32.° ANO
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SEDErClDADe DO SALVADOR-ESTADO DA BAÍA
CAP'TAl 5.000.000,00
RESERVAS CR$ 8.259.335,30
KHCEBIDOS EM 1950
SINISTROS PAGOS ATÉ
1950
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CRS
TRANSPORTES TERRESTRES
E MARÍTIMOS
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CASCOS - ACIDENTES PESSOAIS
AUTOMÓVEIS E RESPONSABILIDADE CIVIL
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18.000.000,00 103.679.990,40 106.810.181,20 27.703.072,00 203.440.779,60
1948
Diretores:
Sede: SALVADOR, Estado da Bahia
9.000.000,00 96.135.219.70 108.693.488,80 28.129.151.70 192.412.626,40
1947
Telefone: 43-0800
1949
18.000.000,00 105.111.561,70 113.363.653,30 19.141.651,40 207.105 ■. 942,50
Gerente: Arnaldo Gross
Agência Geral no Rio de Janeiro: RUA DO OUVIDOR, 66/68
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Dr. Pamphilo d’Utra Freire de Carvalho — Presidente Dr. Francisco de Sá Anísio Massorra Dr. Joaquim Barreto de Araújo José Abreu
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1946
DADOS ESTATÍSTICOS DO QUINQUÊNIO 1946/1950
Seguros de Incêndio, Transportes e Acidentes Pessoais
1950
18.000.000,00 115.689.364,60 120.691.791,10 22.088.879,50 228.855.420,30
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343
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— Limites da Produção —
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Economia Politica VII
« ' DAVID CAMPISTA FILHO
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NUM. 367
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Os limites da produção agrícola dependem do equi líbrio que deve se estabelecer entre os diferentes ele mentos. Eles são em parte inevitáveis, porque derivam de leis físicas imutáveis; mas as mesmas podem em parte ser recuadas pelo progresso da civilisação, tanto que tenham falta de saber, de previdência e de moralidade. Os limites da produção consistem : 1) — na desproporção entre o trabalho ofere cido e o capital disponível. Esta despro porção que se manifesta quasi sempre por um excesso de trabalho e por uma retirada do capital, tem no que toca ao trabalho a força de princípio da popu lação — no que diz respeito ao capital, a causas múltiplas, individuais c sociais que diminuem a possibilidade e a von tade da '‘economia e cansam necessaria mente, quer uma falta de trabalho, quer um emprego defeituoso do capital; 2) — na desporporção entre as diferentes especie do trabalho disponível e particular mente nos excessos do trabalho manual, em relação aquele que exige aprendisagem cientifica; 3) — na desporporção entre o capital circulante e o capital fixo, e particularmente no ex cesso desse último, que se manifesta sô bre tudo nos tempos de especulação, sinal indicativo das crises. A abundancia dos capitais fixos é muito prejudicial, quer por causa das dificuldades e dos sacrifícios que exigem a sua transformação em capitais circulantes, quer por causa dos danos de que sofrem os trabalhadores para os quais ela d iminue os meios de trabalho ; 347
4) — na falta absoluta relativa de certos elementos da produção, quer dizer dos materiais e das forças fechadas ou. ligadas ao solo. Desses elementos, alguns são votados a um esgotamento ne cessário, outros a um esgotamento provável, outros enfim, ainda que inesgotáveis, não dão sempre um produto proporcional ao capital e ao trabalho dispendidos. Mas os progressos da arte agrícola podem adiar ou mesmo retardar, a ação das causas que limitam a produção, uma vez (pie elas dependam da ra ridade dos elementos naturais. E do mesmo modo também os progressos da instrução e da educação p°* dem melhorar muito a influência das outras causas que limitam a produção. Para o explicar, basta pensar na grande potência q.ue os progressos da ci ência, da previdência e da moral podem exercer sobre a aplicação mais modera^' mais segura e mais racional dos fatores da produção c assim sôbre a multip'1' cação do seu efeito util. O progresso economico é tanto mais rápido e constante quanto tnelh°ligado ao progresso intelectual e moral.
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Organismo da Produção I — Empresa A divisão sempre crescente do trabalho e a repartição dos instrumellt°‘ produtivos entre algumas pessoas, necessitam os serviços do incorporado1*O irreorporador reune, coordena, dirige e inspeciona os instrumentos produção, produz pela sua própria conta, tem seus riscos para o consum0 outrem. A empresa que prepara os elementos produtivos, mas não produz S^3 sobre encomenda, chama-se imperfeita. „ . O administrador, é o ajuste economicamente responsável pela produ<‘l° calqulando a encomenda futura, fixa a especie, a qualidade e a quantidade ( produtos que deve executar. A empresa, e particularmente a empresa perfeita (assim chamada P°r.?^f) sição a produção domestica e a que tem lugar por conta e risco do consum oferece as vantagens seguintes :
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D — ela estimula no mais alto grau o interesse do produtor, corre voluntariamente à frente dos riscos, na esperanÇ3 realisar lucros; 2) — ela concentra o pedido e a oferta do capital e do trabalho, abrindo um mercado onde eles podem melhor se aproxin1* se entender ; 3) — ela emprega de uma maneira mais economica os elementos produção ; 4) — ela assegura uma melhor e mais pronta satisfação às net’e. dades .dos consumidores. A importância das empresas deP de seu objeto, de sua extensão e de sua constituição.
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depois da mais alta e expressiva manistação de cortezia aos Estados Undos da ,Ca do Norte, o governo brasileiro, re'«landi0 as condições de solvabilidade a que o brasil sempre honrou, não quiz ocultar o fcstado angustioso de sua economia, a decadènci? '• e,n que se precipitava a riqueza nacioU • espcctativa de aniquilamento das 'jssas r possibilidades criadoras, tudo por falta e ^Pitais -s que as soerguesem e equipassem. tSSe fenômeno assaz complexo, resul^si) ' carissima em que se debatia o povo xiy-ç] Clr°’ s-tuação essa terrivelmente inf le de pr^ todas providências legais d? contenção
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n,,itos • ’ 101 contraido um empréstimo de f/^hões de dólares, destinado a reestru4r^vés q(^a,1,entalniente a economia nacional, Seus elementos e fatores dos mais iu „ lAVeis p * . , ^»5o, • c* o governo já manifestou à t,r*os <iUe espera da aplicação desses re,,)rtos . rcaparelhaincnto e equipamento dos . r ntensificação dos meios de transpS), dç11 Ultnnos’ terroviaários ou rodoviáe.\p]CllV0^v’men^0 da energia hidro-elérj ^5ç> pe|°ração do petróleo, incentivo à proa etitr te^01nia e rnelhoria de condições ra'anb tudo, enfim, que representa o V- basico. Vlrá, assilTl> 0 empréstimo operar no ^l^ni0 (’a nação à maneira do balão de Q transfusão de sangue sadio, V ^s t íCucetraa Que lhe vem devorando as Jldas e estioladas pela ação do tra^st C nac*onaIísmo. Clri eQuaÇá° o problema de base, desC‘tL a expontaneidade do afluxo de S busca de investimentos, ensejando Undo a livre iniciativa, a fórça prinÇ) Progresso económico de um povo. 1<lc’onalismo, matéria prima da demaseguros
ESCREVI/
DAVID CAMPISTA FILHO PARA A "REVISTA DE SEGUROS"
gogia, a isso chama conquista estrangeira e escravisação do pais, porém o mundo moderno, que através da OUN se empenha pela liberta ção da penúria c do temor» pela valorização de homem e engrandecimento do trabalho, afirma ser o principio de cooperação manifestado no convívio das nações pelo movimento natural de capitais à procura de aplicações, permitindo o desenvolvimento do trabalho em proporções grandiosas, nos climas de ordem e de ga rantia da justiça. É no domínio dessa concepção, da qual o Brasil participa» que condena o isolacionismo, e repudia as restrições inúteis, que se fi zeram resuscitar fragmentos de uma re gulamentação abolida, cuja ressonância tem tanto de burlesco como de impertinente in conveniência. A repulsa ao capital estrangeiro na in dústria de seguros, concentra, nos termos do art.° 9 do Decreto-lei 2063 de 1940, toda rigidez policial no sentido de preservar o capital nacio nal de qualquer contaminação, premunindo-o contra a participação daqueles mesmos re cursos que proclamamos necessários aos maio res problemas financeiros e econômicos do país.
Levantam-se assim as defesas : — “O capital das sociedades anônimas pertencerá, em sua totalidade, a pes soas físicas de nacionalidade brasilei ra. § l.° — Não poderão possuir ações as brasileiras casadas com es trangeiros pelo regime da comunhão de bens. Se o regime fôr da sepa ração, não poderá o marido estran geiro, ainda que administrador de bens da mulher, exercer atos de ad ministração no tocante às ações. 351
§ 2.° — Com relação às ações que pertençam a menores brasileiros» sob o pátrio poder de estrangeiros, sua administração será obrigatoriamente cometida a brasileiro”.
A amplitude de direitos que a tradição jurídica do Brasil outorga à mulher casada com estrangeiro, sofre restrições vexatórias impostas pelo Regulamento, quando acontecer que possúa, ela, ações cm sociedades de seguros. 41 Já o egrégio juriscoirsulto Teixera de Freitas, comentando nosso antigo direito, afir mava : — “nem a brasileira fica estrangeira por casar com estrangeiro» nem a estrangeira fica brasileira por casar com brasileiro”. A atual Constituição adotou integralmente o preceito liberal da Carta de 1891; e o autor do Codigo Civil. Clovis Bevilaqua, em seus comentários refere-se “à brasileira casada com estrangeiro, que, em face de nossa Consti tuição, não perde a sua nacionalidade, e, portanto, não pode seguir outra lei que não seja a brasileira. Mantem com tamanho vigôr a nacionali dade de brasileira, que exerce influência no tável sobre a nacionalidade de seu marido es trangeiro”. Acresce ainda uma circunstância que seria letra morta perante o dispositivo nacionalista ressurgido —r quando o art.° 246 do Cod. Civil concede à mulher que exerce profissão lucrativa» o direito de dispor livremente do produto de seu trabalho. Deste modo não admite que a administração de tais bens sofra qualquer interferência do marido, resguardando-cs contra ingerências infelizes. Este direito e outros mais relativos à preservação e de fesa de bens comuns, estatuídos no Cod. Civil, não prevalecem, entretanto, perante o nati vismo canhestro de um regulamento que de duz imperativamente que a mulher brasileira, casada com estrangeiro, c fundamentalmente ferida em sua nacionalidade, desde que possúa ações em companhias de seguros. Também o pátrio poder é atacado» pois no conceito das legislações modernas conside352
ra-se o instituto de proteção aos filhos f sempre a nacionalidade destes é a que 0 l>rn> valece. O sistema do jus soli constitue - -cípio determinante da nacionalidade d°s eidos no Brasil, c, por ’sso, as respectivas * rlokde proteção terão de obedecer à mesma 111 u no caso de conflito de nacionalidades, dirá a nacionalidade dos filhos. Está na tradição jurídica do Brasi» os estrangeiros residentes no país. suirem imóveis, forem casados com l)rabl . trib^ e tiverem filhos brasileiros adquirem que os habilitem à nacionalidade l)raS Nas barreiras que preceitos de gulamento arrastados na revogação da tituição de 1937 que as inspirou c cr>1 vantam ao capital estrangeiro» foram I c obstruídas as menores frinchas <llie dessem dar passagem. Encontramos-nos assim nessa tradição, pois enquanto repelimos rig o capital estrangeiro para a indústi,a guros, procuramos seduzi-lo e atra1 as indústrias básicas.
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A inauguração do “Edifício Kosmocap" neste 1951 que se inicia cheio de promessas de fecundas realizações, consti tuirá, verdadeiramente, o marco de uma nova etapa na vida de Kosmos. O monumental edifício que está sendo ergui do à Rua Sete de Setembro, Esq. da Rua do Carmo, não representa, apenas, a sede condizente com o pres tigio e o renome de JCosmos, ê mais uma garantia aos portadores de seus títulos!
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JANEIRO
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esteJani, todos eles, garantidos por conipreensivos, é realmente de grande ’ nào só, aliás, para as seguradoras ' COni° também para os próprios set Avindo, sem dúvida, apreciá-’ gens de ordem prática. Pode-se até que se incida numa afirmativa exa^Ue uni tal acordo chega mesmo a Se em fator capaz de oferecer uma Vihieh C<Jlltribuiçã ;âo para o próprio desenvoldo seguro de automóveis. for ,Para r ».° segurador, traz a “cláusula knock Ck” ’a vantagem de colocar ao seu almstrumento realmente capaz de as inúmeras dificuldades que sur'lt nt>s Plf,cessos de liquidação dos sinistros slS-, ■ %, ^bilidad, t Ol' rld()Po,1lsa,1 *lidade civil, safando-se ele, as%er .lral>alho, quasi sempre penoso» de proalHir1VeS*Í£a<*ões e exanies com ° objetivo 4<'a° culpa, deixando, ao mesmo lncorrer nas despesas que essas Xi. a>s sempre implicam, inclusive as desprocessos judiciais. Com a referida ° segurador, nada obstante a sua . a c°lnpreensiva conceder cobertura con^Ponsabilidade civil, fica práticamente i tal risco, e essa é outra das vanta-
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A Tarifa de Automóveis em vigor para as S(JC1edades <le seguros chilenas preceitua, com rc^Çào aos acidentes verificados entre auto móveis segurados por companhias distintas, uue en los casos de choques o acidentes entre e^ículos motorizados» assegurados en distintas ^‘lJanhias, cuyas pólizas correspondentes ^■QCn tod°s los riesgos de la póliza comprcnJ cada companhia tendrá a su cargo, sin en cuenta la cuestión de culpabilidad, igua^aSt°S vehículo que asegura, como lricnte los gastos por su traslado al taller Aciones”. A essa disposição tarifária, Mr^eSt^a^° Prec,Pua a de cimentar um
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X.
