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Entre os povos pritmttvos, a fogueira era como um sim bolo de segurança. No alto da montanha, ela indicava, na esr:uridào da no ite, o caminho certo para os guerreiros que regressavam ao acampamento anunciando-lhes a paz, avtsanclo-os da guerra. E sempre acesa durante a noite, dava plena segurança a aluem, a mgentando as teras e insptl anuu cuu t tança e tranq uilLGaclc a todo:;. lê., quanclu perdido na tloresta, se o homem contemplava aquela luz, sabia onde encontrar aongo seguro contra as inLempenes. Hoje, em me10 à moderna ctviazação, o homem necessita ainda de um guia uo caminho da vida. Algo que o proteja do imprevisto e o conduza com segurança entre os embates da sorte. A COMl'Al\HlA BOAVlSTA DE SEGUROS, antiga Equitativa Terrestres,
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Fundador :
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Chefe :
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Diretores :
José V. Borba e David Campista Filho Consultor
CARlOS
Téc nico :
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Secretário A.
REGIS SILVA Redatores :
BRASIL e
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No JIH::o da 14.'' VCN'u civel foi proposta 11<111~ ação para cobrar de várias companhias de segu.1'os, a quantw pela yual fo ·i garantido o nsco JJf.(]frÍÚIIIo de wm velho bano nacional. Diante da defesa das seguradoras, o distinto magtstrado Dr. Bulhões Carvalh.o julgou a ação improcedente, po1· 1,•ários 1110fivos. D isse o JlU:: : " No caso dos autos, o nm.,fragio oconeu devido à concorrência de causas evi. taveis, como seja1H imperícia do Cap1.tão, mau estado de conservação do navta, má colocação e excesso de carga, desv-io da rota, irregularidade na licença para 11avegação e etc., como tivemos ocasião de focalizar na presente sc11tença c conw mnito bem expõem os acórdãos do Tri. b·un.ai 1Vf arítimo '' "l'enao o seguwdo r ecorrido para a segunda instân. cw, o reiator, desembargador H onwro Pznho, proferiu wm vo to verdaaewamenEe 1nodetar. J<.eatmente, é ele um homem de boas letras. O âese mbargad ar ~ ilvw M artins T ei:reira acampa. nhou a opinião do relato r, tr.xJs o revzsor manifestou...se peta rerorma da jurúhca sentença, n'um voto lamentavel, como vamos demo nstrar.
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- ~com.panheul'os as razões do r eV LS01' : " Dava provimento ao recurso afirn de refor~ mar a sentença para julga;y procedente a ação e co 1 .~ a enar as res, ora apeladas, a pagarem à autora c! il1denisa.ção pelos prejuízos sofridos co·m o naufragio do navto Norte, conforme se apurar na execução '
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O artigo 692 do C ádigo Comercial diz o seguinte : -
Redação.
O caso do Vapor Norte Seguro de Ro ub o -
Se nte nça .
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Um caso de responsabilidade de Estrada
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SEGUROS
"O valor do objeto seg u.-ro deve ser declarado na a,pó. !ice, em quantia C('rta., S('mpre que o segurado fÍV('r dele co nh cc i111 ento c:ra to. 103
No segu.ro de n.avio esla declaração é csse?Jcialmcnte ?:.ccessária e f aliando ela o seguro julga.se impro cedent e" . " O artigo 693 diz : - O ·;•olor rl cc!Cf.rudo 1;11 uj>1ílin· . IJII L·r /l' nlw rt .-lán. suia valha mais ou valha menos, quer a ucio lenha, será considerado t'm jui:::u co·m u ajustado entre as partes para todos os efeit os do seguro . Contudo, se o scg·u rador alegar que a coisa segura v alill, ao tempo do contra.to, un1 IJIIarto 'lltCJtos ou dai para cima do preço em qu e o segurado a cstilltlill, sarí ad1111filio a, rer:lama.r a avaliação, incwmbindn-lhr justifirn.r o rl'rlnllta çiio j>r·los IIU'ius de 1•n n•o udmissiveis em com..ércio. Pm·a este fim e t llt. aj11du. de o11lras j>rm•as podací o SI"!JIIradur oúriuar i! sequrado à e.rt/Jiçiio dos r!ont111 eU us 011 ruts rrt:::rl l"s t'l/1' 1]11 1' se j lltlllo" /•aTa o cálculo da m·aliação, q11 c dera. ·11r1. apúlice, c st· J!r esuwirú la h.:tl'.do 1i111o au Jiill rll' do segurado se elf negar a esta. exibiçào .. . Ura, se as seguradoras mula. ul eya rallt co ntra o n t!or do Jlll'l'io, lrula-sc de quandi.a liquida c Cl'rla, mio ca.bnulo ossi111 ll t' lllti VItl ~ t liyuirta ~· ú o CJII r·.rt·cnçüu de sentençll. N esta part e do voto Vl'ncido, luí up t ltas arbil'rio on dcsnmlu:cillleulu do Código Comercinl. Continú a : " Tenlto para 11/l/11 qu e u. deciscio j>rofcrida pt'lo Triúunul Jlarítvmo niio pode i111pedir a apreoação a·a pro<•a cultgllla neslt'S outos r elativam ellfe às ca.u.sas dclerminaaas do naugrafio do J:ll'i'iu Norte' ·. Est e trech o do 'iJOio <•cnrido é ·wniL ob ra pri111 n do ubsurdo. A função daquele Triúuual, ·ntontido peln Consliluiçiio Fed eral (artigo 17 das disposições lranstl órias) , é ref erent e à ftxa çiio el a nalnrc:::a c c.rl cl:siio dos acidentes de nnvegação, c.raJJ1ina11do a su a ca usa determinante c cÍI'c ulls lâncias em que se verificara-m. Vale a opú:dão deste Tribunal CO JJ/O perícia téc nica. O dc.crcto lei 7.675 de 20 de Junho de 1945, defl/l c a sna cornpelência.. Esta perícia é privativa do Tril,unai, cujas dcc isücs, 1' 111. Jlla.téria de fato, se p-resumem ~'C 1'd.ad eiras e sóm ente quando in cidirem cnt erro nw:u:if esta poderão ser ?'e<,istas pelos Orgãos do P oder J udiciârio. O te.rto do alud1do D errctu -L ei rrco nlt ere a co wj> c t 1~ nc ia a:o judioário parn conhecer ú'os erros manifestos, l:·fJS j ulganu•ntos do l 'rt l!/lnal .1/adlitno. A prÓJ>"''ia ca.usa em debat e JJ/ostra IJite os jui:::es qu e ftunionaram no caso se julgaram cmnpctent cs para coni!Crer da espâctc. A co1npetê1:cia. do Tnúun u.i .'\1Jartt i11Lo teJJI sua tradiçào no artigo 750 do Código Comerc ial : " Todos os msos a·e abalroaçci o scrüo d. ecl(lid os na. 111 enur dilação poss.<,el, por peritos qu e juig(/1 ão qual aos nm 1ios fo i o cau sao ar do dano . conformando-se COJJ/ as disposiçõ es do J\. r.:g ulan~ c nto do Porto e os usos c cost~~mes do lugar" . Há cem a1.;os, os Tribunais julgam raus:;s de abalroam ento de nav ios, sendo essencial porem a perícia a qu e se refere o artigo citado, co mo é essencial hoje o pronuciamento do Tribunal Marítimo, sôbre os acident es náuticos ~>a costa, mares interiores e vias navegáveis da República. C01~tinúa
o voto v encido : "Pelo que se apu·ou alra·vés dessa Jn·o••a, ent endo qu e não se pode atribuir ao co11-Wndantc do referido navio a responsabilidad e pelo dito 1~mtfragi o . A violência do v ento e impet•wsidad e do mar detenninando az>arias ao lem•e da embarcação e rotura de chapas do seu costado., f oram, a m en 11Cr, as causas do desastre. As teste111'u.n/:.as qu e 11 Cs/es autos dcp-u:::eram a reqncriiJi euto da autora uão só uão Úttputa1JI ao ro/Jim :daul e do 1W7'io a rulj>a no evento como, ao contrário, afastam do m esmo essa r cspousaúihdadc.
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O que se apura através da perkia não induz a outra conclusão. Urge considerar qlfe o nmno en1> q~testão era uma embarcação já mtúto velha, corn mais de 50 a1<os qu-e, i~concebivel mente, aiuda tinha permissão para nevegar, penwissão essa oficialmenir co ncedida pelas autoridades a que111 cabia fúwlizar a seguran(a da 111rsnw. Ao drmais. sr as compdrr.Júas segumdoras assu.mira111 o comprorwisso de indeni:::ar as avarias que porventura 7Jicsse a sofrer o dito vapor. uão podem agora invocar o máu estado do 111 esmo para se furtarem a compor os prejuízos sofridos prla srgurada. Dev iam ter exmn·inado o rstado do mesmo artes dr assumirrln. o risco" .
Srqundo o teor das apólices o segu.ro foi f eito contra os r1scos ordinários da navegação. Estes risros são diversos : a abalroa(ão , as avarias ronsequentes. o ra:u.fragio por tempestade, fogo a bordo, avarias .a rossas e particulares, raio. encalhe ou rhonur rontm rorpos à deriva. choau.es c01n recifes su.bn"'ersos ou: navios afundados. anua aberta e outros fatos que se dando sôbre as aguas afetam a fo·rtu:ra dr mar do armador. O sequrador não remJondc por fatos não estipulados na apólice. O se,q urado tem o dever de zelar pelas coisas sequras e mesmo evitar o JWitfroqio. rxinindo do sequ.r ador as dcsvcsas f eitas em bC'I'>"f-ício dr ambos. Co·n tratn rir hnn. ff 111.1-1.;to e.rtrnsa. o sNruro r a aarantia do comércio honPsto. Di::: o artirro 710 do Códiao Comrrrial : "São a ra.rrro do .~errurador todas as prrdas r danos (/lt r sôbrr'lw,.Jwm no ob irto semwo por almws dos rúcos es{JeY.:ifirados na aPólice . O artiqo 711 di::: rnt r o srqurador não rrsponde /}Or dano ou a~·a ria que acontrr:a por fa.to do srg lll'ado ou. por algwm.as das causas segu·i ntes : Ó.0
Falta dr rstiz,a ott defeituosa ar·ruw.ação da ,carga;
-
9.c
1o.•
12.0
-
DaJ.•ificação de amarras, 1/lastreacão. velame ou outro aualq!frr prrtcncr do IW~'io, procedido do uso ordinário do seu destino; Vício intrínsrco, 1ná qualidade on ma1t acondiciona. menta do ob jcto srguro: Rebrldia do capitão ou. da cqtnpagem .
Art. 712: - Todo c aualqu er ato por sua nat!we:::a criminoso prat1:càdo ,iJclo rm~itão 1·o cxrrririo dn seu empreqo 011. Pela triv ulação . ou · vor 11111 ou por outro conJÍmtam.ente, do qttal aconteça dano ~frave ao 'IWJVÍo ou à carga, em ovosÍ(ão à prrsu111id.rz z•o ntade legal do dor.o do navio , é rebeldia . Sequndo o art. 718 o segurador não rcsvonde pelos danos que -resU:ltam ao navio por falta de e:rata observân·âa das Leis e Regulam.eWos das · Alfân. degas e polícia dos portos . Vício intrinsrco , vício -próprio O!~ mcro oculto é defeito físico da cmsa; erro cont-ra as rer;ras da arte on ciência. Ribald-ia, Ribaldaria ou. Barataria do Patrão. ·Estas e:-ct·ressões. num se"1: . tido restrito , indicanr toda a espécie de dolo , de 11-wldade ort, prr'Varicarõrs co metidas pelo capitão ou oe11te da trirm,la.ção. O Código fala rm Rebeldia o que (o erro , pozs o certo é ribaldia. ou ribaldaria. Todas as l'lnbarraçõcs C'sliio sujeitas a v istorias regulam r ntares. duas vezes REVISTA
DE'
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por ano . Estas vistorins constih.wm. 1117'!-a presu.nção legal das boas coh?.dições para navegar. S e a últi11'l(J, vistoria. não fo ·1: feita.. desapm'ece a jAres~nção legal e se o uavio naufragou, sem um ac·idente qualqu.er, na a.usênâa de provas nu1teriais é de supor a existência de um v ício próprio ou oculto. A visto1'ia flutuante do vapo1' Norte deveri.a ter sido fe ·ita e-m 31 de Julho de 1943, mas o annador pediu prorrogação do prazo, c o 'llilvio 11ão mais vo ltou. Viajou, portanto, sob a responsabilidaâf do seu proprietário. A violencia do vento e a impetuosidade elo mar indicadas pelo vo to vencido, são meras fantasias.
O esta.do do ·m ar de corre da fôrça do vento. O 111 au tempo se caracteri:::a JJelo vento fort e, correspondente ao grau sete da escala Bcauford, co111 a fôr(a. mínima de 13 mts. 9, por segu.ndo, co11fOr111c certidão da Dircton:.O. de M e te. 1'eologia Federal. O segurado jtmtou unw cerlidcio oficial especificando as condições de vento e mar 110 dia 18 de Setem.bro df 1943, em que o 1M1vio nanfragon. DiD elcn: "Observações das 9 às· 15 horas, Estado do te·rnpo - Bom. Das 15 às 21 horas, Estado do tempo ~ Bom. Das 21 · às 24 horas, Estado do tfn,po - Rum. O Norte naufragou às 15 f 30 daquele dia. Tri nta 111inutos antes o tewpv era bcnn e o vento tinha a fôrça de 8,5 1nts. por seguir,do. Êste vento classifica.se no grau 5, com a no111 enclatura de fresco, qu.e agita levemente a sn. perfície do mar. O bom tempo co71timt.ou até às 24 horas daq nele dia, diz a certidão, logo, atribuir o na·~~t1·ágio à v iolência do mar é .faltar ú 'i!crdade, 11iio vendo qu e o bom tem po .foi refaido pela certidão oferecida pelo próprio in/r. ressado. Qu.em exibe em j ui:::o , como pro1-~a, 11111 do c uu ~e nto_. 1:ào pode depois co n.testá.lo. E' êste um princípio de 111oral judiciária. A pcsa.r da decisão do rfferido Trilntna l, julgando culposo o naufrágio do No rte, o segurado promoveu uma paícia nos au.tos do processo, a qual .foi favo7'ável às segura.doras. Eis aí a res post,a do perito dese 111patador : " O vento e o mar reina ntes na :::ona, por oa~sião, não pudia111 ca lt s,tr o 7/ au.frágio, se o navio estivesse devidament e ap.cwelh.ado e a carga. dentro do li-mite. bern dist?'ibtâda, e as escotilhas fs tivessem veç/.adas ." · Não ho uve portanto a:::o do mar. O navio era indigno elo mar. co 1n o di.~f/11 os ingleses dos nav1os c'111 1111Ís condições de navega.ção. O seg~rado r, di:: o art. 711 d.o Código, niio respo nde por .fato do scuurado ott por alguma das causas segu.intes: - .falta de fs lizrn e defeituosa arrumaçiíu da carga etc. No processo está provado que o 1:.avio levava carga acinw da sua capa.cidadc náutica, c que essa carga estava Hta.l estivada· e em composta por trilhos e lenha. Os ju-izes do Tribunal Marítimo .funcionam co mo peritos trcnicos priz·ativos, cnjas decisões s e presum em verdadeiras, CO ilfornve o decrffo .lei q1t c regula a . espécie. Este Tribun<Il aptwou as causas do na-t~.frágio. !•: as du-as decisões qHt' proferia ·i ndicou.as: E is a conclusão do 2." acordam:
" Consíderando que o · navio estava técnica111ente in.avegávcl; Considerando que i-mprocedem as alegações com as quais se pretel-!.de i·n .fínnar o acórdão recorrido; Acordam: Quanto à causa detenni1·zante: alagam ento do porão de r é e compartimento de máqwi-nas , atnwés das csco ti/lws que não se encontravam COII.'C'<' nielzl emc nt c vedadas; 106
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DE
1950
Concorreram pam o acidente:
1) 2) 3) 4) 5) G)
o 111áu. estado dos quartéis e encerados das escotilhas ; ausêucia de encerados no escohlhão do tw:.qu de aguada>· 111áu estado do chapemnento do tanque; má distribuição da carga; insufic-iênlc ia das bombas para esgotar a água; negligênc ia do capitão, deixaudo de tomar m edidas ca. pazes de salvar o navio e a carga; 7) julgar o acidente culposo . Diss-e o vo to vencido qu e as tcstent.un,h as inqnc-ridas pela autora afastam a responsabilidade do colllandar.fe . · Va·m os de·m onstrar qu e isto 11ão está de acôrdo com os autos. O Tribunal M ariti1no indica o depoi'lll ento do taifeiro que " explica o nau. frágio em conseqnência do uav io estar derrubado como saiu de Gluampari, já com o verdugo 111 ergulhado, isto é. co111 o con11és abaixo da superfície do mar; as vagas batendo na borda C111b.arcava111 facillllente. setn que as águas tivessewL escoamento pelos en-vbonwis, ab ertos para o convés, com as dobradiças encravadas pela f erruge·m ; que a água qu.e entrava si escoav a para o tanque de água doce, aberto para o convés, e em seguida transborddt~ do , aldg'pu o porão, do · · qu e resultou a pô pa enterrar ainda. 1nais, s-egtúndo....se o naufrágio. " O moço de convés decl,aron: - •· " D esde o m eio.dia qne o .. 1r.avio se a.cha:va e111. perigo de so{lobrar; que não v iu. por parte do Co111. nenl:.u111a JWoz•id ência e conw a situ.a.ção foi pioranito cada ve:.: 111ais. por 'i!Olta das 1-t homs foi despertar o Contra111rstre que se !/ enco ntrava descaJ!.sando por entender ser êsse o sen dn:er. O 2." maquinista confirlllou.:Que o "Norte" saiu de Guaraparí co tn a carga 111rtl distribuída, com a P·5pa muito enterrada e a prôa muito lez•a ntad.a ; que desde pela •JJwnhã pe·r êebeu qu.eo 11avio esta1•a. em risco de sossohrar, quat:.do pretendendo to111ar u.m banho, verificoH que a água eslaJVa sal.r;ada elli co nsequência da água. do mar que embarcava pela borda e se escom•a para o tanque cuja tam.pa se encontrava iuutili:.:ada pelo te111po. Que a u111a hora da ta.rde, tcr.do se agravado a sifu.ação do J·Iavio, o chefe de máquinns procurou. o Com. para pô.lo c-iente da situa.ção e do n:sco que estm•a c01'rendo; que nessa ocasião. o depo ente e mais o foquistlL João Barbosa cstmmn pró.vi111 os do ch efe de 111áquinas; qu e o Com. respondeu. pergwntando, dirigindo -se a.o gru.po, se estavam com ·m edo e nada .fc:.:. " Estas testeuwnhas são do próprio segu.rado. E ·m ve:.: de afastarem a ·responsab-ilidade do capitão. co11w di:.: o voto vencido, elas afir111araw a sua imperícia, a sua i111pnuf.ãuia, sai·ruio do pô<rto já e1111 péssimas co ndições . Isto se chama ·r ibaldia. A capacidade de carga de 11111. navio em antiyjam-ente -medida pelo número de 111 Ós de trigo qu e podia carregar . Depois passou. a s-er considerada pelo n úmero de ton eis de v ilzlto. Daí. o nome de toneladas. O excessivo carregamento é falta grm:e do C011landante. O navi.o tra:;ia pêso de mais. trmws velf.:.os e lenha, muito além da. sua tonelagen·I. Co111o responsabiliz ar as seg11rudoras por esta anomalia? A carga além dis.to estav a mal destribu.ida e mal arrumada. Concluiu o voto vencido dizendo que a~ ..seg•~radoras · dC7(iam ter examinado o estado do navio antes de assumirem o risco . ' Há 1:0 país repartições navais que ex ercem a polícia dos taares, aven. g ua111 as condições de nm·egabilidade dos navios e inqzúre·m das causas dos acidentes, aplicando 11/JUIIas aos infratores, além das respot:sabilidade.Sl criminnis C
REVISTA
Cl'l'IS.
DE
SEGUROS
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Os proprietários dos nm•1os deven' su.bmetê.los a duas visto>n:a:is anuais.
Um armador propõe 11/li seguro e o segurador o aceita confim: le nas boas · condições do barco. A reticência do segurado é causa de decadência do seguro. Se houvesse necessidade do segwrador sempre exa~winar o objeto do contrato seria desnecessário o disposto no art. 678 do Código , que fuhnh .·a. de nuli. dade o seguro quando o S•eg·urado faz declarações .fa fsas, on ca fa .fatos ou circ/u:stâncias que dezrÚ1111 ter sido reveladas. As seguradoras to111am a s1: riscos de mercadorias e navios en1. 1riagem, 11/'e smo no estrangeiro. Como poden'(}fm substitu.ir a Ca pitania do Pôr/o, vis. toriando nav ios ? E as vistorias em sê co como poderiam ser feitas 9 E se pu . dessem, quanto custariam? Esta pilheria faz rir. A verdade jurídica e a verdade processnal foram atro:::mente injuriadas pelo voto vencido, que importa em negar os fatos 1'elacionados pefas sente1:.ças anteriores. Abifio de Ca·rzral/:.o .
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===-=--..==....;= SETEMBRO
DE
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Singular Agravaçã o de Risco , nos Seguros de Acidentes do Trabalho David Campista Jiüho l·: spccia l para a REVISTA DE SEGUl{lh Em qna1squcr das modalidades de seguros, agrava-se o risco quando aparecem, no curso elo conl rato, CIITIIIlstânc:as qu e lhe amm:ntem a pcnculosi <iade, í a vo reu.: ndo a :;nperven iêHc la <lu SI Jll sL ro, prcupilaHdo a utn1 contratual. Alterado, assin1, o risco apresenta-se di ferente clatFIC:ie proposto ú co iJertu ra do se. gurv, sólJrc o qual poude tonnar u segu rad or opiniau clett:nnJJiante da fixaçáo do premio. l'or agrava<lo o risco, tem.sc ag-ra vada a responsau.IIdade do segurador em 11atural reciprocidade, tanto na eco il Ômia ela operação, pela quebra de equivalênua entre premio e nscu, como na tec111ca jurídica do contrato, pela modil .e<.tç~to do oojeto estipulaclo. LonsJstc a agravação na n~uclança ou Lranstormaç<io de circunstância essencia l, mais do que uma om issão ou reticência nas decla. raçóes do seguraclo, de tal modo, escreve Fipia, qu e o seguraclor não teria dado seu consentimento, ou não o teria fe1to nas mesmas condições, ao rempo ela conclusão elo contrato, se nvesse conheumento desse novo estado ele causas. Daí, imyor a lei que o segu rado se abs. tenha de "tudo quanto possa aumentar o risco " - art." 14.)'-!- do C. Civil - como ou. trossim que dê ciência ao segurador de ··todo incidente que possa agravar o risco ', segundo o art ." seguinte 14.JJ, podendo de tudo resultar a perda do direiro ao seguro. A agravação do risco é, deste modo, prevtS[a J-Jela subversão que opera nos ele. mentos essenciais do contrato - risco aumen. tado alem elo estipulado, e prêmio pago a menos do necessário. contratos sinalagmaticos, tor. Nos na.se imprt scinclível o equilíbrio elas pres. tações; o prêmio pago representa o preço de uma probabilidade danosa, porém se esta se agrava, o ressarcimento em caso de sinis. tro não é mais o evento sôbre o qual pactuou o segurador, porquanto apresenta- se mats gravoso. Ressarcimento mais gravoso, de extensão onerosa imprevista, constitue no seguro de acidentes elo trabalho a exigência ele apare. lhos protéticos independente da indenização.
N á o se verifica aí propriamente uma agra. \·açáo de ri sco, pm·ém, seu pleno deito agra. vando a responsabilidade do segurador no momento da apuração do smistro, 1sto é, no ucs 1ccho da ol.Jrigação convencionada. lntrocluzia a lei 7 .036, dentre as obriga. çücs de reparaçáo do dano, llléUS a do torne. c1mento ([e aparelhos protéticos : ··art." Lô Em tooos os casos de mcapacidade permanentl: em c1ue a capacidade ao acidentado puder ser aumentada coni o uso de aparelhos tlc prótese, deverão eles ser lorneciaos pelo clllpregaclor, mdep e nd ente m ~nt c uo pagamento na mo en i zaç~w correspondente ~~~ reterida in. capacidade". Quer dizer, foi criado um risco suple. mentar do ac.oente produtivo ua mcapac1dade permanente, sem que para isso se cogitasse da complementar contrapartida, constJliUJda elo premio devido. :::,e o prem1o é o preço elo risco que o se. guraclor cobra pela garantta que concede, no caso presente, o segurador nao recebendo a .. paga ele um prêmw " que a lei exige para conclu sao uo contrato, escana exonerado da correspectiva . obrigação de mdenizar. 1 ai, porém, nao acontece, porquanto, a ex1gêncta de aJ.dreJnos de prótese resulta clt ;mposição lega1 nao · abroga vel, mecl1ante convenção particular, por isso, mio estranha ao conhecimento do segurador, como sena uma agravação de nsco, para efe1fos de exoneraçãe de responsabilidade; entretanto, daí deriva a mais onerosa agravação a recair na prestação do segurador, subvertendo fundamentalmente a operação, pois determma o desequilíbrio na reciprocidade das obrigações, destruindo-lhes a equivalência na técriica eéonômica fazendo avultar o valor ela indenização muito além elo limite máximo da importância do seguro. A mais rucl ,mentar técnica condena ina. pelavelmente qualquer seguro que procure apôio em tais elementos, porciuanto, o seguro é operação matemática que se equacioiía em elementos certos, em busca da incógnita ou eventual indenização que, por sua vez, tem limite certo na importância do seguro. Conclue-se dai conter a lei um principto perturbad or da legitimidade do .seguro, in.
