Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional
PPGDR
Edição 3, ano 1, setembro de 2021.
Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional
“Natureza Patobranquense” Foto de Francisco Aldiel Lima
Coordenação: Wilson Itamar Godoy Design e Redes Sociais: André Luiz Simonetti, Larisse M. Gonçalves, Luís Gustavo Rios, Mary Hellen De Itoz Debastiani Notícias e Redação: Adriana Kunen, André Luiz Simonetti, Cleverson Malagi , Milena Demetrio, Mirian Cozer e Thaís Medeiros. Diagramação: Cristiane T. Godoy, Caroline V. Neves, Eloá J. C. Eidt e Larisse M. Gonçalves Revisão: Maria de Lourdes Bernartt e Rodrigo Bordin
Comunica PPGDR Ed. 3 Ano 1
A terceira edição da Revista Comunica PPGDR traz muitas novidades! Nestes dois meses, o PPGDR teve inúmeras atividades e boas notícias. Começamos o segundo semestre de 2021 com os eventos organizados pelas alunas e alunos do programa em parceria com os docentes e os grupos de pesquisa. Os eventos marcam o protagonismo das/dos discentes do programa, promovem interação entre as linhas de pesquisa e, além de trazer palestrantes de renome, resgatam egressos do programa, que fazem participações para compartilhar suas pesquisas e experiências acadêmico-profissionais. Nesta edição, temos a inclusão da seção “UTFPR em Extensão”, um canal de comunicação sobre a participação do PPGDR nas atividades de extensão da UTFPR Campus Pato Branco, a matéria inaugural é uma entrevista realizada pelo Me. Cleverson Malagi, doutorando do programa e membro do corpo editorial da revista. Na seção de publicações estão os trabalhos aceitos no II Cobicet e X SIDR, eventos com ampla participação das/dos discentes do programa. No ambiente do professor(a), temos a participação da Prof. Dra. Maria de Lourdes Bernartt, explorando a temática das Cidades e comunidades amigáveis à pessoa idosa. Na seção de artigo do discente, organizada pela Ma. Adriana Kunen, o colega Me. João Eduardo Linhares comenta sobre as Cidades Inteligentes e Sustentáveis e na área do egresso o Me. Guillermo Ramón Velásquez Castel conta sobre a importância do PPGDR em sua vida e trajetória acadêmica. Além destas matérias, a revista traz indicações de leitura, eventos próximos e dicas de documentários, filmes e músicas. Informamos que, após deliberação do corpo editorial, a publicação da Revista Comunica PPGDR passa a ser bimestral. Você pode enviar sugestões, informações, divulgação de eventos, bancas e chamadas para publicações de artigos para o e-mail: comunicappgdr@gmail.com, contamos com a sua participação para tornar a comunicação do PPGDR cada vez mais inclusiva e abrangente. Abraços e boa leitura! Milena Demetrio Mestranda PPGDR Coordenadora da Equipe de Redação
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PPGDR Processo Seletivo 2022 Por Mirian Cozer, André Simonetti e Thaís Medeiros
O Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional (PPGDR) da UTFPR Campus Pato Branco lançou o Edital 05/2021 para ingresso em novas turmas nos cursos de Mestrado e Doutorado, com início das aulas em março de 2022. Na seleção serão ofertadas 10 vagas para o Doutorado e 15 vagas para o Mestrado. As inscrições serão realizadas on-line, de 01 a 30 de setembro, exclusivamente, no endereço eletrônico: https://bityli.com/AXddc
Os documentos necessários para a inscrição, bem como os critérios classificatórios e o cronograma do processo seletivo estão disponíveis no referido Edital. O PPGDR possui duas Linhas de Pesquisa: Regionalidade e Desenvolvimento e Educação e Desenvolvimento, as quais têm como objetivo a realização de pesquisas focadas na problemática do desenvolvimento regional em bases sustentáveis. Para o Coordenador do PPGDR Wilson Godoy, “este é um espaço que permite o debate crítico relacionado a processos e a tecnologias existentes para a produção, bem como para a circulação de produtos regionais levando em conta a sustentabilidade e a formação de educadores para atuação interdisciplinar”.
Folder de divulgação
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Eventos do PPGDR Pelo segundo ano consecutivo, os discentes do PPGDR estão promovendo ciclos de palestras, envolvendo acadêmicos, professores e comunidade científica externa e local. Esses eventos contam com a construção e organização realizada pelos(as) mestrandos(as) e doutorandos(as) do programa com supervisão da Dra. Cristiane M. Tonetto Godoy, pós-doutoranda do PPGDR (que dentre as atribuições, além do auxílio aos discentes de forma geral, auxilia e organiza as atividades diretas com os bolsistas). Os eventos foram pensados para atender as diferentes linhas de pesquisas e as temáticas exploradas no programa, por meio de convites de palestrantes que promovam o intercâmbio entre os conhecimentos científicos e populares, permitindo a construção de saberes nos seus diversos olhares. O principal objetivo dessa iniciativa é o fortalecimento do protagonismo das/dos bolsistas e discentes no Programa, na construção das redes de contatos profissionais desses discentes, bem como na promoção do Programa nos diversos espaços e canais. Neste ano, tem-se como inovações: a participação de alunos não bolsistas, o apoio dos grupos de pesquisas e a participação de professoras e professores que trabalham com as temáticas, objetivando uma maior divulgação dos trabalhos realizados no Programa para a comunidade participante. Ademais, os eventos serão realizados por meio do canal de comunicação do Comunica PPGDR, pensando, também, na disponibilização desses materiais no acervo do Programa, ficando disponível a todos os públicos.
