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Lermack 2022 | Educação Infantil e Ensino Fundamental 1

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LERMACK semana de 22, cem anos depois

C LA R A - 5 º C

1922

F L ÁV I A - 5 º G

2022


A S PA L AV R A S D OS M E U S L Á B I OS E O M E D I TA R D O M E U CO R A Ç Ã O S EJ A M A G R A D Á V E I S N A T UA P R E S EN Ç A , S EN H O R, R O C H A M I N H A E R E D EN TO R M E U ! SA L M OS 19 . 14


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SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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T H E AT R O M U N I C I PA L D E S Ã O PA U L O


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H

PREFÁCIO

á cem anos, nos dias 13, 15 e 17 de fevereiro de 1922, a cidade de São Paulo foi palco de um movimento nacional importantíssimo, pois uma tentativa de renovação da linguagem artística e cultural buscava um caminho diferente do que era vivenciado até em tão no Brasil: uma arte voltada à experimentação, à liberdade criadora e à ruptura com o passado. A Semana de Arte Moderna, também conhecida como semana de 22, foi realizada no Teatro Municipal de São Paulo e teve um impacto pequeno e bem localizado incialmente, tomando uma proporção maior alguns anos depois. Durante essa semana, foram abordadas diversas áreas artísticas: pintura, literatura, música e arquitetura. Nomes importantes, que participaram da Semana de Arte Moderna, posteriormente, foram consagrados no Modernismo Brasileiro. Foram eles: Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Victor Brecheret, Plínio Salgado, Anita Malfatti, Heitor Villa Lobos, Di Cavalcanti, dentre outros. A relação do Mackenzie com a Semana de Arte e com o próprio movimento modernista alinha-se à professora mackenzista Anita Malfatti, pois, além de ter sido

aluna, lecionou no Mackenzie até a década de 1930 e esteve à frente das oficinas de arte da Escola Americana, levando o Modernismo e outros conceitos artísticos relevantes para nossas salas de aula. Em nosso LERMACK de 2022, cem anos depois, somos convidados a um mergulho na história e na cultura, por meio de um caminho desenhado pelos professores do colégio, seguindo o legado deixado pela nossa professora modernista, amante da autenticidade. Os professores, da Educação Infantil ao Ensino Médio, conduziram um belíssimo trabalho com os estudantes para que explorassem a imaginação e alcançassem originalidade nas produções que iremos apreciar. Poesia e muita arte, reveladas por meio da linguagem, foram construídas pelas mãos de aprendizes criativos e, assim, a Semana de Arte Moderna foi revisitada, recontada, redesenhada com muita habilidade, competência e com a sensibilidade necessária a todo processo criativo.

Márcia de Olveira Regis

“ N ÃO H Á L I N G UAG E M , N E M H Á PA LAV R AS , E D E L ES N ÃO S E O U V E N E N H U M SO M ; N O E N TA N TO, PO R TO DA A T E R R A S E FA Z O U V I R A S UA VO Z , E AS S UAS PA LAV R AS , AT É AOS CO N F I N S D O M U N D O. ” (S A L M O 1 9. 3 ,4 )

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P R O F E SS O R E S E D U C A Ç Ã O I N FA N T I L

Ana Beatriz Amaro Ferreira, Graduada em pedagogia com habilitação em Educação Infantil e Séries Iniciais, Pós-graduada em Psicopedagogia. Atualmente atuo como Professora Regente do Jardim II 5F. Analice Souza da Silva Müzel, Graduada em Pedagogia, Pós-graduada em Psicopedagogia. Atualmente professora regente do 1º ano do Ensino Fundamental I. Ana Paula Castilho da Rocha, Licenciatura em Matemática e Graduada em Pedagogia. Atualmente, professora regente do JardimII. Beatriz Ramos Blois de Araújo, Bacharel em Direito e Graduada em Pedagogia. Atualmente Professora Regente do Jardim II. Cilmara Ferrari Perez, Graduada em Pedagogia/USP, Mestre em Educação/UNICAMP, Especialista Lacto Sensu em Distúrbios de Aprendizagem/UNIABC. Atualmente professora regente 1º ano do Ensino Fundamental I. Cristiane Batista Américo, Graduada em Pedagogia, com habilitação em Educação Infantil Séries Iniciais, Pós-Graduação em Psicopedagogia. Atualmente Professora auxiliar do Jardim II. Daiane Fernanda Piva Tavares de Oliveira, Graduada em Pedagogia. Pós-graduada em Neurociência aplicada a Educação. Atualmente professora regente do 1º ano do Ensino Fundamental I. Érica Roberta Ferrari Facco, Graduada em Pedagogia, Pós-graduada em Psicopedagogia, Qualificação em Distúrbios do Desenvolvimento, atualmente professora regente do Jardim II. Fernanda Sampaio de Alcantara R. Luz, Graduada em Pedagogia, com habilitação em Educação Infantil e Séries Iniciais. Atualmente Professora Regente do Jardim. Francisca Elizangela Pinheiro Costa, Graduada em Pedagogia, Pós-graduada em Psicopedagogia. Atualmente professora auxiliar do Jardim I. Gabriela Gonçalves Gomes, Graduada em Pedagogia. Pós graduada em Relações Interpessoais na Escola e a Construção da Autonomia Moral. Atualmente professora do 1º ano do Ensino Fundamental I. Graziella Moraes Carrasco Ianaconi, Graduada em Pedagogia, com habilitação em Educação Infantil Séries Iniciais, Pós-Graduação em Psicopedagogia, em Fundamentos Cristãos e História da Arte e Comunicação. Atualmente Professora Regente do Jardim. Isabella Borlenghi de Lemos, formada em Pedagogia e pós-graduada em Psicopedagogia e Neurociência Aplicada a Educação. Janaína dos Santos Rocha Ferraria, Graduada em Pedagogia, Pós- graduada em Psicopedagogia. Atualmente professora regente do Jardim I. 10

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Kelly Renata Mariucio Sacchi, Magistério. Graduada em Pedagogia. Pós-Graduada em Supervisão Escolar, Psicopedagogia, TDAH e Dislexia, Neurociência e Educação Inclusiva. Apple Teacher, Apple Teacher Swift Playgrounds, Personal & Professional SBCoaching, Certified Personal & Professional. Coach SBCoaching, Leader Coach SBCoaching. Atualmente professora regente do 1ºano do Ensino Fundamental I. Larissa Ferreira Fuentes, Graduada em Pedagogia, com habilitação em Educação Infantil e Ensino Fundamental Anos Iniciais, Pós-Graduação em Psicopedagogia Institucional e Clínica e Alfabetização e Letramento. Atualmente Professora Auxiliar do Jardim II. Mariana Ferro Laporta, Magistério, Graduada em Educação Física e Pedagogia. Pós-graduada em Neurociência aplicada a Educação e em Alfabetização. Atualmente, professora de 1º ano do Ensino Fundamental. Milena Marques Torres Querido, Graduada em Pedagogia com Habilitação em Educação Infantil e Séries Iniciais, Pós-graduada em Psicopedagogia e Fundamentos Cristãos na Educação. Atualmente Professora Regente do Jardim II. Myriam Pisati Silvestri, Graduada em Pedagogia. Pós-graduada em Educação Empreendedora na infância. Atualmente professora regente do 1º ano do Ensino Fundamental I. Pamella Rodrigues Vieira dos Santos, Graduada em Pedagogia, Licenciada em Educação Artística, Pós-graduada em Gestão Escolar. Atualmente, professora regente do Jardim II. Patrícia Regina Pacheco, Graduada em Pedagogia. Pós-graduada em Psicomotricidade. Atualmente professora auxiliar do 1°ano do Ensino Fundamental I. Rafaelle Christina Silva de Oliveira, Graduada em Pedagogia, Formada em ABA e capacitação em TEA e Distúrbios de Linguagem, Graduanda em Neurociência Aplicada a Educação. Atualmente Mediadora da Educação Infantil e Ensino Fundamental I do PROINC. Rayane Leiroz dos Santos de Matos, Graduada em Pedagogia e Pós-graduanda em Neurociência Clínica e Educacional. Rita de Cássia Silva e Silva, Graduada em Pedagogia, Especialização em Língua de Sinais, Arte Educação, Graduanda em Educação, Arte e História da Cultura. Atualmente professora auxiliar do Jardim. Rossane Rosental Magalhães, Graduada em Pedagogia com Habilitação em Educação Infantil, Séries Iniciais e pedagogia Hospitalar, Graduada em Letras - Inglês e Português e Pós-Graduação em Psicopedagogia. Atualmente professora regente do Jardim. Shirley Pereira, Graduada em Pedagogia com habilitação em educação Infantil e séries Iniciais e Pós-Graduação em Psicopedagogia. Atualmente professora auxiliar do Jardim. Silmara Cardoso da Silva, Graduada em Pedagogia com habilitação em educação Infantil e séries Iniciais e Pós-Graduação em Psicopedagogia. Atualmente professora regente do Jardim. Vahine M. P. Willveit, Graduada em Pedagogia com habilitação em educação Infantil e séries Iniciais. Atualmente professora do Jardim I. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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P R O F E SS O R E S EN S I N O F U N DA M EN TA L 1

Adriana Medeiros Reis, Pedagoga, Especialista em Computação Aplicada à Educação, Prof.ª do 2º ano A. Ana Della Maggiora Furlan, Pedagoga, Especialista em Administração Escolar, Pós-Graduada em Psicopedagogia, Apple Teacher, Professora do 3º ano E. Andréa Rodrigues Praieiro, Licenciada em Ciências Sociais e Pedagogia, Pós-Graduada em Psicopedagogia e em Neurociência aplicada à educação e aprendizagem, Professora de Ensino Religioso do 2º ao 5º anos. Andréia dos Santos Felisbino Gomes, Pedagoga, Psicopedagoga, Doutoranda e Mestra em Distúrbios do Desenvolvimento, professora do 4º ano F. Bárbara Tuono Silva, Pedagoga, Pós-Graduada em Psicopedagogia, Apple Teacher, Professora do 3º ano G. Carla Cristina Capellari Braguetto, Pedagoga, Pós-Graduada em Psicopedagogia, Apple Teacher, Professora do 3º ano F. Carolina Ladessa Cunha, Pedagoga, Psicóloga. Especialista em Psicologia Infantil, Professora Auxiliar. Christine Klarge, Pedagoga, Especialista em Psicopedagogia, Practitioner em PNL - Programação Neurolinguística, Professora do 4°ano E. Danielle Cardoso, Pedagoga com especialização em Orientação Educacional; pós-graduada em Docência do Ensino Superior e Fundamentos Cristãos da Educação; Professora do 5º ano B. Desirê Bello Neves, Licenciada em Artes Plástica e Pedagogia; Pós Graduada em Arte Educação e Mestranda em História da arte, educação e cultura, Professora do 2ºF e dos 3ºs E, F e G. Etiene de Matos Coelho Candéas, Pedagoga. Pós-graduada em Educação Empreendedora na Infância. Professora do 2º ano F. Fabiana Mara Ferreira Martinovich, Pedagoga, pós-graduada em Psicomotricidade, Neuroaprendizagem e Distúrbios do Aprender. Professora do 5º ano F Gizele Nascimento Viana, licenciatura em Pedagogia, bacharelado e licenciatura em Letras (Português / Inglês), especialização em Tradução, professora de Inglês. Karen de Azevedo Jordão Ferraz, Designer Industrial, Artista Plástica, Licenciatura em Educação Artística, Professora de Arte dos 2º E ,G e 5ºanos Karine Ribeiro de Francisco, Pedagoga, pós-graduada em Docência do Ensino Superior e Psicopedagogia, professora do 4º ano B. Káris Cristina Araújo Gomes de Oliveira, Pedagoga. Pós-graduada em Moderna Educação com Foco no aluno. Professora do 2º ano G. 12

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Lidia Gomes da Silva Leite, Pedagoga, pós-graduada em Psicopedagogia e Fundamentos Cristãos da Educação, Professora do 4º ano C. Lilian Kriger Di Marco, licenciada em Pedagogia, pós-graduada em Alfabetização e Letramento, pós-graduada em Metodologia do Ensino de Arte, professora auxiliar. Lívia dos Santos Martins de Souza Berci, bacharelado e licenciatura em Letras (Português/ Inglês), especializada em ensino de Língua Inglesa para crianças e adolescentes, pós-graduada em Gramática e texto da Língua Portuguesa, jornalista e professora de Inglês. Luciana Martins, Pedagoga, Especialista em Fundamentos Cristãos na Educação, Professora do 2º ano B. Marcela Chimenti Orlando, bacharelado e licenciatura em Letras ( Português/ Inglês ), especialização em Distúrbios do Desenvolvimento, professora de inglês. Mariana Cardozo, pedagoga. Psicopedagoga. Mestre em Distúrbios do Desenvolvimento. Professora Auxiliar. Mariana Valerio M. Rocha, Graduada em Pedagogia; Apple Distinguished Educator; Pós-graduanda em Neurociência aplicada à educação e aprendizagem, Professora do 3º ano F . Mary Luci Ávila Antunes de Oliveira, Pedagoga, Pós-graduada em Psicopedagogia, Professora Míriam Vilarinho Pereira Ferreira, Pedagoga. Especialista em Orientação Educacional. Pós-graduada em Psicopedagogia. Professora do 3º ano B Pauliane Costa Fontes Carneiro, Pedagoga, pós-graduada em Psicopedagogia e Fundamentos Cristãos da Educação, Professora do 5º ano G. Priscylla de Carvalho Ramos Pippa, Pedagoga. Pós-graduada em Tecnologias Digitais para a Sala de Aula, Profª 2º ano E. Raimunda Josilene de Queiroz Okuma, Pedagoga, pós-graduada em Psicopedagogia, professora do 4º ano G. - Professora do 4ºG Raquel Diorio, Licenciada em Letras e Pedagogia, Mestre em Distúrbios do Desenvolvimento. Professora do 4º ano A. Sandra Regina Moreira de Almeida, Pedagoga, pós-graduada em Psicopedagogia, Professora do 5º ano C. Siomara Felomeno, P Pedagoga com especialização em Orientação Educacional; pós-graduada em Fundamentos Cristãos da Educação e Neurociência - Professora do 5ºE Stella Della Torre Vilela e Silva, Graduada em Letras e em Pedagogia; Pós-Graduada em Psicopedagogia; Professora do 5º ano A. Tatiane Racon Bezerra, Mestranda em educação e gestão, pós-graduada em Alfabetização e Letramento, licenciada em Pedagogia, Apple Teacher, professora auxiliar. Vanessa Motta de Sá, Psicopedagoga, Especialista em Aspectos Psicopedagógicos da Arte e da Comunicação, Profª do 2ºC. Vitória Almeida de Sousa, bacharel e licenciada em Letras (Português/Inglês), especializada em Língua Inglesa e Literatura, professora de inglês. Viviani Aguiar, Pedagoga, pós graduada em Psicopedagogia, mestranda em Distúrbios do Desenvolvimento, professora auxiliar. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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A E S T U D A N T E - 1 9 1 6 | A N I T TA M A L FAT T


SUMÁRIO E D U CA ÇÃ O I N FA N T I L & E N S I N O F U N DA M E N TA L I

I

16

EDUCAÇÃO INFANTIL

27 0

3° ANO A

18

JARDIM

280

3° ANO B

44

JARDIM I

292

3° ANO C

74

JARDIM II

302

3° ANO E

114

ENSINO RELIGIOSO

312

3° ANO F

1 24

INGLÊS

322

3° ANO G

144

ARTES

330

QUARTO ANO

148

ENSINO FUNDAMENTAL I

332

4° ANO A

150

1° ANO A

344

4° ANO B

158

1° ANO B

354

4° ANO C

170

1° ANO C

3 64

4° ANO E

1 82

1° ANO E

3 74

4° ANO F

190

1° ANO F

384

4° ANO G

1 96

1° ANO G

392

QUINTO ANO

204

SEGUNDO ANO

3 94

5° ANO A

206

2° ANO A

410

5° ANO B

216

2° ANO B

426

5° ANO C

226

2° ANO C

442

5° ANO E

23 6

2° ANO E

454

5° ANO F

24 6

2° ANO F

466

5° ANO G

258

2° ANO G

4 78

ENSINO RELIGIOSO

268

TERCEIRO ANO

484

INGLÊS

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EDUCAÇÃO I N FA N T I L

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A V E N TA N I A - 1 9 1 5 | A N I T TA M A L FAT T I SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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JAR

V I V E N C I A N D O Q UA D R O S D

“O que era desde o princípio, o que ouvimo o que contemplamos e as nossas mãos vida.” (I Jo

O P E S CA D O R ( 1 9 2 5 )

O V E N D E D O R D E F R U TA S ( 1 9 2 5 )

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Tarsila do Amaral, uma das mais famosa Moderna, ressalta em suas obras a cultu características importantes do país, com fauna e a O Jardim estudou Tarsila do Amaral, ab quadros: O Vendedor de frutas (1925), O Pescador Os alunos puderam observar as obra cheiros, sabores e sons que elas repres pequenos, criando vínculos através de belecendo novas a A legenda foi o gênero textual escolhid dessem descrever o seu desenho, de fo assim, narrassem suas linhas que, por desenvolvimento motor, ainda não tradu o tem Vamos apreciar a brasilidade nas ob

Professoras: Ana Beatriz Ferre Isabella Borlenghi de Lemos Rossane Rosental e S


DIM

DA TA R S I L A D O A M A R A L

os, o que vimos com os nossos olhos, s apalparam, a respeito do Verbo da oão 1:1)

as representantes da Semana da Arte ura nacional. Seus quadros refletem omo as paisagens urbanas e rurais, a a flora. bordando a brasilidade por meio dos O porto (1953), Sol Poente (1929) e o (1925). as e manipular diferentes texturas, sentam e que dialogam com nossos suas experiências já vividas e estaaprendizagens. do para que os alunos do Jardim puforma tão característica da idade, e muitas vezes, devido a questões de uzem tudo o que compreendem sobre ma. bras dos nossos pequenos artistas!

eira, Graziella Ianaconi, s, Rita de Cássia Silva, Shirley Morais.

SOL POENTE (1929)

O PORTO (1953)

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JAR

3

Professoras: Graziella Moraes Carrasco

E X P L O R A N D O F R U TA S – O B R

Ao apreciarem a obra de Tarsila do Amar Jardim imergiram em um universo infind sensações foram afloradas por meio da d pela exploração das múltiplas te

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Daniel A. H.; Estevão G. R.; Gustavo P Jonathan C.; Lais S. M.; Lívia P. M.; Manue Samuel M. P.; Thaissa M. R


RDIM

3A

o Ianaconi e Rita de Cassia Silva e Silva

R A : O V E N D E D O R D E F R U TA S

ral, O Vendedor de Frutas, as crianças do do de possibilidades transformadoras. As degustação de diversas frutas, bem como exturas, cores, formas e sabores.

P. M. V. ; Henry M. R. S.; Joaquim D. A.; ela C. R.; Maria Luisa R. O.; Ricardo K. D.; R.; Vitor D. F.; Yanne H. O. B.

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Joaquim – “Carim

Ricardo - “Laranja, carimbo”

Yanne – “Maçãs e l

Manuella - “Céu de carambola”

Maria Luisa – “Maçã p 22

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mbo de carambola”

Estevão – “Limão, tinta, círculo”

laranja (aquarela)”

Daniel – “Verde (carimbo de limão)

pintura com aquarela” SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Jonathan – “Pintei com a casca de laranja”

Samuel – “Um qua uma m

Lívia - “Pintura com a mão usando a casca da laranja”

Thaissa - “Maçã

Gustavo - “Uma pintura, laranja” 24

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Vitor – “Maracujá com tinta”

adro, uma pintura, maçã”

Henry –“Amarelo, preto, maracujá”

ã com aquarela”

Laís – “Maracujá tinta” SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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JAR

3

Professoras: Rossane Rosental

OBRA: O PO

Ana F. A.; Benjamin P. H.; Davi M. H.; Emanuelly S. M.; Gabrie Maria Julia W. S. R. M.; Max B. L.; Miguel A. R. C. E 26

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RDIM

3B

l e Rita de Cassia Silva e Silva

ORTO (1953)

el M. G.; João Gabriel L. D.; João Gabriel C.; Joaquim A. S. R.; E.; Nátalie B. S.; Olivia F. P.; Pedro N. F.; Victor S. V. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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A sala estava escura, o som do mar ao fundo, e os alunos adentraram e foram convidados a deitar e a ouvir o barulho das ondas. Ao questionarmos o que escutavam, disseram ser um helicóptero, um aspirador, um chuveiro, uma cachoeira... Quando colocamos a imagem, ficaram surpresos.

Investigamos as inúmeras formas e cores presentes no quadro da Tarsila do Amaral.

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A obra tornou-se palpável, por meio de uma releitura tridimensional, coletiva, com elementos que as crianças destacaram na leitura de imagem. Após a vivência em grupo, cada um pôde fazer sua própria obra e utilizar o gênero textual legenda para descrever o que representou.

Davi: “Barco à vela, com muitas janelas.”

Miguel: “Barco e janelas.”

Ana: “Um barco rosa bem grandão, com muitas caixas coloridas em cima.” SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Benjamin: “Barco que carrega muitas caixas, uma está caindo no mar.”

Maria Julia: “Barco à vela com flores, parece o barco da Moana.”

Joaquim: “Meu barco.” 30

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Olívia: “Barco com janelas coloridas e caixas quadradas.”

Victor: “O submarino que não dá para ver, porque fica dentro da água, lá no fundo do mar.”

Max: “Barco com madeira para ver lá de cima.”


Gabriel: “Quadro com muitos barcos, com formas e cores diferentes; é um porto.”

Natalie: “Barco de madeira e torres.”

Pedro: “Barco com janelas quadradas.”

Emanuelly: “O barco rosa que tem muitas caixas de presente em cima.”

João Gabriel Lopes: “Barco à vela, com mecanismo de volante grande e janelas de botão.”

João Marcos: “Barco bem grandão.” SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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JAR

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Professoras: Ana Beatriz Amaro

OBRA: SOL PO

Daniel M. G. S.; Eduarda A. E. C. C.; Filipe M.; Isaque A. 32

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RDIM

3E

ro Ferreira e Shirley Pereira Mo-

OENTE (1929)

. V. M.; Maria Teresa S. W.; Pedro B. de L.; Timóteo E. M. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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No fim de uma linda tarde, repleta de aprendizagens significativas, a turma do Jardim 3E vivenciou um lindo pôr do sol, e os alunos ficaram encantados com o céu alaranjado e surpresos com a rapidez com que este céu dá lugar à escuridão.

Observamos atentamente a obra da Tarsila do Amaral e vimos todos os detalhes expostos, como formas e cores apresentadas.

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Dessa maneira, demos início à releitura da obra e, consequentemente, à manipulação de uma diversidade de materiais, como tintas coloridas. Assim, foi possível apreciar a mistura das cores, bem como as diferentes tonalidades, as pinturas com as mãos e com os pés, pincel, martelinho, cola, areia, papel machê e massa de modelar.

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E por meio de diferentes vivências, cada pequeno ar sua releitura. Utilizamos o gênero textual legenda p durante o

Daniel: “Tarsila.”

“Isaque: “Gostei das árvores, da água, que eu gosto de nadar, e do sol que vai dormir.” 36

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Filipe: “O

Eduarda: “Eu gost árvore que é do je fez, e eu fiz a min


rtista do Jardim 3E foi gradativamente construindo a para que cada um pudesse dizer o que mais apreciou processo.

O peixe.”

tei de tudo, até da eito que a Tarsila nha do meu jeito.

Maria Tereza: “Da Tarsila do Amaral.”

Pedro: “Eu gostei de tudo, da água em que coloquei areia, dos peixes e SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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JAR

3

Professoras: Isabella Borlenghi d

OBRA: O P

Amy H.; Dom T. G.; Leonardo S. S. F.; Leticia 38

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RDIM

3F

de Lemos e Shirley Pereira Morais

P E S CA D O R

N. T.; Logan D. M.; Manuela C. A.; Sofia C. M. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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PEQUENOS INVESTIGADORES Um mergulho no mundo das cores e em suas infinitas tonalidades. Ao observar, a obra O Pescador, de Tarsila do Amaral, cada criança trouxe consigo memórias e retratou o que os seus olhos foram capazes de observar. A troca de saberes enriqueceu ainda mais o repertório de cada criança, ampliando o olhar, a escuta, a oralidade e o amor ao próximo.

Logan: “Eu vi o peixe e a montanha!” Leonardo: “O pescador não está machucando o peixe com vara!” Manuela: “Achei a casa do pescador! É essa pequena.” Dom: “Eu vi um pescador!” Letícia: “Tem casinhas.” Amy: “O Peixe na água.” Sofia: “O peixe tá no prato.”

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O S Ó C U L O S DA I M AG I N AÇÃO E DA S D E S C O B E R TA S Fomos em busca de elementos retratados no quadro. As crianças encontraram a árvore redondinha, igual à da Tarsila, as cores azuis espalhadas pelo nosso colégio e o peixe em nosso aquário.

M ÃO S Q U E D I A L O G A M Além da percepção visual, as mãos foram protagonistas em cada descoberta, concebendo uma narrativa e conduzindo suas descobertas para além da obra. O aprender para os pequenos envolve o tocar, o sentir e o ser no espaço por inteiro. Exploramos as diferentes tonalidades da cor azul, verde e marrom, encontradas na obra.

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O M E U P E I X E G A N H O U V I DA ! Os pequenos encontraram no quadro a pesca, um trabalho manual que envolve a prática. Com isso, tivemos a ideia de cada aluno desenvolver o seu próprio peixe.

Em um tecido de algodão cru, cada criança conduziu com suas mãos linhas e curvas para dar vida ao seu peixe. O enchimento colocado por eles permitiu a sensação de estar criando algo tridimensional, que vai além do papel, podendo transformar seu desenho em algo palpável.

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Amy H.

Leonardo S. S. S. F.

Dom T. G.

Logan D. M.

Manuela C. A.

Leticia N. T.

Sofia C. M.

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JARD

B R I N CA N D O N A S O B R A S DA

“Celebrai com júbilo ao SENHOR, to (Salmos 10

Em comemoração aos cem anos da Sema Jardim I homenagearam a artista Conheceram a sua vida, as suas obra Observaram em suas telas a variedade de co desafiados a refletir sobre cada pintura, inte relatando suas própri Imaginaram-se “mergulhando” para dentr brincadeiras específicas que poderiam ser subir nas árvores, rolar na grama, nadar Finalizaram o processo com as crianças n tendo a professora como escriba, com o obj a releitura das obras da Tarsila do Amaral e das brincadeiras que fazem parte d Apreciem os tr

Professoras: Beatriz Ramos Blois de Araú Francisca Elizangela Pinheiro Costa, Jana Leiroz dos Santos de Matos e Si

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I M1 ‘

A TA R S I L A D O A M A R A L

odos os moradores da terra.” 00:1)

ana da Arte Moderna, os alunos do a plástica Tarsila do Amaral. as e o que a inspirava a pintar. ores, texturas, traços e formas. Foram erpretando, expressando sentimentos e ias percepções. ro das telas da artista e vivenciaram praticadas na obra escolhida, como: r, pescar, pegar folhas e gravetos... narrando a percepção delas da obra, jetivo de mostrar aos queridos leitores e a brasilidade nelas inserida por meio do nosso repertório cultural. rabalhos!

újo, Fernanda Sampaio de A. R. Luz, aina dos Santos R. Ferraria, Rayane ilmara Cardoso da Silva.

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JARD

4

Professoras: Beatriz Ramos Blois de Araúj

B R I N CA N D O N A S O B R A S

As obras da Tarsila do Amaral despertaram quais os alunos do Jardim I 4A pudera

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Alice D. L.; Alice P. D.; André R. C.; Davi C. L.; Davi R. S.; Do Isabel R. P.; João A. N. O.; João H. N. N. P.; Liz B. P. F.; Luca


IM 1

A

jo e Rayane Leiroz Dos Santos de Matos

DA TA R S I L A D O A M A R A L

m várias possibilidades de brincadeiras das am desfrutar, divertindo-se. Confiram!

ora M. V.; Frederico D. A.; Guilherme Z. M.; Helena N. L.; a V. Y.; Luiza B. D. R.; Melissa M.; Theo A. M.; Yohan F. B.

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Piuí, piuí! O trem maluco está passando e da janelinha podemos ver montanhas, casinhas, nuvens e até “Palmeiras”. Alunos: Theo, André e Luca Obra: Palmeiras, 1925 Brincadeira: Trem maluco

“O pescador” está no rio Com rede, vara e peneir brincadeira. Alunos: Frederico, João Obra: O pescador, 1925 Brincadeira: Pescaria

Uau! Na nossa imaginação, entramos na obra “Distância” e estava tudo girando! Gira, gira, gira pião... gira, gira, gira no chão! Alunos: Helena, Alice Luna e Liz Obra: Distância, 1928 Brincadeira: Roda pião

Desde cedo até o “Sol po na grama. Quase caímos esquisitos. Que brincade Alunos: Isabel, Dora e M Obra: Sol poente, 1929 Brincadeira: Rolar na gr

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o, vamos pescar com ele? ra vai ser uma divertida

o e Davi Rabaglio

oente”, rolamos, rolamos s no rio cheio de bichos eira bacana! Melissa

rama

Tem macaco no galho! Suba na árvore, vamos dar banana para ele? Vai ser muito legal brincar neste “Cartão postal”. Alunos: Yohan e Guilherme Obra: Cartão postal, 1928 Brincadeira: Subir nas árvores

Esta noite está muito escura, ainda bem que lá no céu “A Lua” brilhante está iluminando o caminho. Vamos brincar de procurar vagalumes? Alunos: Alice Dutra, Davi Lacerda e João Henrique Obra: A Lua, 1928 Brincadeira: Procurar vagalumes SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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JARDI

4

Professoras: Fernanda Sampaio de Alcantara Ri

B R I N CA N D O N A S O B R A S

O Jardim I 4B embarcou numa divertida aventura! Além d puderam “entrar” e “brincar” em importantes cená

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Alice L. O. C.; Cecília G. A.; Francisco M. G.; Gabriel A. C.; Giovanna A Liz M. L. S.; Manuela B. R.; Maria Eduarda A. M.; Maria T. G.


IM 1

4B

ibeiro Luz e Rayane Leiroz Dos Santos de Matos

DA TA R S I L A D O A M A R A L

de conhecer as obras de Tarsila do Amaral e apreciá-las, ários pintados pela artista modernista brasileira.

