BRAZIL tendências de sapatos que vão bombar nas passarelas do inverno de 4
2022
TURISMO
AS MARAVILHAS ARQUITETÔNICAS DA MILENAR 'MANHATTAN DO DESERTO'
MODA
A história de amor por trás do desfile da Chanel
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AS 4 TENDÊNCIAS DE SAPATOS QUE BOMBARAM NAS PASSARELAS DE INVERNO 2022 A temporada de moda de inverno 2022 acabou, mas deixou tendências para aderir já. Das botas de cano longo, às luvas e os trench coats, não faltaram boas referências para incorporar já ao guarda-roupas. Os sapatos não ficam de fora, e abaixo você confere 4 tendências desses itens que andaram, literalmente, nas passarelas.
Neo-rasteirinhas Em oposição ao item anterior, sapatos sem nenhum tipo de salto também se destacaram nas passerelas. Um dos estilos favoritos foram as sapatilhas bailarinas, mas será que estamos prontos para a volta desse modelo?
Arquitetônicos Os saltos estreitos e arquitetônicos dominaram vários momentos das semanas de moda. Cheios de estilo, são o tipo de peça que conseguem atualizar até o look mais básico.
Pontiagudos Um clássico da moda há séculos, os bicos finos nunca deixaram de aparecer nas passarelas. Nas últimas semanas, eles ganharam destaque e marcas de peso investiram no modelo que combinam o elegante, o sexy e o perigoso – cuidado para não se espetar com essas pontas!
Denim Não apenas de calças e jaquetas vive o jeans - o tecido foi um dos favoritos para revestir calçados nesta temporada.
fonte | https://vogue.globo.com/moda/noticia/2022/03/9-tendencias-de-sapatos-que-bombaram-nas-passarelasde-inverno-2022.html
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A história de amor por trás do desfile da Chanel de inverno 2023 A coleção da marca, apresentada na Semana de Moda de Paris, foi uma ode ao tweed, tecido que Coco Chanel conheceu durante seu romance com o Duque de Westminster nos anos 1920
Nesta terça-feira (08.03), a Chanel apresentou sua coleção de outono-inverno 2022/2023 no último dia da Semana de Moda de Paris. A apresentação aconteceu no Grand Palais Éphémère, na capital francesa, que ficou coberto com os tweeds que não foram usados pela marca durante a pandemia. O desfile, idealizado pela diretora-criativa Virginie Viard, foi uma ode ao tecido que, há um século, é uma das assinaturas da maison Chanel. Coco conheceu e se apaixonou pela trama escocesa depois de se tornar amante do Duque de Westminster, o homem mais rico da Inglaterra e “a pura elegância, apesar de usar a mesma jaqueta há 25 anos”, segundo a própria estilista. O encontro dos dois aconteceu no Natal de 1923, quando a parisiense decidiu passar as festas de fim de ano em Mônaco, com a amiga Vera Bate, uma socialite britânica e amiga íntima da realeza. Hugh Grosvenor, o Duque de Westminster, teve a mesma ideia, e tinha acabado de aportar seu imenso iate, o Flying Cloud, em Monte Carlo. Ele implorou para Vera apresentá-lo à figura fascinante que era Coco Chanel. Na época, ela ainda não havia criado o vestidinho preto pelo qual ficou famosa (e que lançou em 1926), mas já era muito conhecida em Europa. Todos eram apaixonados pelo perfume Chanel nº5, que ela introduziu em 1921. O interesse era mútuo. Coco, de origem humilde, era fascinada pela aristocracia desde que se envolveu com o herdeiro Étienne Balsan, vinte anos antes, e foi morar com ele no castelo da família. Foi lá, no Château de Royallieu, que ela entrou em contato com a nobreza e o mundo da equitação, pelos quais se apaixonou. Ela também tinha uma queda por tudo que era inglês. Além de achar a sobriedade das roupas na Inglaterra muito elegante, o amor de sua vida, Boy Capel, que havia morrido em 1919, também era britânico. Com ele, ela deu os primeiros passos para abrir sua marca e desenvolveu seu amor pelo guarda-roupa masculino.