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REVISTA
DE
SEGUROS
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t:rogu~ido por força do fal so paternali sm o do-
minante no periódo ditatorial e editada pela conveniência elos interessados · na buroc racia do Ministério do Trabalho . Unicamente, a jurisprudência, por insuf lar viela aos r:receitos ela lei, dinamizar a inércia elos textos, pode ria ro rn ecer o r em édio com que san a r e corrig ir o absurdo d e uma destinação lega l. procur<tncl o adaptá-la ?:1 equâ nime realidade. Entretanto, nau é <i lJliC 1·em acu nte. cenclo. poi s. ao contrário, o mal agra1·<t-se ].ela inte rpretação ex ten s iva iirm<tda pe la j Lrri spruclência . Ord ena a lei o fo rnecin1 entc' de aparelho de prótese . independente do pagamento da in. denização, e a just iça tem clcc iclido que o uso elo aparêlho, visando aumenta r a capacidade elo acidentado, ex ige, por isso . scp rel1ovaclo seu fornecimento durante a vida provavel da vítima e para garantia do que, ordena, obri ga o segurad o r ao d epós ito pré. v io ele quantia ba stante para tal n ccessú ria. Aí. a indenização d esproporci ona.se . acontecendo o abwrdo . pois con stituindo um acessório a obrigação ind epente ela indenização. !~assa à obrigação principal p elo m ontante da impo rtância. e como será de execução sucessiva. é por isw garantida com o depósito
prévio. Di versas têm sielo as dec isões da _lu sí iça dt· .-\cidcntcs clu Trabalho. qu e ser ia n1. ;1penas. 1·a riaçõe,; e m tl11·nn do exe mpl o qu e ro rmulamos em núm eros redondos . Assi m . seja uma pequ ena lesi'JO ex ig ind o ;q;arêlh" de j'Hluco preço: 1·e ri fi ca -se 11111 aci. dente cuja inrkni zação é d e 2.000 crnzciros: f <J apari''lh n prot éti c<> a ser l"onwricln custa I . 500 c ru zeirns. pnré111 a 1·ítin1a i· j<>l·e tn t' apresent a condiçôes de prt,hahilidacll' de vi. da dl· lllilis de .1() a nos. antl> o <JIIl' dl'c idt· a Jtlstit;a qm· o.e deposit e a illlJHIIÍ;[ncia dl' .)(} 1-ezes I . ;i( ,~; nuzci ros . ou st· jatll -1-S .000 cru. zc;ros J,a ra garant ia da tT IIOI·a tJw elos dit oo. ;1pa reíhos. Con scqu entcme nt e. a pequena in. den i za<JJO desproporciona -se. t ran sforma ndo. se na 1núx in1 ;1. sendo frequentes os ca sos qu e representan1 l'int e c mais n·zes a ind eni zação de que é complementar. Sem dtl\·ida . é de e~t arr eccr que a lei introdu zind o um fat o r contrúri o à técnica do scgurr:. a j uri spr ud ência yenha criar outro maior . a m Fli ada pela exegese. esqu ecendo-se d e que as indenizações dos seguros de ac i. d entes süo fixada s a priori. sem o qu e niio se ria lí cit o admi tir a p r óp ri a ex istência do ;·eguro.
ª'1111111111 [ lllllllllllll rlllllll 111 11 1Clllllllllllll Cllllll 1111111 Clllllllllllll Cllll ll lllllll [lI :lllllllllllll [ l 111111111111 tlllllll 111111 tllllllllllllltl 11111
1 ~
1
Firemen's Insurance Company of Newark Sé de : -
..."
Cidade ele N ewark, Estado d e N ew Estados Unidos ela América do Norte
ê
.,
...
Jcrsey, ., ...
FUNDADA EM 3 DE DEZEMBRO DE 1855 Repre sentante ge ral para o Brasi l
;::;
American International U nderwriters
~
REPRESENTAÇÕES S. A.
Av.Rio Branco, 39-7. 0 andar-Rio de Janeiro Endereço Telegráfico: "AMINTERSUR" Telefones: 43-9176 e 43-9266 Sucursal em São Paulo : -
"
' '
·,·'
!
~ ;::;
H.ua Boavista, 76, 3. 0
~
Capital declarado e realizado para as suas operações no Brasil Cr$ 5.000.000,00
;::;
RAMO S DE SE GUROS EM QUE OPERA N O BRASil :
~
Incêndio :-->· 'J::ransportes Cascos - Automóveis Roubb' ~ .,. Vidros - Responsabilidade Civil '! ;·
;::;
· rlá:i.iticbs .. h . i, ~. .
-
Adclentes Pessoais Riscos AeroLucros Cessantes - Greves e Tun1ultos.
..
§
=
~lllllllllllll[llllllllllllltllllllllllllltlllllllllllll[liiiiiiiiiiiiCl ll ll l : lllllllll[llllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltlllllllllllll[llll"i:! 110
SETEMBRO
DE
1950
OC·onceito
de
T arifario
Construção
Superior por Luiz Me.ndonça (Do
« Comité
local
Especial Vários
como
!IÕO,
nosso~ tarifas -
se
sobe,
os
para
requisitos
Pernambucano o
que
REVIS>TA os
a
classificado como
simultaneament~ 1
todos
de
« con3otrução
possa
ser
Entre
tais
su perior» .
Em
muitos construções, todavia , aquela
dü funções arcabouço ex terno s e
exato da parte de muitos
parede s
da!. suas com
atividade s
el(l
profissionais,
identificarem - se
têm
no
ramerrõo
nece ssid ade
perfeitamen te ,
para
de
poderem
o
ou
requisitos , um há que não tem logrado uma compreensão securitórios que,
Seguros » )
SEGUROS
e strutura s p ree ncllam os cond içõ e s tarifárias .
incê ndio impõem poro que um edifício,
satisfazendo-os
de
DE
esqueleto
de
concreto
o s dos .. reparti mentes aquela
re alizada . As
seporoçã'o ,
armado,
internos como
parede s permanecem
sumem
na
caracterizoçõo
refere: à natureza Ante r;
do
os paredes
das
im port6nci a
é ele o que se
do s pr édi o s;
do
finalid ad e
concreto
duplo :
armado,
função
de
em
estrutura
vedas,
possuiam
su portavam
as
dos pavimentos superiores e dos telhados dessorte,
-
tanto
e
ao
mesmo
interno s como
Às paredes, por conseguinte, confiava·se a
tempo
ex ternos .
estabilidade
passaram
o
ser
se pa rado s.
num . . .
tituidCJ
de
creto.
Essa,
viga s, a
A
estabilidade
ESQUE LETO , p;Jores,
digamo s
cintas,
estrutura .
Às
etc.,
do
prédio
ass im,
cons-
tu do
paredes,
de
e ntão ,
con-
incumbe
Êsse último , sim, é o tipo de construção d efi nido tarifas
como
A.liós , concreto,
« su perior»
e,
por
iss o ,
go ·
dt• dispoJitivo tarifário vigente, deve ser toda ela de armado ,
ou
de
aço
protegido
por
material
incombustível. Por
nõo
atentarem
estrutura integral
devidamente
nessa
de concreto armado, ou
protegido por material incombustível têr~~ inco rrido
exigênci a
de aço
é que muitos
em êrro, guindando a uma imerecida clas -
sificação edifícios que no realidade não caem no conceito que a s tarifas formulam para o fim de se fazerem
construções ,
segundo
os
estrutura
clossificc;~das,
não podem · ser
diga -se
de
pa s.agem,
em
geral
ediffcios
não pos suem
estruturo
integral dêsse material.
Em tai s edifícios quasi sempre, por motivo de economia,
não
há
prédio '
a
preocupação de cumprir-se a de
de
funções,
indispensável,
rigor aquela
entretanto,
nos
ma ior oliura .
Po 1· isso,
estabelecem
os
tarifas
que
os
edifícios
d e menos de 3 pavimentos , ao invés de serem taxados
pela da
« Tabelo tarifa
o
devem· pagar a
desconto
de
20% .
taxa
Isso
comum
prescrevem
sem, contudo, no dispositivo referente às estrut~ros, de
protegido De du
Especial >> ,
com
deixarem
sondo de uma taxação especial. A estrutura, nos termos concreto
E essas
d ü 2 pavimentos e até de 3 , quando construidos de
ela~
openos o papel de si mple s vedes. pelo : nossas
armado .
para fins de taxação , como SU·PERIORES.
separação
Com o concreto armado, porém, essas dua s funções
é
papel
integral de concreto armod.o, ou de aço ' protegido por
ca rg o s
cum prindo ,
dos construçõe s.
repou so
concreto
material incombustível -
estruturas.
advento
constituiam·se
as -
às
de estrutura, embora com o refõrço de pilares e cintos ex plicita s termos dos dispositivos tarifários -
maior
nõo
cumprindo o
site é precisamente
que
vedes
dizíamos,
dl!
dos
os
entregues
oplic6-lo com todo correção e equidod e. E êsse requi um
separ-ação
estabilidade sendo assegurada · p<tlç.
3
exigí·las
por
em
material
qualquer forma, pavimentos
e
concreto
armado,
incombustível , porém,
mdis,
é
o~o
ou
integralmente.
quanto
aos
ediflcios
indiscutlvel
que
não se
pode classificar como superior o prédio que não tenho estrutura
tarifária dos,
em
perfeita
inerente
por
mais
semelhança
consonância
àquela
classe.
resistentes
que
que apresentem
com
Os
pareçam
com
a
exigência
prédios e
reforma ·
por
maior
os efetivamente « su-
periores » , não podem de maneira alguma subir a tal classificação, se o s suas paredes qualquer parte tomem na função d<' assegurar a
estabilidade do construção .
concessões na s taxas. Há , po r exemplo,
mento' muns em
edifícios
de
três
ou
mais
pavi -
especialmente edifícios reformados, tão co nossas
de ofenderem
a
principai s cidades todos
o s demais
que , pe lo fato
requisitos
tarifá rio s,
Se é
justo
superiof
firmado
sejamo s
negar
e
razoável
pelos ou
asseverar
(ndusivc aquele que exige p isos d e concreto em todos
ronde• em ê rro, para a tocant<1 a
de riscos
REVISTA
de ixa m
na
p ersu a sã o
DE
SEGUROS
muitos de
dos
que,
nossos
igualment e,
inspetores as
sua s
conceito atuais
aqui .
de construção
tarifas,
não
de-
Queremo S· tão
só·
mente chamar o atenção de muitos que andam lo-bo -
o~
pavimentos,
o
nossas
estruturo,
eltigência das nossas tarifas no
o·fim ~ de
que
não
continuem
to ~
mond :· a nuvem por Juno.
111
Em mais de um quarto de século de existência a COMPANHIA INTERNACIONAL DE SEGUROS vem mantendo, como um símbolo, êste lema que justifica o renome de que goza. Desde sua fundação liquidou, com a máxima cor~ reção e solicitude, cento e quarenta e cinco milhões de cruzeiros tendo constituido reservas de mais de três de~ zenas de milhões, para vêr sempre proclamada sua Competência, Idoneidade e Segurança. D:RETORIA DR . CARLOS GU INLE C.\RLOS O . R. GUINLE DR . ANGELO MARIO CERNE D URVAL LOPES REIS
'''·'
·.
SEGUROS [}E INCÊNDIO • TRANSPORTES * AUTOMÓVEIS • VIDROS PESSOAIS. • ROUBO * RESPONSABILIDADE CIVIL ACIDENTES DO TRABALHO • VIDA
ACIDENTE~ .,
•!
~·
...
-coM~ANHIAINTERNA[fONAloE SEGUROS SE 0 E: RI O 0 E J A N E I R O .. • S· U C·U R..S A I S
e
RUA SETE DE SETEMBRO, 94 - TEL. 32-4270 A G ÊN C I A S E M T O OO O 8 RA SI L
SETEMBRO
DE
1950
Produ cão X População , A. Regis Silva Especial para a REVISTA DE SEGUROS No ano passado o produção mundial de alimentos aumentou consideravelmente, em confronto com os niveis
alcançadoo no ano agrícola sadco o média registrado
me nte ,
1947/48, lendo ullropos-
no quinquenio imediatamente
aumento
de
gastos
com
melhoria
no
padrão
de, vida . Maiore ;.
salários têm
permitido, realmente, maiores
gosto,. po o· porte do trabalhador brasileiro -
e, prova -
anterio: à segundo guerra mundial , isto é , dos ano s d e
vel me nt e,.
1935 a 1939.
po osi bil itodo , 6 certo, o aquisição de maior quantidade elev ~ u -se
A produção de trigo , po r exemplo,
em
cerca de 5°/o, enquanto, que o arroz, o açucar e a
batata tiveram um aumento de 2%,8%
e 12%
tado , em virtude da cresci.me nlo demográfico. « A den demográfico
e
os
colheitas
alimenta res
asse-
melham·so a duas pa ra lelos . Nunca se encontram. Pa confirma~·
l'ecem
a
em qu o o linho
No '
o
anterio : 1
Unidos , os
magnitude
área cultivado
do dia
em
do
es forço
1949
obs er vando -se
índices
de
ali
ultrapassou idêntico
fato
produção
de
do origem
animal.
A
publ i ca~ão
d e que
e'l ·~mos
À
só
tuação é
Latino,
bem difere nte, pois a
alimentícios
tem
inflacioni smo
decresci do,
imperante
e
infelizmenT e,
si-
o
produção de gêneros
a tribu i ndo -se
operonte
o
nesta
fato
a :>
parte
do
Continente .
muladcl pelos
dua:t
maiores
sul- a meri cana s, atraindo mc -; cont ingentes
Quanto cond ições
das
rotine iros
afetados,
confirmaçã o
e
paro
se ndo fortemente
mais
os
importantes
grande~
populações
rurais,
esti-
noções
centros encr-
é, em
grande
da
de
com
agricultura
raras
regra,
ainda
exceções,
constituem
um
em
aqui sério
e
uso ali ,
ncs para
entrave
ao
de: envolvimento do produção . A ilusão a-;
divcrsõc:.
f~cilidodes
n~sse :;
dos
salári os
que
oferecem
nõo
mc:os
do '
campos
com
o
são
paro
grave
P[Odutoo
primário s, o
o~
e leva dos na centros
populosos ,
fatores
do
o s cidades, do êxod o da
qu ed a
inclusive
ccnsequente
e
o
do
do s
imed iato
as
encon t rados
aparentes tontos
indús tria ,
deserção
rural, oof;m, produçi'i::l
gêneros
dos
olimcn-
en car eci men to
da
encontradas
na
aqui sição,
a
se u meio.
me lhor
à
higiênicos poro
a i{ mentação
de
vida
um
plano
o s seus
infetes
e
e
melhores
habitação,
secundário. barracos,
ist o
Aí
com
estão
as
suas
nu ma
promi sc uida de
alarmante
e
deleteria,
que
o s reduz a pouco men o s do que o categoria de irraci ona is. Poi s,
não
obstante
todo· este
rosário
de
miséria
r
o d e degra da Ção , que se desfia diariamente· aos nossos
leva s
vida
c· mais
levas
Fol a·se muito na melhoria do trobolhodoro ,
entre
nós.
Tol
p;:~drão
não
de vid a do tem
ocorri do
de
mais
ou
menos
de
uma
outra
troco
iludidos,
que
d es preocupada vida
bem
abandonam
dos
mais
campos
ingrata
a
em
e
bem
mai o d ifícil. qu e aí
ao
dizer dos
De us
dará ,
de
edu ca ção
,,
com
(o
o
ato'
moral,
populosos,
procuro
filhos
sob
de
dessa
mais
tão
gente,
dep rimentes
pelas
escorre
propícias leis
o
próprio s
para· onde
con dições
condenados
as
no convívio com
modroçoria
e
a
poro
pelo
que
vivem
condiçõe s
malandragem dos
grandes
escoria
a
social,
prático
de
moral ? . . .
Fomoo devi odos do curso de nosso comentário por esta diva gaçã o , que se ·torncu aliá s d esnecess ária, pa ~a
docum e nta : ur.: dos a rgumentos de que nos estamos se~ vin do para explica r o fenômeno da queda da produçao nesta porte do continente, es pecialmente no Brc?sil. A
hipertrofia
agravado, cada
vida . class ~
o
toda c na tureza , poro o·ecebê-lo e obrigá · lo sobe Deus
ce ntro -;
mais
raro
outros
corolário
tore!,
e
especialmente,
misérias e com o sua vida de provações e privações ·de
parte , o responsável pelo fenômeno. Por outro lodo, os po ise -;
é outro aspecto do
trabalhador,
olho;, as luzes da cidade continuam a atra irf às centenas ,
A industri a liz.ac:õo qu e vem
prJcc sso ...
o
a s f acilidades
morros, com
natos,
te-m
presta ções, de coisa s não raro surperfluas e mesmo injus-
como,
à America
relação
vadcJ com
o :;
extraindo est a s
lhe
pelo do s classes mais favorecidos no tocante às renda s
com
produção
não
ciUferido ' do trabalho, situação esta evidentemente ogra -
relegado
a
que
é
fico
foi excedida pelo d e 19 32. Em
-
mu ít:> o do ano 1949, seg undo o
mas ,
operário . que ! bitolar o seu padrão de vida · aparente
produtividade
d ese nvolvido.
nações -
O qu e vemo s, infelizmente, -
tificavei s para o
do p ri meira po sse acima da outra
Estados
refletem
maltusiana » . E ai
previsão
outras
salário s. problema
A produção « p er capito » , entretanto, não foi afe-
de
de ben s em proporção e quivalente à do elevação dos
res-
pectivamente.
sidado
do
doo
vez,
grond~s
mais,
dCJ dinheiro , carregados do
centros
!
dem c gráficos,
pelo. afluxo de
homen s 1 e
inter_içr, constitue um
dos
ma iores, se não o mai ot entrave à elevação do nível ~a
no escalo em qu e o aum e nto de salário s e dos g o sto s
produção de gêne ro • oliment íçi o s em escala pelo menos
s o tem verificado . É que se têm confundido , lom e ntov e l-
igual à em que se proc e sso o çre scirrumto do população .
~~VISTA
O~
SEGURO
' 113
Os I. A. P. e as C. A. P. são em grande parte respansóveis pelo que se passa . Arrecadando, como fazem,
a :;
exigências
O
massas enormes de dinheiro, sob a forma da tríplice (?) contribuição dos empregadas, empregadores e . . . verno,
não
oenão
uma
encontram
essas
única forma
instituições,
até
go -
agora ,
de empregar os vultosos re-
problema
em uma ou outra capital. É realmente muito cômoda
a
fio.
em
São
Paulo
ação
A exerte
de
prejudicial
duas
trado
o
dos
maneiras :
Instituto s -
e
Caixas
se
sua prole, em regra
vezes,
que,
por anos
enquanto home.m
produção
sempre
evita r a
providências
de
fixar o
nossa
sendo
Para
nós
de
de
contin uaró
empo ~
(Primeiramente,
milhares
para
meio
problema
<• d9 administração .
de
Temos
essa aplicação de fundos , não requerendo senão co nheéimentos muito rudimentares da ciência das finanças
duplamente
O exemplo aqui figurado é repetido por dezenas dezenas
Capita.l,
da alimentação é assim
numerosa.
o
nesta
são mí ~
construtores
a consumidor, juntamente com a
e
arquitetônico,
empreiteiros ou
agravado, pois o operório, de produtor que era, passa
cursós tão facilmente acu.mulados, ou seio o financia mento
dos
nimas, quanto à competência profissional do candidato.
não
nos
for
meios
de gêneros
um
e
anos
encon-
rura is , o
alimentares
problema . ..
continuação
da
é
política seguida pelos Institutos e Caixas na aplicação
construções civis,
do
suas
ao
interior,
quo resulta a extraordinória procura de mão de obra
homem .
nas grandes capitais as
de
uma
maiores ali as dificuldades de vida. Em segund:> lugar estirl.ulando
a
rural
da o
medianto facilidades imoderadas de financiamento , do
necessórias
êxodo
brect:ndo o interior, e tornando, em consequência , ainda
alteração
na
É preciso fazer retornar o dinheiro
reservas .
para
que
d 'ali
não
seja
afugentado
a
o seu consequente encarecimento. A consequência
natural
de
tudo
isto
é
que
E hó
os
tanta
trabalhadores rurais, acossados pelas dificuldades cada
fazenda s
-
vez
indústria r.
rurais,
maiores
tentados
a
do
meio em
mudar
de
nam,
de
so
grandes aos
apresentam
como
ou
são
de
lógicamente
profissão.
E
miragem, com que lhes ace-
salórios
milhares
vivem,
ambiente
ó a i que, atraídos, pela
juniOr-se
que
que
e
facilidades jó
operários
o
outras,
precederam de
e
construções
vêm
dentemente , o
para cuja atividade, dada a carência de mão de obra,
etc .,
dentro
fiscalização
de
eficientes
a
fazer . . .
colonias
financiamento ; etc .,
tudo
isto
princípios e
não
de
agrícola s, culturas
praticado ,
severos
de
simplesmente
e
evi-
seleção burocrá -
ticos .
aqui civis ,
coisa
modelo,
Nãc ignoramos qu e isto só mente não seria ba stante para
solu ção
do
problema .
Seria ,
porem ,
uma
contri-
buição , e não pequena.
Contin·u o Progresso\ O montante da Receita de premias mensais e unicos, anualmente verificada, mais o rendimento das inversões realizadas tem se apresentado ano a ano em progressão ~~c e ndente, demonstrando assim o c ont inuo progrésso de KOSMOS.
Cr$ Em 1937 , 1938 , 1939 , 1940 , 1941 1942 ", 1943 1944 1945 " 1946 " 1947
..
.. .... ........... .... ...
1948 1949
950.406,75 2. 444.755,40 5. 6~7. 266',35 6. 785.6'30,75 8. 913.818,40 12 .284. 0179,00 18. 007. 633 ,30 30 . 882. 720,8.() 46. 699- 056 ,80 61.416-245,50 i8 . 963 ,:6'69,10 89.759.330,90 106 .590 .001 .ou
Agrndcrendo aos Srs. portador'"> de títulos e ao público em geral pela acei. tação que DI)~- vêm sendo dispensada, esperamos continuar a -c orresponder à con. fiança que uos foi depositada.
Kosmos Capitalização S. A. Capital subscrito Cr$ 2. 000.000,00 114
Capital realizado Cr$ 1. 200.000,00 SETEMBRO
DE
1950
de
Curso
Seguros Privados PAULO
BARBOSA
JACQUES
Chef<• da Divi sã o Transportes e Cascos do I. R. B. (Especial
para
REVISTA
DE
SEGUROS)
Reprodução proibida
( 2.'' Parte)
do
SEGURO - TRANSPORTES
transporte,
Símultâneamente em
Para constataçãc· da s avarias sofridas pelas mercodoria5 seguradas, possu e:n as companhias de seguros,
porte s e cidades do « vistoriadores »
organizações
vistoria.· avaria
os ou
No
especializadas
volumes
violação,
do vistoria »
pa ís, « comissórias
( 1) , qu e são pessoas que
si nistrados
se
ou
fornecendo,
encarregam
com
e ntão,
de
indícios
um
de
<< certificado
grande
ma ioria
o s sinistros
refere ntes
forma que sua comprovação e a determinação dos pre juízos, fixação da percen tagem de depreciaçã o e apudas
causas determinantes prováveis, é
lotivamentü simples e
nos
próprios
exec utada
armazéns
de
tar efa
rc-
se m maiores d el onga s,
descarga .
Aliá!t : conforme já e :.;clarecemos anteriormente, como a
cobertura
nã o
proporcionada
pelo
seguro
marítimo
é,
pena de perda do di reito a qu a lquer ind enização, que vis torias devem ser realizados ante s do retirada dos
volume ::
dos
armazén s
todav i ~ ,
que
em
prévio seu
no•
p ró prios
tário
das
da
de
armazéns
do
prát ica houve ;·
realização
Convem
inconveniência
sej a
ress alvar,
ou
ou
destina -
no
entanto,
não
impossibilidade
armazé ns
de
realizada
ser executado ou
com
de carga
só de des-
carga, como, principalmente, quando se trote de
p re-
ou a .v ari c
nos
obsta, e
seguradora
vistoria
consignatário
openo s deve
vistorio
não
ou
j uizc~
do
o
Isto
excepcionais
companhia
avarias >> ,
mercadoria s.
qu ú esta quandc•
portuário:i.
circunstâncias
autorização
« comi ssário
decisão
da
êste
pedid.:>
cláusulas
de
vistoria
e,
do contrato de
ainda seguro,
ocorrência
havendo
do
sinistro.
também,
os
no local
do
apólices
de
descarga,
seguro
que,
representante ou
agento do navio condutor, ou ainda, quando êste, por qualquer
circunstância,
se
tenho
recusado
o
efetuar
o vistorio
(o que frequentemente se ve~ifica, aliás)
segurado
dirigir-se-á
e,
no
suo
folia,
ao
aos
representante
do
representantes dos
o
segurador
lloyd 's
( 3)
Via d e, regra o certificado de vistorio, documento em
qu o
não
necessário s à
são
consignadas
comprovação
e
tôdas
as
avaliação
informações
dos
avarias
e
à constatação de sua natureza , causas e consequências , (t
emitido pelo c::missário de avarias ou vistoriador da
companhia
segu radora
ou
recebedor
do
transportador,
da
e
assinado
mercadoria , no
bem
hipótese
de
pelo
consignatário
como
pelo agente
ter comparecido
à
vistoria. A
via de regra, de cais a cais, estipulam o s apólices , sob
O!i
da
Estipulem,
a
embarque" po .- via marít ima são de pequeno valor, de
ração
conforme
ou à principal autoridade fiscal do lugar.
( 2) .
sua
a
cumprimento às
rado i·
ou
que,
devo o segurado dor imediato conhecimento ao segu-
1 . G -· SINISTROS
de avarias » ou
êste
ó de três dias úteis cantados do término do descarga.
Seguro Marítimo (Continuação)
no" diferentes
prezo
Comissã o de Marinha Mercante já citado anteriormente,
exemplo
apólices de direit o
de
do
que
ocorre
no
ramo
seguro marítimo concedem re pos ição,
isto
é,
incêndio,
as
ao segurador o
permitem-lhe
que,
à
sua
opção, efetue o pagamento da indenização ou reponho a
mercadoria
substituição
por
avariada
outro,
ou
de
perdida,
igual
mediante
espécie,
sua
qualidade
e quantidade ; também é permitido co segurador tomar possü das mercadorias avariadas ou salvas, beneficiá-las,
vendê-los ou delas dispor de qualquer forma por conta d (t
quem
pertencerem, sem que isso possa importar em
reconhecimento de suo responsabilidade coma seguradora. A
indenização
será
calculado
tomando-se
por
base o valor do fatura do emborque, e, no folia desta,
nõ::> ressarcível do transportador ou do
o valor de custo da mercadoria pelo cotação do praça,
armazém . lstc· porque a vistoria realizado em out ro l;,col
sem prejuízo , é óbvio , do valor do seguro e do apli -
qu e não seJa
tidc; e,
pelo
o armazém de de scarga
agente
ou
consequentemente,
nã o
terá
nenhum
representante para
não será
do
as:ii~
transportad or,
fin s de ressa rcimento
d ês t e,
cação do cláu sula de releio, quando fôr o caso. Nc• seguro
marítimo,
ou
melhor,
no
seguro
trans-
porte em geral , cont rari o do que ocorre no ramo incêndio,
é fodil fazer com que o valor da seguro corresponda
va lor.
