço, mas um conselheiro de confiança. As consultorias sabem que o conhecimento não pode ser encapsulado, você depende delas de forma positiva. O papel do consultor é te desafiar e você precisa estar preparado para ouvir. Quando estive no papel de consultor, eu ia na empresa do cliente e ele me dava uma aula. Mas quando você ia falar parecia que você estava ofendendo ele. Porque me chamou?

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Eden - Eu compartilho muito desta tua visão moderna de consultoria. o modelo moderno, da boa consultoria está alicerçada na PARCERIA. É onde você senta para discutir ideias, cases e não somente cumpre ou aplica conceitos e templates. Como temos falado e escrito, é importante e necessário entender o negócio, ter os processos mapeados, entender todo o negócio, e esta abordagem tem se mostrado eficiente, um divisor de águas nos resultados da consultoria. Marcel - E, principalmente, entender a operação da empresa e as regras de negócio vai contribuir muito com isso. Eden - Sim. Quando a consultoria entra ela não tem vínculos nem paradigmas. Ela entra com página em branco. E esta leitura permite que ela veja onde tem falha e onde não tem. E nossa obrigação como consultoria é apontar as oportunidades. Senão, nem era para nos contratar. Mas o cliente precisa ter esta disposição de ouvir onde tem uma oportunidade que não precisa ser chamada de problema. CONTEÚDO COMPARTILHADO

Clairton - Max, o que a gente pode esperar desta nova diretoria da ABSC da qual você faz parte? Max - Eu aceitei esta oportunidade com muita honra e é um serviço totalmente voluntário que exige dedicação e tempo além do trabalho, da família. É uma grande responsabilidade seguir o legado dos antecessores. E agora, mais do que nunca, é adaptar a forma da gente operar, de aumentar a nossa base de associados, num modelo novo totalmente digital e alinhado com a nova necessidade. Garantir, por exemplo, que a gente seja mais influente em relação às entidades de classe e governamentais e tenha uma conexão com organizações semelhantes a nossa na América Latina e na Europa. Marcel - A ABSC é uma disseminadora de conhecimento para as empresas associadas. Eu vi a oportunidade como associado de adquirir maior conhecimento de empresas que já estão no ramo há mais tempo do que o CSC da COFCO e tentar implementar as melhores práticas dentro destas empresas. 9


Clairton - Qual é a contribuição final que vocês gostariam de compartilhar? Max - A parte de união entre fornecedores, consultores, parceiros e empresas que prestam serviço, mais do que nunca, tem que estar muito coesa, caso contrário a gente não vai conseguir seguir nesta jornada de crise que a gente está vivendo. Marcel - O nosso desafio permanece e o maior sempre vai estar relacionado às pessoas. Permaneceremos aprendendo como lidar com esta situação e como lidar com os times neste cenário. E a questão da automação, cada vez mais, vai ser uma tendência de buscar melhoria nesta questão. E um ponto fundamental é termos

consultores como a Consulpaz para te ajudar neste tipo de mapeamento de oportunidades que possam surgir e precisamos colocar em prática. Eden - Nós estamos vendo um mercado ainda incerto, mas procuramos fazer nossa parte, atuamos de forma remota/digital e com isso ajudamos a reduzir os riscos envolvidos na pandemia, para voltarmos o mais breve possível, ao NORMAL. O desafio é lidar com pessoas, automação, mas principalmente como consultoria compartilhar com os nossos clientes todas as experiências profissionais que estamos vivendo em nossos projetos e também na convivência com nossos sócios, parceiros e outros clientes

fonte: Acca Global


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MAX CARNEIRO

MARCEL DURANTE

Gerente Geral de Serviços Compartilhados do Grupo Solvay e VP Pesquisa de Mercado ABSC

Gerente do Centro de Serviços Compartilhados da COFCO International

Você pode acompanhar Max Carneiro em seu LinkedIn, assim como, também, Marcelo Durante no LinkedIn.

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SXSW 2021: 8 tendências de negócios para este ano A pandemia sacudiu os negócios e forçou uma revolução digital para muitos segmentos da economia. No mundo inteiro, empresas tiveram que se adaptar para continuar existindo e, segundo Jason Schenker, presidente do The Futurist Institute, no evento South by Southwest (SXSW) 2021, a transformação tecnológica pela qual passaram representa um “caminho sem volta”, a partir do qual é possível apontar tendências de negócios para empreender em 2021.

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Comércio eletrônico

A saúde no centro das atenções

Educação para todos

Supply chain

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Atendimento personalizado Produção e distribuição de conteúdo

Gaps em serviços (ajustes, ampliar possibilidades e ajudar marcas Sistemas (tecnologia, softwares, conexões)

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Fonte: Revista PEGN. Acesse.

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CAPA

Eternizar o propósito das empresas. Equipe ConsulPaz em constante crescimento PMO e Serviços Compartilhados – ConsulPaz Alinhado as nossas iniciativas previstas no Planejamento Estratégico e também ao modelo de gestão que acreditamos ser o mais eficiente, mais adaptativo, mais evolutivo, e porque não dizer, mais inovador, afinal continua evoluindo, se transformando e contribuindo de forma eficaz, eficiente e efetiva para a gestão dos negócios, iniciamos a estruturação dentro da ConsulPaz, afinal, chegamos a um tamanho que nos possibilita aproveitar as vantagens do modelo e ampliar nossas capacidades e qualidade de entrega.

