No dia 24 de março, nós da diretoria, iremos apresentar os resultados do ano de 2020 aos cooperados e cooperadas. A reunião será virtual pelo canal youtube, da Cooperativa, às 19h30. E, se a pandemia não impor novas restrições, faremos nossa Assembleia Geral Ordinária no dia 27 de março, 10h, no ITC, em Rio Verde, com número limitado de cooperados presentes (conforme decreto municipal). O ano foi bem diferente de todos os que já vivenciamos. A essa realidade, a COMIGO se adaptou desde o início da crise. Rapidamente adotou as medidas protocolares estabelecidas pelas autoridades de saúde, visando proteger seus cooperados e colaboradores, sem deixar de produzir. Uma destas medidas foi o cancelamento da Tecnoshow Comigo, o que ocorreu também em 2021. Se
não houve acesso às tecnologias ali demonstradas, contribuímos para preservar vidas, numa atitude responsável.
de grãos em 12%, o fornecimento de fertilizantes e suplemento mineral foi de mais 14%, a produção de rações subiu 4%, entre outros.
Mas não paramos de produzir, pois se a humanidade sofria com a pandemia, o agro tinha que fazer a sua parte, afinal, numa crise deste tamanho, o que não pode faltar é comida. A grande demanda por alimentos no Brasil e no mundo e a alta do dólar fizeram os preços dos produtos agropecuários se elevarem bastante. Isso repercutiu dentro da Cooperativa, que fechou 2020 com ótimos resultados.
Resultado disso tudo: mais sobras aos associados. Elas aumentaram de forma substancial em relação ao ano anterior, consolidando a importância da Cooperativa na vida dos cooperados. A propósito é importante destacar mais uma vez, caro cooperado, que trabalhar com sua Cooperativa sempre traz retorno em dobro: preços justos e sobras na conta capital e na conta corrente.
Em razão da excelente participação dos cooperados, os números responderam positivamente. Por exemplo: o faturamento aumentou 50%, o capital social cresceu 46%, o número de cooperados e de funcionários em mais 6%, a recepção
Na reunião do dia 24/03 estaremos comentando todos estes números, além dos investimentos realizados e os planos para o futuro.
Estamos te esperando em nossa reunião virtual! www.comigo.com.br | 3
NESTAEdição
Índice
NOVA LOJA CADERNO DE NUTRIÇÃO
03 Editorial 06 Quadro Social 08 Reconhecimento 12 Investimentos 14 Tour Soja 22 Top 10 Manejo Safrinha 25 Eu Coopero 26 Pecuária 30 Artigo ITC 32 Artigo Pastagens 34 Água na Boca
ERRATA O sobrenome dos cooperados citados na matéria “COMIGO em Mineiros” na última edição da Revista COMIGO, n.º 396, Diego e Geraldo, é Dal Pizzol e não Dalfesol, como consta erroneamente. Pedimos desculpas aos associados e agradecemos pela compreensão e disponibilidade em participar do nosso material.
CADASTRO COMIGO Endereço: Avenida Presidente Vargas, 1878 Caixa Postal 195 | CEP: 75.901-901 - Rio Verde - GO Fax: (64) 3621-1691 | Telefone: (64) 3611-1500 SAC COMIGO: 0800 642 1500 Site: www.comigo.coop.br E-mail: ascom@comigo.com.br CNPJ: 02.077.618/0001-85. IE: 10.088.758-9 CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Diretoria Execu�va Presidente: Antonio Chavaglia Vice-Presidente Administra�vo-Financeiro: Dourivan Cruvinel de Souza Vice-Presidente de Operações: Aguilar Ferreira Mota
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Cooperado conta sua relação com as Rações COMIGO desde quando tirava 50 litros por dia até chegar aos atuais 3.500 litros/dia. O segredo, segundo ele, está na nutrição que é toda feita com as rações da Cooperativa.
10 CONSELHEIROS Alceu Ayres de Moraes (Jataí) Luiz Gustavo Cavalet (Rio Verde) Marciano Casagrande (Caiapônia) Max Eugênio da Silva Arantes (Rio Verde) Paulo Fontão Ferraz Júnior (Rio Verde e Mon�vidiu) Sócrates de Souza Melo (Paraúna) CONSELHO FISCAL Adenisia de Oliveira Garcia (Jataí) José Marques de Queiroz (Palmeiras) Pedro Ribeiro Prudente (Iporá) Rafaela Henkes Vian Freitas (Rio Verde) Rogério Mar�ns Silva Caetano (Paraúna) Silvio Mitsuo Takahashi (Santa Helena) SUPERINTENDÊNCIAS Unidade Estratégica de Negócios - Apoio Administra�vo: Warlen Ferreira de Freitas Unidade Estratégica de Negócios – Grãos: Welton Vieira de Menezes
COMIGO abre escritório em Pontalina para receber filiações dos produtores da região. Área para construção da loja agropecuária foi adquirida e as obras devem se iniciar em breve.
13 Unidade Estratégica de Negócios – Apoio Industrial: Ângelo Thomáz Landim Unidade Estratégica de Negócios – Insumos: Cláudio César Teoro Unidade Estratégica de Negócios – Suprimentos: Carlos Alberto Leão Barros ASSESSORIAS Ambiental: Reginaldo Passos Auditoria Interna: Fernando Silva Carvalho Comunicação: Wêuller Ferreira de Freitas Jurídica: Edmar Queiroz da Silva Planejamento: Clóvis Ribeiro Dias INFORME COMIGO Revista mensal editada pela Assessoria de Comunicação da COMIGO. Conselho Editorial: Aguilar Ferreira Mota, Beckembauer Ferreira, Samir Silva Machado, Ubirajara Oliveira Bilego e Wêuller Ferreira de Freitas.
CAPA
RECORDE DE PRODUÇÃO Momento é bom para a soja: bons preços, clima bom e aumento da área plantada podem fazer com que a safra tenha uma produção superior a 129 milhões de toneladas. Um recorde para o País.
REFORMA DE PASTAGEM Seu Ataídes conta como o trabalho da equipe técnica da COMIGO tem ajudado a melhorar a produção, através de um projeto de reforma de pastagem que possibilitou um incremento na lotação do pasto de 0,2 para 3,6 u.a/ha.
ARTIGO PECUÁRIA É importante saber que quanto mais tecnológico e maior a produtividade, maior será a demanda nutricional dos bovinos. Conheça os tipos de suplementação e como utilizá-los de acordo com o objetivo da sua propriedade.