SEGUROS
gens resultantes do convênio. Acarretando, A êste, uma renúncia antecipada do exercício de direitos regressivos» nenhum segurador participante do acordo, desde que o mesmo abranja a totalidade das companhias de se guros, poderá, portanto» ser demandado em virtude de culpa imputável a seu segurado. Se é certo que a renúncia de direitos regressi vos pode suscitar a perda de reembolsos que, lião existindo o convênio, poderiam ter lugar, por outro lado também é verdade que se de sobriga o segurador de indenizações que lhe poderiam ser reclamadas com base na respon sabilidade civil do seu segurado, abstendo-sc ainda das despesas com as liquidações dêsses sinistros. Para o segurado, traz a cláusula em apreço vantagens ainda maiores. Evi tadas as querelas que a apuração de culpa poderia ocasionar, representa a “knock for knock”/ por isso, a garantia de u’a maior rapidez no pagamento das indenizações. A obrigação do segurador — reparar os danos ocorridos — cumpre-se, sem as dilações e os inconvenientes de outro modo difíceis de contornar, da forma mais pronta e ligeira possível. E nada há, como é sabido, que possa elevar tanto o conceito do seguro no seio da opinião pública, quanto a presteza na liquidação dos compromissos ema nados, para o segurador, da ocorrência de si nistros. Se a cláusula aqui comentada apresenta tais benefícios quando de aplicação limitada as fronteiras de um mesmo país, ainda maio res seriam as vantagens dela decorrentes/ se lhe fosse confiado um campo de atuação mais vasto: o internacional. E foi precisamente para que essa cláusula passase a ter um âmbito de tal amplitude, que o sr. Eugênio Puga D., advo gado do Departamento de Automóveis da com panhia “La Chilena Consolidada”, apresen355
Seguros plurianuais e prazo curto
tou um trabalho, inegavelmente de grandes méritos, à III Conferência Hemisférica de Seguros, propondo a celebração de um con vénio, nos moldes do que é estipulado pela citada “ Cláusula Knock for Knock”, entre as companhias dos países participantes da quela entidade internacional destinada à defesa do seguro privado nas Américas. A III Conferência, tendo em vista a grande importância dêsse trabalho, adiou o seu es tudo para a próxima Conferência — a quarta — de acordo com o texto da “Re solução n.° 3”, item IV (Responsabilidade Civil e Ramos Diversos). Não seria recomendável que as nossas companhias, desde já, tratassem de estudar o assunto, pondo em execução, em nosso país, as estipulações da citada cláusula ? Ou será que o mercado nacional não experimenta, ain da# a necessidade de um convênio de tal na tureza ? Convem, não há dúvida, que os nossos órgãos de classe cogitem da matéria, constatando se a medida de fato consulta os interesses dos nossos segurados e seguradores, para, no caso afirmativo, empreenderem a concretização do benéfico e importante acordo.
por
Km nossas Tarifas verificamos, às veZcs. C' —* dispositivos cujo espírito, por mais C(-*rtos
^O-GRANO (FOGO E TRANSPORTES) FUNDADA EM 188G
CAPITAL Subscrito e realizado Cr$ 1.50 RESERVAS
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Agencias na Capital Federai c princ*P cidades do Pais.
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Se baliza um seguro por mais de e nienos de dois, sôbre o prêmio do ^teirte do ano será aplicada a TaaUc) laZ° C-urt°’ niesmo quc êsse prazo, 5Crto (] ^ra^a°. tenha sido tomado para , 'L X eilcinientos dc apólices. Se a ten1 ^’qin e ^ara sc conceder desconto sôbre o aníjUdIK^° ° se£uro é feito por dois ou ;i1 Ua° há dúvida de que a aplicação (’C ^lazo Curto c iniqua quando f,'s dn i n°s s?^nros de mais de um c me'"“«ano». ann ‘
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llle nos esforcemos, não podemos comprcMer. Ê sabido que os contratos dc seguros (,^ra incêndio, feitos por prazos de dois il,e cinco anos, gozam dc descontos# como 0 de 12,50% para dois anos, 16,666% l^s anos, 18,75% para quatro e 20,00% 'pClI1C° anos* 011 cobrando-se# na expressão / arifa, 1,75 — 2.50 — 3,25 ou 4 anuijades, r^s|M?ctivamente. Vê.’Se que o espirito do segurador é o dc- p 1 ^Oporcionar uma vantagem ao segurado ^^ndo A nia y- este faz o seguro a prazo longo. De !*** inversa, o preço do seguro c agra aplicação da Tabela de Prazo Curto ( j, u c íeito por prazo inferior a um ^^ece a?Ccc*nos* ,ssn cremos que há de d niaioria dos nossos colegas# que o (1M ’ c coino que um marco, a quem do razo (lnLIlle (i'‘ver,a ser aplicada a Tabela de 1111° e além do qual somente o cálculo Witn C tcmP°eis. Entretanto se verifica o se-
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DE SEGUROSl
Ao que nos parece, apenas a Tarifa para Seguros contra Fogo no Estado do Rio Grande do Sul é a única que admite o cálculo do prêmio prorata para prazos de vigência até 21 meses, sempre que se tratar de uniformi zar o dia do vencimento das apólices (Ver circular n.° 157# de 11 de Julho de 1949, do Sindicato das Emprêsas de Seguros Priva dos e Capitalização no Rio Grande do Sul). Êssc Sindicato, operoso, diligente e in teligente, determinou, pela mesma circular acima, que, quando se der a emissão de apólice nova, cancelando c substituindo outra ainda cm vigor, poderá restituir-se o prêmio sôbre a importância substituída a pro-rata. pelo tempo não decorrido e na base da taxa menor entre o novo e o antigo seguro e ainda conceder uma restituição de prêmio re lativa a importância não substituída, depois dc cobrar sobre esta importância a taxa prevista na Tabela de Prazo Curto correspondente ao período já decorrido na base da taxa do se guro cancelado. Essas disposiçÕ!•es. adotadas no Rio Grande do Sul pelo que tem de equitativo deveriam ser admitidas nas demais Tarifas vigentes nos diversos Estados da União. Nós ainda iríamos além, isto é, não admitiríamos o cálculo pro-rata apenas para os casos de acerto de vencimento ou de cancelamento por por substituição, mas a todo seguro realizado por mais de um ano e menos de dois, fossem quais fosem os motivos da determinação nesse prazo.
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capital declarado e realizado para o brasil Ci$ 1.000.000,00
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FOGO - TRANSPORTES-TRANSITO - VIDROS
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Sociedades de Capitalização e Empresas de Sorteio i
Amilcar Santos Para a “REVISTA DE SEGUROS”
V
SEGURANÇA
ABSOLUTA
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Certa confusão — em alguns casos pro posital, em outros de bôa fé — está sendo es tabelecida. e ultimamente com mais frequência, entre as sociedades de capitalização c as que • exploram uma modalidade de comércio deno minada» comumente. clube de sorteio. . Embora totalmentc diferentes, quer no conceito, quer ira finalidade, muitos, em vir tude de certas semelhanças encontradas no me canismo que a ambas impulsiona, estabelecem, sem maior exame, a mais completa paridade na conceituação que as devia distinguir. Surgem, então, para as sociedades de ca pitalização. problemas e dificuldades que, afe tando o seu desenvolvimento, constituem séria ameaça à sua própria existência. Um maior e melhor conhecimento, não só das sociedades de capi talização. como das empresas de sorteio, torna-se necessário para salvaguarda dos interesses ameaçados, inclusive e. em última instância, os do próprio público. A capitalização joga, hoje cm dia. na economia popular, um papel cuja importân cia não é necessário salientar.
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Acumulando capitais» dc que se tornai
depositários e de cuja administração têm prestar contas periódica e pcnnanenteni^' devem, as sociedades que exploram tal dalidade dc operação, evitar toda e quer dúvida que possa influir no CSP^ público, fazendo-o descrente e desconí’3^0 suas verdadeiras finalidades. Assim, orientar o público, niostran ’ .j i rapÜ3 nao so as vantagens oferecidas pela L, zação, como, principalmente, o nidcan1’ que a impulsiona, eis uma necessidade 1 divel para as empresas que expl°ranl
fórma de atividade comercial. Dar conhecimento, ainda que gerais, das bases que norteiam o comP^N canismo que movimenta a capitaliz3Ça°’ nando-a diferente de outras operaÇ0^ apafel . .. similitude enganadora é apenas servir o público, amparando ao r a própria instituição. Com isso» todos lucrarão desenvolverá a capitalização.
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1)
Au,orizado a funcionar no Brasil pelo Decreto n’ 3-224 de 23 dc Fevereiro de 1864. — Capital 0 rejervas livres declarados e realizados para operações no Brasil.
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que o Lloyd’s, a famosa organização se guradora londrina, tem realizado seguros com a finalidade de reparar prejuízos oriundos de fracassos eleitorais, o que é uma prática à qual não se pode negar um certo toque de excentricidade, nada obstante a amplitude própria do con ceito de “risco segurável”. que» aprovada pelo Departamento de Se guros do Estado de New York (U.S.A). apareceu recentemente um tipo de apó lice-incêndio com franquia, recaindo a cargo do segurado a responsabilidade por 5.000 dólares, contra a concessão de um determinado desconto. que Jimmy Durante, o conhecido astro de Holywood, cuja popularidade em grande parte se atribui ao seu nariz, tem o mesmo segurado pela importância de 50.000 libras esterlinas» contra todo e qualquer acidente que possa alterar as linhas anatômicas que lhe são peculiares. que, segundo as estatísticas, as toneladas perdidas em consequência de choques con tra minas foram, no período dc após-guer ra compreendido entre os anos de 1918 e 1922, de 170.040, ao passo que no pe ríodo de 1945 a 1949 tais perdas se ele varam a 1.029.419, um terço das quais. verTicadas em aguas japonesas. que. antes do advento do seguro social» as mulheres casadas podiam seçurar-se. em certo pais, contra o nascimento de gêmeos e outras contingências ainda mais imprevisíveis. que. durante o mês de aerosto de 1950, a produção do seguro “Vida Ordináro” sofreu um aumento aproximado de 54% nos EE. UU. da América do Norte, atri buindo-se a causa dc tal fato à circuns tância de se terem agravado, naquela época» as possibilidades de um conflito armado, o que levou o público a aprovei tar a cobertura de tal seguro,, no qual se inclui o risco de guerra sem qual quer prêmio adicional.
Dr.
Rua
Brigadeiro
Phamphilo cTUtra
Freire
de Carvalho
Faleceu nesta capital» na noite de 19 para de dezembro último, o Dr. Pamphilo F^irc de Carvalho, Presidente da '*a. de Seguros Aliança da Bahia”, da Finça da Bahia Capitalização S/A”, |nj- Panco Econômico da Bahia” e da “Imolar,a Seguradoras Reunidas S/A”.
Moço ainda, o Dr. Pamphilo bacharelou-sc em ciências jurídicas e sociais, ingres sando então na vida política do seu estado natal — a Bahia. Deputado a Assembléia Le gislativa. da sua terra, via-se. em jxwco tem po. investido nas elevadas funções de Presi dente daquela Casa, e de vice-govemador do
‘ to deputado federal, ao extinguir-se l;9)t( ‘ llf^ato a sua carreira política, nada obs^i^r^ntr?cortada de sucessos invulgares» foi passando o dr. Pamphilo a dediIq . as atividades económicas, exercendo, o cargo de Diretor da “Cia. de SeAliança da Bahia”, para depois vir a Vidente da mesma empresa, funções (We ocupou durante onze anos.
O Dr. Pamphilo. embora fosse um dos maiores seguradores do seu país, jamais trocou a simplicidade que lhe era peculiar» pela arrogância e o orgulho que a sua elevada po sição poderia inocular-lhe. Cavalheiresco, sem pre elegante ç educado, qualidade essas (pie demonstrava pelo gentil e fino trato que a todos dispensava, o Dr. Pamphilo cra um homem que realmente sabia fazer e cimentar sólidas ami-
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— Presidente — Vice-Presidente — SuperinteiK CI
SUCURSAL RIO DE JXNEIRO - Av. Presidente Wilson 193, 2.», s/201/232 — Tel. 42-9172
Representantes nas seguintes Capitais: PORTO ALEGRE
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CURITIBA
FLORIANOPOLIS SALVADOR
RECIFE JOÃO
PESSOA
FORTALEZA BELEM MANAUS V
pE 360
janeiR°
A
DE
SEGUROS
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zades, e tal o comprovaram as inúmeras mani festações de pesar que, na ocasião do seu concorridissimo sepultamento, foram registradas. Em artigo assinado para o “Correio da Manhã, desta capital, disse o escritor Augusto Frederico Schmidb sôbre a personalidade do ilustre segurador: “A mentalidade, a maneira de encarar a vida, o gosto das nobres atitudes, a constante preocupação de ser verdadeiro, do ser autentico, tudo isto era em Pamphilo de Carvalho o resultado de uma cultura, de uma tradição a que a sua natureza aliou-se sem esforço. Mas, em verdade, continuava ele/ e por assim dizer concluía, a experiência dos d’Utra (de Utrech, explicava) e dos Freire de Carvalho. Uma das constantes de sua vida, era o culto pela figura de Amphilophio de Car valho, seu pai, a quem conheciam na Bahia como Amphilophio Consciência — homem íntegro, juiz valoroso, moral impecável, que fulgiu no Parlamento do Império e acabou Ministro do Supremo Tribunal Federal, um dos três grandes juizes ao tempo de Floriano Peixoto/ ao lado de José Higino e Ribeiro de Almeida”. “Pamphilo era um humanista, para quem o Latim não tinha segredos. Seu grande prazer intelectual, # no entanto, consista cm recitar Corncille, Racine e alguns românticos; prin cipalmente Racine o empolgava. Sabia ele longos trechos de cor, dêsse mágico, dêsse scr-violino que tirara, dentro dum ritmo rigo rosamente inalterado, os mais fundos e nume rosos arrepios e soluços da alma huina”. Do seu consórcio com a Exma. D. Maria Emilia* a quem deixou viúva, o Dr. Pamphilo teve dois filhos: Silvia e Pamphilo Pedreira Freire de Carvalho. O seu enterramento teve lugar no cemittério de S. João Batista nesta capital, falando tm nome das empresas presididas pelo pran teado morto, ao baixar o corpo à sepultura, o Dr. Abilio de Carvalho, redator-chefe da RE VISTA DE SEGUROS, proferindo a se guinte oração : “Venho falar cm nome das Companhias Aliança da Bahia, Aliança da Bahia Capitali zação e dos seus cooperadores. 362
Não deve fechar-se o túmulo de u*11 homem que foi nobre e digno, sem que sôbre ele se pronunciem palavras de respeito e Gv saudade. O Dr. Pamphilo de Carvalho, filho um grande magistrado/ de seu pai herdou amor à pátria, o interesse pela causa púb»^ com sentimento profundo do direito, a rância e a bondade. Formado cm direito, pouco depois eii na vida política, como deputado de in1C*^ logo depois Presidente da Assembléia do tado, aos vinte quatro anos de idadedas legislaturas, foi deputado federal, c nado o seu mandato deixou a política c P‘ a servir em instituições económicas. Durante os doze anos de vida P nunca teve atritos com quem quer Entre os adversários só criou Fez parte da Diretória da Cia. da Bahia, como Diretor* e há onze Presidente; Presidente da Companhia da Bahia Capitalização, desde a sua Presidente do Banco Economico da aqui, da Imobiliária Seguradoras Kc Era no estado uma figura sem Pa educação e prestigio proprio. O luto de sua família é um luto e do Brasil. (A O Dr. Pamphilo tinha notável blico.. A frente da grande seguradora t leve iniciativas patrióticas. Ofereceu a° Clube” não menos de três aparelho5 namento; fundou o posto de Puel Baurú; instituiu um prêmio de 10^ zeiros à melhor obra sôbre a Bahia, coU assim para a comemoração do quarto da fundação da cidade de Salvador. Em memória de seu pai* criou de animação para o melhor aluno da de Direito. A sua bolsa estava aberta Pal‘l y a pobreza necessitada. Je Eu que tive a felicidade de go/'* amizade e confiança, deixo aqui tm ‘ y de profunda saudade. i^i1 Pamphilo de Carvalho era prof111 / • crente, e felizes os que morrem cm JANEIRO
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Biscurso do Conselheiro Angelo Alario Cerne Ara solenidade da posse, veri ficada a 9 deste mês, dos representan tes das sociedades de seguros, para o biênio 1952/1953, no Conselho Téc^co do "Instituto de Resseguros do Rrasil", o Dr. Angelo Mario Cerne, Que pela quarta vez é escolhido, pelos seus colegas seguradores e pelo Go verno da República, para 0 exercício Qesse importante mandato, pronunClcu a brilhante oração de cujo texto danios, em seguida, uma reprodução íntegra. Ten<lo o senhor Presidente do I. R. B. •cado que iria dar posse solene aos Con1 ------- v'v“’ 'Ué feitos pelas Companhias> e nomea^Xcetentíssimo Senhor Presidente da
^ara ° exercic*0 d° mandato de J Juteuei do meu dever, como Consemais antiguidade 110 exercício do ’ apresentar os meus sinceros agra
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CURITIBA — PERNAMBUCO 3 ALEGRE — SANTOS e S. PAULO
SEGUROS
decimentos pela prova de confiança dos--se gui adores do Brasil, ao sufragar o meu nome. Lo mesmo modo, cabe-me exprimir ao Excelentíssimo Snr. Presidente da República cs meus agradecimentos, pela escolha que houve por bem fazer recair em nossa modesta pessoa, asseverando a S. Excia. a mais irres trita disposição de nossa parte em bem servir aos interêsses superiores do seguro e resseguro brasileiros.
