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Backstage Apresenta #6 - Pingguim

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PINGGUIM

Fotografias:Divulgação

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ANTES DE UMA ENTREVISTA EXCLUSIVA....

Pingguim é a prova de que a arte é o melhor caminho para a transmutação. Após atravessar momentos turbulentos, o artista encontrou na música a luz para o seu despertar, transformando a escuridão em uma essência solar e resiliente. Com raízes no ABC paulista e hoje radicado em Ribeirão Pires, ele equilibra uma entrega intensa com uma alma leve, mantendo-se sempre "pé no chão". Em sua nova fase pela Midas Music, essa busca pela paz se traduz em um som que mistura rock, hip hop e reggae. Através do novo EP "Volte a Viver", Pingguim compartilha sua reconstrução pessoal e convida o público a um reencontro com a própria alegria, provando que, mesmo após a tempestade, é possível sorrir e recomeçar.

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Quando e como você percebeu que essa era a carreira que queria seguir? Houve um momento decisivo?

Eu não tinha conhecimento musical algum, mas desde moleque, dentro de mim, sempre teve algo que me puxava pra esse lado, montar uma banda era meu sonho, mas ainda assim não me via como cantor. Com o tempo passei a escrever e compor algumas músicas e cheguei nessa parte da banda com os amigos, cantar o que eu escrevia foi o que fez sentido na época, mas foi somente no palco que eu senti de fato esse momento decisivo, “aqui é o meu lugar”

Quem ou o que foi sua maior inspiração no início de tudo?

O rock em si junto com o mundo do skate foi o que me motivou. A união que a gente tem por natureza somando com o rap e o reggae, algo muito bom e inexplicável acontece nessa tribo, isso é notável por qualquer um, mas quando eu falo de rock e de skate no Brasil O que vem na sua mente? Acredito que não só eu como vários artistas no país até de outros seguimentos musicais tem o Chorão como referência ou levam algum sentimento de respeito e admiração pelo legado que ele deixou na vida de milhares de pessoas através da sua figura e suas canções “Só o amor constrói pontes indestrutíveis”

Qual foi o maior desafio que você enfrentou no decorrer da sua carreira até agora e o que aprendeu com ele?

O maior desafio foi eu comigo mesmo. Essa fase que me perdi de certo modo cuidando da minha saúde mental, me mostrou de fato que fazer música era minha missão, meu chamado, pois mesmo nos piores momentos possíveis, eu querendo me enganar e negar a música, ela nunca saiu de mim. Então, eu aceitei e estou aqui agora, fazendo música com muita verdade e sentimento pro nosso povo curtir no seu íntimo cada um no seu momento.

Qual foi o projeto ou trabalho que mais te marcou e por quê?

Esse projeto agora, chamado “Volte a Viver”, não são só músicas, não é só um título, é a minha história Ter o Rick acreditando e fazendo parte disso me trouxe vida de volta, estou vivendo aquilo que sempre sonhei, porém além do que já pude sonhar

Qual foi o momento nos bastidores em que você sentiu a maior adrenalina (ou nervosismo) antes de uma performance/gravação importante?

A primeira vez que gravei com o Rick, confesso que dei uma tremida de primeiro momento. Em um dia eu estava em casa enfrentando minhas guerras e no outro dia estava eu ali gravando com o cara que fez praticamente toda trilha sonora do que escutei minha vida toda, até a gente entender o que está acontecendo leva um tempo, ainda estou entendo, mas já está acontecendo

Qual foi o conselho mais valioso que você recebeu no backstage?

Seja verdadeiro, é o que o Rick sempre deixou claro Mesmo na era digital, ainda somos seres humanos, somos movidos pelos nossos sentimentos, quando a gente é verdadeiro, as pessoas sentem isso, no quesito backstage o trabalho fica mais leve pois eu não preciso forçar um personagem. Pra eu ser o Pingguim, o único “esforço” que preciso fazer é apenas ser eu Olha só como isso é libertador pra um artista. Trabalhar bastante e acreditar no que a gente está fazendo faz parte também

Qual é a sua memória de backstage favorita de toda a sua carreira?

Na primeira reunião que tive com a gravadora o Rick na minha frente de braços cruzados me olhando com um olhar de análise aparentemente pensando consigo mesmo: “Será? Ele disse, “É, faz um tempo que eu estou procurando alguém aí”. Agora se eu vou ser esse alguém quem vai dizer é o público, está nas mãos do Rick, mas também está nas mãos de Deus, eu nunca estive sozinho nisso.

Existe algum “segredo” dos bastidores que você pode nos contar (sem entregar demais!)?

Existe sim! No começo eu enviei 4 músicas pro Rick. 1 delas ele não curtiu e realmente não estava boa, foi onde eu tive que fazer uma música nova no meio do projeto. Tivemos tempo, mas as coisas já estavam acontecendo, o fato de uma música ruim não ter sido aprovada, fez nascer uma música nova chamada “Volte a Viver”, uma das músicas mais bem faladas e que deu o nome do nosso EP.

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Souumapessoaintensa nascoisasquefaço,mas aomesmotempocom leveza.Vivimomentos turbulentoseissomefez buscarouentender melhoroqueéviverem paz,.Atravésdessa escuridãofoionde encontreialuzdessemeu despertar,minhaessência ésersorridente,altoastral, massemperdermeulado pénochão.

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