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Livro_digital_Celeste Futre

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Celeste Gonçalves Futre

Memórias do Berçário Uirapuru

Entre risadas miúdas, olhares curiosos e pequenos gestos cheios de descobertas, nasceu este livro, um abrigo de lembranças e ternuras.

Aqui, cada página guarda o pulsar suave do cotidiano vivido ao longo deste semestre de 2026, no Berçário Uirapuru. O despertar sonolento de manhãs cheias de luz, o aconchego do colo que embala o sono, o sabor das primeiras experiências à mesa, o toque cuidadoso nas rotinas de higiene, e o encanto das brincadeiras que fazem o tempo dançar devagar.

Este é um livro feito de momentos simples, mas imensos. São memórias que respiram afeto, que florescem em cada sorriso compartilhado e em cada gesto de cuidado. Cada fotografia, cada traço e cada palavra são fragmentos de um semestre vivido com amor, paciência e muitas descobertas, um tecido delicado de infância, tecido de muitas mãos e corações.

Ao folhear estas páginas, convidamos você a revisitar instantes que, embora pequenos, são eternos. Os passos dados com curiosidade, os sons que se transformaram em palavras, as descobertas, os animais do Quintal, as aulas de música, as histórias e os olhares que aprendem o mundo.

Mais do que um registro, este é um livro, é uma celebração, do crescer, do cuidar e do amar.

Porque é no cotidiano, em sua poesia simples e verdadeira, que se escreve a mais bonita das histórias, a do começo da vida.

Uirapuru Bebê/2026

Gabriela Plens (Coordenadora Pedagógica)

Talita Silva (Orientadora Educacional)

Deitada, Celeste segura um brinquedo nas mãos e sorri timidamente para o olhar que a acolhe. Em seus primeiros dias no berçário, observa atentamente o adulto que a acompanha e, nesse encontro delicado, nasce a confiança. Aos poucos, o espaço se transforma em um lugar de afeto, segurança e descobertas.

Sentada à mesinha, Celeste se deixa cuidar, acolhida pelo gesto atento do adulto que a alimenta. Entre colheradas suaves e olhares tranquilos, aprende desde cedo o significado de sentar-se à mesa, um espaço de nutrição, afeto e presença. Ali, cada refeição é também encontro, cuidado e crescimento.

Celeste se aproxima da farinha com olhar curioso e mãos abertas ao novo. Sente sua leveza entre os dedos, depois com o pé, descobre o toque suave sob a tábua. Aos poucos, volta às mãos e espalha a farinha, como quem desenha o mundo no próprio sentir, explorando texturas, gestos e descobertas com delicadeza.

Entre imagens, texturas e histórias, Celeste observa, toca e explora cada página com curiosidade e encantamento.

A cada encontro, os olhos acompanham detalhes, as mãos descobrem novos caminhos e, na partilha com o adulto, as narrativas ganham vida, fortalecendo vínculos e ampliando seu olhar sobre o mundo.

Com mãos curiosas e olhar encantado, Celeste descobre nos animais pequenos universos, aproximando-se de cada um com a delicadeza de quem aprende a conhecer o mundo.

Com mãos curiosas e olhar atento, Celeste se aproxima do jabuti com delicadeza. Toca suavemente sua casca e observa seus passos lentos, acompanhando em silêncio o ritmo tranquilo do animal. Nesse encontro sereno, aprende a perceber o tempo da natureza, feito de calma, respeito e descoberta.

Celeste engatinha com curiosidade em direção a Carolina, a cabra. Depois, senta-se diante dela e a contempla nos olhos, em um encontro silencioso e atento. Observa cada movimento com delicadeza, como quem descobre, nesse instante de presença, a vida que pulsa em outro ser.

Celeste engatinha até a coelhinha Panqueca e se aproxima com delicadeza.

Estende as mãos e tenta segurar a cenourinha que a alimenta, tocando-a suavemente. Atenta, observa cada movimento, em um encontro sereno entre curiosidade, cuidado e descoberta.

Com o apoio do adulto, Celeste toca delicadamente Charlotte, a pogona. Observa cada detalhe com atenção e, ao sentir sua textura, vive o encontro com curiosidade e suavidade.

Na musicalização, Celeste explora o pau de chuva, ouvindo com atenção o som que se revela. Toca o pandeiro e a maraca, e, atenta ao movimento do adulto, acompanha com pequenos chocalhos, descobrindo, em cada som, um novo jeito de sentir o mundo.

Celeste escolhe, entre os livros do cesto, aquele que a chama com mais encanto. Folheia as páginas com atenção, observando as imagens que se revelam aos poucos. Em cada virada, um novo olhar, uma descoberta silenciosa que nasce da curiosidade e do prazer de explorar.

