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REVISTA MENSAL SOBRE A ATIVIDADE DO CLUBE NAVAL DA HORTA
Nยบ 49 ABRIL 2018 ARTUR FILIPE SIMร ES | CNH 2018
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CANOAGEM TORNEIO DA PRIMAVERA - ATLETAS ENFRENTARAM ALGUM VENTO
“O
s canoístas enfrentaram algum vento, o que dificultou a progressão dos kayak’s na água, uma adversidade que se reflectiu no resultados”. É este o balanço feito pela Directora da Secção de Canoagem do Clube Naval da Horta (CNH), Susana Rosa, ao Torneio da Primavera, que decorreu na manhã de sábado, dia 7, na Baía da Horta. Nesta Prova de Fundo participaram 11 atletas. Os dos Escalão de Menor e Infantis competiram nos 2000 metros, ao passo que para os Cadetes, Juniores, Seniores e Veteranos a distância estava fixada em 5000 metros. Como habitualmente, após a Prova, Atletas, Dirigente e Treinadores reuniram-se num pequeno lanche-convívio, marcado pelo tema do Torneio: a Primavera.
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A Primavera deu nome ao Torneio e foi tema do lanche-convívio
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NATAÇÃO ENCONTRO NACIONAL DE INFANTIS, EM CONDEIXA
Diana Neves, do CNH, revela que aprendeu novas técnicas e fez amizades. Anda sempre acompanhada pelo seu panda da sorte, uma oferta de alguém muito querido.
“C
orreu bem, deu para aprender novas técnicas, conhecer pessoal de outras zonas do país e fazer amizades”. É este o balanço feito por Diana Neves, atleta da Secção de Natação do Clube Naval da Horta (CNH), à participação no Encontro Nacional de Infantis, que decorreu nos dias 28 e 29 de Março, em Condeixa, no Continente português. O Encontro Nacional de Infantis foi organizado pela Federação Portuguesa de Natação (FPN), Associação de Natação de Coimbra (ANC), Câmara Municipal de Condeixa e Condeixa Aqua Clube (CAC), tendo sido realizado nas Piscinas Municipais de Condeixa.
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A nadadora faialense sente-se “satisfeita” por ter tido mais esta oportunidade para evoluir e, no campo das novas amizades, destaca Maria Neves. “Rindo e brincando ficámos amigas e tudo começou por causa do sobrenome, já que ambas somos Neves”, recorda Diana. A atleta da Secção de Natação do Clube Naval da Horta destaca o “bom ambiente” vivido ao longo destes dias, não escondendo o orgulho de ter recaído sobre si a honra de representar o Faial num evento de âmbito nacional. Sílvia Mendonça, Treinadora de Grau II e Coordenadora da Natação do CNH, explica que Diana Neves participou neste Encontro Nacional de Infantis por ter sido a única nadadora do Clube Naval da Horta cuja pontuação na Prova de Nadador Completo se encontra no Ranking. Aperfeiçoamento técnico e formação desportiva, foram os objectivos deste evento, que reuniu mais de 100 nadadores de todo o país.
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Maria Neves (a segunda a contar da esquerda para a direita) é a nova amiga de Diana Neves (a última, pela mesma ordem)
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NATAÇÃO DAVID YUDOVIN RECORDADO PELA MULHER E AMIGOS, NO BAR DO CNH
Beth sentiu-se entre amigos e agradeceu as manifestações de carinho recebidas
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oi entre amigos que decorreu o encontro de quarta-feira, dia 4, no Bar do Clube Naval da Horta (CNH), em que Beth – viúva do nadador norte-americano, David Yudovin – esteve presente. A conversa, regada com chá e bolo caseiro, trouxe à memória as façanhas de um nadador singular, que se tornou especial para o Clube Naval da Horta e para muitos faialenses. Com feitos notáveis alcançados em diferentes países ao fazer travessias em águas abertas, David esteve presente neste encontro, não só em espírito e amizade, mas, também, pelas palavras e imagens. Altino Goulart, Navegador escolhido por David e de quem se viria a tornar um amigo do peito, invocou o companheiro dessas aventuras cal-
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culadas e preparadas, denotando um misto de emoção e saudade. “David era um nadador exímio e um excelente ser humano”, recorda Altino Goulart, que se tornou o homem de confiança deste californiano no que a travessias dizia respeito. A corroborar essa afirmação, está o facto de este nadador ter dito que havia dois aspectos que lhe davam sorte: o amigo Altino e o seu indispensável relógio. O seu legado continua a viajar pelo mundo através de Beth, que, ao participar em seminários e palestras, mantém viva a memória de David, ao mesmo tempo que partilha a sua vasta experiência, enquanto treinadora. Beth Yudovin encontrava-se precisamente a participar num seminário em Londres, de onde embarcou para vir ao Faial cumprir este desejo do marido. Daqui partirá esta sexta-feira, dia 6, rumando novamente a Londres e só depois re-
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gressará a casa, na Califórnia. Na bagagem leva o programa oferecido por Altino Goulart, as manifestações de apoio e apreço do CNH, a amizade conquistada, os ‘souvenirs’ adquiridos e a sensação de que deixa parte de si nesta terra, atendendo à ligação próxima e profunda que mantinha com o companheiro de uma vida. Altino sublinhou a empatia, amizade e cordialidade que se gerou entre este casal e ele próprio. “Criei respeito e admiração por esta gente”, realça, salientando que “o Clube Naval da Horta foi fundamental em todo este processo”. “Gerou-se aqui algo de muito bom, que foi a confiança e a amizade das pessoas ao CNH”, sustenta. Beth agradeceu o apoio prestado pelo CNH e o carinho de todos, manifestando vontade de
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um dia regressar, já que alguns dos recantos da ilha têm gravadas memórias de ontem, com intensidade de hoje, que se tornarão ainda mais fortes amanhã. Por seu turno, Olga Marques, Vice-Presidente da Direcção do Clube Naval da Horta, revelou satisfação pelo facto de esta instituição ter contribuído para o sucesso do projecto de David Yudovin. Depois de mais este encontro – que Beth espera não ser o último – naturalmente que os laços saem reforçados e que sobressai um sentimento de proximidade, não fosse o Faial terra de chegadas e partidas, de marinheiros e aventureiros, de encontros e abraços apertados, coroados pelo selo de algo muito nosso: a hospitalidade.
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NATAÇÃO TORNEIO DE FUNDO: “O DESEMPENHO DOS ATLETAS DO CNH FOI MUITO POSITIVO”
Diana Neves, Sílvia Mendonça (Treinadora), Tomás Oliveira e António Leal: uma representação que dignificou o CNH e a ilha do Faial
“O
desempenho dos nossos atletas foi muito positivo. A atleta Diana Neves alcançou mais um tempo mínimo para competir no Campeonato Nacional de Infantis na prova de 100m Mariposa, melhorou 7 segundos na prova de 400m Estilos (estando, agora, a 1 segundo para competir neste mesmo Campeonato) e melhorou 39 segundos na prova de 800m Livres. O atleta António Leal melhorou 13 segundos na prova de 400m Estilos e o atleta Tomás Oliveira melhorou 9 segundos na prova de 400m Estilos e 8 na prova de 1500m Livres”. É assim que Sílvia Mendonça, Treinadora de Grau II e Coordenadora da Natação do Clube Naval da Horta (CNH) descreve a forma como decorreu
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o Torneio de Fundo - Natação, decorrido este sábado, dia 28 de Abril, na ilha de São Miguel. “Como já foi referido anteriormente, este foi um Campeonato no qual apenas puderam competir atletas com mínimo regional para esta prova, o que, no caso da ilha do Faial, é redutor, por termos apenas três atletas nestas condições”, explica esta Técnica, que salienta: “A iniciativa de realizarmos esta prova em São Miguel não seria concretizável sem a ajuda do CNH, da Associação de Natação da Região Açores (ANARA) e dos pais destes três atletas que, desta forma, nos permitem desenvolver a modalidade. A comitiva agradece toda a ajuda e apoio recebidos”.