16 24 28 CAIAPÔNIA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0045-04 Editor Responsável: Wêuller Ferreira de Freitas Matérias e Fotografias: Pedro Henrique Cabral Rosa Samir Silva Machado - MTB 3752/GO Diagramação, composição e arte: Vanessa Fernandes dos Santos Representantes Comerciais: Agromídia Desenvolvimento de Negócios Publicitários LTDA. Rua Dr. Luiz Migliano, 1.986 – 7º andar – conj. 718 – CEP 05711-001 – São Paulo/SP - Edi�cio Bonnaire Office, Fone: (11) 5092-3305; Guerreiro Agromarke�ng: Av. Humanitá, 452, 1º andar - Centro Empresarial Dalla Costa - Maringá - PR, Fone: (44) 3026-4457. Impressão: Gráfica Poligráfica - Goiânia - GO Tiragem: 9.300 exemplares
CADASTRO COMIGO Fundação: 6 de julho de 1975 Gênero: Coopera�va de beneficiamento, industrialização e comercialização de produtos agropecuários. Instalação/A�vidades: RIO VERDE: Sede administra�va; loja agropecuária (seções de peças, veterinária, e demais insumos agrícolas); armazéns; indústrias de óleo e farelo de soja (moageiras e refinaria); indústria de la�cínios; misturadores de fer�lizantes; fábricas de rações; fábrica de sabão; laboratório de controle de qualidade de produtos acabados, de matérias-primas, de análises de solo, foliar e de dejetos; laboratório veterinário; unidade de beneficiamento de sementes; COMIGO Florestal I, II, III e IV; Centro Tecnológico COMIGO (CTC) de geração e difusão de tecnologias agropecuárias. (64) 3611-1500
INDIARA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0018-23 IPORÁ: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0043-34 JANDAIA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0020-48 JATAÍ: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0023-90 MONTES CLAROS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0044-15 MONTIVIDIU: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0030-10 PALMEIRAS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0049-20 PIRANHAS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0054-97 PARAÚNA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0021-29 RIO VERDE: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0001-85
ACREÚNA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0028-03
SANTA HELENA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0004-28
CAÇU: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0051-44
SERRANÓPOLIS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0014-08
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NOVOS COOPERADOS
DEZEMBRO DE 2020
7.361 HOMENS
1.350 MULHERES
103
PESSOA JURÍDICA
8.814 TOTAL
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Nome
Município Fazenda
Alex Soares Azevedo Aguiar
JARAGUÁ
Alisson Nunes de Castro
JANDAIA
Ana Amelia Carvalho Rezende Nogueira
BALIZA
Antonio de Andrade
CAIAPÔNIA
Benedito Catarino da Silva
VARJÃO
Camila Jessica Cadore Vilela
SERRANÓPOLIS
Carlos Cesar Venturoli
MONTES CLAROS DE GOIÁS
Celso Carlos Stabile
PIRANHAS
Doilda Moreira dos Santos Alves
IPORÁ
Edina Gomes Amorim
RIO VERDE
Edivar Guimaraes dos Santos
CAÇU
Enilton Gouveia de Lima
JATAI
Euclides Laurindo Ferreira
IPORÁ
Fernando Verissimo
RIO VERDE
Gerson Antonio Balena
ARAGARÇAS
Gilvanio Vieira da Silva
PALMEIRAS DE GOIÁS
Gonzaga Afonso da Silva Junior
RIO VERDE
Inercilia Queiroz de Oliveira Carre
CAIAPÔNIA
J. Virgilio Agropecuaria Ltda
PALMEIRAS DE GOIÁS
Jader Barbosa de Moraes
ARENÓPOLIS
Janaina Jacoby
PORTELÂNDIA
Jose Dias Barroso
BOM JARDIM DE GOIÁS
Lauderico Severino de Aguiar
PALMEIRAS DE GOIÁS
Leonardo Jesuino Romano de Sousa
CORUMBAIBA
Luis Fernando Vilela Becker
CAIAPÔNIA
Morganna Hellen Gomes
BOM JESUS DE GOIÁS
Nathalia Guimaraes Freese
RIO VERDE
Otavila Alves Pereira de Gusmao
PARAÚNA
Rafaela Santos da Silva
PORTELÂNDIA
Ronan Silva Morais
SERRANÓPOLIS
Ronimar Cesar Pereira de Oliveira
MONTES CLAROS DE GOIÁS
Rui Dos Santos Lima
PIRANHAS
Sidnez Calixto da Mota
AMORINÓPOLIS
Valdejan Pereira da Silva
PALMINÓPOLIS
Stelson Geraldo Couto
PORTELÂNDIA
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Reconhecimento
COMIGO ENTRE AS MAIORES DO AGRO Cooperativa aparece em destaque nos rankings da Forbes e Globo Rural Por Pedro Cabral
A
revista Globo Rural divulgou o seu 16º Anuário do Agronegócio, com um levantamento das 500 maiores do agronegócio brasileiro. Além da classificação geral, em que a COMIGO aparece na 39ª posição, segundo a revista, a Cooperativa também foi destaque nas listas por região, ocupando o 2º lugar no Centro-Oeste e se consolidando como a principal do estado de Goiás.
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Já na revista Forbes Brasil, na lista Agro 100, a Cooperativa aparece ocupando a 29ª colocação entre as 100 maiores companhias do setor agropecuário no Brasil. Em relação somente às empresas classificadas como cooperativistas pela Forbes, a COMIGO é a 6ª cooperativa na lista. Para o presidente da COMIGO, Antonio Chavaglia, as boas colocações são resultados dos esforços de todos os cooperados e do empenho dos colaboradores. “Dá muita satisfação
a toda a equipe e, principalmente, ao cooperado. A gente espera que o cooperado siga produzindo bem e que os parceiros continuem juntos, confiando e nos apoiando, para continuarmos crescendo e tendo os resultados anuais cada vez melhores”.
