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Ao longo dos últimos meses, temos acompanhado de perto um cenário que exige atenção redobrada e decisões cada vez mais estratégicas dentro da atividade agropecuária. O período seco, em especial, reforça a importância do planejamento antecipado e da busca por orientação técnica qualificada, fatores que fazem diferença direta no desempenho dentro da propriedade.
Na pecuária, esse cuidado se torna ainda mais evidente. A queda na qualidade do pasto durante a seca impacta diretamente a nutrição animal, exigindo suplementação adequada para manter o desempenho do rebanho. O uso correto de suplementos minerais, proteicos ou energéticos, aliado a estratégias como a utilização de ureia, tem papel importante nesse contexto. Quando bem manejada e associada à oferta de volumoso, a ureia contribui para melhorar o aproveitamento de forragens mais fibrosas, garantindo eficiência produtiva mesmo em condições adversas.
No campo agrícola, os Dias de Campo da safrinha de milho mostraram, mais uma vez, a força do conhecimento aplicado. Mesmo diante de limitações climáticas, as áreas bem manejadas apresentam resultados expressivos. Esses
encontros permitem ao produtor avaliar, na prática, o desempenho de híbridos, a sanidade das lavouras e a capacidade de resposta ao estresse hídrico, fortalecendo decisões futuras com base em dados concretos.
Paralelamente à produção, temos avançado em pautas importantes relacionadas à sustentabilidade e à gestão de resíduos. O novo decreto que trata da logística reversa reforça a responsabilidade de todos os envolvidos na cadeia produtiva. A correta separação, armazenamento e destinação de resíduos deixam de ser apenas uma boa prática e passam a ser uma exigência cada vez mais presente, inclusive com impactos diretos em certificações e acesso a mercados. A participação da cooperativa em discussões técnicas sobre o tema demonstra nosso compromisso em construir soluções viáveis e alinhadas à realidade do produtor.
Também seguimos investindo em pessoas, por meio da formação de novas lideranças. O início de novas turmas de jovens e mulheres cooperativistas demonstra que o futuro da cooperativa está sendo preparado com consistência. São programas que vão além da capacitação técnica e trabalham gestão, sucessão e visão de negócio, fortalecendo a base do cooperativismo.
No campo social, iniciativas como o projeto Tampas em Movimento mostram que pequenas ações, quando bem organizadas, geram impactos relevantes. A mobilização para arrecadação de tampas plásticas já resultou na doação de cadeiras de rodas para quem precisa, unindo sustentabilidade e solidariedade em uma mesma iniciativa.
Por fim, avançamos também em projetos estruturantes que reforçam nossa visão de longo prazo. A nova indústria de processamento de soja em Palmeiras de Goiás representa um investimento significativo, com impacto direto na capacidade produtiva, na logística e na geração de empregos. Trata-se de um passo importante para fortalecer a presença da cooperativa e ampliar oportunidades para os produtores da região.
Seguimos atentos aos desafios, mas com a convicção de que planejamento, conhecimento e cooperação continuam sendo os pilares que sustentam o nosso crescimento.
















CADASTRO COMIGO
Endereço: Avenida Presidente Vargas, 1878
Caixa Postal 195 | CEP: 75.901-901 - Rio Verde - GO
Fax: (64) 3621-1691 | Telefone: (64) 3611-1500
SAC COMIGO: 0800 642 1500
Site: www.comigo.coop.br
E-mail: sac@comigo.com.br
CNPJ: 02.077.618/0001-85. IE: 10.088.758-9
CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
Presidente: Antonio Chavaglia
DIRETORIA EXECUTIVA
Presidente Executivo: Dourivan Cruvinel de Souza
Diretor de Lojas: Carlos Alberto Leão Barros
Diretor de Insumos: Cláudio César Teoro
Diretor Industrial: Paulo Carneiro Junqueira
Diretor Administrativo Financeiro: Warlen Ferreira de Freitas
Diretor Comercial: Welton Vieira de Menezes
Iniciativa socioambiental já arrecadou mais de 12 toneladas de material reciclável e viabilizou a doação de cadeiras de rodas.


Novas turmas dos programas de jovens e mulheres iniciam capacitação com foco em gestão, sucessão e desenvolvimento de lideranças no campo.
CONSELHEIROS DE ADMINISTRAÇÃO
Alceu Ayres de Moraes
Luiz Gustavo Cavalet
Marciano Casagrande
Max Eugênio da Silva Arantes
Rafaela Henkes Vian
Renata Ferguson
Rogério Martins Silva Caetano
CONSELHEIROS FISCAIS
Bruno Mikael dos Santos Mariano
Guilherme Benincá
Márcia Raquel Gomes de Andrade Vian
Péricles Teixeira Costa
Rodrigo Mendes Vieira
Vanine Di Garcia Lessa
ASSESSORIAS
Assessoria Ambiental
Auditoria interna
Comunicação
Cooperativismo
Jurídica
Sistema de Gestão da Qualidade
























INFORME COMIGO
Revista bimestral editada pela Assessoria de Comunicação da COMIGO.
Conselho Editorial: Beckembauer Ferreira, Ubirajara Oliveira Bilego e Gabriele Triches Ribeiro.
Coordenação ASCOM: Gabriele Triches Ribeiro
Editor Responsável: Pedro Henrique Cabral Rosa - RP: 0004462/GO
Matérias e Fotografias: Douglas Dias Teixeira
Pedro Henrique Cabral Rosa
Wellerson Martins Moreira
Wagner Silva Filgueira
Diagramação, composição e arte: Vanessa Fernandes dos Santos
Comercial: Gabriela Alves
E-mail: gabrielaalves@comigo.com.br
Telefone: (64) 3611-1690
Circuito técnico realizado em municípios goianos apresentou desempenho de híbridos de milho, com resultados positivos mesmo diante das limitações climáticas.



Impressão: Cirgráfica - Goiânia
Tiragem: 12.500 exemplares
CADASTRO COMIGO
Fundação: 6 de julho de 1975
Gênero: Cooperativa de beneficiamento, industrialização e comercialização de produtos agropecuários.
Instalação/Atividades:
ACREÚNA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0028-03
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0013-19
CAÇU: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0051-44
CAIAPÔNIA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0045-04
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0046-87
FIRMINÓPOLIS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618.0063-88
INDIARA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0018-23
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0024-71
IPORÁ: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0043-34
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0062-05
JANDAIA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0020-48
JATAÍ: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0023-90
Obra da nova unidade avança com investimento superior a R$ 1,3 bilhão e ampliará significativamente a capacidade de processamento da cooperativa.


Armazém / CNPJ: 02.077.618/0012-38
Estrela D’Alva - Armazém / CNPJ: 02.077.618/0031-09
Paraíso - Armazém / CNPJ: 02.077.618/0036-05
Bom Jardim - Armazém / CNPJ: 02.077.618/0048-49
Fábrica Suplemento Mineral Jataí
Fazenda Florestal VI e Cultivos / CNPJ: 02.077.618/0060-35
JUSSARA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0067-01
MINEIROS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0056-59
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0065-40
MONTES CLAROS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0044-15
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0042-53
Fábrica Suplemento Mineral
MONTIVIDIU: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0030-10
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0017-42
NOVA CRIXÁS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0061-16
PALMEIRAS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0049-20
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0053-06
PARAÚNA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0021-29
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0022-00
Armazém II - Armazém / CNPJ: 02.077.618/0052-25
Fazenda Florestal VII e Cultivos / CNPJ: 02.077.618/0064-69
Planejamento e suplementação adequada são fundamentais para manter o desempenho do rebanho durante a queda na qualidade das pastagens.