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Assim, para esse ano as propostas de eventos compreendem: 1. Descomplicando a Plataforma Brasil, que aconteceu dia 29 de julho. Equipe: Caroline Vieira Neves, Mirian Cozer, Rebeca Ribeiro Traça 2. Movimentos sociais, territorialidade e desenvolvimento, que aconteceu dia 11 de agosto. Equipe: Andressa Zanco, André Luiz Simonetti, Juliana Guimarães e Marcos Alves 3. Desafios e perspectivas da cidade contemporânea e o Desenvolvimento Regional, previsto para 03 de setembro. Equipe: Adriana Kunen, Eloá Eidt e Suelyn L. de Oliveira 4. Multiterritorialidades e cartografias das diferenças, previsto para 28 de setembro. Equipe: Angélica Servegnini de Wallau, Carlos Frederico Branco, Jean Favaro, Pamela Cichoski e Brendo Henrique da Silva Costa 5. A educação no período da pandemia: desafios e perspectivas, previsto para 05 de outubro. Equipe: André Preuss, Fábio Zambiasi, Luis Gustavo Rios e Wesley Emannuel Ribeiro de Freitas 6. Década do Envelhecimento Saudável 2020/2030, previsto para 01 de novembro. Equipe: Juliana Mara Nespolo, Rodrigo Bordin e Suelyn Maria Longhi Oliveira 7. Segurança alimentar e nutricional: saúde e agricultura em tempos de pandemia, previsto para 22 de novembro. Equipe: Marcia Domênica Cunico Barancelli, Larisse Medeiros Gonçalves, Luana Santos dos Santos, Mary Hellen de Itoz Debastiani e Milena Demetrio A pandemia trouxe os mais diversos impactos além de muitos desafios, mas incitou inúmeras possibilidades de mudanças, quebra de paradigmas com intensas transformações nas práticas pedagógicas, permitindo ousar no mundo das tecnologias, proporcionando avanços para o campo da educação, com maior alcance na disseminação do conhecimento. O PPGDR, nesse contexto pandêmico, aproveitou as oportunidades para aprender com as adaptações e concretizar ideias, sonhos e objetivos. A criação dos eventos de discentes e das plataformas de divulgação fazem parte deste movimento de adaptação.
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Descomplicando a Plataforma Brasil
Folder de divulgação O primeiro evento ocorreu na data prevista, 29 de julho, sendo transmitido pelo canal do Comunica PPGDR no YouTube ("DESCOMPLICANDO" A PLATAFORMA BRASIL - YouTube), contando com a participação do professor Dr. Edival Sebastião Teixeira e da egressa Mestra em Desenvolvimento Regional Helen Junara Balbinotti Zangrande, tendo o objetivo de apresentar o trâmite do Comitê de Ética e a Plataforma Brasil. O Comitê de Ética possui natureza consultiva, deliberativa, educativa, autônoma com a finalidade de analisar, emitir parecer e acompanhar as pesquisas científicas que envolvam seres humanos, bem como prestar orientações que se fizerem necessárias, garantindo a preservação dos aspectos éticos, e direitos fundamentais de indivíduos envolvidos na pesquisa. A Plataforma Brasil, por sua vez, é um sistema eletrônico criado pelo Governo Federal para sistematizar o recebimento desses projetos de pesquisa envolvendo os seres humanos nos Comitês de Ética em todo o país.
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O evento foi composto por três momentos, totalizando 2 horas e 15 minutos de transmissão. Iniciando com a fala do Prof. Dr. Edival Sebastião Teixeira, na sequência a participação da Mestra Helen Junara Balbinotti Zangrande e abertura para os palestrantes responderem as perguntas feitas no chat do canal do Comunica PPGDR. Esse momento teve como mediadores os discentes envolvidos com o evento: Caroline Vieira Neves, Mirian Cozer, Rebeca Ribeiro Traça e a Dra. Cristiane Tonetto Godoy. O seminário contou com a participação de 82 ouvintes durante a transmissão e teve mais de 300 visualizações do evento no canal Comunica Youtube. A maioria dos participantes presentes no evento ao vivo foram alunos do PPGDR (41,5%), seguidos de alunos de pós-graduação externos (17,1%). Assim, a maioria do público ouvinte está vinculado à UTFPR, sendo tanto dos campi Pato Branco, Dois Vizinhos, Curitiba, além da participação de docentes e discentes de instituições de educação superior de outros estados, como Mato Grosso, Piauí, Bahia, Amazonas, Santa Catarina e Alagoas, o que acaba auxiliando no fortalecimento e disseminação das pesquisas realizadas no PPGDR.
Equipe organizadora do evento e palestrantes
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Movimentos sociais, territorialidade e desenvolvimento No dia 11 de agosto, aconteceu o segundo evento promovido pelos discentes do PPGDR Andressa Zanco, André Simonetti, Juliana Guimarães e Marcos Alves, tendo como objetivo analisar e compreender dinâmicas em relação aos cenários dos movimentos sociais com base na territorialidade e nos processos de desenvolvimento, enfatizando-se as discussões acerca do atual contexto dessas lutas, bem como, analisar as implicações destes processos e quais seus entrelaçamentos (políticos, ambientais, culturais etc.), dentre outros fatores. O evento contou com as palestras do Prof. Dr. Maurício Berger, que atua como Professor assistente do Instituto de Pesquisa e Treinamento em Administração Pública (IIFAP), da Universidade Nacional de Córdoba, da Prof. Dra. Arlene Anelia Renk, que tem experiência em pesquisa e orientação na área de cidadania, socioambientalismo, antropologia rural, territorialidades, participação e controle social, da Prof. Dra. Silvana Terezinha Winckler, que tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito Ambiental e Direitos Humanos, atuando principalmente com os temas da cidadania, globalização, conflitos socioambientais e dinâmicas socioambientais e, do egresso do PPGDR Prof. Msc. Heliton Rogerio Zimolog, discente da quarta turma de mestrado, que teve sua pesquisa ligada à Linha de pesquisa Regionalidade e Desenvolvimento com foco em estudos sobre políticas públicas para a Agricultura Familiar e atualmente atua como Professor de Filosofia no Ensino Médio e Coordenador Municipal do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e Programa Nacional de Alimentação Escolar no município de Candói – PR. Folder de divulgação
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Totalizando 2 horas e 50 minutos, o evento contou com trinta minutos de fala de cada um dos/das palestrantes, sendo seguido de uma mesa redonda com as perguntas feitas via chat. Os discentes responsáveis pelo evento foram: Andressa Zanco, André Luiz Simonetti, Juliana Guimarães e Marcos Alves, além do apoio da Dra. Cristiane Tonetto Godoy e da mestranda do PPGDR Milena Demetrio. O evento também contou com a participação do grupo de Pesquisa em Sociedade Ciência e Tecnologia e das Profs. Dras. Nilvania Aparecida de Mello e Giovanna Pezarico. A transmissão teve 61 ouvintes ao vivo e mais de 100 visualizações no canal do Comunica PPGDR (Movimentos Sociais, Territorialidade e Desenvolvimento - YouTube).
