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Disp. e Tradução: Rachael Revisoras Iniciais: Angéllica e Tina Revisoras Finais: Tina e Angéllica Colaboração: Nívea Formatação: Rachael Logo/Arte: Dyllan

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Seu trabalho é fazer sua vida miserável. Seu trabalho é fazer ela se submeter. Qual coração se renderá primeiro?

Em todo o país, submissos rebeldes de BDSM estão sendo sistematicamente sequestrados, um de cada clube. Quando sua amiga se torna a vitima, a especialista do FBI, Gabrielle se voluntária para ser isca em um clube: o Shadowlands. Ela acha que sendo uma travessa sub naturalmente vem, especialmente quando ela chega a criticar terrivelmente o Mestre conservador dos estagiários. Mas ela logo descobre que ele não é tão sufocante quanto pensou. Ou como queira dizer. Ela esperou castigo, até humilhação, mas certo que nunca esperou se apaixonar por um maldito advogado. Cortesia da

‘prima Donna’

de sua ex-esposa, Marcus abomina submissas

desobedientes. Quando o dono do clube insiste que ele admita uma incrivelmente travessa estagiária, ele fica furioso. Mas quando ele vem a conhecer Gabrielle e vê a Doçura atraente embaixo da ousadia, ele começa a apaixonar-se por ela. Infelizmente, Marcus não é o único que acredita que a ruiva irritável seja um prêmio no valor do capturador. E no mundo da escravidão, tal tesouro vale a pena uma taxa robusta.

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Capítulo Um Seus olhos inchados de tanto chorar, boca fixa com determinação, Gabrielle Renard caminhou pelo corredor abaixo da divisão de campo do FBI de Miami, procurando o escritório correto. Lá estava ele. Parou e tomou uma respiração lenta — eu posso fazer isto — endireitou seus ombros e empurrou a porta aberta. Era uma sala tipicamente suave com o carpete manchado de café, tapete marrom e paredes amareladas, e o odor de suor, café, e água-de-colônia almiscarada demais, certamente não ajudou seu estômago. Uma mesa de metal com computador ocupava o lado direito. À esquerda, dois homens sentados em uma mesa pequena de conferência, documentos espalhados sobre a superfície. Um estava de costas para ela, foi com desânimo que percebeu por que a água-decolônia cheirava a algo familiar. Agente Preston Rhodes. Só sete ou dez centímetros acima de seu um metro e cinquenta e dois, pálido cabelo marrom destacava a lamuria da sua personalidade — e da moralidade — das hienas do Rei Leão. Durante o mês que esteve trabalhando em Tampa no ano passado, ele até tentou coagir a irmã da vítima à cama. O outro homem tinha cabelo e olhos pretos, uma aparência azeitonada, e profundas linhas esculpidas ao redor de sua boca. Ele franziu o cenho para ela e perguntou. ‚Posso ajudar você?‛ Cortou com um acento de Nova Inglaterra. Rhodes girou em sua cadeira e fez cara feia para ela. ‚O que você est{ fazendo aqui, Renard?‛ Ele olhou para o outro homem. ‚Ela é uma especialista de vítimas, do escritório de campo de Miami.‛ Ignorando-o, Gabi falou com o agente de cabelo escuro. ‚Você est{ encarregado da investigação das mulheres sequestradas em Atlanta?‛ Renard olhou feio. ‚O que...‛ O homem silenciou Renard com um olhar. ‚Eu sou o Agente Especial Galen Kouros. Por quê?‛ 5


‚Eu quero ser um dos chamarizes.‛ E você vai me deixar. ‚Você? Apenas como aconteceu de ouvir sobre isto?‛ Sua voz glacial enviou frio que percorreu acima de sua espinha. Ela deixou sua própria raiva lavá-la. ‚Uma das mulheres sequestradas é uma amiga, e sua mãe me chamou depois de sua visita.‛ Chorando histericamente, implorando por ajuda a Kim, amiga do FBI. Gabi se dirigiu para Atlanta para obter informações para a mãe de Kim e também foi ao escritório do FBI local. Nada tinha sido bom. Gabi olhou, piscando de volta as l{grimas. ‚Eu descobri que outra mulher jovem tinha sido sequestrada e baleada.‛ ‚Os únicos detalhes lançados para as notícias eram que uma mulher morreu de um ferimento de tiro na autoestrada. Como você conseguiu mais?‛ O agente debruçou atr{s em sua cadeira, estudando-a. ‚Existem rumores aqui e ali.‛ Especialmente no escritório de campo fervendo em Atlanta. Não tão fácil aqui. Mas durante sua breve estadia em Tampa, ela descobriu que aquelas amadas secretárias fofocavam. Também disseram a Gabi, que o apelido muito mais apropriado a Rhodes, era Estúpido. Kouros apontou para uma cadeira em frente a Rhodes. ‚Sente.‛ Nova Inglaterra podia ser tão brusco. Ele precisava encontrar um cavalheiro meridional e aprender alguma civilidade. Mas ela obedientemente sentou-se. ‚Diga-me o que você sabe. Tudo.‛ ‚Um total de quatro mulheres, inclusive Kim, foi sequestrada em Atlanta. Todas eram membros de clubes de BDSM. A última escapou em uma autoestrada correndo para acabar no tráfico. Ela morreu de um ferimento de tiro antes da ambulância chegar. Mas conseguiu dizer a um caminhoneiro algumas coisas.‛ Ela devia ter estado em agonia. Apavorada. Gabi tragou. ‚Continue.‛ Kouros estalou. ‚Aparentemente o sequestrador disse que mais mulheres seriam sequestradas em 6


Tampa.‛ Ela fez uma carranca. ‚Hum, a última entrega de mulheres é em agosto, vinte e nove, e então eles farão um leilão de escravas.‛ Eles venderão Kim. Juntou seus pensamentos. ‚Você está pondo agentes como chamarizes em quatro clubes de fetiche em Tampa, esperando que o sequestrador chegue a um objetivo.‛ Pareceu um pouco forçado. Por que ele as seguiria e não a outra mulher no clube? ‚Você é notavelmente bem informada.‛ Ele não se moveu enquanto ela falava, sua quietude era um contraste conta a inquietação de Rhodes. ‚Eu posso ver que há algumas línguas soltas neste escritório.‛ Estúpido endureceu. Ignorando ele, Kouros olhou Gabi. ‚Que qualificações você tem para ser isca, Senhora Renard? Eu admitirei que você esteja motivada — e por causa do que duvido que você possa ser objetiva. Tem a idade certa. Você é bonita suficiente, provavelmente esperta o bastante. Mas você não é uma agente; Você é o apoio da equipe — uma assistente social. Por que deveria usar você em vez de uma agente?‛ A princípio ela não viu qualquer caminho para ajudar. Ela era uma conselheira, não um agente de campo. Então, verificou os agentes que planejavam usar. ‚Não importa se sou objetiva ou não. Não vou trabalhar no caso, só jogar de isca. Segundo, você só tem três agentes para chamarizes, não quatro. Até onde sei, nenhuma visitou clubes de BDSM antes.‛ Seu rosto endureceu na evidência adicional de quantas informações obteve, e ela continuou |s pressas. ‚Eu tenho experiência.‛ Um pouco e longa agora, mas quem está contando? Ele se sentou adiante como um gato rodeando um rato. ‚Você é submissa?‛ Ela movimentou a cabeça. ‚Você seriamente não est{ considerando a usar.‛ Rhodes desatou a rir. ‚Ela estouraria a operação inteira.‛ Quando Kouros a estudou, seu olhar se moveu acima de seu rosto, demorando em sua 7


bochecha. ‚Como você conseguiu a cicatriz?‛ A lembrança feia a fatiou tão facilmente quanto à faca que fatiou sua carne. Suas mãos fecharam. ‚Lugar errado durante uma guerra de gangues.‛ E ela se prometeu que nunca de boa vontade se aproximaria da violência novamente. Como os planos mudam. ‚Você é mais valente do que aparenta.‛ Kouros realmente sorriu. ‚Você poderia simplesmente fazer, Senhora Renard. Como isto aconteceu, eu preciso de uma isca para o Shadowlands.‛ Rhodes olhou fixamente para ele. ‚Você pensa que pode conseguir, que aquele imbecil do dono a admita? Mesmo ela não sendo uma agente.‛ ‚Zachary Grayson teve um bom ponto. Uma sem experiência, mulher nova submissa, poderia conseguir passar em um lugar público lotado, mas os membros de seu clube não seriam enganados.‛ Kouros girou para ela novamente. ‚O Shadowlands é uma entidade privada, um clube de BDSM muito exclusivo em Tampa. Assumindo que nós pudéssemos convencê-lo, o dono colocaria você como uma sub estagi{ria.‛ Ela abriu sua boca para concordar, mas ele levantou sua mão. ‚Você não tem um pedaço vital de informações que a vítima nós deu — e nós confirmamos. Quero que você pense duas vezes antes de nós irmos adiante. Você vê, o sequestrador tem como alvo, apenas submissas descaradamente rebeldes. Ruidosas. Os compradores querem o prazer de quebrar seu espírito.‛ ‚Não. Isso não pode...‛ Não, não Kim. Seu estômago contraiu. O rosto de Kouros suavizou. ‚Você não est{ conseguindo o ponto, Gabrielle. Estou conversando sobre seu envolvimento. As iscas terão que demonstrar comportamento desobediente, insolente. Se você estiver familiarizada com o estilo de vida, você conhece como um Dom reagir{.‛ Gabi endureceu. Doms não toleravam insolência ou desobediência. Eles poderiam só parar a cena ou deixar a sub ir — ou poderiam lhe disciplinar. 8


‚Ah. Vejo que você sabe.‛ Um canto da boca de Kouros levantou. ‚Grayson diz que apenas alguns Doms do Shadowlands são pirralhos, então ou você acaba sentada sem a chance de atrair atenção ou ele precisa conseguir você no programa de estagi{rios< Que obriga o treinador a lidar com você, ele queira ou não.‛ Ela movimentou a cabeça. Para ser lidada. Suas mãos ficaram frias e úmidas. ‚Outro fato. Apesar de seus protestos, os donos de clubes juraram segredo, então aparte do dono e Rhodes, ninguém mais lá saberá que você está desempenhando um papel. Isso inclui o Dom encarregado dos estagiários, que, de acordo com o Grayson, é um osso duro de roer, quando se trata de submissas desrespeitosas. Você está certa, Gabrielle?‛ Ela apertou suas mãos juntas, esperando esconder seu trêmulo. Sabendo que seria colocada como um objetivo para um assassino, apavorou tanto que vomitou antes de deixar o motel. Agora isto. Implorar pelo castigo de um Dom que não sabia que ela estava desempenhando um papel? Oh Deus. Mas por Kim? Na faculdade, tinha acordado de pesadelos sobre o seu passado, e Kim a tinha escutado e confortado. Agora Kim estava vivendo em um pesadelo. Gabi levantou seu queixo. ‚Estou certa.‛

Marcus Atherton caminhou na entrada do Shadowlands e movimentou a cabeça a Domme e o guarda costas através da sala pequena. No centro, seus cinco estagiários submissos ajoelhados em uma linha. Ele passeou ao redor deles, verificando se a roupa estava limpa, apropriada e sedutora. ‚Vocês parecem muito bem hoje | noite.‛ Ele disse. ‚Orgulho-me de vocês.‛ Sally vivaz, Dara selvagem e doce, e o gay Austin que tinha estado lá antes dele 9


assumir o comando do programa na última primavera. Depois dele e o dono, Z conversarem exaustivamente, eles adicionaram Uzuri, com sua magnífica pele de chocolate e a alma brincalhona, e uma mais nova bissexual, Tanner, que queria um amante ou um casal. ‚Eu não estarei encarregado de vocês hoje | noite.‛ Z deixou-lhe uma mensagem de correio de voz, solicitando que estivesse livre hoje à noite, mas não disse por quê. ‚Então, a Domme Olivia amavelmente concordou em supervisionar vocês.‛ Suas expressões infelizes aqueceram o seu coração de Dom. Eles se tornaram tão ligados a ele quanto estava neles. Quando viu a magoa nos olhos de Sally, ele adicionou. ‚Vocês sejam agrad{veis com Domme Olivia, ou da próxima vez eu pedirei a Domme Anne para vigiar vocês.‛ Eles realmente empalideceram. Ele teve em sua mente dizer a Anne — que a amante sádica apreciaria suas respostas imensamente. ‚Eu terei um olho em todos vocês. Não me desapontem agora.‛ Eles murmuraram: ‘Não, Senhor.’ e ‘Nós não iremos, Mestre Marcus.’ Ele movimentou a cabeça e andou de volta para deixar Olivia tomar seu lugar. A voluptuosa Domme sorriu aos estagi{rios. ‚Primeiro, deixe-me examinar minhas regras.‛ Ela bateu um látego contra suas calças de látex apertado, e o movimento desenhou todo olhar. Rindo, Marcus andou no salão principal do clube e esperou por seus olhos se ajustarem na iluminação escura dos lustres e candeeiros de parede. Era cedo, ninguém tocou no equipamento contra as paredes; Nenhum murmúrio de conversação veio das áreas. O odor prolongado de limpadores se entrosava com a fragrância de couro. Dentro de uma hora, o Shadowlands iria estrondar para vida. Estranho o quanto veio a amar este clube. Ele procurou e viu Z. Vestia uma de suas camisas de seda preta habitual sob medida e calça comprida, o dono do Shadowlands se sentou no bar circular no centro do salão, 10


conversando com o garçom do bar e sua submissa. Quando Marcus se aproximou, Cullen sorriu. ‚Eh, amigo, encontrei seu novo estagi{rio. Grande cabelo.‛ A voz do garçom do bar ecoou pelo salão enorme, silencioso. ‚Que novo estagi{rio?‛ Marcus deu a Z um olhar interrogativo. Z fez uma carranca. ‚Eu esperava que você chegasse mais cedo, Marcus. Eu certamente não pretendia jogar isto em você.‛ ‚O julgamento se estendeu.‛ E o tinha satisfeito como inferno. Quando ele terminou seu argumento final, o júri tinha sido unânime, e o bastardo que vivia de meninos jovens não teve uma chance. Culpado. A sensação de satisfação em saber que tirou mais um monstro fora das ruas tinha feito todas as noites valerem à pena. ‚O que est{ acontecendo?‛ ‚Eu sinto muito sobre a falta de discussão, mas tenho outro estagi{rio para você.‛ Z movimentou a cabeça em direção | parte de tr{s. ‚Eu disse que ela esperasse por você na estação de correntes.‛ Marcus olhou fixamente para ele. Eles sempre discutiam qualquer adição para o programa de estagiário. E agora um novo, apenas assim? Z tomou um gole de sua bebida. ‚Eu aprecio você tomar Gabrielle, Marcus. Ela est{ se portando bastante mal, e ela vai precisar uma mão firme. Por favor, a mantenha por um mês — até o fim de agosto — antes de você desistir dela.‛ A raiva começou em um brilho calado em seu intestino. Z não pediu um favor; Ele deu uma ordem. Que tipo de merda é esta? Do conjunto de Z até a mandíbula, não existia nenhuma discussão sobre recusar este estagiário. Marcus podia, ou assumir o submisso ou andar de lado como treinador. Mas ele gostava de supervisionar os estagiários, ajudando-os em sua educação como submissos, ajudando que encontrassem um Dom combinando suas necessidades. E a posição voluntária encheu sua necessidade de retribuir à comunidade. Ele bateu seus dedos no bar e considerou suas opções. Talvez devesse encontrar o novo estagiário, antes de queimar suas 11


pontes de comando atrás dele. Quando lentamente veio a conhecer os outros Mestres, ele percebeu que nunca acharia um clube que lhe convinha tão bem. ‚Eu trabalharei com ela.‛ No momento. Então ele deu a Z um olhar fixo e desenhou sua linha na areia. ‚Você é o dono, Senhor, mas eles são meus estagi{rios. Eu seria mais agradecido, se você pudesse se lembrar disto.‛ Não faça isto novamente. Os olhos cinza de Z levantaram ao seu nível, balançou sua cabeça em reconhecimento e deslizou no topo do bar abaixo a papelada do estagiário. Com um sorriso, o garçom fixou uma bebida no bar. ‚Sabe, Marcus, você diz foda-se quase tão educadamente quanto o chefe.‛ Marcus xingou uma risada. Ninguém ficava aborrecido ao redor de Cullen muito tempo. Ele analisou os documentos, dando a Cullen os pontos altos. Um resumo pequeno faria o boletim para os outros Mestres do Shadowlands, desde que eles todos participavam do treinamento dos subs. ‚Nenhuma doença ou problemas médicos. Nenhuma fobia que ela esteja disposta admitir. Ela não quer qualquer dor séria, perfuração. Cicatrizes. A escravidão e sexo estão ok.‛ Bastante normal |s escolhas do estagi{rio. ‚Você, por favor, me daria um conjunto de algemas de estagi{rio e fitas?‛ O garçom de bar revolveu as prateleiras abaixo do topo de bar, então deu um par de algemas de couro douradas e uma caixa de tiras coloridas. Marcus adicionou as fitas apropriadas para as algemas, às cores indicando o que o estagiário permitiria: Amarela para dor aprazível, azul para escravidão, verde para sexo. Nenhuma fita vermelha para dor severa. ‚Muitas das escolhas têm pontos de interrogação. As informações sobre suas experiências passada estão delineadas.‛ Ele olhou em Z, esperando por uma explicação. ‚Eu não sei muito. Estou simplesmente fazendo um favor a alguém.‛ Z deu a Cullen um sorriso l}nguido. ‚Isto soa familiar?‛ ‚Soa.‛ A risada de Cullen expandiu quando olhou em sua submissa, uma alta, cabelo 12


dourado, dura o bastante para lidar com o Dom gigante. Ele balançou suas sobrancelhas. ‚Às vezes até vale | pena o valor do esforço.‛ Andrea enrugou o nariz para seu Dom e disse. ‚Obrigado, Señor.‛ Marcus lembrou que Cullen a levou como um favor, quando estava ao cargo dos estagiários. Bem, talvez esta nova estagiária se provasse tão deliciosa. ‚Gabrielle fez o pedido e você a deixou no programa?‛ ‚Ela quis, mas um amigo — Galen — fez o pedido por ela. Ele espera que como uma estagiária possa achar o que precisa. Ele diz que ela é bastante mal comportada, e recomenda que você não v{ f{cil com ela.‛ Z fez uma carranca. ‚Ela poderia se provar um desafio até para você, Marcus.‛ Uma submissa difícil. Maravilhoso. ‚Eu farei o que possa. De fato, faria melhor se a conhecesse e iniciá-la.‛ Ele colocou as algemas na parte de tr{s de seu cinto, movimentou a cabeça para os dois homens, e sorriu para Andrea, lembrando-se da corrida que ela deu a Cullen, antes dele a reivindicar. Muito trabalho. Talvez Z estivesse errado, e esta nova estagiária ficaria quieta, doce e obediente. Ela não estava na estação de correntes. Com uma carranca Marcus a procurou, finalmente a localizou no corredor para os quartos de tema, olhando fixamente nas instalações do quarto médico. Ela pareceu hipnotizada pela mesa ginecológica, bolsas de limpeza, e abastecimento de prateleiras com acessórios, dilatadores e outros brinquedos divertidos. Depois de caladamente se aproximar, debruçou um ombro contra a parede e cruzou seus braços, tomando o tempo para estudá-la. Não era feia, mas não particularmente bonita de qualquer forma, pelo menos do que podia ver. Altura média, bem torneada. Uma saia azul longa escondia seu traseiro e pernas. Ele aprovou seu top preto, que empurrava acima um conjunto de bons peitos. Seu cabelo de estilo desgrenhado, apenas alcançava seus ombros. Ela era uma ruiva como a sub de Nolan, mas mais para loira, e sua coloração era tão pálida que ela quase brilhava. Não tinha uma 13


sarda em vista. Uma queimadura de sol leve teve seus ombros e peitos rosados, e ele sorriu. A que distância ia à queimadura abaixo? Seu olhar se soltou. Submissas ficavam descalças no clube, e ela tinha uns bonitos pés, mas ela pintou suas unhas do dedo do pé em um vibrante azul. Azul? ‚Você conseguiu se perder?‛ Ele perguntou. Ela saltou e girou muito depressa, sua saia embrulhou ao redor suas pernas. Aparentemente ela tingiu uma mecha fofa de cabelo à esquerda, para combinar com suas unhas do dedo do pé. Uma cicatriz longa acendia uma sombra em sua pele, correu de sua maçã do rosto esquerda até o canto de sua boca. Apesar da brancura indicando ser um dano velho, a visão o aborreceu em um nível visceral, que um sub estando aos seus cuidados tivesse sido machucado. ‚Oh, eh. Oi.‛ Ela agitou fora sua saia e sorriu para ele. ‚Estou só observando ao redor. Lugar novo e tudo isto.‛ ‚Entendo.‛ Rosto interessante, ele pensou. Não o rosto de modelo com maças salientes e queixo afiado, ela era toda com curvas suaves. Não bonita, mas< Amigável. Quando ela sorriu, covinhas relampejaram em suas bochechas. ‚Mas o que estava fazendo pelos quartos de tema?‛ Ele suavemente perguntou, ‚Você foi instruída para esperar aqui?‛ ‚Ah.‛ O sorriso desapareceu, e uma expressão cautelosa sombreou seus olhos marrons largos. ‚O mestre Z disse que o treinador voltaria para vir me buscar.‛ ‚E ele disse, ‘Fique aqui’ ou ele deu a você permissão para vagar ao redor?‛ Quando ela corou, sua aparência de marfim a girou em um cor-de-rosa delicioso. Se nada mais, ele podia esperar ansiosamente para apreciar isto. ‚Ele disse, ‘Fique aqui’.‛ Ela acenou sua mão em direção | estação de correntes. ‚Acho que não devia ter me movido, huh?‛ Ela não tinha nenhuma ideia de como tratar um Dom? Como obedecer? ‚Acredito que poderia ter sido um engano.‛ E então era este estagi{rio que Z despejou nele. 14


Capítulo Dois O sujeito ‘modelo magnífico’ no terno não gostou dela. Gabrielle viu isto j{, mas nenhum problema real. O único que tinha que impressionar era Mestre Marcus, e esperava que o de terno não a denunciasse. O homem positivamente ecoava a rico e poderoso, então deve ser um grande tiro no clube. ‚Eu acho que seria melhor eu voltar l{, antes de meu chefe chegar.‛ ‚Quem?‛ ‚Mestre Marcus. Estou esperando por ele.‛ ‚Você mais certamente possui uma ideia pobre de como esperar.‛ Ele olhou fixamente para ela por outro minuto, a desaprovação irradiava dele. ‚Tenho uma noção que apresentações estão na ordem, antes de você entrar mais em dificuldade. Eu sou Mestre Marcus.‛ Ela sufocou. Oh, não. Este dia não está indo muito bem. Ah nada bem. Ela limpou sua garganta e tentou novamente. ‚Bom encontrar você. Hum...‛ ‚E poderia perguntar o seu nome?‛ Ele educadamente perguntou. Muito educadamente. Ela tomou um segundo para lhe olhar, em seu terno sob medida. Escuro cinza com riscas. Oh por favor, como ela realmente acreditaria em que ele era um Dom? ‚Gabrielle Anderson. Você tem certeza que é Mestre Marcus?‛ Ele levantou sua cabeça. O sujeito era muito bonito. Alto, ombros largos, magro. Seu cabelo, uma matiz rica de marrom e dourado nas pontas, era impecável seu estilo. Definitivamente uma pessoa perfeita como seus pais. Amordace. Até seu bronzeado não era duro, mas só escuro o suficiente para destacar incrivelmente os olhos azuis. Olhos muito afiados azuis, de fato, e ficando mais frio a cada segundo. ‚Por que você pensaria que não sou Mestre Marcus?‛ Ele perguntou. Bem, bom pesar. Ela acenou uma mão nele e afastou o ‘duh’ de escapar. 15


Por via das dúvidas ele realmente era Mestre Marcus. Talvez ele ainda não se trocou ou algo assim. ‚O terno? Onde estão seus couros ou l{tex ou< A jaqueta de motoqueiro ou colete? E o preto? Você esqueceu-se de vestir preto?‛ Ele a olhou fixamente por um segundo, como se ela se transformasse em uma louca, e então simplesmente rugiu. Riso profundo, cheio — espanto vindo de alguém que parecia ter o pau no cu. Ela sentiu o calor inundando seu rosto e decidiu que realmente não gostava dele. Talvez ele fosse o contador do clube ou administrador ou algo. Inconstante em seu peso, ela desviou o olhar. Esperando que o sujeito Marcus chegasse logo. Ela precisou conseguir todo controle, antes da chegada do sequestrador — o antisub, como faria um agente verdadeiro. Chamá-lo. Ela carranca. Antisub soou demais como uma fraude de submissa. Isso iria bem. Talvez ela o chamasse um criminoso ao invés. ‚Melhor você me dizer sobre sua experiência prévia em BDSM.‛ O do terno disse, e condene, mas ele parecia totalmente diferente quando sorria. Quantas mulheres ele destruiu com aquela covinha devastadora em sua bochecha esquerda e o vinco na direita? ‚Estava principalmente em clubes do centro da cidade? Talvez de variedade selvagem?‛ ‚Bem, sim. Por quê?‛ V{rios anos atr{s também, mas não foi isso que ela escreveu em seu formulário. Ele gesticulou para ela o seguir corredor abaixo, e quando ela entrou na frente dele, sua mão fechou em sua nuca. Firmemente, como se ela fosse um cachorro perdido. ‚Eu acredito em que você achará um clube privado um ácaro diferente. Uma ampla gama de idade, rendas diversas, gostos sortidos. Muitos Doms aqui vestem couros e negro; Alguns preferem outros trajes.‛ Seu estômago afundou com o modo autoritário que ele agarrou seu pescoço. Nenhum contador agiria assim — ela chocou-se com um Dom. Em um terno. Quem chamou a si mesmo<? ‚Você realmente é Mestre Marcus?‛ 16


‚Eu temo isso, querida?‛ Ele parou no lugar onde as correntes estavam penduradas na viga baixa e a liberou, só para caminhar ao redor dela lentamente como se estivesse em um carrinho de exibição. ‚Toda sua experiência é em clubes públicos?‛ ‚Uh-huh.‛ Em seus dias de faculdade, ela estalaria em um clube, tendo alguma diversão, e talvez levar alguém para casa. Mas ela não favoreceu, desde então. Ela deixou suas visões no FBI desde o início e não estava para estragar suas chances fazendo qualquer coisa menos que respeitável. ‚Entendo.‛ Ele bateu o cós em seu bustiê. ‚Remova isto, por favor.‛ Ela olhou fixamente para ele. Só assim? Eu acabei de encontrar você, Maldição. Ela hesitou, mas o olhar impiedoso naqueles olhos azuis chutou sua engrenagem. Depois de desfazer os ganchos, ela lançou o bustiê sobre uma cadeira fora das cordas, que cercava fora da área de cena. Ela forçou seus braços para ficar em seus lados e tentou ignorar o ar-condicionado em seus peitos nus. ‚Muito bonito.‛ Quando roçou os dedos diretamente acima de seu ombro, no oco abaixo de sua clavícula, e acima da curva superior de um peito, seu corpo acordou através de seus peitos a distância toda até sua boceta — e isso era condenadamente desconcertante, considerando que ela até não gostava do sujeito. Mas ele teve aquela atitude inumana indo por ele — a extremidade dominante que põe borboletas em seu estômago, como se ela tragasse percevejos fofos. ‚E você jogou em outro lugar?‛ Ele perguntou. ‚Reservadamente?‛ Suas bochechas aqueceram. ‚Para falar a verdade não. Eu poderia ter ido para casa com um homem depois, mais para material crespo, eu fiquei nos clubes. Mais público ou algo.‛ ‚Entendo. Você não confiou em qualquer Dom, o suficiente para deixá-lo conter você sem outras pessoas ao redor.‛ ‚Ah.‛ Ela nunca pensaria sobre isto assim, mas — certo. Ele estava certo. Ela 17


movimentou a cabeça. ‚Eu prefiro ter respostas verbais.‛ Ele disse sempre muito suavemente. ‚‘Sim, Senhor? Servirá no momento.‛ Ela não podia afastar o calafrio de parar em sua espinha. O sujeito esgrimiu uma navalha-afiada na voz, não importando o quão suave era. ‚Sim, Senhor.‛ ‚Estes sons são muito bonitos, Doçura.‛ Ele disse, e a carícia em sua voz tornou todos os seus ossos em um estado seriamente sentimental. Até que ele adicionou: ‚Remova a saia, por favor.‛ Ela olhou em cima, e seus olhos podiam ser da mesma maneira letais que seu tom. Por que ele se aborrecia em dizer ‘por favor’? Ela saiu da saia, desejando ter passado mais tempo na academia. Feito qualquer hora na academia. Talvez caminhar um pouco, pelo menos. Nada como um traseiro gordo para impressionar um homem. Mas hey, isto não era sobre impressionar o Dom nervoso. Ela veio aqui para atrair um sequestrador — um assassino — em uma armadilha. Ela estremeceu. Seus olhos estreitaram. ‚Você tem um problema com ser despida?‛ Inferno. Mantenha sua mente nos negócios, Gabi. ‚Não, Senhor. Somente frio Senhor.‛ ‚Um-hmm.‛ Ele caminhou ao redor dela novamente, inspecionando como se ela fosse à estrela, um cachorro em exibição. Totalmente insultante — ainda ela sentiu a contração de seus mamilos, como pontas de um punhal e umidade desconcertante entre suas coxas. Ela se mexeu, colocando suas pernas mais íntimas e juntas. ‚O mestre Z solicitou que te levasse. Você leu as regras para os estagi{rios?‛ ‚Um. Sim.‛ Ela pegou a sugestão de gelo em seus olhos e adicionou um precipitado, ‚Senhor.‛ Ele desenganchou um conjunto de algemas de couro coloridas dourados da parte de trás de seu cinto. Depois de colocá-las em seus pulsos, ele cuidadosamente verificou o ajuste e então prendeu sua algema esquerda em uma corrente que oscilava da viga. ‚A palavra segura para 18


os estagi{rios é vermelho.‛ Ele disse quando agarrou outra corrente e prendeu em seu braço direito. Ele manteve as correntes longas o bastante, de forma que seus braços podiam permanecer em nível com sua cintura. ‚Eu quero que você use isto, se você ficar subjugada de qualquer forma, de medo, dor< Qualquer coisa. Irá até um monitor do calabouço que estiver em sua ronda.‛ ‚Se eu usar uma palavra segura, isso significa que estou fora?‛ Ela não podia ter condições de soprar isto. Seu rosto suavizou. ‚Não, doçura. Quer dizer que eu paro qualquer coisa que nós estejamos fazendo e nós nos sentamos e conversamos um pouco.‛ ‚Oh. Certo. Bom. Hum, Senhor.‛ Realmente posso ver isto? Este Dom letal não era nada como aquilo que jogou nos clubes do centro da cidade. Medo oscilou dentro dela, e ela empurrou isto longe. Principalmente. Ela viu seu olhar nela e percebeu seus dedos localizando a cicatriz em sua bochecha. Ele abaixou sua mão e envolveu isto em quente. ‚Gabrielle, você tem um problema com escravidão que não mencionou no formul{rio?‛ Ele perguntou. ‚Não, Senhor.‛ Quando ele não se moveu, ela adicionou. ‚Realmente. Eu só estou um pouco nervosa, Senhor.‛ ‚Certo então.‛ Ele caminhou para a parede, e as cadeias presas as suas algemas de pulso começaram a apertar, puxando seus braços acima de sua cabeça. Ele parou antes dela ter que subir. Ela tentou ficar agradecida pela pequena concessão, mas de repente se sentiu< despida. Realmente nua, muito mais do que quando ela tirou suas roupas. Então se preocupou sobre como se parecia. Agora< Agora sentiu a intensidade de seu olhar, conforme ele passeava ao redor dela novamente. ‚O que< O que você vai fazer?‛ ‚Estou me concentrando? Para me familiarizar com o corpo do meu novo estagiário, 19


enquanto nós temos uma conversa.‛ Seus dedos atropelaram seus ombros queimados pelo sol, e ele murmurou: ‚Protetor solar, querida? Melhor usar mais.‛ Uma pausa. Ele atirou um daqueles olhares azuis apunhalando. ‚Sim, Senhor.‛ ‚Pronto. Isso soa bom.‛ Ele tocou em seu cabelo, os dedos na mecha azul e agitou sua cabeça, então correu seu dedo acima de seus lábios. Quando sua boca formigou, ela não podia deixar de perguntar-se como ele saborearia. Ele podia beijar? Não é? Ele pegou a direção de seu olhar fixo, e seus lábios se curvaram. Não reaja, ela disse a si mesma, ainda quando acariciou sua mão para baixo de seu pescoço, seus peitos pareceram inchar em antecipação. ‚Nossos estagi{rios são submissos de longa data. A sociedade sabe disso.‛ Ele disse e fez uma carranca para ela. ‚Seu formul{rio não contêm muitas informações sobre sua experiência prévia no estilo de vida, e estou perguntando se você está pronta para saltar em algo assim.‛ ‚Eu tenho experiência.‛ Um pouco. ‚Eu serei boa.‛ ‚Não existe nenhum alivio no programa de estagi{rios, sabe.‛ ‚Isto est{ bem.‛ Ela disse depressa. ‚Não me trate especial ou vá lento ou qualquer coisa. Eu quero saltar direito.‛ Seus olhos estreitaram, e então ele agitou sua cabeça e deixou ir. ‚Diga-me por que você quer ser um estagi{rio?‛ Sua mão colheu seu peito, e ela estremeceu na gentileza de seu toque e na abrasão leve de sua pele. Seus dedos não eram suaves e mimavam como ela esperou. O mestre Z não disse que o treinador era um advogado? ‚Por que você não fala como um advogado?‛ Ele piscou e sorriu. ‚Eu cresci em uma cidade pequena em Geórgia. Mas eu posso soar bastante como um advogado de tribunal.‛ Ele acariciou seus peitos por um minuto. 20


‚Gabrielle, eu acredito em que eu fiz a você uma pergunta.‛ Oh. Como ela deveria lembrar uma história do disfarce, quando ele estava< Procurando-a no escuro? O inferno de uma técnica de interrogação — ela teria que recomendar isto para os agentes de campo. ‚Um, eu quero aprender mais sobre o estilo de vida e sobre mim mesma.‛ O mestre Z mencionou algumas das razões certas. ‚Eu quero me ligar a um Dom agradável, mas nos Clubes, eles pareceram principalmente interessados em cenas de uma noite, e nunca estivesse certa no que confiar.‛ Ele a assistiu atentamente conforme seu dedo polegar esfregava acima de seu mamilo. Ela podia sentir isto juntando para formar maço e quis se contorcer. ‚Que tipo de Dom? Você est{ esperando ser uma escrava?‛ Eu pareço louca? Então novamente ela estava aqui no meio de um clube de BDSM. Talvez ela fosse louca. ‚Não. Mas eu gostaria de achar alguém que é mais que um Dom de fim de semana.‛ Ela disse, e a declaração poderia ter sido verdadeira, se ela participasse do estilo de vida. Mas deixou seu lado crespo para trás com a faculdade. Respeitável?Eu? Suas mãos curvaram ao redor de sua cintura, e o fato que ele estava trabalhando ao seu modo< Abaixo< Criando todos os tipos engraçados de sensações nela. Iria ele realmente a tocar<? ‚Você marcou sim para sexo, no formul{rio do estagi{rio.‛ Ele disse. Deus, falando sobre ir direito ao ponto. Ela não achou isto, até que Mestre Z abruptamente explicou o que ela podia esperar, se colocasse ‘sim’ para aquela opção. E ela absolutamente não decidiu. Mas durante as conversas de instrução específica, o Agente Especial Rhodes, o Estúpido, cuidadosamente evitou o assunto dela fazendo sexo, mas repetidamente mencionou que o sequestrador de submissas tinha sexo público nos clubes. Ela não podia dispor do comportamento melindroso. Além disso, ela fez coisas incrivelmente estúpidas em sua adolescência e na faculdade, inclusive de uma noite só para uma excitação. Ela podia condenadamente bem conseguir fazer sexo com alguns estranhos agora, se isso poderia salvar Kim. 21


Ainda assim a fazia se sentir um pouco< Suja. Eu não sou aquele tipo de menina mais. ‚Sexo est{ bem. Certo.‛ Seus olhos estreitaram. ‚Você acabou de pincelar em uma de minhas regras: Não minta para seu Dom. Se você estiver se parecendo incerta, diga isso.‛ Ele acariciou seus dedos abaixo e através de seus quadris. ‚Tente novamente, Gabrielle.‛ ‚Oh.‛ Ela tragou, tentando não ficar distraída enquanto sua mão massageava seu traseiro. Sexo. Agora mesmo seu corpo gritou por isto. Mas sua cabeça< Maldição, ela não podia deixar seu comportamento melindroso descarrilar esta operação. ‚É só nervos, Senhor. Eu quero sexo.‛ ‚Mmmhmm.‛ Ele evitou sua boceta e ajoelhou, deslizando sua mão para baixo de suas pernas, esperou que não vendo as covinhas e a protuberância em suas coxas. Pelo menos ela tinha boas panturrilhas e tornozelos. Ele tocou em suas unhas do dedo do pé azuis e suavemente bufou. Um advogado duro, conservador. Apenas como seu pai. Quando ele levantou e suas mãos firmes correram por suas costas, ele ordenou. ‚Digame sobre sua experiência com oral, vaginal, e anal.‛ Por que ele não podia mostrar um pouco de conservantismo com suas perguntas? O que aconteceu com a modéstia? Isolada? Com uma sensação de afundamento, ela sabia que o homem não permitiria nenhum, fisicamente ou emocionalmente. Pare sua grande menina de calcinha, Gabi. ‚Sim para os dois primeiros. Eu tenho< Um sujeito quis fazer o outro, eu não quis.‛ Ele movimentou a cabeça. ‚Então você teve alguma experiência. Nós discutiremos sexo anal em algum outro tempo.‛ Ele acariciou um dedo acima da prega tenra entre seu quadril e coxa. E então bateu levemente sua boceta. ‚Exigirei que você se mantenha nua, sem pelos. Tudo bem?‛ Sua vida estava mudando mais rápido do que ela achou confortável. A Internet teria instruções em como se depilar abaixo, l{, sem fatiar algo essencial? ‚Sim, Senhor.‛ 22


‚Para continuar: Que tal outros Doms tocando em você? Ou tomando você? Ou mulheres? Os membros podem solicitar um estagiário para uma cena, que poderia envolver qualquer coisa de sensação suave como: escravidão, dor, e/ou sexo.‛ ‚Eu penso...‛ Ele tocou em sua boceta, e ela ofegou como o calor baixo dentro que girava para chamas. Ele lhe deu um sorriso devastador que dobrou sua bochecha direita. ‚Você est{ molhada, Gabrielle. Ou assim.‛ Ele desenhou seu dedo em cima lentamente, parando no alto de seu clitóris, e ela podia quase sentir isto pulsando contra seu toque. Ela balançou, agradecida pelo suporte das correntes. Ele só a tocara. Inferno, ela fez sexo com sujeitos e não conseguiu esta excitação. ‚Responda-me.‛ Ele disse. ‚Maldito seja você, como eu deveria lembrar o que perguntou?‛ Sua risada soou tão baixa e lisa quanto sua voz. ‚Você não poderia, mas aqui é sua próxima regra: Uma submissa é sempre, sempre respeitosa para um Dom. Qualquer Dom, mas especialmente seu treinador< Se ela souber o que lhe serve.‛ Seu maldito dedo permanecia ali mesmo, fazendo seu giro mundial. ‚Sim, Senhor.‛ Ele pegou seu olhar. Segurou isto. ‚Eu castigarei você se me aborrecer sendo desrespeitosa, Gabrielle. Eu fui claro?‛ ‚Sim, Senhor.‛ Se ela se movesse, só um pouco, empurrando seus quadris em direção a sua mão, ele notaria? Iria isto fazer... ‚Fique quieta.‛ Ela fechou seus olhos, tentando para não se lamentar como um bebê. Significa que o bastardo conseguiu seu trabalho e não terminou o trabalho. ‚Agora responda minha pergunta.‛ Que diabo ele perguntou? Oh, outro Doms, tocando, tomando e mulheres. ‚O pensamento de fazer qualquer coisa com uma mulher me d{ nojo. Não marquei isto?‛ ‚Eu gosto de confirmar o que os submissos escrevem.‛ Ele disse. Endireitou, se 23


aproximando até que ela podia sentir o calor de seu corpo, até que seus olhos abasteceram seu mundo. ‚Você far{ cenas com Doms diferentes, você percebe. Que tal mais de um homem?‛ ‚Espere uma variedade de Doms.‛ Mestre Z a advertiu, novamente. ‚Mas nunca tive dois ao mesmo tempo.‛ Exceto uma vez que... A lembrança horrível secou tudo em cima dentro dela. Ela podia tolerar mais de um homem a tocando? E já, e se ela gostasse dos homens? Um pedaço minúsculo de excitação deslizou por ela, e não podia dizer, se seu calafrio veio de desgosto ou antecipação. Seus olhos agudos não perderam sua reação. ‚Se puser você entre dois Doms, o que você fará Gabrielle?‛ Inferno. Ela mordeu seu l{bio. ‚Não estou certa que< Acho que eu tentarei?‛ Seu sorriso aqueceu direto até os ossos. ‚Boa resposta.‛ Ele arrastou em seu cabelo, ainda sorridente. ‚Você teve alguma experiência com açoites? Canas? Surras?‛ Ela tragou duro. ‚Surra. Um realmente suave açoite. Não< O resto.‛ ‚Certo. Você teve pontos de interrogação ao lado da maior parte dos jogos de impacto. Quando eu vejo pontos de interrogação em uma lista de limite, tomo isto como um pedido para explorar adicional.‛ Suas mãos estavam úmidas. Ela viu muito material assustador na aplicação, e ainda, como a assistiu, articulando confiança própria, ela imaginou que talvez — poderia administrar isto. De alguma maneira ele a fez sentir como se pudesse confiar e não iria muito longe. Mas ela não o viu bravo ainda. Como reagiria quando o desobedecesse? Ela tinha que se comportar como uma submissa malcriada; Isso era o ponto inteiro. ‚Espalhe suas pernas.‛ Ele disse. Querendo conseguir uma sugestão de como ele responderia, fez cara feia e disse: ‚Eu pensei que você disse para não me mover.‛ Embora ele batesse em sua coxa ligeiramente, a picadura correu diretamente ao seu 24


clitóris. ‚Melhor se desculpar, e fazer como lhe pedi. Não gosto disso e não tolerarei um comportamento malcriado.‛ Oh Deus, ele não iria dar-lhe muito espaço em tudo para atuação como um chamariz. Suas preocupações aumentaram em outro patamar. ‚Eu sinto muito, Mestre Marcus.‛ Sua coxa queimava, e apesar de sua ansiedade, a excitação assobiava por suas veias, até mais que quando ele tocou em seu clitóris. Mais? Porque ele lhe bateu? Por favor, me diga que eu não gostei de ser espancada. Como se tivesse o dia todo para que ela pensasse sobre coisas, ele esperou com seus braços cruzados. Quando ela finalmente abriu suas coxas, deu seu sorriso de aprovação. Curvando seus dedos acima de seu quadril, ele conseguiu um aperto firme. Sua outra mão tocou em sua boceta, e ela ficou tensa quando sua antecipação aumentou em cima de um entalhe. Suas pontas do dedo deslizaram ligeiramente acima dela, espalhando lambidas de chama que se convergia em seu clitóris. Ele deslizou seu dedo entre seus lábios, abrindo-a mais, e empurrando firmemente dentro dela. Ela ofegou quando o prazer ziguezagueou através de seus nervos, mandando-a a borda. Tentou empurrar longe. Muito íntimo. Demais. Seu aperto só aumentou enquanto empurrava mais distante, dentro e fora, de lado, cada movimento aumentou a fervente tensão crescente em seu corpo. Maldição, ele a estava estudando novamente, como um espécime, ela agitou na sensação de ser só um pequeno objeto. Eu posso fazer isto? ‚F{cil, Doçura.‛ Ele disse e liberou o aperto em seu quadril para colher sua bochecha, ao invés. Com sua mão segurando sua boceta, seu dedo quieto dentro dela, ele roçou os lábios acima de sua boca, e ela suspirou na gentileza. Como podia ele agir tão< Inumano e ainda confortante ao mesmo tempo. ‚Apenas estou verificando seu tamanho e sua resposta.‛ Seus l{bios curvaram, criando uma covinha em sua bochecha esquerda. ‚Odeio obter brinquedos de tamanho errado.‛ 25


Brinquedos? Sua vagina apertou abaixo e ao redor de seu dedo, e ele riu. ‚Tomou um brilho para a ideia, não é?‛ Depois de puxar seu dedo, empurrou dois, estirando-a. Então três. Demais. Ela torceu insegura se a abundância se sentia erótica ou só desconfortável. Ele fixou uma mão em sua parte inferior, segurando lá por um minuto, quando sua boceta pulsou ao redor dele. ‚Você tem uma confort{vel pequena boceta, Doçura.‛ Ele murmurou e se retirou. Depois de lamber seus dedos como se saboreasse um novo tipo de sorvete, ele sorriu. ‚E você saboreia muito bom.‛ Algo dentro dela relaxou. Ele gostou de seu gosto. E isso não era outros daqueles medos estúpidos? Por que sujeitos não se preocupam sobre coisas assim? Pelo menos seu toque diminuiu um pouco de suas preocupações, não só sobre sexo com estranhos, mas sobre sexo, e ponto final. Não a teve interessada o bastante por enquanto. Mas se Mestre Marcus quisesse tomá-la agora — e a costura de suas calças não podia disfarçar sua ereção enorme — que ela estava completamente pronta. Para sua surpresa — e desânimo — ele a liberou das correntes sem fazer qualquer outra coisa. Ela queria sexo, e ele não fez. Mas< Ah, a expressão no rosto da pequena submissa era inestimável. Ela apenas encontrou as primeiras das lições que ela teria que abraçar. Quando ela olhava fixamente nele com olhos marrons bonitos, Marcus apertou sua palma entre suas pernas novamente, apreciando a umidade. ‚Você chegar{ apropriadamente vestida para um clube de fetiche, mas eu posso remover algo ou toda a sua roupa. Seu corpo é meu para tocar como queira — a menos que eu dê permissão a outro Dom.‛ Ele pausou então continuou. ‚Você não poder{ tocar a si mesma. Você não chegará ao orgasmo, sem minha permissão. Isso inclui ambos aqui no clube e qualquer outro tempo, inclusive quando você estiver em casa. Eu porei um limitar nisto, entretanto — pelas próximas duas semanas, todo prazer de gozo será ao meu comando ou não consigo mesma.‛ 26


Ela estremeceu, e ele sentiu o involuntário aperto de sua boceta. ‚Sim, Senhor.‛ Ela sussurrou. Ele levantou sua roupa do chão e deu isto para ela. Ela não era um membro de longa data do clube, então ele começaria do nada com instruções de protocolo. Ele depressa examinou o que ela precisava saber por hoje à noite: Comportamento respeitoso, caminhos apropriados para tratar um Dom, ajoelhando, o significado de suas tiras, e quanto aos toques que outro Doms poderia fazer. Vendo a mistura de desânimo e estimulação em seu rosto, ele perguntou-se novamente em seu pedido para treiná-la. Ela não pareceu tão< Sincera< Como a maioria dos submissos que imploravam por serem estagi{rios. ‚Você tem algumas perguntas?‛ ‚Você realmente soa como um advogado |s vezes.‛ Ela disse debaixo de sua respiração, e antes dele poder reagir, ela perguntou: ‚Eu farei quaisquer cenas hoje | noite ou...‛ ‚Isto é comigo. Completamente.‛ Ela olhou na roupa em suas mãos e atrás em cima com olhar implorando em seus olhos. Grandes, apelando como os olhos de um filhote de cachorro. Ele agitou sua cabeça em não. O pequeno suspiro que ela deu fez o truque de seus lábios. Verdadeiramente ela era bastante atraente, abençoe seu coração. Teve seu trabalho a cortando, entretanto. Protocolos, uma atitude de serviço, contendo-se nos orgasmos, vários tipos de jogo e brinquedos. Preparando-a para jogo anal. Instrução em oral se precisasse. Ele olhou a mecha azul em seu cabelo. As pessoas que seguiam as regras raramente colocavam azul em seu cabelo. Ela já ganhou uma palmada na perna, cada vez que a maioria dos submissos tentasse seu extremo para parecer doces e obedientes. Ele entendeu a preocupação de Z acima de sua atitude. Sua

boca

apertou.

