Skip to main content

Informativo Amigo do Campo - Outubro / 2026

Page 1

Safra

Emergência uniforme: o primeiro sinal de uma boa implantação

D

epois que a plantadeira deixa a área, começa uma nova etapa do trabalho. Nas primeiras semanas de desenvolvimento, a lavoura passa a mostrar sinais importantes sobre como foi a implantação e quais pontos precisam receber mais atenção. É nesse momento que vale caminhar pelas linhas, comparar diferentes pontos da área e observar se o milho se estabeleceu de maneira uniforme. Falhas, plantas atrasadas, diferenças de tamanho e problemas de distribuição podem indicar condições que merecem ser investigadas enquanto a lavoura ainda está no início do desenvolvimento.

Emergir junto faz diferença

Uma lavoura uniforme não significa apenas ter o número esperado de plantas. É importante que elas também estejam em estágios semelhantes de desenvolvimento. Quando algumas plantas emergem vários dias depois das demais, começam a competir em desvantagem por luz, água e nutrientes. Essas plantas atrasadas tendem a apresentar menor desempenho e podem comprometer a eficiência do conjunto da lavoura. A uniformidade da profundidade de semeadura, o vigor das sementes e a regulagem da plantadeira estão entre os fatores que influenciam esse processo. Por isso, observar agora se existem plantas muito maiores ou menores dentro da mesma linha ajuda a identificar como ocorreu o estabelecimento da cultura.

Falhas também contam uma história

Um espaço vazio na linha pode ter diferentes causas. A semente pode não ter sido depositada corretamente, pode ter encontrado condições inadequadas para germinar ou ter sofrido algum problema após a semeadura. Da mesma forma, plantas muito próximas ou pontos com concentração maior de indivíduos podem indicar falhas na distribuição. A profundidade também merece atenção. Ela precisa proporcionar bom contato da semente com a umidade do solo e deve ser relativamente uniforme. Solos mais pesados ou com drenagem limitada normalmente exigem semeadura mais superficial do que solos leves, e profundidades excessivas podem retardar a emergência. O objetivo não é olhar uma planta isoladamente, mas perceber se o mesmo padrão aparece em diferentes partes da área.

O início revela mais do que o plantio

Depois da emergência, outros sinais começam a aparecer. Cor das folhas, vigor das plantas, presença de insetos, competição com plantas daninhas e diferenças de desenvolvimento entre pontos da lavoura ajudam a formar um primeiro diagnóstico da safra.

02 | Informativo Coamig

Foto: Eder Siqueira da Silva Também é importante observar se existem áreas onde a emergência foi prejudicada por compactação, excesso de resíduos sobre a linha, crostas na superfície ou problemas de drenagem. Registrar essas diferenças, inclusive com fotografias, pode ser útil para comparar áreas e entender melhor os resultados no decorrer da safra.

É hora de conferir, não de esperar

O início do ciclo é justamente o momento de entender se a implantação ocorreu conforme o planejado. Quanto mais cedo uma situação é identificada, mais informações o produtor terá para decidir os próximos passos. Isso não significa que qualquer falha exija uma intervenção. Antes de tomar decisões, é necessário avaliar a intensidade do problema, sua distribuição dentro da área e o potencial da lavoura como um todo. A equipe técnica da Coamig pode auxiliar nessa leitura, acompanhando as áreas e ajudando o produtor a interpretar aquilo que a lavoura está mostrando. Depois que o milho emerge, cada linha conta um pouco da história do plantio. Saber observar esses primeiros sinais é uma forma de começar a safra com mais informação e segurança.


Clima

Chuva em excesso: quando a água deixa de ajudar e começa a prejudicar a lavoura

A

chuva é indispensável para o desenvolvimento das culturas, mas, quando ocorre em grande volume ou por períodos prolongados, aquilo que normalmente representa condição favorável pode se transformar em um desafio para o produtor.

