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GILSONSTRANSFORMAM
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A BACKSTAG MAG percente ao grupo One Digital BR DILSINHOLIBERA“INVERTEU”E REFORÇACLIMA DETERAPIAMUSICAL
LANÇAMENTO! MC Luanna lança IRREFREÁVEL e apresenta nova fase criativa da rapper
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CAPA RODRIGO DE PAULA - O diretor que transformou o ao vivo em cinema | Foto: Julia Pavin


Moda como linguagem! Brenno Casagrande transforma o estilo em extensão da sua música
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A cantora, atriz e produtora manauara Cella lança o single e clipe dr “Encantaria”, faixa que une pop contemporâneo e ritmos amazônicos em uma atmosfera mística e dançante. O lançamento acontece na véspera do Dia Internacional das Florestas, celebrado em 21 de março, e surge como uma homenagem à potência cultural e simbólica da Amazônia
Com uma sonoridade marcada pela fusão entre carimbó e pop, estilo que a artista batizou de “CarimPop”, a música apresenta uma narrativa envolvente: uma menina que domina a pista de dança com sua energia livre, celebrando a noite, o corpo e a magia que permeia a cultura amazônica. Produzida pela MoodStock, distribuída pela Urban Pop e composta por Cella em parceria com Nairo e Carolzinha, a faixa também antecipa o universo criativo do álbum de estreia da artista com lançamento previsto para 2026
Na construção sonora de “Encantaria”, a batida dançante se mistura a elementos rítmicos inspirados no carimbó, ritmo tradicional da região Norte, reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil A faixa traz percussões vibrantes e um groove envolvente que evocam o movimento das rodas de dança e das saias rodadas típicas do gênero, criando uma atmosfera tropical e ritualística que convida o público a dançar
A letra também mergulha no imaginário amazônico. Referências ao boi-bumbá, à cachaça de jambu e à proteção da lua reforçam o diálogo com o folclore e os símbolos culturais da região, enquanto versos como “Encantaria no meio do nada, minha saia rodada tu vai ver ” evocam a imagem de uma personagem misteriosa que encanta e provoca quem cruza seu caminho na pista.
“Encantaria fala sobre liberdade, sobre se permitir viver a noite, dançar e se conectar com algo quase


mágico. Ao mesmo tempo, ela carrega muitos elementos da cultura amazônica que fazem parte de quem eu sou e que homenageiam esse lugar sagrado de onde eu venho, a Amazônia, por isso decidi lançá-la como uma homenagem ao Dia Internacional das Florestas”, destaca Cella.

Inspirado pelos grandes electro summer hits dos anos 2000, o brasileiro Melques Viber lança seu mais novo single “EuroSummerLove”, uma faixa popeletrônica que dialoga com artistas como David Guetta, Calvin Harris e Inna Além de tudo, a track é a música tema oficial do Maspalomas Pride By Freedom, um dos maiores eventos LGBTQIA+ do mundo.
Com uma melodia marcante, tons de saxofone e produção que remete às vibes solares de Maspalomas, uma das mais conhecidas praias das Ilhas Canárias, na Espanha, “EuroSummerLove” mostra o talento de Melques Viber de dar uma abordagem contemporânea ao som dos electro hits, sem perder seu gancho nostálgico.
Nascida de um amor de verão que o artista teve em Maspalomas, a track fala sobre liberdade e um amor 100% aberto, conectando-se à experiência de outras

FOTO: LÉO PEREIRA
pessoas LGBTQIA+. Transformando uma memória íntima em uma narrativa universal sobre desejo, liberdade e intensidade, “EuroSummerLove” foi escolhida como a trilha sonora perfeita para o Pride O Maspalomas Pride By Freedom é um dos maiores eventos de Orgulho LGBTQIA+ no mundo, com mais de 250 mil pessoas visitando as Ilhas Canárias para aproveitarem as festas e esse momento de comunidade. Nas dunas e praias paradisíacas de Maspalomas, o evento tornou-se um marco de Pride não só na Europa, mas no mundo inteiro
Além da versão original, o lançamento inclui dois remixes voltados para a pista, reforçando a identidade neo tribal do artista. Com “EuroSummerLove”, Melques Viber transforma a nostalgia dos verões eletrônicos dos anos 2000 em um hino LGBTQIA+ das pistas de dança, celebrando amor, liberdade e a energia coletiva da cultura club
O rapper D$ Luqi lança nesta sexta-feira, 20 de março, o single “O Cúmulo da Neurose”, primeira faixa revelada de seu próximo álbum, que será lançado ainda no primeiro semestre de 2026. O trabalho marca o início de uma nova etapa na trajetória do artista e funciona como aquecimento para o projeto que será o foco de sua carreira neste início de ano
Antes mesmo do lançamento oficial, a música já demonstra forte conexão com o público. Uma prévia publicada pelo artista em seus stories foi repostada por fãs no TikTok e acabou se transformando em uma trend orgânica na plataforma. Até o momento, o áudio soma 197 vídeos criados por usuários e mais de 752,5 mil reproduções
Segundo D$ Luqi, o engajamento inesperado fez com que a estratégia de lançamento fosse alterada. “Eu nem iria lançar essa música como single. Eu tinha planejado outra, mas postei uma prévia no stories e os fãs engajaram tanto que tive que adiantar ela e guardar a outra na gaveta”, explica o rapper
A expectativa em torno do novo trabalho também vem sendo impulsionada pela repercussão de seu último álbum, “Black Lamen”, que consolidou o artista na cena com letras introspectivas e carregadas de representatividade.
O próprio D$ Luqi reconhece que o impacto do projeto anterior elevou o interesse do público por novos lançamentos, já que o disco apresentou reflexões profundas sobre a vida e questões pessoais, algo que fez com que muitos ouvintes passassem a esperar que seus próximos trabalhos sigam nessa mesma linha mais densa e reflexiva.
Em “O Cúmulo da Neurose”, D$ Luqi mergulha em reflexões sobre relações humanas,


inseguranças e conflitos pessoais. A faixa parte de experiências íntimas do artista, abordando seus próprios dilemas e as dinâmicas que atravessam suas relações com amigos, família, trabalho e afetos Ao transformar essas vivências em narrativa musical, o rapper também explora as ansiedades e desconfianças que muitas vezes surgem nos vínculos interpessoais, sentimentos que acabam sendo compartilhados e facilmente reconhecidos por quem escuta.
Conhecido por transformar vivências em narrativa musical, o rapper também revela que seu processo criativo tem caminhado cada vez mais para uma abordagem mais conceitual “Eu tô cada vez mais indo para algo mais profundo, estudando filosofia, política e religião. Quero trazer mais profundidade para minha música”, finaliza D$ Luqi.
“O Cúmulo da Neurose” é o primeiro de uma sequência de lançamentos que antecedem o novo álbum Até lá, D$ Luqi pretende seguir apresentando novas faixas ao público enquanto desenvolve o projeto completo que chega ainda neste semestre
Fotografias:
A cantora e compositora MC Luanna acaba de lançar IRREFREÁVEL, mixtape que inaugura um novo capítulo em sua trajetória. O projeto chega às plataformas após o single “Esconde Sua Namorada” e apresenta uma artista mais madura, provocativa e segura de suas escolhas, em um repertório que transita entre autoafirmação, humor e crítica social
O trabalho começou a ganhar forma em novembro de 2025, um dos períodos mais intensos da agenda da artista. Após enfrentar um período de bloqueio criativo ao longo do ano, Luanna decidiu revisitar referências musicais e visuais que marcaram sua formação como forma de retomar o processo de composição. “A ideia era só tentar voltar a fazer música. Eu estava em bloqueio criativo durante o ano e comecei a revisitar coisas que eu gostava de ouvir e clipes que eu gostava de assistir Nem imaginava que dali sairia uma mixtape”, conta a artista.