O Instituto de Resseguros do Brasil, bem organizado funcionalmente, tem sentido os empecilhes naturais da sua própria estrutura e resultantes de sua natureza intrínseca, isto é/ de ser um organismo cuja direção é orien tada pelo Govêrno da República e cujos funr cionários se julgam, também, com direitos e prerrogativas diferentes daqueles dos empre gados de emprêsa privada. Assim, a sua admi nistração tende* forçosamente, a se tornar mais complexa e — por isso mesmo — mais custosa, o que tende a criar um clima difícil de compreensão* para aquêles seguradores que estão habituados a gerir seus negócios dentro da base única do lucro, como vísa qualquer emprêsa privada. Entretanto, o I. R. B., afóra essas falhas fortúitas — por considerá-las, como as consi dero, falhas congénitas - também tem sido um tanto inacessível na organização e implantação dos seus planos de resseguros, umas vezes deixando de ouvir as opiniões das seguradoras e outras vezes não emprestando à sua experiência mais antiga a importância que teria sido de desejar; também o pendor para certo preciosismo técnico, atuarial e estatístico, tem, às vezes, sobrecarregado as Companhias com trabalhos e despesas nem sempre em proporção sã com a sua utilidade imediata ou remota. É verdade que em meio dêsse ressenti mento também há muita crít’ca improcedente, pois que as companhias de seguros devem reconhecer que os dedicados e competentes funcionários do Instituto de Resseguros do Brasil, ao formularem suas opiniões, baseiam363
se no intúito de melhorar o meio segurador brasileiro, opiniões que devem ser respeitadas mesmo que contrariem nossos pontos de vista. Diante dêsse panorama» os Conselheiros Técnicos das companhias seguradoras têm se esforçado — do que dou testemunho pe los seis anos e meio que tenho de trabalhos nesta Casa — para conciliar êsses pontos controver tidos, procurando, cada vez mais, aproximar os interêsses e pontos de vista do I. R. B. aos dos seguradores. Muitos Conselheiros das companhias têm ilustrado o seu mandato — com exceção do orador — e estou certo de que neste mandato os conselheiros reeleitos, bem como os novos, continuarão nessa luta construtiva e que julgo ser colaboradora para o engrandecimento do seguro privado no Brasil. Os atuais compo nentes do Conselho Técnico do Instituto de Resseguros do Brasil, de nomeação governa mental, bem como os seus dirigentes neste momento» têm demonstrado até o presente um espírito muito compreensivo, o que tem tor nado muito mais fácil a tarefa dos Conse lheiros eleitos pelas companhias.
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SEDEEM LONDRES ri u»
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ACIDENTES PESSOAIS' Agenles principais no Brasil
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Telefones: 23-0421 e 23-0784
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Portanto, como Conselheiro •< 5Cr' \ V 1ítí nhias, sinto-me satisfeito em vir ,l fSffiK Conselho Técnico, do qual ainda (i’’ figura independente do Dr. I hU‘l.l‘ _ t., da Costa, que tem demonstrado tudo e elevado talento, quando apre ccssos que lhe são submetidos.
. Prometo às companhias segt>r‘ rvido, stl , í vi-las» como sempre temos se descurar dos seus interêsses e a fia»Ç° !/■ C^' / presentantes do Governo nesta 0 !,ü2 como aos seus funcionários, que do Z terêsse, visando o engrandecinienl° privado no Brasil, coincide com prios interêsses e com os que levaram à fundação dêste IPstl jg/
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E Av. Presidente Vargas, 502 - 14.° salas 1401/3 E =
Se o Presidente do 1. R. B.J cada vez’F informasse o Excelentíssimo Snr. PresM®1 da República sóbre questões de scgur0S desse ouvir a opinião dos seguradora, dito — eu, pessoalmente — que estan vivendo o melhor período após o a^'e^|lir Instituto de Resseguros do Brasil. Sua ria tem procurado diminuir os encargo* W nistrativos do I. R. B., tem fortalecido aS^ reservas, tem recebido os seguradores*^ brasileiros, quer estrangeiros, com tem procurado novos rumos para o vem de uma viagem de bóas relaçoe* do mundo segurador, coberto de êxl1 nalmente, tem procurado acautelar ‘ rêsses do I. R. B. buscando, 3 vantagens para as seguradoras nas su<lS com o Instituto, no que tem sido eiic ’ coadjuvado pelos ilustres Snr. Vice-Presidente, Dr. Rodrigo de Snr. Conselheiro Diretor do DeP Técnico, Dr. Emílio de Souza Fereir‘ CX
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As^ncla no Estado de Alag&as
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TíiiiiiiiuiiiiiiiiiiiiciiiiiiiiiiiiKsiiiiiiiiiiiiniiiiiiiiiiiiuiiiiiiiiiiir
Já disse e repito : muito meio segurador brasileiro o InstI o que é preciso ficar bem defm*^ • * i b & interesses do ressegurador e op
4lí ? ?
paralelos e que nenhum deve $° ’ outro. Ao contrário, o resseguro sempre o maior interêsse em servu |tíl j • « ipft’ •’ p1, direto. Logo, com êste lenia, . Mt1, / 1 | 1 ’ " ■ ;* seinprc os interêsses precípuos ^{í1* I*’ Resseguros do Brasil, que jtilg0
desde que não sc sobreponham aos interêsses, muito merecedores de apôio e acolhimento, uos seguradores privados. Sabemos que, no presente momento, o seguro privado precisa enfrentar uma série adversários gratúitos, que não reconhecem nossa atividade» garantindo e preservando, niediante módicos prêmios» o patrimônio naCl°nal segurado, um objetivo merecedor de P°i°; ao contrário, vêm usando de uma de-
s°gia inalsã, negando-nos um razoável re0 Que tôda operação de economia pri°fer V,Sa> como PaSarnent0 à garantia que , ece: um saldo resultante em lucro — e mero hotv. , jdo u^m modesto — para os exploradores Uegóçio. penhor Presidente: nós confiamos em vós,
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formaram o seu espírito vultos incomparáveis de brasileiros em grande número# cuja gran reci(lo pela Companhia Aliança da Bahia, aquedeza é simbolizada nos Castro Alves, nos a Cidade. Ruy Barbosa, nos Cotegipe, Artur Neiva, no Presente estava o Dr. Pamphilo de CarCctavio Mangabeira, nos Anísio Teixeira, v^hC| Presidente daquela seguradora. Ao cuja ação e iràdiação se.projetou, em épocas rtar-se a fita simbólica, o doutor Cândido diversas, por todos os recantos do território ntoura proferiu um belo discurso relativo nacional. ato e exaltou a figura do Dr. Pamphilo E’ a Cidade do Salvador aquela cidade e Carvalho e às belas tradições da Cidade que# há mais de um século, com a sua glodo Salvador, nos seguintes termos : riosa Faculdade de Medicina, tem sido um « * o . 1A Capital, a velha e ilustre Cidade do foco de atração e de irradiação de cultura ;aIvador, é a cabeça gloriosamente encanecida cujos benefícios efeitos se derramaram por .C Ul»a das maiores e mais ricas unidades todo o âmbito da nacionalidade. Com efeito, Brasileira. Aquela tradicional cionde se encontrará, em todo o Brasil, alguma H • que se dehruça sobre a magnifica baia cidade, de maior ou menor importância de ' l°dos os Santos# que se dependura pela mográfica. onde não tenha vivido, e desemda montanha, se comprime na estreita penhado o seu sacerdócio, algum médico . a da Cidade Baixa e se esparrama ito areba;ano ou formado na Bahia ? lado Pforialto cia Cidade Alta, com seus cais. Mas# como dizia há pouco, só indo à :(U.a.llIlas• seus elevadores, suas ladeiras» suas Bàhia, ev vendo “de perto os seus homens e íante'five seus ! - -palácios, suas igrejas, e a puas coièâs, é 2que se tem a explicação do surto • gefeção dos seus pomares e coqueie da existência de .personalidade do valor e ? Do]’ eS^Ueciv?ls — c bem o berço intelcctüàl tio porte do ilustre doador deste Posto de ^CcUr^1C0 do colosso brasileiro. Em «todo ?o • Puericultura de Baurú. história da nacionalidade, - dali réResumimos assim o discurso referido, 10 r’Ue lrani 05 ma’s nobres exemplos, ali é qual respondeu o Pres dente da Aliança da 5^ Ulani as ma’s altas expressões tia nasBahia, em termos de valor .e referentes *à Q for U já firmada brasibtiade. Ali cresceu situação econômica do país. &*ar^nri1 a sua inigualável mentalidade o Ia egador, político e diplomático que (Transcrito da “Revista Brasileira de e Antonio Vieira. Al: nasceram e Panificação”). :n
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• O responsável por esta secção sente-se na obrigação de esclarecer que não é pequena, com efeito» a dificul dade que sempre enfrenta, para a escolha do seu entre vistado mensal. Possui hoje o Brasil — c isso é prova de que, “malgré tout”, o seguro c a capitalização progridem, e bastante — um numero muito grande de lideres — e dos mais ilustres ! — espalhados por todo o território nacional, q nos ser a sobremodo agradável e honroso trazê-los a todos, desde logo, a esta secção. En tretanto» e por mais empenho que colocássemos nêsse “desideratum”, irão nos seria possível alcançar tal objetivo, pois limitados, infelizmente, a uma entrevista por mês. não podemos, senão aos poucos, ir promovendo esse lento desfile, através as colunas desta secção# dos mais eminentes vultos do seguro nacional. Dr. Amdlcar Santos do que colhermos, no próprio interesse dos nossos leitores, a sua acatada opinião sôbre al ib-osseguindo nesse nosso compromisso de guns assuntos que» atualmente, tanta repercus Revistar, para a “REVISTA DE SEGU- são vem alcançando. A nossa primeira pergunta, que versou ’ os líderes do seguro e da capitalização kl’asil, auscultando para os nossos leitores sóbre a transferencio dos seguros de Aci suas abalizadas opiniões sôbre os mais di- dentes do Trabalho para os Institutos, respon ls°s aspectos desses importantes setores da deu o autor do “Dicionário de Seguros” : fornia nacional, “HOMENS 1)0 SEGU— Sempre que, oficial ou particular apresenta, desta feita, mais um estudioso mente, uii chamado a opinar, manifestei-me lais assuntos, e detentor/ inegavelmente. c.ntrário à passagem dos seguros de aci. vasto éabedal dos conhecimentos téc- oentes do trabalho para os Institutos de llRos Pertinentes • aos referidos institutos — Previdcnc a Social. c /jr , . • Ainilcar Santos. A tendcr/cia, porém, é tornar efetiva essa passagem. O projeto» ora em curso no Con ^lsPetor de Seguros há mais de vinte gresso, estabelecendo o regime da livre con ciç . ^x“Diretor Geral do “Departamento Na- dir rência, com a garamia, porem, do monopó 0 de Seguros Privados e Capitalização”, lio para os Institutos que já o possuem, não be F ^m.-lcar Santos é. na verdade, — como a evitará, servindo somente como paliativo, “S*1 aCentuou> em Relatório, a Diretoria do pelo adiamento da solução. lndicato das Empresas de Seguros Priva— Qual a sua impressão, indagamos em S e de Capitalização do Rio de Janeiro” seguida, sôbre as noz*as disposições relativas ao Utn cidadão com raras qualidades, que Seguro Dotal ? 0 defender» patrioticamente, os interesses — Bôa, respondeu-nos. E acrescentou : v. ^ação, sem prejudicar os da classe segu, 'í)ra, merecendo a admiração desta, ainda, Únicamente faço uma restrição ao fato de te Pbr . .... . 1 ser dotado de invulgar inteligeircia e de rem estendido a todos os seguros a prêmio j fdiindos conhecimentos técnicos de segu- único, a proibição de dedução estabelecida ,s e capitalização”. Nada mais natural, pois, para os seguros dotais. ^v,Sta
de
seguros 369
— Como Compreende o sr., l)r. Amil■car, o exercício da fiscalização ' — A fiscalização, qualquer que seja o seu setor, deve ser sempre preventiva e ori entadora. Só nos casos de comprovada má fé ou insistência no êrro, devem, os que a exercem, aplicar o regime repressivo. Uma sincera colaboração entre socieda des fiscalizadas e órgão fiscalizador, com uma nítida e mútua compreensão dos seus de veres, é a melhor fórmula para uma fisca lização pronta e eficiente. Passando a responder a uma nossa per gunta sôbre o ante-projeto apresentado pelo Ministro da Fazenda, o qual, alterando o art. 109 e suas notas, retira do “Departamento Na cional de Seguros Privados e Capitalização” a fiscalização dos impostos que recaem sôfrre os contratos de seguros e de capitalização, assim se manifestou o nosso entrevistado : — A medida» além de não se justificar, pois tira de um órgão especializado e que
La F o n,c i e r e
desde a sua criação teve sob o seu contrôlc o exame c u fiscalização desses postos, trará para o Ministério do Traba
lho, anualmente, um desfalque superior a trezentos milhões de cruzeiros na arrecada ção, que, por seu intermédio exclusivo, e recolhida ao Tesouro Nacional.o
Finalizando a entrevista, perguntam05 lhe :
• • dc — Que nos diz do retorno à pobtica nacionalização do seguro ? A resposta veiu rápida : — Prefiro não comentar. São antig°s bem conhecidos os meus pontos de vista cül trários à nacionalização do seguro. O Boletim de julho de 1948, do partamento Nacional de Seguros Priva e Capitalização”» transcreve, entre outros» pareceres que exarei, quando se tese da nacionalização cm face da atual tituição.