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CONHECER OS NOSSOS ATLETAS GUILHERME NUNES: “SE PUDESSE, NADAVA O DIA INTEIRO”
Guilherme sonha vir a ser atleta olímpico
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uilherme Oliveira Nunes – ou simplesmente Gui, como é tratado pelos amigos – é um apaixonado pela Natação, que praticou ao longo de 10 anos consecutivos (começou com 5/6 e iniciou a competição por volta dos 7). Depois de uma paragem de 2 anos – tendo nadado fora do Faial ao longo de meio ano – recomeçou na Secção de Natação do Clube Naval da Horta (CNH) há 1 ano. E confessa que aquilo de que mais se arrepende é precisamente dessa paragem, que o fez perder o ritmo. “É difícil voltar à forma, mas sei que vou conseguir. Tenho a certeza de que quero manter a Natação ao longo da minha vida e, se, possível, daqui a algum tempo, alcançar um título nacional”. Este jovem, em pequeno foi aconselhado a praticar Natação por causa da asma o, que, em
conjunto com o trompete, ajudaria – segundo as orientações médicas – a abrir a caixa toráxica. Assim, paralelamente a um nadador, tínhamos, também, um trompetista. “Toquei durante 10 anos, no Conservatório, com o meu professor favorito: Yuri”. Se pudesse, Guilherme passava os seus dias só a nadar, mas a verdade é que, pelo menos para já, as suas rotinas são outras. Uma delas é, inevitavelmente, a escola. “Gosto de aprender, mas não gosto de estudar. Encontro-me em Artes por se revelar uma área mais prática”. Um exemplo para os colegas O atleta mais adulto da Secção de Natação do CNH, com 19 anos, tem ocupado o pódio dos melhores nos Açores e funciona como um exemplo e um incentivo para os colegas. Sempre que participa em provas regionais, traz uma ou duas medalhas para o Faial, sinal de que o
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Este nadador do CNH gostava que os jovens faialenses aderissem mais a esta modalidade
seu árduo trabalho é recompensado. Contudo, deixa este desabafo: “Nos Regionais, a fasquia é outra, por isso gostava que na minha equipa houvesse alguém com o meu nível a fim de possibilitar luta mais renhida mas, infelizmente, no Faial isso não acontece. Contudo, tenho colegas que puxam por mim, como o Tomás, o Afonso, o Luís e o Vieira. Eles nadam rápido nos seus estilos e quando os vejo a aproximar-se, acelero ainda mais. Aliás, são eles que me fazem querer acelerar mais... e mais!” Por isso, quando se lhe pede para apontar um objectivo válido, o capitão de equipa responde de imediato: “Bater os meus recordes”. Guilherme Nunes acalenta o sonho de vir a ser atleta olímpico e os treinos a que se sujeita e a forma como trabalha e puxa pelos colegas, são a prova de que leva a Natação muito a sério. “Faço parte da turma dos atletas que treinam às 7 da manhã e nado várias horas por semana. Nos dias em que treino de manhã e à tarde, sinto-me muito melhor nas aulas”.
amigos e companheiros de Natação, à Treinadora e ao CNH: “Como não falta muito tempo para vos abandonar, quero agradecer a todos por estes últimos anos em equipa. Tenho de admitir que, quando regressei, não estava à espera de deparar-me com uma equipa tão unida e solidária e, quando estiver cá de férias, espero ver campeões regionais! Com a Treinadora Sílvia Mendonça houve um grande impulso no desempenho dos atletas e na própria imagem da Natação do CNH. A maior parte das pessoas do Clube serão uma lembrança para a vida e, futuramente, espero encontrar-vos em provas de Natação. O Clube Naval da Horta é muito importante
“Obrigado por esta equipa tão unida e solidária” Na opinião deste nadador exemplar do Clube Naval da Horta, a Sílvia é a Treinadora “mais exigente, querida e interessada” que já conheceu ao serviço do CNH (por isso até é chamada a mãe de todos), mas sublinha que Lúcio Rodrigues o marcou. “Ele puxou por mim ao longo de 10 anos! Se não fosse ele, não seria o nadador que sou hoje, e por ele nunca tinha parado.” Esta é a última época de Guilherme Nunes como atleta do Clube Naval da Horta, que, por isso, fez questão de deixar uma mensagem aos seus
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A Treinadora Silvia é tão querida que todos os nadadores a chamam de mãe
para mim e considero que a Natação contribuiu para que eu me transformasse na pessoa que sou hoje: saudável e responsável”. O que poderia melhorar Guilherme defende que, “se todos os nadadores tivessem equipamento igual ajudava a criar um espírito de união e de equipa, como acontece com os clubes de outras ilhas”. Além das palas e dos elásticos – que já são uma
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realidade – “a existência de barbatanas de natação também viria ajudar a impulsionar as pernas no sentido de ganharem resistência e força”, afirma este nadador, que vai mais longe: “Caso o CNH pudesse contar com os serviços de um fisioterapeuta seria o ideal, mas um massagista já era muito bom, no sentido de ajudar a debelar as lesões”. A adesão de mais pessoas a este desporto, é um aspecto pelo qual Guilherme sempre se debateu tendo, mesmo, chegado a convidar outros jovens, mas a verdade é que a exigência da modalidade não cativa qualquer um. Voluntariado e transmissão de conhecimentos O voluntariado faz parte integrante da vida deste jovem, que também gosta de ler. Depois de ter feito um intercâmbio na Dinamarca, ao longo de um ano, o que lhe permitiu conhecer a cultura daquele país, no ano transacto Guilherme abraçou outro projecto, desta feita na Cidade do Cabo, África do Sul. “Fiz trabalho de voluntariado na área do desenvolvimento desportivo, durante 15 dias, e que passou por ensinar e ajudar crian-
Afonso (Guilherme), Tomás e Diogo têm no amigo e colega um exemplo que os motiva, mas a verdade é que eles também puxam muito pelo Gui
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RTA que Guilherme diz que o seu futuro poderá passar por integrar missões em Organizações Não-Governamentais (ONG’s), nas Nações Unidas (ONU), integrar os Fuzileiros, a Polícia (unidade cinotécnica) ou até ser nadador olímpico, tendo sempre subjacente o espírito de servir.
Guilherme Nunes: “Como este menino era brincalhão, gostava de fazer traquinices com ele. Foi uma das crianças com quem passei mais tempo em África”
ças a nadar e a surfar. Nós, voluntários, éramos divididos por grupos e ficávamos alojados em diferentes casas. Conheci um menino, que era filho de uma das empregadas, e, como era brincalhão, gostava de fazer traquinices com ele. Foi uma das crianças com quem passei mais tempo”. Anteriormente, este jovem tinha feito um curso de Verão nos EUA, na vertente das artes. “Como gosto de viajar e, também, de ajudar os outros, estes projectos são ideais para mim. O montante que é necessário investir em termos de inscrição, digamos assim, é canalizado para organizações desses países e aplicado em programas de desenvolvimento”. Depois destas revelações, é com naturalidade
Futuro Guilherme concluiu o Curso de Nadador-Salvador em Junho de 2017, tendo trabalhado no Algarve, durante o último Verão. De partida para o Continente português já no próximo mês de Junho, este jovem pretende ir trabalhar novamente como nadador-salvador, desta vez no Alentejo, mais precisamente na “Associação de Nadadores-Salvadores de Grândola - Seagull Rescue”. Depois disso, o passo seguinte deverá ser a candidatura ao Instituto Superior de Polícia e, se possível, em Dezembro voltar ao voluntariado. “Quero regressar a África, porque essa experiência mostrou-me uma realidade que, apesar de me ter chocado, fez-me compreender que vivemos mesmo numa bolha. Ajudar aqueles miúdos é realmente compensador, pois, quando penso na minha infância, sinto que fui tratado como um príncipe em comparação com a situação deles”. O Faial passará, assim, a fazer parte do programa de férias deste atleta, que jamais esquecerá a ilha e tudo o que ela encerra de bom, onde ele foi muito feliz.
Tal como encontramos avisos à entrada da praia de Porto Pim alertando para a existência de alforrecas e caravelas, na Cidade do Cabo o cuidado a ter é no sentido de evitar um encontro com um tubarão. Os macacos são uma presença habitual por aqueles lados
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PESCA DESPORTIVA DE COSTA 4ª PROVA DO CAMPEONATO DE 2018
Carlos Medeiros, Moisés Sousa, José Escobar, José Silva, António Silva, José Armando, José Alberto e Juliana Nóbrega
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oram 8 os pescadores que participaram na 4ª Prova do Campeonato de Pesca Desportiva de Costa do Clube Naval da Horta (CNH) de 2018, que decorreu na manhã de domingo, dia 15 de abirl, na Lajinha. A competição começou às 8 horas e terminou ao meio-dia, tendo a disputa sido pelo Peixe-Rei (Torcida, Lambaz, Rainha), Garoupa, Bodião, Castanheta e Veja. De acordo com Carlos Medeiros, Director da Secção, “a partir da primeira hora de prova o vento começou a incomodar”. Os vencedores foram Carlos Medeiros (1º lugar), José Silva (2º) e José Armando (3º). O primeiro classificado foi um duplo vencedor pois, além de ter capturado o maior número de unidades (193), também foi o responsá-
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vel pela maior quantidade de peixe: 6,840 quilos. Esta foi mesmo uma das maiores pescarias de Carlos Medeiros no que toca ao Peixe-Rei. José Silva pescou 149 unidades e José Armando 110. Moisés Sousa apanhou o maior exemplar: uma veja com 990 gramas. Imperou o bom ambiente, regado pelo lanche oferecido pelo CNH, e abrilhantado pela primeira presença feminina desta Época: Juliana Nóbrega, uma veterana da pesca no Clube Naval da Horta. Do grupo deste domingo faziam, ainda, parte José Escobar, José Alberto, António Silva e Moisés Sousa. O Campeonato de 2018 de Pesca Desportiva de Costa do CNH – composto por 6 Provas – encaminha-se para o seu fim. A 5ª competição, diurna, está calendarizada para o dia 27 de Maio próximo, mantendo acesa a luta pelo título.