Operações realizadas com o solo muito úmido podem aumentar a compactação, formar marcas profundas e prejudicar a estrutura da área. Em alguns casos, a tentativa de cumprir rapidamente uma operação pode gerar um problema que permanecerá por várias safras.

O excesso de água no solo interfere diretamente no desenvolvimento das plantas, dificulta operações de campo e pode comprometer decisões importantes durante a safra. Por isso, em períodos de maior umidade, acompanhar as condições da lavoura passa a ser tão importante quanto observar a previsão do tempo.

Quando houver possibilidade, esperar o solo atingir melhores condições de tráfego pode evitar danos desnecessários.

Solo encharcado significa menos oxigênio para as raízes

Quando os poros do solo permanecem ocupados por água durante muito tempo, diminui a quantidade de oxigênio disponível para as raízes. Esse ambiente pode reduzir o crescimento radicular e dificultar a absorção de água e nutrientes pelas plantas. Os efeitos variam conforme a cultura, o estágio de desenvolvimento, o tipo de solo e o tempo de encharcamento. Áreas mais baixas, compactadas ou com drenagem limitada tendem a sentir primeiro os impactos. Plantas submetidas a essas condições podem apresentar crescimento mais lento, amarelecimento e perda de vigor. Em situações mais severas, o desenvolvimento da lavoura pode ficar comprometido.

Nutrientes também podem ser perdidos

A chuva excessiva também interfere na fertilidade do solo. O excesso de água pode aumentar a lixiviação de alguns nutrientes, reduzindo sua disponibilidade para as plantas. Além disso, períodos prolongados de encharcamento podem alterar processos naturais do solo e comprometer o aproveitamento dos nutrientes pela cultura.

Entrar na área na hora errada pode piorar o problema

Outro cuidado importante está relacionado à entrada de máquinas e equipamentos.

A chuva também pode reduzir as janelas disponíveis para aplicações de defensivos e outras operações importantes. Por isso, planejamento e acompanhamento da previsão ajudam o produtor a aproveitar melhor os períodos favoráveis.

Umidade também exige mais atenção à sanidade

Períodos com elevada umidade favorecem o desenvolvimento de diferentes doenças nas lavouras. Folhas permanecendo molhadas por mais tempo e temperaturas favoráveis podem criar condições para a instalação e evolução de patógenos. Nesse cenário, o monitoramento precisa ser constante. Identificar os primeiros sinais e avaliar corretamente cada situação permite tomar decisões com mais segurança e evita aplicações feitas apenas por rotina.

Depois da chuva, é hora de observar

Nem sempre é possível controlar quanto ou quando vai chover. O que o produtor pode controlar é a forma como acompanha a área e reage às condições encontradas. Depois de períodos de chuva intensa, vale observar pontos de encharcamento, condição das plantas, sinais de deficiência, presença de doenças e possíveis danos causados pelo excesso de água. A equipe técnica da Coamig está à disposição para acompanhar as lavouras e orientar os cooperados na avaliação de cada situação. No campo, chuva é sempre bem-vinda — mas, quando vem em excesso, informação e acompanhamento fazem toda a diferença.

03 | Informativo Coamig


Criação

Bezerras: os primeiros cuidados constroem o rebanho do futuro Instalações secas, limpas, protegidas de vento e excesso de umidade ajudam a reduzir a exposição a agentes causadores de doenças. Camas sujas, água contaminada e utensílios mal higienizados podem transformar pequenos descuidos em problemas sanitários. Mamadeiras, baldes e outros equipamentos usados na alimentação precisam fazer parte da rotina de limpeza da propriedade. Ao mesmo tempo, a observação diária é indispensável. Alterações no comportamento, redução no consumo, diarreia, tosse ou falta de disposição são sinais que merecem atenção.

Água e alimentação desde cedo

Mesmo recebendo leite, a bezerra também precisa ter acesso a água limpa e de boa qualidade. A oferta de alimento inicial adequado contribui para o desenvolvimento do sistema digestivo e prepara o animal para as próximas fases da criação. O consumo deve ser acompanhado, porque mudanças no apetite muitas vezes são um dos primeiros sinais de que algo não vai bem.