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JANEIRO
por Augusto Frederico Schimidt
Êsse homem que anteontem morreu — ^arnphilo D’Utra Freire de Carvalho, era o
uome completo — pertencia a uma raça ^llase extinta, a uma raça de brasileiros como nao mais os nascem e se formam, raça cm csaparecimento. lira êle um gentilhomem» um fidalgo que o próprio nome e o de seus pais c ^‘l1cres, as virtudes ancestrais desses baianos há quatrocentos anos ou mais se ha via^ . ... «uraigado cm sua província; virtudes e lradiçne~ r p * s QUe na pessoa desse meu amigo, se apurado como se com jrv.Se l)reParasse tôda a estirpe para uma fi‘l4^o de despedida. ni°ntalidade, a maneira de encarar a ° Sósto das nobres atitudes, a constapte d° ser verdadeiro, do ser au1^ tU<^° *SSo era cm Pamphilo de Carvaa’f^ esultado de uma cultura, de uma tradição Lnp SUa natureza aliou-se sem esforço. Mas, cont’uava êle, e por assim dizer l1,1’ a experiência dos D’Utra (de Utrech, axa) e dos Freire de Carvalho. Tt
REPRESENTANTE GERAL PARA O BRASIL
V
Retrato de Pamphilo de Carvalho
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nia ^as constantes de sua vida, de seu 1 "Ho, ^hin i u*a ° culto pela figura de Amphiloba Carvalho, seu pai, a quem conheciam a como Amphilophio Consciência — t'âyQ] ’ntegro, juiz valoroso, moral impeQ aC'd ^Ue no Parlamento do Império J°u ministro do Supremo Tribunal FcF] llUl d°s lr^s grandes juízes ao tempo C- ^i| riarr° Peixoto, ao lado de José Higino ^Urc|H 11 ° c^c Almeida. Também de seu avô f lAd Pamphilo comovida lembrança: com >la a França» acompanhado de irmãos e lh(n./)S' Gostava de evocar esse tempo, reme^Fçs411<I° episódios da vida no colégio de pade Paris, onde fóra parcialmente ^luitas vêzcs, em peregrinação, re(k dVíl a êssse educandário nas cercanias Durante esse tempo de infância em d gaulesa, Pamphilo aprendera seu maraDE
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vilhoso francês, um francês sem acento, de que êle secretamente se orgulhava, um francês como se falava há meio século passado» mai§ saboroso e rico de expressões do que o que usam hoje em dia as novas gerações da França. Pamphilo era um humanista, para quem o Latim não tinha segredos. Seu grande pra zer intelectual, no entanto, consistia em re citar Corneille, Racine, e alguns Românticos; principalmente Racine o enipblgfava. Sabia êie longos trechos de cor, dêsse mágico, dêsse scr-violino que tirara, dentro dum ritmo ri gorosamente inalterado» os mais iundos e nu merosos arrepios e soluços da alma humana. Pamphilo recitava por prazer, por fôrça duma paixão literária insatisfeita» e para estender-se no exercício de sua lingua francçsa bem amada. Homem de finanças, colocado numa inve jável posição nos negócios, presidente e, por assim dizer, fator da prosperidade dum dos mais importantes grupos seguradores na América do Sul. diretor de banco — como soube êsse meu querido amigo resguardar-se contra a brutalizaçào, a contaminação do di nheiro» tão sutil veneno de almas ! Ninguém mais sensível, mai$ caloroso e bom, do que Pamphilo de Carvalho. Aos sen timentos de retidão, à firmeza do seu caráter, à sua fidelidade aos princípios morais mais antigos — que foram a base da formação brasileira e que nos têm valido e ajudado a atravessar esta hora dissoluta; à sua noção vigilante do digno e do indigno, a essa norma de bem proceder que era um traço marcante sua civilização, reunia Pamphilo uma sensibili dade, uma tolerância e uma delicadeza incom paráveis. Homem corpulento e de fisionomia aus tera, guardava tuna alma singularmente afetiva e terna, um dom de compver-se com as penas alheias» um entendimento dos sêres como raramente tenho encontrado. Nesse homem, que já conheci maduro e a quem não faltaram 371
r
razões para fechar-se em vista de sua compre ensão da vida e das inúmeras experiências que teve; nessse homem que o trato dos negó cios poderia ter curtido e secado, tal como uma gôta de orvalho no cálice de uma flor antiga, algo se conservava inatingido uma pureza de infância, uma disposição de alma para elevar e sublimar tudo. Do cidadão rea lista, alerta, atento e prevenido que era, êle, desprendia-se algo que o diferenciava das ou tras pessoas que se ocupam em iguais ativi dades — uma vocação para o bem, uma inge nuidade tocante, enfim.
Aos vinte e sete anos de idade fora Pam philo de Carvalho vice-goverirador de seu Estado; exercera mais tarde o mandato de deputado federal. Retirou-se da política cedo porém, e de algibeiras vazias como costumava confessar. Advogado e administrador, teve aí o seu sucesso completo. Mas não são esses os epi sódios de sua vida que pretendo evocar neste retrato insuficiente, nestas linhas cm que tento ordenar e fixar o sofrimento que sua mor te me causou. T ratava -se de um de meus maiores e mais diletos amigos. Revelou-nic Pamphilo,
dc resto, muitos aspectos do que vale amizade, o nvstério da amizade, a afin^daddc uma criatura por outra, sem aparente ex plicação. Por que é que escolhemos, entre a . ’• n /7 At seres com (piem lidamos, o nosso aiinyumscetivel dc a‘ 'a está o segredo, enigma não suscetível lo que aaplhirt arcce liar-se com os dados simples do do qtie se vê. 7 /I Na arte de ser amigo, Pamphilo c” trava < casião para revelar suas qualidade'’ do comum, sua riqueza de cntendimcn 0 mano, sua ndole naturalmentc gjiero^a. Morto dc ontem — já o rev’J() saudade pungente, no ambiente que o conheci, no escritório de sua dc seguros: já o recordo aqui, em sll‘V rj()> das constantes, cm nossos encontros nas disputas superficiais de que' emef» anula mais, ligados, mais amigos. aPi;,“‘ r diferenças que nos marcavam c sSPaI< Envelhercer é cercar-nos dc jLr conhecer a solidão c o vazio cm qllC xam os amigos sempre partindo. l)tb dc hoje — (pie sensação de abando1 nos deixa, a sua viagem derradeir perada !
0 Seguro privado a serviço da economia nacional O titulo que encima estas linhas c preci^mente aquele que o Prof. Jorge Bande dera a Conferência que, pronunciando-a poucos dias antes eni São Paulo, deveria proferir aqui n*sia capital, no auditório da sede do “Sindidas Empresas de Seguros Privados e de japilalização do Rio de Janeiro”. O motivo d Qual resultou privar-se. a classe segurara local, de ouvir a magistral palavra do Jorge Bande, já foi amplamente excado, inclusive através das páginas da “REt ISTA DE SEGUROS”. Assim, e no inde contribuir para u’a maior difusão. nie*o segurador nacional, daquela brilhante I )n^rênc:a. da mesma oferecemos aos nossos '•torne ’ n° presente numero, um resumo que. [jre,a '0Saniente extraido, por isso em nada ! Jlldicará a compreensão e assimilação do ‘ Sai^nto do autor. q
Qtie 'd^cntou o Prof. Jorge Bande, de / le iinício, a °peração de seguro não se reduz a um
simples contrato de compra e venda em que intervêm, dc uma parte o segurado (como comprador), de outra o segurador (como vendedor), guindando-se o risco à categoria dc uma mercadoria. E taxa de profundo e crasso êrro» o encarar-se a Instituição do Se guro simplesmente por êsse prisma. Passa, dai. a sustentar, e com argumenta ção na verdade brilhante, que o seguro, pro movendo a eliminação da intranquilidade e do azar que perseguem ao homem na sua ativi dade quotidiana, por êsse motivo desempenha um papel de magna importância, e que o segurado, ao buscar a proteção dêsse elevado e eficiente sistema de previdência» dá uma inequívoca mostra de adiantada cultura eco nômica. Definindo a posição do segurador, parte o Prof. Jorge Bande da observação de que o seguro se alicerça, deitando as suas mais fundas raizes no método da Previdência Soli-
. • . Afanl1*1 (Transcrito do “Correio da *
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JANEIRO
Boas - vindas dos seguradores paidistas ao Prof. Jorge Bande, no aeroporto de Congonhas, de
seguros
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dária, pois reune, na sua aplicação prática, cm u’a mesma coletividade, os indivíduos expostos a um perigo comum, respondendo a coletividade»mútua e solidariamente, pelos danos que possam afetar quaisquer dos seus membros. Impera, na operação, o mesmo lema da Soli dariedade : um para todos, todos para um. Dessa observação, chegou o Prof. Jorge Bande à afirmativa de que o Segurador não é mais do que o organizador de tal coletividade, admi nistrando-a com devêlo e capacidade técnica, e que, no mundo moderno, a função de segu rador deve ser confiada/ para maior eficiência de tal sistema de Previdência. a entidades se guradoras particulares, a companhias de se guros.
O seguro, ressalta o Conferencista, agru pando cm coletividade as diversas economias particulares ameaçadas pelos riscos que a ati vidade humana entranha, constitui-se em po deroso vinculo entre essas econonras. E como o conjunto formado pelas diversas economias particulares é o que gera a Economia Nacional, também sôbre esta é de suma importância
V
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a influencia do seguro, porque sendo ele 0 liame poderoso das partes, por isso não pod* deixar de sen por igual, um elemento benc* fico a emprestar ponderável concurso ao
A essa altura, e adotando a divisão cia5 sica da Economia Política, passou o Pr0' Bande a analisar a influência do seguro n°* fenômenos da Produção, Circulação, DlS buição e Consumo, fazendo-o de forma verdade brilhante. E depois de longamente sertar sôbre o assunto, o Prof. Jorge Ban c oncluiu por afirmar que o Seguro. a-p^ j de ser uma Insttuição hoje tão integrante atividades humanas, c nada obstante ter cançado uma organização jurídica* tec financeira c administrativa que se pode 1 tar modelar, ainda assim não logrou ntin^ ‘ u *’ ate hoje, o seu desenvolvimento 0 !I Acentuou que ainda há importantes tar a realizar, para que o Seguro Privado atingir o gráu de desenvolvimento a <Jlt a direito por suas indiscutíveis virtudes P‘ Econom.-a Nacional c Internacional
Numerosa e seleta assistência presente a uma das magistrais conferencias Prof. Jorge Bande, em São Paulo. JANEIRO
do D*
"Le Bouquet de
Houx Vert" Assis Chateaubriand
I PORTO FERREIRA (S. Paulo — Fazenda “Rio Corrente”), 4 - Machiavel, nos “JA. „ '• discursos”, livro III, cap. I.escreve “que a ^Pública (romana) cai porque as leis agrárias tr°duziram nela a discórdia, e porque os Comandos prolongados fazem os particulares Xcessivanicnte poderosos”.
direção suprema dos negócios das suas em presas. E nenhuma das duas instituições a Sul América, Vida, c a Aliança da Bahia (fogo), apresentaram até a morte dos seus quatro condutores máximos o menor traço de caducidade. Ainda nos últimos instantes da existência, êles aplicaram» disciplinaram e aper feiçoaram a arte c a técnica do seguro. Esses 1942/ o prefeito João Carlos Vital, quatro generais tiveram comandos prólongad0 presidente do Instituto de Resseguros, dlssimos. Mas nenhum deles ficou excessiva / nostrava uma estatística da divisão das ^'Ça.s finance j mente poderoso, para com a influência pessoal iceiras do orbe segurador do !ras:l “m ou da sua emprêsa, perturbar a concorrência 0 '• Observ,c aqui, nesta coluna, dizia-mc dos competidores ou comprometer a fiscali *1cniein extraordinário, o organizador ins«Peravel zação indispensável do govêriro, no funciona que transformou o fracasso certo e Muase i mento do seu negócio. Machiavel não teria — inevitável do Instituto de Resseguros h’im r razão com Pamphilo de Carvalho e nem com ^rasi],1,cgócio que, encarecendo o seguro no os outros três comandantes cm chefe dos exér nao redundou, entretanto, no fiasco CsPerar|I citos nacionais do seguro. 0 observe qual o organismo següradoi Quando olhamos para o progresso in atie, , r mais ,*,cl' poderoso do Brasil :c a Alicessante, por mais de meio século, de ambas Bahi --.ia. Ela é mais forte financeiramenqtle as hostes aguerridas da Sul América,, e da ° nosso próprio Instituto”. Acredito í'”- com Aliança da Bahia» e contemplamos a majes o correr dos anos, o Instituto de tade do seu ritmo evolutivo, sem uma solução ^llr°s se- fortaleceu e se expandiu a ponto de ’lltrapassar a Aliança da Bahia. Mas há de continuidade, prosperando sempre, ganhan atrás era assim : a Aliança era mais do cada vez mais influência, mais confiança do publico mais vigor financeiro, lentas e so f:h cl° que êle, no volume dos recursos a,lceiros. berbas no crescer c seguras no consolidar as vi torias conquistadas, é que podemos constatar a v,dn )ls ^onicns foram, durante tôda a sua importância da coirl nuidade dos rumos, déca •^orte°S ^randes timoneiros dos seguros no das seguidas, na marcha de qualquer empre . ° Co,nendador Pedreira e seu genro endimento. Com dois homens de tino» cada 1 ° de Carvalho. O estilo de um era o um na direção dos seus negócios, durante mais te ° h°nestidade e prudência e, ao mesde cinquenta anos, a Aliança e a Sul América dojs ^P0' agressividade ires negócios. Os se impuseram, cada qual em sua especialidade, da(| a° tiveram só o estilo do ramo de ativicomo os dois troncos mais sólidos do seguro ] flUe se csPeciídizarani. Possuíam. num no Brasil. k s, o grande estilo do seguro, e Mais culto, mais flexível, enxergando fizeram tóda a sua vida, o núcleo mais longe que o sogro, até porque filho de da sua razão de ser na existência, renutra geração educado na Europa, Pamphilo li(j 111 insuperáveis. Teve o seguro de vida de Carvalho, desde que o comendador Pe %t d°is extraordinários professores: — dreira se viu afastado por um dispositivo es 1)10 Larragoiti e seu genro Jnstus WalÇlri- O de fogo, outros dois pedagogos túpido da lei, do comando supremo da com llcai*nam em Pedreira e seu genro Pampanhia. assumiu o bastão de chefe. Não mo dificou nada na estrutura do edifício. Conserde Carvalho. Foram onipotentes n|a
%
DE
SEGUROS
375
vcu-lhe os alicerces e o travejamento antigos e a bela cúpula. Mas, com o seu espírito in quieto, de luminoso civilizado, armado de um espanador, varreu as teias de aranha do estabe lecimento. Como todas as suas irmãs da pro víncia» a Aliança era uma casa antiquada, com os defeitos e os vicios de um organismo nascido e engrandecido num meio pequeno. O jovem bacharel, formado em Paris, possuiu o raro e invejável talento de infundir na Aliança o es pírito de seu tempo, os ideais humanos da era em que vivemos. E, nesse ponto, quanta coisa ele não ensina às suas congêneres, do ramo de fogo, de São Paulo e Rio grande, que permanecem herméticas, para escutar as vozes da solidariedade e da cooperação, as quais nos convidam a colaborar com a ação dos governos por tôda parte ! Constituía um encanto ouvir Pamphilo de Carvalho» que era um passional e um enge nho de raciocínio dos mais penetrantes que conheci. Falava, isento do pomposo e do de clamatório do estilo oratório do norte. Con versando, viamo-lo impregnado de autêntica eloquência, vigorosa, direta, que sabe atirar
Aliança de Mina s Gerais COMPANHIA DE SEGUROS RUA
DOS
GOITACAZE9.