Para isso, fomos ao mercado e trouxemos o profissional Marcelo Luís Dahlem, com vasta experiência em projetos e CSC para liderar o back office do nosso Serviços Compartilhados. O Marcelo vem com a missão de compor a equipe e acelerar o processo de automação, aumentando assim nossa capacidade de atender as demandas, aumentar nossa eficiência e qualidade, ajudar nossos clientes e a cumprir nosso propósito de ETERNIZAR O PROPÓSITO DAS EMPRESAS. Segundo Marcelo Luís Dahlem : Após um ano de muitos desafios e novos aprendizados, recebo esta oportunidade de colaborar com a ConsulPaz, uma empresa de consultoria que está sempre pensando à frente, criando o seu futuro e

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CAPA que, certamente, contribuirá na reformulação de como os serviços de consultoria empresarial serão prestados e percebidos pelo mercado. Eu vislumbro que a ConsulPaz é uma empresa extremamente preocupada em atender as reais necessidades dos seus clientes, equilibrando prazos, custos, qualidade e resultados, sem perder de vista o poder analítico, aplicação das melhores metodologias e o senso crítico, os quais são vantagens competitivas essenciais neste mercado. Como gerente de portfólio de projetos, tenho a missão de gerir os projetos junto aos nossos clientes, apoiando os gerentes de projetos e garantindo o cumprimento do escopo e prazos, controlando os fatores críticos a fim de adequar os recursos necessários para o atendimento com qualidade e com atenção às especificidades de cada um deles. Com uma visão mais estratégica e corporativa, precisarei garantir o alinhamento dos projetos às estratégias da ConsulPaz e avaliar os resultados e contribuições destes para o alcance dos objetivos estratégicos da empresa.

É um grande desafio que recebo com muita satisfação. Que eu possa contribuir e aprender junto a esta equipe nota mil para que a nossa empresa crie um futuro com ainda mais sucesso, inovação, facilidade aos clientes e, principalmente, adicionando valor às empresas e as pessoas nesta jornada!

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CAPA Ari Alexandre, sócio e Diretor Executivo comentou sobre a importância desta iniciativa:

A decisão de trazermos o Marcelo para assumir o papel de PMO dos nossos Projetos e responsável pelo Back office dos Serviços Compartilhados da ConsulPaz, além de estar alinhada ao nosso Planejamento Estratégico, reforça nosso compromisso de constantemente, oferecermos as melhores soluções, metodologias, e governança, com agilidade e inovação e, consequentemente, entregarmos resultados diferenciados para nossos clientes, que realmente impulsionem o despenho de seus negócios.

Em breve nossos clientes e o mercado poderão se beneficiar dos avanços e das inovações que estão sendo implementadas na ConsulPaz. Desejamos sucesso a toda nossa equipe, própria e de terceiros, e parceiros envolvidos nesta iniciativa.

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CAPA Equipe consulpaz em constante crescimento Programa de Estágio – Novos Talentos A ConsulPaz, acreditando e investindo nas pessoas, iniciou este ano seu primeiro programa de estágio, denominado “Programa de Estágio – Novos Talentos”. Apostando na captação e no desenvolvimento de novos talentos, buscamos estagiários que gostam de desafios e que os aceitam com extrema autonomia e autenticidade. Devem ser bastante comprometidos, abertos e que busquem realizar todos os projetos com excelência e de maneira inovadora. Para isso, acreditamos na valorização do indivíduo, oferecendo oportunidades de participar de importantes projetos em um ambiente de intensa aprendizagem, superação, amizade e, esperamos, diversão. Queremos valorizar o perfil pessoal e comportamental de cada um de nossos estagiários, afinal enquanto pessoas somos únicos e temos contribuições únicas e, na ConsulPaz, acreditamos que entender estas características, é essencial para o desenvolvimento e também para a criação de um ambiente inovador.

Conheça quem são e o que pensam nossos estagiários. Segundo Nathan Maria da Silva, estagiário de TI e Inovação:

Acredito que o programa de estágio é como um propulsor para a carreira profissional, pois agrega muitas experiências, que geralmente não são vividas pelos universitários. Na minha visão, o estágio tem a capacidade de CONTEÚDO COMPARTILHADO

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CAPA formar um profissional, por este motivo minha expectativa é muito alta para que haja um grande desenvolvimento em minhas skills e que novas sejam acrescentadas, refletindo também na produção e entrega de demandas e entendendo de fato como uma empresa funciona. Quando se procura uma oportunidade de estágio, uma das maiores preocupações dos candidatos é encontrar uma empresa que leve a sério o estagiário e não o trate somente como “mais um”. Logo nos primeiros contatos com o Eden e a Joana, eu entendi que na ConsulPaz estaria livre dessa preocupação. Além disso, foi-me apresentado um projeto que fez meus olhos brilharem e depois de conhecer mais da empresa e sua forma de atuação, tive a certeza de que esta era uma daquelas oportunidades que só batem uma vez na porta. Com duas semanas de atividade, estou muito feliz em ser parte da ConsulPaz e muito esperançoso de que o melhor ainda há de vir, pois tenho a certeza de que estamos no caminho certo!

NATHAN MARIA DA SILVA 20 anos Análise e Desenvolvimento de Sistemas UniRitter

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CAPA Já, Luigi Gabriel Tolentino Carvalho, estagiário de TI:

Espero que tenha benefício mútuo pra ambas as partes, uma chance de aprendizado e crescimento para o estagiário, e uma chance para a empresa se beneficiar desse crescimento. A ConsulPaz me surgiu como uma oportunidade de explorar e conhecer um mercado que eu não tenho familiaridade, e de adquirir experiência e conhecimentos dessa área. Achei um ambiente profissional e atrativo. LUIGI GABRIEL TOLENTINO CARVALHO 19 anos Ciência da Computação Pontifica Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUCRS

Segundo Eduardo do Amarante Buss, Estagiário de Processos e Projetos:

Espero me desenvolver como profissional, entendendo como funcionam as empresas no mundo real e aprendendo a trabalhar de uma maneira eficiente em equipe. Com apenas 2 meses de estágio já aprendi muita coisa, desde diferentes estruturas de empresas até softwares que nunca havia utilizado. CONTEÚDO COMPARTILHADO

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CAPA Uma das coisas que me chamou a atenção, foi o fato de a ConsulPaz ter clientes de diversos setores, o que possibilita um grande leque de aprendizados sobre diferentes áreas, processos e pessoas. EDUARDO DO AMARANTE BUSS 21 anos Engenharia de Produção Pontifica Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUCRS

Segundo nosso CHRO, Fabio Pesaro:

A ConsulPaz, desde seus primeiros passos, já tinha olhos para o futuro, razão pela qual o seu Planejamento Estratégico tem como um de seus pilares as pessoas. E chegou o momento de trazer o futuro para o presente, com a contratação desses jovens talentos. Além do aprendizado e experiência que irão adquirir, os nossos estagiários certamente nos ensinarão sobre sua geração, cuja principal característica, segundo alguns especialistas, é ser "inconformada", o que, a nosso ver, os faz "pensar fora da caixa". Com isso, se credenciam a tornarem-se agentes de mudanças e a contribuir com a contínua evolução da ConsulPaz!