A. R. C.; João C. M. O.; João Pedro R. S. S.; Leila Y. A. A.; Letícia A. S.; . L. S.; Pedro A. M.; Pedro S. P.; Sophia O. S.; Valentina S. G.

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Pula, pula! Bate esta corda! Vai ser uma festa nesta “Floresta”. Obra: Floresta, 1929 Alunos: Liz e Maria Thereza Brincadeira: Pular corda

Corre! Esconda-se na obra da Tarsila! Paisagem com casas, paisagem com árvores, “Paisagem com Touro”! Duvido você me achar... Alunos: Cecília e Sophia Obra: Paisagem com Touro, 1925 Brincadeira: Esconde-esconde 52

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“A Lua” está tão linda! Vamos acampar, dormir, brincar e marshmallows assar. Alunos: Gabriel e Leila Obra: A Lua, 1928 Brincadeira: Acampamento

Vamos pescar até cansar e depois embaixo de “O Mamoeiro” descansar? Alunos: Francisco e Valentina Obra: O Mamoeiro, 1925 Brincadeira: Jogar pedras com distância SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Venha! “O Lago” está cheio. Vamos pular, boiar, bater os braços para lá e para cá. Vamos nadar? Alunos: João Pedro e Manuela Obra: O Lago, 1928 Brincadeira: Nadar com boias

“O Porto” está lotado! Os barquinhos navegam no mar, o vento sopra forte e nos ensina a velejar. Alunos: Giovanna e João Obra: O Porto, 1953 Brincadeira: Velejar 54

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Olhe a pipa no alto! Entramos na obra “Distância” e observamos até onde a nossa pipa consegue ir. Alunos: Pedro Medeiros e Alice Obra: O Lago, 1928 Brincadeira: Empinar pipa

1,2,3,4... Pule aí, que eu pulo deste lado. Pule forte, pule contente desde cedo até o “Sol Poente”. Alunos: Letícia e Maria Eduarda Obra: Sol Poente, 1929 Brincadeira: Pular amarelinha SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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JARDI 4

Professoras: Janaina dos Santos Rocha Ferra

B R I N CA N D O N A S O B R A S D

Por meio das obras da Tarsila do Amaral, de form usaram a imaginação e brincaram em cada ob

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Augusto D. L. R.; Bento L. T.; Caetano P. P Iris S. A. A.; Isaac M. A.; Jesse B. N.; João G Mateus C. L.; Matheus B. A.; Miguel B. P. O


M 1

E

aria e Francisca Elizangela Pinheiro Costa.

DA TA R S I L A D O A M A R A L

ma lúdica e prazerosa, os alunos do Jardim I 4E bra escolhida. Acompanhem essa aventura!

P. B.; Cecilia P. P. B.; Daniel Lucas G. F.; Gilherme V. C. B.; Levi L. M.; Lorena F. S.; O.; Paola L. D. C.; Rafaela C. F.; Tito B. F.

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- Corre, Matheus! Vamos aproveitar o vento para soltar a pipa. - Sim, Cecilia, a minha pipa está tão alta que chegou lá em cima, perto das casinhas. Cecilia e Matheus Obra: Morro da Favela, 1924 Brincadeira: Pipa

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- Paola, eu puxo para um lado. - Isaac, e eu puxo para o outro. Vamos, força! Quem ganhar a brincadeira é muito forte, corajoso e vai poder chegar perto do touro. Isaac e Paola Obra: Paisagem com Touro, 1925 Brincadeira: Cabo de Guerra

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Perto da ponte tem muitas palmeiras e lá brincamos juntos de estourar bolinhas de sabão.

Bento, Lorena e Miguel Obra: Palmeiras, 1925 Brincadeira: Bolinha de Sabão

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- Daniel, já que brincamos bastante de nadar no rio, vamos nadar até o pé de mamão? - Vamos, Íris! Mas quando chegar lá, quero comer um mamão. Daniel e Iris Obra: O Mamoeiro, 1925 Brincadeira: Nadar no rio

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- Levi, eu tenho muito equilíbrio e consegui pescar um peixe igual o pescador. Agora só falta você! - Rafaela, até o final da brincadeira, eu vou conseguir pescar um peixe igual vocês.

Levi e Rafaela Obra: O Pescador, 1925 Brincadeira: Pescaria

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- João, escala a árvore rápido, porque tem macaquinhos aqui no galho. - Jesse, essa árvore é muita alta! Espera, estou escalando.

Jesse e João Guilherme Obra: Cartão Postal, 1928 Brincadeira: Escalada na árvore

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- Augusto, essa brincadeira de Taco é muito divertida, mas tome cuidado para a bola não cair no rio, porque o peixe-batata pode comer! - Caetano, sou muito esperto e consigo jogar direitinho.

Augusto e Caetano Obra: Sol Poente, 1929 Brincadeira: Taco

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- Tito, passear na floresta e brincar de cabana foi muito legal. - Eu também gostei, Mateus! Mas da próxima vez, vamos trazer pipoca.

Mateus e Tito Obra: Floresta, 1929 Brincadeira: Cabana

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JARDI

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Professoras: Silmara Cardoso da Silva

B R I N CA N D O N A S O B R A S

Além de explorar cores e cenários das principais pinturas d de fazer parte de suas obra

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Aurora P. P. B.; Clara R. V. S.; Dan Henrique S. T.; Laura H. C.; Lorena O Mateus H. S.; Mei K. M.; Orion B. A.; P


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4F

a e Francisca Elizangela Pinheiro Costa

DA TA R S I L A D O A M A R A L

de Tarsila do Amaral, a turma do Jardim I 4F teve a chance as por meio da imaginação.

niel K. D. M.; Edson Vinícius F. C.; O. F.; Lorenzo R. A.; Matteo D. B. P.; Pedro S. P. A.; Sarah C. L.; Theo A. B.

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- Clara, vamos brincar perto das casas? Puxa a corda bem forte! - Viu como eu tenho força, Sarah? Mas tome cuidado, porque o Touro está olhando para nós. Clara e Sarah Obra: Paisagem com Touro, 1925 Brincadeira: Cabo de Guerra

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̶ ̶ - Não falei, Aurora, que era divertido brincar de bola aqui perto da ponte? ̶ - Aqui é lindo! Joga a bola bem alto, Laura. Aurora e Laura Obra: Paisagem com Ponte, 1931 Brincadeira: Jogo de bola

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- Mateus, olha como a minha pipa está voando! - A minha também vai voar, Pedro, espera um pouco! Mateus e Pedro Obra: Cartão Postal, 1929 Brincadeira: Pipa

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- Daniel, acho que neste lago há muitos sapos. - Vamos brincar de imitar os sapos, Orion? Croac, croac, croac! - Amigos, esperem, eu também quero brincar. Daniel, Orion e Theo Obra: O Lago, 1928 Brincadeira: Corrida do sapo SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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- Como esta árvore é alta, Edson, os porquinhos ficaram tão pequenininhos olhando daqui de cima! - Eu sempre quis subir em uma árvore grande, Lorena. Edson Vinícius e Lorena Obra: Paisagem com dois porquinhos, 1929 Brincadeira: Escalar árvores

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- Vamos, Henrique, não desista, você consegue pegar um peixe! - Vendo o pescador, eu pensei que era mais fácil, Mei. Henrique e Mei Obra: O Pescador, 1925 Brincadeira: Pesca

- Matteo, olha como as bolas de sabão ficam lindas com o sol poente! - Uau, Lorenzo! Vamos ver quem estoura mais bolas? Lorenzo e Matteo Releitura da obra: Sol Poente, 1929 Brincadeira: Bolinha de Sabão

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JARDI B R I N CA N D

“Porque com alegria saireis, e em paz sereis guiados; os mo as árvores do campo ba

Para conhecer a Semana de Arte Moderna de 1922, envo imergiu nas obras de dois artistas brasil A obra estudada de Mário Quintana foi o poema “Ritm que cada um dos nossos movimentos diários é o que d pequenos ge Por meio da apresentação do poema, nossos alunos pu diferentes tipos de leituras, é possível compreender qu expressar. Mesmo que nem todo o significado seja comp ações e o sensibilizar-se com a leitura proporcionam um e, consequentem Assim, partindo do poema estudado, surge a questão no anças fazem de mais gostoso na vida, que é brincar, em nessa proposta, foi apresentado aos alunos esse gênero dade para que depois eles pudesse Dessa forma, os alunos tiveram a oportunidade de ilustra e inspirada nas obras de Candido Portinari, as quais repre das brincadeiras que, de maneira simples, destac Hoje, cem anos depois, Deus nos dá a oportunidade de c brincar, do descobrir, Portanto, comemorem e apreciem c

Professoras: Ana Paula Castilho da Rocha; Crist Larissa Ferreira Fuentes; Milena Marques Torre Vahine Moraes 74

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IM 2 O NO TEMPO

ontes e os outeiros romperão em cântico diante de vós, e todas aterão palmas.” (Isaías 55:12)

olvendo-se e comemorando os seus cem anos, o Jardim II leiros: Mário Quintana e Cândido Portinari. mo”, que, de uma forma muito singela e pura, demonstra dá graça e leveza a nossa vida, fazendo o mundo girar em estos e atitudes. uderam dar asas à imaginação, percebendo que, ao ouvir ue existem várias maneiras de representar o que se deseja preendido, somente o ouvir, o perceber as rimas e as aliterma atividade prazerosa, que favorecerá o gosto pela leitura mente, pela escrita. orteadora: por que não transformar aquilo que nossas crim um poema divertido, ou seja, em uma paródia? Pensando textual, mediante músicas e brincadeiras, dando oportuniem ser os autores das suas paródias. ar a paródia criada, baseada nas suas brincadeiras favoritas resentavam a importância do brincar. Assim, foram resgatacaram a importância de estar junto com os amigos. continuar a ver o mundo girar, através das nossas vidas, do do aprender e do pintar. conosco as lindas criações dos alunos.

stiane Batista Américo; Érica Roberta Ferrari Facco; es Querido; Pamela Rodrigues Vieira dos Santos; s de Paula Willveit SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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JARDI

5

Professoras: Érica Roberta Ferrari

Catarina D. R.; Leonardo Q. L.; Livia R Rafael A. K.; Rafaella R. L.; Samir A. M 76

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IM 2

5A

i Facco e Larissa Ferreira Fuentes

R. M.; Madalena C. R.; Miguel A. M.; M. E. A. A.; Samuel B. C.; Teodoro R. V.

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P E G A- P E G A No parquinho as crianças brincam de pega-pega, Pega-pega, pega-pega. Um amigo é o pegador, e ele é um bom corredor.

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A CA S I N H A Com a areia, as crianças fazem comidinha, Na casinha, na casinha. E tem até uma filhinha, dormindo bem bonitinha.

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CA B O D E G U E R R A De cada lado, o time segura a corda, Segura a corda, segura a corda. Os meninos se preparam, as meninas se agarram. E no cabo de guerra, todos ganharam.

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O ESCORREGA Brincando com meu amigo de montão, De montão, de montão. Eu subo e desço no escorregador, Até cair de bumbum no chão.

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JARDI

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Professoras: Vahine Moraes de Paul

Benjamim C. G.; Bento N. F.; Emanuelly Heitor B. F. R.; Isabella S. C.; João F. A.; Nic Tito H. V. B. N.; 82

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IM 2

5B

la Willveit e Larissa Ferreira Fuentes

M. V. S.; Esther C. R. P. N.; Gael A. M. P.; colas B. R.; Pedro S. P. R.; Ricardo N. F. B.; Valentina S. A. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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ESCORREGADOR Para brincar no escorregador O Jardim II faz fila, Faz fila, faz fila, E desce sem medinho, Rápido ou devagarzinho!

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CA B O D E G U E R R A Na quadrinha do parque, As crianças brincam de cabo de guerra, Cabo de guerra, cabo de guerra, A corda puxa todo mundo, Até alguém cair de bumbum no chão, E o outro time virar campeão!

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C O R DA R E L O G I N H O A professora gira a corda Como um reloginho, Um reloginho, um reloginho, E as crianças se preparam para pular Até o último errar, E a corda parar!

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BOLA Criança gosta muito de bater bola, chutar bola, jogar bola. Pode ser basquete ou futebol, Voleibol ou handebol. Lá em casa, lá no parque ou na escola, na escola, na escola, Até que cansa, até que fura e vai embora, vai embora, vai embora!

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Professoras: Milena Marques Torres

Benjamin C. L.; Eloah C. P.; Guilherme C. Nicole C. C.; Rodrigo K. D.;

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IM 2 C

s Querido e Larissa Ferreira Fuentes

. M.; Heitor B. B.; Henry S.; Leonardo N. H.; ; Thiago P. M.; Victor M. G.

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PEGA -

O Leonardo esta PegaPegaPegaO Thiago era Pega Pega Até que cansaram e c E saíram para brincar de

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- PEGA

ava brincando de -pega, -pega, -pega. a o pegador, ador, ador. chamaram o Rodrigo e Lego com esse amigo!

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CORRE

A Eloah foi brinca Corre C Corre C Então, o Benjamin ap Para br Para br O Guilherme ca Para ningu Ninguém O Henry escolheu o E conseguiu alca Na hora o Heit Mas não se m

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COTIA

ar de Corre Cotia, Cotia, Cotia. pareceu para Brincar, rincar, rincar. antou a música uém olhar, m olhar. colega para pegar ançar o Heitor... tor tropeçou... machucou...

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B A R R A- M A

Na Barra-manteiga, o V Mudou d Mudou d Ele tocou a mã Da Nic Da Nic E ela correu Até ca Até ca E o time da galera Ficaram felizes

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ANTEIGA

Victor mudou de time, de time, de time. ão da Nicole, cole, cole. até cansar, ansar, ansar, a ganhou e todos s neste lugar!

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Professoras: Pamella Rodrigues Vieira d

Cecília A. A.; Emily C. F.; Gabriel S. B.; Gabrie Henri L. P. C.; Laura K. D. M.; Luisa V. G.; Manu Sarah D. S.; Va 96

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IM 2 E

dos Santos e Cristiane Batista Américo

ela P. P.; Heitor S. S.; Helena G. G.; Helena R.; uella S. M.; Maria Luiza G. A. P.; Nicolas A. R.; alentina F. M. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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P U L A R C O R DA No parque, O Jardim II pula corda, Pula corda, Pula corda.

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TA N Q U E D E A R E I A No tanque, A gente brinca na areia, Na areia, Na areia.

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CA S T

No ca A gente brinca De prin De prin

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TELO

astelo, a de princesa, ncesa, ncesa.

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BOLA E B

Gostamos mesmo de b Também de bol

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BAMBOLÊ

brincar de imaginação, la e de bambolê!

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AMARELINHA

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ESCORREGADOR

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Professoras: Ana Paula Castilho da

Allan S. M.; Betina C. M.; Carlos Eduard Henrique A. B. B. D.; Jade F. V. R.; Joaq Pedro C. M.; Pedro S.; Sophia S. 106

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IM 2 F Rocha e Cristiane Batista Américo

do F. J.; Charlotte N. J.; Gabriel M. F. O. quim G. T. P.; Leah L. S.; Maria L. B. L.; . S.; Valentina S. C.; Yunna F. C. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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NA ESC A GENTE BRINC DE MONTÃO,

COM A CRIA CORREÉ GARANTIDA A DIVERSÃO,

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COLA, CA DE MONTÃO, DE MONTÃO.

ANÇADA NO -CUTIA A A DIVERSÃO, A DIVERSÃO.

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OS MENINOS GOSTA AMARELINHA, AMARE

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AM DE BRINCAR DE ELINHA, AMARELINHA.

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AS MENINAS GOST DE PASSA ANEL, DE PASS

NO PA A CRIANÇADA PULA CORDA,

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STAM DE BRINCAR DE PASSA ANEL, SA ANEL.

ARQUE, PULA CORDA, PULA CORDA.

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EN S RELIG

O centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, na disciplina de En observação das cores, da natureza, da criatividade e da observação do ou origem de tudo isso está no nosso Deus, o Criador do mundo. Se

“Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisa

“Portanto, a primeira razão para valorizarm Em segundo lugar, uma obra de arte tem valor como criaçã pode não apenas amar, pensar e sentir emoções - ele tem gem do Criador, somos chamados à criatividade [...

Francis A. Schaeffe

Os alunos do Jardim ao 1º ano do Fundamental tiveram a o O Jardim explorou as cores criadas por O Jardim I explorou as frutas criadas por Deus ao obser O Jardim II observou as obras de Tarsila a fim de identificar ele criatividade do O primeiro ano, a partir da obra de Tarsila, Operários, concluiu o próx

Professora L

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SINO G I OS O

nsino Religioso, foi apresentado para os alunos numa perspectiva de utro. Assim, em cada faixa etária, os alunos puderam compreender que a e existe arte, é porque nosso Deus é o criador e nos faz criativos.

as. A ele, pois, a glória eternamente. Amém!” (Romanos 11: 36)

mos a criatividade é que Deus é o Criador. ção, porque o homem é feito à imagem de Deus e, portanto, m também a capacidade de criar. Tendo sido feitos à ima.]. A criatividade é intrínseca à nossa hominalidade.”

er, A arte e a Bíblia

oportunidade de explorar a criação e reconhecer o Criador. r Deus ao observar as obras de Tarsila. rvar a obra O vendedor de frutas, de Tarsila do Amaral. ementos que Deus criou e elementos na obra que são frutos da o ser humano. que as pessoas são diferentes e que a Bíblia nos ensina a amar ximo.

Laíza Guedes

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Os alunos do JARDIM foram convidados a observar as obr Em seguida, exploraram as tintas, fize Pintaram papéis, compararam as cores criadas aos quadro observar que o mundo é colorido e portanto as cores foram que surgiram durante todo o pro

“Eu gosto de todas as cores.” “Deus criou as cores.” ”As cores servem pra pintar.” “Pra pintar o camisetão e a mão (rimou!).”

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ras de Tarsila na perspectiva das cores usadas pela artista. eram misturas e novas cores surgiram. os de Tarsila, fizeram sua obra de arte e, por fim, puderam criadas por Deus. O material produzido por eles e as frases ocesso estão no registro abaixo.

“O mundo é colorido.” “Brincar no mundo colorido.” “Frutas são coloridas.” “Chá, garrafas, os animais são coloridos.”

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Os alunos do JARDIM I, após observarem a obra O vendedor de frutas, de Tar elementos da criação de Deus que compõem a obra, pintando a natur Como resultado desse processo, eles construíram uma releitura da pintura e sobre esse tema.

Lá em cima do peão - Jardim I 4A Lá em cima do barco Tem frutas amarelas. Quem comeu Cresceu, Quem gostou Fui eu.

1, 2 3, 4 tem 5, 6 o 7, 8 o qu 9, 10 u

A casinha da vovó - Jardim I 4B

Corre cut

No quadro da Tarsila, Tem a criação de Deus na tela. O homem vende frutas E eu gosto de todas elas.

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1, 2 feijão co

Corre, mochil Corre, pesso Bíblia na Nesse qua


rsila do Amaral, identificaram os reza representada na tela. e criaram paródias de parlendas

om arroz - Jardim I 4E

2 abacaxi, m um barco aqui. olhem vocês ue a Tarsila fez, usou pincéis.

tia - Jardim I 4F

la, no quadro da Tarsila oa, que a fruta tá boa. mão e no coração, adro tem a criação.

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Os alunos do JARDIM II observaram diversas obras da Tarsila do Amaral, co ciando criação de Deus e criação das pessoas. A partir disso, puderam refleti porque Deus é criador. Como resultado desse processo, os alunos produziram Além disso, fizeram p

JARDIM

Criativid Criativida Criatividad Coloco Criatividade t

Ponte, c Coqueiro, A Tarsila te Ela fez u

JARDIM

Deus cr Os bichinho A Tarsila p As árvores e

Quando pens Uso a c Pra fazer brinc

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om o objetivo de identificarem os elementos que compõem as obras, diferenir sobre o que é criatividade e aprenderam o princípio de que somos criativos, m desenhos do que Deus criou e do que é fruto da criatividade das pessoas. poesias sobre o tema.

M II – MANHÃ

dade é ideia, ade é inovação. de foi Deus que ou em nós, temos de montão.

casa, árvore, roupa, pessoa, eve criatividade, uma arte boa.

M II – TARDE

riou a água, os e as pessoas. pintou a ponte, e as coisas boas.

so em uma coisa, criatividade cadeira e atividade.

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Os alunos do PRIMEIRO ANO observaram o quadro Operários, de Tarsila do A ra. A partir disso, relembraram que Deus criou todas as pessoas e que, na Bíbl puderam compreender que, para ajudar o próximo, precisamos observar aquilo maneira respeitosa, desenhar o amigo. Como resultado do processo, os alunos tiva poesias

1º ano - Manhã Amar ao próximo como a ti mesmo Foi Jesus que nos ensinou. Muitas pessoas diferentes A Tarsila pintou. A Bíblia Nos faz entender Que amar o próximo É um prazer. Todos os machucados Nós podemos ajudar “Me dê a sua mão, que eu vou te levantar”. Me ajuda e eu te ajudo, Juntos vamos ajudar o mundo. Palavras doces e boas Nós vamos falar Para o amor espalhar.

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Amaral, e puderam identificar a diversidade de pessoas apresentadas pela pintolia, Deus nos ensina a amar o próximo. O tema foi discutido em sala, e os alunos o de que o outro precisa. Assim, fizeram um exercício de observar o colega e, de s puderam fazer uma releitura da obra Operários e escreveram de maneira colesobre o tema.

1º ano - Tarde A Bíblia é o livro de Deus, Ela fala da criação. Devemos ajudar sempre as pessoas De todo coração. A Tarsila observou Pessoas diferentes No seu quadro ela pintou. O quadro não era de papel, E ela usou o pincel. Pessoas diferentes Que quando olhamos de perto Parecem com a gente. Ajudar as pessoas Como Jesus ensinou, As más e as boas Todas ele amou.

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INGL

JAR

Professoras: Aline Minor

TARSILA AND THE W

“As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradá

Em comemoração aos cem anos da Semana da Arte Moderna de 1922, o sila do Amaral. Artista que além de ser um dos ícones da Semana de Art mas simples, o que remete diretamente a pensamentos ‘de infâncias’. O ilustração das obras de Tarsila do Amaral, correspondendo ao fechamen bém alinhado com o

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LÊS

RDIM

relli e Tatiana Dafferner

WORLD OF SHAPES

áveis na tua presença, Senhor, rocha minha e redentor meu!” (Salmo 19.14)

os alunos do Jardim foram apresentados a algumas obras da artista Tarte Moderna, traz em suas obras temas brasileiros, em cores vivas e forO livro Tarsilinha e as Cores foi utilizado como mais um elemento para a nto do trabalho que foi desenvolvido de maneira interdisciplinar e tamos conteúdos do SME.

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Look around! What can you see that looks like a circle, a square and a triangle? Formas geométricas nada mais são do que o formato de todas as coisas ao nosso redor. Elas estão presentes nas construções, ruas, brinquedos, objetos de casa, alimentos e em muito mais. Ao observarem algumas obras de Tarsila do Amaral por meio do livro Tarsilinha e as formas, os alunos puderam reconhecer figuras compostas por formas geométricas.

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What can you do using shapes?

“Look, teacher! A robot!” “A boy wearing a hat” “I can make a cat” “A rocket” “Teacher, smell the flower!”

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Let’s pretend we are Tarsila do Amaral! Inspirados nas obras repletas de formas geométricas de Tarsila do Amaral, os alunos do Jardim criaram suas próprias obras!

What colors can we use? ”Brown for the ground and blue for the sky!”

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Jardim 3A e B – morning

Jardim3E e F – afternoon.

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INGL

JARDI

Professoras: Aline Minor

THIS IS ME, I AM SPE

“As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradá

Em comemoração aos cem anos da Semana de Arte Moderna de 1922, Tarsila do Amaral e observaram fatos importantes, como: o lugar em qu brincar quando era criança, dentre outros. Algumas obras de autorretrat alizar comparações. Após estudar as partes do rosto e suas respectivas cas físicas e perceberam diferenças que fazem

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LÊS

IM 1

relli e Tatiana Dafferner

ECIAL THE WAY I AM

áveis na tua presença, Senhor, rocha minha e redentor meu!” (Salmo 19.14)

, os alunos do Jardim I ouviram algumas informações sobre a vida de ue morava, como costumava passar seu tempo livre, do que gostava de to foram apresentadas para que os alunos observassem e pudessem refunções, os alunos trabalharam com a observação de suas característim com que cada pessoa seja única e especial.

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When I use my eyes, eyes, eyes, I can see the blue sky. When I use my ears, ears, ears, I can hear the birdies. When I use my nose, nose, nose, I can smell the flowers. When I use my mouth, mouth, mouth, I can taste the lemon.

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OUR SELF PORTRAITS

I AM SPECIAL I am special, I am special. If you look, you will see. Someone very special Someone very special. That is me, That is me!

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INGL

JARDI

Professoras: Aline Mino WHY IS THERE

“Os céus declaram a glória de Deus e o firmamen

Em comemoração aos cem anos da Semana de Arte M tados a duas obras da artista Tarsila do Amaral: A Lu tempo, levantou-se a pergunta: “Por que existe dia e de transformação do dia para a noite e realizamos um possível explorar diferenças entre o dia e a noite, com são os elementos que marcam a distinção dos dois pe na. Além de trabalhar com a temática da semana de A pelo SME, para a realização d

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LÊS

IM 2

orelli e Tatiana Dafferner DAY AND NIGHT?

nto anuncia a obra das suas mãos.” (Salmos 19:1)

Moderna de 1922, os alunos do Jardim II foram apresenua e Sol Poente. Ao observar as duas obras ao mesmo noite?”. Juntos, descobrimos como ocorre o processo ma experiência para melhor compreensão. Com isso, foi mo a natureza se apresenta em cada momento, quais períodos, como dividimos o dia e as atividades da rotiArte Moderna, dialogamos com os conteúdos propostos de um projeto interdisciplinar.

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LOOK AT THE PICTURES

Picture 1 – O sol poente.

”The sun, the color orange, potato fish, water, strange trees, hot weather”.

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S, WHAT CAN YOU SEE?

Picture 2 – A lua.

”The moon, there is a man, no! It’s not a man! It’s a tree!, a river, it’s dark.”

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WHAT COLORS DO YOU

Releitura da

”The colors of the day are bright! They a

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U SEE IN EACH PICTURE?

as imagens.

are: orange, yellow, red, green and blue!”.

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WHAT COLORS DO YOU

Releitura da

”The colors of the night are dark!, they are

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SEE IN EACH PICTURE?

as imagens.

re: black, grey, dark blue and dark green.”

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WHY IS THERE DAY AND NIGHT?

The sun comes up to start the day There’s time to learn and time to play We eat our meals and do our chores There’s family time and much more! At night the moon comes out to shine It’s nice to get ready for bedtime We rest our heads and close our eyes The stars, they twinkle in the sky.

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WHAT CAN YOU SEE WHEN YOU LOOK AT THE SKY?

What do you do during the day and what do you do at night?

I take a shower at night.

I play with my sister at night.

I go to Mackenzie during the day.

I dance ballet during the day.

I sleep at night.

I play during the day. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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A RT

Professora: Karen de A

CORES, FORMAS, C

“As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáve

No diálogo da linguagem poética com a linguagem plástica, o Jardim borboleta nos braços da manhã”. A partir desse colóquio, pinta uma lin coloca-as sobre o sol quen

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TES

Azevedo Jordão Ferraz

CANTOS E POESIA

eis na tua presença, Senhor, rocha minha e redentor meu!” (Salmo 19.14)

m é desafiado a imaginar o significado das palavras do poeta: “Vi uma nda borboleta, usando a técnica de tinta com cotonetes. Na sequência, nte e envolvente do verão.

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A experiência com a Arte amplia a capacidade de perceber o mundo. N ao ruído da cidade, em diálogo com o poeta, com o músico e com As crianças do Jardim I e II são convidadas a fazerem parte dessa cira fecção do mural em forma de mosaico e

Um bem

“O leve e raio d se põe Faz arr Da árvo amarelo bem-te-v e, de um pousa en no beb a banhar pelo enra De arrepio já se abri

Manoel d

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Neste projeto, há um convite à escuta do pássaro Bem-te-vi, em meio o artista em seu modo de sentir e expressar a beleza da natureza. anda e, enquanto cantarolam a música Bem-te-vi, participam da cone dos lindos passarinhos que o compõem.

em-te-vi

e macio de sol e no rio. rebol… ore evola o, do alto vi-cartola m salto nvergado bedouro seu louro amado… o, na cerca iu, e seca.”

de Barros

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EN S I N O F U N DA M EN TA L 1

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T R O P I CA L - 1 9 1 7 | A N I T TA M A L FAT T I SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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PRIM ANO

Professoras: Cilmara Ferrari Per Estagiário PROINC: L

QUANDO ARTE E CIÊN Disse também Deus: “Encham-se as águas de seres vivos, e sobre a terra voem aves sob o firmamento do animais selvagens e os demais seres vivos da terra, cada um de

A etapa da primeira infância é um período de grandes saltos de crescimento físico, socia tencimento a uma família, a uma história Neste percurso traçado pela turma desde o primeiro dia de aula, conquistamos muitos sab de nosso país, de nosso povo e dos moviment Em especial, o 1º ano A dedicou-se a conhecer a Região Norte do Brasil, sua riqueza geog erna de 1922, descobrimos que Victor Brecheret representou sua admiração por e O trabalho aqui apresentado reúne Arte e Ciência, quando por meio da linguagem artístic esta tarefa, expressamos o conhecimento adquirido em leituras e pesquisas em classe, p

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Adam A. P. D. B.; Alice B. G. S.; Arthur L.; Benjamin C. N.; Bernardo A. B.; Bernardo F. Y. O. B.; Isabella A. R. C.; Isabella S. A.; Isaque C. C.; Jessie L.; Lucas H. F. R. A.; Mari


E I RO O A

rez e Patricia Regina Pacheco, Lucas Gerhart Filho

NCIA SE ENCONTRAM céu”. (...) E disse Deus: “Produza a terra seres vivos de acordo com as suas espécies: rebanhos domésticos, acordo com a sua espécie”. E assim foi. (Gênesis 1: 20 e 24-NVI)

al e emocional. Período de grandes conquistas e de descoberta de si mesmo, de seu pera de gerações, a uma nação e sua cultura. beres, que somados e reescritos resultaram nas pesquisas e descobertas da grandiosidade tos culturais que permearam tantas histórias. gráfica e cultural, mas também, imbuídos da inspiração artística da Semana de Arte Modesta região e arte dos índios marajoaras, e apreciamos fotos de suas esculturas. ca representa os animais da região amazônica em esculturas de papel machê. Somado a por meio de breves Fichas Técnicas e Curiosidades, gênero textual escolhido pela turma.