Sua

ex-esposa

amava

ou

favorecia

completamente

o

comportamento malcriado, não porque ela era inerentemente intratável, mas pelo show. Ela 27


queria atenção — não sua, mas de todo mundo ao redor. De todos os submissos, ele particularmente repugnava os insolentes e mal-disciplinados. No bar, Andrea sorriu nele. ‚Mestre Marcus.‛ ‚Por favor, guarde as roupas de Gabrielle até mais tarde.‛ Ele movimentou a cabeça em Gabrielle dando-lhe sua roupa. Ela fez com outro pequeno suspiro. Só para verificar sua reação ao ser tocada em público, ele apertou seu peito. Seu braço atrás de suas costas preveniu sua retirada, quando ele acariciou e provocou seu mamilo para um ponto duro. Suas mãos estavam fechadas. Eles teriam que trabalhar nisto, mas ela não se moveu. Corou com embaraço, mas depois de um minuto, seu corpo relaxou e ela inconscientemente se debruçou em seu toque. ‚Bom trabalho, pequena sub.‛ Ele disse em uma meia-voz em suas orelhas. Ela olhou nele, desejo rendeu em seus olhos, e então endureceram como se surpreendida em sua resposta — como se descontente com isto. Obrigado pelo desafio, Z.

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Capítulo Três Para uma boa parte da noite, Gabi serviu bebidas enquanto Marcus explicava o que cada estagiário fazia por parte da noite. Ela ainda não estava exatamente certa do por que. Ele nunca devolveu a sua roupa, então ficou nua e todos tendo consciência de como seus peitos e traseiro sacudiam e chamavam a atenção dos homens< E às vezes das mulheres também. Os Doms faziam mais que olhar. Quando eles faziam os pedidos de bebida, eles a tocavam. Nunca em seus peitos ou boceta, mas correndo uma mão de cima abaixo de seu braço ou massageando seu traseiro ligeiramente. Um a teve acariciando seus dedos em cima de sua coxa interna, parando uns centímetros do V entre suas pernas. Deixou-lhe em um estado de excitação constante. Enquanto caminhava pelo clube, o ar escovava acima de sua pele e chamou sua atenção para a umidade de sua boceta. De vez em quando, via por um momento o Agente Rhodes conforme vagava ao redor, fingindo assistir as cenas e tentando parecer como se ele pertencesse ao lugar. Ele provavelmente nunca colocou o pé em um clube de BDSM antes, e ele não era um Dom. Ele deve ter visto qualquer um suspeito? Rhodes e Kouros disseram que não procurasse pelo perpetrador, mas ela tentou de qualquer maneira. Infelizmente não podia compreender como o diferenciaria de qualquer outro homem. Todos os Doms a intimidavam — inferno, o lugar inteiro fazia. Ela nunca viu um clube como este. Os clubes do estilo escuro que visitou na faculdade, comparado ao Shadowlands era como as caricaturas de Bob Esponja para um filme de Hitchcock. Atmosfera nefasta? O Shadowlands fazia isto com estilo. Couro em todos os lugares: Os sofás e cadeiras pesados, os açoites e chicotes e pendurados nas paredes, as mesas de escravidão e bancos de surra. Os lustres de ferro e 29


candeeiros de parede pretos enviavam chamejantes luzes acima dos membros, que vestiram tudo: de braçadeiras de mamilo até roupas coladas no corpo, da cabeça aos dedões dos pés, látex e botas estilete. Mestre Marcus certamente disse a verdade sobre o alcance de estilos. Ele não era o único Dom em um terno, e algumas Dommes se vestiam daquele modo também. Não todo Dom vestia preto, mas notou pessoas que ainda não tinham uma aura de confiança própria e comando. As áreas da cena, cercadas por corda, estavam ocupadas, dando uma educação rápida no estilo de vida. Flagelação ela testemunhou antes, mas este lugar tinha uma área especial, grande para jogar com o chicote. Falava sobre medo. Ela sempre veria repugnantes as coisas elétricas sendo empurradas dentro de lugares vulneráveis e ligadas. Ou agulhas presas em mamilos por diversão. Diversão? Ou sexo em todos os sentidos, de todas as formas. Como ela estava longe do bar com seus pedidos de bebida, ela viu uma mulher que estava em um banco de cavalete. E< Céus queridos, dois sujeitos, um homem que empurrava em sua boceta, e o outro conseguindo um boquete. A sub estava com os braços amarrados com correntes — ela não podia impedi-los de fazer qualquer coisa que eles quisessem. Gabi totalmente esqueceu-se de servir bebidas, olhando estupidamente como um virgem em uma articulação de tira. Por que assistir isto parecia tão erótico? Ela tentou se imaginar lá, e um flash de terror a percorreu e foi queimando longe pelo calor. Menino, falando sobre confusão< Ela pegou o odor masculino de âmbar e musk de Marcus, um segundo antes dele parar atrás dela. Examinando seu ombro em sua mandíbula dura, ela ficou tensa, esperando que ele a repreenderia por tomar um descanso. Ao invés ele embrulhou um braço ao redor da sua cintura e tocou-a — intimamente — direito lá fora com todos os espectadores. Oh Deus. Ela torceu como seus dedos deslizaram pela umidade de sua boceta, e percebeu que ela cresceu, enquanto assistia a cena. ‚Bem, Doçura.‛ Ele murmurou em sua orelha. ‚Obviamente um ménage é um que 30


adicionarei a sua lista para tentar.‛ Seu toque ziguezagueou através de seus nervos, aumentando sua estimulação como se abanasse uma chama. Ela apertou sua bandeja de bebida quando tentou segurar isto fixo, e não podia compreender se queria lhe afastar — ou agarrar sua mão e mover isto alguns centímetros para alcançar seu clitóris, e isso estava errado. Eu estou aqui para fazer um trabalho, agir gosta de uma sub infantil. Comece a trabalhar, Gabi. ‚Tentar dois homens? Nenhum modo, Jose. Não ir{ acontecer.‛ Ela ruidosamente disse, esperando outro golpe rude em sua coxa. Ele deu um tapa em seu montículo. O leve formigamento do golpe enviou fogo e dor que a rasgaram. Ela quase soltou a bandeja quando tentou empurrar longe. Ele arrastou suas costas contra seu tórax com assustadora facilidade. Ele disse em um tom baixo. ‚Seja respeitosa, estagi{ria.‛ Ele a liberou e foi embora, deixando-a muito, muito mais quente que um minuto antes. Seu abusado clitóris queimava seus lábios, e os copos na bandeja que segurava se agitavam. Ela não só pareceu mais quente, mas inadequada também. Marcus soou como seu pai... Frios e controlados. Seus ombros curvaram nas lembranças. Nunca bom o suficiente para ele ou sua Mãe. Não boa o suficiente para qualquer um aqui. Marcus já pensou que conseguiu um estagiário perdedor, ainda que ela não atraísse um sequestrador. Não é? Ela olhou ao redor de modo constrangedor, perguntando-se se o criminoso a observava. Não importa. Eu posso só fazer o meu melhor. Depois de uma respiração lenta, ela se forçou em voltar à ação e servir bebidas, embora sua boceta estivesse tão inchada, que provavelmente suas pernas pareciam tortas. Quando ela terminou, deixou sua bandeja vazia no bar com um suspiro de alívio. Talvez ela fizesse uma viagem rápida para o sanitário público e daria aos seus nervos uma chance de acalmar-se. ‚Gabrielle.‛ Mestre Cullen acenou para se aproximar, então terminou de servir uma cerveja. Ele movimentou a cabeça para as duas bebidas no topo do bar. ‚Gatinha, seja uma 31


boa menina e leve isto para o casal sentado na {rea de suspensão.‛ Ele deu-lhe um sorriso calmo que a teve sorrindo de volta. ‚Sim, Senhor.‛ Alguns passos do bar, ela percebeu que ela devia ter sido esperta com ele. Duh, Gabi. Na área de suspensão, dois Doms tinha amarrado uma submissa em uma matriz elegante de cordas, e ela oscilava no ar. Perto um Dom musculoso, cabelos negros e em couros pretos observava a cena. Sua sub sentada ao lado dele, muito grávida e muito atraente, parecendo bastante como um gordo poodle próximo a um lobo. Gabi controlou seu nervo. ‚Aqui est{, cara.‛ Ela bateu as duas bebidas na mesa, duro o suficiente para respingar o líquido dos lados. ‚Oops. Minha culpa.‛ Seu olhar parou em suas algemas de pulso de ouro colorido, e seu rosto endureceu como uma pedra sólida. ‚Aqui est{, cara?‛ Ele suavemente repetiu. Então sua voz ficou fria. ‚Qual é seu nome, estagi{ria?‛ Oh merda. ‚Eu sou Gabrielle...‛ Não diga Senhor, não diga Senhor. ‚Senhor.‛ O termo respeitoso escapou; Ela não conseguiu segurar isto debaixo de seu olhar fixo inumano. Maldição, ele e Mestre Marcus tinham este intimidante material até uma ciência. Não deixe ele te dominar psicologicamente. Ela estalou a língua para ele. ‚Minha avó disse que você não deve fazer uma carranca assim, porque seu rosto poderia ficar deste modo.‛ ‚Eu tenho um desejo de morte.‛ Ele disse debaixo de sua respiração. Levantando — e oh, para sua alegria — o sujeito era tão alto quanto Marcus. Ele agarrou seu braço e olhou para sua sub. ‚Espere aqui, Kari. Eu retornarei em um segundo.‛ ‚Sim, Senhor.‛ Sua sub disse e deu a Gabrielle um olhar horrorizado. Depois de olhar ao redor, o Dom arrastou Gabi através do salão para uma estação onde uma Domme batia com uma vara um homem barrigudo, mais velho. Gabi estremeceu quando o gemido da mordaça amortizada seguido do homem com cada barulho de sova. O Dom desagradável, não planejava obter emprestada aquela cana, não é? Ele se afastou de Gabi, indo diretamente em direção a< Mestre Marcus. Inferno. O sorriso de Marcus foi enfraquecendo, quando ele viu Gabi. ‚H{ um problema com o 32


estagi{rio, Mestre Dan?‛ Oh, isto não é bom. ‚Malditamente certo.‛ O Dom olhou fixamente abaixo em Gabi. Ela não percebeu que os olhos marrons podiam parecer tão impiedosos. ‚Ou incrivelmente mal treinada ou simplesmente insolentes. Eu penso que insolente.‛ ‚Entendo.‛ Mestre Marcus estava olhando diretamente para ela. ‚Isso seria uma pena completamente, não diria isto?‛ Olhos diretos, azuis podiam definitivamente virar mais frio que o marrom. Um tremor agitou seu corpo quando o Dom passou-a para o aperto igualmente impiedoso de Mestre Marcus que se fechou ao redor de seu braço superior. ‚Eu agradeço por trazê-la a mim, Mestre Dan. Eu cuidarei disto.‛ Um canto da boca de Mestre Dan se curvou. ‚Bom o suficiente.‛ Ele deu-lhe um olhar de desprezo, como se ela fosse um filhote de cachorro que urinou em seu chão da cozinha, e foi embora. Ela trocou seu peso e espiou por debaixo de seus cílios, no terno. Braços dobrados acima de seu tórax, ele a estudou com desaprovação. ‚Bem, você conseguiu colocar-se em um montão de dificuldade. Você não entendeu minhas instruções sobre o comportamento de um estagi{rio?‛ Por que ela sentiu como se o desapontasse? Fazer ele feliz não era seu trabalho. A equipe de torcida em seu cérebro começou a cantar: pirralha, pirralha, pirralha, e ela disse em um lamento irritante: ‚Eu servi bebidas a noite toda, e meus pés estão cansados, e acabei de querer ter um pouco de diversão. Ele não tinha que ser tão idiota sobre isto.‛ ‚Seus pés estão cansados, e você quer divertir-se. Entendo.‛ Seus l{bios se curvaram ligeiramente. ‚Então, nós poderíamos conseguir você fora de seus pés.‛ Sua mão fechou atrás de seu pescoço novamente conforme ia, em direção a uma pequena área, onde um Dom mais jovem e um com cabelos cinza prateados estavam sentados conversando. O mais velho olhou em cima. ‚Marcus, como você est{?‛ 33


‚Bastante bem, obrigado, senhor.‛ A resposta quente era um contraste vasto para como ele soou um segundo atr{s. ‚Mestre Sam, eu gostaria de oferecer a vocês uma mesa de café, para seu conforto. Ela reclamou que seus pés estão cansados, então eu tenho uma noção que descansando nas mãos e joelhos ela se adaptaria melhor.‛ Mesa de café? Quando Gabi tentou se afastar, Mestre Marcus deslizou sua perna direita debaixo dela tão depressa, que teria caído de barriga, se ele não a pegasse. ‚Em suas mãos e joelhos, por favor, Gabrielle.‛ Ele disse e a deixou no chão. Isto estava< Apenas errado. Evitando as pernas ao lado dela, ela se moveu para o lado, ao redor e longe o suficiente para seu traseiro ir em direção à parede pelo menos. Ele suspirou e a puxou acima, deixando suas costas abaixo com seu traseiro em direção ao centro do quarto, então empurrou um pé entre seus joelhos, forçando suas pernas a se separar. Expondo-a mais completamente. ‚Você fica aí mesmo agora.‛ ‚Muito obrigado, chefe.‛ Ela estalou. A dor pungente percorreu sua parte inferior, e ela ganiu. ‚Silêncio, sub.‛ O sujeito velho disse, assinalando com o switch1 que segurava. Um switch. Inferno, nenhuma maravilha machucar. Seus olhos de pálido azuis a examinaram sem qualquer compaixão. ‚Eu repugno mesas de café ruidosas.‛ Marcus correu sua mão no lugar em chamas. Quando ela estremeceu, ele riu. ‚Gabrielle, você servir{ como uma mesa de café, até que eu retorne. Recomendaria que você se segure muito quieta — se derramar a bebida de alguém, essa pessoa poderá ter um boquete de você.‛ Um boquete? Olhou fixamente nele em descrença, um laço sólido formando em seu

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Haste ou vara flexível, comutador, utilizado como um instrumento de punição. Igual a uma flogger, porém com haste mais flexível.

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estômago. Eu não quero fazer isto. Não quero estar aqui. Ele pausou, e sua voz empreendeu um tom mais profundo, cortando a extremidade. ‚Eu fui claro?‛ Ela realmente, realmente não teve intestinos para desafiá-lo — não quando usou aquele tom. L{grimas borraram a sua vista. ‚S-sim, Senhor.‛ Ele curvou e acariciou a mão em seu cabelo. ‚Muito melhor. Eu sinto muito que não achar{ este um tempo confort{vel, Doçura.‛ A condolência em sua voz a fez querer se debruçar nele. Para implorar que não a deixasse. Mas ele fez. Foi embora. Ela soltou sua cabeça, não disposta a olhar para qualquer coisa ou ninguém. Nua, nas mãos e joelhos, seu traseiro exposto. Um segundo mais tarde, o homem velho deixou sua cerveja nela. A fria garrafa úmida a fez saltar, e graças a Deus, ele manteve o aperto da bebida ou ela teria batido nisto imediatamente. O homem mais jovem pôs sua cerveja nela também. Eles devem tê-las mantido na geladeira em temperaturas abaixo de zero, pensou quando um arrepio levantou em sua pele. Ela ficou no lugar, não movendo um músculo, e percebeu depois de alguns minutos que tendo sua expansão de pernas ajudava no seu equilíbrio. Não que ela perdoaria o Senhor. Perfeito de qualquer maneira. Os dois homens conversavam, discutindo os times de beisebol de Tampa, um suicídio recente fora da Ponte de Skyway, sobre Mestre Z, sua sub bocuda e sua mais recente infração. Eles pegaram suas bebidas, colocavam abaixo, lhe prestando tanta atenção como se ela realmente fosse uma mesa de café. Então ela percebeu que Mestre Sam deixou sua bebida direto na extremidade de sua omoplata. Sentindo a garrafa balançar, ela parou de respirar. Ajustando-se. Um minúsculo suspiro. Não se mova. ‚Eu penso que ela faz um pedaço bom de mobília.‛ A voz de Marcus veio por detr{s dela, e se surpreendeu só um minúsculo movimento, pegou< E derrubou a garrafa. 35


O vidro atingiu suas costas, e o frio chuviscar em suas costelas caiu em uma poça na base de sua espinha. O horror a percorreu, e suas unhas cravaram no chão de taco. Não, não, não. Pelo menos o outro homem já tinha recolhido o vidro de cima dela ou teria derramado a de ambos. Ela se empurrou até a posição de ajoelhar, e a cerveja fria gotejou abaixo entre suas nádegas, fazendo seu ânus enrugar. ‚Inferno, eu não terminei ainda.‛ Veio à voz áspera do homem mais velho. ‚Verdadeiramente uma vergonha.‛ Marcus agitou sua cabeça nela. ‚Bem, ela far{ melhor da próxima vez, eu assumo.‛ Isto não é justo. Vocês sujeitos me colocaram nisto, bastardos. Gabrielle viu o sujeito mais velho desabotoar suas calças de couro, e ela fechou seus olhos. Oh, não. Ele não iria… ‚Ela é boa nisto?‛ Sam perguntou a Marcus. ‚Primeira noite aqui. Eu não sei.‛ Marcus disse. ‚Você prefere que eu a dirija, ou você a leva?‛ Eu não preciso de qualquer merda de direção. Mas ela certamente não iria dar uma de esperta com Marcus agora mesmo — dando um boquete em um estranho já era ruim o suficiente. Eu não quero fazer isto. ‚Sinta-se livre.‛ Sam embainhou-se com um preservativo, olhou nela. ‚Eu prefiro estar coberto. Levante aqui, menina.‛ Ele se debruçou de volta e fechou seus olhos, seu pênis sobre seus couros como um pau de bandeira. Ela piscou em Marcus, querendo quebrar e implorar. Ele simplesmente acenou sua mão em direção a Sam, com um movimento de: `Siga em frente’. Ela rastejou acima e ajoelhou-se entre as pernas de Sam. Ele iria provavelmente gozar com um pouco de desafio. Satisfazendo-se… Mas estúpido. Seu coração acelerado, suas mãos ficaram frias e úmidas. Ela penteou seu cabelo atrás. Eu fiz sexo oral antes. Na realidade eu sou muito boa nisto. Depois de molhar seus lábios, ela tomou um firme segurar e começou a pôr o pênis em sua boca. 36


‚Mais lento Doçura.‛ Marcus murmurou. Ela olhou acima de seu ombro. Ele tomou a poltrona vazia próxima a Sam. Inclinado para trás, ele cruzou suas pernas nos tornozelos, como se acomodasse para um jogo de futebol no domingo. ‚Lamba-o como um cone de sorvete. Provoque-o com uma pequena quantidade, antes de você começar a trabalhar.‛ Provocá-lo? Ela planejou fazê-lo gozar o mais depressa possível. Mas do conjunto implacável da mandíbula de Marcus, o Dom imaginou isto. Ou talvez considerasse isto como parte de instruir um estagiário. Seu coração afundou — ela lhe disse que queria saltar direto. Com um suspiro mudo, lambeu em cima do pênis de Mestre Sam. Ele usou um preservativo com sabor de laranja. Uma risadinha escapou. Ele abriu seus olhos de um pálido azul e piscou antes de fechá-los novamente. Depois disto, de alguma maneira, não foi difícil de fazer um bom trabalho. Marcus supervisionou o tempo inteiro, murmurando instruções suaves. ‘Circule a ponta.’ ‘Chupe duro.’ ‘Massageie suas bolas com uma mão.’ ‘Agarre a base firmemente.’ Ela não se sentiu excitada sobre fazer isto, mas de alguma maneira tendo Marcus assistindo deixou seu pulso acelerado. Seus peitos formigaram onde eles esfregaram contra as calças de Sam, e ela corou. Como ela podia ficar excitada por esta< Esta humilhação? Sua boca começou a cansar quando Sam endureceu e gozou. ‚Muito bem feito, Doçura.‛ Marcus disse. ‚Não pare ainda. Retire suavemente.‛ Quando o pênis de Sam suavizou, Marcus apontou para uma pequena prateleira discreta, camuflada pelas samambaias plantadas. ‚V{ buscar algumas toalhas. Limpe-o e dê fim ao preservativo.‛ Ela começou a subir, e ele adicionou. ‚Sua resposta é o que?‛ ‚Sim, Senhor.‛ Ela estalou antes de pensar. Chamou a atenção, saudou, e incluiu uma olhada para garantir. Enquanto caminhava, se afastando, ela ouviu a voz empedrada de Sam. ‚Você vai ter um tempo divertido com esta aqui, Marcus.‛ 37


Provavelmente da mesma maneira que ela não ouviu a resposta de Marcus. Quando terminou de limpar Mestre Sam, ele arrepiou seu cabelo. ‚Bom trabalho, menina.‛ Depois de dobrar a si mesmo de volta em seus couros, ele levantou e se dirigiu ao bar. Gabrielle hesitou. O que agora? Antes de poder levantar, Marcus se debruçou adiante, pegou-a em torno da cintura, e a puxou entre seus joelhos, suas costas para ele. Com as mãos firmes, ajustou sua posição até que ela se ajoelhou, seu traseiro nu descansando em seus calcanhares, joelhos extensamente estendidos, e suas palmas em suas coxas. Como suas mãos cobrindo as suas, ela viu cicatrizes brancas e a espessa pele acima de suas juntas. Um advogado que entrou em uma briga? Inclinado adiante, ele apertou seus ombros, e sua bochecha escovou contra seu cabelo quando ele falou suavemente em sua orelha. ‚Quando eu disser que se ajoelhe, esta é a postura que desejo que você tome. Se concentre em chegar aqui depressa no momento. Nós trabalharemos com gentileza mais tarde.‛ ‚Sim, Senhor.‛ Ela disse, não querendo lutar. Suas pernas encostadas nela pareciam< Bom, como sua mão quente em sua pele gelada e sua bochecha contra sua orelha. Segura. E talvez ele até gostasse dela um pouco. Ele alcançou ao redor dela para acariciar seu peito. Ela mordeu seu lábio, querendo empurrar seu toque, e o que acabou não fazendo qualquer movimento. Por que sentiu como se ele tivesse o direito de lhe afagar? Com qualquer outro, ela sentiria como se estivesse sendo procurada no escuro. Quando ele deslizou sua outra mão entre suas pernas abertas, ela endureceu. Ele simplesmente continuou, deslizando seus dedos em sua umidade, e o prazer inundou seus sentidos. ‚Bem, Doçura.‛ Ele sussurrou, traçando o dedo circulando ao redor de seu clitóris. ‚Você poderia agir como se não apreciasse fazer Sam feliz, mas você parecia um pouco excitada. Isso poderia ser verdade?‛ Um rubor mortificado escaldou suas bochechas. Verdade, ela não quis admitir, mas 38


chupar o pênis de Sam, ouvindo as instruções firmes de Marcus — e imaginando seu pênis ao invés — chiou em suas veias. ‚Responda-me, Doçura.‛ Ele comprimiu seu mamilo, uma repreensão pequena, e maldição, ela estava quente o suficiente, a dor minúscula que enviou um tiro de eletricidade diretamente para sua boceta. Certamente não ajudou focar em seu dedo que se manteve deslizando em cima e acima de seu clitóris. ‚Você sabe que é verdade.‛ Ela disse tristemente. A falta de um Senhor ganhou outro beliscão, em seu clitóris neste momento, e ela ganiu. ‚Senhor. Sim, Senhor.‛ ‚Gabrielle, você parece ter dificuldade em seguir regras. Você est{ certa que quer estar aqui? Eu penso que uma posição de estagi{rio est{ exigindo demais de você.‛ ‚Eu posso lidar com isto.‛ Talvez. Porém, o castigo físico poderia ser mais fácil do que ele a transformar facilmente como se ele sacudisse um interruptor. E suas emoções estavam< Fora. Ela quis ficar aqui mesmo com seus braços ao redor dela. Mas isso não era o trabalho. Chamariz. Eu sou um chamariz. ‚Você é uma teimosa pequena coisa.‛ Ele a liberou. ‚Fique em pé, agora.‛ Já sentindo falta da segurança e o calor de seu abraço, ela ficou de pé. Fora a um lado, um grupo de ambos: submissas e Doms estavam observando e rindo. Ela adquiriu um público. Tempo para a sub infantil emergir. Mas< Oh Deus, ela não queria outro de seus castigos. Ela embrulhou seus braços ao redor de si, sentindo-se fria. Só. Querendo que ele a segurasse novamente. Estúpida, para desejar que ele gostasse dela. Estúpida por pensar sobre qualquer coisa exceto a tarefa em questão. Quando Marcus se levantou, Gabi gesticulou para o público e ruidosamente disse, ‚Todo mundo neste lugar est{ usando roupas. Isto não é justo, S...‛ Ela apenas se afastou de dizer Senhor. Que diabo estava errado com ela? 39


Sua boca afinou. ‚Bem agora, eu considero que nós podemos achar algo para você vestir.‛ Conforme ela olhou fixamente para ele em surpresa — o que cedeu nele? — ele a levou de volta ao bar. O garçom gigante do bar vagava. ‚O que eu posso conseguir para você, Marcus?‛ ‚Eu acredito em que eu poderia usar alguma corda de fibra sintética espessa e decorações superiores, papel e um marcador.‛ O garçom revolveu debaixo do bar. Quando ele entregou um rolo de corda e o resto dos pedidos de Marcus, ele agitou sua cabeça nela. ‚Você tem sido uma sub-ruim, gatinha?‛ ‚Ele est{ apenas mijando.‛ Ela disse e conseguiu um bufo de riso do garçom do bar. Ela fez uma careta nos artigos no bar. Corda? ‚Mas< Mas eu queria roupas<‛ ‚Você quer estar aqui? Então me mostre.‛ A voz fria do Mestre Marcus secou sua força de vontade para nada. Debaixo de seu impiedoso olhar azul, ela não podia achar< Qualquer coisa para< Dizer. Olhando fixamente nele, ela percebeu aquilo, apesar de Z garantir que Marcus a manteria por um mês, este Dom poderia se recusar a trabalhar com ela. E ele era o único treinador. ‚Eu quero estar aqui.‛ O canto de sua boca aumentou, como se ele visse sua incerteza. ‚Então vista sua< Roupa< Educadamente para o restante da noite.‛ Marcus colocou a corda ao redor dela, sua mão direita enroscando isto debaixo e entre seus peitos, puxando isto até que a pressão fizesse que seus peitos esticassem sua pele. Pareceu< Estranho. Confortável, como se as cordas a segurassem em um abraço. E quando ele a tocou, com seus olhos no intento de estudá-la, sua pele formigou e seus mamilos se enrijeceram em pequenos pontos. Uma vez que terminou, ele movimentou a cabeça em satisfação e abriu o envelope de plástico pequeno no topo de bar. Duas peças de jóias enfeitadas com contas, uma jóia, caíram em sua mão. 40


Ela fez uma carranca, reconhecendo-os uns segundos antes dele se curvar e pôr sua boca acima de seu mamilo esquerdo. Ele fixou uma mão atrás de seu traseiro e a segurou para não se afastar. Oh meu Deus. Ele vigorosamente chupou sua língua rodando em torno da crista. Com seu peito inchado, as cordas pareceram comprimir até mais, e o sentimento de sua boca< Puxando< Enviou prazer espiralando para sua boceta. Ele endireitou e esfregou seu mamilo, mantendo isto erguido, a pele seca. Quando ele parou, ela estava pronta para gemer. Até que ele pôs uma braçadeira no muito inchado, cume sensível. Ela gritou, tentado agarrar seu peito para arrancar a coisa maldita, e ele pegou suas mãos. ‚Adapte-se um minuto, mas tão contrário quanto você está, eu tenho uma noção que você não deixar{ isto no lugar.‛ Ele disse seus olhos em seu rosto. ‚Vamos. É só remover a tentação.‛ Ele forçou suas mãos para suas costas, e um segundo mais tarde, ele a tinha presa. Suas algemas juntas. E oh, Deus, a posição apertou a braçadeira até que sentiu como unhas em seu mamilo. Debaixo da sensação das algemas, ele assumiu o controle e o comando, ela não podia conter seu lamento. ‚Por favor, Senhor.‛ Sua cabeça balançou e ele a estudou. ‚Por favor, liberar você? Ou dar mais a você?‛ A precisão de sua pergunta a apunhalou direito. A braçadeira machucava e ainda< Mais. Eu quero mais. Empurre-me, controle-me< ‚Liberar-me.‛ Ele não a liberou, nem das restrições, nem de olhá-la por um minuto longo, longo. ‚Não. Você não est{ sendo verdadeira comigo< E tem provado também que não tem nenhuma disciplina.‛ Ele curvou e chupou seu outro peito, apertando a aréola entre seus dentes. Fogo abatido em sua boceta. Novamente ele a provocou com seus dedos, até que seu mamilo enrugou. A segunda braçadeira foi colocada, e ela silvou no formigamento, queimando de dor. Ela se contorceu e puxou suas algemas para ficar livre. ‚Maldição!‛ 41


Ele estudou seu rosto. ‚Você tem uma palavra segura, Gabrielle. Você podia usar isto agora.‛ F{cil assim, não é? ‚Não.‛ Ela friccionou. Seus olhos endurecidos, e ele arrastou uma braçadeira. ‚Não, o que?‛ ‚Não, Senhor.‛ Maldição você volte para o inferno. Ela olhou feio nele. ‚Eu posso cheirar sua estimulação, Doçura.‛ Ele suavemente disse. ‚Não continue a ser insolente comigo, ou curvarei você acima de um tamborete do bar e tomarei você agora mesmo, para todo mundo ver o quão excitada você est{.‛ Ela deu um passo atrás. Ele não iria. Mas do olhar inflexível em seus olhos, soube que ele faria. E a imagem, o pensamento de como se sentiria em ser tomado aqui por ele, fez uma poça líquida em sua parte inferior. Como este advogado impiedoso podia ser o primeiro homem que a excitasse como... Nunca? Até sabendo que ela devia continuar lhe cutucando, mordeu seu lábio e se manteve muda. Inacreditavelmente, não queira jogar mais de pirralha. Além disso, ela tinha outras pessoas em torno do bar avidamente assistindo, então talvez fizesse o bastante no momento. Ela definitivamente incomodou o Senhor Advogado, afinal. Ele escreveu no papel e dobrou isto debaixo da corda. Ela tentou ver, mas seus peitos bloqueavam sua visão da escrita. ‚Você não tem que servir bebidas mais hoje | noite. V{ e caminhe dando dez voltas em torno do bar. Desde que você parece apreciar atenção, você pode deixar os Doms admirar sua< Roupa.‛ Ele esperou. Com um suspiro, ele arrastou em uma braçadeira fortemente suficiente para que sua resposta quebrasse diretamente dela. ‚Sim, Senhor!‛ ‚Então, v{.‛ O agente Rhodes estava sentado em um lado, tomando sua bebida e assistindo. Com um olhar, Estúpido, viajou acima de seu corpo com seus peitos apertados e sua boca trançada em zombaria, ela se sentiu barata. Suja. 42


Ela firmou seus lábios e continuou, marchando em direção à parte de trás do bar, desejando que pudesse partir. Mas ela não podia. Isto é para você, Kim. E quando você 'retornar ao lar’, nós sairemos e riremos sobre o que fiz para conseguir você de volta. Nós iremos. Ela olhou acima de seu ombro e percebeu que Mestre Marcus não se moveu. Enquanto ele conversava com Cullen e outro Dom, a assistiu como se perguntando o que ela faria a seguir. Ainda sua expressão não a fez parecer suja — só impotente, que de alguma maneira derreteu seu interior. Um segundo mais tarde, um Dom jovem andou em seu caminho. ‚Jóia legal.‛ Ele disse. ‚Deixe-me sozinha.‛ Ela tentou desviar ao redor dele. ‚Você é rude.‛ Ele pegou oscilando a braçadeira de mamilo em uma mão, usando isto como um doloroso atar, conforme pegava seu peito com a outra mão. Owwww. Mãos apertando, ela se segurou quieta, sabendo que Marcus assistia. Dando sua permissão. De alguma maneira que fez este toque do estranho se parecer certo, até desconcertante, excitando. O Dom afagou seus peitos até que eles queimaram, e a deixou ir. Mais dois Doms fizeram o mesmo. O que Marcus escreveu no papel? Não parou. Ela estalar e insultar simplesmente resultava nas braçadeiras sendo arrastada até que seus peitos chorassem por alívio. Ela tentou caminhar mais rápido, mas os Doms ainda saiam dos tamboretes do bar, para lhe parar. Duas voltas. Três. E o tempo todo que ela caminhava, sentia Mestre Marcus a estudando. Oito voltas… Dez voltas. Oh, graças a Deus, ela conseguiu dar dez voltas. Ela procurou. Com o clube quase vazio, não precisava mais jogar de chamariz. Sua noite estava terminada, e queria ir para casa muito mal, que se agitou como um viciado precisando da droga. Marcus ainda estava sentado no tamborete do bar, tomando uma bebida, seu rosto ilegível. Ela parou na frente dele, viu que não havia ninguém próximo o suficiente para ouvir. 43


‚Por favor, Senhor. Posso conseguir isto fora? Eu posso ir para casa agora?‛ Se ele dissesse não, ela provavelmente choraria. As linhas boas nos cantos de seus olhos enrugaram. ‚Doçura, desde que você perguntou tão lindamente, tenho muito prazer em fazer este pequeno favor para você.‛ Ela esperou que ele deixasse seus pulsos livres primeiro. Ao invés ele a prendeu entre seus joelhos. Ele fixou uma mão em sua braçadeira esquerda e disse. ‚Prepare-se, querida.‛ ‚O que?‛ Ele removeu a braçadeira. ‚Aaaaah!‛ Ela não podia manter o gemido de escapar quando o sangue apressou por seu mamilo abusado. Bloqueando-a com firmeza em suas costas, seus braços empurraram estupidamente. Seu peito queimava como se ele estivesse coberto com ácido. ‚Shhh.‛ Ele curvou e lambeu ligeiramente acima do cume dolorido, aliviando a queimadura ligeiramente, e logo cada círculo de sua língua molhada enviou um erótico pulsar a sua boceta. Conforme a dor retrocedia e o calor dentro dela aumentava, percebeu que estava arquejando. Tentou retroceder. Ele riu. ‚Não, fique aqui, Doçura.‛ Ele dobrou um braço ao redor da sua cintura, uma barra de ferro a encarcerando. Antes de ela ter uma chance de preparar-se, retirou a outra braçadeira — o sádico bastardo — e suavemente tocou em seu peito com sua língua. As sensações que rolaram dentro dela foram demais: Dor, necessidade e confusão. Como um terremoto, agito começou em seu estômago e trabalhou sua saída até que seus joelhos tremiam. Ele se endireitou, suas mãos em sua cintura a impedindo de cair. Depois de estudá-la por um momento, retirou suas algemas e a puxou em seus braços. Ela deitou sua cabeça no buraco de seu ombro e sentiu como se o mundo ao redor dela estivesse amassando. O que estava errado com ela? Seus braços apertados, seu corpo duro, um lugar de estabilidade. ‚Est{ tudo bem, 44


querida? Shhh.‛ A dor aliviou para uma baixa pulsação, e seus tremores diminuíram conforme descansava contra ele. ‚Você nunca esteve usando braçadeiras de mamilo antes, não é?‛ Ele murmurou. ‚Nunca fez um boquete público, nunca teve um trabalho com corda e nunca realmente se submeteu. Qualquer coisa em seu formul{rio foi honesto?‛ Ele sabia. Fechando seus olhos contra a sensação de fracasso, ela tragou. ‚Algumas.‛ ‚Por que as mentiras?‛ Sua voz era nivelada, e seus braços firmes ao redor dela. Seu peito subia e descia devagar e uniformemente com cada respiração. ‚Eu quis ter certeza que você me levaria como um estagi{rio.‛ Pelo menos era honesta. Como se nada pudesse dizer, ele suspirou. ‚Significa tanto para você, Doçura?‛ ‚Sim, Senhor.‛ Ela sussurrou em seu ombro. ‚Por quê?‛ Ansiedade rasgou nela. Ele tinha que continuar fazendo perguntas? ‚Eu... Eu não posso explicar realmente. É só algo que quero que... Preciso.‛ Por Kim. ‚Bem.‛ Ele não se moveu por um minuto. Dois. ‚Certo, querida? Se Mestre Z est{ disposto a dar a você uma chance, eu farei o mesmo.‛ Oh graças a Deus, ele não iria fazê-la partir. O alívio trouxe lágrimas para seus olhos, e sua voz enrouqueceu. ‚Obrigado, Senhor.‛ ‚Não minta para mim novamente, Gabrielle.‛ Ela teria que mentir para ele, em seu tempo inteiro aqui. Ela teve um momento para conseguir sua expressão sob controle antes dele deixá-la, segurando ela por um segundo para se equilibrar e levantar. Ela manteve seu olhar baixo, assim ele não leria a culpa em seus olhos. Deixando-lhe pensar que estava envergonhada ou pronta para chorar. Depois de remover o papel debaixo de uma corda, ele deixou isto no bar. Ele desenrolou tudo rapidamente, fazendo o pulsar em seus peitos aumentarem novamente. 45


Quando ela tentou tocá-los, roçou suas mãos de lado, e sorriu ligeiramente, ele os massageou, ignorando seu gemido de dor, dando um olhar quando ela apertou seus pulsos para fazê-lo parar. Ela deixou seus braços caírem para seus lados, embora suas mãos estivessem fechadas. A dor entrosada com prazer com cada roce de seus dedos em um tiro de necessidade que seus mamilos enviavam para seu clitóris. Ela mordeu seu lábio, sentindo o calor que subia dentro dela. Quando mordeu os lábios olhando nele, que estudava seu... Seu rosto, suas mãos, seus ombros. Um sorriso leve curvou seus lábios. ‚Então, Gabrielle.‛ Seus dedos polegares circularam seus mamilos expandidos, muito sensíveis, de alguma maneira fazendo seu clitóris pulsar também. ‚O que você aprendeu desta lição?‛ Que eu nunca soube que poderia ficar tão excitada. Não. Resposta ruim. Ela olhou na escrita do papel dobrando debaixo das cordas: APRECIE OS BONITOS PEITOS. APRECIE-OS MAIS SE ELA NÃO FOR RESPEITOSA. MESTRE MARCUS. Nenhuma novidade que os Doms a maltrataram. Eu aprendi realmente o que significa, que você pode ser? Não parecia uma boa resposta também. ‚Não exigir roupa.‛ Sua boca afinou ligeiramente. ‚Tente novamente.‛ ‚Não exigir qualquer coisa e mostrar respeito, Senhor.‛ Agradecendo a Deus que o lugar esvaziou. Até o Agente Estúpido tinha partido. Ele esperaria no estacionamento a arrastando discretamente para seu apartamento, indubitavelmente esperando que o sequestrador agisse durante seu tempo. ‚Est{ certo.‛ Seus l{bios se curvaram acima. ‚Dê-me um beijo e me agradeça por sua lição de modos.‛ Nossa, chefe, obrigado por me torturar? Fechando as mãos ao redor de seus braços, ele a puxou adiante. Ela estremeceu quando seus mamilos trituraram contra seu terno — agradecendo a Deus que o material não era áspero, ela pensou, antes de seus lábios fecharem acima dos 46


seus. Aveludado e firme. Competente e gentil. E então ele a tomou mais profundo, tão duro e rápido que sua cabeça girou. Seu aperto em seu braço a manteve no lugar; Sua outra mão pegou sua mandíbula à medida que ele a saqueou, terminando sua lição apenas como quem estava no comando.

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Capítulo Quatro O rugido profundo da garganta do leão enviou um frio abaixo da espinha de Gabi. Inferno santo, ela não tinha estado aqui em um instante, e esqueceu que eles soavam como muito próximos. O suor debaixo de seus braços não era totalmente do calor. Uma voz em sua cabeça subiu ao redor como de um rato, gritando: Corre, corre, corre! Ele vai me morder. Ela arrastou em uma respiração, cheirando a amônia de urina de gato misturada com as flores tropicais e o ar matutino úmido. Depois de verificar a vegetação rasteira e musgo luxuriantes cobrindo as árvores para quaisquer felinos a espreita, ela correu para chegar até seu grupo. Enquanto a mistura de homens e mulheres escutavam atentamente o guia, Gabi afastou-se, não prestando atenção. Afinal, ela tomou Big Cat Rescue antes. Hoje, ela só desfrutaria os gatos e não pensaria na noite passada. Um dos dois não era tão ruim. Na próxima gaiola, uma pantera relaxada em um galho de árvore espessa e considerou o grupo com um porte que lembrou a Gabi de Mestre Marcus. E isso era o problema. Em vez de levar sua mente fora de Marcus, os gatos coloridos fulvos continuavam fazendo lembrar-se dele. Macio, lustroso e liso e confiante em si mesmo. Marcus até tinha o mesmo andar e o olhar medido. Em contraste ela se sentiu como um cachorro. Um redondo Cocker Spaniel filhote de cachorro que tropeça acima de sua gordura, com os pés fofos. Lambendo tudo à vista. Ela sorriu, lembrando como ela lambeu o pênis com sabor de laranja do Mestre Sam. Sim, ela esteve fazendo um bom trabalho de pensar sobre qualquer outra coisa. Com um suspiro renunciado, ela espreguiçou, tentando conseguir seu corpo acordado. Ela voltou ontem à noite, passando da hora de dormir habitual. E hoje ela se sentia cansada< E dolorida também. Até seu sutiã sedoso esfregava dolorosamente em seus mamilos sensíveis, inchados. Mais uma coisa para lembrar-lhe 48


daquele maldito Dom< E como seu toque tinha estado tão certo e um pouco áspero. Ela sonhou com ele. Por que Z não podia ter lhe dado para um Dom diferente? Um que não estava tão frio< E então tão quente. Um minuto Marcus a instruiu como se ela não tivesse deixado a escola, e no próximo a beijou< Seus l{bios tinham sido firmes, e ele a segurou como se tivesse o direito de tomar o que ele procurava. Ela fechou seus olhos quando um flash quente cresceu, girando no ar para temperatura de sauna. Maldição. Isto não era o tempo para ficar excitada com um sujeito. Como um chamariz, ela completamente esperaria ser esmagada ou estaria envergonhada por se portar mal, até para ser procurada no escuro e fazer sexo com as pessoas que não conhecia, mas ela nunca conceberia de querer alguém. Claro que Marcus era magnífico, ainda que nunca encontrou alguém tão bem esculpido, bonito e tão quente antes. Mas, o Senhor Advogado Sufocante de alguma maneira a excitava só olhando para ela. Talvez devido a sua falta de atividade recente. Depois de Andrew, ela perdeu interesse em encontros, desde quando ela terminou com ele, percebeu que uma vez mais escolheu um homem que seus pais aprovariam. Você pensaria que ela aprenderia. Aquele tipo de homem gostou dela no princípio, então começou a ficar cada vez mais crítica. Ela nunca esteve à altura de suas expectativas — nunca estive à altura de meus pais? Expectativas de qualquer um. Ela nunca seria perfeita. Marcus é… Maldição, eu não gosto das pessoas perfeitas. Bem, não importava. Depois de outra noite ou então de sua insolência, Marcus odiaria vê-la. Que acabou de fazê-la sentir-se até mais miserável. Atrás dela, da área de estacionamento, os pavões gritavam, recordando-a para realidade. Uma realidade ruim. Irritada, ela se arrastou depois do grupo, desgastando seu tênis no caminho de sujeira. Em um canto perto da caneta, uma pantera gorjeou o som uma oitava mais baixa do que seus gatos? Vozes. 49


Seus pobres gatinhos. Quando ela se mudou ao apartamento barato que o FBI obteve para ela, seus dois meninos amuaram, descontentes em deixar toda sua mobília bem marcada para trás. Ela totalmente entendia. Este trabalho a fez se sentir como um animal em um jardim zoológico — presa em um documento anexo minúsculo, feios debaixo de todos os tipos de regras, com alguém assistindo o tempo todo. Era provavelmente por que ela pensou sobre visitar aqui esta manhã, simpatizando com os outros animais presos. Ela compartilhava outro laço com os grandes gatos aqui. Eles sabiam tudo sobre caça. Apesar do sol abrasador, Gabi estremeceu. Eu estou presa. Esperançosamente o sequestrador a teria tomado como isca e estava seguindo Gabi agora mesmo. Se não, ou se ele não tentasse os outros chamarizes, a investigação protelaria até que fizessem um movimento — indubitavelmente em alguma outra cidade. Parte dela queria ser escolhida, a vítima infeliz que o atrairia em uma gaiola de agentes de FBI. Outra parte, assustada pedia para ir para casa e enrolar-se com seus gatos. Quantas mulheres ele rasgou de suas vidas e vendeu? Kouros disse que o sujeito podia ter estado fazendo isto durante algum tempo. Ela sentiu os dedos roçando a cicatriz em seu rosto e afastou sua mão. Eu não quero ser seu objetivo. Mas ela não teve nenhum caminho melhor para ajudar sua amiga. O que aconteceria para Kim — e para todas as outras mulheres — se ele não fosse pega. Mantenha o curso, Gabi. A excursão parou quando o guia conversou sobre um tigre, salvo de um jardim zoológico. Enquanto eles assistiram, um assistente lançou uma melancia em uma lagoa. Gabi deu uma risadinha quando o gato enorme pulou abaixo em um declive e lançou-se depois disto. Água respingou por todos os lugares. Conforme caminhava para o estacionamento, ainda sorrindo, ela ligou seu telefone celular de volta. Dois telefonemas de Rhodes. Antes de ela retornar para seu carro, ele chamou novamente. Oh, que alegria. 50


‚Oi.‛ Ela disse. ‚Você não est{ cortando isto, Renard<‛ Ele continuou em ser um completo Estúpido. Ela não fez um bom trabalho ou tinha sido not{vel o bastante< ‚Duas outras mulheres fizeram mais barulho, do que você ontem à noite, Renard. Uma loira e uma morena. Melhor olhar você também, então me diga por que o sequestrador escolheria você, se pudesse agarrar uma delas?‛ Bem, isso machucou. Talvez não devesse desde que soube que não era especialmente bonita, mas ainda assim< Ela mordeu de volta sua primeira resposta. Como uma assistente social, ela aprendeu que chamar alguém de burro perdedor tendia a estragar qualquer chance de cooperação. Uma vergonha que a droga da escória idiota, não pudesse pegar o conceito. ‚Eu entendo.‛ Ela docemente disse. ‚Mas não se esqueça se eu for muito mal comportada, eles perguntarão por que Z me colocou como estagiaria. Mas eu tentarei ser mais alta hoje à noite.‛ ‚Acho bom você estar mais alta.‛ Ou o que? Você me levará fora deste trabalho e conseguirá uma pessoa sem pista de como estar em um clube? Ela mudou o assunto. ‚Eu tenho alguém me assistindo durante o dia?‛ ‚Claro. Existe sempre um agente em algum lugar próximo de você. Só v{ sobre seus negócios e deixe o trabalho para nós.‛ Sua mão apertou no telefone. Trabalho, huh? Ela iria longe o bastante para servir como auxílio. Talvez ela devesse pregar braçadeiras em seu pau e deixá-lo descobrir as alegrias e deveres de uma isca< Se alguém pudesse achar o que era provavelmente um extremamente pequeno pau. Ela sorriu. ‚Farei.‛ Ela estalou o telefone fechado. Ele certamente não mudou desde o ano passado. Ela fez careta. Depois de um tiroteio da escola em Tampa, as citações chamaram especialistas de vítima de outras áreas, inclusive seu escritório de Miami. O estúpido encabeçou a 51


investigação, e eles tinham pedido sua cabeça acima de seu comportamento grosseiro em direção a mulheres, como as irmãs de um dos atiradores que sentiram que elas não podiam dizer qualquer coisa. Devido a suas conexões altas, suas reclamações foram ignoradas. Ele era tal bastardo. Mas agora mesmo, o bastardo teve um ponto. Ela precisou ir acima de seu ao infantil. Ela rolou seus olhos. Por pensar que tinha uma competição de ‘levada’ do clube. Infelizmente a mais desobediente sub não receberia um troféu, mas escravidão ao invés. Sua diversão morreu. Tinha agentes a assistindo, mas as outras duas submissas no Shadowlands não tiveram. Se o sequestrador tomou aquelas mulheres porque Gabi não fez um bom e suficiente esforço< Como podia ela viver com isto? Então… Devia ser mais alta e mais sórdida. Ela sacudiu o telefone abrindo e fechando, tentando pensar sobre caminhos vistosos para demonstrar que ela era uma submissa do caralho. Atitude rude, conferido. Insultos? Humm. Ela sorriu. As vítimas adolescentes que aconselhou certo que tinha sido bom. Talvez faça uma lista e memorize alguns. O que mais ela podia fazer para mostrar ser uma fedelha? Ela deslizou em seu carro, então deu uma risadinha, lembrando-se de uma das ordens de Marcus. Ela não queria se depilar lá embaixo de qualquer maneira.