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CAPA Em nosso Programa de Estágio – Novos Talentos, apostamos no conceito do empreendedorismo, que tem o indivíduo como protagonista da própria história e com autonomia para tomada de decisões e definição de prioridades. Desta forma, ele alcança seu desenvolvimento próprio e daqueles que estão próximos. Em nosso programa, buscamos jovens com estas características. Podemos dizer que nos sentimos muito realizados em dar mais esse passo em direção à renovação e o crescimento da nossa empresa. Ações que resultarão em cada vez mais inovação e qualidade em nossos produtos e serviços que prestamos aos nossos clientes

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20 fonte: freepik


E N T R E V I S TA

PESSOAS E SOFT SKILLS

A REINVENÇÃO DO LÍDER ATRAVÉS DO COACHING Elaine Dias Peixoto e Monica D’Angelo As lideranças estão passando por um momento de revisão de conceitos. O cenário exige, cada vez mais, mudanças constantes e novas habilidades. Um novo modelo de líderes, gestores e profissionais é desenhado como uma metamorfose em razão da crise, do avanço tecnológico e principalmente da tomada de decisão em processos acelerados. O papel do coaching, capaz de potencializar as capacidades e talentos necessárias neste contexto, foi abordado em entrevista de Clairton Braun, CEO do Grupo Braun, com as coaches Elaine Dias Peixoto e Monica D’Angelo, da People Growth Soluções Corporativas, e teve a participação de Fabio Pesaro, CHRO e Consultor Associado na ConsulPaz.

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Clairton (Porto Alegre) - Como vocês avaliam o trabalho de coaching neste novo cenário com maior necessidade de trabalho remoto, do home office? Elaine Dias Peixoto (São Paulo) Antes de falar sobre o impacto do trabalho remoto, é importante falar sobre o que é o coaching. Eu trago um conceito da International Coaching Federation, que é uma associação global muito séria e responsável, e que nos traz conforto e credibilidade ao nos posicionarmos como Coaches no mercado. A ICF diz que "o coaching é uma parceria com cliente em um processo estimulante e criativo que o inspira a maximizar seu potencial pessoal e profissional”. O que você acha desta frase? Clairton - Esta frase me faz pensar muito. Elaine - Essa é a ideia. Na realidade, o coaching executivo é uma abordagem que apoia indivíduos no desenvolvimento das suas habilidades e talentos, e gera autoconhecimento e protagonismo. CONTEÚDO COMPARTILHADO

O objetivo é transformar os potenciais das pessoas em performance e alavancar, como consequência, o resultado das empresas em que elas trabalham. Então, quando a gente está falando em coaching, é sobre desenvolver as competências comportamentais principalmente, sobre as habilidades, as soft skills. O novo cenário econômico traz muitos desafios para as pessoas, por exemplo o trabalho em Home Office, que vai exigir disciplina, gestão de tempo, automotivação, o protagonismo, responsabilizar-se pela auto-gestão, auto-aprendizagem, etc. O coaching é uma conversa estruturada que provoca reflexão, que gera a ação necessária no desenvolvimento das habilidades necessárias para atingir o resultado esperado. Monica D’Angelo (Santo André) Os novos desafios exigem novas atitudes porque aquilo que funcionou até então precisa ser revisado, revisitado. É importante você se autoconhecer e olhar possibilidades, habilidades e fortalezas para lidar 23


nesse novo normal. Fabio Pesaro (Ribeirão Preto) Como é que funciona este aprimoramento das pessoas para que elas possam estar se reinventando a todo o momento? Elaine - O coaching te ajuda a entender como você funciona, o que te motiva, como toma decisões. O autoconhecimento num nível mais profundo passa a funcionar em qualquer situação. Geralmente, o processo de coaching é realizado para uma meta específica, mas este (auto)conhecimento pode, e será utilizado em outras situações. O (auto)conhecimento é um recurso que será utilizado na vida. Fabio - Como você vê quando as empresas estabelecem a definição

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das competências que os funcionários devem ter e, por exemplo, muitas vezes elas não fazem sentido para mim? Mas eu tenho outras competências que eu posso agregar. Como você orienta os seus clientes nesta situação? Elaine - Para a pessoa se transformar, se desenvolver, é necessário que ele veja valor no que é proposto. Então o coaching ajuda o cliente a olhar a situação sob outras perspectivas, entender impactos e buscar alternativas que trarão resultados valiosos. Se o cliente achar que a proposta de mudança não traz valor, dificilmente ele vai colocar em prática, em ação. Monica - O Fórum Econômico Mundial redefiniu as competências da liderança a serem valorizadas em 2025. Das 10 competências definidas, 40% são novas, mostrando mais uma vez a velocidade da necessidade da mudança comportamental. Das 10 competências, oito são competências comportamentais e somente duas são competências técnicas. 24


Prevalecem as soft skills: pensamento analítico e inovação, o aprendizado ativo, resolução de problemas complexos, o pensamento crítico, a criatividade, liderança, resiliência e raciocínio, e também habilidade e autonomia tecnológica, que são hard skills. As competências estão relacionadas com autogestão, resolução de problemas, capacidade de liderar pessoas e transformação digital.

É importante pensar nessas competências para gerar o protagonismo esperado nos indivíduos. Clairton - Como vocês estão percebendo a implementação de novas tecnologias, da automação e da inteligência artificial nas empresas? Elaine - A tecnologia vem como um auxílio para ganhar em agilidade e redução de custos, mas ela não substitui as pessoas. A máquina não tem a inteligência socio-emocional.