A proposta do projeto era explorar um momento criativo mais livre Sem seguir um conceito rígido, as músicas foram sendo construídas a partir das experiências e sentimentos da própria artista, permitindo diferentes atmosferas e narrativas ao longo do repertório. “Eu queria fazer músicas altas, dançantes, felizes Queria escrever coisas afirmativas, não queria fazer músicas tristes. Também queria trazer denúncias e sentimentos com potência, mas sem deixar de lado um pouco da minha personalidade cômica”, explica Luanna

Sonoramente, IRREFREÁVEL dialoga com referências do hip hop e da estética Black dos anos 2000, com influências que passam por nomes como Missy Elliott, combinando beats marcantes, energia dançante e letras diretas Na produção musical, Luanna optou por trabalhar com novos colaboradores, reunindo uma equipe formada por Mello Santana, Maunatrack,

Iknowfelipe, Greezy e Brunoso no Beat. O lançamento também chega acompanhado de visualizers, construídos a partir de uma estética que remete ao momento de “volta às ruas ” vivido pela artista Elementos como grafite, carros e ballet aparecem como símbolos visuais que equilibram força e feminilidade dentro da narrativa estética do projeto.
Sem participações especiais, a mixtape aposta na potência solo de MC Luanna e reforça sua identidade artística em uma fase de maior autonomia criativa, que equilibra
liberdade criativa, potência feminina e experimentação sonora, consolidando um momento em que a artista assume, ainda mais forte, sua própria narrativa.
Natural de Montes Claros (MG) e radicado em Frankfurt, na Alemanha, o DJ e produtor Bronka lança Bronka Sucks Vol. 2. O projeto marca um novo capítulo em sua pesquisa sonora, aprofundando a inserção do funk periférico brasileiro nas estruturas da música eletrônica internacional.
Radicado na Alemanha, Bronka vem consolidando sua presença em alguns dos espaços mais relevantes da cena eletrônica internacional O artista já se apresentou duas vezes no Fabric, em Londres, passou pelo festival Down The Rabbit Hole, na Holanda, e apresentou um set no Boiler Room. Em 2025, realizou a “Bronka Hates Tour”, com shows esgotados em Berlim, Londres e Colônia, além de uma nova data em Amsterdã. Na Ásia, realizou turnês por países como Filipinas, Tailândia, Singapura, China, Coreia do Sul, Indonésia, Vietnã e Malásia, com destaque para três apresentações esgotadas no Apotheka Manila, um dos principais clubs da capital filipina.
Em Bronka Sucks Vol. 2, o produtor aprofunda as trocas culturais iniciadas em suas turnês internacionais, incorporando colaborações com artistas de diferentes territórios e reafirmando sua proposta de transformar o funk em linguagem global de pista.
Cada faixa do EP foi construída em um país diferente, ao lado de produtores, refletindo diretamente as experiências vividas por Bronka em suas turnês internacionais. “Toma Karen” nasceu na Coreia do Sul, em colaboração com



Fotografias: Ruído

APRO; “Volt Mix Makati” foi produzida nas Filipinas com Marco Pedro; “Volt Mix Ácido” surgiu na Indonésia ao lado de Dave Nunes; “Bota a Mão” foi desenvolvida na Tailândia; e “Pente Riddim” também foi construída na Coreia do Sul, em parceria com Straydog Salazar O resultado é um projeto que carrega geografias distintas em sua própria arquitetura sonora.
“O funk tem uma energia muito específica e, quando ele encontra o house ou o acid, acontece algo que não dá pra prever. É essa tensão que me interessa.” comenta o produtor e DJ.
O título do projeto mantém o tom irônico que marcou o primeiro volume. A identidade visual segue dialogando com o universo do futebol - camisas de time, tipografia esportiva e estética de arquibancadareforçando a presença da cultura brasileira no contexto da eletrônica internacional.
“O nome ‘Bronka Sucks’ veio meio na brincadeira. Eu sou muito chato com detalhe e meus amigos falam isso o tempo todo. Eu só resolvi transformar em projeto”, completa o artista.
Entre Minas Gerais e Frankfurt, Bronka consolida sua atuação como um dos nomes da música eletrônica brasileira em circulação no circuito global, ampliando o alcance da estética periférica nacional em clubs e festivais internacionais.

Fotografias: Marina Zabenzi
Como quem repete um mantra para se segurar em momentos amargos, Gilsons dá nome ao seu mais novo trabalho. O segundo álbum de estúdio do trio formado por José, João e Francisco Gil marca um momento de amadurecimento artístico e emocional, com uma expansão sonora que atravessa os percalços da vida “Eu Vejo Luz Em Maior Proporção Do Que Eu Vejo A Escuridão” costura um olhar mais amplo sobre a própria história do grupo, unindo herança musical, experimentação contemporânea e uma forte dimensão afetiva. O disco traz participações que ampliam esse universo – como Arnaldo Antunes, Narcizinho (Olodum), Julia Mestre, a multi-instrumentista Sona Jobarteh e a família Veloso (Caetano, Moreno e Tom) – e inaugura uma nova fase também nos palcos, com uma turnê mundial já anunciada para 2026.
“Criar esse álbum foi como atravessar tudo o que a gente viveu e, ainda assim, continuar”, resume o trio. “A música aparece muito como essa fagulha que faz a gente seguir em frente O disco nasce então desse lugar de atravessamento, mas também de esperança

É um projeto que traz um otimismo um pouco mais denso, porque não ignora a dor, não passa por cima do que foi vivido. É sobre olhar pra tudo isso com luz, mesmo quando a escuridão existe”, completam.
Sonoramente, o disco se constrói a partir de uma dualidade complementar: de um lado, canções que abraçam a identidade já reconhecida dos Gilsons, com violões, harmonias solares e raízes profundas na MPB; de outro, faixas que apontam para novos territórios, com texturas eletrônicas sutis, beats, camadas rítmicas e uma escrita mais direta e sensorial. Assim, eles apresentam “ um álbum inteiro sobre o mistério, a beleza e a natureza, dos milagres e da nossa existência” Assinando a produção musical, José destaca: “A gente quis dar um passo à frente sem perder a nossa gênese Continuar apostando no toque humano, no que é gravado no estúdio, mas somando os beats, entendendo a concepção rítmica e expandindo esse universo”; e João completa: “O projeto foi se formando a partir dessas intenções Às vezes é o cello que puxa, às vezes o trompete abre um

caminho pro arranjo Tem faixas que são pura animação, quase uma celebração da felicidade, e outras que pedem silêncio”.
A feitura do disco foi atravessada por um período especialmente delicado para o grupo, marcado por luto, turnês intensas e um vínculo familiar ainda mais fortalecido “Eu Vejo Luz Em Maior Proporção Do Que Eu Vejo A Escuridão” se tornou então um espaço de elaboração e cura, começando com “Visão”, faixa que abre o disco e opera como um verdadeiro manifesto – é ao longo de sua composição que surge o verso que dá nome ao álbum, sintetizando o olhar que guia todo o projeto. “Semeia”, por sua vez, fala sobre continuidade, cuidado e o que se cultiva ao longo do tempo Na sequência vem o contraponto de “Zumbido”, seguida por “Desejo” e o single “Bem me Quer”, parceria com Narcizinho.”“Bem Me Quer” foi uma das faixas que abrimos o ano e abraça a nossa história, abraça a nossa sonoridade, a construção, ao mesmo tempo que tem o lugar de ser um agradecimento Essa coisa de trazer o Narcizinho - que esteve com a gente em Várias Queixas, a referência do Olodum, da canção deles, tudo isso é um abraço a nossa história”, diz Fran
Dando continuidade ao álbum, a também já apresentada “Minha Flor”, com a colaboração de Arnaldo Antunes na composição e participações de Caetano, Moreno e Tom Veloso. “Tiveram momentos em que a música foi mais sobre acolher do que criar Estar junto, cuidar um do outro, respeitar os silêncios Esse disco nasceu muito desse lugar de afeto, de entender que seguir também é um gesto de amor ” , conta Fran, que completa: “Minha Flor” é uma sonoridade diferente de tudo que a gente vem fazendo e que traz um pouco da sensibilidade das canções, da escrita,
dos assuntos”
“No primeiro disco a gente optou por não ter nenhum feat, a gente queria realmente solidificar o nosso trabalho como trio e garantir essa nossa identidade no disco de agora Então, pra essa nova fase, a gente se permitiu ter esses convidados E ter os Velosos é muito incrível! A gente é superfã do Caetano, do Moreno e do Tom. É uma grande realização, e ainda mais sendo de uma composição que é parceria com o Arnaldo Antunes, que é outro grande compositor E tudo fez muito sentido nesse momento, nessa canção”, diz João Gil sobre a parceria.
A segunda metade do álbum traz o frescor de “Beijo na Boca” , produzida por Iuri Rio Branco e José Gil Na reta final, “Vai Chover” , com Arnaldo Antunes, aprofunda ainda mais as camadas emocionais do álbum, que é encerrado por “Nó na Nuca” (em colaboração com a conterrânea Julia Mestre) e “Se a Vida Pede” – como um gesto de aceitação, em parceria com a cantora, compositora e multi-instrumentista gambiana Sona Jobarteh. “O disco é um convite para mergulhar no que a gente viveu, registrando a forma como a gente atravessou tudo isso juntos, com cuidado e apoio Ele é um retrato dessa luz que a gente escolheu enxergar ” , completa Fran Para celebrar juntos este novo momento, os Gilsons embarcam em 2026 na turnê mundial “Eu Vejo Luz”, com mais de 30 shows confirmados no Brasil e no exterior A rota passa por cidades como Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Porto Alegre, Brasília e Belo Horizonte, além de datas na América do Sul, Europa, Austrália, Nova Zelândia e Portugal. No palco, o trio apresenta o novo repertório ao lado dos sucessos que marcaram sua trajetória, traduzindo ao vivo o espírito de “Eu Vejo Luz

