Editorial
SETOR É RECONHECIDO A ministra da Agricultura Tereza Cristina
envolvendo a soja. Destacou que é primordial
concedeu entrevista recentemente à CNN
chegar também a outros mercados, como o que já
Brasil falando sobre o Plano Safra 2020/21. Os
está ocorrendo em relação ao mercado árabe.
jornalistas elogiaram o desempenho do setor neste momento de pandemia e fizeram perguntas com o viés de reconhecimento e valorização do
PLANO O Plano Safra anunciado pelo governo
campo. A primeira pergunta, na verdade, foi um
destinou R$ 236 bilhões para custeio,
misto de depoimento e de agradecimento ao
comercialização, investimentos e industrialização.
trabalho dos produtores rurais em meio à crise,
Deste montante, 65% são a juros controlados e
não deixando faltar alimentos para a população
35%, juros livres. Para seguro rural, o valor será
brasileira e também mundial.
de R$ 1,3 bilhão.
Agradecida pelos elogios, explicou a ministra
Perguntada se este dinheiro tem chegado, de
que, entre alguns fatores, isso foi possível graças
fato, na ponta (aos produtores), Tereza Cristina
à profissionalização do campo, que colheu uma
afirmou que sim, sobretudo sendo aplicado na
safra espetacular, e escoamento adequado,
inovação do campo.
inclusive para os portos. Outro detalhe importante,
Sobre as taxas de juros cobradas do setor,
de acordo com ela, foi que o Brasil ocupou espaço
que não têm acompanhado proporcionalmente as
no mercado internacional, sobretudo na China,
quedas da Selic, a ministra defendeu o ministro
em razão da guerra comercial desse país com
Paulo Guedes, da Economia. Segundo ela, o
os EUA. Isso permitiu ao produtor investir mais,
ministro sabe que o setor é vital neste momento
aumentando a produção.
de crise e por isso concordou em aumentar
Todavia, Tereza Cristina disse que é preciso
o volume de recursos. Quanto aos juros, ela
diversificar produtos e mercados, pois não se
lembrou que o momento é delicado, mas que as
pode pôr todos os ovos dentro de uma cesta só,
taxas foram reduzidas para todos as categorias de
se referindo aos negócios com a China, sobretudo
produtores.
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Índice
PESQUISA ITC
NESTAEdição
INVESTIMENTOS
Pesquisador da Cooperativa alerta sobre os cuidados e manejos para evitar a infestação do pulgão da cana-de-açúcar nas lavouras do sorgo no Sudoeste goiano.
A COMIGO realiza investimentos para reformar a loja de Santa Helena, que contará com novas instalações em suas diversas seções.
03 Editorial 06 Quadro Social 18 Dicas Técnicas 19 Pastagem 20 Artigo Pecuária 22 Cuidados na colheita 26 Meio Ambiente 28 Dia C 30 Água na boca
CADASTRO COMIGO Endereço: Avenida Presidente Vargas, 1878 Caixa Postal 195 | CEP: 75.901-901 - Rio Verde - GO Fax: (64) 3621-1691 | Telefone: (64) 3611-1500 SAC COMIGO: 0800 642 1500 Site: www.comigo.coop.br E-mail: ascom@comigo.com.br CNPJ: 02.077.618/0001-85. IE: 10.088.758-9 CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Diretoria Execu�va Presidente: Antonio Chavaglia Vice-Presidente Administra�vo-Financeiro: Dourivan Cruvinel de Souza Vice-Presidente de Operações: Aguilar Ferreira Mota
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08 CONSELHEIROS Alceu Ayres de Moraes (Jataí) Luiz Gustavo Cavalet (Rio Verde) Marciano Casagrande (Caiapônia) Max Eugênio da Silva Arantes (Rio Verde) Paulo Fontão Ferraz Júnior (Rio Verde e Mon�vidiu) Sócrates de Souza Melo (Paraúna) CONSELHO FISCAL Adenisia de Oliveira Garcia (Jataí) José Marques de Queiroz (Palmeiras) Pedro Ribeiro Prudente (Iporá) Rafaela Henkes Vian Freitas (Rio Verde) Rogério Mar�ns Silva Caetano (Paraúna) Silvio Mitsuo Takahashi (Santa Helena) SUPERINTENDÊNCIAS Unidade Estratégica de Negócios - Apoio Administra�vo: Warlen Ferreira de Freitas Unidade Estratégica de Negócios – Grãos: Welton Vieira de Menezes
10 Unidade Estratégica de Negócios – Apoio Industrial: Ângelo Thomáz Landim Unidade Estratégica de Negócios – Insumos: Cláudio César Teoro Unidade Estratégica de Negócios – Suprimentos: Carlos Alberto Leão Barros ASSESSORIAS Ambiental: Reginaldo Passos Auditoria Interna: Fernando Silva Carvalho Comunicação: Wêuller Ferreira de Freitas Jurídica: Edmar Queiroz da Silva Planejamento: Clóvis Ribeiro Dias INFORME COMIGO Revista mensal editada pela Assessoria de Comunicação da COMIGO. Conselho Editorial: Aguilar Ferreira Mota, Beckembauer Ferreira, Samir Silva Machado, Ubirajara Oliveira Bilego e Wêuller Ferreira de Freitas.
COLHEITA ILP Cooperado de Bom Jardim decidiu, sob a orientação dos técnicos da Cooperativa, reformar o pasto, para melhorar lotação e acabou aderindo aos benefícios da ILP.
Mesmo com atraso no plantio, estimativa de produção da safrinha em Goiás é de 10 milhões de toneladas.
CAPA
SOBRAS Associados relatam experiência no uso dos 15% das sobras creditadas em sua conta corrente na Cooperativa para aquisição de máquinas e insumos na Cooperativa.