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Caderno de Nutrição
EVOLUÇÃO DA PRODUÇÃO
Cooperado conta como as Rações COMIGO estiveram presentes na história de crescimento de sua propriedade Por Pedro Cabral
A
nutrição correta dos animais é um fator fundamental para a pecuária, principalmente para promover o crescimento da produção. Fomos até a fazenda São Tomaz Cambaúba, em Rio Verde, conhecer a história da dona Irene e do senhor Mauro da Silveira, cooperado desde o ano de 1986, que conta como as Rações COMIGO estiveram sempre presentes no crescimento da produtividade leiteira de sua propriedade. Seu Mauro conta que iniciou as atividades na fazenda na década de 70, logo quando ele e dona Irene se casaram. No começo, ele levou algumas poucas vacas, que eram de seu pai, e iniciou a atividade fazendo a ordenha manual. “Tirava lá 50 litros, depois foi para 100, e foi aumentando”, conta o cooperado. “Hoje eu produzo mais ou menos 3.500 litros de leite por dia”, afirma
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seu Mauro. O segredo? A utilização das Rações COMIGO, de acordo com cada categoria animal, desde o início das atividades. “Sempre trabalhei com as rações COMIGO..., desde a novilha, bezerra... tudo!”, afirma o pecuarista. “Os animais tratados com essa ração ficam tranquilos, a ração corresponde ao que eles estão
precisando e não depende de buscar alimentação fora, e as novilhas também já emprenham todas”, cita seu Mauro. Acesse o QR Code abaixo para conferir o relato completo do produtor no vídeo do nosso canal no Youtube:
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Investimentos
OBRAS EM RITMO ACELERADO Novas estruturas, melhorias e modernizações nas unidades ampliam capacidade de atendimento da COMIGO
Nova Loja M
ineiros
Por Pedro Cabral
A
s obras de expansão da COMIGO seguem em ritmo acelerado! A nova loja de Caiapônia está na fase final das obras, já no acabamento. Em Mineiros, a estrutura da loja já começou a ganhar forma. O novo armazém de Montes Claros está quase pronto e em Serranópolis a construção do novo armazém já passou da fase de terraplanagem, iniciando a sua montagem estrutural.
í
Armazém Jata
Quanto às modernizações, os cooperados já podem verificar as novidades na nova loja de Santa Helena, que teve a conclusão das obras no fim de 2020, além das melhorias no Armazém Cinquentão. Também estão sendo finalizadas as reformas do armazém Estrela Dalva e da unidade armazenadora de Jataí.
Novo Armaz ém Montes Cla ros
Novo Armazém Se rra
nópolis
E vem muito mais por aí! Quer saber como anda o desenvolvimento de todas as novas obras da Cooperativa? Acompanhe os vídeos do COMIGOTUBE, o nosso canal no Youtube! Acesse o QR Code abaixo e inscreva-se no canal para acompanhar cada detalhe
na
nta Hele
Loja Sa
Nova Loja Caiapôn ia
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Investimentos
COMIGO CHEGA A PONTALINA
Uma loja será instalada na cidade, produtores já podem se associar à Cooperativa Por Pedro Cabral e Samir Machado
U
ma loja agropecuária da COMIGO será implantada na cidade de Pontalina, no sul de Goiás, continuando o projeto de expansão da Cooperativa. O município conta com uma área territorial de 1.437 km² e faz parte de uma importante região de crescimento agropecuário. “Nosso intuito é somar esforços com os produtores”, afirma Carlos Alberto Leao Barros, superintendente de lojas da COMIGO. A loja, que será construída às margens da rodovia GO 215, terá 4,6 mil m²: “nós decidimos vir para o município de Pontalina por reivindicação dos produtores e pelo potencial que o município oferece, estaremos implantando uma loja completa que terá todos os insumos e implementos agrícolas, fertilizantes, sementes, peças,
FACILIDADE Os cooperados da região já haviam solicitado a criação da nova loja para facilitar a logística de produção e já estão se transferindo para a nova unidade. O cooperado Maricleuber Magalhães, produtor rural com áreas em Pontalina e Edeia, afirma que, com a chegada da loja na cidade, ficará ainda melhor. “Eu sempre trabalho com a COMIGO via Indiara, agora eu vou ter aqui na minha porta, junto comigo porque moro aqui em Pontalina, e isso é muito importante”, destaca. “Já tenho uns 10 anos na COMIGO e quero dizer ao produtor aqui de Pontalina e região que eu recomendo a vocês se associarem, quem ainda não for associado, vocês vão ter muito sucesso como eu tenho também”, declara Maricleuber, que complementa: “eu sou muito satisfeito de ser cooperado da COMIGO e tenho certeza que os produtores aqui da região que se associarem vão ter uma ótima experiência também”.
Os produtores pontalinenses que já quiserem fazer a adesão à Cooperativa, podem procurar o escritório da COMIGO, localizado na Av. Rui Barbosa, nº. 993 a, Centro II, em frente à praça. “Venha nos visitar para eu te apresentar o que a Cooperativa tem a te oferecer em produtos e serviços, venha somar com a gente, venha somar com a COMIGO!”, é o convite do gerente da unidade, Bruno Salviano.
ADESÃO assistência agronômica e veterinária, rações e suplemento mineral”, afirma Carlos.
O produtor Glicério Abreu é proprietário da fazenda leiteira São Lourenço e diz que fez questão de ser o primeiro a se associar. “Vai ser muito bom para o município, que irá crescer mais e, principalmente, para os pequenos produtores que vão ter mais amparo em produtos e serviços”, afirma.
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Safra 2021/2022
DAT REALIZA TOUR PARA AVALIAÇÃO DE SOJA Por Samir Machado
U
m grupo de agrônomos do Departamento de Assistência Técnica (DAT) da COMIGO, de várias unidades, participou de um tour, no fim de janeiro, para avaliação das variedades de soja que vão compor o portfólio da Cooperativa para a safra 2021/2022. O grupo visitou três áreas. Uma em Indiara, outra em Palmeiras de Goiás e a última em Paraúna. O plantio é parte do experimento que a Cooperativa realiza todos os anos de ensaio de competição de variedades de soja, que, dependendo da demanda, será também utilizado em demonstrações para os cooperados. De acordo com o coordenador do departamento de Insumos, Beckembauer Ferreira, é fundamental que o corpo técnico da COMIGO avalie como uma mesma variedade pode se comportar em diferentes ambientes, tais como condições de solo, chuva e altitude. “Uma variedade pode ter tanto rendimentos diferentes, como ser mais sensível ao ataque
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de doenças e pragas, dependendo da região onde é plantada. É importante que os agrônomos avaliem essas diferenças. Além do mais, este tour dá uma visão mais ampla sobre as variedades que a Cooperativa terá à disposição para a próxima safra. Sem dúvida, é um diferencial para o associado que vai contar com um profissional capacitado e com as características de cada cultivar em sua
memória. Isso vai ajudar muito durante o processo de tomada de decisão para a escolha da variedade pelos cooperados”, destacou Beckembauer. A COMIGO estará trabalhando com oito empresas e um amplo portfólio que contempla 35 variedades de soja transgênica Intacta e RR. Veja as variedades no quadro. Acompanhe como foi o tour de avaliação da soja no COMIGOTUBE, o canal da Cooperativa no Youtube.