PIRANHAS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0054-97
PONTALINA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0058-10
RIO VERDE: Sede Administrativa / CNPJ: 02.077.618/0001-85
Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0001-85
Fazenda Florestal IV / CNPJ: 02.077.618/0047-68
Depósito de Insumos - Loja / CNPJ: 02.077.618/0055-78
Complexo Industrial / CNPJ: 02.077.618/0002-66
Fazenda Florestal I / CNPJ: 02.077.618/0016-61
Fazenda Florestal II / CNPJ: 02.077.618/0029-86
CTC - Centro Tecnológico COMIGO / CNPJ: 02.077.618/0032-81
Ponte de Pedra - Armazém / CNPJ: 02.077.618/0034-43
Fazenda Monte Alegre - Cultivos / CNPJ: 02.077.618/0040-91
Máquinas e Implementos - Loja / CNPJ: 02.077.618/0041-72
Fazenda Florestal V / CNPJ: 02.077.618/0059-00
SANTA HELENA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0004-28
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0005-09
Cinquentão - Armazém / CNPJ: 02.077.618/0033-62
SERRANÓPOLIS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0014-08
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0037-96
Armazém II / CNPJ: 02.077.618/0057-30

ADENALDO VILELA DE ASSIS
ADILES BARROS AMARAL
AGROPECUARIA JOG S.A
ALDAIR DOS SANTOS MOTA
ALEXANDRE HENRIQUE BRUCIERI
ANTONIO FERNANDES PINHEIRO
ANTONIO HENRIQUE SILVA DE AQUINO
ARLAM LOPES BORGES
BOLDRIN AGRICULTURA LTDA
CELIO ALVES DA SILVA
CLAYTON CESAR DA SILVA
CRISTIAN HINTZ
DENES PAULO DE SOUSA
DIONES RODRIGUES DE BARCELO
EDSON JOSE BORGES
EDUARDO VIEGA DE OLIVEIRA
PIRANHAS-GO
JUSSARA-GO
MONTIVIDIU-GO
CÓRREGO DO OURO-GO
MONTIVIDIU-GO
SANTA FÉ DE GOIÁS-GO
BALIZA-GO
QUIRINÓPOLIS-GO
PARAÚNA-GO
RIO VERDE-GO
JUSSARA-GO
RIO VERDE-GO
PIRANHAS-GO
FIRMINÓPOLIS-GO
SANCLERLÂNDIA-GO
PARAÚNA-GO
FABIULA MARTINS OLIVEIRA
FABRICIO RIBEIRO DE MELO
FAUSTINA ROSA DOS SANTOS
FERNANDO PORTO RODRIGUES DA CUNHA
FERNANDO RODRIGUES PERES
GERALDO DIAS DA SILVA
GERMANA FURQUIM FERREIRA
GERMANO SERGIO SILVA DOURADO
GESNER ALVES BARBOSA
HERICK PEREIRA BARROS
HUERIK MOREIRA DE SOUSA
IVANILDES DA SILVA ROSA VIEIRA
IZABEL CRISTINA SIGNORELLI
JOAO BATISTA DA CUNHA
JOAQUIM ALVES BORGES NETO
JOSE ANTONIO CARDOSO DUARTE
EDÉIA-GO
JANDAIA-GO
SANTA FÉ DE GOIÁS-GO
BRITÂNIA-GO
MONTES CLAROS DE GOIÁS-GO
ARENÓPOLIS-GO
RIO VERDE-GO
SÃO JOÃO DA PARAÚNA-GO
ARENÓPOLIS-GO
RIO VERDE-GO
IPORÁ-GO
NOVO BRASIL-GO
JATAÍ-GO
JANDAIA-GO
JANDAIA-GO
MONTES CLAROS DE GOIÁS-GO

JOSE CARLOS DE ASSIS FILHO
JOSE MARIO DOMINGUES DE ARAUJO
LEANDRO FREITAS OLIVEIRA
LEANDRO GOUVEIA LOPES
LUAN DOS SANTOS BAUMGARDT
LUCAS CASTRO MARTINS
LUIZ CARLOS DE MORAES
LUIZ CARLOS GOMES DE SOUSA
LUIZ FELIPE DE OLIVEIRA MARTINS
LUIZ HENRIQUE MARMO
MARCOS VINICIO DE AVILA
MARIA APARECIDA DA COSTA
MARIA IRACEMA SOUZA COSTA
MARINA GOMES SANTAMARIA RESENDE
MARLOS LUIZ DE QUEIROZ
MATHEUS FIGUEIREDO HUTHER
MATHEUS MARCIAL DINIZ BARROS
MAURO ESTEVES RODRIGUES
MITUO OKUDA
MONICA OLIVEIRA CARRIJO
NEILA CARVALHO DE LIMA
OZAID JOSE RODRIGUES
PAULO ROBERTO REZENDE BARROS
PAULO SERGIO FERREIRA
RAIMUNDO MARTINS DA SILVA
RENATO MATIAS RIBEIRO
SINOMAR ALVES PINTO
SMM AGROPECUARIA LTDA
VALERIANO CRUVINEL DE CARVALHO
VALTER MARQUES VIEIRA
JATAÍ-GO
ITAPIRAPUÃ-GO
JATAÍ-GO
SANTA HELENA DE GOIÁS-GO
RIO VERDE-GO
CAIAPÔNIA-GO
ITARUMÃ-GO
NOVA CRIXÁS-GO
PARAÚNA-GO
APARECIDA DO RIO DOCE-GO
SÃO LUÍS DE MONTES BELOS-GO
TURVÂNIA-GO
NOVA CRIXÁS-GO
PARAÚNA-GO
ARUANÃ-GO
CAIAPÔNIA-GO
IPORÁ-GO
JANDAIA-GO
BARRA DO GARÇAS-MT
MINEIROS-GO
SERRANÓPOLIS-GO
PORTELÂNDIA-GO
ITARUMÃ-GO
ITAJÁ-GO
BOM JARDIM DE GOIÁS-GO
QUIRINÓPOLIS-GO
GOUVELÂNDIA-GO
TURVELÂNDIA-GO
MONTIVIDIU-GO
CROMÍNIA-GO
VANDUIR TEIXEIRA DA SILVA
VANIA DE FARIA PAIVA ALVES
VERIANNE DE CASSIA REBOUCAS DE OLIV
VERONICE PERES DE SOUSA GARCIA
VINICIUS MARQUES MARTINS
WANDERSON JOSE DE CARVALHO
ZZAS PARTICIPACOES E ADMINISTRACAO
MUNDO NOVO-GO
SANCLERLÂNDIA-GO
JUSSARA-GO
MONTES CLAROS DE GOIÁS-GO
CEZARINA-GO
BRITÂNIA-GO
JATAÍ-GO
Buscar conhecimento técnico e acompanhar as tendências de mercado são essenciais para garantir a alta produtividade e a rentabilidade da sua propriedade. Nos últimos episódios do COMIGOCast, os convidados trouxeram análises profundas e orientações estratégicas para o cenário atual do agronegócio. Acesse os QR Codes e confira!














































































































































Os episódios completos estão disponíveis no canal da Cooperativa no YouTube e nas plataformas de áudio. Novos conteúdos são publicados semanalmente, sempre às terças-feiras. Acesse já e fique por dentro!
A RIP (Recria Intensiva a Pasto) é uma estratégia relativamente recente na pecuária brasileira, mas que vem ganhando cada vez mais espaço devido aos excelentes resultados produtivos e econômicos.
O sistema consiste em um programa de suplementação intensiva para animais na fase de recria — período que vai da desmama até a entrada na terminação ou engorda, em um ciclo aproximado de 250 dias, etapa em que os machos são conhecidos como “boi magro” e, no caso das fêmeas, a estratégia pode ser direcionada para sistemas reprodutivos, onde se busca crescimento acelerado, como a produção de novilhas precoces.


