Casa da Cerca - Centro de Arte Contemporânea | PROGRAMA | setembro 2025 a março 2026
OCentro de Arte Contemporânea reabriu em pleno, após um período de intervenções de conservação e restauro no edifício principal da Casa da Cerca, reafirmando-se como um espaço de referência na promoção das artes visuais e na reflexão sobre as práticas expandidas da disciplina do Desenho.
Este regresso marca uma nova fase de vitalidade e abertura à comunidade, consolidando o papel central da Casa da Cerca enquanto polo cultural de excelência, mas, sobretudo, enquanto espaço de encontro e de mediação entre a criação artística contemporânea, o património botânico e um público plural — diverso nos seus olhares e expectativas —, acolhido com atenção e cuidado através de propostas e atividades que dialogam com as suas idades, interesses e necessidades.
A programação delineada para este novo ciclo procura celebrar a relação entre arte, território, comunidade e património. Pretende, ainda, estimular o diálogo entre artistas, curadores, público e a própria história deste lugar singular, inscrita na memória de Almada e da arte.
Entre as muitas iniciativas que compõem um programa rico e diversificado, destaca-se a primeira exposição dedicada ao acervo artístico municipal e à coleção de desenho da Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea, uma coleção construída ao longo de mais de três décadas de cumplicidades, amizades e afinidades estéticas. Esta exposição revisita uma história pouco contada, celebrando-a naquilo que ela acrescenta à identidade da Casa, da cidade e da sua comunidade.
Serão igualmente apresentadas exposições de artistas contemporâneos, com especial atenção a criadores de diferentes geografias — de Angola ao Reino Unido, de França a Hong Kong — passando, naturalmente, por Portugal, abrindo a Casa da Cerca ao mundo e reforçando o seu caráter experimental, compreensivo e generoso.
Com uma programação diversa, o Centro de Arte Contemporânea retoma o seu funcionamento regular, articulando as suas extensões — a Galeria Municipal de Arte, a Oficina da Cultura, o Espaço Trafaria Cultura e a recentemente inaugurada Piscina (as antigas Piscinas de São Paulo, que agora acolhe propostas artísticas de grande formato e múltiplas disciplinas).
A Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea volta, assim, a afirmar- se como um espaço vivo de pensamento, criação e partilha, onde a arte se entrelaça com a paisagem, a história e a vida quotidiana de Almada.
Exposições
EXPOSIÇÃO O CHÃO DAS ARTES – JARDIM BOTÂNICO ESTUFA E JARDIM DOS PINTORES
Beatriz Manteigas
O que conta é a intenção
31 maio — 30 dezembro 2025
Beatriz Manteigas é a artista convidada em 2025 para a Residência Artística n’O Chão das Artes - Jardim Botânico, que se concretiza numa instalação site-specific no Jardim dos Pintores e numa exposição na Estufa.
O que conta é a intenção é o resultado de uma investigação teórico - prática iniciada em 2023, dedicada à interseção entre arte e ecologia, em que a artista explora plasticamente a contaminação entre as diferentes realidades da sua vida: a obra, de natureza figurativa, a investigação de doutoramento em Desenho, e o trabalho associativo enquanto diretora cofundadora da Associação Quinta das Relvas (uma organização sem fins lucrativos vocacionada para a educação não -formal em artes e sustentabilidade através da permacultura).
EXPOSIÇÃO GALERIA PRINCIPAL
Jessica Warboys
História armadura
6 setembro 2025 — 11 janeiro 2026
A prática de Jessica Warboys move-se fluidamente entre pintura, cinema, performance e escultura, inspirando-se em mitos, memórias e nos elementos da natureza para criar obras nas quais o processo e o lugar são inseparáveis. A sua abordagem é intuitiva e ritualística, trabalhando frequentemente ao ar livre, onde o vento, a água, a areia e as pedras se tornam colaboradores e eles próprios narradores.
Catarina Marques Domingues
Meio-dia. A hora do coração
6 setembro 2025 — 11 janeiro 2026
As obras de Catarina Marques Domingues procuram dar corpo — dar visualidade — ao encontro entre um corpo profundamente livre e a natureza que rodeia, que o acolhe. Não há hierarquia entre gesto e forma: há contágio. A aguada oferece um território de latência; a linha, uma gramática que o ativa. Entre a mancha, onde se reconhecem formas orgânicas, e um trabalho minucioso, feito de finas linhas pretas onde o traço é firme e contínuo o desenho acontece como um acontecimento vital, onde matéria, pulso e respiração se alinham.
EXPOSIÇÃO CISTERNA
João Pimenta Gomes
Line Array
6 setembro 2025 — 11 janeiro 2026
A instalação Line Array de João Pimenta Gomes apropria-se de um sistema de colunas vulgarmente utilizadas em grandes salas de espetáculos para difundir — com potência, eficácia e qualidade —, som e voz para grandes multidões. Transportadas para a pequena e íntima Cisterna, estas colunas transformam-se numa escultura desproporcional em tamanho e aparato tecnológico. O som que emite dissocia-se da sua função original e surge como desvio poético, tenso e frágil que subverte as ‘regras’ e (re)inventa novas possibilidades de escuta.