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Safra 2020/2021
SAFRA DE SOJA DEVE SER
RECORDE
Produção nacional deve ser superior a 129 milhões de toneladas, devido ao aumento de área plantada e clima bom Por Samir Machado
A
safra nacional de soja deve atingir novo recorde em 2020/2021. As estimativas iniciais de 129,7 milhões de toneladas indicam um aumento de produção de 4%, em relação ao que foi colhido em 2020, e de 1,5% em relação ao segundo prognóstico (divulgado em dezembro). As informações são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado na primeira quinzena de janeiro de 2021, pelo IBGE. Em 2019/2020, a safra de soja foi recorde, cerca de 124 milhões de toneladas (IBGE), apesar da quebra de produção em razão das más condições climáticas, sobretudo da região Sul. Em 2021, espera-se o aumento na produção devido principalmente aos fatores: bons preços, aumento da área plantada
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e às boas expectativas com relação ao clima. Em função dos preços mais compensadores da soja, em relação ao milho, os produtores são estimulados a ampliar suas áreas de cultivo da oleaginosa, que em 2021 deve representar mais de 57% da área total utilizada para o plantio de grãos do país.
AGRICULTURA AVANÇA EM PASTAGENS DEGRADADAS Para o vice-presidente de operações da COMIGO, Aguilar Ferreira Mota, existe sim a questão do aumento da área plantada, entretanto a utilização cada vez maior de tecnologias e a tecnificação constante dos produtores são os principais responsáveis pelo aumento da produtividade. “Eu atribuo esse recorde de produção ao aumento da área plantada na área de atuação da Cooperativa, em torno de 2,5% em relação à safra
Aguilar, e prosseguiu explicando que: “outro aspecto é que estamos vivendo uma tendência, cada vez maior, de recuperação de pastagens com a utilização de técnicas de intensificação da produção. É natural que a agricultura avance por essas áreas de pastagens degradadas. Mais cedo ou mais tarde, essas áreas tendem a se transformar em agricultura”. De acordo com ele, isso aconteceu em várias regiões onde a COMIGO entrou nos últimos anos. “Se a gente pegar a área que era plantada em Caiapônia, por exemplo, e comparar com o que é hoje, tivemos uma evolução fantástica nos últimos 10 anos no sentido de aumento de área plantada de soja”, salientou o vice-presidente (veja gráfico evolução da área plantada em Caiapônia).
“É natural que a agricultura avance por essas áreas de pastagens degradadas. Mais cedo ou mais tarde, essas áreas tendem a se transformar em agricultura” Aguilar Mota
passada, mas sobretudo ao aumento da produtividade que está relacionada ao profissionalismo do agricultor, sua maior tecnificação e utilização de novas tecnologias”, destacou
Para ele, esse aumento da produção da soja será constante nos próximos anos. Tanto em função do aumento de área plantada como também pelo aumento da produtividade. “São dois aspectos muito presentes nos alicerces da COMIGO. A gente acredita tanto na evolução e profissionalismo de nossos cooperados na melhoria dos patamares de produtividade, quanto
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Safra 2020/2021
na expansão para novas áreas. Daí a razão de estarmos avançando com uma nova loja aqui ou um armazém ali. Eu, particularmente, acredito que nos próximos anos da COMIGO essa será uma evolução natural. Goiás é grande, o mundo tem fome e a produção de alimentos, mais do que nunca, é a primeira necessidade do ser humano. Então demanda existe, terra existe e a capacidade e profissionalismo do nosso produtor é igual ou melhor que a de outros de qualquer lugar do mundo. Eu acredito que ao longo dos anos nós vamos sempre avançar em área, mas principalmente em produtividade”, opinou ele. Aguilar recordou do tempo que a produção de soja era de 50 a 100 sacas de soja por alqueire (4,84 ha). “Hoje a gente produz praticamente isso em um hectare. Isso mostra a evolução tanto de tecnologia como do profissionalismo do produtor. Isso não vai mudar, essa é uma característica intrínseca em um País como o nosso, que é essencialmente vocacionado à agropecuária”, justificou. Para Aguilar, a COMIGO faz o que pode para acompanhar essa evolução. Ele citou, como exemplo, o fato de a Cooperativa estar se instalando no município de Pontalina. “Fizemos um levantamento e é uma região em que a gente acredita, como acreditamos em outras regiões como Iporá, Piranhas, Caiapônia, Caçu e agora em Mineiros. O produtor, a produção e a terra estão ali e precisam da logística, da infraestrutura e do
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apoio. A COMIGO tenta suprir algumas dessas demandas para ajudar o homem do campo”, destacou ele.
CONAB REFORÇA TENDÊNCIA DE SAFRA RECORDE EM GOIÁS O levantamento da Conab em Goiás reforça os bons prognósticos para a produção de culturas no Estado como soja, milho segunda safra, girassol, feijão, arroz e sorgo na safra 2020/2021.
A produção de soja deve ficar em 13,4 milhões de toneladas (aumento de 1,9% em relação à safra passada). Já o milho segunda safra, em que a produção se inicia na sucessão do cultivo da soja, deve alcançar 10,5 milhões de toneladas (aumento de 0,7%). No caso do sorgo, cultura em que Goiás já detém a maior produção do País, a expectativa é colher 1,3 milhão de toneladas (aumento de 17,5% em relação à safra anterior).
Fonte dos dados: IBGE ¹ Estimativa em fevereiro/2021
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ABERTURA DA COLHEITA DA SAFRA Adaptado de Fernando Dantas (Seagro)
PROJEÇÃO PARA A SOJA PODE CHEGAR A 132,4 MILHÕES DE TON Existem outros levantamentos, realizados por consultorias do setor, que são ainda mais otimistas. É o caso da consultoria Agroconsult, que projetou a colheita de soja do Brasil em 132,4 milhões de toneladas, aumento de 6% ante a temporada 2019/2020. A área plantada no Brasil foi estimada pela consultoria em 38,4 milhões de hectares, 4% acima do observado no ciclo anterior. A Agroconsult estimou a produtividade média do País em 57,4 sacas por hectare, ante 56,6 sacas por hectare na safra anterior. O que reforça a opinião de Aguilar sobre a tendência da profissionalização dos agricultores brasileiros.