14 12 16 CAIAPÔNIA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0045-04 Editor Responsável: Wêuller Ferreira de Freitas Matérias e Fotografias: Samir Machado - MTB 3752/GO Diagramação, composição e arte: Vanessa Fernandes dos Santos Representantes Comerciais: Agromídia Desenvolvimento de Negócios Publicitários LTDA. Rua Dr. Luiz Migliano, 1.986 – 7º andar – conj. 718 – CEP 05711-001 – São Paulo/SP - Edi�cio Bonnaire Office, Fone: (11) 5092-3305; Guerreiro Agromarke�ng: Av. Humanitá, 452, 1º andar - Centro Empresarial Dalla Costa - Maringá - PR, Fone: (44) 3026-4457. Impressão: Gráfica Poligráfica - Goiânia - GO Tiragem: 8.500 exemplares
CADASTRO COMIGO Fundação: 6 de julho de 1975 Gênero: Coopera�va de beneficiamento, industrialização e comercialização de produtos agropecuários. Instalação/A�vidades: RIO VERDE: Sede administra�va; loja agropecuária (seções de peças, veterinária, e demais insumos agrícolas); armazéns; indústrias de óleo e farelo de soja (moageiras e refinaria); indústria de la�cínios; misturadores de fer�lizantes; fábricas de rações; fábrica de sabão; laboratório de controle de qualidade de produtos acabados, de matérias-primas, de análises de solo, foliar e de dejetos; laboratório veterinário; unidade de beneficiamento de sementes; COMIGO Florestal I, II, III e IV; Centro Tecnológico COMIGO (CTC) de geração e difusão de tecnologias agropecuárias. (64) 3611-1500
INDIARA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0018-23 IPORÁ: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0043-34 JANDAIA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0020-48 JATAÍ: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0023-90 MONTES CLAROS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0044-15 MONTIVIDIU: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0030-10 PALMEIRAS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0049-20 PIRANHAS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0054-97 PARAÚNA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0021-29 RIO VERDE: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0001-85
ACREÚNA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0028-03
SANTA HELENA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0004-28
CAÇU: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0051-44
SERRANÓPOLIS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0014-08
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Quadro Social
NOVOS COOPERADOS
ABRIL DE 2020
7.098 HOMENS
1.287 MULHERES
95
PESSOA JURÍDICA
8.480 TOTAL
RESTITUIÇÃO DE CAPITAL
Luiza e Lorival Pereira Pinto (Jataí)
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Nome
Município Fazenda
Alberione Sousa Rezende
MINEIROS
Alysson Gean Guimarães
MINEIROS
Andre Carrijo Rodrigues
MINEIROS
Celio Souza Lima
JATAÍ
Cristiano Caetano de Morais
PARAÚNA
Darcisio Rodrigues da Silva
INDIARA
Edima Dalvina de Jesus
CAIAPÔNIA
Frank Bruno Alves Rodrigues Marques
BOM JARDIM DE GOIÁS
Geni Euripedes de Souza Filho
JATAÍ
Joderlan José de Amorim
AURILÂNDIA
Jonas Francisco de Menezes
MOIPORÁ
José Luiz Ferreira
PIRANHAS
Leticia de Paula Jacintho
PARANAIGUARA
Marcelo Cassalho Vilela
CAIAPÔNIA
Maria Clara Rodrigues Souza Goulart
QUIRINÓPOLIS
Nevio Franco de Moraes Nunes
CAIAPÔNIA
Nilson Franco de Moraes
SERRANÓPOLIS
Pro-Agro Consultoria Eireli
SERRANÓPOLIS
Sebastião Gonçalves Pereira
BOM JARDIM DE GOIÁS
Severino Rezende Oliveira
MINEIROS
Sonia Luzia Pereira Martins
MINEIROS
Tania Silva Martins Godoi
PARAÚNA
Ueliton de Moraes Machado
IVOLÂNDIA
Wanderson da Mota Souza
PIRANHAS
Weber Dias Ferreira Junior
RIO VERDE
Willie Rodrigues Guimarães
QUIRINÓPOLIS
Zildomar Resende Cunha
PORTELÂNDIA
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Investimentos
LOJA DE SANTA HELENA RECEBE INVESTIMENTOS
É uma região de destaque para a economia do estado, foi a primeira filial da Cooperativa. Além disso, a loja atual, com o passar dos anos, estava necessitando de uma reestruturação para melhorar ainda mais o atendimento ao nosso cooperado” Aguilar Mota
Por Bruno Kamogawa
C
om investimentos em estrutura e tecnologia, a COMIGO incentiva, cada vez mais,
o desenvolvimento da atividade agropecuária em Goiás. Por isso, dando prosseguimento a essa modernização, a Cooperativa está realizando ampla revitalização na loja agropecuária de Santa Helena. Com previsão de término entre quatro e cinco meses, o valor total do
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investimento está orçado na casa dos R$ 3 milhões. Com a reforma, o cooperado contará com novas instalações em suas seções de peças e medicamentos veterinários; assistência agronômica e veterinária; insumos agrícolas e pecuários e demais serviços voltados ao produtor rural da região. Além disso, haverá uma atualização do sistema de informática, dando maior agilidade
ao atendimento e segurança no
da região sempre impulsiona
de móveis, equipamentos, forro,
armazenamento de dados.
investimentos e modernizações,
telhado, piso, adaptações de salas de
especialmente de uma unidade com a
atendimento, enfim passará por uma
relevância histórica que ela tem”.
completa repaginação.
O vice-presidente de operações, Aguilar Mota, aproveitando o fato, relembra que a cidade de Santa Helena foi a primeira a receber uma
Entre as diversas mudanças, a reforma da loja, inaugurada em 1988 (antes era em outro local), contempla a troca das instalações elétricas, hidráulicas e de informática, além
A reforma traz benefícios para os cooperados, com maior conforto e comodidade. ”
Fausto José Moreira
A unidade sempre está passando por modernização, que só traz maiores benefícios para os cooperados. Pode demorar um pouco, mas devemos entender que a reforma é para o nosso bem”. Elias Gonçalves Pimenta
unidade da COMIGO, em 1978, após sua fundação em Rio Verde. “É uma região de destaque para a economia do estado, foi a primeira filial da Cooperativa. Além disso, a loja atual, com o passar dos anos, estava necessitando de uma reestruturação para melhorar ainda mais o atendimento ao nosso cooperado”, frisou ele. De acordo com o gerente da unidade, Weiler Leão Ferreira de Souza, “o potencial produtivo
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Pesquisa ITC
PULGÃO DA CANA ATACA O SORGO As lavouras de sorgo do Sudoeste goiano foram altamente infestadas Você pode assistir essa entrevista pelo nosso QR Code abaixo:
no início da infestação”, destacou o Por Samir Machado
O
pulgão da cana-de-açúcar,
Melanaphis sacchari, começou a causar sérios prejuízos nas lavouras de sorgo do Brasil na safra 2018/2019. A multiplicação deste pulgão no sorgo ainda não havia sido registrada com tamanha intensidade. Portanto é um novo fato e que merece atenção. Neste ano as lavouras de sorgo do Sudoeste goiano foram altamente infestadas. Justamente para alertar e orientar os cooperados sobre este assunto, o pesquisador agronômico do Instituto de Ciência e Tecnologia
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COMIGO (ITC), Diego Tolentino de Lima, gravou vídeo dando orientações sobre o manejo para evitar perdas em sua lavoura.