EXPOSIÇÃO GALERIA PRINCIPAL E CISTERNA
Uma coleção
A partir de 31 de janeiro de 2026
Uma exposição que lança um olhar sobre a coleção da Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea, trazendo tesouros, surpresas e um olhar disruptivo sobre uma coleção feita de amizades e empatias. A exposição celebra uma história pouco contada da Casa da Cerca olhada com uma visão crítica e celebratória.
EXPOSIÇÃO GALERIA DO PÁTIO
Movana Chen Título a definir
A partir de 31 de janeiro de 2026
Movana Chen é uma artista que vive e trabalha em Hong Kong e Lisboa. Desde 2004, tem vindo a tecer histórias de pessoas através da KNITerature – gênero que envolve a desconstrução e reconstrução de significados e conteúdos utilizando livros, mapas, dicionários, cartas de amor e, mais recentemente, passaportes como material para criar conexões entre pessoas, unidas e entrelaçadas como uma só humanidade. O seu trabalho é uma fusão entre media, performance, instalação e escultura. A sua prática multidisciplinar está enraizada na exploração da comunicação intercultural, para criar instalações esculturais que oferecem mensagens de esperança e união, amor e confiança.
EXPOSIÇÃO SALA DE LEITURA DO CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E INVESTIGAÇÃO MESTRE
ROGÉRIO RIBEIRO
Livros da coleção Ar.Co
A partir de 31 de janeiro de 2026
Parceria entre dois centros de documentação, numa apresentação que irá dar a conhecer os livros de artista presentes na coleção do Ar.Co - Centro de Arte & Comunicação Visual.
EXPOSIÇÃO GALERIA MUNICIPAL DE ARTE
Wilfrid Almendra
Harvest
10 outubro 2025 — 14 fevereiro 2026
A Galeria Municipal de Arte apresenta uma exposição individual do artista franco-português Wilfrid Almendra.
Em Harvest, surge a imagem de uma paisagem como que suspensa, oscilando entre o imaginário de um terreno baldio e o de uma horta abandonada. Objetos de um realismo perturbador, fundidos em alumínio e bronze, repousam diretamente no chão. Roupas e frutas espalhadas sugerem a ausência dos trabalhadores, mas também preservam a marca silenciosa do seu trabalho. Fragmentos de crosta rochosa funcionam como bases para uma arquitetura frágil e instável. Desta encenação emana uma memória silenciosa: a paisagem testemunha a passagem humana, o esforço e o trabalho que a moldaram.
Kiluanji Kia Henda
O Som é o Monumento
7 junho — 13 dezembro
Kiluanji Kia Henda desenvolve um projeto a partir do Monumento aos Mortos da Grande Guerra, em Luanda — também conhecido como Maria da Fonte —, uma estátua erguida em 1937 que se destacou como uma das maiores construções monumentais do Império Português em África. O monumento foi dinamitado em 1976, um ano após a independência de Angola, resultando na dispersão de grandes blocos de pedra esculpida, embora o pedestal original tenha permanecido intacto. A partir de imagens documentais dos fragmentos do monumento e dos soldados angolanos e cubanos que participaram na sua destruição, Kiluanji cria uma série de colagens digitais que dão origem a um conjunto de oito posters de bandas musicais fictícias, impressos em escala monumental. No centro da piscina principal está instalada a obra O Som é o Monumento — um plinto geométrico que reinterpreta a forma de um pedestal, transformando-o numa caixa acústica. Esta estrutura é utilizada para a difusão de um repertório de músicas angolanas que constroem contra-narrativas sonoras ao discurso colonial e imperialista, afirmando a música como veículo de memória, identidade e insurgência cultural. Através desta operação estética e simbólica, o artista ressignifica os escombros do passado como matéria de invenção e resistência, propondo, deste modo, uma reflexão crítica sobre novas formas de celebrar e reinscrever a memória no espaço público, onde o som — a música — assume o lugar de monumento.
Joana da Conceição
Título a definir
Datas a definir
Joana da Conceição tem uma prática enraizada na pintura e na música. É conhecida por criar ambientes contemplativos e multissensoriais, espaços de sintonização, que nascem da urgência da artista em confrontar e explorar as contradições que, no contexto da ontologia ocidental, animam a viragem pós-humanista.
Camélias psicadélicas, ecos feministas da Antiguidade Clássica, mãos bem cuidadas de Yoda, geometria delirante - são alguns dos fragmentos da sua obra multifacetada.
Juntamente com André Abel formou a Tropa Macaca, duo de composição eletrónica contemporânea.
O Chão das Artes
–
Jardim Botãnico
O Jardim Botânico tem, desde a sua criação, a missão de explorar a ligação entre a Arte e a Ciência, investigando e divulgando a sua coleção de plantas cujos componentes são matéria-prima para o fabrico de materiais utilizados nas artes plásticas.
Viola odorata L.
Violeta
Planta do ano
O género Viola conta com cerca 400 espécies, 91 das quais nativas da Europa, entre elas as violetas e os amores-perfeitos.
As violetas são habitualmente consideradas um presente romântico, simbolizando amor e lembrança. Na mitologia grega, a violeta estava associada a Afrodite.
Nativa das florestas do Hemisfério Norte, a violeta tem sido um símbolo do amor entre mulheres desde a Antiga Grécia. A poetisa Sapho, da ilha de Lesbos, refere com frequência, nos seus poemas eróticos, as coroas de violetas.