O conceito da RIP baseia-se no fornecimento elevado de suplemento via cocho, normalmente entre 0,8% e 1% do peso vivo dos animais. Com esse manejo, espera-se alcançar ganhos médios diários entre 800 g e 1 kg por animal durante o período das águas, e entre 500 g e 700 g no período da seca.
Essa estratégia exige atenção especial à nutrição, pois o principal objetivo da recria é promover
o desenvolvimento estrutural dos animais, estimulando crescimento de órgãos, tecidos e musculatura. Ou seja, busca-se ganho de “massa magra” e não apenas deposição de gordura. Nessa fase, a exigência proteica dos animais é maior do que a energética, ao contrário do que ocorre na terminação. Por isso, é fundamental evitar o chamado “boi bolinha”, animal pesado, porém pouco desenvolvido.
Durante a seca, período em que as pastagens apresentam menor disponibilidade e qualidade proteica, os suplementos devem conter

cerca de 25% de proteína bruta. Já nas águas, quando há maior oferta de forragem de melhor qualidade, os níveis proteicos do suplemento podem variar entre 20% e 22%.
A qualidade e a disponibilidade da pastagem também merecem atenção. Para atingir os ganhos esperados, um bovino precisa consumir, em média, cerca de 2% do peso vivo em matéria seca ao dia. Se o suplemento representa até
1% do peso vivo, isso significa que pelo menos metade dos nutrientes ainda será proveniente do pasto. Portanto, o manejo adequado da forragem é indispensável para o sucesso da RIP.
Na seca, grande parte da fibra do capim se torna indigestível para os bovinos, nesse contexto, a inclusão de ureia na suplementação desempenha papel importante, pois auxilia os microrganismos ruminais na digestão dessas fibras, melhorando o aproveitamento do alimento.
Além da nutrição, a propriedade precisa contar com estrutura adequada de cochos e bebedouros. O espaço recomendado de cocho varia entre 25 e 40 cm por cabeça, garantindo acesso adequado aos animais. O fornecimento do suplemento deve ser diário e, preferencialmente, sempre no mesmo horário.
Uma prática interessante é a avaliação do escore das fezes, ferramenta que ajuda a monitorar o consumo da suplementação e identificar possíveis deficiências nutricionais, especialmente de proteína na dieta.
A Recria Intensiva a Pasto tem como principais objetivos acelerar o ciclo produtivo, aumentar a taxa de lotação e elevar a taxa de desfrute da propriedade. Como consequência, o produtor consegue produzir mais arrobas por hectare e por ano, com custos geralmente

inferiores aos sistemas mais intensivos, como o confinamento.
Na Comigo contamos com profissionais capacitados e uma linha completa de produtos para desenvolver a melhor estratégia de RIP para sua propriedade. Procure nossa equipe e descubra como intensificar sua produção com eficiência e rentabilidade.

A sustentabilidade no campo deixou de ser apenas uma tendência e passou a integrar, cada vez mais, as exigências legais, ambientais e de mercado do agronegócio brasileiro. Dentro desse cenário, o Decreto Federal nº 12.688/2025 trouxe novas diretrizes para a logística reversa de embalagens plásticas, fortalecendo a Política Nacional de Resíduos Sólidos e ampliando a responsabilidade compartilhada sobre os resíduos gerados nas atividades produtivas.
Embora o decreto tenha como foco principal fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, o produtor rural e seus colaboradores também passam a exercer papel fundamental na destinação correta dos resíduos plásticos utilizados nas propriedades.
A logística reversa consiste no retorno das embalagens e resíduos pós-consumo ao setor produtivo, permitindo reaproveitamento, reciclagem ou destinação ambientalmente adequada.
Na prática, o objetivo é evitar que resíduos plásticos sejam descartados irregularmente no meio ambiente, reduzindo impactos ambientais, contaminações e desperdícios.
Nas propriedades rurais, o uso de materiais plásticos é cada vez mais frequente, seja em embalagens de insumos, fertilizantes, sementes, silagens, defensivos, lubrificantes, big bags, filmes agrícolas e recipientes diversos.
Com o novo decreto, aumenta a necessidade de organização, segregação e destinação correta desses resíduos.
O produtor rural passa a ter responsabilidade principalmente em separar corretamente os resíduos recicláveis; armazenar embalagens em local adequado; evitar queimadas ou descarte irregular; encaminhar materiais para empresas ou programas licenciados; manter comprovantes de destinação am-
biental; orientar e conscientizar os colaboradores da propriedade.
Os colaboradores da propriedade rural possuem participação direta no sucesso da gestão de resíduos e no cumprimento das exigências ambientais.
São eles que, no dia a dia das operações, realizam atividades como manuseio de embalagens; separação de resíduos; limpeza de áreas operacionais; armazenamento temporário; transporte interno dos materiais, Por isso, é fundamental que recebam orientações claras sobre: quais resíduos são recicláveis; quais resíduos são perigosos; como realizar a separação correta; onde armazenar cada material; riscos ambientais do descarte irregular.
A conscientização da equipe reduz falhas operacionais, evita contaminações e fortalece a cultura de responsabilidade ambiental dentro da propriedade.