BELO
15.
1/ andor
HORIZONTE
Fono : 2-4153
-X.
\ Subxcrito Capital J Realizado.
Gr* 5.000.000,00 Cri 4. 561.120.00
DIRETORIA: Dr. Luiz Adclmc- Lodl Dr. Trajano dr Miranci* Valverde Dr, Olímpio Fch c dr Araú jo Cintra Filh> Dr. Alfredo Epidio de Souza Arar ha Sucursal no Rio do Janeiro ;
RUA DA ALFANDEGA, 81-A — 2.’ Fones j 23-0626 e 43-7396
DIREITA,
49-2.9
--------
Telefone
3-4930
Endereço Telegráfico — ALARIMA»
(lUe passo-as para o Brasil. Você se incum. a (te cuidar da Bahia. Deixo o caso à sua cidade” Quando tio Candinho esteve na Cidade do alvador o ano findo, e deu três postos de ^tericuitui.a à Bahia, Pamphilo de Carvalho
construtiva no quanto sugeria ou alvitravaConhecemo-nos eni 1913, na loja do comum amigo Mascarenhas, cm Recife. ® era deputado estadual na Bahia linha 23 anos, e já mostrava a llia^urL.i. o equilíbrio, com que se saia em duras da existência. Assisti-o debater naquela ü com um adversário do seu partido. Era r lido, urbano, argumentando com fatos 4 deixaram o interlocutor desarmado. Ia »r o doutrinador, o dominador de hoH,e,1$’ ( c der que se levantava no horizonte. c()l11
0 baiano mais feliz do planeta. chegar ao Rio, numa das suas cons^.ntes excursões Salvador-Rio, me falou das Hl Q-SaS elal)as da visita do chefe de nosso e Vlniento, na cidade do Salvador, em 1950. larrativa trazia aquele sêlo de naturah-
cursos valorosos para se impor. O ardor de Pamphilo de CarvaH1” bem comum» pelo bem da pátria, tanto de esplêndido como da comunxativo- L compreendia, como ninguém, nesta tef\ (i? valor da contribuição privada para aÊ: ^(]t!r
votar 25G mil cruzeiros na guerra, aviões ao governo. Tomou a iniciativa ílc
JANEIRO
fí Lc bouquet de hoitx vert ct de bruyère cn fleitr"
(Transcrito do “Diário de São Paulo”, de 8-1-952).
Capital Social : Subscrito c realizado ........ L. 2.880.000.000,00 Capital para o Brasil : ................................. Cr$ 5.000.000,00 Opera nos ramos Elementares e Vida
representação Geral para o Brasil : Av. Presidente Vargas n.° 463-A, 5° andar — bone 52-2164 RIO DE JANEIRO Agências gerais : Porto Alegre, Blumenau, Curitiba, São Paulo, Belo Horizonte,
*
I
y^%iy?alvador.
.1
Companhia de Seguros Marítimos e Terrestres "PELOTENSE" FUNDADA NA CIDADE DE PELOTAS. EM 1.« DE JANEIRO DE 1874
iJfli
SÉDE — RUA
GENsR XL OSORiO. 725 — PELOTAS — RIO GRANDE DO SUL
iniciativas, que nos maravilham, P°r contraste com a atitude deplorável de companhias do gênero, prmcipahilC,lt
candalosamente gordos a distribuir acionistas. Pamphilo de Carvalho era tini gent’,l’C
Ligados por uma afeição de perto de qua renta anos — afeição que os anos só fizeram consolidar — nossa amizade se estreitou mais ainda (se possível) entre 40 e 45, quando cái a França. Acreditei na França, e essa con fiança tocou-lhe as fibras do coração. Sua ternura pela França,-onde se educara, ultra passava as medidas do amor de um estrangeiro por outra patria que não a sua. Por isso mesmo, sobre a campa do amigo querido deixo aqui :
Riunione Adriatica di Sicurtà Sociedade por Ações — Séde em Milão
para o Museu de Aite de São Paulo c Campanha Pró Monumento a Monteiro E mais quinhentos mil. e tudo isto com gor de expontaneicláde c um niord(1i
dade, de que falava Bossuet: “la seule simplicité d’un recit fidele”. Ouvi-o emocionado, pela afeição que dedicara» em poucos dias, à fidelidade de tio Candinho à cruzada da criança.
Companhia Adrialica de Seguros
governes a trabalharem. Dizia-nos mente: “A Aliança não pode, não deve ^|r ausente de nenhum dos movimentos dar.edadc nacional, promovidos pelos Associados Fêz a assembléia da Co’11!
nu sentido dos princípios essenciais 376
ttftvam em sua missão de cidadão rico, que trabalhava e que prosperava dia a dia. Era, a testa das duas Alianças, um funcionário, só do povo baiano como do povo brasi^iro. Todas as vezes que nos confiou dinheiro nunca o deu para a Bahia. Considerava o seu Mriotismo na órbita do nacional. Recusava-se a Pensar cm termos baianos, para pensar e d^lr em termos brasileiros. “Quando lhe ^asso as somas da nossa Aliança» costumo di-
AGENTES
Sao Paulo c Rio Grande, que ignora#1 sil, para só se lembrarem dos divide*1^1 ^i?
Sucursal em São Paulo
RUA
para derrubar de uma carga o obstáculo 2 vencer. Lembramo-nos dos dois discursos q«1’ fêz cm Bauru, o ano findo, (piando se inau’ gurou ali o Centro de Puericultura, que d0011 a cidade. Sua orações não tinham tuna l^3’ vra de ma:s. Era só o necessário» articula^*’ num metal sóbrio, claro e preciso. Foi 111113 lástima que tivesse abandonado a política 0 homem qug nela interveio sempre com 11111 pensamento de justiça, uma idéia nobre solidariedade humana, e uma preocupai30
1> de janeiro '34 . ? NUNES & CIA. LTDA. VlSC. DE INHAÚMA, 5 I
hl
r-r B A H I A p CELESTINO SILVA HQRrUGAL, 9-SaLVaDOR
GERAIS (BELO HORIZONTE)
"MOEl JESUS 0A ROSA E SILVA \_AFONSO PENA, 759-2.» j. 13
X IL
DÉ
SEGUROS
”
SÁO PAULO POCHON A CIA. LTDA RUA 3 DE DEZEMBRO, 17 - 5.- AP.
PORTO ALEGRE RENÉ LEDOUX RUA URUGAI, 91
PERNAM3UCO CARVALHO NEVES A CIA. R. D \ GAMBOA DO CARMO, 136 1.*(RECIFE)
PARANÁ (CURITIBA) A. COUTO A CIA R. BARÃO RIO BRANCO, 229
SA NT A
CATARINA
"PROTETORA'* Cii. dt S»3uro; C/A:. do Trab*lho
BAGÉ (R. G. SUL) RODOLFO MOQLIA & CiA. LTOA.
377
•♦♦
V
Reflexões sobre a necessidade da economia Opera em
Incêndio — Transportes Marítimos e Terrestres e Acidentes Pessoais
FUNDADA EM 1872
Capital e reservas mais de 15 milhões de Cruzeiros
.Matriz Rua do Carmo, 71-4.° Telefones ( 43-4958 ( 43-4959 ( 43-3370 Janeiro Filial :
Principais verbas do Aitvo em 31 de Dez. de 1950
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Agencias nos principais centros Comerciais do Brasil.
10.079.649,50 2.323.829,50 3.175.491,80 300.000,00 649.577.40
Imóveis Titulos de Renda Caixa e Bancos Empréstimos hipotecários Diversos ( ( (
I 1 i
Octavio Ferreira José Augusto de Octavio Ferreira
CONFIAN Ç ~ A
Companhia de Seguros Marítimos e Terrestres
A maioria das pessoas reconhece que ttononiizar, para assegurar-se um futuro li'rt de preocupações, é medida que a todos * impõe. Xo entanto, nem todos economipriticipalmente por não saberem como falta-lhes, via de regra, além dq °rÇa de vontade, para resistir a tentação de método na distribuição de dinheiro netiòirio a satisfação de suas necess»dades. f udu depende, apenas, de educação no
da poupança. Com pequeno esforço Q nctodo, adquire-se o hábito da economia, ^bito de reservar, de modo sistemático, Pro -^arte d° Mue se ganha, visando fazer a psJlsào de resursos a todos indispensável. inj. Pr°v’são infunde confiança em nossas sabemos que dispomos de meios %reenfrc,,tar‘ possíveis revezes em nossos L<hdhnentos, e, nestes nos empenhamos Maior confiança, confiança que é fator Su^ssu. ‘1)^ ^tr’bue-se a Arquimedes a a sentença: ' tr|e uma alavanca e um ponto de apôio 10 'Diagíno, e abalarei o mundo . PMendia êle, ao discorrer sôbre o pnnda alavanca, demonstrar o extraordi. potencial que reside nesse artifício de
X ■■
[COMPANHIA NACIONAL DE SEGUROSJ-
clue» s°b as ma*s var.adas íormab. homem, permitindo-lhe, com o cm sua força muscular, relativamente tipi. Lna> deslocar corpos pesadíssimos ou mu
z
Capital realizado e Reservas — mais de CrS 19.000.000,00 Sede : — RIO DE JANEIRO RUA DA ASSEMBLEIA, 72 - 5.» pavimento — FONE 32-6858 T e 1 e g r a m a s — SOLIDEZ Sucursal de SÃO PAULO Rua Barão de Paranapiacaba, 24, 6.° andar — Fone 24052 T e 1 e g r a m a s — SOLIDEZ Agencias e Sub-Agencias em todo o Pais D i r et o r i a Presidente Eng.° Nelson Ottoiri de Rezende Vice-Presidente Dr. Drault Ernany de Mello e Silva Tesoureiro.... Dr. Jefferson Mendonça Costa Técnico Roberto C. l laas. Opera em: Incêndio — Transportes Marítimos, Terrestres e Aereos — Casco — AcideiiVs • • Pessoais — Autonioveis — Resp, Civil — Aeronáuticos — Acidentes do Trabal^'
378
JANEIRO
V
muitas vêzcs a energia inicial de un dotando-a de dispositivos cuja apo a nesse prodigioso piincipio. ‘Xtraordinária é a afinidade entie * a Virtude da economia. A P”* Multiplica a energia física; a segun
----------------------
POR
J. A. de Faria Vellozo Especial
para
a «REVISTA DE SEGUROS»
desenvolve ao infinito a capacidade de aquisição do indivíduo, através da multiplicação do valor que acumula. O potencial de ação de cada indivíduo está, portanto, na razão direta da economia que êle faz. Apoiados nessa fôrça, enfrentamos com decisão o futuro, que será, fatalmente, no que diz respeito à nossa maior ou menor capacidade de aquisição, o resultado do que, no sentido da economia, houvermos realiza do no presente. Substituir o vício de gastar em coisas supérfluas, pelo hábito salutar de fazer eco nomia. é dar um grande passo para a inde pendência financeira. Não raro, homens bem sucedidos em seus primeiros empreendimentos, prosseguem, confiantes em novas e consecutivas vitórias, cada vez mais audazes, sem, entretanto, preservarem dos riscos que acompa nham todas as atividades, uma parte do fruto desas inic ativas. De um momento para outro, vêem-sc envolvidos pelo turbilhão dos negócios; cometimentos mal orientados fra cassam inesperadamente. Sem ponto de apôio para enfrentarem a situação, falta-lhes o pé e, quando menos esperam, encontramse novamente no sopé da rocha que escalaram, sem terem tido o cuidado de deixar atrás de si pegões de ferro firmemente cravados na escarpa, que lhes assegurassem pleno domínio da mole. E, ao contemplarem, rebrilhando ao sol, o píncaro de que tanto
ALLIANCE ASSURANCE CO-, LTD. ESTABELECIDA EM 1824
OPERA — Seguros de Fogo, Marítimos, Acidentes de Automóveis e Lucros Cessantes AGENTES GERAIS—WILSON, SONS & CO., LTD. AVENIDA RIO BRANCO, 25 - 4.° Andar — Telefone 23-5988
dE de
seguros
379
sc aproximaram, falta-lhes ânimo para reinciarem a escalada. Põem-se, então, a lainentar a imprevidência, quando os dias dc abastança lhes sorriam. Sem um pecúlio, que deve ser formado, mesmo quando as circunstâncias lhes impo nham certos sacrifícios, quando não fica o indivíduo sempre ao pêso dos compromissos, terá, constarrtcmente, a perturbar-lhe a tran quilidade de espirito, o fantasma de um futuro incerto. O guardar uma parte do que se ganha é um ato de auto-disciplina, e um dever a que se não pode furtar nenhum indivíduo de sã formação. Êle é responsável pelo desemparo em que poderão ficar os que de si dependem, se ocorrer seu desaparecimento prematuro. Todo homem deve ter como ponto de honra adquirir a necessária força de vontade para subordinar o presente ao futuro, eli minando as despesas supérfluas. Aquele que desenvolve o hábito de eco nomizar, adquire, ao mesmo tempo, auto* controle, confiança em si mesmo, coragem
e equilíbrio, e sc liberta do medo da 1*' A miria. () caminho financeira, é a nomizar, distribuindo-se os gastos de racional, e destinando-se a uma medida previdência pelo menos 10Çí do ordenado íendimento mensal. Com a simples supri- a , p ês0 das despesas supérfluas, pertazem-se 10%. _ Muito faríamos, por certo, p*’a 1 • | I ção do nosso povo, doutrinando-o, s|s camente, dentro dêsse sào princíp10ciite Estaríamos cuntribu ndo cfi<-azn para solver problemas financeiros u# tos, e restabelecer a tranquilidade em 11 fítulos lares, apontando ao público, os 11 capitalização. De modalidades várias, je cem planos grandemente atrativos, cap I (|ll3N se amoldarem às necessidades pessoa, sejam modestos ou ampm* ; P cursos. Síslema de economia já gi’aní'1 lU v.| dl fundido entre nós. relevante é ° 1 capitalização na sua fui ção educa<1 estruturação econômica do pais-
Almoço de Confraternização da C. R. I. D. F. A “Comissão Regional de Incêndio (lo u’stnto Federal” — que é um dos órgãos únicos do “Sindicato das Emprêsas de SeÇUros Privados c de Capitalização do Rio de Joeiro” — já erigiu, por assim dizer, em uma lradiçâo, o almoço de confraternização que Seus membros componentes» ao encerramento ^da /\tTO Civil, fazem realizar. Etn dezembro último, no dia 27, e dentro ni^sina atmosfera de cortezia e cordialidade tios a,ios tul os anteriores, teve lugar, no restaurante • d- c Seguradores c Banqueiros”, o “V Cl v,nhe c,onal ágape, ao qual estiveram presentes, des ínembn ------ >ros efetivos da C. R. 1. D. F.» 0 S:us suplentes e. como convidados, o Dr. Íi1? de Be*uclair (Presidente do SESP• ’ e ex-inembros daquela “Comissão”, fiAl'jlld0, entrc êstes últimos, o Dr. Nilande in?)1? D‘aS’ que desempenha, ------- ‘............................. atualmente.’ • l)( itantes funções de oficial de gabinete ^r. r ^r- João Carlos Vitab Prefeito do lí,t0 Federal.
