ProgramadePós-Graduação em Desenvolvimento Regional
PPGDR
Edição 4,ano 1,dezembrode2021.
ProgramadePós-Graduação em Desenvolvimento Regional
Tradicional Natal Patobranquense
Foto:
Coordenação: Wilson Itamar Godoy Design e Redes Sociais: André Luiz Simonetti, Larisse Medeiros Gonçalves, Luis Gustavo Rios, Mary Hellen De Itoz Debastiani Notícias e Redação: Adriana Kunen, Cleverson Malagi, Milena Demetrio, Mirian Cozer Diagramação: Cristiane Maria Tonetto Godoy, Eloá Júlia de Cezaro Eidt e Larisse Medeiros Gonçalves Revisão: Maria de Lourdes Bernartt e Rodrigo Bordin
ComunicaPPGDR Ed.4Ano 1
É com muito orgulho que apresentamos a quarta e última edição de 2021 da Revista Comunica PPGDR! O ano de 2021 foi um ano desafiador para toda população brasileira, chegamos em dezembro com o coração cheio de saudades daqueles que se foram, mas também cheio de gratidão e esperançada vindadedias melhores.
Nesta edição contamos com diversas atividades do programa, bem como indicações de eventos, revistas com temas afins ao programa e uma seção dedicada à cultura que vale a pena conferir. Iniciamos nossa revista com a mensagem da coordenação, onde o Prof. Dr. Wilson I. Godoy fala sobre o papel das/dos professoras/es universitárias/os diante de um mundo emconstantesmudanças. A seguir apresentamos as notícias do programa, onde comentamos sobre as inscrições do processo seletivo 2022 e sobre os eventos organizados pelas/os alunas/os e professoras/es do PPGDR durante o período. Caso você tenha perdido algum dos eventos do programa, não se preocupe! Eles podem ser encontrados no canal do YouTube do Comunica PPGDR, que se mostrauma iniciativade sucesso. Logo após as notícias do programa apresentamos os trabalhos das/dos discentes do programa que foram aceitos em eventos como IX CIETA, XXIII ENGEMA e III SUSTENTARE, eventos internacionais de grande prestígio para a área do desenvolvimento regional. Além dos trabalhos aprovados em eventos, prestigiamos as alunas, alunos e professoras/es que tiveram trabalhosaceitos em revistasduranteo período. No ambiente do professor contamos com a participação do Prof. Dr. José Ricardo da Rocha Campos, que comenta sobre o papel dos solos e da água na força da agricultura familiar do sudoeste paranaense. No artigo do discente contamos com a participação de nossa colega de mestrado Eloá Júlia de Cezaro Eidt que comentou sobre a apresentação de sua pesquisa para o Conselho Municipal de Turismo do município de Quilombo - SC. Por fim, no espaço do egresso Jaiarys Capa Bataglin comenta como o PPGDR foi responsável pela sua transformação pessoal, possibilitando a ela ver o mundo comoutraslentes.
ComunicaPPGDR Ed.4Ano 1
Você pode enviar sugestões, informações e divulgação de eventos, bancas e chamadas de publicação de artigos para o e-mail: comunicappgdr@gmail.com e, caso tenha vontade de fazer parte da Comissão de Comunicação do PPGDR pode entrar em contato pelo mesmo e-mail ou com um dos membros da equipe. Contamos com você para fazer com que a comunicação do PPGDR seja cada vez mais inclusiva eabrangente! A equipe do Comunica PPGDR deseja a você, aos seus familiares e amigos(as) boas festas eum Ano Novo cheio de esperança, saúde, amor e sucesso!
Abraços eboa leitura! Milena Demetrio MestrandaPPGDR Coordenadorada Equipede Redação
“AMissão do(a)Professor(a)Universitário(a)” PorProf.WilsonItamarGodoy*
As mudanças aceleradas que o mundo está experimentando estão afetando a vida das pessoas e seu cotidiano, e, sobremaneira, as instituições educacionais, de forma geral. Neste viés, as mudanças sociais, culturais, econômicas que nossa sociedade tem experimentado, bem como a sua constante reconfiguração, têm impactado e afetado inevitavelmenteo mundo educacional. Em vista disso, mudanças de paradigmas educacionais têm provocado novas demandas,causando a médio prazo,grandes mudanças nas universidades, da mesma forma que causam alterações nas funções, papéisetarefasatribuídasaos(as)professores(as). Este cenário, de trocas aceleradas e profundas, na configuração das instituições educacionais, coincide com um momento revisionista das funções, da eficiência e da eficiência, de todas as organizações e instituições. Os(as) docentes universitários(as) desenvolvem primordialmente as suas funções de ensinagem, planejando e executando processos de ensino e de aprendizagem na graduação e na pós-graduação, além disso, concomitantemente, coordenam e executam projetos de pesquisa e de extensão, além de atuarem em diversas outras atividades relacionadas ao seu DepartamentoAcadêmicoeàsuaÁreade atuação.
Tudo isso nos leva à conclusão de que precisamos analisar os contextos e os cenários de atuação dos(as) docentes e suas diferentes funções como elementos anteriores à definição própria das competências tradicionais. São profissionais que participam, pois, ativamente, como qualquer outro membro de sua instituição, não apenas na sala de aula, na pesquisa e na extensão, mas também na organização e gestão burocrática, e tantas outras funções de organização de recursos humanos, gestão de grupo, resolução de conflitos, gestão administrativa, normas regulamentares e operacionais, habilidades de comunicação, de relacionamento com outros organismos nacionais e internacionais e uma infinidade de outrastarefasrelacionadasao contextouniversitário.
Com efeito, o perfil profissional de um(a) professor(a) universitário(a) da Pós-Graduação denota um profissional que ultrapassa o nível de transmissão de conhecimento – tornando-se orientador, mediador, facilitador, conselheiro, tutor e cúmplice nos processos de aprendizagem,depesquisa,deextensão edeformaçãohumana. Assim, para poder desempenhar as suas variadas funções deve ter atitude flexível, autocrítica, tolerante, mente aberta, proativa, iniciativa e desprendimento para a tomada de decisões. Nosso profundo reconhecimento pelo trabalho e pela importância a todos os(as) professores(as) queexercemestanobremissão.
PPGDR “ProcessoSeletivo PPGDR2022” OrganizadoporAdrianaKunen,RodrigoBordineMilenaDemetrio. Em setembro deste ano, foram abertas as inscrições para ingresso nas turmas de mestrado e doutorado de 2022 do PPGDR. As inscrições encerraram no dia 10 de outubro e contamos com inúmeras candidatas e candidatos interessados. Para o mestrado, a seleção contou 52 inscritos e para o doutorado foram 39 inscritos, nas duas linhas de pesquisa do programa. Algumas inscrições não foram homologadas por falta de documentos exigidos no Edital, como currículo da Plataforma Lattes, ficha de auto pontuação e o projeto de pesquisa. É de suma importância que os/as candidatos/as interessados em participar de seleções enviem todaadocumentaçãonecessáriaparadarcontinuidadeao processo. O Edital com as inscrições homologadas, bem como os recursos deferidos e indeferidos, pode ser encontrado na página do Programa neste link. Desejamos a todas as candidatas e candidatos boa sorte para as próximas etapas da seleção, e que venham, com alegria, fazer parte da famíliaPPGDR em2022.
“Conversatóriosobretrajetóriaseexperiênciasem pesquisas:Brasil eCostaRica” Na tarde de primeiro de outubro, os professores Doutores Edilson Pontarolo e Maria de Lourdes Bernartt mediaram o “Conversatório sobre trajetórias e experiências em pesquisas: Brasil e Costa Rica”, evento destinado à turma 2021 do Doutorado, no componente curricular Pesquisa Qualitativa e Quantitativa, com o objetivo de dialogar com pesquisadores acercade suas produções. Os convidados foram a Dra. Maria Cecília Garcez Leme (Universidad Nacional/Costa Rica), Dra. Nelise Wielewski (Universidad Nacional/Costa Rica), Dr. Aruanã Antonio dos Passos (DAHUM/UTFPR Campus Pato Branco), Dr. Luís Carlos Ferreira Bueno (DAINF/UTFPR Campus Pato Branco) e Dr. Oldair Giasson (DACON/UTFPR Campus Pato Branco), que relataram o percurso do doutoramento no que tange à construção da tese e do percurso metodológico adotado. Os doutorandos tiveram a oportunidade de partilhar seus anseios em relação à pesquisa que se propõem a desenvolver, se identificaram com relatos dos convidados e puderam interagir de maneira a trocar informações.Assistaàgravaçãodo eventono link.