O

futuro do rebanho começa muito antes da primeira lactação. Os cuidados adotados nas primeiras horas e nos primeiros meses de vida da bezerra influenciam diretamente seu desenvolvimento, sua saúde e o potencial produtivo que ela poderá apresentar quando adulta. Por isso, criar bem uma bezerra não é apenas cuidar de um animal jovem. É investir na renovação do rebanho e na continuidade da atividade leiteira. “Os primeiros cuidados com a bezerra têm impacto direto no desenvolvimento do animal e no futuro do rebanho. Colostragem bem feita, higiene, conforto, água de qualidade e alimentação adequada ajudam a construir animais mais saudáveis e preparados para expressar seu potencial produtivo.” Dr. Guilherme Fernando Mattos Leão — Médico-veterinário

Tudo começa com o colostro

Nas primeiras horas após o nascimento, o colostro é uma das principais ferramentas de proteção da bezerra. É por meio dele que o animal recebe anticorpos importantes para enfrentar doenças enquanto seu próprio sistema de defesa ainda está em desenvolvimento. Além de fornecer o colostro o quanto antes, é importante observar sua qualidade, a higiene durante o fornecimento e se a bezerra realmente ingeriu quantidade suficiente. Falhas nessa etapa podem aumentar a vulnerabilidade a doenças e comprometer o desenvolvimento do animal logo no início da vida.

Ambiente limpo também é parte do manejo

Depois do nascimento, higiene e conforto passam a ter papel fundamental.

04 | Informativo Coamig

O objetivo é promover um crescimento constante e equilibrado, evitando tanto deficiências quanto mudanças bruscas na alimentação.

Acompanhar o desenvolvimento faz diferença

Peso, crescimento, consumo e condição corporal ajudam o produtor a entender se a criação está seguindo o caminho esperado. Manter registros simples permite comparar animais, identificar dificuldades mais cedo e avaliar se o manejo adotado está trazendo resultado. Esse acompanhamento também ajuda a enxergar a criação de bezerras como parte do planejamento da propriedade. Afinal, são esses animais que, no futuro, poderão substituir vacas do rebanho e dar continuidade à produção.

Cuidar hoje para produzir amanhã

Na atividade leiteira, muitos resultados aparecem meses ou até anos depois das decisões tomadas. Com as bezerras não é diferente. Colostragem bem feita, higiene, alimentação adequada, água de qualidade, conforto e acompanhamento constante formam uma sequência de cuidados que ajuda a construir animais mais saudáveis e preparados para as próximas fases. A equipe técnica da Coamig está à disposição para orientar os produtores e auxiliar na organização do manejo de acordo com a realidade de cada propriedade. Cuidar bem das bezerras hoje é preparar, desde cedo, o rebanho que vai sustentar a produção de amanhã.


Sanidade

Sanidade do milho também define a qualidade da silagem

A

qualidade da silagem começa ainda na lavoura. Antes do corte, da compactação e do fechamento do silo, a sanidade das plantas já influencia o alimento que será oferecido ao rebanho nos meses seguintes. Quando o milho sofre com pragas e doenças, não é apenas a produtividade da lavoura que pode ser comprometida. Plantas danificadas, espigas atacadas e tecidos lesionados podem criar condições favoráveis para a entrada e o desenvolvimento de fungos, reduzindo a qualidade do material que chegará ao silo.

Pragas também abrem caminho para doenças

O ataque de insetos pode provocar lesões nas folhas, colmos e espigas. Essas portas de entrada deixam a planta mais vulnerável à colonização por fungos e podem comprometer seu desenvolvimento. Por isso, o acompanhamento da lavoura precisa começar cedo. Monitorar a presença de pragas e avaliar a necessidade de controle permite agir no momento adequado, evitando que um problema inicialmente pequeno avance e comprometa uma área maior. O mesmo vale para as doenças. A presença de fungos deve ser observada durante todo o ciclo da cultura, principalmente em períodos com elevada umidade e condições favoráveis ao desenvolvimento de patógenos. Quando houver necessidade de aplicação de inseticidas ou fungicidas, a escolha do produto, a dose e o momento de entrada na área devem seguir recomendação técnica e considerar as condições encontradas na lavoura.