Ao “dessert”, usaram da palavra o Sr. Gerson Pinheiro e 0 Dr. Odilon de Beauclair, tendo êste último, em sua saudação aos mem bros da C. R. I. D. F., manifestado o seu agra decimento, como Presidente do SESPCRJ, pelos reais c proveitosos serviços que aquela Comissão vem prestando à classe seguradora. No cliché abaixo estampado vêm-se, da direita para a esquerda : Antonio Percini (Abança da Bahia), Presidente da C. R- I. D. F.; Orlando Meirelles (Yorkshire) ; Octavio Ferreira Noval Junior (Confiança) ; Ger son Rollin Pinheiro (Urbânia) ; Dr. Augusto Godoy (suplente — Firemeifs) ; Angelo Gon çalves Guimarães (Home Insurance); Waldemar Pereira Rabello (suplente — Sul Amé rica T. M. A.); Carlos Martins Correia (con vidado — Lloyd Sul Americano); Mário Mota (Americana); João E. Barcellos (ExPresidente cia Comissão — convidado — Lloyd Atlântico) ; Mário dos Santos (Chefe da Secrearia do SESPCRJ) : Orlando Graca
Luiz Nunes & Cia Lida. 134, RUA VISCONDE DE INHAÚMA, 2? Pav. - Salas 219 a 222 ^Telefones : 23-3033 e 43-1943 Escrilórios próprios REPRESENTAÇÕES EM GERAL
«L’ U N I O N » Fogo, Ac. Pessoais e Aulomóveis
Agentes no Rio de Janeiro das Companhias de Seguros «PELOTENSE» «A VANGUARDA» «RIO G R A N D E N 5 Fogo, Transportes c Incêndio c TranJpor,vS Fcgo c Transportes Cascos
Oferecem às Companhias de Seguros as suas listas Nós cooperamos para f o progresso dc todos os que Cooperem
tambémi
telefônicas sc ocupam
para o nosso progresso, incluindo as representadas cm suas distribuições
para de seguros
companhias
nossas
Companhia de Seguros da Bahic1 Incêndio — Transportes — Acidentes Pessoais — Rcsp. Civil — C(^c°5 — Fidelidade e Automóveis —
V
380
Receita de prêmios em 1950 .............. Cr$ 53.299.331,40 Capital e Reservas em 31-12-1950 .... Cr$ 39.591.117,60 Agência Geral no Rio dc Janeiro PRAÇA PIO X, 98 — 4.° Andar ~ FONE 43-8883 janeiro
DE
SEGUROS
381
tCruzeiro do Sul); Herbert William do Couto Junior (suplente — RÍo Branco) ; Paulo Mo reira Brandão (ex-membro da CRIDF — con vidado — Bandeirante); Geraldo Magella A.
de Oliveira (suplente — Continental); J0^ Magalhães Costa (Atlântica Seguros Gerais)» Milton Bastos (Secretário da Comissão) e Carlos Neves (Inspetor).
f',h
i
r
^Presentantes
das
i
i
Sociedades de Seguros nos Conselhos do I. R. B-
Conforme o noticia prévia que inserimos em nosso
ae'’0 de dezembro p.p., tiveram lugar, no dia 28 d°quele rmês, as eleições para a escolha dos represen’°n’e» da$ . ■- sociedades de seguros nos Conselhos Técnico e R,tal1 <•_ do Instituto de Resseguros do Brasil», para o k-Sni8 )952 _ . — 1953. P,°clamados os resultados do escrutínio, o qual foi • Staorríd: • aiSS,m° (hQÍa v’5*a ° e*eva^° número de socied ’ v°*Qntes), S. Excia. o Presidente da República, por
O Dr. Odilon de Beauclair tendo Ò íü° direita o sr. Anton'0 Percini, e à esquerdo
o Dr. Nilande Me^f0
Dr. Antônio Alves Braga
Suplente : As
sociedades
muito bem
de
seguros
estarão,
verdade,
na
representadas, pois as designações do sr.
Presidente da República recaíram sobre nomes altamente
credenciados
no
meio
segurador nacional.
O
renome
por todos eles desfrutado dispensaria que fizéssemos,
na presente noticia, qualquer outra referência sôbre os mesmos, além da que diz respeito às suas nomeações.
Os Publicados no «D‘ário Oficial» do dia 3 dêste
A despeito disso, entretanto, permitimo-nos ressaltar que
2 Q* seguintes designações :
o Dr. Mário Cerne, ilustre colaborador da REVISTA DE SEGUROS, Diretor da «Cia. Internacional de Seguros»
^rQ
ç°nselho Técnico —
e Vice-Presidente da «Comissão pró Fomento e Desen volvimento do Seguro Privado nas Américas», nos biênios
eletivos :
Ângelo Mário Cerne, Augusto Xaxier de Lima e Vicente de Paulo Galliez.
anteriores já exercera a alta investidura a que agora foi reconduzido, mercê de expressiva votação obtida. O Dr.
Vicente de Paulo Galliez, também re eleito, é Diretor da
Artur Autran Franco de Sá, Mário
«A Independência — Cia. de Seguros gerais» c Supe
da Fonseca Guimarães e Otávio Fer
rintendente da «Sociedade Cooperativa de Seguros em
reira
Noval
Jr.
Fábricas de Tecidos».
o C°nselho Fiscal :
A
cabeceira,
o
Dr.
efelivo .
Campista
David
Chefe do Departamento de Administração.
Filho
Êsscs, os nomes que integram a representação efe-
7
tendo à sua direita
Xavier de Lima
Nac. de Seguros de Vida», as importantes funções de
<Sr0
Odilon de Beauciaír,
O sr. Augusto
exerce, na importante seguradora «Sul América — Cia.
o sr. Antonio Percini.
«iiiiiKjiiiiiiiiiiiiuiiiuiiniiiniiiüiiiihigiiiiiip
r-OMPANHIA DE SEGUROS
PEARL
Pãn-America *Ua
SENADOR
DANTAS,
84-8’
ASSURANCE COMPANY LTD.
ANDAR
’ 52-2080 — End. Tel. NACOPAN
em 1864
Fundada
capital subscrito e realizado
Cr? 2.000.000,00
Companhia Inglesa de Seguros Os recursos excedem a £ 190.230.191 DIRETORIA s
Â
MAXIMA
GARANTIA Cr$
EM
A* J. I Peixoto de Castro Junior R°bertO 1 Grimaldi Seabra e'son Grimaldi Seabra Buc,ydes Aranha Netto
SEGUROS
Opera nos ramos de : — Incêndio — Automóveis — Vidros — Roubo — Lucros Cessantes — Resp. Civil c Acidentes Pessoais. Sucursal no Brasil 3
506.503.307,80 GERENTE :
-------
Representante geral -------
H. CLAYTON CHAMBERS F.C.I.I.
M. Aguiar Melgaço Rua Vise, de Inhaúma 134, 6.9 Salas 605 a 610
INDENIZAÇÕES ATÉ 1950 Incêndio, Transporte, Acidentes do Trabalho, Acidentes Pessoais, Hospita,af v Operatório, Automóveis, Fidelidade, Responsabilidade Civil e Lucros Cessante ÃiiimiirniiiiiiiiuiicamuimnKaumHtuiiioiuHHnniomHHHmc.nm..... n£
382 JANEIRO
I
— Ttransportes : Marítimos, | ^Chr*CStres e Aéreos — Roubo — Acidentes Pessoais e Respon•Uh sabilidade Civil.
i s.
TELEFONES : Gerência .
43-7713
Expediente
43-8400
End. telegráfico : — PEARLCO
(]iiiiiiiiiiiiniiiiiiiiiiiiaiiiiiiiiiiii[]iiiiiiiiiiiioii>uii^
”>A DE
SEGUROS
383
tiva das sociedades de seguros no Conselho Técnico do
cicio dos mandatos que lhes foram conferidos, e Par3 11
IRB. Os seus suplentes são, igualmentc, ilustres figuras
na realidade, estão eles altamente credencio^04’
do mercado nacional de seguros : Otávio Ferreira Noval
Jr., Diretor da «Cia de Seguros Marítimos e Terrestres
Companhia
|
FIDELIDADE
Franco de Sá & Cia. Ltda., representante no Brasil das
re-eleitos para as aludidas funções.
senhores Alfredo Figueiredo, Aldemar Valença,
9fande abraço
Dr. Angelo Mario Cerne, Arnaldo Gross, Dr.
fraternal, os votos de felicidades que
Carlos de Albuquerque, A Confederação Na
A
todos
retribuímos,
com
cional do Comércio, Dr. Gustavo Silva, Fabio
Faria
TELEGRAMAS :
INCÊNDIO
Das seguradoras ALIANÇA DO PARÁ, A Pl-
LUCROS CESSANTES
RATININGA
(Matriz
e
do
Sucursal
RIO GRANDENSE c SEGUROS DA BAHIA; e
dos senhores Américo de Campos Souto, An-
Diretor da REVISTA DE SEGUROS e do «Lloyd Sul Ame
RESPONSABILIDADE
um
articulista
e
brilhante
do
grandes méritos, que tem demonstrado, nos trabalhos da
sua lavra, profundos conhecimentos técnicos de seguro c
tonio
QUEBRA DE VIDROS
TRANSPORTES :
Braga, Diretor da «Brasil-Cia. de Segures Gerais» e Pre
sidente do «Sindicato das Emprêsas de Seguros Privados
nomeados teve lugar, no dia 9 dêste mês, na Sala de Sessões do «Conselho Técnico», no edifício - sede do
a
cerimonia,
discursaram,
a
proposito
do
acontecimento, os Drs. Paulo Câmara, Ubirajara Indio da Costa, Odilon de Beauclair, Paulo Barbosa Jacques, Vicente de Paulo Galliez e Angelo Mário Cerne.
MarRimos — Terrestres
GUROS formular votos de que os representantes agora
um
brilhante desempenho
Carlos
Osorio
de
Rio de Janeiro
val, Dr. Odilon de Beauclair, Publicidade & Negócios, A Real — Org. Técnica do Seguros
José
A
Tipografia Prado,
Almeida
Cia.
NACIONAL. CARTÕES :
NAP
Fernando
Schuch, Edgar Eiffer e Jorge Aveline.
no exer-
do Rio, Belo Horizonte e Recife) ALIANÇA DA
RIO DE JANEIRO
BAHIA CAPITALIZAÇÃO, BRASIL
RUA VISCONDE DE INHAÚMA,
BRINDES E FOLHINHAS :
(Sucursal do Das
R'o), CONFIANÇA, CONTINENTAL, FIDELIDADE,
São Paulo
A FORTALEZA, GUANABARA, GUARANI,
Companhia Anglo Americana de
cursal
de Seguros.
do
Rio),
ITAL-BRAS,
FORTALEZA,
ITATIAIA, LIBER
RICA
DO
SÃO
SUL,
TERRESTRES,
SUL
AMÉRICA
VIDA
e
mões Ferreira, S. A. Corfume Carioca e Soc.
Goodyear, João Damasceno Duarte Filho ternacional), Max
Industrial
1 i
Reservas: Mais de 600 milhões de Capital realizado no Brasil: Cr$ 100 000,00 > — Reservas no Brasil mais do Cr$ 9.000.000,00.
Qd° Geral para a América do Sul — DR. C>ND CARRUT, Avenida Ipiranga, 121Ó
São Paulo.
—
Rio h &r0
Janeiro — G. Combe d‘Alma — Av. Rio PqU|C0/ 4 - 39 andar. Fone: 23-2678. — S. — José Whately — Rua da Quitanda, “ sala 210. Fone: 2-3812. Porto Alegre •riq Bento & Cia. — Rua Voluntários da PáSári* . Recife — Alexis Barcelos — Rua Vi^enorio, 43. Belo Horizonte — Roné Rodof " Avenida Afonso Pena, 952. — SalvaComercial Armando Menezes Ltda., Edi Corrêa Ribeiro, 39 andar, sala 1, caixa postal 974, fono 4065.
DE
SEGUROS
(In
Pochon S/A., Moacyr Si
de Borracha
Elastic S/A.
O nosso redator-chefe Dr. Abilio do Carvalho re cebeu gentil e artístico cartão de Boas - festas do sr. Liiboura C. Irvide, gerente geral da «American Foreion Ins. Association, de New York.
Receita do ramo Fogo em 1944 : 438.341.805,27 francos
AGÊNCIAS NO BRaSIL :
janeiro
PER
CONTRE
Proclamam a Confiança
D06C
PREVIDÊNCIA
PHOENIX
C°MPAGNIE D'ASSURANCES GENERALES
e
Que o púbSseo deposita na
GRANDENSE
Varejistas; e Ajax-Corretores de Seguros S/A.,
%:iQ|
itulos em vigor
RIO
PAULO, SEGURADORA BRASILEIRA, SUL AMÉ
r,CA, PHENIX DE PORTO ALEGRE, PROTETORA
A “Revista de Seguros” telegráfico: *R EVIG UR OS».
ALIANÇA
INTERNACIONAL,
NAMBUCANA,
DADE, MERCÚRIO, A NACIONAL, PAN AME-
RUA BOA VISTA, 314
seguradoras
(Augusto Pfaltzgraff), ATLANTICA, COLUMBIA,
(Su
casa matriz em paris — FUNDADA EM 1819
384
Pedrosa,
Maroja
Ltda. Wilson Pereira da Silva e a AGÊNCIA
fINCENDIE ET LES EXPLOSIONS
V
Roberto Argento, Sebastião
Ltda.,
e Rcpres.
o Theophilo Ottoni. Antonio
mentores. CASCOS
Amazonas
Kyelce
Sobrinho,
ton Cabral & Cia. Ltda., Octavio Ferreira No
Carlos de Melo Costa e Otávio Ferreira Noval.
'<iiiiniiimiiiiii[]ii!iiiiiiiiiniiiiiiiiiiiia!iiiiiiiiiiiniiiiiiiiiiiic]!iiiuiiiiiiniiitiiniiiiiiiiiiiiaitiiiiiiiiiiaiiiiii
Sul América
Quaresma
Mauro Lobo, Milton de Oliveira Castellar, Myr-
Barros, Dorival Tor-
prêsas de Seguros Privados e Capitalização do
|nt«rn°' — Viagens no Brasil e comP’9' cionais — Acessórios c
Terminando estas notas, deseja a REVISTA DE SEnomeados tenham
de
A.