Dando continuidade ao “Conversatório sobre trajetórias e experiências em pesquisas: Brasil e Costa Rica”, organizado pelos professores Edilson Pontarolo e Maria de Lourdes Bernartt junto à turma 2021 do doutorado, no componente curricular “Pesquisa Qualitativa e Quantitativa”, a tarde do dia 08 de outubro foi abrilhantada com a presença dos convidados: Dra. Franciele Clara Peloso (DAHUM/PPGDR/UTFPR, Campus Pato Branco); Dr. Michel Jean Marie Thiollent (Docente voluntário no NIDES – Núcleo Interdisciplinar para o Desenvolvimento Social /UFRJ) e de Dr. José Mario MendézMendéz(Universid Nacional/CostaRica). Com muita propriedade e riqueza de detalhes, os convidados relataram suas atividades no que tange à pesquisa e à metodologia de trabalhoqueadotaramem suas teses,quando cursaramo doutorado. Novamente, os doutorandos puderam interagir entre si e com os convidados de maneira a trocarem informações sobre as pesquisas que pretendem desenvolver e os caminhos metodológicos que pretendem trilhar. Foram registradas participações de docentes e discentes da Universidade Federal e do Instituto Federal do Rio de Janeiro, que fizeram apontamentos valiosos e sinalizaram laços de futuras parcerias com o PPDGR.Assistaàgravaçãodo evento no link.
“ÓbviasAndarilhagens:sentipensar aAmérica Latinacomo PauloFreire” No dia 23 de setembro de 2021, às 19:00 horas aconteceu o VI Seminário do Grupo de Estudos sobre Universidade (GEU/UTFPR) em comemoração ao centenário de Paulo Freire. A palestrante convidada foi a Professora Dra. Cheron Zanini Moretti da Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC), e o evento contou com a mediação da Professora Dra. Franciele ClaraPeloso,docentedo PPGDR. O evento foi organizado pelas professoras Marlize Rubin-Oliveira e Franciele Clara Peloso em parceria com os/as discentes: Angélica S. de Wallau, Antônio C. Mazetti, Brendo S. Costa, Daiane P. Paz, Joana B. Faggion, Luana S. Santos, Milena Demetrio e Pamela Cichoski. Este evento também contou com o apoio do Grupo de Pesquisa Artemis. Até agora o evento já soma 193 visualizações no canal do YouTube do Comunica PPGDR e teve cerca de 30 ouvintes simultâneos que participaram de um lindo diálogo sobre a trajetória de Paulo Freire e seu legado para a educação. O evento pode ser acessado no link.
ProfessorasCheron,ClaraeMarlize.
“Trabalhodo PPGDR premiadoemeventointernacional” Encerrando o ano com chave de ouro, informamos com orgulho e satisfação que o trabalho da mestranda Adriane Rodrigues Zboralski, em parceria com as doutorandas Larisse Medeiros Gonçalves e Luana Santos dos Santos sob orientação do Professor Dr. Wilson Itamar Godoy, ficou em primeiro lugar na Cerimônia de Premiação de Trabalhos do evento internacionalXIV SICOOPS & V FETICIS.
O XIV Seminário Internacional de Desenvolvimento Rural Sustentável, Cooperativismo e Economia Solidária e a V Feira de Ciência, Tecnologia e Inovação Social aconteceram de 29 de novembro a 3 de dezembro de 2021. Estes eventos foram organizados pelo Instituto Federal do Pará campus Castanhal em parceria com o PPDRGEA Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural e Gestão de Empreendimentos Agroalimentares e duas universidades internacionais: a Universitat d’Alicante (Espanha) e a Le Mans Université(França). O artigo premiado intitula-se: “Pobreza e vulnerabilidade social: um estudo acerca das famílias agricultoras no Estado do Paraná” e faz parte da área temática de “Agroecologia, Agricultura Familiar Camponesa e Soberania Alimentar” na modalidade artigo completo. O trabalho teve como objetivo analisar a pobreza e a vulnerabilidade social das famílias agricultoras paranaenses, através da pesquisa constatou-se que mais de 79 mil famílias se encontravam em situação de pobreza e dessas quase 53 mil estavamemsituaçãodeextremapobreza. O estudo é importante pois a agricultura familiar é uma categoria muito abrangente e estes grupos em vulnerabilidade social precisam ser identificados para o melhor direcionamento das políticas públicas. Neste sentido, o trabalho identificou que muitas famílias precisam da ampliação de políticas como o Renda Agricultor familiar e inclusão social e produtiva atravésdo incentivoaestasatividades.
A família PPGDR parabeniza as autoras e autor pelo trabalho de grande importância social e pelo prêmio recebido, o qual demonstra o alto nívelde comprometimentocomaqualidadeda suaproduçãocientífica!
Trabalhosendo Apresentadopor Adriane Rodrigues Zboralski
Adriane Rodrigues Zboralski sendo avaliada pelas professoras Dra. Roberta Ceolho e Dra. Gilberta Couto
PPGDR “Desafios eperspectivas dacidadecontemporâneaeo Desenvolvimento Regional”
Folderde divulgação No dia 03 de setembro, ocorreu o terceiro evento promovido pelos discentes do PPGDR do ano de 2021, cujo objetivo contemplou a discussão de desafios e perspectivas da cidade contemporânea, bem como possibilidades de gestão urbana visando ao desenvolvimento regional. O evento contou com os palestrantes: Dr. Fabio Duarte, pesquisador no MIT Senseable City Lab, Lecturer em Estudos Urbanos no MIT, e professor do Programa de Pós-Graduação em Gestão Urbana da Pontifícia Universidade Católica do Paraná; Dr. Carlos Leite, membro permanente da pós-graduação da Universidade Presbiteriana Mackenzie-SP, autor do livro "Cidades Sustentáveis, Cidades Inteligentes"; Dr. Clóvis Ultramari, professor permanente junto ao Programa de Pós-graduação em Gestão Urbana, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná e ao Programa de Pós-graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimento da Universidade Federal do Paraná; e Ma. Raiana Ralita Ruaro, discente da oitava turma de mestrado do PPGDR, que teve sua pesquisa ligada à Linha de pesquisa Regionalidade e Desenvolvimento com um estudo de caso no município de Pato Branco abordando aexpansãourbanaem cidadesinteligentesesustentáveis.
Totalizando 2 horas e 35 minutos, o evento contou com aproximadamente trinta minutos de fala de cada palestrante e, em sequência, discussão das perguntas recebidas por meio do chat. Os discentes responsáveis pelo evento foram: Adriana Kunen, Eloá Júlia Eidt e Suelyn Longhi de Oliveira, além do apoio da Dra. Cristiane Tonetto Godoy. O evento também contou com a participação do Grupo de estudos Cidades Inteligentes e Sustentáveis (GECIS), o Grupo de estudos e pesquisa Ambiente e Sustentabilidade (GEPAS) e o Grupo de pesquisa Políticas Públicas e Dinâmicas de Desenvolvimento Territorial e dos Professores Doutores Gilson Ditzel Santos, José Ricardo da Rocha Campos, Christian Luiz da Silva e Marcos Junior Marini. A transmissão teve 60 ouvintes ao vivo e mais de 250 visualizações no canal do Comunica PPGDR (Desafios e perspectivas da cidade contemporânea e o Desenvolvimento Regional).