Ao condições gerais das apól ice s de seguro marítimo estabelecem que as vi storia s d evem
~e r
exatamente ao valor do embarque, ou seja, ao valor em
solicitadas
risco, sendo por isso muito pouco frequente o aplicação da
pel n segurado ao ag e nte do vapor cond utor do merca -
cláusula d e rateio . Aliás, é fácil compreender o razão por
doria ,
q u" i sto ocorre , o emborque seg urado é constituído de
dentro
REVISTA
DE
do
prezo
SEGUROS
estab eleci do
no
cc nhecimento
115
mercbdorias prêviamente caracterizadas e conhecida s exa-
gel lodos os obj e to s contido s no ap ó lice. Assi m, se num
tamente em sua quantidade e qualidade, o que já nêi o se
e mborque con stituido de di versos volumes , apenas um sof re
verifica, por exemplo, com o estoque de um estabele -
ovorio c. qu e le ocasionam uma depreciação ·i gual ou su-
cimento comercial ou de uma fábrica, onde o valor em
p e rio : o trê s quartos do seu valor, não será facultado ao
risco sofre contínuas e permanentes mutações; do outro
'egurado proceder ao abandono , por isto qu e ê ste seria
bdo, o prazo de vigênCia do seguro tr<;msporte é curto,
parcial, j á que o segurado não poderia abandonar tam -
não
bém o :; d e ma i~ vo lumes, p ois nesta hipó tes e, como no co n-
dando
margem
depr~ciações
produtos
ou
a
que
o
objeto
desvalorizações,
sujeito s a
segurado
salvo,
cotações oficiais
sofra
naturalm e nte ,
que
oscilam
fre-
quentemente.
junto do embarqu e a depreciação sofrida pelo s be ns segu rados não ultrapassou de três quarto s do seu val o r, o ca so nãeo
Por estas razões , é quase sempre possível
ao
se-
estaria
!jUrodo conhecer préviam e nte o exato valo r do s me rca -
De outro
dorias que pretende embarcar e segura r e , p:) r con se-
d o seguro
gu i nte, fazer um segu ro suficiente .
l eréi
~
necessário
deverá
lembrar que
correspondel"
ao
o
valor
valor
da
do
e mborqu e
me rcado ria ,
próp ria-
mente dita , acrescido das demais despesa s qu e sôbre ela
incidirem ,
tai s
como,
despesas
acondicionamento, transporte da
de
c :n bol og e m
mercad oria,
aqu e les e m q ue a
lei
o s condições gera is da s apóli ces estabe lece m qu e
abandono
o
seg ura d o
po r p res umido
submersão da co is a
não
perda
lol ::: l
segu rad a
por
a s eve n-
l uo ic. med ida s d e salvamento . 1 . 62 - · Avaric.s gros sas -
Qua ndo no s re feri mos
à ::; avaria s grossa s dis semo :; que
ainda
o:;
ser
ao
ree i e m virtud e d a
corr e nte ~
entretanto,
e ntre
oca siõ :._, do sini str.:- , enquanto não te rminarem
mios de seguros, etc. Se o segurado o de sejar poderá cobrir lucros esperados, devendo,
lodo,
ma rí t im o
d irei to
c
fret e , prê -
en quadrado
faculto o abando no.
dev em
dive rs:s
ser
va lores
p tejuizo s d e la d e -
0 5
re partidos proporci c nalm e nte posto s e m ris co , o u sej a ,
e nt re
e ntre
o
expressamente estipulada na apólice quantia ou percen-
valo : da carta e o valor do navio ( 8), ju stificando q ue
tagem certa para tais lucros (art. 677, n.' 7 d o Código
ta l acontece e m vi sta de tai s prejuízo s sere m irt e nci onal-
Comercial). Em co so de sinistro o segurado deverá ins -
ment(t
tru ;: a sua reclamação com a fatura original do emborque e demais documentos comprobatórios · do seu direito ó indehizoção e do montante dos prejuizos sofridos . 1 . 61 - · Abandono conformidade
com
Comercial ,
lícito
é
Em
preceitos ao
ca so s
especiais,
e stabelecidos
segurado fazer
pelo
dos
vis ando
Gonçal ve s
o
ass im
i nte rêsse
se
comum.
refe re
a
êsle
ra le io
«1>. avaria grossa ou comum é paga por todo s o s q ue
obtiveram de
Cód igo
abandono
p ra ~: cado s
S'toll
qu o
uma vantagem co m o s prejuízo s del ibe ra dos
o s ou tro s sofre ram
em
6 as sim estabelecido para be rados
e
cada
qual
bene f icio
g e ral.
O
rot e:o
ind e nisar êsses dan os d e li -
contribuirá ,
numa
perce ntagem
objetos seguros e pedir ao segurador a indenização de
fi xada afinal , sôbre o valo r de seu b e ne fício, inclusiv e
perda
aquele s atingido s p e lo s danos
qu o
total é
(abandono
concedida
ao
sub-rogatório) . segurado
tal
Os
faculade
caso s
em
são
os
,.eguinle s :
res sarcidos , virão
propo sitado s,
o princípio da equidad e, qu e não permit e o a pro vei tome nt(•
a)
presa ou arresto
( 5)
por ordem de po·
tê nci'c estrangeiro, seis meses depois da sua intimação ,
jactância alh ei o s,
pri ncípio qu e
ê le tamb é m, à
o navio que concorre,
contribuição no mes mo pé de igualdade do s af retadores » . Con "equente mente , a s liquiâoçõe s do s a var:os g ro ssas ou
b)
do sacrifício, ou
ating o outro ssim
<c o arresto durar por mais dêsle tempo . naufrágio, varação ou outro qualquer si -
comuns
d e mai '
as sume
sin istro s,
a spectos
di sti nto s e m
obe d e ce ndo
a
norm as
nistro do mor compreendido na apólice, de que re sulte
Cédigo Comercial
não podet· o navio navegar, ou cujo con sêrto imp~rte e m
re partição e cont ribu ição da a varia
trê s quartos ou
cesso , de nomina -se nc
o navio
poi s qu e
se nada sofresse m. É
aparecer como
mais do valo r por qu e foi
segurado
(6)
(a rt. 7 7 2 a 7 9 6 -
re lação
aos
fix a da s
« C' ~
gro ::;~ a);
pe lo
liqu id a çã o, a êste pro-
prá ti ca, de rcgc lo çã o da a vari o
g rossa.
, ..
Consoonl o estabelecem o s cláusula s do conh e cimento c) qu <t
importe,
perda
total
pelo
meno s,
do
abjeto,
e m três
ou
deterioração
qua rto s
do
valor
do coisa segurado ;
de transporte o armador é ;investido de pl e nos pod e re s irrevogáveis gulam
a
gula ção ê
d) como tal a
desaparecimento
do
navio,
o falto de noticias sua s por prazo superior
um ano, se o navio está
em viagem
Em
con sid e rada
para qualquer
paro
avaria
nom ea r gros sa ,
efetivada
por um
linha s g e rai s, a
mina : : a)
árbitro
send.o
ou
qu e,
árbitros
qu e
geralm e nt e,
ÇJ
rere-
único árbitro.
re gu lação co n• ist e em de ter-
o valor da avari o g ro ssa, ou
sej a , o total
do!'. prejuizos sof rido s, se ja pel .) na vio, se ja pe la cargo,
pôrlo da América, e por prazo superior a dois anos,
o que de conformidad e com a s d is posiçõ es leg ai s, can o-
se o navio viaja para qualquer outro pôrto do mundo ( 7) .
titu e m o avaria
O
abandono é
uma faculdade concedida ao se·
ou
gurado, que dela fará uso apenas quando lhe convier.
que ,
Êle, todaVia , não poderá ser parcial , isto é, deve obron -
siçã o da a varia
116
g rossa; b)
seja, o valor de todos
os os
por conseguinte , devem
valores cont rib uin tes,
be ~ s
po sto s e m risco e
contribui r poro
gro s. o . A re la ção
a
compo -
perce ntua l en t re o
St;TEMBRq
DE
195Q
volo: da avaria grossa e a total d os valores contribuin te s, determino
o
p ercen tag em
a percen tag e m
sôbre
o
de
ca da
bem
é,
i sto
posto um
em do s
para a com po sição da a varia.
Exe mpl o
Um
20 . 000 . 000,00
na vi o ,
c
avaliado
t ra nsporta ndo
W r<Ja
Cr$
qu e
vale,
em
acid e ntalm e nt e.
fim de e vitar a sua perda total, del ibe ra sua tripu -
loçãu pron.:der a o a lijamen to d e um a po rt e de se u car-
rega me nto, va lend c· Cr$ 2 . 5 00 . 000 ,00. Al é m d ês te pre juizo ,.
:.ão
fei to :
ou tro s de spesas
a
carg u
grO!i!;C:, incl us iv e as de spesas re f e re nt es 6
da
avaria
regulação
!i UO
mc1olundc a Cr $ 500 . 000, 00. o ava ria g ro ss a foi de Cr$ 3. 000 . 000,00
/,ssi m
" o: va lere; co nt ribui nt eo asce nd e m a Cr$ 30.000 .0 00 ,00, sendc- Cr$
20 . 000 . 000,00
1O. 000.000 ,0 0 a
isto
é;
po sto ·:
em
ri sco
fim
de
ressa rc;r
na
carga
qu ~
doriao
do s
int eress ado s
contri buir
1 O%
a
paga rã c· Cr$
um
d e ve
sado ~
CJ
Cr$
com
no s
uma
valore s
importância
o s pr ejuiz Js sofrido s pelo s intere sD ê~ te
alijada .
2 . 000 . 000 ,00 constitui rem
respectivos
OC !;
e
do valor do s res pe ctivos ben s
a
e
seg uradore s,
corres pondente,
modo ,
os
carga
Na hi pót ese de haver seguro
cobertura
navio
percentagem d e contribuição é d e
cada
corrcs p o nd e nt ~
va lo r d o
valo r da ca rga .
Resu lt e; qu e a 10 % -~
a
o :;
armadore s
donos Cr$
das
merca -
1 . 000 . 000,00.
sôbre mercadorias caberá se
incluída
pagar a
na
citada
apólice
a
contribuição .
É de se ressaltar qu e o s proprietários da merca do ria
alijad a,
també m
e ntram
no
rateio
uma
vez
que
<• val o: d e sua s merc adorias é incluído no cálculo dos val : re !:. contribuinte s. Como, entretanto, serão ressarc idos pelo;. <-•
dem a is
alija me nto
i nte ressad o s de
suo
do s
prejuí zos
mercadoria,
sofrido s
co nc lu e-se
com
que ,
no
fin a l .. se u p reju ízo será apena s o corre !: pondente à pe r-
ccntaç;em d e,
c:l ~lri buição
do volo t· das
da avaria
gr ~s 5a,
gistro.
ou seja 1 O%
mercadoria s.
( Continúa ~ D10
u;n
m:J do
« vi sto rio dores ))
Ol'
geral , são
« comissórios
pe ss oas
ou
de
avarias »
organizações
espe-
cia lizada !: neste ramo d e atividades, muito embora muitos companhia ;. encarreguem seus próprios agentes ou fun cionári o ~
d e realizar a s suas vistorias.
Recentemente foi
organ izad o pelo I. R. B. um « Regístra de Vi stariadore s» , qu e. co nstitue um cadastro completo da s pessoas físicas o
jurí dica s que
exercem
atividade
como
c :.:: b rc cimc nt .:.s
sôbre êste o 6ls unto ,
( 2) O certificad o de vistoria é o formulário usada pela o comis sários de avarias para . o fornecimento de os e lem e nto !. ref ere nt es às \l:s to rio s por êles rno l:za do :: em volum es ovor: u d o s ou c.:. m indício c d e vi.;la r: ão e no q ua l indicam o causa, natureza e ext .~ .. ~lo
da ·: avaria s vet•ificadas . Êste certificado foi recente mente padronizado pelo Instituto de Resseguro s da Bra sil, que fez distribuir entre as \ociedades um mo d ê lc padrão acompanhado de detalhadas instruções sõbrc se u pre enchimento (Vide REVISTA DE SEGUROS abril de 1950 , pógs . 550 ! 554) - ·· n. 34ó ( 3) O llayd ·s de Londre s, tradicional organização de segura s da Inglaterra e pioneira do seguro marltima no mund o, em foce do volum e de suas operações que ab rang e tod os os paí ses do mundo, mantem prática mente em todos os portos de cada país, pessoas a utoriza do !
vistoriodores ,
a
ef etuar
vi storias
~stes
trcnsportés .
re-
presentante s do lloyd 's são muita.- vezes utilizadas pela s seguradoras naciona is, que na impossibilidade d o mant er col!' ios ário s de avarias próprios em todos 0 0 porto s, a êles recorreln nas partas onde não têm vi storiodores .
(4 ) De, acõrdo com no ssa legislação comercial há dua o espécies de abandono : o liberat&tia, « que é o ale• pel o qual a dono do navio, para se eximir da 1espan sabildad c· res ultante de atas ' ou fatos do capitão,
abandono
a.:>s
credores
o
navio
e
o
frete » ,
regulado pela art. 494 do Código Comercial, e o <ub-rogotório, também denominado por alguns tratad istas de securatório, que é o feito nos coses previstos nc• art. 753 e 720 do Código Comercial , para fins d o recebimento da indenização do seguro, par perda total . Arresto - · « apreensão judicial de bens do de( 5) vede : ,
e
seu
depósito,
efetuada
antes,
ou
na
pen-
d ê ncia da lide, a requerimento do credor por título d C! dívida líquida e certa, que quer preparar, ou garanti :
ação,
ou . execução
Tecnologia Jurídica -
iminente »
(Dicion6rio
de
PEDRO NUNES) .
( 6) Esta hipótese refere- se, evidentemente, ao abandon o da na vio ; como, entretanto, citamos, textualmente,
nas
alínea s « o »
a
<< c» ,
os
casos
previstos
no
arl. 753 do Cód igo Comercial como admitindo a abandon o sub-rogatório , não nos pareceu conveniente suprimi r esta alínea, embora não tenha aplicação direto
1)
moi ore~
Po ro
vid 0 an e xo n.' 19 da publ ica ção n. 44 do I. R_ B. NORMAS E INSTRUÇÓES TRANSPORTES 1950.
todo ~
em
1 O. 000.000 ,00 , e nca lh a
conju nto, Cr$ ~.
valor
contribu içã o,
à contribuição de cada
riscc, q ue corres pond e inte ressado ~ .
de
a c•
seguro
marítimo de mercadorias .
(7) CÓDIGO COMERCIAL A.RT . 720 «Se pos· sadc· um ano a datar da saída do navio nas viagens para qualquer pôrto da América e dois anos para o utrc• qualque r põrto do mundo, e, tendo expirada a temp <• limitado na apólice não houver notícia alguma de• navio , presume-se êle perdido, 1! o segurado pode faz er aba ndono aa segurador, e exigir o pagamento da _ apólice; o qual, todavia, será obrigado a :resti-
tend e• como principal ob jetiva permitir àquele órgão manter
tui : ,
co m mai o.· f acil idades
prova : que o sinistro aconteceu depois de ler expirado
com
êstes
e
profissionai s,
eficiênCia,
perman e nte
fornecendo - lhes
contato
esclarecimentos
'' informaçõ es que muito contribuirão paro o ap e rfeiçoa -
me nte• c uniformização dos trabalho s de visto ri a s. Atual ment e.· es tão sujeitos o inscrição no citado Registro o s comis sório s d e avaria s em exerc1c 1o nos cidades de
Põrto Alegre, San to s, Ria de Jan ei ro, Salvador, Recife , Cabedelo, João Pessoa , S. Luiz, Parnaíba, Fortal eza , Bel é m " Manóu s. O I. R. B., para efeitos de resseguro, s(. admitirá certif icado s de vistoria s efetuados nos locali -
C•
se
o
navio
têrmo dos
se
não
houver perdido ou
se vier a
r:scos. »
( 8) Nãc· obstante e stabelecer o Código Comercial em seu art. 787 que na composição da avaria grossa a fret e de ve contribu·ir, pela metade do seu va-Iar, na prótic c: não é feita tal contribuição em virtude de as conh eci mentos de transporte que, salvo acõrdo em con tró r:o . « o frete é se mpre pago adiantadamente, e, me::. mo
quando
devo
ser
pago
no
pôrto
do
destino ,
dad c c. ond e fõ r obrigatóoi o o re gistro, que tenham sido
reputo-se sempre ganho para não ser restituído no caso d e perda do navio e para não contribuir em
ex ped id os
avari a grossa ».
RE VISiA
po1·
DE
p ess oa s
SEGUROS
devidam e nte
i nscrito s
no
Re-
117
-I·-· •.•••..••.••.••••.. - .. .......... ..• • • • • ••• •• •• • • ••• •• • ••• • •• • • • • •• • • • •• •• •• ••• 11
•
Prudencia Capitalização
il I'! lll
COMPANHIA NACIONAL PARA FAVORECER A ECONOMTA Capital
subscrito
Sede: SÃO t>A ULO RUA JOSÉ BONlFÁC fO. 27R - l." aixa Postal. 1 84.1 T c I<' f n 11 c s : 2-7178 t 2-7079 ( l(ê•dt: Int erna)
e · realizado
Cr$ 2 . 250.000,00
Titulos em \"lg-ur
Cl ll
31. 12 .1 <J-+<J L'r$ (J.076 .072.000.00
JJ I I< ! ~ TORT
SR.
I :
JOAQUlM H~NTO ALVES DE LL'vl J\ Presidente do Banco Pauli sta do Comércio Chefe da firma exportadora e com issária de café Lima, Nogueira & Cia., de Santos
• 11 11
• • • • • • • 11
iio i!
11
• li
DR. NICOLAU DE MORAES B AH.ROS , Méd ico P rofessor Catedrático da Faculdade de Medici na de São Paul o Presidente ela Cia. Paulista de Segmos Presidente da Indúst ria Sul Americana de Me ta is S. J\.
11
• •• • •• ••
DR. LUIZ DE MOR'AES BARROS, Advogado Diretor do Banco Sul Americano do Brasi l S. A . Diretor da Im obil iária Itaóca Ltda. SR. TACJTO DE TOLEDO LARA Capital:sta e prorrietário na Capital de Siio Pau lo
• DR •• ••• •• •• A PRUDENCIA CAPITAUZAÇÃO ••• •• B ••• •• A PRUDENCIA CAPITALIZAÇÃO é u111a e1nprêsa genuir.a111.cn te •• BRASILE TR OS. • • •.......... .... .................... ,• 11
11
ADALEERTO FERREi l~ A DO V .i\LLE, Advo6ado Diretor do Banco Sul Americano do Brasil S. A. Diretor da In~ob . l iária Ilaóca Ltda . Presiden :c da Cia. Brasil ei ra de Fiação Vice-Presidente da Panam - Propaganda c Promoção de Vendas
DR. SILVIO ALVES DE LIMA, Comerciante Sócio da firma Lima, Nogueira & Ca., de Santos
fo i autori zada a fu ncionar pelo Decreto n." 19.380, de 22 de O utubro de 1930, do Govêrno Federal, e é fiscali zada pelo Departamento Nacional de Seguros Privados e Capitali zação.
11
11
11 8
11acional, com d1úfm·es e acionistas
SETEM BRO
DE
1950
Seguro Incêndio JOSÉ -Risco !f cobertos
a Capítulo
XIV
são
aqueles
que , • de
part es
lhos . O s geradores de fo rço são g era lmente con J .: .1.:" d e aparelho s destinados o tron•formar em vapor a ogua .
militam
as
acôrdo com
O orgão principal é a caldeiro e esta, para produzir o
sobro
Civil ,
BOTTON
determina ; na ocasião de concluir o contrato de seguro. d~
Código
A.
Especial para a REVISTA DE SEGUROS
resolvem
Razõe s
do
Riscos Excluidos
os
apólices
vapo : , necessito do fogo e com êle se alimento . facil é
de seguro denominada s centro « Incêndio » ou
para
que
« Fogo » ,
concluir que é
além
d E:
mencionur
os
risco s
cobertos,
risco~
não coberto s.
Eis
que o
em prêgo
~ Incê ndio ~'vérsia ~
e
ainda
aplicado qu ~
que,
o
que
com
com fõrça ~
<< Fogo >>
~ obido
maior
"
dão
margem
é
ser
a
o
propri edade
destaquem
quando
violento
e
que
lavra
p róprio ra lar o
incêndio .
são
perigo s sucetive is
de cau sar dano s.
de
substituição da agua , por
nível
na
proporção
à
caldeira,
Outros aparelhos existem
« Incêndio »
fogo
provoca
baixando
a
contínua ,
produção de vapor q ue aí se dá .
contro -
Nõ o restam dúvida s de que tanto o « Fogo » como o « Incêndio »
nec~sóri a
alimentação
muita s
re pre•enta o
intenso,
de
vai
int e nsid ad e , de cujo ação é o resultado
vocá bulo « fogo »
meio
da s ex pre& sõe s
têrmo
ao
os
em
que
ela
virtude
da
no interior dos quais in ·
traduzem -se liquida s inflámaveis misturadoi com ar que queimam
o
gaz combu stlve l proporcionando
pan si va necess6rio a
fílrça
ex-
acionar móquinas e motores . Para
este< aparelho • não é o fogo que os alimenta o que mai s preocupa . O que as torna arriscados são as falhas ~como
qu e podem fazê-los explodir,
a falta de àgua nos
O Cóclig o Penal Brasileiro, ao referir-se á matéria que
ca ldeira s, o entupimento das vias de solda de gazes e
e' tobelec" p e nas para o s crimes de incêndio propo sital
va pore s, as temperaturas desigualmente distribuídas pelo
e doloso de edifícios, ofici na s, e mbarcaçõ es, plantações,
corpo dos aparelhos diminuindo a resistência de parte
etc., utiliza o vocábulo « Incêndio » e
não « fogo » , de
do ~
mesmos ,
o s ex cesso s de
pressão
outras
circuns·
tôncia s que
em
fe ito s de construção e nunca derivantes de eventos for·
matéria
de
seguro s,
a
de
« Incêndio »
e
não
de
poderíamos taxar de
e
ond e se conclue qu e o ex pre ss ão mais apropriada seri a ,
tuitos
confundido a s obrigaçõe s do segurador resultantes de
da s apólices de seguro denominadas contra Incêndio e
pequeno s si nistro s oriundo s de calor do fogo , ainda que
taxado• separadamente, facilmente se confundiriam com
havido « incêndio » propriamente. Eis a
razão
pela qual, nos contratos de seguro denominado s contra « Incê ndio » , C· !: eg urador além cobert cs »
faz
ressalvas,
de mencionar os
me ncionando
os
« riscos
riscos
<< não
coberto s» , tais as cláu sulas restritivas de danos ocasio ·
as
garantias
diminuindo
dades
seguradoras,
sequente de
apa relh o ~
vício
próprio,
elétricos
cujas
ou
pela
fun çã o
resist ê ncias,
seguro a
incêndio,
receita
com
si nistros,
tais
de
riscos
aviltando-lhe
prêmios
aumento
excluídos
da
barateando o
das
despe sa
seguro
as
socie-
para
con· de-
Somos
apologistas
da
concessão
aos
segurada•
dos
d to todas as garantias para desobrigó-los de onus ma -
trens ·
t eri al correspondente a eventos fortuitos e circunstanciais·.
própria
rolamentos,
fossem
te rminado s ri scos e garantias em detrimento de outros,
nado s e m con sequência de defeitos d e fabricação, ler· me ntação ,
do
taxa ..: ,
não
de·
« Fogo » . Sentença s forense s, em varia s circunstâncias , têm
não tenha
e casuai s. Oro ,
negligências ou
formadores, ele., têm limitada . Nem poderia ser diversa ·
Para
men íe. Não se pode assim ilar um evento acidental certo a
dos mesm os o prêmio correspondente à tabela de pro·
isso,
entretanto ,
exigimol
apenas
seja
cobrado
um eve nto incerto fortuito. O contrário seria desvirtuar
babilidad" matemática que é o alicerce sôbre o qual
o contrato d e seguro contra « Incêndio » , tornando -o um
assenta a
contrato de seguro cont ra « todos os riscos » . O mesmo
d o seguro .
suced o com o risco de explosão de máquinas e. apare ·
viabilidade e a
prosperidade da i·nstituiçãa
.J
Pôrto Alegre, Setembro de 1950.
·-·-·-·-·-·-·---·----·-·-·-::.~:~·:.:~:~-~=-:~~:::~~:·.:·-·-·-----.I
II
Matriz - RUA DO CAR:t--•1 0, 71-4° Andar RIO
DE JANEIRO
Telefones: 43-4958, 43-4959 e 43-3370 DIRETORIA: OCTA VIO FUNDADA Elll 1872
FERREIRA NOVAL JOSil AUGUSTO D'OLlVBlRA - OCTA VlO FERREIRA NOVAL JUNIOR
'-· -·-·- -·-·-·-·-·-·-·-·-·-·-·-·---·--·-·-·--,-·-·-·-·-·-·-·-
I
REVISTA
DE
StGUROS
. --
11~
~®®®®®®®®®®®®®®@~®®®® •···················· · ....... -_.. _... . .... __ , -- . - -- -
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ykatininga COMPANHIA NACIONAL DE SEGURO ! GERAIS E ACIDENTES DO TRABALHO
.
I•
(~
~~
(i)
(i)
Seguros de
(Õ)
(•) (•) (•)
(-) (•)
FOGO - TRA NSPOH.TE - A IDENTES l'ESSOAlS e do TRABALHO - H.ESPONS i\BlUDADE UVl l. - F' IDEUD .\DE
0) (·) (o) (o) (Õl •) •)
Capital e R'eservas
Cr$ 20. 90~- - 95 1,70
.