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O
governador Ronaldo Caiado participou, no dia 18 de fevereiro, da abertura oficial da colheita da soja em Goiás, na fazenda Brasilanda, em Montividiu, na região sudoeste. Ele se mostrou confiante no sucesso da colheita do grão, com a previsão de novo recorde da safra. A expectativa é que a produção da oleaginosa alcance de 13 a 14 milhões de toneladas na safra 2020/2021. “Será uma colheita que dará a Goiás a condição de disputar o terceiro ou quarto lugar entre os maiores produtores de grãos do país”, disse o governador. Caiado conduziu a coleta de um talhão de soja e o descarregamento do grão. “Aqui, entre vocês, estou em minha casa. É um setor parceiro, do qual faço parte, e me orgulho disso. É a coluna vertebral do Estado”, afirmou. Na safra 2019/2020, Goiás se destacou como o terceiro maior
produtor de soja no Brasil, atrás de Mato Grosso e Paraná. Segundo o último levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado no início de fevereiro, o Estado deve colher mais de 13,4 milhões de toneladas de soja na safra 2020/2021, expectativa de crescimento de 1,9% em relação ao ciclo anterior. A estimativa da Conab é de produtividade de 3,6 toneladas por hectare e área plantada de 3,7 milhões de hectares - expansão de 4,2%, frente à temporada passada. Entre os municípios que mais se destacam na produção de soja no Estado estão Rio Verde (primeiro lugar, com 1,08 milhão de toneladas), Jataí (segundo lugar, com 1,06 milhão de toneladas), Cristalina (terceiro lugar, com 694,1 mil toneladas) e Montividiu (quarto lugar, com 421,2 mil toneladas). Esses dados são referentes à safra 2018/2019.
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Safra 2020/2021
TOP
10 DICAS
PARA O MANEJO DO
MILHO-SAFRINHA
de cigarrinha Adubação em 01 Controle 02 cobertura do milho, larva alfinete e com percevejo barriga verde
nitrogênio e potássio
Os principais problemas relacionados a estas pragas ocorrem nos estádios iniciais da cultura, por isso o tratamento de sementes é fundamental. No caso da larva alfinete, existem híbridos com resistência. Já no caso da cigarrinha do milho e percevejo deve-se monitorar constantemente as lavouras e realizar aplicações ao longo do cultivo, quando necessário. No caso da cigarrinha do milho é fundamental atenção redrobrada, pois seus danos são irreversíveis e o ataque tem sido comum em nossa região.
A dose e a fonte de adubos nitrogenados (N) aplicados em cobertura são o diferencial para a expressão do potencial produtivo do híbrido de milho. Atentar aos níveis de potássio (K) no solo, pois na adubação de cobertura pode ser a oportunidade de complementar o nutriente.
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Controle de plantas 03 daninhas (soja tiguera, trapoeraba e folhas estreitas)
O controle da soja voluntária “soja tiguera” e das plantas daninhas (folha estreita e larga) evita a matocompetição com a cultura por água, luz e nutrientes e, por consequência, preserva a produtividade. Lembrando: nas áreas recém-semeadas poderão ser usados herbicidas em préemergência.
de Spodoptera 05 Fungicidas em estádio 04 Controle frugiperda vegetativo O principal ponto é o monitoramento adequado para definição do momento correto de aplicação (timing). Caso contrário, o controle desta praga se torna muito difícil e pode haver necessidade de várias aplicações.
Realizar o monitoramento das lavouras é fundamental para o correto posicionamento de moléculas e momento de aplicação. Isto possibilita realizar aplicações de forma preventiva e obter elevado controle para as principais doenças do milho que ocorrem na região.
e 06 Pré-pendoamento doenças foliares
de 07 Monitoramento pulgão no pendão do
zea – 08 Helicoverpa Lagarta da espiga
Nesta fase a planta está se preparando para o estádio reprodutivo e brevemente iniciará o enchimento dos grãos. As aplicações de fungicidas aqui são muito importantes para proteger os tecidos foliares de doenças que podem reduzir a área foliar da planta, e, consequentemente, sua produtividade.
Deve ser iniciado tão logo as plantas entrem no estádio reprodutivo. Em casos mais severos, o ataque aos pendões pode comprometer a polinização e formação das espigas. O controle é realizado com inseticidas específicos por meio da aplicação aérea.
Pode causar maiores problemas em híbridos convencionais (sem tecnologia Bt). Nos últimos anos a Spodoptera frugiperda também tem atacado as espigas, sendo necessário o correto diagnóstico e controle desde o início da lavoura. Quando necessário, podem ser utilizados inseticidas via aplicação aérea.
de 09 Tecnologia aplicação de produtos
dos grãos na 10 Umidade hora da colheita
Seja em aplicações terrestres ou aéreas, devem proporcionar a correta colocação do produto biologicamente ativo no alvo, em quantidade necessária, de forma econômica, com o mínimo de contaminação de outras áreas (MATUO, 1990).
A maturação fisiológica dos grãos é crucial para o início da colheita. Devem ser retiradas amostras representativas para a determinação e monitoramento da umidade. Grãos de umidade elevada têm a debulha dificultada e sofrem mais danos mecânicos, enquanto que a baixa umidade poderá aumentar as perdas durante a colheita.