Equipe organizadorado evento epalestrantes
“Multiterritorialidadesecartografiasdas diferenças”
Folderdedivulgação
O seminário “Multiterritorialidades e cartografias das diferenças” ocorreu na terça-feira dia 28 de setembro de 2021, às 19h, sendo transmitido pelo link: Diálogos do PPGDR. Esse evento foi organizado por acadêmicos do PPGDR: os doutorandos Pâmela Cichoski e Jean Filipe Favaro, e os mestrandos Angélica Servegnini de Wallau, Brendo Henrique da Silva Costa e Milena Demétrio. Os palestrantes convidados para dialogar sobre a temática proposta foram a Prof. Letícia Kupri, Kaingang da T.I Mangueirinha, mestranda em História (UFRGS); o Prof. Dr. Pablo Mansilla Quinones, geógrafo (PUC/Valparaíso, Chile); o Me. Jean Filipe Favaro, doutorando (PPGDR) e pai de santo. A doutoranda Pâmela foi responsável pela condução do evento e apresentação dos interlocutores participantes.
O início foi destacado pela apresentação dos grupos de pesquisa do PPGDR: “Ariadne: rede de estudos da diversidade socioambiental” pela Profa. Dra. Hieda Maria Pagliosa Corona; “Artemis: gênero, juventude e cartografias da diferença” pela doutoranda Renata Kempf (UFPR); “GEU” pela Profa.Dra.Marlise Rubin-Oliveira.Na sequência a palestrante Profa. Letícia evocou questões que denunciam as violências da estrutura hegemônica institucional aos povos indígenas, trazendo exemplos de sua vivência e de seus ancestrais, que perpassam desde a linguagem do artesanato à linguagem nativa, que foi violentamente coibida pelo aparelhoestatalepelas subjetividadesda sociedadebranca. A palestrante também explicitou diferentes modos pelos quais os indígenas reinventam suas existências e resistem. Em seguida, o palestrante Prof. Dr. Pablo apresentou um trabalho interessantíssimo realizado pelos grupos de pesquisa que participa, com diferentes povos indígenas da América Latina. Sua exposição além de elencar as principais categorias teóricas que aciona (decolonialidade, rexistência, territorialidades, pesquisa-ação), elucidou uma prática que mobiliza tecnologias da cartografia moderna (GPS, topografia, sistemas de coordenadas oficiais, etc.) com a participação ativa e imprescindível dos povos indígenas para elaboração de mapas em seus próprios termos, que realçou uma grande potência para valorização desses territórios que são suprimidos pelalógicacolonialmoderna. Por fim, o doutorando e pai de santo Jean apresentou elementos teóricos (decoloniais, TAR, território, cosmopolítica) que permitem articular as populações marginalizadas e suas territorialidades junto à universidade, focando nos coletivos afrorreligiosos e suas cosmopolíticas. Expôs o funcionamento da lógica afrorreligiosa associada aos territórios e seus conflitos com a sociedade hegemônica, que atravessa dimensões raciais e cosmológicas. Ao encerrar a exposição dos interlocutores, o diálogofoiabertoparao debatejuntoao público.
“Aeducação no período dapandemia desafios e perspectivas”
Folderdedivulgação
O evento intitulado “Educação no Período de Pandemia: Desafios e Perspectivas” do PPGDR/UTFPR, ocorreu no dia 05 de outubro de 2021, das 14 às 17 horas, em formato de live no canal do YouTube do Comunica PPGDR, surgindo como proposta de um protagonismo dos Mestrandos e Doutorandos do PPGDR/UTFPR, o evento surgiu e ocorreu por meio do trabalho dos mestrandos André Preuss, Fábio Zambiasi, Luis Gustavo Rios, Wesley Emannuel Ribeiro de Freitas, sob a orientação da Dra. Cristiane Maria Tonetto Godoy. O evento teve 169 visualizações até o momento se encontra gravado no canal do Comunica PPGDR, no YouTube e pode ser acessadono link.
O evento teve como um dos objetivos desenvolver reflexões que auxiliem a aproximar-se e compreender os desafios, dificuldades e as perspectivas que envolvem a educação no contexto da pandemia. Para isso, contou com os seguintes palestrantes: Dr. Rodrigo Lamosa, que tratou sobre os desafios atuais e condições de trabalho do professor/a em tempos de pandemia; Ma. Adriana Avila, que abordou sobre os desafios e condições de aprendizagem de alunos em tempos de pandemia; e a Dra. Adriana Farias, que elucidou as perspectivas da educação na pós-pandemia. O evento contou com a colaboração e apoio do Grupo de Estudos Sobre Universidade (GEU/UTFPR) e do Grupo de Estudo Sociedade,CiênciaeTecnologia(SOCITEC/UTFPR).
Equipe organizadorado evento epalestrantes
"Segurança alimentar e nutricional: saúde e agricultura em tempos de pandemia“ No dia 22 de novembro ocorreu o sexto e último evento organizado pelas(os) discentes do PPGDR. O evento contou com a participação da Prof. Dra. Islândia Bezerra (FANUT/UFAL), Prof. Dra. Suzi B. Cavalli (UFSC) e do Prof. Dr. Sergio Schneider (UFRGS). Este encontro teve como objetivo refletir sobre a situação da segurança alimentar e nutricional do Brasil pensando na saúde e na agricultura em tempos de pandemia. As apresentações versaram acerca da alimentação saudável, com foco no consumo de alimentos produzidos de forma sustentável, além de demonstrar a importância deste modo de produção e consumo para a segurança alimentar da população brasileira. As/o palestrantes também refletiram sobre as dietas sustentáveis, uma forma de alimentação segura, saudável e sustentável, e sobre modos de agricultura, a contribuição da agricultura familiar para a segurança alimentar da nação, sobre os hábitos alimentares das populações urbanas e sobre o papel do Estado como promotor de uma agricultura sustentável, alimentação saudável e desenvolvimento regional.
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Infelizmente este evento não contou com a presença de aluno egresso, pois a convidada não pode comparecer devido a seu horário de trabalho, entretanto, o evento foi marcado pela participação dos alunos e alunas do programa, que contribuíram para o debate com perguntas e observações no chat. O evento foi transmitido ao vivo pelo canal do Comunica PPGDR no Youtube e chegou a ter 53 expectadores(as) simultaneamente, hoje o evento já conta com 262 visualizações no canal. Você pode conferir este evento clicando aqui. O evento foi organizado pelas doutorandas Larisse Medeiros Gonçalves; Luana Santos dos Santos e Marcia Domênica Cunico Barancelli, e pelas mestrandas Mary Hellen de Itoz Debastiani e Milena Demetrio, com auxílio da pós doutoranda Cristiane Maria Tonetto Godoy. Além disso, este evento contou com o apoio dos grupos de pesquisa Artemis, GePPAdeM, Sal da Terra e GEPAS.
Equipe organizadorado evento epalestrantes
UTFPR em “Projeto deextensão:feiraorgânicado bairro” MiguelAngeloPerondi,NormaKiyotaeElisângelaBellandiLoss* OrganizadoporCleversonMalagi A produção de alimentos saudáveis tem sido um desafio frente ao modelo atual de produção, industrialização, distribuição e comercialização que gera inúmeros problemas socioeconômicos (saúde, desemprego, violência, fome, miséria, entre outros) e impactam no custo de vida de grande parte da população brasileira. Além desse contexto, existe a fragilidade adicional de segurança alimentar acirrada com a pandemiade COVID-19. ContribuiçãoeParceriadaUTFPRedemaisEntidades Em 2018, deu-se início ao projeto de extensão da UTFPR: “Feira Orgânica do Bairro” no município de Pato Branco, proposto em parceria entre UTFPR e o IAPAR (hoje IDR-Paraná) com o objetivo de oportunizar o acesso dos consumidores à alimentos saudáveis e implantou-se a primeira feira de produtos orgânicos e artesanais no bairro Jardim Primavera no município de Pato Branco. Em 2019, esta parceria se ampliou com a adesão do projeto à “Plataforma da Comida Saudável” e passou a se relacionar com entidades como a Associação de Estudos, Orientação e Assistência Rural – ASSESOAR, Centro de Apoio e Promoção da Agroecologia – CAPA, Rede Ecovida de Agroecologia, Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Sindicato dos Trabalhadores da Metalurgia e Secretaria Municipal de Agricultura. Em 2020, esse conjunto de entidades (em torno da Plataforma da Comida Saudável) inaugurou um site de compras on-line com entregas a domicílio ou nas feiras na forma de “drive thru”, bem como, inaugurou sua terceira feira no Bairro Planalto, resultando que o projeto hoje em dia possui três feiras semanais e um sistemaon-linede compraeentregadecestasadomicílio.