. • f. •)
o)
Sede-: -
São Paulo Av. 9 de Julho, 40 - 13./ 14° andares. End. Telegráfico RAMA
c;ucursal no Rio : Av. Graça Aranha, 19, - 9• anel. Telef. 42-4130 - End. Téleg. RAMA
1_,_,_,_,_,_,_,,_,_,,_.,_,_.,_,___,______,__,_.,_,_,_,_,_,__,_,__ 1
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TELEFON E
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Capita l r e> a ll z a do CrS 3 .000 .000,00
f
Ma tr;z : Ave nida
'
Pre sidente
I
Varg a s,
2 90
-
11 . 9
-
Rio d e Jan ei ro
o
I
DI~ E TORIA
VIVIAN
LOWN ~ ES
II
DONALD DE AZAMBUJA LOWNDES
PRESI D ENTE
VICE - PRESIDENTE
NESlOR RIBAS CARNEIRO
LUIZ SERPA COELHO CIRETOR
O f RETOR · SUPERINTENOENTI::
CON S ELHO FISCAL
'
S ·UPLF:NT E S
CONSELHO
l
GEREN .iE
I
CONSULTIVO
I I
Dr. Raul Gomes de Motos
Johonncs M . F. X. Drolshogen
Carlos Gulsord Agu iar
Dr. João de Alcontora
Francisco S. R. de Bri to Filho
Joaquim Moraes Cahrino
Dr . Angelo Mario Cern e
Miucili o Mourão Gu imerieJ
Augusto Marques Valente
I
I
Benjamim Ferre ira G. Filho Lu it Carlos Pederne iras
i
Roberto Cordoso
Sucu rsais: SAO PAULO-RECIFE-FORTALEZA-SALVADOR-P. ALEGRE- B. HORIZONTE
I
L. -..- --·--··- ·- -·- ;- ·- -----··- ·- -·- ·- · - ·- ·- ·- ·- ·- ·- ·- ·- ·- ·- ·- ·J 1 20
SETEMBRO
DE
195 0
Residências na o «pegam» fogo MARIO G. Especial Pavoroso tardece:
sini•lro -s obra&saltou
do
20
a
Pauliicéio
ao
mc lh a nt c s,
c1
ao
que
ocorreu
agora,
principalmente
se
à « segurança » , nos edifícios que se constroem em nosso paí s,
todo
Setembro,
SEGUROS
São João,
em
de
DE
arderam rópidamente dois grandes edifícios da Avenida dêles
mez
RIBAS
REVISTA
le varmos em consideração que o parte que diz respeito
um
dêste
o
quando
andares,
d ia
poro
construção
ocupados
por
e outro
famílias
que
com
ali
nove
residiam
há muito. As
do
envolveram
primeiro
rápidamente',
edifício
gada dos bombeiros,
e,
mesmo
já se haviam
de
início,
antes
da
o
maiores
atenções
por
porte
dos
che -
~ocorro,
dú agir com
maior eficiência , em
adequado
que conta
a
viram-se os (pois
denodada
presentem e nte)
os
n1 e ntos ou simples casos de residência . Geralmente , quando
segurado em
potencial
é
tag en s do seguro C-' brindo os riscos de moradia, mesmo
bombeiros impedidos
quo se refi ro
virtude- da
cimento
escadas
um
procurado pelo corretor, que procuro acentuar as van·
A despeito de haverem atendido com prestezOJ ao chamado de
peito à segurança que oferecem os prédios de oporia ·
apossado de tod o
a construção, elevando-se o grande altura .
material
mereceu
Façamos ag o ra outra s considerações no que diz res ·
chamas
tapume
nunca
nossos con strutore s.
falto
de
« Mogiru s» ,
corporação, estão
em
com
consêrto
e do falto completa de águo . Esta sur-
a
apartamento de construção sólida, de
armado
etc.,
recusa-se
ele
a
assinar a
posta que lhe é apresentada, sob o frágil de feita
que
« residência
não
pego
fogo » .
nos EE . Unidos , relativa o
pro-
justif icativa
Uma
estatística
sinistr::>s de fogo,
no
gindo , como surgiu, sómente depois de duas horas do
anc• passado de 1949, apre sentou um índice verdadei ·
início do sini strO:, encontrou
l" amente alormante de fogo em
do s chamas,
que
ambos os edifícios
lambiam
todos
os
presos
andares ,
mesmo
Ainda foz
os ultimes, lá n o alta. E o espetáculo , verdadeiram e nte
noticiaram
dantesco,
Belém, se não nos falha a
penetrou
noite
a · dentro,
extinguindo· se
so·
um
sinistro
havido
mente às 23,30 horas, quando os « soldado s do fogo »
apanhou
seus
moradores
de belaram o último foco que ainda ardia.
drugada .
Em
consequêncio
Hó que considerar uma circunst6ncio que agravou
próprio
residências.
poucos dias , os
roupa,
tonto
jornais de São Paulo numa
coso
térreo,
no
memória, sinistro êste que
desprevenidos todos
assim
que
em
plena
mo ·
perderam
até o
suo
o
interessado
deixou
enormemente o lrabolho de . combate ao fogo, circuns ·
de ir à policio prestar declarações por estar de pijama,
t6ncio esta que tem
• em
estado presente, sempre,
nos in ·
cêndios havidos em arranho -céu• . A• longa s e e streitas escodarias,
e
os
livres, que
partem
porto
de entrada
até o
de
res idência
naturalmente .
Assim,
quondb
o
sinistro ,
por menor proporção que apresente, se 'd er no andar
alastra perigos ,
os
resultado
andores
edifícios possuem
eventualidat:tes .
usad o
noquêle
qual cada fundos , mite
em
pelos
EE.. Unidos foi ~
p ~imeiro andor, sofre os l!feHos lógicos
sucção,
uma
aos
inferioi' - · e pavimento
com
mdis
escadas Há ,
possui ,
escada
moradores d ' aí,
térreo .
do
que
superiores.
de
o
uma
sistema
mUito
cujo
andar os
solução
nos para
de
sucessivamente,
Seria
andares
ocôrdo
determinado
correntes,
atingir
tois
de serviço
um
pafs,
num
prevendo
de cinco
externas
se
rópidomente
Bem
mesmo,
progressista
andar
com
o
lugar, aos
extensão
per·
imediatamente demais , para
até
casos
o se ·
circunstân~ios
por
o s sinistras ent ram
de
n.!ssa
que
fogo
não
se
vêm
o
multiplicam
estatístico
com
um
Há -
co · de
o•
quociente
que preservar bens arduamente conseguidos.
De que formo? Através de
um
seguro, cujo prêmio é
razoóvel e poro cuja desembolso o interessado nenhum ' ocrifício fará, tronquilo
antes,
pelo contrário, terá
por haver tomado
uma · medido
seu espírito que o
livro
Avenida
Sõo
de tantos e tõa perigosos imprevistos . O
balanço
do
sinistro pavoroso da
João aí e stá : dois mortas, tragicamente tragados pelos chamas . Dezenas
de apartamentos inteiramente destro -
çados . Um edifício, em início de construção, inutilizado inte iram e nte .
Uma
advertência,
tróg ica
advertincif.J I
« Residências não pegam fogo » . . .
. -·-••
ALLIANCE ASSURANCE CO., LTD., ESTABELECIDA EM 1824
OPERA --- Seguros de Fogo, Marítimos, Acidentes de Automóveis e Lucros Cessantes . AGENTES GERAIS -WILSON, SONS & CO., LTD. Caixa Postal, 751 - AVENIDA RIO BRANCO, 37 - Telefone 23-5988
-~-~-~~-~~-~~~-~~-~~-~-~~~~-~~~~-II-~._,~~~ -·-D-D.-11-~-~~-~~-~~-~~
~EVIST A
pêlo e
e levada .
t-~~·~~-.o~~~-·-u-•-
I I I
pegavam
fogo » . No s dias que correm , nas grandes e pequena !
mentar,
dessa
não
óreas
cidad e s,
no
em que « moradia s
sendo
ultimo
térreo ou
tempo
elevadores,
andor, exercem papel de. um sugador, de um aparelho sucção,
paro trocar I
do•
poços do
roupa
Foi -se o
DE
SEGUROS
. . -·121
4!_1tlllllllllllntllllllllllllltl'llllllllllltllll!lllllll
§
llllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllll~
,
§
-
~
I
~
BRASIL
~
I
Seguros Gerais
i§
Séde: A V . lP IRANGA, 1. 21 6, - 1 ." ao 13.0 anda res, São l'aul u
~
Companhia
de
-
~
§ ~-=
Telefones: 2-4173, 2-417 4 e 2-4542 Caixa Postal: - 796 -· End .. Telegráfico: -
~ ~
~
~
= "ªª :
Dr. Victor da Silva F reire, Presiden te Dr. J~ai1JLi tJ Jdo Carr utJ Superintenden-te Dr. Antont·o A lves Braga, Produção Sr. Armando de A lbuqu crq7t·.:1, Secretário nr. Ccrard Combc d'A lllla, Assistente da Dire toria
~
~
~-
"~ ~
=~=
DIRETORIA:
= ~
~
=
§
Capital inteiramente realizado: - Cr$ 5. 000 . 000 .00 Reservas: ·-- Cr$ <14. 0000.00,00
§==-
~=
§_
AZIL
§ §
~-
=
§
SEGUROS: FOGO, TRANSPORTES EM GERAL. ACIDENTES DO TRABALHO ACIDENTES PESSOAIS, ACIDENTES EM TRÃNSI'l'O, AUTOMóVEl ~, RESPONSABILIDADE CIVIL E AERONÁUTICOS
~=--
§ ~
~ 1111111111 tlllllllllllll tlllllllllllll [ llllllllllllltllllllllllll [ 1111111111111 []1111 i 1111111 [lllllllllllll t lllllllllllll [ 1111111111111[ 1111111111111 tlllllllllllfi=
~,! 11111111111 [ lllllllllllll [] 111111111111 [) 111111111111 [] 1!1111111111 [ lllllllllllllllllllllllllll t lllllllllllll [ lllllllllllll tllllllllllllltllllllllllllltllllllll§
~
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A PATRIARCA u i
...,
... .... ªª==
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COMPANHIA DE SEGUROS GERAIS Capital Subscrito e Realizado . Aplicados em !moveis e Titulos de Renda . . Sinistros pagos. . . . . Capital vinculado para garantia das operações Reservas . . . . . . . . . . . . . . . . o
•
o
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•••••
o
•
o
o
•
•
•
o
•
•
o
•
•
•
Cr$ Cr$ Cr$ Cr$ Cr$
.. 10.000.000,00 8.730.725,00 16.490.462,20 5.000.000,00 3.215.533,00
;::;
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c
~
Fogo -
I
Transpo~:,ER:.:;:::~~R~:,::tres - Ac;dentes
Pessoais -
Responsabilidade Civil Aeronauticos
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Automoveis
"
~
~
TELEFONE:
~ _i
-
~
Séde: São Paulo - Rua Formosa, 409
;::;
3-4157
~
s.::·,::~:~:· :: -J:.:.:··~ :::··;:..~:.::~::~::::d,, Telefones: 23-5785, 23-623 5 e 23-6264
End. Telegráfico:
~-=
" APA TRIARCA,.
5111111111111[lllllllllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[lllllllllllll~llllllllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[llllllllllllltlllllllllllll[llllllll~ 12-2
SETEMBRO
DE
1950
se·g uro morreu-de velho JO~É
A.
BOTTON
« tombéln
assinados ,
«apólice o
é
relação
tran sitório
« direito , que nos constrange a « nãc.. foze;r alguma
de
emitida
«a
terce iros
<< seguro
regra economi -
e
dos
que,
meus com
« camente apreciável , em
proveito de alguém
« declaro
~ qu e,
de
« tado documenta .»
por
ato
« juridicamente
nos so
ou
relacionado,
alguém
ou
em
conosco
virtude
favor .
nula
e
interesses
a
presente
de
nenhum
(Cláusula
no
efeito 7'
« DE
omissão. »
QUITAÇÃO
« determinado
Clovis Bevi -
« quitação
3.
número
do
do
mês
1931 , transcrevendo opiniões
de
O
de
ci -
RECIBO
segurado
vias
indenização
« visto na lei 4 . 655 DE SEGUROS
a
dos Condi-
« incêndio e art. 942 do C. C.) . -
REVIS<TA
citado
indenização ,
« ação
ou
De -
« çães gerais das apólices de seguro s contra
da
laqua.
ano de
meu
« lei, adquiriu o direito de ex igir de nós essa
« Direito das Obrigações -
Na
a
« cloro mais que não fiz nenhuma transmissão
dar, fazer ou
couso , em
a
da Companhia de Se -
«guros « OBRIGAÇÃO
declaro · extraviada
n'.
do
assina
recibo
sôbre
sêla
de pre -
(lei do sêlo) . Havendo
Julho
do
« credores
con trovertidos
do
« que eventualmente tenham
hipotecá rios ,
pignoratícios,
outro ~
e
protestado, êstes
autoc destas modesta c linho s com o falecido Dr . Olavo
« também
Telles
« com o segurado . Todos os recibos de qui-
cc.mo
de
Freita s,
ê ste
competente
advogado
concluia
segue :
« tação « com « E afinal
« segurado s
a
assinados
de
que ..os
porque, de
ao
bens
tôda
segurado
«à
justificação do seu direita .
sinis -
direito
a
prova
cumpre
necessária
E será
demonstrar, com
justi-
Nota
importante -
As
datas
cumentos
da
li '
PARTE,
abaixo
lição
da
11 • PA.RTE -
REGISTRO
registro
experiência
não
documentos
mencionados.
de
DE IMÓVEIS -
imóveis
será
dema is
apresentação dos seguintes
documentos para fins de pagar as indenizações decor -
Certidão do
4. 857
(Decreto
de Novembro de 1939) a
dos
acima enumerados devem anteceder os datas dos do -
certidão
do regi stro, que o preço do seguro
exiigir-se dos segurados a
re -
Civil, artigos
Não
« nü o pertence o outrem » .
Seguindo
conjuntamente
testemunhas e as firmas
934/942) ..
demais ,
~ negativa
conjuntamente
provo
apresentação
seu
ser
mais duas
recibo,
«conhecidas por notário .» Cód.
«a
« fica r o
deverão
o
não será demai s se exigir do s
q: trado s, não estão sujeitos ~ gravames. « será
a ssinarão
de
tir gravame sôbre os bens sinistrados sos
831/835
30-8 -37 -
do C. Civil D . L.
9
atestando não exis('Arti -
D . L. 492
1 . 271
de
de
16-5-39},.
rentes de sinistros de incêndio , ESPECIAL
REGISTRO i'· PARTE -
INQUÉRITO POLICIAL -
arquivamento do pela
1.
Certidão de
inquérito policial instaurado
autoridade competente em tôrno do si -
nistro
eximindo
visto
nos
Penal
e
o
artigos
segurado 136
cumprimento
até
do
crime
148
das
do
Capítulo
OR IGINAL -
2.
-
38 . 1 -
de títulos
pre-
marca
atestando
cessão
de crédito
disposições
cons -
gurado
ou
Devolução da apólice o ri-
-
travio
verá
ou
« na
destruição
fornecer à
declara ção , « Pelo
reconhecido
do citado
presença
_DE . SEG URO S
casual ,
Companhia
mai s ou
presente
por
menos
documento
das
dua s
notário .
documento o
não ou
ter
havido
protesto d~
beneficiária
CARTÓRIO
corre~do
e
documentos e
do ' carnenhuma
contra
indenização
a
se(Ar-
tigos 604/606 do C. C. e lei de Falências) .
no
falto
e
APÓLICE tidão
mesmo
E DO-
tório de protesto de letras do respectiva co-
ginal com a assinatura do segurado lançado e ventual
REVISTA
VI
especial
DE TITULOS
Certidão negativo do registro
Código
tan tes da circular S. 22 de 31 - 12 - 1943 do IRB -
CUMENTOS -
Na
por ex -
segurado
d e-
atestando
DO CfVEL não
nenhuma
tolhendo-lhe
o
ter
ação
liberdade
E CRIME corrido contra de
nem o
Cerestar
segurado
ogir civilmente
(Código Penal e lei de Falências) .
de ·s eguros uma do
por
seguinte teor : mim
testemunhas
assinado
abaixo
E-lembrando -no s
de que « QUEM MAL PAGA, PAGA
DUI\S OU MAIS VEZES » é que seguro morreu de velho . P. A'iegre; Set • de 1950 . , 123
COMPANHIA DE SEGUROS
PREVIDENTE INCÊNDIO E TRANSPORTES
I 8 72
Capital e Reservas mais de Cr$ 12.000.000,00
•
DIRETORIA: Dr. Hermano d~ Villemor Amaral Presidente Manoel Pereira de Araujo Freitas - Diretor Mauricio Dias Reguffe - Diretor
c.;ERENTE GERAL: Waldemar Gameiro '
AG~NCIAS: SÃO PAULO. . Carlos Wild S/ A Comissões e Representações Rua 15 de Novembro, 197
1.9 ondar
MINAS GERAIS Representações Astro lida . Rúa Carijós, 517 Belo Horizonte licidio B. Travassos Rua ~Ivo Jardim, 32ó Juiz de Fora PARANÁ Gabriel Leão da Veiga Rua João Negrão, 1 359 Curitiba MARANHÃO A. Cruz & Filhos Rua Cõndido Mendes , 1 24 São Luiz AMAZONAS Figueiredo & Cia. lida . Rua Marechal Deodoro, 275 · 281 - Manaus
PERNAMBUCO Uzina (atende S/ A Recife Rua da Ãpala, 1 07 BAHIA Irmãos Oliveira lida . Rua Bélg ica , 1 Salvador CEARÁ Escritório Técnico de Seguro s lida . Rua Ma jor Facundo, 2ó5 Fortaleza SERGIPE Companhia Industrial de Aracajú S / A Aracajú Av. Barão Rio Branco, 324 PARÁ A. Doria Belém Rua Santo Anton io , 73 ESTADO DO RIO Banco Mercantil de Niterói S / A (Representante) Rua da Conceição, 53 Niterói
____ ....__ _
Séde: RUA PRIMEIRO DE MARÇO, 49- Rio de Janeiro Edi.fício Próprio TELEFONE 43-4935 REDE INTERNA
124
S~EMBRO
DE
1950
Indenização de Direito Comum nos casos de Acidentes do Trabalho JORGE
MOURÃO
Advogado Companh ia Int e rna cion a l d e Seg uro s - · Teso qu e será ap rese ntada p e la d e le gação Bra sil e ira 6 111 Conferê ncia
He mi sf é r ica
d e Seguro s,
a
rea l i za r -s e
e m Santiago da Chil e.
N êsses d~
le i
i ' . 0 36
atuai s
de
10 - 11 - 193 4 .
qu "
lh e ant e ce d e ram .
tria
<..:
0
G o cid e nte do tra balho corre paral e lo com o d ese n volviment o d as forças p rodutoras, máxi me, com o cr esc i -
mold es
se
funda
a
no ssa
vig e nt e
acid e nt es da Trabalh a, baix ada pe la Dec re ta -le i
Pr:.: move nd 0
E be m a ss im
eq ui líbrio
o s d i r eit os
do
e nt re o
e mprega do
a s dua s outra s
i nt e rêsse
da
indú s-
a ci d e ntad o,
es po sado
res pon sa b i lida de
p a t ro nal
mentu indu strial d e uma nação. A tran sformação d a in -
f oi
dústria operado no séc ulo XIX, c o ~ o ex tra ordinári o d e-
pres u mi d o /
~c nvolvim e nt CJ
Je no za ções tabe lada s d e conformidad e com o grau da
vação
de
suo
consid eráv e l
tabelecimento s
do
maquinaria ,
acarretando
núm e ro
e mpregado s em
de
indu striais
em
contato
a
elees-
íntimo
elevou , por certo , o l ei ,
A
com
!.e u
cifra
do s ocid e nt es.
manto
protetor,
êsse
desenvol vi me nto. refl etindo o s an seio s e a s n ecess idad es d1.1 uma col etividad e. Continuando -
e m mat é ri a d e am -
mais
distant es
dado:.:
que
legi sladore s
o
fenômeno ,
a
tare fa
encararam
na
é poca,
com
lh es
qu e os
cui-
in spira va
poi s, já nos ordenações Fr ance sa s d e 1671
a>
-
ergu e m - se,
o civilizado s,
hoje ,
d en tre
o s monumento 5 d e
os
em o
p ró l
dCJ
f a tor
mod e rno s
l eg is laçã o
social
Contudo da :;
patronal
ponsab.l.dad " com
prév ia
e
do justiça à
sc u-se aC!
social .
Daí, da
a
dade .
NãC!
etapa
em
do
moldes
indagação
em
do
da
re:-
da
Direito
Civil,
da
culpa
d ês tes
à
ação
dono
a
para
de
pa s-
at ri buin da -:c
su :J
solução,
ser
va nte,
co ntrat ua l,
probandi »
até
risco
caminha
culpa
satisfatória
Deu - se raçÕ0
(< anu s
etapa,
novo - · a
reg ula çã o
a
o que não correspondia ao s an sei o s
doutrina
patrão
nos
nece ssári a
os patrõ es
foi
irre spon sabili -
prosseguiu- se ,
alcançad o
uma
de
conc e pção
profi ss ional. dv
r:.:. u.:i
sof.-:do ,
um
pro curando
carát er
o
se gu ran ça sua
em
privada s
patrão
sua s
e tranquilidad e indú stria,
qu e
econôm ico
de
é um
especial,
o
repo -
ao
t eoria
pod e riam de
ine xdente: a:
do
ri sco
preval ecer
$erc m
p rofi ssi onal ,
de
d es p re zado s
um
postu la do s co nsagrado>
no que t ang e à
mod o
c ::~ n si d e -
e
pel a
le-
rcpor a çõo d ecorre nte do
i lic ito . Te n te.•
me nt e,
assi m
a
para ção
qu e
o
no sso
l egi slador,
q ue : no v;ge ntc d ipl o mo
a c; idente ~
ab r"
C!
nã o
p cn :·::>
u ::; l açÕ (.• civil, a i~·
apesar da s proclamada s e reconheci-
prin cípi o s
dCJ
t ra b a lho,
quer
legal ,
no s
que
re ite rada -
re gulador dos o
antece d eram ,
po ss ibilida de d e
opta r a e mpre gada pela
nos mol d es
direito comum,
a ci d e nt e
acorrido
do
por dólo
do
re-
quando tenha
pa t rã o
au
de
se us
pre po sto s. E'
operário,
tran sf e re
da
do
ad ve nto
re alizado
e ng rand eci me nto
i nere nte s à
vanto ge n:>
; ada c.
tend ê ncia
o
pela s e ntidad es
êx ito
i n-
povo .
da . ind c niza çücs pa;· acid e nt es d a tra ba lho. o
de
v ít ima .
p ermiti u
trabalho
segu rador
do
« forfoit » ,
-
abs ol uto ,
in:c i o ,
do
d ese nvolvim e nto
máx im o
da
« f o rf ait » ,
pl e no
qual , ao
em adiantado es tágio . i ncl u: ndo , todas , l ei s reg ula dora :;
De:
com
i dad e
a
e ncont ramo s
po vo s
um a
e
a
res pan , a!:Ji lidad es , ganhando
disposições d e p rot e ção e amparo aa trabalhado r ma rít;me,. - ·
sa l ári o
acid e nt es
p aís
p e lo
da
esta b e l eci me nto ,
CJ
fi xa çã o ,
de
no ss o
aco mpanha
porú a o trabalhador acid e ntad o -
Essa seg ur o
obj eti vo
com
i nca p a cid a de ,
e
pró xim o com maquini smos se mpre COI}'lpl e xo s e p e rigo so s
cará t er
t::~l
a dis p os içã o con stante do artigo 31
da vi -
uora nt c: le i de acidente s do trabalho,
sumário,
próprio e adequada à condição hipo -e canômi ca da tra -
Artigo 31
balhador em
e stabe le cida pela presente lei e xonera a em-
geral .
Abandonada c fo ram g ulado ra
da
culpa
da responsabilidade A nômicor:. qu <.:
indústria para
acarreta
o
-
paro
os se
princípios da
patronal , a que
é
deve
patrão dentre
risco
fonte
êle s,
da
de
d ireitc..
fundamento
os
sofridos
pagamento da
qualquer
comum ,
relativa
outra ao
indenização
indenização mesmo
de ,
acidente ,
seu s prepostos .
eca risco s p elo s
Nitidamente , é estabelecida , no inciso legal supra tran scrito,
operár i o s.
de
O
a me nos qu e ê st e re sulte de dólo se u ou de
indústria .
beneficios
suporta r
o s dono s
p regador
lei civi l re-
e leg e r, coma
-
uma
opção ,
i sto
é,
uma
ao empregado acid e ntado, pe la qual -
e scolha
facultado
beneficiando-se
com a s vantagen s da te oria da respon sabilidade obj e REVISTA
DE
SEGUROS
125
tlva que lhe dispensa a ponsabilidade processo du a
do
especial
contrário
produçaa de provas da res-
e mpre gador estabelecido
socorrer · se
poderá
na
da
lei
via
processo,
E'
o onus
prova
se m nenhuma
de
gado!'
da
vêr-se
ou
de
me smo se facultando a
indenização ,
no
a
nos
seus
moldes
já tendo sido paga a
último
dificuldad es
de
do
a
do
em pre-
vítima -
b e neficiário s do
direito
ve nia » ,
matical
do
Dentr" quE'.!
o
pleit e a r
comum ,
mesmo
indenização pre vi sto na le i de
da
acórdàos
proferido
prbprio
que é
portanto ,
prema Tribunal
-
sem
se ntida
d e clareza
permitam - nos fôrça
pela
'2 " Turma
do
torno da
Recurso
relatada
repetir
jurisprudencial
Federal, em
1 3 . 343,
gra -
meridiana .
pelo
Egrég io Su Extraar-
ilustre Ministro la -
fayett e de Andrada, aresta que avulta em importância não só
pela
também,
elevada
po r
sidentE>
da
ter
o
seu
ou
foi
se us
como,
Relator
da
o
vigente
Nêsse acórdão,
Relator,
vítima,
prolatou
eminente
elabaradora
trabalha.
Ministro
pod (l
instância que o
sido
comissão
acidente s da cit ada
aci d en tes.
e,
o
até
lega l,
algun s
isolados
sobreleva
aberram
tex to
dinárit• n''
dóla
poderá
« date
ou,
especial .
caso
prepostos,
as
o
pleit eando
arcando , nêste
e com
proteção
que ,
seus
acid ent es
ordinária ,
indenização de direito comum,
case, com
de
escolh e r
pelo
estabelecido
beneficiórios ,
pre -
lei
de
voto
do
que
não
só
escolher
a
via
ordinária comum poro fruir justa indenização pelo dono N êsse
particular,
libera~
aliás ,
foi
o
no ss o
legis -
consequente
do
acid en te ,
como
de povo s
« data
vênia » ,
nosso
adiantados, o a,Jção qu e, 'igualmente, a lei faculta aos
derão,
apó s o
recebimento
c. mprego do :=. (
lodoo·, porquanto , em
do dó lo. uma
ini c:oçõ o
interpretada do
uma
renúncia
poderio
uma vez eleita
de pleitear o
da s dos
que
pelo
o
A
fórmas
direitos
in -
escolha ,
de
ação
que
o
Decreta
empregado
de
aí
está,
po na
re·
cebimentv
do
in denização
indenização
direito
comum,
descon -
tada , no ato, a importância já recebida por fôrça da lei de acidentes .