É importante destacar que as embalagens de agrotóxicos continuam seguindo legislação específica própria, já consolidada no Brasil.
Nesses casos permanecem obrigatórios: tríplice lavagem; inutilização das embalagens; devolução nos postos autorizados.
Além disso, os colaboradores envolvidos nessas atividades devem ser devidamente treinados e utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) adequados.
O Decreto nº 12.688/2025 não substitui as regras já existentes para defensivos agrícolas.
Práticas que ainda ocorrem em algumas propriedades, como: queima de plásticos; enterramento de resíduos; descarte em
estradas, lavouras ou áreas de APP; armazenamento inadequado; passam a representar riscos ainda maiores ao produtor e aos responsáveis pelas atividades.
Além de multas e autuações, o descarte irregular pode gerar passivos ambientais; dificuldades em licenciamentos; problemas em auditorias; restrições em certificações; impactos em programas ESG; riscos à saúde dos trabalhadores; contaminação do solo e da água.
PASSA A SER DIFERENCIAL NO AGRO
O mercado agropecuário vem ampliando as exigências relacionadas à sustentabilidade e rastreabilidade ambiental.
Cooperativas, agroindústrias, tradings e exportadores tendem a exigir cada vez mais comprovação de boas práticas ambientais nas propriedades fornecedoras.
Nesse cenário, a correta gestão de resíduos deixa de ser apenas obrigação legal e passa a ser também um diferencial competitivo para o produtor rural.
Apesar das novas exigências, o decreto também abre oportunidades importantes para o agro: fortalecimento da reciclagem rural; criação de programas cooperativos de coleta; valorização de resíduos recicláveis; melhoria da imagem ambiental do setor; ampliação de projetos de economia circular; fortalecimento da educação ambiental nas propriedades.
A participação das cooperativas será essencial para apoiar os produtores com orientação técnica, programas de coleta, treinamentos e ações de conscientização junto aos colaboradores.
SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE COMPARTILHADA
O Decreto nº 12.688/2025 reforça um conceito cada vez mais presente no agronegócio moderno: a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos.
Ou seja, todos os envolvidos, indústria, comércio, cooperativas, produtores e colaboradores, possuem participação na preservação ambiental e na gestão adequada dos resíduos.
No campo, pequenas ações fazem grande diferença. Separar corretamente os resíduos, orientar as equipes, armazenar adequadamente as embalagens e buscar destinação ambientalmente correta são atitudes que contribuem para propriedades mais sustentáveis, organizadas e alinhadas às exigências do futuro do agro brasileiro.
A COMIGO reforça o seu compromisso de caminhar lado a lado com o cooperado, oferecendo orientação técnica, promovendo ações de conscientização e auxiliando na busca pelas melhores soluções para que a sua propriedade continue a produzir com excelência, segurança jurídica e total respeito ao meio ambiente.
São materiais que não tiveram contato com produtos químicos, óleos ou agentes biológicos perigosos. Eles podem e devem ser inseridos na cadeia da reciclagem.
Plásticos limpos: embalagens de fertilizantes (adubo), sacarias de sementes, lonas de silagem (desde que limpas e secas), filmes plásticos de proteção de lavoura, galões de água mineral e recipientes de detergentes de ordenha.
Outros materiais comuns: caixas de papelão de insumos, papéis de escritório, sucatas de ferro/metal e paletes de madeira em bom estado.
• RESÍDUOS PERIGOSOS (CLASSE I)
São resíduos que apresentam riscos à saúde pública ou ao meio ambiente devido às suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade ou toxicidade. Não podem ser misturados com o lixo comum.
Embalagens de defensivos agrícolas: galões, tampas, caixas e sacos que contiveram agrotóxicos (mesmo após a tríplice lavagem, seguem rito legal rígido de devolução).
Maquinário: embalagens de óleo lubrificante usadas, filtros de óleo e de ar condicionado de tratores, estopas e panos sujos de graxa ou combustível.
Resíduos químicos e veterinários: frascos de medicamentos veterinários, vacinas, agulhas, seringas, restos de tintas, solventes e lâmpadas fluorescentes de galpões.


Com o “Tampas em Movimento”, cerca de 12 toneladas de tampas plásticas foram destinadas para reciclagem, com valor revertido em 45 cadeiras de rodas doadas
Uma iniciativa da Comissão de Mulheres Cooperativistas da Cooperativa COMIGO tem aliado compromisso social e responsabilidade ambiental em uma ação de caridade. O projeto Tampas em Movimento reúne tampas plásticas de embalagens, realiza a venda para uma empresa de reciclagem e, com o valor arrecadado, realiza a compra de cadeiras de rodas, doadas para pessoas com necessidades especiais.
De acordo com Márcia Vian, produtora rural, cooperativista e uma das organizadoras do projeto, a iniciativa surgiu em janeiro de 2025, em um encontro das Mulheres Cooperativistas. Durante uma palestra sobre consciência ambiental ministrada por Divino Guimarães, presidente da também cooperativa Coop-Recicla, as participantes tiveram a informação de que a tampa plástica é composta por tipos de plásticos mais pesados, que demoram cerca de 400 mil anos para se decompor, algo que sensibilizou o grupo sobre a respon-
sabilidade com o lixo descartado no meio ambiente.
“Após a palestra, nós pensamos: mas o que nós, como um grupo de mulheres cooperativistas, podemos fazer para ajudar o meio ambiente? Então veio essa ideia. Eu já tinha pesquisado alguma coisa sobre a venda desse material e no que a gente poderia transformar”, afirma Márcia, reforçando ainda o aspecto social da ação: “pensamos: vamos arrecadar esse material, fazer a venda e posteriormente comprar as cadeiras de roda para doar. Então esse projeto surgiu dessa necessidade, dessa responsabilidade socioambiental”.
Os números levantados pela comissão impressionam: até hoje, já foram coletadas mais de 12 toneladas de material, o equivalente a cerca de 6 milhões de tampinhas. A coleta é realizada em mais de 20 cidades em Goiás: os pontos estão distribuídos em todas as cidades que possuem lojas agropecuárias da COMIGO e pontos de atendimento do Sicoob Credi-Rural, e as doações podem ser
feitas tanto por cooperados quanto pela comunidade.
Com o valor da venda desse material, as Mulheres Cooperativistas já fizeram a doação de 45 cadeiras de rodas, distribuídas para entidades filantrópicas e também para pessoas carentes, justamente nas comunidades onde foi realizada a coleta, ou seja, as cadeiras são distribuídas para as mesmas cidades. Para a realização da doação, a assistente social da COMIGO realiza um processo de pesquisa, cadastro e análise do beneficiário.
E a ação das mulheres cooperativistas não fica apenas na idealização: “em cada cidade, existe uma líder do projeto, representando a comissão, então essa líder movimenta bastante, tanto ela quanto as outras integrantes, recolhendo material, fazendo campanha em escolas, por exemplo, em demais ações na comunidade, e levando até os pontos de recolhimento, então elas são fundamentais”, explica Márcia.