E a tecnologia permite que as CONTEÚDO COMPARTILHADO

pessoas deixem de lidar com processos repetitivos e passem a ter novos desafios e atividades mais interessantes, que podem gerar mais satisfação e maior valor para a sociedade. Fabio - Como é que a liderança consegue apoiar e manter os times engajados nesta nova realidade? Elaine - Quanto mais a gente consegue mostrar para as pessoas o potencial que elas têm de agregar valor, mais elas se engajam. E na medida que elas vão se conhecendo e se transformando, se desenvolvendo, as respostas, os resultados passam a ser diferentes, melhores. Manter engajado é manter as pessoas cientes de que elas podem agregar valor nesse cenário de ameaça, de mudança. Monica - É importante também, como coach, ajudar as pessoas a não entrarem no vitimismo. Por exemplo, achar que a tecnologia está vindo para tirar nossos postos de trabalho, e ficar vítima da situação. A pessoa que se sente vítima das 25


circunstâncias dificilmente verá possibilidades de crescimento na situação. Aí está a importância de se trabalhar o protagonismo e olhar as mudanças como oportunidades. Isso é transformador. Elaine - Esse é o papel do coach, esse é o nosso papel. Ajudar a pessoa a olhar sob essa perspectiva, ver de outra forma. Muitas vezes, é uma questão de prisma. Fabio - Como é o trabalho de coaching executivo e como é o coaching pessoal? Elaine - Tanto o objetivo do Coaching Executivo como o Coaching de Vida (pessoal) busca maximizar o potencial da pessoa. O executivo é mais focado no profissional, mas trabalha igualmente, a pessoa que é este profissional. Clairton - Quais as grandes lições deste momento que estamos passando e as lacunas que vocês entendem que podem ser

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preenchidas? Mônica - A crise com certeza gera oportunidades quando você sabe olhar para ela. O coaching ajuda muito o cliente a relembrar competências que um dia foram utilizadas e estavam esquecidas e hoje podem ser utilizadas a seu favor, e também a desenvolver novos comportamentos. É uma reinvenção. E reinventar-se e ser criativo são competências que também podem ser desenvolvidas. A gente deve, nesse momento, usar a criatividade e a inovação para ter soluções efetivas e mais rápidas, e ir experimentando até atingir o seu objetivo final. Clairton - Qual a mensagem que vocês dariam para as pessoas que estão indecisas e querem se conhecer melhor neste momento cheio de incertezas que a gente está vivendo? Mônica - Em momentos de indecisão podemos contar com ajuda e apoio de profissionais especializados. Pode ser um coach, uma terapeuta, um mentor, depende de seu objetivo. São coisas distintas e que 26


vão dar suporte e apoio de maneiras diferentes. O coaching vai te ajudar a descobrir e implementar o: como chegar onde você quer chegar. Quando estamos em momentos de tomada de decisões e, que não temos certeza de que caminho seguir, é mais uma vez o momento de fazer este mergulho interno, do autoconhecimento.

Elaine - Este é um ótimo momento para ampliar a zona de conforto e crescer, do ponto de vista pessoal e profissional. É uma oportunidade para você se fortalecer. De olhar para este cenário como um presente, uma possibilidade de você ser melhor do que você foi até hoje.

fonte: Insperity


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MONICA D’ANGELO

ELAINE PEIXOTO

Sócia na People Growth Soluções Corporativas

Sócia na People Growth Soluções Corporativas

Você pode acompanhar Monica D’Angelo em seu LinkedIn, assim como, também, Elaine Peixoto no LinkedIn.

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Construção de um CSC Global: conheça os passos Qualquer negócio, seja de uma empresa média ou uma gigante multinacional pode ter um Centro de Serviços Compartilhado, mas ter um CSC global é o grande desafio Podemos listar 4 características primordiais para que seu Centro de Serviços Compartilhados esteja no topo:

1 Valorização dos colaboradores; 2 Ampliação gradativa da empresa; 3 Distribuição assertiva dos recursos; 4 Pensamento de alcance global. Passos para implementação Mapeie os processos de todas as plantas e identifique quais serviços podem servir de protótipo para seu projeto. Então, foque em: alinhamento com o negócio, investimento na educação, alinhamento da demanda e melhores práticas e gestão de conhecimento: 1. 2. 3.

Melhoria contínua (Lean Six Sigma); Automatização dos processos; Reporting e Analytics: (medição do desempenho).

Otimize e padronize os processos com Qualidade, Controle e Redução de custos (maior eficiência).

Foco em gestão de mudança e transformação cultural: ações de comunicação, capacitação e de alinhamento organizacional de políticas de recursos humanos e pesquisa e percepção são os princípios para gerar excelentes resultados no CSC global.

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Fonte: Blueprintt. Acesse.

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E N T R E V I S TA

INOVAÇÃO

OS IMPACTOS DA TRANSFORMAÇÃO DIGITAL Haroldo Sato e Laércio Ávila Diante de um período mundial de incertezas e oportunidades, Haroldo Sato está focado em ajudar os líderes das empresas a desenhar uma melhor estratégia na nova economia digital. O empreendedor, conselheiro e consultor está à frente do negócio que leva o seu nome: Haroldo Sato Advisory. Sediado em Madri, na Espanha, tem uma visão crítica em relação ao processo de transformação das pessoas diante das novas tecnologias. Laércio Ávila é diretor de Estratégia e Inovação, Conselheiro de Administração, Administrador de Empresas pela PUC Goiás, ExPresidente do Conselho da ABSC. Com uma visão global ainda mais clara a partir das conexões da ABSC. Com uma visão global ainda mais clara a partir das conexões internacionais que estabeleceu nos seus negócios, acredita que é preciso ter uma estratégia adaptada às constantes mudanças de cenário.