Na história da arte, só a partir do séc. XV as violetas começaram a ser um tema independente. No séc. XVIII foram repentinamente esquecidas. No final do séc. XIX, volta a aparecer a representação de violetas, mas consideradas como acessório ou enquadramento. No séc. XX, as violetas são manipuladas e o seu simbolismo é valorizado.
O perfume das violetas tem um composto “ionoma” que inibe temporariamente a capacidade de sentir outros odores. A cor violeta das flores deve-se à presença de antocianinas, pigmentos que protegem a planta da ação dos raios UV e atraem polinizadores. As suas flores são comestíveis tanto em saladas como cristalizadas.
A violeta tem propriedades terapêuticas - é expetorante, anti - inflamatória, calmante e depurativa.
N’O Chão das Artes - Jardim Botânico podem encontrar-se violetas no Jardim dos Óleos.
Violeta
Cor do ano
A cor violeta situa-se no extremo do espectro da luz visível, entre o azul e o ultravioleta (comprimento de onda entre 380nm e 450nm). Na natureza, encontra-se nas pétalas das flores com o mesmo nome.
É muito difícil encontrar pigmentos violetas naturais que sejam duradouros, com exceção do molusco Murex sp. mas é muito caro e ecologicamente desaconselhado. Como pigmentos artificiais podem ser utilizados o violeta de cobalto e o violeta de manganês.
Na História da Arte, do séc. V até ao séc. XVI, o violeta surge apenas nas pinturas religiosas, em especial nos mantos dos santos e figuras divinas, representando sabedoria e espiritualidade.
Monet, Van Gogh, Klimt, Matisse, Kandinsky, O’Keffe, Rothko, Klein, entre outros, pintavam com violeta para representar o céu, os reflexos e as sombras. A cor é também usada para evocar emoção, misticismo, sensualidade, mistério, profundidade, suavidade e introspeção.
Em 1908, o movimento britânico Women’s Social and Political Union adotou o violeta como uma das suas cores, relacionando-o com a lealdade e dignidade.
Nos anos 60 e 70 do séc. XX, o violeta ressurge associado à luta pela igualdade de género. É também utilizado nas campanhas pacifistas e contra a violência doméstica e o feminicídio − o laço violeta simboliza a luta contra a violência sobre as mulheres e crianças.
A cor violeta tem uma presença forte e emblemática nos movimentos sociais, representando justiça, igualdade e transformação. Seja no feminismo, na luta LGBTQIA+ ou em campanhas pela paz e direitos trabalhistas, o violeta continua a ser uma cor simbólica na história da resistência e mudança social.
Jardim dos Pintores 2025
Beatriz Manteigas
O que conta é a intenção
Beatriz Manteigas é a artista convidada em 2025 para a Residência Artística n’O Chão das Artes - Jardim Botânico, que se materializou na instalação site-specific do Jardim dos Pintores e na exposição da Estufa.
(cf. pág. 5)
Amigos do Jardim
Quinta · 10h30 às 12h30
As manhãs de quinta-feira são o momento ideal para vir à Casa da Cerca colaborar na manutenção d’O Chão das Artes – Jardim Botânico. Na primeira quinta-feira de cada mês são abordados os trabalhos de manutenção geral a realizar em qualquer jardim nessa altura do ano.
Destinatários interessados na Arte da Jardinagem, maiores de 6 anos Requer inscrição prévia
Centro de Documentação e Investigação Mestre Rogério Ribeiro
Centro de Documentação e Investigação
O Centro de Documentação e Investigação Mestre Rogério Ribeiro recolhe e sistematiza informação em torno da Arte Contemporânea, dos jardins botânicos, da botânica e da etnobotânica. De forma sistemática, continua a completar e consolidar a organização do seu fundo documental centrado sobretudo na arte portuguesa e na atividade desenvolvida, ao longo dos anos, por este Centro de Arte Contemporânea. Está aberto, mediante marcação, a toda a comunidade, sobretudo a investigadores, estudantes e professores.
Visitas e Oficinas
Todas as atividades para escolas e grupos organizados propostas neste Programa estão dimensionadas para um número máximo de participantes equivalente a uma turma.
Visitas Livres
Visitas livres às exposições temporárias e ao jardim. Sempre que se trate de escolas ou grupos organizados aconselha-se comunicação prévia para marcar.cac@cm-almada.pt .
Visitas Orientadas
Visitas orientadas por mediadores e colaboradores do Centro de Arte Contemporânea e do Jardim Botânico.
VISITA ORIENTADA
Visita às Exposições
Quarta a sexta · 10h30 e 14h30
O que é a Arte Contemporânea? O que nos pode revelar sobre o nosso tempo e sobre cada um de nós? Que perguntas nos coloca? Nas visitas às exposições patentes na Casa da Cerca, na Galeria Municipal de Arte e na Piscina, vamos descobrir as obras de arte e os seus diversos contextos através do debate sobre o que se vê, o que se sente e o que se pensa. Estes encontros são oportunidades para aproximar diferentes públicos à Arte Contemporânea, explorando conceitos e práticas artísticas que favorecem a sua compreensão, colocando-a em perspetiva com o presente, o passado e o futuro, com o coletivo e com o indivíduo. Para enriquecer a experiência, poderão ser convocados objetos do quotidiano, dinâmicas de desenho ou de escrita. Os percursos variam em função dos ciclos expositivos e podem ser adaptados aos interesses específicos de cada grupo.