pesquisador. Outra orientação está relacionada à tecnologia de aplicação dos produtos. “Além das condições ambientais, no volume de cauda
No vídeo Diego ressalta que é
é muito importante que o produtor
fundamental que o produtor monitore
não utilize volume reduzido. Com
frequentemente sua lavoura,
um maior volume de cauda a gente
acompanhando para evitar uma
tem uma cobertura melhor e melhor
eventual explosão do pulgão. “Uma
também deposição de cauda no
das principais formas para combater
baixeiro, que é onde o pulgão mais se
o pulgão da cana-de açúcar é o
distribui na planta”, destacou ele.
time de aplicação. É fundamental fazer o combate na hora certa. Se o produtor se descuidar vai ser mais difícil controlar o pulgão e os danos já estarão ocorrendo. A aplicação dos defensivos tem que ser feita logo
Diego Tolentino Pesquisador Agronômico ITC
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Pecuária
Quero aumentar a lotação no pasto” Valdivino Bartolomeu Bueno
O
cooperado Valdivino Bartolomeu Bueno, proprietário da fazenda Macaúba, em Bom
FOI REFORMAR E ADERIU À ILP Cooperado de Bom Jardim conta como está sendo sua experiencia de reformar o pasto com o apoio técnico da COMIGO
Jardim, é o entrevistado deste episódio do Comigocast. Ele precisava reformar o pasto e, seguindo recomendações dos técnicos da COMIGO, decidiu fazer a correção e fertilização do solo para plantar a safra e a safrinha (soja e milho), para posteriormente implantar o pasto.
O produtor pretende elevar a lotação de seus pastos de 0,6 ua/ ha, atualmente, para cerca de 10 ua/ha. A experiência tem sido tão
Por Samir Machado
positiva que ele já se diz adepto da Integração Lavoura-Pecuária (ILP) e pretende estender as mudanças para toda sua propriedade.
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ajudou muito na decisão de plantar soja para fazer a recuperação do pasto. Tive o suporte da Cooperativa, através da orientação técnica. Posso dizer que foi uma parceria que ajudou muito. Hoje estou reformando 63 hectares inicialmente”, destacou e completou dizendo que: “Quero aumentar a lotação no pasto, abrir novas áreas e pretendo ir consorciando. Existe a expectativa de fazer a integração lavoura pecuária. Essa área mesmo [63 ha] tem uns 3 ou 4 anos que reformei e já está precisando reformar de novo. É uma terra muito compactada com deficiência de calcário e fósforo. Já fizemos a correção e a adubação. Em entrevista, que foi gravada e
trabalhando à frente da propriedade,
pode ser acessada em nosso canal de
com pecuária, já são 20 anos”,
podcast, o Comigocast, o cooperado
destacou.
contou que foi após a orientação técnica do agrônomo da COMIGO que
CORTE E LEITE
avaliou a possibilidade de fazer uma
A fazenda Macaúba tem 1.074
reforma bem feita. “Foi quando eu fiz
hectares onde são trabalhadas as
a correção do solo, a fertilização do
atividades de pecuária de corte (cria) e
perfil do solo e para retirar de volta
leite. Valdivino destinou 580 hectares
os custos do investimento, vamos
para trabalhar com o leite. São 300
plantar safra e safrinha, com soja e
cabeças de nelore mestiço, para o
milho, e depois implantar a pastagem”,
corte, e 116 vacas mestiças para o
explicou.
leite. A produção atual na fazenda é
Valdivino foi criado na fazenda
de 150 litros de leite por dia, sendo
Macaúba. “Meu pai, quando se casou,
30 vacas em lactação. Cada animal,
veio para cá, em 1958, e foi formando
que é tratado no pasto, faz média de 5
esta fazenda onde criou os seus filhos.
litros por dia.
Meus irmãos saíram para estudar na
“Há tempos eu vinha reformando
cidade e eu permaneci aqui com ele.
meus pastos, mas não fazia o
Estudei até o primário e retornei onde
serviço direito. Não fazia correção e
permaneço até hoje. Aqui
a adubação correta. A COMIGO me
Agora é esperar as chuvas para plantar a soja”. Ele disse que hoje a lotação de animais no pasto é em média de 0,61 ua/ha (Unidade Animal). “Se esta reforma fizer o pasto melhorar mesmo, vamos aumentar essa lotação para pelo menos umas 10 cabeças (ua) por hectare. Vamos ver o que vai acontecer, mas eu acho que vou fazer a integração lavoura-pecuária ao que tudo indica. Tenho problemas de estrada que já estamos começando a arrumar para preparar para a safra”, salientou Valdivino. Ouça essa entrevista completa em nosso canal de podcast
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Safrinha
COLHEITA TEM BOAS PERSPECTIVAS DE PRODUÇÃO
Mesmo com atraso no plantio, safrinha promete bom resultado Por Bruno Kamogawa
apresenta boas perspectivas de
C
produção.
om o atraso do plantio da soja em outubro e o tempo chuvoso em fevereiro e março
deste ano, a colheita foi um pouco mais prolongada, fato que poderá refletir na produção do milho safrinha. Contudo, o preço do grão encorajou os produtores no plantio, estendido até março, mesmo um pouco fora da janela, que é até fim de fevereiro. De acordo com o engenheiro agrônomo, Paulo Afonso Rodrigues Filho, apesar do atraso no plantio, as oscilações climáticas e do nível do índice pluviométrico, o milho
De acordo com o superintendente da unidade estratégica de grãos da COMIGO, Welton Vieira de Menezes,
PREVISÃO
aproximadamente 65% do total da
Em Goiás, a estimativa de
safrinha nacional já foi comercializada,
produção da safrinha é de 10 milhões
com boas perspectivas em relação aos
de toneladas (segundo a Conab),
valores pagos ao produtor rural.
sendo colhidas de junho a agosto. Somada à produção nacional, deverá
RECEPÇÃO
atingir a marca de 74 milhões de
A COMIGO já está recebendo
toneladas. De acordo com dados
tanto a safra de milho quanto a de
da Conab (Companhia Nacional de
sorgo dos cooperados, com mais
Abastecimento), o cenário indica uma
espaço este ano devido à construção
produção total do milho (1ª e 2ª safras)
de mais unidades armazenadoras,
de 100,1 milhões de toneladas na
sobretudo uma em Palmeiras de Goiás
temporada 2019/20, um crescimento
e outra em Rio Verde. Veja abaixo a
de 0,3% em relação à safra passada.