Haroldo e Laércio foram entrevistados por Clairton Braun, CEO do Grupo Braun, Especialista em Marketing, Branding e Inovação, sobre os impactos da transformação digital nos negócios e nas lideranças. CONTEÚDO COMPARTILHADO

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Clairton Braun (Porto Alegre) - Eu começo pela nossa conexão com Madri, na Espanha, onde está o Haroldo Sato. O que está acontecendo no velho mundo, na Europa, de transformação digital e inovação? Haroldo Sato (Madri, Espanha) - A última vez que nos falamos foi há praticamente um ano, no começo da pandemia do novo coronavírus. De lá para cá, muita coisa mudou. O impacto foi muito grande em todos os negócios e setores no mundo todo. Podemos ter um olhar positivo em quais oportunidades existem, qual é o nosso processo de transformação e olhar para o futuro. A gente teve a aceleração dos processos digitais em todas as organizações. Mas é preciso ter um olhar crítico e de preocupação porque a transformação digital é um caminho de transformação da humanidade. A gente não pode deixar para trás a evolução do homem e como a gente alia a tecnologia à nossa evolução. Clairton Braun (Porto Alegre) - A gente sofre esta transformação muito forte independente de onde CONTEÚDO COMPARTILHADO

a gente está geograficamente e que impacta nas tomadas de decisões. Laércio, que está no Brasil, em Goiânia, como você está lidando com as suas equipes neste cenário de transformação? Laércio Ávila - (Goiânia) - Como o Haroldo disse, o impacto do que vem ocorrendo a partir de 2020, em função da pandemia, é profundo e tem uma extensão muito grande. O home office passou a ser uma realidade e as tecnologias passaram a exercer uma função protagonista nas nossas vidas. Os celulares, os computadores, a internet viraram praticamente os únicos caminhos para que as entregas pudessem ser feitas, os processos executados, as reuniões realizadas. Coisas que só imaginávamos no presencial. As mudanças que levariam décadas, foram feitas em meses. Mas a fala do Haroldo é pertinente, quando se percebe que há muita luz sobre o digital e as novas tecnologias, mas no fundo a questão humana estará sempre no centro de tudo. Ter esta visão é muito importante, senão a gente se perde. A gente ainda está num caminho que precisa ser 32


construído. Este é o grande desafio. Haroldo - Uma pesquisa feita pela McKinsey Global Institute mostra que 70% de todas estas iniciativas de transformação digital não estão trazendo o resultado esperado. Toda a potencialidade desta tecnologia para os negócios, nas relações com os clientes, não estão alcançando seus objetivos neste percentual. Foram investidos US $1,3 trilhão só em 2019, antes da pandemia. Eles estimam que US $900 bilhões foram jogados no lixo. Porque alguns esforços de transformação digital têm sucesso e outros falham? Pensando neste contexto de pandemia, 85% das empresas já aceleraram o seu processo de digitalização na forma de relação com os colaboradores e com os clientes e 67% delas aceleraram o processo de automação e implementação de processos com inteligência artificial. Então, se 30% destes projetos não atingiram o seu resultado na plenitude, quais são os fatores principais para este sucesso? Esta é a discussão que a gente precisa ter. No nosso programa de transformação CONTEÚDO COMPARTILHADO

digital a gente foca nessa questão da transformação humana. Laércio - Haroldo, diante deste cenário novo, como é que você vê a atuação no mercado de trabalho sem ter mais a necessidade de trabalhar onde eu vivo? Haroldo - Existe um estudo recente que avalia os países em quatro clusters de competitividade pós pandemia em relação ao digital e não tem como comparar. Então, vamos verificar a situação dentro de um mesmo cluster. Nos países que têm uma certa competitividade e estão trabalhando como protagonistas do processo de formação do mundo inteiro, com certeza não há barreiras. Se você for pensar, a barreira é a língua. Mas se você domina o inglês, que é a língua oficial dos negócios global, está preparado para trabalhar em diferentes mercados, conhecer diferentes culturas, regiões e saber como funciona o mecanismo de troca dos países. A pandemia só facilitou porque antes muitos negócios ainda eram com viagens.

Laércio - Tinha essa cultura da 33


viagem. Haroldo - Sim, porque querendo ou não você lida com pessoas.

Ainda há uma barreira. Não é fácil. Você não conheceu esta pessoa numa feira de negócios. Vamos pensar no Brasil. O Brasil é uma ilha dentro dos negócios internacionais e dentro do Brasil também tem as bolhas. Existe aquele cluster que está super conectado, só que tem uma maioria ainda fora desse contexto. É preciso olhar sob diferentes aspectos e espectros. Pensar que

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Clairton - O desafio é trazer esta rotina para um ambiente de trabalho totalmente diferente. Como vocês estão vendo estes movimentos dentro das suas equipes? Laércio - Eu vejo estas novas dinâmicas de relacionamento profissional, pessoal e até familiar com muitas oportunidades. No meu caso, as fronteiras profissionais foram tiradas do caminho. Eu consigo interagir num projeto que parte da minha equipe está no Canadá, outra parte é de São Paulo, ou está em outra parte do Brasil. Este cenário, anteriormente, não era cogitado nem pensado. Por outro lado, eu tenho uma preocupação. Como é que a grande massa vai se inserir nesse novo contexto? Porque eu considero que nós somos privilegiados por conseguir surfar nessa onda.

Haroldo - Eu entendo que a gente tem que ter o outro olhar também que é da organização, da sua disciplina. Porque é complicado quando de repente você se pega conectado 100%. E isso é ruim. Como está muito fácil e acessível, fica excessivo. O excesso pode fazer você se perder na organização do tempo que você tem.

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Clairton - Às vezes, é preciso se desconectar para se dedicar a um projeto. Mas como vocês acreditam que a transformação digital está acelerando os negócios com entregas de qualidade? Haroldo Esta disciplina é fundamental para que uma entrega seja bem feita. É importante ter um momento da criação, da reflexão, da criatividade e de pensar soluções diferentes. E não é conectado. Eu preciso disso e a música é muito importante. E aí as soluções são muito boas. Então, eu falo para a equipe que quando a gente tem um projeto, para com toda esta loucura de agenda e dedique algumas horas para você pensar em soluções. Se é para entregar por entregar, melhor não entregar. Laércio