Para o Professor Dr. Miguel Angelo Perondi, um dos coordenadores desta iniciativa, este projeto de extensão busca por fortalecer uma produção e abastecimento de alimentos de forma sustentável, pois, busca aproximar o rural do urbano mobilizando as unidades de produção familiar, suas organizações e instituições em iniciativas locais de produção e comercialização. O projeto corrobora com o crescimento do interesse dos consumidores em se reconectar com quem produz o seu alimento, reconduzindo o agricultor ao seu papel de ator social, político, econômico e ambiental, por meio do fortalecimento da relação campocidade, que possibilite a construção social do mercado, discutindo temas como: o acesso a alimentos saudáveis, modelo de produção e consumo, matriz tecnológica, preço justo, entre outros temas que precisam estar nas pautas dos agentes de desenvolvimento, como agricultores (campo) econsumidores(cidade),enfatizou. O slogan do projeto é: “eu conheço quem planta meu alimento”. Para outra coordenadora do projeto, a professora Doutora e Engenheira Agrônoma do IDR-Paraná em Pato Branco (PR), Norma Kiyota, quando se fala em alimentos orgânicos ou agroecológicos, é necessário compreender que o mercado de produtos orgânicos no Brasil cresce em média 20% ao ano (IPEA, 2019). Entretanto, muitos apontam que o produto orgânico é mais caro que o convencional, por isto, é importante demonstrar que a disparidade de preços encontrada não se deve à qualidade do produto, mas à forma como este é acessado. Recentes pesquisas realizadas pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná – UNIOESTE em Francisco Beltrão (PR) e em andamento pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR e Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná IAPAR-EMATER - IDR-Paraná em Pato Branco (PR) estão chegando à mesma conclusão: os alimentos orgânicos ofertados diretamente pelos agricultores, nas feiras, apresentam a média dos preços no ano menor que os similares convencionais encontrados nos supermercados,pontua.
Ensinamentoseaprendizados E, na construção deste projeto se observou alguns desafios e aprendizados, que são fundamentais compartilhar em tempos de COVID-19: (1) Deve-se valorizar o trabalho de organizações governamentais (como os de fiscalização, pesquisa e ensino), não governamentais (como as associações e sindicatos) e privadas (como as cooperativas) na organização e orientação técnica da produção, transformação e comercialização da produção agroecológica / orgânica e ou artesanal, garantindo maior segurança sanitária, fiscal, de certificação orgânica e controlesocial; (2) Obter o apoio da comunidade local para abrigar a feira sob a tutela de um sindicato ou centro comunitário, para garantir: (a) o comprometimento do grupo de consumidores (Figura 1), (b) o atendimento aos requisitos mínimos exigidos pela vigilância sanitária, como ter banheiros, lavabo, piso coberto e utensílios de bancadas e lixeirase(c)um localfixoeconhecidoparao encontroda feira; (3) Compor um grupo de feirantes diverso entre agricultores individuais e coletivos, do município e fora dele, orgânicos e de produtos processados de forma artesanal, etc. Esta diversidade garantirá uma maior capilaridade de agricultores e oferta variada de alimentos na feira, tornando-se atrativo aos consumidores pelo acesso facilitado, mas também pelos preços baixos. Sendo que uma estratégia para reduzir o preço dos produtos da feira é internalizar (no município maior onde se organiza a feira) o menor custo de vida dos pequenos municípios do entorno(queprovémos feirantes); (4) Estabelecer um meio de comunicação entre consumidor e feirante para manter a reciprocidade e a expectativa da próxima feira. Exemplos: (a) o grupo de WhatsApp dos organizadores da feira substitui muitas reuniões, (b) o grupo de WhasApp, Instagram e Facebook da feira permite organizar pedidos e anunciar novos produtos de acordo com a sazonalidade, pois a feira, também, é o espaço mágico em que os consumidoresbuscam por novidades;
(5) Investir na relação de confiança entre os feirantes e consumidores. Para tanto, mantém-se: (a) uma agenda de eventos com palestras na Semana da Alimentação Saudável, (b) excursões para os consumidores conhecerem os feirantes, (c) organização de visitas das escolas, (d) realização de oficinas práticas de compostagem, separação do lixo, educação ambiental, saúde pública no espaço das feiras. Todas essas atividades, no sentido de manter a feira como um espaço de pertencimentocomunitário; (6) Sempre pensar na logística dos feirantes pactuando a feira com suas outras entregas.Como:(a) organizando diferentes locais de feiras no mesmo dia de viagem, (b) orientando que as entregas das compras institucionais (PAA, PNAE) ou mesmo (c) às entregas de cestas aconteçam no mesmo dia da feira, agindo assim, reduz-se o custo e o tempo de deslocamento e se consegue abastecer diversos canais de comercialização; (7) Estar atento às necessidades imediatas dos consumidores e evitar ao máximo que precisem complementar suas compras nos supermercados. Neste caso, a diversidade de produtos é muito importante, por isto, faz muita diferença a feira ofertar frutas e tubérculos além de verduras, ovos, queijo, frango e produtos transformados da carne suína, bem como, arroz, feijão, panificados, farinhas, açúcar mascavo, molho de tomate, sucos, vinagre, geleias, conservas,mel,etc.; (8) Cuidar para que a feira tenha um regimento que garanta aos consumidores que os feirantes são: (a) agricultores familiares com DAP (Declaração de Aptidão); (b) autorizados pela Vigilância Sanitária do Município sede do estabelecimento (e não da feira) para produzir o que comercializam; (c) certificados por alguma entidade cadastrada pelo MAPA9 e que produzem alimentos orgânicos (ou em transição); (d) de organizações que representam agricultores que atendem a essas mesmas condiçõesanteriores;
(9) Para garantir a diversidade, permitir aos feirantes comercializar até 30% do total do volume com produtos de outras cooperativas ou produtores, desde que não se tenha um produto similar na feira, e que siga a mesma norma sanitária, de certificação e de rotulagem, que estão elespróprios submetidos; (10) E, no sentido de permitir rastreabilidade, capacitar os feirantes a informar o cliente sobre a origem do produto, utilizando rótulos ou anotações no produto hortícola in natura a granel e embalados. Esta é uma ação que garante a rastreabilidade do produto e viabilizar que as cooperativas tenham lotes consolidados e atendam a legislação de rotulagens daSecretariaEstadualda Saúde do Paraná(SESA);
Grupo de apoioà“FeiraOrgânicaeArtesanaldo BairroPlanalto”
Produtores Para, Genésio Berns – Presidente da Coopervereda – “como produtor, a gente consegue ter uma estabilidade de produção devido à feira. São 46 produtores na cooperativa, na Coopervereda, tem 23 com certificado. No momento que o produto chega na cooperativa, é separado por produtor, e cada produtor tem um código que é uma rastreabilidade individual. E a gente quando traz pra feira, por exemplo traz identificado, não mistura os produtos, isso garante, tanto para o produtor que o produto vem de qualidade, e coloca ele no compromisso de produzir um produto cada vez melhor”,disse. Para a produtora Sirlei S. da Silva, além de tudo, há uma integração direta dos produtores com os consumidores, segundo ela,eles jáos chamam pelo nome,tem amizade. Para ela, é uma satisfação entregar um produto com qualidade, produzido porela.
Fotodeplantio de agroflorestaem feirantesna propriedadeIrio, no Passoda Ilha,em PatoBranco.
Consumidores Inês Slongo Komm, diz que sabe do valor nutricional dos alimentos orgânicos, e que estes agregam uma qualidade superior aos outros (não orgânicos), pois vêm com todos os nutrientes e isentos de veneno, além de frescos. Ela vem praticamente em todas as feiras, é uma consumidora fiel, enfatiza. Para a Professora Doutora Josiane Wedig, além de tudo é uma alegria poder ir na feira, encontrar as agricultoras e os agricultores e poder valorizar o trabalho deles, e também “ter um alimento de qualidadeparalevaraténossa mesa”,disse.
Entregade sacolasplásticasbiodegradáveisfeitas apartirde fécula demandioca
AUTFPR Para Wilson Godoy, Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional (PPGDR), da UTFPR-PB, a Universidade vem cumprindo seu papel na sociedade, contribuindo e transformando o meio em que está inserida, proporcionando por meio de suas ações, de seus docentes e discentes, com a extensão, melhores condições de vida e de desenvolvimentoàs pessoas envolvidas. Na visão de Godoy, pode-se dizer que é o popular “ganha, ganha”, ou seja, ganham os beneficiários dos programas desenvolvidos, nesse caso os produtores e consumidores, e ganha a Universidade, que consegue implementar tudo aquilo que é desenvolvido internamente em relação a projetos, ensino, pesquisa e extensão. “Estamos no caminho certo”,finalizou. Caso você queira obter maiores informações a respeito destas iniciativas, visite a página: Feira orgânica no bairro ou assista ao vídeo: Feirados bairros dePatoBranco.
AgroflorestadoPoloRegionalde PesquisadePatoBranco(IDR-Paraná)
Prof.Miguel Perondieprodutores
“UmBreveOlharsobreo Papeldos Solos eda Água na ForçadaAgriculturaFamiliar do Sudoeste Paranaense” OrganizadoporAdrianaKunen Nos últimos sete anos, vários trabalhos voltados à agricultura familiar foram realizados pela UTFPR, especialmente pelo Departamento de Agronomia e pelo Programa de Pós-graduação em Desenvolvimento Regional – PPGDR. A maioria destes trabalhos tiveram um viés mais social, analisando a organização da força de trabalho e a forma de interação dos agricultores com ferramentas de comunicação, com o mercado local e com o acesso à educação. Entretanto, indo em uma outra direção, alguns trabalhos analisaram o acesso e a disponibilidade de recursos naturais nas propriedades, especialmente em relação ao solo e à água, de forma a contribuir com o fortalecimento da agricultura familiar. Considerando que este último foi um dos assuntos que mais me dediquei nos últimos anos,ésobreelequevamos falarnos próximosparágrafos.
Grande parte da região Sudoeste do Paraná apresenta solos com elevada disponibilidade de nutrientes para o cultivo. Os teores de elementos como cálcio, o magnésio e o potássio, mesmo em regiões de matas que nunca receberam nenhuma forma de correção ou de adubação, são elevados. Resultados semelhantes foram observados para o elemento fósforo que, apesar de ser um dos nutrientes mais exigidos na agricultura, em algumas propriedades da região ele ocorre naturalmente e em níveis médios, o que contrasta com os solos de outras regiões do Brasil. O alumínio, por sua vez, elemento tóxico para as plantas, ocorrem emníveis toleráveis ou mesmomuitobaixos.
Apesar de estes níveis de fertilidade elevados serem quase uma constante na Região Sudoeste, algumas regiões como o Planalto de Palmas e o leste da cidade de Clevelândia apresentam uma realidade bem diferente. Alguns solos apresentam elevados teores de alumínio que inibem o crescimento e desenvolvimento das raízes das plantas, dificultando o pleno desenvolvimento da cultura. Ademais, nestas regiões, os teores dos elementos cálcio, magnésio e potássio também tendem a ser baixos, o que força o agricultor a investir mais em correção eadubação,o queoneraaprodução. O que as pesquisas têm demostrado é que a origem deste contraste de fertilidade está nas características químicas das rochas de origem. Enquanto solos com elevada fertilidade natural são, de maneira geral, desenvolvidos do Basalto, solos pobres e com elevados teores de alumínio são formados a partir do Riolitos. Em ambos os casos, são rochas efusivas formadas em derrames e que fazem parte da Formação Geológica Serra Geral, mas que diferem em relação a suas assembleias mineralógicas. No caso do Basalto, os minerais predominantes são os anfibólios e a olivina que são ricos nos elementos ferro, cálcio e magnésio. Os Riolitos, por sua vez, são rochas onde predominam o mineral microclínio que é,naturalmente, fonte dos elementos alumínio epotássio. O clima também tem um papel importante em relação ao potencial produtivo do solo. De maneira geral, solos desenvolvidos em regiões mais frias como o Planalto de Palmas e o norte da cidade de Clevelândia, tendem a ser menos desenvolvidos, apresentando elevado volume de fragmentos de rochas próximo da superfície. Isto acontece porque as baixas temperaturas reduzem a velocidade das reações químicas, impedindo o intemperismo dos minerais e inibindo o desenvolvimento do solo. Esta característica pode ser um impedimento ao desenvolvimento radicular das plantas, além de dificultar fortemente a mecanização agrícola. Apesar de ser um impedimento ao desenvolvimento do solo, o frio tem um papel importante no acúmulo e na manutenção da matéria orgânica no sistema, o que é um fato positivo.
Apesar de esta diferença interferir fortemente na produção agrícola, muito tem sido feito no sentido tornar solos deficientes nutricionalmente em solos produtivos. Entre 2016 e2018, um projeto de extensão percorreu várias cidades da região, entre elas: Palmas, Clevelândia, Mariópolis e Pato Branco coletando amostras de solos e água e orientando produtores quanto ao correto uso de corretivos e fertilizantes. Várias atividades foram realizadas também no sentido de orientar quanto aos cuidados no manejo das pastagens, do gado de leiteedas lavouras. Além de solos com elevada fertilidade natural, também foram coletadas amostras de água para se analisar aspectos de potabilidade. Foi observado que, de maneira geral, as propriedades familiares são, relativamente, bem servidas em termos de volume de água disponível e potabilidade dela. Apenas em alguns locais específicos foi identificada a presença de coliformes termotolerantes, geralmente associados à presença de animais domésticos próximos à captação ou devido à proximidadeentreo reservatórioeasaladeordenha.
É importante destacar que, apesar de ser uma região com bons índices pluviométricos, média próxima a 2000 mm por ano, também temos a presença de dois grandes aquíferos: o Guaraní e o Serra Geral. O primeiro, apresenta águas bicarbonatadas sódicas e encontram-se em elevada profundidade, sendo sua exploração mais difícil. Já o aquífero Serra Geral ocorre mais próximo à superfície e apresenta águas bicarbonatadas cálcicas de elevada qualidade e podem ser exploradas por poçosartesianos. Além da disponibilidade dos recursos naturais, a força da agricultura familiar na região está alicerçada na capacidade de interação dos agricultores com os vários atores sociais envolvidos na comunidade. O papel do cooperativismo no fornecimento de assistência técnica, na comercialização da produção e no fornecimento de insumos, apesar de apresentar potencial para melhorar substancialmente, é um exemplo a ser seguido por outras regiões do Brasil.
Prof.Dr. JoséRicardo da RochaCampos* http://lattes.cnpq.br/3641260022425300
“Apresentaçãodepesquisano ConselhoMunicipaldeTurismode Quilombo– SC” OrganizadoporAdrianaKunen No âmbito da pesquisa de mestrado no PPGDR, eu e meu orientador, professor Doutor José Ricardo da Rocha Campos, estamos elaborando o levantamento do patrimônio turístico de Quilombo. O município em questão localiza-se na região Oeste de Santa Catarina, conta com uma população aproximada de 10 (dez) mil habitantes e recentemente vem direcionando investimentos ao setor de turismo, voltados à exploração do potencial hídrico termal, de paisagens naturais e características culturais atreladasaoambienterural. Entre as ações para estruturação do setor registra-se o Conselho Municipal de Turismo, organização voluntária que conta com participação de representantes do poder público municipal, consultoria especializada do SEBRAE e membros interessados da sociedade civil em geral. As reuniões do Conselho ocorrem com periodicidade mensal e no encontro de agosto fui convidada a apresentar aspectos da minha dissertação em andamento.
Reuniãodo CONTurem Quilombo - SC
A explanação representou uma troca muito produtiva, tanto no sentido do reconhecimento da população presente acerca do estudo, quanto na colaboração de apontamentos adicionais para o levantamento, visto que uma das maiores dificuldades da pesquisa tange ao baixo númerodedadoseinformaçõesdisponíveis. Pessoalmente, um dos aspectos mais gratificantes do evento compreendeu os reiterados agradecimentos dos presentes em direcionar esforços de um estudo acadêmico para aspectos de um município de pequeno porte. Acredito que a intenção da nossa proposta e das pesquisas desenvolvidas na Universidade de forma geral, envolvem a produção e o compartilhamento de informações que sejam úteis para a sociedade e, nesse sentido, é uma alegria imensa conseguir conectar diferentes pessoas da comunidade externa com o que escolhemos tratar no ambiente acadêmico.
Eloá JúliadeCezaro Eidt* MestrandaPPGDR/UTFPR http://lattes.cnpq.br/5487317140134503
“ GDR:umolharcomnovaslentes” OrganizadoporAdrianaKunen Ao ingressar na 1ª Melhor Turma, do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional (PPGDR), em 2010, novos horizontes se abriram, e mais do que isso, novos paradigmas e novas lentes emergiram, provocando um processo de transformação, de ruptura, uma nova forma de ver e compreender a realidade. Certamente, o PPGDR foi para mim, um espaço de desconstrução e reconstrução, suscitando novos olhares e inquietaçõesembuscado conhecimento. Na época recém graduada, lembro-me da intensidade das aulas, das profundas discussões e reflexões em sala, da densidade dos textos estudados, dos seminários apresentados, dos congressos, das palestras. Também recordo com afeto das relações e vínculos estabelecidos entre docentes e discentes, das experiências e saberes compartilhados, além das diversas confraternizações e comemorações. O acolhimento, comprometimento e competência dos professores, durante este processo, tambémfizeramtodaadiferença,tornando o Programa singular. Ao finalizar o mestrado, continuei trilhando nessa caminhada em busca do conhecimento. Assim, ingressei no doutorado, no Programa de Pós-Graduação em Administração, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade, da Universidade de São Paulo (FEA/USP). Desde então, tenho atuado como docente e pesquisadora na área. Atualmente, sou professora na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), campus FranciscoBeltrão,Paraná,no cursodeAdministração.
Foram inúmeras as contribuições do PPGDR em toda essa caminhada, tanto em um âmbito acadêmico, quanto profissional e pessoal. Neste sentido, não poderia deixar de mencionar a minha admiração e respeito pela professora orientadora Dra. Hieda Maria Pagliosa Corona, que foi para mim uma inspiração. E aos professores, a minha gratidão pelas experiências proporcionadas e pelo saber compartilhadocomtantamaestria. Sem dúvida, o PPGDR deixou em cada discente a sua marca, pois uma vez internalizado o conhecimento, não é possível tirá-lo de dentro de si, provocando em nós novas iniciativas e uma nova maneira de ver o mundo. Mesmo depois de conhecer e participar de outros programas de pós-graduação e instituições de ensino superior, continuo a ver o PPGDR como um programa singular, cuja contribuição vai para além da esfera acadêmica, promovendo atores de desenvolvimento, onde quer que estejaminseridos.
Jaiarys Capa Bataglin* http://lattes.cnpq.br/4726947613533930
OrganizadoporAdrianaKuneneMilenaDemetrio Revista Brasileira de Gestão Urbana. Special issue – Informality in peripheral urban areas. Saiba mais em: SciELO - urbe. Revista Brasileira de Gestão Urbana
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OrganizadoporMirianCozereMilenaDemetrio
“CongressoInterdisciplinardeDireitos HumanoseFundamentais- CDHF” de08 a10dedezembrode2021 Realizado pelo Conselho Internacional de Altos Estudos em Direito (CAED-Jus) e pelo Conselho Internacional de Altos Estudos em Educação (CAEduca), o CDHF edição 2021, busca discutir os principais avanços e desafios dos Direitos Humanos e realizar um balanço sobre o seu futuro. O CDHF desenvolve-se exclusivamente de maneira virtual, sendo a tecnologia parte importante para o sucesso das discussões e para a interação entre os participantes por meio de multimídia de diversos recursos do CDHF contacomos seguintesdiferenciais: ● Abertura a uma visão multidisciplinar e multiprofissional sobre direitos humanos, sendo bem-vindos os artigos de acadêmicos de diversasformações; ●
Democratizaçãoda divulgaçãoeproduçãocientífica;
● Publicação dos artigos em livro impresso no Brasil (com ISBN), com envioda versãovirtualaos participantes; ● Interação efetiva entre os participantes através de ferramentas via internet; ● Exposição permanente do trabalho e do vídeo do autor no site para os participantesduranteo evento.
Para maiores informações acesse:CDHF 2021.
“XIXENANPUR:Planejandoourbanoeoregional,organizandoaesperança” Estão abertas as inscrições para o evento que é organizado pelo PPGDR – Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional/FURB, o qual acontecerá de forma on-line, entre os dias 22e27demaiode2022. O objetivo deste evento é a debater as causas mais profundas do complexo quadro social, com seus incontornáveis impasses e implicações nas escalas urbanaeregional,espera-sequepor meio desta interação se tenha a oportunidade de reavaliar as táticas e estratégias, adotadas até o presente, para a formulação e a consecução dos variados projetos societários que assentam em autêntica solidariedade, justiça, liberdade e autodeterminação. Que aí se constitua um espaço para a construção da esperança em escala urbana e regional. Para mais informações acesse:XIXENAPUR2022. "Agricultura familiar enelcentrodelossistemasalimentariossostenibles" de23a26denovembrode2021 Una Conferencia Global para ahondar en la implementación del Decenio de las Naciones Unidas de la Agricultura Familiar (DNUAF) 2019-2028 para conseguir sistemas alimentarios más sostenibles, resilientes, inclusivos y viables,contribuyendodirectamenteal cumplimiento de los ODS. Para mais informações acesse: Conferencia Global Agriculturafamiliaren elcentrode los sistemas alimentarios.
OrganizadoporMirianCozereMilenaDemetrio “ groecologia na Comunidade dosPaíses de Língua Portugues (CPLP): conheçaoresultadoextraordináriodotrabalhoexploratóriorealizadopara identificarasituaçãoatualdaagroecologiana L ”
Nesta edição especial do informativo do Centro de Competências para a Agricultura Familiar Sustentável da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CCAFS), você terá acesso ao resumo de dois webinários realizados pelo Centro com o objetivo de retratar de forma exploratória a situação da AgroecologianaComunidade. Para os webinários, foram convidados profissionais atuantes na área da Agroecologia ou áreas de proximidade para representar cada um dos países a partir de suas experiências pessoais e de uma visão mais abrangente a nível nacional. Confira detalhes sobre as apresentações de cada um dos países no informativo#3do CCAFS. Disponível em:FAO.
“ aradigmasdoplanejamentoterritorial emdebate” O livro resulta da tese da Carolina Galvanese, que recebeu o prêmio Capes de melhor tese de doutorado. Trata-se de um panorama abrangente da evolução das ideias e das políticasde desenvolvimentoterritorial. Resumo: Quais as implicações das transformações recentes do Capitalismo para as abordagens sobre territórios e desenvolvimento? Quais as lições tiradas das políticas territoriais desenhadas e implementadasnos últimosanos? Qual o lugar dos territórios na construção de trajetórias de desenvolvimento capazes de combinar redução de desigualdades e uso sustentável da natureza? Este livro aborda estas questões ao reconstituir o movimento das ideias e práticas do planejamento territorial ao longo do século XX e início do XXI, momento em que as novas expressões espaciais do capitalismo, a diversificação das dinâmicas territoriais e o aprendizado recente derivado de inovações no desenho de políticas de desenvolvimento territorial configuram um cenário desafiador na América Latina e no Brasil. Ao revisitar as diferentes teorias existentes – não só em termos históricos, mas em sua pluralidade conceitual –, a autora chama atenção para a importância da construção de uma nova geração de instrumentos e formas de interpretação da dimensão territorial do desenvolvimento contemporâneo. Por sua contribuição na atualização dos quadros cognitivos e dos enfoques para as análises territoriais este livro é um importante aporte, não apenas para leitores iniciantes no tema, mas para todos os que estão envolvidos com problemas emergentes associados ao urbano, ao rural, ao regional e ao ambiental, cruciais na construção de saídas para a atual encruzilhada civilizatória em que se encontram as sociedades contemporâneas e, em especial, a brasileira. Disponível em: Editora UFABC.
“ utricionismo:aciênciaeapolíticadoaconselhamentonutricional” Nutricionismo é um trabalho fundamental na crítica à lógica que se tornou predominante na alimentação humana. A fusão das palavras “nutrição” e “reducionismo” resume o olhar que Scrinis lança para o aconselhamento nutricional e o senso comum em tornodo tema. O livro foi lançado pela Editora Elefante em abril de 2021 em Parceria: O Joio e O Trigo e Apoio: ACT Promoção da Saúde e em setembro de 2021 iniciou o curso "Do Nutricionismo à Comida de Verdade – modalidade EAD". Disponívelem:Editora Elefante. ************************************************************************************
“ olíticaPúblicadeAssistênciaTécnicaeAssistênciaRural:avançose desafiosparaaconstruçãododesenvolvimentoruralsustentável” Segundo Ailton Santos, um dos organizadores do Livro, uma iniciativa partiu da preocupação de profissionais que trabalham na ATER em divulgar suas ações, aprendizados, informações de trabalhos relevantes para os principais beneficiários, mas também servisse de fonte de consulta para demais extensionistas e pesquisadores . Além de Ailton, que é Extensionista da EMPAERPB, o livro contou com a organização de Elaine Cristina dos Santos, da EMATERRN, Helloyse Alves dos Santos e Rodolffo Travassos Barbosa, da EMPAER-PB, Hemerson Fernandes Calgaro, da SAA-SP e Zélia Vanuza Marques, da EMATER-PA, todos membros do GEATER. Disponível em:GEATER.
OrganizadoporMirianCozer,CleversonMalagieMilenaDemetrio
“Afome e a Covid-19tornaram as condições de vida cada vez mais difíceis nas periferias do Brasil e, por isso, diversas ações de distribuição de alimentos foram organizadas - Comunicação CampanhaPeriferiaViva”.
Fonte:BrasildeFato
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“Orientaçõesparaaemissãodecertidãode movimentosmigratórios” As solicitações de certidão de movimentos migratórios podem ser feitas por mensagem eletrônica encaminhada ao e-mail umig.dcq.sc@pf.gov.br, acompanhada dos seguintes documentos digitalizados em formatoPDF: - Requerimento simples devidamente assinado, indicando o período a ser informado(o modelo pode sersolicitadoaoe-mailsupracitado); - Passaporteou carteiradeidentidade. Obs. O endereço eletrônico do solicitante deve ser o mesmo que foi informadopreviamenteduranteasolicitaçãodo passaporte.
“ ooked” A série, baseada em seu livro, "Cozinhar - Uma História Natural da Transformação" (2013), do jornalista norte-americano Michael Pollan explora, em quatroepisódios,a relaçãodos naturais (fogo, água, ar e terra) com práticas antigas e modernas de cozinha. Em todos os episódios, o jornalista aparece na cozinha de sua casa em Berkeley, na Califórnia, reiterando sua própria ideologia de que devemos voltar a cozinhar. Michael defende que, diante da indústria alimentar, cozinhar a própria comida é um ato político. Disponível no streaming Netflix. Fonte:Folhade S.Paulo. ************************************************************************************
“Ocomeçodavida2- lá fora”
Conexões genuínas entre as crianças e a natureza podem revolucionar o nosso futuro. Mas será que essa descoberta ainda é possível nos grandes centros urbanos do mundo? Evidências científicas apontam que a falta de contato com a natureza pode contribuir para problemas físicos e mentais. No novo capítulo de“OComeçoda Vida”,os principais especialistas no tema mostram como essa conexão pode fazer parte da cura para os maiores desafios da humanidade contemporânea e da construçãodeumavidade mais bem-estarefelicidade. O filme revela que esse pensamento tem sido transformador em diversas cidades pelo mundo que valorizam e promovem uma maior conexão com o mundo natural. A soma entre ciência e ação significam uma oportunidade única para um futuro com mais saúde para os humanos e parao planeta. Trailer disponível em:O Começo da Vida 2 - YouTube
Fonte:O Começo daVida2- LáFora
“Ojogodaimitação” Durante a Segunda Guerra Mundial, o governo britânico monta uma equipe que tem por objetivo quebrar o Enigma, o famoso código que os alemães usam para enviar mensagens aos submarinos. Um de seus integrantes é Alan Turing (Benedict Cumberbatch), um matemático de 27 anos estritamentelógicoefocado no trabalho,quetem problemas de relacionamento com praticamente todos à sua volta. Não demora muito para que Turing, apesar de sua intransigência, lidere a equipe. Seu grande projeto é construir uma máquina que permita analisar todas as possibilidades de codificação do Enigma em apenas 18 horas, de forma que os ingleses conheçam as ordens enviadas antes que elas sejam executadas. Entretanto, para que o projeto dê certo, Turing terá que aprender a trabalhar em equipe e tem Joan Clarke (Keira Knightley) sua grande incentivadora. Esta máquina criada para desvendar o Enigma lançou os princípios básicos para a criação dos computadores que utilizamos na atualidade.Fonte:AdoroCinema. ************************************************************************************
“AvingançadasJuanas”
O que você faria se, em uma simples conversa com uma desconhecida, descobrisse que, além de terem nomes iguais, têm também exatamente a mesma marca de nascença na mesma parte do corpo? Esse é o ponto de partida da série “A Vingança das Juanas”, nova produçãomexicanada Netflix. A série tem uma trama envolvente e mostra muitas das situações de violência que as mulheres passam no dia a dia como estupro, assédio, violência doméstica e abandono paterno. Com roteiro de Jimena Romero, a produção é uma adaptação da novela colombiana Las Juanas, lançada em 1997. A novela teve tanto sucesso na época que ganhou duas novas adaptaçõesentre2004 e2005 no México. Fonte:TecMundo.