Equipe organizadora do evento e palestrantes
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UTFPR
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UTFPR contribui para que Queijaria de Salgado Filho receba Selo Arte Por Cleverson Malagi É de Salgado Filho, no Sudoeste, o primeiro produtor paranaense a receber o Selo Arte, uma certificação que assegura o processo de produção artesanal e permite a comercialização para todo o território nacional. Concedida pela Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), por meio da Gerência de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Gipoa), o selo foi entregue à Queijaria Rancho Fundo e à produtora Franciele Rechembach Haselbauer. As regras para elaboração e comercialização de alimentos artesanais estão previstas no Decreto nº 9.918/2019 e abrangem todos os produtos de origem animal. Sendo responsabilidade dos órgãos estaduais a entrega do selo aos produtores, desde que sigam as exigências do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). “Além de indicar a adoção de boas práticas agropecuárias e de fabricação, o selo demonstra o cumprimento dos requisitos sanitários estabelecidos e inspecionados pelo Serviço de Inspeção”, diz o presidente da Adapar, Otamir Cesar Martins. A ideia é, por meio do acompanhamento constante da aplicação de práticas adequadas, ajudar os produtores a qualificar seus produtos e expandir o potencial de vendas. Pelo documento, é assegurado que o produto tem propriedades únicas e inerentes ao fazer artesanal, ligadas a uma região ou cultura. Para o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, a conquista colabora para a agregação de valor do agro paranaense e é resultado de um esforço conjunto de produtores e agentes públicos. “É uma oportunidade de mercado que mostra a qualidade das nossas agroindústrias e valoriza o produto feito no Paraná'', diz.
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Tradição Salgado Filho possui tradição de produtos coloniais, lembra a proprietária da queijaria, que é agrônoma, e mestre em agronomia, formada pela UTFPR campus Pato Branco. “Muitas famílias produzem queijo até para consumo próprio, e em qualquer lugar que você vai alguém tem uma história para contar, seja que a mãe ou os avós faziam ou comercializavam queijo.” Franciele e o marido já trabalhavam com a produção de leite, com objetivo inicial de industrializar, e começaram a fazer queijos em 2017, ainda na expectativa de comprar matéria-prima de outros produtores. A mudança começou em 2019, quando, a partir de um curso da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), parceira nesta conquista, Cresol, IDR-Paraná, Mapa e demais parceiros, a família passou a estudar a fabricação de um queijo diferenciado. Do curso, surgiu a Associação dos Produtores de Queijos Artesanais do Sudoeste do Paraná (Aprosud), pois os queijeiros desejavam valorizar o produto colonial e comercializar com mais segurança e qualidade. No mesmo ano, Franciele procurou o Serviço de Inspeção Municipal. “Hoje a gente vê a necessidade de comercializar esse produto fora e poder, além disso, levar essa tradição, pois tem muita gente que ainda não conhece o Paraná como produtor de queijo e o grande potencial da região”, afirma. Parceria Franciele afirma que o Selo Arte só foi possível por causa de um trabalho conjunto. “Não foi uma conquista da queijaria, foi do queijo colonial da região, uma conquista de valorização do produto, pela qual muita gente estava trabalhando e buscando. É um selo coletivo”, afirma. Também destaca a atuação do Serviço de Inspeção Municipal e da Adapar, em constante diálogo sobre os pontos que podem ser modificados e melhorados na produção. A fiscal do Serviço de Inspeção Municipal em Salgado Filho, Margarete Battisti Carbonera, explica a importância de conversar com produtores e conhecer a realidade de cada agroindústria. “A pequena Salgado Filho com o primeiro Selo Arte do Paraná não tem como a gente descrever a emoção. Temos que ler a legislação, mas também ver a realidade de cada propriedade para conseguir ajudar”, diz.
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Contribuição da UTFPR A UTFPR-FB desenvolve um projeto com o queijo Colonial artesanal do Sudoeste desde 2016, com capacitações para os produtores, publicação de livros e análises dos queijos, por exemplo. “Esse é o papel da universidade, é contribuir na sociedade, é ajudar a transformar. A extensão é um caminho sem volta, apaixonante. Hoje temos como parceiros também a Cresol, Sebrae, IDR-Paraná e MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento)”, afirma Fabiane Picinin De Castro Cislaghi, professora da UTFPR-FB. Para o Professor Dr. Wilson Itamar Godoy, Coordenador do Programa de Pós Graduação em Desenvolvimento Regional (PPGDR), da UTFPR-PB, “esse é um exemplo claro da importância da Universidade no desenvolvimento da comunidade, a extensão de acordo com Godoy, é um dos focos da UTFPR, e aqui, segundo ele, vemos claramente os objetivos da UTFPR que é o de oportunizar um espaço teórico/prático que permita analisar criticamente processos e tecnologias existentes utilizadas para a produção, transformação e circulação de produtos regionais, visando sua adequação à perspectiva da sustentabilidade”, enfatizou.
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“UTFPR amiga da pessoa idosa” Organização de Adriana Kunen A Rede Global de Cidades e Comunidades Amigáveis com a Pessoa Idosa, da Organização Mundial da Saúde (OMS) compõe-se, na atualidade, por mais de 1141 cidades em 44 países, em 14 redes, envolvendo mais de 262 milhões de pessoas, nas quais as práticas e as ações voltadas às pessoas idosas são realizadas e mostradas em âmbito mundial. As Américas têm mais cidades aprovadas na Rede do que qualquer outra região e representam mais da metade de todas as comunidades membros em todo o mundo, com mais de 600 cidades certificadas, cujos países participantes são: Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Costa Rica, Cuba, México, Peru, Porto Rico, Estados Unidos e Uruguai. A adesão à Rede Global da OMS exprime o compromisso dos gestores municipais em ouvir a população idosa quanto às suas necessidades para envelhecer com mais saúde e qualidade de vida, além de avaliar e de monitorar a acessibilidade das estruturas, serviços, programas, projetos e ações voltados a essa população, beneficiando todos os munícipes, independente da faixa etária. No Brasil, há 18 cidades inseridas na Rede Global da OMS, dentre essas, estão: Porto Alegre, Veranópolis e Esteio (RS), Balneário Camboriú (SC), Jaguariúna e São José do Rio Preto (SP), e outras 12 cidades estão no Paraná: Bom Sucesso do Sul, Chopinzinho, Dois Vizinhos, Itapejara D’Oeste, Nova Esperança do Sudoeste, Pato Branco, Pérola da Oeste, Realeza, Renascença, Santa Tereza do Oeste, Santo Antônio do Sudoeste e Sulina, certificadas no período de 2018 a 2020, mediante o acompanhamento da Equipe da UTFPR PB.