PEQUENAS TAMPAS FAZEM
GRANDE DIFERENÇA
Uma das instituições beneficiadas pelo projeto é o Lar dos Idosos São Vicente de Paulo, uma entidade filantrópica sem fins lucrativos que acolhe idosos em regime de residência permanente que recebem assistência integral 24 horas por dia. Atualmente, o Lar atende 41 idosos, dos quais 15 necessitam do uso de cadeira de rodas de forma permanente ou parcial para locomoção e realização das atividades diárias.
“As cadeiras de rodas representam mais conforto, segurança, dignidade e qualidade de vida para os idosos. Elas facilitam a mobilidade,
promovem maior participação nas atividades diárias e contribuem para reduzir riscos relacionados à locomoção”, afirma Fabiana Miranda dos Santos Quirino, diretora administrativa do Lar.
Para a instituição, localizada em Santa Helena, ações solidárias como o projeto Tampas em Movimento demonstram a força da união entre a comunidade e as instituições sociais. “Recebemos essas doações com muita gratidão e alegria. Saber que tantas pessoas contribuíram para tornar a vida dos nossos idosos mais confortável e segura, fortalece nossa missão e nos motiva a continuar nosso trabalho”, declara Fabiana.
E PRINCÍPIOS COOPERATIVISTAS
Além de ter nascido em um grupo de mulheres vinculadas à COMIGO e ter apoio do Sicoob Credi-Rural, o projeto também envolve outra cooperativa, a Coop-Recicla, que além de ter fornecido a inspiração, como citado anteriormente, também dá suporte no armazenamento correto do material coletado até a venda para a empresa de reciclagem, um exemplo de como a intercooperação pode fazer entidades de setores diversos trabalharem juntas e obterem êxito em um só propósito.
As cooperativas divulgam a ação em seus eventos, programas e canais
de comunicação, buscando aumentar a conscientização das pessoas sobre o projeto e, consequentemente, receber mais materiais, como no Concurso Cultural do Instituto Sicoob, realizado com mais de 50 escolas, onde a cooperativa lançou um desafio para as crianças participantes arrecadarem mais tampinhas. A ação também é divulgada no projeto CooperJovem, em que a COMIGO apadrinha 3 escolas com educação continuada em cooperativismo e demais atividades, também promovendo a coleta na comunidade escolar.
De acordo com Dourivan Cruvinel, presidente executivo da COMIGO, a iniciativa representa a consolidação dos princípios cooperativistas e tem impacto positivo na sociedade. “Para nós é motivo de muito orgulho saber que a comissão das mulheres cooperativistas idealizou um projeto como esse e tem trabalhado firmemente nessa ação, inclusive é com muita honra que a COMIGO dá todo o apoio e suporte necessário”, declara Dourivan, que ainda destaca: “isso mostra o quanto o cooperativismo é dedicado ao compromisso socioambiental e, por ter surgido em um grupo de produtoras rurais, ainda demonstra o quanto o agronegócio é preocupado com as questões ambientais, sendo mais uma das diversas iniciativas do setor em respeito à sustentabilidade”.
O diretor principal do Sicoob Credi-Rural, Armante Campos Guimarães Júnior, cita que o Tampas em Movimento faz referência ao 5º (educação, formação e informação) e ao 7º (interesse pela comunidade) princípios do cooperativismo, pois am-
plia o conhecimento para o descarte correto dessas tampinhas e gera um grande impacto de contribuição verdadeira com a comunidade.
“Como cooperativa, acreditamos que nosso papel vai além dos serviços financeiros. Temos a missão de promover o desenvolvimento das pessoas e das comunidades onde atuamos. Ver colaboradores, cooperados e a sociedade engajados nesta causa reforça o verdadeiro significado do cooperativismo: pessoas ajudando pessoas”, afirma o diretor.
O presidente da Coop-Recicla, Divino Guimarães, parabeniza as Mulheres Cooperativistas pela iniciativa, que declara ser de grande relevância para o setor produtivo, valorizando a reciclagem e sustentabilidade. “Essa ação que as pessoas fazem, de separar as tampinhas, pode parecer que é algo pequeno, mas movimenta toneladas de material reciclável e, consequentemente, é de grande impacto no ciclo produtivo e responsabilidade ambiental, e a Coop-Recicla está no projeto para ajudar na destinação correta”, afirma.
Para Márcia Vian, os resultados que já começam a aparecer na comunidade são a motivação para o movimento continuar: é uma ação que promove inclusão, acessibilidade e dignidade às pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, mas que também reduz a quantidade de plástico descartada nos aterros, nos rios e ainda reforça a educação ambiental. “É gratificante contribuir
para uma iniciativa que transforma tampinhas plásticas em benefícios para quem precisa, gerando impacto social, ambiental e fortalecendo valores como solidariedade, responsabilidade e cooperação. Estamos mostrando que juntas podemos construir uma sociedade mais sustentável e inclusiva”, declara a cooperativista.
O projeto Tampas em Movimento é uma ação contínua e está cada vez mais integrado ao calendário e às atividades do grupo de mulheres e das cooperativas apoiadoras. O objetivo é aumentar as arrecadações para que, dessa forma, consigam ampliar ainda mais a quantidade de cadeiras doadas e de pessoas beneficiadas.




Por Douglas Teixeira
A sucessão no campo, a gestão das propriedades e o fortalecimento do cooperativismo voltam a ser pauta na COMIGO com o início de novas turmas dos programas Jovens Lideranças Cooperativistas e Mulheres Cooperativistas. Nesta edição, a cooperativa realiza a 13ª turma dos Jovens Lideranças Cooperativistas, iniciada em 12 de maio, e a 10ª turma das Mulheres Cooperativistas, que teve início no dia 15 de maio.
As capacitações são compostas por seis módulos mensais e uma viagem técnica, reunindo conteúdos relacionados à gestão rural, sucessão familiar, educação financeira e cooperativismo. O primeiro
encontro das turmas aconteceu no Centro Tecnológico COMIGO (CTC), em Rio Verde (GO).
A abertura das turmas contou com a presença do presidente executivo, Dourivan Cruvinel, acompanhado do diretor administrativo e financeiro, Warlen Freitas, do diretor de lojas, Carlos Alberto Leão, do diretor industrial, Paulo Carneiro, e do diretor comercial, Welton Vieira.
Para o presidente executivo, Dourivan Cruvinel, os programas representam uma troca importante entre cooperativa e participantes, já que o investimento realizado hoje contribui para a formação de futuras lideranças da COMIGO. “A gente, como administrador da
COMIGO, vê nesses cursos de Jovens e Mulheres, uma preparação para vir somar com a cooperativa. Esses jovens e essas mulheres são o futuro da COMIGO, eles poderão vir para o conselho no futuro, poderão chegar aqui com muito mais conhecimento. Então, isso ajuda na administração da COMIGO. Estamos muito felizes com essas participações”, afirmou.
O primeiro módulo foi ministrado pelo professor e consultor, Ney Guimarães, com o tema “Sensibilização e Introdução ao Cooperativismo”, incentivando a participação ativa de jovens e mulheres no ambiente cooperativista.

A coordenadora de desenvolvimento de cooperados da COMIGO, Siomara Martins, destaca que o principal objetivo das formações é desenvolver novas lideranças dentro da cooperativa e também nas comunidades. “O objetivo dessas formações é justamente desenvolver novas lideranças, não só na cooperativa, como nas comunidades. Formar novos sucessores, engajar mais o jovem, ajudar as mulheres a se envolverem mais na gestão… e isso graças a Deus tem acontecido”, destacou.
Integrante da nova turma do programa Mulheres Cooperativistas, Juliene Melo, destaca que a formação representa uma oportunidade de ampliar conhecimentos e levar novos aprendizados para a propriedade rural. “Eu quero adquirir mais conhecimento sobre a cooperativa e também levar esse aprendizado para a minha propriedade. Estou amando o curso, muito produtivo, maravilhoso e emo-



cionante. Com certeza, vai superar todas as minhas expectativas”, ressaltou.
Tarcisio Luersen, participante do programa de formação de jovens, conta que decidiu participar da formação após acompanhar as divulgações realizadas pela COMIGO e receber a recomendação de um amigo. “O que me motivou a participar do curso foram as divulgações da COMIGO, e um amigo que participou da edição anterior, ele falou que era muito bom, então eu decidi participar. Essa primeira fase falou muito sobre o nosso lado pessoal, e eu acredito que isso vai me ajudar bastante”, relatou.
Ao todo, 34 jovens e 52 mulheres participam das capacitações. O programa reforça o compromisso da cooperativa com a educação cooperativista, a valorização dos associados e o desenvolvimento sustentável do setor.











