Em Maior Proporção Do Que Eu Vejo A Escuridão”: encontro, movimento e a esperança de se enxergar a luz acima de qualquer dualidade. “Tem músicas que nascem pra curar quem faz e quem escuta Esse disco veio deste lugar Um lugar de cuidado, de família e de continuar acreditando na vida”, finaliza o trio.
Fotografias: Marina Zabenzi
Duda Ruas completa seu primeiro EP da carreira com a chegada do novo single “Pra sempre com você”, já disponível em todas as plataformas digitais O projeto, que recebe o nome de “bonita demais pra sofrer”, traduz os altos e baixos da mente de uma jovem artista que transforma contrastes emocionais em um pop visceral. Neste novo som, Duda deixa de lado a ironia dos singles anteriores para expor a vulnerabilidade de quem convive com a ansiedade diariamente O single chega pelo selo Ametista Music e com distribuição da SoundOn O EP “Bonita demais pra sofrer” funciona como um retrato das oscilações de um dia intenso A história começou com a afirmação de “Legal Demais Pra Você”, onde Duda trouxe uma estética solar para falar de amor-próprio. Em seguida, o caos se instalou com “Eu Tô Cansada”, um pop ‘sujo’ com referências a Lola Young que abraçou o esgotamento mental com humor e atitude
Agora, “Pra sempre com Você” ocupa o lugar daquele sentimento que surge quando as luzes se apagam Diferente do deboche das faixas anteriores, esta canção assume um pop melancólico, com ambiências densas que remetem ao estilo de Billie Eilish, criando a energia exata da insônia.
"Lançar essa música e ver esse EP finalmente completo é como tirar um peso do peito e, ao mesmo tempo, ganhar um abraço Esse projeto é o espelho de tudo o que eu vivi e senti até aqui, sem filtros Ver pedaços da minha história ganhando forma de música me faz entender que minha vulnerabilidade é, na verdade, minha maior força. Fechar esse ciclo com 'Pra sempre com você' é a minha forma de dizer para as pessoas que ninguém está sozinho nos seus silêncios e que amanhã a gente sempre tem a chance de recomeçar", finaliza a artista
Fotografias: Toni Ferreira


Zeus apresenta em todos os aplicativos de música pela Midas Music, o single “Bateu Saudade”, faixa que conta com participação da cantora e compositora paraense Bruna Magalhães e produção musical de Rick Bonadio Misturando trap, R&B e hip-hop, a canção combina instrumentos orgânicos e sintetizadores para traduzir sentimentos de nostalgia, desejo e conexão entre duas pessoas que, mesmo distantes, continuam orbitando uma na vida da outra.
“‘Bateu Saudades’ é um trap com letra na pegada de love song, com influências de R&B e hip-hop A lírica fala sobre o poder da atração entre duas almas apaixonadas que acabam se distanciando pela ordem natural da vida, mas seguem vivendo em nostalgia, sempre procurando um ao outro”, explica Zeus. “Diferente de outras músicas minhas que têm uma espiritualidade mais explícita, aqui usamos algumas simbologias de forma bem sutil, como metáforas para traduzir esse sentimento entre casais apaixonados ”
A faixa faz parte do álbum “Quem Sou Eu?”, que será lançado completo no dia 4 de abril pela Midas Music e reúne 18 faixas que exploram reflexões sobre identidade, sentimentos e experiências humanas. “É um disco que traduz o cotidiano de forma filosófica e visceral, fazendo a gente pensar de onde viemos, para onde vamos e quem somos Musicalmente, o Rick (Bonadio) surpreende com uma identidade única que mistura rap e seus subgêneros com rock, latinidade, afrobeat, disco e uma atmosfera retrô que atravessa o álbum inteiro”, comenta o artista.


Originalmente pensada como uma música solo, “Bateu Saudade” ganhou novos conto quando surgiu a ideia de incluir uma feminina “Eu tinha escrito a música em u sessão com o Rick, mas sentíamos que precisava de uma voz feminina para suaviz peso da lírica e ampliar a narrativa so relacionamentos. A Bruna (Magalh apareceu no Midas, ouviu o som, se cone na hora e topou deixar um verso e algu vozes no refrão. Virou um som extremam radiofônico, que cabe em vários momento cotidiano das pessoas ” , conta Zeus
Bruna Magalhães também destac naturalidade do encontro criativo “Rece convite de forma inesperada, foi bem leg acabei entrando também no processo de composição da música. O processo foi natural, escrevi uma parte da letra, o Zeus gostou do caminho que a gente encontrou e logo seguimos para a gravação Fiquei muito feliz de participar desse single ‘Bateu Saudade’ tem uma leveza e uma sonoridade muito gostosa, bem radiofônica, e estou bem animada para o lançamento”, afirma.
Cantora, compositora e arquiteta paraense, Bruna Magalhães vem se consolidando como um dos nomes em ascensão da MPB contemporânea Finalista do MPB Festival Belém, ela participou de projetos importantes, incluindo o Lollapalooza Brasil 2018, quando atuou como backing vocal da cantora Tiê Com quase 15 milhões de streams no Spotify e mais de 100 mil ouvintes mensais, sua música transita entre MPB, pop e folk, traduzindo experiências afetivas com poesia e leveza.
A inspiração para a faixa surgiu a partir de vivências pessoais e reflexões sobre relações que não deram certo, mas continuam ecoando na memória “A música nasceu também da ambição de vencer na vida e também de momentos de conexão com a natureza - mato, cachoeira, mar. Isso conversa muito com a estética da Bruna também, que traz uma identidade forte ligada ao Norte do Brasil”, diz


Zeus.
O lançamento chega acompanhado de videoclipe, que será disponibilizado em nas plataformas Dirigido por Matheus Peixoto e Tony Santos, o vídeo alterna cenas gravadas em meio à natureza, em uma cachoeira, com takes de estúdio em uma estética minimalista inspirada em performances visuais.
Com forte presença nas redes sociais, Zeus soma atualmente mais de 4 milhões de seguidores, sendo cerca de 1,9 milhão no Instagram, 2 milhões no TikTok e mais de 500 mil inscritos no YouTube, números que refletem sua conexão direta com um público jovem e engajado Recentemente, ele lançou pela Midas Music a faixa “Filho de Ketu”, que abriu os caminhos para a nova fase criativa que culmina no álbum “Quem Sou Eu?”.
Sem pressa por resultados imediatos, o artista enxerga o projeto como uma obra de longo prazo “Sempre coloco minha alma em cada lançamento, mas sem expectativa de curto prazo A ideia desse disco é eternizar por gerações, e não ser apenas mais uma obra descartável Acredito que ele vai conectar muito com quem já acompanha meu trabalho e também abrir novos horizontes, justamente por trazer uma linguagem mais ampla.”

R O D R I G O D E


Rodrigo de Paula construiu sua carreira onde não existe repetição. Antes das grandes marcas, dos festivais e das campanhas, vieram os casamentos onde cada imagem carrega um peso definitivo Onde não há segunda chance, nem margem para erro Foi ali que nasceu sua assinatura: um olhar capaz de decidir rápido, com precisão, sem abrir mão da emoção
Hoje, com 23 anos de trajetória, esse mesmo olhar dirige projetos para marcas como Boticário, Volvo, Stanley e Meta, além de shows, desfiles e experiências ao vivo que circulam entre a música, a moda e o entretenimento À frente da Sarça, produtora que fundou, Rodrigo constrói uma linguagem própria com uma estética que nasce da urgência e se resolve com acabamento cinematográfico
A trajetória de Rodrigo de Paula não segue o percurso clássico do audiovisual. Depois dos casamentos, passou pelo universo gospel, onde aprendeu a operar em múltiplas funções, muitas vezes com poucos recursos, em que ele mesmo cuidava da direção, fotografia, roteiro e produção simultaneamente Essa vivência moldou algo que hoje define sua abordagem: transformar limitação em potência
Durante a pandemia, com o crescimento das transmissões ao vivo, esse repertório encontrou um novo território e Rodrigo passou a tensionar as fronteiras entre live e cinema, criando imagens com densidade estética em ambientes imprevisíveis Nascia ali um conceito central em sua carreira: transmissão ao vivo que parecia uma tela de cinema em tempo real. Nesta fase surgiu a oportunidade de trabalhar para a Globo Condé Nast e a partir daí a produtora se projetou no mercado e foi inserida no segmento publicitário. Este foi o seu momento de virada para começar a atender grandes marcas como Volvo, META, Stanley e outras em grandes projetos, e colaborar com diversas agências, entre elas Almap, Paim, Suba, Sparke e Dentsu Foi então que Rodrigo se tornou um diretor de cinema em publicidade.
Fundada em um momento de transformação do mercado, a Sarça já nasceu fora do modelo tradicional Com equipe interna, equipamentos próprios e uma estrutura ágil, opera como uma produtora boutique que é enxuta, estratégica e altamente especializada. O resultado é uma capacidade rara: executar projetos complexos com rapidez, consistência e identidade.
Entre os trabalhos recentes, destacam-se projetos para Johnnie Walker com Seu Jorge em que integrou a campanha, conteúdo e evento em uma única diária, além de produções para O Boticário, Ford e Nubank No entretenimento, a produtora também vem ganhando escala e no The Town 2025, Rodrigo liderou a captação do show de IZA no palco principal, coordenando uma equipe com mais de 20 profissionais sob a direção geral de Nidia Aranha Mais da metade das imagens exibidas na transmissão oficial foram assinadas por sua equipe Na moda e na música, o movimento se repete De Liniker a Anitta, dos desfiles de Misci e Mondepars às apresentações ao vivo, a lógica é a mesma: transformar experiência em imagem com força de cinema.
Entre técnica, estratégia e visão de futuro, Rodrigo de Paula fala sobre o caminho que o trouxe até aqui e o que ainda está por vir Confira agora a entrevista completa!
Como os seus 23 anos de estrada, iniciados nos registros de casamentos, moldaram a agilidade técnica que você aplica hoje em projetos para marcas globais como Meta e Volvo?
Quando a gente passa pela vivência de ter contato diretamente com pessoas, com histórias reais, documentando as histórias delas, seja em um evento em família, ou principalmente no âmbito do casamento, onde passei a maior parte da minha carreira, você consegue sentir o peso da responsabilidade, o peso do clique, o peso do rec em relação aos momentos que não têm volta Como eu não vim do set em primeiro lugar, eu vim dos casamentos: a noiva não entraria duas vezes pelo corredor da igreja, ou
não trocaria a aliança mais uma vez só porque eu errei o foco Eu não tinha praticamente lugar para erro Quando eu entro para o mundo da publicidade, os grandes projetos, sets, grandes lives com grandes marcas, onde o erro é inadmissível, eu trago exatamente a mesma cultura que vivi dentro desses eventos, onde precisava tomar decisões muito rápidas, criar composições, conhecer a luz, tudo em velocidade Nos grandes sets de marcas globais que hoje faço parte, junto com o time, a gente consegue trazer esse espírito de envolvimento, de inteligência de produção, agilidade e precisão na direção e na fotografia levando isso para sets sempre muito apertados e complexos, entregando todas as cenas necessárias para um filme com muita competência.
Qual o peso estratégico de ter registrado um crescimento de seis vezes no faturamento e o que isso diz sobre a maturidade da produtora frente ao mercado publicitário e fonográfico?
Quando você passa a compreender melhor o mundo corporativo, as necessidades burocráticas, toda a inteligência necessária para a criação de processos, de cultura, de fluxos e de uma estratégia de crescimento, você percebe o quanto a sua vida fica muito mais simples, leve e fácil Isso naturalmente eleva a possibilidade e previsibilidade de crescimento da empresa. Ver o faturamento crescer seis vezes em um curto espaço de tempo foi muito gratificante, porque isso foi feito não só pela competência criativa do nosso time, mas também pela competência de estratégia empresarial que adquiri nos últimos anos Percebi que, sem ela, muito provavelmente minha empresa estaria no índice das que fecham no Brasil e porque não é estudada a forma como deve ser trabalhado para gerar valor, credibilidade, um caixa sustentável e saúde financeira. Se importar com a parte burocrática com a