Duração aprox. 1h30 · Destinatários Todos
Ao Património: «Casa com Jardim»
Quarta a sexta · 10h30 e 14h30
Antes de ser um Centro de Arte Contemporânea com um Jardim Botânico, a Casa da Cerca foi uma antiga quinta de recreio. Foi símbolo de poder, local de vigilância sobre o Tejo, lugar de refúgio, de veraneio, de encanto e contemplação. Ainda há quem a recorde como um palácio fechado e em ruína, alvo de fantásticas e assustadoras histórias que foram crescendo na imaginação popular até à sua abertura ao público em 1993. Estas visitas propõem uma viagem ao passado da Casa da Cerca, revelando as suas mais diversas e curiosas histórias e dando a conhecer o seu património artístico.
Duração aprox. 1h30 · Destinatários Secundário, Universitário e Sénior
VISITA ORIENTADA
A’O Chão das Artes
– Jardim Botânico
Terça a sexta · 10h30 e 14h30
O Chão das Artes – Jardim Botânico explora a ligação entre a Ciência e as Artes Plásticas através da sua coleção de plantas e das atividades que se desenvolvem nele. Neste percurso os visitantes são levados a descobrir um conjunto de plantas que são matéria-prima para o fabrico de materiais utilizados na prática artística. A videira de onde se faz o carvão; o linho e o algodão, dos quais se extraem fibras para o fabrico de telas, e a ruiva-dos-tintureiros de onde se obtém o vermelho, são exemplos das espécies que podem ser vistas neste espaço.
Propostas que combinam visita orientada e atividade lúdica, convidando à participação e à descoberta através da experimentação.
VISITA-JOGO COM OFICINA
Folhas
em harmónio de cores
A partir de março 2026
Quarta a sexta · 10h30 e 14h30
Com sentidos bem despertos, vamos conhecer O Chão das Artes – Jardim Botânico e algumas plantas da sua coleção. Com as folhas colhidas cuidadosamente durante o percurso tem-se a matéria-prima para a oficina. A partir daí, misturam-se pigmentos de cores primárias para gerar secundárias, cores quentes e frias. Com essas tintas fazse a impressão das folhas revelando as texturas, destacando a forma do fundo com contrastes. O resultado é uma composição coletiva de monotipias com forma de livro, com tantas páginas quantos os participantes, e com mais folhas do que páginas. Um livro de harmónio, numa harmonia de cores.
Duração aprox. 2h · Destinatários Pré-escolar
Visita desenhada à Casa da Cerca, ao Jardim ou às Exposições
Outubro de 2025 a junho de 2026
Quarta a sexta · 10h30 e 14h30
Que histórias nos conta esta Casa? Com quantas linhas desenhamos o Jardim? Que pensamentos nos provocam as obras de arte contemporânea em exposição? Será que quando desenhamos vemos e compreendemos melhor o que nos rodeia?
Nestas visitas propomos expedições de desenho à volta de três temáticas à escolha: ao património edificado da Casa da Cerca, as exposições de arte contemporânea ou a’O Chão das Artes – Jardim Botânico. Ao longo do percurso, vários desafios de desenho irão surgir como convite a observação atenta, que serão registados num pequeno caderno de bordo individual, criado especialmente para esta viagem.
Do retrato ao autorretrato com câmaras de desenhar
Quarta a sexta · 10h30 e 14h30
O que vemos quando desenhamos o que vemos? Apercebemo-nos de que a câmara obscura ótica tem sido uma ferramenta desinibidora na tradução bidimensional do mundo. Ao garantir rigor de proporção e perspetiva, satisfaz a necessidade de realismo na figuração, normalmente desejado por todos os que temem não saber desenhar.
Vamos envolver-nos na sedução do olhar de pintor de Rogério Ribeiro. A partir de uma obra do Acervo da Casa da Cerca, com pincéis, lápis e outros materiais, vamos embarcar numa viagem criativa pelo Jardim dos Leitores e, entre as linhas coloridas do seu desenho sonhado, ser os pintores de uma obra coletiva.
A árvore estava de esperanças, com as suas sementes para voarem no mundo. Mas os desafios são muitos: rios que correm, pássaros que as comem, animais que as levam, meninos que as apanham. Vamos lançar-nos nesta aventura através do livro Cem sementes que voaram de Isabel Minhós Martins, com ilustrações de Yara Kono (edição Planeta Tangerina), descobrir as sementes próprias de cada planta e, através delas, dar conhecer o nosso Jardim Botânico.
Recorrendo a técnicas de serigrafia, cada participante irá criar um cartaz cuja imagem responda à pergunta “o que é a Liberdade, hoje?”, incluindo uma frase sobre o que significa, para si, este valor. No desfecho das Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, cerca de 500 cartazes resultantes deste projeto artístico-educativo de Almada
Cidade Educadora sairão da Piscina para serem colados no muro exterior da Casa da Cerca, na Rua da Cerca.