Das seguradoras ALIANÇA DA BAHIA (Sucursais
A posse dos membros efetivos e suplentes agora
Após
Roncarati, J.
& C. Ltda. Ajax Corretores de Seguros S. A.,
Bluhm, Silvestre Galamba, Sindicato das Em
- Aérc0S
terior, fôra membro efetivo de tal Conselho.
IRB.
Humberto
Correia, Licinio de Campos Barreto, Luiz Nunes
fcs, Mario Ottaviani, Organização Guilherme
FIDELIDADE
de capitalização. Como suplente, o Dr. Antônio Alves
e de Capitalização de São Paulo, o qual, no Biênio an
CIVIL
João
Rio),
ACIDENTES PESSOAIS
inegávelmente
Souto,
Faria Vellozo, João Damasceno Duarte Filho,
AUTOMÓVEIS
ricano»,
DO
um
ultimo.
como representante efetivo, o Dr. David Campista Filho,
No Conselho Fiscal têm as sociedades de seguros,
UNIÃO
CAPITALIZAÇÃO,
9rQma$, c brindes, por ocasião das festas de Natal,
de Seguros Gerais
da Fonseca Guimarães, Gerente Geral da «Great Ame
AMÉRICA
COMÉRCIO E INDÚSTRIA e URBANIA, e dos
no$ desejaram.
companhias «Royal Exchange» e «Guardian», e Mário ricana e da «Home», sendo que os dois últimos foram
SUL
Somos gratos aos que nos enviaram cartões, teledezembro
Confiança», Artur Autran Franco de Sá, titular da firma
(Sucursal, do Rio), SEGURADORA BRASILEIRA,
BOAS FESTAS
!
|
PAULO B. JACQUES
©
ADVOGADO • • •
® ©
AÇÕES DE SEGUROS • • •
© © (as-
©
© sistência a inquéritos policiais, processos - crime
©
© x
© x
© especial mento referentes a sinistros dolosos
e no Tribunal Marítimo, etc.), e ações de ressarcimentos.
*
®
*
*
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ESCRITÓRIO ;
(•)
Rua México 148 — Sola 806 - 8’ andar.
©
RESIDÊNCIA :
© Rua Raimundo Corrêa 27 - ap. 504 — 37-7897 © ^2X2)®®®®®©©©©©©©©©©©©©©©©©®©©®©©©©^
385
^articulada uma quadrilha no Porto de Recife
|
RIO DE JANEIRO
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Companhia Nacional de Seguros Gerais
x
AV. RIO branco, 91-5.° And. Telefone 43-7745 - EnlerECQ leleflialioo:
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RIORISCO • HiO de Jansií3
í Incêndios
SEGUROS
' Transportes l Ac. pessoais o Resp. Civil z
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DIRETORIA
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I
X
?gundo uma local publicada, cm dezemj/ Últinio, pelo “Jornal do Comérciov de
presidenU DR- BARTHOLOMEU ANACLETO DO NASCIMENTO “ rn MARIO GUIMARÃES REIS — 8ECREIAR|U BtMTENDUH DR- FREDERICO RADLER DE AQUINO JUNIOR - SUPfc"'
Capital subscrito o realizado CrS 3.000.000,00
Companhia Interestadual de Seguros Capital realisado: Cr$ 3.000.000,00 fogo — TRANSPORTES — CASCOS — AERONÁUTICOS — AUTO MÓVEIS — LUCROS CESSANTES — AC. PESSOAIS — RESP. CIVILSéde: AV. 13 DE MAIO, 23-6.° andar — RIO DE JANEIRO Caixa Postal, 4333 Telefone 32-6114 — End Telegr. COINSER — Dr. José João Abdalla — Presidente DIRETORIA :
Dr. Francisco Manhães — Tesoureiro Fabio Faria Souto — Superintendente
Sucursais e Agências nas principais praças do Pais ÉfiriiiiiiiiiiintiiHiiiiiiiiiEriiiiiiiiiiicjiiiiiiiiiii iiiiiiiiJiiiiiiiiiiiiHiiiiiiiiiiiiciiiiiiiiiiiiiaiiiiiniiiiiniiiiiiiiiiiitJiiiii 11111111311111
BRASIL Companhia de Seguros
Gerais
Séde: AV. IPIRANGA, 1.216, - l.° ao 13.° andares, São Paulo Telefones: 32-4173 e 32-4174
Caixa Postal: — 796 — End. Telegráfico: — AZIL Capital inteiramente realizado: — Cr$ 5.000.000,00 Reservas : — Cr$ 50.000.000,00
3
DIRETORIA: Dr. Heladio Capote Valente, Presidente Dr. Raimundo Carrut, Superintendente Dr. Antonio Alves Braga, Produção Sr. Armando de Albuquerque, Secretário Dr. Gerard Combe d9Alma, Assistente da Diretoria SEGUROS:
FOGO, TRANSPORTES EM GERAL, ACIDENTES DO TRABALHO ACIDENTES PESSOAIS, ACIDENTES EM TRÂNSITO, AUTOMóVEl^ RESPONSABILIDADE CIVIL, AERONÁUTICOS, ROUBO, VIDRO5 E LUCROS CESSANTES. I<iniiiiinDiiiiiinimtiiiiinifimtiimiiiiiiiitiiiiiiiiiitiiiiiiiimiic3iiimiiiiiiEiiimmiiiitiiiiiiiiimitiiiiimii!iitiiiiiiiiii> l,(lil111 386
enC^as em que se emPenhou, para a dos fatos. ° ac^rdo com as investigações proce1(údos°(|S defraudadores surrupiavam os conHíf‘vicle -S vo'u,ncs clue Hies caiam em mãos. lando a substituição das mercadorias v<lor, , ’ Pedras e outros objetos sem ° C,Ue l°grava,n fazer os volumes ‘v0s (|ç ?s chegarem ao poder dos respecao Sl,nalarios, apresentando pêso idên^tOs nos romaneios e conhecit aiIKb eni’)arflue- Essa circunstância, e ‘ 1 se Processar tQdo o roubo a a não ficar o menor indício exSv. ( Viola U°,a^o ^ nos volumes, tudo isso •j \Ud^lUer suspeita de que no pòrto r, !fjr»as Se ver> ficassem os desvios das merJS f|uais eram ----atribuídos pessoas ... --- - aa pessoas estar,am cometendo nos portos de
St ' 7Jsl“ ituição das unidades roubadas.
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□
o comissário dc polícia Sebastião eiU Serv*ǰ 110 P^rto daquela cidade, ^0^° 3 denúncia de que ali estaria opeurna quadrilha composta de mais dc d^SS°aS’ conscSu*u conduzir com sucesso
janeiro
com que era executado o trabal °dia ser efetuada nos armazéns Pelo dilatado tempo que isso dessim, os volumes eram transUni local, que tinha a camuescritório de representações, onde
SC consuniava» retornando, ' ^ata °S arniaz^ns alfandegados. na Ulna * kHtida” nesse escritório, e ,:S| ‘’ha \ resií,ência de um dos cabeças da P°lícia conseguiu apreender certa niercadorias. Entre estas, ar' er,agens, máquinas leves para in^k)hJ?r°dl,tos farmacêuticos c material \ A Po,ícin * 0 4 ja conhece os nomes dos ca\ f°dos os cúmplices implicados, k ‘ a prisão de alguns dêstes úlcabeças, ainda quando eram ern1 A seguros
preendidas as diligências policiais, tiveram ciência do que se passava e conseguiram foragir-se, impetrando antes disso. porém, “habeas-corpus” preventivo. A propósito da proliferação dos roubos havida nos últimos anos em nosso comércio transportador, há quem sustente a tese de que a causa do fenômeno residiria nas difi culdades de vida que arrostam humildes ser vidores portuários c marítimos, os quais, por isso, derivavam para a senda do crime, pro curando assim aliviarem os seus males economicos. Entretanto, os fatos aqui noticia dos vêm destruir êsse ponto-de-vista, pois, deles, a inferência lógica ê a de que os rou bos dc maior vulto só podem ser praticados por verdadeiras quadrilhas, cujos cabeças não são, absolutamente» pessoas de modesta con dição econômica ou financeira, pois até já se descobriu que abastados comerciantes estavam mancomunados com êsses abutres que in festam os nossos transportes. .uiiiiiiiiiiniiiiiiiiiiii[]iiiii;:iiiiiniiiiiiiiiiiic]iiiiiiiiiinniiiiiiii:
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Companhia
|
I
AMERICANA
í
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de Seguros FUNDADA EM 11 - 11 - 1918
Capital Reservas Prêmios em
2.500.000,00 30.756.004,10 17.705.497,60
1950 MATRIZ
RUA JOSÉ BONIFÁCIO 110 — São Paulo (Prédio Próprio) Sucursal do Rio do Janeiro RUA MÉXICO 3, 7’ ANDAR
rí =
(Prédio Próprio) . Sinistros pagos desde a fundação Cr$ 69.129.256,30
[
^IIIIIUlillllllllliailllUIIIHIClIlllllIllllluiilillllllilclflIlllllllllC 387
o I. A. P. I-, DESTA VEZ». Pela Portaria n.° 177 • de 8 de dezembro p.p., de S. Excia. o Ministro do Trabalho, Indústria e Comércio, ficou o “Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários” autorizado a instalar, como órgão central, unia Carteira de Acidentes do Trabalho (CAT), destinada a operar em seguros da quele ramo. Respeitando a legislação vigente, dispõo a citada portaria que as operações daquele Instituto sejam exercitadas no regime da li vre concorrência com as sociedades particulares de seguros, c isso até 31.12.53* data em que estas últimas deverão encerrar as suas atividades em tal setor do Seguro Privado. A instalação dêssé novo órgão central do IA PI não se baseia, tão só, no fato de lhe conceder tal faculdade § 3.° do art. 112 do Decreto-lei n.° 7.036, de 10-11-44, cuja re dação foi modificada pela Lei it.° 599-A, de 26-12-48; ela se justifica também — segundo consta entre os “consideranda” da portaria a que aludimos no início destas notas — pela circunstância de “já estarem em efetivo fun-
ci onamento. nas localidades de maior 0,n3ti tração industriaria, c cm fas2 de progn-'io nafiW implantação em todo o território serviços (ie assistência médica do Indiistriá0'6 Aposentadoria e Pensões dos •Até há pouco, tais eram as condç^5
í
Mais uma . . .
Segundo noticiou a nossa imprensa diária, o Pre sidente do «Instituto de Aposentadoria e Pensões dos
Comerciários» está pretendendo criar uma caixa de pe cúlios destinada a amparar os segurados daquela autar quia, c nêsse sentido encaminhou um projeto-de-lei ao
Ministro do Trabalho.
São três os planos concebidos : a) seguro ordinário
38.9 Aniversário da SATMA
de vida, pagável por morte do segurado, à base de prê
que vinha funcionando o Serviço aludido Instituto — pois em nossa de setembro p.p. reproduzíamos, ‘1° tnado vespertino recilense “Diário da • .. .. uma notícia segundo a qual vários inles realmente doentes liavam sido derados como sãos pelo JAPI, pobre moça que deixara a autarqo,a niorer em casa, horas depois —’ camente, diante disso seria unia iniciar as operações de seguros dê *l do trabalho, com amparo em tal
médica. Entretanto* de lá para cá já sãO( quatro meses, e será bem possível
Já sao tradicionais as festas que, todo fim de ano,
mios devidos pela «vida inteira»; b) seguro de paga
° cSul América Terrestres, Marítimos e Acidentes», f eZC’n^ro último, comemorando o 38.9 aniversário
do segurado, e prêmios pagáveis durante um determinado
particular realce as solenidades Içr Q efeito, pelo falo dc haver sido, o ano de * e fTln’ nais produtivo da companhia, nele sendo baúift,. ^Os os recordes anteriores de eficiência e rentiveram
mentos limitados, com indenização dc vida após a morte número de anos, conforme as estipulações contratuais; c)
seguro cm grupo.
A fixação dos valores do contrato — capital se gurado e prêmio — será feita com audiência do «Serviço de Estatística c Atuária» do Instituto. O serviço será
Ao (u ncionolísmo da importante seguradora nacional, foi Q,v° de calorosas congratulações por parte da D: ”Ha. % 0,rí o REVISTA DE SEGUROS envia também as í^o';lici,oçõci> parabenizando-se com a alta admida companhia, outrossim, pelas acertadas di<,Ue tem sabido ii -------- imprimir as operações da cmCÜ’Q hstóri a está pontilhada dc constantes e Acessos.
organizado e mantido, segundo o projeto, pelo próprio pessoal do I. A. P. C. (Hum
nós
"INDEPENDENCIA" COMPANHIA DE SEGUROS GERAIS
Capital subscrito e realizado Cr§ 1 .500.000,00
Sede: Rio de Janeiro ■ Rua México 168 Telefone 42-4030 — End. Teleg. : "INDESEGUR”
empregado
almente,
temos
primeiro
no
período desta
nota.
Re
propósito do exato
nossas dúvidas a
sentido dessa palavra, e isto em virtude da longa e
triste experiência do serviço de assistência social pres tado pelos nossos institutos de prevdência.
espaço de tempo se tenham mtrt . Serviço Médico do IAPÍ. sensív^5
cações. Será ?
I).
Quasi pusemos entre aspas o vocábulo amparar, por
Karl Blindhuber
Foi investido, recentemente, nas altas funções de Superintendente
COMPÜNHU
da
Geral
guros», o sr. Karl
«Cia.
Internacional
de Se
Blindhuber, antigo funcionário da
quela empresa, à qual sempre lem servido com dedicação,
inteligência c elevação.
A noticia da sua nomeação para ocupar tão im
Me‘ RUA DIREITA N. 49
— S. PAULO EDIFÍCIO PRÓPRIO
3-l592 3 TELEFONES: '~4593, 3-4594. 3-4595. 3-4596 e 3-4597
portante cargo, alcançou a mais larga repercussão em todo o meio segurador, especialmente no seio do funcio
nalismo da companhia, onde conta o sr. Karl Blindhuber
com gerais simpatias, mercê dos seus dotes pessoais, que o fizeram um amigo e um colega estimado por todo.s
Endereço Telegráfico:
Karl
“COSEBRAS"
Blindhuber,
possuindo
um
perfeito
domínio
da técnica do ramo em que se especializou, é um dos mais valiosos colaboradores da REVISTA DE SEGUROS,
DIRETORIA : Presidente : Diretores :
DE
Cr$
PAULO GALLIEZ
(
VICENTE
(
FERNANDO DE LAMARE
(
LUCIANO MARINO CRESPI
(
LUIZ R. DE SOUZA DANTAS
SUCURSAL DE SÃO PAULO
Rua 15 de Novembro, 228 - 2.° - Tel. 32 Superintendente :
OCTAVIO
PUPO
NOGUEIRA
Agências em Pòrto Alegre, Curitiba, B. Horizonte, Vitória, Fortaleza, Salvador, Aracaju, Recife e S. Luiz do Maranhão
íiiiiiiiiiiiiuiiiiiiiiiiiiEiiiiiiiiiiiiiciiiiiiiiiiiiiciiiiiiiiiiiiiciiiiiiiiiiiiiuiiiiiiiiiiiintiiiiiiiniiEtiiiiiiiiiiiiiniiiiiiiiiiii^11111" rjl 388
"”»h de
20.000.000,00
Cr$ 100.000.000,00
cujas
páginas de há muito vêm sendo honradas com
trabalhos da sua lavra,
A êsse nosso amigo, pois assim o consideramos,
s De vida, fogo, transporSAhi IDENTES PESSOAIS. RESPOG■Mdade civil, fidelidade e DOENÇAS
queremos consignar as nossas felicitações. «Ajax Corretores de Segugos S. A.»