Depois de levantar pesos por uma hora, Marcus caminhou no vestiário da academia. Ele movimentou a cabeça para um aluno desengonçado na academia que trocava um uniforme de caratê. ‚Tim, como você est{ indo?‛ 52


‚Bem, homem, bem.‛ Tim terminou de amarrar seu cinto marrom. ‚Sensei perguntou se você j{ tinha chegado. Ele quer você para mentor de um par de novos meninos.‛ ‚Ah.‛ Marcus fez uma careta. Ele passou limpando um pouco de seus casos, tinha um argumento final para preparar, outro encontro no tribunal depois disto. Como um advogado de acusação, nunca lhe faltava coisas para fazer, mas ele preferia guiar a próxima geração na direção certa, em lugar de prendê-los no espeto em um tribunal. Ele acharia tempo. ‚Por favor, diga a ele que terei muito prazer em ajudar.‛ ‚Bom negócio. Sua mamãe trouxe-lhes — soou como eles estivessem correndo de uma gangue.‛ ‚Conseguiu isto.‛ Enquanto o jovem homem foi para fora, Marcus agitou sua cabeça. Malditas gangues. Bem, ele daria ao sensei uma mão em conseguir os meninos num caminho melhor. Colocando seu quimono, Marcus olhou no relógio de parede. Depois da aula, ele teria só o tempo suficiente para se banhar e trocar-se, antes de ir, em direção ao Shadowlands. Ele sorriu, esperando ansiosamente pela noite. Ele apreciava trabalhar com os estagiários e fazer cenas com os vários subs no clube, mas Gabrielle adicionou uma sensação de desafio que ele não sentia em muito tempo. Não percebeu que tinha sentido falta. E ainda assim não gostava de submissas mal comportadas. Como ele amarrou sua faixa preta, e pensou em sua antecipação. A nova estagiária tinha um atraente pequeno corpo, suave e curvilíneo. Seu rosto tinha caráter, que ele acreditou mais atraente que a mera beleza, embora ela fosse bonita também, com aqueles olhos marrons ricos e a pele pálida guerreando com seu cabelo vermelho. Então sim, seu aparecimento o atraiu. Sua personalidade? Ela tinha um senso de humor ardiloso e uma risadinha suave, abafadora que o fez dar risada. Definitivamente esperta. E tinha um charme calmo — pelo menos quando não estava tentando ser irritante. Ela o testou a noite toda. Mas, no pouco tempo que a viu se submeter tinha sido arrojada. Ele queria mais. Queria ela em escravidão, com rendição disposta em seus olhos. 53


Como seria na cama? Quando ela o beijou, focou sua atenção inteira nele. Não se preocupando sobre outras pessoas, suas roupas, seu cabelo... Somente se dando inteira. Aquele tipo de concentração era tão sensual quanto era atraente. Um homem tinha que se perguntar, se ela se concentraria em foder tão completamente. Ele começou a endurecer e deu um exasperado bufar. Uma ereção em uma aula de caratê? Ideia ruim. Além disso, estava muito cedo para pensar em tomar à pequena sub. Muito cedo até para fazer planos sólidos de como a treinar. Tão impossível de predizer quanto ela era, ele precisava tocar isto adiante. Esperando compreender por que ela tinha uma atitude tão rebelde, e então poderia centrar algumas cenas em torno do problema. Sorridente, bateu seu armário fechado e estalou o cadeado. Qualquer modo que olhasse para isto, ele duvidava que estivesse chateado hoje à noite.

Campo de treinamento, estilo Shadowlands. O chão de madeira machucava os joelhos de Gabi quando ela se ajoelhou na entrada com os outros estagiários para inspeção de Mestre Marcus, antes de a noite começar. Conforme ele passeava em linha abaixo, ela continuou esperando que ele fosse gritar: Rifle limpo, Privada? Ela olhou fixamente para o chão. Não dê uma risadinha, boba. Sapatos apareceram, uma boa calça comprida cinza, um casaco de terno, e< Quando ela encontrou o olhar atento de Marcus, sua diversão desapareceu — junto com o resto de sua mente. Ele a segurou, congelada no lugar, apenas com o poder de seus olhos. 54


Então ele sorriu. ‚Bem vinda de volta ao Shadowlands, Gabrielle. Levante-se agora.‛ Sentindo-se desajeitada depois da graça suave dos outros, ela ficou de pé e imitou a posição que eles tomaram. Ombros na largura dos pés separadamente, mãos apertadas atrás das costas, ereta, queixo para cima. Senhor, sim, Senhor. Mas com o seu olhar afiado igual a uma navalha percorreu seu corpo, ela corou e os cumes de seus mamilos se contraíram felizmente oculto pelo colete. Seguramente que não deveria acontecer no acampamento. ‚Você parece muito bem.‛ Ele disse em seu tom profundo, voz lentamente melada, e sua aprovação fez-lhe sentir como se conseguisse uma estrela de ouro em seu caderno de ortografia. Claro, ela mereceu uma estrela de ouro por seu traje. Ela foi para uma aparência selvagem com um colete de couro atado e saia de couro pequena combinando. Sabendo que ela estaria descalça, ela pintou as unhas dos dedos do pé em um extravagante vermelho. Tatuagens temporárias de espadas e espinhos circulavam seus braços superiores. Ele deslizou sua mão em uma tatuagem, e suas sobrancelhas se curvaram. Conforme sua palma calosa continuava abaixo de seu braço, seus joelhos debilitaram. Como um homem podia tocar — e fazer uma maldita bagunça nela com isto? Seu olhar atento em seu rosto, ele ergueu sua mão e mordiscou seus dedos. Quando seus dedões do pé enrolaram, ele sorriu devagar. ‚Hoje | noite você servir{ ao lado do salão de dança. Lembre-se, que você não pode tocar ninguém sem minha permissão, mas você est{ encorajada a parar e conversar.‛ Sua voz de uísque liso espiralou em torno do topo de sua espinha e deslizou diretamente até sua virilha como um gole de sexo sem prova. ‚Com todas as instruções que você teve ontem à noite, eu não estou certo que expliquei isto bem. Mestre Z podia facilmente contratar garçons, mas servindo bebidas significa que você encontrará Doms sem a pressão de achar algo para dizer. Faz sentido, Doçura?‛ Ele pausou. Infelizmente ela não estava aqui para encontrar Doms, com exceção de um sequestrador. ‚Sim, Senhor.‛ ‚Então, temos que ir.‛ 55


A meio caminho da noite, a pele de Gabi começou a parecer muito pequena para seu corpo. Servindo bebidas devia tê-la chateado. Mas os Doms paqueravam com ela. Tocando-a de um modo que os conseguiria lançados fora de um bar normal, frequentemente acariciando a tira de pele nua entre seu colete e saia. Embrulhando uma grande mão ao redor de sua coxa, enquanto conversava com ela. Sempre simpático, ainda fazendo isto claro que eles poderiam algum dia pedir permissão por sua< Companhia. Enquanto ela vagava através do Shadowlands com outro conjunto de bebidas, a música da área de dança ao canto pulsava contra ela em um ritmo quase sexual, pontuados por gritos agudos e gemidos das cenas em torno do perímetro do salão. Muitos gritos vieram de onde o Mestre Sam, do preservativo com sabor de laranja estava chicoteando uma submissa na estação de cadeia. Sua aparência desagradável, com chicote preto pequeno que fez marcas vermelhas e longas na pele bronzeada da mulher. Gabi aproximou e se encolheu com cada pausa entre golpes que pareciam calculados para causar mais dor. A sub gritou novamente, o som mais alto do que antes. Sam parou e conversou com ela, acariciou seu cabelo, e verificou as correntes e algemas segurando seus braços acima de sua cabeça. Quando a sub murmurou algo e sorriu, Sam riu, beijando-a ligeiramente, caminhando atr{s para seu lugar< E retomando. Retomou. Deus estava apavorada de assistir. Eu não gosto muito de dor. Ainda o laço entre Mestre Sam e sua sub cresceu conforme continuava até que era quase visível. Ele se concentrou em sua resposta tão completamente que o edifício poderia cair sem que notasse. Aquele tipo de atenção era< Convincente. Excitante. Todavia, cada quebra do chicote a fez vacilar. Não para mim, obrigado. De fato, ela realmente, realmente esperava tocar de pirralha, sem conseguir quaisquer castigos dolorosos. No bar, Mestre Cullen tomou sua bandeja, um sorriso em seu rosto escarpado. ‚Você fez bem, gatinha, e seus deveres no serviço estão terminados. Você pode se juntar a Mestre Marcus agora.‛ 56


‚Oh. Certo.‛ Ela viu suas sobrancelhas levantadas e emendadas. ‚Sim, Senhor.‛ Unirse a Marcus. Quando se lembrou dela sonhar ontem | noite e onde as mãos< E boca de Marcus< Tinha estado o calor a percorreu. Ela lambeu seus lábios. O que ele faria hoje? Ele a tocaria em uma cena? Seus interiores derreteram como sorvete em uma tarde de verão. Um segundo mais tarde, a excitação enfraquecida, deixando-a fria do lado de dentro. Ela não estava aqui para divertir-se. Pelo contrário, ela estava aqui para ser notada< De alguma maneira< E ela não teve muito sucesso até agora. Embora ela tenha sido insolente com os membros, uma garçonete infantil não teve muita atenção. Ela precisava ser irritante em cena com um Dom/sub, que significava que ela teria que desafiar Marcus. Ela apertou a mão num laço repugnante que formava em seu estômago. O garçom enorme do bar debruçou um antebraço espesso no topo do bar. ‚Pequena sub, você parece preocupado sobre algo. Seu problema é com Mestre Marcus?‛ ‚Não, Senhor.‛ Mas eu vou ser seu problema brevemente. ‚Não por isso.‛ Mestre Cullen estudou seu rosto por um segundo. ‚Então converse com ele sobre isto, amor. É por isso que ele est{ aqui.‛ ‚Sim, Senhor.‛ Ela se apressou longe, incapaz de insult{-lo, depois de sua preocupação com ela. Apenas devia ter sido rude de qualquer maneira. Recupere-se sendo uma pessoa agradável, Gabi. Enquanto procurava no salão por Marcus, ela ficou alerta para qualquer um que agisse muito interessado nela — embora o sequestrador provavelmente não usasse um sinal dizendo SUJEITO RUIM, e como uma nova estagiária, ela atraiu atenção de todo mundo. Ela eventualmente achou Marcus observando uma das cenas nas estações. Um macho submisso estava curvado adiante com suas mãos e cabeça amarradas. Sua Domme usava uma correia com um pênis e empurrava isto em seu traseiro tão vigorosamente quanto qualquer homem que Gabi já viu. Gabi tragou e deu um passo atrás. Isso pareceu só estranho. Fascinante, mas estranho. 57


Embora o sub estivesse gemendo como se estivesse morrendo, seus olhos ardiam brilhantes com excitação, e seu pênis ereto pareceu pronto para estourar. ‚Por favor, Senhora.‛ Ele implorou. ‚Por favor, deixe-me gozar.‛ Pobre Sujeito. Gabi girou sua atenção para Marcus. Ele estava tão relaxado, que ainda tinha uma aura de poder ao seu redor. De alguma maneira nunca pareceu fora de equilíbrio, e ela nunca parecia achar a sua. Com um suspiro, ela juntou-se a ele. Ele sorriu abaixo nela e deslizou um dedo junto ao seu queijo, enviando todo nervo em ‚me d{ mais disto‛ de suplicas. ‚Você está indo bem, Doçura. Embora ouça que você seja um pouco atrevida, os membros pensam que você é uma maravilhosa adição para os estagi{rios.‛ Grande, como ela deveria ser um osso duro de roer, quando aquele traseiro queria derretê-la direito em uma poça? ‚Obrigado, Senhor.‛ Então o significado do que ele disse foi registrado — todo seu trabalho e eles apenas a consideraram atrevida? Não desobediente? Não desrespeitoso? Inferno. ‚Agora descanse aqui um pouco e me dê suas impressões das cenas que você testemunhou hoje | noite.‛ ‚Um. Certo.‛ Ela movimentou a cabeça para a cena. ‚Eu posso ver que ele est{ se divertindo, mas um sujeito implorar, não faz nada para mim.‛ Um canto da boca de Marcus curvou acima. ‚Não.‛ Ele murmurou. ‚Eu considero que você é definitivamente uma submissa.‛ Submissa. O modo como disse a palavra soou como uma carícia, mas de alguma maneira neste lugar, era muito mais assustador do que admitia. Em jogos de escravidão antes, ela nunca desistiria de qualquer coisa exceto mobilidade. Aqui< Apenas de olhar nos olhos de Mestre Marcus sua respiração parava — o olhar que lhe disse que ele exigiria mais dela que só sua liberdade física. O pensamento a estava excitando< E apavorando. Quando ela instintivamente se afastou, ele enrolou sua mão ao redor de sua nuca e a 58


moveu de volta. O calor de sua palma espalhou externamente, até que sua pele queimava. ‚Continue Gabrielle.‛ Ela molhou seus lábios secos e tomou à dianteira. ‚Bem, assistindo Mestre Sam chicoteando alguém me aborreceu. O chicote e a dor fizeram-me querer rastejar debaixo de uma mesa e esconder-me.‛ Marcus riu. ‚Bom saber. Soa como se lá a algo que esteja atraindo você?‛ O Dom podia dar lições em observação. ‚Eu< A interação entre eles? Eu não posso descrever isto.‛ Ela sentiu aquele tipo de cerco< Comunicação< De uma só vez. Sua primeira vez em um clube, um Dom mais velho, e uma cena pequena. E ela nunca acharia qualquer coisa terminada novamente. Até agora. Os olhos de Marcus suavizaram. ‚Isto é o coração de uma cena. Muito bom. Continue.‛ ‚Hum. As duas meninas e um sujeito< Teria apreciado isto melhor sem a menina extra.‛ Ele riu. E esperou. Ela tentou retroceder novamente, mas sua mão ainda a segurou no lugar. Isto de compartilhar impressões< Pessoais< Quanto mais fez, mais desconfortável era. Ela disse a ele sobre as cenas que não a afetaram muito, mas agora< Seu dedo polegar acariciou o oco na base de seu crânio, dando-lhe arrepios. ‚O que est{ errado, Doçura?‛ ‚Eu< Eu não sei você. E esta conversa sobre este material é muito pessoal. Respondendo suas perguntas ontem j{ foi ruim o suficiente.‛ Mas agora queria cavar em suas fantasias, Maldição. Sua mão ainda enrolada ao redor de seu pescoço, ele girou-a para enfrentá-lo mais completamente. A ruga das linhas de sol disse que ele entendia, mas o conjunto de sua mandíbula disse que ele não cederia. ‚Você est{ correta. Isto não é uma relação normal entre Dom/sub, e 59


algum dia espero que você tenha um real. No momento, eu sou responsável não só por vigiar você, ensiná-la, ajudar a achar um bom Dom< Mas também para ver suas necessidades.‛ Sua boca soltou aberta. ‚Você< Eu não tenho necessidades. Eu quero dizer, só estou aqui...‛ ‚Todo mundo tem necessidades, querida? Que você acha que não quer dizer, que nós só teremos que explorar mais tempo.‛ Neste momento os arrepios vieram totalmente de suas palavras e o olhar implacável em seus olhos. Oh Deus. ‚Diga-me sobre as outras cenas.‛ Ele a considerou como se ele pudesse ver direito em seu coração e alma, e isso era assustador. Ele estava exigindo mais dela do que queria dar a< Ninguém. Nenhuma escolha. Ela se ajeitou, imaginando que ele não a estava tocando e que seu odor masculino não girava seu cérebro em mingau. Pense. ‚O homem preso na gaiola me assustou.‛ Isso era seguro o suficiente para dizer. ‚O jogo de cera foi<‛ Ela sufocou, tentando compreender como chamar isto. Definitivamente não diga erótico interessante e assustador. Agindo rudemente quando amarrada em uma mesa, com cera gotejando sobre sua pele soou passar de masoquista. ‚Assustador.‛ Ele levantou uma sobrancelha. ‚Foi mesmo?‛ Por que ele não parecia seguro? ‚E a sub pareceu fora disto, como se ela tivesse bebido demais ou algo assim.‛ ‚Isto é chamado subespaço, Doçura. Você podia chamar isto de endorfinas, talvez. É uma boa coisa — uma espécie de euforia.‛ ‚Oh. Huh.‛ Ela considerou o retrato novamente. A sub tinha sorrido, obviamente perto de gozar, e mais alto que uma pipa. Uma feliz pipa. ‚Certo.‛ ‚Mais.‛ ‚Isto é tudo.‛ Melhor parar enquanto eu estou sóbria. ‚Você presenciou a cena com o Dom tomando seu sub no traseiro?‛ Ele suavemente 60


perguntou. Ela tragou. Oh, ela viu. A mulher veio muito violentamente, ela gritou mais alto do que o submisso que Mestre Sam chicoteou. ‚Eu vejo que você viu.‛ Ele pôs um dedo debaixo de seu queixo, forçando-a a encontrar seu olhar. ‚Você est{ interessado em tentar sexo anal, querida?‛ Deus sim. Não. ‚Um. Talvez? Não.‛ Ela esfregou as mãos úmidas em sua saia. O pensamento dele atr{s dela, empurrando< ‚Não.‛ Sua bochecha direita dobrou. ‚Bem então, nós não só precisamos trabalhar em sua honestidade, mas nós precisaremos conseguir este bonito traseiro preparado.‛ O que? Seu ‚bonito traseiro‛ enrugou em terror. E seus peitos apertaram com excitação. Por que ela teve tanta dificuldade lembrando que isto era só um trabalho? Eu estou confusa. ‚E falando de preparação, você iria melhor se me mostrar a sua boceta. Eu me esqueci de verificar seu trabalho durante a inspeção.‛ Erguendo sua saia acima, assim ele podia olhar lá embaixo? Ela corou, e então o resto de sua sentença indicou. ‚Verifique seu trabalho.‛ Oh Deus. Sua respiração ficou presa, e seu estômago soltou diretamente de seu corpo. Ela não se depilou. Ela deliberadamente não se barbeou, mas agora ela realmente, realmente desejou que tivesse feito. Ele estaria tão infeliz com ela. Desaprovando. Como seu pai, que agiu como se ela nunca fez qualquer coisa direito. Eu não deveria me importar com as reações de Marcus. Sub Infantil, sub infantil, sub infantil. Ela segurou sua saia e inclinou sua cabeça. ‚Que trabalho?‛ Seus olhos estreitaram, como se ele visse quanto esforço que levou para colocar o ato rebelde. ‚Erga sua saia, Gabrielle. Agora.‛ O poder de sua voz precipitou-se nela, e quis derreter em uma poça em seus pés. Ela percebeu que suas mãos já agarraram a parte inferior de sua saia e começou a erguer. Não, não, não. Ela forçou seus dedos abertos, deixando de erguer sua saia. O que eu devo fazer para atrair atenção. Ser rude. Descarada. Arrastando em uma 61


respiração rápida, ela soprou uma framboesa. ‚Erga isto você mesmo, grande menino.‛ Um momento de silêncio dele. Então, ele agitou sua cabeça. ‚Acredito que farei apenas isto.‛ Ele agarrou seu braço, soltou-a abaixo na cadeira atrás dele, e colocou seu rosto acima de seus joelhos. ‚Hey!‛ A realização de que ele planejava bater-lhe. Espancá-la? Como se ela fosse uma criança? A humilhação raspou como uma lixa, aumentando quando se lembrou de quantas pessoas estavam perto. Eles veriam< A vergonha, horror e fúria emaranhada como uma bebida fermentada, espumando. Ela chutou freneticamente e tentou empurrar-se de volta para seus pés. Ele a mudou até que ela não teve como se mexer, e enganchou a perna direita acima de seus tornozelos. Ela sentiu sua saia de couro erguer, um sopro breve de ar, e então ele bateu em seu traseiro. Duro. ‚Ow!‛ A fúria ganhou, e ela gritou isto. Fazer uma cena? Se ele a quisesse espancar, ele só veria que tipo de pesadelo, uma sub mal disciplinada podia criar. Espancá-la? ‚V{ se foder, idiota!‛ Sua voz permaneceu perfeitamente controlada, mas ela podia sentir sua raiva chiando. ‚Eu estou ficando completamente cansado de seu comportamento intrat{vel. Ontem, como você era nova, eu não dei a você muita tarefa. Mas você está tentando me aborrecer de propósito, e eu acredito que você est{ tendo um pedaço maior do que você pode mastigar.‛ Ele pausou como se para deixá-la falar, mas não teve nada para dizer. ‚É melhor você contar para mim. Se você me mostrar que sente muito, pararei na conta de dez. Caso contrário espancarei você até que as vacas voltem para casa.‛ ‚Isto é uma ideia idiota.‛ Ela estava muito brava para restringir sua boca. ‚Você é um idiota.‛ Ela tentou chutar e não chegou a nenhum lugar. ‚Até Jesus pensa que você é um idiota.‛ Ela ouviu um bufo de riso. Então ao seu modo, uma mão muito dura bateu em sua nádega esquerda. 62


Dor em chamas. ‚Ow!‛ Ele não pode fazer isto comigo, Maldição. ‚Você cérebro de merda! Você é sempre estúpido, ou hoje é uma ocasião especial?‛ ‚Gabrielle, eu tenho uma noção que poderia apreciar sovar você. Deixe-me saber quando você estiver preparada? Para começar a contar, sub.‛ Então os golpes começaram sobre sua parte inferior como se todo o inferno colidisse abaixo dela. E cada bofetão machucou — realmente, realmente machucou. Ela chutou e gritou. Ela precisava fazê-lo parar, fazer algo para machucá-lo de volta — que ela mordeu sua perna. Ele parou e agarrou seu cabelo antes dela conseguir um bom aperto, então arrancou sua cabeça para longe de seu tornozelo. Ow, ow, ow. ‚Não, Gabrielle.‛ Ele disse firmemente como se para uma criança, e um flash de vergonha correu por ela. Ela tentou mordê-lo? Ele segurou sua cabeça em cima tempo o suficiente para ela conseguir o ponto, então lançando seu cabelo, e a espancou novamente. Até mais severamente. Quando tudo ao redor de sua pulsação parecia com dor listrada de vermelho, ele parou por um segundo. ‚Você quer contar, Gabrielle?‛ ‚Um!‛ Ela chupou em uma respiração, e as loucas palavras deslizaram. ‚Cretino, um!‛ Marcus apertou seus dentes juntos para manter um berro de riso de escapar. Nolan e Dan pararam para assistir, e seus ombros agitaram do mesmo esforço. Maldição, como ele podia querer bater em seu traseiro e ainda pensar que ela era tão atraente? Ele esperou até que sua voz estabilizasse. ‚Falar mal de seu Dom não é respeitoso, sub. Eu acredito que sua conta está à zero.‛ Quando ela se contorceu, ele pegou o flash de seu pêlo púbico encaracolado. Ele suspirou e deu-lhe mais três golpes, neste momento abaixo de suas nádegas. Ela alargou metade de um grunhido, metade de um grito agudo. ‚Eu sinto muito. Um! Um, certo? Um, Senhor.‛ 63


Ele pausou. ‚Isso soa melhor, Gabrielle. Um então.‛ A raiva indo, ela apertou seu rosto contra sua perna e começou a chorar. Seu intestino contraiu. Ele apreciava dar palmadas eróticas. E embora lutando como uma pequena sub gritando fosse divertido, machucar e chorar era completamente diferente. Isto pareceu demais como chutar um filhote de cachorro. Mas recuar seria a escolha errada. Ela tinha que aprender em nível intestinal, que seu comportamento tinha consequências. Ainda assim, ele iluminou seus golpes e diminuiu a velocidade o suficiente para que ela pudesse contar: ‚Dois, Senhor. Três, Senhor<‛ Quando a conta alcançou dez, ele olhou para sua pobre parte inferior e agitou sua cabeça. Ele não a tinha atingido tão vigorosamente quanto fez com os masoquistas e viciados em surras, mas sua pele brilhava e ardia de um ígneo vermelho. Ela poderia até ter uma contusão ou duas só porque seu suave traseiro não estava acostumado a castigo. Ele suspirou e acariciou as costas, dando há ambos uns segundos. Ele notou a sub de Nolan, quando ela trotou e deu a seu Dom um tubo de loção. Nolan pegou o olhar de Marcus e meneou o tubo, então correu suas juntas acima da bochecha sardenta de Beth, sua pele quase tão pálida quanto à de Gabrielle. O Dom chocouse, obviamente, com o problema antes. Marcus movimentou a cabeça. Nolan veio até ele, sacudindo e abrindo a tampa, e apertou um pouco de loção na palma de Marcus. Refrescante e o odor como o de girassol, mais suave de arnica se moveu pelo ar. Muito bom. ‚Obrigado, Nolan.‛ O rosto {spero do Dom segurou condolência. ‚Realmente ajuda.‛ Ele quietamente disse, então se afastou com sua sub. 64


‚Não se mova, Doçura.‛ Marcus advertiu Gabrielle. Maldição, isto machucaria quase tanto como a surra. Ele fixou uma mão em suas costas mais abaixo, para lhe segurar e começou a massagear o unguento em sua pele avermelhada. Seus soluços suaves se transformaram em um grito fino, obviamente de entre dentes friccionados. Marcus estremeceu. ‚Isto ajudar{ o ferimento, amada.‛ Ele disse, e apesar dela se contorcer, ele fez um trabalho completo. Feito. Marcus fechou seus olhos e exalou. Maldito Z por colocá-lo nesta posição. Esta pequena sub não devia estar nos estagiários. Ele esperou outro minuto, tocando-a suavemente. ‚Est{ terminado, querida.‛ Ele disse finalmente e ajudou-a a se levantar. Seu rosto estava listrado de lágrimas e vermelho de chorar, e seu coração apertou. Ele a puxou até se sentar em seu colo, debruçando de volta assim ela podia conseguir a maior parte de seu peso fora de sua parte inferior tenra. Ela ainda deu um pequeno soluço, e ele abraçou. Maldição, ele odiava ter que castigar um sub, não importa o quão bem merecido, e agora pareceu pior que normal. Apesar de todo seu comportamento insolente, ela era uma mulher muito agradável. Ele acariciou seu cabelo. Por que você está aqui, pequena sub? ‚Você podia usar sua palavra segura, Gabrielle. Você não precisa ficar.‛ Uma pausa. Seu queixo firmou apesar de seus lábios estremecerem. ‚Não.‛ Ele suspirou e esfregou sua bochecha em seu cabelo sedoso, inalando uma fragrância feminina de rosa e }mbar. ‚Certo, sua teimosa.‛ Naquele caso, ele precisava reforçar a lição que ela só aprenderia. Esperava que instruído. ‚Respeito, Gabrielle. Um submisso deve ser cortês e respeitoso. Você entende?‛ Ela suspirou como uma criança cansada e sussurrou contra seu pescoço, ‚Sim, Senhor.‛ ‚Estou muito contente. Eu não penso que qualquer um de nós quer repetir isto.‛ Ele a 65


segurou quando estava acomodada e relaxada nele, aceitando seu conforto, que ajudou ambos a se sentirem melhor. Como um submisso precisava da segurança dos braços de um dominante, os dominantes precisavam fornecer isto. Por um pouco de razão, com Gabrielle, seus instintos clamavam por segurá-la, protegê-la. Ela pareceu até mais vulnerável, apesar da boca esperta, ou ele foi puxado pelo seu calor alegre como o fogo do inverno? Ele inclinou sua cabeça e olhou fixamente para as vigas do teto escuro. Maldita se ela não estava chegando a ele. Deus me ajude. Ela se sentia tão suave em seus braços. Ela respirando igualado, e seus dedos esbeltos apertando; Uma mão descansava em sua camisa acima de seu coração. Seus ombros relaxados quando ele percebeu que ela estava se aconchegando. Quanto tempo desde que ele segurou uma mulher aconchegada contra ele? Com um suspiro mudo, ele apertou um beijo no topo de sua cabeça. ‚Levante-se, querida.‛ Quando ela levantou, ele a amparou de pé. ‚Agora me mostre a sua boceta.‛ Neste momento, ela não só não se fez de esperta, mas pareceu completamente assustada. Lentamente ergueu sua saia e mostrou aos cachos vermelhos ainda adornando o montículo que ele ordenou que depilasse. Quando Mestre Marcus agitou sua cabeça em desaprovação, Gabi deu um passo atrás e tentou piscar longe as lágrimas que encheram seus olhos. Seu traseiro machucado tão ruim, que não estava certa que ela sobreviveria a mais castigo. ‚Eu não estou pronto, para espancar você novamente, Gabrielle.‛ Ele disse e levantou. ‚Embora esteja desapontado.‛ Sem palavras adicionais, ele enganchou suas algemas juntas nas costas dela, e guiou-a para a área de submissas, esperando que ela se ajoelhasse e prendeu uma corrente do chão, até suas algemas. ‚Você acabou de definir aqui por algum tempo. Eu mandarei buscar você depois.‛ Ela não percebeu quanto amou o calor melado e espesso de sua voz até que virou fria. Ela abaixou sua cabeça, incapaz de convocar qualquer ambição para agir como uma pirralha. 66


Capítulo Cinco Bem, isso tinha sido divertido. O observador da Harvest Association bebeu de seu uísque, conforme Marcus arrastava a ruiva para a área de encadeamento das submissas quando seus mestres tinham deveres em outro lugar. O show delicioso que ela fez, mas agora parecia bastante moderada. Se uma boa surra bateu o desafio fora dela, ela não serviria de nada mesmo. Bastante bonita, embora uma vergonha sobre a cicatriz. Arruinou o bem e traria um preço de venda mais baixo. Mas ela era de uma idade decente. Jovem suficiente para apelar, velha o bastante para ter algumas reservas. Aquelas sem experiência em vida tendiam a quebrar como vidro. A Harvest Association se orgulhava propriamente da linhagem de qualidade que oferecia, e com o leilão chegando, eles iam vender uma atitude, essencialmente prometendo que um mestre teria uma boa quantidade de diversão antes dele finalmente quebrar seu novo escravo. Bem, não corra para tomar uma decisão. Ele já iria almejar dois submissos do Shadowlands. Eles podiam levantar esta daqui, na próxima colheita, se provasse ser satisfatória. Ele sorriu. Ele tinha um carinho por cabelos vermelhos. Marcus tomaria pedidos de Doms até a próxima cena com ela. Poderia ser divertido provar os bens antecipadamente.

Os joelhos de Gabi machucavam. Seu traseiro machucava. Seus olhos pareciam inchados de tanto chorar, e seu rímel corria indubitavelmente a fazendo se sentir como um guaxinim. Mas por dentro sentiu< Conteúdo. Quentes como quando os gatinhos deitavam 67


em seu estômago. Ele a espancou. Maldito seja ele, ela disse a si mesma, tentando achar uma faísca de raiva verdadeira. Nenhuma lá. Ela o empurrou. Principalmente como seu infantil chamariz ditava, mas< Parte dela queria vê-lo tão distante quanto pudesse ir. A que distância ele a deixou ir. Não longe mesmo, e ele imediatamente a corrigiu. Dolorosamente. Ele certamente não a fez constante, desaprovação muda como seus pais. E então ele a segurou como se a surra a limpasse. Ela esperou que ele não tolerasse esta merda? Será que assumiria a responsabilidade e a castigue? Depois de quinze minutos ou mais, ela ainda não descobriu qualquer explicação para suas emoções misteriosas. Pelo canto de seu olho, ela pegou um flash de vermelho. Em uma saia de vinil vermelha pequena e bustiê, a estagiária morena que sempre pareceu tão enérgica trotando acima. ‚Oi, Gabrielle. Eu sou Sally, se você não se lembra.‛ Gabi endireitou e se puxou junto. ‚Você pode me chamar de Gabi. É um pouco mais f{cil.‛ ‚Certo, Gabi.‛ A morena debruçou-se contra uma cadeira e massageou seu pé. ‚O maldito Mestre Z e suas regras para os subs ou andar descalço ou usar saltos estiletes que nos deixariam incapacitados. Mais incapacitados.‛ Gabi administrou um sorriso. ‚Meus pés não machucavam assim, desde que eu fui garçonete na faculdade.‛ ‚Oh, querida, se seus pés são as únicas coisas que se machuca no fim de uma noite, você est{ em boa forma.‛ ‚Sim. Então eu achei isso.‛ ‚Ele realmente bateu-lhe bem.‛ Sally deu-lhe um olhar simpatizante. ‚Quando ele nos levou de Mestre Cullen, pensei que seria um bobalhão. Ele é tão cavalheiro, sabe. Tão cortês e 68


nunca levanta sua voz, mas maldição, ele é rígido.‛ Gabi fez uma careta. ‚Nem brinque.‛ ‚Ele é mortal em comportamento infantil. Eu o ouvi dizer a Nolan que sua ex-esposa agia muito assim, e nós notamos que escolhe somente os super obedientes para ele mesmo. Como sua amiga — ela faz que você queira amordaçá-la, ela é tão doce.‛ Ele queria seus submissos obedientes e doces. As informações enviaram um arrepio por Gabi. Ele nunca gostará de mim, então. Ainda que ela não estivesse agindo desafiante para o FBI, ela quieta nunca seria considerada amena. O que acabava de não ser parte de seu disfarce. ‚De qualquer maneira, ele a quer no quarto médico. Você sabe onde é?‛ ‚Atr{s, abaixo no corredor | direita?‛ ‚Isto é l{.‛ Sally desenganchou as algemas da corrente e liberou Gabi, livrando suas mãos. ‚Obrigado.‛ Tentando imaginar o que Marcus planejava, Gabi fez seu caminho através do salão, ao redor de uma discussão com os Doms, um choro de uma sub com uma Domme sussurrando: ‚Não, não.‛ Ela evitou um casal gay fazendo sua cena. Todo homem lhe deu um olhar rápido para ver se o observador poderia de alguma maneira se entregar. Não teve tal sorte. Ela passou pelo estagiário gótico e recebeu um olhar fixo desaprovador< Como se seu comportamento insolente refletisse mal nos outros estagiários. Gabi não pensou sobre como os outros subs visualizariam suas ações, e uma punhalada de culpabilidade a fez estremecer. Desculpe. No corredor, ela abordou o quarto médico com apreensão crescente. Ontem à noite ela viu toda a aparência sórdida do equipamento< E Marcus estava bravo com ela. Ela parou na entrada, esfregando distraidamente os dedos frios e úmidos acima da cicatriz em sua bochecha. A mesa ginecológica assumia o centro do quarto. Uma pia e armários ocupados à 69


esquerda, prateleiras nas traseiras, e um carrinho rodante com uma bolsa de limpeza que permanecia em um canto. Na pia, Mestre Marcus estava removendo seu casaco. Ele lançou isto acima da parte de trás de uma cadeira e fechou as mangas de sua camisa branca, despindo descotentamente os musculosos antebraços. Localizando Gabi, ele bateu levemente na mesa de exame. ‚Em cima aqui, Doçura. De costas.‛ Seus pés presos no chão, como se alguém tivesse coberto o taco com adesivo. Ontem à noite ela ficou intimidada em ver uma mulher limpando. Não parecia divertido mesmo. Seguramente ele não iria...? Ela até não teve que falsificar seu desafio neste momento. ‚Qualquer coisa que você esteja planejando, eu não quero fazer.‛ Ele levantou uma sobrancelha. ‚Acredito em que instruí você na resposta adequada para um comando?‛ O olhar autorizado em seus olhos matou sua rebelião. ‚Sim, Senhor.‛ Ela moveu em direção à mesa muito lentamente que ele xingou uma risada e a pegou pela nuca novamente, como se ela fosse um vira-lata servil. Ainda ao sentir sua mão quente, firme povoou um pouco de seus nervos, fazendo isto mais fácil e saltar em cima sobre a mesa. Sua parte inferior dolorida encontrou o couro fresco, e ela gritou. Ele riu. Então com sua mão atrás de suas costas e outra entre seus peitos, ele firmemente empurrou seu corpo. Seu coração emperrou propriamente em cima de sua garganta, e ela não podia ajudar a olhar o canto com a bolsa de limpeza. Uma covinha apareceu em sua bochecha, e ele correu suas mãos de alto abaixo em seus braços superiores. ‚Relaxe, querida. Eu não vou pôr tubos longos em cima de sua boceta ou traseiro.‛ ‚Obrigado, Senhor.‛ Ela fervorosamente disse. Ele riu, e maldição, ele parecia tão diferente quando ele sorria que ela quis dizer algo, qualquer coisa para manter a curva em seus lábios. Ele teve uma covinha minúscula fora do canto de seu... ‚Porém, vou amarr{-la com uma correia bastante firmemente.‛ 70


Ela arregalou seus olhos rapidamente. ‚E então, estarei preparado. Para barbear esta pequena boceta sua.‛ Oh Deus. Nenhum modo. ‚Faço isto eu mesma. Realmente.‛ Ele a ignorou e empurrou a mesa de bandeja de metal em direção aos seus pés. ‚Escute, aprecio a oferta, mas não estou interessada em sua ajuda.‛ Ele a tocaria, olharia lá embaixo, e a iluminação aqui era muito brilhante. Seu interior certamente se enrolou acima em uma minúscula pequena bola. ‚Eu não perguntei a sua opinião.‛ Seu olhar firme a perfurou. Então seus l{bios curvaram acima. ‚Você age nervosa como um gato de cauda comprida em uma sala cheia de cadeiras de balanço.‛ Com uma boa razão, Maldição. No pé da mesa, ele deixou seus pés nos estribos. Quando ele amarrou com correia seus tornozelos, seus olhos alargados. Seu ginecologista nunca fez isto. Oh, isto não é bom. Depois de empurrar sua saia até expor sua parte inferior, ele deslizou abaixo o couro liso até que seu traseiro descansava na extremidade da mesa. Uma correia larga através de seu corpo, só abaixo de seus peitos prendendo seus braços para seus lados. Então ele assegurou outra, através de sua cintura e movimentou a cabeça. ‚Isso parece muito justo.‛ Muito justo? Ela meneou, e como a realização de seu pleno desamparo ziguezagueando por ela, um suor fino apareceu inesperadamente em seu corpo. Ela não podia erguer seus braços, e seu medo levantou com cada contrario movimento. Braços dobrados, ele a assistiu lutar. ‚Gabrielle.‛ Ele falou apenas uma palavra, sua voz profunda, quebrando fora o pânico. Ela examinou seus olhos fixos. Ele era totalmente confiante em si mesmo. Controlado. Dominante. Um misterioso, sentindo iluminar dentro dela como uma vela, derretendo seus medos. E a aquecendo ao invés. Ela tentou fechar suas pernas, testando as restrições sem sucesso. Sua boceta estava completamente exposta, e ele estaria pondo aquelas mãos magras 71


poderosas em suas partes mais privadas. Oh Deus. Mais calor despejado nela como se a vela deixou algo chamejante. Ele sorriu e suavemente disse: ‚L{ vamos nós.‛ Uma mesa de metal segurava uma tigela da água, navalhas, e garrafas. Depois de empurrar isto para o pé da mesa, Marcus se sentou em um tamborete rodante e colocou-se entre suas pernas. Com um som de estalar de língua, ele empurrou os estribos separadamente, abrindo-a completamente. Ela endureceu, enervando o modo que ele a reposicionou. Não perguntando, só fazendo. Ele faria com ela da mesma maneira que o agradasse. Excitação formigava através de sua pele, e ela sentiu seus mamilos juntarem para formar maço tão firmemente que eles machucaram. O zumbindo de conversas chamou sua atenção para onde às pessoas permaneciam no corredor, examinando as janelas enormes. Nela. Em sua boceta exposta. Ela gemeu e fechou seus olhos. Uma mão quente acariciou acima de seu tornozelo, calmante, acariciando e gesticulando. ‚Os estagi{rios estão frequentemente em exibição, Doçura. Você pode lidar com isto?‛ Sua preocupação fez a captura da respiração. Quanto tempo desde que alguém se preocupou com ela? Tentou empurrar o pensamento longe. Não seja pega em cima deste subterfúgio, menina. Você está aqui como um chamariz, nada mais. E além do desejo de correr gritando fora do lugar, ela era muito bem manipulada por ele. Lide com isto melhor. E se o sequestrador se distinguisse no corredor com as outras pessoas? O pensamento gelado a estimulou em ação. Ela sacudiu e os estribos estalaram. ‚Não parece com que eu tenha muita escolha, agora, não é? Você prende todas as suas namoradas?‛ Silêncio. O tamborete gritou quando ele levantou. Ele caminhou devagar para seu lado e olhou para ela por um minuto longo, e então a severidade em seu olhar enfraqueceu 72


em tal compreensão, que seus olhos queimaram. Pegou sua bochecha, seu dedo polegar tocando acima de seus lábios. Ela teve que firmar seu queixo para manter isto de estremecer. ‚Você consegue ficar mais bocuda quando esta assustada, querida?‛ Ela não podia pensar sobre qualquer coisa para dizer. ‚Gabrielle, estagi{rios têm muito mais experiência no estilo de vida, e eles querem o que o Shadowlands oferece. Você, porém<‛ Ela endureceu, sacudindo em consciência que ela poderia tê-lo empurrado muito longe. Ela até não fez isto por duas noites, e ele a queria fora. Mas Z disse que ele não podia recusá-la. ‚Eu quero Senhor. Quero isto.‛ Ele a estudou. ‚Eu não acredito em você. Sabe, se ninguém exceto Mestre Z admitiu você<‛ Ele suspirou. ‚Se eu pedisse a você para sair agora mesmo, você iria?‛ Ela colocou seus lábios e agitou sua cabeça. ‚Eu penso que isto é mais do que você pode mastigar, mas assim seja.‛ Ele olhou para ela um minuto mais longo, então tocou o dedo em seu nariz. ‚Teimosa.‛ Ela inalou em alívio quando ele retornou ao seu tamborete. Um segundo mais tarde, uma toalha morna caiu sobre sua boceta, fazendo-a saltar. Marcus fez uma carranca por todo o processo de barbear. Ele normalmente conseguia estar dentro da cabeça de uma sub e compreender o que eles esperavam, o que eles queriam e o que eles precisavam também. Mas esta pequena< Não estava acostumada a ser tratada intimamente. Não estava confortável com exibição pública embora ele acreditasse, quando ela disse que jogou antes em clubes. O Shadowlands, porém, era mais pessoal que uma horda de estranhos. Ele terminou de barbear o topo de seu montículo, então inseriu dois dedos em sua vagina, ignorando seu ofego. Quente e suave. Muito bom. Novamente ele notou sua tensão... Como se ela não tivesse um homem em muito tempo. Ele duvidou que seu hiato de sexo viesse de um sexo baixo, desde que ela estava definitivamente excitada agora mesmo. 73