Duração aprox. 3h · Destinatários Alunos do ensino secundário de artes visuais (vias científico-humanística e profissional)
Fins de semana
PRIMEIRO SÁBADO DE CADA MÊS
Desenho no Jardim
6 setembro · 4 outubro · 6 dezembro*
3 janeiro 2026 · 7 fevereiro · 7 março 15h às 17h
Estas sessões de desenho realizadas no exterior terão O Chão das Artes – Jardim Botânico como tópico de inspiração, e serão orientadas pela ilustradora Sara Simões. Trata-se de um encontro informal de desenho de observação, focado no património vegetal do jardim e nas suas mudanças sazonais: captar as sombras, desenhar folhas, árvores, pássaros, reflexos, naturezas mortas. Aberto a participantes de qualquer nível de experiência.
Destinatários todos, a partir dos 10 anos · Número de participantes máximo 15 Requer Inscrição prévia
*Oficina acessível a público cego e com baixa visão
SEGUNDO SÁBADO DE CADA MÊS
Visitas «Casa com Jardim»
13 dezembro** · 14 fevereiro* 2026 · 15h às 16h
O que terá sido a Casa da Cerca no passado? Esta é uma das perguntas mais frequentes dos nossos visitantes. Ao longo de um percurso pelos diversos espaços da Casa e do jardim, serão partilhadas histórias que permitem conhecer melhor este património municipal, numa viagem entre o passado e o presente: aspetos arquitetónicos e decorativos que testemunham a sua existência de há mais de quatro séculos, os mitos que foram perdurando, factos comprovados, as famílias que aqui habitaram, as várias vivências deste antigo Paço, hoje transformado num Centro de Arte Contemporânea dedicado ao Desenho, serão algumas das curiosidades partilhadas nesta visita.
Destinatários todos · Número de participantes máximo 15 · Requer Inscrição prévia
* Visita acessível a público cego e com baixa visão
** Visita acessível a público S/surdo com acompanhamento em LGP - Língua Gestual Portuguesa
SEGUNDO SÁBADO DE CADA MÊS
Visita a’O Chão das Artes – Jardim Botânico
11 outubro** · 8 novembro · 10 janeiro 2026 14 março · 16h às 17h
Neste percurso os visitantes são levados a descobrir o que faz um
Jardim Botânico num Centro de Arte Contemporânea. Passando por um conjunto de plantas que são matéria-prima para o fabrico de materiais utilizados na prática artística, desde a videira de onde se faz o carvão, o linho e o algodão, dos quais se extraem fibras para o fabrico de telas, a ruiva-dos-tintureiros de onde se obtém o vermelho, estes são alguns exemplos das espécies que podem ser vistas neste espaço.
Destinatários todos · Número de participantes máximo 20
Requer Inscrição prévia
** Visita acessível a público S/surdo com acompanhamento em LGP - Língua Gestual Portuguesa
SEGUNDO SÁBADO DE CADA MÊS
Desenho na Casa
13 setembro · 11 outubro · 8 novembro* · 13 dezembro 10 janeiro 2026 · 14 fevereiro · 14 março 15h às 17h
Vamos descobrir a história da Casa da Cerca através do Desenho. Com a ponta do lápis ou do pincel, vamos revelar o edifício e a sua envolvência, os seus espaços interiores e exteriores. Tragam os vossos diários gráficos e venham desenhar connosco!
Destinatários todos, a partir dos 12 anos · Número de participantes máximo 15
Requer Inscrição prévia
*Oficina acessível a público cego e com baixa visão
Oficinas para famílias
Oficina de cinema de animação: stop motion
18 outubro · 15h
Utilizando a técnica de stop motion, todos os participantes realizarão, coletivamente, um curto filme de animação. O tema será inspirado numa seleção de obras de arte contemporânea em exposição e em aspetos do património edificado, recentemente reabilitado.
Duração aprox. 2h · Destinatários duplas de adulto + criança a partir dos 6 anos
Número de participantes máximo de 7 duplas = 14 participantes
Requer Inscrição prévia
Oficina de cinema de animação: som e montagem
15 novembro · 15h
Construção narrativa e montagem de imagens animadas em stop motion, captadas na oficina para famílias realizada em outubro, havendo também a oportunidade para criar a sonoplastia deste filme de animação feito a muitas mãos.
Duração aprox. 2h · Destinatários duplas de adulto + criança a partir dos 6 anos
Número de participantes máximo de 7 duplas = 14 participantes
Requer Inscrição prévia
Serigrafia artesanal
20 dezembro · 15h
Esta oficina começa com um passeio pel’ O Chão das Artes – Jardim Botânico em busca de elementos orgânicos. Uma folha recortada, três pétalas de flor, duas lasquinhas de líquen… qualquer matéria onde talvez se esconda um sopro de vento, o murmúrio de uma árvore ou um raiozinho de sol. Depois de escolhidos os elementos, cada família irá eternizá-los no papel através do método indireto de impressão serigráfica.
Não se preocupem se não sabem nada de serigrafia: vamos guiar-vos passo a passo e explicar, de forma acessível, tudo o que que precisam de saber. Para participar, basta trazerem vontade de criar e de aprender.