é
exer-
(lei n'1 9 . 688 ,
21-5-1918)
seus
e
ação ordinária para a
do
do
-
diverg ê ncia
lei especial, demandar em
Nã t •
ou
também
inconciliável
prev ista
trazer .
além chega a lei Argent ina
regulamentada exige
de
to r.K
outro
Ma i'
po ssi bilidade
i n.:.: .::- nização por outro fórma.
!:.UO
simple ;
cício
exclusão resulto que,
desapurece a
teressad~....
a
t.: :; :o lutamente excludente, mesmo no caso
De :ou
via ,
legislações estrangeiras,
quando
beneficiários,
pre -
lhada
estivesse
a
história
de fatos que nos
pie ~
e
os
sábios
e
humildes
aos
indicando
esclarecidos
o
por
cominho certo,
aos
nos
mente'
Nacional
del
Trabajo
manifestar suo
ao
renúncia
Deporta -
aos
aquilo
atre-
parece desacêrto no venerando acórdão sob apreciação.
mês,
trabalho,
exato
não
veríamos
um
nêste
ponti -
mode stos, o s sim-
deverão,
de
apontar ,
e,
humanidade os
tendendc· prevalecer- se dos princípios do direito comum, dentro
o
do
mostram
que
nos
bene -
ficias da lei especial . Drás tico
lei
c
Francesa
pregada
positiva
(le i
n°
qualque r
é,
também,
1 . 898)
nêsse
possibilidade
de
seu
art;go
2 Q,
alínea
1,
o
Na
o
direit o
saram
as
quando dispõe
balho ,
nas
lida d "
delitual
ao
ao
em-
seguinte:
sejc.:,
« le o auvriers et employés désignés à pr·écédent de'
raisan
accidents dant ils sant victimes dons leu r
travoi l,
d 'o ucune
disposition
autre
a
l'article
peuvent se prévalair, à
ne
introdução
tentamos
veda
recurso
<o mu r.l - · salvo na caso de dóla no
sentido,
pósito,
quando
que
celle
Vimo s sistema gado :,
de
suas
teoria
até
reit<•
diante
da
manifesto
espírita
li -
ressalva
para
criminal, oferece, duas vias : a taçõe s da
têm
nossa
r:
os
altas
caso•
faculto
surg ido
em
de
dóla,
de
aa empregado a
comum e a
atentada
escolha de
especial, duvidosas interpretôrno
da
verdadeira
espírita
dúvidas
tribunais
se
robusteceram
e
assumiram
as -
partir da momento em que nossas por algumas de
suas
turmas
ou
câmaras, entenderam de acolher tais interpretações que 126
desde
a
pro-
pas -
o
do
Ira-
responsabi-
c.u
objétiva,
profissional .
desprezando-se
apuração
de
que
infortúnios
fases,
responsabilidade
do risco
chegamos
da
o
complexo
responsabilidade
um
estágio
da
responsabilidade os
mais
e
da
difícil empre-
adiantado
no
civil
paro
os
presumida .
fundamentas
do empregador das riscos
A indagação da , unçãa
que
beneficiários
da
responsabili -
principias de culpa à
inerentes
culpa cedeu
beneficia e
sempre
da di-
exploração
eco-
a
lugar a
uma
pre-
e
seus
addentado
cons~derobilissimamente ,
simplifico,
processo, não há que ver -
face à
o
teoria do risco
profissional - · se houve qualquer modalidade de culpa do
lei .
pectc• respeitável a mais
os
aos
por
nômica .
beral de nosso legislador, que, além de abrir perma nenlú
a
muito
evolução
sistema evolutiva da lei, que é o da responsabilidade
dade mesma
comentário,
a
proteção
l'ransferiram-se
Todavia,
êste
diversas
que,
da
objetiva,
de la pré se nt Iai » .
leis
a
focalizar
empregador,
não há a
hé; , simple smente, Em
se
« in
eligendo » ,
se
« in
vigilando » ;
alegação de casa fortuita ou fôrça a
compensação,
culpa
objetiva .
os
indenizações
são
maior;
pre - fixadas,
a « forfait » , pelo sistema tarifária. SETEMBRO
DE
1950
Na
harmoni a
pc. s!:íve l à seguro
dessa
exh tê ncia
privado
soluçao,
d c .. sa
re presento
tempo, propiciou -s e
creou -se
benéfica en tr e
segurança
nó s
ao
ambiente
in stituição e,
que
ao
o
gador
tando-c,
Preferimo o a
cuidado,
às
cipia o con sagrado s de direito, o d ~.~
apreciável
dentodó
lib e ralismo ,
no
círculo
Para tanto ,
no
tronscr:to ,
op~õo
p ela
fa<uldad ~
via
ao
fato
de
inden ização
es tab elecida
Tal
em
como
«verbi -gro tia » ,
ocide ntod t• t êrm o ~
o s aqui
ou
da
l ei
que r outro
se us
da
lidado
de
controvér sia,
colha,
é
preferênc i a .
alguém, doi ~
ao
te f
qu e
caminho s,
não
ainda
ter
sido
não
o
a
de
receber
indenização, renúncia
solvente,
a
é
o
doutrina
no s
certo,
o
possibi-
opção é prever
preferência
infantilmente,
es-
no
na
legislaÇão
tureza
dêsse
à
detalhe
•exposição
v;gorante,
especial,
séria
do
de
nos
o da
sin -
interpretação
processo
pod e mo s entrever,
controvér sia
i nclusiv e
ocidente o do
no
que
Brasil ,
trabalho é
um
ev olutivo
claramente,
se levanta
sôbre
se
o
seguro
social
em
da uma
vários
seguro
ou
do
de
de
na-
vital
da
p rivada .
Co mo
vimos,
o
fundamento,
revestida
de
próprk• que é
o
pon s abifidad~
civil
formas risco
o
princípio
E' a
lei é a reparação de um dano . civil
sem
podíamo s
p aís es,
qual -
lei .
opção .
suo
discussão
re~posta
fato
em
man i festar
e
a
estrangeiras,
se es tab elece,
E
paga
especial . l e gi~lações
uma
possível
recebimento
d~
Na
é
o
prepostos .
textt• lega l,
judicial ,
singela
oci-
essa
que
após
legal .
entretanto,
implicará
o
pela qual só é
ordinárias,
prevista
cond i cionando ,
citada s,
doutrina
vias
uma
caso de dólo , expre:;samente previsto no 31
às
de
procedimento
N<.1 artigo
o
le i vigente ,
possibilidade
be neficiários
es pecial,
recurs<..1
gularíssimo s ca so s de dólo do empregador ou de se us
31
lei
lei
indenizac;õo
res trição
na
da
prin-
encerrar
diversa s
forma
lance
uma
a
na
e
quis
artigo
comum,
normas
de
estabeleceu
i ndenização,
legislador, num
não
férreo
citado
iníciCJ
uma
tran -
sis tema, compatibilizando-o, aju s-
e log'lóvel
com
paga
m esrno
trabalhador e
quilidade ao empregador _ Aperfeiçoando o
que
es p ecia l .
especiais,
profissional,
responsabilidade com
mas
fundamento
sempre a
res -
do empregador.
que
O o princípio s reguladores da
ant e
preferisse
os
sa bilidade
dois.
e se
trabalhe· tang enciam civil .
lei de acidentes do
irmanam
Apenas ,
cem
os
da
a
lei
estabeleceu
naquela,
re spon -
umc presunção em favor do mais fraco economicamente Com
c·
d ev ido
nos merecem
acatam e nto ,
a s deci sõe :;
com
jud ic iais,
o
respeito
ou samos
que
permanecer
ac• mesmo
a
p css ib il:da Cc
açõe~
da s d uas
damentai <: da
seria
leg;slação
do
de sate nde r sôb re
exe rcíci o
cumulat ivo
princíp i o ~
aos
ac:d e~t c s
do
fun-
t roba lho .
pela
sentido
inerente
de
o têxto
legal .
renúncia
que
Seria anemiza :, descolc iri car o exoneração
que
o
lei,
Seria cont c :n
desvirt uar tôda
o
opção.
poder tranquilizadcr d a
exp ;cssame r. tc,
dó
ao
empre-
via
à
os
reparaçãO
Assim, civil,
o
uma
condição
restabelecem,
princípios
limitativa
do
direito
em
tôda
comum
a
sua
pertinentes
civil .
tanto
~eguro
soria mente 1
de
como
o seguro de responsabilidade
ocidentes
compreend i do
na
do
trabalho órbita
da s
Setembro
de
está,
neces -
atividades
privados . Rio
~lltlllllllllllll []1111 !1111 ;li [) 111! 1111 i li It] 1111111111: It J 111 Ulllllll [] 1111 i li l i~ 11111111
~
instituiu
se
ordinária
pl e nitud e,
Seria mais ainda _ Seria despir de todo seu exato se ntidt• gramatical
que
Todavia , acorrendo dólo cu optando o acidentado
no nosso ponto de vista . Admitir -se
tempo
d essa responsabilidade .
de
Janeiro,
26
de
1950 _
t: 111111111111[] 111111111111 tlllllllllllll tlllllllllllll tlllllli:HIII
ATLAS Assurance Company Limited. C .- \PITAL DECLARADO E REALIZADO PARA O BRASIL Cr$ 1.000.000,00
" ~-
n
FOGO- MARITIMO- CASCO- TRANSITO- VITRINE
"
~
Agentes: WILSON JEANS & CIA. LTDA.
~
Av. Rio
i ~-~-
B~ranco
26 - A - 8.• Rio
CALEDONIAN Jnsuronce Compony C.-\ PTTAL DECL .- \RADO E REALIZADO PARA O BRASIL Cr$ 1.500.000,00
"
~
§===;;
FOGO- TRANSPORTES- CASCOS - ROUBOS AUTOMOVEIS- VITRINES .... _=:=
Agentes: WILSON JEANS & CIA. LTDA.
§==_"
Av. Rio Branco 26 - A - 8.• Rio
~IDIIIItlllllllllllll[lllllllllllll[liiiiiiiiiiiiUIIIIIIIIIIII[liiiiiiiiiiiiUIIIIIIIIIIIIUIIIIIIIIIIII[lllllllllllll[liiiiiiiiiAIIIUIIIiiiiiiiiiUilUUUIIffi
.. -·-·-·-·--·--·- ·--· -..-.~~ .. ·-·- et -""-c.t.............................. ._ ..
b . . . . .-..~.-........._... . . . . . . . .
-
..
I
Sé d e: Rua
Brigadeiro Tobias, 356, 7. 0 andar São Paulo 2.-7161
J 2. -7162.
TE L E FONES:
Caixã Postal n.o 2.64 - A
2.-7150 2. 312.0
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DIR ETOR ! /\:
}
Dr. José Alfredo de Almeida Dr. J o,é da Cunha Juni or Vasco San t os
AUTOMOVEIS
Pres idente Vi ce-P reside nte
::lupe rint endente
SUCURSAL RIO DE JA::-l ET~C) - :\ v . P.-~ 3i .l enle Wils :n
191. :!.'. s/~)i/ 2JJ -
T d . 42-917:!
Representantes nas ses:~intes Capitais:· PORTO ALEGRE CURITIBA FlORIANOPOLIS SALVADOR RECIFE JOÃO PESSOA FORTALEZA
BELÉM MANAUS
·-·-·-·-·-·-·-~·- - -·-..-.--------~-·- · -·-~~- · - · -·-·-·- ._...._.. 128
SETEMBRO
____.
DE
1950
-
São Paulo
Companhia Nacional ·d e
Seguros de Vida Po : oco" ião do s festividade > e m qu e foi com emorada a «São
pas sagem do 30 ° aniversário da fundação do
Paulo » -
Vidc.J, foram
Co ,., panhia
proferido s os
Na ci onal
doi s
de
discurso s
Seguros
qu e
a
de
seguir
tre
Presidente,
cioná ri os
sua s
formulam do
« M inha s cionári o ::; ,
Senh o ras,
Agentes,
Senhore ~ ;
me us
In speto res • e
mais
Fun -
Emp re-
Aqui
estamos
mora çõ c
si ng elo
reunid o s para de
ur:1o
ccme -
aconte cim c~ : o
um
anive r~ ário
to so: a pa ssagem do 30 Q
tamb ém
faus-
Sucursa is
e
os
Fun-
vê m trazer
pel a
trans -
todo
o
ne nte
e
q ue
Brasi ,
com
podem o s,
A
viceja ,
um
zesse m discurso s. semos,
os
vigor d e
todo s,
combinação
de
Esta va
qu e
cert o
aperto
terra ,
de
solenidades
discursos . à
mão .
não
se
exceção , é
mes mo, nem
o
A.ssim, a c"o ntccendo
havia
sou
eu
para
co ntrúri o , para
e
no s
faç o ,
mes mos
que
viés-
em
nossa sem
enterro s,
acont ecer qu e m
prop uz,
c onfia~ ça
auguran do -v os ,
a
cada
e spíri to ,
e
pedindo
a braçar,
no
abraço
re~res:cn tant c
o
um,
licença
e
es tá
vo s
mas ,
qu e , de
sa úd e
vo
e
poro ,
agora, coração,
g e ral
d a stes
Senh ores
Dire tores
como
constituindo,
a
então,
d e mon st ra çã o
do
um
esfôrço
demonstração nas
de
confian ça
po ssi bil idades
do
Brasil,
30
vê
anos,
irradi o u-se · po r toda
firmemente
amparada
pela
o
pre -
Deve -o
ao
roteiro
qu e
lh e
imprimisl'ls,
à at enção e ao s cuidados que lh e dispensais, à
va liosa cooperação d e todo s os seus Fun-
cion ári os
tant o ,
à
e
in te rnos
esf o rço s
d: s
seus
sobret udo ,
externos
à vo ssa
qual fo i poss ível
O qu o
de
e
coesão
deve -o,
capacidad e,
po r-
g raças
prover-s e de todos êsses
sucesso,
momento
tudo
à
e
Agentes , -
re spon sáveis
comporta
continuaremos
a
p e lo
seu
re af ir moçãa
de
e mp ree nd en do
em
pró l do Compannia o, ao f.a zê· la , re novamos da
Compa-
e
Assisten te
no ss os
voto s
à
conselho -;
c
c~a,
.. e
~ ál i da
mai ores c
de que,
graças
aos
vo~sa
clarivid ê nc ia,
p rós pe ra,
prestando
me lho res
serviço s à
vossos
co ntinua
cada
dia
comun idade
e
d e qu e po r longas anos no futuro continue · as
amáv eis
palavras
q ue
acabam d e no s ser d irigi da s p el o no ssa ilus SEGUROS
hoje são
fundaram
ferê ncia p úb lica .
vo sso
Diretoria . Agrad ecemos
há se
p rog res o .
nhi a : -
« Exmo s,
anos
ei5 que a Compan hia qu e id e al iza stes e fun -
os
gerente
qual,
paulistas
ele me nto s
que vamo s dar ao
a
co mo
do c.
de
máximo , ao vosso chefe, o di gno
Brito ,
30
do s paul is tas nas po ss ibilidade s do
todo s,
paz o
G e rente G eral Sr. Alcindo Bri to » . Alcindo
Direto res de
há
Brasil.
q ue bro
pa ra
cumprimentar,
abundân cia
qu e os qu e
so mente
pa ís
coo peraçã o , com
de
Brasil,
A nossa satisfaçã::> é tanto maior ao nos
não
qu e vos a grad ecêssem o s vo ssa
eficiente
rc:dm c nte
o
pauli sta, mas tam bém como d e monst ração d e
diz e: , em brevíssimas palavra s, qu e nã o fo stes co nvid a dos
milhares
fi -
se
compreendem
<• c<ô rdo, que e u próprio
das
por todo
ale• de fé no futuro do Bra sil, hoje se af irma
Mo -:. ,
de
as
ju sto-
simplesmente,
mesmo
e
que
semp re . . .
que
e
da s
Comp an hia ,
não
claro, dos
são
o s do s Funcionários
e as tradiçõ es da Companhia .
vos sos magn ífico s se rviços, com um mudo ma s e x press ivo
crescente que
qua se
de
agradecer,
êxi to votos,
p or
d e~ ·tonecer .
no s
era
Diretore s,
hoje ,
junto
pelo
ês ses
tanto e naltecem, com o seu trabalho, o nome
da ins -
trabalhamos com
a
es palhad<~s
os
D,E
qu e
Diretoria,
Ag ê ncias
Paulo» , para a
qual todos
e,
meus,
da rmo o conta
de d icação ,
RE VISTA
á
Di re tore s e
Companhia,
talação da São Paulo , a no ss a g lorio sa « S'ão
da
em
reunidos,
pela felicidade pessoal de cada um
Agentes que,
gadas da « São Pau lo » .
De· Sr.
aqui
congratulações
do s se nhorQS
-·
bo i
momento
Apraz-me ser o porta-voz do s votos que
Dco Sr. José Maria Whitak er, pre cid entc da Com -
is so
no
Séd e,
cu rso do 30 9 aniv ersá ri o da Companhia .
transcrevemos.
\,pan h'10:
da
mo -;
ten do
a
ven tura
da s vo ssos
luzes
e da
voss a convivê nci a .>>
129
~
............................................ ··;
•
NOVO CO M PANHIA
DE
SEGU ROS
MUNDO TERRESTRES
E MAR ÍTIMOS
• MUNDO
NOVO
COMPANHIA DE SEGUROS DE ACIDENTES DO TRABALHO
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DO
CARMO ,
RIO
DE
65 / 67
JANE I RO
.............................. .......... .. . SUCURSAIS E AGnNCIAS NOS ESTADOS
,.
·~
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i
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I I
I . - ·- ·- ·- . - ·- . -..-··- ·- · - · - · - · - . - ·- · - · - -·- · - · - . -··- . -··- . -··- · - · - ·- · - · - · - ·- 1 Ag ente s nos princi pôis E s te.dos d o Brã sil
130
SETEMBRO
DE
19 50
o
caso do Vapor «Norte»
prof~rida pelo juiz Dr. Bulhões Cor·
"' sentença valhco foi
confirmada,
embargos
no
pendendo
poré m o
recurso
ora
de
Apelante,
e nfrenta•·
Acórdão.
a
reparos
em
Belém,
oceânica
entrando
transportando
a
ma·
d e ira para esta Capital. Êsso
Ementa -
sofreu
navegação
SEGURO MARÍTIMO
NAUFRÁ ·
GIO CULPOSO. na~frágio
de
se
veis,
bem
no
de
assim
do capitão e
Desde que o
verificou
concorrência
em
salvamento a
Iras
barco e
sua
última
Estada
do
travessia,
Espírito
deixou
Santo,
cúbicos
mento
da
de
da
o
em
16
1943, com uma carga de 120 toros sôbre o convés , escalando
16
no dia seguinte em Guoroparí ande admitiu
negligência
dês te
no
Vitória,
d o madeira, dos quais
evitá-
no apre sto do
barco,
de
de Setembro de
virtude
causas
da
carga, exclui- se
porto
lenha .
Capitania
Além
dos
disso,
Partas,
sem
11 O me ·
o
conheci -
lastreava
cêrca
de
25 toneladas de trilhos velhos, sendo que tôda essa
responsabilida -
carga,
de do segurador.
mal
estivada
a
lenha,
se
encontrava
a
ré
do barco . Ora, dêsse modo, ao deixar Guaraparí, o « NOR·
Visto s,
relatados
Denoto,
Apeloda o
discutido s
n° 6. 428 em
de Apelação Cível Arthu r
e
Corr.ércio
Atlânt ica
e
os
pre sente s
a
qual
Indústria
Companhia
autos
TE »
é Apelante
S.
A.
Na cional
senda
de
entrou
dugos, rigo
Seauros
iminente
não
podia
passar desapercebido a
seu
oentasse favorável .
ACORDAM, os Juízes do 4' Câmara Cível do Tri· de
Justiça
do
Distrito
Federal,
por
maioria
em nega :
provimento ao aludido
consequência, confirmar a
recurso
sentença
para, e em
recorrida, -
pagas
a o custa s na forma da lei . A p re se nte
ação
Comércio
Companhi a
e
compel ;·la s e
com
foi
.
cumpria-se
~o
promovida S. A.
por
contra
Arthur a
Do ·
A-tlântica
liquidarem
o seguro do
navio
cêrca
o
1 5,30
das
funesto
naufrágio e a
salvando -se,
horas
vaticínio
de
perda total do
porém , a excel:>
o
do
dia
1 8,
a
três da ilha de Sant'Ana fácil
tripulação e « Diária
de
previsão,
com
barco e sua carga , alguns
papeiS de
Navegação » , -
em
duas pequenas embarcações que at ingiram o litoral de Cabo Frio .
de Seguros e outra s, objetivando ela
fato,
vinte milhos da costa e a
bordo , -
Indústria
Nacional
De
e
cont ra c• voto do Revisor, Desembargador Souza Santos ,
noto..
navegar derrabado, calando pelos versituação de tal sorte precária cujo pe·
capitão , embora o estado do tempo e do mar se opre·
e outras,
bunal
a
numa
Procurou
Apelante
o
atribuir
tal
sinistro
a
um
suposto estado lamentoso do mar que, partindo o leme
« NORTE l> d e sua propriedade que, procedente do porto
da
embarcação, levou violentamente os seus destroças
do Vitória , Estado do Espírito Santo, em viagem para
de
encontro
co desta Capital, com
um
1 20 toros
carregamento de
de• ma d e ira , naufragou, cêrca de 15 hora s d :> dia
18
donde- cau sa
três da costa de Cabo Frio , Estado
do Rio de Janeiro . A
inicial
da
veio
acompanhada
da
do-
borco,
arrombando -a
e
Tol
versão,
longe
de
qualquer
prova,
res ultou
absolutamente desautorisada . De foto, o processo apre · se nto
causa
do
quü em poucos minutos lhe determinou o naufrágio .
do Setembro de 1943 , a vinte milha s ao sul da ilha do Sant 'Ana e a
ao · costado
à rápida e inevitável inva são das águas
elementos
co m
tal
técnicas
rigorosa
e
precisão,
de
geral~
ordem
que
não
colhidos
deixam
a
menor
cumentação necessária à instrução do pedido d e la c ns -
dú vida quanto às causas e â responsabilidade do alu-
tando uma certidão de protesto marítimo.
d ido sinistro .
A a ção foi motiva o de
contestada,
exoneração
de
alegando as contestant es responsabilidade
baseado s,
O « NORTE » , dada a sua vetustez , assim como o estadc- de
conservação
que
apresentava ,
era
de
repu-
artigos
tar- se fóra de navegação . Suas condições não seriam
711 , d o Código Comercial , e 1 . 0~8 do C. Civil . S'ô ·
d coconhecidos do seus proprietários e comandante, con·
brG
sistindo
err.
substância,
o
sin istro
d :· Tri bu nal
nos
e
disposiçõe s contidas
suas
causas
houve
o
em
os
pronunciamento
Marítimo .
1>. prova
tao' a
con stante dêstes auto s não
podia
levar
out ro solução senão à improcedência do ação . Com
G
efeito,
c• « NORTE » ,
risco" do
mar, era
segurado um
velho
contra
perda
total
e
barco de mai s de cin ·
quenta ano s d e construido, com
302 toneladas bruto s
vü
temeridade,
senão
sorte dos mares.
dos
julgados
339-341 .. « vício possível próximo
provável ao
levá - lo
Tribunal
a
enfren -
êle, segundo se
Marítimo
às
f91has
próprio » , estrutural, que, embora im-
apurar- se
« indicava
do
insânia ,
Apresentava
visto
o
desaparecimento
aluimento
cadasle»
da
rebitagem
do
« defeito
341 )
(fls.
do
barco, casco con ·
do arqueação e 226 de capacidade de transporte fi ·
génito, permanente da construção e se existio realmén ·
xada '
to
70
pela
de
Capitania
combu stível .
no vegaçõo fluvial RE VISTA
DE
do
dos Até
Portos,
1942
admit indo,
fôra
rio Amazona s e , adquirido
SEGUROS
ainda
empregado
na pela
como
se
declarou,
era
do
conhecimento
pon sávei ,. pela segurança do navio » , Mo s,
mesmo
que
assim
não
fosse,
dos
res-
(fls. 341 v. ) . o
naufrágio
131
do « NORTE » se processou de tal modo que bem claras
dando,
ficaram
afundando, o
de.
a c.
Com
suas efeito,
o sinistro, a te mbro
precárias
condições
na zona
e local em
bôas
as
fôrça
de
manteve
8,5
assim
certidão
C!
da
m.
p.
s.
durante
do
Êsse
todo
Serviço
de
Agricultura , às fls.
estado
o
do
dia
de tempo
referido,
Met eorologia
226 .
gerais
maior rajada teve se
segu nd o
do
Mini ,iério
E vento com
rajada > d e
8 ,5 m. p . s. ó cla ssif icado na escala Be aufort no grau 5 , como fresco, que poro o critério do na -
( sí mbolo ) vegação
de cos ta
abriga
ao s barcas
duzio·
pa no
« agita
levemente
o
águas » ,
e
fls.
524 .
Não
havia,
de a
pesca
a
ponto
de
de stro çar
o
leme
do
barco
c
o
c•
e scotilhão
com
e nc erado s de
do
encerado;
tanqu e qu e
que
se
operou,
pôpo .
velhos
água
qu e
-
do
borco,
no
fase
de
o
o
particular da
devidamente
pôpa
não
estava
coberto
escotilhas
dos
porões
tinham
vedavam
a
que
não ao
embarcava
A liá ; , em
máu
da
os
estado
carga,
conservação
e,
houv e
o
comandante
dos
salvo1'
o
navio
e
à
« em
a
fls.