Por Wellerson Martins


A difusão de conhecimento técnico aos cooperados, colaboradores e demais profissionais da área mais uma vez foi destaque com o circuito de Dias de Campo Safrinha da COMIGO, realizado entre os dias 29 de maio e 12 de junho.
Realizados em Palmeiras de Goiás, Rio Verde, Jataí, Santa Helena de Goiás, Montividiu, Mineiros e Serranópolis, onde ocorreu um Tour Técnico, os tradicionais encontros proporcionaram um ambiente de troca de conhecimento e atualização, permitindo que os produtores acompanhassem ten-
dências, tecnologias e recomendações essenciais para auxiliar na tomada de decisão no campo e na busca por maior rentabilidade.
Durante os eventos, os participantes acompanharam de perto o desempenho e avaliaram características importantes dos híbridos de milho, tais como a adaptação às condições climáticas de cada região, o potencial produtivo, a sanidade vegetal e a resistência das cultivares.
De acordo com o coordenador técnico e comercial da COMIGO, Beckembauer Ferreira, a escolha

dos híbridos é fundamental diante das diferentes condições climáticas, uma vez que alguns materiais apresentam maior tolerância ao estresse hídrico do que outros. Além disso, ele destaca a importância do acompanhamento agronômico. “O suporte agronômico, que é o que a COMIGO faz, é fundamental, porque como o profissional já conhece a região e as características de cada localidade, ele sabe orientar melhor seu cooperado sobre qual é o híbrido que ele tem que plantar, qual a tecnologia e o manejo que deve utilizar”, aponta.

















Sobre a dinâmica do evento e a importância da observação na prática, o coordenador complementa: “Tudo que é visto é mais palpável. No começo da área de demonstração, a gente passa o que foi feito na área e qual a quantidade de chuva. Quando você está munido dessas informações e vai ver a área visual, você realmente tem como medir o potencial da área e consegue visualizar melhor a situação”, pontuou.

O cooperado Carlos Augusto Carvalho, de Jataí, ressaltou a importância do evento. “O dia de campo é um dia muito importante para o agricultor, são novas ideias que saem. A COMIGO traz novas plantas, novos híbridos, que ajudam muito o produtor. Não tem nada a perder, só tem a ganhar.”
Para o cooperado Ronaldo de Freitas Barbosa, de Santa Helena de Goiás, ficou demonstrado que,

mesmo com desafios, é possível obter bons resultados de produtividade quando se tem híbridos de qualidade e manejo adequado. “Fiquei muito satisfeito com o que vi dos materiais. Embora o ano tenha sido complicado por falta de chuva e fatores climáticos, mesmo assim as lavouras se desenvolveram bem. Os materiais expressaram bons resultados produtivos”, afirma.




Com alto investimento, tecnologia de ponta e capacidade inédita de processamento de soja, a nova planta impulsiona a economia regional
Por Douglas Teixeira









No coração de Goiás, a COMIGO escreve mais um capítulo histórico em sua trajetória. Em Palmeiras de Goiás, a cooperativa está erguendo uma das maiores e mais modernas indústrias de processamento de soja do Brasil, com investimento superior a R$ 1,3 bilhão. O novo complexo industrial representa um marco estratégico fundamental para os próximos anos da cooperativa, impulsionando a competitividade dos cooperados e redesenhando o mapa socioeconômico e tecnológico da região.

A magnitude do projeto é visível à distância e salta aos olhos de quem vê. Para sustentar uma operação desta envergadura, a infraestrutura precisava estar à altura: a unidade abrange uma área total de 843 mil m². Atualmente, os trabalhos avançam em um ritmo acelerado, com estruturas imponentes ganhando forma a cada dia.

Segundo o Gerente Industrial, Josmar Tadeu, a unidade de Palmeiras de Goiás colocará a COMIGO em um novo patamar de industrialização. “A unidade industrial de Palmeiras terá capacidade para industrializar 6.000 toneladas por dia, acima da capacidade de Rio Verde, que é de 5.500 toneladas.



Com este novo empreendimento, a COMIGO passará a industrializar 11.500 toneladas por dia. O novo complexo industrial passará a ser, individualmente, a maior indústria processadora de soja do Brasil”, afirma Josmar.

A estrutura de armazenagem também está sendo ampliada para acompanhar a grandiosidade da obra. Atualmente, a unidade conta com um armazém com capacidade para 1,5 milhão de sacas de soja, o equivalente a 90 mil toneladas. De acordo com o Diretor Industrial, Paulo Carneiro, o novo armazém é essencial para garantir o abastecimento contínuo da indústria. “O novo armazém será o pulmão da indústria. Com capacidade para 180 mil toneladas, ele será capaz de abastecer a fábrica por 30 dias”, destaca Paulo.
Entre os diferenciais da nova indústria está o projeto do silo elevado, desenvolvido pela equipe de engenharia da COMIGO para atender às necessidades da obra. Ao comentar sobre o projeto, Paulo Carneiro, Diretor Industrial, explica por que a diretoria optou pela construção do silo elevado. “A água do terreno é muito superficial, muito rasa. Então, não havia como fazer escavações ou túneis. Por isso, optamos pelo silo elevado, o primeiro desse nível na indústria de processamento de soja. Como a estrutura é aérea, eliminamos a necessidade de escavações, túneis e espaços confinados”, explica Paulo.

Com a conclusão do novo armazém, a capacidade estática total passará para 4,5 milhões de sacas, somando 270 mil toneladas de armazenamento. A nova estrutura permitirá uma recepção mais ágil e volumosa da produção dos cooperados durante o pico da safra, além de otimizar o fluxo de suprimento da própria indústria e trazer maior flexibilidade e segurança às operações da cooperativa.




Com uma capacidade estática de 12 mil toneladas, o silo consegue armazenar o equivalente a dois dias de produção ininterrupta da fábrica. O projeto se destaca como um diferencial tecnológico e arquitetônico, refletindo a expertise da equipe técnica da COMIGO na concepção de soluções inovadoras para uma obra de grande porte. O layout industrial foi desenvolvido de forma integrada entre diretoria, engenharia e equipe de produção, priorizando a otimização dos fluxos operacionais e a redução de interferências ao longo do processo produtivo.






De acordo com João Antônio, Gerente de Indústria, o impacto de um investimento dessa magnitude transcende as barreiras físicas da fábrica e se converte em desenvolvimento social. “A operação da unidade demandará um quadro com mais de 300 colaboradores diretos para atuar nas áreas operacionais e administrativas. Estima-se que mais de 700 pessoas sejam impactadas de forma direta e indireta pelo empreendimento, por meio da geração de empregos, da contratação de prestadores de serviços e do fortalecimento do comércio”, comenta João.
Para João Antônio, participar desse projeto é fazer parte de algo que vai muito além da indústria.


“Participar deste grande projeto é algo que marca a vida de qualquer pessoa. Mas o ponto-chave que me deixa com os olhos brilhando dia após dia é poder contribuir positivamente e ver o quão benéfico isso é para a comunidade”, destaca João Antônio.

O gerente ressalta que a chegada da COMIGO sinaliza progresso imediato e transformador. “A empregabilidade é a porta que o trabalhador tem para sustentar sua família, realizar seus sonhos e crescer na vida. Quando a cooperativa chega em um lugar e se instala, ali há progresso, crescimento econômico e desenvolvimento. Daqui a 10 anos, a gente vai conseguir ver uma Palmeiras de Goiás totalmente impactada positivamente pelo que a cooperativa está fazendo agora”, afirma João.