F. O.; Bernardo F. P. ; Bernardo R. B.; Felipe N. P.; Helena S. M.; Henrique D. A.; Isabel ia Eduarda C. T.; Maria Luiza K. V.; Pedro Henrique S. L.; Thaís S. P. e Thiago A. S.

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ESCULTURA: BEIJA FLOR

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ESCULTURA: CORUJA DE RORAIMA

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ESCULTURA: MICO LEÃO DOURADO

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ESCULTURA: CORUJA CABURÉ

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ESCULTURA:

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: PEIXE BOI

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PRIME ANO

Professoras: Analice Souza da Silva

VIAJANDO COM HE

A Semana de Arte Moderna foi um evento muito importante que acon música, poesias e exp Muitos artistas participaram. Eles queriam fazer a arte do jeito deles, p das e os sons Nós escolhemos para o Lermack o compositor Heitor Villa-Lobos. Ele fo FAMOSAS - VILLA LOBOS, de Nereide S. Santa Rosa e Ângelo Bon Quando ele era criança, era chamado carinhosamente de Tuhu, pois gos de trem, fazendo Desde criança, Heitor Villa-Lobos Ele cresceu e compôs muitas obras famosas, como as Bachianas Bra música imitava o movimento de uma locomotiva, com os instrument do apito da Maria fumaça que ouvia. Nós ouvimos e apreciamos essa gênero textual “poema”, colocando em versos o que sen Apreciem e embarq

Abel C.; Ana C. N.; Arthur E. S.; Clara S. M. M.; Davi Heitor S. V.; Davi I. S.; Davi L. A Manuella A. S.; Maria Júlia G.; Maria Júlia J. O.; Mariana P. S.; Miguel B. J.; Mur

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E I RO O B

a MüzeL e Patrícia Regina Pacheco

EITOR VILLA-LOBOS

nteceu há 100 anos, em 1922, no Teatro Municipal de São Paulo. Houve posição de esculturas. pintando e retratando o Brasil, com as paisagens, as fábricas, as fazens que ouviam. oi muito famoso e fez muitas músicas. Com a leitura do livro CRIANÇAS nito, conhecemos um pouco da história de Heitor Villa- Lobos. stava muito de imitar os sons que ouvia. Ele imitava o barulho do apito o o som “tu-hu”. s dizia que queria ser um músico. asileiras, nº 2, que ficou conhecida como “Trenzinho do caipira”. Essa tos da orquestra, e Heitor Villa-Lobos lembrava-se de sua infância e música e fizemos uma viagem com Heitor Villa- Lobos. Escolhemos o ntimos enquanto viajávamos no “Trenzinho do Caipira”. quem nesta viagem!

A.; Eduarda P. V. B. S.; Eduardo M. C.; Elis L. G. G.; Enzo M. P.; Gabriel R. D.; rilo A. O. S.; Nicolas D. F.; Nicolas G. V.; Ruáh R. L.; Sara E. L.; Tito D. P. S.

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Abel C.; Ana C. N.; Arthur E. S.; Clara S. M. M.; Davi Heitor S. V.; Davi I. S.; Dav Manuella A. S.; Maria Júlia G.; Maria Júlia J. O.; Mariana P. S.; Miguel B. J.;

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vi L. A.; Eduarda P. V. B. S.; Eduardo M. C.; Elis L. G. G.; Enzo M. P.; Gabriel R. D.; ; Murilo A. O. S.; Nicolas D. F.; Nicolas G. V.; Ruáh R. L.; Sara E. L.; Tito D. P. S.

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PRIM ANO

Professoras: Kelly

FAZENDO ARTE CO

“Quero trazer à memória o que pode me t

A arte tem várias formas de acontecer.FAZENDO PodeARTE ser pintura, escultura, mú COM A NOSSA TURMA soas pensam, sentem e fazem acontecer.​Além da criação artística, o Com tudo o que aprendemos e vimos, escolhemos o artista Ivan C car, de forma divertida, colorida e podemos imagi E adivinha o que fizemos? ​Muita arte para aprender, brincar e es com as palavras no texto discursivo estruturado em versos. As criança mento de brincar. Além de muitas risadas e diversão, no

FAZENDO ARTE COM A NOSSA TURMA

Alice S. P.; Ana Maria A. S.; Anna L. O. R.; Athina P. A. R.; Benjamin C. G.; Daniel Lorenzo O. A.; Mariana L. P. F.; Miguel R. C.; Murilo L.; Nina M. F. H.

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E I RO O C

y, Patrícia e Neuza​

OM A NOSSA TURMA

trazer a esperança.” ​(Lamentações 3:21-24)

FAZENDO ARTE úsica, poesia, história mais um montão de possibilidades que as pesTURMA COM AeNOSSA artista sempre pensa em uma história para explicar sua obra de arte. ​ Cruz, brasileiro, para nos inspirar, pois suas obras representam o brininar como cada um está se sentindo naquela cena. ​ FAZENDO ARTE COM A NOSSA TURMA screver pequenos poemas coletivos.​ Escolhemos as rimas para brincar as logo associaram o ritmo e a sonoridade entre as palavras e no monossos artistas dominaram a arte de brincar e encantar!

l S. A. R. B.; Diego J. S.; Gustavo B. R.; Emanuel W. L.; Isabella G. M.; Liz G. B.; .; Pedro Augusto D. C.; Samuel O. B.; Sarah M. H.; Sophia T. G.

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Pulando Corda

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Meninas brincando de amarelinha e boneca

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Crianças soltando

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bolinhas de sabão

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Jogando bola

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Brincadeir

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ra de Roda

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PRIM ANO

Professoras: Mariana Ferro Lapor

A nossa turma conheceu alguns artistas que fizeram parte da Semana de Arte M São Paulo para apresentar as suas obras e mostra Com base nisso, as crianças ouviram algumas músicas do maestro Heitor Villa-L a alegria das telas de Di Cavalcanti. Uma biografia que chamou atenção do noss quando criança, ela possuía 40 gatos e fugia das a Por fim, foi o artista Gustavo Rosa, que encantou as crianças com suas obras ale mas, tão próximos ao universo infantil, não só enriqueceram o trabalho de lingu como despertaram o interesse de nossos pequenos escritores em releituras c Aprecie e encante-se

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Aliki V.; Carlos H. C. N.; Enzo F. C.; Igor S. P.; Isabella M. M.; Laura L. R.; Lucas H. Sara C. K.; Sarah B. B.; The


E I RO O E

rta e Gabriela Gonçalves Gomes

Moderna de 1922. Na época, alguns artistas se reuniram no Teatro Municipal de ar ao mundo o valor da cultura e da arte do Brasil. Lobos, conheceram famosas pinturas de Cândido Portinari e se encantaram com so grupo foi a da artista Tarsila do Amaral. As crianças adoraram descobrir que, aulas para poder brincar e pintar os seus quadros. egres e coloridas. A brasilidade explorada pelo artista, seus traços, cores e foruagem, inspirando a produção de textos rimados a partir das obras escolhidas, criativas que representaram as principais características e marcas do artista. e com cada trabalho!

S.; Lucas R.G.; Mariana M. M. C.;Natalia N. H.; Pedro B. C. V.; Rafaela S. F.; eo U. B. D.; Tito J. B. S.

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GUSTAVO Releitura de Traço

TUCANO

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O ROSA os, Cores e Formas

CACHORRO COLORIDO COM OSSO NA BOCA

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GUSTAVO Releitura de Traços

HELICÓPTERO MULTICOR, TRÊS POMBAS

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O ROSA s, Cores e Formas

GATO COLORIDO

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GUSTAV Releitura de Traço PÁSSARO

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VO ROSA os, Cores e Formas COLORIDO

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PRIM ANO Professoras: Daiane Fernanda P. T. de

O GOSTO DA B

Durante o trabalho sobre o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, a da Tarsila do Amaral. Nesse processo, as crianças descobriram o desejo da art brasil A partir desse contexto, apresentamos para a turma as obras “A Feira I” e “A pusemos a leitura dos element Propostas como essa dão oportunidade às crianças de olhar mais de perto e ventar intencional Em meio a toda essa nutrição estética, as crianças logo perceberam a presen gosto da brasilidade tão presente

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Arthur H. C.; Augusto V. G.; Beatriz M. L.; Benjamin V. Z.; G Marcelo Ca. W.; Ma


E I RO O F Oliveira e Gabriela Gonçalves Gomes

BRASILIDADE

a turma do 1º ano F foi convidada a conhecer um pouco mais sobre a biografia tista de ser a pintora do Brasil, representando por meio da sua arte, temáticas leiras. A Feira II” e incentivamos a apreciação das imagens. Nesses momentos, protos visuais que as compunham. e se encantar; analisar cores, linhas, texturas, representações e brincar de inlidades da artista. nça das frutas! Frutas tão presentes em nosso cotidiano! Frutas que revelam o e nas obras da Tarsila do Amaral.

Gabriella A. G.; João G.G.; Juliana A. M. ; Lara D. A.; Lara A. F.; Liana G. H.; ateus S.; Pedro M. M.; Thiago A. M.

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PRIM ANO

Professoras: Myriam Pisati Silves

TARSILA DO AMAR

Conhecemos alguns artistas brasileiros que foram importantes na Semana de A conversarem sobre o que poderiam fazer para representar o Brasil no mundo d olhar para den Resolvemos então, ler um pouco mais sobre a vida da Tarsila do Amaral. O livro cantadora, a vida da menina Tarsila na fazenda da família. Descobrimos que el ir nas árvores. Ela pos Com isso, inspirados pelas suas obras, trouxemos as plantas e os animais que por meio do qual o leitor poderá conhecer algumas Quer conhecer esses trabalho

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Ana Luiza M. P.; Benjamin M. G. S.; Carolina S. J. L.; Christian Jonah G. W. K.; Laura S. N.; Lucas F. J.; Luís Eduardo F. M.; Mait C. C. C. S.


M E I RO O G

stri e Gabriela Gonçalves Gomes

RAL E A NATUREZA

Arte Moderna de 1922. Eles se reuniram no Teatro Municipal de São Paulo para das artes. Chegaram à conclusão de que deveriam “parar de olhar para fora e ntro do Brasil”. o A infância de Tarsila do Amaral, de Carla Caruso, nos mostrou, de forma enla gostava de pintar e de brincar! Uma de suas brincadeiras preferidas era subssuía um esconderijo! pesquisamos da região Nordeste. Escolhemos o gênero textual “informativo”, curiosidades sobre a nossa fauna e flora brasileira. os? Então, bom divertimento!

T. B. S.; Helena A. B. B. D.; Isaías Y. F. F.; João Felipe C. A.; Joao L. M. te B. D. V.; Manoela M. M.; Olívia C. D.; Pedro C. J.; Rafael J. H. C.; Sofia .; Valentina M. V.

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Conhecendo os animais e plantas do Nordest

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te brasileiro, inspirados por Tarsila do Amaral.

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Conhecendo os animais e plantas do Nordest

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te brasileiro, inspirados por Tarsila do Amaral.

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Conhecendo os animais e plantas do Nordest

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te brasileiro, inspirados por Tarsila do Amaral.

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S EG U N D

CRIANÇA FAZ

“Alegrem-s (Tessalonic

Em 1922, aconteceu A Semana de Arte Moderna, no Teatro Municipal de Sã exposição de pinturas, esculturas e arquitetura foram apresentados. Sign para a formação da identidade cultural do Brasil. As ideias e as concepçõe os aspectos da nossa cultura, em part Os alunos do 2º ano conheceram A Semana de Arte Moderna, a histór nas diversas regiões do Brasil. Aprenderam sobre a vida e as obras Através da música de Heitor Villa-Lobos, O trenzinho do caipira, pude o moderno: vida, ciranda, destino, noite, campo, cidade, com o linguajar t Portinari, retratadas em suas obras. Encantaram-se pelas cores caipiras de Par A alegria se fez presente neste projeto ao perceberem as maravilhas crian Nossos alunos produziram excelentes textos, como a listagem de ele brincadeiras, a descrição, os poemas, as fotolegendas, o texto informativo cantar com e Ótima l

Professoras: Adriana R., Etiene C., Karis

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DO ANO

ZENDO ARTE

se sempre.” censes 5:16)

ão Paulo. Nesse período, concertos musicais, recitais de poesia, palestras, nificou um marco no movimento modernista brasileiro, muito importante es estéticas desenvolvidas na época duraram por décadas e influenciaram ticular, a literatura, a arte e a música. ria e sua importância. Ampliaram o olhar, a percepção da arte e seu valor, de Heitor Villa-Lobos, de Cândido Portinari e de Tarsila do Amaral. eram compreender a passagem do rural para o urbano, do tradicional para típico dos brasileiros. Conheceram as brincadeiras de infância de Cândido de que Tarsila gostava na infância e pela técnica cubista que aprendeu em ris. s de Deus, retratadas em cada detalhe das obras: a natureza, as cores e a nça. ementos, vistos no campo e na cidade, no trajeto do trem, as regras das e biográfico, propiciando a você, leitor, a oportunidade de também se enestes artistas. leitura!

O., Luciana M., Priscylla P. e Vanessa S.

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S EG U ANO

Professoras: Adria

Heitor Vil

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André F., Bernardo L., Bernardo Z., Davi B., Diana H., Ellen K., Enzo Henrique C., João Lucas C., Lorena F., Miguel M., Olivia


UNDO O A

ana R. e Tatiane R..

lla-Lobos

o T., Enzo K., Esther V., Gabriel O., Giovana S., Hannah B., Heitor F., a F., Pedro L., Rafael C., Sarah A., Sofia M., Stephany S.

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Lá vai o trem Correndo entre... Grama, animais, pastor de ovelhas, sítio, prédios, shopping, loja de doces, casas, lojas, escola, mendigos, lojas de plantas, pet shop, pessoas e prefeitura. Esther V., Hannah B. e Heitor F.

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Lá vai o trem Correndo entre... Pastor, ovelhas, cavalos, vacas, porcos, mata, pessoas, trigo, cerca, fazendas, casas, lojas, semáforos, indústrias, poluição, carros e praças. Davi B., João Lucas C. e Stephany S.

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Lá vai o trem Correndo entre... Celeiro, trator, vaca, cavalo, plantações, prédios, carros, semáforo, poluição, praças, mendigos, supermercado, postes, fábricas, empresas e museus. Henrique C., Bernardo Z. e Lorena F.

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Lá vai o trem Correndo entre... Árvores, horta, animais, celeiro, grama, prédios, shopping, poluição, praça, ônibus, escola, banca, lojas e tecnologia avançada. André F. e Miguel M.

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Lá vai o trem Correndo entre... Animais, canteiro de flores, pessoas trabalhando, pessoas tirando o leite da vaca, pessoas andando a cavalo, poluição, lojas, carros, feiras, prédios e shopping. Pedro L., Sarah A. e Sofia M.

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Lá vai o trem Correndo entre... Cenoura, ovos, galinha, grama, vaca, cavalo, planta, carro, solo, prédios, lojas, praças, poluição, bandido, morador de rua, casas, caminhões, táxi, sorveteria, hospital, ambulância, igreja, pessoas, diamante, ouro, banco, escola e supermercado. Diana H., Ellen K. e Olivia F.

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Lá vai o trem Correndo entre... Animais, gado, potro, humanos, porcos, casas, árvores, cavalo, água, gato, peixe, campo, escola, pizza, piscina, mercado, helicóptero e semáforo. Enzo K., Enzo T. e Rafael C.

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Lá vai o trem C Correndo entre... Cavalos, tratores, fazendas, animais, fazendeiros, cataventos, plantas, prédios, casas, mendigos, lojas, bicicletas, hotéis, bancos e muitas pessoas. Bernardo L., Gabriel O. e Giovana S.

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S EG U ANO

Professoras: Lucia

Heitor Vil

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Alice K., Alícia C, Arthur A., Caio G., Carolina A., Felipe F., Heitor B., Lucas P., Manuela F., Manuella T., Maria Cecília L., Marina F., Math Vivian


UNDO O B

ana M. e Tatiane R..

lla-Lobos

, Heloísa P., Joaquim B., Katharina A., Lara Luíza S., Leonardo T., heo C., Nicolly H., Pedro D., Rafaela P., Rebecca R., Valentina C., ne K.

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Durante a viagem de trem, o menino via: árvores, gato, antena, cachorro, casa, barranco, poste, trilho, nuvem, Sol, pipa, ponte, grama e pássaros. Alice K., Rafaela P.e Manuella

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Ao olhar pela janela, o menino via: árvores, pessoas, caminhão, casas, cachorro, gato, pomba, trem, céu, trilhos, nuvem, pássaros, montanhas, pipas, folhas, plantas, terra, poluição, prédios, estação e o Sol. Alícia D., Heitor B. e Nicolly H.

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De dentro do trem, o menino pode ver: árvores, casas, pipas, cachorros, gatos, trilhos, pessoas, pomba, nuvens, Sol, crianças, céu, chão, plantas, prédios, metrô, pedras, caminhão, supermercado e carros. Lara Luisa S., Lucas P. e Manuela F.

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Durante o trajeto do campo até a cidade o menino via: vaca, montanhas, mar, árvores, pássaros, ponte, bicicleta, poste, cachorro, gato, grama, casas, sino, Sol, Lua, estrelas, rua, chuva, pessoas, trilhos, fios e pipa. Katharina B., Marina F. e Rebecca M.

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O menino, sentado no banco do trem, olhava pela janela e via: árvores, gato, caminhão, chaminé, céu, fazendas, trilhos, rodas, idoso, pássaro, postes, Sol, pipa, casas, cabra, carros, pessoas, parede, cavalo, policial, ônibus, moto, cachorro, patinete, madeira, janelas, vacas, porcos, arbustos, plantas, fumaça e grama. Quanta coisa ele viu! Arthur G., Felipe F. e Leonardo T.

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LERMACK 2022


E sentado no banco do trem, o menino via: casas, árvores, pessoas, mar, fazenda, caminhão, pipa, Lua, trilho, gato, grama, nuvem, prédios, ônibus, mercado, idoso, passarinho, ruas, Sol, túnel e cachorro. Carolina A., Heloisa P. e Valentina C.

SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Através da janela o menino via: gato, nuvens, trilho, céu, pomba, trem, humanos, viaduto, prédios, árvores, Sol, grama, rua, caminho, carros, bicicleta, criança, adulto, estação, casas, flores, poste, ponte, montanha, riacho, lanchonete, restaurante, borboleta, chaminé, chapéu, avião, helicóptero, ônibus, escola, polícia, bombeiro, adolescentes, passeio, bebês, boi, vaca e lixeira. Caio G., Maria Cecília L. e Viviane K.

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LERMACK 2022


Olhando pela janela o menino via: gato, árvores, comércio, mar, serra, trem, pessoas, cachorros, trilho, poste, vias, bicicleta, morrinho, pipa, caminhão, casas, chaminé, ônibus, ponte, arco-íris e grama. Joaquim B., Matheo C. e Pedro D.

SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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S EG U ANO

Professoras: Vanes

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Andrea A., Annah M., Beatriz C., Gabriel R., Gabriel V., João Henr Marcelo M., Marcus Vinicius B., Matheus K., Miguel F., Nicholas P Valentina C


UNDO O C

ssa M. e Tatiane R..

rique R., Julia D., Julia Regina S., Kaleb A., Luis Miguel F., Luiz S., P., Nicolas B., Pedro F., Pedro M., Rafael G., Raquel C., Renan R., C., Victor C.

SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Cândido Portinari Cândido Portinari nasceu em Brodowski, em 1903, em uma fazenda de café. Seu apelido era Candinho. Ele era um artista bem profissional! Gostava de pintar quadros desde criança e, certa vez, ganhou um concurso. O prêmio foi passar um tempo na Europa. Portinari gostava de pintar as brincadeiras de sua infância e telas sobre seu povo. Ele pintou vários quadros e ficou muito famoso pelo mundo todo. João Henrique R., Matheus K., Valentina C.

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Cambalhota

Cambalhota Dar cambalhotas é muito legal! Você se joga no chão E rola feito uma bola. Dar cambalhota com os amigos É muito mais divertido. Damos muitas risadas E brincamos por mais tempo. Qualquer brincadeira com os amigos Nos deixa muito mais felizes! Pedro F., Rafael G., Victor C.

SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Roda Infantil

É muito legal brincar de roda. Quando estamos em roda, podemos cantar, bater palmas e girar. Corre cutia é uma brincadeira de roda. As crianças ficam sentadas batendo palmas e cantando uma música, enquanto uma outra caminha em volta da roda. Quando a música que estão cantando acaba, a criança que estava em pé joga um lencinho atrás de alguém que está sentado na roda. Então a criança que estava sentada tenta pegar a que jogou o lencinho nela. Todos ficam torcendo até alguém vencer e começa tudo de novo. Corre cutia é uma brincadeira divertida, porque estamos brincando e cantando com nossos amigos. Annah M. Kaleb A., Marcelo M.,

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Grupo de meninas brincando As meninas estão brincando. Elas estão muito alegres. As meninas estão sorrindo, Porque gostam de estar juntas. As meninas gostam de brincar bastante De esconde-esconde, de cabra-cega, De pular corda, de pega-pega, De bambolê e de boneca. Beatriz C., Julia D., Luiz S.

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Futebol

No futebol, não pode... Encostar um no outro, Dar rasteiras, Fazer gol contra, O goleiro ficar sentado, Fazer falta, Desrespeitar o juiz. Mas pode se divertir muito, gritando na torcida, junto com a família e com os amigos. Futebol é um esporte que muita gente gosta de jogar e de torcer! Andrea A., Gabriel V., Pedro M.

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Meninos no balanço É divertido balançar! É divertido brincar! Sempre com um amigo Para te empurrar. Crianças no balanço, Todos estão brincando, Balançando bem alto, Imaginam que estão voando. Brincar com os amigos É sempre divertido. Melhor do que estar sozinho, É balançar junto com os amigos. Julia Regina S., Marcus Vinicius B., Miguel F.

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Meninos pulando carniça

Você já brincou de pular carniça? É uma brincadeira em que uma criança se abaixa e a outra pula por cima. É bem legal! Essa brincadeira faz a gente rir e se exercitar. Quando os meninos estão brincando, eles dão gargalhadas, porque é bem difícil acertar o pulo, o amigo precisa estar bem abaixado. Brincar com os amigos é muito mais legal do que brincar sozinho! Gabriel R., Luis Miguel F., Renan R.

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Meninos brincando Os meninos gostam de jogar futebol e vôlei. Brincam de queimada e pega-pega. Quando os meninos brincam juntos, eles se divertem felizes, porque estão com os amigos. Todas as brincadeiras têm regras e precisam ser seguidas. Às vezes sai uma briga entre os meninos, mas se resolvem logo para poderem brincar mais tempo. Estar com os amigos é muito mais legal do que estar sozinho. Nicholas P., Nicolas B., Raquel C.

SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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S EG U ANO

Professoras: Priscylla

Amanda J. M.; Ana Beatriz A. M. N.; Ana Clara P. F., Artur C. L.; Catar Paulo S. F.; Joaquim R. C. S.; Manuella L.; Nicolas 236

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UNDO O E

a C. R. P. e Lilian K. D.

rina S. B. C.; Chiara D. R. R.; Giovana A. S. B. B.; Heloisa O. A.; João s L. D. C.; Olívia Z. R.; Pedro Luiz A. L; Safira B. A. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Tarsila do

Interpretação da obra:

Tarsila do Amaral foi pintora e desenhista brasileira. Na ari, no interior de São Paulo Era de família rica e tradicional de São Paulo, filha de J do Am Estudou em São Paulo, em um colégio de freiras e no na Espanha, onde pintou seu primeiro quadro, S Em 1922, ano da Semana de Arte Moderna, Tarsila te Fran Tarsila pintou mais de 270 obras, divididas n Considerada uma importante artista plástica brasileira 1973, aos

Alunos do 238

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o Amaral

Auto-retrato - Chiara

asceu em 01 de setembro de 1886, na cidade de Capivo, na fazenda São Bernardo. José Estanislau do Amaral Filho e Lydia Dias de Aguiar maral. Colégio Sion. Completou seus estudos em Barcelona, Sagrado Coração de Jesus, aos dezesseis anos. eve sua tela exposta no “Salão Oficial dos Artistas da nça”. nas fases: Pau-Brasil, Antropofágica e Social. a, faleceu na cidade de São Paulo, em 17 de janeiro de 87 anos.

o 2º ano E SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Interpretação da obra: O vendedor de frutas

Vai navegando com o sol a brilhar, Carregando suas frutas, Flutuando pelo mar, Com o pássaro a cantar. Na cabeça, o chapéu de palha E, vestindo uma blusa de malha, Leva laranja, banana e abacaxi E está indo buscar o caqui. Nicolas e Giovana

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No quadro Palmeiras, de Tarsila do Amaral, além das palmeiras, é possível observar montanhas, ferrovias, um casarão de fazenda e um campo colorido com céu azul. A obra foi feita em 1925, na fase Pau-Brasil, usando óleo sobre tela. Amanda e Catarina

Interpretação da obra: Palmeiras

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Interpretação da obra: Feira I

O quadro de Tarsila do Amaral chamado Feira I foi feito em 1924. Ele mostra bananas, mangas, mamões, abacaxis, carambolas, palmitos, cajus, goiabas, vegetação, animais, abóboras, casas e construções. O quadro é colorido, tem cores fortes, representado com várias formas, mostrando a riqueza do Brasil. Artur, Pedro Luiz e Safira

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O quadro O pescador, de Tarsila do Amaral, foi pintado em 1925. Ele retrata um vilarejo, um pescador em meio à natureza. Feito com tons claros, mostra um lugar sossegado, no campo, antes da intervenção do homem. O pescador faz parte do período Pau-Brasil, quando Tarsila representava o Brasil. Esse quadro foi comprado pelo governo russo em 1931. Chiara, Joaquim e Manuella

Interpretação da obra: “ O pescador”

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Essa obra é um autorretrato de Tarsila do Amaral. Manteau Rouge foi pintado em 1923, depois que em um jantar em homenagem a Santos Dumont, com os lábios vermelhos, ela vestiu um casaco vermelho de gola alta e chamou a atenção de todos por sua beleza e elegância. O quadro hoje está no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro. Ana Beatriz e Heloisa

Interpretação da obra: Manteau Rouge

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Interpretação da obra: O mamoeiro

Mamoeiro Mamoeiro é uma árvore típica do Brasil. No quadro, o céu e o rio foram pintados de anil. Uma vizinha na casinha observa a cidadezinha, Mostrando a natureza na fase Pau-Brasil. A vida simples, o dia a dia, as roupas no varal, Pinta, com cores fortes, Tarsila do Amaral. Ana Clara, João Paulo e Olívia

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S EG U ANO

Professoras: Etiene Can

Aurora A. G, Beatriz S. P. A., Daniel J.B.S, Dante C.B.O, Enzo Raphael Q João Pedro M. S. S, Laura M. C. W., Lorena G. M., Lorenza L. D. C., Ro 246

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UNDO O F

ndéas e Lilian Marco

Q. S., Helena M. S., Iasmim T. O., Isabela S. C., João Pedro B. F., osa Lara S. B., Samuel B. C., Stella M. B. R., Thomas de C. M. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Balanço

Interpretação da obra Meninos no balanço - Cândido Portinari

O balanço é um brinquedo antigo, e ninguém sabe quem o inventou. Antigamente eram feitos de galhos grossos das árvores. Os gregos usavam o balanço para se divertir. Descobriram isso nos vasos pintados com crianças e mulheres brincando no balanço. O tempo passou, os balanços foram mudando e passaram a ser construídos com diferentes materiais: madeira, plástico e pneu Laura e Lorenza

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Pião O pião surgiu há mais de 3 mil anos atrás, em um lugar chamado Babilônia. Eram feitos com argila e tinham desenhos com animais e pessoas. Os portugueses trouxeram o pião para o Brasil. O formato do pião era um cone, feito de madeira e na ponta tinha um metal. O pião também pode ser feito com bambu, cerâmica e pedra. Todos os piões são diferentes e podemos achá-los de vários jeitos, como o beyblade, peixe-ruivo e pião alemão. Daniel e Enzo

Interpretação da obra Menino com Pião - Cândido Portinari

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Pipa

Interpretação da obra Meninos Soltando Pipas - Cândido Portinari

As pipas surgiram na China antiga e eram usadas para sinalizar mensagens para os militares que estavam longe. Cada cor e movimento da pipa informava uma mensagem diferente. No Brasil, os colonizadores trouxeram as pipas. Eram também conhecidas com outros nomes: raia e papagaio. Elas eram feitas de bambu, seda, fios e papel. Ainda usam varetas de bambu nas pipas, têm forma triangular e são coloridas. Uma atividade para todas as idades, crianças e adultos. Dante e João Pedro F.

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Brincadeira de Roda Tem roda, pega na mão e roda. Canta roda, roda, pé, pé... Brinca com criança. A gente ensina a brincadeira falando para as pessoas como brincar. Antigamente as crianças brincavam muito de roda, mas hoje em dia elas não estão mais interessadas, pensam em música e em outras brincadeiras. As canções das brincadeiras de roda falam de amor, amizade e animais. Podemos brincar de roda em espaços grandes, não tem líder, ninguém fica para trás ou para frente, e a brincadeira funciona com todos rodando juntos. É uma brincadeira bem legal! Laura e Stella

Interpretação da obra Roda Infantil - Cândido Portinari

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Pipa

Interpretação da obra Meninos Soltando Pipas - Cândido Portinari

As pipas surgiram na China antiga e eram usadas para sinalizar mensagens para os militares que estavam longe. Cada cor e movimento da pipa informava uma mensagem diferente. No Brasil, os colonizadores trouxeram as pipas. Eram também conhecidas com outros nomes: raia e papagaio. Elas eram feitas de bambu, seda, fios e papel. Ainda usam varetas de bambu nas pipas, têm forma triangular e são coloridas. Uma atividade para todas as idades, crianças e adultos. Dante e João Pedro F.