Empurrando sem pressa dentro e fora de sua suave boceta, ele sentiu seus músculos contraírem ao redor de sua intrusão. Seu pênis endureceu, exigindo que ele se intrometesse mais distante, mas ele não podia fazer isto. Embora organizasse cenas para ela com outros Doms, ele esperaria durante algum tempo antes de tomá-la para si mesmo. Ela precisava saber que podia confiar em seu treinador. Eventualmente, entretanto< Ele esperaria ansiosamente tocá-la. Sua ousadia não o incomodava não no modo que ele pensou que faria. Era mais de um desafio. E entre suas rebeliões idiotas, sua personalidade alegre o chamou como um fogo em uma manhã na montanha fria. Algumas faíscas que queimavam poderiam provar o valor da chance de ficarem quentes. Depois de retirar seus dedos de sua vagina, ele puxou a pele tensa em seus lábios externos. Ela tinha bonitos cachos, os mesmos dourados avermelhados como em sua cabeça. Uma ruiva natural. A cor ígnea estava bem vestida em sua personalidade. A navalha raspou sua limpeza, expondo a pele cor de nata rica. Dobras internas rosas rechonchudas espiavam fora do centro. Ele puxou suas nádegas separadamente, sorrindo em seu instintivo endurecer, e removeu o cabelo escasso mais íntimo de seu ânus. O broto enrugado obviamente precisaria de um pouco de preparação, antes de ela aceitar um pênis lá. Depois de enxaguar fora o creme de barbear, ele massageou o gel para diminuir a irritação e considerou seu problema. Diferentemente dos outros estagiários, Gabrielle não tinha sido uma parte do Shadowlands por meses. Para piorar a situação, seu jogo nos clubes anteriores tinha sido suave. E por causa de seu desafio constante, eles tiveram um começo ruim. Nenhuma maravilha que seu amigo Z considerou um problema seu. Nenhum Dom toleraria tal insolência excessiva tanto tempo. Ou poderia considerar isto uma desculpa para chicotear o inferno fora dela. O pensamento girou seu estômago, ainda tinha poucas escolhas aqui. Ela precisava querer agradá-lo, mais do que ela queria desafiá-lo, mas até que ela fez ou 74


ele compreendeu o que a motivaria, ele teria que discipliná-la. Pareceu como que a castigando era tudo que ele realizou hoje à noite. Acariciou sua coxa e sentiu o tremor lânguido. Seus olhos estavam fechados, ela respirando um pouco rápido, mamilos em cumes tensos. Necessitados. Já contidos. Marcus sorriu. Ele iria gostar muito de dar-lhe tanto prazer como tinha dado dor, e nada fazia uma mulher mais vulnerável ou criava um laço mais rápido que lhe dando um orgasmo. Inclinando adiante, ele emoldurou sua boceta com suas mãos e hasteou sua língua acima de seu clitóris. Ela soube que ele terminou quando esfregou um gel fresco e acariciou sua coxa confortavelmente. Gabi relaxou. Ela se preocupou por um minuto quando ele empurrou seus dedos em sua boceta, entretanto simplesmente retomou o barbear. Deixou-a em cima agora, e talvez ela pudesse partir. Realmente, realmente queria ir para casa e tentar conseguir suas emoções sob controle. Ela o viu inclinar-se adiante, sentindo suas mãos puxarem seus lábios separadamente, e< Algo quente e molhado deslizando diretamente acima de seu clitóris. Ela empurrou tão duro que as correias comprimiram em sua pele. Oh meu Deus! Ele estava lambendo — a lambendo. A explosão de calor a percorreu como um fogo na floresta. Sua língua trabalhou dentro, tocando a recentemente área nua, que nunca antes foi tocada assim, então tocou seu clitóris, provocando o capuz e pastando acima do topo. Seu corpo inteiro golpeado em inteira necessidade, como se ela se transformasse em um carro de esporte, de zero a cem em oito segundos. Ela ofegou quando ele empurrou dois dedos dentro dela, cruelmente estirando-a aberta, enviando prazer no fundo de seu caroço. Ele puxou de volta lentamente, circulando sua entrada, então apunhalando seus dedos dentro e fora, em um rápido ritmo. Deus querido, isto não era uma brincadeira sexual, isto era um total ‘você-vai-gozar-agora’, feito por alguém que sabia como fazer isto acontecer. Seus quadris continuaram tentando subir, 75


derrotada pela correia através de sua cintura. A pressão formou baixo em sua barriga e encaracolou apertado< Mais apertado. Ela pairou no cume apenas por um segundo. E então ele puxou seu clitóris em sua boca e chupou, deslizando sua língua acima do lugar mais sensível. Tudo dentro dela explodiu, atirando um prazer externo tão forte e rápido que sua cabeça devia ter quebrado. Mais ondas de calor estouraram por ela, até que seus dedos formigaram. Sua língua a lambia suavemente, fazendo sua vagina apertar novamente, todo tempo encontrando os dedos sólidos dentro dela. Deus, não podia se mover, não podia escapar, e toda vez que tentou e falhou, outra onda varria acima dela. Quando a montanha russa finalmente parou, ele removeu seus dedos, e ela estremeceu no sentimento de perda. Por um minuto, ele acariciou sua coxa, aliviando-a, e então caminhou em torno da mesa. ‚Você goza bastante bonito, querida.‛ Ele suavemente disse. Ele pôs um braço em cada lado de seus ombros, e ela teve um momento para ver aqueles antebraços espessos antes dele curvar e aninhar-se em seu pescoço. Seu odor maravilhoso, um âmbar sutil e musk, cercando-a. Quando sua sombra de barba arranhou o oco debaixo de sua orelha, arrepios floresciam através de seu corpo. Ele suavemente a beijou, mordiscado seus lábios, e mergulhando dentro. Ela podia se saborear nele quando ele tomou sua boca, exigindo uma resposta da mesma maneira que ele teve em seu orgasmo. Ela derreteu dentro e debaixo do conhecimento arrojado que ele podia tomar o que quisesse dela — e ela lhe daria qualquer coisa que ele procurasse. Quando ele se afastou, seus olhos estavam pesados. ‚Você beija tão bem quanto você goza Gabrielle. Semana que vem nós teremos mais tempo juntos, mas não quero deixá-la desconfort{vel, até então.‛ 76


O som de uma voz alta chamou sua atenção, e ela percebeu que as pessoas ainda permaneciam no corredor, assistindo. Público. Ela tinha um trabalho a fazer, embora ela preferisse mentir aqui e aproveitar sua atenção — e sua aprovação fazendo-a sentir como se ele gostasse dela. Maldita se ela realmente não quisesse que ele gostasse dela. Não, Gabi. Pense, pense. Deve agir como uma pirralha para o público. Um pouco difícil de fazer, considerando como ela estava presa. E ela tinha acabado de gozar. Então novamente, ela podia atacar o homem onde o machucaria mais — em sua apresentação. ‚Você pensa que eu gozei? Isso foi um soluço do almoço, nada mais.‛ Ela disse ruidosamente e ouviu alguns ofegarem, como também um riso. Seus olhos estreitaram. ‚Uma intrat{vel, não é? Estagi{ria, eu acredito que você iria melhor se não tivesse nenhuma confusão acima do que você está sentindo. Talvez uma lição esteja na ordem.‛ A expressão em seu rosto não era brava, o bastante, ou aborrecida, bastante. Nem mesmo determinada. Ele agiu como se ela meramente confirmaria suas expectativas. Sem explicação, ele girou e tomou luvas e lubrificante das prateleiras ao lado da pia. Luvas? Lubrificante? Espere. ‚Senhor?‛ ‚Shhh, Doçura, eu penso que é hora para outro soluço.‛ Ainda em pé, ele pegou os estribos e aumentou a mesa para cima, até que seus pés não estavam apenas extensamente espalhados, mas tão alto quanto seus ombros. A posição ergueu seu traseiro alguns centímetros, mas a correia ao redor de sua cintura manteve o resto de seu corpo na mesa. ‚Isto é justamente certo.‛ Ela levantou sua cabeça para ver o que ele estava fazendo, mas ele segurou suas mãos abaixo do nível da mesa. Desistindo, ela deitou sua cabeça, querendo engolir suas palavras, ainda esquisitamente excitada em não saber o que ele faria a seguir. Nada sobre ele era previsível; Ela teve um sentimento de que nunca seria. Ele era< Esperto. Talvez muito esperto para ela, e isso era um pensamento desconfortável. Depois de retomar sua cadeira no tamborete, ele deslizou sua língua e lábios acima de 77


sua boceta, mais lento neste tempo. Sua vantagem em girar. Quando ele lambeu acima de seu clitóris, ela apertou suas mãos no retorno súbito de necessidade. Ele mordeu seus lábios, e o estranho formigamento doía de alguma maneira que fez tudo mais intenso. Ele continuou a provocando, e ela percebeu que ele planejava fazer seu clímax novamente. Se ela pensasse como prevenir isto< Bem, ela não podia, percebeu, quando seu clitóris endureceu debaixo da atenção firme de sua língua. Não importa o que ela procurava, ele a teria gozando novamente na frente de todas estas pessoas. Então algo liso e redondo circulou seu }nus. ‚Espere que... Eu não concordei com isto. Hey!‛ ‚Não, eu planejei explorar o sexo anal em seu treinamento mais tarde.‛ Ele disse e apertou seu dedo contra o círculo enrugado de músculo, fazendo ela se contorcer. ‚Mas houve mudança nas coisas. Você tem um apertado pequeno traseiro, Doçura. Empurre de volta contra mim agora, e você achar{ isto mais f{cil.‛ Ela prendeu uma respiração infeliz e, percebendo que ela não tinha nenhuma escolha, fez como ele pediu. Um dedo impiedoso enluvado penetrou onde nenhum amante já foi antes. Um tremor a agitou no modo que implacavelmente faria como ele queria. ‚Gabrielle. Olhe para mim.‛ Ela ergueu o olhar. Ele assistiu seu rosto quando seu dedo aliviou mais distante. Não bastante dor. O lubrificante fresco a fez muito lisa, ainda até o ligeiramente cinturão aumentado de sua junta estirou e queimou. Como ele tomou posse de um lugar que era muito... Muito privado, seu interior parecia estranho — como se ele tomasse posse dela internamente também. Ela tentou se torcer longe e falhou. ‚Não< Por favor.‛ ‚Shhh. Você não tem as rédeas, Doçura.‛ O poder controlado em sua voz baixa deslizou nela; Seus olhos fixos alfinetaram os seus, forçando a enfocar nele< E ainda seu dedo não parava de se mover, a lição inevitável. Ele podia tocá-la em qualquer lugar. Eu não gosto disto. Era muito íntimo, deixando-a exposta e... 78


Seus olhos a liberaram. Ele sorriu e abaixou sua cabeça. Oh Deus, ele não iria… Um lamento escapou quando ele lambeu seu clitóris novamente, tão quente, tão molhado. Antes de ela poder ajustar para aquela excitação adicional, ele deslizou dois dedos dentro de sua vagina, cruelmente criando um contraponto de punhaladas com o dedo em sua parte inferior. Sua língua esfregou sua demanda em um lado de seu clitóris, então o outro, então o topo. Sensações sopravam por ela de muitos lugares, e sua estimulação cresceu, construindo alto e duro. De alguma maneira, como se um interruptor a sacudisse, as sensações desconfortáveis em seu ânus mudaram para um prazer escuro, fundindo com a lisa e escorregadia vagina até que sua boceta inteira — sua parte mais baixa inteira — sentiu como se um gigante clitóris estivesse para explodir. Todo músculo em seu corpo. Seus quadris erguidos inutilmente contra a correia, tentando ficar mais íntimo. Sua respiração congelou, esperando por só um pouco mais, qualquer coisa mais< Sua risada baixa vibrava contra seus lábios, e então ele lambeu insistentemente direto acima de seu clitóris, sua língua ficando nisto, meneando aí mesmo< E tudo do lado de dentro. Seu espasmo gigante como um tsunami de sensações, varrendo longe. As sensações de seu ânus adicionaram uma inteira, nova dimensão até que sua pele pareceu expandir, ondulando externamente. Deus, Deus, Deus. Como as ondas da lição, e seu cérebro clicando de volta, ela podia ainda ouvir-se ganindo gritos que ecoavam em torno do quarto. O riso e um pouco de aplausos vieram do corredor. Ela abriu seus olhos turvos, percebendo que aquelas pessoas definitivamente assistiam. Oh, inferno. ‚Bons soluços, Gabrielle.‛ O tom irônico de Mestre Marcus enviou um tremor em cima de seu centro. Ela mordeu seu lábio. Eu estou não totalmente indo para insultá-lo agora mesmo. 79


Com lenços umedecidos na bandeja, ele prosseguiu a limpando completamente, frente e atrás, que um rubor mortificado aqueceu seu rosto. Quando ele finalmente a ajudou a sair da mesa, sua cabeça girava como se tivesse montado em um carrossel por uma hora, e ele a pegou com um aperto poderoso, antes de ela plantar seu rosto. Indo, ele embrulhou um cobertor ao redor dela e a sentou em uma cadeira ao lado, enquanto limpava o quarto. Ele puxou sua jaqueta do terno e esteve na frente dela por um segundo, então agitou sua cabeça e pegou-a em seus braços. ‚Jesus, espere, você não pode me levar.‛ Ela ofegou. E se machucassem suas cansadas costas? E se a deixasse cair? Ele só riu. Inferno, ele não estava nem olhando por onde caminhava. Ela lutou para sair do limitado cobertor, e ele disse em um tom firme: ‚Fique deitada, pequena sub, ou você ter{ um tipo diferente de lição.‛ Oh, que definitivamente soou como uma ameaça. Ela calou. Enquanto a levava fora do corredor e ao clube, ela olhou fixamente para o chão distante, encolheu-se, e olhou em seu rosto ao invés. Ele tinha um queixo duro. Sua camisa branca estava aberta uns botões, exibindo o cordão em seu pescoço. Contra seu ombro, o duro bíceps como uma pedra dura, ainda que ele não agisse como se ele levasse qualquer coisa mais pesado que um< Um poodle ou algo. Ela tentou relaxar, insegura se gostava da sensação de ser cuidada. Se ela queria ou não. Em uma pequena área escondida do salão principal por uma fila de plantas, ele se acomodou em uma cadeira de couro enorme. Ela olhou ao redor. Completamente privada< Ela não teria que se apresentar agora mesmo. Ele a acomodou contra seu tórax, colocando sua cabeça no oco de seu ombro. ‚L{ vamos nós.‛ Ele murmurou. ‚Você est{ confort{vel, querida?‛ ‚Sim, Senhor.‛ Ela sussurrou. Estava sendo tão bom. L{grimas inesperadas e mal 80


recebidas picavam em seus olhos. ‚Por que você est{ fazendo isto?‛ Ele empurrou seu cabelo para trás de sua orelha, então colocou um dedo debaixo de seu queixo, erguendo seu rosto. ‚O que você quer dizer por ‘isto’? Tocar você?‛ ‚Sim. E< E me fazer gozar, quando você não fez< E me barbear< E...‛ ‚Você é muito inexperiente com a verdadeira relação de Dom/sub, não é?‛ Com sua cabeça contra ele, ela podia ouvir a risada retumbar em seu tórax. ‚Muitas razões, Doçura. Primeiro, eu estou segurando você agora porque você precisava estar segura.‛ Ele beijou seus l{bios suavemente. ‚Como seu treinador e Dom, é meu trabalho ver que você consegue o que você precisa.‛ ‚Mas eu queria descer.‛ Sua boca aumentou em um sorriso l}nguido. ‚O que você precisa Doçura, não é o que você quer.‛ Por que enviou um tremor por ela a fazendo se aconchegar mais íntimo? Por que um braço de ferro, duro atrás de suas costas se sentia como segurança? Mas como seus pais reclamavam uma pessoa mais argumentativa que Gabrielle nunca viveu. ‚Eu não precisava gozar.‛ Até não pensou sobre isto. ‚Você precisa aprender que aquele prazer, como também a dor vem das mãos do seu Dom.‛ Seus olhos a encontraram, nivelado e confiante. ‚E você precisa se conhecer, completamente até o osso, que eu tenho acesso total em todas as partes de seu corpo.‛ Ele a barbeou, uma tarefa tão íntima, e a tocou, controlou, forçou um orgasmo dela. Ele pôs seu dedo em sua parte inferior e a fez gozar novamente. Até agora, seus braços a seguravam muito firmemente que ela percebeu que permaneceu debaixo de seu controle. Seu corpo inteiro começou a se agitar como se estivesse sentada na neve, e sua respiração espessa, forçando ela a buscar por ar. Esta não era ela. Ele a manteve tomada< Mais, como com um jogo de Monopólio, vendo seus hotéis e terra desaparecer, pedaço por pedaço até que o banqueiro a possuísse. Eu não quero que ele me 81


possua. Eu não quero… Ela tentou se levantar. Seus braços a gaiola dela. Ele esfregou seu queixo no topo de sua cabeça, apreciando o odor suave e feminino. Ele descobriu a fragrância prolongada na prega de seu quadril e no buraco de seu pescoço. Sua loção combinava com seu xampu. Sua roupa hoje era coordenada, e ontem suas unhas do dedo do pé tinha sido o mesmo azul que seu cabelo. Ela gostava de empurrar contra regras, mas em sua própria vida, ela gostava de< Consistência? Ordem? Então talvez sua necessidade de rebeldia não fosse rejeitar regras completamente, mas somente aquela imposta pelos outros. Sua reação para seu controle — o modo que ela tremia agora — o preocupava. Tão nova para a dominação. Ela não devia ser uma estagiária. Que diabo você está fazendo, Z? Suas visitas aos clubes de fetiches provavelmente deram-lhe algumas excitações. Uma sub pela primeira vez debaixo de comando, não importava de que peso leve podia ser uma revelação para ela. Mas ela não tinha nenhuma experiência com não render só seu corpo, mas suas emoções também. É por isso que ela continuava desafiando todo mundo? Ela queria se submeter, ainda que a assustasse? Não. Talvez. Ele fez uma carranca. Às vezes ela parecia desconfortável com seu próprio comportamento, como se ela não quisesse desobedecer. Outra hora sua ousadia parecia verdadeira para sua personalidade. E certo que agora queria dominá-la, ela respondeu muito docemente que despertaria todo instinto dominante nele. Ele apertou seus braços ao redor dela para ambos: controle e conforto e simplesmente a segurar. Porque é isso que ela precisava agora — e então fez ele. A lembrança de espancá-la não se sentou bem com ele. Um homem não machuca uma mulher, não de onde ele veio. Em BDSM, ele aprendeu muito com submissas, amando receber dor e exaltando seu prazer. O levou mais longe para 82


entender que aquela dor dispersa para castigo frequentemente podia encher um submisso e suas necessidades sentimentais. Outros aspectos do BDSM tiveram provado mais fáceis aceitar. Dominação. Escravidão< Ele definitivamente apreciava a escravidão, assistindo um pouco o sub se contorcer, então dê a ele< Tudo. Quanto tempo antes de Gabrielle alcançar aquele ponto? Provavelmente um pouco. Ela era bastante um pedaço de trabalho. No som de passos suaves, ele olhou até ver Celine passar na área de estar. Embora ele encontrasse a adorável loura algum tempo e ocasionalmente topava com ela aqui, ele não a chamou em um mês ou mais. Não desde que ele percebeu que sua renda e sua condição no clube a interessava mais do que sua personalidade. Ela olhou acima, surpresa fingida em vê-lo, e veio para ajoelhar-se em seus pés. ‚Eu posso conseguir a você uma bebida, Mestre?‛ Maldição, seu uso de Mestre ralava nele. O título, usado sem seu nome, implicava que ele era seu mestre, uma relação cercada muito mais que algumas cenas. Gabrielle se mexeu. Ela olhou fixamente para Celine, então se contorceu, tentando subir. ‚Pare Gabrielle.‛ Marcus disse. Ele fez uma carranca em Celine e empurrou sua cabeça de um modo que não deixou nenhuma chance para ela entender mal. Uma sub experiente conhecia que a obvia interrupção dos cuidados posteriores a uma cena. Fazendo beicinho, ela se levantou e foi. Gabrielle tinha se acalmado, sua expressão desconfortável disse que o momento quieto passou. E era realmente tempo para ele retornar e verificar os outros estagiários. Ele ignorou sua relutância para deixá-la ir e a deixou em seus pés. Ela se equilibrou, ficando bem. Seus olhos eram claros e alertas, embora seu rímel de lágrima listrado arrastasse em seu coração. 83


Mas ela voltava ao normal. Ele não teve nenhuma desculpa para se sentar e segurá-la por mais tempo, não importando quanto apreciasse isto. Quanto conteúdo tinha sido. Ela começou a ajustar sua saia que ele dobrou debaixo do cós. ‚Deixe isto como esta Gabrielle. As pessoas deviam conseguir uma chance de admirar meu trabalho manual.‛ Quando ela olhou feio, ele sufocou sua risada. Definitivamente voltou ao normal. ‚Siga um passo atr{s de mim e fale só quando requerida. Você entendeu?‛ ‚Sim, Senhor.‛

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Capítulo Seis Enquanto Gabi seguia Marcus em torno do salão como um gatinho, ela tentou convocar sua sub malcriada, mas sentiu como se ele tivesse uma coleira invisível atada bem fundo dentro dela. E todo tempo em que lhe deu uma ordem, em vez de ficar brava, ela se derreteu por dentro. Ele vagou pelo salão, verificando em seus outros estagiários, parando para conversar com membros com seu sotaque tranqüilo. Ele gostava das pessoas, ela podia ver, e se dava bem com todo mundo. Um encantador, sempre sabendo as palavras certas para usar. Como seu pai. ‚Fique aqui por um segundo, Doçura.‛ Ele disse. Ela esfregou a mão em seu rosto, tentando compreender onde sua espinha estava. Em uma poça no chão não era uma resposta que ela queria ouvir. Marcus se afastou para falar com a loira que lhe ofereceu uma bebida. Obedientemente Gabi esperou. Venha. Fique. Cachorrinho agradável. Ela se divertiu com o lábio levantado e o grunhido calado, rosnando pela loura que se moveu próxima o bastante para esfregar seus peitos acima do braço de Marcus. Quando ele retornou, ele tocou a bochecha de Gabi. ‚Obrigado por sua paciência, Doçura. Agora eu preciso achar Sally e...‛ ‚Marcus.‛ A voz profunda e rica a fez girar. Mestre Z. Oh, calor do Inferno apressou em seu rosto quando o dono do olhar a atropelou. Ele não reagiu para sua saia dobrada em seu cós, trancada em sua boceta. Por que em sua exposição sentiu mais envergonhada com alguém que sabia quem ela realmente era? Falando de quem ela era, ela precisava se recompor. Não importava quantos recadinhos quentes conseguiu conforme Mestre Marcus a elogiava, ela não devia seguir suas 85


ordens. ‚Z, como você est{ hoje | noite, Senhor?‛ Mestre Marcus disse, em seu lento e demorado sotaque, fazendo sua voz muito mais lisa que a de Mestre Z. ‚Eu estou bem. Como est{ sua nova submissa?‛ ‚Depois de alguns solavancos na estrada, acredito que ela esteja aprendendo.‛ O tom de Mestre Marcus gelado. ‚Eu temo que ela tenha menos experiência que você achou.‛ ‚Realmente.‛ Mestre Z fez uma carranca. ‚Eu posso falar com ela?‛ Marcus hesitou e então movimentou a cabeça. Mestre Z andou mais próximo, pegando seu queixo acima, e estudou seu rosto. ‚Soa como se você est{ tendo um tempo {spero, pequena.‛ Ele disse para suas orelhas somente. ‚Você est{ bem?‛ Sua condolência fez seus olhos queimarem, e ela tomou uma segunda respiração antes de responder. ‚Sim, Senhor. Eu estou bem.‛ Involuntariamente ela olhou para Mestre Marcus e viu suas sobrancelhas se levantarem. Uma pequena loira estava ligeiramente atrás de Mestre Z e tinha uma expressão descontente. Jessica Randall olhou fixamente para Z em choque. Ele agiu tão preocupado e tocou naquela nova sub tão protetoramente. Eu nunca o vi fazer aquilo antes. Não assim. Um laço em seu peito machucou, quando tragou algo como ciúme — que se manteve crescente. ‚Se você estiver certa.‛ Z disse para a ruiva. Ele apertou seu ombro e andou de volta. Ele colocar o braço ao redor de Jessica não a fez quente como normalmente fazia. ‚Jessica, est{ é Gabrielle, nossa nova estagi{ria.‛ Uma estagiária? Nem uma nova sub de Marcus. Surpresa, Jessica girou para Marcus e hesitou um segundo. Ela realmente não o conhecia tão bem. Todavia< ‚Você trouxe para dentro uma nova estagi{ria? Ela não é nem um membro.‛ ‚Mestre Z est{ fazendo a alguém um favor.‛ Marcus disse seu sotaque mais forte que 86


o habitual. Jessica se afastou de Z e fez cara feia para ele. ‚Mas Rainie est{ no topo da lista. Ela deveria conseguir a próxima posição de estagi{rio.‛ ‚Isto não é sua preocupação, Jessica.‛ Z disse sua voz perigosamente baixa. ‚Isto não é justo.‛ Jessica deixou suas mãos em seus quadris. Rainie gritou e gritou em encanto com a chance de ser uma estagi{ria. ‚Por que Rainie est{ sendo ignorada por alguém que nunca...‛ ‚Silêncio.‛ O estalo em sua voz não somente calou Jessica mas todo mundo que estava próximo da área. Ela deu um passo atrás, sabendo que tinha ido muito longe. E com Z, nunca era uma boa coisa. Ele puxou uma mordaça de couro do seu bolso. ‚Você excedeu minha paciência, Jessica.‛ Uma mordaça? Ela olhou feio nele e agitou sua cabeça. Ele tinha isto em seu bolso — como se planejasse lhe amordaçar desde o princípio. Seus olhos giraram de cinzas a quase preto, e a resolução dela ruiu como mingau. Quando ele entortou seu dedo — venha aqui — ela obedeceu.

Depois do trabalho na segunda-feira, Jessica dirigiu abaixo na estrada rural minúscula em direção ao Shadowlands. As borrifadas de chuva contra o pára-brisa combinaram com seu humor perfeitamente — o humor que ela sofreu desde sábado à noite. Como ele ousava a amordaçar? Ele sabia o quanto odiava isto, Maldição. Ela moveu para o lado sua mandíbula, sentindo-se como se a coisa estúpida ainda enchesse sua boca. Ela devia tê-lo esmurrado. Ao invés, ela se derreteu. Como sempre. O toque de suas mãos amarrando firmemente 87


a mordaça, o modo dominante que olhou para ela, o aperto inflexível em seu ombro enquanto ele a manteve ao lado dele — ela provavelmente nunca conseguiria o suficiente disto, ainda que eles vivessem cem anos. Se nós ainda estivermos juntos. O pensamento desanimador a puxando abaixo como areia movediça. Afundando. Inevitável. Depois de diminuir a velocidade de seu carro, ela dirigiu pelos portões de ferro e em cima da calçada arborizada. Debaixo da chuva, as flores giravam seu brilhante florescer em direção ao chão, silenciando a paisagem. Z raramente a amordaçava, então por que fez no último sábado? Por causa daquela mulher, Gabrielle? Seus olhos estreitaram. Um novo estagiário que trouxe para dentro sem qualquer advertência pareceu estranho. Ele e os treinadores — primeiro Cullen e agora Marcus — normalmente discutiam os estagiários em potenciais a ponto de náuseas, querendo apenas a pessoa certa. Com excessão de Andrea, eles sempre escolhiam membros de longa data. Por que a mudança? O mal estar dentro dela cresceu. O modo que Z olhou para Gabrielle tinha sido< Diferente. Claro, ele sempre agiu como se todos os subs no clube eram de sua responsabilidade, para proteger. Jessica amava isto< Principalmente. Ela odiou o modo como às submissas vinham para ele, embora ele deixasse claro que Jessica era sua sub. Ela não podia culpar os outros submissos — quem não queria Z? —Mas tantos eram lindos de morrer. Ela não podia evitar perguntar-se quando ele acharia um que gostasse mais do que dela. Mas esta nova estagiária não era bonita. Ela não era redonda demais como Jessica, mas era um pouco mais pesada. Olhar amigável, com um sorriso largo e grandes olhos. E ainda, Z apertou seu ombro e sorriu para ela, como se ela fosse mais que uma nova estagiária. Como se eles tivessem um segredo ou algo. Por que ele não disse nada sobre fazer um favor para alguém? Então novamente, toda esta semana, Z agiu reservadamente. Ela até perguntou se algo 88


no trabalho o aborrecia. Seus pacientes eram todos crianças, e às vezes seus problemas, seus passados, o rasgavam, mas ele disse que não. E então ela perguntou se ele estava infeliz por que seu médico a levou fora da pílula no último mês, forçando-os a retornar aos preservativos. Mas ele não pareceu chateado no momento. Ela parou o carro no estacionamento lateral e desligou o motor. As rajadas de vento balançaram o carro, conforme assistia as nuvens enegrecerem o céu. Talvez ela soprasse tudo fora de proporção. Ela tinha que admitir que se sentisse insegura agora mesmo< Com uma boa razão. Os filhos de Z chegaram ontem para passar alguns dias com ele, antes de retornarem a Universidade da Flórida, e Z queria que ela os encontrasse. Evitando suas crianças por — oh, toda vida — parecia um plano muito melhor, mas ele recusou escutar seus protestos. ‚Você protelou longo o suficiente, gatinha.‛ Ele disse ontem de manhã quando ela se preparou para partir, e ela viu a diversão em seus olhos cinza escuros. ‚Você poderia também acabar com isto.‛ Ele podia ser um idiota às vezes. Certo. Aqui não vá nada. Ela deslizou fora do carro e foi pelo portão lateral para a parte de trás, esperando achá-los na varanda coberta, onde ela podia facilmente fugir. Não teve tal sorte. Grande. Suas mãos ficaram frias e úmidas enquanto subia para o terceiro andar. O respingo da chuva e o vento tornaram seu cabelo um emaranhado. Ela suspirou. Tanto pelo tempo que ela gastou se fazendo bonita. A vida podia conseguir algo melhor? Ela alcançou o terceiro andar e bateu. Z abriu a porta um minuto mais tarde, vestindo sua calça comprida preta habitual e camisa preta. ‚Você perdeu sua chave?‛ ‚Uh. Não. Mas eu não quis<‛ Ele riu e pôs a mão na parte inferior de suas costas, lhe dirigindo na casa. ‚Você não quer que meus filhos descubram que seu pai tem uma vida, além de ser um 89


pai?‛ ‚Bem. Sim.‛ Z girou-a para encará-lo, deixando suas mãos em seus ombros. ‚Gatinha, meus meninos sabem quem você é.‛ ‚Oh.‛ O que disse a eles? Por que ela não perguntou mais ontem, como: O que exatamente os meninos sabem sobre nós? Ele a levou na sala de estar, onde os dois jovens homens estavam sentados nas cadeiras de couro escuro. Z parou ao lado do sof{ e disse: ‚Jessica, este é Eric. Ele estar{ na faculdade no ano que vem.‛ Ele apontou para um alto e desengonçado loiro. ‚E Richard, um júnior.‛ Richard tinha o cabelo preto e olhos marrons. Musculoso. Ambos vestiram calça jeans. A camiseta de Richard exibia uma banda de country; Eric estava com uma da Chick Band Metal. ‚É bom encontrar vocês dois.‛ Ela disse, sentando-se no sofá. Ela se recostou no canto desocupado, localizando um entalhe no couro que partiu ontem pela manhã, quando Z curvou-se acima do braço, então< Ela empurrou sua mão longe e se endireitou, sentindo-se ficar vermelha. Z riu e disse: ‚Eu conseguirei uma bebida para você, Jessica.‛ O modo que seus olhos dançavam com riso, ele soube exatamente do que ela se lembrou. O idiota. Quando ele deixou a sala com seu andar felino, ela girou sua atenção para os dois jovens homens. Eles a estavam estudando de perto. Embora Eric estivesse carrancudo, Richard sorriu em aprovação óbvia. ‚Você tem visto Papai por um ano?‛ ‚Um pouco mais.‛ E nada mudou naquele ano. ‚Como vocês se encontraram?‛ Eric perguntou. Seu olhar frio a avaliando, e sua boca trançada como se ele pensasse que fosse uma prostituta que vagasse pelos cantos da rua. Ela tentou não tomar isto pessoalmente. Ele provavelmente agia daquele modo em direção a 90


algumas das mulheres do seu pai. ‚Era uma noite escura e tempestuosa.‛ Ela começou, conquistando um bufo de riso de Richard. ‚Um tatu apareceu no centro da estrada, e quando eu freei, deslizei direto em um poço com {gua.‛ ‚Você não viu o tatu?‛ Os olhos marrons de Richard seguravam preocupação. Ele soou tão protetor quanto seu pai. Ela deu-lhe um sorriso quente. ‚Eu vi. Então eu caminhei aqui para ver se poderia chamar um guincho.‛ Z lhe deu uma bebida. Ele juntou-se a ela no sofá e descansou seu braço através da parte de tr{s. ‚Ela tinha uma grande semelhança com um gato afogado.‛ Os dois meninos riram. ‚Muito obrigado.‛ A carranca de Jessica em Z, mas quando seus olhos se encontraram, se lembrou do resto daquela noite. Como ele a dominou, forçando-a tomar banho, secando ele mesmo< Em todos os lugares< Apesar de seus protestos. Ele a subjugou — ele ainda o fazia, Maldição. As linhas de risada ao lado de seus olhos ondularam, como se ele lembrasse também. ‚Sim, bem, Mamãe diz oi.‛ Eric disse, chamando sua atenção de volta para ele. ‚Ela est{ conseguindo um divórcio daquele perdedor. Finalmente.‛ ‚Finalmente.‛ Richard ecoou. ‚Ela est{ certa que só se ferrou com os homens< Exceto você, claro.‛ Z balançou sua cabeça. ‚Claro.‛ ‚Eu notei que as pessoas divorciadas, depois do primeiro casamento, a próxima escolha é sempre ruim.‛ Eric disse, apontando direito nela. Ela tentou não estremecer, mas até conhecendo como um filho poderia se ressentir, de ver seu pai com alguém novo, o insulto ainda machucava. Ela soube que não escondeu sua reação bem quando Z apertou seu ombro. ‚Eric.‛ O tom de voz firme de Z teve o mesmo efeito no homem jovem como nos subs no clube. 91


Eric corou. ‚Desculpe.‛ Ele ficou de pé e cruzou a sala, não pisando bem. ‚É fodidamente injusto, Papai, olhe para ela. Ela é da nossa idade. Ela podia ser sua filha, por Cristo.‛ Z suspirou. ‚Só se eu começasse a fazer bebês aos onze.‛ Ela sabia que o encontro com seus filhos se transformaria em um desastre. Jessica forçou um sorriso. ‚Eu aprecio o elogio, Eric. Especialmente desde que fiz trinta este ano e é realmente uma droga.‛ Ele não pareceu acreditar em qualquer um deles. Richard sorriu para seu irmão. ‚Ponha seu pé nisto, idiota.‛ Eric fez cara feia nele, então disse. ‚Sim, bem. Desculpe.‛ Não, você não se desculpa. Ela olhou abaixo em suas mãos quando seu estômago contraiu, em torno do amontoado que formou. Talvez ele tivesse um ponto.

Espero que o escritório de pessoal não desperdice seu tempo tentando contratá-la, Gabi pensou quando saiu da loja de departamentos de Tampa. O ar mormacento percorria sua pele umedecendo, até que sua calça comprida barata e camisa de abotoar sentiam coladas. Com um suspiro repugnado, ela puxou o papel de sua bolsa e verificou a próxima parada em sua excursão de caça ao trabalho. Oh, alegria — uma loja de conserto de carros precisava de uma recepcionista. A caça de trabalho diretivo veio dos dois agentes que levavam a investigação. Kouros e seu companheiro queriam que ela parecesse desempregada, para que o sequestrador pensasse que ninguém notaria se ela desaparecesse. Mas, por favor, ela não gostou de procurar por trabalho, até quando realmente precisaria de um trabalho. Ela teria que tocar este jogo por mais três semanas. A menos que o criminoso fosse 92


tentado por ela. O pensamento enviou um calafrio nela. Certo que ela teve auxílio, mas sabia que prisões muito frequentemente eram ruins. Ela podia ser sequestrada como Kim. Eu podia morrer. Sua vida podia ter um fim. Apenas< Pare. Ela procurou. Nunca caminhar em uma calçada ensolarada novamente, nunca ver um céu infinito, azul, ou ouvir uma menina pequena dando risadinhas acima de um cone de sorvete. Ela trabalhava com os sobreviventes de agressões todo dia, sabia da devastação que acompanhava a morte insensata. Agora ela de propósito se poria justamente no caminho, como se anunciando na frente de um trem. Ela tragou. Pelo menos neste tempo, a violência só seria dirigida a ela. Se tudo se quebrasse, ninguém que ela se importou seria machucada. Porque as pessoas eram machucadas quando coisas ruins aconteciam. Apesar do calor da tarde, sua pele gelou quando ouviu novamente a explosão afiada de uma pistola em um quarto pequeno, um grunhido baixo de Danny ouviu-se e o intestino contorcendo-se ao som de uma bala que esmurrava pano e carne. Vermelho espirrando através de tudo. O modo que ele bateu no chão, membros debatendo-se — ela gritou eliminando o golpe. O choque em seu rosto fez isso tudo mais horrorizante. Ele não pensou que ele morreria naquele dia. Quando seu peito apertou e náusea percorreu dentro dela, ela agitou sua cabeça. Pare, só pare. Ela forçou uma inalação longa. Outra. Roçando sua mão contra a parede de tijolo atrás dela, ela deixou a dor abrasiva ancorá-la no presente. No aqui e agora, onde carros fluíam rua abaixo. A maioria era branco. Então um carro esporte amarelo. Uma picape vermelha. Uma buzina soou e freios guincharam. Dois adolescentes, cabelos arrepiados, discutiam enquanto passeavam. Então, lançou a cabeça atrás e riu. A vida continua. Agitada por dentro, ela assistiu o mundo ruidoso, a energia ao redor dela. Foi um ano sem quaisquer retrospectos e esperou que eles a deixassem completamente. Afinal, Danny e Rock morreram dez anos atrás. Aquele dia tinha definido a vida em momentos, o dia que ela descobriu que aquelas coisas horríveis realmente poderiam acontecer e as pessoas que você ama podiam morrer. De repente. Violentamente. 93


Depois de esfregar seu rosto com suas mãos, ela andou a passos largos na calçada abaixo como se corresse, mais que suas lembranças. Não era possível, mas às vezes ela podia avançar até o fim. Quando se agachou em um canto, incapaz de correr, o sangue cobria sua bochecha, mais entre suas pernas. Um homem entrou no apartamento minúsculo. Com cabelos grisalhos, rugas profundas ao lado de sua boca, seu rosto aberto e honesto. Sua camisa de mangas compridas limpas e brancas, sem as manchas vermelhas aterradoras. Ela choramingou como um animal ferido, incapaz de parar os sons lamentáveis. Quando ele se aproximou, empurrou-se contra a parede, fazendo-se pequena, arrastando em sua roupa rasgada como podia se proteger. Ele estalou algo, e alguém lhe deu um cobertor. Ele avançou. Ela agitou sua cabeça, nenhum som, mas ele simplesmente abriu o cobertor e soltou isto sobre seu colo. E então se levantou e ajoelhou alguns passos, longe. Longe o bastante para que conseguisse respirar novamente. Podia olhar para ele. ‚Meu nome é Abe, e eu sou do FBI, Doçura.‛ Ele esperou um momento para ela entender, então disse: ‚Estou aqui só para você. Para ajudá-la. Deixe-me levar você para algum lugar seguro.‛ Existe algo bom neste mundo para equilibrar o ruim. Foi lhe dado um presente — uma pessoa que compreendia que escutou e que ajudou pôr sua vida de volta. E o usando como um modelo, ela se tornou uma especialista de vítima do FBI — alguém que podia alcançar o passado e o terror. Podia escutar. Podia ajudar. Falando disso< Um banco em um ponto de ônibus forneceu uma cadeira, e uma alta árvore emprestou um pouco de sombra contra o sol em chamas. O Agente Kouros disponibilizou um feio telefone celular — ela parecia uma pessoa que levaria um telefone cinza? — ela verificou a condição do processo de compensação da vítima e chamou uma substituta temporária, Zella, lembrando-a da data da audiência no tribunal de Josh e que o adolescente precisaria de mãos firmes. Enquanto Gabi respondia as perguntas de Zella nos outros casos, a culpabilidade apunhalou bem no fundo dela. Pessoas dependiam dela, e ela foi para Tampa servir como 94


um chamariz. Quando elas terminaram de revisar, Zella disse: ‚O chefe diz que você est{ fora em licença médica.‛ Uma pausa. ‚Eu ouvi um rumor do escritório de Tampa que você est{ ai fazendo algo excitante.‛ A boca de Gabi soltou aberta. Então, um pouco de raiva. Alguém devia amortizar aquele secretário tagarela. Ela assistiu o carro preto no tráfico, táxi, carro branco — e disse com sinceridade. ‚Eu não estou vendo nenhuma excitação aqui. Eu voltarei ansiosa para retomar dentro três semanas ou assim.‛ ‚Bom ouvir. Eu ouvi muitas queixas sobre sua ausência, especialmente das crianças.‛ O calor espalhou por sua face como sol. É bom saber que faço falta. ‚Obrigado. Vejo você logo.‛ Depois de desconectar, Gabi discou para Rhodes. Ele não respondeu. Claro. Estúpido não atendia telefonemas, se ele não estivesse de serviço. Ainda alguém precisava lidar com isto depressa. Carrancuda, ela discou o número substituto. ‚Galen Kouros.‛ Ela teria conhecido o sotaque da Nova Inglaterra. ‚Aqui é Gabrielle Renard.‛ ‚Gabrielle. O que eu posso te ajudar?‛ Ela mordeu seu lábio. Caçando alguém. Talvez ela devesse ter... ‚H{ algum problema, Gabrielle?‛ ‚Bem, eu ouvi que existe rumores que não poderia estar em licença médica, que estou fazendo algo excitante em Tampa. Talvez não seja ruim, mas...‛ ‚E como você ouviu isto?‛ Sua voz assumiu um tom sombrio. Oh inferno, ela não deveria ter conectado com seu escritório. ‚Ah. Eu chamei para verificar como minha substituta est{ indo e responder perguntas sobre meus casos.‛ Silêncio e um suspiro. ‚Especialistas de vítima. Eu suponho que devia ter esperado isto. Assistentes sociais de Bighearted.‛ Ele fez o termo soar mais como um insulto que um elogio. ‚Eu lidarei com o vazamento e falarei com sua substituta. Você se concentra em seu 95


trabalho atual.‛ Considerando o modo que ele fez Gabi se sentir como uma idiota, o pobre secretário estava indo para um tempo {spero. ‚Sim, senhor.‛ ‚Eu falei com Z a propósito; Você fez um trabalho bom no clube na semana passada. Sua experiência anterior está fazendo uma diferença — os outros três chamarizes não estão fazendo quase tão bem.‛ Depois que ele desligou, ela olhou fixamente para o telefone por um momento. Um elogio? Bem. O quão bom depois de todas as reclamações de Rhodes. Desaprovação duradoura de Marcus. Sua garganta apertou na lembrança. Como o desapontamento nos olhos do Dom podia ser mais difícil de aguentar que um castigo físico? Não é relevante, Gabi. Volte a trabalhar. Ela fez cara feia enquanto folheava a página de anúncios. Em sua próxima entrevista de trabalho. Só um quarteirão longe. Ela atirou sua bolsa acima de seus ombros e foi em direção à calçada abaixo. Ela lamentou pelo pobre agente a arrastando, esperando na rua quente enquanto ela preenchia fichas falsas no ar condicionado dos escritórios. Mas ele conseguiria o fim de semana, enquanto ela teria que continuar sua ação no Shadowlands. E ela veria Mestre Marcus novamente. Seu coração deu uma batida extra. O que havia sobre aquele homem — o Dom? Como ela podia querer outro terno perfeito como seu último namorado? Nos últimos dos poucos encontros com Andrew, ele nunca parou de criticá-la. Seu traje, seus modos, sua atitude, até o modo como ela fazia amor. Quando ela percebeu que ele soava como seus pais e que permitiu que a fizesse parecer inadequada, ela terminou isto. Sr. Marcus Perfeito era só mais um como Andrew — até um advogado, pelo amor de Deus. Não esteja atraída por outro gatuno conservador, Gabi. Na interseção, a luz mudou, e ela seguiu o grupo de pedestres ao outro lado da rua. Dois homens ao lado dela conversavam sobre um encontro falho do fim de semana. 96


Divertindo-se. Diferentemente de seu pai reservado, Marcus parecia divertir-se. Ele tinha uma grande risada aberta, e ele brincava com seus amigos. Ela suspirou. E quando ele não estava infeliz com ela, ele tinha sido tão quente que quis enrolar-se em seus pés. Até depois de ela ter zombado dele, ele não perdeu seu temperamento. Ao invés ele tentou compreender que a alcançaria. Como uma assistente social, reconheceu como ele procurou por um lugar suscetível onde podia empurrá-la na direção que ele queria que fosse. Ele poderia bem achar isto. Ela tinha vulnerabilidades, todo mundo tinha, e talvez tivesse algumas mais que outras. Ele está chegado a mim, não é? Ela queria agradá-lo e pareceu ruim quando o insultou< E ela realmente queria vê-lo novamente. A realização a preocupava. Como era possivelmente esperar ansiosamente para estar debaixo de seu controle? Deus, aquela surra machucou. Ela não chorou assim em anos. Mas posteriormente ele a segurou, apertando sua cabeça contra seu ombro forte, murmurando conforto naquele rico sotaque. Alguém já tinha cuidado dela tão docemente? Ou a despertou tão completamente? Ela por certo nunca gozou tão duramente. Nunca. As lembranças lhe deram sonhos eróticos molhados toda maldita noite, e ela acordava doendo na necessidade de gozar. Mas ela não conseguia gozar. Estrela de ouro para mim. Ele disse para não gozar sem permissão, e ela queria agradá-lo, embora seu propósito inteiro no Shadowlands fosse para desafiá-lo. Sim, o furtivo, Dom perfeito tinha escapado de suas defesas. Ela fechou sua mandíbula. Muito ruim para ela< E ele. Endireitando seus ombros, caminhou um pouco mais rápido. Próxima sexta-feira e sábado, Mestre Marcus podia lidar com seu desafio, e ela podia lidar com sua resposta< De alguma maneira. Isto é apenas o modo que tinha de ser.