Duração aprox. 2h · Destinatários duplas de adulto + criança a partir dos 6 anos
Número de participantes máximo de 7 duplas = 14 participantes Requer Inscrição prévia
Paisagens de papel: oficina de colagem com papel de plantas
A partir do livro «Volta ao
Mundo em Papel» de Martina Manyà 17 janeiro · 15h
Martina Manyà mostra-nos como nasce a folha de papel do livro que seguramos nas mãos. Através da sua história, descobrimos como este material foi sendo produzido por diferentes povos ao longo dos tempos, servindo de suporte de escrita e de desenho. Com as plantas d’O Chão das Artes, preparámos folhas de papel de tons, espessuras e texturas diversas. Com elas, vamos recortar como quem desenha e criar paisagens de papel explorando geografias imaginárias.
Duração aprox. 2h · Destinatários duplas de adulto + criança a partir dos 6 anos
Número de participantes máximo de 7 duplas = 14 participantes
Requer Inscrição prévia
Nas entrelinhas de uma coleção: oficina
de introdução à gravura
21 fevereiro · 15h
Vamos “ler nas entrelinhas” um conjunto de obras da exposição do Acervo Artístico Municipal. A partir dessas leituras, vamos resgatar através do desenho, elementos gráficos, ideias, palavras e formas inspiradoras. Criaremos composições com diversos materiais texturados que servirão de matrizes ou carimbos para explorar a técnica da gravura e experimentar imprimir com diversas combinações de cores e formas. Desenhar, imprimir e multiplicar: quem alinha?
Duração aprox. 2h · Destinatários duplas de adulto + criança a partir dos 6 anos Número de participantes máximo de 7 duplas = 14 participantes Requer Inscrição prévia
Versos à primavera em desenho caligráfico
21 março · 15h
Gostam de noz? Nós também gostamos de vocês! Celebremos juntos o 21 de março que será dia mundial da Árvore, dia mundial da Poesia, dia europeu da Criatividade Artística, dia internacional da Floresta e dia internacional para a Eliminação da Discriminação Racial. Nesta oficina vamos começar por identificar a Nogueira e, com o resto do fruto que separarmos da semente, faremos tinta de noz para com ela desenharmos versos de poesia. Iremos mexer, cheirar, cooperar, martelar, separar, moer, peneirar, armazenar, diluir e coar para fazer a tinta de noz com que iremos escrever os versos que criarmos. Para este ritual de boas vindas a mais um ciclo, usaremos cálamos de bambu para os desenhos caligráficos a tinta com diversos tons de pele. Viva à Primavera e às palavras, que são sementes de onde germinam versos, para os dizermos ao vento pelos 25 anos d’O Chão das Artes!
De nós para vós, da noz para a voz!
Duração aprox. 2h · Destinatários duplas de adulto + criança a partir dos 6 anos Número de participantes máximo de 7 duplas = 14 participantes
Requer Inscrição prévia
ÚLTIMO SÁBADO DE CADA MÊS
Visitas às Exposições
29 novembro · 28 março 2026 · 15h às 16h
Uma visita panorâmica às várias exposições patentes na Casa e fora da Casa, na qual poderá saber mais sobre os conceitos de cada exposição, sobre as obras e os artistas.
Destinatários todos, a partir dos 12 anos · Número de participantes máximo 15
Requer Inscrição prévia
ÚLTIMO SÁBADO DE CADA MÊS
Desenho na Exposição
25 outubro · 29 novembro*
31 janeiro 2026 · 28 fevereiro 15h às 17h
Sessões de desenho livre nas Exposições: Galeria Principal, Galeria do Pátio, Cisterna, Sala de Leitura, Sacristia e Galeria Municipal. Queremos dar a ver diversas formas de desenhar dos artistas que ali expõem, modos de olhar diferentes, técnicas diferentes, materiais diferentes.
Destinatários todos, a partir dos 12 anos · Número de participantes máximo 15
*Oficina acessível a público cego e com baixa visão
Dias Comemorativos
Visita orientada à Casa da Cerca
22 novembro · 10h30
Durante a visita à Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea, conduzida pelo historiador Rui Mesquita Mendes, teremos oportunidade de descobrir mais acerca deste edifício erguido na segunda metade do século XVI, mas que contou com intervenção setecentista e detalhes do século XIX. Para além da arte e da história, celebramos o aniversário do Centro de Arte Contemporânea, que ocorre a 18 de novembro.
Duração das 10h30 às 12h30 · Número de participantes máximo 20 Requer Inscrição prévia
EQUINÓCIO DE PRIMAVERA
«Bestial»
Oficina a partir da obra de André da Loba
22 de março de 2026 · 11h
Nesta oficina de promoção do livro e da ilustração, dirigida a famílias, vamos mergulhar num álbum, cem por cento ilustrado, que nos revela curiosas ligações entre formas de objetos e animais. Na oficina «Bestial», vamos experimentar ligar elementos de plantas do jardim com aspetos de obras de arte das exposições e ver o que acontece!