Clairton - Como vocês veem o impacto de tudo isso nas lideranças? Haroldo - Todas foram colocadas em xeque. A crise só mostrou aquilo que já estava ruim e teve empresas e lideranças que se preparam para a crise e outras que não se prepararam. As pessoas que precisam mudar o mindset, com soft skills de comunicação. Teve gente que nunca encarou um Zoom e agora tem que encarar. Como você se comunica digitalmente, como se posiciona numa economia totalmente colaborativa? Laércio - Liderança ruim sempre teve nas empresas. Os recursos estão escassos, as margens estão encurtando a maioria dos negócios, a imprevisibilidade passou a ser cotidiana. Aí o líder ruim fica exposto. Então, quem já era um bom líder com pensamento de equipe, não de hierarquia ou de chefe, consegue se colocar melhor diante da situação. Haroldo - Por exemplo, o Laércio sempre traz insights diferentes nas reuniões de conselho da ConsulPaz

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ou nas reuniões de negócio que a gente faz. Ele sempre traz uma coisa nova, ou algo novo para a gente refletir.. É um processo de aprendizagem constante. É importante falar da estratégia com uma abordagem nova e inovadora sempre. Laércio - O que eu penso é que a gente precisa estar o tempo inteiro com o nosso radar ligado diante do que passa ao nosso redor.

Toda a empresa e toda a pessoa precisa trilhar o rumo que ela quer caminhar. Isso se chama estratégia. Mas não é mais aquela estratégia fixa, ela precisa se adaptar o tempo inteiro. É uma estratégia adaptativa. Em reunião recente com a Consulpaz nós falamos de organizações ambidestras. Como é que eu entrego a excelência operacional e consigo desenvolver novos produtos, novas soluções e entregar ineditismo.

fonte: freepik


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LAÉRCIO ÁVILA

HAROLDO SATO

Diretor de Estratégia e Inovação da SIAN e Conselheiro ConsulPaz

Empreendedor e Consultor na Haroldo Sato Advisory e Conselheiro ConsulPaz

Você pode acompanhar Laércio Ávila em seu LinkedIn, assim como Haroldo Sato em seu LinkedIn pessoal e profissional.

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Gestão da mudança: como reduzir custos e aumentar o engajamento? Organização é o primeiro passo para a transformação, defina uma meta a seguir com base em uma filosofia. Uma dica é aplicar o conceito de melhoria contínua dentro do CSC da empresa.

Algumas perguntas podem nortear o início do planejamento: • •

O que é preciso mudar? Essa mudança faz sentido?

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Defina o papel dos líderes nessa fase, tornando-os agentes da transformação Capacitar os colaboradores

Toda mudança gera um receio, é normal, estranho é não aceitar a transformação que o mundo exige. No fim, a mudança sendo bem planejada e executada sempre será reconhecida pela empresa.

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Transforme a missão, visão e valores em uma persona Identifique os gaps estratégicos e relembre onde a área deseja chegar

Coloque a mão na massa: Um modelo muito utilizado para aplicar a gestão da mudança organizacional é o PDCA (Plan - Planejar, Do - Executar, Check - Verificar e Act – Agir)

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Fonte: Blueprintt. Acesse.

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E N T R E V I S TA

TECNOLOGIA E AUTOMAÇÃO

USAFLEX BUSCA MODERNIDADE COM IMPLANTAÇÃO DE NOVO PROJETO DE ERP Daniela Schaefer A Usaflex, sediada em Igrejinha, no Rio Grande do Sul, é pioneira na fabricação de calçados de conforto e líder neste segmento para mulheres. Mas, além de ser reconhecida com uma marca sólida na busca da qualidade de seus produtos, tem uma preocupação genuína com as pessoas que trabalham na empresa. Daniela Paula Colombo Schaefer, é diretora jurídica desde 2010 e, em 2017, assumiu conjuntamente a direção de Desenvolvimento Humano e Organizacional da Usaflex. "Este conforto e bem estar para os clientes alcança também o nível de relacionamento da companhia com todos os seus stakeholders. Está no nosso DNA", destaca Daniela, que foi entrevistada sobre o projeto U4u (Usa for You) e a importância da Gestão da Mudança para alavancar os resultados na implantação de novas tecnologias por Clairton Braun, CEO do Grupo Braun, com a participação de Ari Pellicioli, Diretor Executivo da ConsulPaz.

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Clairton Braun (Porto Alegre) - O que é o projeto Usa for You?

são pontos importantes no dia a dia da empresa.

Daniela Schaefer (Igrejinha-RS) - O U4u É o projeto de implantação do Novo sistema de ERP. Estamos implantando o sistema SAP S4/Hanna For Fashion.

Daniela - É importante também elevar a maturidade em relação a governança, compliance, ter mais agilidade, porque isso tudo vai realmente disponibilizar para a companhia uma gestão de informações mais robusta para tomada de decisões. É uma necessidade, está sendo uma experiência bem interessante e nova para grande maioria dos colaboradores, inclusive para mim que não havia participado ainda de um projeto como esse.

Esse projeto surgiu da necessidade de transformação da Usaflex em uma empresa ainda mais moderna, capaz de manter-se a frente de seus concorrentes, com a adequação dos processos atuais, ao sistema mais robusto, para suportar de forma integrada todo nosso negócio, alinhado com as melhores práticas de mercado. Ari Pellicioli (Cachoerinha-RS) Esse é um dos motivos inclusive dentro do próprio planejamento estratégico da empresa de estar em busca de inovação, criando uma uma base sólida para almejar novos mercados, trazer maior sustentabilidade para que voe cada vez mais alto. A gente sabe que tanto a qualidade dos produtos, quanto a preocupação da empresa da Usaflex no atendimento dos seus clientes CONTEÚDO COMPARTILHADO