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Capítulo Sete Levando um total de bandeja de bebidas, Gabi pausou como os membros assistindo uma ruidosa sessão de ménage que bloqueou seu caminho. Ela agitou sua cabeça. O lugar inteiro estava cheio. Que maravilhoso. Mais pessoas para rir dela entrando em confusão. Ela teve uma sensação que hoje à noite não seria quase tão agradável quanto ontem à noite. Na sexta-feira, ela se empurrou ao extremo da indisciplina, mas aparte de um Dom moreno e o garçom do bar, que ambos a castigaram, ninguém pareceu se importar. Marcus chegou tarde, então fez uma cena com aquela loira, então ele não teve uma chance de dar-lhe seu inferno. Marcus está aqui hoje à noite. O conhecimento enviou uma excitação ao longo dos seus nervos. Enquanto a submissa na cena do ménage gemia, um dos seus Doms ria. Curiosa, Gabi seguiu seu caminho. Infelizmente ela conseguiu ficar muito perto do Dom em couros pretos que a chamou de insolente, o chamado Mestre Dan. Ele fez uma carranca nela e empurrou sua cabeça, um mudo gesto de ‘volte ao trabalho’. Ele certamente não estava muito bem. Por que alguns Doms agiam como se eles a possuíssem e outros não? Quando ele girou suas costas, ela esticou sua língua e estreitou seus olhos. O riso ondulou ao redor dela, e a sub grávida dobrou-se debaixo de seu braço dado com uma risadinha. Sorrindo, Gabi retornou ao bar. Isso pareceu bom. Enquanto caminhava na multidão, ela olhou acima de seu ombro e notou a braçadeira dourada que circulava o bíceps de Mestre Dan. Interessante. Sam e Cullen ambos vestiam aquelas faixas douradas. Assim como Mestre Marcus. Uma vez seguramente fora da visão de 98


Dan, ela parou para examinar o salão. Aparentemente só alguns Doms usavam braçadeiras. O Dom moreno, musculoso que ela encontrou — para seu infortúnio — uma Domme com um sub macho, outra Domme com uma sub fêmea. Quando a estagi{ria morena passou, Gabi a parou. ‚Eu sei que monitores de calabouço vestem coletes dourados, mas o que são as braçadeiras?‛ Ela movimentou a cabeça nas duas Dommes. ‚Aquelas faixas douradas significam qualquer coisa?‛ ‚Oooh, amiga, nós nos esquecemos de advertir você sobre isto?‛ Sally rolou seus olhos e sorriu. ‚Aqueles identificam os Mestres do Shadowlands.‛ ‚E isto é diferente de um Dom como?‛ Sally descansou sua bandeja em seu quadril e pensou por um segundo. ‚Certo, você sabe como os Doms são um pouco dominantes, como talvez um sorvete de uma colher, e outros são muito mais—talvez duas colheres de dominação?‛ Gabi movimentou a cabeça. ‚Bem, com os Mestres, pense em um caprichado sundae de chocolate quente.‛ Sally deu uma risadinha. ‚E isto é só a parte de dominação. Adicione uma grande experiência, controle e tudo aquilo. Eles foram votados pelos membros como Mestres, e esteja certa que não é uma competição de popularidade.‛ ‚Oh. Entendi isto.‛ ‚Os mestres são os melhores no jogo, mas<‛ Sally enrugou seu nariz. ‚Embora os Doms regulares possam nos mandar um pouco, eles têm que pedir a Marcus permissão para fazer qualquer outra coisa. Mas os Mestres deveriam ajudar com os estagiários, então eles podem puxar você em uma cena ou usar você para uma demonstração. E se você for infantil e Marcus não esteja ao redor, eles castigarão você eles mesmos.‛ ‚Agora você me diga.‛ Gabi fez cara feia. ‚Que é aquele hisp}nico com todos os músculos? Ontem à noite, ele desceu em mim como uma carga de tijolos — me pôs nas ações e permitiu que qualquer um que pensou que eu os insultei, me golpeasse com um remo.‛ 99


‚Ai. Eu me perguntei como você acabou l{. Mestre Raoul normalmente é mais tolerante que Marcus. Você deve ter sido muito mais malcriada do que eu.‛ Rindo, Sally estalou a língua em Gabi antes de responder ao aceno do Dom, para serviço. Gabi dirigiu-se lentamente ao bar. Da forma que seja por que um Dom regular não fazia nada sobre seu comportamento. Parecia com que ela precisava se concentrar nos tristes Mestres. Oh, só que não soa como diversão? Quando ela se aproximou do bar, ela viu Mestre Marcus. Deus, ele estava magnífico< E perigoso. Apesar de sua postura aparentemente preguiçosa, o poder parecia irradiar dele, e quando seu afiado olhar azul caiu sobre Gabi, à eletricidade chiou como um cabo de energia cortado, lançando faíscas em todos os lugares. Próximo a Marcus estava um homem rude, com uma camiseta negra sem mangas e uma faixa dourada em seu braço. Cicatrizes no rosto e linhas das mãos brancas acima de sua pele marrom vermelha escura. Como seus olhos negros sem vacilar, a assistiram se aproximar, Gabi seriamente considerou desviar ao redor de ambos, dele e Marcus. Mas quando ela hesitou, viu o Agente Rhodes no fim do bar, lembrando-a do que estava envolvido. Certo, Kim — isto é para você, mel. A mandíbula ficou tensa, ela foi diretamente em direção a Marcus e o outro sujeito. Ela forçou um sorriso convencido e saudou Marcus. ‚Eh, coisas quentes.‛ Seu sorriso morreu. ‚Gabrielle, você não quer fazer isto.‛ Ignorando o modo que sua voz fez um sapateado no seu interior, ela girou para seu amigo duro. ‚Eh, amigo, como est{ passando?‛ Os lábios de Marcus apertaram em uma linha direta. Um flash de diversão chamejou nos olhos do seu amigo, antes de desaparecer em escuridão. ‚Seu novo estagi{rio, Marcus?‛ ‚Eu temo que sim. Gabrielle, este é Mestre Nolan.‛ Marcus balançou sua cabeça interrogativamente. ‚Quanto tempo levou antes de você poder se sentar confortavelmente, 100


depois do último s{bado?‛ Dois dias inteiros. Ela deu um passo involuntário, então caminhou ao redor deles para colocar sua bandeja. Debruçando um cotovelo no topo do bar, ela disse alegremente. ‚Oh, não muito tempo.‛ O olhar atento de Mestre Marcus moveu-se por seu rosto, seu corpo, demorando em suas mãos. Ela sentiu o roce da mão na cicatriz em sua bochecha. Ooops. Depois de dobrar seu cabelo atrás de uma orelha, ela engessou em um sorriso desinteressado. Marcus viu sua perplexidade duplicada nos olhos de Nolan. Gabrielle não era tão confiante quanto tentava soar. A menção de sua surra tensionou todo músculo naquele bonito pequeno corpo e empalideceu seu rosto. Agora seus dedos localizaram a cicatriz longa em sua bochecha, que aprendeu que para ela significava ansiedade passando por medo. Por que ela continuava empurrando para ser castigada? Algumas poucas submissas almejavam dor, mas ela não era uma delas. Algumas procuravam atenção, e ele ainda não estava seguro que ela não procurava< Mas ela pareceu genuinamente mortificada por espectadores. Alguns submissos apenas usavam o método relativo às pessoas para se comportar como pirralhos, mas Gabrielle era uma pessoa naturalmente amigável. Ela tinha uma risada contagiante, conversava facilmente, e encantava todo mundo. De fato, quase todo Dom no lugar solicitou fazer uma cena com ela. Ele achou a maior parte de seu comportamento insolente completamente atraente. Com exceção dos momentos, como agora, quando ela deliberadamente antagonizava com um Dom. Enquanto Marcus a estudava, ela tragou, trocou seu peso, seus olhos arremessando longe. Definitivamente assustada. Maldição. Espancá-la não funcionou, e ele duvidava que tivesse estômago batendo nela mais duro. Mas sua responsabilidade como um treinador exigia que ensinasse as consequências da sua insolência. 101


‚Coisas quentes.‛ Ela o chamou? ‚Mestre Nolan, eu podia solicitar que você, por favor, a mantenha aqui por mim?‛ ‚Você conseguiu isto.‛ Nolan enrolou sua mão ao redor de seu braço superior, nem mesmo parecendo notar sua tentativa instintiva para retroceder. ‚Deixe-me ir!‛ Ela bateu nele. ‚Você não é meu chefe.‛ Seus protestos altos continuaram quando Marcus recuperou sua bolsa de brinquedos por detrás do bar, e a diversão se misturou com sua preocupação. Ele gastou muito tempo pensando sobre ela, perguntando-se o que fazer com ela< E tentando lembrar que ele era seu treinador e nada mais. Maldito, se ele quisesse ser atraído para o pequeno incômodo. Depois de planejar fora algumas cenas possíveis para ela, ele adicionou alguns suplementos para a bolsa. Estranho o quão pertinente pareceu ser. Quando ele retornou, ela estava ainda lutando e amaldiçoando Nolan. ‚Você macaco idiota, consiga sua mão fora de mim. O que... Você é o primeiro em sua família a nascer sem um rabo?‛ O Dom olhou fixamente para ela como se ele não podia acreditar no show, e Marcus quase sorriu. Quando ele discutiu sobre Gabrielle na reunião dos Mestres, antes do clube abrir, Nolan não acreditou que ela podia provar a ser uma dificuldade. Bem, agora ele sabia. Depois de deixar sua bolsa de brinquedo no bar, Marcus agarrou seu cabelo. ‚Fique quieta.‛ Por mais ou menos trinta segundos, sua submissão natural a calou como se ele arrolhasse sua boca. Então ela começou novamente. ‚Escute, eu não gosto de ser maltratada, e este...‛ Marcus tomou seus pulsos, puxou-os nas suas costas, e prendeu as algemas juntas. Quando ela abriu sua boca para outro grito, ele empurrou uma mordaça de couro entre seus dentes. Ele amarrou isto firmemente, sorrindo no grito agudo amortizado. Então sua inabilidade para conversar ou mover foi registrada. Seu corpo endureceu e seus olhos dilataram com medo. 102


Antes dela se apavorar, ele pôs sua mão debaixo de seu queixo para forçá-la a encontrar seu olhar. ‚Gabrielle.‛ Ele segurou um brinquedo estridente rosa e agitou isto, muito sinos dentro tocaram. Um aperto fez isto chiar. ‚A qualquer hora que eu amordaçar você, você segurará isto. O brinquedo é o substituto para sua palavra segura, Doçura. Se você o soltar ou fizer isto chiar, tudo p{ra.‛ Seus olhos marrons eram enormes, e ela tremeu como um rato apavorado. Por que ela fazia isto com ela mesma? Ele deslizou sua mão por seu rosto, e o modo que inconscientemente ela esfregou sua bochecha em sua palma lhe disse que confiava nele — de boa vontade se submeteria. Somente que ela não fez. Com um suspiro, ele ficou no caminho que estabeleceu. Ele pôs o brinquedo em sua mão. ‚Você entendeu Doçura? Use isto se algo for demais para você. Faça isto chiar agora, assim eu sei que você pode.‛ Enquanto fez o brinquedo soar por alguns minutos, sua respiração diminuiu a velocidade. ‚Certo então.‛ Ele despiu suas calças de el{stico, amarelo claro quente com remorso — ela parecia malditamente bem nelas — como uma segunda pele suave, traseiro nu. Sedutora, a bocuda pequena sub. Então ele agarrou sua cintura e a deitou, estômago abaixo, no bar, com suas pernas oscilando fora da extremidade. Seus dentes apertaram na mordaça, e ela puxou inutilmente suas algemas, então tentando se contorcer fora do bar. Sedutora, bocuda, teimosa pequena sub. Marcus olhou em Nolan. ‚Você me faria um favor?‛ Nolan movimentou a cabeça e apoiou-se em suas pernas, prendendo-a contra o bar e a impedindo de retroceder no processo. Depois de prender suas algemas, o Dom a teve bem imobilizada, embora ela continuasse a lutar como um peixe lançado em terra firme. Marcus olhou para Cullen, que servia uma cerveja enquanto ele observava o show. ‚Empreste-me uma faca, por favor.‛ Antes de Gabrielle poder reagir com mais do que arregalar os olhos, ele bateu levemente em sua parte inferior. ‚Eu não vou cortar em você, 103


querida.‛ Ela olhou fixamente para ele por um segundo, então desistiu de se contorcer debaixo do aperto de Nolan. Aparentemente a menção de uma faca teve assustando a ousadia dela. Cullen colocou a bebida no bar e lançou uma faca para Marcus. Marcus pegou isto no ar. Ele tomou um pedaço nodoso de gengibre na palma, de sua bolsa de brinquedo e cortou uma das partes. ‚Isto é gengibre, Gabrielle, como o que é usado na arte culin{ria asi{tica.‛ Ele cortou a camada marrom e esculpiu o pedaço longo na forma de um plug anal com o tamanho de um dedo polegar espesso, uma parte mais estreita, e uma mais larga para manter no lugar. Quando ele segurou isto, Gabrielle nitidamente inalou, obviamente reconhecendo a forma. Marcus sorriu em seus olhos. ‚A diversão que nós teremos hoje | noite é chamada de figging.2‛ Quando Nolan riu, endureceu como se ela esquecesse sua presença. ‚Eu não posso usar lubrificante regular ou bloqueará o efeito. Você pode lubrificá-la com seus próprios sucos?‛ Marcus perguntou, olhando em suas mãos. ‚Se eu conseguir os óleos próximos a sua boceta, ela vai gritar como um motor a vapor.‛ Nolan bufou. ‚Não cague. Acho que eu posso ajudar com isto, coisa quente.‛ O Dom empurrou suas pernas separadamente e deslizou seus dedos acima de sua boceta. Ele riu. ‚Ela est{ bem molhada, Marcus.‛ Ignorando seus gritos amortizados, Nolan lubrificou acima de seu traseiro. As bochechas cor-de-rosa em afronta, e Gabrielle olhou feio quando Marcus levantou

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Figging é a prática de inserir um pedaço de raiz de gengibre no ânus, vagina ou a uretra masculina. O gengibre, esfolado e, muitas vezes esculpido em forma de um plug anal, causa uma sensação de queimadura intensa e desconforto para o sujeito. Se o submisso enrijece os músculos do ânus, a sensação se torna mais intensa. Por esta razão, 104


o gengibre. Ele movimentou a cabeça para Nolan. ‚Melhor você tenta relaxar, Gabrielle.‛ Enquanto Nolan segurava suas nádegas separadamente, Marcus lentamente empurrou o plug em seu traseiro. Seu anel apertado de músculo lutava contra a intrusão — da mesma maneira que ofereceria um protesto simbólico contra um pênis, antes de fechar como um vício em torno da base. Ele endureceu no pensamento. O gengibre deslizou no lugar, e ela gemeu. ‚L{ vai você, Doçura. Agora aprenderá o que coisa quente realmente quer dizer. Eu quero que saiba que o gengibre não causa qualquer dano em tudo< Não importa como se sente.‛ Debruçando um braço no bar, ele beijou a bochecha e testa de Gabrielle. ‚Um rosto tão bonito com tanto brilho. Se você preferisse ser educada, não teria que ser infeliz o tempo todo?‛ Seu olhar azul era suave, sua voz ressonante quase num sussurro, e Gabi teve que fechar seus olhos para afastar de ver, o quão devastadora era sua pergunta. Eu iria. Só quando você estiver louco comigo. ‚Ah, querida.‛ Ele suavemente disse. ‚Nós chegaremos l{. Acontecer{.‛ Ela manteve seus olhos fechados, até que ela o ouviu se mexer. Ele foi atrás do bar para lavar suas mãos, deixando o Dom insensível quieto inclinado contra suas pernas. Ela podia ouvir o riso e conversas sobre ela, e suas bochechas coraram. Ela fazia bem em atrair atenção, não é? Quando Marcus voltou, Nolan se afastou e perguntou com sua voz dura. ‚Se você não precisar de mais ajuda, eu vou me reunir com minha sub.‛ ‚Eu apreciei sua ajuda.‛ Marcus disse.

são espalhados boatos por ter sido feito às esposas recalcitrantes na era vitoriana para impedir que o aperto durante uma surra. 105


‚Meu prazer.‛ Nolan deu um tapa suave no traseiro de Gabi, um formigamento no bofetão, e ela friccionou seus dentes na mordaça para impedir de ganir. ‚Você gostaria dela por hoje à noite? Eu estou saindo da pr{tica.‛ Gabi ficou tensa. Diga não, diga não. ‚Humm.‛ Marcus pastou seus dedos acima da {rea formigando. ‚Se ela não aprender alguns modos logo, eu acredito em que poderia se beneficiar de sua perícia.‛ Enquanto Nolan se afastou, Marcus agarrou Gabi em torno da cintura. Com um balanço fácil, ele a deixou em seus pés. Com a coisa em seu traseiro, ela estremeceu e meneou, tentando conseguir ficar mais confortável. ‚Eu esperava que você a deixasse l{ em cima.‛ O garçom do bar disse, apoiando-se em um braço robusto e olhando para ela e apreciando. ‚Eu não tive um bonito ornamento de bar faz um tempo.‛ ‚Não desta vez.‛ Marcus correu sua mão quente de alto abaixo de seus braços. Seu riso nos olhos seguros quando sorriu nela. ‚Eu não penso que ela vai estar se segurando ainda sem alguma ajuda.‛ Cullen fez uma carranca. ‚O que você quis com a faca de qualquer maneira?‛ ‚Raiz de gengibre. Ela me chamou de ‘coisa quente’.‛ O Dom gigante olhou fixamente para Marcus por um segundo, então rugiu um riso. O que é tão engraçado? Marcus removeu suas algemas e seu top de vinil amarelo, e finalmente sua mordaça. Obrigado, Deus. Ela esfregou suas bochechas e tragou, tentando erradicar o gosto da mordaça. Uma mordaça, plug anal, o homem no topo. Oh homem. Ela esperava uma surra, talvez até um chicotear. Não este tipo de coisa. Enquanto Marcus colocava as restrições em sua bolsa, ela percebeu que todo mundo ainda a assistiu, provavelmente esperando por outro show. Malditos de qualquer maneira. Ela fez cara feia em Marcus e Cullen. Não levou qualquer esforço para querer 106


incomodá-los. Um ornamento do bar, meu traseiro. ‚Assim, eu deveria esperar servir mesas com esta coisa em cima do meu traseiro?‛ Com os cotovelos no bar, Cullen escorou seu queixo em sua mão e assistiu ela como se ela fosse um bicho divertido. ‚Não, Gabrielle.‛ Marcus disse em um tom baixo. ‚Você vai sentar comigo e ter o autocontrole da pr{tica. Não me faça lamentar de ter removido sua mordaça.‛ ‚Pode apostar, coisa quente.‛ Ela apertou seus l{bios em um beijo, ouvindo as pessoas em torno do bar dando risadas. Sua expressão não mudou. Conforme ele a estudava com aqueles olhos azuis, ela se sentiu ruborizar e algo tremeu dentro dela, uma mistura de vergonha e desejo. Incapaz de encontrar seus olhos mais, ela liberou-se de seu olhar. ‚Simples, Doçura.‛ Ele suavemente disse. Sentou, atr{s do bar, e a ergueu sobre seu colo. Quando seu peso caiu sobre a coisa em seu traseiro, ela estremeceu, e seu temperamento trocou também — com boa razão. Afinal, um pouco do imbecil empurrou algo em seu traseiro. Seus dedos calosos enrolaram ao redor dos seus, e ele a posicionou com a palma em suas coxas nuas. ‚Eu quero suas mãos ficando apenas assim.‛ ‚Muito bem.‛ Ela murmurou, então deu um rosnado quando ele forçou seus joelhos separadamente e abriu mais suas pernas para fora, espalhando-a aberta. Não. Eu não me vou sentar aqui com minha boceta escancarado para todo mundo passar e olhar fixamente. Isto é demais. Sem dizer uma palavra, ela tentou deslizar fora de seu colo. Ele riu. ‚Eu não penso assim.‛ Pegou seu peito esquerdo, e a outra mão foi para cima de seu montículo, segurando-a no lugar. Ela acalmou, seu coração acelerado aumentou na excitação de suas mãos fortes em suas áreas mais vulneráveis. Sua palma, dura e calosa, apertando contra seus lábios nus. Ela estremeceu em seu aperto enquanto ele afagava seus peitos, rolando seus mamilos até a 107


necessidade arranhar por ela. ‚Bem quieta. Eu gosto assim, Gabrielle.‛ Ele murmurou em sua orelha, sua respiração quente contra sua bochecha. ‚Diga, ‘Obrigado, Senhor, por me fornecer um assento’.‛ Sua vacilação ganhou um beliscão rápido em seu mamilo, e a dor minúscula fluiu como um raio em parafuso de raio para sua boceta. Como ela possivelmente podia achar isto excitante? Mas seus dedos descansavam em cada lado de seu clitóris, e se ele começasse a tocá-la lá, ela teria um clímax em um tamborete do maldito bar. Ela respirou por seu nariz até o calor passar. ‚Obrigado, Senhor, por me fornecer um assento.‛ ‚Muito bom.‛ Apesar do fato que ele a forçou a concordar, sua voz era quente em aprovação, a aprovação que ela descobriu que realmente, realmente procurava. Ela tentou pensar sobre algo cruel para fazer a seguir, e de repente a mão entre suas pernas começou a se mover. Ele tocou em seus molhados lábios, fazendo outro som de aprovação. ‚Você percebe como seu corpo trai você, Gabrielle?‛ Ele disse em sua orelha enquanto seu dedo circulava sua entrada. ‚Você faz todos estes barulhos desafiantes, mas seu corpo diz: ‘Leve-me. Por favor’.‛ Ele esfregou seu clitóris, e então moveu mais distante suas pernas separadamente, espalhando-a até mais. ‚Eu gosto de ter você aberta, assim eu posso tocar você como eu quero.‛ Ele murmurou seu sotaque sensual mais espesso que o normal. Acima da área de sofás, duas estagiárias faziam cara feia para ela. No vestiário, elas reclamaram sobre quanto tempo Marcus gastava com ela, por causa de seu comportamento. Outros membros vagavam passando, olhando fixamente e rindo da sub nua sendo atormentada no colo do seu Dom, e ela ruborizou. Não preste atenção ao que Marcus está fazendo. Assista o sequestrador. Mas ele continuou provocando com toques irregulares, e seu foco começou a se desgastar. Ele sabia como tocá-la, Maldição. Estimulação e embaraço a percorreu, e suas unhas cravaram em suas coxas quando ela tentou ficar quieta. Com seu clitóris inchado, ela ficou 108


ciente da coisa em seu traseiro. Queimando. Isso não fez qualquer sentido. Ela o viu cortar isto; não tinha qualquer bateria ou fios; era só uma raiz de gengibre. Certo gengibre era uma especiaria, mas uma bastante aprazível. Não era? Aqueceu mais, e ela se contorceu, percebendo que ele colocou suas nádegas descansando solidamente em seu colo, com nenhum modo para conseguir a coisa. Seu ânus começou a queimar — como se uma tomada estivesse incendiando dentro dela. Precisava sair. Agora. Ela lutou para sair de seu colo. Ele apertou mais forte seu peito, sua palma aplainada em sua boceta, segurando-a no lugar. ‚Fique quieta, Gabrielle. Você não tem permissão para se mover.‛ Ele disse, mas o gelo em sua voz não era páreo para o fogo em seu traseiro. ‚Queima.‛ Ela empurrou em seus braços, mas ele teve um inferno de um aperto para um advogado. Ela não se importou se entraria em dificuldades. Sentiu como se alguém tivesse enfiado um pau em chamas no seu traseiro. ‚H{ algo errado. Aquela coisa...‛ ‚Sente como uma coisa quente?‛ Havia diversão em sua voz, ele soube exatamente o que aconteceria. Seu ofego em afronta o fez dar risada, e ela queria gritar com ele. Estava queimando. ‚Por favor, por favor, tira isto.‛ Seu corpo pareceu inesperadamente suar, enquanto o fogo aumentava. ‚Não.‛ Ignorando sua luta, ele tocou nela, rolando seu mamilo esquerdo, então o direito entre seus dedos calosos, lentamente, todo tempo aumentando a pressão para a extremidade de dor. Seus peitos pareciam cheios. Pesados. Seus mamilos pulsavam. E então ele moveu sua mão até sua boceta, deslizando um dedo magro em sua umidade, em cima e ao redor de seu clitóris. Dentro e ao redor. Seu clitóris inchou como se imitando seus peitos, cada círculo tortuoso a despertando para uma necessidade assustadora. ‚Não faça. Eu não quero isto.‛ Ela agarrou seu pulso e tentou empurrar sua mão longe de sua boceta. ‚Ponha sua mão em sua coxa, Gabrielle.‛ O aço em sua voz cortou sua resistência. Um 109


tremor agitou bem no fundo à medida que ela obedecia. ‚Este é o caminho.‛ Ele murmurou. ‚Você ficar{ em qualquer lugar que eu queira, e vou tirar qualquer coisa de você.‛ Sua espinha pareceu derreter em seu tórax como se o afastamento de suas escolhas a levou com isto. ‚Tão bonita pequena sub.‛ Ele sussurrou. Beijou sua bochecha quente. ‚Só fique quieta | medida que eu lhe toco.‛ Ela de alguma maneira se segurou quieta enquanto ele provocava seu clitóris, sempre muito lentamente, despertando sua boceta para um fogo diferente, competindo com a dor em chamas de sua parte inferior. Quando ele comprimiu seus mamilos, dor e prazer pareceram ziguezaguear com a eletricidade entre sua parte inferior, sua boceta e seus peitos, puxando-a mais intimamente e mais íntimo para o gozo. Ela gemeu, afogando na sensação. Ele cruelmente a trouxe direito para a beira, até que ela não podia permanecer quieta, até que ela se contorceu incontrolavelmente contra seu aperto, precisando gozar tão mal que ela choramingou. Ela queimava< Em todos os lugares. Cada golpe impiedoso a empurrava mais íntimo até o mundo retroceder para uma só sensação de suas mãos e o fogo do gengibre. Toda vez que ela conseguiu chegar perto da extremidade, ele suavizava seu toque, mantendo-a pulsando e queimando no precipício. Marcus aninhou a bochecha da pequena sub se contorcendo em seu colo. Ela pairou direito no cume de ambos: dor e prazer, e um toque firme a mandaria gritando acima da extremidade. Seu ofego e choradeiras eram um prazer de escutar, como era sua inabilidade para pôr duas palavras juntas em um de seus insultos. Mestre Z passou e estudou ela por um segundo, movimentando a cabeça para Marcus. Isso tinha sido uma expressão muito ilegível do dono do clube, Marcus pensou. Quase preocupado< Compassivo. Pondo o pensamento de lado, ele retornou sua atenção para sua sub. Suas respostas o encantaram. Ele poderia te forçar a desapontar suas defesas, mas uma 110


vez indo, ela abertamente deu-lhe tudo. Ele mordiscou a curva adorável entre seu pescoço e ombro para adicionar mais as suas sensações, e outro gemido baixo quebrou dela. ‚Implore-me, Gabrielle.‛ Ele disse, fazendo disto uma ordem. ‚Implore que eu a deixe gozar.‛ Ah agora, ele obviamente empurrou muito longe, para ela tentar rosnar seu desafio. ‚Você me dar{ isso tudo, Doçura.‛ Ele sussurrou e deslizou seu dedo em cima de seu engolido clitóris, muito ligeiramente para consegui-la fora, mas duro o bastante para aumentar o tremor de suas coxas. O odor de sua estimulação misturado com a fragrância leve de sua pele e cabelo. ‚Implore-me.‛ Seus lábios apertaram, e ele riu. Teimosa a pequeno sub. Tão honrada em seu desafio. Quanto tempo desde que ele teve tal desafio? Ele deixou suas mãos do lado de fora de seus quadris e empurrou suas nádegas juntas. A pressão na raiz de gengibre aumentou a queimadura. Ela endureceu e deu um gemido rouco. ‚Por favor. Oh, Deus, por favor, Marcus.‛ Quase. ‚Quem?‛ ‚Senhor. Por favoooorrr.‛ ‚Certo. Você foi educada, Gabrielle, então eu recompensarei você.‛ Ele murmurou. Ele rodou um dedo em seus sucos, então começou alto e acima de seu clitóris, passando o capuz, e trabalhou pelo caminho minúsculo liso, esfregando. Seu corpo inteiro endureceu enquanto ele se aproximava de sua meta. Finalmente ele alcançou a Doçura, o inchado núcleo e deslizou acima disto uma vez. Suas costas curvaram; Sua cabeça tombou em seu ombro à medida que ela gritou, um som satisfeito, alto que o fez muito mais duro do que antes. Ele friccionou seus dentes. Se ele tivesse seu suave pequeno traseiro se contorcendo em cima de seu pênis muito mais tempo, ele a curvaria acima do tamborete do bar e a tomaria. Ele apertou o braço que pôs ao redor da sua cintura para mantê-la no lugar e circulou 111


seu clitóris algum tempo mais depois do espasmo. Alguns segundos daquilo e ela caiu contra ele como um balão que perdeu seu ar. Pequenos calafrios agitaram seu corpo em intervalos. Para agradar a si mesmo, ele moveu sua mão para cima de um peito suave, inchado. Ele beijou sua bochecha úmida. ‚Diga obrigado, Gabrielle.‛ Seus olhos estavam semicerrados. Seus lábios curvados ligeiramente. Absolutamente linda. ‚Obrigado.‛ Ele a girou e tomou sua boca. Ela se rendeu completamente, maravilhosamente. Eventualmente ele recuou, apesar de seu rugido de necessidade em tomar mais. Seus lábios molhados estavam inchados e vermelhos de seu beijo. Ela fechou seus olhos, e suas pestanas espessas e vermelhas colidiram carinhosamente com suas bochechas rosa. Lição. Isto é uma lição, Atherton. Recordando sua mente para a tarefa, ele roçou a bochecha acima da sua. ‚Eu aprecio dar prazer para submissas educadas, Doçura.‛ Ele deixou a segunda parte subentendida — que grosseria receberia dor. Seus olhos ergueram e encontraram os seus. O olhar vulnerável parecia puxar em seu coração. Então ele assistiu, como um guarda da prisão, ela bloquear sua emoção longe.

A cadela estava atrasada. Cesar Maganti olhou em seu relógio: 1:30 da manhã Nas sombras ao lado do edifício de apartamentos do seu objetivo, ele se debruçou contra a parede. Suor gotejava lentamente abaixo de suas costas. Seu macacão, mostrando que ele era um empregado da companhia de manutenção, sentindo como um sobretudo na noite úmida. Não há muito tempo, Jang reportou que Candi deixou o centro da cidade do clube de BDSM, então ela devia chegar a qualquer momento agora. Com sorte, ele a teria encaixotado, 112


chamando, e pronta na picape no minuto que as docas fossem abertas de manhã. Ela seria a segunda mulher das quatro ordenadas. Ele assistiu quando um carro entrou no estacionamento. Um Jipe vermelho — não. Um casal bêbado saiu e cambaleou para um apartamento do andar térreo. Ele duvidou que eles viram qualquer coisa, que um ao outro. As noites do fim de semana eram definitivamente o tempo mais seguro para pegar alguém. Dois anos atrás, quando o Inspetor mandou um e-mail, com um guia de ‘como sequestrar’, ele riu de seu rabo largo. Mas o bastardo das sugestões estava morto. O Inspetor. Nome fantasia para um fodido cafetão. Mas o protetor imbecil pagou um bom dinheiro para cada grupo de meninas. Da última vez o lucro na ordem manteve sua agência de PI flutuante. Este ano saldaria suas dividas de jogo o afastando de acabar no Golfo, como um exemplo. Esta mocinha e então mais duas e a casa livre. E ela estava aí. Muito bem, garota. Ela estacionou e bloqueou seu sedan danificado, branco compacto, então caminhou em direção aos degraus no fim do edifício. As mulheres saudáveis — os tipos que ele sequestrou — raramente usavam elevadores. Ele verificou a área. Um carro saiu do outro lado longe do lote, suas luzes dançavam acima do matagal. Tudo limpo. Maganti sorriu quando a morena o abordou. Bom chute. Quando ela alcançou os degraus, ele saiu das sombras. ‚Eh, Candi.‛ Ele disse, sorrindo. ‚Não a tenho visto há um tempo.‛ Ele usou seu nome deliberadamente. Em vez de gritar e correr, ela hesitou. Com um cérebro encharcado de álcool, ela tomou um momento para perceber que não o conhecia. Seus olhos arregalaram e... Ele a pregou com o Taser. Ela caiu em uma pilha agradável. Depois de arrancar os grampos de seu estômago, ele deu uma injeção de tranqüilizante, para mantê-la fora por umas horas pelo menos. Longo o 113


suficiente para chegar às docas, passá-la para os sujeitos da picape, e conseguir seu dinheiro. Maganti foi buscar a caixa da pesada lavadora de roupa por detrás do edifício, ergueua e selou hermeticamente o topo. Usando um carrinho de mão, ele rolou a caixa para seu furgão de carga e em cima da rampa. Depois de fechar a porta, ele a largou e algemou seus pulsos e tornozelos. Nenhum ponto em ser descuidado. Quando saiu do estacionamento, ele sabia que alguém assistindo veria — um caminhão de reparos que partia para fazer uma entrega. Outra ideia fora da lista do Inspetor. Ninguém questionava os sujeitos da manutenção. Telefonema de emergência de Hadan, Madame. A máquina inundou o quarto da lavanderia. Uma vez fora na estrada, ele lançou seus claros óculos sobre o banco do passageiro e removeu o boné de beisebol. Dois pequenos pássaros voavam. Assobiando uma melodia, ele pensou sobre a mulher algemada atrás do furgão. Cabelo longo. Traseiro bom. Grandes peitos. Ele endureceu. Se ele se apressasse, ele e Jang podiam ter alguma diversão com ela antes do barco chegar.

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Capítulo Oito Mais tarde naquela noite, Marcus vagou pelo clube, verificando em seus estagiários. Dois dos mais novos Doms solicitou Sally. Marcus esperava que os dois Doms pudessem intimidá-la um pouco, mas ela ia fundo como sempre, dizendo-lhes o que fazer, o que desarrumava. Maldição. Um casal jovem de Doms e a sub Tanner estavam em uma cena de açoite, e o homem jovem não só parecia ajustar os estouros, mas sorriu entre cada golpe. Tendo já feito cenas, Dara, Austin, e Uzuri agora serviam bebidas. A sessão da Dara durou por algum tempo, e Marcus sorriu nas faixas rosa que marcavam as voltas de suas coxas. Ele foi em direção às áreas de jogo para verificar Gabrielle. Marcus queria ver como ela lidava com um novo Dom e a dor de erótico aprazível, então ele concordou em deixar Holt, um Dom no final de seus vinte anos, levá-la. Depois disto, ele poderia prender um dos submissos livres para uma brincadeira de sua própria autoria. A batalha com Gabrielle mais cedo e seu clímax debaixo de suas mãos o deixaram duro como uma pedra — mas fodê-la durante esta fase de desafio constante, não seria inteligente. Nas áreas de jogo, o Dom loiro vestia uma jaqueta e calças de couro preto. Depois de sua apresentação para Holt, Gabrielle tinha seus olhos na jaqueta de motoqueiro, o que aparentemente combinava sua concepção de traje adequado para Dom, e sorriu para Marcus. Marcus riu. Ela poderia deixá-lo louco, mas a pequena ruiva certamente não o chateou. Ele escolheu uma cadeira em um ângulo para a área de jogo. Holt a assegurou bem, com sua cabeça e mãos contidas no bar de madeira e suas calças quentes amarelas demolidas para despir seu traseiro. A pequena sub era bastante uma visão colorida. Pálida, pele pálida. Um top amarelo que apenas continha seus bonitos peitos. Os três brincos amarelos em sua orelha direita 115


combinavam com sua roupa, duas azuis na esquerda para combinar com suas mechas, e a tatuagem vinha enrolando em seu braço duplicando as cores. Na luz mais brilhante da área da cena, seu cabelo refletido em uma miríade de vermelho e dourado — e azuis. Estranho como ele só pensava que era bonita a princípio, mas ela verdadeiramente era uma adorável sub. Quando Holt entrou em um círculo lento ao redor dela, o rosto de Gabrielle corou, suas mãos apertaram. Seu peso trocou de perna até perna como se ela percebesse o quão vulnerável seu traseiro estava naquela posição. Nervosa. Excitada. Muito bom. Tomando seu tempo, Holt tocou sua boceta e peitos para aumentar sua estimulação. Marcus assistiu o Dom trabalhar antes. Ele fez um trabalho bom, embora Marcus quisesse ser as suas mãos acariciando seu traseiro suave e provocando seus mamilos de pálido rosas para permanecerem erguidos. Holt começou ligeiramente a mudar, assistindo suas reações. Atrás de alguns gentis esmagos, Gabrielle fechou suas mãos, e apertou sua boca − não em dor, mas como se lutasse com ela mesma. Aqui vamos nós, Marcus pensou não certo se ria ou amaldiçoava. ‚Isto é tudo que você tem?‛ Ela ruidosamente perguntou. ‚Hey, até aquele treinador sufocante bate mais duro.‛ Treinador sufocante. Bem, maldição. Em uma voz melodiosa, ela cantou: ‚Qualquer coisa que você pode fazer, ele pode fazer melhor<‛ Marcus sufocou um sorriso. Holt bateu a chave na palma de sua mão, então lançou isto de lado, obviamente decidindo ver por que ela deliberadamente o provocava. Ele passeou em torno da área e fechou a mão em seu cabelo. A música da pista de dança suprimiu qualquer coisa que ele disse para ela. Então ele caminhou de volta e levantou a chave. Marcus o avaliou — quieto em controle. Nenhuma raiva. Bom o suficiente. 116


Girando sua atenção para Gabrielle, Marcus endureceu. Seu rosto virou morto, branco e inexpressivo, seus olhos em branco. Que diabo Holt disse para ela? Até quando Marcus se levantou, Holt virou-se pegando a linguagem do corpo anormalmente quieto, e puxou o golpe. Ele lançou a chave de lado novamente e alcançou sua cabeça da mesma maneira que Marcus chegou às cordas. ‚Marcus, ajude-me a consegui-la solta. Ela est{ congelada.‛ Com uma mão, Holt esfregou as costas de Gabrielle; Com a outra, ele destrancou a barra. Ele sussurrou: ‚Est{ tudo bem, querida. Você est{ segura.‛ Ele sacudiu de volta a barra superior que prendia seu pescoço e pulsos. ‚Gabrielle. Olhe para mim, Gabrielle.‛ Ele agitou sua cabeça em Marcus. ‚Ela est{ fora disto, Maldição.‛ Mas suas pernas não afivelaram, Marcus percebeu quando ele puxou sua calça e ajudou a movê-la fora da área. Seu intestino apertou. Isto não era uma reação normal mesmo. Holt embrulhou um braço ao redor dela, segurando-a, ainda encarregado da cena. Quando suas pernas dobraram, Marcus se forçou a não agarrá-la, mas Deus, ele queria — levá-la longe, segurá-la, ver o que estava errado. Holt olhou em cima. ‚Eu sou ainda um estranho para ela, e eu não vou jogar irritado com uma sub apavorada. Leve ela.‛ Marcus deu-lhe um aceno com a cabeça agradecido e a balançou em seus braços. ‚Doçura, você est{ segura. Relaxe agora. Você est{ segura.‛ Ele saiu da {rea de cena. Olivia em um colete de monitor de calabouço esperava perto para ver se eles precisavam de ajuda. ‚Nós conseguimos isto.‛ Ele murmurou para ela e a colocou sobre um sofá, Holt soltou-se abaixo ao lado deles. Com um braço atrás das costas dela, Marcus debruçou Gabrielle contra seu tórax, então pegou sua bochecha. ‚Gabrielle, eu preciso que você olhe para mim agora.‛ Ele suavemente disse. Seus olhos estavam arregalados, sem foco, muito como uma sub em sobrecarga de endorfina, mas seu corpo duro, rosto pálido, e pele fria e úmida indicavam qualquer outra 117


coisa. A preocupação afundou e afiou sua voz. ‚Gabrielle. Olhe. Para. Mim.‛ Ela empurrou como se ele tivesse batido nela. Algum do vazio retrocedeu no olhar dela. Ela piscou e olhou fixamente para ele, então ao redor, não obviamente lembrando como ela acabou em seu colo. Quando ela estremeceu, ele embrulhou seus braços ao redor dela. Holt foi buscar um fofo cobertor para a sub e dobrou isto acima da menina. ‚Obrigado.‛ Ela sussurrou e fez uma carranca no Dom jovem. ‚Eu estava com você, não é? Na {rea?‛ ‚Você estava Gabrielle.‛ Holt tomou sua mão e assistiu sua reação cuidadosamente. Ela não o empurrou longe. ‚Você pode me dizer o que aconteceu? O que assustou você?‛ Ela agitou sua cabeça, suas sobrancelhas juntaram. ‚Eu machuquei você?‛ ‚Não.‛ Seu sorriso oscilou um pouco. ‚Eu não<‛ Seus músculos apertaram. ‚F{cil, doçura.‛ Marcus murmurou. Ela olhou nele. ‚Marcus?‛ Seu corpo relaxou, derretendo nele. Ele beijou o topo de sua cabeça. Ela confiava nele, e o conhecimento o aqueceu. Aliviando. Ver a arrojada pequena sub com medo congelado, reduzido preocupou o inferno fora dele. ‚Você deu uma de esperta com Holt.‛ Marcus disse. ‚Você se lembra?‛ Ela movimentou a cabeça, olhou debaixo de suas pestanas no Dom. ‚Um. Sim. Desculpe.‛ ‚Você tentou ter um aumento fora de mim.‛ Holt disse. ‚Você realmente quis que eu batesse mais duro?‛ Tensão novamente, ela agitou sua cabeça. ‚Uh-uh.‛ Marcus fez uma carranca. Mais um momento onde seu comportamento insolente não fazia sentido. Ela não gostava da dor. Às vezes um sub queria a atenção do Dom, mas Gabrielle já tinha isto. 118


Ele agitou sua cabeça. Analise mais tarde, Atherton. Agora mesmo, ele precisava saber o que causou sua resposta, e desde que ela não se lembrava, eles iriam por isto passo a passo. ‚Holt agarrou seu cabelo.‛ Marcus disse. Movendo lentamente, ele enrolou seus dedos em seu cabelo e puxou. Se qualquer coisa, ela suavizou contra ele. Holt sorriu. ‚Bem, que certamente não foi isto.‛ ‚Então Holt disse algo para você. Você se lembra o que, querida?‛ ‚Ele disse.‛ Ela mordeu seu l{bio e fez uma carranca no Dom mais jovem. ‚Você agarrou meu cabelo, e você se curvou acima de...‛ Seus músculos começaram a tensionar. ‚Gabrielle.‛ Marcus estalou. Ela empurrou e olhou em cima. ‚L{ vamos nós. Fique comigo, querida.‛ Ele acariciou seu cabelo felpudo, e ela aliviou de volta com um suspiro cansado. ‚Holt, você pode dar pedaço por pedaço?‛ A boca de Holt apertou, e ele apertou a mão de Gabrielle. ‚Não quero assustar você novamente, querida, mas nós precisamos descobrir o que fez isto. Você entende?‛ Ela movimentou a cabeça, mas seu corpo parou. Ela conscientemente não poderia se lembrar da causa, mas algo dentro dela fez. ‚Você pequena pirralha.‛ Holt disse. A exalação de Gabrielle era quase uma risada. Sorridente, Marcus esfregou seu queixo através de sua cabeça. Nada oprimia esta atrevida muito tempo, não é? O laço em seu estômago soltou. ‚Acho que não foi isto.‛ Holt sorriu e alimentou a próxima parte: ‚Você obviamente quer ser batida duramente<‛ Um minúsculo tremor dela, mas nenhum medo. Holt movimentou a cabeça. ‚< Ou talvez você seja uma vagabunda suja que...‛ O corpo de Gabrielle ficou rígido. Seus olhos foram em branco. ‚Então é isto.‛ Marcus ergueu seu queixo novamente. ‚Gabrielle, olhe para mim. 119


Agora!‛ Ele estalou. O laço que ele estabeleceu com ela alcançado fundo, e ela estremeceu. Seus olhos focados nos seus. ‚Boa menina.‛ Ele murmurou. ‚Você é uma menina muito boa. Fique comigo, querida.‛ Porque você está assustando o inferno fora de mim quando você não fizer. Ela suspirou e se debruçou nele novamente. Marcus olhou em Holt. O rosto apertado do Dom com infelicidade e culpabilidade. ‚Eu quis descobrir se ela gostava de ser chamada por nomes.‛ Vários subs gostavam quando um Dom as chamava de vagabunda, prostituta ou suja. ‚Você não estava fora da linha, Holt. Eu nunca vi tal reação de extremo para humilhação verbal. Isto é algo do passado.‛ ‚Sim, bem.‛ O Dom correu uma mão por seu cabelo. ‚Você est{ indo trabalhar nisto com ela?‛ ‚Definitivamente.‛ ‚Certo então.‛ Sua expressão ficou severa. ‚Se você descobrir o que ocasionou este tipo de medo< Que eu apreciaria dar-lhe uma lição de boas maneiras.‛ Marcus movimentou a cabeça. Então, iria eu. Quando o outro Dom foi embora, Marcus acariciou a bochecha pálida e estudou Gabrielle no assunto. ‚Vagabunda suja.‛ Algumas mulheres poderiam ficar repugnadas, algumas afrontadas e algumas excitadas. Mas a reação de Gabrielle pareceu mais íntima para um retrospecto catatônico. O que podia ter acontecido em seu passado para deixá-la em tal gatilho? A mais provável causa seria< Seus braços pareciam tão bons, e ele derramava calor como o sol em um dia de verão. Gabi apertou sua bochecha contra a camisa lisa cobrindo seu tórax muscular. Ela devia voltar a ser o chamariz, mas seu corpo não queria se mover. Ela olhou fixamente para as áreas. Eles 120


a liberaram, a levaram dali, e ela não se lembrou. Como ela podia ter apagado? Com o medo espiralando por sua espinha, ela tomou um aperto de morte no terno de Marcus. Não me deixe ir. Em seu movimento, ele correu suas juntas acima de sua bochecha e usou seu dedo polegar debaixo de seu queixo para levantar seu rosto. Seu escrutínio intenso sentiu como se ele podia ver por sua roupa, até seu corpo, a distância toda interna. Ela não podia lhe olhar. ‚Você j{ jogou em um cen{rio de estupro, Doçura?‛ Ele perguntou com uma voz áspera, como se a palavra feia irritasse e afastasse a suavidade. Quando sua pele ficou fria, náusea torceu seu estômago como uma toalha suja. Ela cavou seus dedos em seu antebraço e encontrou somente músculos duros. ‚Não.‛ Nenhum som. ‚Não, por favor, Senhor.‛ ‚Entendo.‛ Ele liberou seu rosto e enrolou seus dedos fortes ao redor dos dela, ancorando-a no presente. ‚Quando você foi estuprada?‛ Seu ar desapareceu como se ele batesse em seu pleno solar, e sua próxima inalação lutou contra a constrição em seu peito. ‚Como< Como você soube?‛ Seus olhos prenderam os seus. ‚Eu não sabia, querida. Mas agora eu sei. Quando?‛ Ela tragou. ‚Dez anos atr{s. Eu fui pega em uma guerra de quadrilha.‛

‚Mmm.‛ O reconhecimento não emotivo de alguma maneira a deixou respirar. Ela olhou abaixo, assistindo como seu dedo polegar localizou círculos pequenos atrás de sua mão. Lentamente seus músculos desataram. ‚Um homem tomando controle aborrece você?‛ ‚Não. Isso tudo aconteceu no passado, e eu lido com isto bem. É por isso que eu não pus nada abaixo no question{rio, como um problema.‛ Ele fez um barulho repugnado atr{s de sua garganta. ‚A mentira não é para mim, querida. Olhe para mim agora.‛ 121


Ela tentou para não vacilar da intensidade de seu olhar azul. Eu não quero falar sobre isto; Eu só quero que você me segure. ‚Quando o problema é a causa de ser dominada?‛ E como se ela não pudesse entender a pergunta, ele movimentou a cabeça em direção às áreas. Certo, então talvez às vezes ela não fizesse tão bem. ‚Eu nunca pensei sobre isto.‛ E eu nunca quis. Até como ele manteve seu olhar preso, ele acariciou sua bochecha suavemente, e como sempre quando ele misturava todo aquele poder com gentileza, tudo nela derretia. Seus olhos suavizaram, e ele murmurou: ‚Pequena sub.‛ Ele beijou sua testa. ‚Pense sobre o que você sentiu na {rea< E me diga sobre a última vez que você congelou.‛ Ela ligeiramente disse: ‚Bem, parece como uma vez...‛ ‚Não fuja Gabrielle.‛ Seus dedos tomaram seu queixo em todo-controle muito-efetivo. ‚Quero ouvir sobre a última vez que algo deixou você doente e assustada.‛ Não evitando evadir sua insistência em respostas. ‚Encontrei um sujeito durante algum tempo. Ele puxou meu cabelo e fodeu áspero, e gostei disto. Muito. Mas ele me chamou de nomes uma vez que<‛ Suas mãos ficaram frias e úmidas, e ela tentou olhar. Sua mão apertada em seu rosto. ‚Fique comigo aqui, Gabrielle.‛ Seus olhos afiados cortaram seu medo como uma faca. ‚Diga-me |s palavras que ele usou.‛ ‚Vagabunda.‛ A palavra reverberada em seu cr}nio, e sua pulsação encheu suas orelhas como se quebrasse ondas em uma tempestade. Ela tragou, forçando a náusea de volta. ‚Prostituta. Puta. Coisas do gênero.‛ ‚Ah, l{ vamos nós. É tudo amarrado |s palavras.‛ Ele ficou mudo um minuto, pensando, então fez uma carranca nela. ‚Você ainda est{ agitada, querida. Nós vamos nos sentar um pouco, enquanto você toma um descanso.‛ Sua mão deslizou para sua nuca e apertou sua cabeça contra seu ombro. Como o barulho em seu cérebro diminuindo, ela podia ouvir a batida lenta de seu coração, e cada pancada de alguma maneira povoou seu mundo. Ela o ouvia falando de vez em quando< Persuadindo o Dom {spero para dar um 122


trabalho de construção para uma adolescência ruim. Alguém com um acento suave hispânico conversou com ele, em juntar-se a uma noite de pôquer na semana seguinte. A música tecno mudou para o clássico Rachmaninoff. Ele firmemente a segurou, seus braços nunca soltando. Às vezes ele soltava um beijo em cima de sua cabeça, como se a deixasse saber que não a esqueceu. E ela sentiu mais conteúdo aí mesmo, certo então, que em quase para sempre. Eventualmente ele a sentou, riso em sua voz. ‚Você adormeceu Doçura?‛ Ela agitou sua cabeça e se lembrou de responder. ‚Não, Senhor.‛ Um segundo de pausa e ela arriscou olhar em cima. ‚Obrigado.‛ ‚Você é muito bem-vinda, mas nós não terminamos querida.‛ Oh querido. ‚Primeiro, e eu quero dizer para você se lembrar disto: A humilhação verbal é um limite duro para você. Deve dizer a qualquer Dom isto, antes de começar uma cena. Você me entende?‛ Um limite duro significou um definitivamente não faça isto. ‚Sim, Senhor.‛ ‚Bom o suficiente. Agora eu quero usar algumas daquelas palavras e ver como você reage.‛ Enquanto esperava ela movimentar a cabeça, ele tomou sua mão. Para se segurar, ela agarrou seu pulso. ‚Certo.‛ ‚Vagabunda.‛ Ele disse suavemente, seus olhos assistindo ela. Ela estremeceu, então tomou uma respiração. ‚Vagabunda suja.‛ A mesma reação. ‚Puta. Fuckhole3.‛ Ela ouviu isto antes, podia ouvir a voz sórdida quando — ela empurrou a lembrança de lado. ‚Eu estou bem.‛ 3