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MINI-VELEIROS 3ª PROVA DO “TROFÉU OURIVESARIA OLÍMPIO 2018”
Esteve tudo a favor em relação à competição dos Mini-Veleiros. José Gonçalves, João Sequeira e João Nunes foram os vencedores da 3ª Prova.
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oi com condições “muitíssimo boas – bom vento e bom mar” – que decorreu, na tarde de domingo, dia 8, a 3ª Prova do “Troféu Ourivesaria Olímpio 2018” - Mini-Veleiros do Clube Naval da Horta (CNH). Segundo João Sequeira, Responsável interno da Secção, este Troféu está a ser “bastante disputado”, sendo “muito pequenas” as diferenças entre os três primeiros classificados. Como tal, e apesar de este Troféu se encontrar a meio, a verdade é que continua tudo em aberto relativamente a potenciais vencedores. De realçar que, o factor assiduidade, tem, também, um peso determinante nas contas.
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Os 7 participantes realizaram 6 regatas, tendo os resultados ditado a seguinte classificação: 1º - José Gonçalves 2º - João Sequeira 3º - João Nunes 4º - Flávio Pereira 5º - Filipe Guerreiro 6º - Mário Carlos 7º - João Miguel Terminada a Prova, o grupo teve, como habitualmente, momentos de conversa, comentando as estratégias e os resultados, regados pelo brinde no quiosque de Mário Carlos, popularmente conhecido como a “70”. O “Troféu Ourivesaria Olímpio 2018” é composto por 6 Provas e conta, uma vez mais, com o patrocínio da Ourivesaria Olímpio.
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MINI-VELEIROS 4ª PROVA DO “TROFÉU OURIVESARIA OLÍMPIO 2018”
A 4ª prova teve como vencedores José Gonçalves, Eduardo Pereira e António Pereira e João Sequeira
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pesar do vento se ter apresentado um pouco fresco no início, o que provocou algumas avarias, foi um dia de bom tempo, em que se realizaram 6 regatas. Com o decorrer da competição, o vento reduziu um pouco de intensidade, embora se tenham registado alguns saltos de vento”. É esta a apreciação feita por João Sequeira, Responsável pela Secção de Mini-Veleiros do Clube Naval da Horta (CNH), à 4ª Prova do “Troféu Ourivesaria Olímpio 2018”, que decorreu na tarde de domingo, dia 22. Participaram 8 velejadores, tendo o pódio sido ocupado por José Gonçalves (1º), Eduar-
do Pereira (2º) e António Pereira e João Sequeira (3º lugar em ex-aequo). Como habitualmente, o grupo reuniu-se depois da Prova na “70”, quiosque de Mário Carlos, também ele participante. O “Troféu Ourivesaria Olímpio 2018” é composto por 6 Provas e conta novamente este ano com o patrocínio da Ourivesaria Olímpio.
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Realizaram-se 6 regatas num dia muito bom para a prรกtica da modalidade ir_ao_mar - Nยบ49, abril de 2018
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SÓCIOSCNH
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VELA DE CRUZEIRO “XIZITO”, “NO STRESS” E “TWISTED” OCUPARAM O PÓDIO DA REGATA DA LIBERDADE
O CNH fez com que o Canal Faial/Pico também tenha sido palco das comemorações do 25 de Abril
“A
Regata contou com a participação de 7 embarcações e decorreu num dia com excelentes condições de vento e de mar para a prática da Vela. O percurso escolhido consistiu numa passagem por uma bóia na baixa do Canal Faial/Pico e outra bóia na zona do Pasteleiro, com regresso à bóia colocada no Canal e chegada na Baía da Horta”. É assim que Luís Costa, Director da Secção de Vela de Cruzeiro do Clube Naval da Horta (CNH), descreve a forma como decorreu a Regata da Liberdade, realizada na tarde de quarta-feira, 25 de Abril. O pódio foi partilhado pelos ‘skippers’ António João (“Xizito” - 1º lugar); António Pedro Oliveira (”No Stress” - 2º lugar); e João Silva (“Twisted” - 3º lugar).
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Luís Costa refere que “esta Regata pretendeu marcar o arranque da Época Desportiva de 2018 da Secção de Vela de Cruzeiro do Clube Naval da Horta”. O próximo evento desta Secção é a Regata Entre-Marés, calendarizada para o dia 2 de Junho.
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A embarcação “Twisted” foi 3ª classificada
O 2º lugar da tabela classificativa foi ocupado pela embarcação “No Stress”
“Xizito” foi o vencedor da Regata da Liberdade
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VELA LIGEIRA XXIX CAMPEONATO NACIONAL DE PORTUGAL DE JUNIORES E ABSOLUTOS 2018
Jorge Krug Pires – Duarte Araújo (Treinador) – e Tomás Pó: os velejadores faialenses tiveram excelentes prestações no Campeonato de Portugal de Juniores e Absolutos 2018
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s velejadores Tomás Pó e Jorge Krug Pires defenderam, orgulhosamente, as cores do Clube Naval da Horta (CNH) no XXIX Campeonato de Portugal de Juniores e Absolutos 2018, que decorreu de 28 a 31 de Março, em Sesimbra. Tomás Pó (em Absolutos, é Vice-Campeão Regional dos Açores na Classe Laser 4.7) alcançou o 7º lugar, enquanto que Jorge Pires (em Absolutos, é 3º classificado) foi 12º, num universo de 45 velejadores. Os atletas faialenses fizeram-se acompanhar pelo seu Treinador, Duarte Araújo, que, a propó-
sito, sublinha: “Estiveram muito bem, cumprindo os objectivos”. Em declarações ao Gabinete de Imprensa do CNH, Tomás Pó – que ocupa o 10º lugar no Ranking Nacional, posição que ainda não inclui os resultados deste Nacional, em Sesimbra – afirma que deu o seu melhor, sustentando que “não há regatas iguais”. “Tratou-se de um Campeonato muito exigente, num campo de regatas extremamente difícil, atendendo a que o vento rodava muito”, frisa. Foram 4 dias de prova, em que se realizaram 11 das 12 regatas previstas, com a presença de uma “frota forte”. Esta foi a primeira experiência de Tomás Pó em Sesimbra, sublinhando que constituiu “uma oportunidade para aprender”. O velejador do Clube Naval da Horta afirma-se
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Tomás Pó: “Este foi um Campeonato muito duro”
“satisfeito” com o resultado alcançado, destacando “o bom ambiente” com o colega e o Treinador. No sentido de também registar a impressão de
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Jorge Krug Pires sobre o seu desempenho neste Campeonato, o Gabinete de Imprensa do CNH tentou chegar à fala com este velejador, o que não foi possível.
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VELA LIGEIRA “PÁSCOA À VELA 2018”
As férias da Páscoa foram aproveitadas para o aperfeiçoamento da prática da Vela. Treinador Edmar Delgado: “Acredito que os velejadores estão mais motivados, pois notou-se melhorias em pontos importantes”.
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ecorreu de 26 de Março a 7 de abril, o Estágio “Páscoa à Vela 2018”, uma iniciativa da Secção de Vela Ligeira do Clube Naval da Horta (CNH), destinada aos velejadores do Clube. Aperfeiçoamento e ocupação dos atletas no período das férias da Páscoa, foram os objectivos deste Estágio, de realização já habitual nesta altura do ano. As aulas foram ministradas pelos Treinadores de Grau I do CNH, Susana Garcia, (Aperfeiçoamento) e Edmar Delgado (Pré-Competição).
O Gabinete de Imprensa do CNH falou com Edmar Delgado, que nos dá a sua visão sobre este programa. - Gabinete de Imprensa do Clube Naval da Horta (CNH): Como decorreu o Estágio “Páscoa à Vela” 2018? - Edmar Delgado: Para uma primeira vez, decorreu bem. É preciso ter em conta que há muitas crianças que viajam com os pais nestas férias, o que acaba por influenciar o número de participantes. Mas, mesmo assim, a participação foi significativa. Gabinete de Imprensa do Clube Naval da Horta (CNH): A quem se destinou este Estágio? - Edmar Delgado: Às turmas de Iniciação e Pré-Competição, tendo participado cerca de 15 velejadores.