341 .
aludido
barco,
do casco, o
que fico u
criada
à
negligência
com
que
se
capaze s
de
tomar
carga » ,
do
processo ,
naquele ainda ,
passagem
conv és,
es truturo
do
apurado
re -
orrc-
naufrágio,
comandante
da
portanto , mar agi -
o
« NORTE» , de
instruçãco do processo perante o Tribunal Marítimo, que
medida s
foram
as
causas
má
determi-
nant es d o naufrágio .
tado . muit0 menos tormentoso, cuja impetuosidade fo sse
tol
con sequência,
estiva
a
su pe rfície
em
Reconheceu
que se verificou
condições
tempo, soprando vento N. E. , cuja a
navegabilida-
hora em que ocorreu, no dia 18 de se-
1943 , eram
de
de
Com
efeito ,
depois
de
um
tudo do s elementos técnicos
longo
do
e
minucioso
es-
proce sso formado
na-
meçá-lo violentamente de encontro ao casco do b o rco
quele
arrombando-c• c deter minand o - lhe o naufrági o total em
dodo de votos, pelo culpa do capitão que « não tomou
r ouco ;. minutos . Não . A situação do « NORTE » era uma resultante do '
suo > precárias
condiçõe s
brc-::orrego d o , com carga tôda
à
ré,
tua çãc~
c
viajan do derrobado,
na
r ea ções
da
de
na veg ação
sua
ce m o
linho
sair d e Gua r aparí, é
água, ao
e sfôrço
novegobi I idade .
de
ve lha
So-
mal es tivada, tôda ou quas e
en tras se
o
flu -
indefin í vei s
p e la
ma nhã
de
18 d e· Setembro d e 43, algo de ano rmal se pa ssa va bordo,
C\
rófu,
tanto
atribuindo
o
caim~nto
pe rad c•
ves sr! dado moi ~
qu e
no
ba rco
fôro
desviado
êss e
fato
ccmandonte para
q ua l quer
observa .·
barco,
o
que,
cuja
correção
providência . ao
p rocesso
contrário
perante
um
Tri bunal
é d e-
não
do
Marítimo ,
es-
clareceu qu e a navegação se fizera fóra do rumo para conseguir-s ',
uma
um
d eliberado
encalh e
aproximação em
c~sta
da
e
conse qu ê ncia
339 .
fls.
Com
efeito,
o
<c NORTE »
lent o
e
di scret o
de
e m qu e navegava
«0
e do víci o
antigo chefe de
mente• da
da ~
invasão
se ap urou , em
próxima
O re.: ,
em
qu o
ne st a
ação
olu did c•
das co ndiçõe s
naquel e
Todav ia,
essa
águo
en trando
inv ad iu o p orã o da
ant e pa ra,
cent e
e
pondo,
agravado
pela
pelas
invasã o
da s água s,
ofereci a
de
sorte
340. rr.ois
que
pôpo
no
êsse
em
As s~ m,
recorridc.:, do
em
má s
linho s
em
Oro, exposto
pa ss ou
será
em
Apelante do
clara
que
estado
demai s
e
que stão,
precisa
procurou
o
naufrágio
tormentosa
recordar
qu e,
o
do
ap e$ar
<c NORTE » ,
as
quais
a
sua
n au f rág io
evitáveis,
ocorreu
como
estado
excesso
de
de
tripulação
se
à
poz
bem acentuou c: sentença
à
devido
sejam
a
conservação
carga,
concorrência
negligência
a
do
do
navio,
desvia
da
ca-
e má
rota da
oabilidad e das seguradoras que por êles não a mirem
expressamente,
(Cód ig o
Civil
o;;·. 711 I, à
Distrito
de
mas,
1 . 058 ,
ao
contrário,
único
e
os
Código
assu-
opõem .
Comercial
pretensão da Apelante.
Federal,
16 d e Dezembro de
a
com ao
o
perigo
Sylvio
que
mor o
pelo escotilha do
O
estava
de
flutuaçã o
do
de
Te :xeira
Souza
Santo s
voto seg ue em se parad o .
da
b a :-c.) água
Martins
Eduard o
cres-
pr c gre~so
embarcar
bico da
1949 .
Do•. Homero Pinho
•
ré ,
s~
pelo
po rã o
Da va
se nt e nça a :;
rés,
na vi c
reser vo
si-
nClvcgação, fatos qu e, evidentemente, excluem a respon-
tand; • o alagam e nto dos compartimentos da ré, a pont .)
132
o
apenas ,
portanto, como
o
causa ~
zaçã o
o
minuciosa,
mor tormentoso que afundou
cm bal'caçõ es ... ::; Ivo.
pôpo, resu! -
absorvido
o
tecnica ~
estava
po ss ivelment e
Ianq ue
na v io
o pelo es<oti lh ão do Ianque da ser
nave-
nõ c1 foi, porém, capaz de mol es tar a s duas peque na.;
referência ao alui -
o
convé s, águo q ue se escoava
da com
p ; 6pri o que a p rese ntava :
ao cadaste;
assim ,
comun s
navio
julgado
n(' 2 em consequ ê ncia do máu es ta do
navegando » , - · fls.
do
o
não
co m a p reos ão dos águas a s fendas foram -se dilatando n
«o
prova
demonstrar
o
com o
a
resultára,
e
águas,
quanto
baseou
estiva
menos
ri scos
providência s condizentes
mais
contra
se
iminente
sossobrou
unanim i-
me nte ina veg ável » , fls . 341 .
máu
virt ud e
máquina s fez
rebitagem
tanto
o
re pentinamente ,. ma s sofreu um prcces so mai s ou
a ludid o Tribunal
tuação » ,
resistir
tomou
pitão,
do
não
nem
de
realizar-se
perig o em que se e ncont rava o navio de se sub mergir,
-·
g ação,
d is, o ,
imcdiat ~
o
por
« NORTE » se fiz esse ao mo r
ines -
ti -
Juízes,
aos
condições
ma :.
consto
Todavia, di'S so,
o
a
não
seus
provi dência s poro que o
sua
de
concluíram
em
natural qu e
exig ir
Já
es trutu ra.
de
tribunal,
casco
p rov i mento
para · julga r ora
apeladas
pe los
a
mim
af i m
o
pagarem
sofridos
ccnforme
poro
recur so
procedente
prejuízos
<< Nort e»
Tenh o
ao
se
que
a
com
apurar
o
de
ação
reformar
e
autora
a
indeni-
a
naufrág io
em
execução .
decisão
proferi do
SETEMBRO
a
conden ar
DE
do pelo
1950
Tribunal Marilima nõa
pode impedir a
provo
uvto s
co l, g icla
ne stes
determinou te) Pelo
do
que
naufróg•o
se apurou
apreciação da
relativamente
do
navio
às
causas
,, Norte >,' .
através dessa
prova,
entendo
que néio se pode atribuir aa comandante do referida navio a
responsabilidade
lência do vento avaria s ao
pelo dita naufrágio .
e impetuosidade do
leme
da
e mbarcação
do seu co stado, forom, a
e
A vio -
seguida afin.al
do
autora
prat;codo o na
se de da
propriedade,
de
dante do na vio a
afa stam
do
O
me smo
que
nàCt i ndu z
culpa
se
a
juizo -
imputam
ao
a
138 ,
essa
qu e
des
a
Ao
demais,
quem
cabia se
coman -
zessem
o
real.zada
que stão era
permi ssão
concedida
fi scalizar
as
a
para
uma
autorida -
da
Seguradoras
qu e
mesma .
assumiram
e
fizesse
por
de o
uma
o
lauda
em
do
loborotário
19-46,
sôbre
«Transportadora panhia o
Boa
preju í zos
sofridos
De viam de
te,·
assumirem
pela
iníc io
afinal
em
falaram
e ~ ta
e xaminado
o
o
estado
do
mesmo
ante:..
autor
do
tituições
risco .
fi -
caixa
idêntica de que
dado
o
Os
nesta
si stema
« Asclepia> » ; o
as
Polícia Técnica
como
partes;
das
o
de
pedida
em
referido
a
ampolas
só
da
desde
127 -
flsl.
sustentaram
denúncia ;
o
podiam
não
e
ter
acusa -
; êste fôra
que
as
sido
;
Pública
fls . 203, 206 que
da com -
processo,
Ministério
síntese,
na
séde
pedido
no
tanto
elaborado
na
assistente ,
assistente,
alegando,
furto
feita
·intervei'o
juízo,
« Piratininga ~"~ .
o
defendeu - s~
segurado.
re -
diligência
comCJ
o~
acusado
apresentadas
Visinhança » ,
seguradora;
seu
da
uma
ção contra Caetano Pizarro -
compbr
499 a
fl s. 167, 168 e a ssim ficou no s auto s
do
a
fls.
o laudo de fl s. 154 - 200; também fai junto aos aulas
o d1t ..> vapro, não podem agora invocar _furtarem
d e fesa ouvidas
acusado
êle
perícia,
viesse a sofro.
se
a
pela
uma
acondicionamento adotado· pela
a
foram
Norte , afim
o máu
para
Vi sinhon cidade
Promotoria
prazo da art.
te stemunhas
enviada s para
s..:.·
instrução
de
mesmo
avarias que porventura
-;
reconhecimento
foram
Boa
nesta
apresentando na
o compromisso
e stado
indenizar as
navega i',
pelas
segurança
companhias
124 -;
143
no
os
foi aten<l. do
tinha
oficialmente
158
qu e reu
cc marca
p e rícia
que o navio em
ainda
152 ,
129
139,
re-
já mu i to velha, com mai s de 50 anos que
emborcoça CJ
inconcebivelmente
permissã "
depuzeram
fls.
que
sobtraçõe s,
O acusado foi interrogado
duas
conclusão .
Urg e con sidero•
n''
sede
pela
da
atrav é s
com
132 ,
chapas
re spon sabilidad e.
e$ S O
fl s.
de
da s
« Transportadora
rua Xavi er da Silveira 22. em
inquérito ,
autor
quatro testemunho s, arroladas
de
no ev e nto como , ao contr6rio,
apu ra
outra
nao
sua
rigoroso o
rutura
ne ste s autos só
da
como
prévia
meu ver, a s cau sa s do de ·
não
abertura Pizorro
ça » ,
fls .
queriment c.,
a
mor determinando
sastre . A s tes te munho s qu e
pediu c1p t. ntou
o
subs-
feitas
em
Maceió ou no ato do en .:aixotamento , em São Paulo;-
pediu
SEGURO DE ROUBO
a ssim
fo s. e absolvida, coma ata de justiça .
julgamentc·
CÓPIA DE SENTENÇA -
fins
de·
f_i
d es pacho
PAULO FERNANDES DE GA!iGON , Serventuário
- · fls . 22 9
Vital ício
processo,
do
Cartório
da
1·•
Oficia
Criminal
da Comarca de Santo >, etc .
de
CERTIFICO , a pedido verbal de p essôa in teressada, que,
revendo,
sol..
n•
em
c. utór.o,
o s autos
de
proce sso
crime
tra n; farmada
as
ocôrdo
para
mas
resultada
fls.
227,
aos
elementos
oleg~çõe s
das
a
minha
falas
narradas
na
juízo
perfe i tom ~ nte
Caetano
partes,
íntima
denúncia
escl.:arecidos
passo
livre
fls . no
neste
decidir,
convicção.
2
já
inquérito
a
remetido ;
contra
ltal(l
autor das substitu;ções das ampQias de « Orincal » , em
236,
a
sentença
da
Ju>tiça
teôr
Públoca
seg!J,nte,
-
« Vistos.
etc.
V. qualificaçéi o , tis . 49 , 155
ltala Caetano Pizarro . -
dra
Penal;
nesta
cidade,
Maceió ;
nesse
« Orincal » ,
avarias ,
constatando - se
subtraid u d<J
grande
valor
caixotes
de de
dicamento Estada pela
Outubro
núm e r.:>
haviam
tais
sido
Alagoas
Companhia
para se rem
embarcadas
na
«A
Seguros ;
em
de
medicam e ntos
tinham
sido
ravalha :.
-
REVISTA
V.
DE
N ~ rte,
laudo
con ~ inhom
citado
me -
lha;
govêrna
do
de
caixas,
fls . isso
23 fosse
;
tendo
abertas
papel
e
de
as
ampolas
Macei (o
companhia
constatado
e
em
Janeiro
de
quatro
em
que,
feito
1946, cam _destina
dêsses em
caixinhas, uma
também
caixotes
vez
de
vistorio,
a
sofreram
medicamentos
calçadas
mai;
continham
maravolha
fls.
com
os
origem ; viu
um
« gaveta » ,
haviam
e
em
a
policia
casa
de
desc~ita
23.
morava -
demais
arêio
-
face
local
furto na
da
caixas,
que que
ficou leria
praticado
fazer o criminoso << correr»
do
cintado,
das
de
cau-
patenteando desde
tiras
na
parta
apurado que
pela
lauda de fls .
através
sacos
falas
sido praticados
consistt:= em caixote
em
Tais
fls . 35, 36 -
Ioga, que as furtas do
ma -
de
porta:,
saram escôndala -
volumes
com
o
aparentemente invioladas e cintadas com fitas de aça
dez
a
sido
f oram
calçadas
-
arêia
acusado
Nacional
violadas ;
8
« Asclepia s»
depois de seos
em
dez
por sacos de arêia que foram
que
SEGUROS
que
11 »
em
aa
Companhia
sido
pequenas
requereu
pela
entregues
constatou - se
subst i tuídos
o
Farmacêutica
para a
tinham
acondicionoda z em
.seguradora
foram
Piratininga » ,
Maceió
com
adquiridas
e
de
acondicionadas
caixotes
Produtora
gurada s
194 5,
de. ampolas
Cr$ 63. 024 ,00, madeiro ;
de
de
dúvida,
perfeito estada embarcadas neste porta na navio « Pe-
11 da Código
em
de
det caixc tes de madei ra que foram aparentemente em
§§ I e 11 combinado com a art . 51 par ter,
sombra
Os
vieram
232 a
a
sem
o
move
que
foi,
sem
existentes
as
ltalo Caetano Pizarro, verifiquei consta . de fls.
7 . 289
Pizorro,
e
de
O
diligência
Atento
com
de
em
sistema
194; a
em
deslindar de
processa
uma das táboas de
aço,
sendo
133
bquela
d es preg ado
seguram,
um
que
martelo,
sen do
os
amortecidos
o
da s
táboa
repregada
não
vestígios
em
nada
conluio
pod em
seguro
dice >>
houve
tivessl! do
suspeitos
ficou
que
o
e mprêsa
que rara
para
-
paro
Maceió;
é · apli e
não
viu,
a
caso
se
pregados
existiam co n sta
em-
ponto,
de
dez
autos
e
vence
disso; ser
pod e
acusado,
furto
que
ju lgo
sua
nÕC• tem
bon s antecedentes;
não
e já se envolveu em mendam -
P1zarro
t icou
Santos
presen-
o
o
pois
fls.
cr im e
por
provada
no
torpe,
lucro s
e
m e nt e
para
certos munha
procurou , o
seu
mendara;
caixas
em
a i nda
a fina l
acusa sse m
escamotea çã o
do
moda
mai s
da
suavizar
t al
p esos
~ ituação
a
tant o
sigi lo
que
depoz ,
o
testemunha
p ratic ada
velado,
vultoso fls.
que
a ssi m,
conclusão:
do
núnci o
juízo,
ex-patrã o ,
mas,
outra
aulo o'
as
V. autos fl s . 59, 61; fls . 78 - ; tal teste-
re duziu
mite
que
p esad o s ·previa-
p e lo
tornou
15a.
qu e reco-
n ão
per-
ao
e,
apon tá-l o
furta · quali fi cado
143 v. La .
lhe
estava
acusado
a
o
pa r
embo ra
cam a
referido
na
e seguintes - .
o de -
D1iz-se
inteligente,
fáceis
brecimentc• lidod e como
do
alheio;
conde no -ti pena
a
d €!
possível po.·
dada e o
Julio
a
23
altura da
tran spo rte Ferreira
t eri al no quintal
do
rua
muro
Xavier
de
o rêio
d a da
a
da casa
que da
sepa ra
Silveira
pela
os
p ré·
não
seria
maneiro
inexistência
descrita
daq uele
ma -
donde leria vindo: tai s a s-
an ::.!.
no
e
lançado
comunicaçõe s
de
de
no
rói
legai s.
1948.
I.
P. (a.)
da s e
do
da
taxa
culpados,
R.
Santo s,
Benedi to
ao
o pa ·
pen i·
proc ess o; seja o fazendo - >c
cumprindo · se
e
seu
Esta do,
reclusão;
Cr$ 5. 000,00;
d e vido s
bem
do
§ 11 do C. Penal,
da
nome
de
meses
de
empo-
p er~o na ·
a
consequências
d e Cr$ 200,00 e cu stas do
seu
multa
ânsia d0
ap o ntada s,
Penitenciária
seis
p erfei tamente suo
po is,
lenciári a
lubra
22
dólo,
dólo
ganância,
custa
visto,
reco·
inten~o
de
o
à
o
224 - ; pro ·
p o deria fosse
gamenlo
a5
nada
com
circunstâncias
do
cumpri,·,
três
abril· sem vestí gio as caixas que lhe fo ra m con fi ado s; que,
acusado
que
que
em
as
do mesmo genérico
alo , bem como as regras do art. 51
formalidade s
d ia '
nã o
inda
t end o e
intensidade
no laudo d e fls. 154 qu e não seri a possível ao acusado
o
rápido s,
acusado
a
11
espíri t o
opero so ,
Pizarro
reincide nt e
casos
puro
confiança
O
denúncia
por
o
violando
I e 11 do C.
acu sação .
é um
vários
com
que,
a
a
em
155 §§
que
dúvida,
Caetano
37; V. certidão de fls.
narrado
motivo
sem
o art. 5 1
estatut o ;
do
dúvida
denúncia:
ltala
ficou incurso nas penas do art. Pe nal, em combinação com
fac e
foi,
todo s
obstáculo s;
em
entregues
acusado
hone st am en te ,
eram
as si m,
arte qu e não
em
no
foram
o
enriquecer-se
cautela,
o en ..
habilidad e
os
tal
po sta
qu e
referido
lhe
« Asclepios »
a
todos
aparentes
poi s
por
foram
reputam
mas
e com
não
ciou Pizarro paci e ntemente d es p regar os t áboos de cada
que,
perícia para
ainda
se
cintados;
cctixa, substi tu i ndo o s medicamentos por sacos de pap el arêio,
o
que
ma s
pro ·
Público ; o
para
às
digo
violados
do
vultoso
v ol umes
pela
Caetano
dos
vestígios dos
autor
foi
M.
rem e tido s
inviolávei s; ass im
violadores,
secção
da · « Transp o ria·
assi sti u
Ferreira
como
responsabilidad(!
conseguiu
ê~se
a
reputadas envólucros
que foram
apurou
pode ,
&e.·
dos
isso
foram
semelha nte
os
o certo é
ligadas
que
fosse
criminosu
mas
pelo
contra fatos não há argum en tos; aqu e la s caixas podiam
P1zarro
do
grande critério e
204
<< Asclepias >>
dos
êstes
« sub-ju -
-;
qualquer
parte
sido confiada s à
em p regado
Jul io
a
fur ta r enorme quan -
quanto
um
Visinhonça » ,
criminosamentei
vi odo s
é
regra
p essoas
93
habilidade,
que linham
d úvidas:
Boa
fls.
realmente
« gaveta »
transportadora;
haver
dora
o
ampolas
ser
foi
com Ih.
pela
pode
Caetano
outra s
apresentado
Nort e;
de
empregados
caixa
de
su b sti-
receberem
que
relalóo·i o,
com
sis te ma
de
mesmo
V.
acu sado,
tidade
ou
-
apurado;
pregar o
ag i~·
de
razões
nas
o
« go lp e »
No
re spon didas
priedode
nãü
valor,
via
serçoe' !oram
tóboa
recebem, integralmente,
agido mancomuna do com
não
pode
de
inda
« Ascle pia s»
grosso ;
comerciante s ine scru pulo sos;
furtada.
encaix otam ento
à
tal
mercadoria
sé rias
sem
b
com
o
especia l izados
na tramoia,
da
que
pano
feita
por
vi ol ação;
perder, pois a lém
quo lhes to ca t1
co isas
crimino sos
com
com
aberto;
por
da
por
p regos
proximidad es
veStígios,
cuidad o samen te
geralmente
ror"
sem
e n vó lu cro
mercadorias
ficam
cs
nas
os .golpes
re tirado s
ficando
tuição
salta r
go lp ea d o s
pregos
« corre >> ,
ca do
lazendo
são
de
demai ~
as
17
de
Ou · Nor ~·
Ol iveira
nha » . Nado
mai s .
Está
ginal e dou fé. Eu,
Paulo
e a ssino.
F.
(a.)
a
presente certidão conforme ao ori-
Sonlo s, 22 d e Outubro d e 1949.
de
Gosgon ,
escrivão,
sub:..crevi,
conferi
Paulo F. de Gasgon .
Resultados dos Seguros dos Ramos Elementares e de Acidentes do Trabalho Segurado ra s Nacionais 'Por
um
lamentavel
desr:ui do
da
revisão,
apre sen-
to·u -se o resultado da Companh ia d e Seguras « fideli·dade» , em nosso quadro estatístico d e Junho ultimo, como le nda sid o negativo. Não é tal. Esse resulta do 'das su a s ope ra ções d e 1949 é, re alm ente, positivo , de -
'
ve ndeo le r ali apareci do com um luc ro de Cr$ 79.367,00. 'Tendo
somente
agora
verificado
esse
lapso ,
apressamo- nos em retifica-lo e informar o s nossas lei -
Exerc. de
tore ~•
da
guradora tand t • com
sôbr<·
1949
marcha em um
dos
1950,
n eg o cias cujas
apreciavel
d essa
carteiras au m e nto
de
concei tuada v ê m -se cerc a
se-
opre se nde
50%
as de 1949, tudo ind icand o qu e o res ultado d esl~ ano se ja bem me lhor d a que a de 1949. Nem outro coisa era de se es perar de uma Co mpanhia que po ssue uma verba patrimonial de mais de Ire s milhões d o cruzeir o s, co m um excedente de mai s de 50% sôbre o seu capital.
Um caso de responsabilidade de Estrada de Ferro A lei n. 2.681, de 7 de Dezembro de 1912 , que regula a prevê
responsabilidade civil
de
maneira
taxativa
hipóteses em que a
em
seu
art.
1 '-'
Não
culpa
obstante
o
e lo
estabelecda
clareza
do
texto
pon sobi lidodc
provas,
alegando,
suas pretenções c.:
Para
st:
logram,
apoiadas
por
juízes
são
as
fugir à
res-
às
ter
à
de
vezes, 1
instância
:l
consequências
e
de
limitativos
e
de
carimbo s
con-
tendo ressalvas . Uma
da s
é
so estribam
a
conta e risco
do
da
lnvocandL• ll
comuns
e
em
carimbo
que
« carga
com
tal
e
d es carga
procuram
fugir
fei ta
em
cujo
aquela
ou
a
tôda
de
e m-
pretendendo
para
to! escudar-•e no n" 6 do cita do art. 1" da lei 2. 681, t'q uec id as d e
qu e ~e
to! excludente
o
dispo sitivo
a
le gal
estrada fizer
a
sóme nt e prc;va
sido
feitas
pelo
remetente
ou
de que
a
p a~ o
de s-
sim ple s
às op eraçõ es
bostontu qu<J
circunstância
de
para
contra
carga
Rcpetim o o a
Mos , c
dono
então
mesmo tenha
' ua
corrência
p:>is,
de
é
t.ú o
da
legal
alheia
por
si
só
de
culpa
consequente
obri -
provando
do s
danos
que
é
<:" e
tai s se
fat Js poderá
concorrido
2 • da culpa,
culpo
lei,
preciso
do
não
mesma a
na
que
es trado ,
é
total ,
para
porqu e
pois
pela
hipótese d e con-
respon sabilidade
se
decisão,
lribunal
que
do
ciando, na apelação cível Estrada
divid e
•alva
para
vindos
a
se
furtar
ao
mercadorias
seguir
de
invocara
pagamento
que
pro-
Paulo ,
a
apre qu e a
referida
APELAÇÃO
REVISTA
t
dade
DE
SEGUROS
DO
Cámara,
a
mesmo
dezessete
a
mil
sen t ença,
ré
o
pagar
oitocentos poro
cru-
honorórios
se
es tá
documentalmente
existência • estão
provou
no
que,
da
de
acôrdo
mercadoria
5. 950 qui logramos,
total,
de três cruzeiros cada
os de s-
com
um .
e
a
colaboraram
E. F. Sorocabana ,
admin is tração
da
a
E.
esta
ré .
F.
Noroeste
última
de
do
proprie -
Qualquer das
emprêsas
pod e ser demandada pelo ressarcimento do dano , salvo a ação regressiva contra a outro, nos t êr mo s do art. 1 4
de lei n. 2 . 68 1, de 1 91 2. Estabel ect· a
me sm a
le i a
presunção de culpa ·das
est rado s d e f erro , nos co :.. os de perda, furto ou avaria
da '
mercadorias
essa
presunção
tent<l
1 "l
t ra nsportadas
(art.
seja
mediant e
ilidida
que enumera, entre os quai s a
reg amentc• e. d escarregam ento ou
destinatário,
ou
Entendeu
o
Dr.
foram
pelos
proveio o perda ou avaria·» Juiz 3
que das
de « que o cor-
feito s P,elo
seus
(art.
Admite alguma
agentes,
reme-
e
disto
1 Q n. 6).
de
Direito
e 4
terem
que,
constando
si do feitas
pela
parte a cargo e a de scarga, ficara ilidida, na · espécie,
a
presunção
de
culpa
quando
da
se
pro bante a
pria
de
estrada
do -se
qu e
ferro
carga
e
que
se
teria
entretanto,
como
declaração lançada pela
naqueles
descarga
- · ficaria faltando a ú
transportadora .
aceitasse,
inteira fôrça
documentos,
foram
feitas
de
pró-
assentan -
pela
parte ,
provo de que dessa circunstõncici
originado
a
perda
da
mercadoria,
lei .
re s-
Ora,
Subs iste,
dano s
sobre-
!idade
transportara,
firmou
a
vim ento
in -
ESTA!DO DE SÃO- PAULO
CIVEL N ° 43 . 130
ne sse
se ntido
não
existe
a
menor
prova
nos autos .
de
terpretçõo exata do lei no sentido que acima expusemos.