É algo como: “Vou encher sua boceta de porra.” Ou “Vou foder sua boceta prá caralho.” 123


‚Você é valente, querida, não muito. Existe uma diferença.‛ Ele beijou sua testa. ‚O sexo tão {spero ou a força não aborrece você — só as palavras?‛ Isso não fazia sentido, fazia? Olhando fixamente para as cicatrizes em suas juntas, ela tentou pensar. ‚Eu< Quando< Aconteceu, outra coisa aconteceu primeiro.‛ — Danny e Rock morrendo. A dor cortando seu rosto, sangue em todos os lugares, e... ‚Eu estava entorpecida, eu acho. Não senti nada mesmo, mas< Eu não podia calar as vozes.‛ ‚Vozes.‛ Ele raspou a palavra, enfatizando isto no plural. Debaixo de seus dedos, seus músculos do pulso dobraram em ferro. Se ele dirigisse aquela fúria glacial em direção a ela, seu coração teria parado... Ao invés a sua raiva à fez sentir como se ela não estivesse só em um mundo imprevisível e violento. Ela acariciou a mão em seu antebraço, arrepiando o cabelo dourado. Depois de alguns segundos, ele tomou uma respiração longa, lenta e beijou o topo de sua cabeça. ‚Certo. Apenas das palavras. Eu gosto de saber que você não congelaria se alguém atacasse você.‛ Ele sorriu ligeiramente. ‚Contanto que eles não a chamem por nomes.‛ Sua risada soou como um soluço, mas melhor que nada. ‚Eu posso garantir isto.‛ Um sujeito saltou três anos atrás, e ela não congelou mesmo. Aparentemente os joelhos do homem só curvaram de uma maneira. ‚Boa menina.‛ Suas sobrancelhas desenharam junto. ‚Eu não gosto como algumas palavras podem paralisar você tão mal. Você até não pensou sobre uma palavra segura. E se você não estivesse aqui, mas jogando em algum lugar em particular?‛ ‚Eu<‛ Ela soube que sua reação em seu encontro o tinha assustado. O pensamento de apagar assim a apavorou. E tudo por causa de algumas palavras sórdidas. ‚Eu não perdi isto com você.‛ ‚Pequena estagi{ria, se você não me confiasse com seu corpo e com suas emoções até certo ponto, você não teria retornado da primeira noite.‛ ‚Oh.‛ Ela teria tentado retornar por causa de Kim, mas poderia ter falhado se ele fosse 124


verdadeiramente lhe assustar. Até agora seu corpo pareceu cantar, segura, segura, segura. ‚Bom ponto.‛ ‚De sua reação a Holt, tendo outra pessoa dizendo as palavras é muito arriscado.‛ Ele ergueu sua mão e beijou seus dedos distraidamente. ‚Mas você não reage suficiente se for eu. Claro, você soube o que eu diria a eles. Talvez eu devesse surpreender você.‛ Ela xingou uma risada. ‚Eu não penso que outros Doms gostariam de você arruinando suas cenas.‛ ‚Não. Mas nós poderíamos poder achar um método diferente.‛ Ele fez uma carranca. ‚Ainda assim, você devia conseguir um profissional para ajudar, Gabrielle. Conversando com alguém...‛ ‚Eu tive conselhos posteriormente.‛ Ela interrompeu. ‚Isto não veio para iluminar então.‛ Ou durante o trabalho de avaliação. Claro, eu não quis acreditar que eu tinha um problema. ‚Mas agora< Bem, se eu não posso consertar isto eu mesma, eu conseguirei ajuda, mas não existe nenhum modo que eu possa fazer isto neste momento.‛ Desculpe Agente Rhodes, mas eu preciso visitar um psicólogo. Eu voltarei na brincadeira de chamariz mais tarde. Tentador. Todavia, ela ficaria. Por Kim. Mas Deus, e se alguém — um assassino — a chamasse por nomes? Sua pele gelada. Ela precisava se recuperar agora. ‚Você disse ‘método diferente’ O que você tem em mente?‛ Ele hesitou. ‚Isto poderia ser muito realista, poderia levantar mais demônios que nós queremos lidar agora mesmo.‛ Seu uso de nós enxugava longe o frio. Ela não teria que enfrentar seu medo, sozinha. ‚Continue.‛ ‚O Shadowlands tem um jardim para as pessoas que querem jogar do lado de fora. Às vezes Mestre Z fecha isto e instala...‛ Ela o viu rejeitar a palavra e escolher outras. ‚Jogos de captura. Submissas recebem uma vantagem e então são perseguidas por seus Doms. Eles poderiam ser castigados por sua fuga, foder ou ambos.‛ 125


Marcus a agarrando. Empurrando ela para o chão. Pegando seu cabelo e< Calor deslizou por ela, quente suficiente para liquefazer sua parte inferior. Até que ela imaginou um homem... Qualquer homem — a forçando, e ela gelou. ‚Eu serei maldito.‛ Marcus disse devagar. ‚Eu não teria pensado que a ideia excitaria você, mas fez. Por um momento. Diga-me o que desligou em você, depois disto.‛ Compartilhar veio para mais fácil neste tempo, talvez porque ele escutou muito cuidadosamente. ‚Um estranho me agarrando e me segurando abaixo.‛ Suas sobrancelhas desenharam juntas. ‚Quão excitada est{ você?‛ Ela olhou um rubor de embaraço aquecendo seu rosto. Sim, diga ao bom dom o que ele liga você. Sua mão quente segurando sua bochecha, ele a forçou olhar para ele. ‚Converse comigo, Doçura.‛ ‚Você.‛ Ela sussurrou. ‚Você me agarrando.‛ ‚Entendo.‛ Ele acariciou o lado inferior de sua mandíbula com seu dedo polegar. ‚A maioria das mulheres querem escolher o homem que será a estrela em sua fantasia, querida. Especialmente um com uma história como a sua. Mas agindo fora com uma fantasia de captura, não era o que eu tinha em mente.‛ ‚Então o que?‛ ‚Um jogo de esconde-e-esconde. E quando eu pegar você, eu chamarei você de nomes sórdidos.‛ ‚Caia na real.‛ ‚Eu sou. Os jardins parecem perigosos, especialmente com outros agindo fora em seus jogos de perseguição. Se você estiver suficientemente nervosa que< Eu penso que poderia funcionar. Por hoje à noite, tudo o que eu quero é você dizer uma palavra segura, em lugar de congelar. Isto pelo menos, vai fazer você mais segura se você estiver em uma cena de BDSM.‛ Não uma fantasia de estupro, só jogos de crianças. Sua boca ainda parecia muito seca, 126


seu coração muito r{pido. ‚Mas só você?‛ Seus olhos seguravam compreensão completa. ‚Eu. Eu sou o único que perseguir{ você. Ninguém mais.‛ Ela movimentou a cabeça, sentindo como uma boneca bobblehead4, ela ganhou um ano antes do carnaval. ‚Sim.‛

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Aqueles bonecos que balançam a cabeça, muito comum nos EUA. 127


Capítulo Nove Marcus dobrou Gabrielle atrás do bar onde Cullen podia vigiá-la e foi trocar seu terno. Quando ele retornou, permaneceu fora para um lado por poucos minutos, diversão gotejava dele. Aparentemente ela se recuperou o suficiente para ser insolente com Cullen; Ele a amordaçou com uma mordaça de bola, que não só a silenciou, mas adicionou a humilhação de fazê-la babar em torno da bola de borracha. Cullen ocasionalmente parava de misturar bebidas e enxugava seu queixo e — do modo que sua cor ia e vinha — dar o seu inferno. Novas submissas interpretavam frequentemente mal o garçom sociável do bar, imaginando ele calmo. Raramente cometiam o engano duas vezes. Marcus se aproximou, parando para trocar saudações com os vários membros em torno do bar. Cullen olhou nas calças jeans preta e camiseta sem mangas de Marcus. ‚Bom ver você em roupas reais para variar. A propósito, achei sua estagi{ria muito bocuda para tolerar.‛ Marcus olhou para Gabrielle. Ela olhou fixamente para sua roupa, como se tivesse visto um Dom em calça jeans. Suprimindo sua diversão, ele esperou até que o olhar levantasse para encontrar o seu, então olhou para a mordaça em sua boca e deixou sua decepção em seu comportamento à mostra. Para sua surpresa, seus olhos ficaram avermelhados com lágrimas antes dela baixar sua cabeça. Algo contraiu dentro dele. O laço entre eles continuava a se desenvolver. Ela não só confiava nele, mas queria — precisava — agradá-lo. Então havia esperança para ela afinal. Mas a conexão tinha dois caminhos, ser equilibrada pela necessidade de proteger e nutrir. E possuir. Ele achou que não gostou de vê-la debaixo das restrições de outra pessoa. ‚Libere-a, por favor, Senhor.‛ Ele disse para Cullen. 128


Cullen liberou seus braços e lhe deu um pano antes de desfazer a mordaça de bola. Ela enxugou seu rosto, esfregou o cuspe longe, e olhou feio em Cullen. Quando o garçom do bar olhou para ela em descrença, Marcus apertou sua mandíbula para se impedir de rir. ‚Aqui, eu pensei que Andrea era ruim.‛ Cullen pegou seu cabelo em seu grande punho e rosnou para ela. ‚Se desculpe, sub, e me agradeça pela lição.‛ O poder absoluto que ele colocou nas palavras a tiveram gaguejando uma desculpa e agradecendo antes dela poder conseguir sua atitude insolente de volta. As pessoas acomodadas no bar riram. Marcus a considerou cuidadosamente. Embora ruborizada, ela não exibiu nenhum prazer em adquirir um público com seu comportamento. Qualquer razão que ela teve para se portar mal, não era para atrair atenção da forma que sua ex-esposa fazia. Graças a Deus. ‚Venha, Gabrielle, antes de você entrar em mais problemas, do que possa lidar.‛ Ele ordenou. Quando Cullen girou suas costas, ela esticou sua língua. Conforme o riso ondulava em torno do bar, ela se apressou ao lado de Marcus e seus olhos dançando em travessura. No bar escuro, sua pele lisa e pálida quase brilhava. Ele correu suas juntas acima da curva doce de sua bochecha e dobrou uma mecha atr{s de sua orelha. ‚Pequena pirralha.‛ Ele murmurou. Ela sorriu para ele. Incapaz de resistir curvou e tomou seus lábios suavemente, prendendo-a entre ele e o bar, seu corpo emplastrado contra o seu. Peitos alto e traseiro luxuriante. E quando seus braços circularam seu pescoço, ele simplesmente deixou tudo ir e saboreou beijando a sub-rendida. Esta sub — Gabrielle — que fazia qualquer outro submisso parecer suave. Ele beliscou seu lábio inferior para provocar sua boca aberta, então varreu dentro de sua boca. Ela o beijou de volta com uma urgência faminta. Seus braços apertados quando ele se perdeu, 129


mergulhando profundamente e tomando tudo que ela ofereceu muito generosamente. Quando ele endureceu, ela gemeu e esfregou-se contra ele. Ele se afastou relutantemente, contente do rubor rosa em suas bochechas, o calor em seus olhos. Lentamente ele correu um dedo acima de seus lábios úmidos, desejando que pudesse justificar tomá-la para um dos quartos privados. Mas não. Você é seu treinador, Atherton. Ela precisa de ajuda, não de uma boa foda, embora ela pudesse apreciar… Não. Ele se afastou. Cullen agitou sua cabeça. ‚Outro morde a poeira. Você quer sua bolsa de brinquedo, Marcus?‛ ‚Não, obrigado.‛ Pôs as mãos no oco das costas dela, guiando-a através do salão para a porta lateral e na área preparada de captura nos Jardins. Os participantes em potencial permaneciam em uma fila para a checagem obrigatória de Z. Um psicólogo, o dono do Shadowlands falava com qualquer casal ou grupo querendo tocar os jogos, e ocasionalmente negava admissão por razões que ninguém mais podia ver. Os outros Mestres insistiam que Z lia mentes. Idiotas delirantes. Gabrielle ficou quieta quando eles entraram seus músculos apertados. Ele a puxou mais intimamente, querendo reassegurar que tudo estava bem. Mas ela precisava estar nervosa para isto funcionar. E não poderia estar bem. Ela se aconchegou contra seu lado deu-lhe talvez tanto conforto, como a fez. Quando eles alcançaram o inicio da fila, Mestre Z tocou a bochecha do Gabrielle com suas pontas do dedo, e suas sobrancelhas escuras se levantaram. ‚Você est{ certa que você quer participar, pequena?‛ Ele perguntou, soando mais como um superprotetor pai do que um Dom. ‚Sim, Senhor.‛ Ela sussurrou. ‚Certo.‛ Ele andou de lado para deix{-la passar, então fez uma carranca em Marcus. ‚Você percebe que ela est{ tão assustada, quanto est{ excitada? Existe algo...‛ Ele pausou e ligeiramente sorriu. ‚Realmente, você est{ em cima disto. Tenha um bom jogo, Marcus.‛ 130


‚Obrigado, Senhor.‛ Depois que Marcus passou, ele olhou atr{s acima de seu ombro. Isso foi< Estranho. O zumbido de conversas excitadas ecoava pelas paredes de painéis escuros. O coração batendo, Gabi raspou seus dedões do pé na aspereza fresca do chão de pedra e assistiu os membros do clube esperando entrar no jardim. Para tocar jogos assustadores. Ela quase voltou atrás quando Mestre Z a questionou. Não, eu não estou tão certa. Quieta< Que ela não podia se deixar com uma vulnerabilidade tão idiota. E como acharia alguém que ela confiasse como Mestre Marcus? Mas ela estava assustada. Oh sim. A fila seguiu adiante, com submissas que saiam para os jardins enquanto seus Doms se juntavam em um lado do salão. Eventualmente ela e Marcus permaneceram alguns pés fora da porta. Ao lado de uma mesa com varas empilhadas que brilhavam, Mestre Sam desejou ao casal que o precedia um bom tempo, então girou para Mestre Marcus. ‚Marcus, eu não sabia que você planejava jogar hoje | noite.‛ O Dom de cabelo grisalho sorriu. Seus olhos de um p{lido azul examinaram Gabi. ‚Este é um bonito equipamento amarelo. Poderia também combinar com isto.‛ Ele levantou três varas de plástico amarelo e dobrou-as até que elas acenderam. ‚Dê-me seu braço, menina.‛ Ela segurou sua mão. Ele firmou uma ao redor de seu pulso, uma em seu tornozelo, e a última diante do pulso de Marcus. ‚As cores são uma proteção aos monitores de calabouço, para que possam verificar que um Dom agarrou o sub certo. Em outras palavras, só Mestre Marcus pode reivindicar você, Gabrielle. Est{ claro até agora?‛ ‚Sim, Senhor.‛ Só Marcus. Eu posso fazer isto. Marcus pôs seu braço ao redor dela. ‚Lembre-se que a palavra segura do clube é vermelho, Doçura. Os monitores de calabouço estarão nos jardins para ter certeza que as pessoas sigam as regras.‛ Ela respondeu a preocupação em seus olhos com um aceno firme da cabeça e sorriu para Mestre Sam. ‚Obrigado, Senhor.‛ Ele piscou para ela e girou para o próximo grupo, três homens — dois subs, um Dom. 131


O pobre Dom teria que perseguir ambos? Marcus a guiou para onde um Mestre hispânico permanecia ao lado da porta. Gabi estremeceu. Ele tinha sido o Dom que a tinha golpeado com um remo. Ele sorriu em Marcus. ‚Você a quer preparada?‛ Marcus a considerou. ‚Não, eu acredito em que é suficiente a excitação, para uma pequena sub. Obrigado, Raoul.‛ O que quis dizer ‘preparação’, Gabi pensou que estava contente por ter evitado isto. ‚Porém, Gabrielle, eu quero que você se vista como uma escrava.‛ Marcus disse. ‚Uma o que?‛ Ela seguiu seu olhar para um monte de vestidos desbotados, rasgados presos em ganchos. ‚Pendure sua roupa e coloque um daqueles, por favor.‛ Suas palavras de cortesia não cobriam o tom de aço. Ela automaticamente tomou um passo e então ouviu um homem rir atrás dela. Pessoas. O público. Como ela podia ter esquecido sua tarefa aqui? A culpabilidade lavou por ela como também um frio em pensar que o sequestrador poderia estar no quarto. Ela não podia relaxar, não devia relaxar, tinha que fazer seu trabalho. ‚Prefiro vestir minha própria roupa, muito obrigado.‛ Ela disse insolente. ‚Você est{ começando isto novamente?‛ Marcus suavemente perguntou. ‚Agora?‛ Ele a contemplou como se ela fosse uma peça de xadrez intrigante. ‚Hey, não é muito para pedir.‛ Ela deixou suas mãos em seus quadris. ‚Aqueles trapos são feios.‛ ‚Eles realmente são, mas pensei que você os preferisse a outra alternativa.‛ Ele olhou no outro homem. ‚Mestre Raoul, uma preparação completa, por favor. Gostaria de pedir que você fosse verbalmente educado.‛ Mestre Raoul pareceu afrontado, como se Marcus o golpeasse. ‚Eu nunca...‛ ‚Não, eu sinto muito, meu amigo. Eu disse mal.‛ Marcus se desculpou em seu rico sotaque sulista. Ele acariciou a bochecha de Gabi. ‚Nós recentemente encontramos que o 132


abuso verbal devolve uma experiência traumática, então estou fazendo isto um limite duro para ela.‛ ‚Entendo.‛ Os olhos marrons escuros a estudando por um minuto. Então Mestre Raoul ligeiramente sorriu. ‚Bem desde que eu possa fisicamente abusar, estou certo que nós nos daremos muito bem. Gabrielle dispa-se completamente, inclusive suas algemas, pendure a roupa em um gancho, e retorne a mim aqui.‛ ‚Mas<‛ Que diabo estava em uma preparação completa? ‚Você precisa de ajuda, chiquita?‛ O Dom suavemente perguntou. O colete de couro que ele vestia estava perto de sua constituição muscular, e seus antebraços eram do tamanho de seus tornozelos. Levantador de pesos, ela apostou. Ele podia provavelmente arrancar suas roupas sem se aborrecer em desfazer-se delas primeiro. ‚Não, Senhor.‛ Embora Mestre Marcus apertasse seus lábios juntos, os cantos de sua boca aumentaram. O bastardo. Ela caminhou onde dois outros submissos estiveram se trocando em trapos de escravo. Gabi tirou sua roupa e pendurou isto. Ela tentou fingir que permanecia completamente vestida, mas o ar que roçava contra sua pele nua e a diversão dos Doms esperando de um lado destruíram a ilusão. Ela desafivelou suas algemas e hesitou. Ela deveria pendurá-las também? ‚Eu as levarei, Gabrielle.‛ Mestre Raoul tirou as algemas de suas mãos. Surpreendida por seu aparecimento súbito, ela corou e começou a se cobrir. Ele bufou. ‚Você tem uma sub modesta, Marcus?‛ Agitando sua cabeça em desaprovação, Marcus juntou-se a eles. Com um aperto firme, ele moveu seus braços para despir seu corpo. ‚Depois de sua primeira noite, fico surpreendido que você ainda precise ser lembrada, querida.‛ Ele andou de volta, e seu olhar lentamente a atropelou, demorando em seus peitos, sua boceta. O ar propriamente pareceu aquecer. ‚Você tem um corpo ador{vel, Doçura, e eu 133


gosto de ver você sem roupa.‛ Seu prazer aberto a aqueceu quase tanto como o calor em seus olhos, e ela olhou fixamente nele, sentindo a Terra lateralmente deslizar. Depois de um momento ou uma hora, ele correu um dedo abaixo de sua bochecha, e o toque simples a fez agitar do lado de dentro. ‚V{ com Mestre Raoul, para ser preparada para os jardins.‛ Antes de ela poder responder, o Dom musculoso pegou seu braço e a guiou para a porta. Os pés arrastando, ela examinou seu ombro, esperando por uma salvação. Marcus empurrou sua cabeça em um inconfundível ‘continue agora’. Muito bem. ‚Tudo bem.‛ Ela murmurou e virou seus olhos. Infelizmente significava que ela viu a expressão do Mestre Raoul, com mais um pio e conseguiria seu traseiro em bolhas. Abaixando seu olhar, ela manteve sua boca fechada enquanto ele a escoltava através da grama suave próximo ao edifício. Um homem desengonçado em couros esperava com o que pareceu ser um pulverizador de pressão. ‚Eu sempre consigo este trabalho.‛ Ele reclamou. ‚Por que eu não consigo...‛ ‚Porque Heather cortaria as mãos dos seus pulsos.‛ Raoul girou para Gabi. ‚Segure seu cabelo em cima para mim.‛ ‚Por quê?‛ Mestre Raoul agitou sua cabeça. ‚Não continue empurrando, pequena sub. Jake lance-me o switch.‛ Uma vara longa, magra voou pelo ar. Raoul pegou isto e bateu em suas calças de couro. Ela deu um passo atrás precipitado, tentando para não bajular. Eu estou realmente chegando a odiar a dor, e eu não gosto muito de você também. ‚Eu preciso me repetir?‛ 134


‚Não, Senhor.‛ Ela juntou seu cabelo fora de seus ombros e segurou isto em cima com uma mão. ‚Bom o suficiente. Agora segure quieta.‛ Ele movimentou a cabeça para Jake. O Dom de cabelos marrom bombeou o pulverizador e girou o bico na direção dela. Líquido morno, ligeiramente com cheiro de limão, pulverizou em sua frente e, caminhando ao redor dela, suas costas e pernas. ‚Feito.‛ Ele disse. Gabi alargou um suspiro. Bem, isso não era muito ruim. Ela esperava o pior. Quando ela deslizou um dedo abaixo de seu estômago, percebeu que o líquido era óleo e deu uma risadinha. Eles a lubrificaram como se fosse uma estrela da competição do porco untado. O sorriso de Raoul brilhou em seu rosto bronzeado, e até na luz escura ela viu como seus olhos escuros suavizaram. Ele pareceu completamente diferente. Como uma pessoa agradável. ‚Você tem uma bonita risada, Gabrielle.‛ Ele disse. ‚Você pode soltar seu cabelo agora.‛ Depois de deslizar o switch debaixo de seu cinto, ele segurou suas palmas para Jake e recebeu uma seringa de óleo. Com os dedos bruscos, mãos calosas, ele lubrificou seu braço. Quase no tempo que ela começou a relaxar, ele se moveu para seus ombros, o outro braço, costas, esfregando o óleo em sua pele. Ela endureceu. Marcus não disse que seria só ele? Mas ela ferrou aquilo, não é? Ele estava infeliz com ela. Novamente. Parecia como se ela sempre fazia algo errado. Qualquer coisa que fizesse poderia não ser alto, rebelde e sórdido o bastante para ideia do Agente Rhodes de um pirralho, ou seu comportamento desapontava Mestre Marcus. E desapontá-lo< Machucava. ‚O que est{ deixando você tão triste, chiquita?‛ Ela piscou e focou em Mestre Raoul. Ele parou de estudar seu rosto, sua expressão do tipo que ela queria derramar tudo. Ela agitou sua cabeça ao invés. ‚Nada que você possa me ajudar.‛ 135


‚E Mestre Marcus? Ele podia ajudar?‛ Raoul suavemente perguntou. As chamas em seus olhos eram inesperadas e totalmente mal recebidas. O que este lugar estava fazendo para ela? ‚Não.‛ Ela deu-lhe um sorriso entortado. ‚É meu problema.‛ Seu escuro olhar não deixou os seus por um momento longo. ‚Eu penso que ele a escutaria, querida.‛ Ele apertou seu ombro, então ajoelhando para esfregar o óleo em suas pernas, em cima de seus tornozelos, suas coxas. Pareceu bom, estranho, até um pouco excitante, até que ele se aproximava de sua boceta. Seus músculos apertaram. Para seu alívio, ele ficou de pé. Ela relaxou< E então ele pôs suas grandes mãos em seus peitos. Ela gritou, andou de volta, e bateu em Jake. ‚Você não est{ pronta ainda, sub.‛ o Dom mais jovem disse. Ele segurou seus braços superiores firmemente, apesar da luta enquanto Raoul massageava o óleo. Quando ele parou, seus peitos sentiam-se dolorosamente inchados. Ele não tinha terminado. Ela olhou fixamente acima de seu ombro, e ainda podia sentir o agudo olhar em seu rosto, conforme ele provocava e comprimia seus mamilos, acordando-os com círculos lentos, fricção gentil, e o pequeno tremor de dor até que eles permaneceram em cumes rígidos. Para seu horror, ela sentiu-se molhada. Como se ele pudesse dizer, seus olhos ondularam com seu sorriso. ‚Eu penso que você est{ pronta para Mestre Marcus agora.‛ Ele escovou um beijo acima de seus l{bios. ‚Você é um doce pequena sub, para toda sua tagarelice.‛ Jake liberou seus braços, dizendo: ‚Tenha uma grande corrida, Gabrielle.‛ Raoul caminhou as suas costas para a porta, mas em lugar de ir ao lado de dentro, ele apontou para o jardim enorme e um caminho gramíneo largo entre arbustos altos. ‚Corra naquele caminho, Gabrielle, e então para onde quiser. Dê a Mestre Marcus uma boa caça.‛ Olhando fixamente ao redor dela, ela foi à direção que ele apontou. Com um suspiro alto, ele puxou o switch de seu cinto e deu-lhe um golpe direto em seu traseiro que formigou. Conforme ela gania em choque, ele rosnou: ‚Eu disse corra, sub. 136


Corra!‛ Ela pulou longe, ouvindo o assobiar do switch. Seu traseiro picando como o inferno — ele a pegou de jeito. Dom bastardo, agindo todo doce e então a pregando assim. Seus peitos saltaram dolorosamente à medida que ela corria, e diminuiu a velocidade depressa. Com o macio gramado fazendo cócegas em seus pés, uma brisa da noite abafada flutuava contra sua pele nua. Parecia estranho — errado — caminhar ao redor e fora sem roupas. Roçando seus braços, ela continuou. Cercas vivas percorriam cada lado, abrindo em áreas retiradas com ameaçadoras sombras. ‚Dê a Mestre Marcus uma boa caça.‛ Mestre Raoul disse então ela optou por um caminho menor, trabalhando a seu modo mais fundo. Outras luzes brilharam cintilando aqui e lá, lembrando que não era a única submissa no jogo. Que lugar bonito, entretanto. O luar empalideceu os jardins se curvava em flor. As fontes espirravam e gorgolejaram em todos os lugares, e luzes debaixo da água ardiam. A névoa branca movida pelo ar úmido e rodou ao redor de seus tornozelos. Névoa? Ela olhou no céu da noite e fez uma carranca, sem nuvens, então percebeu que a névoa vinha das fontes, derramando como névoa espessa acima dos lados. Eles criaram névoa falsa, só por diversão? Ela agitou sua cabeça, tentando ser divertida, exceto que a coisa fez o lugar realmente assustador. A voz de um homem quebrou o silencio. ‚Senhores e senhoras, a caça começou. Ache seus escravos e faça o que você quiser.‛ Oh meu Deus. Varas de brilho multicoloridas dançando como vaga-lumes pela escuridão. As pessoas corriam aqui e lá. Alguns deles. Outras luzes se moviam mais lentas, mais deliberadamente. Doms. Seguindo seus escravos. E os sons< Um grito | direita. O bofetão de carne contra carne e choramingos — alguém sendo espancado. Gabi girou sua cabeça e ouviu sons molhados e grunhidos 137


simultâneos à esquerda — alguém sendo tomado. Duro. Ela teve uma imagem rápida de Marcus lhe agarrando, forçando-a em seus joelhos, e dirigindo nela. Ela chupou uma respiração. Ele não iria. Isso não era o que ela procurava. Ainda que seus mamilos estivessem no auge, e seu corpo umedecido novamente. Ele estaria lá fora em algum lugar, procurando por sua vara de brilho amarelo. Caçando ela. O ar pareceu aquecer, flutuando acima de sua pele como uma respiração quente. Ela caminhou, levando um caminho depois de outro, mudando de direção em torno do minúsculo recanto, evitando o olhar das pessoas ao redor: Uma mulher negra encadeada para um tronco de árvore sendo açoitada. Um homem magro e nu ajoelhado, o pênis do seu Dom em sua boca. Uma robusta Domme em um colete de látex brilhante montando um homem de quatro, guiando-o em direção a uma área retirada. Ela tinha as rédeas do sujeito, Gabi percebeu. Yeehaw. Ainda examinando por seu ombro o casal, ela chocou-se com um corpo sólido e gritou. O homem pegou seus braços em um aperto firme. ‚F{cil, sub.‛ Ela olhou em cima. Olhos e cabelo grisalhos, refletido no luar. ‚Mestre Sam.‛ ‚Eu sou um monitor de calabouço hoje | noite. Lembra-se da palavra segura, menina?‛ ‚Vermelho.‛ Eles pararam em um trecho maior do caminho onde outros podiam vê-los< Talvez o sequestrador até, então Gabi adicionou: ‚Oh, Senhor e Mestre. Alto Soberano.‛ Seus lábios magros se curvaram em um contente sorriso, e suas mãos apertadas. Uh-oh. Ela tentou retroceder. Apesar de ela lutar, ele a girou facilmente e então esmagou seu traseiro realmente, realmente duro, direito em cima de onde o switch bateu. 138


A dor em chamas inundou o formigamento partido do switch. ‚Maldito você, isso machuca!‛ Ele puxou suas costas contra seu tórax para murmurar em sua orelha. ‚Eu sou um sádico, menina, e eu aprecio o som da dor. Se você não quiser gritar, observe cuidadosamente como você se comporta ao meu redor.‛ Um tremor de medo verdadeiro hasteou por sua espinha, antes dele rir e deixá-la ir. Neste momento ela correu como o inferno. Alguns minutos mais tarde, ela diminuiu a velocidade e curvou-se acima de suas mãos em seus joelhos para pegar sua respiração. Nota: deve se exercitar mais. Quando ela se endireitou, viu uma cerca de madeira sólida bloqueando seu caminho. Ela alcançou a outra extremidade dos jardins. Quantos acres tinham este lugar? Ela girou para voltar, escolhendo um caminho que a levou a passar por um jardim de flor branca pura brilhando ao luar. Uma forma escura saia de perto dos arbustos. ‚Venha aqui, sua vagabunda suja.‛ Ela congelou, sua respiração foi incapaz de se mover conforme o homem caminhava mais perto. ‚Gabrielle.‛ Ele pegou seus ombros e suavemente a agitou. ‚Gabrielle. Olhe. Para. Mim. Use a palavra segura. Diga isto.‛ Marcus. É Marcus. Ela olhou fixamente em seu rosto forte. A mistura de seu aroma masculino com aquelas flores tropicais, e ela pôde respirar novamente. ‚Vermelho.‛ Ela sussurrou. Ele sorriu e a puxou em seus braços para um abraço. ‚Muito, muito bom, querida.‛ Quando ele começou a liberá-la, ela se agarrou, e sem objeção, ele a segurou enquanto a aceleração do coração diminuía a velocidade, conforme seus músculos relaxaram. Eventualmente ele puxou de volta. ‚Pronta para mais?‛ Não. Mas ela firmou seus lábios. Se transformar em um legume desmiolado por causa de algumas palavras? Nada que Marcus pudesse fazer, podia ser mais assustador que isto. 139


‚Sim.‛ ‚Mais do que é. Eu me orgulho de você, Doçura.‛ Ele se debruçou até beij{-la, ligeiramente mordiscando a princípio, então tomando sua boca com tal fome feroz, possessivo que seu mundo se completou com seu toque e gosto. Deus, o homem sabia beijar. Ele sussurrou. ‚Seja valente, pequena sub.‛ Ele deu dois passos como uma pantera silenciosa. Então as sombras o tragaram. Ela fez uma carranca, no quão bem ele desapareceu e percebeu que não via nenhuma luz amarela. Ele tirou sua vara de brilho, provavelmente escondida em seu bolso da calça jeans. Furtivo bastardo. Atrás de alguns passos, ela arrombou em uma corrida. Deixe-lhe tentar continuar — por que ele devia ter isto muito fácil? Depois de arredondar um canto, ela girou. Nenhuma visão dele. Mãos calosas a agarraram e empurrou suas costas contra um corpo duro. ‚Puta imunda.‛ Ela congelou. ‚Palavra segura. Diga isto, Gabrielle.‛ ‚Vermelho.‛ Mais quatro vezes, ele a mandou na escuridão e a achou novamente. Na última interceptação, cambaleando em exaustão, ela cuspiu a palavra nele sem até uma pausa. ‚Vermelho, seu bastardo.‛ Ele riu, e então sua mão fechou em seu cabelo quando a segurou e tomou posse da boca. Ele a beijou como ela sempre sonhou em ser beijada, duramente e profundamente. Quando ele a puxou de volta, teve que arrastar seus braços de onde ela os embrulhou, ao redor de seu pescoço. ‚Vamos voltar Doçura.‛ Ele disse em uma ligeiramente voz rouca. Ela deu um pequeno suspiro. Seu beijo a energizou, e agora mesmo ela desejou que a perseguisse por< Diversão< Em vez de jorrar palavras mudas nela. ‚Eu... Suponho...‛ 140


‚Você supõe?‛ Em vez de se afastar, andou mais íntimo. Sua mão dura pegou seu peito. Segurou isto. Pesou isto em sua palma. Ela ofegou na raia súbita de fogo a percorrendo. ‚Você não parece tão cansada, querida.‛ Ele disse com o lento sotaque, espesso em sua voz, o que conseguia quando estava bravo ou considerando fazer algo interessante, como realmente tocar o jogo. Sua boca ficou seca e sua pele pareceu apertar. Se ele a perseguisse realmente, ela ficaria assustada? Ela viu a mesma pergunta em seus olhos. Ela considerou e decidiu dentro de um segundo nu. Talvez ele a assustaria, mas a ideia de tê-lo perseguindo< Tomando seu< Calor rolou enviado baixo em sua pélvis. Um tremor a agitou quando ela jogou fora a precaução. ‚Não estou cansada mesmo; Senhor. De fato, eu poderia correr de volta para a casa e conseguir um menos< Fracote< Companheiro.‛ Ele deu uma risada profunda. ‚Você poderia realmente.‛ Ele puxou sua vara de brilho esticada em seu bolso e firmou isto em seu pulso, então balançou seu queixo em cima. ‚Você pensa que far{ isto, antes de eu pegar você?‛ Sua respiração ofegou, e certamente não era de medo. Ela bufou zombeteiramente. ‚Pedaço de bolo.‛ Ele andou de volta. ‚Eu contarei até cem.‛ Inclinando sua cabeça, ela saiu em velocidade por setenta e cinco segundos, mudando de direção direito e partiu, então saiu novamente, escolhendo direções que levavam longe da casa. Sim, ele nunca a acharia. Claro, que sempre conseguia. Tentando pegá-la. Respire caladamente, ela caminhou, mantendo seu pulso na frente dela. Enquanto perscrutou pela escuridão e branca fervente névoa, ela percebeu que algumas varas de brilho se moviam mais depressa. A maioria estava em grupos de três, mostrando que o Dom pegou seu sub. Alguns combinavam cores e pairava baixo no chão, e ela deu uma risadinha, sabendo exatamente o que queria dizer. Ela alcançou a cerca novamente, e nada de Marcus. Girando, ela tomou um caminho 141


que levava em direção a casa, um pouco desapontada. A ideia que Marcus queria... Realmente queria — fazer amor com ela deixou seu sangue queimando. Os outros submissos sempre suspiraram quando conversavam sobre ele. Ela fez careta. A maior parte dos estagiários — com exceção de Sally — não gostava dela por causa de seu comportamento infantil. Seus passos diminuíram de velocidade com a excitação gotejando fora dela. Aparte de seus pais, as pessoas gostavam dela; Aqui quase ninguém gostava. Seus ombros caídos. Alguns estagiários lhe disseram que começou a passar tempo demais com Mestre Marcus. Ela suspirou. Ele provavelmente pensava do mesmo modo. Ela certamente não seria um estagiário muito satisfatório. Ele nunca agiu repugnado com ela — e teve toda vida manipulada afinal — mas odiava desapontá-lo repetidas vezes. Ela massageou o lugar dolorido debaixo de suas costelas. ‚Eu estou esperando muito ansiosamente, quando isto tudo estiver terminado.‛ Ela murmurou. Em algum lugar próximo ao meio dos jardins, uma mulher gritou seu clímax, e Gabi parou no tranco da inveja. Ainda que o jogo perdeu seu atrativo. Eu não estou aqui para brincar. Com isto concluído, ela nunca veria qualquer uma destas pessoas novamente. Ainda que pudesse, ninguém daria as boas-vindas, não depois do modo que ela agiu. Ela tragou contra o amontoado em sua garganta, e seus olhos borraram. Falando de jogos, ela precisava voltar e retomar seu ato. Retornar sem Marcus seria uma boa ação desafiante. Erguendo sua cabeça, ela procurou por tomar um caminho. Seu olhar roubou um brilho amarelo claro alguns pés longes. Não se movendo. ‚Eu acredito que você seja o único sub que eu vi reduzido em l{grimas, antes de seu Dom a pegar.‛ O sotaque suave de Marcus veio das sombras. Ele tinha estado l{, assistindo ela se despojar em infelicidade. Ela tragou, querendo enterrar seu rosto contra seu tórax e gritar. Não vá por ai, menina covarde. Ela endireitou seus ombros e ergueu seu queixo, percebendo que estava ao ar livre, 142


iluminada pelo luar. ‚Eu lamentei por mim mesma, desde que meu Dom fracote não pode pegar uma lesma cruzando a calçada.‛ Um bufo de riso. ‚Aprecio seu modo com palavras, estagi{ria.‛ Uma pausa e sua voz abaixou a ameaça tão óbvia quanto às garras de um gato. ‚Corra.‛ Oh Deus. Medo rasgou através de seus nervos, e ela arremessou em direção aos arbustos mais espessos. Se ela chegasse ao redor daqueles — e ela chegou — ele teria um tempo mais difícil, localizando sua pulseira. Mas ela perdeu o caminho dele. Arquejando, parou e girou em um círculo — e viu uma vara de brilho amarelo. Alguns pés distantes. Perfeitamente quieto. ‚Corra.‛ Seu coração martelou até antes dela correr através do caminho. Ele — O que ele iria fazer quando a pegasse? Ele realmente era um gato, brincando com sua presa. Ela mudou de direção ao redor de uma cerca viva e correu diretamente nele, uma parede sólida de músculos. ‚Oooph!‛ Ele riu e a deixou em seus pés. ‚Da próxima vez, Doçura, estarei derrubando você.‛ Ele andou de volta um passo. ‚Corra.‛

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Capítulo Dez A ameaça sonora e baixa enviou excitação que a percorreu, fazendo-se ciente da névoa fresca contra seus tornozelos, o modo como arbustos roçavam em seu corpo nu, quando ela conseguia se aproximar, o modo que seus peitos saltavam à medida que corria. Um canto. Outro. Ela estalou em um lugar retirado para pegar sua respiração, e voltou-se... Ele a agarrou por detrás. ‚Não!‛ Terror instintivo a tomou. Ela se contorceu e empurrou nele freneticamente. Marcus< Ele era Marcus, não um estranho. Certo. Certo. Usando sua cabeça agora, ela puxou e evitou, e suas mãos tinham ido embora de seu corpo oleoso. ‚Sua pirralha.‛ Ele fez outro agarre nela. Eu sou um porco untado, certo. Dando uma risadinha, ela correu para o lado mais distante da clareira, ganhando só algumas jardas antes de sua mão fechar em seu braço — e ela arrancou fora de seu aperto. Não batendo ou arranhando, se lembrou. ‚Você é uma pequena coisa escorregadia, não é?‛ Ele disse seu sotaque sulista notadamente aumentado. O bastardo agarrou seu cabelo. ‚Ow!‛ Ela girou para lhe bater — regras malditas — e ele se moveu mais rápido do que ela pensou ser possível. Fixando um braço atrás de seus ombros, e outro entre suas pernas, ele puxou seus quadris adiante, a pegando por trás, então soltou abaixo em seus joelhos com ela em seus braços. Antes de ela conseguir seu equilíbrio, ele a rolou sobre seu estômago. Nenhuma novidade. Ela conseguiu seus pés debaixo dela e se lançou adiante. Com uma risada baixa, ele pegou seu tornozelo e a arrancou de volta, então fixou um joelho em seu traseiro. Seu peso a prendendo, a fazendo parecer< Estranha. Excitada. No entanto, suas mãos poderosas se fecharam em seus ombros, terror a engolfou em um resfriado, névoa descuidada. Ela congelou. 144


Ele acalmou. Esperou. Ela pegou uma brisa de seu aroma de âmbar almiscarado, e o calor dissipou seu medo. Era Marcus a tocando. Sabendo que seu joelho descansava em seu traseiro nu, seu peso a prendia, fez toda a diferença. Ela meneou e não pôde resistir insultando. ‚Você rato-bastardo idiota, deixe-me ir.‛ Rindo, ele apertou mais forte. ‚Pequena sub bocuda.‛ As algemas dos pulsos foram puxadas de seu cinto. ‚Eu vou apreciar o que vou fazer com você.‛ Oh Deus. Debaixo da tensão crescente, incapaz de se ajudar, ela se contorceu, e ele simplesmente pôs mais peso nela. Controlando. Apesar de sua surra, ele firmemente afivelou uma algema uma na outra, então as colocou nas costas dela. Quando ele removeu seu peso, pensou que a puxaria de pé. Ao invés, seu joelho empurrou entre suas coxas, mantendo suas pernas separadamente. Sua calça jeans arranhou contra a pele sensível de suas coxas internas. Por um minuto, ele não se moveu. E então acariciou suas pernas, localizando a abertura entre seu traseiro, apertando sua cintura. Ele cruelmente a tocou como e onde agradou, e sua pele queimava debaixo de suas mãos calosas, até que pareceu que poderia sentir a grama em baixo dela pegando fogo. Ele deixou sua palma entre suas pernas para colher seu calor e deu um satisfeito: ‚Mmmmh. Você est{ bem e molhada, querida.‛ Seu toque a despertou, ainda< Ela se sentiu muito nua, muito contida, muito vulnerável. Precisando escapar, ela meneou. Sem ajuda. ‚Não, Gabrielle.‛ Sua voz profunda, uma ameaça lisa enquanto sua mão avançava entre as bochechas de seu traseiro, segurando-a no lugar. ‚Fique onde esta Doçura. Eu quero examinar meu prêmio.‛ A voz dominante, o conhecimento que ele não a deixaria se movimentar derreteu tudo dentro dela. Isto era o que ela procurava, precisava. Alguém tomando o controle dela. Ela girou sua cabeça e descansou sua bochecha. A grama fresca roçou e atormentou 145


juntando para formar maço em seus mamilos, um contraste erótico com a mão quente em sua parte inferior. ‚Boa menina.‛ Sua mão inflexível a segurou abaixo enquanto a outra tocava intimamente, acariciando suas dobras e enviando calor em torno do seu centro. Quando ele lentamente apertou um dedo por seus tecidos inchados e dentro dela, o prazer ferveu tão violentamente que seus olhos quase cruzaram. Seu dedo deslizou fora, então empurrou mais fundo. Ele fez outro som contente. ‚Sim, sua insolente, eu vou prender você, deix{-la totalmente aberta, e ver quanto de mim você poder tomar.‛ Oh Deus, sim. Sua boceta apertou ao redor dele. Com uma risada baixa, ele se levantou e a ergueu facilmente para seus pés. Pegando suas algemas, alcançou ao redor dela e provocou seus peitos, puxando seus mamilos, até que seus peitos queimavam com a mesma necessidade que sua boceta. Como ele a empurrou em direção | seção mais escura da {rea minúscula, ele disse em uma voz baixa, ‚Eu pretendo tomar meu tempo mais tarde, mas agora mesmo, pequena escrava fugitiva, eu estou indo para fodê-la duro.‛ A palavra rude na voz lisa de Marcus estava chacoalhando. E tão quente que seus joelhos cambalearam. Algo refletido no luar pálido, e viu que era uma corrente pesada presa no galho de uma árvore espessa e cruzava quatro correntes abertas para levantar< Um balanço de pneu. Em lugar da posição levantada, o pneu de trator deitava horizontalmente. ‚Um balanço?‛ ‚Você saber{ por que em um minuto.‛ Marcus liberou seus pulsos, agarrando-a depressa antes de ela poder escapar, e a lançou sobre suas costas entre os dois conjuntos de correntes. O pneu tinha uma tela presa acima do buraco, fornecendo suporte no centro. Seu pescoço descansava na beira de pneu. Eu não quero fazer amor em um maldito balanço. Ela se sentou. Marcus riu e a empurrou abaixo, então ligou suas algemas para as correntes ao lado de seus ombros. O pneu balançou de modo selvagem à medida que ela lutava, e ainda assim 146


sua excitação aumentava com cada puxão inútil contra as correntes. Quando ele caminhou para a parte inferior do balanço, ela chutou nele. ‚Eu não quero fazer sexo aqui.‛ ‚Eu não perguntei o que você queria.‛ Ele pegou uma perna em seu aperto impiedoso, e agora que ela o viu sem o terno, soube o quão musculoso ele era. ‚E eu vou apreciar amarrá-la, Doçura.‛ Ele tentou curvar sua perna em cima, mas ela manteve isto diretamente — que era o ponto inteiro do jogo, certo? Ela quase deu uma risadinha. Então, talvez não todo seu comportamento insolente fosse fingimento. E toda vez que ele a fazia obedecer, parecia atiçar as chamas em sua fornalha acessa. Com um som divertido, ele segurou sua perna em uma mão e cutucou as costelas com uma junta. Ela gritou, e de repente ele teve sua perna curvada e teve seu tornozelo em um enforcamento das correias da corrente. Ele fez o mesmo do outro lado, e ela estava aí, nua e fora em um jardim, virada em um balanço de pneu, gancho nos pulsos e correntes segurando suas pernas em cima e separadamente. Deus, isto estava tão errado. Crespo. Louco. Ainda aquecendo sua pele seca enquanto deslizava sua mão na parte de trás de suas coxas, deixando um rastro formigando. ‚Eu quero esta pequena boceta bem distante, onde eu posso chegar a tudo.‛ Ele disse e puxou seus quadris até que sua parte inferior rondava na extremidade do pneu e suas pernas anguladas em direção aos seus ombros. Ele assegurou uma correia em cima e acima de sua pélvis para manter seus quadris de movimentar. Firme. Sua boceta estava aberta e exposta, e o movimento leve do balanço flutuava o ar acima de suas dobras molhadas. Ele a estudou por um minuto e sorriu. ‚L{ vai você, tudo pronto para qualquer coisa que eu queira fazer com você. Você parece bonita, Gabrielle.‛ Ele murmurou. Ela não podia suportar mais isso, não dele. ‚Gabi.‛ ‚Desculpe?‛ Seus dedos deslizaram entre suas dobras, circulando seu clitóris. Sua respiração aumentou quando seu clitóris pareceu engolir. ‚Meus amigos me 147


chamam de Gabi.‛ ‚Bem, agora, eu acredito que nós poderíamos ser considerados amigos.‛ Ele disse diversão óbvia, conforme a provocava, roçado um lado de seu clitóris, circulando sua entrada, repetindo isto novamente. Ele era muito maldito bom em usar seus dedos, Maldição. Sua necessidade cresceu, sua boceta almejando ser cheia, quase tanto como seu dolorido núcleo de nervos precisavam mais do seu toque. Ela se contorceu, tentando conseguir mais. ‚Fique quieta, Doçura.‛ Ele bateu em seu traseiro, e a picada queimou direito em seu clitóris. Ela gemeu. Seus dedos pararam. ‚Eu pedi a Holt para ver se você apreciava um pouco de dor. Parece que gosta.‛ Seus olhos estalaram abertos. ‚Não. Eu não gosto de dor.‛ ‚Mmmhmm.‛ Ele deslizou um dedo nela, tão r{pido e profundo que ela sufocou. Uma queimadura a acedeu ao avesso. Suas palavras emaranhadas em sua língua com o prazer disparado por ela. Ele bateu em seu traseiro mais forte. Aaaah! A dor deixou sua boceta queimando, e ela quase gozou, então. Ele riu baixo e profundo, correndo sua mão na {rea formigando. ‚Eu estarei adicionando um pouco mais de variedade para suas cenas de estagiário, assim nós podemos explorar este lado de sua natureza.‛ Sua língua pareceu espessa, e tudo que ela podia pensar era sobre o modo que seus dedos moviam lentamente dentro e fora dela, saindo ocasionalmente e deslizando acima de seu clitóris até que sua boceta inteira pareceu inchar. ‚O que?‛ ‚Doçura, você gosta de um pouco de dor com seu sexo.‛ Ele ilustrou esmagando seu traseiro vigorosamente o bastante para fazê-la clamar, então bombeou seus dedos dentro e fora de sua vagina. Outro golpe. Empurrando. Em chamas, seu traseiro chiava com o calor cercando seus dedos, e tudo dentro dela apertado, esperando< 148