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- Gabinete de Imprensa do Clube Naval da Horta (CNH): O que se pretendia? - Edmar Delgado: Em termos de Objectivos e de Metas, o programa incluiu: • Actividades de convívio e socialização entre atletas dos diferentes níveis competitivos • Treinos em conjunto (Turmas de Aperfeiçoamento e Competição) • Aquisição de novas competências técnico-tácticas • Melhoria das competências adquiridas - Gabinete de Imprensa do Clube Naval da Horta (CNH): Enquanto Treinador, consideras-te satisfeito com os resultados registados? - Edmar Delgado: Tendo em conta os conteúdos programados, estou satisfeito, porque considero que cumprimos o que havia sido estabelecido. É verdade que o tempo não foi nosso amigo, mas conseguimos realizar praticamente todos os treinos, sobretudo no que diz respeito à turma de Pré-Competição. Este Estágio também permitiu conhecer melhor a turma e estar mais próximo dos atletas durante esse período. - Gabinete de Imprensa do Clube Naval da Horta (CNH): Que balanço fazes do teu próprio desempenho? - Edmar Delgado: No CNH, este Estágio constituiu uma estreia mas, para mim, não foi a primeira actividade do género. Tratando-se da primeira vez, a carga-horária era menor do que o habitual. Contudo, futuramente, espero nestas férias lectivas fazer um Estágio mais intensivo.
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O Estágio visou as turmas de Iniciação e Pré-Competição
Edmar Delgado (de boné, na fotografia): “Este Estágio também permitiu conhecer melhor a turma”
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- Gabinete de Imprensa do Clube Naval da Horta (CNH): Gostavas de repetir a experiência? - Edmar Delgado: Sem dúvida, pois gosto disto, e também porque um estágio destes dá-nos tempo para trabalhar tudo com mais calma. Ao contrário de outras modalidades, 1hora/1h30 não dá para fazer muito, mas estes estágios permitem-nos fazer esse trabalho que, ao longo do ano, é demorado. - Gabinete de Imprensa do Clube Naval da Horta (CNH): Então, defendes a repetição deste programa?
- Edmar Delgado: Com certeza! Deve ser repetido e melhorado, porque somos capazes de mais e melhor. - Gabinete de Imprensa do Clube Naval da Horta (CNH): Certamente que este “Páscoa à Vela” foi uma mais-valia para os atletas? - Edmar Delgado: Acredito que estão mais motivados, porque notou-se melhorias em pontos importantes como viragens de bordo, equilíbrio da embarcação e outros.
Edmar Delgado | CNH 2018
Os alunos aprenderam e divertiram-se
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VELA LIGEIRA XIII CAMPEONATO DE PORTUGAL DE JUVENIS 2018
Leonor Porteiro, Duarte Araújo (Treinador) e Maísa Silva
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stou super orgulhoso do trabalho e do esforço que estas meninas tiveram para chegar aqui, e, mesmo sentindo imensas dificuldades a andar com a frota nacional, nunca desistiram de melhorar, aprender e de se esforçar para andar mais rápido. São um exemplo e o tipo de atletas que o Clube Naval da Horta (CNH) deve apoiar e promover. São um orgulho para o Faial!” É com estas palavras encorajadoras e entusiásticas que o Treinador de Competição da Escola de Vela do CNH, Duarte Araújo, comenta a participação das suas pupilas – Maí-
sa Silva e Leonor Porteiro – no XIII Campeonato de Portugal de Juvenis 2018, que decorreu em Vilamoura, no Continente português, de 4 a 7 de abril. A Prova, em que participaram 120 velejadores, foi aberta a barcos da Classe Optimist, no escalão Juvenil. Na tabela classificativa, Maísa Silva ocupou a 108ª posição e Leonor Porteiro a 113ª. Recorde-se que este Campeonato, disputado no campo de regatas de Vilamoura, foi organizado conjuntamente pela Federação Portuguesa de Vela (FPV) e pelo Clube Internacional da Marina de Vilamoura, tendo contado com o apoio da Associação Regional de Vela do Sul e o patrocínio da Fidelidade.
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Leonor Porteiro e Maísa Silva deixaram o Treinador orgulhoso
Maísa Silva: “Ganhei mais experiência e fiz novos amigos”
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CLUBE NAVAL DA H Os custos da deslocação das velejadoras faialenses foram suportados pela Associação Regional de Vela dos Açores (ARVA), pelo Clube Naval da Horta, e pelos próprios pais. O Gabinete de Imprensa do Clube Naval da Horta recolheu as impressões das velejadoras, que aterraram no Faial na tarde desta segunda-feira, dia 9. Maísa Silva “Decorreu dentro do previsto. Foi um Campeonato diferente daquilo a que estou habituada, pois não temos o mesmo tipo de treinos nem de competições. É difícil competir com os atletas do Continente, porque as condições são em tudo diferentes daquelas que temos no Faial.
As minhas maiores dificuldades foram: encontrar lugar na rampa para largar; adaptar-me à onda (lá, a onda é diferente da nossa. Eles têm mais onda mareta, ou seja, ondas mais pequenas e mais seguidas), e o facto de me ter deparado
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com pouco vento nalguns dias de prova. Um Campeonato desta dimensão assusta um bocadinho. Ao longo dos 4 dias de competição fomos divididos em dois grupos, o que acontecia diariamente por sorteio. No último dia fiquei no mesmo grupo que a Leonor. Com tudo isto, posso dizer que ganhei mais experiência e fiz novos amigos, mas agora o que interessa é treinar para melhorar”.
Leonor Porteiro
“Este Campeonato podia ter corrido melhor. Foi uma prova difícil, num campo de regatas também difícil, com percursos grandes e muitos barcos. Naturalmente que, tratando-se de uma prova nacional, a competitividade é maior. Ao longo do Campeonato fomos aprendendo a lidar com aquele tipo de maré, em que a onda é diferente da nossa. Contudo, revelou-se uma boa experiência e deu para rever amigos e fazer novas amizades.”
Leonor Porteiro: “Tratando-se de uma prova nacional, a competitividade é maior”
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VELA LIGEIRA ESCOLA DE VELA DO CNH CERTIFICADA EM VELA LIGEIRA E VELA ADAPTADA
A revalidação desta Certificação é, novamente, o atestado público da qualidade da Escola de Vela do CNH
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Escola de Vela do Clube Naval da Horta (CNH) encontra-se, uma vez mais, certificada nas especialidades de Vela Ligeira e Vela Adaptada, selo de qualidade que foi emitido a 12 de Março último. A Certificação agora recebida é válida por 2 anos, ou seja, até 11 de Março de 2020, tendo sido conferida pela Federação Portuguesa de Vela (FPV). Recorde-se que, a primeira vez que a Escola de Vela do CNH foi certificadas nestas mesmas especialidades, foi a 25 de Fevereiro de 2016, título que se encontrava válido até 18 de Fevereiro passado. Para que tal tenha acontecido, esta instituição náutica submeteu uma candidatura à FPV que,
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após análise, voltou a declarar que a Escola de Vela do Clube Naval da Horta dispõe das condições de qualidade para ser merecedora desta (re) validação. E nesse sentido, é verificada ‘in loco’ a existência dos requisitos exigidos: treinadores formados, barcos e outro equipamento relacionado com a prática da modalidade. Olga Marques, Vice-Presidente da Direcção do CNH, explica que esta Certificação – agora renovada – “é um atestado público e inequívoco da qualidade da Vela que se pratica no Clube Naval da Horta”, salientando “o orgulho que isto representa não só para esta casa mas, também, para a ilha do Faial”. De realçar que nos Açores, o Clube Naval da Horta é o único que se encontra certificado nestas duas especialidades: Vela Ligeira e Vela Adaptada (destinada a pessoas com mobilidade reduzida).
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O Clube Naval de Ponta Delgada também se encontra certificado, mas apenas no que se refere à Vela Ligeira. Ainda a propósito da Vela Adaptada – Classe Hansa – destaque para o pioneirismo do CNH na introdução, nos Açores, do Desporto Adaptado e inclusivo da pessoa com mobilidade reduzida, uma parceria entre o CNH e a Associação de Pais e Amigos dos Deficientes da Ilha do Faial (APADIF), celebrada no fim de 2011. O CNH é o único a nível regional onde esta especialidade se encontra no activo, com a participação em provas nacionais. Recorde-se mesmo que o velejador Rui Dowling foi Campeão Nacional de Vela Adaptada em 2016. No que toca à Vela Ligeira, a evolução registada e os títulos alcançados pelos atletas em provas regionais e nacionais contribuem, igualmente, para o sustentáculo desta Certificação
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que, sem dúvida, funciona como um estímulo no sentido de alcançar a excelência. A Vela é um desporto muito completo que promove não só o desenvolvimento físico mas, essencialmente, a disciplina, o trabalho em equipa, a concentração, o conhecimento marítimo em geral e a consciência de segurança, pois, o envolvimento é tal que leva os praticantes a procurarem, incessantemente, serem melhores do que eram e a saber mais, sendo capazes de, a cada dia, se superarem, com empenho e trabalho. Paralelamente à Vela, a Natação do CNH também se encontra certificada pela Federação Portuguesa de Natação. A rematar, refira-se que em 2011, o Clube Naval da Horta recebeu o Prémio de Excelência Desportiva.