A bordo do iate, com outros 15 convidados e 40 funcionários, Westminster se apaixonou por Chanel. Quando ela voltou para Paris, começou a receber presentes do Duque, como flores e peixes frescos, enviados de avião. Ele também mandava cestas de legumes colhidos nas suas fazendas inglesas e, ocasionalmente, escondia uma joia ou duas entre as comidas. Na primeira vez, o mordomo da estilista se assustou quando encontrou uma esmeralda dentro de uma caixa de veludo no meio dos legumes que ia preparar para o almoço. No início, Chanel relutou, mas não demorou para se entregar aos flertes do Duque. Até começou a chamar ele pelo apelido carinhoso que recebeu da família: Bendor, em referência a Bend’Or, o cavalo favorito do avô. Bendor e Coco começaram a passar as férias juntos e ela começou a França pela Inglaterra com uma frequência cada vez maior. Edmonde Charles-Roux, que se tornou editora-chefe da Vogue francesa no mesmo ano em que a estilista voltou reabriu o ateliê depois da Segunda Guerra Mundial, comentou que, "de 1926 a 1931, o estilo Chanel foi totalmente inglês". Antes das coleções, que eram apresentadas sempre nos dias 5 de fevereiro (data que deu nome à icônica bolsa 2.55 da Chanel) e 5 de agosto, o Duque trazia as costureiras da estilista para Eaton Hall, a propriedade no campo que herdou. A mansão em Chesire era tão grande que, além dos 10 camareiros que cuidavam das duas filhas do Duque, havia 38 jardineiros apenas para cuidar do paisagismo. Além de Eaton Hall, Coco começou a frequentar outras propriedades do Duque, como um outro castelo em Deauville, mesma cidade francesa em que ela abriu sua primeira boutique em 1913. Um terceiro castelo ficava em Mimizan, na costa da França. Chanel gostou tanto da região que também comprou um casa lá, onde seus funcionários passaram a frequentar nas férias – um dos primeiros exemplos de férias pagas na história. O lugar mais importante para a relação do casal era a Escócia, onde Westminster comprou Reay Forest, uma enorme propriedade com mais de 100 mil hectares. Coco visitou o lugar pela primeira vez em 1925 e, durante as férias na região, conheceu o tweed. Esse tecido escocês, batizado em homenagem ao rio Tweed, na fronteira entre Inglaterra e Escócia, ficou popular entre a aristocracia na Era Vitoriana e ganhou ainda mais destaque graças ao príncipe de Gales, um dos parentes do Duque. Chanel, que já era interessada nos estilos da alfaiataria inglesa masculina, ficou ainda fascinada depois que viu as jaquetas de caça em tweed do amante. Em pouco tempo, ela começou a incluir o tecido em suas próprias criações e, em 1926, a Vogue americana publicou ilustrações de modelos Chanel, decretando: “O tweed é um essencial da nova mulher elegante”. Os primeiros modelos de casacos em tweed eram maleáveis e iam até a cintura, combinando com saias de pregas. As versões estruturadas, com tweeds mais grossos encomendados em ateliês luxuosos como Lesur, Moreau, Dormeuil e Daumas-Maury, só apareceriam na década de 1950. Antes deles, em 1928, ela começou a trabalhar com William Linton, fundador da Linton Tweeds, que até hoje fornece tramas para a maison Chanel. A tecelagem produzir tweeds leves e em cores suaves, que Chanel achou ideais para fazer roupas femininas. Até fechar seu ateliê com o início da Segunda Guerra, em 1939, Chanel só importava tweeds da Escócia onde, segundo ela, as lãs eram lavadas menos e, por isso eram macias. Na França, ela comentou, "nós lavamos demais". O relacionamento acabou em 1930, quando o Duque se casou com a socialite Leolia Ponsonby. O divórcio aconteceu em 1947, seguido de um quarto enlace no mesmo ano. Ele morreu em 1953, sem os herdeiros homens que desejava. Chanel nunca casou e nem teve filhos, mas deixou para a moda o legado do trabalho elegante com os tweeds, que inspiraram Karl Lagerfeld e continuam em alta com Virginie Viard.