Ela agarrou as correntes, quando seus quadris tentaram erguer. Quando ele se retirou, ela choramingou. No som de uma embalagem de preservativo sendo rasgada, seus olhos arregalaram. Sua boceta pulsando, tão inchada e molhada, e o pensamento dele — de Marcus — realmente dentro dela fez isso tudo pior. Ela queria isto, precisava dele para levá-la, possuí-la todo o caminho. No silêncio, ela olhou em cima e viu ele a estudando. Um canto de sua boca aumentado. ‚Você est{ pronta para mim, pequena menina escrava.‛ Ele suavemente disse. Ela o sentiu, rodando a cabeça de seu pênis em sua umidade e estremeceu em antecipação. Ele escovou isto acima de seu clitóris e enviou um tremor em cima por sua espinha. Ela estava muito perto. Um segundo mais tarde, sua seta espessa deslizou nela, e ela gemeu na sensação espantosa. Então firmemente, inexoravelmente, ele apertou mais fundo, enchendo-a, e estirando. Demais. ‚Não. Não, pare.‛ Ela puxou as correntes e tentou deslizar em cima e longe. Suas mãos apertaram em seus quadris. ‚Você pode suportar isso, Doçura.‛ Ela ofegou por ar, e suas pernas balançando as correntes incontrolavelmente. Quando ela puxou, tensa contra a correia do quadril e suas mãos poderosas, o conhecimento que ele podia fazer qualquer coisa que quisesse com ela, até que ela quase gozou em seguida. Oh Deus. ‚Você est{ quente e molhada, Gabi.‛ Ele disse devagar, como se saboreasse cada palavra, como se soubesse o modo que sua voz escura, sensual derretia em seu interior. Suas mãos deslizaram debaixo de seu traseiro e apertou. ‚E pretendo martelar em você, até que você grite para mim.‛ Mas ainda assim, ele se moveu devagar, seu tamanho quase doloroso, até que se embainhou completamente dentro dela e suas bolas escovaram contra suas nádegas. Ele puxou de volta, então aliviou. 149


Dentro de alguns golpes, seu corpo ajustou e o movimento de seu pênis se transformou em um deslizamento liso de fricção emocionante, maravilhoso. Ela gemeu. ‚L{ vamos nós.‛ Sem aviso prévio, ele bateu nela. A sensação de estrelas explodindo, arqueando suas costas. Ele mergulhou mais fundo — martelando como ele prometeu — e sua necessidade cresceu. Deus, ela até queria mais. Seus quadris tentaram se mover novamente, empurrando inutilmente. Ela gemeu. ‚Deixe-me mostrar a você por que os balanços são divertidos, sub.‛ Marcus suavemente disse. Seu pênis deslizou fora quando ele foi à frente das correntes, e então puxou o pneu de volta, batendo em sua boceta como um bate estacas. Sorridente, ele tocou o balanço, de um lado para outro, girando isto ligeiramente muito em sua seta apertada contra um lado de sua vagina e o outro. Tanto, demais, e ainda ela não podia fazer isto inaceitável. Tudo encaracolado muito firmemente dentro dela com cada movimento, perfeitamente maravilhoso que quase doía. Adorável, Marcus pensou, balançando o balanço suficiente para mantê-la direto em pináculo. Todo músculo em seu corpo estava apertado, suas mãos apertaram em torno das correntes. E seus pequenos gemidos giraram para uma canção suave e contínua de necessidade. Ele conhecia a sensação. Suas bolas sentiam como se elas estivessem sendo apertadas por alguma Domme, sendo esmagadas enquanto forçava seu clímax retornar. Ele diminuiu a velocidade oscilante e mudou seu aperto para a corrente acima de seus quadris, mantendo uma mão no movimento do balanço. Então ele devia tocar em seu clitóris fazê-la gozar? Não, ele queria tomá-la duro, ter um orgasmo duro, chocá-la um pouco. Desde que ele começou com a dor erótica, estaria ajustando para terminar com isto. Ele conseguiu um bom aperto na correia cruzando seus quadris e deixou o duro pneu longe. Enquanto seu pênis deslizava fora a meio caminho de sua boceta, ele bateu em seu traseiro, então arrancou o balanço de volta para empalá-la. Para engolfar sua seta rígida em sua seda quente, molhada. 150


Novamente. O modo que ela apertava com cada bofetão, quase destruiu seu próprio controle. Mais rápido. Mais. Um golpe mais forte, sua voz levantou. Seus músculos do estômago, debaixo de suas juntas giraram para balançar. Outro golpe e um puxão, e ela arrombou em um clímax violento. Seus gritos agudos correspondiam aos apertos fortes de sua vagina ao redor de seu pênis como um dispositivo de sucção gigante. Ouvindo seu orgasmo, sentindo sua boceta tentadora lhe ordenhar, ele não podia lutar mais com isto. Ele lançou seu controle e deu ao pneu uma série de puxões pequenos, duros. Seu clímax rugiu por ele, rasgando de suas bolas em seu pênis e fora em explosões quentes de pura sensação. Com um gemido, ele balançou o balanço suavemente, dando seus últimos poucos espasmos — e quando as paredes quentes de sua vagina ondularam ao redor dele, quis levar tudo de novo. Ele correu a mão por seu corpo, contente nas curvas suaves, úmidas. A fragrância de seu suor suave e feminino misturado com o odor mais pesado de sexo. Ele se debruçou adiante, desabou seu peso nela. Seus peitos suaves aplainados contra seu tórax, ele podia sentir seu coração martelando. Ela piscou nele, olhando ofuscada, e ele tomou sua boca. Até ofuscada, ela beijou com o mesmo foco e resposta sincera que a trouxe ao fazer sexo. Que ela usou quando conversava com alguém, ele percebeu. Ele podia ter felizmente ficado lá a noite toda, com o balanço balançando ligeiramente e sua pequena sub debaixo dele. Gabi, não Gabrielle. Ajustada. Ela era tão doce e picante quanto ele pensou< E se preocupou que ela seria. Ela não é sua, Atherton. Pesarosamente ele a beijou uma última vez. Ele retirou-se devagar e afastou-se para dar fim ao preservativo. Quando ele desfez as correias, ela estava mole, olhos fechados, ainda não recuperada. Não assustada — ela teve uma noite áspera, emocionalmente e fisicamente, então gozou como um sonho. Ele a ergueu do balanço e a colocou no chão, apoiando-se em uma árvore e a aconchegando contra ele. Surpreendente como bem ela se ajustava em seus braços. Ele descansou seu queixo no topo de sua cabeça, apreciando o odor de seu xampu fresco, picante 151


e a fragrância de limão do óleo. Sua bochecha corada deitada contra seu ombro, e sua respiração, ainda ofegante, soprava calorosamente contra seu pescoço. Ele realmente planejaria tomá-la mais lento, dirigindo-há um pouco louca primeiro, mas seu espírito de luta o deixou com um desejo primitivo de conquistar e a marcar dos mais básicos modos. Como um advogado, ele gostava de acreditar em civilização; Como um Dom, ele aprendeu como facilmente os instintos animais podiam vir à superfície. Ele aninhou os minúsculos cachos úmidos em seu cabelo — às vezes aqueles instintos animais eram puramente diversão. Ele apenas se resolveu quando três badaladas atravessaram a noite, fazendo todo mundo silenciar, exceto uma mulher que no ponto culminante gritou alto. Risos derramaram pelos jardins, e então os sons de movimento. ‚Acorde Doçura. Nós temos que voltar.‛ ‚Mmmmh.‛ Ela esfregou sua bochecha em seu tórax e se foi ainda novamente. Ele fez uma carranca. A enérgica pequena sub não estava repercutindo em sua velocidade habitual. Então novamente, quantas vezes hoje à noite ele a apavorou, fazendo-a apavorada? Embora a desensibilização fosse para seu bem, ela teve um impacto.

Ele a cobriu a noite toda, uma perseguição, sexo áspero, escravidão e dor. Não importando quanto ela apreciou o jogo de captura, mexeu indubitavelmente com seu equilíbrio sentimental. Não, ainda que ela saltasse de volta agora, ele não poderia — deixá-la ir para casa só para experimentar qualquer resultado ou pesadelos que poderiam vir neste momento. ‚Gabi.‛ ‚Mmmhmm.‛ ‚Você estar{ passando a noite comigo hoje, Gabrielle. Você tem a escolha de onde. Meu lugar, seu lugar, ou em um dos quartos privados, acima.‛ Ela mexeu em seus braços. ‚Mas — eu preciso que< Eu não devo<‛ Ele viu o esforço que ela fazia para pensar. ‚Você confia em mim, Gabrielle?‛ Sua cabeça foi atrás, a respiração diminuindo de velocidade novamente. 152


‚Mmmhmm.‛ Bom o suficiente.

Na frente da cruz de St. Andrew, Z segurou seu telefone celular em sua orelha e escutou o delírio do agente do FBI sobre a irresponsabilidade de Gabrielle. Com um xingar de desgosto, ele estalou o telefone fechado e empurrou isto em seu bolso. Agente idiota. Contornando, ele tomou um momento para estudar Jessica. Ele a conteve na cruz só alguns minutos antes. Boa coloração, respirando facilmente, ela olhava nele. Muito bom. Não a machucaria para servir à mesa a seu prazer. Especialmente desde que ela sabia o que incorria sua ira por tentar interferir entre um Dom e sub< Novamente. Pequena Senhorita que Protegia os Submissos. Ele girou para assistir Marcus levar Gabrielle fora do Shadowlands.

Qualquer coisa que tivesse acontecido nos jardins enviou a valente pequena chamariz em um lugar onde ela não estava segura de dirigir, e Marcus a estava levando para sua casa com ele. A culpabilidade pesou forte nos ombros de Zachary. Ele queria dizer a Marcus a verdade por causa de Gabrielle, mas ele deu sua palavra, e então Marcus a empurrou — como um Dom devia. Ele indubitavelmente estava levantando nas discrepâncias de seu comportamento. Ele não iria fácil nela, não uma vez que percebesse que ela escondeu segredos dele. Z fez uma careta, desejando que ele conhecesse melhor o Dom. Amigável, mas reservado, Marcus esteve tomando seu tempo em amigos adequados, com os outros Mestres. Todavia, ele era um Dom bom com uma sensação profunda de honra e proteção. 153


Sim, a pequena Gabrielle estaria segura com ele. Porém, seria melhor ele dar a Galen e Vance umas cabeças acima. Diferentemente do idiota do Rhodes, os dois agentes do FBI encarregados da investigação eram experientes e Doms cuidadosos, e eles entenderiam o que aconteceu com o estagiário. Zachary massageou seu pescoço conforme procurava no clube. Menos que metades dos membros permaneciam até tarde da noite. Embora ele mudasse a música para Enigma, nos cantos mais quietos, sua cabeça ainda pulsava como um balão enchendo. Ele gastou a noite conversando com os membros, deixando-se aberto para todo sentimental nuance, tentando achar uma sugestão de um espreitador em seu clube. Agora seu cérebro sentia como se fosse explodir. Neste momento, ele não podia ler ninguém, não importando o quão íntimo ele chegasse. Ele não podia nem dizer o que Jessica estava pensando — mas à linguagem de seu corpo, ela tomaria uma cana dele, se a deixasse solta neste momento. Ele a amordaçou novamente, antes de colocá-la na cruz. Ele agitou sua cabeça na fúria em seus olhos.

Normalmente ele achou sua atitude impertinente deliciosa; Ele nunca quis uma submissa, submisso. Mas com um sequestrador espreitando submissos rebeldes, toda vez ela batia fora, sua ousadia aumentava um ponto. O pensamento de alguém machucando Jessica< Sua mandíbula apertou. O homem morreria. Dolorosamente. Ele tentou convencê-la a tirar umas férias agora mesmo, sem ele, e ela riu dele. Mas Jessica não era a única sub no clube em perigo. Ele podia condenadamente bem, pelo menos remover um objetivo. Ele viu Sally um minuto mais tarde e gesticulou para ela, então verificou Jessica novamente. Braços e pernas em uma posição X, bem aberta e exposta, implorando para usar seus peitos luxuriantes. Ela pegou seu olhar, e apesar da mordaça, seu grunhido claramente foi bem sucedido. Ele bufou uma risada e saiu da área da cena, enquanto Sally se 154


aproximava. A estagi{ria vivaz sorriu para ele. ‚Mestre Z, eu posso fazer algo?‛ Vigiando Jessica, Zachary estudou Sally. Tão travessa quanto uma cesta de gatinhos, a estagiária era tão insolente, quanto ela era doce. Ia fundo sempre que fosse dada uma chance, o que acontecia muito frequentemente. Embora os Mestres pudessem controlá-la e fazer cenas com ela ocasionalmente, ela tinha mais experiência e uma inteligência extrema mais do que muitos Doms. Muito inteligente e muito teimosa para seu próprio bem. Ele começava a se perguntar se ela encontraria o Dom certo. ‚Eu tenho um favor para pedir a você, Sally.‛ ‚Claro. O que eu posso fazer?‛ Ela estava com seu traje de colegial favorito, uma camisa branca presa e uma pequena saia plissada. Suas tranças balançaram, e ela saltou em seus dedões do pé como se ele oferecesse a ela um doce, em vez de querer sua ajuda. ‚Eu quero você fora de Tampa por umas semanas.‛ Zachary levantou sua mão para mantê-la calada. ‚Eu não posso explicar, exceto dizer que você não fez nada errado. Nem um pouco. Estou lidando com uma questão interna do clube.‛ ‚Mas, isto deixar{ poucos estagi{rios.‛ Típico dela se preocupar sobre os outros. ‚Eu resolverei isto com Marcus.‛ Ele sorriu, sabendo ser o suborno perfeito. ‚H{ uma passagem aérea para Des Moines que espera por você no balcão. Onze amanhã de manhã. Vá visitar sua família antes da escola começar. Fechado?‛ Seus olhos arregalaram. ‚Realmente? Inferno, sim.‛ Ela pegou sua carranca e tragou. ‚Eu quero dizer, obrigado, Senhor.‛ ‚Muito melhor.‛ Ele arrastou uma trança, então hesitou. Ela vivia sozinha. ‚Mais uma coisa, gatinha. Por favor, me chame quando você chegar a Des Moines. Só deixe uma mensagem na secretária que você chegou bem. E se você estiver preocupada sobre< Qualquer coisa< deixe-me saber.‛ Ela lhe deu um olhar suspeito. ‚Algo est{ errado. O que est{ acontecendo?‛ A soci{vel espevitada sempre sabia de toda fofoca. Ele ergueu seu queixo. ‚Você não 155


discutirá isto, ou que eu pedi para você levar um tempo fora. Nada. Eu fui claro?‛ Do modo que ela se encolheu, ele a tinha assustado. Excelente. ‚Sim, Senhor. Conseguir a passagem, deixar Tampa, fazer o registro da entrada, e não conversar sobre si mesma.‛ ‚Muito bom. Dê o fora agora.‛ Ele retornou ao clube e outra candidata a sublevada. Jessica. Mais cedo ele sentiu suas emoções, um mistura bem diferentemente de sua sub direta. Tristeza definitivamente, incerteza também. Seu comportamento tinha sido pior do que o normal, especialmente no Shadowlands, e maldito se ele soubesse por que. Talvez algo sobre seus meninos? Visita. Ele a estudou por um minuto. Porra, ele a amava — amava mais cada dia que eles permaneceram juntos. Ela retornava isto, mas ele podia mantê-la feliz? Ele era mais velho, como seus filhos muito assinalaram, e o amor não superava tudo. Ao longo do ano passado, ele foi cuidadoso, evitando qualquer compromisso, de forma que ela pudesse sair da relação, se ela quisesse. Ela queria? Seu comportamento era um prelúdio de sair disto? Ou uma reflexão de seus próprios humores? Eles precisaram ter uma conversa longa, longa, mas não agora, não quando ele não podia compartilhar as informações sobre os sequestros e a investigação. Malditos bastardos do FBI, para insistir no segredo. Roçando seu pescoço, ele andou de volta para seu gatinho mal humorado. Seus olhos verdes faiscando atiravam nele, quando se aproveitou de sua condição impotente para apreciar seus peitos, usando sua boca e dedos até que seus mamilos distinguiam-se em cumes duros, escuros e vermelhos. Ele moveu até suas coxas suaves, espalhando convidativamente aberta — sua boceta, já molhada e lisa. Ele a provocou, esperando por seu rosnado e girando para arquejar e seu rosto corado com estimulação. E então removeu sua mordaça e tomou sua boca, tocando a língua contra a sua, trabalhando seus dedos acima de seu clitóris. Não importava o que poderia acontecer, para o momento, ela era sua. Com seu clitóris engolido debaixo de seu toque, ela choramingou e se 156


contorceu. Quando ele se afastou, seu corpo cansado em direção a ele, precisando de mais. Quando ela se lembrou de onde estava, ela girou para um ador{vel vermelho. ‚Você imbecil manipulador.‛ ‚Eu sou agora?‛ Seu tom frio estalou sua atenção para seu rosto, e ela estremeceu. Ele segurou seu olhar e abriu sua calça comprida. Ser tomada em público a envergonhava, mas sabia que também excitava. Ele sorriu devagar. Quantos orgasmos seriam necessários, antes dela perder a voz? Até que o esgotamento a subjugasse a ter algum desejo para desobediência? ‚Z. Mestre. Espere.‛ ‚Não.‛ Ele suavemente disse. ‚Eu não esperarei.‛

Bem, ele certamente estava errado sobre a sub-ruiva. O espreitador se debruçou contra o bar, sorrindo. Alguns minutos atrás, Marcus arrastou a submissa do Shadowlands. Nem um pio dela. Procurando quebrar — mas é isso que ele pensou antes. Aparentemente um Dom podia subjugá-la por um tempo, como a surra na semana passada, mas ela voltou arranhando e mordendo. Ele riu quando ela foi ruidosamente objetivando para a roupa de escravo. E por causa de seu espírito, a cena do figging tinha sido um grande divertimento. Sim, ele definitivamente a incluiria em seu relatório esta semana. Deliciosa. Uma vergonha Marcus não a remar quando ela teve o gengibre dentro do seu traseiro. Um submisso antecipando o próximo golpe iria apertar suas nádegas, mas a pressão aumentada exaltava a queimadura do figo, então ela relaxaria só para receber um duro golpe 157


no traseiro. Bem, quando eles a colhessem, sugeriria isto. Talvez como parte do leilão, para manter os compradores divertidos. Ele poderia até se voluntariar para esgrimir o remo. Sorrindo, ele movimentou a cabeça para Cullen, então olhou acima da área submissa. Ainda uma variedade adequada e esteve almejando algo suave. Ele considerou. Existia uma mulher mais jovem, e ele apreciava a juventude, mas não. Ele utilizaria à rechonchuda, a mais velha sub. As lágrimas vieram muito facilmente em umas jovens. Mais velhas resistiam mais, dando mais satisfação quando elas gritavam e imploravam.

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Capítulo Onze Isto é totalmente louco. Estúpido. Gabi fez cara feia enquanto deixava Marcus ajudá-la a sair de seu sedan. ‚Eu me sinto bem.‛ Ela disse. ‚Eu não preciso...‛ ‚Sim, você est{ querida.‛ Ele pôs o braço ao redor dela, como se pensasse que ela cairia sem sua ajuda. ‚Você pode agir tão mal humorada quanto você queira, mas você não vai ficar sozinha hoje | noite.‛ Ele aninhou o topo de sua cabeça. ‚Oh, honestamente.‛ Ela poderia ter tido uma chance de protestar no clube< Se ela pudesse ter administrado, mas por alguma razão estranha, sua sinapse toda não tinha sido disparada. Depois de conversar com Z, ele teve Sally indo buscar sua bolsa e roupas e colocou Gabi em seu carro, antes dela poder puxar isto junto. No passeio para sua casa, ela pensou sobre o Agente Rhodes e quase se apavorou até que ela se lembrou de que Mestre Z a abraçou e murmurou que ele notificaria seu amigo. O estúpido teria um ataque, e ela não era uma pessoa ruim para apreciar que ele gritaria com Mestre Z, em lugar dela? Mas em toda realidade, Marcus estava certo. Ela não devia dirigir agora mesmo, não importava quanto sua consciência se opôs. Quando se instalou, sentiu sua excitação aumentar. Mestre Marcus a trouxe para sua casa. Ela ficaria com ele< A noite toda. E ela queria. Dormir em seus braços, talvez fazer sexo novamente. Descobrir mais sobre ele e< Maldição, não seja estúpida. Isto era uma tarefa temporária, Gabi, não um encontro. O detector de movimento regulado para acender as luzes acionou quando eles subiam até a frente e por um portão de ferro preto, em uma minúscula entrada abastecida com gardênias docemente fragrantes. Do lado de dentro, Marcus deixou-a virando-se para esmurrar os números do código de segurança. Depois da umidade da noite, o ar seco, fresco fez Gabi estremecer. Ela vestia suas calças amarelas quentes e Marcus ajudou a colocá-las. 159


Inferno, ele praticamente a vestira. Agora, de pé aqui usando o fetiche nesta casa boa, ela se sentiu como uma vagabunda. Ela deu um passo atrás, agarrando a maçaneta da porta. Passando pelo teclado, Marcus fez uma carranca e se aproximou. Sua mão quente pegou sua bochecha. ‚O que est{ errado, querida?‛ ‚Eu só<‛ Ele queria honestidade, e seu cérebro estava ainda movendo muito lentamente para apresentar uma desculpa. Ela gesticulou para suas roupas. ‚Eu me sinto desprezível.‛ ‚Então tome isto.‛ Os cantos de seus olhos ondulados | medida que ele sorriu. ‚Nas ocasiões raras que eu trago uma submissa para casa, eu geralmente a faço passar o fim de semana nua.‛ ‚Você...‛ Quando ela lhe deu um olhar fixo intimidado, sua risada encheu o quarto, enviando tremores por seu estômago. ‚Sim, eu realmente faço.‛ Seu dedo polegar localizou seus l{bios enquanto ele a estudava. ‚Eu não sou um Dom vinte e quatro horas, mas eu considero noites e fins de semana para temporada de caça diante de uma pequena submissa em minha casa.‛ Todo o fim de semana? ‚Mas...‛ ‚Mas você teve o suficiente hoje | noite, sortuda pequena sub, então não se afobe comigo.‛ Quando ela suspirou em alívio, ele riu novamente. ‚Deixe-me mostrar a você.‛ Ele caminhou à frente dela para ligar as luzes, e ela não podia deixar de notar como sua calça jeans e camiseta agarravam seu corpo duro. A entrada abria a uma grande sala onde um lado tinha uma área de estar íntima, do outro lado apoiava o brinquedo favorito do homem — uma TV HD gigante. Ela sorriu. A decoração parecia muito com Marcus. Paredes brancas cremosas, chãs de azulejo de mármore leve, cadeiras de couro e sofás marrons ricos. Tudo equilibrado, as cores limpas mais quentes, embora a falta de brilho a atingiu, tão triste. 160


Um vidro decorativo na frente da lareira de ferro preto separava a área viva da sala de jantar. Com diversão. Tampa ocasionalmente — ficava fria o bastante para justificar um fogo. Ele às vezes lançava um cobertor no chão e fazia amor com uma mulher na frente disto? A punhalada de desejo para ser aquela mulher a atingiu sem aviso prévio. ‚Você tem uma ador{vel casa.‛ Ela disse, saindo da sala e da emoção. ‚Obrigado. Agora venha aqui, querida.‛ Ele prendeu seus dedos ao redor do seu pulso, fazendo seu estômago tremer, e a levou corredor abaixo para o quarto principal. Tapete bege, cortinas brancas cremosas, uma cama volumosa coberta com uma colcha de cetim azul escuro. A cômoda de madeira e prateleiras ao lado da cama esculpida combinava com a madeira escura de quatro colunas. Curiosamente ela correu seus dedos acima de um dos eixos. Tudo parecia perfeito. Embora não falasse, seu deslumbrante sorriso apareceu. ‚A partir das restrições.‛ Oh. Ela andou longe depressa, abruptamente ciente de seu isolamento com um homem, alguém que só conhecia há duas semanas. Um dominante. Seus olhos estreitaram. Então ele a puxou em seus braços. ‚Gabi, não importa onde nós estamos ou o que nós façamos sua palavra segura ainda funciona. E como acontece, não estou indo amarrá-la e prendê-la na cama. Você está livre por hoje | noite.‛ Sua mão se moveu abaixo, por suas costas em um golpe lento de conforto. Por que ela se sentiu tão segura sempre que ele a segurava? Ela apertou sua testa contra seu tórax. Eu sou uma idiota. ‚Eu sinto muito. Isto só parece tão estranho. Não é como se eu não fui para casa com um homem antes de... Bem, talvez não para escravidão, mas... Você sabe.‛ Para sexo. Ele sorriu um pouco. ‚Eu duvido que você estivesse perfeitamente sóbria naquele tempo.‛ ‚Ah.‛ Ela piscou e fez cara feia. Isso soou um pouco< Ruim. ‚Eu acho.‛ Nenhuma maravilha isto parecer diferente. Não só na casa com um Dom, mas sem qualquer inibição para ser uma apaziguadora agradável. 161


‚Nós podemos consertar isto, pelo menos. Você vai tomar um chuveiro, enquanto eu abro um vinho.‛ Coberta de óleo, suada de correr, sujeira em suas mãos e joelhos. Grande pegajosa. ‚Eu adoraria um banho.‛ Ele alcançou no armário e retirou um roupão de seda longo, escuro azul, então mostrou o banheiro. ‚Use qualquer coisa que você goste. Existem escovas de dente e pentes sobressalentes na gaveta da parte inferior.‛ Bem. Ela agitou sua cabeça. O homem obviamente apreciava< Entreter. Então novamente — muito bem, encantando, magnífico? As mulheres provavelmente arrancavam os cabelos lutando por ele. No enorme chuveiro, ela deixou a água quente bater um pouco na sensação de seu cérebro. Ele não é para você. Lembre-se disto, Gabi. Depois de esfregar seu corpo e estremecer nas várias contusões, ela correu seus dedos por seu cabelo. Ramos. Folhas. Argh. A prateleira tinha xampu que cheirava como Marcus, como também um punhado de amostras de hotel indubitavelmente fornecidas para seus convidados. Surpresa, sua vida amorosa devia ser bem alegre. Ela tentou ignorar a punção infeliz. Eu sou só uma de muitas. Realmente, sua condição era muito mais baixa. Ela era meramente uma estagiária que ele salvou, porque o tinha irritado e não poderia ficar em casa. Lembre-se disto, Gabi. Você não está aqui para um encontro com ele. Ela escolheu um xampu que cheirava como cítrico e especiaria, lavou seu cabelo, então saiu do banheiro vaporoso. O espelho desfocado deu uma imagem de uma mulher com cabelo molhado, nenhuma maquilagem. Boa coisa, Mestre Marcus tinha grandes bolas, ou ele gritaria e correria fora da casa na visão dela. Ela sorriu. Pobre homem. Depois que ela chorou por toda parte dele na semana passada, ela tinha um olhar de texugo, com a maquilagem listrada a noite toda. Dominação — não para o lânguido coração. Depois de fechar o roupão emprestado, ela caminhou para a sala de estar. Vazia. A voz suave de Sarah McLachlan veio das caixas acústicas. Copos tiniram na cozinha. 162


Alguns segundos mais tarde, Marcus apareceu, dando-lhe uma taça de vinho, e roçou um beijo acima de seus lábios. ‚Você parece melhor.‛ Ele olhou abaixo nele mesmo e sorriu pesarosamente. ‚Eu preciso de um chuveiro também. Você me influenciou bastante na perseguição, sub.‛ Ela deu uma risadinha. Ele riu e arrastou uma mecha de seu cabelo. ‚Tão contente com você mesma.‛ Ele movimentou a cabeça em direção | sala de estar. ‚Fique | vontade, e eu voltarei logo.‛ O chão de azulejo pareceu liso e frio debaixo de seus pés, e o roupão deslizou suavemente contra sua pele nua, quando ela caminhava através da sala. Ela tomou um gole de seu vinho tinto. Um adorável Pinot Noir. Só o que o doutor recomendou. Ela vagou acima de uma parede para verificar as fotos. Fotos da família com uma mulher de rosto doce, e um homem de cabelos grisalhos que tinha o queixo e olhos de Marcus. Uma infinidade de parentes. Muitas fotografias de adolescentes de todas as idades nas quadras de basquetebol, em torneios de caratê, construindo uma casa. Um retrato com Marcus no centro de um grupo de adolescentes. Ela sorriu no modo que eles aglomeravam ao redor dele, obviamente tentando ficar mais próximos. Marcus com seu braço através dos ombros do adolescente com tatuagens. O menino sorria de orelha a orelha. Ela estudou as fotografias de caratê por um momento, percebendo Marcus como adolescente, vestindo um quimono branco, apenas que a cor do cinto era< Oh, uau. Não comece uma briga com a faixa preta, Gabi. A estante de livros continha uma variedade de assuntos: Lei, ética, Best Sellers, terror com Stephen King predominava. Huh. Imaginou seus livros de serviços sociais seguros: livros de psicologia, sociologia, Shakespeare, romances e fantasia. Eles provavelmente não se dariam bem em toda vida real. Então novamente — ela estudou as fotos dele com os meninos — ele poderia ter mais algumas facetas que pensou. Deus sabia que seu pai não seria pego morto em uma quadra de basquetebol, ou deixado apenas em um cortiço. 163


No som de passos, ela girou. Marcus caminhava na sala, puxando um sedoso roupão como o seu, e como ele amarrava isto fechado, ela viu a forma rígida e o contorno dos músculos de seu tórax até um abdômen tenso, plano. Ela nunca o viu sem uma camisa, e seus dedos formigaram com a necessidade de tocar. O álcool definitivamente deu-lhe um zumbido, Maldição. Ela esfregou suas mãos no roupão — Gabi má — e sorriu para ele. ‚Agora o que?‛ Ele gesticulou em direção ao sof{. ‚Vamos sentar, e eu perguntarei a você sobre sua vida.‛ Seus pés congelaram no chão. Perguntas? Ela não podia responder perguntas sobre sua vida. ‚Um. Eu estou um pouco cansada. Talvez eu pudesse ir para cama, em algum lugar fora do caminho?‛ ‚Não minta para mim, querida. Você estava cansado antes. Não agora.‛ Ele a considerou com olhos afiados o suficiente para cortar. ‚Eu acredito que existe partes de sua vida que você acharia desconfort{vel discutindo?‛ Às vezes ele era muito desconcertante como um advogado que saiu do sul para debater. ‚Eu realmente preciso chegar a casa. Você se importaria de me emprestar dinheiro para um táxi. Eu pagarei a você de volta na sexta-feira. Senhor.‛ Muito interessante Marcus pensou. Ele bebeu seu vinho e a estudou, assistindo ela no incomodo silêncio. A pequena sub submergiu de relaxada e rindo, para difícil e desconfortável. No caminho até aqui, depois que ela despertou conversou sobre a política, sociedade, um grande lugar para salvar o gato que sua avó também amava, e então discutiu com ele sobre os crimes nas cidades e como tratar isto. Ele apreciou cada minuto do passeio. A mulher era alegre, compassiva e muito, muito esperta. Inferno, ela não só debateu como também ele fez, mas o descarrilou com comentários das paredes sobre a paisagem, então pulou atrás no trem sem um problema — que o deixou no pó. Mas aparentemente o pensamento de conversar sobre ela mesma a fez querer fugir. 164


Quando ele encontrou seus olhos, ela soltou o olhar com a submissão instintiva que mostrou há algum tempo atrás. Por qualquer razão, ela deixou o escudo do seu infantil comportamento de sub atrás, no clube. Eu gosto da mulher que está sem ele. Quente, enérgica e brilhante. Maldição, ela se encaixava em sua casa. Não, mais que — ela realçava isto. Quando ele caminhou ao redor dela lentamente, ela estremeceu. Nenhuma maquilagem, saída do chuveiro, cabelo desgrenhado como de um poodle afogado, o roupão que embrulhava — e ela arrastou em seu coração como um imã. Ele queria abraçá-la contra ele< Então a arrastar debaixo dele e a tomar novamente. Afeto, proteção e luxúria: Ele poderia achar-se em dificuldade séria aqui. Ele parou na frente dela, deliberadamente invadindo seu espaço. ‚Não, você não est{ indo embora para casa, Gabrielle.‛ Seus olhos de chocolate marrons segurando cautela. O que a fez ser tão nervosa? ‚Nós vamos sentar e apreciarmos nossas bebidas e um pouco de conversa. Se eu fizer a você uma pergunta que você não se importa de responder, diga-me muito. Eu peço que você não minta para mim.‛ Ela conseguiu manter o olhar ao nível do seu, mas os músculos minúsculos ao redor de seus olhos ficaram tensos. Aparentemente ela já mentira para ele sobre algo. Bem, ele lidaria com isto em outro tempo. No momento, eles discutiriam suas experiências no clube e aonde ir daqui. Ele deu um passo atrás, liberando ela de seu controle. ‚Holt pareceu que apreciou tê-la como submissa.‛ Seu suspiro de alívio o fez sorrir. Quando Mestre Marcus a empurrou em direção ao sofá, Gabi desistiu da briga e concordou. Ela se sentou no canto, esperando que ele escolhesse uma cadeira ou pelo menos — se sentasse no meio, então colocaria a bebida de ambos na mesa de café. Depois de erguer suas pernas sobre seu colo, ele continuou puxando, forçando-a deslizar abaixo até que suas costas descansavam contra o braço do sofá. Para seu desespero, a 165


maldita abertura do roupão suave se soltou, deixando a frente aberta e expondo seus peitos. Quando ela começou a consertar isto, ele deu-lhe um olhar duro. ‚Deixe isto aberto. Eu aprecio olhar para você.‛ Seus dedos ficaram moles. Graças a Deus que eles deixaram o clube, desde que ela não estava certa que ela podia desafiá-lo. De alguma maneira o tempo nos Jardins de captura enxugou longe sua resistência, e aqui em sua casa, seus comandos e o olhar implacável enviavam tremores à distância toda para seus ossos. Seu queixo balançou acima ligeiramente. ‚Sua resposta é<?‛ ‚Sim, Senhor.‛ Ela levantou sua bebida, precisando ter algo para segurar. ‚Muito bom Doçura.‛ Ele pegou seu pé esquerdo e firmemente massageou os músculos doloridos. Deus, isso pareceu bom. Quando seus dedos polegares apertaram no fundo da sola, seus olhos quase fecharam em sua cabeça. Ele ligeiramente sorriu, selecionando outro lugar, e fez isto novamente. Seduzindo na conversa com um pé massageado. Dom esperto. ‚Eu gostaria de saber como aconteceu de você entrar em uma guerra de quadrilha, Gabi. Aborrecer{ você me dizer?‛ ‚Um.‛ Quando ela tentou puxar seu pé, ele não a deixou. Acabou esperando. Ela reconheceu sua técnica, usava isto ela mesma, ainda até sabendo disto, o silêncio pressionou com a necessidade para encher isto. Mas isto< Seu peito apertou. Eu não quero que pare. Ainda na tentativa de ajudar hoje à noite. Talvez ele precisasse saber que tipo de naufrágio ela era. Ele esperou suas mãos muito mais quentes contra sua pele — ou talvez a sala ficou mais fria. Ela ficou mais fria. Ela tomou um gole de sua bebida para se fortalecer. ‚Certo, se você realmente quer saber< Eu fui embora de casa e estava vivendo das ruas em Miami com dois homens. Eu era muito ingênua. Eles me ensinaram muito.‛ A diversão conferiu sua garganta quando percebeu como sua alma de advogado sufocante reagiria. ‚Embora eu nunca dominasse as quentes instalações elétricas dos carros, eu fui uma boa batedora de carteiras.‛ E implorei por Danny e Rock na cama. 166


Como ela imaginou, seus músculos faciais apertaram até que suas maçãs do rosto distinguiam-se. ‚Quantos anos você tinha?‛ ‚Dezesseis.‛ ‚Eles deviam ser chicoteados como um cavalo.‛ ‚Muito tarde. Eles estão mortos.‛ A diversão morreu quando o duelo precipitou-se nela, um vento frio que deixou uma dor bem no fundo do seu peito. ‚Conte-me, Doçura.‛ Ele lhe lançou um olhar e massageou seu outro pé. A força sentida em suas mãos, como a estabilidade no mundo que oscilava. ‚Eu vivi l{ por volta de um ano ou assim. As ruas ficaram mais {speras. O dinheiro ficou mais difícil de conseguir, então Rock começou a negociar com duas gangues que já estavam lutando pelo território. Uma gangue apareceu no apartamento. Eles mataram Rock e Danny e<‛ Ela encolheu os ombros, tentando agir desinteressada, apesar do modo que seu estômago contraiu. Tudo nela se enrolava em uma bola minúscula de dor. Ela tragou. ‚Eu não morri — acabei sendo cortada um pouco.‛ E estuprada. Seu olhar localizou a cicatriz abaixo de seu rosto. ‚Então você estava l{, quando eles mataram seus amigos?‛ Ele suavemente perguntou. Termine a história; Recupere-se disto. Ela deu um aceno com a cabeça e olhou fixamente para o vinho tinto em seu vidro. ‚Danny abriu a porta, e eles atiraram.‛ O som da pistola sendo disparada, chocante, terrível, enchendo o quarto, suprimindo os gritos, deles caindo. Danny pareceu voar de volta. Ele bateu no chão, seus olhos largos, boca aberta, sangue por todo lado. Ela não conseguiu levantar-se. Ele fez amor com ela pela primeira vez naquela manhã, dizendo que ela era sua menina especial. ‚Rock tinha uma arma na mesa da cozinha. Ele atirou uma vez e< Eles tinham uma pistola autom{tica.‛ As balas lascando a madeira, ricocheteando o metal… Contra carne. Seu corpo empurrou quando ele estava tendo uma convulsão, em seguida ficou tudo vermelho quando ele bateu na parede. 167


Marcus a puxou sobre seu colo e embrulhou seus braços ao redor dela. Ele fez muito, não é? ‚Sabe, ele me comprava romances. Nós est{vamos sem dinheiro, mas de alguma maneira ele ainda me achava os livros.‛ Ela sussurrou, coração doía. Seu olhar não deixou seu rosto, uma corda de segurança para manter de se afogar no passado. ‚Continue. Conte-me o resto.‛ ‚Eu agarrei uma faca e tentei...‛ ‚Você atacou eles com uma faca?‛ Marcus interrompeu em uma voz estrangulada. ‚Eles atiraram em meu Danny e Rock. Eu estava tão louca, e eu quis machuc{-los. Eu consegui a arma, realmente.‛ Sua mão fechada em um punho como se o cabo da madeira estivesse lá. Ela sentiu o horror repugnante quando a lâmina tinha deslizado até o osso. Seu grito ainda a trouxe fora do sono, às vezes. Marcus desenrolou seus dedos e apertou sua mão ao invés. ‚Eu não o matei.‛ Ela disse insegura até agora se estava aliviada ou desapontada. ‚Doçura, você poderia ter achado aquilo difícil de viver com< E eles teriam matado você na sua vez.‛ ‚Provavelmente. Eles me cortaram ao invés.‛ Suas maldições, a faca relampejando, o corte abaixo de sua bochecha. Líquido quente em seu rosto e pescoço, transformando as flores brancas no sofá num extravagante vermelho. A dor, Deus, somente dor. Sua gargalhada transformada. Chamando de nomes horríveis. As mãos que a empurrava abaixo, segurando-a, rasgando< Ela se ouviu chorando. ‚Shhh, querida? Shhh. Est{ terminado.‛ A voz de Marcus. Seu aroma masculino, maravilhoso. Ela achou um pouco de ar, usou isto, e achou um pouco mais. Suas unhas cravaram trincheiras em sua palma. Ela forçou sua mão a abrir e tentou rir. Horrivelmente isto soou. ‚Quando os policiais me encontraram, eu estava< Bem, pelo menos eles não me atiraram. E então um homem...‛ Obrigado, Deus, por em dar Abe. ‚... um homem conversou comigo em um 168


canto que eu estava.‛ Seus braços apertados como se ele pudesse protegê-la. Extremamente tarde para isto. Ainda quando ele suspirou e descansou sua bochecha em cima de sua cabeça, sua preocupação lavou seu medo longe, como um aceno acima de uma praia arenosa. ‚Eu sinto muito, Gabi.‛ Ele murmurou. ‚Por você e por seus amigos.‛ ‚Eles estavam sós em seus primeiros vinte anos. Mais jovem do que eu sou agora.‛ ‘Muito jovem para tudo terminar.’ O duelo amargo nunca a deixou o bastante. ‚Bem, est{ é a história.‛ Ele ficou mudo por um minuto, e ela não se importou mesmo. Ele podia segurá-la a noite toda, se ele quisesse. ‚Você tem obviamente estado com outros homens desde então.‛ Ele disse. ‚Mmm-hmm.‛ Sua bochecha contra seu tórax, ela podia sentir o pêlo sedoso embaixo de seu roupão. ‚Eu tive dificuldade nas primeiras vezes.‛ Kim a encorajou, segurando ela quando teve pesadelos posteriormente. Ela tinha arrastado Gabi para um clube de BDSM no ano seguinte. Nada assustava Kim; Nenhuma convenção diminuía sua velocidade. Gabi enterrou seu rosto contra Marcus e prendeu uma respiração lenta. Nós salvaremos você, Kim. Agarre-se. ‚Mas você chegou ao ponto que você podia ir para casa com um homem< Com um pouco de incentivo líquido?‛ Marcus ligeiramente disse, ajudando ela a retornar ao chão estável. Sua mão ficou em seus ombros massageando a tensão dos músculos. ‚Sim.‛ ‚Sua primeira noite, nós conversamos brevemente sobre mais de um homem. E quando você assistiu um ménage, excitou você.‛ Ele pausou. ‚Gabi, um trio é algo que você realmente quer ou dar{ a você pesadelos?‛ ‚Eu< Eu não estou certa.‛ Ela estourou uma respiração, rasgando entre o empurrão e puxão. ‚Eu penso que eu poderia gostar de tentar isto. Fazer sexo realmente acalmou alguns de meus medos.‛ Ela tragou e adicionou. ‚Às vezes, até com um homem, eu sinto muitas 169


mãos, e ele me assusta. Talvez eu pudesse passar por isto.‛ ‚Entendo.‛ Ele esfregou seu queixo acima de sua cabeça. ‚Eu refletirei sobre como instalar isto.‛ ‚Obrigado.‛ Eu penso. ‚Você foi para casa eventualmente?‛ ‚Sim.‛ Não que ela quisesse. Seus pais? A desaprovação pendurou como um miasma no ar: Você trouxe isso tudo para você mesma. ‚Eu voltei para a escola e tudo.‛ ‚O que você faz agora?‛ ‚Eu sou...‛ ‚Eu peço que você não minta para mim.‛ Ela percebeu que hesitou muito tempo, muito tempo para um Dom experiente. ‚Eu tomo isto aqui como uma das coisas que você prefere não discutir?‛ Ele disse sua voz tão gentil quanto o roce da mão em seu braço. ‚Sim, por favor, Senhor.‛ Ele suspirou e acomodou-a para se debruçar mais confortavelmente em seus braços — e para onde pudesse assistir seu rosto, ela percebeu. ‚Então, vamos falar sobre por que você é tão desafiante submissa. Por que você é insolente, até quando você não quer ser.‛ Oh inferno. Diga a verdade… Sem entrar na verdade real. ‚Uh. Eu sou só assim. Até quando criança. Meus pais são< Bastante rígidos, e eu nunca segui regras.‛ Sua risada retumbou dentro de seu tórax. ‚Eu posso acreditar nisto.‛ ‚Eu acho que eu nunca saí do h{bito.‛ Seu perceptivo olhar a alfinetou. ‚Você era uma criança rebelde, e você tem uma ousadia natural, mas às vezes existe mais, querida. Eu penso que algo dirige você para causar um rebuliço. Alguma ideia do por quê?‛ Ela evitou seus olhos e fechou sua boca. Silêncio. Ele pegou sua bochecha, voltando seu rosto. ‚Eu quero ajudar você, mas eu preciso saber o que estou causando com tudo isso. Você não confia em mim o suficiente para compartilhar comigo?‛ 170


A culpabilidade enviou raias escuras por ela, mas ela não podia. Sua garganta entupiu. Ela conseguiu agitar sua cabeça. Não. ‚Entendo.‛ Ele a deixou enterrar seu rosto contra ele, assim podia forçar as lágrimas de volta. Podia ficar juntos. Quando ela finalmente empurrou-se verticalmente, ele sorriu nela e pôs sua taça de vinho em sua mão. ‚Vamos assistir a um filme.‛ Ele agiu como se nada aconteceu, como se ela não o desapontasse. O alívio era imenso. ‚Eu adoraria.‛ ‚Eu não tenho quaisquer filmes de garotas, e eu duvido que você aprecie terror agora mesmo. Mas eu mantenho alguns DVDs para as crianças da minha irmã. Que tal Shrek ou O Rei Leão?‛ ‚Escolha difícil.‛ Ela frequentemente assistia filmes com seus clientes jovens. O Rei Leão era seu favorito, mas um sujeito provavelmente preferiria: ‚Shrek.‛ Ela adormeceu ouvindo o ogro conversar sobre as camadas de uma cebola.