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VELA LIGEIRA REGATA DA PRIMAVERA DECORREU COM TEMPO BOM
Realizaram-se três regatas
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Regata foi bem participada e o tempo colaborou”. É este o comentário da Directora da Secção de Vela Ligeira do Clube Naval da Horta (CNH), Olga Marques, à Regata da Primavera, que decorreu na manhã de sábado, dia 14, na Baía da Horta, tendo sido realizadas 3 regatas no total. Em termos de resultados, em Optimist, o pódio foi repartido entre Maísa Silva: 1º lugar; Leonor Porteiro: 2º lugar; e Ana Luísa Silva: 3º lugar. Em Laser, Jorge Pires foi o vencedor.
Na Classe Hansa 2.3, em 1º lugar ficou Libério Santos e em 2º, Lício Silva. Em Hansa 303, a dupla Márcio Sousa/Luís Paulo Moniz arrebatou o 1º lugar e o 2º foi ocupado por Carlos Cardoso/João Duarte. João Duarte, Treinador da Classe Hansa – Vela para pessoas com mobilidade reduzida – refere que foi realizada uma regata e que “correu bem”, embora se tenham registado “muitos saltos de vento”. A próxima actividade da Secção de Vela Ligeira do CNH está calendarizada para o dia 21: a Regata do Canal.
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VELA LIGEIRA TOMÁS PÓ, DO CNH, FALA DO EUROPEU DE LASER 4.7, NA GRÉCIA
Tomás Pó (o terceiro em pé, da esquerda para a direita) foi o primeiro velejador da Classe Laser 4.7, do CNH, a participar num Europeu
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omás Pó, atleta da Escola de Vela do Clube Naval da Horta (CNH), foi o primeiro velejador da Classe Laser 4.7, desta instituição náutica faialense, a participar num Campeonato Europeu. O atleta, de 16 anos de idade, descreve a forma como decorreu o Campeonato Europeu de Juventude de Laser 4.7 e Troféu 2018, que se realizou de 9 a 14 do corrente, no Sport Sailing Club Rio Lason, em Patras, na Grécia. “Foi uma experiência muito boa, mas devo dizer que se tratou de um Campeonato muito duro, com condições extremamente difíceis e exigentes.
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Sendo uma estreia, naturalmente que tudo era novo para mim, mas aquilo que considero ter sido mais difícil foi o facto de as previsões meteorológicas nunca terem correspondido à realidade e, assim, não sabia com o que ia contar em termos de tempo. Obviamente que senti dificuldades em andar numa frota tão grande, onde se encontravam os melhores do Mundo. A acrescentar a tudo isto, também só tive dois dias de treinos lá. Após 8 dias de água – 6 de Campeonato e 2 de treinos – acusei um grande cansaço, o que é próprio de um Europeu, ainda mais se tivermos em conta que era tudo desconhecido. Apesar deste cenário feroz em todos os aspectos, sem dúvida que é uma experiência a repetir, caso haja possibilidades para tal, pois, aprendi muito e fiz novos amigos. No âmbito do EurILCA, organização europeia
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de Laser, pude contar com uma Treinadora. Como tal, quero aproveitar esta oportunidade para agradecer à minha Treinadora na Grécia, Gintare Scheidt, que foi Medalha de Prata nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008, na Classe Laser Radial; a Burco Algon, que nos recebeu; à “Solidary Team” da referida organização, ao meu Clube (CNH) e aos meus pais. Em diferentes
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medidas, todos contribuiram para a concretização deste objectivo, muito enriquecedor e inesquecível”. O velejador do Clube Naval da Horta defrontou-se com 312 adversários: 208 rapazes e 104 raparigas, de diferentes países, tendo-se feito acompanhar por Vasco Veras, Campeão Nacional de Laser 4.7, de quem é amigo.
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VELA LIGEIRA “REGATA DO CANAL DECORREU NUM DIA MUITO BOM”
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al como previsto, a Baía da Horta acolheu, na manhã de sábado, dia 21, a Regata do Canal da Secção de Vela Ligeira do Clube Naval da Horta (CNH). Duarte Araújo, Treinador de Competição da Escola de Vela do CNH, refere que “a prova decorreu num dia de vela muito bom, com vento de 6 a 8 nós. Realizaram-se 3 Regatas na Classe Hansa, 3 em Optimist e 4 em Laser. Pedro Moniz e Bernardo Melo estrearam-se na classe Laser 4.7”.
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VELA LIGEIRA XVII GALA DO DESPORTO AÇORIANO, NO FAIAL
Rui Silveira foi o único velejador dos Açores a representar a Região na Selecção Nacional. O Presidente da Câmara Municipal da Horta, José Leonardo, entregou o Galardão de Rui Silveira ao Presidente da Direcção do CNH, José Decq Mota
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ecorreu na noite de domingo, no Pavilhão Desportivo da Horta, a Cerimónia da Entrega dos Galardões da XVII Gala do Desporto Açoriano, em que foi distinguido Rui Filipe Medeiros da Silveira, velejador de Alto Rendimento de Nível A, do Clube Naval da Horta (CNH). Rui Silveira foi galardoado pelo facto de ter sido o único velejador dos Açores que representou a Região nas Épocas de 2016 e 2017 na Selecção Nacional - modalidade da Vela. O atleta faialense participou nos Campeonatos da Classe Laser na XII Semana Olímpica da Andaluzia, em Espanha; no Arenal Training Camps, em Espanha; no Troféu Princesa Sofia, em Espanha; no
World Cup - Hyeres; no Eurosaft - Kieler Woche, na Alemanha; no Test Event - Mundial 2018, na Dinamarca; no Campeonato do Mundo, na Croácia; e no Campeonato da Europa, em Espanha, no escalão de Seniores Masculinos. Na impossibilidade de estar presente, devido a compromissos de natureza desportiva, Rui Silveira delegou a sua representação no Presidente da Direcção do CNH, José Decq Mota, que recebeu o Galardão. Nesta Cerimónia foi, ainda, distinguida a professora Gracinda Andrade, pelo facto de ter atingido 25 Anos como Treinadora de Basquetebol. Também por motivos profissionais, a mesma esteve ausente, tendo o Prémio sido recebido pelo Presidente do Fayal Sport Club, Celestino Lourenço. Contrariamente ao que havia sido anunciado, o Director Regional do Desporto, António da Silva Gomes não compareceu, tendo sido representado pelo Delegado do Serviço do Desporto na Ilha do Faial, Bruno Leonardo.
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A Gala do Desporto Açoriano é uma iniciativa da Secretaria Regional da Educação e Cultura, através da Direcção Regional do Desporto. Este ano, o evento mantém o modelo descentralizado, realizando-se nas ilhas onde existem galardoados. Os seus objectivos passam por “homenagear e distinguir os agentes desportivos, as entidades
do desporto escolar e as entidades do associativismo desportivo que se notabilizaram ao longo do ano de 2017, através dos resultados e classificações alcançados e, também, pelo contributo que deram ao desenvolvimento desportivo regional, através do trabalho desenvolvido”.
O Presidente da Câmara Municipal da Horta, José Leonardo; o Presidente da Direcção do CNH, José Decq Mota, que recebeu o Prémio em nome de Rui Silveira; o Presidente do Fayal Sport Club, Celestino Lourenço, que recebeu o Galardão em representação de Gracinda Andrade; e o Delegado do Serviço do Desporto na Ilha do Faial, Bruno Leonardo.
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SECRETARIA DO CNH ABERTAS PRÉ-INSCRIÇÕES PARA O CURSO DE MARINHEIRO
São necessários 10 inscritos para o arranque do Curso
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erão retomados muito em breve, os Cursos de Náutica de Recreio no Clube Naval da Horta (CNH). As pré-inscrições para o Curso de Marinheiro já decorrem na Secretaria desta instituição náutica faialense, sendo necessários 10 interessados para o arranque da formação. No momento da pré-inscrição serão prestadas todas as informações relativas a este processo, designadamente a documentação necessária bem como o custo, que difere entre Sócios e não Sócios. O Curso é composto por sessões de formação com componente teórica e prática. As aulas teóricas decorrem em horário pós-laboral, no Centro de Formação de Desportistas Náuticos do Clube Naval da Horta, instituição reconhecida como entidade formadora nesta área.