Ari - Nós iniciamos, apoiando com a ConsulPaz a implementação do SAP de uma forma presencial, mas a partir do ano passado entre Março e Abril a gente teve que se adaptar a um novo formato. Ari - Como que a empresa conseguiu de certa forma lidar com o que a gente chama de novo normal? Daniela - A gente começou com o formato presencial e, em função da 41


pandemia, assim como outras empresas, precisamos nos adaptar rapidamente a um formato de trabalho remoto. Além das necessidades básicas de estrutura, os notebooks, a internet, disponibilização de mobiliário, orientação aos colaboradores de como fazer este trabalho remoto, o principal para nós foi de fato a preocupação com os nossos colaboradores. Eu acredito que por isso a gente teve sucesso também no formato remoto. Especialmente, nesses momentos de crise, é muito importante que os gestores estejam próximos da equipe, mesmo que seja de forma remota, sendo porta-vozes da organização, preconizando a saúde, o bem-estar e a própria estrutura emocional das pessoas. Outro aspecto relevante é escutar os colaboradores, medir a percepção de todos, os sentimentos, de como eles estão nesse momento porque as pessoas são nosso maior ativo. A gente está sempre pensando em estratégias para manter essas equipes motivadas e com qualidade nesse trabalho remoto e, de certa CONTEÚDO COMPARTILHADO

forma, mantendo proximidade e integração. Clairton - Quais foram os impactos e quais são os desafios que vocês têm na Usaflex para lidar com tudo que está acontecendo, os reflexos da pandemia e também neste contexto do mercado da moda? Daniela - O setor calçadista, assim como outros segmentos da moda, está sendo fortemente afetado pela pandemia. A gente sofre muito por conta das restrições do varejo físico, a própria decisão de consumo acaba sendo postergada com lockdown. Tudo isso tem impacto direto na produção, na nossa atividade, na economia. Eu acredito que uma boa gestão é ponto-chave para manter a empresa equilibrada. Se a gente fosse dividir em fases, o primeiro ponto é a sobrevivência. A gente está falando da gestão financeira eficiente, responsável para que a empresa pare de pé e consiga superar esses momentos. Depois, tem um planejamento adaptado ao cenário. O terceiro aspecto é ter uma 42


conexão em um mundo mais digital, focado na experiência do consumidor, mais sustentável e também emocional. Ari - A comunicação é super importante e no cenário presencial, acaba sendo mais olho no olho, direta e objetiva. Quais são os desafios de comunicação da Usaflex neste cenário com distanciamento decorrente da pandemia?

Daniela - Como nós temos uma preocupação genuína com os nossos colaboradores, a todo momento, a gente busca demonstrar através das ações de comunicação, a preocupação com a saúde e o bemestar dos colaboradores. A gente possui diversas ações neste sentido, elaboramos material em card, temos a hashtag juntos (#JUNTOS), enviamos mensagens pelos grupos de WhatsApp com dicas de cuidados com a saúde. Temos uma ação de boas notícias que são importantes nesse cenário de experiências negativas. As nossas psicólogas estão disponíveis para atendimento e também trazem dicas para apoiar CONTEÚDO COMPARTILHADO

emocionalmente as pessoas, pois a questão da saúde mental é uma necessidade cada vez mais evidente. Incentivamos a realização das reuniões virtuais com a câmera aberta para manter o contato visual e a proximidade. Também ouvimos os nossos colaboradores, pois a gente procura estar próximo mesmo distantes. Clairton - Como foi esta adaptação do trabalho remoto com os colaboradores? Daniela - A adaptação foi tranquila porque a gente teve essa proximidade da liderança com os colaboradores. Nós fizemos uma pesquisa específica para ouvir os colaboradores e entender como eles estavam nesse momento de crise face a tantas mudanças e incertezas decorrentes da pandemia. A partir dessas devolutivas, a gente foi trazendo mais orientações para o home office e diversas dicas, inclusive para que houvessem pausas durante o dia. Muitas vezes, o home office acaba sobrecarregando mais. Não temos mais aquele tempo de deslocamento até o local de trabalho, a parada para o horário de almoço. Mas tivemos e estamos tendo uma experiência bem. 43


positiva Ari - Quais são as características necessárias para esse novo líder adaptado a uma série de mudanças neste cenário atual, mas também precisando se adaptar cada vez mais num curto espaço de tempo? Daniela - Estas habilidades e competências exigidas já eram necessárias antes, mas acabaram se acentuando neste cenário. O primeiro aspecto eu vou chamar de lucidez porque é muito importante que o líder hoje busque fortemente equilíbrio físico, mental e emocional para lidar com todas essas situações. São líderes que não se deixam paralisar pelas adversidades e experiências negativas. A humildade ganha ainda mais relevância e com ela a gente consegue desenvolver relações mais próximas, mais sólidas e que geram maior confiança. Mais do que nunca, o líder tem a responsabilidade de ouvir e entender os problemas das pessoas, do time.

A comunicação é outra habilidade CONTEÚDO COMPARTILHADO

necessária, ganha mais importância ainda em tempos de incerteza. E, no aspecto humano, é preciso demonstrar o interesse real diante das preocupações dos colaboradores e, por consequência, o bem-estar, a saúde física e mental deles é essencial. Ari - Por mais que a gente tenha tantas ferramentas disponíveis para a tomada de decisão, qual o valor do feeling e da experiência dos profissionais? Daniela - Na minha visão, a vantagem efetiva está em como cada empresa aplica toda essa tecnologia ao seu modelo de negócio. A evolução da tecnologia coloca as pessoas como o centro dessas inovações, pois são elas que têm conhecimento das possibilidades tecnológicas. As experiências das pessoas, as habilidades e competências vão criar os novos modelos e processos para alavancar os negócios. Clairton - Quais as oportunidades que surgem neste momento de crise, quais são as lacunas a 44


serem preenchidas? Daniela - A adaptação é uma grande lição aprendida e virou uma questão de sobrevivência. As empresas, que estão lidando e ainda vão lidar melhor com os efeitos da crise, são aquelas que tomaram decisões mais rápidas, tiveram flexibilidade para repensar a estratégia, redefinir os cenários. As lacunas a serem preenchidas, mais do que nunca, são

o foco na experiência do consumidor, o relacionamento mais forte e emocional com eles, a aceleração da transformação digital, onde ainda há um caminho a percorrer. Olhando sob os aspectos humanos, a pandemia acelerou a nossa percepção de que todos nós somos importantes e, na questão da saúde mental, a tendência é de que as pessoas passem a ter o autocuidado como prioridade.