mesma importância da parte criativa faz com que o nível de excelência de entrega seja saudável, que você trabalhe sabendo para onde está indo, e que sua realização diária possa crescer junto com o criativo Hoje acreditamos que, com o nível de competência que construímos, podemos investir em criar nossos próprios filmes e nossas próprias narrativas. Isso é liberdade, uma forma de criar melhor, com a empresa saudavelmente posicionada no mercado
Como foi o desafio técnico de coordenar uma equipe de mais de 20 pessoas (dezenove pessoas e seis operadores de câmera) para entregar o show da IZA no The Town com uma estética de cinema para a transmissão nacional?
Fazer o show da IZA no The Town foi um grande sonho. Foi a primeira vez que pisei no festival e, logo na primeira vez, estávamos no principal palco, junto com um time competente, sob a direção geral e criativa da Nidia Aranha, a quem tenho enorme respeito e pela qual sinto muita felicidade de ter recebido o convite. A proposta era levar tudo que sempre fizemos nos mundos corporativos e nos casamentos para um grande palco, era hora de nos provarmos com nosso olhar e com tudo que vimos realizando nessa produção ao vivo Para mim, que amo criar sob adrenalina, foi encantador administrar isso Ver o resultado com mais de 50% a 60% das nossas imagens sendo transmitidas pela própria Globo, inclusive elogiadas por eles, é de uma alegria enorme. Nunca imaginaria viver essa realidade, e estou muito feliz por ter vivido essa experiência junto com meu time e com pessoas que têm sonhado comigo dia a dia
No projeto com a Liniker para a turnê Caju, como você conseguiu traduzir a sonoridade e a densidade da artista em uma linguagem visual potente em apenas uma semana de desenvolvimento?
Quando você vive um sonho, você se entrega

para o sonho. Quando você vive para algo que te faz feliz, é impossível não ter uma enorme dedicação para realizar com extrema profundidade aquilo que você nem sabia que podia sonhar. Estar com a Liniker naquele ambiente, vivendo uma semana de preparação, foi maravilhoso, junto com o time e a direção da Stage, Celsinho, Renan, Conde, pessoas que colaboraram para que a gente pudesse estar ali Essa entrega de estar dentro de uma experiência imersiva com um time que acompanharia ela por mais de 60 shows em um único ano, mantendo o mesmo time em todas as apresentações foi potente e bonito. Conseguimos criar uma estética fotográfica e cinematográfica começando o show em preto e branco, mudando para colorido no meio, trabalhando com cor e fazendo com que o público pudesse emergir ainda mais dentro daquele palco. Transformamos 5 câmeras em 16 câmeras com uma inteligência de posicionamento dentro do palco. Fazer parte do time da Liniker também é muito especial.




Como funciona a sinergia entre a Studio See You e a Do It Live dentro da estrutura de operações liderada por você?
A sinergia entre as empresas do nosso ecossistema é uma das estratégias mais importantes que construímos Quem começa na Studio See You, nossa empresa de face infantil e familiar, consegue saltar de nível dentro do ecossistema: começa lá, depois passa pela Do It Live, aprendendo a operar câmera, a fazer lives, a viver esse outro mundo de transmissão ao vivo com cara de cinema A partir daí, salta para a Sarça, onde estão os projetos maiores de publicidade e entretenimento. Essa jornada interna cria um plano de carreira real, onde os nossos criativos se desenvolvem em ambientes diferentes, mas dentro de uma única cultura, uma única visão e um propósito compartilhado: realizar dias notáveis As empresas se equilibram entre si e quando uma está em alta demanda, outra pode estar em ritmo diferente, e isso garante estabilidade financeira e operacional para o ecossistema como um todo.
De que forma o Sarça Connect pretende abrir espaço para novos perfis criativos? Como tangibiliza os ideais e o perfil ideal desses profissionais para integrar o ecossistema da marca?
O Sarça Connect é algo que lançamos esse ano e já está gerando frutos É o nosso trabalho de conexão com criativos do mercado audiovisual e em 2026 vamos trazer um time diverso de fotógrafos, diretores de fotografia e diretores do mercado para fazer parte do nosso time criativo conectado à Sarça. O grande diferencial é que esses criativos não estão travados em um contrato exclusivo, eles são completamente livres Ao tê-los no nosso ecossistema, criamos uma colaboração mútua: a gente potencializa o trabalho deles, e eles trazem o poder criativo deles para ampliar os nossos negócios. A ideia é desburocratizar o que sempre foi muito relevante no audiovisual
a questão do diretor fixo. Nós não estamos preocupados com isso; estamos focados em gerar valor e ampliar as possibilidades de realizar mais trabalhos com mais frequência Quanto ao Rituals, nossa marca de produtos que pretendemos lançar ao longo deste ano, ela nasce desse mesmo desejo de gerar comunidade, construir um público e fazer com que as pessoas curtam a nossa marca a ponto de comprar os nossos produtos e se identificar com as nossas ideias.
De que maneira a Sarça consegue modular a estética em tempo real no campo do entretenimento e da moda? Como você define o conceito de ‘real-time cinematográfico’ na produção audiovisual?
A Sarça tem como grande diferencial o poder de se adaptar a qualquer ambiente Um exemplo concreto é a nova campanha da Renner, que será lançada em abril: nós fizemos de um evento, um desfile da Renner em que o nosso set para gravar uma campanha publicitária. Junto com a agência, construímos o roteiro e o criativo, e fizemos isso acontecer respeitando os espaços do evento e dos convidados, mas realizando uma produção completa dentro de um desfile Isso é o que chamo de real-time cinematográfico: a capacidade de criar beleza com fotografia e direção em um ambiente completamente orgânico, sem o controle de um set fechado, mas com o mesmo senso de responsabilidade, intenção estética e desejo de fazer daquele espetáculo ao vivo uma publicidade de televisão Não precisamos de um set hiper controlado e amamos quando temos esse privilégio, mas também podemos estar em qualquer lugar onde a criatividade precisa se destacar. Essa capacidade de caber em qualquer ambiente é o que nos diferencia.
Como define o trabalho da Sarça no setor de publicidade? Tem algum trabalho que destaque pela execução ou pelo impacto com o público?
A Sarça nasce pós-pandemia e, por isso, ela não vive a publicidade da velha guarda. Ela nasce num momento em que o mercado aprende a trabalhar de formas híbridas, criando seus próprios conteúdos e processos É como se a Sarça fosse de uma nova geração alfa da publicidade A gente constrói uma inteligência de produção alimentada pela nossa experiência em tantos outros mundos fora da publicidade: casamentos, lives, entretenimento, shows. Isso se traduz em uma estrutura própria: equipamentos nossos, time interno de 20 pessoas, pós-produção interna A Sarça inaugurou um novo formato que eu chamo de produtora boutique com time enxuto, atlético, potente, com estrutura fixa Vindo de Santo André, a gente entrega no nível mais alto, com um entendimento técnico e criativo que é do novo formato de produção. Em termos de trabalhos recentes, entregamos projetos para O Boticário no Natal, Ford, Nubank com um mini doc muito especial e Johnny Walker com Seu Jorge, todos com um processo de produção diferente do comum
Mas o trabalho que talvez mais se destaque pela execução e que ainda vai impactar o público é o da Renner, o mais recente: conseguimos construir um comercial de TV completo dentro de um evento, dentro de um desfile. Isso é novo e é exatamente o que a Sarça representa
Como a parceria criativa com a cofundadora Sarah Martins influencia a entrega de narrativas que unem sensibilidade e inteligência de produção?
A Sara esteve comigo desde o dia 1 da inauguração da Sarça Filmes. Juntos construímos o ideal de cultura, de design, de branding A chegada da Sara potencializa os melhores valores criativos que há em mim, e acredito que os meus valores potencializam tudo que há de melhor e de criativo nela Nessa divisão conseguimos focar naquilo que existe em uma direção que normalmente é tão solitária e cada um se relaciona melhor com