milho
fitossanitários (herbicidas, inseticidas e fungicidas)
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Pecuária
CASO DE SUCESSO
PARCERIA QUE GERA
RESULTADOS
Trabalho da equipe técnica da COMIGO tem ajudado cooperados a melhorar a produção Por Samir Machado
A
assistência técnica da COMIGO tem se destacado como um dos principais diferenciais da cooperativa. Não é raro comprovar o trabalho que os profissionais estão desenvolvendo nas propriedades, seja para melhorar a produtividade, reduzir custos ou criar novas formas de renda para o associado. Exemplo disso é o trabalho que está sendo realizado pela equipe da COMIGO em Paraúna, na fazenda Flor do Campo, do cooperado Ataídes Silva Godoi, que é assistida pelo médico veterinário Maycom Douglas. Segundo ele, o trabalho na propriedade começou com a implantação do sistema de Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF). “Estabelecemos a estação de monta, com a utilização da IATF, há
dois anos. De lá para cá, veio crescendo a demanda para aumentar a lotação nos pastos. Foi quando sugerimos a reforma de uma área, com 13,5% de argila e bem degradada. O agrônomo Rafael [Silva Moraes] deu todo o suporte para a correção e fertilização do solo, bem como o plantio da melhor forrageira para as características da região, que foi a brachiaria Marandu”, destacou Maycom e prosseguiu explicando que: “com este trabalho realizado implementamos o projeto de módulo alternado em uma área de 120 hectares, sendo 111 de área produtiva, formando 4 módulos de 27,75 ha, com área de lazer com cocho
coberto e bebedouro interno de 2.000 litros, corredor com acesso a todos os módulos, curral e embarcador”. De acordo com o veterinário, o trabalho desenvolvido possibilitou um incremento na lotação do pasto que foi de 0,2 unidade animal para 3,6 u.a por hectare. Ataídes destacou a importância da parceria com a Cooperativa e da qualificação e profissionalismo da equipe técnica da COMIGO, que, segundo ele, é sinônimo de sucesso. Veja artigo nesta edição com mais informações e o vídeo no canal COMIGOTUBE contando mais detalhes sobre este trabalho.:
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Artigo Pecuária
PROJETO DE MÓDULOS ALTERNADOS
T
udo se iniciou com a transição da atividade da fazenda, que era recria de macho, para cria e melhoramento genético com uso da Inseminação Artificial em Tempo Fixo, tendo como planejamento para os anos subsequentes o ciclo completo, realizando recria semi-intensiva a pasto e terminação em (confinamento). A fazenda não tinha programação de estação de monta das matrizes, sendo realizada a implantação há dois anos, tendo início em novembro e término em janeiro, com três protocolos de Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) e repasse de touros nelore por 30 dias. Desta forma, com o volume de animais presentes na propriedade houve a necessidade de realizar a intensificação do sistema produtivo, inicialmente com o ajuste nutricional visando aumentar a taxa de lotação por hectare. Não sendo suficiente para comportar o volume de animais presentes, iniciamos um novo projeto para reformar 120 hectares de pasto que estavam em avançado estágio de degradação e com baixa lotação, estimada na época em 0,2 UA/ha. Hoje o projeto está concluído com a área total de 111 hectares, divididos
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MAPADE DEDIVISÃO DIVISÃODE DEPIQUETES PIQUETESDA DAFAZ. FAZ.SÃO SÃODOMINGOS DOMINGOS--PARAÚNA PARAÚNA MAPA
PROPRIETÁRIO: ATAIDES SILVA GODOI
PROPRIETÁRIO: ATAÍDES SILVA GODOI
RESPONSÁVEL TECNICO: RODOLFO COLOMBINI
RESPONSÁVEL TÉCNICO:
RODOLFO COLOMBINI VETERINARIO RESPONSAVEL: MAYCOM DOUGLAS NAVA VETERINÁRIO RESPONSÁVEL: MAYCOM DOUGLAS NAVA
DADOS TÉCNICOS
CORREÇÃO DO SOLO Percentual de argila no solo: 13,5% Foi realizada análise do solo e feita as devidas correções da seguinte forma:
Cooperado : ATAÍDES SILVA GODOI Fazenda : FLOR DO CAMPO Área total: 120 hectares Área produtiva: 111 hectares Sendo 4 módulos de 27,75 ha - Com 1 área de lazer com cocho coberto e bebedouro interno de 2.000 litros - Corredor com acesso a todos os módulos, curral e embarcador
em 4 módulos de 27,75 hectares, que geraram um incremento substancial na lotação, saindo das 0,2 UA/ha para 3,6 UA/ha. Os animais permanecem entre 10 e 12 dias em cada módulo, dependendo da avaliação da pastagem e altura de pastejo, sendo todas vacas paridas, suplementadas com o Suplemento Mineral 80 Reprodução COMIGO. Com
excelente qualidade da pastagem e pastejo, não houve a necessidade de suplementar os animais com proteinado energético ou ração, tendo como benefício o menor custo nutricional na propriedade. A taxa de concepção das matrizes submetida à inseminação artificial teve uma evolução saindo de um percentual em torno de 50%, no último ano, para
Adubo 00-21-00 | 390 kg/ha Adubo 30-00-20 | 275 kg/ha Calcário 4 toneladas/ha Cultivar utilizada: brachiaria Marandu. Agrônomo responsável e participante do projeto: Rafael Silva Moraes
58% na taxa de concepção média por IATF, com grande tendência a superar este percentual na próxima estação de monta.
Maycom Douglas Silva Nava Médico Veterinário COMIGO - Paraúna
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Artigo Pecuária
AS PRINCIPAIS DIFERENÇAS DOS SUPLEMENTOS MINERAIS PARA BOVINOS
A
maioria do rebanho de bovinos do Brasil tem a pastagem como sua principal fonte de alimentação, que mesmo estando “verde”, não consegue fornecer todos os nutrientes que os animais necessitam. As principais deficiências de minerais nos climas tropicais são fósforo, sódio, cobre, cobalto e zinco, e é por esse motivo que é necessário fornecer um bom suplemento mineral que atenda esse déficit energético do animal, possibilitando uma boa produtividade e rentabilidade ao pecuarista.
Inúmeros fatores se interrelacionam para uma adequada utilização de misturas minerais, entre eles, a exigência animal (por exemplo: uma vaca em gestação tem maior exigência de fósforo do que um bezerro), a época do ano (águas/chuvas) e qual a produtividade desejada (manutenção, ganhos moderados, altos ganhos). É importante sabermos que quanto mais tecnológico e quanto maior a produtividade, maior será a demanda nutricional dos bovinos. Mas o que irá definir qual o tipo de suplementação utilizar em uma propriedade deve levar em consideração, principalmente, qual é o OBJETIVO da propriedade/ produtor, qual a forragem disponível e seus limitantes nutricionais e qual é a estrutura da propriedade (mão de obra, cochos, aguada e etc). Basicamente existem 4 tipos de suplementação mineral:
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1.
Suplementação Mineral
2.
Suplementação Mineral Proteica
3.
Suplementação Mineral Proteica Energética
4.
Suplementação Mineral Energética
SUPLEMENTAÇÃO MINERAL É utilizada para suprir a deficiência de minerais que faltam no pasto, atendendo as exigências básicas dos animais, podendo conter vitaminas e aditivos (ou não). Resulta em ganho de peso, no período das águas e, no período da seca, resulta no máximo em manutenção de peso. Seu fornecimento deve ser preferencialmente em cochos cobertos, podendo ser distribuída de 2 a 3 vezes por semana e o espaçamento de cocho fica na média de 4 cm/UA. O consumo desse suplemento é baixo, variando entre 70 e 100 g/animal/ dia.