lista de unidades que receberão os grãos:
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Retorno Cooperativo
COM AS SOBRAS, COOPERADOS FAZEM INVESTIMENTOS
Os cooperados irmãos Vian relatam como os 15% das sobras ajudaram na aquisição de máquinas e insumos Por Samir Machado
últimos anos, porque viabiliza mais a
passamos a contar com o suporte de
O
aquisição de máquinas, equipamentos
técnicos e produtos da Cooperativa”,
e insumos na própria Cooperativa,
contou João e explicou: “Melhorou
além de alavancar o potencial dos
muito em relação à aquisição de
produtores”, explicou João. Seu irmão,
insumos, comercialização de grãos,
Marcos Roberto, que se associou
segurança, confiança, estrutura de
recentemente, também já fez uso das
armazéns e na prestação de serviços.
sobras para aquisição de insumos.
Por último, agora, também contamos
s cooperados têm usado com frequência os 15% das sobras creditadas em sua
conta corrente na Cooperativa, após o fim de cada exercício. É um recurso importante para quitar débitos ou fazer novas compras na COMIGO. Os irmãos João Carlos Vian e Marcos Roberto Vian, que estão à frente dos negócios da família na fazenda Estrela da Serra, no município de Piranhas, de 1.500 hectares, são um exemplo disso. No ano passado João Carlos utilizou o recurso para aquisição de máquinas na Cooperativa. Este ano usou uma parte para ajudar a abater nas parcelas do maquinário e outra parte para amortizar a dívida de compras realizadas na loja. “O uso destes 15% foi uma das coisas mais importantes que a COMIGO fez nos
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com a facilidade na aquisição de
OPORTUNIDADES De acordo com João Carlos, sua família veio de Colorado (RS)
máquinas e implementos, já que podemos contar com os recursos [de 15%] das sobras”.
para Goiás em 1987 em busca de melhores oportunidades. “Nosso pai faleceu antes disso e, infelizmente, não chegou a vir. Veio a mãe e um
COMIGO EM PIRANHAS FACILITOU MUITO
tio. Minha mãe teve que fazer papel de mãe e pai. Saímos de 21 hectares
Em 2013 a família decidiu abrir
para uma área de 100 hectares em
novas áreas na região de Piranhas.
Rio Verde. Com muito trabalho fomos
“Rodamos muito procurando. O clima
conseguindo nos virar. Em 2001 me
e a qualidade do solo agradaram.
cooperei ao quadro de associados da
É uma região que conta com uma
COMIGO, foi quando as coisas deram
localização boa em relação à logística
uma boa melhorada para nós, que
e está dentro de Goiás, o que para
nós é um fator importante”, justificou
compra de peças, chegou também
Marcos Roberto.
com a Cooperativa a facilidade de
Assim que eles chegaram a
se adquirir insumos (fertilizantes,
A inauguração da loja da COMIGO aqui facilitou muito a nossa vida.
Piranhas, segundo ele, a única
sementes e defensivos). “Agora temos
estrutura que existia na fazenda
um contato mais próximo com a
era um paiol e um curral. “Isso
COMIGO. A chegada da Cooperativa
sem contar que a cidade oferecia
em Piranhas é como se tivessem
pouca estrutura de suporte para
vindo para cá várias empresas em
agricultura, de logística de transporte
áreas diferentes que dão suporte
e armazenagem. Tudo isso dificultava
para o agronegócio. Agora a nossa
a parte operacional do negócio, o
expectativa é a chegada de um
equipamentos. Melhorando a estrada”,
preparo do solo, plantio e colheita.
armazém de grãos.”, frisou.
contou Marcos.
Marcos Roberto Vian
Tudo ficava mais caro. Uma das
A produtividade na fazenda
principais dificuldades que a gente
Estrela da Serra começou com 34
tinha aqui era na aquisição de peças. A inauguração da loja da COMIGO aqui facilitou muito a nossa vida. Saímos
MELHORIAS COM O TEMPO Ao longo das últimas sete safras
sacas por hectare. Atualmente eles plantam a soja na safra de verão e após a colheita plantam brachiária,
muitas vezes daqui para ir em Barra
os irmãos Vian foram buscando
apenas para cobertura do solo e
do Garças, Caiapônia, Jataí e Rio
melhorias. “O que dependia da gente
milheto em algumas áreas. “Sete anos
Verde comprar uma peça para evitar
fomos trabalhando todos os anos.
após, a média da propriedade é de 64
que uma máquina ficasse parada.
Como a melhoria do perfil do solo,
sacas por hectare, devido ao suporte
Hoje a situação melhorou muito. A loja
estudo de materiais genéticos que
e produtos que a COMIGO dispõe.
da Cooperativa está a 28 quilômetros
mais se adaptavam ao microclima
Existem alguns talhões com teto de
da nossa propriedade. Bem melhor
da região. No primeiro ano foi quase
79 sacas por hectare, o que nos deixa
que ter que rodar 100 quilômetros
um tiro no escuro. A partir do terceiro
muito animados”, salientou Marcos.
até Caiapônia, que era a loja mais
ano fomos acertando e melhorando
Os irmãos Vian deram entrevista
próxima”, destacou Marcos.
a produtividade, a infraestrutura
falando sobre a história da família para
dentro da propriedade de máquinas e
o canal da COMIGO no You Tube.
Marcos Roberto ressaltou que, além da melhoria da logística para a
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Dicas Técnicas
FERTILIZANTES AO SOL: DE JEITO NENHUM Produto deve estar em armazém coberto, sobre paletes e empilhado (máximo 3 fileiras)
Acompanhe essa entrevista em nosso canal de podcast
Por Samir Machado
A
colheita da safrinha se aproxima
TRÊS PONTOS DE
e com ela o fim do ano agrícola
ATENÇÃO
da safra 2019/2020 e,
consequentemente, o início da próxima
“Fertilizantes ao sol de jeito
safra. Deste modo, muitos cooperados
nenhum. Esta é a nossa orientação.
já começaram a receber, em suas
O produtor precisa estar atento a três
propriedades, os fertilizantes que serão
principais pontos: o armazenamento
utilizados no próximo plantio.