temas específicos dentro do processo de construção de uma ideia até a entrega do filme Nossos clientes conseguem reconhecer e perceber essa divisão que fazemos no dia a dia e essa união de pensamento criativo, dessa percepção de necessidade que as narrativas nos exigem como desafio. Tem sido um sucesso.

Após mais de duas décadas de carreira, quais são os próximos mercados ou territórios que você e a Sarça pretendem desbravar no audiovisual brasileiro e internacional?
Temos um grande desejo de continuar construindo trabalhos cada vez mais significativos e relevantes para o mercado da publicidade. Mas nossos planos também incluem entrar no mundo do conteúdo e do entretenimento e começar a gravar grandes histórias em longa-metragem Não escondo esse desejo Nesse processo vamos realizar produções de curta e média-metragem, até chegar nos longas, obedecendo o tempo e nossas limitações, mas obedecendo ainda mais o nosso desejo criativo expansivo de criar narrativas que toquem o coração das pessoas e construam cultura na nossa nação. Creio que construímos uma produtora com forte capacidade criativa e forte entendimento de propósito Nossa trajetória está nos levando mais perto da realização de coisas que eram impossíveis e que vão acontecer num futuro breve: fazer grandes filmes para o cinema, vencer grandes prêmios no mundo. Não escondo meu desejo de ganhar o Oscar. Acredito que temos capacidade para chegar até lá e vamos continuar trabalhando com muita força, energia e resiliência para que um dia uma das nações com mais pessoas pretas fora da África possa ser representada por um brasileiro preto em um Oscar



Fotografia: @daniivalverdee

O projeto “Conteúdo Sensível”, atual sucesso de Dilsinho, segue conquistando o público ao transformar sentimentos em música e criar verdadeiras “sessões” sonoras, onde histórias de amor, término, superação e cura ganham voz Reconhecido como uma voz acolhedora e terapêutica, o artista dá continuidade a esse universo com o lançamento de “Inverteu”, novo single que amplia a tracklist do trabalho, já com mais de 25 milhões de streams
Mantendo o conceito das “sessões”, que funcionam como uma espécie de terapia musical, o artista segue dando voz aos
sentimentos do público e transformando histórias em canções de identificação e cura algo que os fãs reconhecem como uma das marcas de sua trajetória.
O projeto “Conteúdo Sensível”, atual sucesso de Dilsinho, segue conquistando o público ao transformar sentimentos em música e criar verdadeiras “sessões” sonoras, onde histórias de amor, término, superação e cura ganham voz. Reconhecido como uma voz acolhedora e terapêutica, o artista dá continuidade a esse universo com o lançamento de “Inverteu”, novo single que amplia a tracklist do trabalho, já com mais de 25 milhões de streams. A faixa inédita chega às plataformas nesta quinta-feira, 19, às 21h.
Mantendo o conceito das “sessões”, que funcionam como uma espécie de terapia musical, o artista segue dando voz aos sentimentos do público e transformando histórias em canções de identificação e cura algo que os fãs reconhecem como uma das marcas de sua trajetória.
Com uma pegada romântica e melodiosa, “Inverteu” aposta em uma sonoridade intimista e envolvente A música traz uma narrativa sobre superação e virada de jogo após o término de um relacionamento, explorando o momento em que os sentimentos se organizam e a vida segue em frente, com leveza e maturidade
"‘Inverteu’ fala sobre aquele momento em que a gente percebe que superou, que o jogo virou e que os sentimentos já estão organizados”, comenta Dilsinho. “É uma música que vai gerar identificação em muita gente, tenho certeza Fico feliz por ser o interlocutor de mais uma história de amor e superação. Que a música continue cumprindo esse papel de curar. ”


A artista paulistana Luana Maia lança
“Linguagem Paulista”, uma faixa que vai além de um single: é parte de um movimento artístico maior, construído com intenção, conceito e verdade.
Com uma sonoridade que mistura funk e batidas marcantes de trap, a faixa conta com a colaboração do DJ KLP, da DJ Menezes e do MC LC Kaique, nomes que agregam potência, autenticidade e conexão ao projeto. O resultado é um som pulsante, urbano e atual, que traduz a estética da periferia de São Paulo com força e identidade
“Linguagem Paulista” nasce como um reflexo de vivências reais: amadurecimento, amor consciente, superação da ingenuidade, enfrentamento de medos e o exercício diário de acreditar em si mesma
No refrão, Luana reforça como um mantra: “ eu vou ser eu para poder alcançar”, transformando a música em um espaço de afirmação e libertação de pensamentos limitantes.
“Fiz essa faixa pensando em quem eu sou e no quanto preciso acreditar em mim Independente das gírias que carrego ou de como me visto, eu mereço conquistar o que busco. Mas tive dúvidas e medos como qualquer favelado tem. Então eu transformei isso em força ” , completa a artista
Diferente de seu lançamento anterior, “Breck e Chave”, que carregava uma atmosfera mais descontraída, “Linguagem Paulista” assume um tom mais consciente e reflexivo A proposta é clara: reforçar que identidade não é obstáculo, é potência
Fotografias:Divulgação


A participação do MC LC Kaique surge em sintonia com o momento artístico de ambos. Vivendo uma fase de transição de estilo e gênero musical, o artista se identificou com o conceito apresentado por Luana e contribuiu com a autenticidade necessária para completar a narrativa da faixa
“Quando recebi a música, ela já vinha com a voz da Luana falando sobre identidade, algo que eu também estava vivendo naquele momento Me identifiquei muito e consegui escrever minha parte muito rápido”, conta o MC.
“Percebemos depois que estávamos passando por reflexões parecidas sobre identidade artística e pessoal, e isso fez tudo fazer ainda mais sentido dentro da música.”
Com “Linguagem Paulista”, Luana Maia reforça sua identidade e aponta para um futuro ambicioso: levar sua música para outros estados e países, realizar colaborações com artistas que a inspiram e, principalmente, impactar meninas que vieram da periferia, mostrando que é possível sonhar e alcançar.
“Eu vou ser eu para poder alcançar” não é apenas um verso É posicionamento É promessa É caminho




"So Close", novo single de Lakini, se debruça sobre a delicadeza do início de um relacionamento e naquele instante em que um sentimento novo surge. A faixa, já disponível em todas as plataformas de
música, explora o cenário onde a reciprocidade ainda é um terreno a ser descoberto, traduzindo o prazer e a tensão de um encontro iminente entre dois corações que já se notaram, mas seguem no processo de se conhecer.
O processo de criação da música não seguiu um caminho linear Embora a primeira versão da letra tenha surgido logo que Lakini recebeu o instrumental, a artista sentiu que o resultado ainda não alcançava a profundidade que a melodia exigia. A solução veio de um resgate pessoal: um caderno de versos escrito aos 17 anos de idade “Adaptei a melodia, transformando um verso antigo em algo que finalmente se tornava completo”, comenta a artista.
Sonoramente, "So Close" aposta em uma estética suave e intimista, desenhada para caminhar junto à letra Mais do que apenas audição, a artista busca provocar uma reação sensorial no público. O objetivo é que o ouvinte sinta a música e que ela tenha a capacidade de fazer o tempo desacelerar.
Este lançamento carrega um peso emocional maior para a cantora, que não esconde o entusiasmo com a chegada da faixa às plataformas. "Estou muito animada, é um momento que venho esperando há bastante tempo. Sem dúvida, ‘So Close’ é a minha favorita entre todas as músicas que já lancei, o que torna tudo ainda mais especial para mim", afirma.
Além de ser um marco individual, o single serve como o primeiro passo de um trabalho maior. "So Close" abre alas para um projeto futuro que já está em desenvolvimento, antecipando a identidade do que Lakini pretende apresentar em sua nova fase na carreira.
Fotografias: Leonardo Gomes