Para o Presidente Executivo, Dourivan Cruvinel, a indústria de Palmeiras representa um marco na trajetória da COMIGO, fortalecendo a capacidade de industrialização da cooperativa e ampliando as oportunidades de desenvolvimento da região. “É um investimento de R$ 1,3 bilhão. Vamos esmagar 6.000 toneladas por dia, e isso praticamente dobra o nosso faturamento. A cooperativa completa 51 anos neste ano, e essa nova indústria veio para marcar mais um passo importante na história da COMIGO, gerando benefícios para os cooperados e para o desenvolvimento do município”, afirma Dourivan.










Dourivan ressalta que a nova unidade tem papel estratégico para aproximar a produção dos produtores rurais de regiões vizinhas de Palmeiras. “Atualmente, estamos em áreas consolidadas, como Rio Verde, Jataí, Montividiu, Santa Helena, entre outras cidades. A soja que a gente recebe nesses municípios é o que a gente esmaga em Rio Verde. A importância de construir a indústria em Palmeiras
é para atender os produtores rurais daquela região. Neste caso, produtores de Paraúna, Indiara, Nova Crixás, Montes Claros, entre outros municípios. Então, o cooperado vai ter essa facilidade de entregar sua soja em um armazém mais próximo da indústria”, destaca Dourivan.

Com o avanço das estruturas e a consolidação de cada etapa da
obra, a nova indústria da COMIGO reflete um projeto de grande escala, sustentado por tecnologia, planejamento e desenvolvimento. A cada nova fase, a cooperativa reforça sua posição entre as principais referências do agronegócio brasileiro, consolidando uma trajetória marcada por expansão, inovação e protagonismo no setor.
















Informações

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A cada ano, as mudanças climáticas se tornam mais intensas, causando impactos significativos nos suprimentos para a pecuária. Apesar dessas adversidades, o período seco ocorre anualmente, e existem estratégias nutricionais que ajudam a amenizar seus efeitos.
Durante a transição do período das águas para a seca, já se considera o uso da ureia na suplementação dos animais, o que resulta em melhor aproveitamento das pastagens, especialmente aquelas com maior teor de fibra.
Muito se fala também sobre suplementações minerais, adensados, proteicos ou proteicos energéticos. Essas são opções ideais para o rebanho, porém sua eficiência e rentabilidade dependem do uso correto, baseado em informações técnicas que levam em consideração a categoria animal, a qualidade e a disponibilidade da forragem, bem como os objetivos do sistema de produção.
Outra questão essencial é a disponibilidade de volumoso nesse período, que geralmente se torna escasso. Muitas vezes, é necessário fornecer esse volumoso no cocho,

devido à indisponibilidade parcial ou total nas pastagens. Isso pode ser consequência da falta de planejamento durante o período das águas, degradação das pastagens ou até mesmo déficits hídricos.
No período seco, é sabido que a proteína do capim reduz drasticamente, o que é um problema, pois essa proteína é fundamental para o ganho de peso, a produção de leite e a saúde do rebanho. Por isso, é indispensável fornecer uma dieta
balanceada, adequada à categoria animal. Nesse contexto, o uso da ureia torna-se crucial para garantir esse equilíbrio nutricional de forma sustentável e econômica.
A ureia fornece nitrogênio não proteico, que, após a ação dos microrganismos ruminais, é convertido em proteína microbiana uma proteína de alta qualidade. Isso estimula o aproveitamento de forrageiras de baixa qualidade e acrescenta proteína à dieta dos animais.
No entanto, é fundamental que haja massa de capim disponível. O fornecimento de ureia para animais em pasto escasso ou sem volumoso pode não trazer benefícios e até causar efeitos negativos.
Fica claro, portanto, que o planejamento adequado, a assessoria técnica e o conhecimento aplicado no sistema de produção são ferramentas essenciais para o desenvolvimento produtivo na pecuária. Isso é especialmente importante em um mercado cada vez mais competitivo, com margens de lucro cada vez mais estreitas.




Como aumentar a eficiência econômica da adubação sem comprometer o potencial produtivo
Em anos de margens apertadas, a diferença entre lucro e prejuízo raramente está em cortar custos de forma indiscriminada. Ela está em investir cada real onde ele gera maior retorno. Nesse contexto, a gestão da fertilidade do solo se torna uma das ferramentas mais importantes para aumentar a eficiência econômica da lavoura.
Quando falamos em adubação, o primeiro passo para aumentar a rentabilidade não é comprar fertilizantes, mas entender exatamente o que o solo precisa. Um manejo bem planejado reduz desperdícios, aumenta a eficiência dos insumos e contribui para a sustentabilidade econômica da propriedade.
ANÁLISE
DIAGNÓSTICO PRECISO PARA DECISÕES MAIS LUCRATIVAS
O maior erro em momentos de incerteza econômica é o “corte linear” de investimentos ou o uso de formulações baseadas no histórico de terceiros (“o vizinho usou e deu certo”). O verdadeiro gerenciamento de custos começa com a amostragem de solo de alta qualidade,
seja ela convencional (por talhão homogêneo) ou por agricultura de precisão (grades amostrais e zonas de manejo).
Tomar decisões com base em histórico ou recomendações genéricas pode gerar desperdícios significativos. Uma amostragem de solo bem realizada permite identificar onde investir e onde economizar.
Com um diagnóstico preciso, o produtor consegue:
• Evitar o desperdício: não realizar aplicações desnecessárias de nutrientes;
• Alocação inteligente: ajustar a estratégia em função do potencial de resposta da área;
• Previsibilidade: planejar a reposição dos nutrientes exportados pela colheita;
• Visão de longo prazo: Construir um programa de fertilidade alinhado à realidade financeira da propriedade.
Além disso, o diagnóstico correto permite identificar variabilidades dentro dos talhões, direcionando os investimentos para os locais
onde o retorno econômico tende a ser maior.
A calagem e a gessagem são a base de qualquer programa de fertilidade eficiente. O calcário corrige a acidez do solo, neutraliza o alumínio tóxico e fornece cálcio e magnésio, criando melhores condições para o desenvolvimento das culturas. Já o gesso agrícola melhora a subsuperfície do solo, fornecendo cálcio e enxofre em profundidade e favorecendo o crescimento das raízes.
Juntas, essas práticas aumentam o aproveitamento da água e dos nutrientes, especialmente dos fertilizantes de maior custo, como fósforo, nitrogênio e potássio, além de proporcionar maior estabilidade produtiva em períodos de déficit hídrico.
Aproveitar o período seco para a logística antecipada e aplicação de corretivos e condicionadores de solo traz vantagens econômicas claras:
Fretes mais baratos
Melhor rendimento operacional
Maior tempo de reação
Menor risco de atrasos
Redução do custo final do insumo entregue na propriedade
Maior eficiência das operações de campo
Condições para que os corretivos atuem antes do plantio
Melhor organização do cronograma agrícola
A antecipação dessas operações reduz gargalos logísticos e permite iniciar a safra em condições mais favoráveis.