tem que ser feito em um galpão,
Uma parte significativa de
para proteger as embalagens da
cooperados teve problemas no ano
ação do sol. Elas precisam estar em
passado, neste mesmo período, quando
cima de paletes ou, pelo menos, de
eles receberam os fertilizantes. Em
uma lona, para que o produto não
alguns casos, o produto, quando foi pra
absorva a umidade do solo. Por fim, o
ser usado, havia empedrado devido ao
empilhamento tem que ter no máximo
empilhamento feito de forma errada e em
três de alta. Ou seja, no máximo três
contado direto com o solo. As embalagens
fileiras [uma sobre a outra] e deve ser
de alguns big bags rasgaram por conta
feito em formato de pirâmide. Mais do
de sua exposição ao tempo, sendo
que isso vai provocar a compactação
castigados sucessivamente por períodos
do produto que estiver debaixo,
de sol intenso e frio à noite, ocasionando
provocando o aglomeramento, que é o
perdas do produto ou até mesmo a
empedramento, e aí o produtor poderá
alteração de suas propriedades.
ter problemas no manuseio deste
A observação foi feita pela gerente de produção da fábrica de Fertilizantes COMIGO, Karinne de Freitas Alves, que
Coloque os big bags em cima de paletes ou de uma lona para que o produto não absorva umidade do solo.
produto podendo ocorrer perdas”, explicou Karinne. Segundo ela, a orientação visa
alerta que a orientação da Cooperativa
evitar que o produto perca suas
é para que os cooperados não
características físicas e também a
armazenem os fertilizantes a céu aberto,
qualidade, que são fundamentais para o
cobertos apenas por uma lona.
sucesso posterior da lavoura.
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Faça armazenamento em um galpão coberto, bem arejado, que proteja as embalagens da ação do sol e do frio. Nunca deixe o produto direto sob a ação do sol, coberto apenas com uma lona.
Empilhe os big bags em formato de pirâmide, com no máximo 3 fileiras (3 de alta)
Pastagem
VITRINE TECNOLÓGICA DEMONSTRA MANEJOS EM PASTOS
Experimento conduzido pela COMIGO, e realizado de forma virtual, demonstrou eficiência de diferentes tipos de manejo para combater o araticunzinho Por Samir Machado
A
COMIGO realizou uma vitrine tecnológica na fazenda Talhada, no município de
Aparecida do Rio Doce, do cooperado Alan Kardec Ferreira de Freitas, com o objetivo de demonstrar a eficiência de alguns manejos em ervas daninhas de difícil controle, em especial para o araticunzinho, uma invasora muito comum de ser encontrada na região. Ela pode reduzir consideravelmente a lotação de animais e, caso se alastre, compromete de 70% a 80% da pastagem, causando inúmeros prejuízos para o produtor.
Os resultados demonstraram que
evitem a aglomerações, a Cooperativa
tanto a roçagem como a aplicação
decidiu realizar a vitrine tecnológica de
com trator se mostraram ineficientes
forma virtual, publicando um vídeo da
para o controle do araticunzinho. O
apresentação, que foi realizada pelo
manejo mais adequado foi o realizado
engenheiro agrônomo de pastagem
com aplicação localizada com a
da COMIGO, Rodolfo Colombini, e que
bomba costal.
está disponível no site da Cooperativa:
Devido às medidas de combate
www.comigo.com.br ou no canal da
ao coronavírus, que entre outros
COMIGO no You Tube “cooperativa
cuidados prevê que as pessoas
Comigo”.
Para ver o vídeo da vitrine virtual, basta acessar o canal pelo QrCode abaixo:
Assim, a Cooperativa continua cumprindo seu papel de levar conhecimento aos associados de forma segura e confortável. Acesse ssos canais digitais para mais informações.
O evento foi feito com experimentos em quatro parcelas. Uma de área testemunha; outra com roçagem mecanizada; uma terceira com aplicação de herbicida, com a tecnologia XT, a 2,5%, realizada utilizando o trator, em área total; e a última usando aplicação localizada de herbicida, com a tecnologia XT, também a 2,5%, com bomba costal.
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Artigo Pecuária
CENÁRIO POSITIVO PARA A PECUÁRIA, APESAR DE INCERTEZAS E DESAFIOS
A
s perspectivas para o mercado
contas e um bom planejamento se
bovina registra nos cinco primeiros
de pecuária de corte são
torna fundamental para a terminação.
meses do ano, quantidades recordes
positivas para os anos de
E esse movimento de alta da
de embarques.
2020/2021, mesmo a economia
reposição, somado aos preços
Além do dólar, que deixa a
e o mercado em geral passando
elevados do milho, fazem com
carne bovina brasileira mais atrativa,
pela turbulência da pandemia do
que pecuaristas-confinadores
problemas nas indústrias norte-
coronavírus.
se desanimem para fechar gado
americana e australiana, surtos de
no primeiro giro e posterguem o
peste suína africana e aftosa na China,
do mercado de qualquer produto
confinamento para o segundo giro,
assim como casos de influenza aviária
é formado pelos vetores de oferta
no segundo semestre. Esse cenário
na Índia, fazem com que os países,
e demanda, sejam internos e/ou
pode fazer com que falte animais
principalmente a China, busquem
externos.
para abate entre os meses de julho
elevar as compras de carne bovina do
No caso da pecuária de corte,
e setembro, valorizando as cotações
Brasil.
o mercado já sinalizava no final de
do animal, já que o mercado entre
Esse cenário não deve se
2019, uma restrição em termos de
agora na entressafra de boi gordo,
modificar no curto prazo, devido à
oferta de animais prontos para o abate
com menos pasto para alimentação
falta de carne ao redor do mundo. O
para os dois próximos anos. E os
e a necessidade de fazer um uso de
Brasil neste ponto se consolidou como
dados oficiais do Instituto Brasileiro
alimentação à base de grãos.
o grande fornecedor de carne bovina
Deve-se lembrar que o equilíbrio
de Geografia e Estatística do Brasil, o
Pelo lado da demanda, o ano
para o mundo. O Brasil está para a
IBGE, mostram que o abate no início
de 2020, que sinalizava um bom
carne bovina, assim como o Oriente
de 2020 é o menor desde 2011. Foram
momento para o mercado doméstico,
Médio está para o petróleo.
abatidas de janeiro a março de 2020,
tem no mercado externo o motor
7,2 milhões de cabeças bovinas
de estabilidade e aquecimento do
favorável trazem otimismo para o
(macho e fêmea).
mercado.
setor, mesmo com os custos em alta.