A cantora e compositora Kia Sajo lança o single “Tarot”, em parceria com o duo carioca Almar, uma canção que transforma o amor em linguagem simbólica, íntima e profundamente sensorial, como uma leitura de cartas feita não para prever o futuro, mas para revelar o que já pulsa no presente Já disponível em todas as plataformas digitais, esta é a quarta faixa do futuro álbum de Kia, “Cabeça Feita”, que será lançado na íntegra no final de abril. O novo som chega acompanhado de videoclipe no YouTube da artista.
“Tarot” parte de um sentimento direto, quase urgente: o de quando alguém ocupa o pensamento, invade o corpo e reorganiza a própria percepção do mundo A letra assume esse atravessamento sem rodeios e constrói, a partir daí, uma narrativa afetiva que mistura desejo, entrega e confiança no encontro.
A canção se estrutura como uma declaração que oscila entre a lucidez e a fé no acaso Em vez de romantizar a espera, a composição propõe um amor que se reconhece no agora O universo do “Tarot”

aparece como metáfora poética para destino, leitura de mundo e construção de futuro.
Para a cantora, a música ocupa um lugar central na narrativa do seu futuro disco, que chega em breve em todas as plataformas digitais “Essa música conversa muito com o universo do ‘Cabeça Feita’, porque o álbum inteiro gira em torno de estados de consciência, de atravessamentos emocionais e de encontros que transformam a gente de alguma maneira, que mexem com a nossa forma de perceber o mundo. Ela entra justamente nesse território: fala de quando alguém chega e reorganiza o nosso campo afetivo”, explica a artista
Ela ainda completa: “Dentro do disco, ela representa muito esse momento em que o sentimento deixa de ser apenas intuição e passa a se assumir como escolha, e a escolha em ‘Tarot’ também é provocar. Ela traz essa coisa muito gostosa do imaginário, no imaginário aquele encontro já aconteceu, sabe? Existe uma coragem mística e provocante que me encanta em ‘Tarot’”, finaliza a artista
O cantor e compositor Binho Ribeiro lança o single “Toda Maravilhosa”, disponível em todos os aplicativos de música A faixa marca mais um capítulo na trajetória do artista gaúcho radicado em São Paulo e apresenta uma sonoridade dançante, marcada pelo groove e por referências clássicas da música brasileira.
Embora esteja chegando ao público agora, a canção tem uma história que começou anos atrás Composta em 2015, durante um período em que o artista morava no Rio de Janeiro, “Toda Maravilhosa” nasce inspirada pela atmosfera vibrante da cidade e por um olhar de admiração e valorização da mulher negra brasileira
“‘Toda Maravilhosa’ é uma música que carrega muita verdade e história. Apesar de estar sendo lançada agora, ela nasceu em 2015, quando eu morava no Rio de Janeiro, vivendo aquela energia única de samba, balanço e todo o molho carioca
A canção fala sobre encanto, admiração e conexão, mas principalmente exalta a beleza, a força e a presença da mulher negra brasileira É uma música que transmite calor, movimento e sentimento ao mesmo tempo”, conta Binho.
A faixa traz uma sonoridade marcada pelo balanço característico do samba rock e por elementos do groove brasileiro, dialogando com artistas e movimentos que ajudaram a moldar a identidade musical do cantor
“A sonoridade vem bem marcada por influências que me representam muito Tem uma pegada de samba rock, groove e música brasileira com balanço, trazendo referências como Seu Jorge, Clube do Balanço e Black Rio. A faixa também conta com a coprodução do produtor gaúcho Lucas Corrêa, e juntos construímos uma sonoridade dançante, envolvente e quente, com muito groove e identidade”, explica



O processo de criação da música aconteceu de forma colaborativa e à distância. Após compor a faixa, Binho compartilhou uma versão inicial com o produtor, dando início ao desenvolvimento da identidade sonora do single
“Eu escrevi a música, gravei uma versão simples em voz e violão e enviei pro produtor Lucas Corrêa. Ele se conectou na hora com a canção, e a partir daí começamos a desenvolver tudo juntos, mesmo à distância Fomos estruturando a música, organizando a linha do tempo, entendendo os momentos e construindo a identidade dela aos poucos ” , relembra o artista
Depois dessa fase inicial, a gravação final aconteceu em estúdio, no Rio de Janeiro, em um momento que Binho descreve como marcante no processo criativo.
“Depois que tudo já estava bem definid partimos para gravação em estúdio no R Não lembro o nome do estúdio, m lembro muito bem da sensação daque dia, foi uma experiência incrível, com um energia diferente no ar, que com certe também ficou registrada na música”, diz.
A inspiração para a letra também nas da vivência cotidiana do artista na cidade do contato constante com a paisagem e cultura carioca.
“Eu frequentava as praias carioc praticamente todos os dias, então esta muito conectado com aquela energ aquela estética e aquele estilo de vida d Rio Isso despertou em mim a vontade d observar e exaltar a beleza da mulher neg brasileira, que é algo muito forte, marcan e inspirador. Brinco até que talvez seja um espécie de ‘Garota de Ipanema’ versã negra ” , comenta, com bom humor
Com mais de duas décadas de trajetór musical, Binho Ribeiro construiu uma
carreira marcada pela diversidade de influências e pela mistura de estilos que atravessam reggae, samba rock, groove, MPB, jazz, bossa e pop Nascido em Barra do Ribeiro (RS) e criado em Guaíba, o artista atualmente vive em São Paulo, onde segue expandindo sua atuação no cenário musical.
Ao longo da carreira, Binho acumulou experiências importantes, incluindo apresentações em grandes festivais, participação como jurado no programa “Canta Comigo”, da Record TV, e uma colaboração com Julian Marley, filho de Bob Marley. Sua música se caracteriza pela fusão entre referências brasileiras e internacionais, criando uma sonoridade que o próprio artista define como “brasilidades”


Fotografias:
Claudia Leitte apresenta a terceira e última parte de seu álbum “Especiarias”, encerrando a trilogia iniciada em 2025. O lançamento chega às plataformas digitais consolidando a proposta artística do disco, que celebra a mistura de ritmos e referências da cultura brasileira.
O primeiro capítulo do projeto foi lançado em outubro de 2025, reunindo quatro faixas inéditas Às vésperas do Carnaval, Claudia Leitte apresentou a parte II, com músicas que embalaram sua folia, como “Plugin da Bagaceira” e “Mergulhando”. Agora, na terceira etapa, a cantora disponibiliza seis novas faixas: “Viagem Bonito”, “Acostumei”, “Colecionando Despedidas”, “Domingo Tranquilo”, “Oh Coisa Linda” e “Par Imperfeito”, completando o projeto com um total de 15 músicas.
“Acostumei” foi a primeira canção a ser apresentada ao público, antes do lançamento completo do disco Para marcar o fim da temporada carnavalesca, a artista surpreendeu o público com o lançamento do single após o encerramento do Bloco Largadinho, durante o Carnaval. A faixa é dedicada à relação de amor e carinho construída ao longo dos anos com seus fãs, funcionando como um gesto de agradecimento.
Com canções solares e românticas, este terceiro bloco do disco mantém a essência que guia todo o projeto: a fusão de diferentes gêneros e sonoridades em uma narrativa musical que valoriza a diversidade cultural do país.
“Esse projeto foi sendo compartilhado aos poucos, acompanhando diferentes momentos meus e do público também Essa última parte fecha esse ciclo com músicas muito alegres, que falam de amor e com essa mistura de ritmos que faz parte
de quem eu sou artisticamente”, afirma Claudia.


Natural de Feira de Santana, na Bahia, a cant Sarah Reis vive um novo momento em trajetória artística Após anos de experiência palcos e passagens por diferentes proje musicais, a artista inicia oficialmente sua carr solo com foco no arrocha e prepara o lançame de um novo álbum previsto para o próximo mê Com forte ligação com a música desd infância, Sarah cresceu em um ambiente fam marcado pela arte. Filha da cantora Maura R encontrou na música um caminho natural p expressar emoções e identidade A art também é irmã da cantora Rachel Reis, um grandes nomes da música popular brasileira, q figura como uma importante referência em caminhada
Sarah iniciou sua trajetória profissional aos anos, dando os primeiros passos na banda B Nível Superior, onde começou a desenvolver presença de palco e identidade artística. Lo depois, passou a se apresentar em bares com banda Pop Zen, ampliando sua experiência conquistando o público com sua voz marcant carisma Aos 20 anos, iniciou uma f independente, realizando apresentações eventos corporativos, casamentos e bares em cidade natal.
Durante quatro anos consecutivos, a cant marcou presença na tradicional Micareta de Feira de Santana – uma das maiores festas populares da Bahia Em 2018, seu destaque no evento foi reconhecido como o Troféu de Melhor Cantora da Micareta, consolidando seu nome no cenário musical local. Ainda no início de sua trajetória, Sarah também recebeu o título de Cantora Revelação do São João da Bahia (2024), reforçando sua presença nas principais festas populares do estado.
Fotografia: Divulgação

recente foi cantar no Parque de Exposições de Salvador, onde se apresentou nas edições de 2024 e 2025, diante de grandes públicos em um dos espaços mais tradicionais da música na Bahia