FONTE| https://vogue.globo.com/moda/noticia/2022/03/historia-de-amor-portras-do-desfile-da-chanel-de-inverno-2023.html
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Luís Augusto
FOTOS | Jéssica Siqueira BARBEIRO | Wellington barbeiro
LUIS AUGUSTO, 33 ANOS, ATLETA, NATURAL DE SÃO MANUEL /SP
Luis Augusto, 33 anos, atleta, Natural de São Manuel interior de SP, atualmente reside na cidade de Botucatu. Sempre curtiu tirar suas fotos, mas sempre esteve mais focado em treinos de muay thai. Já participou de torneios de lutas e nas horas vagas gosta de assistir filmes e séries. A princípio ficou muito surpreso com a ideia de tirar fotos para a carreira de modelo, contou com a ajuda de alguns amigos como o barbeiro Wellington Bruno e com a fotografa Jéssica Siqueira, e confessou que o seu grande sonho é conhecer a neve. Entre seus defeitos e qualidades são: odeia mentiras e que gosta de fazer as pessoas sorrirem. Casou- se recentemente com o seu, e relata que esta muito feliz e de bem com a vida, com isso aproveitou a sua auto estima para tirar as fotos juntinho com a família (mãe , sogra, esposa e sogro) .
CONTATO Luisstroonda18@icloud.com @Luisstroonda
Colorista de Cabelos todos os tipo de cores e químicas
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As maravilhas arquitetônicas da milenar 'Manhattan do deserto' Construídos com materiais naturais, os arranha-céus iemenitas se adaptam perfeitamente ao clima quente e seco do deserto árabe.
Atravessar o Bab-al-Yaman, o enorme portão de acesso à antiga cidade murada de Saná, a capital do Iêmen, é como passar por um portal para outro mundo. Há muitos edifícios altos e esguios amontoados em áreas estreitas que ligam exuberantes hortas de frutas ou verduras a antigos mercados em que ainda são vendidos burros. Nessa região, há serralheiros remendando enormes chaves de metal que abrem imponentes portas de madeira; um vendedor que oferece atuns em um carrinho e o padeiro local tirando pão fresco de um buraco em chamas no solo. Em uma sala minúscula, um camelo caminha em círculos dando impulso a uma pedra de um moinho que esmaga sementes de gergelim. Mas apesar de todo esse estímulo visual, a arquitetura é, sem dúvidas, o que domina a cena. Saná está repleta de edifícios que são diferentes do que é possível encontrar em qualquer outro lugar do mundo. Na rua, a monotonia das paredes de adobe é interrompida apenas por grandes portas de madeira e muitas vezes não há muito para se ver. No entanto, ao olhar para cima, é possível observar os edifícios esguios, alguns com apenas um ou dois apartamentos por andar, que se elevam como em direção ao céu. Enquanto os andares inferiores, no nível da rua, não têm janela porque são usados como abrigo para animais ou espaço para trabalho, os apartamentos superiores têm janelas ornamentadas por vitrais ou por delicadas telas de muxarabi, protegendo assim a privacidade das mulheres no interior do imóvel. FONTE: viagemeturismo.abril.com.br
Edifícios que têm mais de 300 anos
As molduras das janelas e os frisos entre os pisos nesses apartamentos são marcados com um intrincado cal branco para contrastar com o fundo cor de barro. Muitos desses prédios têm terraços em suas coberturas, usados como espaços de entretenimento, assim como quartos ao ar livre para as noites quentes. A imponência dos edifícios e a praticidade deles criam um panorama arquitetônico inspirador. Dos becos é praticamente impossível apreciar a verdadeira altura desses edifícios. Mas no mercado é possível ver que alguns possuem até sete andares. Em um terraço de um prédio de sétimo andar, que se tornou uma cafeteria, é possível ver a cidade velha com uma aparência destruída. Mas a maioria dos edifícios dela são tão altos como esse da cafeteria, e evocam a estranha sensação de estar cercado por arranha-céus. Quase é possível se sentir em Dubai ou Nova York, a diferença é que essas construções têm entre 300 a 500 anos e são feitas de barro.
'Manhattan do deserto' O Iêmen está cheio de edifícios altos semelhantes a esses. Eles podem ser vistos tanto nas cidades menores como nas maiores, como na famosa cidade de Shibam, que foi apelidada de "a Manhattan do deserto" na década de 1930 pela exploradora anglo-italiana Dame Freya Stark. Outro exemplo é o palácio Dar-al-Hajar, primorosamente decorado e que também é chamado de "Palácio da Rocha". FONTE | https://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2021/10/25/as-maravilhas-arquitetonicas-da-milenar-manhattan-dodeserto.ghtml
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