Elis Regina&Adoniran Barbosa-Tiro ao álvaro A música foi censurada durante a ditadura militar devido a “falta de gosto”, como aponta um documento oficial da época. Houve um questionamento sobre o uso de palavras, como “tauba”, “artomorve” e “revorve”. A questão é que essas palavras não foram colocadas na música por falta de conhecimento do autor sobre o português, mas como recursopoético.Mesmo assimfoi uma das cançõesvetadasda época. Fonte:Guiado EstudanteAbril ************************************************************************************
BiquiniCavadão - Livre A música “Livre” foi gravada em 2014 e inspirada nas manifestações populares de junho de 2013. Ela expressa a vontade de ir à rua para protestarepedir por mudanças. Fonte:Blog do Stoodi ************************************************************************************
GilbertoGileChicoBuarque- Cálice A composição de Gilberto Gil e Chico Buarque criticava a ditadura, mas tentava driblar a censura por meio de um jogo de palavras, metáforas e referências bíblicas. O próprio título, que aparece no refrão, tem uma semelhança sonora com o imperativo “cale-se”, em uma crítica à censura da época. Fonte:Guiado EstudanteAbril
Childish Gambino-This IsAmerica Essa canção não tem ligação com um contexto histórico específico, mas com toda a estrutura social dos Estados Unidos. Para muitos, a música virou o hino antirracista do século. São inúmeras críticas na letra: sobre a imagem pejorativa que as pessoas têm da juventude negra, sobre o sistema racista enraizado na cultura americana e sobre a violência que a sociedadenegrasofredesdesempre. Fonte:Cançõesdeprotesto ************************************************************************************
ArethaFranklin - Respect Respect tem duas versões oficiais e lançadas: por Otis Redding e por Aretha Franklin, mas foi na voz da rainha do soul que a canção ficou mais famosa, tornando sua marca. A canção se tornou um hino para o movimento de direitos civis e para o movimento feminista da época: uma mulher negra, nos anos 60 (em um contexto de luta por direitos civis para negros), cantando Respeito foi algo, realmente, revolucionário. Embora a ideia inicial era que Respect fosse uma música pessoal, o poder que emanou de Aretha em sua perfomance fez com que a música fosse consagrada pelos movimentos black power, feminista e ativistas em todo mundo. Até hoje a música é vinculada a movimentos de protesto. Em 2018, algumas mulheres a associaram ao movimento #MeToo, contra assédioeagressão sexual. Fonte:Canções deprotesto *Todas as opiniões apresentados nos textos da revista são de inteira responsabilidade dos/das autores/as, não refletindo expressões da equipederedação,do PPGDR ou da UTFPR.
Artigos dos discentesedocentesaprovadosemRevistas,período julho anovembrode2021. Research,SocietyandDevelopment- ISSN2525-3409(A3) “THE DANGERS OF PESTICIDES FOR FARMING FAMILIES - AN INTEGRATIVE REVIEW” Autoria: Pedro Henrique da Silva Monteiro, Larisse Medeiros Gonçalves, Luana Santos dos Santos,LígiaKochhan de Fraga,Marlete TurminaOuteiro, Adriane RodriguesZboralski,Wilson ItamarGodoy “PERCEPÇÃO E AÇÃO ACERCA DA SEGURANÇAALIMENTAR: UM ESTUDO DE CASO COM AGRICULTORESFAMILIARES EM VITORINO/PR” Autoria: Caroline Viganó, Larisse Medeiros Gonçalves, Cristiane Maria Tonetto Godoy, José Ricardo da Rocha Campos, Wilson Itamar Godoy, PauloHenriquede Oliveira CadernosZigmuntBauman- ISSN 2236-4099(A4) “OUSO DOS INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE NA AGRICULTURA FAMILIAR:contextualizando aexperiênciado sudoestedo Paraná” Autoria: Cristiane Maria Tonetto Godoy, Wilson Itamar Godoy, Thiago de OliveiraVargas “PARA UMA DEFINIÇÃO DO ENVELHECIMENTO NO MUNDO CONTEMPORÂNEO: do percurso histórico a formação da Rede Global CidadeseComunidadesAmigáveisàpessoaIdosa (OMS)” Autoria: Carolina Rodrigues da Silva, Maria de Lourdes Bernartt, Aruanã Antoniodos Passos,FrancieleClaraPeloso “ESTUDO DA QUALIDADE DA ÁGUANAS PROPRIEDADES RURAIS VERSUS A PERCEPÇÃO DOS AGRICULTORES: um estudo para o Desenvolvimento Regional” Autoria: Cristiane Maria Tonetto Godoy, José Ricardo da Rocha Campos, MarcianoVottri,PauloHenrique deOliveira “PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU: das propostas às perspectivas no/do processodeinteriorização” Autoria:JoãoAlfredoBraida,Marlize Rubin-Oliveira
Artigos dos discentes e docentes aprovados em Eventos, período julho a novembro de 2021. IX CIETA, II TERRITÓRIOS POSSÍVEIS E XVIII INTI – TRANSFORMAÇÕES E TRANSIÇÕES: DIÁLOGOS, TEORIAS E PRÁXIS http://idihcs.fahce.unlp.edu.ar/territoriosposibles/ EJE 1 - PLANEJAMENTO URBANO: MAPEAMENTO DOS VAZIOS URBANOS PÚBLICOS DACIDADE DE PATO BRANCO, PARANÁ/BRASIL Autoria: Adriana Kunen, Joana Ceni Dalvoglio, Christian Luiz da Silva EJE 3 - INVESTIGAÇÃO-AÇÃO-PARTICIPATIVA E COOPERAÇÃO ENTRE ATORES TERRITORIAIS Autoria: Pamela Cichoski EJE 4 - LEITURA DAPAISAGEM E EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA. Autoria: Juliana Guimarães ************************************************************************************
XXIII ENGEMA: INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE ECONOMIA REGENERATIVA https://www.engema.org.br/22/
NA ERA DA
RISCOS E INCERTEZAS NO TEMPO DAGLOBALIZAÇÃO Autoria: Adriana Kunen, Mirian Cozer, Hieda Maria Pagliosa Corona III SUSTENTARE e VI WIPIS ************************************************************************************ https://www.even3.com.br/iii_sustentare_vi_wipis/ DESENVOLVIMENTO HUMANO, LIBERDADES E CAPACIDADES: UMA ANÁLISE DOS MUNICÍPIOS DO SUDOESTE DO PARANÁ A PARTIR DE UMA PERSPECTIVA SENIANA Autoria: Cleverson Malagi, Christian Luiz da Silva, Miguel Angelo Perondi ANÁLISES DE AÇÕES SUSTENTÁVEIS DE RESTAURANTES LOCALIZADOS EM UM MUNICÍPIO DO SUDOESTE DO PARANÁ Autoria: Mirian Cozer, Marciele Rimoldi Melo
XV CONGRESSO NACIONAL DE EDUCAÇÃO – EDUCERE" NO EIXO "EDUCAÇÃO AMBIENTAL” "EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA E A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES" Autoria: Juliana Guimarães, Nilvania Aparecida de Mello "EDUCAÇÃO COMO APORTE PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO E SOCIAL", Autoria:JulianaGuimarães,NilvaniaAparecidade Mello XIV SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL, COOPERATIVISMO E ECONOMIA SOLIDÁRIA E A V FEIRADE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO SOCIAL https://www.sicoopes.com.br/ “POBREZA E VULNERABILIDADE SOCIAL: UM ESTUDO ACERCA DAS FAMÍLIASAGRICULTORASNO ESTADO DO PARANÁ” Autoria: Adriane Rodrigues Zboralski, Larisse Medeiros Gonçalves, Luana Santos dos Santos,Wilson ItamarGodoy “VALORIZAÇÃO E RESISTÊNCIA DA AGRICULTURA FAMILIAR: OBSEVAÇÕES DIANTEO PANORAMAPANDÊMICO” Autoria:Larisse Medeiros Gonçalves, Ligia Kochhan de Fraga, Luana Santos dos Santos, Marlete Turmina Outeiro, Adriane Rodrigues Zboralski, Wilson ItamarGodoy “VULNERABILIDADE SOCIOAMBIENTAL AMAZÔNICA: O CASO DO NAUFRÁGIO DO NAVIO HAIDAR, BARCARENA-PA“ Autoria:Larisse Medeiros Gonçalves, João Vitor de Moura Sousa, Luana Santos dos Santos, Pedro Henrique da Silva Monteiro, Wilson Itamar Godoy “MULHERES E O SEU PAPEL COMO AGENTES ATIVAS NO DESENVOLVIMENTO: AS LIMITAÇÕES CAUSADAS PELA PANDEMIA DA COVID-19” Autoria: Mary Hellen de Itoz Debastiani, Luis Gustavo Rios, Miguel Angelo Perondi
http://www.utfpr.edu.br/cursos/ coordenacoes/strictosensu/ppgdr/ppgmodelo
comunicappgdr comunica.ppgdr
comunicappgdr@gmail.com
ProgramadePós-Graduação em Desenvolvimento Regional