QUALIDADE DOS FERTILIZANTES: UM FATOR
DECISIVO PARA A EFICIÊNCIA DA ADUBAÇÃO
Muitas vezes, a decisão de compra é tomada com base exclusivamente no menor preço por tonelada. No entanto, quando o assunto é fertilização, preço e valor nem sempre são sinônimos. A eficiência da adubação depende não apenas da composição química do produ-
to, mas também de suas características físicas e físico-químicas, que influenciam diretamente o armazenamento, a regulagem dos equipamentos, a distribuição no campo e o aproveitamento dos nutrientes pelas plantas.
Fertilizantes de baixa qualidade podem gerar custos ocultos significativos, como segregação de nutrientes, excesso de pó, empedramento, entupimento de equipamentos e distribuição irregular,
comprometendo a uniformidade da lavoura e reduzindo o retorno do investimento. Por outro lado, fertilizantes com granulometria uniforme, elevada resistência física dos grânulos e adequada solubilidade proporcionam melhor desempenho operacional e maior precisão na aplicação, garantindo que cada planta receba os nutrientes na proporção planejada e aumentando a eficiência de cada real investido em adubação.
Em muitas áreas do Cerrado, especialmente em solos arenosos ou áreas recém-incorporadas ao sistema produtivo, a principal limitação da produtividade está abaixo da camada superficial.
A construção gradual do perfil químico do solo proporciona:
• Maior aprofundamento radicular;
• Melhor aproveitamento da água armazenada;
• Aumento da tolerância a veranicos;
•Maior eficiência de absorção de nutrientes;
•Maior estabilidade produtiva entre safras.
Quando os recursos financeiros são limitados, o ideal é estabelecer prioridades técnicas:
1. Corrigir a acidez do solo;
2. Garantir a reposição dos nutrientes exportados;
3. Planejar a construção da fertilidade ao longo das safras;
4. Direcionar investimentos para áreas com maior potencial de retorno.
A fertilidade deve ser encarada como um processo contínuo de construção e manutenção, e não apenas como uma despesa da safra atual. O equilíbrio entre reposição e construção dos níveis de fertilidade é fundamental para garantir retorno econômico e sustentabilidade produtiva.
Antes de reduzir investimentos em fertilidade, avalie quais operações realmente geram retorno econômico. Em muitos casos, ajustar doses, melhorar a qualidade da aplicação e corrigir o solo de forma estratégica produz mais resultado do que simplesmente cortar fertilizantes.
Para aumentar a eficiência econômica da próxima safra:
✓ Atualize suas análises de solo.
✓ Avalie não apenas a camada superficial, mas também o subsolo (20–40 cm).
✓ Planeje antecipadamente a aquisição e aplicação de corretivos.
✓Priorize fertilizantes de qualidade comprovada.
✓Busque recomendações técnicas personalizadas para sua realidade produtiva com os agrônomos da COMIGO.



Em momentos de maior pressão sobre as margens, a fertilidade do solo não deve ser vista como custo, mas como investimento estratégico. O produtor que conhece seu solo, corrige suas limitações e utiliza fertilizantes de qualidade toma decisões mais assertivas, aumenta a eficiência dos insumos e constrói sistemas produtivos mais resilientes.

Solo bem manejado não é apenas sinônimo de produtividade. É sinônimo de rentabilidade, estabilidade e sustentabilidade econômica da propriedade.










Conselho Fiscal







O Conselho Fiscal segue atuante, acompanhando de perto as operações e garantindo que cada decisão esteja alinhada com a responsabilidade e a solidez da Cooperativa.
Um trabalho técnico, criterioso e essencial para manter a confiança de quem faz parte de tudo isso.











A COMIGO realizou no dia 15 de maio, a entrega de dois cheques ao Hospital do Câncer, totalizando R$ 107.500,00 destinados ao apoio da instituição.
O primeiro cheque, no valor de R$ 37.500,00, é resultado das vendas de consumo realizadas no bar da associação durante o show do cantor Sérgio Reis, realizado no final de 2025, marcando o encerramento das ações do cinquentenário da COMIGO.
Já o segundo cheque, no valor de R$ 70.000,00, foi viabilizado por meio de uma campanha de vendas realizada em parceria com a Virbac, destacando o compromisso da Cooperativa com ações de responsabilidade social e apoio à comunidade.

Participaram da entrega o presidente executivo da COMIGO, Dourivan Cruvinel; o assessor de cooperativismo, Paulo Cesar Dias; a gerente de compras, Amanda Gimenes; o presidente da Associação Atlética COMIGO, Leonardo Ferreira de Almeida; e o coordenador de negócios da Virbac, Ricardo Peres Vieira.


A iniciativa reforça o compromisso da COMIGO e de seus parceiros com ações que contribuem diretamente para o fortalecimento de instituições que desempenham papel fundamental na área da saúde e no atendimento à comunidade regional.




A COMIGO participou, entre os dias 18 e 20 de maio, em São Paulo, de reuniões técnicas que reuniram representantes de mais de 60 empresas de diferentes regiões do Brasil ligadas ao setor de embalagens de ráfia destinadas aos segmentos alimentício e de insumos agrícolas. A cooperativa esteve representada por Reginaldo Passos, assessor ambiental; Melina Ferreira, analista de controle de qualidade da Fábrica de Fertilizantes; e Matheus Silva, analista da SGI.

A programação incluiu debates técnicos e jurídicos voltados à logística reversa de embalagens, com foco nos Big Bags e na utilização de materiais PCR (Post-Consumer Recycled). Durante os encontros, foram discutidas práticas relacionadas ao recolhimento, reutilização e destinação ambientalmente adequada das embalagens, em conformidade com a Lei nº 12.305/2010, o Decreto Federal nº 10.936/2022 e o Decreto Estadual de Goiás nº 10.255/2023.
Além das discussões, também foi realizada uma visita técnica para acompanhamento dos processos industriais envolvidos na fabricação das embalagens, desde a produção da ráfia até o acabamento final dos Big Bags. A atividade permitiu ampliar o conhecimento sobre as etapas produtivas e reforçou a importância da adoção de práticas sustentáveis e alinhadas aos princípios da economia circular no setor.


Os primeiros nomes de Tiradentes
Acusado de um crime
A mais exata das ciências (abrev.)

Faculdade cursada pelo repórter
Sílaba de "qualidade"
(?) e Teco, esquilos da Disney (?) dos Santos, exginasta
Grupo que luta pela reforma agrária (BR)
Pai da esposa ou do esposo
"Monstros (?)", filme Oferecer alimento
Partícula positiva do átomo Assumir expressão alegre
Cachaça ruim Bezerro
Assumir como filho
Copo próprio para o chope
Aposento onde se guardam vinhos
(?) de barras: identifica os produtos
(?) Gimenez, apresentadora da TV
O trabalho sem carteira assinada Condição de quem fica preso na enchente
Órgão dos advogados (sigla)

Grande apetite O sétimo planeta
Band-(?), protetor de machucados
Rubem Braga, escritor brasileiro
Coragem; ousadia
De outro modo Vogais de "sala"

A cidade dos objetos gigantes (SP)
A moeda do nosso país
Canto para um par de vozes
Torcida (gíria)
Minha e (?): nossa
Prêmio do Cinema norteamericano
O traje para solenidades
O comitê que organiza as Olimpíadas
Proteção feita com arame farpado Rosamaria Murtinho, atriz



She-(?), a irmã do He-Man (TV)


