Destinatários famílias com crianças dos 3 aos 6 anos · Duração das 11h às 12h Número de participantes máximo 12 · Requer Inscrição prévia
Outras Propostas, Outros Lugares
Palimpsesto
Oficinas de pintura mural com Joana da Conceição
2026 (datas e horários a definir)
Um palimpsesto é um manuscrito antigo sobre um suporte reutilizado. Os textos anteriores eram apagados para os pergaminhos ou papiros poderem ser escritos de novo, sendo comum as duas camadas de texto serem visíveis. Na Piscina, as paredes guardam muitas histórias sobrepostas: inscrições traçadas por diversas mãos e marcas deixadas pela água ao longo do tempo. Com a orientação da artista Joana da Conceição, vamos criar um mural coletivo aproveitando estes testemunhos, cruzando a intervenção humana com a ação da natureza e do tempo. Nesta oficina, a obra nasce a partir do que já existe, acrescentando novas camadas de interpretação e expressão. A água será o elemento condutor, como memória do passado ou pista para imaginar o que ainda está por vir.
Duração aprox. 2h · Destinatários jovens dos 14 aos 18 anos
Número de participantes máximo 15 · Requer Inscrição prévia Rua Leonel Duarte Ferreira, Almada
Venham Mais Cinco
O Olhar Estrangeiro sobre a Revolução Portuguesa 1974-1975
3 outubro — 21 novembro · 11h e 14h30
O que pode um olhar estrangeiro acrescentar à história do 25 de Abril? Poderá uma exposição contar essa história? Nesta visita, convidamos os participantes a percorrer a Revolução dos Cravos e o período seguinte, o Processo Revolucionário em Curso (PREC), através da leitura de imagens de grande formato captadas por fotógrafos de outras nacionalidades que estavam em Portugal nesta altura. Estes registos expressam a festa, a liberdade, a esperança e as tensões de um país em transformação, entre abril de 1974 e novembro de 1975. São testemunhos históricos de uma revolução feita por muitos protagonistas, que nos inspiram a pensar sobre o valor da democracia hoje e sobre a importância de a praticarmos todos os dias.
Destinatários 1.º ciclo, 2.º ciclo, 3.º ciclo, secundário, universitário Número de participantes máximo 1 turma/até 30 participantes Requer Inscrição prévia
Parque Empresarial da Mutela (em frente à antiga Lisnave), Av. Aliança Povo MFA, Almada
Há Música na Casa da Cerca
Esta é a 11.ª edição do programa HÁ MÚSICA NA CASA DA CERCA, desenvolvido, desde 2015, pela Casa da Cerca - Centro de Arte Contemporânea, em parceria com a PontoZurca - editora e produtora discográfica. Realiza-se em vários espaços da Casa e do Jardim, apresentando uma seleção musical eclética nos formatos Concertos ao Pôr do Sol e Música nas Exposições.
Concertos ao Pôr do Sol
Acontecem no Anfiteatro d’O Chão das Artes - Jardim Botânico e convidam a desfrutar, ao final do dia, da bela vista sobre o Tejo acompanhada de música
Pedro
Ricardo Trio
20 setembro · 19h
Roda de Santo
27 setembro · 19h
João Paulo Esteves da Silva Trio
18 outubro · 18h
Música nas Exposições
Formato que propõe a apresentação de composições musicais que interagem com as obras de uma exposição ou com o seu espaço envolvente.
Gisela Mabel
25 outubro · 18h
Estufa do Jardim Botânico – Exposição “O que conta é a intenção” de Beatriz Manteigas
Entrada gratuita sujeita à lotação do espaço Todos os públicos Mais informações facebook.com/hamusicanacasadacerca
Calendário Programação
EXPOSIÇÕES
Casa da Cerca
O Chão das Artes – Jardim Botânico – Estufa
Beatriz Manteigas O que conta é a intenção
Galeria Principal
Jessica Warboys História armadura
Galeria do Pátio
Movana Chen Título a definir
Galeria do Pátio e Sala de Leitura do Centro de Documentação e Investigação Mestre Rogério Ribeiro
Catarina Marques Domingues Meio-dia. A hora do coração
Sala de Leitura do Centro de Documentação e Investigação Mestre Rogério Ribeiro
Livros da Coleção Ar.Co
Cisterna
João Pimenta Gomes Line Array
Galeria Principal e Cisterna
Uma Coleção
Galeria Municipal de Arte
Wilfrid Almendra Harvest
Piscina
Kiluanji Kia Henda O Som é o Monumento
Joana da Conceição Título a definir — Datas a definir
RESTANTE PROGRAMAÇÃO
Desenho no jardim
Desenho na Casa
Há Música na Casa da Cerca
Visita a’O Chão das Artes – Jardim Botânico
Visitas às Exposições
Oficina de cinema de animação: stop motion
Oficina de cinema de animação: som e montagem
Aniversário da Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea
Visitas “Casa com Jardim”
Serigrafia artesanal
Paisagens de Papel: oficina de colagem com papel de plantas
Nas entrelinhas de uma coleção
Versos à Primavera em Desenho Caligráfico
Bestial de André da Loba
SETEMBRO OUTUBRO
Visite também
Galeria Municipal de Arte
Inaugurada em 1988, a Galeria foi o primeiro espaço aberto pela Câmara Municipal de Almada vocacionado para a divulgação das Artes Plásticas.
A sua programação é desenvolvida pela Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea, com o propósito de acolher, divulgar e apoiar a produção e o pensamento artístico contemporâneo na cidade.
Progressivamente tem vindo a assumir um caráter mais experimental e interventivo.
