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_livreto digital_Mel Lopes

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Mel Alboneti lopes


Memórias do Berçário Uirapuru Entre risadas miúdas, olhares curiosos e pequenos gestos cheios de descobertas, nasceu este livro, um abrigo de lembranças e ternuras. Aqui, cada página guarda o pulsar suave do cotidiano vivido, em 2025, no Berçário Uirapuru. O despertar sonolento de manhãs cheias de luz, o aconchego do colo que embala o sono, o sabor das primeiras experiências à mesa, o toque cuidadoso nas rotinas de higiene, e o encanto das brincadeiras que fazem o tempo dançar devagar. Este é um livro feito de momentos simples, mas imensos. São memórias que respiram afeto, que florescem em cada sorriso compartilhado e em cada gesto de cuidado. Cada fotografia, cada traço e cada palavra são fragmentos de um ano vivido com amor, paciência e muitas descobertas, um tecido delicado de infância, tecido de muitas mãos e corações. Ao folhear estas páginas, convidamos você a revisitar instantes que, embora pequenos, são eternos. Os passos dados com curiosidade, os sons que se transformaram em palavras, as descobertas, os animais do Quintal, as aulas de música, as histórias e os olhares que aprendem o mundo. Mais do que um registro, este é um livro, é uma celebração, do crescer, do cuidar e do amar. Porque é no cotidiano, em sua poesia simples e verdadeira, que se escreve a mais bonita das histórias, a do começo da vida. Uirapuru Bebê/2025 Gabriela Plens (Coordenadora Pedagógica) Talita Silva (Orientadora Educacional)


Mel se aproxima da argola de fitas que está à sua frente. Mãos curiosas estendem-se, alcançam, tocam e exploram as cores que dançam entre os dedos. Cada movimento é descoberta. a textura, o movimento, o brilho das fitas despertam olhinhos atentos e sorrisos silenciosos. No gesto simples de alcançar e sentir, Mel explora o mundo à sua volta, transformando cores, formas e movimentos em experiências sensoriais e alegres, um convite à curiosidade e à conexão com o presente.


Deitada de bruços sobre o tecido, Mel observa atentamente a farinha de milho espalhada à sua frente. Com as mãos pequenas, toca e sente a textura da farinha e das sementes de girassol, transformando o simples gesto em descoberta e encanto.


Mel se aproxima do espelho e sorri para si mesma, encantada com o reflexo que devolve cada gesto. Encosta o rosto na superfície, os olhos brilham de curiosidade e admiração, como se perguntasse ao adulto: "O que está acontecendo aqui?" Coloca as mãos no vidro, tocando a própria imagem. é nesse encontro nada silencioso, que se descobre se reconhece e se encanta consigo mesma.


Mel mergulha a mão na lama da bacia, sentindo o frio e a textura úmida se espalhar entre os dedos enquanto o porquinho de plástico descansa ao lado. Ela toca com delicadeza a superfície pegajosa, absorvendo cada suspiro de brincadeira suja. De repente, seu olhar se volta para o passarinho estampado na sua camiseta, fascínio. Com cuidado, leva a mão até ele e toca seu contorno verde, como se estendesse sua amizade para além da lama, transformando o simples brincar em poesia viva.


Mel mergulha na magia do "achou" consigo mesma. olhando no espelho, seus olhos brilham ao reconhecer o próprio reflexo, como se cada gesto fosse uma descoberta nova. com um tecido transparente, se esconde. risadinhas escapam enquanto o véu cobre o rosto, e logo reaparece, encontrando-se de novo, surpresa e encantada. cada olhar, cada sorriso, cada gesto revela a alegria de se reconhecer, de explorar limites e esconderijos, de brincar com o espelho do corpo e da identidade. na simplicidade do brincar, Mel descobre que se esconder e se encontrar é também celebrar a própria presença no mundo, transformando o reflexo em companhia e encanto.


Mel toca a terra que repousa sobre a folha seca, sentindo a textura leve e viva que se espalha pela pele. Segura a folha nas mãos e sorri para o adulto, como se a terra caída sobre suas pernas e chão fosse um pequeno acontecimento divertido. Logo, mistura a terra com a colher de pau na bacia, experimentando sons, movimentos e cheiros, deixando a curiosidade guiar cada gesto. Mel, observa a ponta dos dedos sujos, como quem descobre no próprio corpo as marcas da brincadeira, pequenas histórias de terra, riso e descoberta.