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A Carta de Marinheiro permite: • Navegação diurna em Embarcações de Recreio (ER) • Distância máxima de 6 milhas de um porto de abrigo e de 3 milhas da costa • Dos 14 aos 18 anos de idade – ER de comprimento até 5 metros, com potência instalada até 22,5 KW • Mais de 18 anos – ER de comprimento até 7 metros, com potência instalada até 45 KW • Mais de 16 anos – motos de água e pranchas motorizadas (‘jet-ski’), independentemente da sua potência
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SCHOOL AT SEA “THALASSA” ZARPOU DO FAIAL RUMO À HOLANDA
No Faial, os 34 alunos deste ano lectivo deixaram a marca da sua passagem na Marina da Horta
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navio-escola “Thalassa” zarpou, pelas 10 horas e 20 minutos desta terça-feira, dia 3, do Porto da Horta rumo a casa (Holanda). Recorde-se que chegou ao Faial pelas 9 horas da manhã do dia 27 de Março, onde era aguardado por várias dezenas de pessoas. A ilha do Faial foi a última paragem do Projecto holandês “School at Sea”, destinado a alunos de todo o mundo, do ensino secundário, com idades compreendidas entre os 14 e os 17 anos de idade. Mariana Rosa, faialense, velejadora do Clube Naval da Horta (CNH) e Miriam Pinto, algarvia, ambas alunas da Escola Secundária Manuel de Arriaga (ESMA) da Horta, são as únicas portuguesas que integram este Projecto no presente ano lectivo (2017/2018). Estando em casa, fo-
ram as últimas a embarcar no “Thalassa”, tendo sido transportadas na embarcação “Eric Tabarly”, propriedade do CNH, até junto do navio-escola, a fim de embarcarem rumo à última etapa desta viagem, iniciada a 21 de Outubro passado. Dependendo do andamento, o navio-escola poderá fazer uma paragem em Inglaterra ou França. Prevê-se que o “Thalassa” chegue à Holanda no próximo dia 18, mas os alunos – 34 – só deverão desembarcar no dia 21, completando-se, assim, 6 meses de aventura e aprendizagem. Refira-se que os pais de Mariana Rosa e Miriam Pinto organizaram um Programa Social destinado aos alunos e tripulantes do “Thalassa”, que decorreu na passada semana, com visitas à Câmara Municipal da Horta, à ESMA, ao Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos, volta à ilha e um Jantar de Recepção no Bar do Clube Naval da Horta, que encerrou com música ao vivo. A Empresa “Horta Cetáceos” fez uma apresentação sobre ‘Whale Watching’ nos Açores, a
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Mariana e Miriam nos últimos momentos em terra, junto ao Clube Naval da Horta
bordo deste navio-escola. Cumprindo uma tradição muito antiga, os visitantes fizeram questão de deixar a marca da sua passagem pelo Faial na Marina da Horta, presságio de que irão ter uma boa viagem. De realçar que este é um marco habitual, se tivermos em conta que a ilha do Faial é a única paragem que a Fundação “School at Sea” prevê, anualmente, na Região Autónoma dos Açores.
De acordo com Susana Rosa – mãe de Mariana Rosa – os visitantes “gostaram muito” de todas as actividades programadas, denotando “grande satisfação” pela forma simpática e amistosa como foram recebidos, numa terra que prima pela hospitalidade. Susana Rosa refere que Mariana partiu “emocionada, mas determinada e entusiasmada” em completar esta última etapa de uma viagem única, inesquecível e sobejamente enriquecedora, que constituia o seu grande sonho. Ficamos a aguardar o regresso da velejadora do CNH e a contar com a revelação de muitas situações experienciadas, que, certamente, influenciarão o percurso futuro. Daqui a menos de um mês Mariana Rosa integrará a galeria dos alunos da Escola de Vela do Clube Naval da Horta que já participaram neste Projecto e, que, anteriormente, era realizado a bordo do “Regina Maris”. São eles: Júlia Vieira Branco, Bartolomeu Ribeiro, Emília Vieira Branco, Carolina Salema e Jorge Medeiros.
Armando Oliveira conduziu o “Eric Tabarly” do CNH, que encostou ao “Thalassa” a fim de Mariana e Miriam embarcarem no navio-escola rumo à última etapa da viagem
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Foi com um misto de alegria e nostalgia que Mariana embarcou no “Thalassa”, na manhã desta terça-feira
O “Thalassa” deverá chegar à Holanda no dia 18 deste mês
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SCHOOL AT SEA “THALASSA” CHEGOU À HOLANDA – MARIANA ROSA DE REGRESSO A CASA
Mariana e Miriam, na chegada à Holanda
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velejadora do Clube Naval da Horta (CNH), Mariana Rosa, desembarcou pelas 11 horas deste sábado, dia 21, em Ijmuiden, na Holanda, porto de onde partiu a 21 de Outubro no “Thalassa”, no âmbito do “School at Sea”, Projecto holandês destinado a alunos de todo o mundo, do ensino secundário, com idades compreendidas entre os 14 e os 17 anos de idade. Mariana Rosa e os restantes colegas – onde se encontra Miriam Pinto, ambas alunas da Escola Secundária Manuel de Arriaga (ESMA) da Horta – chegaram ao porto de Scheveningen, na Holanda, esta terça-feira, dia 17, onde permaneceram até a este sábado de manhã. E na manhã deste sábado navegaram até ao porto de Ijmuiden (Holanda), que fica a poucas horas de distância, assinalando, assim, o terminús da viagem exactamente no mesmo local de onde partiram. Recorde-se que o “Thalassa” fez escala no Faial,
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de onde zarpou no dia 3 do corrente, rumo à Holanda, que representa o fim desta aventura de 6 meses.
Os pais dos alunos holandeses apresentaram um cartaz de boas-vindas para receber a Mariana e a Miriam, à semelhança dos que os pais destas portuguesas fizeram na recepção que decorreu no Faial, no fim de Março último
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CLUBE NAVAL DA H Susana Rosa, mãe da velejadora do CNH, explica como decorreu a última etapa da viagem: “Depois de terem saído do Faial, pararam novamente na Corunha, onde atracaram no dia 8 deste mês. A viagem foi rápida, porque houve bom vento, mas apanharam ondas de 6 a 7 metros. A Mariana referiu que o trabalho de leme foi mais difícil, adiantando que, ainda assim, todos tinham conseguido cumprir a sua tarefa de navegação. A comitiva esteve na Corunha até ao dia 12, rumando à Holanda. Esta paragem ficou a dever-se a um problema de saúde, por parte de um professor, o que obrigou a uma ida ao hospital. Tripulantes e alunos chegaram ao porto de Scheveningen, na Holanda, no passado dia 17. Nestes últimos dias trabalharam na elaboração dos seus relatórios tendo contado, também, com testemunhos de antigos participantes no que toca à preparação para o regresso a casa. No dia 21 desembarcaram às onze da manhã. Os pais dos alunos holandeses prepararam uma recepção com música, comes e bebes, tendo sido entregue à Fundação “School at Sea” uma placa destinada a assinalar o projecto do ano
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lectivo 2017/2018”. Fernando Rosa, pai de Mariana Rosa, foi até à Holanda, com o intuito de fazer a viagem de regresso a Lisboa com a filha. Em jeito de retrospectiva, lembramos que, do Faial, já participaram neste Projecto – que anteriormente era realizado a bordo do “Regina Maris” – Júlia Vieira Branco, Bartolomeu Ribeiro, Emília Vieira Branco, Carolina Salema e Jorge Medeiros, com a particularidade de todos terem frequentado a Escola de Vela do Clube Naval da Horta. Aguardamos a chegada da Mariana ao Faial para desvendarmos mais experiências desta epopeia marcante e inesquecível, com paragens em Espanha (Corunha); Portugal (Porto Santo, na Madeira); novamente Espanha (Tenerife, nas Canárias); Cabo Verde (São Vicente); Dominica; Martinica; Santa Lúcia; Curaçau; Panamá (San Blas, Portobelo e Bocas del Toro); Cuba; Bermudas; Faial (Açores); novamente Corunha e Holanda. Fotografias cedidas por: Susana Rosa
O nome de Mariana Rosa figura na placa que assinala o Projecto de 2017/2018
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“A FIGURA DO MÊS” JOSÉ VICTOR ALVES: “GOSTEI MUITO DA VELA E DE ENSINAR NO CNH”
José Victor Alves fala com grande gáudio dos tempos em que colaborou com o CNH
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s (vários) anos que José Victor Fraião Alves dedicou ao Clube Naval da Horta (CNH) como membro de diferentes elencos directivos, Responsável pela Escola de Vela oriunda da Mocidade Portuguesa, Instrutor desta modalidade, integrando Comissões de Regata (Vela de Cruzeiro: Horta/ Velas/Horta, “Atlantis Cup” e outras), trabalhando na organização das primeiras Semanas do Mar e das primeiras “Atlantis Cup”, estão bem presentes na sua memória. É de forma empolgada que recorda esses tempos, em que os fundos eram poucos. “A Escola de Vela dispunha de 7 Lusitos, 2 Vougas e 1 Snipe. Tínhamos muita gente a praticar”. As aulas, ou melhor, a instrução, estava a cargo do Patrão-Mór da Capitania, com quem “se manteve sempre uma boa relação”. Após o 25 de Abril, a Escola de Vela da Mocidade Portuguesa – que funcionava ao sábado, à
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tarde, com elementos do CNH – passou para a Direcção-Geral dos Desportos, tendo Francisco Gonçalves assumido a função de Coordenador de Vela e José Victor Alves sido nomeado Delegado dos Desportos no Faial. O lote dos colaboradores incluia nomes como Francisco Gonçalves – colega bancário e desportivo – João Carlos Fraga; o irmão, José Fraga; António Luís e Luís Gonçalves. “Corpos Gerentes do CNH para o biénio 1988/1989: Assembleia-Geral Presidente: Dr. Fernando Manuel Machado Menezes Vice-Presidente: Augusto Goulart Sequeira 1º Secretário: António Silveira Ferreira 2º Secrtário: Dra. Adélia Maria Martins Goulart Direcção Presidente: Dr. Luís Carlos Decq Mota Vice-Presidente: Francisco José Pimentel Alves Soares Secretário: Eng. João Cláudio Oliveira e Costa Tesoureiro: António Manuel Campos
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dimensão em termos de actividade e expansionismo. “Éramos uns maduros que andavam por aí. Organizávamos muitas regatas. Lembro-me particularmente da Horta/Velas/Horta, uma prova muito forte. Íamos até São Jorge na Corveta e juntava-se muita gente. Embarquei nessa iniciativa juntamente com o Francisco Gonçalves, o João Fraga, o irmão, José Fraga, o Luís Gonçalves, e outros. Éramos um grupo de 10. O comércio local apoiava-nos patrocinando os prémios para as regatas que, mesmo não sendo muito valorosos, para nós, Organização, eram grandes apoios.