SUPLEMENTAÇÃO MINERAL PROTEICA É composta por minerais e uma fonte de proteína verdadeira, como o farelo de soja, podendo conter ureia e aditivos, e é utilizada com objetivo de fornecer proteína. Essa suplementação possibilita ganhos de peso superiores quando comparada com a suplementação mineral tradicional, porém necessita
Fotos Adriana Martins Campos
de mais cuidados para alcançar os resultados planejados, como espaçamento de cocho correto e fornecimento adequado. O fornecimento pode ser feito 3x na semana, se o cocho for coberto e, quando não for, fornecer diariamente, pois em períodos chuvosos, esse produto perde a qualidade com mais facilidade devido à presença do farelo em sua composição. O consumo médio é de 1 a 2 gramas/kg de peso vivo animal e o espaçamento de cocho é em média de 10 a 12 cm/cabeça.
SUPLEMENTAÇÃO MINERAL PROTEICA ENERGÉTICA É composta por minerais, proteína e uma fonte de energia (como milho e sorgo), podendo conter vitaminas, ureia e aditivos, utilizada para suprir deficiência de proteína e energia, ou estrategicamente, quando se deseja ter uma maior produtividade/hectare. O consumo desse tipo de suplemento é rápido, sendo necessário ser fornecido diariamente. Por isso, o espaçamento de cocho é o maior
gargalo dessa técnica, pois os animais chegam todos juntos para comer e saem todos juntos também. Essa suplementação tem efeito substitutivo ao pasto, ou seja, os animais vão pastejar menos, pois estão supridos com os nutrientes fornecidos no cocho e esse fato pode ser utilizado estrategicamente a favor da propriedade. A média de consumo fica em torno de 3 a 5 g/kg de PV e o espaçamento de cocho de 20 a 25 cm/ UA.
SUPLEMENTAÇÃO MINERAL ENERGÉTICA Como o próprio nome já diz, essa é uma fonte energética de suplementação, que deve ser utilizada quando a necessidade energética for maior que a proteica. Em sua composição existem minerais, proteína e uma fonte de energia, podendo ter ureia e aditivos, porém a quantidade de energia é maior do que a de proteína. É utilizada em situações bastante restritas ou estratégicas, como em terminação de terminação e em
sistemas intensivos, com áreas bastante adubadas. Nesse tipo de suplementação, o fornecimento deve ser diário e o consumo previsto dos animais é de 3 a 5 g/kg de PV e a área de cocho é de 20 a 25 cm/UA em média.
CONSIDERAÇÕES FINAIS O que buscamos quando adotamos a utilização de uma tecnologia na propriedade é o aumento da produtividade, seja carne ou leite, mas devemos ter como prioridade, uma relação custo/benefício favorável. Atualmente a COMIGO possui uma ampla linha de suplementos minerais com inclusão de aditivos e minerais orgânicos. Para saber qual o tipo de suplementação adequada para sua propriedade e para conhecer nossos produtos, procure um de nossos profissionais para fazer o planejamento da suplementação do seu rebanho.
Adriana Martins Campos Zootecnista - Consultora Técnica Suplemento Mineral - COMIGO
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Artigo ITC
OCORRÊNCIA DE INSETOS-PRAGA NA SOJA E CUIDADOS PARA PLANTIO DA SAFRINHA
É
possível encontrar em algumas regiões ou em determinado ano agrícola, a presença de espécies de insetos que têm maior capacidade de causar prejuízos nas lavouras. Altas temperaturas aumentam a taxa metabólica dos insetos, que vão se alimentar mais rapidamente e, consequentemente, se multiplicar mais durante o ciclo da cultura. Além disto, a irregularidade nas chuvas e os períodos prolongados de veranico favorecem o surgimento precoce de altas populações de pragas. Também é de se esperar que o clima seco dificulte o controle químico das pragas, seja por perda de calda durante a aplicação, devido à baixa umidade relativa do ar, ou pelo estresse hídrico na planta. Por outro lado, se as chuvas forem mais intensas e frequentes, muitos insetos pequenos (ou em fases jovens) são controlados naturalmente pela ação direta da chuva ou pela maior ocorrência de inimigos naturais, como fungos e bactérias, que precisam de alta umidade para atuar e reduzir as
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populações de pragas. Neste cenário são as doenças, principalmente fúngicas e bacterianas, que têm a ocorrência favorecida nas lavouras em períodos de maior umidade. Além do atraso das primeiras chuvas na presente safra 2020/2021, a região do Sudoeste Goiano sofreu longo veranico, logo no início do desenvolvimento da cultura da soja, o que aliado às altas temperaturas e a presença da lavoura já como alimento, favoreceu o surgimento precoce de altas populações de insetos-praga no início do ciclo da cultura. Altas populações de lagartas (principalmente Spodoptera), mosca-branca, ácaros e tripes estão presentes nesta safra, necessitando por parte do agricultor medidas de controle com inseticidas.