A oferta restrita de animais no
A desvalorização do Real frente ao
Oferta restrita e cenário externo
O que pode vir a frear o movimento
campo faz com que os preços dos
dólar, deixou os produtos brasileiros
de alta, pode ser o mercado interno,
animais de reposição, bezerro e boi
exportáveis mais atrativos no cenário
devido ao cenário de crise devido à
magro, atinjam patamares de preços
internacional. Entre esses produtos,
pandemia.
históricos. Bom para criadores, mas
as carnes no geral ganharam mais
desafiador para quem faz a recria
espaço entre os países, registrando os
produção da carne bovina fica no
e engorda. A necessidade de fazer
melhores números na história. A carne
Brasil, sendo o driver formador do
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Deve-se lembrar que 75% da
preço do boi. Soma-se a isso, o fato
importante e positivo para a pecuária
a produtividade, produzindo mais
de que a carne bovina é a que possui
com reflexos no ano de 2021.
arrobas por hectare fará com que a
o maior valor agregado, se comparada às carnes de frango e suína. A expectativa de uma melhora da
O pecuarista deve aproveitar esse cenário, assim como taxas de juros
rentabilidade aumente e reduza custos fixos.
mais baixas, e fazer investimento
A gestão do rebanho, da
economia no segundo semestre traz
na produção, melhorando genética,
comercialização, dos funcionários e
um alento para a perspectiva do setor.
alimentação, pastagem, sanidade e
a gestão de custos são fundamentais
A volta aos poucos da economia e da
estrutura da fazenda. A pecuária é
nesse momento para quem quer
circulação das pessoas devem ajudar
uma atividade de longo prazo e com a
continuar na atividade.
na sustentação de preços.
disponibilidade de crédito barato, pode
O ano de 2020 se torna desafiador
se tornar mais rentável no futuro.
pelas incertezas econômicas, tanto
O momento é de incerteza,
nacionais como internacionais, mas,
mas o pecuarista deve manter os
por outro lado, com uma oferta restrita
investimentos, sem loucuras, é claro,
no campo e o papel de protagonista
mas sabendo que irá passar por um
do Brasil, o ano corrente deverá ser
momento de transição. Aumentar
Professor Thiago Bernardino de Carvalho UNESP
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Cuidados na colheita
RECOMENDAÇÕES PARA A COLHEITA EM TEMPOS DE COVID-19
RECOMENDAÇÕES GERAIS 1 Orientar os funcionários quanto aos cuidados com a higiene pessoal e uso de equipamentos de proteção individual, os sintomas para os quais devem ficar alerta, bem como a
Anater apresenta medidas de higiene recomendadas durante a pandemia de coronavírus
necessidade de isolamento social, após o término do horário de trabalho, sempre evitando permanência em locais de aglomeração;
O Ministério da Agricultura (Mapa) está orientando
2
o homem do campo para seguir as recomendações da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural
Lavar as mãos com
(Anater), que publicou um documento contendo medidas
água corrente e sabão
de higiene durante a pandemia do coronavírus (Covid-19),
líquido ou outro produto destinado
que devem ser adotadas durante a colheita de produtos
ao mesmo fim (leia as informações
agrícolas. Por se tratar de recomendações, o documento não impõe regras. Como o coronavírus pode persistir por horas ou dias, a depender da superfície, da temperatura e da umidade do ambiente, uma das estratégias mais importantes para evitar a exposição é redobrar os cuidados com a higiene. Todas as atividades devem considerar rigorosamente as diretrizes
na embalagem). Não se esquecer de esfregar bem todas as áreas das mãos, incluindo as pontas e as regiões entre os dedos, além dos punhos;
3 Manter as unhas curtas, sem esmaltes, e não usar adornos que possam acumular sujeiras
de segurança mínima estabelecidas e apresentadas pelo
e microrganismos, como anéis,
Ministério da Saúde.
aliança e relógio;
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6
6
Em refeitórios ou locais destinados à alimentação, evitar a
Disponibilizar luvas e máscaras
aglomeração de pessoas. Deve-se
(quando recomendável), álcool em gel 70%, água limpa e sabão para
criar grupos pequenos e definir
Orientar para
escalas de alimentação para
que não se proceda o
cada grupo. O ambiente deve ser
compartilhamento de
ventilado e as mesas e cadeiras
garrafas de água, copos,
devem ter espaçamento mínimo de
talheres e outros objetos
1 metro entre elas;
de uso pessoal;
5
Promover o afastamento das atividades, de funcionários que estejam nos grupos de risco, como idosos com mais de sessenta anos, ou que possuam doenças crônicas
7
5 Realizar o pagamento de
RECOMENDAÇÕES DURANTE A COLHEITA
1
cardiovasculares, insuficiência renal crônica, doença respiratória
Higienizar frequentemente os
crônica, bem como daqueles com
veículos, as superfícies e os locais
quaisquer sintomas de resfriados,
de acondicionamento de produtos,
independentemente do grupo de risco,
equipamentos e utensílios
e daqueles que tenham contato direto
(especialmente na chegada dos
com pessoas do grupo do risco;
funcionários ao local de trabalho
funcionário tenha suspeita ou
partes expostas.
maneira escalonada, de modo
como diabetes, hipertensão, doenças
IMPORTANTE: Caso algum
higienização frequente das mãos e
e após o encerramento das
a evitar filas e aglomerações.
4 Evitar aglomerações, organizando o fluxo de pessoas nas propriedades.
3 Manter distância mínima de 1 metro entre os trabalhadores durante a colheita.
atividades).
confirmação de contaminação pelo
Para a limpeza podem
novo coronavírus, devem ser seguidas
ser indicados os detergentes,
as recomendações do Ministério da
limpadores multiuso que são
Saúde e imediato afastamento do
Também recomenda-se avaliar a
desengordurantes, limpa-vidros
colaborador das atividades.
possibilidade de ampliar a divisão dos
(que são à base de álcool) e
turnos de trabalho.
4
o próprio álcool em baixas
Aumentar o espaçamento entre os funcionários.
Quando for impraticável
concentrações (abaixo de 54°).
que os funcionários mantenham
Informar e estar atento se
Para desinfecção das
distanciamento entre si, devem ser
houver casos de contaminados
superfícies podem ser utilizados
reforçadas as práticas de higiene,
no domicílio ou com quem teve
os seguintes produtos: solução
como lavagem de mãos e higienização
contato recentemente;
de hipoclorito de sódio a 1% (água
de utensílios e equipamentos para
sanitária na diluição recomendada
reduzir a chance de disseminação do
no rótulo), álcool 70% líquido ou
vírus.
gel, e os próprios desinfetantes de uso geral.