Atenção às micotoxinas

Alguns fungos podem produzir substâncias conhecidas como micotoxinas. Elas podem estar presentes no milho ainda no campo ou se desenvolver em condições inadequadas de armazenamento e conservação. Quando um material contaminado segue para o silo, o problema pode chegar até a alimentação dos animais. Dependendo do tipo e da concentração, as micotoxinas podem comprometer o consumo, o desempenho produtivo, a resposta imunológica e a saúde do rebanho. Por isso, uma silagem visualmente bem armazenada nem sempre significa que todos os riscos foram eliminados. O cuidado precisa começar antes da colheita.

Do campo ao silo, nenhuma etapa trabalha sozinha

Produzir uma boa silagem depende de uma sequência de decisões. Uma lavoura sadia oferece melhores condições para chegar ao ponto de colheita com qualidade. Depois disso, regulagem da máquina, tamanho de partícula, compactação, vedação e manejo do silo passam a ter papel fundamental.

Falhas em qualquer uma dessas etapas podem favorecer perdas e deterioração do material. Na prática, o produtor precisa olhar para a silagem como um processo completo: sanidade da lavoura, colheita no momento adequado e conservação correta trabalham juntas para determinar a qualidade do alimento final.

Monitorar agora para proteger o rebanho depois

Aplicações bem posicionadas, feitas quando realmente necessárias, ajudam a proteger o potencial da lavoura e a reduzir riscos ao longo do processo produtivo. A equipe técnica da Coamig está à disposição para acompanhar as áreas, auxiliar na identificação de pragas e doenças e orientar os cooperados sobre as estratégias de manejo mais adequadas para cada situação. Nas lojas Coamig, o produtor também encontra soluções para o manejo da lavoura, sempre com orientação para uma escolha mais segura e adequada à realidade da propriedade. Cuidar da sanidade do milho hoje também é cuidar da qualidade da silagem e da alimentação que chegará ao rebanho amanhã.

05 | Informativo Coamig


Cooperativismo

Cooperativismo: crescer juntos fortalece quem produz O

cooperativismo parte de uma ideia simples: quando produtores com necessidades e objetivos semelhantes se unem, passam a construir soluções que seriam mais difíceis de alcançar individualmente. No campo, essa união ganha forma todos os dias por meio de serviços, estrutura, orientação técnica, acesso à informação e oportunidades construídas coletivamente.

Para o produtor, fazer parte de uma cooperativa não significa apenas utilizar seus serviços ou realizar negócios. Significa fazer parte de uma organização que conhece a realidade da região e que cresce à medida que seus cooperados também se desenvolvem.

A força de muitos trabalhando pelo mesmo objetivo

Individualmente, cada propriedade tem sua estrutura, seus desafios e sua capacidade de negociação. Quando os produtores estão organizados coletivamente, essas diferentes realidades passam a formar uma força maior. A escala proporcionada pelo cooperativismo pode contribuir para ampliar o acesso a produtos, serviços, conhecimento e estruturas que atendam às necessidades das propriedades. Também permite que demandas comuns sejam identificadas e trabalhadas de maneira conjunta. É justamente essa soma que dá sentido ao modelo: cada cooperado continua responsável pelas decisões dentro da própria propriedade, mas deixa de caminhar sozinho.