Oficina da Cultura
Espaço privilegiado, no centro de Almada, que acolhe as mais variadas propostas culturais do tecido associativo almadense e de artistas visuais com raízes no município.
Piscina
Espaço que acolhe propostas de instalação artística contemporânea, desenvolvidas a partir das características específicas de um lugar não convencional.
QUEM SOMOS
Inês de Medeiros
Presidente da Câmara
Municipal de Almada
Rute Moura
Diretora de Departamento de Cultura
Nuno Moura
Chefe de Divisão do Centro de Arte Contemporânea
Filipa Oliveira
Programação e Curadoria de Artes Visuais
Carla Novais
Secretariado e Apoio à Direção
Paula Freire
Comunicação
Sónia Francisco
Jardim Botânico
Ana Taipas
Paulo Ramos
Produção
Ana Sofia Godinho
Mário Rainha Campos
Sílvia Moreira
Serviço Educativo
Maria Miguel Cardoso
Gestão das Coleções
Ana Margarida Martins
Centro de Documentação e Investigação Mestre
Rogério Ribeiro
Anabela Almeida
Fernando Simões
Hélder Gonçalves
Júlia Garcia
Luís Ferreira
Victor Borges
Frente de Casa
Emília Costa Ferreira
Apoio Geral
Elsa de Sousa Galeria Municipal de Arte
Carina Cirila Carvalho
José António Matos
Oficina da Cultura
Luís Filipe Neto
Espaço Trafaria Cultura
COLABORADORES EXTERNOS
Associação Portuguesa de Surdos
Tradução e interpretação de Língua Gestual Portuguesa nas visitas acessíveis
Joana da Conceição
Palimpsesto: oficinas de pintura mural
Mário Linhares
Sessões de Desenho na Casa
Marc Parchow
Sessões de Desenho na Exposição
Oficina de Serigrafia
(para famílias)
Monstra - Festival de Cinema de Animação
Oficina de cinema de animação: stop-motion
Oficina de cinema de animação: som e montagem
Rui Mesquita Mendes
Visita orientada à Casa da Cerca
Sara Simões
Sessões de Desenho no Jardim
COOPERAÇÃO E PARCERIAS INSTITUCIONAIS
Arco Ribeirinho Sul, S.A.
Ar.Co - Centro de Arte & Comunicação Visual
Comissão Comemorativa
50 anos 25 de Abril
FAUX – Edições e Audiovisuais
Trampoline Association
Universidade Nova de Lisboa
MARCAÇÕES
Todas as visitas e oficinas requerem marcação prévia. As marcações para as atividades de fim de semana abrem 10 dias antes da data da sua realização. Algumas inscrições são realizadas exclusivamente através de formulário online.
Segunda a sexta 10h15 às 17h30 · T. 212 724 950 marcar.cac@cm-almada.pt
INFORMAÇÕES
CASA DA CERCA
Rua da Cerca, 2800-050 Almada
T. 212 724 950 casadacerca@cm-almada.pt cm-almada.pt/casadacerca facebook.com/ festadacasadacerca instagram.com/casadacerca
Horários
Segunda a domingo
Encerra aos feriados
Inverno
1 novembro - 31 março 10h15 – 17h30
Verão 1 abril - 31 outubro 10h15 – 20h00
Como chegar
Coordenadas GPS
Latitude: N 38° 41.014’
Longitude: W 9° 09.554’
Transportes públicos
Barcos Transtejo
Destino a Cacilhas
[+ autocarro Carris Metropolitana (carreira 3005); ou caminhada pelo Ginjal e subida no elevador panorâmico ou pelas Escadas da Boca do Vento]
Autocarros Carris Metropolitana Carreira 3005 (percurso circular a partir de Cacilhas com paragem em frente à Casa da Cerca) ou qualquer outra carreira (paragem Praça S. João Baptista) + caminhada até à Casa da Cerca
Metro Sul do Tejo
Paragem Praça S. João Baptista + caminhada até à Casa da Cerca
Estacionamento
Parques de estacionamento mais próximos: Rua Conde Ferreira e Rua Capitão Leitão
GALERIA MUNICIPAL DE ARTE
Av. Dom Nuno Álvares Pereira 74A, 2800-177 Almada T. 212 724 724 gmunicipal@cm-almada.pt
Horários
Terça a Sábado 11h às 13h e 14h às 19h Encerra aos domingos, segundas e feriados
Como chegar
Coordenadas GPS
Latitude: N 38°40’46.42” Longitude: W 9°9’28.588”
Transportes públicos
Autocarros Carris Metropolitana
Paragem Av. Dom Nuno Álvares Pereira Metro Sul do Tejo
Paragem Almada
OFICINA DA CULTURA
Av. Dom Nuno Álvares Pereira 14M, 2800-174 Almada T. 212 724 050
Horários
Terça a Sábado 11h às 13h e 14h às 19h Encerra aos domingos, segundas e feriados
Como chegar
Coordenadas GPS
Latitude: N 38°40’36.9” Longitude: W 9°09’52.6”
Transportes públicos
Autocarros Carris Metropolitana
Paragem Praça S. João Baptista
Metro Sul do Tejo
Paragem Praça S. João Baptista
A programação aqui apresentada poderá estar sujeita a alterações, por motivos imprevistos.