Sentada no parque, Celeste coloca o bambolê sobre si mesma e o segura com as mãos atentas. Em um gesto simples, descobre possibilidades, explorando o movimento e o equilíbrio. Na leveza desse brincar, revela-se a aprendizagem do cotidiano, feita de curiosidade, presença e encantamento pelo simples.

Mais uma vez, o encantamento pelo simples se revela. Na sala, Celeste escolhe uma lagarta de brinquedo e a observa com atenção. Entre movimentos suaves e pausas curiosas, descobre o brincar que nasce do olhar, da presença e da beleza das pequenas coisas.

Celeste se arrisca nos primeiros passos, apoiando-se na porta e nos móveis com coragem delicada. A cada dia, seus movimentos ganham força e confiança, revelando novas possibilidades de avanço. No ritmo do seu próprio tempo, descobre o corpo em movimento e o mundo que se abre a cada tentativa.

No tanque de areia, Celeste ergue um punhado com curiosidade e observa os grãos escorrerem entre os dedos, caindo delicadamente em sua tigela. Com a colher de pau nas mãos, explora, sente e se diverte, descobrindo na areia o prazer das sensações e o encantamento das pequenas experiências.

Celesteescolhe,entreosobjetos,bolinhasdetecido epequenosbrinquedosemborrachados.Comatenção curiosa, explora suas formas e texturas, entregando-se ao brincar como um tempo de descobertaseencantamento.

Em pé, no prisma espelhado, Celeste sorri ao se ver multiplicada em várias dimensões. Seu olhar curioso percorre os reflexos que se desdobram ao redor, descobrindo novas formas de si mesma em cada imagem. Ela sorri para o adulto que a acompanha, compartilhando, em silêncio, o encantamento desse instante de descoberta.

Celeste puxa o tecido com um sorriso no rosto, participando da brincadeira de esconde e achou. Entre revelações e encontros, volta o olhar ao adulto e compartilha a alegria do “achou”, em um instante leve de vínculo, surpresa e encantamento.

Envolta na toalha, Celeste sorri para o adulto que a acompanha no momento do banho. Entre gestos de cuidado e aconchego, estabelece-se um vínculo silencioso, feito de presença, atenção e afeto. Nesse encontro delicado, o cuidado se revela como linguagem de confiança e acolhimento.

Na brincadeira de cuidar, Celeste pega a roupinha da boneca e a aproxima com delicadeza. Observa com atenção e olhar de carinho, como quem aprende, no gesto simples, a linguagem do afeto e do cuidado.

Ao escalar o escorregador, Celeste se lança em uma delicada aventura de movimento e descoberta. Entre apoios cuidadosos e gestos de coragem, vai encontrando seu corpo em ação, ganhando confiança a cada pequena conquista. Sob o olhar atento do adulto que a acompanha, se arrisca um pouco mais a cada tentativa, como quem aprende, no próprio corpo, a beleza de crescer em movimento.

Na exploração com laranjas, Celeste sente o aroma que se espalha no ar e descobre novas sensações ao toque.

Com curiosidade, experimenta o gosto, morde a casca da laranja e observa suas texturas, vivendo o encontro com cheiros, sabores e descobertas que despertam os sentidos.

No verde, Celeste explora o brócolis com curiosidade atenta. Pega-o, sente seu aroma e o leva à boca, experimentando novas sensações. Nesse encontro com o alimento, descobre texturas, cheiros e sabores, vivendo a experiência como um delicado convite à descoberta.

No laranja, Celeste explora a cenoura com curiosidade atenta. Sente seu aroma e descobre diferentes formas de experimentá-la, crua, ralada e cozida. Em cada textura e sabor, amplia suas sensações, vivendo o alimento como um convite delicado à descoberta e à curiosidade.

Na musicalização, Celeste vive o som no colo de sua mãe, acolhida pelo afeto que acompanha suas descobertas.

Atenta, observa e toca o ukulele, apresentado pelo professor de música, explorando os primeiros sons com curiosidade e encanto. A presença da família torna a experiência ainda mais sensível, onde música e vínculo se encontram em harmonia.

Em uma manhã de sábado agradável, Celeste e sua família vivem os encantos da peça Uta Lelê, em um encontro de afeto e descobertas. No colo da mãe, acompanha atenta cada momento, envolta por aconchego e presença.

Em seguida, no Quintal, compartilha um piquenique com a mãe e a avó. Entre sabores, natureza e carinho, a manhã se transforma em um delicado encontro de vínculos e alegria de estar junto.

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Livro_digital_Celeste Futre by Colégio Uirapuru - Issuu