Muito além de comprar e vender

Uma cooperativa forte precisa acompanhar o produtor antes, durante e depois das decisões que acontecem no campo. Na Coamig, esse trabalho aparece na assistência técnica, nas visitas às propriedades, nas lojas, nas capacitações, no acompanhamento das lavouras e do rebanho e na busca por novos serviços que possam contribuir com a atividade dos cooperados. Um exemplo recente é a ampliação do suporte em nutrição animal, com acompanhamento especializado e construção de dietas de acordo com a realidade de cada propriedade. Da mesma forma, o trabalho dos técnicos de campo leva informação e orientação até o produtor, ajudando a transformar conhecimento em decisões práticas. São serviços que ganham força justamente porque fazem parte de uma estrutura construída para atender necessidades que surgem dentro das propriedades.

realizado pelas equipes aproximam o produtor de conhecimentos que podem ser adaptados à sua realidade. Nem toda novidade serve para todas as propriedades. O importante é ter acesso à informação, avaliar com orientação e decidir aquilo que realmente faz sentido.

Cooperar também é participar

O cooperativismo se fortalece quando existe proximidade entre cooperativa e cooperado. Ouvir quem está no campo permite entender melhor suas necessidades, identificar dificuldades e buscar soluções mais adequadas. Essa participação também ajuda a cooperativa a evoluir. Novos serviços, melhorias no atendimento e decisões sobre aquilo que deve ser buscado para os produtores nascem, muitas vezes, das necessidades percebidas no contato diário com os cooperados. No fim, cooperar é justamente isso: somar experiências, necessidades e esforços para construir algo que seja mais forte para todos.

O campo muda constantemente. Novas tecnologias, desafios sanitários, condições climáticas e mudanças de mercado exigem atualização.

A Coamig cresce quando consegue estar cada vez mais presente na realidade de quem produz. E quanto mais forte essa relação se torna, maiores são as condições de construir soluções, gerar oportunidades e preparar o caminho para as próximas gerações.

Por isso, proporcionar acesso à informação também faz parte do cooperativismo. Dias de campo, capacitações, visitas técnicas, participação em eventos e o próprio acompanhamento

Porque no cooperativismo, crescer junto não é apenas um princípio. É o que transforma a força de cada produtor na força de todos.

Informação também é um benefício

06 | Informativo Coamig


Palavra da Loja Estar próximo do produtor também significa entender aquilo que ele realmente precisa no dia a dia. Muitas vezes, quem chega à loja já sabe exatamente o que procura. Em outras situações, chega com uma dúvida, uma necessidade ou um problema que precisa ser resolvido. E é justamente aí que o atendimento faz diferença. Na Coamig, nosso trabalho vai muito além de colocar produtos no balcão. Precisamos ouvir o cooperado, compreender a realidade da propriedade e buscar a solução mais adequada para cada situação. Uma boa venda começa muito antes do fechamento do pedido: começa quando conseguimos entender o que o produtor precisa e oferecer algo que realmente faça sentido para a sua atividade. Esse contato constante também nos ajuda a melhorar a própria loja. O mix de produtos, o planejamento de estoque e as novidades que buscamos trazer precisam acompanhar aquilo que está acontecendo no campo. Safra, pecuária, manutenção da propriedade e rotina do produtor mudam ao longo do ano, e as lojas precisam estar preparadas para atender essas demandas. Por isso, a troca de informações entre cooperados, equipe de campo e lojas é tão importante. Quando conseguimos entender melhor o que está acontecendo nas propriedades, podemos nos antecipar, buscar novos produtos, melhorar o atendimento e oferecer mais opções para quem produz.

Nosso compromisso é fazer com que o cooperado encontre na Coamig não apenas preço e variedade, mas também confiança, atendimento próximo e uma equipe disposta a ajudar. Queremos que cada visita à loja seja uma oportunidade de resolver uma necessidade e fortalecer ainda mais a parceria entre a cooperativa e o produtor. Porque, no fim das contas, uma loja forte é aquela que conhece quem está do outro lado do balcão e trabalha todos os dias para atendê-lo cada vez melhor. Marcelo Castilho Supervisor de Lojas da Coamig

Receita Fortim Cookie Caseiro com Manteiga Fortim e Chocolate Crocante nas bordas, macio por dentro e com bastante chocolate. Esse cookie é daqueles que parecem simples, mas dependem de alguns cuidados para chegar no ponto certo. A Manteiga Fortim ajuda a dar sabor e textura à massa, enquanto o descanso antes de assar faz diferença no resultado.