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Figura 1: Rede Global de Cidades e Comunidades Amigáveis com a Pessoa Idosa (OMS)
Fonte: https://extranet.who.int/agefriendlyworld/who-network/ Figura 2: Logotipos das Cidades Amigas dos Idosos no Sudoeste do Paraná, em 2020
Fonte: Rede de Municípios do Sudoeste do Paraná, 2020. No estado do Paraná, as 12 cidades já certificadas pela OMS tiveram a assessoria técnico-científica da Equipe de Extensão e Pesquisa (UTFPRPB).Na atualidade, a Equipe está acompanhando o processo de certificação internacional de mais 13 municípios paranaenses que manifestaram interesse à OPAS/OMS quais sejam: Ampére, Bela Vista da Caroba, Barracão, Capanema, Capitão Leônidas Marques, Cascavel, Colombo , Enéas Marques , Irati, Planalto, Prudentópolis, Salgado Filho e Vitorino.
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Para a execução desta demanda, em maio e junho de 2021, com o apoio da SETI-PR e da OPAS/OMS, a equipe ampliou-se com a integração de novos integrantes de instituições e organizações: Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) Campi PB, DV e FB, Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) Câmpus Realeza, Instituto Federal do Paraná (IFPR) Campi Palmas, Capanema e Coronel Vivida, Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE) Câmpus Francisco Beltrão, Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Centro Universitário da Fundação Assis Gurgacz (FAG) Cascavel, Rotary Club, Lions Club, Cras-DV, dentre outros, totalizando cerca de 35 integrantes pesquisadoresextensionistas - docentes, técnicos-administrativos, estudantes de graduação, de mestrado e de doutorado. O principal objetivo da equipe consiste em apoiar os gestores municipais para sondar e analisar opiniões e percepções de pessoas idosas, de cuidadores/familiares de pessoas idosas e de secretário(a)s municipais, na modalidade on-line, sobre 9 aspectos da vida urbana, destacando pontos fortes, fracos, e melhorias visando a construção do Plano Municipal de Ação para a População Idosa, e a inserção dos municípios na Rede Global da OMS. O método utilizado para a escuta junto à população idosa e a gestores é adaptado do Guia Global (OMS, 2008) e do Protocolo de Vancouver (OMS, 2007), mediante a realização de grupos focais e entrevista em profundidade, abordando 09 dimensões que influenciam na vida urbana, na saúde e qualidade de vida das pessoas idosas. A expectativa da Equipe, bem como da OPAS/OMS e do SETI-PR, é que, no lançamento da ‘Década do Envelhecimento Saudável 2020-2030’, pela ONU/OMS, em outubro de 2021, o estado do Paraná possa contar com 25 cidades amigas da pessoa idosa certificadas pela Rede Global da OMS. É importante destacar que a partir de nossos estudos e inserções empíricas nas comunidades locais e regionais, nas políticas nacionais e internacionais, a temática envelhecimento populacional/demográfico e desenvolvimento passou a integrar a Linha de Pesquisa Educação e Desenvolvimento, do PPGDR, bem como o Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Educação e Direitos Humanos (GEPPEDH).
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Em vista disso, o envolvimento da equipe de pesquisadores/extensionistas, nesta temática, no âmbito da pesquisa, da extensão e do ensino, tem gerados bons frutos para o PPGDR/UTFPR e para a comunidade regional, nacional e internacional, dentre os quais destacamos: ● No ensino, ofertamos a Disciplina Envelhecimento Populacional/Demográfico (mestrado/doutorado), em 2021-1, vinculada à linha Educação e Desenvolvimento. ● Na pesquisa, destacam-se três dissertações defendidas sobre a temática: 1)“Contribuições da Ergonomia e do Planejamento Urbano para o Envelhecimento e Validação de Instrumento Quantitativo no Município de Pato Branco-PR”, defendida por Suelyn Maria Longhi de Oliveira, no PPGEPS, em 2018; 2) “Envelhecer e ser velho: valores e ideais de velhice no Programa Cidades e Comunidades Amigáveis à Pessoa Idosa (OMS) e sua concepção no Brasil”, defendida por Carolina Rodrigues da Silva, no PPGDR, em 2020; 3) “Pesquisa Diagnóstica de Populações Idosas: Formulação, Adaptação e Aplicação da Metodologia Proposta pela Organização Mundial da Saúde (OMS), no Município de Itapejara D’Oeste-PR”, defendida por Adriana Paula Salvi Merlin, no PPGDR, em 2020. Em 2021, há mais quatro trabalhos em andamento na Linha ED: a dissertação “Planos Municipais de Ação para a População Idosa em Municípios do Sudoeste do Paraná, Certificados como Cidades Amigas dos Idosos: Um Olhar para a Década do Envelhecimento Saudável 20212030”, da mestranda Juliana Mara Nespolo; a tese “Experiências de Protocolos de Certificação Internacional da Rede Global da OMS de Cidades e Comunidades Amigáveis com a Pessoa Idosa: Um Olhar Latino Americano”, de Suelyn Maria Longhi de Oliveira, cuja qualificação ocorrerá em 22/09/2021, e a tese em construção de Rodrigo Bordin; o Estágio Pós-Doutoral (2021-2022), realizado pela Dra. Haydee Padilla, da OPAS/OMS (Paraguai), com a proposição de um Guia Orientativo Amigável para a melhoria de qualidade de vida da população idosa.