Mel explora as frutas com as mãos e os olhos curiosos, oferecendo, saboreando e observando cada cor e textura, transformando cada mordida em descoberta e encanto.


A água chega morna, dançando sobre a pele e convidando ao aconchego. Entre conversas, respingos e olhares atentos, o banho se transforma em um momento de encontro, um diálogo entre quem cuida e quem é cuidado. Cada toque, cada gesto de delicadeza, é também um gesto de amor. No calor das mãos que sustentam e na suavidade da água que envolve, Mel descobre o prazer do cuidado, a segurança do colo, o aconchego que habita o cotidiano. Mais do que higiene, o banho é encontro, é linguagem sem palavras. Nos olhares trocados, no toque suave e no riso que escapa, nasce a confiança e cria-se o vínculo. Um banho que limpa o corpo, mas também alimenta o coração.


Mel saboreia uma panquequinha com queijo, e em um gesto curioso agarra um pedaço com a boca, puxando-o e vendo-o se esticar, fascinada pelo toque e pelo sabor.


Uma lembrança doce de Mel na festa junina do berçário, ela balança de leve no colo do adulto enquanto a música toca. Os olhinhos brilham e o seu rosto sereno enche o ar de ternura, um instante de pura alegria, memória e abraço festivo.


Mel se equilibra no cavalinho de madeira. O sorriso se abre, os olhos brilham, e cada movimento desperta uma curiosidade feliz, pura e delicada.


Mel inicia sua aventura pelo circuito com o brilho da descoberta nos olhos. Engatinhando pelo túnel de madeira, o sorriso ilumina seu rosto, cada movimento é uma celebração da coragem e da curiosidade


Logo, o step a desafia. Ela se aproxima, hesita, sente a textura sob as mãos e os joelhos e, finalmente, se arrisca, apoiando-se na ponta. Um instante de pausa, seu olhar busca o do adulto, como quem diz: "E agora, o que faço?" uma pequena pausa que revela confiança e vínculo.


atENDENDO AO chamado do adulto, Mel se dirige ao túnel feito de caixa. Curiosa, AVANÇA engatinhando com determinação. A cada passo, explora limites e possibilidades. Ao emergir do outro lado, seu sorriso é um reflexo da alegria de conquistar, do prazer do brincar e aprender, e do encontro seguro com quem a acompanha. nESTE CIRCUITO SIMPLES, CADA TÚNEL, CADA STEP, CADA GESTO É UMA LIÇÃO DE MOVIMENTO, CORAGEM E CONEXÃO. mEL NOS LEMBRA QUE CRESCER É, SOBRETUDO, UMA DANÇA ENTRE LIBERDADE DE EXPERIMENTAR E A CONFIANÇA NO OLHAR QUE ACOMPANHA.


Entre sons, cores e gestos, Mel mergulha no universo da musicalização. Observa atentamente a professora que a convida a tocar o pandeiro, mãos pequenas explorando a superfície com curiosidade e um sorriso iluminando o rosto. Com um tecido cheio de peixinhos, desliza os dedos, sentindo texturas que se transformam em descobertas sensoriais. E quando olha para a professora tocando ukulelÊ, seus olhos brilham, absorvendo melodias e gestos, num diálogo delicado entre som, movimento e encantamento.


Em cada cor, uma nova forma de descobrir o mundo. No verde, Mel se delicia com o brócolis, mãos curiosas explorando, boca e olhos atentos, o prazer de descoberta em cada mordida. No amarelo, se entrega ao melão, provando a casca com curiosidade, e logo se encanta com as sementes do maracujá, sentindo a textura e o aroma que despertam o encantamento do toque e do sabor. No vermelho, Mel saboreia a fatia de melancia, toca, prova, sorri, celebra a experiência de conhecer o alimento com todos os sentidos. Entre cores, texturas e gestos, Mel vai crescendo, pintando com o corpo e o sentir, mergulhando nas primeiras formas de explorar e se encantar com o mundo ao seu redor.


Mel olha para o adulto com um sorriso tão cheio de ternura que parece dizer: "Obrigada por estar aqui, comigo." Seu olhar brilha como um sol pequenino, e esse gesto simples se torna um poema silencioso de confiança e afeto.


O sorriso de Mel brilha como tímidos raios de sol, tão puro, tão contagiante, que aquece tudo ao redor com doçura silenciosa.