José Victor Alves integrou várias Direcções do CNH. Este documento atesta o cargo desempenhado no mandato de 1988/1989, em que era Presidente do Conselho Fiscal. Regista-se o pormenor de ter anotado que a lista foi eleita por unanimidade
1º Suplente: Francisco José Medeiros Gonçalves 2º Suplente: Arq. Ana Luísa Costa Mascarenhas Veloso Conselho Geral 1º - Carlos Freitas Garcia 2º - Fernando Pereira Nóbrega 3º - Hildeberto Manuel Soares Luís 4º - João Resendes Nunes Corvelo 5º - José Humberto Gaspar 6º - Maria de Lurdes Garcia Nunes 7º - Manuel José Lemos Conselho Fiscal Presidente: José Victor Fraião Alves Secretário: António Manuel Gonçalves Soares Luís Relator: Armando Alves de Magalhães Taborda” Posteriormente, a formação desportiva passa das estruturas oficiais para os Clubes, tendo sido a Escola de Vela integrada no Clube Naval da Horta. E é na altura em que a formação passa a ser da alçada do CNH, que este ganha outra
Este Ofício da Associação de Desportos Náuticos das Velas de São Jorge, datado de Outubro de 1985, atesta o papel decisivo do CNH na realização da Regata Horta/Velas/Horta
“Exmo. Senhor José Victor F. Alves Agradecimento Exmo. Senhor A Direcção desta Associação vem, por este meio, agradecer reconhecidos a V. Exa a amabilidade com que nos brindou e a atenção dispensada no envio dos documentos relativos à Regata Horta-Velas-Horta. Enviamos a V. Exa os nossos parabéns pelo trabalho realizado, e os nossos votos para que continue esta honrosa tarefa que tem vindo a efectuar, para que tenhamos, todos nós, e, cada vez mais, um desporto melhor e mais são. Com os melhores cumprimentos O Presidente da Direcção José Manuel da Fonseca”
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José Victor Alves nas Comemorações do 50º Aniversário do CNH, no ano de 1997 - Fotografia de Arquivo do CNH
“Também estive muito ligado ao início da Semana do Mar. Como já estava habituado a estas andanças, foi fácil. Registo com particular gosto o facto de ter sido convidado e de ter podido dar o meu contributo. Sentia-me orgulhoso do trabalho que fazia e de ser convidado para as Direcções e para estas organizações”. José Victor Alves sustenta que, “como nesse tempo havia menos actividades do que agora, iniciativas desta natureza sobressaíam muito no meio faialense”. As deslocações eram sempre equacionadas devido às despesas que acarretavam, tal como hoje, sobretudo porque tinham como foco as ilhas Terceira e São Miguel. “Ainda tentámos dinamizar algumas actividades com a Madalena e as Lages do Pico, mas revelou-se difícil, porque não havia quem se entusiasmasse. Sem dúvida, que no Triângulo, foi sempre o Faial a ilha que se evidenciou em termos de desportos náuticos. A Vela, de forma destacada, contava com muitos interessados, e havia um número muito significativo de particulares detentores de embarcações de vela, como as famílias “Estrela”, “Faria”, “Cunha Leite” e outros”.
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Recorte do jornal “Correio da Horta”, relativo ao dia 5 de Agosto de 1985, evocando os 10 anos da Semana do Mar
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“Semana do Mar Passado, presente... e futuro? A “Semana do Mar, festividade que se realiza anualmente na Horta, completa 10 anos de existência e por isso a comissão organizadora pretende dar relevo especial às provas náuticas, já que esta Semana do Mar é inteiramente dedicada ao Mar. Embora complete apenas 10 anos, a “Semana do Mar” tem já a sua história: a ideia surgiu quase espontaneamente em 1975, aquando de uma regata internacional, com a participação de 10 iates, iniciada em Portsmouth e tendo como meta a cidade da Horta. Constituiu-se uma comissão com vista a elaborar o progreama para a chegada da referida regata, então denominada “Sailing Race Portsmouth-Horta”. Perante o êxito da recepção organizada, surge no ano seguinte (1976) um programa semelhante que passa a chamar-se “Semana do Mar”. Várias entidades associam-se para a concretização do projecto: Clube Naval da Horta e Comissão Regional do Turismo, com o apoio da Capitania do Porto da Horta e da Marinha Portuguesa. Acabara de nascer a “Semana do Mar”. Além das entidades já referidas, houve outras pessoas que contribuiram muito activamente para o êxito da “Semana do Mar” como é o caso de Ricardo Madruga da Costa (Presidente da Comissão Regional do Turismo na altura), João Carlos Fraga (Clube Naval), Francisco Manuel Gonçalves (Clube Naval) e Luís Gonçalves da Rosa (então Presidente da Direcção do Clube Naval).
José Victor Alves no Jantar da Regata dos Velhotes, na Semana do Mar de 1981, acompanhado por Antero Gonçalves, Jorge Gonçalves, Manuel Alberto (do “Capitólio”) e as respectivas consortes
“Patrão Alves” Aos 83 anos de idade, este faialense, senhor de uma grande dinamismo, desde novo ligado ao desporto e ao dirigismo, olha para trás com saudade e diz: “Foram tempos muito bons. Fazia tudo com entusiasmo!” Além dos diferentes cargos que desempenhou na área da Vela e dos Desportos, José Victor Alves foi um aguerrido velejador. “Fiz Vela – Snipe – e ganhei uns prémios. No início, andava nos Lusitos, mas depois passei para o Snipe, que veio de Lisboa. O Chaby Lara (pai), que era Capitão do Porto da Horta, e também praticava, é que trouxe o Snipe de Lisboa”.
(...). Com o decorrer do tempo, houve outras pessoas que associando-se à iniciativa, muito contribuiram para a “Semana do Mar”. É o caso dos srs. Victor Azevedo, Elmano Azevedo, António Nogueira e José Victor Alves. (...). Na componente náutica terá particular relevo a regata Horta/Velas/Horta, que embora esteja ainda na sua 3ª edição, atingiu já um cunho internacional. (...)”. José Victor Alves com a esposa, a filha e familiares
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José Victor Alves foi ao seu arquivo e encontrou, entre outras papeladas, o programa de uma Semana do Mar, que pudemos observar. Os jogos eram muitos e variados
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CLUBE NAVAL DA H “Ele sempre abraçou as coisas em que se envolvia, especialmente as que eram ligadas ao mar. Foi um grande dinamizador da Vela, enquanto Responsável pela Escola de Vela, no âmbito do Clube Naval da Horta, e através da Direcção-Geral dos Desportos. Sempre nos mostrou – a mim e ao meu irmão – o seu empenho, quer pelo tempo que dedicava, quer pelo seu entusiasmo em implementar novas iniciativas. Sempre nos incutiu o gosto pela Vela. Quando éramos miúdos, passávamos as manhãs na Escola de Vela. Havia grande euforia por este desporto. Bastante miúda, andava todos os dias a ver quem é que queria levar-me no barco. Mais tarde, frequentei as aulas teóricas e comecei a andar sozinha nos Optimist, o que acontecia por prazer, já que nunca entrei em regatas. O meu irmão sim, desde novo, fez regatas nos Lusitos, Snipes e Vougas. Posteriormente, participou nas regatas de ‘Vaurien’. E ganhou algumas, mostrando uma certa habilidade e, que, filho de peixe sabe nadar. Meu pai costumava contar-nos, com orgulho, que, quando novo, era conhecido pela rapaziada como “Patrão Alves” pela facilidade com que manobrava os barcos e pelas regatas que ganhava. Apesar de já ter alguma idade, demonstrava grande regozijo em participar na Regata dos Velhotes, que se realiza durante a Semana do Mar, chegando a vencer algumas vezes. A Vela era um desporto muito apreciado e prova disso é que as Regatas tinham sempre imensa gente a assistir, além de que havia muita rivalidade entre os “patrões”. Testemunho deixado por Luísa Paula Alves, filha do nosso entrevistado – a quem agradecemos a disponibilidade e colaboração – que nos confidencia que o pai tem uma caixa cheia de preciosos testemunhos desse tempo, como recortes de jornais com notícias sobre regatas, Semanas do Mar, rascunhos de Actas, fotografias e outros registos que, só alguém habituado a papéis pode, verdadeiramente apreciar e compreender, apavorando-se com a ideia de poderem vir a ser considerados lixo. Aliás, no dia em que esta entevista decorreu, José Victor Alves vinha munido com algum desse espólio – que a esposa, Liduína, também fez questão que ele trouxesse – testemunha de um passado bem presente.
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“Pratiquei desporto enquanto pude, mas a modalidade em que me distingui melhor, foi na Vela” Fotografias cedidas por: Luísa Paula Alves
Ligado ao desporto, apaixonado pela Vela e por ensinar José Victor Alves sempre esteve ligado ao desporto, tendo sido jogador de futebol e de basquetebol (Juniores) no “seu” Sporting. Mas já antes disso tinha feito parte da Classe de Ginástica, no Liceu da Horta, memorando que no 1º de Dezembro havia uma exibição desta Classe naquele estabelecimento de ensino. “Pratiquei desporto enquanto pude, mas a modalidade em que me distingui melhor, foi na Vela. Os meus filhos também praticaram Vela, o que me causava especial deleite”. “Ele preocupava-se muito com a segurança dos velejadores, já que só mais tarde é que apareceram os coletes de salvação”, revela a filha. Este antigo Dirigente vibrou quando rebobinou a fita do passado, cheia de lembranças que o fizeram viajar e esquecer a actualidade, onde os lapsos acontecem. “Sempre tive uma grande ligação ao mar e defendo que o desporto para as crianças é o ideal. A Vela é um dos desportos mais ricos, porque nos exige esforço físico mas, ao mesmo tempo, temos de estar atentos ao vento e às manobras do barco. Exige coordenação. Implica esforço para aguentar a vela e o leme, raciocínio rápido e incute responsabilidade, pois é preciso termos noção do que temos nas mãos: um barco! Temos de estar sempre em movimento e atentos à força e à direcção do vento, ao peso do barco, per-
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cebendo se vai equilibrado. Isso faz crescer em nós um sentimento de responsabilidade. A Vela ajuda-nos a ser homens e mulheres, levando-nos a ganhar responsabilidade nas actividades que fazemos. Faz com que a pessoa se sinta útil e capaz. “A Vela é uma escola para a vida” Gostei muito da Vela e de ensinar, de transmitir aos mais novos aquilo que tinha aprendido. E sentíamos-nos entusiasmados, porque eles correspondiam. Quando os alunos chegavam a terra, contavam as suas peripécias e nós, os instrutores, aproveitávamos para corrigir o que estava menos bem, mas sempre com tacto para que sentissem que eram eles a comandar. Quando eram crianças mais pequenas, incentivava-as a unirem-se em equipa, e um grupo de quatro pegava no barco maior, o que permitia criar e envidenciar o espírito de entre-ajuda. A criança deve ser levada à responsabilidade e à tomada de iniciativas. Essa é a grande pedagogia: dar sempre a entender a importância dela. Por vezes, na formação, dava-lhes o leme ou a escota da Vela e depois eles próprios já se sentiam capazes de ir sozinhos. Era fundamental mentalizá-los em terra para o que ia acontecer no mar. Num barco é preciso ter sempre muita atenção. A Vela é uma escola para a vida, porque estamos num meio que não é o nosso. Andar no mar não é a mesma coisa que andar em terra. Somos guiados pelo vento, que muda. Vem uma refrega, revira o barco e ficamos lá. Cada momento é uma vitória e sentimos uma satisfação enorme quando percebemos que estamos preparados para ultrapassar as situações com que nos possamos deparar. Gosto de estar sempre ocupado e sinto felicidade e júbilo por ter participado em todas estas vertentes e actividades. Compete aos adultos ajudar a formar pessoas (os mais novos) e consciências. Os desvios que por vezes acontecem não são culpa deles, mas nossa, porque não soubemos captá-los, ajudá-los a encontrar o rumo certo”. Paralelamente a tudo aquilo que foi descrito e
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que denota o ardor e o vigor da entrega e envolvimento de José Victor Alves ao desporto, ao Clube Naval da Horta e ao dinamismo do Faial em diferentes sectores com predominância para o mar, há a acrescentar o facto de ele próprio se deslocar às redacções dos jornais, a fim de entregar os resultados das Provas e as informações tidas como necessárias. A energia despendida à causa do voluntariado fica bem patente na sua vivência, marcada pela ajuda ao próximo a favor do bem comum. Sinal dessa jovialidade, são as muitas actividades em que se envolveu. Além da sua vida profissional como professor e bancário – tendo estado muitos anos destacado no Sindicato dos Bancários – José Victor Alves também foi Presidente do Sporting Club da Horta e vereador na Câmara Municipal, tendo, ainda, integrado Direcções da Santa Casa da Misericórdia da Horta.
Nesta notícia respigada do jornal “O Telégrafo”, de 16 de Fevereiro de 1973, podem ler-se vários assuntos relativos à vida do CNH. Um deles prende-se com a nomeação de José Victor Alves para a Comissão de Vela e Remo desta instituição náutica
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“(...).
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Actividades Subaquáticas e Pesca Desportiva
Após serem tratados outros assuntos, procedeu-se à eleição dos corpos gerentes para o biénio 1973/1974, obtendo o seguinte resultado: Assembleia Geral: Presidente - eng. Olavo Simas; Vice-Presidente - dr. José Peixoto de Freitas; e Secretário - Jacinto Bettencourt Ramos. Direcção: Presidente - Luís Fernando Gonçalves da Rosa; Secretário - António Manuel Pereira de Freitas; e Tesoureiro - António Gonçalves da Rosa. Conselho Fiscal - Presidente - Manuel Emílio Santos; Secretário: José Augusto Carreiro; e Relator - Jaime Baptista Peixoto. Após a reunião foram tratados vários assuntos com o fim de promover a revigoração das actividades do C.N.H., ficando assim constituídas as seguintes comissões: Pró-Sede e Relações Públicas Carlos Manuel Freitas, Alberto Romão Costa, Rui Simões Pinto e João Ávila. Vela e Remo António Manuel Freitas, Franciso Manuel M. C. Gonçalves, José Victor Alves, João Rezendes Corvelo, Othon Rosa da Silveira, Fernandes Luís e Francisco Alves.
António Gonçalves da Rosa, José Avelar Rosa, Manuel Garcia de Vargas e César Medeiros. Actividades Culturais e Recreativas Lomelino Rosa Victor Almeida, José Afonso de Morais, João Amaral, Jaime Simas, José Santos e Carlos Evangelista. A nova Direcção, presidida pelo sr. Luís Fernando Gonçalves da Rosa – um novo cheio de boa vontade – logo no dia seguinte à sua eleição teve uma reunião, deliberando, através das respectivas comissões, promover até fins de Maio próximo as seguintes diligências: aquisição de uma sede provisória, estudo para a construção da nova sede, estudo para o possível aproveitamento do Castelo de S. Sebastião, abertura de um curso de marinheiros, aparelhação da chalupa “Ilha Azul”, início de um curso de escafandria com o apetrechamento de um barco de apoio e aquisição de material para esse fim. Além de todo este vasto programa, o C.N.H., promoverá uma reunião festiva deconvívio entre todos os sócios, organizará uma regata de miniaturas, uma exposição de aquários marinhos e de conchas, incluindo uma exposição de fotografias submarinas”.
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DESDE 1947 PRÉMIO DE EXCELÊNCIA DESPORTIVA 2011 INSÍGNIA AUTONÓMICA DE MÉRITO CÍVICO 2017 WWW.CNHORTA.ORG
MONTAGEM: ARTUR SIMÕES TEXTOS: CRISTINA SILVEIRA