Ao longo dos anos, a artista transitou por diferentes estilos e ganhou experiência em turnês e apresentações em diversos palcos Um dos momentos mais marcantes de sua carreira
Musicalmente, Sarah começou tendo como referências artistas internacionais como Amy Winehouse e Beyoncé, inspirando-se na potência vocal, personalidade e presença de palco dessas artistas. Com o tempo, sua identidade se aproximou ainda mais da música popular nordestina, encontrando inspiração em nomes como Solange Almeida e Walkyria Santos, representantes marcantes dos ritmos românticos que dialogam diretamente com o arrocha
Durante boa parte de sua trajetória, Sarah esteve à frente da banda Filomena Bagaceira, onde consolidou sua experiência interpretando
forró e desenvolvendo uma forte conexão com o público Essa vivência nos palcos ajudou a construir uma identidade artística baseada em interpretação intensa, versatilidade musical e entrega em cada apresentação.
Agora, a cantora inicia um novo capítulo em sua carreira Apostando no arrocha – ritmo com o qual afirma ter uma identificação profunda pela intensidade e pelo romantismo – Sarah prepara um repertório autoral e novos projetos que marcam essa fase de amadurecimento artístico. O próximo álbum, previsto para o mês que vem, deve apresentar ao público uma artista ainda mais conectada com sua essência musical e pronta para expandir seu trabalho para novos públicos.
Com carisma, potência vocal e uma trajetória construída com dedicação, Sarah Reis inicia sua carreira solo apostando em uma sonoridade que une emoção, romantismo e a força da música popular nordestina – elementos que prometem marcar os próximos passos da artista.

Fotografia: Divulgação
Desde o lançamento de “HASOS”, Baco Exu do Blues tem feito história, garantindo milhões de plays. Agora, é a vez de rodar o mundo com a tour, para levar aos fãs os sucessos do novo álbum Com cinco shows já confirmados entre Brasil e Europa, passando por Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, Porto e Lisboa, o artista chega com a turnê em Belo Horizonte O espetáculo acontece no dia 25 de julho, no BeFly Hall com um dos nomes mais importantes da cena contemporânea levando ao palco o repertório de seu quarto álbum de estúdio.
A turnê “HASOS” surge como um novo momento criativo, apostando em um espetáculo que vai além da apresentação musical Ao longo de 18 músicas, o artista expõe suas falhas, sentimentos e nos convida para olharmos para dentro. O álbum se constrói a partir de cenas intensas e temas sensíveis, com uma sonoridade que mistura rap e R&B e dialoga com a Música Popular Brasileira “Eu sou a nova Tropicália em fragrâncias, um baiano com um cheiro arrogante, Caravaggio desenhando com um colar de Ghandi”, define o cantor ao sintetizar este novo projeto.
A turnê vai passar ainda pelo Rio de Janeiro, no dia 21 de março, e em São Paulo, no dia 27 de março. Em junho, o artista cruza o Atlântico e leva o repertório de “HASOS” para o público europeu, com shows confirmados em Porto e Lisboa/Oeiras, consolidando sua presença no cenário internacional
Serviço:
Data: 25 de Julho - sábado
Local: Befly Hall - Av. Nossa Sra. do Carmo, 230, Belo Horizonte - Minas Gerais
Horário: 22h



A atmosfera de São João vai tomar conta de Salvador em uma edição especial do Pôr do Jau, label criada pelo cantor Jau, que une música, encontros e pôr do sol como cenário. No dia 09 de maio (sábado), o projeto ganha uma versão dedicada às tradições juninas na Chácara Baluarte, localizada no bairro do Santo Antônio Além do Carmo Ingressos já disponíveis
Para esta edição do Pôr do Jau, o artista recebe dois convidados que representam diferentes gerações do forró: Mestrinho, destaque da cena contemporânea do gênero, e Adelmario Coelho, um dos nomes mais respeitados das festas juninas da Bahia. Juntos, os artistas conduzem uma tarde e noite que celebra a força da música nordestina em um dos cenários mais emblemáticos da capital Lançado há dois anos, o Pôr do Jau se firmou como um dos principais projetos do artista, reunindo público em experiências que com-

-binam música ao vivo, clima intimista e a vista privilegiada da Baía-de-Todos-os-Santos. Ao longo de suas edições, a label também já promoveu encontros marcantes com nomes como Edson Gomes e Jorge Aragão.
A edição de São João propõe esse espírito de encontro: um repertório que passeia pelo forró e por diferentes influências da música brasileira, em apresentações que acompanham o entardecer até o início da noite
Pôr do Jau – Edição São João
No palco: Jau, Mestrinho e Adelmario Coelho
Data: 09 de maio (sábado)
Horário: a partir das 15h
Local: Chácara Baluarte
Endereço: Ladeira do Baluarte, 20 - Santo
Antônio Além do Carmo, Salvador
Ingressos: TicketMaker
A Tiffany & Co. tem o prazer de anunciar que Silvia Braz usou o brinco solitário de diamantes, além do colar e bracelete Link de Jean Schlumberger durante a cerimônia do Golden Globes Gala Tribute Brazil, nesta quarta-feira, 18 de março de 2026, no Rio de Janeiro, Brasil.
Tiffany & Co., fundada na cidade de Nova York em 1837 por Charles Lewis Tiffany, é uma joalheria de luxo global sinônimo de elegância, design inovador, artesanato refinado e excelência criativa
Com mais de 300 lojas de varejo em todo o mundo e uma força de trabalho de mais de 14.000 funcionários, a Tiffany & Co. e suas subsidiárias projetam, fabricam e comercializam joias, relógios e acessórios de luxo Mais de 3 000 artesãos qualificados lapidam diamantes Tiffany e produzem joias nas próprias oficinas da empresa, concretizando o compromisso da marca com uma qualidade superlativa.
A Tiffany & Co mantém um compromisso de longa data em conduzir seus negócios de forma responsável, preservar o meio ambiente natural, priorizar diversidade, equidade e inclusão, e impactar positivamente as comunidades nas quais opera. Para saber mais sobre a Tiffany & Co e seu compromisso com a sustentabilidade, visite tiffany com


MODA COMO LINGUAGEM
Para alguns artistas, o figurino é apenas um complemento do espetáculo. Para o cantor e compositor baiano Brenno Casagrande, a moda faz parte da própria narrativa construída no palco O artista – conhecido por sua trajetória como um dos principais compositores da música brasileira contemporânea – vê na roupa uma forma de comunicação tão potente quanto as próprias canções. Não por acaso, seus figurinos frequentemente despertam curiosidade do público, que costuma perguntar nas redes sociais de onde são as peças usadas nos shows O estilo do cantor busca construir equilíbrio, elegância e autenticidade Brenno prefere roupas que tenham personalidade, mas que não escondam quem ele é. Peças com bom caimento e cores que dialogam com o momento fazem parte dessa construção – embora confesse um fascínio especial pelos tons de azul, além dos detalhes também ocuparem papel importante na composição visual Perfumes, texturas, colares, anéis e óculos aparecem como elementos que ajudam a criar uma assinatura estética própria, fazendo com que cada apresentação carregue um pouco dessa identidade.
No palco, o figurino também funciona como estratégia de conexão com o público. Roupas com movimento e impacto visual ajudam a capturar o olhar das pessoas antes mesmo da música começar, criando um primeiro contato estético que prepara o terreno para a experiência musical
A construção dessa identidade visual acontece em parceria com a estilista Lou Lima, responsável por transformar em imagem muitas das intenções estéticas do artista e explorar texturas, camadas e caminhos visuais que ampliam o universo apresentado em cena
A relação do cantor com o figurino é tão cuidadosa que o tema às vezes gera discussões
Filho do cantor e compositor Paulo Jorge, exintegrante do Olodum e autor de clássicos da música baiana, Brenno iniciou sua trajetória musical ainda jovem e construiu uma carreira sólida como compositor. Ao longo dos anos, teve cerca de 500 canções gravadas por artistas como Gusttavo Lima, Jorge & Mateus, Luan Santana, Wesley Safadão e Léo Santana
Agora vivendo uma nova fase como intérprete, o artista apresenta ao público seu repertório e sua identidade musical por meio do projeto audiovisual “Na Sala do Casa”, um registro intimista que evidencia sua versatilidade e a proximidade com o público. Brenno também prepara um álbum dedicado à obra do compositor Toquinho.
Nesse novo momento, a moda segue como parte essencial da experiência artística – um elemento que antecede a música, dialoga com ela e amplia a forma como o público se conecta com o artista.