Mel aproxima-se com ternura, passa as mãos sobre o pequeno ser, explorando cada contorno com carinho e respeito. Seu olhar atento revela admiração, enquanto ela descobre a vida que se move sob as pontas dos dedos, um gesto silencioso de afeto e conexão.


Com o olhar atento e curioso, Mel observa a ratinha, fascinada pelo pequeno corpo que se move diante dela. Devagarinho, aproxima as mãos, sentindo a pelagem macia e delicada, num toque suave que mistura encantamento e cuidado. Nesse encontro silencioso entre pele e pelo, surge a ternura, um gesto singelo de respeito e descoberta pelo outro ser.


Mel revela sua autonomia e curiosidade ao se alimentar. Ela explora o mamão, espetando-o com o garfinho e levando cada pedaço à boca, experimentando a alegria de conseguir por si mesma. Saboreia pedaços de pão, desenvolvendo coordenação e independência a cada mordida. Com a ajuda do adulto, ela toma a vitamina, aprendendo equilibrar autonomia e segurança. Diante de uma refeição saborosa, se alimenta sozinha, confiante e satisfeita, mergulhada no prazer simples de cuidar de si e explorar sabores. Cada gesto revela pequenas conquistas, a autonomia se constrói no ritmo de suas mãos, no olhar atento ao alimento e no prazer de descobrir que ela mesma pode nutrir-se, passo a passo, com confiança e alegria.


Mel explora o pó de café com um olhar curioso, como quem descobre segredos guardados na textura fina que escorre entre os dedos. Passa as mãos pela superfície escura, deixando que seus movimentos criem desenhos espontâneos, traços que nascem do toque. Em um instante leve, seus pés também encontram o pó, sentindo sua maciez sutil, quase um sussurro na pele. Assim, Mel transforma o simples gesto de tocar em poesia, descoberta que se espalha entre mãos, pés e encantamento.


No gramado, entre o jacaré de plástico e o toquinho de madeira, é o girassol que chama Mel para perto. Ela observa o caule verde, toca a folha com delicadeza e desliza os dedos pelas pétalas amarelas, como quem conversa com a luz. O olhar curioso e atento revela seu encontro com a beleza simples da natureza, um instante em que tudo se torna descoberta, brilho e encantamento.


Mel mergulha a mão na areia colorida, sentindo os grãos deslizarem entre os dedos como pequenas ondas silenciosas. Ao levantar a mão, observa atentamente a palma da mão marcada de cor e textura, encantada com a que a brincadeira revela, um universo inteiro cabendo no gesto de tocar.


Em meio às folhas, às palhas e aos pequenos animais de brinquedo, Mel cria seu próprio diálogo com a natureza inventada. Segura uma folha com cuidado estendendo ao adulto, como se oferecesse um pedaço do mundo que acabara de descobrir. Logo, escolhe outra folha entre muitas ao seu redor e a aproxima do animalzinho de plástico, num gesto delicado que mistura imaginação e cuidado. Cada escolha, cada entrega, cada toque revela uma forma única de encontro, onde a infância transforma simples elementos em poesia viva.


No aconchego do cesto de livros, Mel encontra muito mais que páginas, encontra possibilidades. Entre capas coloridas, suas mãos pequeninas escolhem "Meu primeiro livro sobre cores", como quem reconhece um chamado silencioso. Ao folhear, seus olhos repousam na página azul. Ela toca as gotinhas de chuva impressas, como se pudesse sentir a água escorrer pela ponta dos dedos, encantada com a suavidade daquela cor que parece respirar. Logo, vira a página e detém o olhar no rosa, observando atentamente cada detalhe, deixando que o brilho da descoberta guie seus movimentos. Mel folheia devagar, curiosa, permitindo que cada cor conte uma história nova ao seu corpo e ao seu olhar. Assim, entre páginas, toques e maravilhamento, ela constrói memórias sensíveis, um início doce e colorido em sua própria história com os livros.


Mel passa uma mão sobre a outra, espalhando a tinta e observando atentamente a cor que marca a palma de sua mão. Com delicadeza, desliza o dedo sobre a própria mão e, curiosa, explora o pedaço de cenoura que ali estava, transforma textura, cor e toque em descoberta.


Mel participa com muito entusiasmo e atenção em cada encontro, compartilhando descobertas e encantamento. A presença da família transforma cada experiência em cuidado, afeto e aprendizado compartilhado, mostrando a importância de estar junto no brincar e na descoberta.

Experiência na Escola - Uirapuru Bebê/2025


Turma - Bebês manhã Uirapuru bebê/2025


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