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Na extensão, movimentamos quatro projetos, até o momento: 1.“Pato Branco: “Cidade Amiga do Idoso: Primeiro Diagnóstico para o Envelhecimento Ativo de seus Cidadãos” (2017-2019); 2.“UTFPR e Melhor Idade; 3. “Observatório Paranaense de Envelhecimento Saudável/OPES/UTFPR”(em construção); 4) Apoio Técnico e Científico a Municípios Paranaenses no Processo de Certificação Internacional na Rede Global Cidades e Comunidades Amigáveis à Pessoa Idosa (OMS)” (2020); “Percepção de Munícipes Idosos(as) e Gestores(as) para uma Cidade mais Amigável com a População Idosa” (2021). Além das atividades com os municípios, outras ações têm destacado a UTFPR e o PPGDR Campus Pato Branco, pois fomos reconhecidos como Centro Colaborador da OMS/OPAS. E, por isso, estamos participando da Rede Brasileira de Cidades e Comunidades Amigáveis com as Pessoas Idosas, proposta pela da OPAS/OMS, e da construção de uma Rede Latino-Americana de Cidades e Comunidades Amigáveis comas Pessoas Idosas com os seguintes países: Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, México e Peru.
Profa. Maria de Lourdes Bernartt e a doutoranda Suelyn Longhi de Oliveira, em treinamento com os gestores municipais de Itapejara D'Oeste (2019).
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Como representante da Equipe de Extensão e Pesquisa externamos nossos agradecimentos pelo apoio e confiança às instituições UTFPR PB, DV, FB e Reitoria, CAPES, OPAS/OMS, SETI-PR, UFFS, IFPR, UEPG, UNIOESTE, FAG, à Deputada Federal Leandre Dal Ponte e às Assessoras Técnicas junto aos gestores municipais Anne Gomes (2021) e Jovelina Chaves (2017 a 2020), ao Rotary Club e Lions Club, e, de modo especial, agradecemos estudantes, docentes, técnicos-administrativos e gestores(as) dos 25 municípios envolvidos.
Profa. Dra. Maria de Lourdes Bernartt http://lattes.cnpq.br/1982876455910216
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Cidades Inteligentes, Sistemas de Governança e Tecnologias Organização de Adriana Kunen Como fazer uma gestão inteligente das cidades para combater a pandemia da COVID-19? Em tempos pandêmicos, é importante ressaltar que o uso da tecnologia se transformou em algo primordial em nossas vidas. Trabalho remoto, ensino on-line, pedidos de comida por aplicativos... são tantas experiências que não há como negar que ela se tornou vital em nossa sociedade. No campo da gestão pública, as tecnologias aparecem por vezes como grandes responsáveis por fazer com que os governos afirmem “minha cidade é inteligente”. Para que uma cidade seja, de fato, inteligente, precisa de envolvimento e engajamento de diversos atores, sejam eles econômicos, culturais, sociais, permeando inúmeras estruturas da comunidade, a fim de desenvolver de forma inteligente a cidade, a região, o estado e o país. Deste emaranhado de atores, surgem os sistemas de governança, capazes de dar dinamicidade e participação democrática para os atores terem voz e vez (ALMEIDA; DONEDA; COSTA, 2018; JIANG; GEERTMAN; WITTE, 2020; RUHLANDT, 2018; TAN; TAEIHAGH, 2020). O uso de tecnologias, alinhados em sistemas de governança para uma cidade inteligente formam uma rede interessante, que reúnem, dentro da perspectiva de Bruno Latour, atores humanos e não humanos, capazes de transformar a sociedade como um todo. Em um estudo que discorre sobre a experiência da cidade de Wuhan, na China, Huaxiong Jiang, Patrick Witte e Stan Geertman (2021) apontam como o uso da tecnologia foi importante para desenvolver estratégias de governança inteligente para o controle da COVID-19 na cidade. Apresento a seguir alguns exemplos interessantes. Na dimensão “Government of the Smart City”, os autores destacam o uso de enfermeiras robôs desenvolvidos por empresas privadas para alimentar, aplicar medicamentos e limpar e desinfetar os ambientes.
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Já na dimensão “Smart Decision-Making”, verificou-se o uso de Big data e inteligência artificial para melhorar o processo de tomada de decisão. Na abordagem de “Smart Urban Collaboration”, estão as parcerias entre o governo chinês e empresas privadas, dentro da ótica da colaboração urbana inteligente, que proporcionaram inúmeros benefícios, como o uso de plataformas on-line para estudantes e fornecimento de materiais para uso em hospitais. Na discussão sobre “Open Governance”, entrevistas com cidadãos revelaram a existência de iniciativas em que voluntários ajudavam a monitorar os suprimentos em hospitais, utilizando grupos de conversa no WeChat, atualizando em tempo real as demandas, auxiliando, desta forma, o processo de tomada de decisão. Ao olhar o caso de Wuhan, é inevitável olhar para nossa “casa” e ver como estamos. É verdade que existem inúmeras iniciativas positivas, de relações de apoio entre instituições, empresas e governos, que se tornam promissoras no combate da COVID-19, mas falta muita articulação e as diferenças político partidárias acabam se sobressaindo, ao invés da união e trabalho pela população. No Brasil, vou citar apenas o aplicativo ConecteSUS, que é um instrumento que podemos encontrar o Cartão do SUS, verificar os exames SARS Coronavírus, e ainda consultar as vacinas realizadas (com número de lote da vacina, estabelecimento de saúde responsável pela aplicação, entre outras informações). O aplicativo veio em boa hora e indica avanço, mas também revela a falta de um banco de dados unificado das informações de saúde dos cidadãos. A promessa é de que o aplicativo se transforme em um grande cadastro nacional de usuários do SUS. Quem sabe, o uso dessa tecnologia, possa nos dar alguma experiência de governança inteligente num futuro próximo.
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Referências: ALMEIDA, V. A. F.; DONEDA, D.; COSTA, E. M. DA. Humane smart cities: The need for governance. IEEE Internet Computing, v. 22, n. 2, p. 91–95, 2018. JIANG, H.; GEERTMAN, S.; WITTE, P. Avoiding the planning support system pitfalls? What smart governance can learn from the planning support system implementation gap. Environment and Planning B: Urban Analytics and City Science, v. 47, n. 8, p. 1343–1360, 2020. JIANG, H.; WITTE, P.; GEERTMAN, S. Smart Governance and COVID-19 Control in Wuhan, China. In: Urban Informatics and Future Cities. Springer, Cham, 2021. p. 17-32. RUHLANDT, R. W. S. The governance of smart cities: A systematic literature review. Cities, v. 81, n. June, p. 1–23, 2018. TAN, S. Y.; TAEIHAGH, A. Smart city governance in developing countries: A systematic literature review. Sustainability (Switzerland), v. 12, n. 3, p. 899, 2020.