Com o tema universo de Pam Grier - “Coffy” e “Foxy Brown”, Duquesa anuncia a segunda edição do B-Day da Duq, na Audio, em São Paulo, convidando o público a vivenciar uma viagem a 1974. O evento acontece no dia 02 de maio, a partir das 22h Ingressos já disponíveis
O tema escolhido por Duq - Pam Grier - definiu a era blaxploitation dos anos 70 como a "Rainha" indiscutível, estrelando os clássicos de vingança urbana Coffy (1973) e Foxy Brown (1974) Como personagens fortes, elas usam inteligência e força para combater o tráfico e proteger suas comunidades, tornando-se ícones de orgulho afro-americano e poder feminino
O evento, que no ano passado teve participações de Tasha e Tracie, Yunk Vino, Danzo, MC Luanna, e muitos outros, chega para comemorar o aniversário de uma das maiores rappers da atualidade. Em breve, Duquesa anunciará as atrações que vão dividir o palco com ela na edição 2026
A artista, que acabou de ser anunciada no Palco Sunset do Rock in Rio,

também foi destaque com sua participação no Tiny Desk Brasil, cuja apresentação já ultrapassa 2,6 milhões de visualizações no YouTube e gerou ampla repercussão midiática.
Serviço: B-DAY DA DUQ
Data: 02 de maio (sábado) Abertura das portas: 20h
Local: Audio – Av. Francisco Matarazzo, 694 – Água Branca, São Paulo – SP, 05001-100
A série "Caesar", nova produção do Canal Demais, consolidou-se como um dos grandes nomes da atual temporada de premiações internacionais ao conquistar seis prêmios de destaque no LA Webfest, em Los Angeles. A obra, que transporta o clássico "Júlio César" de William Shakespeare para uma Roma distópica, brutalista e sombria, foi agraciada em seis categorias do festival realizado anualmente em Hollywood O reconhecimento ocorre no coração da indústria audiovisual e da dramaturgia mundial, consolidando a série como um expoente da inovação narrativa e técnica no cenário internacional.
Fotografias:

A excelência da produção foi reconhecida com indicações nas categorias: Melhor Drama, Melhor Fotografia, Melhor Edição, Melhor Música, Melhor Direção de Arte e Melhor Ficção Científica Esse amplo domínio técnico e artístico no LA Webfest não apenas consagra a estética da série, mas reafirma a capacidade da produção independente brasileira de competir em alto nível no cenário global, unindo rigor narrativo e inovação visual para dialogar com os mais exigentes mercados do audiovisual mundial
Idealizada e editada por Quentin Lewis, a série utiliza o editor gráfico Unreal Engine para dar vida a um universo visualmente impactante, onde cada cenário, personagem e batalha foi construído inteiramente dentro do ambiente digital. No entanto, o diferencial de "Caesar" reside no seu processo de fabricação Em um momento de crescente automatização na indústria audiovisual, a produção faz um manifesto em defesa do trabalho humano: nenhuma inteligência artificial foi utilizada na criação da série. Todo o desenvolvimento, da captura de performance e animação à iluminação e

construção de ambientes, foi realizado de forma artesanal por Quentin
Para o diretor e editor, o reconhecimento em seis categorias técnicas e artísticas valida a escolha de priorizar a sensibilidade humana sobre as facilidades da automação Segundo Lewis, o objetivo era garantir que a carga dramática de Shakespeare não se perdesse. "Ver Caesar sendo indicado em tantas frentes no LA Webfest é uma vitória para o cinema feito 'à mão'. Fizemos questão de não usar IA em nenhum processo Cada sombra e cada movimento de câmera foi planejado e executado no Unreal Engine, assim como nossas produções anteriores”, completa


Já está disponível no Globoplay a nova novelinha vertical “Uma Babá Milionária”, protagonizada por Juju Teófilo, Fernanda Paes Leme, Laryssa Ayres e Raphael Vianna A trama possui 51 capítulos, com duração de até dois minutos cada.
Na nova produção vertical da plataforma de streaming premium nacional, a história acompanha Carolina (Laryssa Ayres), uma mulher marcada pelo trauma de ter perdido a filha em uma troca no hospital logo após o nascimento Anos depois, ela acaba trabalhando como babá para a luxuosa família Vergara, cuidando da jovem Eduarda (Juju Teófilo), neta de Horácio (Paulo Gorgulho).
Nesse novo capítulo de sua vida, Carolina reencontra Fernando (Raphael Vianna), seu antigo amor e pai da menina, o que reacende sentimentos e conflitos mal resolvidos Enquanto enfrentam as consequências do passado, os dois também precisam lidar com a oposição de Valentina (Fernanda Paes Leme) e Dolores (Bia Seidl). A trama une drama emocional e reviravoltas no universo familiar, com direção de Roberta Richard e texto de Gustavo Reiz



Fotografia:

A atriz mirim Sophia Mendes segue construindo uma trajetória consistente nas artes cênicas e inicia 2026 com novos desafios e conquistas Com experiências no teatro e no audiovisual, a jovem artista agora celebra sua participação no musical “SING – Vozes que Acreditam”, produzido pela FazArt Produções Artísticas, que estreia em junho no Teatro dos Grandes Atores, no Shopping Barra Square, no Rio de Janeiro.
No espetáculo, com roteiro e direção de Grazi Luz, coreografias de Ludmilla Silveira e direção musical de Tatty Caldeira, Sofia dará vida à personagem Rosita, uma porquinha dedicada à família que sonha em se tornar uma estrela da música A preparação para o papel tem sido marcada por dedicação e descobertas artísticas.
“Queria muito dar vida à Rosita, e logo tratei de criar minha cena Me arrisquei cantando em inglês a música ‘Firework’, da Katy Perry, que faz parte da trilha sonora do filme E deu tudo certo! Estou muito feliz e agora é ensaiar bastante para levar ao público um lindo espetáculo”, conta Sofia.
O novo trabalho reforça não apenas sua atuação no teatro, mas também sua aproximação com a música Sophia passou a investir em aulas de canto na Escola Point Music, localizada no Shopping Barra World, ampliando seu repertório artístico.
“Foi no palco, ao interpretar personagens e cantar pela primeira vez, que entendi que esse sonho podia se tornar realidade Agora, quero me dedicar ainda mais à música e aos novos projetos que estão por vir”, destaca a atriz
Júlia Rabello, Maria Clara Gueiros e Priscila Castello Branco estão de volta aos palcos do Rio de Janeiro e pela primeira vez na Baixada com a comédia “AGORA É QUE SÃO ELAS”, dirigida e escrita por Fábio Porchat Serão apenas duas apresentações, nos dias 21 e 22 de março, sábado, às 20h, e domingo, às 18h, no Teatro Nova Iguaçu Petrobras.
Para encenar a peça, Porchat misturou textos recém-criados e outros que, apesar de escritos em 2004 e 2005, mantêm conexão com a década de 2020 “É um humor de identificação Há pessoas que se reconhecem nos personagens ou conhecem alguém que se parece com eles São encenações do dia a dia, situações que a gente passa, um comentário que eu achei divertido”, conta o diretor.
Na época da criação dos primeiros textos, Porchat era estudante da CAL (Casa das Artes de Laranjeiras), no Rio, e chegou a encenar alguns dos esquetes ao lado do saudoso colega Paulo Gustavo “Foi muito lindo revisitar esses textos escritos há 20 anos, que eu fiz na escola pro meu colega Paulo Gustavo. E foi bom ver que esse material ainda é atual, funciona e é engraçado. Se estivermos conectados ao que acontece ao nosso redor, vamos entender o Brasil os costumes e as pessoas



A influenciadora, apresentadora e empreendedora digital Cela Lopes esteve em Los Angeles, nos Estados Unidos, durante a semana do Oscar, onde cumpriu uma intensa agenda de compromissos ligados à premiação mais importante do cinema mundial
No sábado (14), Cela marcou presença em um evento da Fox, o renomado “The Night Before Benefit”, que reuniu grandes nomes como Michael B. Jordan, vencedor da categoria “Melhor Ator”, um das mais importantes da cerimônia, Jacob Elordi, Dove Cameron e Diplo, entre muitos outros Para a ocasião, a influenciadora apostou em um look sofisticado e 100% Yves Saint Laurent, desde o blazer até os acessórios e o salto alto
No dia seguinte, chegou o grande momento No domingo (15), Cela compareceu ao Oscar 2026, a mais importante premiação da indústria cinematográfica. Vestindo um elegante vestido da marca Balenciaga preto, desfilou pelo tapete vermelho acompanhada de seu namorado, João Brasio, e assistiu à cerimônia diretamente do local
Após a premiação, a brasileira também marcou presença em algumas das after parties mais badaladas, como a festa promovida por Elton John, além de outros encontros exclusivos voltados a convidados especiais da indústria do entretenimento e influenciadores internacionais
Apesar de já ter participado de eventos internacionais anteriormente como o Festival de Cannes, na França, onde encontrou o ator Tom Cruise no ano passado esta foi a primeira vez que a influenciadora acompanhou de perto a temporada do Oscar em Los Angeles. Em 2025, ela também esteve nos Estados Unidos para receber um prêmio de liderança filantrópica durante o New York Gala, realizado no tradicional The Plaza Hotel
Nos dias que antecederam a premiação, Cela também compartilhou com seus seguidores momentos de turismo pela cidade. Desde quarta-feira, ela mostrou pontos famosos de Los Angeles e Beverly Hills, além de curiosidades como os carros autônomos que circulam pela região, mansões e condomínios de celebridades e bastidores da rotina na cidade durante a movimentada semana do Oscar.


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