A-fim-de
atender
a
grande desenvolvimento das
^raÇa Aranha n.* 206
Corretores de Seguros Ltda.», que em
8." Andar
atividades
Séde Próprio T&LEFONES: 42-7297 e 42-7193
'/JAIS E AGÊNCIAS EAf TODO O BRASIL
conseguiu
impostas
necessidades
PiLIAL no RIO DE JANEIRO;
suas
tornar-se
pelo
operações, a «Ajax
uma
onze anos de
das
mais
impor
tantes firmas no seu gênero, foi transformada, recen
temente, em sociedade anônima, passando a operar sob
a razão de «Ajax Corretores de Seguros S. A.». Com
põem a sua Diretoria os srs. Celso da Rocha Miranda, Carlos O. R. Guinlo, Plácido A. da Rocha Miranda o
SEGUROS
389
Luiz ftodolpho Miranda Filho, que ocupam, respectiva mente,
Vice-Presidente,
Di
Companhia de Seguros Marítimos t Terrestres
À «Ajax», os nossos votos de que continui
na
üuião dos Proprietários
os
cargos
de
Presidente,
retor-Superintendente e Diretor. marcha ascensional cm que até agora se tem mantido.
FUNDADA EM 1894
Cia. de Seguros Garantia Industrial Paulista
Capital o Reservas ................... Empréstimo sobre hipotecas ... Sinistros pagos............................
Pelo Decreto n.ç 30.296, de 20 de dezembro p. p.,
publicado no «Diário Oficial» do dia 29, foram aprovadas pelo
Governo
Federal
as
alterações
introduzidas
de
dc julho e 31 de outubro de 1951. A principal alteração
constituiu no aumento do capital, dc 5 para 10 milhões de cruzeiros.
Cclumbia — Cia. Nac. de Seguros de Vida e Ramos Elementarei
Em virtude de incorreção havida, cm nosso número
(Edifício proprio) TELEFONES: 23-3113 e 43-3096
agências da seguradora em epígrafe, nas cidades de
João Pessoa o Campina Grande, informamos agora aos que
os
endereços
corretos
são :
inclui.se, como nõo poderia deixar de ser, . s coberturas accessórias das nossas apólices- ii in-r . • Talvez pela sua condição dc acccssório — vamos ^ilia hipótese — nõo cuidem as nossas Tarifas dc /* COm todos os detalhes imprescindíveis, a sua 'írltjr •••Urr» fár>Qj ra» e assim é que foi omitida, nos dispositivos tariPertincntc5 à matéria, uma particularidade aliás fn •0r ----.. -0. importância c dc extrema delicadeza, qual é 9ue Hrespeito à dclcrminaçao do capital segurado. O - . Pr°jeto dc tarifa única, ora em apreciação no . 0 ' iai.-iH '9üalmcnte nõo abordou tal assunto, limitando0)0 ^áusula que apenas declara a inclusão do %re ° Ümo rubrica onde são previstas as taxas a '«Iree a tn,r
RUA DA QUITANDA N- 87
de dezembro p.p., na indicação dos endereços das sub-
Rua
DIRETORIA:
Barão do Triunfo n.9 466, o da sub-agência do João
Aníbal Teixeira Antonio Queiroz da Dr, Mario dos Saotos
Planto, o critério de determinaçõo do capital por certas sutilezas e peculiaridades que no risco cm apreço, também deveria ser dc , estipulação tarifária, a-fim-de evifar-se os r<iiudiciai, -jís ao bom nome do seguro quo, com r*se q ajunto ao arbítrio de cada companhia fatalmcntc ocorrem. h sei que de um modo geral as tarifas não traçam indicam processos de apuração de capital ma$ com referência ao risco dc incêndio floH|V(J,Or fôrça de questões especiais que c matéria
Pessoa; Rua Marques do Herval n.9 45, o do Campina
'»
Grande.
'iiiiiiicjiiuiiiiiiiiniiiiiiiiiiiitiiiiiiiiiiiiiM1111111111111
Catarinense
Mutua Corretores de Seguros Ltda.
de Seguros Gerais
AVENIDA RIO BRANCO N° 311 — 9° - salas 921/922 — Fone 52-1534
S é— d eSanta * BLUMENAU Catafi”3
ORGANIZAÇÃO
=
c
ASSISTÊNCIA SEGURANÇA ENCARREGA-SE
DE :
c
*er'a francamcntc justificável uma exceção.
\ .
(Prédio Próprio)
5
Esquina da rua 15 de Novenil”’0
c
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n° assunto há ,o*'dado e, por
INCÊNDIO «CORSEGREX»
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_______________ TRANSPORTES
ÇiiiiiiiiaiiiiiiiiiiiiaiiiiiiiiiHiaiiiiiiiiiiiioi111111111 390
total
de
um
JANE"10
casos
que
oferecem
ASSURANCE SOCIETY, LTD. DE LONDRES FUNDOS DE GARANTIA — £ 80.000.000 Capital para o Brasil — Cr$ 2.500.000,00 Representante Geral no Brasil
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Snr. Segurador:-
deve preferir a Grafica Seguro S. A-, quando precisar de impressos, pois ela foi fun dada para atender a essa ne cessidade do meio previdente.
A "Revista de Seguros" é impressa na Gráfica
Seguro S. A.
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Qcertadamcnte, a matéria. Dcixá-la ao puro Seguradores ó dar ensanhas a disparidades^
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°* que sómente prejuizos poderão trazer à al seguro.
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Legal & General
«povoa-
isso, seria do bom alvitre Q Tarifa já entrasse em vigor regulando, cui-
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E TELEGRÁFICO :
derrubada
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Opera no país c no exterior.
AGENTES EM TODOS OS ESTADOS
a n^° sendo,
aí, aconselhável a adoção dc um °rrespondente ao «valor atual» de toda a Pc. o aconselhável • * d seria, sem dúvida, a firenda normal da plantação, como base para
☆ SEGUROS
ou- □ da p/6 vex'r ■ renda normalmente proporcior da ? Na silvicultura, _, só para citar um caso,
•ti
Telefone : 1190 Caixa Postal 184 Endereço tel. MUTUA
Estudo e classificação de risco.
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acordo com o deliberado nas assembléias ge
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O risco do incêndio florestal, ou
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nossos
6.748.973,4® 3.900.000/® 11.512.730#*®
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Rio
tíiiiiiiiiiiiaiiiiiiiiiiiitjiiiiiiiiiiii[j|||||||||||| tj||||||||||lltj||||lh"
oe
SEGUROS
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à margem ou relegar a segundo plano as Que-’ tões que embaraçam ou protelam a exp®nsaí do seguro, impedindo-o de desenvolver alargar cada vez mais os relevantes senK1que, indubitavelmente, ele presta à humanidade Serviços que importam numa crescente satis fação das necessidades de garantias cxperl mentadas pelo homem, na sua constante contra as adversidades que, como no c n sel> dc Titio» eternamente renascem para v suplício. E quem, na verdade, melhor i,1(,ca.^ para orientar e instruir a O.N.U.. a rcSP das intrincadas questões que q^nrercad^ . guractor encerra, senão os próprios se^lir*ijlir res» que são os técnicos c verdadeiros cü cedorcs da matéria ? Sem dúvida alguma, bem inspira^a 0 sua resolução de tomar os seSura^°re^|Cínas seus membros consultivos sôbre 0S P c.r do seguro, a O. N. U. por certo sa^c<jidas
A O.N.U., que sempre tem mantido um louvável afã de concertar e propor medidas de fato capazes de contribuírem para a paz e segurança mundiais, não tem deixado de observar, em seus trabalhos, uma orientação sadia e rcalmeiite consentânea com a natureza e magnitude dos problemas inscritos em sua agenda. Reconhecendo que não seria somente pela solução dos problemas políticos que iria, ela encontrar o fio dc Ariana, capaz de tirar o mundo das tensões internacionais que o agitam, mas sim pela eliminação conjunta das pendências de todos os matizes que tanto afli gem/ hoje em dia, os povos de todas as na ções, a O. N. U. soube eleger o caminho certo, que foi precisamente o de procurar as caminhar com acerto e equilíbrio as medidas adequadas para a solução dos pro que. nesse setor, se tornarem recomcl1 Não faz muito, ela já deu provas de g<r blemas de toda ordem, e não apenas os desta ou daquela natureza, salientando-se, porém, aimente assim sucederá, requerendo vê.rnos membros daquela OrganizaÇ* os de índole econômica. Para essa tarefa, compreendeu a O.N.U. dial, a adoção de duas medidas na que seria indispensável o concurso dc técnicos, capazes de contribuírem para a 1 pois o estudo de certos e determinados as universal de uma salutar política, 11<U suntos não poderia chegar a conclusões sen curatória, mas também econômica. Aqui no Brasil, onde os prü^ satas* e acertadas, se a respeito não fossem ouvidos ou consultados aqueles que, pela sua mercado segurador são numerosos c veí,líl ti'1 experiência c perfeito domínio das especia complexidade, as nossas autoridades^ _ lidades em que tais assuntos se ramificassem, mentais parece primarem pela adoÇtK $ na verdade estariam em posição de encon critério que seria justamente o 111 trar os remédios melhor indicados para os mendável. Legislando sôbre males que se pretendesse sanar. sempre ouvem a opinião de quantos Assim é que, segundo notícia que acaba de qualquer outro assunto ou espeC . • eitf o c de nos chegar, foi nomeada para exercer as mas dc seguro, não. Já insistimos, funções de membro consultivo, das Nações ocasiões, na necessidade de o G°v<rrefCl11 ir Unidas, a “União Internacional dc Seguros próprio Congresso Nacional, se s°c de Transportes”, entidade essa que congrega um órgão consultivo verdadeirameid^ e d1, os seguradores que se dedicam, na Europa, dições de projetar luzes sôbre ° aos seguros de tal ramo. cussão dos problemas que digam Ocupando uma posição de destaque» nos Instituição do seguro. E aqui, malS planos em elaboração para a garantia da paz fazemos votos no sentido de que, P cá' | resP° mundial, as questões dc carater económico, e abraçar tão sadia orientação» os 1 31ZlP* sendo da maior significação e importância o pelos destinos do nosso país se reS°’' papol que o seguro joga na estrutura econo- a possuírem um órgão de consulta i(|e ef mico-social de todos os países do universo, tões de seguros, de tanta necessi a com efeito não seria de boa norma colocar nós. PÉ 392
janeir0
CAPITAL REALIZADO E RESERVAS:
Incêndio,
Transportes, Acidentes pessoais
Responsabilidade civil Fidelidade, roubos
Tumultos, etc
A fR I Z :
EtCURSAIS :
Rio de Janeiro. Av. Presidente Vargas, 290 Telefone : 43-0905. São Paulo, La;go da Misericórdia, Recife. Rua da Palma 167 — 4? andar.
AGENCIAS
EM
TODOS
OS
andar
ESTADOS
— Endereço telegráfico “SECRUSUL”
CONSELHO FISCAL
DIRETORIA V,VIAN LOWNDES,
Presidente
°NALD DE AZAMBUJA LOWNDES, V. Presidento N*STOR ribas CARNEIRO, Gerente
JORGE SANTOS LIMA, Gerente
Efetivo :
Frederico
A.
Taves,
Manoel
Fer
reira Guimarães, Michoel Jayme Robison.
Suplentes :
Pockstalk
H.
A.
Arp„
Antonio
do
Carvalho
Julião
e
Harola
A.
tarbosa.
Cada ano que passa É O MAIOR ANO DA HISTÓRIA DA
SUL AMEKICA Para bem traduzir a confiança crescente que inspira a Sul América, esta frase, baseada nus fatos, po deria ser usada como “slogan”, cada ano que passa é o maior ano da história da Sul América 1950 confir mou uma vez mais essa verdade Basta examinai u resumo do Balanço que a seguir apresentamos E nes se Balanço, basta olhar os dados referentes aos segu ros novos - prova de que e sempre maior o numero
dos que confiam na Sul América. No impressi°na volume de seguros novos - Cr$ 2.726.353.284,00 - há de 553 milhões de avanço sòbre a cifra já mag de 1949. Esse é apenas um reflexo da absoluta reçào com que a Sul América responde pelo*onílô compromissos e serve à Família Brasileira. * # também na Sul América, assegurando » Pai
tranquilidade futura de seu lai
RESUMO DO 55. BALANÇO DA SUL AMÉRICA, REFERENTE AO ANO Oé Os novos seguros aceitos, com os respectivos primeiros prémios pagos, atingiram a quantia de ........ O total dos seguros ern vigor aumentou para Os pagamentos aos próprios segurados e aos beneficiários dos segurados falecidos (sinistros, liquidações e lucros) somaram O total de pagamentos desde a fundação. Os pagamentos de Lucros atribuídos às apólices de Seguros em Grupo, importaram em ... .... O ativo elevou-se em 30 de dezembro de 1950 à importância de....
DEMONSTRAÇÃO
DOS
VALORES
DO
2.726.353.284.6“ 11.262.679.417-00
140.011.344.4“ 1.308.916.819.°°
ATIVO
Títulos da Dívida Pública .... .... Títulos de Renda .......................... Imóveis . .. Empréstimos sôbre Hip., Apólices de Seguros e Outras Garantias Dinheiro em Bancos, a prazo . .................. Dinheiro em Caixa e Bancos . ...................................................... Prêmios, Juros e Aluguéis a Receber .... Outros Valores .............................
420.017.983,00 175.089.056,10 255.380 253,50 546 521.851,70 44.010.237,20 52.566.912,10 41.097.130,20 64.031.115,90
26.2’ 10.96 15.9’ 34.19 2,75 3.29
2.5’
1.598.714.539,70
FIRME
A SUL AMÉRICA — CAIXA POSTAL 971 — K1O • Quejando conhecer outros detalhes da organização ''Sul América", peço enviar-me publicações sôbre o assunto.
11. w w w w iNomo_______________________________________ i)ala do Ntwc dia
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ProtlMfto__________________ ____________ Casado ?______________ Tem tubos?______________ _ ________________________ _____
Hua. Cidadet.
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Bairro
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Sul Amerjf* COMPANHIA NACIONALSEGUROS DE VIDA FUNDADA KU 1W»