Me. João Eduardo Linhares http://lattes.cnpq.br/3033600185506411
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A importância que tem o PPGDR para mim Organização de Adriana Kunen O Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional da UTFPR tem um significado muito importante na minha vida, e ao falar dele é impossível para mim só fazer referência à dimensão acadêmica sem incluir emoções, sentimentos e a minha própria história de vida. Fazendo honor à verdade, eu começaria afirmando que o PPGDR mudou minha vida, marcando um antes e um depois, abrindo as possibilidades para eu ocupar o espaço no qual hoje me encontro. No ano 2016, concorri por uma das 403 bolsas de pós-graduação oferecidas pela Organização dos Estados Americanos (OEA) e o Grupo Coimbra de Universidades Brasileiras (GCUB), no marco do Programa de Alianças para a Educação e a Capacitação (PAEC), na qual anualmente concorrem milhares de estudantes dos 34 países membros da OEA. A minha intenção era retomar o caminho iniciado em estudos do desenvolvimento local e regional que ficou paralisado com a culminação do meu TCC. Contudo, a situação da Venezuela, meu país de origem, era (e é ainda mais hoje) muito complexa e difícil, pelo que consegui chegar até a UTFPR Pato Branco já era um grande desafio. Contudo, uma oportunidade que não podia perder, eu sentia que seria determinante, e me embarquei em uma viagem para um futuro possível, ainda que incerto. Como espaço acadêmico, o PPGDR me ofereceu um conjunto de conhecimentos e aprendizados dos que me apropriei, permitindo-me questionar inclusive a percepção que eu trouxe sobre o desenvolvimento e a valoração que geralmente se lhe dá à natureza na sua procura. Eu sempre ressalto a qualidade do corpo docente do PPGDR, comprometido e empenhado em levar a esse programa para um nível cada dia maior de excelência, e esse compromisso nos impele como estudantes a continuar esse caminho de crescimento acadêmico, humano e profissional.
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Como espaço humano, no PPGDR eu recebi todo o acompanhamento e a solidariedade sem a qual houvesse sido quase impossível concretar os objetivos acadêmicos. É com afeto que lembro a 8ª Melhor Turma, da que eu fiz parte, aos professores, e especialmente a minha orientadora a Dra. Hieda Maria Pagliosa Corona. Como espaço de tempo, com altos e baixos, foram dois anos de alegria, da felicidade de saber e sentir que se está no caminho certo, adquirindo conhecimentos e experiências que poderão ser utilizados para contribuir com a reconstrução futura do meu país. E foi esse sentir que me ajudou a superar os momentos difíceis que tive que enfrentar no plano pessoal.
Como estudante migrante ou estrangeiro, reconheço e valoro muito a capacidade e articulação que existe na UTFPR e no PPGDR, para dar acolhimento e acompanhamento aos estudantes vindos de outros países. Aproveito para agradecer e reconhecer a labor da Cassia Belokurows, do Departamento de Relações Interinstitucionais; a Giliane Schmitz, do Núcleo de Acompanhamento Psicopedagógico e Assistência Estudantil (NUAPE); à professora Maria de Lourdes Bernartt, acompanhante e estudiosa dos temas de migração e migrantes; dentre outras muitas pessoas. Ainda eu sinto que sou parte do PPGDR, um programa valioso, de crescimento e de criação de grandes oportunidades e de futuro.
Me. Guillermo Ramón Velásquez Castel http://lattes.cnpq.br/5021237315883600
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Os Mestrandos e Doutorandos do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional (PPGDR) da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) têm a honra de convidar a todos e a todas para o seminário "Desafio e Perspectivas da Cidade Contemporânea e o Desenvolvimento Regional", que ocorrerá na sexta-feira dia 03 de setembro, às 14h. O evento tem por objetivo discutir desafios e perspectivas da cidade contemporânea e possibilidades de gestão urbana visando o desenvolvimento regional e contará com os seguintes palestrantes: Dr. Fábio Duarte de Araújo (PUC/PR), Dr. Carlos Leite (Mackenzie/SP), Dr Clovis Ultramari (PUC/PR) e Ma. Raiana Ralita (egressa do PPGDR). Ainda, conta com a colaboração do Grupo de Estudos de Cidades Inteligentes e Sustentáveis (CEGIS), Grupo de Estudos e Pesquisas em Ambiente e Sustentabilidade (GEPAS) e Grupo de Pesquisa Políticas Públicas e Dinâmicas de Desenvolvimento Territorial (PPDDT). A transmissão poderá ser acessada no Canal do Youtube Comunica PPGDR pelo link: http://encurtador.com.br/hmzF1. A validação de presença, bem como a certificação de participação (3 horas) será realizada por meio de formulário on-line que será disponibilizado durante o evento.
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Será realizada, em setembro de 2021, a Cúpula de Sistemas Alimentares, para maiores informações acesse o site: https://bityli.com/jCxhG ************************************************************************************
O #sicoopes e o #fecitis são eventos científicos organizados e realizados pelo Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural e Gestão de Empreendimentos Agroalimentares (PPDRGEA), do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará em cooperação internacional com a Universidad de Alicante (Espanha) e Le Mans Université (França). Para maiores informações acesse o site: https://www.even3.com.br/sicoopes2021/\
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Prazo para submissão 01/05/2021 a 15/10/2021
16 a 18 de novembro de 2021
O III Sustentare – Seminários de Sustentabilidade da PUC-Campinas – e VI WIPIS – Workshop Internacional de Pesquisa em Indicadores de Sustentabilidade (III Sustentare e VI WIPIS) objetiva reunir pesquisadores, profissionais, estudantes e entusiastas para compartilhar resultados de suas pesquisas, divulgar conhecimentos e experiências buscando promover a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente, o desenvolvimento sustentável e apontar caminhos para os gestores de recursos hídricos no Brasil e exterior. Para maiores informações acesse o site: https://www.even3.com.br/iii_sustentare_vi_wipis/ ************************************************************************************
Este é um evento organizado pela Unidade de Educação da Universidade Federal de Catalão – UFCAT. Nosso propósito é refletir e promover a educação, em todos os níveis e modalidades. Assim, nessa edição vamos debater sobre o temática do evento: Ser professor, ser estudante: espaços, tempos e sentido.