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO
5'
transcrevemos,
São
n. 43. 130, caso em
Ferro Sorocabana
de
o
Estado
FAZENDA
em
condenar
tran sporte
suo
faltaram,
como exige a
recente
o Egrégio
de
sôbre
Ainda
é
hipótese,
porcionalmente . Em
Bras il
transportadora. nessa
de
do c. docum e ntos de fls.
irresponsabilidad e
regra do a rt.
e::. t rado
dano .
direta
es trada
a
p re s unção
c,
sómente
causa
ex;mi1· a
el a
e;;:iste
~er
de
dc~carna
c
eximi-la
elo
gaç-ão de ressarcir o
forem
e
Tamb é m
pr ov a ~
tinatári o . P..
a
de fl s. 34, dar pro -
reformar e
op e-
FLO -
e custas .
valor declarado
adm ite
pel'da ou avaria proveio do fato de o carga e a descorgCJ terem
se ntença
de
apelante
por
avaria oco r-
conhecimento
d e claração ,
apelada
ACORDAM
ação,
autos
se ndo
juro s da moro , mai s 20 °/o
contrato
porte s.
(1
a
Nc• transporte,
ressalva,
mercadoria
borqu e foi
ü
e
poro
quant ia
advo gado
fazenda » .
qualquer responsabilidade por pe r da
ri da
habitualmente
recurso,
zeiros , com
Paulo ,
S / A.,
relatório da
a
provado ,
di sc utido s êstes
S.
PAULO .
proced e nte
pachada , mai s
S.
ao
auiora
suas
de e mbarqu e de cláu-
DE
vimento julgar
de
BRASILEIRA
adotadc· o
d<.!
dos
os conhecimentos
exonerativas
RESTAL
rel atado s e
43 . 130
ESTADO
de
su periore s.
acobertarem
faltas, enchem sula~
que
lei :
Vi sto s,
laçãc• n .
o corrência
a
é
pior
tribunoi ~
até de
sem
em
lego!,
pretenderem
o
prova feita,
contra
estradas u seira!. e veseiras em
exclu dentes .
sde
as
em prêsa transportadora se pod erá
eximi.· d( respon sa bilidade, ilidindo, com a c presunção de
Acórdão
da s es trada s de ferra ,
da
pois ,
estrada
dado
ao
a de
presunção ferro ,
presente
o
legal
da
responsabi,'
que determina
o
pro-'
recurso .
Sãe Paulo, 27 de Maio de 1949. (a)
Mario Mazagão , Pre s. e
(a)
Morais Barros.
(a)
Fernandes
relator.
Martins .
í:.IS
II
,... , 1 .-.. , 1 .-... 1 ~ 11 ~..- ~~ --~ ~~ ~~~(l. . . .l t . - fl . . . . . t~CI. . . .t~t
i COMPAGNJE
D' A SSURA NCES GENERALES
i
CONTRE
I
L' INCENDIE
I!
ET
LES
EXPLOSIONS
II
CASA MA TRIZ EM PARIS FUNDA DA EM 1819 Capital e Reserva s: Mais d e 600 milhões de francos. Capital realizado no Bra sil : Cr$ 3 . 100 . 000 ,00 Reservas no Bra sil mais de Cr $
I
I
CAPlTAL Subs crit o e reu l iza do Cr$ 1. 500 . 000,00 RES ERV AS
!
Em 3 1 de Dezemb ro d e 1949
SE-DE: RUA MAH EC II AL FLOHIA NO, 296 (s obr.) Ca i xu P ost al, 173 End. T el. : GAUCHO RIO GRANDE Estado do Rio Gra nde do Sul
f_
f f
I -
Age ncias na Capital F ed er al c principais cidad es do Paí~> . ••
••
••
••
••
••
••
••
••
••
I
DR. Del eg ado G era l pa ra ·a Am érica do Sul RAY MOND CARRUT, A venid a lp ira ng a , 1 2 16 São Paulo . AG ENCIAS NO BRASil :
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'I I
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~
... ~
I II
I .
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I
I
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Ingleza de Seguros
"
I"
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~
F undada em 1809
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... Capi tal realizado para as operações no§ ~
_
~
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~lllllltllllllllllllltlllllllllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[llllllllllll~ 137
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~llllllllllltllllllllllllltllllll:lllllltllllllllllllltlllllllllllll[]lllllll§
~
~ ~
Companhia
I
Americana
~
de Seguros
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FUNDADA EM 11 - 11 - 191 8
~
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"w
~
~
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............. .. ............. .. Prêmiós em 1949 . . . . . . .
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, ~==-
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Perfeito~ u
~
ª
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Agentes e Fili a is locais: Sã o
~ dor - Porto
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§" ·r;
Alegre - Recife- Fortaleza .~
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"~ =
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a= ~
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~ § ~:C ~
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~ 111111 [ lllllllllllll tllllllllllllltlllllllllllll []111111111111 [ lllllllllllll~
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" dam - Paris - Santiago - Havana ~
~~ 111111 n 111111111111 [ 31 11, li i i j ''I,lll lll i 111111 [ ]11111111111! u 11111111111a DIRETORIA
Presidente - ORLANDO S. DE CARVALHO Vice-Presidente ENNIO REGO JAR DIM Secretário MANOEL DA SILVA MATTOS Teçoureiro )O S~ CANDIDO FRANCISCO MOREIRA Gerente: Paulo Moreira Brandão
RUA DA ALFANDEGA N. 0 107 -
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COMPANHIA DE SEGUROS GERAI S
INC~NDIO ,
Sede: RIO DE JANE IRO Capital realizado ...
CrS
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2 UO O.O OO.OO
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•
~.....C~)~J~c ,._..,_. ,,._,,._,, .,.._,,._. ,,_. , ._. ,,._,, ,_., ._,, ._ ,,._ ,._,, ._,,_. , ~~...-.c~.-..~·
I
1
.
Companhia de Seguros da Bahia
I
Incêndio ·-
i I
. 1· -
I ! ~ !
I
I
Transportes - Acidentes Pessoais - Resp . Civil - Fidelidade e Automóveis -
Receita de Prêmios em 1948, mais de Receita de prêmios em 1949 . . . . . . . . Capital e Reservas em 31-12- 1949 . . Agência Geral
1~ 0 -B_U_II_O_I_I_II_II_ O _II_I_-
138
110
Cascos
I I
II
Cr$ 32 . 000.000,00 Cr$ 44.311.231,60 Cr$ 33.352.860,70
~
Rio de f aneiro
-·-·-·-•-•-•111
~~·-·o .-..-c_.,.-.u..-.o..-.
SETEMBRO
DE
1950
segurador Já
local. foi
distribuido
1.'
o
número
do
« Boletim » ,
correspondente ao mês de Agosto p. passado. Ao ' no ssos amigos do « Comité local Pernambucano
111 CONFERÊNCIA HEMISF ÉRIC A DE SEGURO S dü O Bras i I será represe ntado no 111 Conferência He -
Seguro s»
Luiz
e
especialmente
Mendonça,
deixamos
do
aplau sos
por
Chile, de 3 o 1 1 do mês de Outubro próximo , por uma
ressante,
oportuna
misférica
de
Seguro s,
comissã o constituida gelo
Mario
a
pelo
Cerne,
realizar - se
em
Delegado
Santiago
brasileiro,
diretor gerente
da
mai s e sta, e
ao
nosso
nestas
linhas
sob
util
todos
os
colaborador os
nossos
aspectos,
inte-
iniciativa .
Dr. An-
Companhia
In-
MERCURIO -
COMPANHIA
NACIONAL
DE SEGUROS
ternacional de Seguros e membro do Conselho Técnica Foram aprovados pelo Decreto n• 2 8. 407 do go-
do In stituto de Resseguros do Brasil e pelos Srs . Alcindo Brito, gerente
geral
da
« São
Paulo »
-
Companhia
vê rno
federal,
Nacional d e Seguros de Vida ; Alvaro Edwards Ribeira ,
publicado
presidente da « Inconfidência » -
Se tembro , as
Companhia Nacional de
no
S~guros
Gerais; Dr. Cleveland Botelho, chefe da Divisão
« Mercurio
Técnica
do
fo rm e
Instituto de
Resseguros
do
Brasil ; Antonio
M. Marqucz, diretor da « Sul America » -
Companhia
direto r-s uperint e nd e nt e
da
« Brasil »
-
Companhia
de
de
da
Julho
dêste
11
de
introduzidas
Companhia
deliberação
A
20
de
Oficial » ,
alterações
Nacional
nos de
assembléia
ano
dêsle
e
mês
de
estatutos
da
Seguros » , con -
de
seus
acionistas,
14 de Dezembro do ano passado .
1ca lizada a
Nacional de Se guros de Vida e Dr. Raymundo Cariut,
datado « Diário
<< Mercurio » n~
pe lo [)ecreto
foi
autorizada
a
operar
no
Brasil
19 . 848 , de 22 de Outubro de 1945.
Seguro s Gerais . Como
port e·
convidado
do
Conf erê ncia
o
Dr.
Departam en to
e special ,
oficial ,
d e legação
Am i lcar
No ci onal
não
fazen d o ,
Santo s,
de
di ret or
Seguro s
porém ,
ge ral
Pri vados
L:DERANÇft, CAPITALIZAÇÃO
à
tamb ém,
comparecerá ,
e
Co·
« lid e rança
A
do
Sõc•
Paulo,
alterou
LOCAL
PERNAMBUCANO
DE
os
Capitalização S / A. » ,
a ssembléias
gerais
com
de
seus
sé de
resp ectivo s estatutos ,
inclusive
na
parte
de
cruzeiros.
Ess as
No louvavel afan de dar o mais fi e l e cabal d e-
alterações
nom e
de
Entro
« Bol eti m
g uram
Esse·
« Bol etim» ,
circulará
qu e
me nsalm e nt e ,
A
ESTRUTURA
po ssa m a pre se ntar
que :
alguma s dificuldad e s
interpretac;ões, veiculando , ainda , todo
qu e
notícia
po ssa
suscitar
o
interê ss e
do
aumento
a
do
1 I!
ctêste
capital,
fi -
jurídicas .
na s
DO
BRASIL
E SUAS
re s· Com delicado cartão de cumprimentos da Dr. João
e qual -
do
COMERCIAL
PROBABILIDADES
téc ni cc . com e ntário s e lucidativo s a prop ós ito d e qu es t õe ·~
pectivas
o s subscritores
duas pessoas
expedido
d es ti -
na -so principalmente à divulgação de as suntos de ord e m cj ur·
federal,
Decreto
mê' c publicad J no « Diário Oficial » do dia 11 .
p ub licid ade , sob o
govê rno
pelo
semp e n he• às finalidad es para qu e foi fundado , a cab a o
Técn i co ~.~.
do
aprovadas
«Comit ú local
Pernambucano de Seguros » de criar um
28.592,
foram
n'l!
de
re -
ferente ao capital , que foi elevado de 2 para 5 mi-
SEGUROS
lhões
nove• crgã o
em
acionistas,
16 de Fevereiro e 30 de Maio dêste ano,
,·e alizadas a
p i talizo ~ão.
COMITÉ
por
mei o
Daud:
d 'Oiiveira,
presidente
da
Associação ,Comercial
do Rio de Janeiro e da Confederação Nacional do Co-
i.
f~0~·~S;~=~::;:;;®®®®01
I
@
~
AÇÕES DE• S>EGUROS
c; p ccia lmen tc s.is tê nci ci
o
ref~rentes
a
sini stros doloso s
(a s-
:~ inquérit~~ policiais , proce ss os .. crime
o no Trib unal Maritmo, · etc). e açõe s de ressarcimentes.
• .
~:·
na
o
folheto ,
linhos,
Escola
do
que,
reproduz
Estado
o
sob
o
titulo
conferência
Maior do
que
por
êle
Exército, em
23
d e Junho do corrente . Profundo
quanto
ao
conteúdo
e
eJeg .a Qte
quanto
à formo , o pre se nte trabalho está destinado a ter larga repercu ssão
e
influência
nos
meios
interessados .
Agrad ecemos a remessa do exemplar com que fomos brindados . SUL
AMÉRICA CAPITALIZAÇÃO S / A.
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Sala 806 - 8' andar.
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feita
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ESCRITO RIO
REVISTA
recebemos estas
®
ADVOGADO
.
mé rcio, e ncimo
SEGUROS
Foram eleito s diretores da
« Sul
America
Cqpitoli -
zo çC:o », em .assemblé ia geral realizada a 30 de Agosto último , o ' Srs. Alvaro da Silva lima Pereira, Antonio Sanch e ~
de larragoiti Junior, Jorge Oscar de Melo Flores,
139
ASCANIO
José Pedro de Escobar, Adernar de Faria e Afonso de
DE
PAIVA
Toledo Bandeira de Melo . nosso
O COMPANHIA
PAULIS·TA
DE
SEGUROS
a
gentileza ,
querido
que
amigo
muit.':>
Ascanio
agradecemos ,
de
Poivo,
de
teve
comunicar- nos
que pa ssou a prestar a sua colaboração à « Pa t ria rca » , na
Por decreto de n.' 28 . 419, de 25 de Julho p . pas ·
sua sucrsal desta
Capital .
Ascanio de Paiva é um velho batalhador nas hoste s
sado, publicado no « Diario Oficial » de 4 de Setembro corrente, foram aprovadas pelo governo federal as alt c-
do seguro brasileiro, le ndo adquirido r. o longo período
roçõe '
C l-:1
introduzidas
nos
estatutos
da
Companhia
Pau -
lista de Seguro s, pela assembléia geral de se us acion is ta s
qu e se vem
C:lbc dal
d C'
Bom
realizada a 1 O de Moi o deste ano .
ded icand .J a
ex periência
amigo
e
e
essa
de
atividade ,
um
vasto
conhecimentos .
exemplaríssimo
chefe
de
família,
se mpre afavel e prestimoso , com uma palavra de carinho
SUL AM~RICA -
e de af e to para os que dele se aproximam , Ascon io de
COMPANHIA NACIONAL
Paiva é, tamb é m, um colaborador dos mais competentes
DE SEGUROS DE VIDA
o zelos : s govêrno federal,
O
pelo
n9
decreto
28.590,
do mês de Setembro corrente, publicado no « Diário Oficial »
do
dia
8,
acaba
de
aprovar
as
desempenho dos encargos
que
lhe
são
Está a « Patriarca » de parabe ns .
alteraçõe
introduzidas nos estatutos da Sul América nhia
no
di stribuídos.
d
Compa-
DI:.
WERNER
do
corrente
FANTA
Nacional de Seguras de Vida, pelas assembléias
gerai s de seus acionistas, realizadas a
e 31
Po r decreto do govêrno federal, de 21
25 de Janeiro
de Julho do corrente a na. A principal modificação ora aprovada consistiu na
de Pelo decreto n 9 28.564, de 26 de Agõsto últ imo , tembro
« Diário
corrente ,
o
ração introduzida guro s
Oficial »
govêrno
de
6
do
federal
mês
de
aprovou
a
Se alte -
nos estatutos da Companhia de Se -
« A.Iiança
Brasileira » ,
conforme
deliberação
dêste
ferência
ano ,
alteração
esta
constante
da
da séde da Companhia desta capital
Srs.
Humberto
Garcez
Filho , Octavio
pessoas
Banco
Nacional
Imobiliário
maiore s acionistas:
Nacional
S.
Viena , Áustria, filosofia
pela
é
portador d o
Universidade
ingress ado
na
de
Companhia
título Berlim ,
lendo
vembrc• de
1938, no cargo de atuário auxiliar, tendo
sido promovid o e m 1942 a atuário e em
em
No -
1947 pa ro
o alto pôsto que otuolmenle ocupa . NUPCIALIDADE Moi ' Unidos ,
NORTE -AMERICANA
A.,
com
de
dois
acima
f: rma a
de
lêrços 15
da · população
anos ,
são
do s
casados,
Estados
segundo in -
Metropoliton Life lnsuronce .
O n úmcro de pessoa s casada s, nos Estados Unidos,
ating e
jurídicas os seus
de em
Alemanhc; ,
Fria s
de Oliveira e Alvaro Moreira . São
doutor
para a
A atual diretoria da « Aliança Brasileira » é cons das
ao
senhora .
trans-
cidade de São Paulo, capital do Estado de São Paul o. tituída
exma.
da
assembléia geral de seus aci c nistas, realizada a 22 de Junho
sua
de Julho
naturalização
Companhia Nacional de Seguros de Vida .
Natural
DE SEGUROS « ALIANÇA BRASILEIRA »
no
à
e
concedida
O Dr. W e rner Fanlo é o atuário chefe da « São Paulo y,
publicado
foi
D:. Werner Fanta
elevação da capital para 30 milhões de cruzeiros. COMPANHIA
ano,
ma i'
quase que
73
milhões
há dez anos)
( 14
milhões
e
500
isto é, quas e a
mil a
metade da
popu Iação do pa ís .
3 . 348 oções ; Companhia Nacional de Investimentos , com 3. 347 ações e
Roxo
Loureiro & C.
Lida . com
1 . 000
A
INTENS•IDADE
DO
TRÁFEGO
A~REO
ações . A.
. CASSADA
A
AUTORIZAÇÃO
DE
MAIS'
UMA
« lnlernotionol
' A. T. A.)
COMPANHIA DE SEGUROS governo federal,
>' clêste mês, 12 ,
página
publicad~
13 . 429,
pelo decreto no
ca ssou
« Diário a
n.'
28.620, de
Oficial »
autoriza ção
do
dia
concedido
à Companhia de Seguros ·Marítimos e Terrestres « Un' : Fluminense» ,
para
funcionar
no
Brasil
em
seguros
zada '
portaram
ora revogado . 140
decreto
n. '
1 O. 167
aviÕc• cu
daquele
ano ,
25
e m mé dio
o
ano
de
1949 , as companhia s outari -
nês se de
de
milhões
po l' dia . ano
de
que
passoge,iros
noite,
nos
passageiros ,
isto é ,
70 mil
O tráfego aéreo atingiu tol fre em
cada
decolou
numerosos
ou
cinco
segundo s um
aterrisou,
aeroportos
do
de
dia
mundo .
Na rola do Atlântico Norte foram executados 1O
A « União Fluminense » vinha operando desde 1913 , pelo
(1 .
poro o tráfego aéreo de todo o mundo, trans-
qu ê ncia e
resseg.uros dos ramos elementares.
autcrizodo
Organ ization »
dad :s referentes ao tráfego aéreo mundial : Durante
O
Air Transpor!
deu a público o conhecimento dos seguintes
mil vôo ~
vôos
transoceânico s,
diário s .
O
número
com de
uma
médio
passageiros
de
trinta
tran spo rt ados
SETEMBRO
DE
1950
regi0o,
MISG
pot
v'ia
aerea,
atingiu
o
« record :»
de
300 lhil.
disposto no § 1• do art. 1-41
1O mil pe ss Oa > voar0111 dia -
No Europa , cêrco d e riamente
no
ano
passado
em
viagens
em
linhas
re -
guiares .
Já
houve
precedente<, como o
Seguros de Vida
COMPANHIA
Em
amigo Armando
Koy sel
dt.! colaborado r
elevado po sto
de
~: Ga rantio
do
ma is
o arte -
é
gariar
seguros,
não
um
mos
t enden t e
da
sembléia
geral
Pa ulista >;.. ,
no
antes
que
seguramente
um
Kaysel
conhecemo s,
uma
arte
segredos .
no
um
é
e o
JJara
criados ,
os
an -
não
restrito
de
cimento
do
rido em
grande
é
capaci -
mais de trê s decados dedicados exclusivamente
às atividades relacionadas com as ope rações de seguros .
Ao bom
amigo
Kaysel
nos so s voto s de
O$
deixamos
BANDEIRANTE
Pelo
n"
decreto
Setembro ,
aprovada
a
de
seus
no
de
neste simples
Kneip
modificação
na elevação
Seguros
do
em
oprêço
capital
social
dês te
mês
de
dia
9,
do
estatutos
Gerai s,
da
dos
consistiu,
6
Redação de
jurídicos
o disposto
e
capital
cerá,
O
em
Da
real izada
5eguros da
re•-
diretor-superin -
Varegi stas
sociedade,
o
a• -
realizada
ladeira ,
Vinicius os
em
elegeu
para
Volladares
quais
tomaram
anim
a s vagos,
Vasconcelos posse
•
e
Jo'é
entraram
exercício.
Cifras apuradas em 31-12-1949 Ativo real Cr$ 191.047 . 360,80 180.362.438,70 • Reservas e fund os 1.731.027.098,00 • Seguros Clll --o--
tão
para
C. P ostal 76
Séde : Andradas, I 0-1-9 -
o
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12 milhões
da
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Avenida
« Bandeira o ~ e »
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Rio
DE
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JANEIRO
173,
Branco,
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2 . 063, de 7
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princíp io
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1940, que diz : -
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SÃO PAULO
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acionistas
Com-
conforme
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d& cruzeiros .
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GERAIS
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acionista s em
1''
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1i " d e Agô sta último . A
SEGUROS
Fundada em 1906
SEGUROS
« Diário
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Bandeirante
beração
DE
28 . 591 ,
publicada
de
felicidades .
COMPANHIA
ponha
DE
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dade de ação , coadju v ado pela largo experiência adqui-
foi
dá
18 do mês de agosto p . passado, tomando conhe -
do s
de
Kaysel
sentido
organizador
-
a
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Industrial
produção .
oferece
virtude
Silva
pectivamente ,
pai s Armando
produtor
da
o fazer parte do cargo
comp etentes
quem
propriamente
de
nosso
aquisição que acaba de fazer , e~tá
parab en s,
profissinoai s
passou
d e chefe
Pela mogn í·fica
gistro
Companhia
KA YSEL
Segundo estamo s seguramente informados, o
lavra ,
da
« Corcovado » , por exemplo .
•
ARMANDO
o GIP
e no art. 1-49 da Con• -
tituição Federal promulgada a 18 de Setembro de 19-46 .
·-
.
88, 3 '
andar
HORIZONTE
Ri .:> d e Janeiro, 418,
1 9 andar
CURITIBA
15 de Novembro, 300, 2 9 andar
i.
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SALVADOR Ch i le, 25/27, 4 9 andar
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RECIFE
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:
Avenida Guararopes, 50, 3 9 andar
:
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UVIST A
DE
SEGUROS
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"INDEPENDENCIA"
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COMPi\N II I,\ 1>1 ·: SEGUROS GE !V \T S
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Capital subscrito e reali zado Cr$ 1 . 500.000,00
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Sedé: Rio de Janeiro • Rua México 168 • 3°.
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Diretore s :
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VI CENT E DE PAULO GALLI EZ FE RNANDO DE LAMARE LU CIANO MARINO CRES PI { LUIZ R . DE SOU ZA DAN TA S
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SUCUR SAL DE SÃO PAULO
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L'UNION
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Compogn io d ' A ss urances co nt re l'lncendie, les Aci d en t s et Risques Divers
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Fundod a em Pa ris em 18 28
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CAPITAL SOCIAL 100.000.000 DE FRANCOS MATRIZ - PLACE VENDOME, 9, PAR IS, FR'ANÇA
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~-
§ ~
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Rua Wa shin g ton lui s, 17-6 .0 Represen tanto Gera l : Pierre Goro n -
~
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SU CU RS AL N O BRASIL :
~ ~
~
INC~NDIO -
~
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Represen tan t e G erei Honorário : Luiz Jos é Nunes -
AUTOMóVEIS -
§
Gerente : Roberto Ar gen to
~
ACIDENTES PESSOAJS
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DIRETORIA:
R{!-'
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., •
Presidente Eng. Nelson Ottoni de Reze nde. Vice -Presi den te Dr. Drault Ernann y de Mello
,.
II
• Silva.
~
~==~~~-;·]l~~~~·~]~j~Í~f;i~,~--~=t'ffi?~·~\~t==s Tesou reiro - Dr. Jefferson Mendonça Coita. > I .J < Técnico _ Snr. Robe rt c. Haa-s. êõ@Ã[HIA NACIONAL DE SEGUROS CAPITAL
REALIZADO
E RESERVAS
MAIS
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Cr$
12. 0 00 . 000 ,00
SEGUROS GERAIS Séde , Rto d e
J a neiro
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8ueunal de São Paulo :· Rua Bar ão de AG~NCIAS
14 2
Paranapiacaba ,
24-6."
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E SUB AG~NCIAS El\1 TODO PAíS
SETEMBRO
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govêrnt•
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de
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ao
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Capital - açõ es
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cada
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1 72Ô ,
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triplicado.
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só li da » ,
Proprietário s pouco
tempo
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qu e
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Em -
depois
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lucro s,
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substitu i ção
de
autorizado
p e lo
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cada
aumentos
e ntã o
capital
têm
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1891
de
de
foram
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com
ação
Decre to
1891
em
aba ixo
O
em
capital
mencionado ,
E 2 . 500 . 000, divid i do e m 250 . 000 ações d e E 1O
foi
cada
u.ma .
« Sun
« Exch ange
transf erê ncia
quantia s
e,
« Th e
Garden .
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100 parte s,
em
resolveu-se
fô ss~
em prêsa
A
par a
e ntreg ue:;
mudou -s e
dua s
ou
tr ês
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1766·, quando se achava em
chamada
« Bank Stree t » , p er to
onde O
apólices
fôssem
sido
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valor
res olv i d CJ ma is que o aumento do capital para E 48.000,
mundo .
Povey,
se m
dividida s
colocada
ou
ações A
ação
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qu e,
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britânico,
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antiga
uma
d ecr et o
« Diário Ofi -
pontos,
cer ta s pa ss a ge n s e
f ei tio
<" Sun
muitos
se m
todo r de a c.
1950, con stam o s dado s
de
e constituição
parecere m,
do
es tatuto s
Londres,
n11 28 . 246 , de 1 3 de Junho de 1950 ci c l :t>
parte
no s
f icou
chonge » maio 1·
po rte
do -sc
um
se nhe• qu e Em
Ao
um
incê ndio
da
sede
e difício
do
foi
1838 .
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por
também
no
nova
Inglaterra,
de struir- se
o
préd io
d e molido
foi
foi
de
acôrdo
Professor
arq ui t eto
« Royal
adquirida ,
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arquiteto , o
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novo
céle bre
o
vêzes
uma
do
Exe
com
o
d eR . ~ .,
Cock e rel l,
Banco
a
con struin -
da
Inglaterra .
1 893 , adquiriu- se maio t erren o ao lado do número
63 , Th re odn ee dl e Street,
e
o
edifício
atua l
foi
com-
modif icada
dua s
pl etado .
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c lugou- oe
po :
u r.1
uma
ano
A ste mbl éi a :-;
pel o
sala
em
aluguel
« Paul 's
E 15
de
Coff ee para
o
do s
co n st itui ção
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Hou se » uso
vê ze s durante
nista s.
vez
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primitivos
em
quando,
sócio s do
apól i ce c mesmo
foram as si m
Companh ia
pequ e na s quant i;,s
exploraç ã o , conform e
necessário.
limitadas o
negócio
ao
p a ra
fo r nec: am,
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cap i tal
No s p . . meiro s anos
máximo
atingiu
de
E 500,
prop orç õe s
a
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c ~ mpanhia
pod ia declarar qu e havia
E 1 O. 000 . 000 . Havia
in i cialmente
sócio s,
sen do cada
tev e de
outros
foi
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Parlamento
reg ida
pela
p e lo s
acio -
foram
con se-
mudar o
seu
nome para
« S'un
ln -
p e lo motivo de que tinha pod eres para
negócios
além
do
Seguro
contra
Fogo . '
um
por-
15 d ü Junh o d e 1926, a emprêsa foi incor-
Em porada Parte
24
Estatutos do
fo i
principi o
considerá -
20 . 000 apólice s no valor de cêrca
de
No
1813, 1827 e 1891 , e na última ocasião ,
em
emprêsa
fazer
emprêso
particulares
de
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de
Lei s
guidas
ma s
da vida.
1 71 O e
de
veis e e m 1 72 0 a perto
de
Escritura
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sua
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da
res ponsabilidade lei
de
limitada
Companhia s
têrmos
da
(Consolidaçã o )
nos
de
1908, e passou a ser a « Sun ln su ronce Office limited» .
ADVOGADOS
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7" andar -
FONE 2-1029
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143
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SUN lnsurance Office Limited.
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B =
C APITAL DECLARADO E REALIZADO PARA O BRA S IL Cr$ 1.000.000,00
~
FOGO - TRANSPORTES - TRANSITO- VIDROS
"= ~
Agentes: S. A. WHITE MARTINS Beneditinos 1 a . 7 -
Rio
-
r.lllllt lllllllllllllt lllllll l lllllllllt lllllllllllll tlllllllllllll tlllllllllllll [ lllllllllllll t lllllllllllll t lllllllllllll tlllllllllllll Cl 111111111111 tllllllllllll'fi
Companhia de Seguros Marítimos e Terrestres "PELOTENSE" FUNDADA NA CIDADE DE PELOTAS , EM 1.• DE JANEIRO DE 1874 SÉDE -
RUA GENERAL OSORIO, 7i5 -PELOTAS -
RIO GRANDE DO SUL
AGENTES RIO DE JANf'IRO LUIZ NUNES & CIA . LTDA. 134 ·R. VISC. DE INHAÜMA , i .• BAHIA CELESTINO SILVA RUA PORTUGAL, 9·SALVADOR MINAS GERAIS (BELO HORIZONTE) MA NOEL JESUS DA RO SA E SILVA
PORTO I> LEGRE REN~:; LEDOUX RUA URUGUAY , 91 Pl> RANÁ (CURITIBA ) A . COUTO & CIA RUA BARAO RIO BRANCO , i29 BAGÉ (R . G. SUL)
SÃO PAULO POCHON & CIA. LTDA RUA 3 DE DEZEMBRO, 17 • 5.• AP.
PER ;" A íooi:JUCO CARVALHO NEVES & CIA. RUA DA CAMBUA DO CARM0,136·1.• (RECIFE)
RODOLfO MOGLIA & CIA. LIOA.
AV, AFONSO PENA,: 759-i.•s .13 SANTA CATARINA "PROTETORA" Cio. de Se9uros C! A c. do Trabalho
f!llllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltlllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllll iliilt;; -
w
1 Anuario de Seguros I ~ I
~
~
~==
i" "
~
!"
~
Edição de 1950
"
Inteiramente atualizado, acha-se â venda o "Anuario de Seguros " de 1950, ao
"
Preço de cada exemplar: em brochura encadernado
0
~ Cr$ 80,00 "
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g
5flllllllllll:llllllllllllltllllllllllllltlllllllllllll~llllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllll~ SETEMBRO
DE
1950
, Aperfeiçoando o Equipamento de combate aos inc:endios Segundo cccba d e
uma
qual
transmitida
se r conseguido
na apa re lhagem o
notícia
um
d estin ada
consis te
nu ma
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ao
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N.
Para
aos
Os
t es t es
que
r.10straram
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nos
p ro jct.os
do'
e quipamentos
sob a
botões
simétricos
que
podem
ser
usadas
tanto
em
tubos
de
ação de qualquer pressão ou sucção.
O
DE CAPITALIZAÇÃO
nosso
amigo
e
colaborador,
Sr.
René
Brosar,
ge rente g eral da « Cruzeiro do Sul Capitalização» acaba
combate
de
a incêndio.
F. ' fácil
luvas
PRODUÇÃO
apresenta
de
dos
de
os fal hno dos tipo s at é e ntão existentes, possibilitando o avan ço
apertam-se
encaixe.
pressão quanto nos de sucção, podendo ser desligados
incê nd io s,
acoplam e nto
o
As
S.,
tubos, qu e pode ser a berta so b pressão, foi const ruido recent er:1e nte.
desligar,
soltam
aperfeiç : amenlo
combote
luva
B.
A ligação é feita por simples torção singela de pulso.
publicar um
« Produção
liga r-se c.lo is ccgui<:lCnlos de tubos, se a
de
interessantíss imo trabalho sob o titula Capitalização » ,
do
qual,
por
uma
de-
ligaçã o tiV<H d e ,.,_. pe rman en t e. Contudo, se o s tubo s
ferê ncia especial do autor, já tivemos oportunidade de
tivere m d o se.· d e: l'ga dos com fre qu ê ncia , o s métodos ,
publicar
moi :: si mples, ta is como o da s
lu va~
dem
tomam
se·
cr.1 p r egados,
porqu e
mu i to
t e mpo
alguns capítulos em
nossas colunas .
A matéria que serviu de tema ao Sr. Brosar, da
de rosca , não po~u al
na
ê le fala
de cadeira , é abordada
nesse trabalho
operação e atra palham o operador. O novo processo , no
so t• um ponto d e vista eminentemente prático e direto
entanto,
c, não raro, com muita verve e mu ito espírito, o que
sive o
el im i na do
maioria número
dos de
inconvenientes,
peças
a
sere m
incl y -
torna
usinoda s
a
leitura
con strução
da
utilidade
simp les, resistin do ao s mais desc uid ado s tratamentos.
a'
páginas .
po: ocasião {t
a
grande
Compõe -se. pod em
da de
fab ri cação dua s
ser fundidas
uma operaçã o
de
das
peças de
principais
uma
usi nag em
lu vas . . Sua
me tál 'cas ,
só vez, exigin do para se pa rar o
due to met ad es e abrir um e nca ixe, e d e doi s
O
que
Estas
bloco e m pois,
parafuso ~;
iguai s o qL,e permita se jam qua isque r, ext re midad es do s
fundado
e ntre
si, poi s não
há
macho
agradável
interêsse
que
e
amena,
ressumam
além
de
tõdas
amigo Brosar soube realmente fazer um
dúvida
e fê mea,
linhas
quanto do em
zemo s cem
podendo , a inda , o s e nca ixes ser con siderad o s un iversa is.
são
reservamo-nos
p ró xima
~s
nos so
do
trabalho de lei tura ao mesmo tempo útil e agradável .
apena s
para o d ese ncai xe. As dua s metad es são perfeitam ente
t ubo s ligad
sobremodo
e
a
título
para
possível,
interessante recor."lendor
em
de
outro
simples
fazer um
estudo
livro, cu j a
leitura
aos
registro,
oportunidade,
interessados,
tão
mais opro · não lemos
antes
o
fo ·
praz er .
rc;;;~~hi~ ··,~~~;~~·;~d~·~"j·~ ~
Capital rcalisado : Cr$ 3.000.000,00 r NC1lNDIO-TRANSPO RTES EM GERAL Carta Patente n. 31 J, ele 15 de Jan eiro de 1945 RIO DE JANEIRO Séde: AV. 13 DE MATO, 23-6." andar Caixa Postal, 4333 Eml Telegr. COINSER Tele fone 32-6114
I ~
(ôl (ó) (ó) (o)
St . Pedro Theberge -
',.; 12 ~
DIRETORIA :
(:) ~
c:)
I
.•
Presidente
Sr. Fabio Arruda Faria Souto -
Superintendente
Sr . Claudio Jorge Latour da Silva Maya -
•
.
Tesoureiro
Sucursais e Agências nas principais vraças do Pais
:
@®®®@@~@@@@@@®@@®@@@@@@@®@®@~~· ················
RIO
DE
JANEIRO
Companhia Nacional de Seguros Gerais AV . RIO
BRANCO, 91 - 5.• And. Telefone 43-7745 -
fodereco Teleorafico:
Rl o RISco .
Rio de Janeiro
lncendlo.s
SEGUROS
T~anspo~tes
Ac. pessoais a
Reap
DIRETORIA
Civil
DR .
BARTHOLOMEU
ANACLETO . 00
MAR I O GUIMARÃES REIS -
NASCIMENTO -
DR . FREDERICO RADLER DE t QUINO JUNIOR -
CAPITAL
REV ISTA
DE
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SEGUROS
e
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PRfiiDfNT!
SEC RETAR IO SUPERINTEN8EHTE
S 3 .000 .000,00
145
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= = ~ Luiz Nunes & Cia. Ltda. ~
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~
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AGENTES N O RIO DE JANEIRU
~ ~
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Com pan hias
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L' UNION -
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Seguros
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VANGUARDA
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E.critóri o,· própri o• à : -
= ~-
RU "
~ ~
VISCONDE
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I
2. 9
DE iNHAUMA _. 134, Salas 219 e 2 21 --
43 - 1943
e
~
§:
pav.
= ~
73-3033
I
~
Oferecem às Companhias de Seguros suas novas li stas telefonica s para 1950 ;;
"§-
Nó s cooperamos pa ra o p rog resso de todos qu e se ocupam de seguros . ;;
;;
Coop erem também para o nossa progresso, incluindo as companhias no ssas representadas :: e m suas d istri bui!jões . ~
~
~
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L' UNION
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PELOTENSE
VANGUARDA
~IIIIIIIIIIICliiiiiiiiiiiiCliiiiiiiiiiiiCliiiiiiiiiiiiCliiiiiiiiiiiiClllllll~
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I Legal &General I !UlNCE SOCIETY, LTD. DE E LONDRES ~
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FUND OS DE GARANTIA Cap otai para o Brasil -
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§
E 80 . 000 . 000 Cr$ 2 . 500 . 000 ,00
E
§
Represrntante Geral no Brasil
~ w
~
O. WILSON JEANS Av. Rio Branco 26-A - Rio
::
Agentes em São Paulo
§
WILSON JEANS & CIA. LTDA. Rua 3 de Dezembro, 38 • 4. • sobrel oja
::
~
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~
Outras Agências em
~ PERNAJ.1BUCO, BAlA, CURITIBA :
§
~
e PORTO ALEGRE
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• ··
~l l lllllttllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllll l~
PEARL
~
ASSURANCE COMPANY LTD.
~ Phmnix Pernambucana = = = ~ ~
em 1864
Fundada
Fundada em
~ ~
Companhia Inglesa de Seguros
SEGUROS . CONTRA FOGO
§
FOGO ,
Ramo s em
Rua Vise . de lnhauma 134, 6 . 9 Sala s 605 a 61 O
Gerência
.
.
.
Expediente . . .
.
=
Séde :
;;
Edif ício Arnaldo Ba st os (Edifício Próprio) Avenida Guararapes, 210 • 2' andar. RECIFE PERNAMBUCO
ª=
.
.
43 -7713 43-8400
End . t elegráfico : H
146
MMMMMMMMMM
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PEARLCO
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Ag entes em : -
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§
op era :
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TELEFONES :
que
TRANSPORTES, ACIDENTES PESS'OAIS RESPONSABILIDADE CIVIL
~
H. CLA YTON CHAMBERS F. C. I. I :
~
15 . 000.000 ,00 ~
~
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Rep resent ante geral
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::
A mai s antiga do norte do pa ís
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Sucu rsa l no Brasil
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1869
Capital e Re serva s além de Cr$
;;
Os recursos excedem a .t 172 .999. 851
~
Compan hia de Seg-uros
RIO A~ .
~:~
WILSON JEANS & CIA. LTDA . Rio Branca , 26 - A • 8' anda r.
;:; u ~
SÃO PAULO CO E & CIA . LTDA . Rua da Quitanda, 96 - 5' anda r.
Mantem
ainda agência s em toda s os principais praças do pa ís .
~llllllllllltllllllllllllltllllllllllllltlllllllllllll
::
out ra s
tlll H11111111 cJ
SETEMBRO
DE
ª "
~
=
1111111~ 1950
Um
Esc la reei mento Oportuno - · No ssa es tatíst ica do num e ro de junho ultimo -
Nas pá g ina s 65 7 e seguint es do no sso núm e ro d e estatí stica
indu st ri al do Ramo Vida , em virtude da própria técnica
a
atuarial, deve forç .:: samente ser computada como receita
d ..:;s res ultado s indu st ria is e e co nô m ico s obti -
o re nda de cap itai s, d e forma que o resultado industrial
junho pró x ir.1o
pa ss a do ,
re p rod uz i m :>s
r esumidam e nte
dos e m 194 9 pela s Companhia s o-e 3 ura:bra o no s Seguro >
d a Columbia é positivo e de Cr$ 760.951,00.
· t i sso é fa ci lm e nt e compreen sível se se considerar
dos Ramo s Ele me nta res e d e Aci d e ntes do Traba lho . Acon f :::C(
qu e
o
cr:t:S ri o
p :::~ ra
se
apu rar
o
resul -
qu e· a s Companhi a s de Seguras de Vida creditam anual -
tado indu strial d o o P. am o s El e me nta res e d e A<id e nt es
mc :1t c· a o:; se us sea urados uma taxa de juros que varia
de' Trabalh :> nÕ:i é o me sm ,:, q ue ::.c oj o t o pa ro o Ramo
d<·
J c:/o c 5 ~/o sô b r e o montante da reserva constituido .
O
mc :: mo nã o acont ece com as Companhias de Seguros
Vida.
fa ~ o
Esse.
p rov o cou
com a re laçãc· à
i nc o r~· eç õo
u ma
« Columb io » -
in v o l untá r:o
C:> mpanh ia
Nacional
d <• Ra mo s El e me nta res e de Acidentes da Trabalho, para
do Seguro s de Vida e Ramo s El e me nta res, da qual cal -
ó ~;
culámo r. c- re!:. u ltad :> indu st ria l e m b ase ao cri t é rio para
., I : to I, ero virl ude de nãa lh e s a ss istir nenhuma obri -
os Ramos
ga çi'i a de pagar juros aos seus segurados.
sultado
Elementares , quando para o cálculo do re-
indu st ri al
d e via
te r
sido
considerado
o
qu a i:; a re n da d e capitai s constitue um lucro efetivo
fato
C cpJo nto ,
da Columbia t e r como pre ponderante o Ramo Vida. Ness a c.
cond içõ es ,
falar
em
res ultado
industrial
CJ
respeito
da
a be m da ve rdade, nos cabia esclarecer
resultado
indust"ial
da
Columbia , aliás
negativo de Cr$ 1 . 1 O 1 . 645,00 em relaçã o à Calumbia
b rilh c1 nti s!ii mo ,
não é a expressão da verdade , porquanto no re sultado
no núm e ro 3 4 5 , d e março do corre nte ano.
S~d e :
=
BRASIL[IRA
RUA DIREITA N. 49 - S. PAULO EDIFICIO PRóPRIO
~ ~
" I=
J-4592. 3-'1593 , 3-'1591, 3-1595, 3-1596 e 3-'15'17
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··c os E BRAS'" Cr$
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SEGUROS
o
ensejo
de
comentar
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SENADOR
DANTAS ,
84-8•
ANDAR
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~ ~
~ CAPITAL SUBSCRITO E REALIZADO
I=
Cr$ 2. 000 .000,00
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Ca pital
tivemos
gJ 11111111111 [] 11111111 1111 [ lllllllllllll []llllllllllll[]llllllllllll[]llllll~ ~ COMPAN HIA DE SEGUROS ~
COMrANHIA
SfGU~AOORA
conforme
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DIRETORIA : A. J . P.e ixoto de (astro Junior Dr. Roberto (;rima;deai bSreaobra · Nelson Grimaldi " Euclides Aránha Neto . GERENTE : ·M . Aguiar Melgaço
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~
Transportes Roubo Equinos ~ Acidentes Pessoais Responsabili- ~ dade Civ il.
= = ~lllllllllltllllllllllllltliiiiiiiiiiiiCllllllllllllltliiiiiiiiiiiiCllllllll~ 147
O
Petróleo é nosso Mas
se
não temos
DEIXE DE FUMAR
dinheiro
para
Di%
explorá -lo, de
que nos adianta isso ? Os
patriotas que
capital
estrangeiro,
não querem
(que
tem
a
cooperação
do
o
« Almanaque
Braga
em
madore!:
provocaram
civilizado a s Américas)
do 200 .000 casos .
prá -lo vindo do exterior .
dia o de tempo
O
ódio é
ao
dinheiro
apenas
volvimento da
uma
estrangeiro
forma
de
não
é
porém
proteger
o
desen -
«0
Brasil conta,
das
rochas
dentro
de
necessàrio
o
Para
que
petróleo o
tornar-se
não
seu
útil
traz
petróleo
ao
povo
às
perda de 25.000.000
indústrias
do
país ,
poro construção de
desleixo
com
bem comum .
mundo ,
fumodeiro s I»
suas fronteiras,
isto
é, o
1. 100 .000 auto-
no
lançar as
pon ta s ace sas
poro qualquer lado sem à
criminoso
segurança do
Cuidado, senhores fumadores e senhoras
Mas, deba ix o da
benefícios
seja
pavoroso s .
Maior consideração deve merecer o elevado núme·
E' um
existentes
favoráveis à ocorrência de petróleo . terra
editado
194ó a s fu-
móveis .
Revisto : -
sedimentárias
incêndios
Causaram a
trabalho
do cigarros
ó%
Antonio » ,
ro de vítimas cau sadas por êsses incêndios.
escravidão soviética .
A propósito, diz uma
Santo
« Ardeu assim madeiro suficiente poro o construção
preferem sentir o cheiro do P.etróleo enterrado e com -
sincero;
de
(Portugal) , que « no ano de
a
extraído
brasile iro ,
ninguém .
de
modo
calcula -se
ser
a ne-
JOGO
O
cessária a inversão de cêrca de 2 bil iões de cruzeiro s em
maneira
ciênda ,
da
à
definitiva,
estão
longe
pergunta
-
tróleo neste país? » .
Sàmente a
dará
final.
uma
A luto contra o jogo tem sido o clamor continuo
E essas pesquisas, apesar dos grandes
pesquisas .
progressos
resposta
Esta
de
responder,
« Existe
mesmo
de
tem
O
pe -
perfuração dos poços resposta
de tôdos os épocas .
que,
do
total
hoje perfurados em
de
todo o
poços
de
petróleo
mundo, 50%
nada
até pro-
Os alvarás
re is de
No
profundidades
por
vêzes
superiores
acarretando despesas de mais de por
poço .
petróleo
tem
A
profundidade
aumentado
de
4 . 500
a
20
1 . 058 melros em
metros,
milhões de cru médio
ono
dos
para
poços
de
França ,
todos
os
os
teria
é
Brasil , o
joga
um
de
« jogo do não
meio
já
bicho » entrou
consegue
o
ou
mais,
dependendo dos
das
milhões de
condiçõe s .
e
periência
de
amplos
uma e
apenas a
de
20% .
necessidade
conhecimento s,
conhecimentos,
há
vasto
para
indústria táo complexa .
Q.ÇU
Êsses
de
a
também
sei
da 0
exfator
te.mpo, imprescindível.
porte .
A caixinha de um
« O s jogos são tão an-
se
com
razão
ou
sem
ela ,
o s chamam
-
Até no Santo Calvário , o s soldado s jogaram sôbre a
túnica de lesus. Durante a Ditadu ra , o jôgo fo i amimado . O Mi-
orgon i-
Além
mais desabusado s recebiam ou
Di sse o podre Vieira : -
fato s expe-
Os
tigos como o tempo e porque não pa ss o e não torno, não
fo i
é conhecida
governador tem concorrido paro o seu prestíg io eleitoral.
Em
poços perfurados em terra s'
balneários .
passa tempo ».
mais
população e
porque
impondo aos jogadores a construção de hoteis em es-
sitivos foi o maior dos últimos dez anos .; mesmo assim ,
ainda
hábitos do
A lo ·
chamado
Governos estaduais fizeram do exploração dos bi-
ainda não sondadas e que apresentaram. resulta~os po porcentagem
O
ch ei ro s esteios da su a política . Outros toleram o jogo,
relação aos poços de profundidade média ,
por~ntagem
de
to·
nos
1948 . Nesse ano foram perfurados,
o custo pode variar entre 2 milhões e 4
riência
foram
fonte de ganhos poro os subalternos do polícia .
recebem diretamente o su o
~açáo
A.fonsinos , os não
políticos.
obolí · lo,
Me.smo em
acentuam
regimes
esteve oficializado .
nos
govêrno
tações
essa
e
arranjos
aproximadamente, 11 . 000 poços o mais que em 1939 .
1948, a
Ordenações
povos
1939 o
ano
Estado s Unidos , passando de 930 metros em
cruzeiros ,
813 , negara a co-
Mo naco fez do jogo uma indústria do Esta do .
Alguns dos modernos poços de petróleo alcançam
de
Mayence, em
se entregasse aos iogos de azar .
lerontes poro os jogadores .
duziram .
zeiros ,
quem
São Luiz, em 1524 , proibia o fabrica ção de dados .
tanta s
probabilidades de ser « sim » como « não » , quando con siderarmos
Cons ilio de
munhão a
nistro uma
da
Guerra,
ordem
do
jôgo, mas a O
General
dia
do
censura
govêrno
atual
Outra ,
Duque
de
não permitiu o qu iz
combater
mondou Cox ia s,
publ icar contra o
sua d ivul gação. o
jôgo .
Ho uve
violências i núteis na suo n:~pressãp , mo s o vício cresceu
com Na dio d(l
17 de Junho de
poc;o
ma is
metro :< -
no
148
1949 foi completado a
pro fundo atualmente em
Estado
de Wyoming,
existência -
Es tado s
perfuração com
Unidos . '>
6 . 255
O
o
sabor do
pecado .
O
govêrno foi
j6go é contravenção quando
o divert i mento
chie
poro
praticado
o s ricos ,
impotente . p elo pobre
o s parlamentares e
altos funcioná ri os .
SETEMBRO
DE
1950
OEFEITO CONSTRUTIVO DO SEGURO .
.
...
'
DAS RUINAS DA DESTRUIÇÃO S~RGEM AS CIDADES DO FUTURO
UIRETOIUA Vivian Lownd es, Presidente ; Donald de Azambuja Lowndes, Vice-P r esidente; Nestor Ribas Ca r neiro, Geren te; Jor gl' Santos Lima, Gerente. CONSELHO FISCAL <Efetivo ) Fred e rico A. Taves, J\lanoel Ferr eira Guimarães e Michael James Robinson . SUPLENTES DO CONSELHO F I SCAL Jullus H . A . Arr> .. Haro:d A. Pokstall er e Antonio de Carva l ho Bar bosa .
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os
Estados
43-6922
(r ê d e
intern a)
OMAIOR ANO DA HISTÓRIA DA SUL AMERICA MAIS DE 2 BILIÕES DE CRUZEIROS EM NOVOS SEGUROS ACEITOS. Numa progressll.o contínua de serviços prestados à coletividade, a Sul America regist!'ou, em 1949, o maior ano de sua história. Demonstraçll.o viva da confiança conquistada em 54 anos de trabalho, milhares de no·vos segurados procuraram a Sul America, que registrou um total de novos seguros aceitos supedor a 2 biliões de cruzeiros. No mesmo ano, foram pagos, a
segurados ou beneficiários, mais de 160 milhões de cruzeiros. Os números falam sempre pela Sul Ame rica. E explicam bem a preferência crescente do público pela Companhia que tem sido, em mais de meio século, a garantia de urna Proteção segura à Família Br asileim. Medite nos dados abaixo e confie també m, à Sul America. a proteção de seu lar.
RESUMO DO 5 4 . 0 BALAN ÇO DA SUL AM ERICA REFER EN TE AO ANO DE 1949 . Os novos seguros aceitos, com os respectivos primeiros prêmios palfos, atingiram a quaatla de . . . . . . . .
2.1 78.08fl.698,00
O total dos seguros em vigor aumentou para .. . . . . ....... . .. .. . . .. .....
9 812.146.877.00
Os pagamentos aos próprios se11urados e aos bene!lciArloa doa •e· gurados falecidos (sinistro~, liquidações e lucros) somaram ..... ...... O total de pagamento• desde a fundação .. . ....... .. .. . ..... . .........
1611 . 377 111.90 1.188.9115.465,60
Os pagamentos de Lucoos atrlbuldos às apóllc · s de Seguro em Grupo Impor aram em .. . . .. . . .. .. . . .. .. . .. . .. .. . . . . .. .. .. .. .. . .. .
3.514.399,80
O ativo, excluidas as contas de compensação, elevou-se, em 31 de dezembro de 1949, à Importância de . ....... .. . .. .. .. . .. .. .... . .....
1.870.729.974 9 10
DEMON STRA ÇÃO DO S VAL O RES DO ATIVO
CR$
1ltul01 da Divida Pública .. .. . . .. .. . .. . .... . .. .. .. . .. . .... .. 1ltuloa de Renda .. .......... .. ...... .. .. .. . ....... .... . . . ... . . lmóvela ..... .... .... . ............ . . Empréstimos sObre Hipotecas, Apóli ces de Seguros e Outras Garantias .. . ........... . . . ..... . .... . ..... . .. .... . .. .. . ....... . Dlobell'o em Bances, a prazo . . . ........... . . .. . ... .... .... .. .. Dinheiro em Caixa e BHncos .. Prêmlot, Juros e Aluguéis a Receber .. .... ....... .... .. .. .. Olltroe Valores . . . ...... . ............ . ....... .. ..... .. .. ..
PERCENTAGEM
388.819.853, 30 I :J7 .635. 32,30 23$,4 66. 76,40
28,37
<l45.38 '.5•5,30 45.796.11<15,70 36.689.387,50
32,49
33.732.205,10 ' 7 . 2011. ~n ,so
2, 6 3,44 100,00
1.370. 729.974,10
10,01 11, 11
S,M 2,611
Sul Anteriea COMPANHIA NACIONAL DE SEGUROS DE VIDA - FUNDADA EM 1895