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Cuidados na colheita
7
12
Orientar para que não se proceda qualquer tipo de alimentação durante a atividade de colheita,
Higienizar ferramentas,
Disponibilizar
máquinas e equipamentos de
álcool em gel 70% para
colheita, quando forem realizadas
higienização das mãos
trocas de operadores.
e partes expostas, além de máscaras para os
que possa gerar risco de contaminação, respeitando os intervalos destinados a
13
Realizar a higienização no local de chegada e entre
descanso e refeições.
turnos.
14
Aumentar, quando
8
6 condutores.
possível, o período de colheita, de modo a reduzir a concentração e fluxo de funcionários.
com janelas abertas.
Instalar banheiros em ambientes bem ventilados, diariamente higienizados e com disponibilidade
4
de água e sabão para higienização das mãos e partes expostas.
Utilizar, quando possível, a colheita semimecanizada ou mecanizada.
9
10
Posicionar as pessoas em
RECOMENDAÇÕES PARA TRANSPORTE DE FUNCIONÁRIOS
Não compartilhar ferramentas e equipamentos de colheita, como peneiras, lonas e sacarias.
Separar os colhedores por talhões ou carreiras.
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distância mínima de 1 metro.
3 Os meios de transporte devem garantir o espaçamento adequado e reduzir a lotação
1
para evitar aglomeração.
transporte dos funcionários,
2
diariamente, utilizando água
Proibir o embarque de
e sabão e, se possível, água
pessoas com sintomas de
sanitária.
doenças respiratórias.
Higienizar veículos de
11
5
Manter veículos
Fazer o
5
7
para comunicar imediatamente ao seu superior sobre algum caso de suspeita
revezamento de turnos
de contaminação para que
e garantir a lotação
haja afastamento imediato
4
adequada para o distanciamento mínimo.
8
Orientar os funcionários
dos demais, evitando contaminação;
Garantir o monitoramento para que o trabalhador com suspeita de contaminação pelo coronavírus
Respeitar a distância mínima de 1 metro durante as marcações
seja imediatamente separado dos demais;
de ponto ou presença nas entradas
6
e saídas do trabalho, quando existentes estes procedimentos. Disponibilizar água limpa e
RECOMENDAÇÕES PARA ALOJAMENTO
sabão para higienização das mãos e partes expostas no momento da entrada dos alojamentos e, quando
que as roupas e ferramentas de trabalho sejam higienizadas e fiquem guardadas em
de 1 metro de distância entre as camas do alojamento.
possível, álcool em gel 70%;
3
1 Disponibilizar espaços para
Manter espaçamento mínimo
2 Alojamento e banheiro
local apropriado para evitar
devem ser instalados em
contaminação.
ambientes bem ventilados, higienizados diariamente, sendo que as roupas de cama e banho não devem ser compartilhadas;
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Meio Ambiente
CORPO DE BOMBEIROS DIVULGA CARTILHA CONTRA INCÊNDIOS O 4º. Batalhão Bombeiro Militar de Rio Verde, através da Operação Cerrado Vivo, coordenada pelo Tenente Dias, elaborou uma cartilha com o objetivo de prevenir incêndios florestais, destacando dicas importantes de prevenção a incêndios na colheita de produtos agrícolas. A medida é oportuna agora na época da safrinha.
Dicas de prevenção a incêndios em culturas agrícolas Faça aceiros para proteger
a colheita, sendo assim, uma boa
sua propriedade rural de incêndios
estratégia é começar a colheita logo
propriedade rural a queima de lixo,
oriundos de margens de rodovias,
pela manhã e deixar a manutenção
principalmente no período de junho a
estradas, redes de energia e
para o meio-dia; neste horário o sol, o
setembro;
propriedades vizinhas;
calor e os ventos fortes intensificam
Não utilize o fogo sem autorização
os riscos de incêndios, lembrando que
para realização de aceiros,
as pausas auxiliam os rolamentos e
principalmente em margens de
engrenagens a esfriarem;
rodovias; Os aceiros devem ser confeccionados prioritariamente nas
Faça limpeza e sopre as máquinas diariamente e nos intervalos da colheita;
bordaduras e embaixo das redes de
Faça inspeção nas cruzetas dos
energia, com largura mínima de três
postes de energia da sua propriedade
metros;
rural, se verificar danos identifique o
Faça Manutenção preventiva nas
número do poste de energia e solicite
máquinas e implementos agrícolas
manutenção até que ocorra o reparo;
que serão utilizados na colheita para
Oriente colaboradores e terceiros
minimizar os riscos de incêndios;
a não fumarem, não pararem veículos
A colhedeira é a principal
e não cozinharem na área de lavoura;
causadora de incêndios durante
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Proíba nas dependências de sua
MEDIDAS DE PREPARAÇÃO PARA ENFRENTAMENTO AOS INCÊNDIOS EM CULTURAS AGRÍCOLAS Defina antecipadamente pontos de reabastecimento de água na sua propriedade rural, preferencialmente de fácil acesso e com boa vazão; Mantenha tanques de arrasto, caminhões de combate e pulverizadores sempre abastecidos com água e preparados para atacar os incêndios; Deixe as grades engatadas nos tratores durante o período crítico de
enfrentamento aos incêndios em
vento, e o risco da falta da fumaça no
culturas agrícolas, a união é essencial
funcionamento dos motores;
para vencer os incêndios;
Oriente os operadores de
É fundamental que todos
máquinas a não passar a grade
agricultores e pecuaristas, dentro
diretamente sobre as chamas em
de suas possibilidades, tenham um
razão do risco da máquina incendiar
recurso mínimo de combate a incêndio
e o OPERADOR se acidentar
em culturas agrícolas (sacos costais,
gravemente;
tanques de arrasto, caminhões
Utilize o fogo contrafogo em
incêndios em culturas agrícolas nos
pipas, caminhões agri-bombas,
último caso e se tiver treinamento
meses junho a setembro;
pulverizadores, tratores com lâminas
e segurança para realização dessa
ou com grades, bombonas com
técnica;
Equipe colhedeiras, tratores e caminhões com extintores de água e
motobombas, abafadores), tenham
Durante as ocorrências de
pó ABC, devidamente pressurizados e
o mínimo necessário para realizar o
combate a incêndio é importante que
dentro do prazo de validade em local
primeiro combate a estes incêndios.