CONTROLE A COMIGO possui um amplo portfólio de produtos indicados para
estas pragas. Para lagartas podem ser usados os inseticidas Espinetoram, Clorfenapir, Benzoato de Emamectina, Indoxacarbe, Metaflumizone, Tiodicarbe, Metomil e Clorpirifós, de efeito mais imediato. É recomendável a utilização destes inseticidas em mistura com inseticidas chamados “fisiológicos” como Teflubenzurom, Metoxifenozida, Triflumurom, Lufenurom, Diflubenzurom para melhor efeito residual e manejo de resistência, já que os “fisiológicos” atuam mais lentamente durante um tempo mais prolongado, apesar de atuarem apenas em lagartas pequenas. Ainda no controle de lagartas as Diamidas (Flubendiamida, Clorantraniliprole, Ciantraniliprole) apresentam boa eficiência e maior efeito
principalmente a Spodoptera frugiperda, que é a lagarta-do-cartucho do milho, é muito provável que o milho e o sorgo, semeados após a colheita da soja, também poderão ser afetados com alta infestação desta praga nesta segunda safra (safrinha). Os híbridos de milho com a transgenia Fotos Diego Tolentino Bt inserindo a proteína residual quando utilizadas no “timing” Vip3Aa20 ainda mostram um correto, ou seja, em lagartas pequenas. bom controle de lagarta, porém para as demais tecnologias e para o sorgo, as Para o controle de mosca-branca aplicações de inseticidas para lagartapodem ser utilizados os inseticidas do-cartucho no “timing” correto serão Diafentiurom, Ciantraniliprole, de suma importância. Espiromesifeno, Piriproxifem e Acetamiprido e até associações entre estes. Já para ácaros as opções são Abamectina, Diafentiurom e Espiromesifeno. Para tripes podem ser utilizados Abamectina, Clorfenapir, Acefato, Metomil e os Neonicotinoides. É interessante ressaltar a importância do monitoramento adequado da lavoura, pois a ocorrência simultânea de duas ou mais pragas, dependendo da ocasião, pode ser controlada com a aplicação de um único inseticida. Com a alta pressão de lagartas do gênero Spodoptera na soja,
PULGÃO Também em 2019, o pulgão da cana-de-açúcar (Melanaphis sacchari) causou grandes prejuízos em algumas regiões produtoras de sorgo no Brasil, e em 2020 se disseminou por várias regiões. Lavouras no estado de Goiás apresentaram altos índices de infestação, sendo observados até mais de 1.000 pulgões em uma única folha de sorgo. Os prejuízos causados pelo pulgão da cana-de açúcar na cultura do sorgo em 2020 foram enormes, e certamente em 2021 esta praga estará presente novamente
em alta população, exigindo um monitoramento frequente para medidas de controle no “timing” correto. Em 2020 o mesmo pulgão da canade-açúcar, M. sacchari, foi encontrado se alimentando e se multiplicando em milho safrinha na região de JataíGO. Isso é um alerta também para os produtores de milho, pois caso ocorra, assim como ocorreu no sorgo, um biótipo que se multiplique rapidamente no milho, poderá trazer grandes perdas também na cultura do milho se não houver o manejo no momento correto. No Instituto de Ciência e Tecnologia COMIGO – ITC, estão sendo realizados vários trabalhos de pesquisa para controle do pulgão da cana-de-açúcar na cultura do sorgo. Os inseticidas mais eficientes pertencem aos grupos químicos dos Neonicotinoides, Organofosforados e Sulfoxaminas. Entretanto, existem poucos registros de produtos para a cultura do sorgo e, especificamente para o pulgão M. sacchari, não existem inseticidas registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para seu controle. Deste modo, para a definição das melhores estratégias de manejo, é indispensável o acompanhamento da lavoura pelo consultor da Cooperativa responsável pela assistência técnica do cooperado.
Diego Tolentino Pesq. Agronômico - Entomologia ITC - Inst. de Ciência e Tec. COMIGO
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Artigo ITC
COMO ESCOLHER A MELHOR CULTIVAR DE PASTAGEM
C
omo escolher ou definir qual espécie de capim devo utilizar em minhas áreas de pastagem? É uma dúvida frequente que encontramos no dia a dia. Pois bem, para definir qual cultivar de capim utilizar deve-se levar em consideração alguns fatores importantes.
Quanto a sua utilização:
Pastejo: Todas; Feno: Tamani, Massai, Aruana, Ruziziensis e Tifton; Silagem: Mombaça, Zuri, Piatã, Xaraés e Capim elefante; Tropa: Humidicolas, Andropogon, Panicuns e Cynodon; Bovinos e Ovinos: todas, com preferência para as pastagens de melhor qualidade, exemplo: Piatã, Tamani, Zuri, Mombaça e tifton.
Algumas forrageiras têm características específicas para atingirem seu potencial máximo de produtividade, então caso seja posicionada de forma incorreta pode não expressar todo esse potencial. Existe a melhor forrageira? A resposta é NÃO! A melhor forrageira é a que melhor se adapta e responde ao solo, fertilidade, manejo, utilização
Quanto ao tipo de solo:
Solos Fracos: Humidicola, Dictioneura, Andropogon, Decumbens;
De acordo com uma avaliação da propriedade, pode-se recomendar com mais segurança a forrageira que terá o melhor desempenho. Podemos separá-las da seguinte forma:
Quanto à resistência a pragas (cigarrinha):
Resistente: Ipyporã;
Solos Médios: Marandu, Xaraés, Piatã, Paiaguas e Massai;
Resistente por Tolerância: Hum., Dict, Marandu, Xaraés, Piatã, Paiaguas e Panicuns;
Solos Férteis: Panicum; Cynodon; Ipyiporã;
Suscetíveis: MG4, Decumbens, Ruziziensis;
Solos Úmidos com lâmina de água: Humidicola comum, Dictioneura; Solos Úmidos temporário sem lâmina de água: Andropogon, Piatã, Massai e Xaraés; Solos bem drenados: Todos; Solos suscetíveis à erosão: Hum., Dict., Dec., Marandu; Piatã, Paiaguas e Tifton.
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e categoria animal que existe na propriedade, podendo assim expressar seu máximo potencial.
Vimos que existem vários fatores que se devem levar em conta na escolha da forrageira. Estes são alguns que já podem ser utilizados para uma boa escolha, mas além destes existem outros que podem nos auxiliar como manejo, frequência de adubação, se o pasto é rotacionado ou não, e que categoria animal fará o pastejo na área. Para uma boa escolha deve ser feita toda uma avaliação em
conjunto com o técnico responsável da COMIGO (agrônomo, veterinário ou zootecnista), que atenda a propriedade buscando assim a forrageira que terá o melhor desempenho, trazendo assim maior lucratividade na atividade. Lembrando que na propriedade é recomendado ter mais de uma variedade de forrageira, pensando em produtividade em diferentes períodos (águas e seca), e que ataque de pragas
e doenças não acometam toda a propriedade de uma vez, deixando assim os animais sem locais para pastejo. Diagnóstico da área e do sistema de produção é a ferramenta mais importante para a tomada de decisão dentro de uma propriedade.
Leonardo Oliveira Bastos Zootecnista - Vendedor de Insumos Externo COMIGO - Rio Verde - GO
Foto Leonardo Oliveira
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Água na boca
Bolinhas de queijo
Preparo: 30 minutos Rendimento: 6 porções
Ingredientes:
Modo de Preparo
1/2 xícara de chá de queijo parmesão ralado
Misture os queijos, os ovos, a pimenta-do-
1/2 xícara de chá de queijo-de-minas ou prato ralado
reino e o creme de leite e, em seguida, a
1/2 colher de chá de pimenta-do-reino
farinha de trigo e o fermento. Com o auxílio
1 lata de creme de leite 2 xícaras de farinha de trigo 1 colher de chá de fermento em pó 2 ovos Sal a gosto
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de duas colheres pequenas, dê o formato de bolinhas e frite em óleo quente.