AÇÃO

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DANIELA PAULA COLOMBO SCHAEFER Diretora Jurídica Diretora de DHO - Desenvolvimento Humano e Organizacional da Usaflex

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PODCAST É INOVAÇÃO NO MUNDO CORPORATIVO O radinho de pilha evoluiu. Hoje, ele está na palma da mão num smartphone capaz de reproduzir a programação inteira de emissoras de rádio, ao vivo, de qualquer lugar onde haja até mesmo sinal em 3G. Mais do que isso, a comunicação por áudio se espelhou em plataformas de vídeo como o Youtube e o Netflix para criar um negócio específico que não para de crescer: o podcast. Tornou-se mais um canal indispensável para meios de comunicação, mas também uma forma inovadora de se comunicar no mundo dos negócios.

criação Anchor.

O Brasil tem um século da cultura do rádio que explodiu nos anos 20. Quem diria que, 100 anos depois, um mercado de conteúdo de áudio fosse explodir por aqui. Somos, depois dos Estados Unidos, o segundo maior consumidor de podcast do mundo. De olho neste mercado, o Spotify, que era só musical, investiu mais de US$ 230 milhões em 2019, adquiriu a Gimlet, empresa especializada em podcasts, e comprou o aplicativo de

O canal de comunicação de geração de conteúdo em áudio é tendência no mundo dos negócios. A ConsulPaz, dentro do seu espírito inovador, possui o Podcast Conteúdo Compartilhado desde 2020, com entrevistas em forma de debate, trazendo líderes, empresários e tendências de gestão, de Centros de Serviços Compartilhados e do ambiente corporativo. Eu também já estou na segunda temporada do meu

COLUNA

Um estudo do IAB (O Interactive Advertising Bureau) aponta que o consumo de podcasts no Brasil é feito na maioria pelo celular (91%) e principalmente quando as pessoas estão em trânsito (79%) ou fazendo atividades domésticas (68%). Com a pandemia, os períodos de quarentena provocaram uma avalanche de ouvintes e uma pesquisa da Loures Consultoria, indicou um crescimento de 200% em um ano. São 86 milhões de acessos em um ano no Spotify.

Caco da Motta é CEO da Caco da Motta Comunicação e está no Instagram como @cacodamotta, no WhatsApp número +55 52 99999 0192 e no site da empresa www.cacodamotta.com.br


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podcast, CacoCast, com uma série de entrevistas com pessoas do mundo todo e de várias áreas sobre os impactos da pandemia na vida delas. O canal foi ampliado e também produz podcast para empresas e profissionais. Existem outras iniciativas de programas de podcast de negócios como o ResumoCast, o mais ouvido sobre os principais livros de empreendedorismo. No início de março deste deste ano, o Primocast, canal de finanças do Primo Rico, com apresentação de Thiago Nigro e Bruno Perini, entrevistou com exclusividade o ministro da economia Paulo Guedes. Todos os outros canais da mídia tradicional repercutiram as falas de Guedes, Canais de TV, rádios, jornais, revistas, blogs e portais de notícias.

Outro estudo, realizado pela Associação Brasileira de Podcasters (Abpod), indica que 57% dos ouvintes de podcasts têm nível superior e/ou pós-graduação e que 40% têm renda superior a R$ 5 mil por mês. As agências de propaganda e as empresas já estão de olho e começam a direcionar verbas publicitárias para programas

específicos que têm aderência com suas marcas.

COLUNA

A origem do nome podcast foi criada em 2004 por Ben Hammersley, jornalista da BBC. Ele abreviou o termo Personal On Demand Broadcast, ou Rede de Transmissão Pessoal sob Demanda. O que desmistifica de que surgiu a partir da junção de IPod com Cast. O fato é que você pode ouvir áudio enquanto faz exercícios, está caminhando na rua, ou executando tarefas domésticas, em tempos de home office. Também é possível escutar em viagens longas até mesmo dirigindo o carro, cada vez mais equipado com dispositivos multimídia. São outros diferenciais a favor do Podcast. Acompanhando esta evolução, também crescem os canais e aplicativos de áudio livros, de resumo de livros. Destaque ainda para as buscas no Google, a comunicação por comando de voz com as assistentes virtuais como a Siri e a Alexa. Uma nova rede social chamada Club House, lançada para usuários de Iphone, conecta pessoas ao vivo por áudio em ambientes como uma sala virtual para bate-papos ininterruptos.

Caco da Motta é CEO da Caco da Motta Comunicação e está no Instagram como @cacodamotta, no WhatsApp número +55 52 99999 0192 e no site da empresa www.cacodamotta.com.br


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Cresceu muito este ano no Brasil, com a presença de grandes players do varejo, marketing digital, finanças, empresários e líderes de diversos segmentos da economia.

Fundamental, desde os tempos dos antigos aparelhos de rádio, esta habilidade é hoje, mais do que nunca, essencial.

COLUNA

A propósito, os líderes e gestores devem ficar atentos para não ficarem para trás. Com a necessidade de se comunicar, cada vez mais, em videoconferências, em entrevistas ao vivo para canais do Youtube, Instagram e outros canais da internet, cabe um alerta final

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Utilize ferramentas ágeis para otimizar a gestão de projetos Conceito de metodologia ágil, aprendizado contínuo e o processos digitais são realidade nas empresas com o objetivo de otimizar a gestão de projetos.

Aspectos para otimizar o fluxo de valor na gestão de projetos Identificar atividades que agregam valor para o cliente, tudo o que não gera, deve ser deixado. E, também, identificar oportunidades de melhoria no estado atual. Para isso acontecer de maneira assertiva é preciso conhecer bem o mercado.

Evite desperdícios no processo Defeito ou retrabalho: informações incompletas ou erradas. Excesso de produção: antecipação dos relatórios, pedidos e compras. Transporte: informações físicas entre distâncias. Movimentações desnecessárias: entre telas do computador (SAP). A espera: atividades que aguardam retorno das informações. Talento: perda das lições aprendidas.

Independente do segmento da sua empresa, ou do tamanho dela, é fundamental ter em mente o que o mercado em geral pede (modelo de gestão, relação entre empregador e empregado, relacionamento com fornecedores e transformação digital) para estruturar a gestão de projetos da organização.

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Fonte: Blueprintt. Acesse.

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