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Brincadeira de Roda Tem roda, pega na mão e roda. Canta roda, roda, pé, pé... Brinca com criança. A gente ensina a brincadeira falando para as pessoas como brincar. Antigamente as crianças brincavam muito de roda, mas hoje em dia elas não estão mais interessadas, pensam em música e em outras brincadeiras. As canções das brincadeiras de roda falam de amor, amizade e animais. Podemos brincar de roda em espaços grandes, não tem líder, ninguém fica para trás ou para frente, e a brincadeira funciona com todos rodando juntos. É uma brincadeira bem legal! Laura e Stella

Interpretação da obra Roda Infantil - Cândido Portinari

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Bola (Futebol)

Interpretação da obra Futebol - Cândido Portinari

Os chineses inventaram a bola e contam que quem a criou foi Fu-Hi, um dos cinco maiores governantes da China. Os gregos antigos e os romanos, na época do império, também jogavam bola. Os ingleses aperfeiçoaram a bola e inventaram as regras do futebol. Charles Miller trouxe a primeira bola da Inglaterra para o Brasil. Os meninos jogam futebol. Eles usam a bola. Eles estão jogando bola na fazenda. (escrita fiel à fala do aluno) Samuel, Thomas e João Pedro S.

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Pula Sela No Brasil, a brincadeira é conhecida como pula-sela, pula carniça e pula mula. As crianças da fazenda queriam brincar de pula-sela no momento de lazer. As crianças da cidade podem brincar na praça, no quintal, na quadra do prédio, na calçada e no parque. Como brincamos de pula-sela? Para brincar, um dos participantes é escolhido para ser a sela e deve ficar com as mãos apoiadas nos joelhos. A criança que está atrás dele deve apoiar as mãos nas costas da criança que for a sela, dar um impulso e pular por cima. Aurora e Helena

Interpretação da obra Pulando carniça - Cândido Portinari

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Pula Corda

Interpretação da obra Brincadeiras de criança - Cândido Portinari

Não se sabe quem inventou a brincadeira de pular corda. Antigamente era uma brincadeira só de menino, e as meninas não podiam brincar, pois não podiam mostrar o tornozelo. Toda vez que as pessoas pulavam corda, cantavam um versinho. Atualmente as meninas gostam de pular corda, e os meninos gostam mais de jogos de competição. Podemos brincar de pular corda no quintal, no prédio, em um parque e até no pátio da escola. Hoje em dia, existe uma competição de pular corda. Iasmim e Isabela

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Gangorra A gangorra é um brinquedo, e as crianças gostam muito de brincar com ela, no parque. A gangorra sobe e desce e só dá para brincar com duas pessoas. Na Grécia Antiga, as crianças brincavam de gangorra. Utilizavam uma corda que passava por um galho e usavam o seu corpo para subir e descer. A gangorra tem vários nomes: joão-galamarte, zanga-burrinho ou zanga-burrinha. Ninguém sabe quem criou a gangorra. Hoje em dia, elas estão bem melhores, porque têm molas que ajudam as crianças a brincarem sozinhas. Lorena e Rosa

Interpretação da obra Palhacinhos na Gangorra - Cândido Portinari

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S EG U ANO

Professoras: Káris

Queridos

Venham conhecer as produções textuais e os desenhos sobre as o

Bruna P., Danielle L., Davi M., Diego B., Felipe P., Hanne Issa S., João Fernanda A., Maria 258

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UNDO O G

s O. e Lilian Marco

s leitores,

obras de Tarsila do Amaral, na fase artística chamada Pau-brasil.

o Miguel P., José Eduardo M., Julia M., Luísa P., Manuela G., Maria a Luísa B., Marina R. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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A Gare

Desenho de observação da obra A Gare.

O quadro A Gare, de Tarsila do Amaral, foi pintado em 1925. Feito com formas geométricas, mostra a chegada da industrialização com seus trilhos, postes de luz e fábricas. O trem no quadro é importante, porque era o transporte responsável por levar o café. José Eduardo e Hanne Issa

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Paisagem com Touro I A obra Paisagem com Touro I, de 1925, mostra a paisagem de uma área rural. Nessa obra há diversas árvores, casas bonitas e um touro engraçado. Aparecem muitas moitas, duas cercas, uma escada para subir na casa e uma montanha grande. Vemos casas com o telhado marrom, janelas azuis e o quadro pintado com cores claras. O lugar é parecido com a fazendo onde Tarsila viveu na infância. Felipe e João Miguel

Desenho de observação da obra Paisagem com touro I.

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A Feira II Olha que feira bonita, Cheia de frutas coloridas. Da janela se avistam Plantas e árvores floridas. Frutas temos muitas! Do caqui ao abacaxi, Do mamão ao limão São cores de montão! Davi e Diego

Desenho de observação da obra A Feira II.

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O Romance A obra Romance, de Tarsila do Amaral, foi criada com elementos da natureza. A artista pintou com cores suaves. As cores que ela usou foram lilás, salmão, verde, amarelo, rosa e vermelho. A obra tem muitas flores, dois vasos e uma janela ao fundo. Tarsila desenhou um lugar romântico. Luísa e Maria Fernanda

Desenho de observação da obra Romance, de 1925.

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Estrada de Ferro Central do Brasil O quadro Estrada de Ferro Central do Brasil, de Tarsila do Amaral, foi feito em 1924. Essa obra foi umas das mais importantes para a coleção Pau-Brasil. Na imagem, observam-se casas, uma igreja, uma estrada de ferro e postes de eletricidade. O desenho foi criado com formas geométricas, utilizando a técnica do cubismo. Bruna e Danielle

Desenho de observação da obra Estrada de Ferro Central do Brasil.

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São Paulo A obra São Paulo, de Tarsila do Amaral, foi criada em 1924. Na pintura, temos o centro de São Paulo. É uma pintura que faz parte de uma série chamada Pau-Brasil. Na pintura temos o vale do Anhangabaú, o Viaduto do Chá, prédios, o bonde, a bomba de gasolina e o poste de eletricidade. A pintura criada com formas geométricas representa a modernização do país. Maria Luisa e Marina

Desenho de observação da obra São Paulo.

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São Paulo

São Paulo é Que possui a árv São Paulo é Que está na m

O poste de e Está na fren Estacionado

A igreja e o Fazem Do cenário

Julia e M

Desenho de observação d

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lo (Gazo)

é do Brasil vore Pau-Brasil. uma cidade modernidade.

eletricidade nte do carro o na cidade.

o coqueiro m parte o brasileiro.

Manuela

da obra São Paulo (Gazo).

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T E RC E I

O grande poeta da

“Os céus proclamam a glória de Deus, e o fir (Salmo

A Semana de Arte Moderna, realizada em São Paulo, no ano de 1922, rep grande debate de ideias e de concepções estéticas, que marcou todos os a Durante as aulas, os alunos do 3º ano aprenderam sobre a Semana de Arte cia histórica e os acontecimentos Conheceram a biografia do autor Manoel de Barros e compreenderam que, as nunca são o que elas são na realidade, pois as árvores são criaturas qu palavras dos poemas brincam com o leitor, e o resultad A poesia de Manoel de Barros e o cotidiano escolar se encontraram, e insp veram sobre o autor, sobre a sua vida no int A partir disso, refletimos com os alunos o desejo de aprender sobre a nat proclama a glória de Deus, porque desde a criação do mundo é possível v tureza Através dos registros de nossos escritores, que escreveram poesias, carta portância de um dos maiores poetas brasileiros, que usava a magia das emoções e pe Boa le

Professoras: Ana Della F., Bárbara S., Car

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RO ANO

as pequenas coisas

rmamento anuncia a obra das suas mãos.” os 19:1)

presentou um marco no movimento modernista. Caracterizou-se por um aspectos da cultura brasileira, em especial, a literatura, a arte e a música. e Moderna de 1922, buscando compreender seu significado, sua importâns mais relevantes do movimento. em seus poemas, assim como no universo imaginário da criança, as coisue falam, uma sombra escreve bilhete, e uma árvore vira um pássaro. As do é um reencontro com a criatividade e o imaginário! pirados no poeta, os alunos, com uma linguagem simples e poética, escreterior e a natureza que ele tanto valorizava. tureza e a importância de contemplá-la. A natureza em sua exuberância ver os seus atributos invisíveis, seu eterno e grandioso poder e a sua nadivina. as, bilhetes, diários e textos narrativos, vocês poderão compreender a imas poesias como uma forma de se expressar, de transmitir sentimentos, pensamentos. eitura!

rla C., Mariana V., Míriam V. e Pauliane F.

SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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T E RC ANO

Professoras: Paulia

Ane M., Bernardo F., Bernardo M., Cecilia C., Danielle G., Gaius M., He ria Helena A., Maria Luiza C., Maria Teresa A., Marina N., Matheus N., 270

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CE I RO O A

ane F. e Carolina C.

elena C., Isabela F., Lorena S., Lucas H., Luisa S., Maria Cecilia K., MaMelissa M., Pedro O, Pietro S., Rachel L., Rafael G., Roberto C., Tito B. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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São Paulo, 23 de junho de 2022. Queridos amigos mackenzistas, Estamos escrevendo esta carta para contar o que aprendemos sobre o Manoel de Barros e sobre o Sarau de Poesias que apresentamos. Manoel de Barros nasceu em 16 de dezembro de 1916, na cidade de Cuiabá, Mato Grosso. Passou sua infância em uma fazenda no Pantanal. Em sua adolescência, estudou em um colégio interno em Campo Grande, onde escreveu suas primeiras poesias. Publicou seu primeiro livro em 1937, mudou-se para sua fazenda no Pantanal e foi criar gado e, em 1980, ganhou o prêmio Jabuti. Em 1947, ele se casou com Estela Barros e tiveram três filhos: Pedro, João e Marta. Ele morreu com 97 anos, e sua esposa com 99, que tristeza! A parte da vida de Manoel de Barros de que mais gostamos foi a sua infância na fazenda, por isso ele amava escrever sobre as coisas simples da vida. Viram quanta coisa nós aprendemos? E tem mais... a apresentação do Sarau foi muito legal, apresentamos a poesia musicada que se chama “Sombra Boa”. Nela, conhecemos Ramela, um cachorrinho muito fofinho que leva um bilhete, em uma época em que não havia e-mail, em um dia de luar. Esperamos ansiosos pelo Sarau do ano que vem! Qual será o próximo autor homenageado? Até a próxima, queridos amigos!

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Maria Luiza C., Maria Teresa A. e Matheus N.


São Paulo, 23 de junho de 2022. Querida família Wodson, Estamos escrevendo esta carta, porque queremos contar a história de um poeta brasileiro muito famoso, chamado Manoel de Barros. Ele nasceu na cidade de Cuiabá, Mato Grosso, em 19 de dezembro de 1916. Ele cresceu em um colégio interno, onde escreveu suas primeiras poesias. Publicou seu primeiro livro de poesias em 1937 e ganhou o prêmio Jabuti em 1947. Casou-se com Estela Barros e teve três filhos. Aprendeu sobre a simplicidade vivendo a sua infância no campo. Faleceu em 2017, com 97 anos, e sua esposa morreu de causas naturais, em 2020, com 99 anos de idade. Tudo isso e muito mais nós aprendemos na Semana da Poesia, que aconteceu no Colégio Mackenzie, onde nós estudamos. Foi uma semana de festa, pois muitos autores foram lembrados. Para homenagear o nosso querido poeta, cantamos a canção que integra o CD Crianceiras, composto só de poemas de Manoel de Barros transformados em música. O trabalho é de autoria do cantor, compositor e instrumentista Márcio De Camillo. “Sombra Boa” é interpretado por ele e a filha e foram eles que nos inspiraram nessa apresentação. Espero que tenham gostado da nossa carta. Um beijo,

Pietro S., Rachel L., Maria Cecília K. e Roberto C. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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São Paulo, 23 de junho de 2022. Meu querido diário, Hoje eu vou contar sobre a história de Manoel de Barros. Bem, ele nasceu em 19 de dezembro de 1916 e cresceu na cidade de Cuiabá, Mato Grosso. A sua infância foi numa fazenda no Pantanal. A sua adolescência foi em um colégio interno, em Campo Grande, onde escreveu suas primeiras poesias. A morte dele foi aos 97 anos por uma complicação de uma cirurgia. Sabe por que estou contando a história desse poeta para você? Foi ele que escolhemos para homenagear no Sarau de Poesias da escola. Nas aulas de Português, lemos alguns poemas de Manoel de Barros, gostei de todos, porque ele escrevia sobre o brincar, sobre valorizar o que é simples e de fato é importante, sobre olhar para o céu e admirar a natureza. Eu e meus colegas de classe cantamos o poema “Sombra Boa” para homenageá-lo, foi uma festa muito legal, pois assistimos apresentações sobre outros poetas também. Toda vez que acontecerem atividades interessantes na escola, virei aqui para te contar. Obrigada por ser meu amigo. Tchau, querido diário!

Ane M., Cecilia C., Rafael G. e Lucas H. 274

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Um poeta importante Nós queremos falar Sobre um poeta importante. Eu sei que você vai gostar, Porque também era um estudante. Dele temos orgulho, É um poeta brasileiro. Nasceu no Mato Grosso E vivia como um fazendeiro. Cresceu em uma fazenda, Aprendeu a amar os animais e a natureza. Gostava das coisas simples da vida, Tudo isso era sua riqueza. Aprendemos muito com Manoel de Barros, Que ganhou muitos prêmios importantes. Estudar sobre ele foi emocionante E um aprendizado constante.

Bernardo M., Melissa M. e Gaius M. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Manoel de Barros Vamos contar uma história De um poeta brasileiro. Era um homem muito simples, Expressava os sentimentos, Quando escrevia seus pensamentos. Admirava os animais e a natureza, Gostava das coisas simples da vida. Escrevia muitas poesias, Recheadas de belezas. Na Semana da Poesia, Aprendemos, com alegria, A vida de Manoel de Barros E apresentamos aos amigos um poema cantado. O poema é “Sombra Boa”, Que conta a história do cachorro Ramela, Que levou um bilhete Para uma donzela. ‘’Maria leu e sorriu, E o amor se fez, Sobre um luar sem defeito, De abril.’’

Marina N., Helena C. e Maria Helena A. 276

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São Paulo, 23 de junho de 2022. Olá, diário! Estamos escrevendo para contar que, no dia 21 março, comemoramos o Dia Internacional da Poesia. No nosso colégio, festejamos com um evento muito especial, em que homenageamos um poeta sensacional. Nesse evento, aprendemos a história de Manoel de Barros, que viveu várias aventuras, fazendo muitos poemas maravilhosos. Ele se dedicou mais às crianças, fazendo poemas divertidos. Fez um poema chamado “Sombra Boa” e muitos outros. Viveu em uma fazenda e escreveu as suas poesias falando das coisas simples da vida, pois ele era encantado pelos animais e pela natureza. Ganhou o prêmio Jabuti, o prêmio mais famoso que todo poeta sempre quer. Casou-se com Estela Barros, e juntos tiveram três filhos: Pedro, João e Marta. Quando ele ficou velho, teve que fazer uma cirurgia, mas nosso poeta não aguentou e morreu aos 97 anos. Sua esposa morreu por causas naturais, com 99 anos, foi muito triste para todos, mas é a vida. O que mais gostamos de aprender sobre Manoel foi a maneira como ele usava as palavras escrevendo suas poesias. Na verdade, ele brincava com as palavras e escrevia como uma forma de transmitir os seus sentimentos. Que poeta legal! Até a próxima, diário! Um abraço,

Luisa S., Pedro O. e Bernando F. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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São Paulo, 27 de

Amiga R Esta carta é para contar sobre o Dia Internacional da Poesia, que é er poemas, mas o papel que a poesia representa n No Colégio Mackenzie, comemoramos esse dia de uma forma muit hemos o poeta brasileiro Manoel de Barros. Ele nasceu no dia Na infância, cresceu em uma fazenda, no Pantanal. Na adolescênc suas primeiras poesias. Publicou seu primeiro livro de poesias em Em 1980, ganhou o prêmio Jabuti e infelizmente morreu aos 97 ano de dezembr Comemoramos o dia da poesia com um Sarau, quando nós e os “Sombra Boa”. Esse poema conta a história do Ramela, um cachorro q dia de luar. A professora nos explicou que existiu uma época em que n dos bilhetes. Não conseguimos nem Espero que tenha gostado de ler a nossa carta e que tenha apre você em breve aqu Um b

Isabela F., Daniel

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LERMACK 2022


e junho de 2022.

Rafaela, é uma data muito importante para comemoramos não só a arte de fazna vida das pessoas, principalmente das crianças. to especial, homenageando poetas importantes e famosos. Nós escola 19 de dezembro de 1916, na cidade de Cuiabá, Mato Grosso. cia, estudou em um colégio interno, em Campo Grande, onde escreveu m 1960. Mudou-se para sua fazenda no Pantanal e foi criar gado. os ao realizar uma cirurgia. Estela Barros, sua esposa, faleceu no dia 18 ro de 2020. nossos amigos da sala apresentamos uma poesia cantada chamada que leva um bilhete, em uma época em que não havia e-mail, em um não havia internet, e as pessoas se comunicavam por meio das cartas e imaginar como é viver sem internet! endido conosco também. Estamos com saudades e esperamos receber ui na nossa escola. beijo,

lle G. e Lorena S.

SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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T E RC ANO

Professoras: Míriam

Alice Y., Ana Luiza M., Clarice T., Davi R., Guilherme A., Heitor Henriq Lais R., Laura Beatriz S., Laura V., Lorena M., Lucas Estevam R., Maria Rodrigo R., Thom 280

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CE I RO O B

m V. e Carolina C.

que S., Helena C., Heloisa V., Jenny L., João Lucas F., Julia Melissa O., Beatriz S., Mateus O., Miguel S., Nina S., Otavio L., Paulo A., Pedro H., maz Henrique L. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Bem-te-vi Ave pequena de canto marcante, Quem viu logo acena Que viu algo impressionante. Ele vem de repente com seu topete amarelo, Cantando pra lá e para cá um canto belo. Bem-te-vi, Bem-te-vi! Até na cidade aparece. Bem-te-vi, Bem-te-vi! Quem te ouve nunca esquece.

Heitor Henrique S., João Lucas F.

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São Paulo, 11 de agosto de 2022. Querido papai, No início de 2022, tivemos a Semana da Poesia e por isso, a cada ano, estudamos um escritor brasileiro. Desta vez, conhecemos o Manoel de Barros. Ele nasceu em 1916 e morreu em 2014. Gostava de fazer poesias e não queria ser médico nem advogado, porque não era isso que desejava. Queria ser poeta e falou isso para sua família. Eles acharam estranho, seu irmão ficou bravo, mas ele conseguiu realizar seu sonho. Manoel de Barros morava no Pantanal e, em 1947, casou-se com Stella Barros. Tiveram três filhos: Pedro, João e Marta, mas os dois filhos homens morreram. Um morreu em um acidente aéreo, e o outro a gente não sabe. Por causa disso, Manoel não teve mais vontade de escrever suas poesias... Papai, nós recomendamos muito a leitura dos poemas de Manoel de Barros. São lindos! Falam da natureza, dos pássaros e das coisas da infância... Tchau,

Jenny L., Laís R. e Clarice T. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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São Paulo, 3 de agosto de 2022. Olá, Marta! Somos Maria Beatriz e Laura F. e estudamos no Colégio Presbiteriano Mackenzie. Na Semana da Poesia, comemorando os 100 anos da Semana de Arte Moderna, conhecemos os poemas do seu pai, Manoel de Barros. Fizemos uma apresentação sobre o poema “Bem-te-vi”... Havia desenhos e artesanato, cantamos o poema musicado por Márcio de Camilo e descobrimos que a ilustração da capa do disco foi feita por você... Achamos seu trabalho parecido com o trabalho do seu pai, só que ele usa as palavras e você, o desenho. Seus desenhos são lindos! Por causa do poema, descobrimos que o bem-te-vi cartola é um pássaro que tem penas pretas na cabeça, por isso a cartola. Ele é amarelo, branco e preto. Nós já vimos várias vezes! A gente acha engraçado, porque quando ele canta, parece que ele “fala” bem-te-vi, bem-te-vi, por isso tem esse nome. Ele é um pássaro muito conhecido na cidade e no campo. O bem-te-vi é raro em outros países, mas no Brasil não. Ele mora em cima de coqueiros e árvores altas. Tchau, Marta! Um beijo,

Laura F. e Maria Beatriz S. 284

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São Paulo, 03 de agosto de 2022. Olá, Manoel de Barros, Nós queremos falar da sua poesia “Bernardo é quase árvore”. Essa poesia é bem legal. Nós gostamos muito. É supercriativa! A gente queria saber o que é um abridor de amanhecer, um prego que farfalha e um esticador de horizontes... O que você estava pensando quando escreveu essa poesia? Suas poesias são muito boas, parabéns! Nós gostamos muito de saber que você ganhou o prêmio Jabuti. Você é um ótimo escritor, só estamos em dúvida sobre os instrumentos de trabalho do Bernando... Tchau, Manoel de Barros, tenha um bom dia! Vamos esperar sua resposta.

Miguel S., Otavio L. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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São Paulo, 11 de agosto de 2022. Querido diário, Você sabia que bem-te-vi é um pássaro? O bem-te-vi é preto e amarelo. Ele é bem fofinho, voa e pousa nas árvores. Um dia, Manoel de Barros viu um bem-te-vi e teve a ideia de fazer um poema. Ele morava em uma fazenda, no interior do Mato Grosso, no Pantanal. Manoel de Barros nunca quis ser médico, engenheiro ou advogado. Ele queria ser escritor e ganhou prêmios. Fazia livros para crianças e adultos. O poema “Bem-te-vi” virou uma música que nós cantamos na Semana da Poesia para os alunos do 2º ano. Tchau, até mais!

Guilherme A. e Rodrigo R.

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São Paulo, 11 de agosto de 2022. Querido diário, Hoje queremos contar sobre Manoel de Barros. Manoel cresceu no Pantanal, morava com os pais, o seu sonho era ser escritor e ele realizou esse sonho. Nós conhecemos vários poemas dele e alguns viraram música. A nossa sala cantou a música “Bem-te-vi”. Também lemos o poema “Bernardo é quase uma árvore”, na Semana da Poesia. Em nossa aula de Artes, nós fizemos os objetos que ele colocou no poema, um abridor de amanhecer, um prego que farfalha, um encolhedor de rios e um esticador de horizontes para a apresentação que fizemos às crianças do 2º ano. Elas aplaudiram muito! Foi bem legal! Tchau, tchau!

Julia Melissa O. e Laura Beatriz S.

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São Paulo, 11 de agosto de 2022. Querido diário, Nós estudamos sobre o Manoel de Barros e queremos contar sobre a vida dele. Ele nasceu no Mato Grosso, só que estudou numa escola em que você fica por um tempo morando lá. Ele não queria ser médico, queria ser poeta. Começou a escrever e um dia ele ganhou o prêmio Jabuti e muitos outros. Era casado com Stela Barros e teve três filhos: dois meninos e uma menina. Os dois filhos do Manoel de Barros morreram e então ele se aposentou. Em 2014, fez uma cirurgia, mas não aguentou e faleceu. Em 2020, Stella Barros faleceu, porque estava bem velhinha, tinha 99 anos. Você gostou de conhecer o Manoel de Barros, diário? Até amanhã!

Mateus, Davi e Thomaz

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Manoel de Barros, o poeta da natureza e da infância Ele nasceu há muito tempo, em 1916, na cidade de Cuiabá, mas a família mudou para a fazenda, no Pantanal. O menino que adorava ler e escrever mudou-se para um colégio interno e contou a todos sobre sua vontade de ser escritor. Depois estudou no Rio de Janeiro e se formou para ser advogado. Foi no Rio que ele conheceu uma moça, casaram-se e tiveram três filhos. O nome dela era Stella. Num livro que ele publicou, Compêndio para uso dos pássaros, usou desenhos de seu filho para fazer a capa. Ele gostava de escrever sobre a infância, a natureza, os pássaros, as árvores... Para ele, tudo falava e gostava dessa conversa, por isso voltou para o Mato Grosso do Sul. Tempos depois, Manoel de Barros faleceu, em 2014, e sua esposa Stella faleceu em 18 de dezembro de 2020, na véspera do dia em que Manoel de Barros faria 103 anos. Eles ficaram casados por 64 anos.

Alice Y. e Helena C.

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Conhecendo o poeta Manoel de Barros Em 1916, o menino nasceu em Cuiabá, mas cresceu no Pantanal. Depois, mudou para Campo Grande para estudar. Ele morava na própria escola, porque quem mora no Pantanal tem dificuldade para ir à escola e lá começou a escrever seus primeiros poemas. Em 1937, Manoel de Barros publicou o seu primeiro livro de poesias Poemas concebidos sem pecados, depois criou vários outros livros. Formou-se em Direito no Rio de Janeiro, viajou por vários países e quando voltou, conheceu uma moça: Stella. Manoel de Barros e Stella conheceram-se no Rio de Janeiro. Ele vendia casas e ela queria comprar uma. Conheceram-se e se casaram em três meses. Foram morar na fazenda e Stella virou professora. Criou uma escola na fazenda, pois as crianças não tinham condições de ir à escola. Stella foi muito importante para ele, porque Manoel de Barros não dirigia e ela o levava para todos os lugares. Fazia muitas coisas para o marido e era muito amorosa. Em 2019, ele realizou uma cirurgia e não resistiu. Stella morreu anos depois, em 2020. Manoel de Barros escreveu diversos livros, foi muito importante e até hoje é considerado um dos maiores poetas brasileiros. Ganhou duas vezes o prêmio Jabuti e outros prêmios.

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Paulo A. e Lucas Estevam R.


“Bernardo é quase uma árvore” e seus mistérios O poema ”Bernardo é quase uma árvore” tem muitos elementos que as pessoas não entendem. Por exemplo, os objetos de trabalho dele são: um abridor de amanhecer, um prego que farfalha, um encolhedor de rios e um esticador de horizontes. O abridor de amanhecer deve ser um objeto que faz o Sol subir, iluminar enquanto a Lua se esconde... Nós imaginamos que um prego que farfalha deva ser um prego enferrujado que faça barulho quando é martelado na madeira e o encolhedor de rios pode ser um balde infinito que pegue as águas dos rios. Mas... E o esticador de horizontes? Só pode ser algo que aumente a paisagem lá no horizonte... Esses são os significados que imaginamos para alguns trechos do poema de Manoel de Barros.

Lorena M. e Heloísa V. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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T E RC ANO

Professoras: Carla

MANOEL DE

O grande poeta das

Arthur F., Arthur B., Arthur L., Benjamim O., Carlos Eduardo C., Danie Joaquim S., Juan P., Kauan F., Laura T., Laura L., Paola M., Pedro 292

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CE I RO O C

a C. e Carolina C.

E BARROS

s pequenas coisas

el T., Davi S., Eduardo T., Eric L., Gabriela H., Heitor F., Henrique P., C., Pedro Henrique S., Rafael F., Rafael H., Rebeca O., Tiago C. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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São Paulo, 22 de junho de 2022. Olá, mackenzistas! Aqui no 3º ano, nas aulas de Língua Portuguesa, estudamos sobre o poeta Manoel de Barros. Nós aprendemos sobre a vida dele e lemos muitas de suas poesias. A nossa turma preparou uma apresentação para o 2º ano. O professor Márcio colocou ritmo na poesia “O idioma das árvores” e nós cantamos no dia do Sarau da poesia. Ficou tão legal, que nós apresentamos também para os nossos pais e eles gostaram muito. Manoel de Barros gostava de escrever em seus poemas sobre a natureza e as coisas simples da vida, como o pôr do sol, o canto dos pássaros... Ele nasceu em Mato Grosso e cresceu em Mato Grosso do Sul. Teve três filhos: Pedro, João e Marcos. Pelo fato de ele ter tido muito contato com a natureza, gostava de escrever sobre isso em seus poemas. Tchau, até a próxima!

Heitor F., Kauan F. e Tiago C. 294

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São Paulo, 22 de junho de 2022. Queridos amigos mackenzistas! Nesta etapa, estudamos o poeta Manoel de Barros. Os poemas que estudamos foram: “O idioma das árvores”, “Sombra boa” e “Bernardo”. Na semana da poesia, preparamos uma linda apresentação para os alunos dos 2ºs anos. Nós, do 3º ano C, apresentamos o poema “Idioma das árvores”. O 3º ano B apresentou o poema “Bernardo”, e o 3º ano A, “Sombra Boa”. Manoel de Barros gostava de relatar em seus poemas as coisas simples da vida, como poder contemplar o pôr do sol, sentir o vento bater no rosto, ouvir o canto dos pássaros, observar o seu estrelado. Dava valor às pequenas coisas da vida e refletia sobre elas. Ele gostava das coisas simples e da natureza, porque viveu por muitos anos em Mato Grosso do Sul e via belas paisagens. Até mais, mackenzistas!

Arthur B., Benjamin O. e Carlos Eduardo C. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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São Paulo, 22 de junho de 2022. Olá, queridos colegas mackenzistas! Nós estudamos sobre o autor Manoel de Barros, nas aulas de Língua Portuguesa. Trabalhamos com três poemas escritos por ele: “Bernardo”, “O idioma das árvores” e “Sombra boa”. Nossa turma aprofundou-se no poema “O idioma das árvores”. Apresentamos esse poema para os alunos dos 2ºs anos. Eles gostaram bastante! A maioria dos poemas de Manoel de Barros falam sobre a natureza, suas belezas e as coisas simples da vida, como por exemplo, contemplar o pôr do sol, sentir o vento bater em nosso rosto, ouvir o canto dos pássaros, caminhar no gramado, entre outras coisas. Ele nasceu em Mato Grosso e cresceu em Mato Grosso do Sul, teve muito contato com as criações de Deus, por esse motivo, seus poemas sempre trazem os elementos da natureza e as coisas simples da vida. Até breve, colegas mackenzistas!

Arthur F., Gabriela H. e Henrique P. 296

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Nas aulas de Língua Portuguesa, aprendemos sobre a vida e obras do poeta Manoel de Barros. Ele escreveu vários poemas como “O idioma das árvores”, “Sombra boa” e “Bernardo”. Nós gostamos muito de estudar Manoel de Barros e então fizemos uma apresentação para as coordenadoras, os alunos dos 2ºs anos e os nossos pais. Cantamos a música “O idioma das árvores”. Os poemas de Manoel de Barros são sobre as coisas simples da vida: ver o pôr do sol, ouvir o canto dos pássaros, observar o céu... Ele escrevia sobre essas coisas, porque sempre teve muito contato com a natureza. Nasceu e cresceu em Mato Grosso. Sabe por que ele vivia tão bem? Ele conhecia Deus, que foi quem nos criou e nos deu a liberdade de cuidar da sua criação.

Juan P., Pedro C. e Rafael F. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Em nossas aulas, aprendemos sobre Manoel de Barros, que escrevia poemas. Estudamos alguns poemas que ele escreveu como: “Bernardo”, “Sombra boa” e “O idioma das árvores”. Nas aulas de música, o professor Márcio colocou ritmo no poema “O idioma das árvores” e nós apresentamos essa música para os alunos dos 2ºs anos. Ficou bem bacana! Manoel de Barros gostava muito da natureza. Em seus poemas, sempre colocava as coisas simples da vida que para ele eram: ouvir o canto dos pássaros, observar o céu e o pôr do sol, entre outras. Ele foi considerado um dos maiores autores da Língua Portuguesa. Seus poemas foram lidos por muita gente.

Daniel T., Eric L. e Rafael H.

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Olá, diário! Estudamos, no nosso colégio, sobre o grande autor Manoel de Barros. Conhecemos algumas de suas poesias e escolhemos “O idioma das árvores”, para apresentar a nossos pais e aos colegas dos 2ºs anos. Uma das coisas que percebemos em suas poesias é que para escrever ele se inspirava na simplicidade da vida, como sentar e observar as Criações do Senhor, dar valor às pequenas conquistas, pensar sobre as experiências vividas... Ele dava muito valor às criações, porque ao longo de sua vida teve muito contato com a natureza. Tchau, até a próxima!

Davi S., Joaquim S. e Pedro Henrique S.

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22/06/2022 Querido diário, Aqui no Colégio Mackenzie, houve a semana da poesia e o autor que estudamos foi Manoel de Barros. Escolhemos o poema “O idioma das árvores” para nossa apresentação no dia do Sarau da poesia. Esse poema foi cantado por todos os alunos do 3º ano C. As meninas seguraram uma placa com os elementos da natureza, citados no poema. Os poemas do autor falam sobre as coisas simples da vida, a natureza e suas belezas. Ele gostava de escrever sobre as coisas simples da vida, porque cresceu tendo muito contato com a natureza e valorizava as criações do Senhor. Tchau diário, até a próxima!

Arthur L., Laura L. e Paola M. 300

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22/06/2022 Querido diário, Na minha escola, aconteceu a Semana da Poesia, e cada turma estudou sobre um grande autor. O poeta escolhido pelos terceiros anos foi Manoel de Barros. Estudamos sobre a vida e as obras dele. Os poemas que estudamos em nossas aulas foram: “O idioma das árvores”, “Bernardo” e “Sombra boa”. No dia do Sarau da Poesia, fizemos uma linda apresentação para os alunos dos 2ºs anos, com o poema ritmado, “O idioma das árvores”. Manoel de Barros retrata em seus poemas as coisas simples da vida: ver as estrelas no céu, observar o pôr do sol, sentir o cheiro do mato, escalar árvores... Ele nasceu em Mato Grosso e cresceu em Mato Grosso do Sul, por isso tem a natureza e as coisas simples da vida como inspiração. Tchau, diário!

Eduardo C., Laura T. e Rebeca O. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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T E RC ANO

Professoras: Ana D. M

MANOEL D

O grande poeta da

Aisha S., Davi P., Eduardo K., Ester., Fernando N., Guilherme Alexand Nicole H., Rúben L., Samue 302

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CE I RO O E

M. F. e Lilian K. D. M.

DE BARROS

as pequenas coisas

dre R., Heitor B., Isabella N., Jéssica D., Laura D., Lorenzo F., Miguel V., el B., Sophie D., Valentina F. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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28/06/2022 Querido diário, Você sabia que o autor e poeta Manoel de Barros, escreveu um poema que virou música? Nós chamamos essa música de “Sombra Boa”, mas a verdade é que esse poema se chama “Sonata ao Luar”. Esse poema fala sobre o Sombra Boa, que é uma pessoa que enviou um bilhete de amor, como amor de criança. Ele pediu para que o seu cachorro Ramela entregasse o bilhete para uma moça bonita chamada Maria. A Maria leu o poema, ficou feliz e sorriu! Essa história de amor é linda! Diário, será que essa história de amor vai dar certo? Eu acho que sim!

Isabella N. e Laura D.

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28/06/2022 Querido diário, Hoje nós ficamos sabendo que acontecerá um evento especial com o tema Semana da Arte Moderna, Cem anos depois... Nós ficamos muito empolgadas com essa notícia, pois nesse evento haverá muitas apresentações. Apresentações de dança, música, recital de poesias, exposição de obras de pintura, esculturas e palestras. Soubemos que um poeta chamado Manoel de Barros será homenageado nesse evento, que terá como objetivo valorizar os artistas brasileiros e as suas obras. Nós nunca fomos a um evento assim, mas achamos que será bem legal e diferente! Tchau, tchau, querido diário!

Aisha S. e Ester M.

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A infância de Manoel de Barros Cresceu em uma fazenda, Em um lugar especial, Chamado Pantanal. Lá tem muita beleza, É um lugar muito legal! Estudou em um colégio Que era interno, Na cidade de Campo Grande. Lá escreveu suas primeiras poesias, E isso nos traz muitas alegrias.

Sophie D. e Valentina F.

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A vida de Manoel de Barros Ele nasceu no dia 19 de dezembro de 1916. Mas o que a sua mãe não sabia É que ele teria mais sucesso A cada dia que vivia! Em 1937 publicou seu primeiro livro E teve bastante sucesso! Vieram outros livros, A que todos tiveram acesso.

Fernando N., Guilherme Alexandre R. e Samuel B. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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28/06/1922 Judith, Na aula da professora Ana Della, estudei sobre a Semana da Arte Moderna. Nessa semana, os artistas foram ao Museu de Arte em São Paulo e deixaram muitas obras bonitas. Vamos lá comigo? Beijos!

Heitor B. e Rúben L.

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28/06/2022 Giulia, Vou deixar o poema do Manoel de Barros, “Sombra Boa”, no parque de madeira para você ler. Eu gostei e quero que você goste também! Adeus,

Eduardo K. e Lorenzo F.

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São Paulo, 28 de junho de 2022. Olá, Martha Barros! Estamos escrevendo esta carta para você, porque nós falamos muito sobre a vida do seu pai, o poeta Manoel de Barros, nas nossas aulas de Língua Portuguesa, quando estávamos nos preparando para a Semana da Poesia. Todos os alunos da nossa classe conheceram o poema “Sonata ao Luar”, mas nós o chamamos com carinho de “Sombra Boa”. Para a Semana da Poesia, preparamos uma apresentação bem bonita! Nas aulas de Arte, fizemos o cachorro Ramela bem grande e colorido, ficou lindo! Até penduramos no seu pescoço o bilhete que o Sombra Boa escreveu para a Maria. Quando chegou o dia da apresentação, fomos para o pátio da nossa escola e muitas pessoas estavam ali para ver. Fizemos uma dramatização do poema, com os personagens Sombra Boa, Maria e o Ramela. Todo mundo viu a apresentação, gostou dela e a aplaudiu! Nós achamos que seu pai foi um poeta muito legal, inteligente e criativo! Tchau, tchau, Manoel de Barros!

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Jéssica D. e Nicole H.


São Paulo, 28 de junho de 2022. Querido Martha Barros, Nós somos o Davi e o Miguel. Ficamos sabendo que você é uma grande artista, assim como o seu pai foi. Seus quadros são muito bonitos, coloridos e alegres. Estudamos no terceiro ano E do Colégio Presbiteriano Mackenzie. Nós e nossos amigos estudamos tudo sobre a vida de seu pai e fizemos muitas atividades em nossas aulas. Vimos que o Manoel de Barros, por escrever livros tão bons, ganhou o Prêmio Jabuti em 1980. Soubemos que muitos escritores concorreram ao prêmio, que tem a forma de um animal chamado Jabuti, mas só o seu pai ganhou! Lemos três poemas que ele escreveu e dos quais gostamos bastante: “Sonata ao Luar”, “Bernardo” e “Idioma das Árvores”. Achamos que você deve se orgulhar muito do seu pai! Tchau, tchau, Manoel de Barros!

Davi P. e Miguel V.

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T E RC ANO

Professoras: Mariana V

Anna Carolline L., Beatriz Z., Bento A., Daniel S., Davi C., Eduardo M., Maria Luiza M., Miguel B., 312

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CE I RO O F

Valerio e Lilian Di Marco

, Emily S., Hannah A., Isabelle M., João Ricardo G., Jorge Henrique J., , Sophia L. e Theodoro G. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Bernardo é q

Bernardo é q Silêncio dele é tão alto qu de lo E vêm pousar e Seu olho reno Guarda num velho baú seus 1 abridor de 1 prego qu 1 encolhedo 1 esticador de (Bernardo consegue estica Fios de teias de aranha. A Bernardo desreg Seu olho aume (Pode um homem enrique Incompl

Manoel d

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quase árvore.

quase árvore. ue os passarinhos ouvem onge em seu ombro. ova as tardes. s instrumentos de trabalho; amanhecer ue farfalha or de rios - e e horizontes. ar o horizonte usando três A coisa fica bem esticada.) gula a natureza: enta o poente. ecer a natureza com a sua letude).

de Barros

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Explorando o poema No poema “Bernardo era quase uma árvore”, muitas pessoas acham que o Bernardo era uma criança, mas na verdade ele era um funcionário que cuidava da fazenda do Manoel de Barros. O autor fala de uma pessoa que ama e conhece muito a natureza e sabe como cuidar dela. “Este é o poema do Bernardo, Um homem que gostava do mato. Bernardo ama a natureza Por causa de sua beleza.”

Davi C., Eduardo M. e Hannah A.

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Abridor de amanhecer Para nós, o Bernardo devia ser um homem que acordava muito cedo e precisava “abrir o amanhecer” para aproveitar o dia e cuidar dos animais da fazenda, alimentando as galinhas, tirando o leite da vaca e escovando os cavalos. “Bernardo usa o abridor de amanhecer Para brincar assim que o sol nascer. Desde cedo, ele vai trabalhar E dos seus animais cuidar.”

Anna Carolline T., Beatriz Z. e Jorge Henrique J.

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Um Prego que farfalha Um dos instrumentos que o Bernardo usa na fazenda é o prego que farfalha. Se nós trabalhássemos em uma fazenda, usaríamos o prego que farfalha para acordar os passarinhos logo cedo. O barulho do prego avisaria os passarinhos que já poderiam ver o dia e à noite avisaria que era hora de voltar para o ninho e dormir. “O funcionário bate o prego que farfalha, Na fazenda onde trabalha, Para acordar os passarinhos E reunir todos eles nos ninhos.”

Daniel S., Emily S. e Theodoro G.

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O encolhedor de rios serve para deixar o rio menor. Dessa forma, Bernardo poderia plantar cenouras e alfaces perto de suas margens. Com o rio mais raso, Bernardo também conseguiria tomar banho, nadar e brincar com os peixes. “Já que Bernardo gosta de nadar, Inventou um encolhedor de rios para brincar. Do rio ele observa a natureza E fica encantado com a sua beleza.”

Bento A., Maria Luiza M. e Miguel B.

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Esticador de

O Bernardo usava o esticador de h erentes: primeiro ele usava para fazenda onde ele trabalhava ficav também usava o esticador para ve timo rai

“Para aprecia Bernardo nem prec Ele usa o E encontra m

Isabelle M., Sophia

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e Horizontes

horizontes para duas funções difouvir o barulho do mar, já que a va muito longe do litoral. Bernardo er o sol se pôr e aproveitar até o úlio de luz.

ar o horizonte, cisa de uma ponte. o esticador muito amor.”

L. e João Ricardo G.

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T E RC ANO

Professoras: Bárbara

MANOEL D

O poeta que se insp

Arthur B. S., Arthur F. S. B., Daniel R. G., Dante V., Erick C. S., Felipe S., H K. L., Natan S. N., Pedro P. N., Ra

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CE I RO O G

a T. S. e Lilian K. D. M

DE BARROS

pirava na natureza

Henrique P., Jean F. P. B. B., Jorge A. P. S., Lara M. N., Laura A. B., Miguel afaella C. A. L., Yasmin T. B. S.

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São Paulo, 23

E aí, M

Em março deste ano, estudamos sob

Nosso professor de música transformou o poema “O idio ana

Cada 3º ano fez uma apresentação com poemas d e os alunos se caracterizaram com paletós e chapéus. vestiram de camponeses. Já nós, do 3º ano G, apresenta roupas verdes, e nossa professora colou em nossas O autor Manoel de Barros escrevia poemas sobre a spiravam o poeta, porque ele morava em Campo Grande criaçã

Foi muito bom aprender sobre esse poeta que se inspira na be

Até a pró

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Jorge A. P. S., M


3 de junho de 2022.

Mackenzistas!

bre um poeta chamado Manoel de Barros.

oma das árvores” em uma música para apresentarmos na semda poesia.

diferentes desse autor. O 3º ano F cantou o poema “Bernardo” Os alunos do 3º ano F cantaram o poema “Sombra boa” e se amos o poema “O idioma das árvores”. Nós nos vestimos com s camisetas folhas que colorimos, representando árvores. as coisas simples da vida e sobre a natureza. Essas coisas ine, no Mato Grosso do Sul, em meio à natureza, contemplando a ão de Deus.

ava em momentos simples e preciosos da vida, como também ela natureza!

óxima, pessoal!

Miguel K. L. e Natan S. N.

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Manoel de Barros foi um escritor que nasceu em Mato Grosso e viveu no campo. Desde criança gostava de escrever. Os alunos dos 3ºs anos do Colégio Presbiteriano Mackenzie participaram de um SARAU e apresentaram algumas poesias desse autor para os alunos dos 2ºs anos. O 3ºE apresentou o poema “Sombra boa” e eles se vestiram com roupas de passeio, representando as pessoas que vivem no campo. O 3ºF apresentou o poema “Bernardo”, e os alunos se vestiram com paletós e chapéus de palha, representando o personagem principal do poema. Já o 3ºG apresentou o poema “O idioma das árvores”. Os alunos vestiram-se com camisetas verdes e colocaram folhas verdes, representando árvores. Todos esses poemas falam sobre a natureza. O poeta usava a imaginação para chamar a atenção dos leitores. Manoel de Barros escrevia sobre as coisas simples, como: ver o sol nascer, sentar-se sobre uma rocha, ouvir o vento batendo no rosto e brincar em um gramado. Por ter nascido no campo, ele se inspirava nas pessoas, nos animais e nas paisagens. Toda a criação de Deus foi inspiração para esse autor. Nós, como filhos de Deus, devemos cuidar e aproveitar cada detalhe dessa criação. Erick C. S., Jean F. P. B. B. e Pedro P. N.

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São Paulo, 22 de junho de 2022. Querido diário: Hoje estamos em trio: Sara, Laura e Felipe. Vamos contar um pouquinho para você sobre o poeta Manoel de Barros. Ele foi um homem que criou poemas sobre as coisas simples da vida, como: olhar o céu estrelado à noite e olhar o pôr do sol nos fins de tarde. Também falava sobre a natureza e a vida no campo, porque ele nasceu em Cuiabá, no Mato Grosso, e cresceu na fazendo de seu pai, que ficava no Pantanal. Um lugar cheio de árvores e animais. Nós do 3ºG, na Semana da Poesia, apresentamos para os 2ºs anos e os outros 3ºs o poema “O idioma das árvores”, de Manoel de Barros, que fala sobre o vento, sobre a tarde, o sol e sobre outros elementos que fazem parte da natureza e inspiravam o poeta a escrever as suas poesias. Diário, gostamos de aprender sobre a vida de Manoel de Barros, mas agora vamos voltar para os nossos estudos. Tchau!

Felipe S., Lara M. N. e Laura A. B. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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O autor Manoel de Barros escreveu os poemas “Sombra boa”, “Bernardo” e “O idioma das árvores”. Esse autor é um famoso poeta que, durante a sua vida, escreveu seus poemas, inspirando-se na natureza e nas coisas simples da vida. Em março, no Colégio Presbiteriano Mackenzie, foram comemorados os 100 anos da Semana da Arte Moderna de 1922 e por isso a turma do 3º G apresentou para algumas turmas da escola o poema “O idioma das árvores”. O autor desse poema gostava de escrever poesias desde pequeno e, por ter nascido em Cuiabá, no Mato Grosso, em um lugar com muita natureza, ele pensava nela e nas coisas simples que aconteciam na sua vida para fazer as suas obras. Manoel de Barros morreu em 2014, aos 97 anos, deixando belos poemas como recordação de uma longa vida na arte brasileira.

Henrique P., Arthur F. S. B., Daniel R. G. 328

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22/06/2022 Oi, diário! Tudo bem? No mês de março, os alunos dos 3ºs anos apresentaram alguns dos poemas de Manoel de Barros, um poeta brasileiro muito importante. Os seus poemas, “Sombra boa”, “Bernardo” e “O idioma das árvores”, representam algumas de suas obras que falam sobre a natureza e as coisas importantes e simples da vida. Manoel de Barros nasceu no Mato Grosso, na cidade de Cuiabá, e por viver sempre perto da natureza inspirava-se nela para criar suas poesias. Aprendemos com ele que devemos sempre prestar atenção às árvores, aos passarinhos cantando e a toda a natureza, porque a criação de Deus é maravilhosa, e o nosso papel é cuidar e aproveitar essa criação. Agora estamos indo. Tchau, diário!

Dante V., Rafaella C. A. L. e Yasmin T. B. S. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Q UA RT

SEMANA DE 22... E O C

A Semana de Arte Moderna veio para marcar a brasilidade e valorizar a música Considerando que o objetivo era popularizar a arte, parece contraditória a aus dominante Segundo pesquisas que realizamos, o cordelista Leandro Gomes de Barros, prec tentamento com a ausência do

“O cordel é m que a arte dos os jovens d a língua dos muito antes do modo qu nos grupos do [..

Dessa forma, no ano de comemoração do centenário da Semana de Arte de 1922 acompanhada de sua métrica e rima, possibilitando o conhecimento Como resultado, os alunos conheceram, através de pesquisas, os cordelistas da obras, criando assim um repertório sensível pa

Ei, você, c Desafio a s Vou fazer um Sei que é in Em nosso próx Apresente um co

Professoras: Andréia G., Christiane K. 330

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TO A N O

CORDEL VEIO DEPOIS...

a, a poesia, a pintura, a dança, entre outras manifestações da cultura brasileira. sência do Cordel num evento com a intenção de romper com o padrão estético e na época. cursor do Cordel no Brasil, contemporâneo de Olavo Bilac, registrou seu descono gênero, através de um cordel:

[...] mais moderno s modernistas da fidalguia s cordelistas s, já alertava ue se falava os simbolistas.” ..]

2, surgiu a oportunidade de apresentar aos alunos do 4º ano a estética cordelista, de um repertório linguístico próprio e da cultura popular nordestina. a atualidade, Bráulio Bessa, César Obeid e Mariane Bigio, leram algumas de suas ara suas próprias produções aqui apresentadas.

caro leitor, sua mente, ma proposta, nteligente. ximo encontro, ordel pra gente!

., Josi O., Karine R., Lídia L. e Raquel D. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Q UA

ANO Professoras: Raquel D.

Semana de 22

Ana G. R., André P. T. S., Beatriz D. F., Cecilia dos S. R., Daniel C. F., Da ullia R. de C., João Marcos A. de C., João Vitor B. dos S., Julia A. M., K Maria Luiza F. R., Marina P. V., Matheus de P. L., Matheus L. F. N., Migue la C. L., Thayla 332

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A RTO

O A e Mary Luci A. A. de O.

2... E o cordel?

avi R. de M., Eduardo A. L., Felipe M. P. W., Gabriela C. F. de C. M., GiKarine S. P., Lorena P. dos R., Manuela M. J. R., Maria Fernanda G. M., el M. T. B., Nicolas Q. de F., Pedro de J. D. P, Rafael R. de S. S., RafaeA. D., Vitor R. K. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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O Cordel A literatura de Cordel foi trazida para o Brasil pelos colonizadores portugueses como uma tradição, no Período Colonial. Mas sua origem veio dos trovadores medievais, e se desenvolveu até nossos dias, sendo os cordéis vendidos em feiras, ruas e mercados, pendurados em barbantes. Os cordéis são folhetos com poemas ilustrados com xilogravuras e, em sua maioria, são sextilhas, ou seja, possuem seis versos. Mas isso não é uma regra e pode variar. Aqui no Brasil, ele se tornou muito popular na região Nordeste. Para nós é incrível conhecer e ver nossa cultura através desses poemas, que começaram lá no início dos tempos, entre os séculos XII-XIII, e até nossos dias nos inspiram e registram nossa história e sentimentos. Marina, Rafael e Vitor

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Ilustrado por Vitor


Bráulio Bessa

Ilustrado por Thayla

Bráulio Bessa, conhecido em sua cidade natal como “o neto de Dedé Sapateiro”, nasceu no dia 23 de julho de 1985, em Alto Santo, que fica no sertão do Ceará. Ele começou a gostar de poesia depois que sua professora pediu uma pesquisa sobre Patativa do Assaré, que era um grande e famoso poeta e repentista brasileiro. A partir daí, com 14 anos, começou a gostar muito de poesia. Passou a produzir cordéis e poesias que falam sobre o povo nordestino, sua cultura e luta contra o preconceito, e começaram a ser divulgados na Internet. Em 2012, ele criou o blog “Nação Nordestina”, que ganhou milhares de seguidores. Dessa forma, ele divulgava a literatura de cordel e mostrava sua paixão por tudo que era da cultura popular. Ele se define como um “fazedor de poesias” e ficou superfamoso participando até de programas de TV. Atualmente, seus temas são dramas que vemos sobre a violência e o preconceito, passando pelo cancioneiro sertanejo e pelo amor. Queremos indicar para você algumas obras de Bráulio Bessa. Você irá gostar! Veja nossas dicas e pesquise! Davi, Giullia e João Marcos SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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“Era uma vez um professor!” Um cordel atual, onde Bráulio Bessa fala sobre a luta de um professor que é do povo e quer trazer educação e cultura, através do suor de seu trabalho. Fala sobre a valorização que ele deveria ter e sobre toda sua dedicação para trazer sabedoria e informação. Concordamos com a mensagem desse cordel, pois se valorizarmos mais o trabalho dos professores e tudo o que fazem pelas pessoas, o mundo será mais feliz! Busque esse texto! Leia-o! Você também irá concordar. Escrito e ilustrado por Gabriela, Lorena, Manuela e Matheus N.

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“As três letras de mãe!” Este é um emocionante poema de Bráulio Bessa. Sim, pois ele é um “fazedor de poesia”. De tudo o que pesquisamos sobre ele, esse foi o poema de que mais gostamos. Quando lemos, pensamos em nossas mães e em tudo o que elas fazem por nós. Muito emocionante: “Nas três letras de mãe tem tanto amor que não há quem consiga descrever.” Emocione-se também! Busque e leia: “As três letras de mãe!” Escrito e ilustrado por Beatriz, Eduardo e Maria Luíza

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Ilustrado por Maria Fernanda

Quando a vida bater forte! O que você faz quando as coisas não acontecem como você imagina? Quando estiver em um momento muito difícil, leia este cordel! Ele mostra que você não deve desistir, deve sempre voltar e lutar pelos seus sonhos. Achamos este cordel inspirador e nos fez entender que não podemos desistir jamais. Sempre recomeçar! Leia-o você também! 338

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Maria Fernanda, Matheus L. e Nicolas


Cultura brasileira Para comer muito bem Coma uma mandioca, Também vai ficar feliz. Se tiver tapioca, Sempre é muito boa, Até o índio gosta! Já o esporte mais amado Sabemos com clareza O melhor é o futebol. Pra quem joga com destreza, Esta é a paixão, Disso temos certeza! André, Daniel e Júlia

Ilustrado por Júlia

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Aqui tem diversão A cultura do Brasil Tem muitas brincadeiras, Pode te surpreender, Pega-pega de correr Com comidas e músicas Muito se cansar com os outros

Tem muitas brincadeiras, Pega-pega de correr Muito se cansar com os outros E mais uma vou dizer: Chama-se pular corda E vai virar seu lazer.

Cecília, João Vitor e Pedro

Ilustrado por João Vitor

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Coisas do Brasil Brincadeiras do Brasil, Os esportes do Brasil, Pega-pega e queimada Tem tênis e futebol, E comidas do país, Tem de todos os tipos,

Os esportes do Brasil, Tem tênis e futebol, Tem de todos os tipos, em também o handebol. Todos têm a sua bola Assim como voleibol. Karine, Felipe e Miguel

Ilustrado por Karine

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Mistura b

Esta história é gostosa Tem macarrão e tem pão Quero sempre é mais Pra completar a refeição Tudo fica melhor Com um pouco de açafrão!

Bora cantar... E o seu cordel? É hora de inventar!

Ilustrado

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brasileira

por Rafael

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Q UA

ANO

Professoras: Kar

Semana de 22

Alice L., Ana Clara H., Ana L., Benjamim L., Calebe C., Carlos Eduard Fernando C., Guilherme E., Guilherme W., Kauê L., Levon F., Lorena G P., Melissa V., Rafael W., Ran

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A RTO

O B

rine R. e Mary L.

2... E o cordel?

do T., Clara G. Dan A., Daniela B., Davi T., Davi F., Ester B., Fellipe R., G., Lorenzo B., Luísa C., Luiza V, Manuela V., Maria Eduarda N., Marina nia S., Sophia R., Vinícius M.

SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Obras do Bráulio Bessa O cordelista Bráulio Bessa, chamado de “fazedor de poesia”, adora cordel e já publicou quatro livros: Poesia com Rapadura (2017), Poesia que transforma” (2018), Recomece (2018) e Um carinho na alma (2019). Vamos contar um pouquinho mais sobre Poesia com Rapadura. O livro fala sobre o Nordeste e o quanto é rico. Afinal, essa região é muito magnífica. Esse livro traz uma coleção de poemas falados por Bráulio na TV e assim alguns se tornaram conhecidos em todo o país, porém alguns ainda inéditos. No livro Poesia que transforma, ele abre sua vida para o leitor, ou seja, por meio da poesia conta sobre sua história de vida e sobre fatos que aconteceram quando ainda era menino no Ceará. Sobre a obra Recomece, a correria atual de muitas pessoas acaba deixando o sentimento e os momentos tristes dominarem, mas não devemos desistir nunca! Nesse livro, os poemas nos fazem refletir sobre a vida. Em Um carinho na alma, Bessa apresenta a obra em cordel, mantendo seu estilo de escrever. Traz coisas boas e ruins da humanidade, injustiças e felicidade, desigualdades, mas também a esperança. Escrito e ilustrado por Ana L., Marina P. e Vinícius M.

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Lorenzo conheceu as obras do Bráulio Bessa.


Folhetos de Cordel Só de olhar para os folhetos já sabemos que é um cordel. Normalmente os cordéis apresentam xilogravuras, que são impressões em madeira talhada com imagens que representam o que o texto fala, como: cactos, violões e figuras do Nordeste.

Ilustrado por Luísa C.

Os folhetos eram pendurados em cordas ou barbantes, por isso receberam o nome de “CORDEL”. Os cordéis são escritos com a linguagem usada no dia a dia, incluindo humor e ironia. Nos folhetos, também podem aparecer fotos dos próprios cordelistas. Os folhetos são comuns no Nordeste do Brasil, mas o estilo do cordel cresceu tanto que hoje existe a Academia Brasileira de Literatura de Cordel, localizado no Rio de Janeiro, e assim, o cordel é reconhecido como poesia popular. Ana Clara H., Guilherme W., Luísa C. e Luiza V.

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A Corrida da Vida Nós lemos o cordel do cordelista Bráulio Bessa e vamos compartilhar o que achamos da mensagem que ele passa. Achamos muito importante o que ele escreveu sobre várias situações, como: nessa vida tem que saber viver, pois ela é muito curta; nela aprenda a não ficar com a dor da decepção; aprenda a sentir saudade e aprenda a desviar da inveja e da solidão. No resto do cordel, Bráulio continua falando sobre a vida. Quem ficou curioso pode pesquisar o cordel “A corrida da vida”, de Bráulio Bessa, para conhecer esse lindo texto por inteiro.

Escrito e ilustrado por Calebe C., Dan A., Fellipe R., Fernando C. e Rafael W.

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Fome No cordel “Fome”, do Bráulio Bessa, lemos sobre a miséria e refletimos sobre a mensagem de que todos nós somos iguais e precisamos ter a mesma quantidade de comida. Ele mostra a triste realidade de hoje em dia e que a falta de alimento acontece, também, porque é muito caro. Achamos importante tratar desse assunto, para que as pessoas percebam que essa situação é cruel e errada. Temos certeza de que Deus não se alegra com isso. Então, leiam esse poema para ajudar a pensar em como podemos mudar a condição de fome que as pessoas passam no mundo. Carlos Eduardo T., Melissa V. e Rania S.

Ilustrado por Clara G., Lorena G. e Sophia R. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Redes Sociais Esse cordel trata de um assunto bem atual, as redes sociais. O texto diz que se você apontar um dedo, três se voltarão para o seu nariz. Também fala que o mundo virtual é bem diferente, lá as pessoas têm milhões de amigos, mas se sentem carentes. Outra situação é que as pessoas mostram que são felizes toda hora. Será? Nosso grupo não acredita, porque tem dia que você está triste e até com raiva. Parabéns, Bráulio Bessa, ótima reflexão! E para você que está lendo a nossa opinião, nós recomendamos a leitura deste cordel! Benjamim L., Guilherme E. e Levon F.

Ilustrado por Davi T. e Kauê L. 350

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O dia em família Hoje fomos ao mercado Coisas nós fomos comprar, Quando fomos pra casa, Começamos a jogar. E depois de um tempo, Fomos nos alimentar. O jantar a mamãe fez Para toda a família. Eu, papai e meus irmãos Achamos uma delícia, Logo após fomos dormir, Com bastante alegria.

Escrito e ilustrado por Davi F. Manuela V. e Maria Eduarda N.

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Um dia bem

No almoço A mamãe me Pedi outra E ela me deu Estava uma Comi antes do

Depois, com m Um sorvete Um sorvete Gelado com O meu foi de O dela foi

Escrito e ilustrado por Alice L., D

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m divertido

o de casa e deu feijão, a comida u macarrão. a delícia, o meu irmão.

minha amiga, fui tomar, e gelado, mo o mar. e chocolate, de cajá.

Daniela M. e Ester B.

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ANO

Professoras: Lídi

Semana de 22

Alice G., Amalia L., Ana G., Analiz S., Caio P., Clara B., Clarice S., Clá Laura C., Lígia L., Lucas L., Lucas D., Luiza H., Luna T., Manuela T., M

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A RTO

O C

ia L. e Carolina L.

2... E o cordel?

áudio Y., Enzo Z., Enzo S., Gael R., Heloísa A., Henrique H., Khaled A., Miguel M., Murilo L., Pedro R., Sarah C., Théo B., Vinicius V., Ygor L..

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A Importância do Cordel O Cordel tem uma grande importância para o Brasil, ele é como um grande navio cheio de cargas navegando pelo mar. As grandes culturas se espalham pelo Brasil com suas extraordinárias tradições. O Cordel é muito importante para a cultura nordestina. Ele é como uma engrenagem em uma máquina, e essa peça é fundamental para ensinar lições de vida. Essas lições eram passadas oralmente. A simplicidade do Cordel é importante para todos. Essa literatura diverte desde crianças até idosos, mas não há nenhum segredo, é só um poema. O Cordel nasceu em Portugal. No Brasil, essa cultura ficou mais forte no Nordeste. Essa tradição foi reconhecida como patrimônio nacional e agora é profissão. Há algumas regras para se escrever um Cordel, como: rimas e sextilhas de sete sílabas poéticas. As sextilhas são seis versos, e as rimas funcionam no padrão não rima, rima. Amalia, Lígia e Enzo Z.

Ilustração – Enzo Z. 356

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César Obeid César Obeid nasceu no ano de 1974 e, aos 21 anos, estudou dramaturgia e se interessou pelo jeito de contar histórias por ações e diálogos. Virou, então, contador de histórias, educador e escritor de dezenas de livros. Iniciou a sua pesquisa da literatura de Cordel e repente de viola. Publicou um livro chamado Voz de Cordel, que ganhou o segundo concurso de literatura para todos do MEC, na categoria tradição oral. Ele também realiza espetáculos, encontros com leitores e palestras. Algumas de suas obras que mais se destacam são: Cores da Amazônia, Criança Poeta e Sou um indígena e sou criança. César Obeid também escreve artigos para jornais e revistas. Em 2010, foi homenageado, em um evento chamado “Fazer Literário”. Escrito por Henrique, Lucas D. e Pedro

Ilustração – Lucas L. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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O Cachorro do Menino Esse cordel trata de um menino que queria um cachorro, mas a mãe se recusava a comprar um pet. O menino insistiu muito, então a mãe resolveu adotar um vira-lata, mas o menino queria um cachorro de raça igual ao do amigo. A mãe disse que o cachorro de raça era muito caro. O menino insistiu tanto que acabou convencendo a mãe e ela comprou um cachorrinho para o filho. A história é interessante, o menino queria um cachorro para ficar igual ao amigo. Parece que ele não estava preocupado em ter um animal de estimação, ele só queria ter um cachorro de raça, para se mostrar para os amigos. Quem tem animal de estimação deve cuidar dele com muita responsabilidade e atenção. Escrito por Enzo S., Miguel e Ygor.

Ilustração – Ygor 358

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Vida Na Natureza Esse cordel nos ensina muito sobre a natureza, a beleza e a diversidade, mostra também como não desmatar. Com ele também aprendemos o quanto devemos valorizar a natureza, que Deus nos deu para cuidarmos dela com amor e carinho, para as futuras gerações não terem problemas com o planeta. O autor pensou muito bem ao fazer esse cordel, pois incentiva as pessoas a cuidarem da natureza, valorizando-a para as outras gerações e nos mostrando a beleza da criação de Deus. Escrito por Khaled, Lucas L. e Murilo

Ilustração – Murilo SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Desafios de Cordel Esse texto nos ensina, através de um cordel, como se tornar um verdadeiro cordelista, como escrever as estrofes e como fazer as rimas. Está tudo muito bem explicadinho e é fácil entender. Quem quer aprender a escrever um cordel deve ler esse texto que esclarece, de forma bem fácil, como produzir as sextilhas, as estrofes, os versos e as rimas. É um cordel grande, mas é muito bom de se apreciar e de ler para aprender. Vale a pena tirar um tempo para fazer a leitura e depois praticar até se tornar um cordelista.

Escrito e ilustrado por Alice, Cláudio e Manuela

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Educar e amar Sem a boa educação, Não teremos a bondade. Quem não tem simpatia Traz em seu coração maldade. O amor é sempre incrível E nos protege de verdade. Sem a verdade real, Não vale a pena amar. É preciso ver e pensar, Aprender a caminhar. A verdade é pura, Temos que aproveitar. O amor sempre ajuda E traz aquela bondade De amor e cuidado, Pra preservar a cidade. O amor é bom, eterno, Sem ele temos a maldade. Escrito por Clara, Luna e Vinicius

Ilustração – Clara SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Nossas Adivinhas Vou mandar uma adivinha, Quero ver você acertar! Tem grande, tem pequeno, Vive na água e no mar, Muita gente já usou: Uma ponte para passar. Quero ver você acertar Essa outra adivinha! Ela pode limpar tudo, Ela é engraçadinha, Porque tem pelo maluco: É a bela vassourinha.

No caminh

No caminho Eu pensei e Um poema Todo mundo Peguei cane Pronta para

Eu mostrei par As estrofes Ela deu a re Foi um bo Já a Eleir tam Um espec

Eu voltei pra Pra fazer m A lição es Só preste Depois eu Pra comer a

Escrito por Ana

Escrito e ilustrado por Heloísa, Laura e Luiza 362

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Ilustração


ho da escola

o da escola, em recitar bem legal, o vai gostar. eta e papel, a começar.

ra a professora s do cordel. ecompensa, onito anel. mbém me deu cial troféu.

a minha casa minha lição, stava fácil, ei atenção. fiquei livre arroz, feijão.

a, Analiz e Sarah

o – Sarah

Copa 2022 Hoje teve um sorteio, Lá na minha boa escola, A gente tirou o Catar Que não joga muita bola. Ficamos desapontados, Tirar o Catar não rola. Foi melhor que a Argentina, Pois são rivais da nossa Nação. Eu queria assistir a uma final Com a nossa seleção. Eu estava esperando Honrarem nosso “Brasilzão”. Ao sair da nossa escola, Fomos comprar figurinhas, As que são da nova Copa E vimos umas vendinhas, Eles tinham o Neymar, Demos todas as moedinhas. Escrito por Caio, Clarice, Gael e Théo

Ilustração – Clarice SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Q UA

ANO

Professoras: Christiane

Beatriz K. H. C., Bento A., Christofer M. J., Davi N. M., Davi S. S., Eman Q. L., Rebeca E. A., Rogerio R. 364

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A RTO

O E

e K. e Mariana C. H. M.

nuela S. O., Felipe B. A., Gabriel L. S., Lorenzo R. S., Otavio M. F., Pedro V. M., Sabrina M. C., Sofia P. P. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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APRESENTANDO OBRAS DE CESAR OBEID Cesar Obeid foi premiado pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil. Ele é autor de mais de 30 livros para jovens e crianças. Aqui neste texto escreveremos sobre algumas obras que conhecemos e pesquisamos. O livro Cordelendas - Histórias Indígenas em Cordel nos conta sobre as histórias indígenas e dos povos tradicionais do Brasil. Essas histórias são muito antigas e foram recolhidas por pesquisadores e antropólogos que queriam conhecer os costumes e as histórias dos povos nativos. O livro Minhas rimas de cordel é repleto de cordéis com ditados populares, adivinhas e a História da Velhota Fofoqueira. Nesse livro encontramos cordéis em forma de charada. Outra obra de Cesar em que podemos encontrar os cordéis se chama Desafios de Cordel, em que são apresentados poemas de cantadores repentistas. As ilustrações incluem a xilogravura. Cesar Obeid escreveu O menino de muitas caras, Abecedário de Aromas, Poesia é escutar o que poucos podem ouvir e muitas outras obras. O escritor também escreveu peças de teatro e escreve para jornais e revistas. Escrito por Gabriel e Pedro

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CULTURA NORDESTINA – INSPIRAÇÃO PARA CORDÉIS

A cultura nordestina é representada através do modo de vida do povo do Nordeste e o cordel faz parte dessa cultura. Os cordéis nos contam muito das tradições nordestinas. Uma das características do povo do Nordeste é seu linguajar informal. As festas também são eventos marcantes típicos do Nordeste. Nas letras de cordéis encontramos sobre as festas juninas, Reisado, poesia popular e artesanato. O frevo é uma dança acrobática, também descrita em cordéis. A cultura do Nordeste apresenta características herdadas da interação da cultura dos colonizadores portugueses, dos negros e dos índios. Todos os conhecimentos em artes, crenças, cultos religiosos, literatura popular, dança e hábitos podem ser encontrados nas letras dos cordelistas. Esses hábitos foram passados de geração em geração. Escrito e desenhado por Bento e Felipe

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VOCÊ CONHECE O NORDESTE?

A região Nordeste é composta pelos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Você sabia que as pessoas nascidas nos estados da Região Nordeste do Brasil são chamadas de Nordestinos? Agora vamos contar sobre a cultura do Nordeste que é muito variada. O elemento mais forte da cultura nordestina é o cordel, um gênero literário. Para fazer um cordel precisamos pensar em rimas. Eles são escritos em livrinhos que são colocados em um varal. Na culinária você pode provar o acarajé, que tem origem africana, o vatapá, moqueca, buchada de bode, baião de dois, caranguejo, paçoca de carne e caruru. As vendedoras dessa culinária costumam usar roupas com detalhes coloridos, saias rodadas e batas. É importante lembrar que cada região do Nordeste possui uma característica específica. Não poderíamos deixar de contar sobre as brincadeiras, algumas delas são Ordem, Baleado, Bila, Casarão, Chicotinho Queimado e outras. Escrito e lustrado por Emanuela e Sabrina 368

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PREFERIDOS DO LIVRO - MINHAS RIMAS DE CORDEL Cesar Obeid escreveu muitos livros e charadas em forma de cordel. Um dos cordéis de que nós gostamos foi o que conta da má sorte e da sorte. Ele fala que quando apontamos para as estrelas nasce uma verruga no dedo. Nós sabemos que nada depende da sorte e que também não é real, mas demos boas risadas. Outro cordel de que gostamos foi o da Velhota Fofoqueira, que é muito bom e conta que uma velhota só sabia fofocar e que seu marido não gostava disso. Quando ele finge pôr ovos de pato, a velhota fofoca para a cidade inteira. Então, uma multidão vai até a casa deles, inclusive os jornalistas. Quando lemos esse cordel, ficamos chateados com a velha, porque ela fofoca muito. Apesar disso, esse cordel é muito divertido, por isso indicamos para todas as idades. Na obra Minhas Rimas de Cordel, Cesar Obeid apresenta o cordel para as crianças de uma maneira alegre e inusitada. Escrito por Davi N. M. e Lorenzo

Ilustrado por Lorenzo SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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DITADOS POPULARES E CHARADAS

Ilustrado por Rebeca e Rogério

Cesar Obeid escreveu muitos cordéis. Um dos livros de que nós mais gostamos é intitulado Minhas rimas de cordel. Nós gostamos bastante desse livro, pois César escreve com clareza, de um jeito bastante informal. Nesse livro, aparecem vários ditados populares, contados em forma de cordel. O ditado que mais nos interessou fala, com bastante animação, da alegria do pobre, que dura pouco. Recomendamos apenas para as crianças maiores de 6 anos, porque as crianças menores podem não entender os ditados. O livro traz também as adivinhas, que são várias charadas contadas em cordel. A que mais ficou na mente foi a seguinte: “Nasce bem grande, sem perfume ou perfumada e morre bem pequena”. No final, descobrimos que era uma vela. Amamos, pois tem umas difíceis e outras bem fáceis. Nossa opinião é que as adivinhas podem ser para todo público, pois é algo cômico, que desperta o interesse do leitor. O livro Minhas rimas de cordel é incrível. Escrito por Rebeca e Otavio 370

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MULTIDÃO Vou falar pra toda gente Sobre a cultura do cordel. E essa moça aqui do lado, Azul claro é seu anel. Ei, menino, lá da frente! Eu gostei do seu chapéu. Digo aqui pra todo cabra E também pra multidão. Estou aqui, você está lá, Pego já o meu violão. Ei, você que está no fundo! Ouça o verso com atenção. Escrito por Christofer e Davi S.S.

Ilustrado por Davi S.S. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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COMO FAZER

Vou ensina Como se faz Para fazer um Pegue cane Você está ach Ideias não ca

O meu cordel Minha história Peguem cadei Que agora v O povo está O meu desti

Escrito e ilustrado p 372

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R UM CORDEL

ar pra você z um cordel. m rascunho, eta e papel. hando difícil? aem do céu.

l está pronto, a vou contar, iras ou bancos vou recitar. aplaudindo, tino é rimar.

por Beatriz e Sofia SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Q UA

ANO Professoras: Andréia

Ana Beatriz S. C., Artur L. G., Bernardo B. G. S., Daniel G. L., Emanue João Francisco T., João Pedro M., Lara de Paula M 374

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A RTO

O F G. e Mariana C. H. M.

el A. F., Gabriel L. B., Gabriel S. D., Geovanna C. C. M., Isabelle A. P. S., M. L., Maria Luiza G. F., Mayana K. T. S., Rafael B. C. S. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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APRESENTANDO A CORDELISTA MARIANE BIGIO

Mariane Bigio é uma cordelista pernambucana. Essa grande artista nasceu no dia 16 de dezembro de 1987, em Recife – PE. Mari Bigio, como costuma ser chamada, é formada em Comunicação Social, Rádio e TV, pela grande Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Iniciou no mundo do cordel em 2007. Considera a literatura de cordel como um grande lugar, onde cada um pode criar sua história. Mari Bigio declamava seus cordéis nos mercados públicos. Em 2008, criou um grupo com suas amigas, chamado Vozes Femininas (curiosidade: um ano depois dela começar a fazer cordel, ela fundou esse grupo). Os nomes dessas amigas são: Susana Morais, Cida Pedrosa e Silvana Menezes. O grupo apresenta recitais, inclusive para as crianças. Mari Bigio ingressou na literatura infantojuvenil em 2012, com uma coletânea de cordéis para ler e colorir e recebeu prêmio do Ministério da Cultura por essa obra. Mari e Mila Bigio, sua irmã, apresentam o Projeto Cordel Animado com apresentações de cordéis para crianças. Escrito e ilustrado por Artur e Emanuel 376

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XILOGRAVURA A xilogravura é uma gravura na madeira, em que o artesão usa um pedaço de madeira para talhar. Ele deixa a gravura em relevos nesse pedaço de madeira e os pinta. Depois o artesão usa uma prensa para apertar o papel na madeira e revelar o desenho. Algo muito interessante é que o desenho sai exatamente ao contrário do que foi talhado na madeira. Existem dois tipos de xilogravura: a xilogravura de fio (também conhecida como madeira à veia) e a xilogravura de topo e se distinguem pelo modo como se corta a madeira da árvore. Na xilogravura de fio, a árvore é cortada no sentido do crescimento e, na xilogravura de topo, a árvore é cortada no sentido transversal. A xilogravura é extremamente popular no Nordeste do nosso país, onde estão os mais populares xilógrafos (ou xilogravadores) brasileiros. A xilogravura era muito utilizada para ilustrar textos da Literatura de Cordel. Alguns cordelistas também eram xilogravadores, como o pernambucano J. Borges (José Francisco Borges). A arte da xilogravura também tem sido aplicada em peças de azulejo, reproduzindo desenhos de menor dimensão.

Escrito e ilustrado por João F. e Rafael SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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OS NOSSOS CORDÉIS PREFERIDOS ESCRITOS POR MARI BIGIO Eu conheci vários cordéis da Mariane Bigio, tais como Um cordel para muitos chapéus, Bagunça de brinquedos, A história da Dona Baratinha, Marmelo, o jacaré banguelo. Mas eu prefiro o cordel Lampião, lá do sertão, porque é uma linda história de amor e também porque Lampião ajudava os pobres e era um “cabra” muito corajoso. Escrito por Ana Beatriz

Dos cordéis da Mariane Bigio, o meu preferido é o cordel Bagunça de brinquedos. Eu gostei desse cordel, porque mostra que cada um tem a sua opinião e que cada um dos brinquedos tem o seu valor, cada um tem o seu dom e não há preferência. Escrito e ilustrado por Daniel

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Eu gostei de todos os cordéis da Mari Bigio que eu conheci, mas o que eu mais gostei foi o cordel Marmelo, o jacaré banguelo, porque em vez da mocinha se apaixonar pelo menino, ela se apaixonou pelo jacaré Marmelo. Escrito e ilustrado por Gabriel L.

Eu gostei do cordel da Dona Baratinha, feito pela Mari Bigio, por causa do sotaque e dos sons feitos pelos instrumentos tocados por sua irmã, Mila Bigio. Também gostei dos animais querendo se casar com a Dona Baratinha e do preá que ia se casar com ela, mas foi o almoço do “casamento”. Escrito e ilustrado por Gabriel D. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Achei muito legal Um cordel para muitos chapéus, pois os diferentes tipos de chapéus são bem divertidos, portanto, engraçados, e me fizeram rir. O boné é meu chapéu favorito, pois a parte de trás dele é um “SUS”, que significa que ele aparece em um dos jogos que eu jogo, no personagem de que eu gosto. Escrito e ilustrado por João Pedro

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Eu gostei do Cordel mais nojento do mundo, da Mariane Bigio, porque eu acho muito engraçado o jeito como ela conta a história. Eu também acho os outros cordéis dela muito interessantes, mas esse é o cordel dela de que eu mais gosto. Escrito e ilustrado por Mayana

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A AMIZADE EM CORDEL Entre amigos sempre tem Uma linda amizade, Que faz com que amigos Tenham integridade, Além de sempre terem Uma grande bondade. Para os amigos verdadeiros, Sempre há a amizade E pros amigos velhos, Sempre tem a lealdade. E em uma amizade Também tem a igualdade.

Escrito e ilustrado por Lara e Maria Luiza

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O CORDEL DA AMIZADE Existe uma palavra Que dentro tem bondade, Fica lá no coração, A palavra é lealdade. Em todos os momentos, Tenho nossa amizade. Quando aqui cheguei, Nessa nova cidade, Vi você e percebi Toda nossa igualdade. Agora que vi como Amo a nossa amizade.

Escrito e ilustrado por Geovanna e Isabelle

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Q UA

ANO

Professoras: Raimunda Josil

Semana de 22

André R. P., Bruna B. A., Cecilia B. F., Clara L. C., Davi P. S., Eduardo Maria Luiza P. M., Marina A. A., Pedro C. A., Pietro D. M 384

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A RTO

O G

lene Q. O. e Mariana C. H. M.

2... e o Cordel?

K. H. C., Elisa M. H. F., Enzo V.S. B., Henrique A. H., Leticia Maria S. P., M. F., Xuantong L., Yzadora Valentina V. S., Zoey P. G. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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APRESENTANDO OBRAS DE MARIANE BIGIO Mariane Bigio possui diversos títulos publicados para crianças e adultos como a Coletânea O Que Sou Eu?, de Cordéis Infantis para Ler e Colorir, Passeio Ecológico Pelo Recife (infantil) – Coletânea Arrecifes de Cordel Movimentos Sociais Vol.1, A mãe que Pariu o Mundo – Coleção Leandro Gomes de Barros. Além de diversos Cordéis para adultos e crianças, Mari Bigio possui alguns livros infantis publicados, como por exemplo Dentro do Bucho, Um Bicho!, Hortência, O Baú de Surpresas e O Quebra-Nozes em Cordel. Foi premiada algumas vezes e contemplada com o Prêmio Mais Cultura de Literatura de Cordel. Ficou em 3º lugar no concurso de poesia ao vídeo da Fliporto/2010, com o videopoema Corpo Urb, 3º lugar da Recitata do Festival Recifense de Literatura 2008, em parceria com a poetisa Susana Morais, 4º lugar da Recitata do Festival Recifense de Literatura 2007.

Escrito e ilustrado por Cecília, Enzo, Pietro e Zoey 386

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CURIOSIDADES SOBRE O CORDEL Os primeiros folhetos surgiram com a invenção da imprensa, por volta de 1940. Nessa época, os textos ainda não tinham formato de livrinhos encadernados, suas folhas eram soltas. Por isso, em Portugal, ganharam o nome de folhas volantes. Na Espanha, ficaram conhecidas como Piegos Sueltos e, na França, como Ittérature dcolportage. A tradição dos trovadores e folhetos chegou ao Brasil e ganhou força no Nordeste brasileiro. Foi no século XIX que a literatura de cordel adquiriu a forma que conhecemos até hoje: livrinhos encadernados e histórias contadas em estrofes de seis versos, a sextilha. O tradicional livro de cordel mede cerca de 10x16cm e tem geralmente 8, 16 ou 24 páginas. Eles não trazem ilustrações em seu interior, mas as capas costumam mostrar gravuras feitas em xilogravuras. Outra característica do cordel é a forma como o autor assina a sua obra por meio de um ACRÓSTICO nos últimos versos do folheto.

Escrito e ilustrado por André, Maria Luiza, Pedro e Yzadora SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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A HISTÓRIA DO CIRCO EM CORDEL A história do Circo em Cordel foi escrita por Mariane Bigio, mais conhecida como Mari Bigio, e faz parte da literatura infantil. O cordel conta a origem do circo, na Inglaterra no século XVIII, quando um “militar reformado com um cavalo treinado mudou o formato da apresentação”. Ainda aborda a história do circo no Egito, na antiguidade. Foi no século XIX que chegou ao Brasil e se espalhou, e a população cigana se apropriou da caravana do circo. Atualmente os circos estão em redes, como televisão, e vivem em constante renovação. Essas são algumas partes que escolhemos para representar o cordel e demonstrar o quando gostamos dele. Pudemos aprender sobre a história do circo de uma maneira divertida e rimada.

Escrito e ilustrado por Bruna e Elisa

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A BAGUNÇA DOS BRINQUEDOS O cordel A bagunça dos brinquedos foi escrito por Mariane Bigio e também faz parte da literatura de cordel infantil. A autora retrata um baú cheio de brinquedos fazendo uma enorme confusão, porque um brinquedo se achava melhor do que o outro, como o Mané Gostoso, o Pião, a Peteca, o Ioiô, o Rói-rói e por fim o Cata-vento. Gostamos desse cordel porque traz a característica de cada brinquedo e mostra o valor de cada um, “não existe essa coisa de um ruim e outro bom”, que é como Mari Bigio finaliza o cordel. Foi muito divertido fazer a leitura e o processo de ilustração.

Escrito e ilustrado por Henrique, Letícia e Xuantong

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UMA VIAGEM AO NORDESTE Visitei o Nordeste, Então me surpreendi. Vi um cacto todo complicado, Com um espinho afiado e depreendi, Não toque nele não, pode machucar! Foi o que eu ouvi. =Com muita fome segui adiante, Com a barriga toda agitada, Um restaurante avistei. Tinha uma garçonete arretada, Que logo me passou o cardápio E pedi uma excelente panelada. Da janela do restaurante, Avistei um moço vestido de lampião, Com a cara muito fechada, Parecia estar arrumando confusão, Mas no fundo o rapaz Tinha um enorme coração.

Escrito e ilustrado por Clara e Marina 390

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COPA DO MUNDO NO CATAR À Copa do Mundo vou assistir E vai ser lá no Catar, Vai acontecer dentro de um mês, O Brasil, o Hexa vai ganhar. Já jogou na Rússia e na África, Mas o Catar é um belo lugar. Essa copa vai dar o que falar, A agitação já começou, O álbum vou completar, Todo mundo se atiçou Com a brilhante do Neymar, Alto nível a Copa alcançou.

Escrito e ilustrado por Davi e Eduardo SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Q U I N TO

SEMANA DE 22, CE

“As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam (Salmo

A Semana de Arte Moderna de 1922 celebra neste ano o seu centenário e este evento, ao longo das aulas de Língua Portuguesa, História, Artes e Mú identificar suas principais características

Cada turma ficou responsável pela pesquisa de um artista que marcou a Se canti, Mário de Andrade e Tarsila do Amaral foram escolhidos e trabalhad o contexto histórico, social e artístico da época, por meio de textos, obras de forma lúdica o modernismo brasileiro. Utilizamos, para nossos registro diário, HQ e biografia. Além do registro escrito, os alunos puderam solta

A Semana de Arte Moderna foi uma manifestação artístico-cultural que te pal de São Paulo serviu de palco para diversas apresentações e inov

Acompanhe o trabalho primoroso de nossos alunos e fique por dent

Boa le

Professoras: Danielle Cardoso, Fabiana Mara Ferreira Martinovich, Mariana Car Almeida, Siomara Felomeno, Stella Della To

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O ANO

EM ANOS DEPOIS!

agradáveis na tua presença, Senhor, rocha minha e redentor meu!” o 19:14)

e, por isso, os alunos dos 5ºs anos puderam, como forma de homenagear úsica, conhecer o movimento da Semana de 1922, o seu contexto histórico, s, além de alguns de seus protagonistas.

emana de 22: Manuel Bandeira, Anita Malfatti, Heitor Villa-Lobos, Di Cavaldos em nossos encontros. A primeira etapa de nosso trabalho foi conhecer s literárias e fotos do evento. Posteriormente, pudemos refletir e repensar os, os gêneros textuais trabalhados em sala de aula: depoimento, notícia, ar a imaginação e ilustrar os textos inspirados pela temática modernista.

eve como foco principal a exaltação da cultura brasileira. O Teatro Municiovou o campo da música, do teatro, das artes visuais e da literatura.

tro desse importante e respeitado momento cultural de nosso país.

eitura!

rdozo Herscovici, Mary Luci Ávila Antunes de Oliveira, Sandra Regina Moreira de orre Vilela e Silva, Viviani Massad de Aguiar.

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QUIN ANO

Professoras: Stella Della Torre Vilela e Sil

A Semana de 22 e os principais artistas da época foram assuntos abordados n este ano o centenário desse evento tão significativo para a arte e para a cult Manuel Bandeira e de sua famosa poesia: ”Os sapos”, o que deu origem aos e diário, biografia, depoimento, notícia de jornal e história em quadrinhos. Aprec parar, na ocasião, com tão diferente arte, n

Alice F. P. C., Aline P.W., Caio F.Q., Davi F. L., Déborah N. S., Felipe P. F., Guilhe to S. S. N., Lucas K. H. C., Lucas P. F., Manuella M. Q., Marcos Paulo C. M., Ma Luiz A. M., Murilo José A. P., Nicolli C. I., Pedro Antonio S. C., Pedro Henriqu 394

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N TO O A

lva e Mary Luci Ávila Antunes de Oliveira

nas aulas de Língua Portuguesa, Artes e Música, uma vez que comemoramos tura de nosso país. Coube à nossa turma conhecer um pouco mais do poeta escritos que aqui se apresentam registrados em diferentes gêneros textuais: ciem os trabalhos! Contrariamente às vaias externadas pelo público ao se denossas crianças merecem muitos aplausos!

erme K. V., Guilherme O. S., Isabela N. P., João Pedro C. R., José AugusMaria B. G., Maria Rafaela R. L., Mariana S. C., Miguel Augusto O. S., Miguel ue M. S., Pedro S. F. C., Pietro K. F., Quezia G. S. M., Radja G. S., Sophia V. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Recife, 30 de agosto de 2022. Querido diário, Hoje foi um dia superlegal, porque eu visitei a estátua de Manuel Bandeira, na Rua da Aurora, aqui mesmo em Recife. Lá, havia uma moça que me contou sobre a vida dele. Ela falou que ele nasceu em 19 de abril de 1886 e faleceu na cidade do Rio de Janeiro, em 13 de outubro de 1968, aos 82 anos, eu fiquei chocada! Ela sabia tudo sobre Manuel Bandeira! Contou que ele possuía uma doença chamada tuberculose, por causa disso teve que deixar seus estudos para ir à Suíça em busca de tratamento. Aprendi que Manuel Bandeira, além de poeta, era também jornalista, redator de crônicas, tradutor, integrante da Academia Brasileira de Letras e também professor de História da Literatura no Colégio Pedro II e de Literatura Hispano-Americana na Faculdade do Brasil, no Rio de Janeiro. Ele escreveu vários livros de poemas, um deles foi “Os sapos”, lido no Teatro Municipal de São Paulo, mas não por ele e sim por Ronald de Carvalho. Esse poema, ao ser declamado, foi vaiado, pois criticava o modo como os parnasianos escreviam; eles só se importavam com a beleza da estrutura. Por causa disso, houve muitos burburinhos e confusão. Queria muito ter estado lá nesse dia, diário, para ouvir seu texto. Por hoje é só! Espero que amanhã tenha mais novidades para te contar. Boa noite!

Escrito por: Alice, Aline e Déborah 396

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A BIOGRAFIA DE MANUEL BANDEIRA Manuel Bandeira foi um dos mais importantes poetas da literatura brasileira. Ele nasceu no dia 19 de abril de 1886, em Recife, e faleceu na cidade do Rio de Janeiro, aos 82 anos, no dia 13 de outubro de 1968. Ele precisou deixar seus estudos em busca de tratamento para sua tuberculose, que foi adquirida aos 17 anos. No ano de 1917, após sua recuperação, ele retornou ao Brasil e publicou seu primeiro livro de poesias: Cinzas das horas. Alguns anos depois, o poeta participou da Semana de Arte Moderna de 1922, por meio de Ronald de Carvalho, que leu o seu poema “Os sapos”, causando vaias e confusões. Bandeira escreveu muito sobre temas relacionados a recordações da infância. Além de escritor, também era jornalista, redator de crônicas, professor de literatura, tradutor. Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho é um grande nome da cultura brasileira e esta é a história de sua vida.

Escrito por: Maria Rafaella, Pedro C. e Radja SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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A amizade é como flores... Em um dia de aula, a nossa professora Stella começou um projeto sobre a Semana de Arte Moderna de 1822, pois este ano se comemora os 100 anos desse evento tão importante para a arte e cultura brasileira. Com esse trabalho, nós aprendemos sobre um dos modernistas que se destacaram, o poeta Manuel Bandeira.Ele tinha um pensamento muito poético que era: “A amizade é como flores, não podemos deixar de regá-las, mas também não podemos regá-las muito”. Nós entendemos dessas palavras muito interessantes de Manuel Bandeira que se nós formos muito ciumentos e desejarmos os nossos amigos só para nós, a amizade pode se tornar desagradável e enjoativa para o outro; mas se não mantivermos os laços de amizade, ela poderá se tornar fria e se perder aos poucos.

Escrito por: Felipe F., Lucas C. e Pietro 398

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5ºs ANOS DO MACKENZIE FAZEM UM SARAU EM HOMENAGEM À SEMANA DE ARTE MODERNA Ontem, 11, alunos do 5º ano do Colégio Presbiteriano Mackenzie de São Paulo fizeram uma homenagem em comemoração do centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, apresentando-se ao 4º ano, no pátio da escola. Um aluno de cada classe dos 5ºs anos se caracterizou de Manuel Bandeira, explicando o que foi a Semana de 22. Os outros alunos usaram máscaras de sapo em homenagem à sua poesia “Os sapos”. Para finalizar o evento, as crianças cantaram uma música que relatava a importância dessa semana para a cultura brasileira.

Escrito por: Davi, Lucas P. e Murilo SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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5ºs ANOS DO MACKENZIE FAZEM UM SARAU EM HOMENAGEM À SEMANA DE ARTE MODERNA No pátio do Colégio Mackenzie, ontem, 11, os alunos dos quintos anos fizeram um sarau em homenagem ao poeta Manuel Bandeira, pois comemoravam o centenário da Semana de 1922. Alguns alunos explicaram o que foi a Semana de Arte Moderna. Já outros representaram Manuel Bandeira, comentando especialmente sobre o poema “Os sapos”. As crianças usavam uma máscara de sapo, feita por elas mesmas, enquanto declamavam a poesia do autor. Para completar a homenagem, os alunos cantaram uma música sobre a Semana de 22, composta por uma professora e musicalizada pelo professor de música do colégio.

Escrito por: Guilherme V. e João Pedro

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QUEM FOI MANUEL BANDEIRA? Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho nasceu no ano de 1886, no dia 19 de abril, em Recife, Pernambuco. Foi um dos poetas mais importantes da literatura brasileira. Além disso, foi jornalista, redator de crônicas, tradutor, integrante da Academia Brasileira de Letras, professor de História da Literatura no Colégio Pedro II e de Literatura Hispano-Americana na faculdade do Brasil, no Rio de Janeiro. Com seus dezessete anos, descobriu a tuberculose; dez anos depois, saiu do Brasil para a Suíça à procura de tratamentos, ficando internado no sanatório de Clavadel. Ao voltar ao Brasil, publicou seu primeiro livro chamado Cinza das horas, no ano de 1917. Bandeira foi um dos grandes integrantes da primeira geração modernista, tendo participado da Semana de Arte Moderna, no ano de 1922, com o poema “Os sapos”, lido por Ronald de Carvalho. Por conta de uma hemorragia gástrica, aos 82 anos, em 13 de outubro de 1968, no Rio de Janeiro, Bandeira faleceu. Ele se foi, mas nunca será esquecido, pois suas obras marcaram história.

Escrito por: Nicolli, Quezia e Sophia

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16 de fevere Querido Estou desolado com os acontecimentos do Teatro Municipal no pessoas gostem e que sejam lembrados os tex Vi nos jornais que Ronald de Carvalho me representou muito be Eu sinto que as minhas poesias e livros, jun Espero que dê tudo certo e que as próximas apresentações Boa noit Manuel

Escrito por: Caio, José A

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reiro de 1922 o diário, o dia de hoje, pois houve vaia. Espero que tudo melhore e que as xtos e a arte dos modernistas, inclusive os meus. em ao ler o meu poema “Os sapos” e estou muito orgulhoso dele. nto com as obras modernistas, serão impactantes. sejam boas eque as pessoas entendam as nossas propostas. te, diário. Bandeira

Augusto e Pedro Antonio

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Escrito por: Mariana, Mig 404

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guel Luiz e Pedro Henrique SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Escrito por: Mariana, Miguel Luiz e Pedro Henrique SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Escrito por: Guilherme O., Marcos Paulo e Miguel Luiz

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QUI ANO

Professoras: Danielle Cardoso e M

Os alunos do 5º ano B pesquisaram a vida e a obra da grande artista modern 1922. Apresentamos aqui alguns textos elaborados pelos alunos a respeito da nossos registros os gêneros textuais trabalhados em sala de aula: depoimen Boa le

Arthur F. M. R., Beatriz F. M., Bianca de A. P. P., Brenda M. O., Caetano P. C., Cri briela O. L., Giovanna V. J., Heitor A. H. S., Henrique de C. L., Isabella B. F., Izabe S. Z., Lucca B. A., Luiz Henrique P. P. B. G., Manuela R. C., Manuella da R. B 410

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N TO O B

Mary Luci Ávila Antunes de Oliveira

nista Anita Malfatti, importante representante da Semana de Arte Moderna de vida dessa mulher, marco da arte e da cultura de nosso país. Utilizamos para nto, notícia, diário, HQ e biografia. Conheça um pouco mais da nossa história. eitura!

istian S. S. M., Diego F. N. da S., Enzo M. D., Esther S. L., Gabriel B. R. de A., Gael Z. das N., Joana da F. L. C., João M. de S., João Vitor A. T., Júlia K. P., Kevin B., Manuella L. M., Marina Z. S. B., Otávio M. P., Pietro B. D., Sarah A. G. F. M. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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EXPOSIÇÃO DE PINTURA MODERNA SEGUNDO MONTEIRO LOBATO Hoje, 15 de dezembro de 1917, fui visitar a “Exposição de Pintura Moderna”, de minha amiga Anita Malfatti, e fiquei chocado com o que vi. As pinturas que ela fez ficaram muito esquisitas e diferentes de nossa cultura. Minha amiga enlouqueceu, pois, agora, suas pinturas estão muito desiguais. Antes de sua viagem para Berlim, as pinturas eram mais clássicas. E agora? O que aconteceu com ela? Eu discordo do estilo dessas pinturas e fui até chamado pelo jornal O Estado de São Paulo para escrever um artigo sobre o que vi. Dei ao meu artigo o seguinte título: “Paranoia ou mistificação?” e fui para casa muito irritado com esses modernistas. Será que eles mudaram o jeito de ver o mundo? Espero que não, pois o mundo moderno me assusta.

Escrito por Enzo, João Vitor e Kevin 412

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PINTORA É HUMILHADA EM SUA PRIMEIRA EXPOSIÇÃO Pintora Anita Malfatti foi humilhada em sua primeira exposição. O escritor Monteiro Lobato não gostou do estilo da artista e escreveu uma crítica ao modernismo. Anita Catarina Malfatti estava apresentando suas obras modernistas na “Exposição de Pintura Moderna”, quando foi humilhada. Suas obras foram altamente criticadas, principalmente pelo “Pai da arte”, Monteiro Lobato. Após o ocorrido, Anita disse estar desanimada para continuar seu trabalho. Monteiro Lobato viu as telas da jovem artista, que voltava de um período nos Estados Unidos, e ficou horrorizado. Lobato escreveu sua crítica no jornal O Estado de São Paulo, cujo título era “A Propósito da Exposição de Malfatti”. Nessa crítica, Lobato comparou o trabalho de Anita àqueles realizados em manicômios. Suas telas expostas apresentavam influências do modernismo que Anita viu na Alemanha e em Nova Iorque. Dentre as telas que estavam nessa exposição, vimos:

O Farol (1915) O Homem Amarelo (1917) A Boba (1916) A Onda (1917) Tropical (1917)

Escrito por Esther e Sarah

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PINTORA ANITA MALFATTI É CRITICADA APÓS SUA PRIMEIRA EXPOSIÇÃO A pintora Anita Catarina Malfatti foi criticada em sua primeira exposição. O público espantou-se com as suas pinturas “estranhas” e “feias”. Monteiro Lobato criticou Anita Malfatti e a forma de expressar sua arte. Anita se sentiu ofendida com a crítica de Monteiro Lobato e decidiu parar com seu trabalho por um tempo. Esse evento tornou-se um marco do movimento modernista no Brasil e está chocando muitas pessoas de mentalidade provinciana que, de certa maneira, não estão preparadas para compreender a inovação estética expressada na arte dos modernistas.

Escrito por Brenda e Giovanna 414

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O DIÁRIO DE ANITA São Paulo, 13 de fevereiro de 1922. Querido Diário, Amanhã será um dia muito especial para mim, porque farei uma exposição no Teatro Municipal. Espero que seja melhor do que a exposição de 17, porque lembro que recebi muitas críticas. Monteiro Lobato fez uma crítica tão horrível dirigida a mim que estou até nervosa em fazer essa exposição. Mas... vida que segue, porque os quadros não podem esperar. Por hoje é só, preciso me preparar psicologicamente. Até logo,

Escrito por Beatriz, Gabriela e Manuela SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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O DIÁRIO DE ANITA São Paulo, 14 de fevereiro de 1922. Querido Diário, Hoje foi meu primeiro dia de exposição e foi muito difícil, pois percebi a reação de espanto que as pessoas tiveram, ao verem as minhas obras. Não poderei contar detalhes, porque estou muito ocupada com meus quadros. Até breve,

Escrito por Beatriz, Gabriela e Manuela 416

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O DIÁRIO DE ANITA São Paulo, 18 de fevereiro de 1922. Querido Diário, Hoje foi o último dia de exposição, e eu me senti satisfeita com minhas obras, mas fiquei insatisfeita com as críticas que recebi do público. Eu e vários artistas apreciamos a arte moderna, porém o público não entendeu que isso era arte. Eu acho que, assim como eu, os artistas se sentiram muito mal com as críticas do público. Tirando todas as críticas, gostei muito da exposição. Sei que não devo ligar para isso. Então... foi isso, até a próxima exposição. Beijos,

Escrito por Beatriz, Gabriela e Manuela SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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EXPOSIÇÃO DA ARTISTA ANITA MALFATTI CHOCA O PÚBLICO

Na última quarta-feira, a artista Anita Malfatti fez uma exposição com várias de suas obras. Muitas pessoas gostaram de seu trabalho, mas outras criticaram suas obras modernas. Quem mais as criticou foi Monteiro Lobato. Isso prejudicou muito a artista (ela quase desistiu de pintar), que ficou desanimada para expor novamente suas telas. Mas a parte boa foi que essa exposição se tornou uma das mais importantes do Modernismo no Brasil, e ela tem influenciado outros artistas brasileiros. Suas obras possuem traços cubistas e expressionistas, além de elementos da cultura brasileira. Anita Malfatti tem influenciado a cultura brasileira, e é considerada uma artista precursora do Modernismo no Brasil. Escrito por Bianca, Luiz Henrique e Heitor

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Algumas de suas obras expostas: O Farol (1915), Tropical (1917), A Lenda (1917). Visite a exposição dessa importante artista plástica brasileira.

Escrito por Caetano, Cristian e Henrique

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SEMANA DE ARTE MODERNA São Paulo, 13 de fevereiro de 1922. Querido Diário, Hoje será um dia muito importante para mim: minha primeira exposição com os modernistas! Fico imaginando como será! Tchau! Em breve trarei novidades. Beijos, Anita (11:30) Diário, Acabei de chegar ao Teatro Municipal, e minha exposição será um sucesso! Vi na parede as artes que fiz... O Farol, O Homem Amarelo, A Boba, Samba, entre outras obras... Volto depois da minha exposição. Beijos! (Espero que dê tudo certo!)

Escrito por Izabel, Manuella M. e Marina 420

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São Paulo, 14 de fevereiro de 1922. Diário, Acho que não entenderam meu jeito de pensar, nem o de meus colegas. Foi horrível, pois fomos vaiados, julgados e nos chamaram de malucos, acredita? Até mais, Anita.

São Paulo, 18 de fevereiro de 1922. Diário, Desculpe-me por não escrever muito esses dias, é que estou sem ânimo depois das críticas que recebi sobre minha exposição. Aliás, hoje é o último dia dela. Espero que as pessoas no futuro se lembrem da nossa ousadia e comemorem a Semana de Arte Moderna em 2022. Um beijo carinhoso, Sua eterna Anita ❤️

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Escrito por Arthur, Isabella e Joana.

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BIOGRAFIA DE ANITA MALFATTI Nosso grupo pesquisou a biografia de Anita Catarina Malfatti e agora vamos apresentá-la para vocês. Anita Malfatti nasceu em 02 de dezembro de 1889, em São Paulo. Aprendeu a pintar com a mãe. Em 1914, Anita estudou no Museu Real de Artes e Ofícios, na Alemanha, e, em 1915 e 1916, nos Estados Unidos. De volta ao Brasil, em 1917, Anita realizou uma exposição polêmica, chamada Exposição de Pintura Moderna. Suas obras causaram admiração, com quadros como O homem amarelo (1915), O japonês (1915) e A mulher de cabelos verdes (1915). A mostra provocou violenta reação de críticos conservadores e Anita Malfatti foi atacada pelo escritor Monteiro Lobato, em um artigo intitulado “Paranoia ou mistificação”, publicado no jornal O Estado de São Paulo. Em 1922, junto com seu amigo Mario de Andrade, participou da Semana de Arte Moderna. Faleceu em São Paulo, em 6 de novembro de 1964, aos 74 anos. Esperamos que tenham gostado!

Escrito por Gabriel, João e Pietro SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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ANITA E VAN GOGH Berlim, 15 de setembro de 1917. Querido Diário, Hoje eu conheci Van Gogh. Foi assim: saí de casa e fui almoçar; depois fui visitar a exposição de Van Gogh. Lá vi obras muito bonitas e encontrei com Van Gogh. Espero me divertir muito hoje. Anita São Paulo, 12 de novembro de 1917. Querido Diário, Hoje voltei para São Paulo e estou preparando minha exposição. Está muito difícil, pois tenho que arrumar tudo e pintar vários quadros. Espero que o público goste, pois está dando muito trabalho. Anita São Paulo, 13 de dezembro de 1917. Querido Diário, Hoje estou muito triste, pois recebi uma crítica muito forte de Monteiro Lobato. Estou arrasada. Chamaram-me de louca! Vou parar de pintar por um tempo. Anita 424

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Escrito por Diego, Lucca e Otávio


Escrito por Júlia e Manuella B.

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QUIN ANO

Professoras: Sandra Regina Moreira de Alm

Os alunos do 5º ano C pesquisaram informações sobre o maestro Heitor Vill Moderna. Compartilhamos com você, leitor, um pouco das descobertas e dos biografia e HQ. Leia os textos e mergulhe na história do compositor brasile

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Alice T. F., Ana Rafaela A. A., André L. A., Beatriz C. A., Beatriz K. O., Clara F. S Heitor N. V., João Victor G. L., Julia C. A. X., Júlia D. M., Lorena T. C., Luiza A. Y., Mateus Filipe L. L., Nicholas E., Nuno V. P., Rafaella S. C


N TO O C

meida e Mary Luci Ávila Antunes de Oliveira

la-Lobos, um representante da música, entre os artistas da Semana de Arte s registros, em diferentes gêneros textuais, como notícia, depoimento, diário, eiro de maior reconhecimento no cenário da música erudita internacional.

S., Davi R. S., Edward O. S., Fernanda C. C. S., Gabriel H. L., Guilherme H. B. C., Maria Fernanda B. C. P., Maria Júlia C. F., Maria Valentina P. B., Mariana O. F., C., Raquel C. P., Sarah M. G., Valentina F. O., Vitória P. A.

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SEMANA DE ARTE MODER

A Semana de Arte Moderna complet e o evento foi comemorado em todo Presbiteriano Macke

Essa Semana de Arte Moderna, São Paulo, nos dias 13, 15 e 17 de feve de art . Pintores, músicos, escultores, escritor ham uma nova visão de art

Para comemorar o centenário da Sem exposições e apresentaç

No Mackenzie, os alunos do Ensino F pátio, onde cantaram, declamaram p nageando a Seman

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Escrito por Davi, Joã


RNA COMPLETA 100 ANOS

tou 100 anos em fevereiro deste ano, o o Brasil e pelos alunos do Colégio enzie com um sarau.

, que ocorreu no Teatro Municipal de ereiro de 1922, foi uma manifestação tistas . res e artistas de várias áreas propunte mais inspirada no Brasil.

mana de Arte Moderna, houve muitas ações pelo Brasil inteiro.

Fundamental I fizeram um sarau no poesias e fizeram encenações homena de Arte Moderna.

ão Victor e Nicholas

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A ORIGEM DE UM MAESTRO

Heitor Villa-Lobos foi um compositor e maestro brasileiro que nasceu no dia 5 de março de 1887, no Rio de Janeiro. Era filho de Raul e Noêmia Villa-Lobos. Seu pai era funcionário da Biblioteca Nacional, professor, autor de livros de História e músico. Foi ele quem incentivou seu filho na música desde pequeno. Aos 6 anos de idade começou a estudar violoncelo em uma viola adaptada por seu pai. Quando criança, tinha o apelido de “Tuhu”, pois imitava o apito do trem. Ele e sua família foram morar em Minas Gerais, porque seu pai teve que sair do Rio de Janeiro. E foi lá que ele se apaixonou pela música caipira. Quando tinha 12 anos, no ano de 1899, seu pai faleceu vítima de febre amarela, deixando tudo nas mãos de sua mãe Noêmia. Heitor gostava de “Chorões”, eles eram músicos que tocavam em festas de carnaval. Foi influenciado por eles e queria aprender a tocar violão, mas esses grupos não eram bem-vistos pela sociedade. Heitor gostava de tocar música de todos os tipos e gêneros. Aos 16 anos foi morar com sua tia Fifinha. Assim, ganhou liberdade para tocar com os Chorões, sem ser visto de uma má forma. Em 1905, começou a percorrer o país para poder conhecer a cultura e a música brasileiras, mas para isso teve de vender a biblioteca, que era tão importante para seu pai. 430

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Foi nesse momento que conheceu vários instrumentos brasileiros usados em cantigas de roda e músicas repentistas do Nordeste. O percurso incluiu Espírito Santo, Bahia e Pernambuco. Quatro anos depois, o destino foi o interior do Paraná, onde tocou violão e violoncelo. Nos anos de 1911 e 1912, ele viajou para o interior das regiões Norte e Nordeste. Em 1913, retornou ao Rio de Janeiro e casou-se com a professora de música e pianista Lucília Magalhães. Seu primeiro concerto no Rio de Janeiro aconteceu em 1915, mas há dúvidas sobre a data exata. Villa-Lobos teve muitas dificuldades, inclusive financeiras, tentando ser reconhecido por seu trabalho e tentando ganhar dinheiro, tocando em cinemas e vendendo direitos autorais para se sustentar. Em 1922, participou da Semana de Arte Moderna, tocando sua música, que misturava música clássica e música popular. Foi criticado por causa de seu estilo musical. Em 1923, foi morar em Paris, na França, por um ano. Depois voltou para lá, permanecendo entre 1927 e 1930.

Em 1931, viajou por 54 cidades do interior de São Paulo e se inspirou para compor O Trenzinho do Caipira, música que faz parte da peça Bachianas Brasileiras n.º 2. Essa música imita o som de uma locomotiva com os instrumentos da orquestra. Anos depois de sua morte, em 1976, a música O Trenzinho do Caipira recebeu letra composta pelo poeta Ferreira Gullar. Entre os anos de 1937 e 1945, Villa-Lobos foi Secretário de Educação Musical e orientava professores de escolas públicas sobre como ensinar música para as crianças. Apesar de fazer sucesso no exterior, ficou magoado, porque suas músicas não eram muito executadas no Brasil. Heitor Villa-Lobos faleceu no Rio de Janeiro, no dia 17 de março de 1959. Escrito por Ana Rafaela, Mariana e Rafaella SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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A HISTÓRIA DE VILLA-LOBOS

Heitor Villa-Lobos nasceu no bairro das Laranjeiras, no Rio de Janeiro, no dia 5 de março de 1887. Seu apelido de infância era “Tuhu”, porque ele imitava o barulho de um apito de trem. Um dia, o pai de Heitor teve que sair do Rio de Janeiro por uns tempos, e foi morar com toda a família em Minas Gerais, e foi lá que Heitor começou a se interessar por músicas e ritmos caipiras. O pai de Heitor trabalhava numa biblioteca, ele gostava de ler e escrever, mas o que mais dava prazer era tocar seu violoncelo. Naquela casa, a música estava sempre presente. Heitor começou a ir a concertos com seu pai, sempre que era possível. Ele aprendia as coisas rápido, por isso seu pai ficava cada vez mais exigente. Um certo dia, curioso, Heitor pegou escondido o clarinete de seu pai, mas foi pego no flagra e a respeito disso teve um castigo: seu pai falou que teria que aprender, em um só dia, a tocar todas as notas desse instrumento. E aprendeu. 432

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Já um pouco maior, foi conhecendo muitos compositores musicais. Sempre falava que queria ser músico e conquistou esse sonho. Tornou-se um grande e famoso compositor e maestro de grande importância no Brasil. Ele participou até da Semana de Arte Moderna. A Semana de 22, como também é chamada, foi um evento que marcou o Modernismo no Brasil e aconteceu em fevereiro de 1922, no Teatro Municipal de São Paulo. Villa-Lobos apresentou algumas de suas composições durante os três dias do evento, mas foi vaiado, porque as pessoas estranharam sua música moderna, que misturava ritmos e temas populares do Brasil com a música clássica. A morte do maestro aconteceu no dia 17 de novembro de 1959, no Rio de Janeiro, devido a um câncer.

Escrito por Gabriela, Júlia D. e Luiza

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UM DIA INESQUECÍVEL

Querido diário, Como já havia dito, eu adoro tocar instrumentos musicais. Meu pai é um músico e por isso tem muitos instrumentos e assim me ensina a tocar. Hoje, quando meu pai estava no trabalho, eu peguei o seu clarinete e tentei tocá-lo, mas era muito difícil. Estava tão distraído tentando tocar, que quando meu pai chegou, logo me viu e ficou muito bravo, porque, além de eu estar tocando escondido, eu deixei o clarinete cair, pois levei um susto quando o vi. Assim, como punição, ele disse que eu teria que aprender a tocar as notas do clarinete em um dia. Logo depois disso, fui tentar tocar e acabei ficando a tarde toda treinando. Após muito treino, eu consegui tocar todas as notas perfeitamente. Meu pai, ao escutar, ficou impressionado, pois aprender a tocar todas as notas desse instrumento leva muito tempo e conhecimento. Fiquei muito feliz por conseguir tocar! Até breve, diário! TUHU *TUHU era o apelido de infância do maestro Villa-Lobos. Escrito por Fernanda, Lorena e Sarah 434

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O DIÁRIO DE UM MODERNISTA 17 de fevereiro de 1922. Querido diário, Hoje foi o dia da minha apresentação na Semana de Arte Moderna, que foi um evento para mostrar uma nova forma de arte baseada na cultura brasileira. Os brasileiros não estavam acostumados a essa arte. A Semana de Arte Moderna aconteceu entre os dias 13 e 17. Hoje, no último dia, apresentei as músicas Segunda Sonata, o Segundo Trio e a Valsa Mística, o Rondante, A Fiandeira e Danças Africanas. Poucos gostaram das minhas composições, e outros me criticaram por estar de chinelo. Mal sabiam eles que eu estava com um calo no pé e não conseguia colocar o sapato de tanta dor! Sei que muitas pessoas não gostam da minha música, que mistura música clássica com música popular brasileira, e já estou acostumado com críticas e insatisfações, mas não me importo. Hoje, depois da apresentação acabei dizendo: “A coroa das vaias foi o que me cobriu de glória”. Depois de um dia cansativo, agora vou dormir. Até outro dia, diário!

Escrito por Alice, Nuno e Raquel SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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O MÚSICO DE CHINELO

Escrito por Clara, Julia D. e Valentina 436

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VILLA-LOBOS VAI DE CHINELO A UMA APRESENTAÇÃO No encerramento da Semana de Arte Moderna, o maestro Villa-Lobos apresentou-se de chinelo no Teatro Municipal de São Paulo e deixou as pessoas chocadas. A Semana de Arte Moderna reuniu muitos artistas modernistas de várias formas de arte, como música e pintura. Eles faziam arte muito diferente da realidade a que os brasileiros estavam acostumados e sua arte era baseada na cultura brasileira. No último dia das apresentações, 17 de fevereiro, Heitor Villa-Lobos foi se apresentar de casaca e calçando um pé de sapato e outro de chinelo. O público não gostou da apresentação e achou esse ato desrespeitoso, por isso ele foi criticado e vaiado. Depois foi revelado que ele tinha um problema de gota no pé e por isso não conseguiu colocar o sapato, pois estava com dor. Acostumado a receber críticas, ele disse: ”A coroa das vaias foi o que me cobriu de glória”. Mas um tempo depois, suas obras, que misturam música clássica e música popular, tornaram-se cada vez mais conhecidas e alcançaram admiradores pelo mundo inteiro.

Escrito por André, Edward e Heitor SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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VÃO-SE AS CRÍTICAS PELO CHINELO

Meu nome é Heitor Villa-Lobos e fui convidado para participar de um evento no Teatro Municipal de São Paulo para tocar minhas músicas. Esse evento, chamado Semana da Arte Moderna, aconteceu entre os dias 13 e 17 de fevereiro de 1922 e foi criado para mostrar uma nova forma de arte baseada na cultura do Brasil. Durante três dias essa manifestação artística, política e cultural reuniu jovens artistas de diversas áreas e intelectuais. No último dia da Semana de 22, como também ficou conhecido o evento, fui me apresentar, mas tive que ir com um pé calçando chinelo e outro, sapato. Acabei sendo criticado pelo público, que achou que era falta de respeito para com a sociedade e fui vaiado. Além disso, também fui vaiado, porque não gostaram de minha música. O que as pessoas não sabiam era que eu estava de chinelo, porque eu tinha um calo em meu pé. As pessoas me criticaram sem saber o que havia acontecido. Essa situação mostrou que sempre nós temos que nos colocar no lugar dos outros, ter empatia. Não podemos criticar as pessoas sem ouvi-las e saber o lado delas.

Escrito por Beatriz A., Maria Júlia e Maria Valentina 438

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SEMANA DE 22

Escrito por Beatriz K., Maria Fernanda e Vitória SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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VILLA-LOBOS INSPIRA-SE NO INTERIOR DE SÃO PAULO E CRIA O TRENZINHO DO CAIPIRA

Villa-Lobos, compositor e maestro brasileiro, viajou por cidades do interior de São Paulo e se inspirou no som do trem para compor a música O Trenzinho do Caipira. Ela faz parte de uma peça que se chama Bachianas Brasileiras nº 2. Com melodia simples, Villa-Lobos usou instrumentos que imitam o barulho de uma locomotiva. O ritmo mostra o início dos movimentos do trem, quando ganha velocidade e depois diminui a marcha para chegar à estação. Anos mais tarde, o poeta maranhense Ferreira Gullar se apaixonou pela música que o fez lembrar a sua infância, quando viajava de trem com seu pai. Então compôs a letra.

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Lá vai o trem com o menino, Lá vai a vida a rodar, Lá vai ciranda e destino, Cidade e noite a girar. Lá vai o trem sem destino, Pro dia novo encontrar, Correndo vai pela terra, Vai pela serra, Vai pelo mar, Cantando pela serra do luar, Correndo entre as estrelas a voar, No ar, no ar...

Escrito por Gabriel, Guilherme e Mateus Filipe SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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QUIN ANO

Professoras: Siomara Felo

Todos os alunos dos 5ºs anos estudaram a Semana de Arte Moderna, contemp cificamente um artista. O 5º ano E optou por Di Cavalcanti, um dos idealizador a arte moderna na cultura brasileira. Os trabalhos foram realizados

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André R. Z., Anne de A. B., Bruno Enrique G., Catherina H. S., Cecília Augusta C Gabriel A. da S., Guilherme S. de S. D., Heitor U. do B. D., Isabella K. H. C., Kurt Melissa M. G., Pedro Miguel M. L., Pedro Paulo M.


N TO O E

omeno e Mariana Cardoso

plando seus principais artistas. Cada sala ficou responsável por estudar esperes da exposição, e aprenderam o quanto esse movimento foi importante para s focando em alguns dos gêneros textuais contemplados pela série.

C. V. C., Clara C. dos S., Clara J. B. S., Daniel M. U., Danniel dos S. G., Davi Z. R., t Christian B. P. K., Laura B. de B., Laura G. C., Lívia P. N., Mariana Tayla da S., de M., Rafaela L. C., Rafaela R. D. F. N., Theo A. G.

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Diário – O dia mais que esperado

15 de fevereiro de 1922. Meu amigo diário: Hoje percebi uma coisa muito infeliz: as pessoas julgam as outras por serem diferentes. Tudo começou hoje de manhã, logo depois de o sol raiar, quando meus pais me surpreenderam com três ingressos para o sarau do dia das exposições de quadros, esculturas e musicais, no Theatro Municipal de São Paulo. Fiquei eufórica e logo subi ao meu quarto para me arrumar. Escolhi meu melhor vestido e chapéu, o qual a vovó costurou para mim. Peguei minha câmera fotográfica e saí de casa para ir à escola. Mal podia esperar o dia acabar para ver os artistas que, com certeza, seriam fotografados por mim. Quando escureceu, e as únicas luzes que iluminavam as ruas eram os lampiões, já estava tão animada que parecia que meu coração estava prestes a sair pela minha boca.

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Voltei correndo para casa e apressei meus pais, assim seríamos um dos primeiros a chegar ao local. Sentamo-nos na galeria, de onde nós podíamos ver o teatro inteiro. Quando o espetáculo começou, as cortinas cor de vinho se abriram e as luzes se acenderam, já sentia um cheiro de inspiração no ar. A cada artista que passava, cada vez mais me sentia emocionada, mas só no final do sarau, percebi as expressões angustiadas da plateia. Fiquei maravilhada com todas as apresentações, mas tenho que dizer que quando o artista Di Cavalcanti abriu a boca para apresentar sua obra, já me senti flutuando pelas nuvens artísticas dele. Mamãe diz que os últimos, muitas vezes, são os mais preparados e senti exatamente isso com ele. Após os incríveis e maravilhosos artistas agradecerem e as cortinas lentamente se fecharem, minha animação se tornou confusão e meu coração afundou. E esse é o porquê: a plateia que me cercava fez uma coisa que papai diz que nunca devemos fazer, humilharam os artistas por serem diferentes. Eles vaiavam e jogavam objetos no palco e nos artistas que pretendiam expressar seus sentimentos pela arte, mas receberam isso em troca. Tive que pensar rápido e logo me levantei e fiz o seguinte, bati palmas. Para falar a verdade, acho que Di Cavalcanti olhou para mim e sorriu, como se eu o estivesse encorajando. Bom, diário, adorei meu dia, mas já está tarde e devo dormir, pois amanhã é quarta-feira e tenho aula. Boa noite, querido amigo! Rosa Maria Albuquerque Escrito por Isabella, Laura G. e Rafaela R.

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Diário – Violetta no Teatro Municipal

São Paulo, 14 de fevereiro de 1922. Querido diário, Meu nome é Violetta e hoje visitei o sarau da Semana de Arte Moderna para ajudar nos meus estudos, pois eu consegui entrar na Faculdade, o que foi difícil! Bom, lá eu ouvi o poema “Os Sapos”, de Manuel Bandeira, que foi declamado por Ronald Carvalho. O poema faz uma sátira ao movimento Parnasiano, que tem como objetivo a criação de “poesias perfeitas”. Achei o poema realmente estranho, e ao final da leitura, depois das vaias e burburinhos, pude compreender a crítica e me pergunto: – Minhas poesias são parnasianas? Ainda não sei, mas me divirto com isso! Com todas as coisas maravilhosas que vi, fui inspirada para casa, decidi tentar a pintura e não é que consegui! Meu primeiro quadro ficou lindo, pendurei-o na parede e continuei os estudos. Até mais, diário! Violetta Escrito por Lívia, Melissa e Rafaela C. 446

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Depoimento – Conhecendo Di Cavalcanti

“Meu nome é Clara e, juntamente com minhas amigas Mariana e Anne, fomos à Semana de Arte Moderna, que ocorreu no Theatro Municipal de São Paulo, foi fantástico! Nunca vimos nada igual, conhecemos artistas famosos e Di Cavalcanti, um dos idealizadores do evento, que faz artes futuristas sobre o Brasil e a cultura do povo brasileiro. Vivenciamos uma cena marcante, as pessoas vaiavam um poeta que declamava sobre os sapos. Achamos estranho, mas entendemos depois que aquilo era uma crítica. Entendemos também que as pessoas não gostavam daquela nova forma de arte, preferiam a arte mais conservadora. Achamos que não deviam julgar essa arte por ser diferente, pois, no futuro, talvez ela possa ser importante. Aliás, como será no futuro? Gostaríamos de poder ir para lá, ver no que essa arte se transformou. Bem, aprendemos com tudo isso que não devemos julgar os artistas pelo seu modo de arte, devemos respeitar as diferenças.” Escrito por Anne, Clara S. e Mariana. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Depoimento – Aprendendo com o novo

“Estudamos este ano no Mackenzie sobre a Semana de Arte Moderna que aconteceu em 1922, descobrimos que foi um evento especial, ocorrido há cem anos, no Theatro Municipal de São Paulo, que marcou e modificou o conceito de arte. Lá no teatro vários artistas expunham suas artes, mas o povo não entendia aquela nova forma de arte, vaiaram, protestaram, gritaram, foi um horror. Fiquei tão interessado que fui pesquisar mais sobre o assunto e descobri que, conforme os anos foram passando, esse tipo de arte foi sendo valorizado e agora é conhecido como Arte Moderna. A maior lição disso tudo é aprender que devemos sempre valorizar, mesmo o diferente.”

Escrito por Bruno, Danniel G. e Pedro Miguel 448

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Biografia de Di Cavalcanti

Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo, mais conhecido por Di Cavalcanti, nascido em 06 de setembro de 1897, no Rio de Janeiro, filho de Frederico Augusto Cavalcanti e Rosalia de Sena. Ingressou na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em 1916. Teve influências das artes cubista e surrealista, mas apesar disso foi um dos mais típicos pintores brasileiros pela representação de temas populares. Em 1917, começou a pintar sob a influência do estilo Art Nouveau, que nada mais é que um movimento que vigorou na Europa entre os anos de 1880 e 1920. Mudou-se para São Paulo em 1919 e, em 1922, participou da Semana de Arte Moderna, desenhando o cartaz sobre o evento e elaborando a capa do catálogo. Uma de suas obras exposta nessa semana foi Pierrete, que retrata a figura de uma moça fantasiada no estilo “pierrot” para brincar com o carnaval. Sua última obra foi em 1972, quatro anos antes de seu falecimento, que ocorreu em 26 de outubro de 1976. Escrito por Clara C., Laura B.e Theo SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Notícia

POVO CRITICA A SEMANA DE ARTE MODERNA 19 de fevereiro de 1922. Aconteceu nos dias 13 a 18 de fevereiro, a Semana de Arte Moderna, no Theatro Municipal de São Paulo, com a participação de vários artistas brasileiros. Nas apresentações das obras dos artistas, ocorridas durante toda essa semana, no Theatro Municipal de São Paulo, houve muita confusão, pois o povo não entendeu o que era aquela nova forma de arte. Todos estavam acostumados a um estilo de arte mais conservadora, portanto criticaram e se manifestaram contra o evento e contra todos os artistas que lá apresentaram suas diferentes formas artísticas.

Escrito por André, Daniel U. e Pedro Paulo 450

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Notícia

MACKENZISTAS APRESENTAM SARAU EM HOMENAGEM AO CENTENÁRIO DA SEMANA DE ARTE MODERNA 16 de março de 2022. Com a intenção de comemorar o centenário da SEMANA DE ARTE MODERNA, alunos dos 5ºs anos E, F e G apresentaram uma peça teatral inspirada no livro A Turma do Sítio na Semana de 22, da autora Marcia Camargos. Foi uma festa maravilhosa, a abertura da apresentação foi feita pela aluna Catherina, e as atuações dos personagens do Sítio pelos alunos Rafael, como Visconde de Sabugosa, Clara, como Emília, Mariana, como Pedrinho, Marina, interpretando Narizinho, Cecília, a Tia Nastácia e Naomi, como Dona Benta. A peça foi um sucesso. Ela foi escrita pela professora Siomara Felomeno, do 5º ano E, baseada no livro A Turma do Sítio na Semana de 22, da autora Marcia Camargos. Todos ensaiaram muito, e a apresentação ficou perfeita. Após o encerramento do teatro, houve a apresentação de uma música escrita pela professora Sandra Regina, do 5º ano C, e musicada por Márcio Soares, professor de música do Colégio. Todos foram merecidamente aplaudidos pela plateia, composta pelos alunos dos 4ºs anos, direção, coordenação e orientação do Colégio Mackenzie. Foi dessa forma divertida e emocionante que os alunos aprenderam e comemoraram essa data que trouxe definitivamente a arte moderna para a realidade cultural brasileira. Escrito por Isabella SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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H.Q. – Di Cavalcanti em a Semana de 22

Escrito e ilustrado por Davi, Gabriel e Guilherme 452

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H.Q. – Os amigos do 5ºE em Semana de ARTE

Escrito e ilustrado por Catherina, Cecília, Heitor e Kurt SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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QUIN ANO

Professoras: : Fabiana M.

André R. Z., Anne de A. B., Bruno Enrique G., Catherina H. S., Cecília Augusta C Gabriel A. da S., Guilherme S. de S. D., Heitor U. do B. D., Isabella K. H. C., Kur Melissa M. G., Pedro Miguel M. L., Pedro Paulo M. 454

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N TO O F

. F. M. e Mariana Cardoso

C. V. C., Clara C. dos S., Clara J. B. S., Daniel M. U., Danniel dos S. G., Davi Z. R., rt Christian B. P. K., Laura B. de B., Laura G. C., Lívia P. N., Mariana Tayla da S., . de M., Rafaela L. C., Rafaela R. D. F. N., Theo A. G. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Mário de Andrade, o pioneiro escritor modernista Tudo começou com a leitura do livro A Turma do Sítio na Semana de 22: uma aventura modernista, de Marcia Camargos, que serviu de inspiração para criar a peça teatral encenada por nossos alunos. Uma poesia que foi musicalizada também e, assim, nasceu um Sarau maravilhoso, que aconteceu em nosso Colégio Mackenzie, neste ano de 2022. Alunos, professores e equipe pedagógica trabalharam para que todos pudessem aprender sobre este evento que celebra o seu centenário. A Semana de Arte Moderna foi dedicada à música, à poesia, à dança e às artes plásticas, inaugurando o Modernismo no Brasil. O 5º ano F teve a honra de conhecer o grande escritor Mário de Andrade, pioneiro do movimento que valoriza a cultura brasileira.

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Biografia do artista Mário de Andrade

Ilustração: Jorge

Mario Raul de Moraes Andrade nasceu na Rua Aurora, em São Paulo, em 09 de outubro de 1893, e faleceu em 25 de fevereiro de 1945. Filho de Carlos Augusto de Andrade e Maria Luísa. Ele foi um dos criadores da poesia brasileira e descobrimos que tinha muitas profissões: historiador, poeta, fotógrafo, escritor, romancista, musicólogo (alguém que estuda, pesquisa e ensina sobre música), professor e pesquisador de manifestações musicais e excelente folclorista. Mário concluiu o ginásio e entrou para a Escola de Comércio Alves Penteado. Soubemos que ele se desentendeu com o professor de português e acabou abandonando o curso. Em 1911, ingressou no Conservatório Dramático Musical de São Paulo, concluindo o curso de piano em 1917. Ainda nesse ano, após a morte de seu pai, passou a dar aulas particulares de piano. Frequentador das rodas literárias, conheceu Anita Malfatti e Oswald de Andrade, tornando-se amigos inseparáveis. Ele assinava seu nome como Mário Sobral e descobrimos que era seu pseudônimo, com o qual publicou seu primeiro livro: Há Uma Gota de Sangue em Cada Poema. Mário era muito interessado por tudo aquilo que dissesse respeito ao seu país e teve papel importante na implantação do Modernismo no Brasil, tornando-se a figura mais importante da Geração de 22. Publicou uma obra que se tornou muito famosa, Pauliceia Desvairada, primeiro livro de poemas da primeira fase do Modernismo. Seu romance Macunaíma foi sua grande criação. Escrito por Gabriel, João Victor e Maria Fernanda SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Not

MÁRIO DE ANDRADE DEIXA

Ilustrações por

Em 1922, no Teatro Municipal, houve um acontecimento que marcou a h cebendo o nome de “A Semana de Arte Moderna”, da qual participaram alcanti, Oswald de Andrade, Heitor Villa-Lobos, Victor Brecheret e Vicent do ev Mário de Andrade, que praticamente criou a poesia modernista no Bras elas, a de escritor e professor de piano. Mário escreveu livros que se t E para celebrar o centenário da Semana de 22, o Colégio Presbiterian alunos dos quintos anos cantaram, declamaram poesias e apresentara 22: Uma aventura modernista, de Marcia Camargo. Personagens da Turm marcaram o evento, e foram representados A professora Sandra Regina escreveu a poesia que foi transformada em portante sema

[...] A Arte Mod Os sentimento Como veem Com seus olho

Escrito por A 458

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tícia

A SUA HERANÇA CULTURAL

r Lara e Mariana

história da Arte brasileira, com o objetivo de divulgar uma arte nova, regrandes personalidades, como: Mário de Andrade, Anita Malfatti, Di Cavte do Rego Monteiro. Tarsila do Amaral estava na França e não participou vento. sil, foi um dos idealizadores do evento. Ele tinha muitas profissões, entre tornaram famosos como Pauliceia Desvairada, marco do modernismo. no Mackenzie organizou um Sarau no Ensino Fundamental I, em que os am uma peça teatral inspirado no livro A Turma do Sítio na Semana de ma do Sítio do Picapau Amarelo interagiram com os grandes nomes que s por alunos dos quintos anos “E”, “F” e “G”. m música pelo professor Márcio, que explicou sobre a história desta imana centenária:

derna expressa os dos artistas, m a realidade, os futuristas. [...]

Ana Beatriz I. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Carta Aberta para a comunidade mackenzista sobre o grande Mário de Andrade Somos alunas do Colégio Mackenzie e gostaríamos de registrar a importância de Mário de Andrade na cultura brasileira. Aproveitamos para dizer que gostamos muito de algumas poesias do autor, como este trecho de “Lira Paulistana”, de 1945: “Mamãe! me dá essa lua, Ser esquecido e ignorado Como esses nomes da rua.” Também gostamos de saber a importância de seu livro, Pauliceia Desvairada, de 1922, e de sua obra principal, Macunaíma, de 1928. E o mais interessante em estudar sobre a vida deste artista foi o fato de ele ter sido um dos fundadores do modernismo no Brasil. Escolhemos escrever esta carta, pois descobrimos que Mário de Andrade trocava muitas cartas com seus amigos, então, decidimos fazer o mesmo, apresentando esta carta para deixar registrada no Lermack 2022.

Escrito por Ana Beatriz G., Daniel e Giovanna

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Depoimento: Macunaíma, a grande obra de Mário de Andrade

Desenho de Max e Mariana

Descobrimos que Macunaíma era um anti-herói e precisava aprender algumas coisas, um personagem que representa o caráter de uma pessoa em construção e não era um herói completo. Nesse livro, Mário de Andrade faz uma crítica à cultura europeia e ao modo como o Brasil estava se transformando, de acordo com o contexto da época. É uma rapsódia do conhecimento reunido de Mário de Andrade acerca de lendas e mitos indígenas e folclóricos. Macunaíma nasceu à margem do Uraricoera e desde sempre mostrava uma de suas características mais fortes: a preguiça. Exemplo disso foi permanecer calado até os seis anos por pura preguiça! A lição que fica para nós é que o povo brasileiro ainda está em construção e que podemos melhorar sempre. Escrito por Lucas, Max e Rafael

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Diário: Mário de Andrade popularizou a poesia brasileira São Paulo, 25 de agosto de 2022. Querido diário, Hoje aprendemos mais sobre Mário de Andrade, um escritor muito importante na cultura modernista. Como Há uma Gota de Sangue em Cada Poema, Pauliceia Desvairada, Macunaíma, A Escrava que não era Isaura e tantos outros livros. O que descobrimos de mais interessante foi que, além de escritor, ele tinha várias profissões, como poeta, contista, cronista, romancista, musicólogo, historiador de arte, crítico e fotógrafo. Mário de Andrade, Tarsila do Amaral, Anita Malfatti, Oswald de Andrade e Menotti Del Picchia foram os principais nomes da Semana de Arte Moderna. Esses artistas foram muito conhecidos no nosso país, Mário popularizou a poesia brasileira e foi um dos nomes mais importante para criar a semana que deu notoriedade à arte no Brasil. Ele revolucionou a poesia artística e escreveu várias obras revolucionárias. Escrito por Luis Otávio, Marina e Miguel

Desenho de Emanuelly 462

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Carta Aberta a quem possa interessar sobre recordações de Mário de Andrade

Olá, somos nós somos alunas do 5°F e gostaríamos de deixar registrado o que aprendemos sobre Mário de Andrade. Uma das coisas que estamos aprendendo é sobre o seu papel muito importante na Semana de 22. Descobrimos sobre suas profissões, e que além de ser um escritor modernista, Mário trabalhou como: crítico literário, musicólogo, folclorista e ativista cultural brasileiro. Por ser um grande conhecedor da cultura, foi o fundador do departamento de cultura de São Paulo. O que mais gostamos de aprender sobre este importante escritor é o que suas obras apresentam, como por exemplo: o nacionalismo, críticas sociais, liberdade formal e valorização da linguagem brasileira. Tchau! Nós nos despedimos com um abraço! Escrito por Gabrielle, Isabella e Thaila

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HQ: A Semana de 22

Escrito por João Vitor e Emanuelly. Ilustrada por Jorge.

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HQ: Mário de Andrade e a Semana de 22

Escrito por Yohann e Otávio. Ilustrada por Levi. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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QUIN ANO

Professoras: : Viviani M. d

Tarsila do

O grupo do 5º ano G trabalhou com a artista Tarsila do Amaral e sua importân os dias de hoje. Foram realizados trabalhos em grupos, focando em alguns d quadrinhos, depoi

Arthur Y. de L. B., Caio S. C., Chiara G. P. da S., Eduarda de A. M., Flávia G. M. S. S., Lavínia P., Leonardo L. P., Lorena R. C., Lucas A. G., Lucas B. P. de A., Luiz G S., Rafael B. F., Rebeca Rute de A. B 466

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N TO O G

de A. e Mariana Cardoso

o Amaral

ncia tanto para a Semana de Arte Moderna, quando para a cultura do Brasil até dos gêneros textuais contemplados na série, como diário, notícia, história em imento e biografia.

dos S., Gabriela M. A., Gustavo D. G., Heloá O. G., Juliana T. P., Lara R. C., Lara Gustavo R. B., Manuela C de O., Maria Eduarda A. C. B., Mariana A. P., Naomi S. B., Valentina S. D. S., Zein Samir M. S. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Diário São Paulo, 1927 Minha viagem Querido diário, Eu viajei para Minas Gerais e nessa viagem fui a um lugar alto. Lá me inspirei em uma paisagem linda, com flores e plantas, e tive uma ideia de fazer uma pintura inspirada nessa paisagem. Depois eu comprei uma tela e comecei a pintar. Depois de muito tempo, eu acabei de pintar do jeito que eu queria: com folhas verdes, flores rosas e roxas meio azuladas com bolinhas amarelas. Eu me senti muito feliz e realizada com essa paisagem registrada em um quadro. Essa foi uma das minhas viagens mais inspiradoras. Até qualquer dia! Um beijo Tarsila

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Escrito por Eduarda de A. M., Gabriela M., Lara R.


Biografia

Tarsila do Amaral nasceu em 1º de setembro de 1886, na Fazenda São Bernardo, em Capivari, interior de São Paulo. Era herdeira de uma fortuna e de diversas fazendas, nas quais ela passou a infância e a adolescência. Nessas fazendas também aprendeu a ler, a escrever, a bordar e a falar francês. Ela estudava no Colégio Santana e era a mais estudiosa da sua classe. Também estudou no Colégio de freiras chamado Sion. Viajou bastante e na escola de Barcelona fez sua primeira pintura. Todos os seus professores e os outros alunos acharam o quadro muito bonito. Tarsila continuou seus estudos em São Paulo e em Paris e se tornou uma pintora muito famosa. Ela ficou bem conhecida no mundo todo pelas suas obras, mais especificamente A Cuca, A Feira II e Abaporu. Muitas pessoas achavam essas obras estranhas antigamente, porque não eram realistas. Ela foi muito importante para o movimento da Semana de Arte Moderna em 1922 com suas obras inovadoras. Tarsila infelizmente acabou falecendo por consequência de uma depressão, no dia 17 de janeiro de 1973, com 83 anos. Foi enterrada no cemitério da Consolação de vestido branco, conforme seu desejo. Escrito Lara S., Manuela C. de O., Mariana A. P. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Depoimento

Meu nome é Tarsila do Amaral. Sempre acreditei no Menino Jesus porque alcancei muitas graças. Fiz uma novena e sabia tudo de cor como o texto: ”Ó Jesus que dissestes: ‘-Pedi e recebereis, procurai e achareis, batei e a porta se abrirá’”. Quando eu li isso, fiquei arrepiada de imaginar aquela porta se abrindo, se abrindo... Isso me inspirou a pintar um quadro de Jesus, com um menino negro, que simboliza os humildes, também com japoneses e índios que não eram retratados. Eu dei essa obra para um padre que dirige um orfanato para crianças. Além dessa obra, eu pintei muitos outros quadros famosos, como Palmeiras, Abaporu e Cuca. Com essa experiência, eu aprendi a ter fé e a nunca perder as esperanças. Escrito por Arthur Y. de L. B., Chiara G. P. da S., Leonardo L. P. 470

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Diário

São Paulo, 1 de dezembro de 1925. Querido diário, Hoje, enquanto eu estava lendo um livro, olhei pela janela e vi uma paisagem linda! Resolvi pintar. Eu pintei aquela paisagem com todos os detalhes possíveis e por isso demorou muito! Por sorte, meu marido me ajudou muito para que eu me concentrasse e fizesse o meu melhor. Bom, apesar do esforço e do tempo gasto, valeu a pena. Esse quadro tem montanhas, casas, árvores. Ele ficou muito lindo! Meu marido amou, quase nem parou de olhar. Para mim a Arte tem um significado incrível e muito lindo. A Arte me inspira muito. Eu e meu marido amamos a Arte. Estou pensando até em fazer mais pinturas e mostrar a meus familiares. Acho que vai fazer sucesso. Comecei com o céu, depois fui para as montanhas. Pintei com um verde bem vivo e com amarelo, depois preto. Misturei verde com preto e deu verde escuro. Enfim me inspirei e me animei tanto que nomeei esse quadro de Palmeiras. Tchau, querido diário! Escrito por Heloá O. G., Maria Eduarda A. C. B., Rebeca Rute de A. B. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Diário

São Paulo, abril de 2022. Querido diário, Em abril de 2022, comemoramos os 200 anos da Semana de Arte Moderna aqui no Colégio Presbiteriano Mackenzie. Cantamos algumas músicas, aprendemos sobre alguns artistas e sobre o que foi a Semana de Arte Moderna. Fizemos um teatro da turma do Sítio do Picapau Amarelo. Nessa peça, alguns personagens da turma viajam no tempo e vão para o teatro Municipal em 1922 conhecer os artistas que participaram da Semana de Arte Moderna e aprender muito com eles. A Semana de 22 foi importante, porque os artistas queriam expressar uma forma de arte diferente e nessa semana todos esses artistas expressaram essa nova forma de arte brasileira. No início, ninguém entendia isso, porque ninguém estava acostumado com livres tipos, tamanhos e cores. Foi um dia muito interessante e importante. Nós nos divertimos muito! Até a próxima! Escrito por Lucas A. G., Lucas B. P. de A., Zein Samir M., S. 472

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Notícia A Semana de Arte Moderna deixa consequências até hoje Após a Semana de Arte Moderna, que aconteceu em 1922, considerada um dos marcos mais importantes da história cultural do Brasil, foram criados inúmeros manifestos, movimentos e revistas. A Semana de Arte Moderna foi um evento em que participaram muitos artistas, como: Tarsila do Amaral, Anita Malfatti, Oswald de Andrade, Mário de Andrade, entre outros. Eles eram modernistas que faziam muitas obras, mas grande parte do povo não entendia que a arte deles se baseava na cultura nacional. A Arte Moderna expressava os sentimentos dos artistas que pensavam e olhavam o mundo com olhos para o futuro. Sendo assim, o evento foi criticado por parte da população que não entendia tanta liberdade de expressão. Mas a Semana de Arte Moderna, apesar de turbulenta, deixou muitas consequências, aos poucos, foi demonstrando a importância que teve e que chega até os dias de hoje. Todos sabem da relevância do trabalho dos modernistas. A eles devemos nossa arte renovada e baseada na cultura brasileira. Uma dessas modernistas foi Tarsila do Amaral. Tarsila do Amaral foi uma modernista que nasceu em 1886 e faleceu em 1973. Estudou em São Paulo, Barcelona e Paris. Trabalhou com pintura e escultura por toda a sua vida. Durante a semana de Arte Moderna, que aconteceu no Brasil, infelizmente estava em Paris, estudando na Academia Julian, mas ficou sabendo de tudo que estava acontecendo, através das cartas de sua amiga, também modernista, Anita Malfatti. Como naquela época muitos não entendiam a nova forma de Arte e a sua personalidade, ela sofreu muitos preconceitos. Mesmo depois de sua morte, ninguém se esqueceu de suas obras, de sua história encantadora e da sua grande importância tanto na Semana de Arte Moderna quanto na sua influência para a Arte brasileira até os dias de hoje. Então só temos a lhe agradecer suas lindas obras. Escrito por Gustavo D. G., Lavínia P., Naomi S. S., Valentina S., D., S. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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História em quadrinhos Tarsila do Amaral em: o dia da aventura

Escrito por Caio S. C., Luiz Gustavo R. B., Rafael B. F.

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História em quadrinhos Tarsila e suas pinturas

Escrito por Flávia G. M. dos S., Juliana T. P., Lorena R. C. SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Galeria

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de Arte

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EN S I N O R E L I G I

“Bendigam o Senhor todas as suas obras em todos os lu (Salmo

Compreendendo que a Palavra de Deus perpassa por todos os temas, apr por nos ter feito de um jeito tão peculiar. Podemos reconhecer na criativid talen

Professora: Andréa

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I OS O E É T I C A

ugares do seu domínio. Bendiga o Senhor a minha alma!” 103:22)

resentamos nas aulas de Ensino Religioso alegria e a gratidão ao Criador dade do nosso Deus a variedade, o valor e o respeito às pessoas e aos seus ntos.

a Rodrigues Praieiro

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S EG U N D O A N O TREM DA VIDA (baseado na obra de Villas Lobo – Trem do Sertão). Após ouvir histórias bíblicas sobre os temas, os alunos ilustraram o trem da vida e seus vagões: Amor – Gratidão - Verdade – Alegria – Bondade – Respeito.

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T E RC E I R O A N O TÃO SIMPLES, TÃO IMPORTANTE! (baseado na obra de Manoel de Barros). Após trabalharmos gratidão pelas coisas importantes da nossa vida, os alunos ilustraram e listaram momentos simples, mas importantes com a família.

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Q UA RTO A N O CORDEL DE PROVÉRBIOS (baseado na obra de Cesar Obedh). Confecção de cordéis com os conselhos/provérbios do rei Salomão. Adaptação da obra Bíblia em cordel/ linguagem regional.

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Q U I N TO A N O O AUTOR DE TODAS AS OBRAS (Aquele que capacitou todos os autores). Assim como rei Davi reconheceu e exaltou o autor dos nossos dons, os alunos também apresentaram seus talentos. Os alunos dos 5ºs anos constataram que a vida é preciosa, que o autor dos autores criou cada ser com um propósito e os capacitou com dons e talentos variados, como pinturas, desenhos, músicas, poemas, invenções, danças, esportes, entre outros. De boas palavras transborda o meu coração. “Ao Rei consagro o que compus; a minha língua é como a pena de habilidoso escritor.” (Salmos 45:1)

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INGL

Concrete

“The heavens are telling of the glory of God; And (Psalm

Concrete poems were first created a few years after Modern Art Week, be the constraints of their time, so they decided to write poems with no rhym

Keeping this in mind, our 2nd to 5th grade students wrote their own concr wrote poems about animals and their abilities, while 3rd graders talked ab they like to do in their free time and their wishes for the future. Finally,

While writing their poems, learners were prompted to talk and think about visible and significant. Concrete poems also allowed ou

Teachers: Gizele V, Lívia

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LÊS

e poems

their expanse is declaring the work of His hands.” ms 19.1)

ecause of it. Those poets wanted to develop a new way of writing, free of mes or stanzas and that formed a clear picture of what they wanted to say.

rete poems, about different topics related to our content. The 2nd graders bout nature and the seasons of the year. The 4th graders wrote about what , 5th grade students wrote poems about their favorite school subjects.

t the content we had been working on during our classes, making learning ur students to write creatively and confidently in English.

a B, Marcela C, Vitória A

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INGL

Poemas c

“Os céus declaram a glória de Deus; o firma (Salmo

Poemas concretos foram criados pela primeira vez alguns anos após a Se desenvolver uma nova maneira de escrever, livre das restrições de seu tem assem uma imagem clara so

Considerando isso, nossos alunos dos 2ºs aos 5ºs anos escreveram seus pró alunos dos 2ºs anos escreveram sobre animais e suas habilidades, enquan bre o que gostam de fazer no tempo livre e seus desejos para o futuro. Fin favor

Enquanto escreviam seus poemas, os alunos foram convidados a falar e a tornando o aprendizado visível e significativo. Poemas concretos também p em in

Professoras: Gizele V, Lív

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LÊS

concretos

amento proclama a obra das suas mãos.” os 19:1)

emana de Arte Moderna, como consequência dela. Esses poetas queriam mpo, então decidiram escrever poemas sem rimas ou estrofes e que formsobre o que estavam falando.

óprios poemas, sobre diferentes temas relacionados ao nosso conteúdo. Os nto os dos 3ºs falaram sobre as estações do ano. Os dos 4ºs escreveram sonalmente, os alunos dos 5ºs anos escreveram sobre suas matérias escolares oritas.

a pensar sobre o conteúdo que havíamos trabalhado durante nossas aulas, permitiram que nossos alunos escrevessem de maneira criativa e confiante nglês.

via B, Marcela O, Vitória A

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S EG U N D

Samuel - 2F

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DO ANO

Nicolly- 2B

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S EG U N D

Marina F. - 2B 490

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DO ANO

Marina - 2G

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S EG U N D

Lara Luíza - 2B

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DO ANO

José Eduardo - 2G

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S EG U N D

Joaquim - 2B

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LERMACK 2022


DO ANO

Diego - 2G

SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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S EG U N D

Davi Di Marco - 2G

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DO ANO

Catarina - 2E

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T E RC E I

Theodoro - 3F

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RO ANO

Rebeca - 3C

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T E RC E I

Marina - 3A

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RO ANO

Maria Beatriz - 3B

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T E RC E I

Isabelle - 3F

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RO ANO

Isabela - 3E

SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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T E RC E I

Helena - 3B

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RO ANO

Eduardo - 3F

SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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T E RC E I

Cecília - 3A

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RO ANO

Aisha - 3E

SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Q UA RT

Xuatong L.- 4G

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O ANO

Marina - 4G

SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Q UA RT

Luna - 4C

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TO A N O

Lorenzo - 4E

SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Q UA RT

Henrique - 4C

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TO A N O

Heloísa - 4C

SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Q UA RT

Enzo - 4C

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TO A N O

Elisa - 4G

SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Q UA RT

Davi Soares - 4E

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TO A N O

Clarice - 4C

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QUINT

Rebeca - 5G

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TO A N O

Manuella M. - 5B

SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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QUINT

Lavinia - 5G

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O ANO

Lara V. - 5F

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Q U I N TO

Kevin - 5B

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O ANO

Jorge- 5F

SEMANA DE 22, CEM ANOS DEPOIS |

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Q U I N TO

João Vitor - 5B

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O ANO

Izabel- 5B

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Q U I N TO

Isabella C.- 5E

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O ANO

Giovanna - 5B

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LERMACK 2022 36ª Edição


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