RESULTADO

Cookies dourados nas bordas, macios no centro e com pedaços de chocolate derretido a cada mordida. O segredo é não deixar assar demais: eles continuam firmando depois que saem do forno. Sirva ainda morno com um copo de leite Fortim ou acompanhado de um bom café.

INGREDIENTES • • • • • • • • •

100 g de Manteiga Fortim em temperatura ambiente 60 g de açúcar mascavo 50 g de açúcar cristal 1 ovo 1 colher de chá de essência ou extrato de baunilha 180 g de farinha de trigo 1 colher de chá rasa de bicarbonato de sódio 1 pitada de sal 100 g de chocolate em gotas ou picado

MODO DE PREPARO

Em uma tigela, bata a Manteiga Fortim com o açúcar mascavo e o açúcar cristal até formar um creme homogêneo. Acrescente o ovo e a baunilha e misture novamente. Em seguida, adicione a farinha de trigo, o bicarbonato e o sal. Misture apenas até a massa ficar uniforme. Por último, incorpore o chocolate. Divida a massa em porções de aproximadamente 60 a 75 g e modele em formato de bolinhas, sem achatar muito. Leve à geladeira por pelo menos 30 minutos. Para um resultado ainda melhor, as bolinhas também podem ser congeladas antes de assar. Disponha os cookies em uma assadeira, deixando espaço entre eles, e leve ao forno preaquecido a 180 °C por aproximadamente 12 a 14 minutos. O ponto ideal é quando as bordas estiverem firmes e levemente douradas, mas o centro ainda parecer um pouco macio. Retire do forno e deixe os cookies descansarem na própria assadeira por alguns minutos antes de transferir.

07 | Informativo Coamig


Saúde

Outubro Rosa: cuidado e atenção que fazem diferença O Outubro Rosa é um momento de conscientização sobre o câncer de mama e reforça a importância de olhar com mais atenção para a própria saúde. O cuidado não deve acontecer apenas neste mês, mas outubro ajuda a lembrar que informação, acompanhamento e diagnóstico precoce fazem diferença.

Entre os sinais que merecem atenção estão nódulos endurecidos, alterações na pele da mama, mudança no formato do mamilo, saída espontânea de líquido e presença de nódulos na região das axilas. Ao perceber alguma alteração, o mais importante é procurar um serviço de saúde para avaliação.

Conhecer o próprio corpo também é cuidado

Observar as mamas e conhecer aquilo que é habitual no próprio corpo pode ajudar a perceber alterações que merecem atenção. Esse cuidado pode fazer parte da rotina da mulher e contribuir para que mudanças sejam identificadas mais cedo. Ao notar algo diferente, a orientação é procurar um profissional ou serviço de saúde para uma avaliação adequada.

Mamografia faz parte da prevenção

A mamografia é um dos principais exames utilizados no rastreamento do câncer de mama. No SUS, a recomendação de rastreamento populacional é para mulheres de 50 a 74 anos, a cada dois anos, mesmo sem sinais ou sintomas. Fora dessa faixa ou em situações de maior risco, a necessidade de exame deve ser avaliada individualmente por um profissional de saúde.

Cuidar de si também é prioridade

Na correria do trabalho, da família e das responsabilidades do dia a dia, a própria saúde muitas vezes fica para depois. O Outubro Rosa é também um convite para mudar isso. Cuidar de si, conhecer o próprio corpo e buscar acompanhamento profissional são atitudes simples que podem fazer diferença.


Turn static files into dynamic content formats.

Create a flipbook
Informativo Amigo do Campo - Outubro / 2026 by coamig - Issuu