os veículos mantenham sempre as
de fácil acesso. Lembre de treinar os operadores quanto ao uso desses equipamentos; Lembre-se: caminhão pipa sem água, sem partida e sem motorista não tem nenhuma utilidade no momento do incêndio, confira-o todos os dias; É fundamental manter caminhão pipa ou tanque ou pulverizador em tempo integral com um colaborador preparado para ação junto à frente de colheita; Adquira equipamentos de proteção individual para o combate a incêndios em culturas agrícolas, sendo essencial balaclava/capôs antichamas, máscaras PFF2 com carvão, óculos de ampla visão; Realize instruções quanto à correta operação das máquinas agrícolas durante o incêndio, bem como as formas de combate a estes incêndios; Reúna os vizinhos e façam
MEDIDAS DE COMBATE AOS INCÊNDIOS EM CULTURAS AGRÍCOLAS Solicite imediatamente ajuda a vizinhos e ao Corpo de Bombeiros; Adote todas as medidas para combater o incêndio no seu início; Quando o fogo entra na mata, deve ser extinto para evitar os danos ao meio ambiente e para não se propagar para demais áreas; O caminhão pipa, ou trator com tanque de arrasto, deve ser posicionado para realização do combate sempre dentro da área já queimada; Os tratores com grades devem realizar o aceiro com a grade a uma distância segura das chamas, observando a intensidade das chamas e a velocidade do vento. Os colaboradores devem ser
luzes acesas para evitar acidentes; Quando várias equipes se juntam para combater um incêndio é importante que se eleja alguém para coordenar as ações; A colheita deve ocorrer contra o vento, porque caso haja um incidente vai queimar a parte colhida, e não milho em pé; Evite colher aos domingos, uma vez que muitos dos funcionários não estão nas fazendas, e caso inicie um incêndio, poderá não ter apoio dos vizinhos; Os caminhões menos preparados para o combate a incêndios devem ser utilizados para abastecerem os caminhões mais potentes que estão combatendo os incêndios.
Colaboração: Tenente Dias Coordenador da Operação Cerrado Vivo do 4º BBM - 64 3620-0934
instruídos a atentar a direção do
um plano de auxilio mútuo de
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Dia C
CAMPANHA ARRECADA ALIMENTOS Por Samir Machado
A COMIGO (loja de Rio Verde)
prestadores de serviços e parceiros estão sendo estimulados a fazerem doações de alimentos, ou em dinheiro,
entregou, no dia 20 de abril, ao Comitê
para montagem de cestas básicas.
de Enfrentamento Social e Econômico
Instituições que amparam pessoas
ao Coronavírus (Coesec-RV), 150
em estado de maior vulnerabilidade,
arrecadou 1.627 cestas básicas.
cestas básicas encaminhadas para
ou mesmo as pessoas carentes das
Elas foram entregues para as
famílias carentes e mais afetadas
comunidades, estão sendo o público-
instituições de auxílio a pessoas
pelas medidas tomadas para
alvo. Como a Cooperativa ainda
carentes e programas assistenciais.
contenção dos efeitos provocados
está recebendo as doações, não há
As ações aconteceram nas cidades
pela doença. A iniciativa faz parte das
um número final de cestas básicas
de Acreúna, Caçu, Caiapônia, Iporá,
ações que a COMIGO está adotando
recebidas. Em todas as cidades, os
Indiara, Jandaia, Jataí, Montes Claros,
dentro do Dia C, de Cooperar, uma
alimentos já estão sendo distribuídos.
Montividiu, Palmeiras, Paraúna,
Até o final de maio a COMIGO
campanha em parceria com a OCB-
Piranhas, Rio Verde, Santa Helena,
GO/Sescoop/GO, que tem como
Serranópolis.
slogan “combatendo o vírus, cuidando de pessoas”. Em todas as unidades da COMIGO, cooperados, colaboradores,
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Com a chegada do inverno, a doação de alimentos foi encerrada temporariamente em maio, dando lugar à Campanha do Agasalho.
ser estendido até novembro. As cooperativas, seus colaboradores, cooperados, e quaisquer outras pessoas que quiserem contribuir poderão doar. No caso da COMIGO, as doações estão sendo recebidas nas lojas da Cooperativa ou em conta bancária, conforme já divulgado em
AGASALHO A Cooperativa começou outra campanha dentro do Dia C: arrecadação de agasalhos. As doações podem ser feitas nas lojas. O voluntário que queira contribuir, pode doar uma blusa, um cobertor, ou mesmo fazendo depósito em dinheiro (ver conta nas redes sociais da Cooperativa).
redes sociais. O Dia C é um grande movimento nacional de estímulo às iniciativas voluntárias diferenciadas, contínuas e transformadoras, realizadas por cooperativas, com o irrestrito apoio do Sistema OCB e de suas unidades estaduais, fazendo parte da agenda estratégica do cooperativismo brasileiro.
COMUNIDADE Essas ações são baseadas no princípio do Interesse pela comunidade, onde as cooperativas auxiliam no desenvolvimento equilibrado das próprias comunidades e no bem-estar de suas populações, universo no qual se inserem os seus associados. A campanha do Dia C, sobretudo na arrecadação de alimentos, não para nesta primeira etapa e deve
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Água na boca
Ingredientes - 500g de filé de frango - 1 xícara de farinha de rosca
m o c o g n a r f Filé de o n r o f o a r o l f e v u o c Modo de preparo
- 2 ovos batidos - 1 limão - Pimenta-do-reino a gosto - 1 couve-flor cozida - 1 tablete de caldo de galinha - 1 xícara (chá) de leite morno - 1 cebola picada - 1 lata de creme de leite com soro - 2 colheres (sopa) de farinha de trigo - 2 ovos batidos - Cheiro verde - Sal e orégano a gosto
1. Tempere os filés de frango com limão, sal e pimenta do reino, reserve-os. 2. Bata ligeiramente 2 ovos. 3. Pegue o filé de frango passe na farinha de trigo, em seguida nos ovos batidos e depois na farinha de rosca. 4. Frite-os em óleo bem quente. 5. Cubra todo o fundo de um refratário com os filés à milanesa. 6. Lave a couve-flor e cozinhe no vapor, preferencialmente. 7. Quando estiver ao dente retire e espalhe por cima dos filés. 8. Em uma tigela coloque o caldo de galinha, o leite morno, a cebola picada, o creme de leite, a farinha de trigo, os ovos, o cheiro verde, o orégano e o sal. 9. Misture bem e jogue esta mistura por cima da couve-flor.
Preparo:40 minutos Rendimento 8 porções
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10. Cubra com papel alumínio e leve ao forno médio, preaquecido, por 15 minutos. Cinco minutos antes retire o papel alumínio.