Para maiores informações acesse o site: https://www.even3.com.br/iii_sustentare_vi_wipis/
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A mais nova edição do Relatório Luz, documento elaborado pelo Grupo de Trabalho da Sociedade Civil para a Agenda 2030 (GT Agenda 2030/GTSC A2030), analisa a implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) no Brasil e aponta que a situação não está nem um pouco promissora. Os indicadores mostram muitos retrocessos. Entre os destaques estão: - Retorno do Brasil ao Mapa da Fome e o crescimento da pobreza; - Política ambiental do país desregulamentada para promover interesses contrários ao desenvolvimento sustentável; Para saber outros dados apontados pelo documento, faça download do material em: bit.ly/cjc2030 **************************************************************************************
https://www.righttofoodandnutrition.org/sofi-2021-tracking-hungerskipping-problems-roots
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O MUNDO ASSOMBRADO PELOS DEMÔNIOS
Livro de Carl Sagan (escrito nos anos 90 e ainda muito atual), discute as origens e os porquês da disseminação de notícias falsas e de teorias pseudocientíficas. O ensino do método científico e o estímulo ao pensamento cético e crítico. Assombrado com as explicações pseudocientíficas e místicas que ocupam cada vez mais os espaços dos meios de comunicação, Carl Sagan reafirma o poder positivo e benéfico da ciência e da tecnologia para iluminar os dias de hoje e recuperar os valores da racionalidade. Como todos os livros do autor, “O mundo assombrado pelos demônios” está cheio de informações surpreendentes, transmitidas com humor e graça. Seus ataques, muitas vezes divertidos, à falsa ciência, às concepções excêntricas e aos irracionalismos do momento são acompanhados por lembranças da infância, quando seus pais o colocaram em contato, pela primeira vez, com os dois modelos de pensamento fundamentais para o método científico: o ceticismo e a admiração.
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“Era uma vez um Crime”
(Imagem: Divulgação/Netflix) Estreou uma série na Netflix sobre Elize Matsunaga, de Chopinzinho, condenada por matar e esquartejar o herdeiro do Império Yoki. Elize Matsunaga, condenada a 19 anos, 11 meses e um dia de reclusão, assassinou o marido, seguido por esquartejamento do corpo. O marido Marcos Matsunaga era o herdeiro do império Yoki —a famosa empresa que atua no ramo alimentício. No dia 08 de julho, a Netflix lançou a série "Elize Matsunaga: Era Uma Vez Um Crime". Em quatro episódios, o documentário com direção de Eliza Capai traz depoimentos de pessoas ligadas ao casal, advogados, cenas do julgamento —bem como da reconstituição do crime— e o principal: a primeira e única entrevista realizada até hoje com Elize. Muitas cenas da série filmadas em Chopinzinho e Pato Branco, onde Elize esteve na véspera de Natal. ************************************************************************************
Documentário disponível na Netflix Carta para além dos Muros retrata a história da Aids no Brasil e os desafios atuais. O filme “Carta Para Além dos Muros”, disponível em plataformas de streaming, traça a biografia do HIV e o impacto do preconceito no controle da epidemia.
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Segurança Alimentar no Cinema, dicas de filmes e documentários O site Food Safety Brazil fez um compilado com os melhores títulos sobre segurança alimentar no cinema, disponível no link: Segurança de Alimentos no cinema: dicas de filmes - Food Safety Brazil
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Dicas de Música: “Uma obra-prima em forma de canção, em homenagem à América Latina, com participações de Totó la Momposina, Susana Baca e Maria Rita.” Calle 13 - Latinoamerica (legendado) - YouTube “Apesar de você amanhã há de ser outro dia” A frase icônica de Chico Buarque se torna atual no momento de ascensão de líderes fascistas: Apesar De Você - YouTube “Triste, louca ou má / será qualificada/ ela quem recusar/ seguir receita tal/ a receita cultural/ do marido, da família/ cuida, cuida da rotina/ só mesmo rejeita/ bem conhecida receita/ quem não sem dores/aceita que tudo deve mudar/ que um homem não te define/ sua casa não te define/ sua carne não te define/ você é seu próprio lar (…)” Francisco, el Hombre - Triste, Louca ou Má (OFICIAL) - YouTube
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Trabalhos aprovados no X Seminário Internacional sobre Desenvolvimento Regional – SIDR Eixo 1 – O Desenvolvimento Regional em perspectiva: Desafios teóricos e metodológicos: ENSINO REMOTO EMERGENCIAL E O PAPEL DOS PROFESSORES EM ÉPOCA DE PANDEMIA: LIMITES E POSSIBILIDADES Autoria: Caroline Vieira Neves, Cristiane Maria Tonetto Godoy, Renata Bugança Scheleder e José Ricardo da Rocha Campos ÍNDICES DE DESENVOLVIMENTO HUMANO EM MUNICÍPIOS AMIGÁVEIS À PESSOA IDOSA DO SUDOESTE PARANAENSE Autoria: Suelyn Maria Longhi de Oliveira, Juliana Mara Nespolo, José Ricardo da Rocha Campos e Maria Lourdes Bernartt
ENDOGENEIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO: ANÁLISE DO CONJUNTO NORMATIVO APLICÁVEL À CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO DO MUNICÍPIO DE PATO BRANCO/PR Autoria: Murilo Henrique Garbin e Marcos Junior Marini DESENVOLVIMENTO REGIONAL: POSSIBILIDADES DE UMA ABORDAGEM TERRITORIAL PARTICIPATIVA Autoria: Pamela Cichoski, Luiz Fernando Rankel, Antonio Carlos Mazzetti e Marlize Rubin Oliveira ANTIGOS E NOVOS DESAFIOS: REFLETINDO A SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL NO CONTEXTO PANDÊMICO Autoria: Lígia Kochhan de Fraga, Larisse Medeiros Gonçalves, Wilson Itamar Godoy e Marlete Turmina Outeiro DESENVOLVIMENTO INTELIGENTE E SUSTENTÁVEL DA CIDADE: UMA ANÁLISE BIBLIOMÉTRICA DA LITERATURA UTILIZANDO O MÉTODO PROKNOW-C. Autoria: Mauro Fernando Normberg Bohm, Gilson Ditzel Santos, Edilson Pontarolo e Maria de Lourdes Bernartt
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Eixo 2 – Atores, Organizações Sociais e Desenvolvimento regional
O PAPEL DAS AGROINDÚSTRIAS FAMILIARES NA CONSTRUÇÃO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL: O CASO DOS ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS DO RIO GRANDE DO SUL Autoria: Milena Demetrio, Angélica Servegnini de Wallau, Miguel Angelo Perondi, Marcos Junior Marini e Luana Santos dos Santos UMA ANÁLISE DAS POLÍTICAS PÚBLICAS NO PLANO DIRETOR DA CIDADE DE PATO BRANCO, LOCALIZADA NO SUDOESTE DO PARANÁ: CRESCIMENTO URBANÍSTICO NA BACIA HIDROGRÁFICA URBANA DO RIO LIGEIRO Autoria: Marcos Henrique Carneiro Alves, Miguel Perondi Angelo Perondi e Nilvania Aparecida de Mello ANÁLISE DA RETOMADA DO PROGRAMA DE AQUISIÇÃO DE ALIMENTOS NA AGRICULTURA FAMILIAR DIANTE DA COVID-19: O CASO DO MUNICÍPIO DE SÃO LOURENÇO DO OESTE/SC Autoria: André Luiz Simonetti, Milena Demetrio, Angélica Servegnini de Wallau, Paulo Henrique de Oliveira, Brendo Henrique da Silva Costa e Daniela Celuppi Eixo 3 – Ativos territoriais e Desenvolvimento Regional PANDEMIA 2020: UM OLHAR SOBRE O ACESSO À EDUCAÇÃO NO RURAL Autoria: Helen Junara Balbinotti Zangrande, Cristiane Maria Tonetto Godoy, Rebeca Ribeiro Traça e Paulo Henrique de Oliveira INSERÇÃO DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM PROJETOS POLÍTICOS PEDAGÓGICOS DE ESCOLAS MUNICIPAIS DE PATO BRANCO-PR: PENSANDO O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Autoria: Renata Bugança Scheleder, Maria de Lourdes Bernartt, Cristiane Maria Tonetto Godoy e Edilson Pontarolo TURISMO RURAL E DESENVOLVIMENTO LOCAL: REFLEXÕES SOBRE A ROTA TURÍSTICA ENCANTOS RURAIS Autoria: Eloá Júlia de Cezaro Eidt, Nivaldir Ferreira de Lima Junior e José Ricardo da Rocha Campos
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A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO EM SOLOS PARA O ENTENDIMENTO DA DINÂMICA DE CRESCIMENTO DAS CIDADES Autoria: Marcos Henrique Carneiro Alves e Nilvania Aparecida de Mello A CONTRIBUIÇÃO DOS RECURSOS ORIUNDOS DO ICMS ECOLÓGICO NO MUNICÍPIO DE CLEVELÂNDIA - PR Autoria: Juliana Machado e José Ricardo da Rocha Campos Eixo 4 – Instituições e Desenvolvimento Regional CURRÍCULO E PERSPECTIVA DECOLONIAL: UM DIÁLOGO NECESSÁRIO NA PÓSGRADUAÇÃO Autoria: Claudinéia Lucion Savi e Maria de Lourdes Bernartt PROGRAMA BAIRRO VILA CONCEITUAL Autoria: Deise Baumgratz
A
INTELIGENTE:
UMA
REVISÃO
UNIVERSIDADES E DESENVOLVIMENTO REGIONAL: UM ESTUDO DAS CONTRIBUIÇÕES DE UMA UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA Autoria: Fábio Zambiasi, Camila Aparecida Rodrigues Trojahn, Marisa Merlini Zambiasi e Elis Regina Mulinari Zanin
Congresso Brasileiro Interdisciplinar em Ciência e Tecnologia – II Cobicet ATRAVESSAM CULTURAS: SAÚDE E SOFRIMENTO DO TRABALHADOR UNIVERSITÁRIO Autoria: Gabriella Suzana Lorenzzon Maffioletti e Edival Sebastião Teixeira.
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CAMPO - TERRITÓRIO A revista é editada quadrimestralmente e em caráter excepcional, poderá haver também números especiais. Sendo veículo de registro e divulgação científica, tem como objetivos: a) publicar trabalhos inéditos de revisão crítica sobre tema pertinente à Geografia Agrária e áreas afins ou resultados de pesquisas de natureza empírica, experimental ou conceitual; b) fomentar o intercâmbio de experiências em sua especialidade com outras Instituições, nacionais ou estrangeiras, que mantenham publicações congêneres; c) defender e respeitar os princípios do pluralismo de ideias filosóficas, políticas e científicas. Qualis A2. Acesso: http://www.seer.ufu.br/index.php/campoterritorio/index REDES A Revista do Desenvolvimento Regional é uma publicação quadrimestral do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional da Universidade de Santa Cruz do Sul – RS/Brasil. Organizada e editada pelo Centro de Pesquisas em Desenvolvimento Regional – CEPEDER, sua linha editorial tem como objetivo a difusão do conhecimento sobre os processos de desenvolvimento social, econômico, cultural, político-institucional e tecnológico que configuram o espaço regional. Qualis A3. Acesso: https://online.unisc.br/seer/index.php/redes
CADERNOS ZYGMUNT BAUMAN Os Cadernos Zygmunt Bauman é um periódico da Universidade Federal do Maranhão. O Cadernos Zygmunt Bauman está voltado aos pesquisadores de pós-graduação, assim como leitores interessados nos temas abordados. Quanto aos artigos serão aceitos de pesquisadores de pós-graduação, stricto Sensu, desde que a publicação venha acompanhada com seu orientador, mestre ou doutor. Áreas temáticas: Planejamento urbano e urbanismo, espaços, tecnologia e intervenções no urbano e rural, sociologia política, direito, filosofia e educação. Qualis A4. Acesso: http://www.periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/bauman/index
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https://bityli.com/x2m7L
comunicappgdr
comunica.ppgdr
comunicappgdr@gmail.com
Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional