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Revista Ciências Médicas, Fevereiro/2020

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REVISTA CIÊNCIAS MÉDICAS – MG / FEVEREIRO/2020 . Nº20

MUITO ALÉM DA EDUCAÇÃO TEATRO FELUMA É INAUGURADO

PÁGINA 16

CIRURGIA ROBÓTICA EM UBERLÂNDIA Página

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PÓS EM ODONTOLOGIA EM FRANCA EXPANSÃO Página

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o seu trAbAlho MereCe DestAque. PUBlIqUE sUA PEsqUIsA CIENtíFICA E sEjA RECONHECIdO.

Você sabia que publicar artigos científicos pode enriquecer muito o seu currículo e aumentar a sua visibilidade no meio acadêmico? Além disso, as publicações ainda contam como critério de avaliação institucional pelo MEC. Por isso, não deixe sua obra no anonimato. A Faculdade Ciências Médicas - MG, por meio da Coordenação de Pesquisa e Extensão, oferece apoio estatístico e professores para auxiliá-lo em suas publicações. Para facilitar, caso você esteja no Hospital Universitário Ciências Médicas - MG, a Faculdade disponibiliza um professor no Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP-HUCM). Esse suporte é oferecido para a publicação de docentes em periódicos científicos e em congressos com publicação em anais. A FCM-MG tAMbéM oFereCe opções pArA publiCAção. Confira algumas plataformas eletrônicas de divulgação semestral apoiadas pela Coordenação de Pesquisa e Extensão da Faculdade Ciências Médicas - MG (FCM-MG): revista interdisciplinar Ciências Médicas - MG (riCM): destinada à publicação de trabalhos interdisciplinares relacionados a diferentes áreas de conhecimento da saúde. Os conteúdos publicados são artigos originais, revisões e relatos de casos. Anais Ciências Médicas - MG (ACiMeD): suplemento da RICM destinado à publicação de resumos provenientes de trabalhos interdisciplinares, projetos de extensão e projetos de pesquisa e extensão de ligas acadêmicas apresentados em eventos realizados na FCM-MG.

COORdENAçãO dE PEsqUIsA E ExtENsãO pesquisa.extensao@feluma.org.br | (31) 3248-7238 NúClEO dE ENsINO E PEsqUIsA dO HOsPItAl UNIVERsItÁRIO CIêNCIAs MédICAs - MG (NEP-HUCM) nephucm@feluma.org.br | (31) 3299-8211

FAçA O sEU tRABAlHO sER CONHECIdO E dIVUlGAdO.


Conselho Diretor da Feluma Presidente: Dr. Wagner Eduardo Ferreira Vice-presidente: Dr. José Maria Borges Secretária-geral de Administração e Finanças Prof.ª Débora Goulart de Carvalho Diretoria Superintendente-geral: Flávio de Almeida Amaral Superintendente de Planejamento e Gestão: Túlio Pedrosa Gomes Conselho Deliberativo da Feluma Antônio Vieira Machado, Evilázio Teubner Ferreira, Geraldo Magela Gomes da Cruz, Jackson Machado Pinto, José Celso Cunha Guerra Pinto Coelho, José Cesário da Silva Almada Lima, Marcelo Miranda e Silva, Maria Cristina Martins de Araújo, Milton Ferreira Malheiros, Osvaldo Lucas Fernandes Sampaio, Rafael Duarte Silva, Wagner Eduardo Ferreira, Walter Antônio Prata Pace Conselho Fiscal da Feluma José Antonino Baia Borges, Lincoln Lopes Ferreira, Ricardo Valadares Gontijo, Gustavo Azeredo Furquin Werneck (suplente), Hudson de Araújo Couto (suplente), Luiz Wellington Pinto (suplente) Faculdade Ciências Médicas – MG Diretor Prof. José Celso Cunha Guerra Pinto Coelho Vice-diretor Prof. Rafael Duarte Silva Secretária-geral Profª Marlene das Mercês Ferreira Caldas Pós-graduação Ciências Médicas – MG Diretor-geral Prof. Antônio Vieira Machado Diretor Acadêmico Prof. Marcelo Miranda e Silva Coordenadora Acadêmica do Programa de Pós-graduação Stricto sensu Profª Maria da Glória Machado Hospital Universitário Ciências Médicas – MG Diretor-geral Dr. Antônio Carlos de Barros Martins Diretor Técnico Dr. Glauco Sobreira Messias Cirurgia Robótica Ciências Médicas – MG Diretor-geral Dr. Wagner Eduardo Ferreira Diretor Técnico Dr. José Eduardo Fernandes Távora Instituto AGOS Diretora Ana Carolina C. L. Giulianetti Vice-diretora Silvia Portes Rocha Martins Produção: Prefácio Comunicação – 3292-8660 www.prefacio.com.br Jornalista responsável: Ana Luiza Purri (MG 05523/JP) Reportagem e redação: Guilherme Barbosa (MTB/MG 12.630) Edição: Cristina Mota Comunicação Feluma: Aparecida Queiroga, Danielle Esteves, Isabela Azi, Patricia Bento, Priscila de Melo, Renata Cipriani, Roberta Reis, Wadson Silva Fotos: Divulgação Departamento de Comunicação Revisão: Luciara Oliveira Tiragem: 3.000 exemplares Impressão: Artes Gráficas Formato Departamento de Comunicação Feluma Tel.: (31) 3248-7128 cmk@feluma.org.br

SUMÁRIO Estudantes do Ensino Médio visitam a Faculdade

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Centro de Memória contabiliza mais de 1.500 visitas

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Último Simulado do Trauma mobiliza alunos

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Feluma leva Cirurgia Robótica a Uberlândia

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Atlética Ciências Médicas conquista vitórias em 2019

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50 anos do curso do Fisioterapia

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Teatro Feluma abre as portas

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6ª edição da Corrida & Caminhada Ciências Médicas

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A história do Prof. Milton Malheiros

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Hospital Universitário participa de Mutirão de Hérnias

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Ano de evolução para a Excelência em Odontologia

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Nova Editora Universitária Ciências Médicas – MG

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Começam os trabalhos do Centro de Inovação e Empreendedorismo Ciências Médicas de Minas Gerais CIECM-MG

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Pós-graduação Ciências Médicas agora em Salvador

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Curso de oratória é ofertado na Faculdade

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30 anos do Internato de Saúde Coletiva

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Siga-nos nas redes sociais Faculdade: faculdadecmmg Pós-graduação: posgraduacaocmmg @cienciasmedicasmg @faculdadecmmg Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais @teatrofeluma Teatro Feluma

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FACULDADE

BOAS-VINDAS AOS FUTUROS ACADÊMICOS PROJETO APROXIMA ALUNOS DE ENSINO MÉDIO DA FACULDADE PARA QUE ELES CONHEÇAM MELHOR OS CURSOS E A INFRAESTRUTURA DA INSTITUIÇÃO, COM O OBJETIVO DE AUXILIÁ-LOS NA ESCOLHA DA PROFISSÃO A escolha da profissão é, em geral, uma decisão difícil para quem está perto de concluir o Ensino Médio. Enquanto alguns saem dessa fase convencidos do que pretendem para o futuro, outros têm dificuldade de identificar suas vocações. Para auxiliar nessa decisão, a Faculdade Ciências Médicas – MG abre as portas para que interessados conheçam um pouco mais dos cursos ofertados e a estrutura dos laboratórios. A instituição mantém parceria com diversos colégios da capital, para que os alunos tenham acesso às informações de cada curso. Os estudantes são recebidos pela equipe de Comunicação, que, primeiramente, apresenta a Faculdade. Posteriormente, os coordenadores de cursos explicam sobre a atuação de cada profissional e o que a vida acadêmica reserva aos ingressantes. “É um momento em que eles estão buscando se encontrar, e a inexperiência torna mais difícil uma tomada de decisão”, explica Maria de Lourdes Ribeiro Prates, do setor de Psicologia Escolar do Bernoulli. “Muitos deles voltam

Apresentação institucional da Faculdade é importante para os alunos fazerem a escolha certa na hora do vestibular

da visita empolgados com o que veem e já convictos do que pretendem.” Em 2019, mais de 200 alunos visitaram a Faculdade.

ANO DE CONSOLIDAÇÃO DA CÁTEDRA INICIADO EM 2018, PROJETO SE FIRMA COM SUCESSO DE PÚBLICO EM 2019 A última Cátedra Lucasiana de 2019 foi uma homenagem aos 30 anos do Internato de Saúde Coletiva. O Prof. Geraldo Magela, coordenador da iniciativa, destacou o pioneirismo da Faculdade na criação do projeto. “Na década de 1990, nos primeiros anos de construção do SUS, os sistemas dos municípios do interior ainda eram muito precários, não respondendo às necessidades de saúde da população.”

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No ano passado, além do Internato, foram abordados outros três temas – história da Faculdade (voltada para os colaboradores e alunos); envelhecimento e história da Feluma; e os cursos de graduação ofertados. A previsão para o ano que vem é manter a periodicidade dos eventos, mas ainda não há temas programados. Fique de olho nas redes sociais e no site da Faculdade para saber as novidades e como participar.


CENTRO DE MEMÓRIA ENCERRA 2019 COM MAIS DE 1.500 VISITAS ABERTO AO PÚBLICO, ESPAÇO TEM INTERESSANTE ACERVO PARA ATRAIR VISITANTES Egressos, alunos, colaboradores e ex-professores têm se surpreendido com as peças expostas no Centro de Memória, que já registra mais de mil visitações. O sucesso é explicado pelo rico e variado acervo disponível no local. São peças que contam a história da Faculdade, a evolução do ensino na área da saúde e as personalidades que passaram pela Instituição. “Destacamos, da própria Faculdade, o epidiascópio, o conjunto de microscópios e os diapositivos utilizados em aulas que, associados ao acervo de multimídia, contam a história do ensino na instituição, mostrando como o ensino e a tecnologia se modificaram ao longo dos anos”, diz a museóloga responsável pelo espaço, Paola Andrezza Bessa Cunha. Vale lembrar que o espaço se mantém aberto a doações, que enriquecem ainda mais o acervo. Ao longo do ano, foram recebidas importantes peças de egressos, profissionais e familiares, como Dra. Alba Sizenando, Dr. Carlos Washington Vieira da Silva, Dr. Nicomedes Ferreira Filho e a família do fundador Dr. Caio Benjamin Dias, entre outros. O Centro de Memória vai além dos objetos. Quem já o visitou tem motivos para retornar. A história da Instituição está nas mídias disponíveis ao longo da exposição. A cada ida, o visitante pode conhecer mais dessa história, acessando em um dos totens o conteúdo criado cuidadosamente pelo curador Prof. Dr. Geraldo Magela Gomes da Cruz. CADA DIA MAIS CULTURAL

O corredor do primeiro andar do prédio da Faculdade tem ficado mais movimentado. É que no local o chamado “Espaço de Exposição” foi reservado para abrigar mostras de artes. A iniciativa está alinhada à estratégia da Faculdade de fomentar ações que aproximem cada vez mais os alunos da cultura. “A ideia é continuar nesse ritmo ao longo de 2020”, adianta Paola. Ela conta que uma das exposições mais comentadas foi a que comemorou os 30 anos do Internato de Saúde Coletiva. “Os visitantes, sobretudo, se identificaram muito com os momentos retratados nas imagens, que contaram um pouco das experiências vividas no interior de Minas Gerais.”

Acervo diversificado conta a história da área de saúde e da Faculdade

EXPOSIÇÕES REALIZADAS EM 2019 • Dr. Célio de Castro: Aliviar, Cuidar e Prevenir • Guidub: Encontros • Marcelo Miranda: O Olhar Aguçado pela Arte • Internato Rural 30 anos • 50 anos do Curso de Fisioterapia da Faculdade Ciências Médicas - MG

As visitas ao Centro de Memória podem ser feitas às segundas e terças-feiras, das 10h às 17h, e de quarta a domingo, das 8h às 18h. Também é possível solicitar visitas guiadas pela museóloga.

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FACULDADE

LIDANDO COM O RISCO

“Vítimas” foram direcionadas ao LabSim para o treinamento de atendimento aos traumas

SIMULADO DO TRAUMA REPRODUZ ATENTADO A BOMBA PARA TREINAR ALUNOS A LIDAR COM SITUAÇÕES ADVERSAS E DE EMERGÊNCIA Um terrorista mantém 30 reféns e ameaça explodir uma bomba em um estabelecimento comercial. A atmosfera é de máxima tensão, até que, minutos depois, ele cumpre a promessa e detona o dispositivo, matando quatro pessoas e ferindo outras 22. No chão, vários mutilados, em meio a gritos de dor e desespero. Foi este o contexto em que se desenvolveu a sexta edição do Simulado do Trauma da Faculdade Ciências Médicas – MG, que, mais uma vez, chamou a atenção de quem circulava nas imediações do Parque Municipal Américo Renné Giannetti, na região central de Belo Horizonte. “Este ano privilegiamos a integração entre as equipes envolvidas no atendimento às vítimas. Alunos e profissionais do Samu-BH, Corpo de Bombeiros, Bope e Polícia Civil atuaram, de forma conjunta, para minimizar tanto quanto possível os danos causados pelo ataque”, explica a Profa. Leila de Fátima Santos, coordenadora do curso de Enfermagem e do evento, realizado na primeira sexta-feira do mês de novembro do ano passado.

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Imediatamente após a explosão, o esquadrão antibombas do Bope pôs em cena um robô para verificar se no local ainda havia explosivos. Constatada a ausência de outras bombas, foi permitida a entrada dos socorristas, que atenderam aos feridos. Anna Clara Campos, do 3º período de Medicina, participou pela primeira vez do Simulado, atuando como socorrista no posto médico avançado, montado no local do incidente para atender as vítimas, para onde eram direcionados os pacientes que apresentavam lesões mais sérias. Ela atendeu a uma gestante que, em estado grave, teve que ser retirada da ambulância e retornar ao local em que os primeiros socorros eram prestados para que o parto fosse realizado e o bebê fosse salvo. Foi também a primeira vez de Pedro Igor Gontijo, do 2º período de Medicina, que permaneceu na Zona Amarela, recebendo os pacientes de média complexidade. “É tudo muito real, estou impressionado. Tudo que é prático e ajuda na nossa formação é muito válido.”


192 alunos participaram da edição de 2019

NOVIDADE

Quem acompanha as edições do Simulado percebeu que, desta vez, a equipe responsável pelo atendimento contava com um novo integrante: o avaliador. Enquanto os socorristas atendiam, ele era o responsável por controlar os sinais clínicos dos pacientes, a fim de conferir ainda mais realidade à ação. Coube a Isabelle Souza, do 6º período de Enfermagem, assumir a função nesta edição. Era ela quem repassava aos socorristas as coordenadas de pulso, entre outras informações, que possibilitavam que eles tomassem as decisões mais acertadas. Outra novidade foi a presença da Polícia Civil. Após a retirada de todos os pacientes que apresentavam ferimentos mais graves, os peritos iniciaram os trabalhos de avaliação das quatro vítimas mortas no atentado. Raquel Schettino, do 6º período de Enfermagem, conta que pela primeira vez trabalhou em parceria com os policiais. “Embora este tenha sido o meu terceiro Simulado, a maneira como atuei foi totalmente diferente das edições anteriores. Isso enriquece o aprendizado.” De acordo com o perito criminal da Polícia Civil André Godoy, o Simulado possibilitou que a equipe fosse treinada para atuar em zonas de perigo e aperfeiçoasse a maneira de receber e transportar vítimas. Roger Lage Alves, gerente do Samu-BH, também ressaltou a importância do treinamento para os dez profissionais que participaram do evento. “Educação continuada é essencial ao serviço que prestamos. Vivemos situações parecidas com essa todos os dias. Recentemente, por exemplo, lidamos com a queda de um avião no Caiçara, um acontecimento tão caótico quanto o que presenciamos aqui. É importante experimentar novas situações e estar treinado para atender a quem precisa.” Para que as equipes fossem treinadas em relação ao acolhimento, dez das vítimas foram encaminhadas aos hospitais João XXIII e Semper, à UPA Centro-Sul e ao LabSim da Faculdade. Os alunos de Psicologia, por sua vez, atuaram no acolhimento dos familiares das vítimas, e os de Fisioterapia, na avaliação ergonômica dos profissionais de saúde durante o atendimento.

Samu-BH, Bope, Corpo de Bombeiros e Polícia Civil foram os parcerios em 2019

Foi a primeira vez que alunos e investigadores da Polícia Civil lidaram como “vítimas fatais” no Simulado

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FACULDADE

EXERCENDO A PSICOLOGIA NA PRÁTICA EGRESSOS FORAM CONVIDADOS A COMPARTILHAR EXPERIÊNCIAS E IMPRESSÕES SOBRE O MERCADO DE TRABALHO Suicídio, mercado de trabalho, maternidade e violência na periferia foram alguns dos temas abordados durante a X Semana da Psicologia da Faculdade Ciências Médicas – MG, realizada em outubro/19, que contou com grande adesão. “É um momento em que os próprios alunos tomam a iniciativa de construir o conhecimento nos minicursos, palestras e seminários que constam da programação”, explica o coordenador do curso, Prof. Bernardo Micherif. Outro diferencial da última edição do evento é que egressos foram convidados a dar depoimento sobre mercado de trabalho, novas áreas em que a especialidade está presente e a experiência no Internato de Saúde Coletiva, momento em que o aluno, de fato, coloca a “mão na massa”. Rayan Paiva, presidente do Diretório Acadêmico de Psicologia e um dos organizadores da Semana, explica que é fundamental para os acadêmicos a aproximação com pessoas que já estão no mercado de trabalho. “Eles nos trazem as dificuldades típicas da transição entre o ambiente acadêmico e a vida prática e dão dicas importantes do que fazer. Um dos palestrantes nos mostrou, por exemplo, as peculiaridades envolvidas no processo de abertura de uma clínica, o que é preciso avaliar e se vale a pena.”

A conversa com os egressos foi, também, uma oportunidade para que os alunos estabelecessem relações para além do universo acadêmico

PALESTRAS REALIZADAS NA X SEMANA DA PSICOLOGIA O que falar sobre suicídio estudantil – Marina Colares A clínica terapêutica – Luciano Melo Internato Rural – Giovanni Silva, Marcilene Anacleto e Álvaro de Souza Intervenções comportamentais nos transtornos de desenvolvimento – Gabrielle Chuequer Formei, e aí? – Juliana Saragá Internato Rural – Ana Elisa Xavier e Alysson Campos Internato Rural – Kelison Gomes, Karla Messias e Thaís Pinheiro Psicologia na maternidade – Renata Dualibi Como se o mundo fosse uma balança – Letícia Faleiro Prevenção da violência nas periferias – Cristiane Ribeiro A conjuntura política atual – Rafael Prosdocimi

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ROBÓTICA

PRIMEIRO ROBÔ NO TRIÂNGULO MINEIRO

Mais de 150 alunos já passaram pela especialização em menos de um ano

INSTITUTO DE CIRURGIA ROBÓTICA CIÊNCIAS MÉDICAS FOI PIONEIRO AO LEVAR SISTEMA ROBÓTICO PARA UBERLÂNDIA A criação do Instituto de Cirurgia Robótica Ciências Médicas da Fundação Educacional Lucas Machado (Feluma) está dentro do propósito de ensino, pesquisa e extensão. A chegada do sistema robótico, em setembro de 2016, representou um marco na evolução da técnica cirúrgica e revolucionou a prática da Medicina em Minas Gerais. Desde a sua criação, o Instituto já realizou mais de 1.500 cirurgias, dentro das seguintes especialidades: Urologia, Cirurgia Geral, Ginecologia, Cirurgia Torácica e Coloproctologia. Para ampliar o acesso à tecnologia e oferecer especialização qualificada a médicos, a Feluma, por meio do Instituto, firmou parceria com a Unidade Hospitalar do Uberlândia Medical Center (UMC), que, desde agosto do ano passado, passou a contar também com a cirurgia robótica – uma tendência mundial, cujos benefícios já estão cientificamente comprovados. Ao levar tecnologia de ponta para o Triângulo Mineiro, o Instituto de Robótica Ciências Médicas amplia a oferta de robôs no Estado, conforme afirma o Dr. José Eduardo Fernandes Távora, diretor técnico do Instituto de Cirurgia Robótica “Expansão contínua da inovação é

um fundamento do Instituto, por isso a ideia é levar o sistema robótico para outras cidades”, informa o Dr. José Eduardo Fernandes Távora, diretor Técnico do Instituto de Cirurgia Robótica. Ao todo, desde que ele foi instalado, no fim de agosto, mais de dez procedimentos de próstata foram realizados no Uberlândia Medical Center (UMC). A parceria foi oficializada durante uma cerimônia que contou com a presença do Dr. Marcelo Takeo, cirurgião urologista do UMC, Dr. Bernardo Fornaciari, então secretário-adjunto de Saúde de Minas Gerais, e Dr. Alexandre Menezes, diretor Administrativo do UMC. Para o UMC, a novidade atende ao processo de inovação contínua que vem sendo adotado naquele que é o primeiro centro de saúde multiplex da região – um complexo que integra unidade hospitalar, centro clínico, laboratórios e alameda de serviços na oferta de diversas especialidades, de forma conveniente tanto para o corpo clínico quanto para os pacientes. Desde o início da parceria entre o Instituto de Cirurgia Robótica e o UMC, foram realizados mais de 40 procedimentos com qualidade e excelência.

DA VINCI A cirurgia robótica é um tipo de procedimento em que o médico utiliza um sistema, com visualização tridimensional e alta definição, para reproduzir todas as características de uma cirurgia aberta convencional. Essa tecnologia representa o que há de mais avançado no campo da cirurgia minimamente invasiva, proporcionando inúmeras vantagens para os profissionais e benefícios vitais para os pacientes, como um maior conforto e redução da dor; melhores resultados funcionais; diminuição do tempo de hospitalização e internação; e menor risco de infecção hospitalar.

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FACULDADE

ÊXITO DA ATLÉTICA CIÊNCIAS MÉDICAS – MG INTERMED 2019 MOSTROU EVOLUÇÃO DOS ATLETAS: MAIS MEDALHAS E SALTO NA TABELA DE CLASSIFICAÇÃO GERAL Dedicação aos treinamentos e concentração total fizeram a diferença nos resultados da Associação Atlética e Acadêmica Lucas Machado, representante dos alunos de Medicina da FCM-MG no Intermed 2019, realizado em Juiz de Fora. No ano anterior, a equipe tinha ficado na quarta colocação geral, com 85 pontos. Já em 2019, os atletas subiram de posição, ficando em terceiro lugar, com 127 pontos. “Passamos a treinar e a jogar mais. E o apoio da Faculdade foi fundamental para que alcançássemos esse resultado”, explica a conselheira da Atlética e atualmente aluna do 11º período, Victoria Furquim Werneck Marinho. Além disso, a Batráquios, bateria da Atlética, ficou em segundo lugar na competição de charangas. A disputa entre os acadêmicos é vista com bons olhos pelo pós-doutor em Ciência do Esporte César Teixeira Castilho, professor da disciplina Psicologia do Esporte. Ele observa que as pressões do dia a dia, a que os estudantes de Medicina se encontram submetidos, podem ser aliviadas com a prática de exercícios periódicos e é positivo o sentimento de grupo que competições como o Intermed estimulam. “Estar com outros atletas, trabalhando em grupo, fortalece o espírito de equipe. Em competições coletivas, o todo vale mais que o individual”, afirma o professor. Ele faz apenas uma ressalva: é importante que os treinamentos sejam periódicos, pois, caso contrário, importantes lesões podem aparecer. Além disso, é preciso encarar as competições com leveza e se unir ainda mais na derrota. “Há um jargão que diz que no esporte nunca perdemos, mas sim ganhamos ou aprendemos.”

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Da esq. para a dir.: Carolina Carvalho Tolentino, 3º período, Victória Braga e Fraga, 3º período, Amanda Carvalho Mitre Chaves, 11º período, Chiara Menezes Greco, 5º período

2019 marcou a terceira colocação geral da Faculdade na competição anual


CAMPEÃO DO TIME DA ATLÉTICA

São seis Intermeds no currículo e um total de 42 medalhas nas modalidades xadrez, natação e atletismo. Victor Vaz cumpriu sua missão nos campeonatos com muitos méritos. Foi a última competição do aluno, que se formou em dezembro do ano passado. “Dá muito orgulho olhar para trás e ver que consegui representar bem a Ciências Médicas. Vou ajudar sempre que puder.”

CONFIRA OS PRINCIPAIS RESULTADOS DO INTERMED 2019 Natação feminino – campeão Tênis feminino e masculino – campeão Vôlei masculino e feminino – campeão Sinuca feminino – 2º lugar Futsal masculino – 2º lugar Futebol de campo masculino – 2º lugar Basquete masculino – 2º lugar Futsal feminino – 3º lugar Pingue-pongue masculino – 3º lugar Natação masculino – 3º lugar Xadrez – 3º lugar Atletismo feminino – 3º lugar

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FACULDADE

Faculdade conta, atualmente, com modernos laboratórios para o curso, que obteve nota máxima do MEC

HÁ 50 ANOS FORMANDO OS MELHORES PROFISSIONAIS PRIMEIRA TURMA DE FISIOTERAPIA COMEMORA CINCO DÉCADAS DE INGRESSO NA INSTITUIÇÃO, RESGATANDO MEMÓRIAS E EVIDENCIANDO A EVOLUÇÃO DO CURSO A nota máxima na avaliação dos examinadores do Ministério da Educação (MEC), em 2017, confirmou o alto padrão de qualidade do curso de Fisioterapia da Faculdade Ciências Médicas - MG. O resultado foi comemorado pela Diretoria, pelos professores e, sobretudo, pelos alunos, que, pelo fato de terem escolhido uma instituição de ensino que é referência no país, enxergam o

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futuro profissional com confiança. Alguns aspectos, em especial, chamaram a atenção do MEC: a interação entre alunos e corpo docente; o projeto pedagógico que alia prática, teoria e interdisciplinaridade; e a infraestrutura disponível para o ensino, que inclui laboratórios modernos e equipamentos de ponta. Tudo isso fruto de um trabalho que começou em 1961.

TRAJETÓRIA

Em 1961, a Fundação Arapiara – instituição hospitalar em funcionamento à época – solicitou à FCM-MG a criação de um curso para a formação de técnicos. “Tudo começou com o Dr. Márcio Lima Castro, que queria realizar um tratamento de reabilitação em pacientes com paralisia infantil. Ele bus-


Egressos da primeira turma visitaram os laboratórios da Faculdade

cou suporte financeiro por meio de um patrocínio da iniciativa privada e, para colocar a ideia em prática, precisava, também, de uma instituição que oferecesse o suporte didático-pedagógico”, conta o Prof. Dr. Geraldo Magela Gomes da Cruz. Nascia, então, o curso Técnico de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, com duração de três anos. Em 1969, um Decreto-lei facultou às instituições que ofereciam o curso de Fisioterapia e Terapia Ocupacional em sua grade a possibilidade de solicitar o reconhecimento da formação em nível superior. Pouco tempo antes, a FCM-MG já havia assinado Termo de Convênio em que assumia a responsabilidade total pelas atividades administrativas e pedagógicas dos dois cursos. Estava criado e oficializado o curso Superior de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da Faculdade, cuja primeira turma comemorou, em 2019, 50 anos de ingresso. Para celebrar as cinco décadas da graduação, três eventos foram realizados para estudantes, professores e egressos. Além disso, os egressos receberam um atlas que narra em detalhes a história do curso. Foi um momento de reen-

contro entre antigos colegas, que puderam relembrar fatos marcantes da época na palestra do Prof. Geraldo Magela, que listou as personalidades que mais se destacaram entre os anos de 1969 e 1972. Regina Babo, egressa da primeira turma, esteve no evento e se impressionou com a evolução da infraestrutura da Faculdade. “Ver aquela escada da entrada nos faz lembrar imediatamente os bate-papos que tínhamos ali”, relembra a egressa, que até hoje atua como fisioterapeuta. Outro que está na Instituição desde o início do curso é o Prof. Marco Antônio Rocha, também homenageado. “É muito bom ser lembrado. Hoje, não há vínculo das instituições com os ex-alunos, mas a Faculdade considera muito quem construiu a sua história.” O Prof. Milton Malheiros (veja a matéria especial na página 24) foi testemunha ocular do período. Tendo ingressado na Faculdade em 1969, cinco décadas depois, ele é um dos docentes da FCM-MG. “Era uma profissão estritamente técnica, atualmente é uma ciência. Fico feliz em ver que meus colegas de 1972 estão bem-posicionados no mercado. O nome da Faculdade sempre fez muita diferença”, salienta.

Michel Bedran Júnior, colega de turma do Prof. Milton, confirma que o mercado sempre viu com bons olhos os egressos da Faculdade e observa como era diferente ser um acadêmico na década de 1970. “Eu me lembro da grande dificuldade em fazer pesquisas, ter acesso a artigos e livros especializados. Havia também um professor que falava que a gente atendia de tudo.” Ele diz que a primeira turma a obter o diploma superior construiu o curso em conjunto com a Instituição. “Os alunos cobravam um ensino nos mesmos moldes e exigências do que era ofertado para Medicina e contaram com o exemplo dos professores para que isso se concretizasse”, explica Michel. Não há dúvida de que a credibilidade alcançada pelo curso se deve à transparência nas relações acadêmicas, aos investimentos constantes em inovação e à responsabilidade com a formação dos alunos. Desde que os primeiros acadêmicos passaram pelo portão do prédio da Alameda Ezequiel Dias, 275, há 50 anos, a Faculdade jamais abriu mão de seus valores. O tempo trouxe a recompensa e o reconhecimento.

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FACULDADE

Formandos da primeira turma de Fisioterapia, em 1972 ALINHADO AO FUTURO

“Sempre ouvi que a Fisioterapia era a profissão do futuro. E, mais do que nunca, isso está se consolidando”, afirma o Prof. Rafael Duarte, ex-coordenador do curso e atual vice-diretor da Faculdade. “Tratamos doenças crônicas da população que está envelhecendo, de atletas e de pacientes com muitos outros perfis. A presença do fisioterapeuta na equipe de saúde é fundamental.” Se a forma de atuar do profissional mudou ao longo dos anos, a Faculdade soube acompanhar e se adequar. Embora o curso da FCMMG seja um dos mais tradicionais do Estado, o projeto pedagógico é atualizado periodicamente, explica o Prof. Rafael. “Está prevista uma nova alteração para este ano. A construção dos ajustes é feita coletivamente, com a participação dos professores, dos coordenadores e da direção. O nosso compromisso é formar os melhores fisioterapeutas do mercado, e estamos sempre em busca de novas soluções.” O atual coordenador do curso, Prof. George

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Um atlas com toda a história do curso e uma medalha foram produzidos em homenagem ao cinquentenário

Sabino, explica que as alterações na grade curricular atendem às diretrizes traçadas pelo MEC, ao mesmo tempo em que abrem novas possibilidades aos acadêmicos. O objetivo é ofertar ao aluno uma formação cada dia mais completa e moderna. “O pioneirismo, a estrutura de laboratórios e as possibilidades de atuação interdisciplinar destacam a FCM-MG de outras instituições.” Foram incorporadas disciplinas no projeto pedagógico que vão além das competências técnicas, abrangendo também conteúdos comportamentais e atitudinais. Para este ano, já está

prevista a inserção de matérias voltadas especialmente à atuação em equipe interdisciplinar, uma vez que, na prática diária, o fisioterapeuta atua ao lado de profissionais de saúde de outras especialidades. O acesso a técnicas de oratória, por exemplo, será uma das novidades para 2020, bem como conteúdos ligados a empreendedorismo, inovação e novas tecnologias. Os estágios terão uma área de abrangência ainda maior, englobando as especialidades Esportiva e Dermatofuncional, o que nenhum curso de Fisioterapia da capital oferece ainda.


EVOLUÇÃO DO CURSO DE FISIOTERAPIA DA FCM-MG 1965

Assinado convênio entre Fundação Arapiara e FCM-MG, que se torna responsável pelo curso Técnico de Fisioterapia e Terapia Ocupacional.

1967

É designado o Prof. Dr. Geraldo Magela Gomes da Cruz para coordenar o curso e adaptar o currículo para quatro anos.

1968

Criada a Associação Mineira de Fisioterapia (AMF), antes mesmo do reconhecimento oficial da profissão como Ensino Superior.

1969

Faculdade assume responsabilidade total sobre atividades administrativas e pedagógicas ligadas ao curso. Faculdade solicita reconhecimento do curso como Ensino Superior junto ao Conselho Federal de Educação (CFE). Ingresso da primeira turma de alunos após o reconhecimento do CFE.

1994

Celebrado o Jubileu de Prata (25 anos) para os formados do curso de Fisioterapia e Terapia Ocupacional.

1999

Três décadas do curso de graduação são comemoradas.

2017

Fisioterapia da FCM-MG recebe nota 5 (máxima) do MEC. Inaugurado o Ambulatório de Fisioterapia Milton Ferreira Malheiros.

2019

Curso celebra 50 anos de excelência e sucesso. Alunos da primeira turma são homenageados pela FCM-MG. 15


CAPA

AUTORIDADES E SOCIEDADE MINEIRA PRESTIGIAM INAUGURAÇÃO DO TEATRO FELUMA LUCIANO FIGUERÔA

COMUNIDADE ARTÍSTICA, ALUNOS E DIRETORES TAMBÉM ESTIVERAM PRESENTES NA CERIMÔNIA, REALIZADA EM DEZEMBRO

Descerraram a placa de inauguração: o diretor da Faculdade, Prof. José Celso Cunha Guerra Pinto Coelho; a promotora de Justiça de Defesa de Tutela das Fundações, Dra. Valma Leite Cunha; o presidente da Feluma, Dr. Wagner Eduardo Ferreira; o curador do Centro de Memória, Prof. Dr. Geraldo Magela Gomes da Cruz; e o curador do Teatro Feluma, Prof. e dramaturgo Jair Raso

A peça “O Palco Iluminado”, dirigida pelo Professor da Faculdade e curador cultural do novo espaço, Jair Raso, a partir de um texto de Rogério Falabella, marcou a estreia do Teatro Feluma em grande estilo. “É a cereja do bolo, fecha um ciclo de obras inauguradas, que foram

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iniciadas desde que o Dr. Wagner Eduardo Ferreira assumiu a presidência da Fundação”, conta Prof. Dr. Geraldo Magela Gomes da Cruz, curador do Centro de Memória da Faculdade, que dá nome ao Teatro. A importância do novo espaço para a cena cultural do Estado requeria uma

inauguração à altura. E ela foi feita no dia 2 de dezembro, com a presença de autoridades políticas e do Poder Judiciário, produtores culturais, artistas, colaboradores dos Institutos e alunos. “A Feluma, ao longo dos anos, tem semeado o conhecimento e a inteligência por meio da Faculdade; a fraternidade por


LUCIANO FIGUERÔA

Estou muito feliz em participar de um momento como este. Certamente é um lugar onde a educação encontra a arte, o que mostra o cuidado que a Feluma tem com o próximo AGOSTINHO PATRUS Presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais

Autoridades políticas e do Poder Judiciário participaram do evento

meio do Hospital; e agora chegou a vez da cultura”, enfatizou o vice-governador de Minas Gerais, Paulo Brant, que compareceu ao evento inaugural. O deputado Agostinho Patrus, presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, destacou o pioneirismo da Fundação ao se propor concretizar um projeto cultural tão arrojado. “Estou muito feliz em participar de um momento como este. Certamente é um lugar onde a educação encontra a arte, o que mostra o cuidado que a Feluma tem com o próximo.” EMOÇÃO E HOMENAGENS

O evento de inauguração contou com algumas surpresas que emocionaram o público. Ao fazer o seu discurso, o Prof. e dramaturgo Dr. Jair Raso homenageou o presidente da Feluma com uma apresentação que aliou poesia, artes cênicas e música. Em seguida, dois violinistas da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais adentraram o ambiente executando uma peça clássica, e, logo depois, os Batráquios – bateria da

Atlética Ciências Médicas – surpreenderam a todos coroando o momento especial. Mateus Matos, aluno do 8º período de Medicina e componente da bateria, foi um dos que estiveram na homenagem e se disse orgulhoso de participar de um momento histórico da Instituição. “É muito interessante a Faculdade ter esse olhar cultural, acaba sendo uma válvula de escape para nós. Foi muito bom representar os acadêmicos aqui.” Emocionado com a homenagem, o presidente da Feluma enfatizou a democratização do espaço e frisou que ele é de todos. Além disso, os espetáculos terão 10% dos assentos reservados para os alunos do ProUni e seus familiares. “Eles não vão pagar por isso”, disse Dr. Wagner Eduardo Ferreira. A inauguração do Teatro segue as premissas da Feluma de formar profissionais não apenas tecnicamente capacitados para o exercício de suas funções, mas, sobretudo, cientes do compromisso que devem assumir com a construção de uma sociedade melhor por meio da arte e da cultura.

Este teatro é a prova de que, quando se tem organização na administração, mesmo com todos os percalços, é possível fazer um bom trabalho ALEXANDRE KALIL Prefeito de Belo Horizonte

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LUCIANO FIGUERÔA

CAPA

A bateria Batráquios, da Atlética Ciências Médicas, formada por alunos, se apresentou durante a inauguração COMUNIDADE ARTÍSTICA AGRADECE

BRUNO ASSIS

Antes mesmo de o Teatro Feluma ser inaugurado, o projeto foi apresentado à comunidade artística de Minas Gerais. Além de lideranças das artes cênicas, artistas plásticos, que poderão utilizar o espaço multiúso para exposições de pintura e fotografia, foram convidados a conhecê-lo. O objetivo é otimizar ao máximo a utilização do local, com a realização também de seminários e eventos científicos.

Por abrigar um leque de eventos tão diversos, a obra foi desafiadora para a engenheira Cristina Resende e a arquiteta Ana Machado, responsáveis pelo projeto. “A Feluma investiu em sistemas completamente novos de iluminação, ar-condicionado, instalações elétricas, pisos, enfim, todo um trabalho de revitalização do prédio foi executado ao longo dos anos até se chegar ao sétimo andar, que abriga agora o Teatro”, observa Cristina.

A Feluma, ao longo dos anos, tem semeado o conhecimento e a inteligência por meio da Faculdade; a fraternidade por meio do Hospital; e agora chegou a vez da cultura PAULO BRANT Vice-governador de Minas Gerais

Comunidade artística de Minas Gerais foi convidada a conhecer o espaço antes da inauguração

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Estrutura DE PONTA

Sistema de áudio e vídeo de última geração Iluminação cênica Amplo hall Excelente visibilidade do palco Acessibilidade

Foyer para exposições, mostras e coquetéis Três projetores a laser

Streaming e captura de áudio e vídeo para transmissões

Estacionamento com acesso direto ao local Tratamento acústico Palco com 14 metros de boca de cena Camarim

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CAPA

Área externa integrada ao foyer de 300 m2, construído no último andar da Faculdade e que servirá para exposições de arte e de fotografia e eventos sociais

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O Teatro Feluma EM NÚMEROS Área construída 1.200 m² + 200 m² de jardim Tempo de obra 5 meses Equipe envolvida na construção 110 pessoas Foyer 300 m² Lugares 409

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EVENTOS

Mais de 1.250 atletas compareceram ao Parque Municipal

ESPORTE PARA TODOS E MOBILIZAÇÃO DE MAIS DE 250 ALUNOS DA FCM-MG MAIS QUE UMA AÇÃO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE, A 6ª CORRIDA & CAMINHADA CIÊNCIAS MÉDICAS – MG 2019 ESTIMULA A INCLUSÃO Pelo sexto ano consecutivo, a Corrida & Caminhada Ciências Médicas – MG foi realizada no Parque Municipal Américo Renné Giannetti, no centro de Belo Horizonte. Mais de 1.250 atletas participaram das três modalidades disponíveis: corrida de 5 km e de 10 km e caminhada de 1,5 km. No meio do pelotão de atletas, uma figura se destacou: vestido de Batman, o corredor Bernardo Vianna, então estagiário de RH da Feluma, completou o trajeto de 5 km guiando

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uma participante muito especial. Rafaela Carbonara é integrante do projeto social “Pernas de Aluguel”, que cede cadeiras de rodas adaptadas a quem tem deficiência motora e cognitiva para participação em corridas de rua. “Queremos dar visibilidade a essas pessoas e estimulá-las. A corrida é algo que faz muito bem para elas”, diz Bernardo. Além dessa oportunidade de sensibilização, outras ações estimularam os atletas a passar pelos estandes. As

ações das Ligas Acadêmicas com estudantes de Medicina, Fisioterapia e Enfermagem incluíram aferição de pressão e de índice glicêmico, análise da pisada e aplicação de “kinesio taping”. Uma das novidades foi a atuação dos alunos do Grupo de Estudo em Fisioterapia Musculoesquelética e Esportiva, que fizeram a liberação miofascial dos atletas, uma técnica de terapia manual que consiste em aplicar pressão em pontos do corpo, o que ajuda a relaxar e alongar os músculos.


João Paz, aluno do 5º período de Medicina, participou pela primeira vez do evento no estande das Ligas e aprovou o contato direto com o público. “Estamos utilizando ferramentas lúdicas, como jogo da memória e uma maquete, para que as pessoas entendam as peculiaridades e sinais das doenças. É uma maneira de conscientizar os participantes de forma mais visual, palpável e compreensível.” ENCONTROS E INTERAÇÃO

O evento foi também oportunidade de ex-alunos reverem antigos amigos e professores da Faculdade. Isabela Fernanda Patrício é egressa do curso de Fisioterapia e atuava sempre nas tendas de atendimento à comunidade. Na sexta edição, foi a vez de participar como corredora. “São tantas recordações ao vir aqui. É muito bom voltar como atleta.” Os irmãos gêmeos Rafael e Henrique Fagundes, ambos do 5º período de Medicina da FCM-MG, levaram a família à corrida: eles participaram da modalidade de 5 km, e os pais, da de 10 km. “Muito feliz em participar pela primeira vez. O evento se consolidou e é um momento legal para trazer todo mundo de casa”, disse Rafael.

Evento tradicional no calendário esportivo de BH

LIGAS PARTICIPANTES Ginecologia e Obstetrícia Oncologia Pneumologia Patologia Cardiologia Endocrinologia

GANHADORES 5 km masculino 1º Stefan José Antônio Gomes 2º Márcio Inácio Júnior 3º Marcelo Inácio 5 km feminino 1º Eldite Souza 2ª Naiara Almeida 3º Silvânia Gonçalves 10 km masculino 1º Edson Souza 2º José Geraldo Campos Silva 3º Davi de Souza

Bernardo Vianna (Batman), colaborador da Feluma, guiou Rafaela, participante do projeto social “Pernas de Aluguel”

10 km feminino 1º Irene Paixão 2º Euzita Alves do Amaral 3º Rosana Coelho de Paula

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HISTÓRIA FELUMA

TRAJETÓRIA RESPEITÁVEL EM FISIOTERAPIA PROF. MILTON MALHEIROS FEZ PARTE DA PRIMEIRA TURMA DO CURSO DA FACULDADE E TEM MAIS DE QUATRO DÉCADAS DEDICADAS AO ENSINO

O prédio da Alameda Ezequiel Dias, 275, tinha somente quatro anos de funcionamento em 1969, quando o Prof. Milton Malheiros passou pela primeira vez pela porta da Faculdade Ciências Médicas – MG. Na época, a intenção era somente se capacitar para ser um bom profissional de Fisioterapia. Mal sabia ele que seu destino nunca mais iria se desprender do da Instituição. Prof. Milton entrava na primeira turma de Fisioterapia reconhecida como Ensino Superior (veja mais na matéria da página 12). Com o diploma em mãos, em 1972, ele lecionou Cinesiologia na UFMG por 11 anos e começou a dar aulas também na FCM-MG, em 1974. “Tudo era muito diferente. Os alunos, por exemplo, foram se transformando juntamente com a sociedade. Para se ter uma ideia, naquela época, quando o professor entrava na sala, os alunos ficavam de pé, uma coisa inimaginável em tempos atuais”, relembra. “Eu tenho 72 anos, e meus alunos têm entre 18 e 19 anos. Quando comecei minha carreira, com 26, eles também tinham entre 18 e 19. Ser professor é ser jovem sempre, é optar por ficar velho mais tarde, graças à energia que os alunos passam para a gente.” O Prof. Milton se adaptou bem às mudanças e tem uma relação amistosa com a geração de hoje.

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“Não são eles que precisam se adaptar a mim, eu é que tenho que me adaptar a eles.” CINESIOLOGIA

Com 47 anos de carreira, Prof. Milton fala da especialidade que leciona, a Cinesiologia, com carinho, gratidão e respeito. A ciência que estuda os movimentos do corpo humano é um conhecimento obrigatório para qualquer fisioterapeuta profissional. “Se o aluno aprende o movimento humano normal, quando estiver diante de um paciente, ele vai saber dar o diagnóstico com precisão e agilidade. Assim, ele consegue planejar um programa de recuperação em que se procura aproximar a anormalidade do movimento da normalidade.” A disciplina – que está na grade no 3º período – tem excelente receptividade dos discentes, segundo o Prof. Milton. “A gente aprende, ensina e se diverte!”, comemora. Além do grande interesse dos alunos, a relação entre professor e estudantes é amigável, porque já de início eles entendem a importância da matéria, não só para as disciplinas dos períodos mais à frente, mas também para a atuação prática no futuro. “Quem quiser ser um bom profissional tem que ter, obrigatoriamente, uma boa base em cinésio”, ressalta o professor.

Ser professor é ser jovem sempre, é optar por ficar velho mais tarde, já que temos a energia que os alunos passam para a gente


“Não são eles que têm que se adaptar a mim, eu é que tenho que me adaptar a eles”

COLEGA VIROU ESPOSA

A Ciências Médicas propiciou ao Prof. Milton Malheiros bem mais que uma carreira profissional sólida. A vida pessoal dele também tem forte relação com a Faculdade. Maria Virgínea era colega de curso de Milton em 1969 e se tornou sua esposa em 1972, próximo da formatura. Já são 45 anos de casados e três filhos. “É incrível como minha vida deu uma virada desde que passei por aquela porta. Tive a felicidade de permanecer aqui, que é a minha casa. 80% do que sou devo à Instituição e à Fisioterapia.” Em homenagem à singular história do Prof. Milton, o Ambulatório de Fisioterapia da Faculdade, inaugurado em 2018, foi batizado com o seu nome.

Para se ter uma ideia, naquela época, quando o professor entrava na sala, os alunos ficavam de pé, uma coisa inimaginável em tempos atuais

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HOSPITAL

HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CIÊNCIAS MÉDICAS PARTICIPA DE AÇÃO VOLUNTÁRIA: CIRURGIAS DE HÉRNIAS PARCERIA COM A SOCIEDADE BRASILEIRA DE HÉRNIA DA PAREDE ABDOMINAL (SBH) RESULTA NO ATENDIMENTO A DIVERSOS PACIENTES DO SUS Para beneficiar os pacientes que aguardavam na fila do SUS, o Hospital Universitário Ciências Médicas, em parceria com a ONG Hernia International, participou do Mutirão de Hérnia 2019. A hérnia é uma saliência nos músculos do abdômen, que permite que o intestino ou uma porção de gordura passe por sua parede. O procedimento cirúrgico é a única forma de tratá-la. O HUCM-MG, que possui comprovada excelência assistencial, é certificado pela norma ISO 9001. Para atender cerca de cem pacientes do Mutirão, o hospital disponibilizou toda a estrutura de bloco cirúrgico, bem como equipe médica de cirurgia da unidade, que, de forma voluntária, atuou em conjunto com cirurgiões de outras regiões do país. “Foi importante para quem está na fila do SUS, porque é uma doença que limita as pessoas. Os pacientes foram atendidos com equipamentos de última geração. Além de estarmos ajudando a agilizar a fila de espera do SUS, o Mutirão vai garantir melhor qualidade de vida para esses pacientes”, pontua o diretor do HUCM-MG, Dr. Antônio Carlos de Barros Martins. Segundo Christiano Claus, presidente da Sociedade Brasileira de Hérnia da Parede Abdominal, “essa é uma missão voluntária e humanitária, que faz em uma semana o

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Foram operados cerca de cem pacientes do SUS no Hospital

mesmo volume de procedimentos realizados em um ano nessas regiões”. Este foi o 7º Mutirão realizado. Entre os Estados que já receberam mutirões estão Paraíba e Rio de Janeiro. NÚMEROS

Em todo o Brasil foram realizadas 281.392 cirurgias de hérnia da parede abdominal, entre março de 2018 e março de 2019, de acordo com o DataSUS. Nas regiões Sudeste e Nordeste, registraram-se, respectivamente, 11 mil e 89 mil procedimentos do tipo. Do total, apenas 1.745 (0,62%) foram realizados de forma minimamente invasiva.

“Técnicas menos agressivas de tratamento e novos materiais cirúrgicos têm sido cada vez mais utilizados para melhorar os resultados e beneficiar os pacientes”, explica o vice-presidente da SBH, Marcelo Furtado. AÇÃO 100% VOLUNTÁRIA

A ONG Hernia International atua de forma 100% voluntária em missões humanitárias. Os mutirões de cirurgia de hérnia são realizados em 28 países, especialmente naqueles cujo acesso a sistemas de saúde é limitado, como Camboja, Quênia, Etiópia, Uganda e Paquistão.


PÓS-GRADUAÇÃO

ANO DE EVOLUÇÃO NÚMEROS EVIDENCIAM BONS RESULTADOS DA PÓS-GRADUAÇÃO DO PROGRAMA DE EXCELÊNCIA EM ODONTOLOGIA Em 2018, a diretoria da Pósgraduação Ciências Médicas – MG anunciou que entraria no mercado de Odontologia, ofertando cursos de especialização para os profissionais da área. Em dezembro, foi inaugurada a moderna infraestrutura para abrigar as atividades. Agora, prestes a completar um ano de funcionamento, os primeiros resultados do Programa Excelência em Odontologia (Exceo) mostram o sucesso da iniciativa: quatro cursos foram ofertados em 2019, com mais de 150 alunos passando pelas especializações, aperfeiçoamentos e imersões. O coordenador do Programa de Exceo, Prof. Eustáquio Araújo, credita a boa adesão à estratégia adotada e ao quadro de competentes professores. “Quando escolhemos o nome ‘Excelência em Odontologia’ como nossa identidade, sabíamos da importância de ter um corpo docente de extrema qualidade, reconhecido pelo mercado. Deu certo”, explica. E novidades estão previstas para os próximos dois anos. Em 2020, sete novos cursos passarão a ser oferecidos, e novas turmas serão abertas. NOVIDADE

Outra novidade da Pós-graduação em Odontologia é o Odontalk, que estreou em outubro do ano passado. A proposta do evento é debater um tema de maior complexidade, bem como as soluções odontológicas propostas, a partir da visão de vários especialistas. No primeiro evento, que teve grande participação do público, o tema foi “Agenesia dental”, anomalia caracterizada pela ausência congênita de dentes. Já na segunda edição o tema abordado foi “Sorriso gengival: possibilidades terapêuticas”.

Mais de 150 alunos já passaram pela especialização em menos de um ano

ENSINO DE EXCELÊNCIA A qualidade dos professores contratados para o Programa Excelência em Odontologia da Pós-graduação Ciências Médicas – MG é confirmada pelo mercado. No final de outubro, dois docentes foram convidados a palestrar no 12º Congresso Internacional da Associação Brasileira de Ortodontia (Abor), evento que é referência na área. Luiz Fernando Eto falou sobre “Ortodontia Lingual e ancoragem absoluta: otimizando resultados”, e Bruno Gribel ministrou o curso “Expandindo os limites do uso dos alinhadores nos pacientes em crescimento”.

Novos cursos em 2020 • Especialização em cirurgia bucomaxilofacial - Ciências Médicas/ Mater dei • Aperfeiçoamento em cirurgia bucomaxilofacial • Habilitação em Odontologia Hospitalar • Capacitação em Venopunção e Obtenção de PRF para uso em Odontologia • Imersão em laminados cerâmicos e lentes de contato – teórico com demonstração ao vivo • Ultrassom em Endodontia • Excelência em Ortodontia - Turma II • Excelência em Ortodontia - Salvador/BA • Introdução à Ortodontia - Princípios e técnicas básicas • Considerações ortodônticas na prática diária • Ortodontia Biocriativa - nova turma

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FACULDADE

PRESENTE NO MERCADO EDITORIAL EDITORA UNIVERSITÁRIA CIÊNCIAS MÉDICAS – MG PASSA A COORDENAR PUBLICAÇÃO DE OBRAS LIGADAS AOS INSTITUTOS A PARTIR DESTE ANO Fomentar a publicação de trabalhos científicos por professores e alunos é fundamental para registrar o conhecimento e transmiti-lo aos interessados em acompanhar a evolução das diversas áreas de estudo. Para favorecer tal atividade, em 2020, a Faculdade passará a contar com a Editora Universitária Ciências Médicas – MG, que será coordenada pelo Prof. Paulo Roberto Rodrigues Machado. Ele explica que, no ano passado, diante da necessidade de se publicar o Manual de Procedimentos do Ambulatório Ciências Médicas – MG, coordenado pelo Professor Ricardo Simões, foi identificada a relevância do suporte de uma editora, que ficará responsável pelo registro e edição deste e de outros conteúdos. “O objetivo é incentivar, cada dia mais, o corpo docente e clínico a publicar seus trabalhos”, acrescenta o coordenador. “Estamos dando os primeiros passos para operacionalizar a Editora e, para isso, já estamos atuando com equipes da Faculdade, que vão contribuir para consolidar essa iniciativa.” Em um primeiro momento, a Editora se dedicará, exclusivamente, à publicação de trabalhos produzidos na própria Faculdade, mas a intenção é expandir a atuação para além da Instituição, adianta o Prof. Paulo. Além do Manual de Procedimentos do Ambulatório Ciências Médicas – MG, os próximos títulos da Editora já estão em andamento para serem publicados.

Publicação do Ambulatório foi a primeira lançada pela Editora

A ATUAÇÃO DA EDITORA UNIVERSITÁRIA CIÊNCIAS MÉDICAS – MG • Capta obras literárias e científicas • Edita o conteúdo junto ao autor • Diagrama e produz a capa e o miolo da publicação, se for o caso • Registra a publicação junto ao International Standart Book Number (ISBN) • Negocia a impressão com gráficas • Faz a precificação da obra • Realiza a distribuição

editorafcmmg@feluma.org.br

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FELUMA

ESTÍMULO À INOVAÇÃO PARA VALORIZAR IDEIAS QUE GEREM NOVAS SOLUÇÕES CENTRO DE INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO CIÊNCIAS MÉDICAS DE MINAS GERAIS É CRIADO PARA OFERECER SUPORTE A STARTUPS VOLTADAS PARA AS ÁREAS DAS CIÊNCIAS DA SAÚDE Startups que se dedicam às áreas da saúde estão em franca evidência e destaque. Todas as soluções propostas para auxiliar o setor, sobretudo no que diz respeito aos desafios ligados à gestão da área, são vistas atualmente como valiosas pelo mercado. De acordo com a Base de Dados da Associação Brasileira de Startups, cerca de 6% das existentes atualmente se dedicam à área. E pesquisas apontam que há margem para expandir o número das quase 400 empresas já formalizadas. Na trilha desse contexto de mercado e para buscar novas possibilidades, foi criado o Centro de Inovação e Empreendedorismo Ciências Médicas de Minas Gerais (CIECM-MG), que iniciou suas atividades e vai atuar no suporte, consultoria e captação de projetos inovadores nas áreas relacionadas às ciências da saúde. Alunos, professores, colaboradores dos Institutos e comunidade em geral se beneficiarão da iniciativa. O diferencial do modelo de trabalho proposto, segundo o Prof. Hércules Pereira Neves, coordenador do CIE, é o fato de ele se desvencilhar da

As aceleradoras são estruturas que trabalham com startups que já estão, em certa medida, em consolidação. As incubadoras, por sua vez, auxiliam o empreendedor na idealização e validação do projeto.

estrutura tradicional de incubadoras e aceleradoras de startups. Se o empreendedor tem uma ideia considerada inovadora, o Centro atuará como um apoiador formal, para possibilitar que a ideia saia do papel e se torne viável. Os processos de incubação, prospecção de health techs (empresas que fornecem tecnologia para startups de saúde), elaboração de plano de negócio e captação de fundos de investimento terão suporte total da Feluma. “Identificamos que uma considerável parcela dos alunos tem uma verve empreendedora forte. É crescente e ganha força o interesse entre eles de constituir uma empresa e explorar o conceito inovador praticado pelas startups. Temos que apoiá-los de

forma efetiva, pois é importante que a Instituição estimule, constantemente, o empreendedorismo”, comenta o Prof. Hércules. Vale destacar que o Centro apoiará preferencialmente as ciências da saúde, mas a intenção é apoiar também outras ideias inovadoras, não necessariamente ligadas à área. “A educação, desde o nível básico até o superior, tem que estar atenta às mudanças rápidas que o mundo nos impõe nos dias de hoje. Por isso, a busca por inovação e incorporação de novas tendências é fundamental para que a Instituição evolua. Foi com esse pensamento que criamos essa nova estrutura”, conclui o presidente da Feluma, Dr. Wagner Eduardo Ferreira.

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PÓS-GRADUAÇÃO

PÓS-GRADUAÇÃO CIÊNCIAS MÉDICAS EXPANDE ATUAÇÃO INSTITUTO LANÇA CURSOS EM SALVADOR A partir deste ano, os cursos credenciados pela American Heart Association (AHA) estarão disponíveis para o mercado de saúde da Bahia. “A intenção é estabelecer um novo relacionamento com a comunidade científica de Salvador e alcançar um novo público. Estamos expandindo para a região do Nordeste o conhecimento que já temos na área”,

explica o Prof. Marcelo Miranda, diretor Acadêmico da Pós-graduação. Serão abertas turmas para as especialidades Suporte Avançado de Vida em Pediatria (PALS); Suporte Básico de Vida (BLS); Suporte Avançado de Vida em Cardiologia (ACLS); e Introdução à Cirurgia Robótica para Enfermeiros e Instrumentadores.

PALAVRA DO CONSELHO DIRETOR

JUNTOS POR MAIS SAÚDE PARA TODOS Além de se destacar na oferta de ensino de excelência, a Feluma se consolida como uma das instituições mais importantes na área da saúde no Brasil. Aliado à expansão da estrutura voltada para a formação dos alunos, que fez da Instituição uma das maiores faculdades de Medicina do país – acolhendo 400 novos alunos todos os anos, 25% deles oriundos do ProUni –, o número de pessoas atendidas cresceu graças à ampliação do Ambulatório e do Instituto de Olhos e a uma série de parcerias firmadas com outras instituições, que diversificaram sua área de atuação e têm contribuído para o fortalecimento e o impulso à inovação. Entre as várias parcerias de sucesso construídas ao longo dos anos, merecem destaque a atuação conjunta com o Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde (IAG Saúde) para a formação de profissionais capacitados a trabalhar com a área da Qualidade e DRG; com os hospitais Vila da Serra, Vera Cruz, Felício Rocho e, mais recentemente, o Uberlândia Medical Center para a implantação do Instituto de Cirurgia Robótica; e com os setores de ensino e pes-

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quisa da Santa Casa de Montes Claros e do Hospital Mário Penna. Destaca-se, ainda, a parceria com o Hospital Metropolitano Doutor Célio de Castro (Hospital do Barreiro) para a capacitação de gestores e profissionais e a oferta de estágios aos alunos da Faculdade, iniciativas em andamento. Para se tornar referência, também é preciso romper fronteiras. Por isso, a internacionalização das parcerias com instituições de outros países tem sido fomentada, para somar a experiência a práticas exitosas desenvolvidas no exterior. Todas essas iniciativas tornam a Feluma, como fundação mantenedora dos Institutos de ensino Ciências Médicas, uma Instituição essencial ao sistema de saúde mineiro e brasileiro e fortalecem os seus vínculos com a sociedade. Assim, impactamos positivamente as vidas das milhares de pessoas que recorrem aos nossos serviços. PROF. FAUSTO PEREIRA, COORDENADOR DO INSTITUTO FELUMA


EVENTOS

SABER SE COMUNICAR É A CHAVE DISCIPLINA OPTATIVA AUXILIA ALUNOS QUE DESEJAM SE EXPRESSAR MELHOR AO APRESENTAREM TRABALHOS E SE RELACIONAREM COM PACIENTES Andrea Alves Morato está no 10º período de Medicina e viu, com animação, o anúncio da abertura de inscrições para o curso de Oratória. “A boa comunicação é uma das grandes armas de um profissional que quer se diferenciar no mercado. Em nossa área, apresentamos muitos trabalhos em congressos e eventos especializados, e o conteúdo do curso vai nos ajudar muito”, avalia. As aulas são ministradas pela Profª Luana Carvalho Romero Freitas, que repassa de forma didática técnicas para melhorar a comunicação pessoal e profissional, como planejamento de apresentação de trabalhos, elaboração de storytelling, adequação do discurso ao público e linguagem corporal. “O conteúdo do curso é

útil tanto para quem planeja atuar na área clínica quanto para aqueles que seguirão carreira acadêmica”, conta a professora. Mariane Bárbara Maura de Andrade, aluna do 6º período de Fisioterapia, se surpreendeu positivamente com as aulas. “Trabalhamos com o público, e uma boa comunicação é fundamental. Além disso, estamos na etapa de construção do TCC, e o conteúdo das aulas tem nos ajudado muito.” Devido ao sucesso, o curso foi estendido ao corpo docente da Faculdade. Luana explica que o conteúdo foi ajustado para que os professores entendam a melhor forma de se comunicar com os alunos nos dias de hoje.

30 ANOS DO INTERNATO DE SAÚDE COLETIVA COMEMORAÇÃO INCLUIU EVENTOS E HOMENAGENS

Professores homenageados por fazerem parte do Internato de Saúde Coletiva mais tradicional de Minas

O Internato de Saúde Coletiva da Faculdade Ciências Médicas – MG é um dos mais tradicionais do Estado. Há mais de três décadas a Instituição leva os futuros profissionais da saúde a diversas cidades do interior do Estado para prestar assistência qualificada a comunidades carentes. Palestras, exposição, eventos comemorativos e a Mostra de Saúde Coletiva marcaram a comemoração dos 30 anos. “A mostra foi criada em 2016 para dar visibilidade ao trabalho dos alunos”, conta o Prof. Gustavo Werneck,

coordenador do Internato. A quarta edição foi aberta pelo Prof. Eugênio Vilaça Mendes, um nome importante na elaboração de políticas públicas de saúde na última década no Brasil. O formato do evento foi reduzido para possibilitar uma abordagem mais aprofundada dos temas. Dois trabalhos ganharam destaque: uma avaliação sobre a situação vacinal de moradores de rua e um diagnóstico sobre violência contra a mulher em Minas Gerais.

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SEJA A REFERÊNCIA DO SEU TEMPO.

AgoRA Em SAlvAdoR 70 anos de tradiçÃo

A Pós-Graduação Ciências Médicas - MG chegou a Salvador, trazendo todo o renome e a excelência de uma instituição referência em Saúde. Com 70 anos de história e busca constante pela inovação, a Ciências Médicas - MG oferece cursos de qualidade e corpo docente reconhecido nacionalmente. Confira no site e prepare-se para se destacar na área da Saúde.

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