Ela despertou na manhã seguinte com uma sensação maravilhosa. Bem, aparte das várias dores que gritavam nela quando se moveu. Joelhos arranhados. E um traseiro tenro. Ela sorriu, lembrando-se do switch de Mestre Raoul. Durante a noite, ela despertou de um pesadelo horrível com a voz profunda de Marcus, lenta a puxando para segurança e conforto. Ignorando suas desculpas, ele girou suas costas para descansar contra seu tórax. Desde que ele se recusou a deixá-la vestir qualquer coisa para a cama, sua ereção quente e dura esfregou em seu traseiro nu. E então ele pegou seu peito em uma mão magra, beijando seu ombro, e disse que voltasse a dormir. Ela se moveu insegura, arrependida de seu controle ou não. 171


Ela deslizou fora da cama. Nenhum som na casa. Depois de escovar seus dentes, inutilmente desejou roupas reais. Depois de puxar seu roupão, andou pelas portas de vidro deslizantes do quarto. Ele tinha uma piscina grande suficiente para nadar várias voltas. Um gigante cisne inflado flutuava na água azul clara. Vestido somente com calças de algodão soltas, Marcus permanecia no quintal gramado fora da gaiola de tela da piscina. Depois de um minuto, ela reconheceu os movimentos controlados do Tai Chi. Um movimento deslizou em outro, infinitamente lento e perfeito. Uma pantera graciosa. Ela tomou autodefesa em academias e nunca pareceu assim. Quando ele terminou, ele levantou um pouco, então foi em direção à piscina. Ele a viu e sorriu< E seu coração fez uma coisa agitada, como se meneasse em felicidade. ‚Eu vi suas fotos na sala de estar.‛ Ela disse, em um esforço para ser casual. ‚Você fez muito desta coisa de caratê?‛ ‚Um pouco.‛ Ele caminhou através da grama. ‚Eu era um fraco covarde aos treze anos, e eu quis impressionar uma jovem doce, então eu me inscrevi no caratê. Um mês mais tarde, Marybeth me abandonou por um jogador do futebol, mas até lá eu estava viciado em artes marciais.‛ Um covarde? Seus ombros fortes eram duas vezes a largura dos seus. Cabelo dourado encaracolado cobria a musculatura plana de seu tórax. Seus bíceps ondulavam debaixo da pele tensa; Tendões se distinguindo em seus antebraços. Ela quis tocá-lo muito mal que se agitou por dentro. Depois de andar na área da piscina cercada, Marcus parou na frente dela. ‚Você parece muito melhor, querida. Como você se sente?‛ ‚Bem.‛ Ela apertou suas mãos juntas. Você não é uma namorada, Gabi; Você é uma estagiária se reajustando e confusa, que ele teve piedade. ‚Uh, eu estou pronta para partir quando você quiser.‛ Ele balançou sua cabeça e deu-lhe um olhar interrogativo. De manhã na luz, seus olhos azuis pareciam mais claros que o céu sem nuvens acima. ‚Você vai agora?‛ 172


Quando ele correu seus dedos abaixo de sua mandíbula, sua pele aqueceu como se ele fosse o sol. Irrefletidamente, ela esfregou a bochecha contra sua palma e então corou por agir como uma adolescente deslumbrada. ‚Não faça.‛ Ela deu um passo atr{s. Deus, ele estava provavelmente rindo dela. Os cantos de seus olhos definitivamente ondularam, mas seu olhar segurava calor, não riso. ‚Ser{ que uma sub chegou a dizer ‘não’?‛ Como sua voz podia soar tão ameaçadora? Sua boca ficou seca, e seu coração saltou uma batida. ‚Não. Não, Senhor.‛ ‚Eu não pensei.‛ Ele suavemente disse. ‚Segure seu roupão aberto para mim, Gabrielle.‛ O calor mormacento de uma manhã na Flórida não mudou, mas com seu comando, o ar propriamente espessou. Seus dedos agitados, quando ela desatou o cinto e pegou a frente, que dividia isto. Expondo-se para seu olhar. ‚Você tem um corpo bonito, pequena sub.‛ Ele pegou seus peitos, pesando em suas palmas, correndo seus dedos polegares ao redor dos apertados mamilos. Ela fechou seus olhos acima da sensação de lavagem inebriante. Sua proximidade, o calor de suas mãos, a raspadura leve da pele mais áspera acima de seus mamilos. Acima de tudo, mais que qualquer coisa, sabendo que era o seu toque. Quando seus dedos acalmaram, ela abriu seus olhos e o viu assistindo ela cuidadosamente. ‚Você parece um pouco corada, Doçura. Talvez nós devêssemos...‛ Se ele dissesse que queria tomar o café da manhã agora, ela o mataria. Com um xingar de exasperação, ela abandonou o roupão e pegou suas mãos, apertando-as mais duras contra seus peitos. ‚Mais.‛ Seus olhos esfriaram, e ele puxou suas mãos fora de debaixo da sua. Seu coração encolheu. Ela não podia fazer qualquer coisa direito? ‚Eu sinto muito, Senhor.‛ Abaixando seus braços, ela curvou sua cabeça, desejando que pudesse afundar 173


abaixo do concreto. Para sua surpresa, ele riu e pôs seus braços ao redor dela. ‚Est{ tudo certo, querida. Eu às vezes esqueço que você ainda é nova nisto. E nós somos novos, um para o outro.‛ A onda de alívio a agitou. Depois de um segundo, ela apertou seus braços ao redor de sua cintura e aproximou-se um pouco mais. ‚Eu não sabia como dizer a você que eu< Eu não estava corada por causa do calor. Eu quis continuar — mas não se você não quiser.‛ Ela apressadamente adicionou. Ele beijou o topo de sua cabeça. ‚Quando isto acontece, eu sei a diferença entre uma sub aquecida demais e uma excitada.‛ Ele ligeiramente disse. ‚Quanto a eu querer<‛ Suas mãos curvaram debaixo de se traseiro e deslizou em sua boceta de cima abaixo, uma ereção muito dura. Oh. Bem. Ela não tinha tempo para parecer estúpida. Como suas mãos massageando seu traseiro, ele balançou seus quadris até que seu clitóris contatou a base de seu pênis. Seus peitos achatados contra seu tórax nu, e o calor dentro dela chamejavam para vida. ‚Hum.‛ Sua risada arrepiou seu cabelo. ‚Eu penso que você est{ corada novamente, Gabi. Vá, entre na piscina.‛ Ele comprimiu seu traseiro. Ela olhou fixamente para ele em descrença. ‚Você quer que eu me acalme?‛ Seu queixo levantou, e o olhar duro dele tirou todo o ar de seus pulmões. Ela lançou seu roupão acima da espreguiçadeira e se apressou para a parte rasa. Caminhou e entrou no canto da piscina. A água estava só ligeiramente fria< Até que alcançou sua virilha, e então sentiu como água gelada contra sua boceta em chamas. Ela gritou e olhou para ver se notou. Sua boca soltou aberta. Ele despiu suas calças. Nádegas e quadris de coxas longas, poderosas, estreitas, e apertadas. Oh, meu... Com seu interior derretido, ela verificou a água ao redor dela para ver se começou a ferver. Próximo ao fundo da piscina, ele levantou uma vara e empurrou o cisne em direção dela. Gabi riu silenciosamente. Quem teria pensando que o Sr. Sufocante manteria um cisne 174


inflado em sua piscina, e muitos menos quatro metros ou mais em toda sua volta. Depois de fixar a vara e qualquer outra coisa na extremidade da piscina, ele desceu pelos degraus. Sem falar, ele a pegou e deitou de costas no alado. O plástico morno do sol raspou em seus peitos, provocando eles para pontos duros. Dando uma risadinha, Gabi tentou rastejar em cima mais distante. Ela não andou em um destes... Suas mãos duras a puxaram de volta, até que suas pernas oscilaram na água, forçando ela a agarrar a asa no lado oposto. Ela olhou por cima de seu ombro. Sua ereção sobressaia para cima e fora da água, maravilhosamente espessa e longa. Veias inchadas no comprimento abaixo. A cabeça parecia aveludada, e sua boca encheu de água. Pegando suas pernas, ele foi para trás movendo para um canto, levantando seu pênis para o nível do cisne. ‚Marcus, o que você est{ fazendo?‛ ‚Apreciando minha pequena sub antes do café da manhã.‛ Ele espalhou suas coxas abertas e deslizou seus dedos na sua umidade e acima de seu clitóris. A corrida do prazer acendeu um fogo dentro dela, um que ele trabalhou em uma chama dura, enquanto impiedosamente acariciou seu clitóris para a dureza. Ele a liberou por um momento tomou um passo em direção à extremidade, e ela ouviu uma embalagem de preservativo sendo rasgada e aberta. ‚Prepare-se, querida.‛ Sem advertência adicional, ele empurrou dentro dela, enterrando-se até o cabo. Impossivelmente grande, a estirando para o ponto da dor, e ainda um prazer tão intenso com suas costas curvadas. Deus. Sua vagina esforçou-se para lhe acomodar, pulsando em torno da intrusão. Suas mãos segurando seus quadris, mantendo-a imóvel. Sua virilha empurrava contra sua boceta, e com o cisne balançando debaixo dela, os cabelos encaracolados provocavam seus inchados lábios. Ela gemeu. ‚Agora que existe um bom som.‛ Ele murmurou. Seus dedos enrolados mais apertados ao redor de seus quadris, ele deslizou seu pênis fora lentamente. Muito 175


lentamente. Ela queria empurrar de volta, move-lo mais rápido, mas suas pernas balançavam inutilmente acima do chão da piscina. Ele controlou os movimentos do cisne e de seu corpo, e ela não podia fazer nada além de agarrar-se. Ele a tomou duramente. Impiedosamente. Ali mesmo na piscina, antes do café da manhã, sem perguntar primeiro. Tomou tão completamente, que ela gozou duas vezes antes dele terminar.

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Capítulo Doze Depois de mais vários dias na caça de um trabalho falso, Gabi queria gritar. Não pareceria tão ruim se ela precisasse de um trabalho, mas não precisava. Seus pés doíam como se alguém os tivesse espancado. Ela balançou suas pernas até descansar atrás de seu sofá. Onde estava o Dom agradável para massagear seus pés quando precisava de um? Ela suspirou, lembrando-se da semana passada e o poder cuidadoso das mãos de Marcus. Em seus pés. Seus peitos. Sua boceta. Na piscina, ele deslizaria aqueles dedos fortes debaixo dela e acariciaria duro o suficiente, beliscando< Ela suspirou, e seu clitóris pulsou como se a lembrança despertasse isto. A lembrança de como ele a lançou no cisne e simplesmente tomado o que ele queria, ainda a fazia tremer. Naquela manhã, ela faria qualquer coisa que ele quisesse, como se seu tempo nos Jardins de captura fixou um padrão, que ela cedeu. Submetendo-se. E eu amei isto. Amava ver seu sorriso de prazer quando ela fazia como ele comandava, amando se aquecer em sua aprovação, em vez de causar decepção. Ele não jogou de Senhor e Chefe o tempo todo. Depois da piscina — e o chuveiro — eles cozinharam omeletes e biscoitos para o café da manhã, discutindo sobre os ingredientes, sobre quem lavaria, e sobre outras coisas. Se alguém levasse em conta — o Sr. Advogado — ela ganhou mais argumentos do que perdeu. Ele não agiu como se ela fosse sua escrava. Bem, não até que eles colocaram os pratos no lugar, e ela disse algo sobre ser a hora de partir. Ele conseguiu dominá-la olhando em seus olhos, e demorando-se para mudar a um rico aveludado. ‚Não, querida. Você não está indo ainda. Você não chegou a apreciar< Minha cama ainda.‛ Oh Senhor, ela estava conseguindo ficar toda necessitada, só pensando sobre isto. Maldito seja ele. Ela ouviu uma pancada. Um baque. O que soou como um rebanho de cavalos pelo 177


quarto, e seus dois gatos preto enrolados em uma bola rodando debaixo da mesa da cozinha minúscula. Gabi bufou uma risada. Quem disse que gatos eram quietos animais de estimação precisava ter sua cabeça examinada. Eles poderiam perseguir caladamente, mas o resto do tempo<? Com um mútuo silvo, os meninos desistiram da briga, e primeiro Hamlet, então Horatio caiu sobre seu estômago. ‚Oomph. Caramba, rapazes.‛ Sorridente, ela os acariciou. Horatio com pelo longo, fofo, Hamlet com pelo curto, macio e lustroso, eles tinham sido um presente de aniversário no ano passado de sua avó. Pequenos bebê de pelo para amar alguém que ela amou. ‚Sabe, meninos, sua mamãe deve ter entretido o bairro, porque vocês certamente não parecem com irmãos.‛ Ela adicionou melancolicamente. ‚Eu desejei ter um irmão ou irmã.‛ Mas seus pais repugnavam o quanto uma criança interferia com suas vidas e nunca considerou ter outro depois de Gabi. Hamlet empurrou-se contra sua mão, exigindo sua cabeça afagada. ‚Isto é comigo, rapazes. Uma desvantagem para uma carreira.‛ Ela tentou ser a filha perfeita a princípio. Quando isso não ganhou qualquer aumento de afeto ou atenção, ela foi do outro modo. Talvez não fosse a melhor tática, refletiu, mas pelo menos quando ela se portava mal, eles a notavam. Como se lamentando, Horatio esfregou sua bochecha contra seu queixo. Ela esfregou de volta. ‚Talvez eles tivessem feito melhor com gatos.‛ Ou não. Aos dez anos, ela implorou por um animal de estimação e recebeu uma lista de razões para sua recusa. Arranhando os móveis, pelos de animais, barulhentos< ‚Eles só gostariam de vocês dois se fossem mudos e sem pelos. Sem garras.‛ Hamlet olhou fixamente para ela com intimidantes olhos verdes; Ele sempre seria mais conservador do que Horatio. Depois de um olhar no relógio, ela gemeu. ‚Rapazes, eu preciso conseguir mudança. Eu estou encontrando nosso amigo querido, doce, Estúpido — e os outros dois agentes — em 178


um hotel na praia de Clearwater.‛ Rhodes provavelmente passaria o tempo inteiro arrancando os pedaços. Maldição. Ela pediu ao Agente Galen para atribuir um agente diferente, mas Rhodes especificamente solicitou o Shadowlands. Claro, ele preferiria o clube privado elegante aos outros. Por causa de seu tempo de serviço no escritório de Tampa, eles arbitrariamente não podiam removê-lo. Horatio sacudiu suas orelhas adiante como se perguntasse, por que ela não acabou de estripar o agente irritante. O que mais era garras? ‚Não me tente.‛ Ela balançou suas pernas abaixo e sentiu. ‚O que me aborreço sobre esta tarefa é Marcus. Afinal meus anos de ardor fora para as unidades parentais, quem imaginaria que eu quereria me comportar? Bem< Se comportar a maior parte do tempo.‛ Ela sorriu, lembrando como ela saiu do chuveiro antes de Marcus, então voltou atrás para empurrar a alavanca para fria. O homem teve um comando notável dos elementos mais profanos do Inglês do Rei. E uma mão dura. E fibra surpreendente. Ela suspirou. Ele não foi tão conservador quanto ela pensou. Então novamente, sua decoração pareceu bonita e enfadonha. E sua roupa. E o modo que ele conversava às vezes — Sr. Advogado. Ela agitou sua cabeça. Não, eles não eram realmente semelhantes mesmo. E ele não gostava de pirralhos, então ela certamente não era seu tipo. Ele só a levou a sua casa porque ela tinha sido uma bagunça, e o mestre dos estagiários era um caminho, conversando sobre o exemplo e proteção. Bem, se ela tiver tido sua piedade fodida pelo fim de semana, ela apreciou isto. Ainda que o pensamento a machucasse. Ela levantou Hamlet, beijou o topo de sua cabeça peluda, e o deixou no chão, então fez o mesmo com Horatio. Atirando sua bolsa acima de seu ombro, ela olhou em torno do apartamento. Bege suave e insípido. Decorador muito criativo. 179


Hamlet e Horatio se sentaram lado a lado, aversão pura no abandono de suas posturas. ‚Nós podemos fazer isto, rapazes. Só duas semanas e nós vamos para casa.‛ De volta para seu apartamento confortável, colorido, de volta ao seu condomínio com os gatos e poleiros de janela. De volta para uma vida sem um sufocante, dominante advogado que às vezes pareceu como algo mais. Uma vez no hotel de Clearwater, ela verificou para ter certeza que ninguém a tinha seguido. Ela sorriu, lembrando-se da lição superficial do Estúpido, que ela tem titulado: ‘Como ser um Agente em Cinco Passos F{ceis. ’ Todavia, com resignação ela saiu do elevador dois andares abaixo e subiu as escadas até o andar correto. Como eles conseguiam fazer esta coisa de cobertura, sem se sentirem como idiotas? Sem fôlego, ela parou na frente da porta do quarto de hotel e assistiu o elevador e a escada por um minuto. Por via das dúvidas. O silêncio no corredor cresceu mais pesado quando ela esteve lá. Sua diversão morreu quando se lembrou do por que estava ali. Porque alguém queria vendê-la, quebrá-la como um animal, usá-la até que morresse. Oh, Kim. Ela bateu na porta. Abrindo, e o Agente Rhodes deu um passo atrás para deixá-la entrar. ‚J{ era sem tempo de você chegar aqui, Renard.‛ Seu alívio em estar dentro, enfraqueceu. Ela olhou em seu relógio. Dois minutos atrasada. Ela se virou para olhar o quarto decorado em cores quentes de areia, marrom, destacadas com laranjas e vermelho tropicais. Ainda um pouco sem fôlego, Gabi soltou sobre o L que formava o sofá secional, sem esperar para um convite. Da próxima vez, ela pararia o elevador dois andares acima do hotel e caminharia abaixo. E no minuto que ela retornasse para sua casa em Miami, ingressaria em uma academia. Ela queria fazer isto há um tempo. Realmente. 180


‚O que aconteceu com a reunião?‛ Ela perguntou olhando em torno do quarto vazio. ‚Um telefonema de conferência em um quarto do Buchanan. Kouros disse que eles brevemente retornariam.‛ Rhodes sentou-se no outro final do sofá e alisou seu terno preto, ajustou os punhos de sua camisa branca. Ele vestia J. Edgar roupa aprovada e conservadora, indubitavelmente escolhida para facilitar seu caminho acima da escada. Ele levantou a xícara de café na mesa e tomou um gole. ‚Você não é um agente treinado, Renard, mas o truque que você puxou ontem à noite arriscou a investigação. Eu não sei por que você tem sua cabeça em cima do seu traseiro — ou talvez eu saiba.‛ Seu l{bio levantou em zombaria. ‚Eu vi o quanto você gosta de suas noites.‛ Gabi deixou suas mãos em suas coxas, mantendo seus dedos abertos, suas palmas abaixo. Um especialista de vítima tinha que manter seu temperamento, aconselhar, conversar e negociar. Ele tinha um ponto, ela pensou culpada. Ela deveria tratar de trabalhar sozinha, seus problemas pessoais no Shadowlands. Mas estava contente que ela tinha. Como ela podia se permitir a ficar tão vulnerável com uma palavra simples ou duas? Mas nenhuma necessidade para se preocupar sobre isto agora. ‚Rhodes.‛ Ela disse, dando a ele o mesmo nível de olhar. ‚Seu coment{rio é impróprio. Por favor, limite-se para uma discussão sobre a investigação.‛ Seu rosto ficou vermelho. Ele se esqueceu de com que frequência ela o chamou por seu comportamento no ano passado? A diversão conferiu em sua garganta. Talvez ele pensasse que porque ela era uma submissa no clube, sua personalidade inteira mudou. Não. Ele olhou feio nela. ‚Então, voltando para a discussão, eu quero que você saiba que se fizer outro truque estúpido, como sair com um de seus fodidos amigos, eu terei você despedida. Você entendeu isto?‛ Ela suspirou. Tacanho imbecil. ‚Não se esqueça de que eu não trabalho para você, Rhodes. Eu me voluntariei para isto, e eu posso sair a qualquer hora e você pode tentar 181


assobiar em um novo submisso, para tomar meu lugar.‛ Ela sorriu nele docemente. ‚Boa sorte com isto.‛ Ele abriu sua boca e então fechou isto. Boa escolha. Considerando seu comportamento malcriado no Shadowlands, ele provavelmente esqueceria que ela não era alguém que podia empurrar ao redor. Mas como filha de um professor inglês e um advogado corporativo, ela não podia só ser pomposa com ele, mas podia provavelmente rasgá-lo em pedaços verbalmente. E isso não alcançaria nada exceto um momento de — satisfação muito boa. Infelizmente, reclamando sobre ele não conseguiria ir longe. Outros tentaram, mas ele tinha muitos amigos de nível mais alto. E ele indubitavelmente faria seu melhor para destruir sua reputação na sua vez. Ela se sentou de volta lentamente como uma realização desagradável à tona. Se Rhodes colocasse sua inclinação torcida do que teve que fazer no clube, este trabalho podia bem matar sua carreira. Seu peito apertou quando pensou sobre tudo que ela trabalhou, para cair aos pedaços. Antes de ela poder decidir o que fazer os dois homens entraram no quarto. Um deles era Galen Kouros, classicamente alto, escuro, e bonito com um muito clássico mancar. Ela não o viu caminhar antes, mas do modo que ele apoiou-se em uma bengala preta, ele não mais perseguia criminosos a pé. As linhas em seu rosto poderiam vir de dor, nem um temperamento ruim. Apesar da calça comprida escura contemporânea e uma camisa branca, o outro homem pareceu com um Highlander medieval escocês: Um rosto de pele clara, plano, duro. Cabelo amarrado atrás, castanho claro; Alto e ombros largos. Ambos os rapazes com barba a fazer tinham a aparência de que não viram uma cama em história recente. Contraste interessante, entretanto, um time de luz e escuridão — a luz jogava de bom sujeito durante as interrogações? ‚Sra. Renard, é bom encontrar você pessoalmente. Eu sou Vance Buchanan.‛ O guerreiro cabeludo castanho tinha um sorriso fácil. Ele alcançou acima da mesa de café para 182


cumprimentar. Sua mão era do tamanho de uma luva de boxe. ‚E eu acredito que você encontrou Galen.‛ ‚Agente Kouros.‛ Ela disse educadamente para o outro agente. Buchanan bufou. ‚Você pode fazer isto Galen e Vance. Você gostaria de um refrigerante ou café?‛ ‚Certo. Um refrigerante seria grande.‛ Ela disse. Quando Galen tomou a cadeira oposta a do Estúpido, Vance conseguiu sua lata de um pequeno refrigerador, deu-lhe isto, então sentou na frente dela. ‚Nós pedimos que você se juntasse a nós hoje por algumas razões, mas principalmente para deixar você em dia.‛ A intransigência de sua expressão fez o interior de Gabi se apertar. ‚O que está acontecendo?‛ ‚Você é muito perceptiva.‛ Ele esfregou seu rosto e suspirou. ‚Nós determinamos as mais notavelmente submissas rebeldes nos vários clubes de Tampa, e uma das mulheres parece ter desaparecido no último sábado. Outra que não foi vista desde a semana passada. Como em Atlanta, as submissas pertenciam a clubes diferentes. Nossos chamarizes não foram tocados.‛ ‚Oh. Porra.‛ Gabi sussurrou. ‚As boas notícias é que isto confirma que o sequestrador est{ tomando submissa insolente. As notícias ruins são que ambos os chamarizes naqueles dois clubes fizeram um bom trabalho para parecerem rebeldes. Talvez as mulheres sequestradas parecessem irascíveis ou mais atraentes, ou nossos agentes são muito novos para BDSM ou doaram a si mesmas de alguma maneira. E, muito como eu odeio adicionar isto, sexo público poderia tocar uma parte. Um chamariz faz sexo no clube, mas restringe isto para outro agente que está fingindo ser seu Dom — e acontece de ser seu marido. O outro chamariz vai estritamente para atividades não sexuais.‛ ‚Nós só não sabemos o suficiente.‛ Galen quebrou com um grunhido de desgosto. ‚Ainda nenhuma pista?‛ Gabi perguntou. 183


Eles agitaram suas cabeças. ‚Se nós não verific{ssemos, estes dois submissos poderiam ter desaparecido por um bom tempo, antes que alguém notasse.‛ Vance disse. ‚O sequestrador aparentemente escolhe mulheres solteiras que não falam com parentes ou amigos todo dia. E ele cobre seus caminhos. Em Atlanta, ele enviou um e-mail ao empregador da vítima, dizendo que ela teve uma morte na família e precisava de tempo.‛ Rhodes se debruçou de volta em sua cadeira, olhando frustrado, mas a carente infelicidade empinada no que os outros dois mostravam. Ele indubitavelmente se importou mais sobre o sucesso da investigação do que com as vítimas. ‚Nós estamos deixando todos os chamarizes no lugar, no caso do sequestrador ir pelo mesmo clube uma segunda vez.‛ Galen disse. ‚Mas, Gabrielle, as chances são crescentemente altas, que ele tomar{ alguém do Shadowlands.‛ O frio percorreu seus ossos como um vento glacial. E se algo desse errado? Eu não sou uma pessoa valente, Maldição. Quando a lata que segurava começou a amassar, ela suavemente deixou isto na mesa de café e tomou uma respiração para acalmar. Galen deixou sua bengala contra sua perna e se debruçou de volta. Com um olhar que pareceu muito familiar, seu agudo olhar foi de suas mãos até seu rosto. Lendo ela. Um agente experiente< Ou um Dom experiente? Ela estreitou seus olhos nele, e uma sugestão de uma covinha apareceu em sua bochecha. Ela olhou. Honestamente, Gabi, é só sua imaginação. Depois de tanto tempo no Shadowlands, claro que ela viu Doms que rastejavam dos cantos como baratas. Vance disse: ‚Nós estamos mantendo as notícias das mulheres desaparecidas quietas no momento, em esperanças de não alertar o criminoso. Desde que nós não sabemos onde a entrega acontecerá, nossa chance somente será seguir, uma vez que um chamariz for sequestrado. É vital que você faça seu extremo para atrair sua atenção.‛ Com suas palavras, o medo que ela represou quebrou acima dela como uma onda relativa à maré. Ela soltou seus olhos, pondo suas mãos entre seus joelhos para esconder o tremor. Um engolir limpou a tensão em sua garganta. ‚Sim, eu sei.‛ Seu queixo erguido. ‚Eu 184


farei meu melhor.‛ A simpatia nos olhos de Galen quase a fez recuar. ‚Eu sinto muito, Gabrielle. Não é justo com você.‛ ‚O que você quer dizer com justo?‛ Rhodes disse sua voz mais alta, como uma lima contra seus nervos. ‚Nós a estamos guardando.‛ Ele adicionou debaixo de sua respiração, ‚Ela não est{ arriscando qualquer coisa, exceto um frio pela falta de roupa.‛ Gabi viu o olhar fixo furioso que o grande agente deu a Rhodes. Galen agitou sua cabeça em seu companheiro e respondeu para o Estúpido em uma voz suave quase como uma lamina, como a de Marcus. ‚Você mostre o respeito que você teria para qualquer voluntário — e seria melhor você a guardar muito, mas muito bem, Rhodes. Eu fui claro?‛ O rosto de Rhodes ficou pálido. Sim, seu idiota, não é fácil estar do outro lado ao irritar um Dom, não é? Gabi suspirou. E isto é onde ela permaneceria pelos próximos dois fins de semana. Até pior, depois da noite que eles passaram juntos, Marcus não a entenderia. Mesmo.

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Capítulo Treze No sábado, Marcus assistiu meio sem entusiasmo Cullen levemente açoitar Andrea, próximo à área da cena enquanto batia os dedos no braço da cadeira. Depois de esperar ansiosamente para ver Gabi à semana toda, a sua atitude na noite de sexta-feira e esta tarde vieram como uma surpresa desagradável. No último domingo em sua casa, ela tinha sido ansiosa e amorosa, e ele achou seu atrevimento tão bonito quanto divertido. Ela trouxe para sua casa uma nova vida, com seu pequeno riso rouco. Ele queria mais. E ele pensou — inferno, soube que — ela parecia à mesma. Mas no domingo, quando retornaram ao Shadowlands, ela saltou do seu carro e... Bem, diria que quase parecia uma fuga. Fugindo. Marcus balançou a cabeça. Na noite passada, o tratou como se nada tivesse acontecido entre eles, e havia retornado ao seu comportamento malcriado e incompatível, com ímpeto. Por quê? Ela amou se render em sua casa. Ele tem sido um Dom a tempo suficiente para saber que ela não fingiu sua submissão lá e que boa parte da merda que fazia aqui, era uma coisa forçada. Mas ele certamente não descobriu o que fazer sobre isso. Um grito da área da cena chamou sua atenção, e ele sorriu quando Cullen jogou seu flogger de lado. O grande barman se desfez do seu couro, mas primeiro tomou a boca de Andrea, em seguida, sua bunda, empregando um par de brinquedos interessantes para garantir que ambos tivessem um bom tempo. Um tempo muito bom considerando que sua bonita sub não conseguia se suportar, quando Cullen a desamarrou do cavalete. Enquanto Cullen cuidava de sua sub e limpava os equipamentos, Marcus fez uma checagem mental de seus estagiários. Ele tinha dado permissão para Dara ir com um novo Dom que parecia hipnotizado por seus piercings. Austin estava cobiçando um Dom mais velho por meses e, finalmente, teve coragem suficiente para flertar. Com bastante sucesso. O Dom tinha verificado com Marcus, em 186


seguida, arrastou um Austin entusiasmado para o calabouço. Marcus sorriu. Poderia haver uma relação começando. Uzuri havia saído cedo, e desde que Tanner já havia jogado com um casal que queria um terceiro, terminaria a noite servindo bebidas nos quartos de temas. Aparentemente Sally tinha ido para casa visitar sua família antes que a escola começasse. Surpreendente que a garota pouco atrevida não tinha mencionado seu plano para partir; mesmo sendo ousada, Sally tomava suas responsabilidades a sério. Gabi estava servindo as bebidas e causando problemas. Depois de despejar um refrigerante no colo de um Dom, ela perguntou se ele queria gelo em sua bebida. Ela explodiu um preservativo e estalou isso atrás de dois Doms tendo uma discussão. Então disse que se fosse um Dom, afivelaria os punhos nos tornozelos de um sub, pois ficaria bem em seus joelhos. Bem. Marcus mal tinha saído do local e estourou a rir. Ele moderou. As piadas podem ser toleradas, mas ela também estava crescendo cada vez mais insolente, deliberadamente tentando incitar uma reação. Não tinha feito nenhum progresso. Maldita. Sua mandíbula apertou com a frustração, e voltou a olhar para Cullen terminando de arrumar e limpar o material. O garçom pegou Andrea fora do chão, onde esperava com um cobertor em volta dela. Na sala de estar, ele a soltou em uma cadeira de couro duro o suficiente para ganhar um oomph da sub. Ela olhou para ele. "Não posso acreditar no jeito que você me arrasta ao redor, como se eu fosse alguma boneca." Com uma estrondosa risada, Cullen deslizou a mão sob o cobertor. "Você é minha boneca do amor, e não vai esquecer isso." Ela derreteu em seu toque e no olhar terno que ele lhe deu e se aconchegou mais íntimo. Inveja rolou por Marcus, mas colocou isso de lado. Conhecia muito bem a dor de amar a mulher errada, e era pior do que os benefícios. Antes que ele e Patricia tivessem se divorciado, ela o tinha congelado, fingia amá-lo para conseguir o seu próprio caminho, ou 187


tinha crises de temperamento. Ele realmente preferia suas iras — pelo menos quando estava com raiva, compartilhava seus sentimentos honestamente. Pensou sobre Gabi e a noite que passara com ele. Quando se aconchegou perto dele na cama, enquanto a rebelde faísca dos olhos tinha mudado para de entrega, como ela o tocou... Essas emoções tinham sido honestas. Teriam sido? Poderia ter interpretado completamente errado? "Você está bem, Marcus?" Cullen perguntou. Esta não era à hora de entrar em devaneios infelizes. Desenterrando o ditado favorito do Vovô. "Fino como cabelo de rã, obrigado5." "Como está sua pirralha?" "Minha pirralha parece ter um botão, ela empurra a intervalos para ligar um demônio dentro dela." Cullen latiu uma risada. "Sério, ela é como um cão chicoteado lambe sua mão em um momento e ataca no próximo." Marcus fez uma careta. "Acho que ela sabe por que, mas não vai me dizer." Marcus avistou a sub. Em um top de néon azul e saia de vinil, Gabi tinha uma tatuagem de dragão correndo para cima de seu ombro, e brincos que lembrava garras douradas decorando a curva das orelhas. Seu pequeno dragão sub ainda estava desrespeitando os membros. "Você já a conheceu, Andrea?" "Só quando colocava seus pedidos de bebida no bar." Marcus estudou. Andrea era uma sub, tinha sido uma estagiária, e era uma mulher compassiva. "Talvez ela seja mais próxima com você." "Apresente-nos.‛ Disse Andrea depois de um segundo pensamento. "Não vou quebrar a confiança, mas vou falar com ela, se puder ficar sozinha." "Bom o suficiente." Enquanto Gabi se aproximava do grupo, Marcus acenou para ela

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Jargão Americano do original “Fine as frog's hair” Poderíamos dizer: Tão bem, quanto poderia. 188


se juntar a eles. Seus olhos brilharam ao vê-lo, entretanto seus lábios apertaram. Ela enrijeceu os ombros e ergueu o queixo, sabia que estava decidida a ser esperta com ele. Sim, podia lê-la, mesmo que não conseguisse descobrir sua motivação. Parou na frente dele, deixando as mãos nos quadris. "Vocês sujeitos são bastardos preguiçosos. Você não tem que ver as cenas de subs sendo açoitadas?" "Ajoelhe-se. Agora." Marcus apontou para os pés, colocando pressão suficiente para o comando de levá-la a obedecer, antes que sua mente conseguisse reagir. Ela caiu de joelhos e, um segundo depois, olhou para ele. Ele sorriu e puxou-a entre as pernas, virada para fora. Desafio ou não, seu doce corpo sentiu muito bem em suas mãos. Apertou seus ombros, traçando os músculos debaixo do enchimento suave e feminino, apreciando a bela curva do pescoço dela. Será que ela não iria ficar linda em um vestido tomara que caia — talvez um bonito azul para combinar com a mecha em seu cabelo. "Gabi, você conhece Mestre Cullen. Sua sub é Andrea. Ela foi uma estagiária antes, quando ele tinha o cargo." Interesse animou o rosto de Gabi. "Prazer em conhecê-la, Andrea." Andrea olhou para Cullen e conseguiu um agitar de cabeça — sem conversa — que a fez olhar ameaçadora. Marcus abafou um risinho e informou a Cullen: "A partir da expressão no rosto da sua sub, ainda não está adequadamente treinada." "Aparentemente, não." Os lábios de Cullen tremeram, antes de franzir as sobrancelhas escuras em Andrea. "Sinto muito, Señor6." Enterrou a cabeça contra ele e acrescentou em uma apaziguadora voz doce. "Eu te amo." Cullen bufou. "Boa tentativa, gatinha. Deveria ainda bater em você."

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Senhor em espanhol. 189


Sua voz sussurrou: "Você acabou de fazer, cabrón7" saiu tão claramente enquanto Cullen respondia com uma gargalhada. A expressão pensativa no rosto de Gabi apertou o coração de Marcus. Ela queria o que Andrea tinha com Cullen, podia ver seu desejo. Então, por que se comportava de forma a assegurar que nunca teria tal relacionamento? "Apesar de Andrea não ter vivido nas ruas como você.‛ Marcus disse a Gabi. "Ela cresceu em um bairro pobre. Ela sofreu com os outros estagiários." "Mas os estagiários são bons..." Gabi disse, mas se ouvia a tristeza em sua voz. Eles estavam vendo o seu problema? Depois de obter permissão de Cullen para falar, Andrea disse: "Apenas uma sub era detestável, e não só odiava o meu passado, mas também que o homem mais lindo do lugar estava interessado em mim." "Eu não estava interessado em você, querida.‛ Protestou Marcus, ganhando uma risadinha dela, antes de bater levemente no braço de Cullen. "Este homem lindo." "Qual estagiário?" Gabi perguntou. "Ela não está mais aqui." A boca de Andrea entortou. "Ela plantou dinheiro no meu armário, assim todos pensariam que eu tinha roubado dela. Mestres Marcus e Dan trataramme como uma criminosa e me jogaram para fora do clube." Marcus fez uma careta. Ainda se sentia culpado pela forma como a tinha tratado. Chocada, Gabi virou para encarar fixamente o seu treinador. "Você foi rude?" Ela pensou que o Senhor Advogado do Sul sempre se comportou como um cavalheiro. Andrea bufou. "Dan foi rude; Mestre Marcus apenas o apoiou. Claro que depois que passou a vontade de matá-los, eu percebi que tinha cara de culpada. E estavam tão furiosos pensando que eu tinha traído a confiança de Cullen, que não estavam vendo claramente.

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Bastardo, Safado em espanhol. 190


Cometeram um engano." Rindo silenciosamente, Gabi arregalou os olhos para Marcus. "Quer dizer que você não é Deus? Nãooo, diz que não é assim!" Ele se inclinou para frente, encobrindo seus seios com suas mãos poderosas, e sussurrou em um sotaque lento: "Enquanto você está aqui, sub, eu sou o teu Deus." O som de sua voz profunda, a sensação de suas palmas com os polegares acariciando sobre os seios, virou seu interior líquido e derreteu-lhe os ossos. Mesmo um Deus não poderia transformá-la tão rapidamente. Fechou os olhos por um segundo, apenas para saborear estar perto dele, sendo tocada, em seguida, suspirou e deixou ir. Volte ao jogo, Gabi. "O estagiário ficou em apuros, pelo menos?" Andrea riu. "Depois que os rapazes terminaram o interrogatório de Vanessa, eles a deixaram para Z. Ele acabou com ela, ela estava chorando tanto que tiveram de chamar um táxi. Então a proibiu de entrar em cada clube — bem, quase todos da Flórida. Não tinha idéia de como ele era conhecido." "De qualquer forma, Mestre Z pediu desculpas para mim aqui. Então Mestre Dan e Mestre Marcus também pediram desculpas, na frente de todos, mesmo já tendo falado comigo antes, e já os tinha perdoado e tudo mais." Ela franziu o cenho para Marcus. "Você quase me fez chorar." "Você se transforma em um regador de plantas regularmente, não é, meu amor?" Cullen acariciou sua bochecha levemente com a mão enorme. "Você deseja.‛ Andrea rosnou mordiscando os dedos. Ela franziu o nariz para Marcus. "Foi quando vocês dois me deram o enorme presente, se certificando que eu fosse comprar no melhor lugar de vestimentas de fetiche em Tampa, que tenho os olhos marejados." Ela disse a Gabi. "Meu orçamento não era grande, e sempre parecia pobre em relação aqui dentro, então tive um grande momento comprando roupas novas. Ainda não gastei tudo." "Eu aproveitei os benefícios.‛ Retumbou Cullen, passando a mão em todo o corpete 191


debaixo do vestido colado de vinil de Andrea. "Então por que não me deixa admirar este novo vestido por trás. Eu apreciaria uma cerveja." "Sim, senhor." Andrea deslizou de seu colo. Marcus apertou o ombro de Gabi e murmurou em seu ouvido. "Grey Goose, por favor." Levantando-se Gabi disse. "Sim, senhor." E saiu antes que pudesse pensar. Faça melhor. Respirou profundamente, enfiou a mão para fora e gritou: "Hei Hitler.‛ Depois virou e foi em direção ao bar. Tentou realmente duro não pensar na decepção que tinha escurecido os olhos de Marcus. Maldição. Eu odeio, odeio, odeio isso. Mestre Raoul estava falando com Andrea, mas quando Gabi chegou ao bar, ele se afastou. Andrea sorriu para ela. "Você está empurrando Mestre Marcus, você sabe." "Sim. Eu sei." E fazendo a ambos infelizes. O nó na garganta dificultava a fala. "Você está fazendo isso de propósito?" A pergunta direta proveniente da outra sub, deixou Gabi em uma perda. Os Doms eram os inimigos, por assim dizer, mas outras submissas pertenciam a sua equipe, e o hábito de confiar em amigos quase superou o seu cérebro. "Em uma..." Ela balançou a cabeça, tentando voltar ao equilíbrio. "Talvez. Mais ou menos." Andrea bufou. "Não há uma resposta. Como assim?" "Pareceu-me uma boa idéia na época." Gabi ficou inquieta. "Mestre Raoul está nos ignorando?" "Não. Ele só gosta de falar com os mais recentes Doms e Subs." Andrea desenhou com seu dedo através de uma mancha molhada no bar. "Então o que você fez nas ruas?" Pessoa muito contundente, não é? Gabi sorriu, percebendo que poderia gostar muito dela. "Invadi casas, roubei lojas e carteiras." O vestido de Andrea tinha um bolso de um lado. 192


Inclinando-se, Gabi pegou uma pilha de guardanapos mais para baixo do bar, colidindo com ela... Levantou as chaves do carro. "Aqui.‛ Disse Andrea, empurrando a pilha de guardanapos para perto. "Aqui.‛ Gabi imitou, colocando as chaves de Andrea em cima do guardanapo. Andrea caiu na gargalhada. "Você é boa! Meus primos tentaram aprender, mas eles eram muito desastrados." Ela pegou a carranca de Gabi e acrescentou: "Eles estão todos reformados e agora respeitáveis." "Ah. Eu estou contente." "Nenhuma brincadeira. Todas as nossas indiscrições aconteceram no passado, mas ainda é estranho, pois Cullen é inspetor de incêndios e Dan é policial." Dan, o insolente. "Ele é um policial? Faz sentido." Gabi massageou seu braço, lembrando a maneira como ele a arrastou através da sala para Marcus. "Oh, eu conheço aquele aperto. Ele é um policial até os ossos. Kari — está grávida — é uma professora, e todo mundo diz que Dan amadureceu muito desde a relação." "Uh-huh, eu posso dizer que ele é um bobalhão real agora." Gabi apoiou um cotovelo no bar. Raoul não se moveu, assim poderia se satisfazer com a curiosidade sobre os outros Mestres. "Quem é o mestre de cabelos escuros, com olhos pretos que parece tão mal?" "Mestre Nolan. Empreiteiro. E sua sub, Beth, proprietária de uma empresa de paisagismo — ela reformou os jardins daqui." "Bem, isso é um alívio." "Hein?" "Quer dizer, fico contente que Nolan e Dan são tomados. Sujeitos assustadores. Não queria fazer uma cena com um deles. Claro que, quando Marcus fica bravo..." Isso é ainda pior. Gabi zombou de um arrepio, ignorando a dor surda na barriga de fazê-lo infeliz novamente. "Você com medo, e ainda é insolente?‛Andrea franziu o cenho. "Isso não é muito 193


inteligente." Gabi deu de ombros. "Meu pai insiste que o tamanho do meu sapato é maior que o meu QI." Quando Andrea estalou em riso, Mestre Raoul andou até receber os pedidos de bebida. Finalmente.

Final de sábado à noite, Jessica estava sentada no quarto privado de Z no terceiro andar e se enfureceu. Ela não tinha ido para Shadowlands ontem devido a um atraso do cliente no pagamento de impostos, pensando que poderiam escolher melhores horários — e esperou ansiosamente hoje à noite. Mas Z tinha dito que ele não a queria no clube. E o idiota não iria dizer a ela o porquê, apenas alegou que tinha problemas internos no clube. Claro que ele tinha. Ela passeou por toda a sala. Galahad a viu, o final de sua cauda sacudindo enquanto a contemplava perseguindo seus pés. Pelo menos queria correr atrás dela. No quarto silencioso, podia ouvir os sons do Shadowlands, a pulsação baixa da música, principalmente o grave. Ocasionalmente, um grito alto. Muito pouco, na verdade. Z disse que ele pôs uma quantidade excessiva de isolamento acústico quando instalou o clube. O que ele faria se fosse lá? Jessica tentou esfregar o frio de seus braços. Ele não deixava margem para mal-entendido. Fique fora do clube hoje à noite e na próxima semana também. Sorriu e disse que era tudo que pedia, apenas hoje à noite e na próxima semana. Sua boca afinou. Quando tinha trabalhado sobre as contas do Shadowlands, ela notou a adesão da nova estagiária durante apenas um mês, após o fim de semana seguinte, Gabrielle teria ido. Bem, talvez eu tenha ido embora também. 194


O pensamento perfurou seu coração como uma lâmina afiada. Ela balançou a cabeça. Sabendo que Z tinha algo a ver com isso... Essa pessoa. E se ele queria jogar com ela, sem Jessica para não magoá-la? Olhou para a parede. No início, Z tinha deixado Cullen participar de uma cena e tocar Jessica. Será que Z achava que ela deveria compartilhá-lo com outras? Raiva fatiou em seu cérebro de maneira tão acentuada que levou o fôlego. Não vou maldito. Seus punhos cerraram, e se tivesse estado presente, teria batido nele. Cara, eu preciso sair daqui, antes que faça uma cena como uma criança. Trotou pelas escadas dentro e parou no corredor do piso térreo. Nenhum carro. Z não a buscaria, não dizendo que ela podia juntar-se aos sujeitos? Jogo de pôquer após o fechamento. Ela estava presa aqui até Z deixar o clube. Maldição. Na parte inferior da escada no hall vazio, ela passeou para cima e para baixo, e chutou a parede algumas vezes, bem, dura. Algum tempo depois, ela ouviu o som de uma chave, e Z atravessou o clube. Deus, ele parecia cansado. Sob a luz do corredor implacável, linhas duras entre parênteses em sua boca, outra linha esculpida entre as sobrancelhas. Como poderia fazer seu coração parar de pular, fazê-la se preocupar com ele, e fazer que o odiasse tudo ao mesmo tempo? Ele a viu e inclinou a cabeça. "Jessica. Existe um problema?" "Não." Sim. Ela pisou no desejo — a necessidade de prendê-lo — deixar confortá-la e dar-lhe conforto em troca. Parecia que precisava de um abraço. Não. Ele poderia simplesmente jogar fora e se aliviar com alguém. Talvez tivesse ficado cansado de ter uma pequena, gorda sub. "Preciso de uma carona de volta para minha casa. Você pode perguntar se um dos rapazes pode me dar uma carona?" "Não tínhamos planejado que você iria passar a noite?" "Mudei de idéia." Parecia uma criança tendo um acesso de raiva e não conseguia reunir a energia para se importar. Ele a havia deixado sozinha à noite toda. Não. Ele não a 195


quis lá. Seus filhos a odiavam e achavam que era jovem demais para ele — talvez fosse. "Ou encontre alguém para me levar para casa ou faça você mesmo." Estudou o rosto dela por um longo momento e depois suspirou. "Tudo bem, gatinha. Talvez fosse o melhor para esta noite." Ele estendeu a mão. "Vou te levar para casa." Ela não tomou sua mão. Estava magoada por dentro. Esperava que ele argumentasse que a empurrásse para falar sobre seus medos, para... Para mostrar que se importava se ela ficava ou partia. "Obrigada." Ela virou e foi em direção à porta da garagem. Eles têm uma longa, longa volta para casa em silêncio. Agora sua única meta era chegar lá sem chorar.

Na área de estacionamento perto das Docas do Centro da Cidade de Clearwater, Cesar Maganti bebia seu café e assistiu as luzes do barco surgir inesperadamente abaixo na escuridão. O cais nunca ficou totalmente em silêncio, até esta tarde, mas ninguém prestou atenção ao seu grande caminhão. Gritos abafados de dor vieram de trás do caminhão enquanto Jang brincava com a fêmea que tinham tomado anteriormente. Ela quase não tinha despertado do sedativo, antes de Jang começar. Ele era um bastardo brutal, mas confiável, discreto, e ajuda era difícil de encontrar. O supervisor não se importava se as meninas eram espancadas, desde que se curassem em duas ou três semanas. Isso deixava muita margem para alguém como Jang. A menina começou a chorar, e Maganti ouviu os sons molhados do sexo. No banco ao lado dele, seu telefone vibrou. Maganti verificou o número. O supervisor. "Sim?" Nenhuma identificação, nenhum vestígio. Ambos usavam celulares descartáveis que eram jogados após a última coleta. 196


"Recebi sua mensagem sobre um problema com o pedido." Maganti sentou-se com a ansiedade queimando e seu humor relaxado. "Sim. Sinto muito, mas..." "O que aconteceu?" "A peça de cor clara é mais problema do que vale a pena." A lista do Inspetor incluia uma morena e uma loira atrevida do Shadowlands. Maganti foi para ver quem era mais seguro. Mas o seu inquérito revelou que a loira tinha um relacionamento com seu Dom e o viu durante a semana, bem como nas noites de BDSM. Muitas vezes uma mulher que só jogou em um clube poderia desaparecer sem fazer ondas. Inferno, metade do tempo um Dom nem sequer sabe o nome de uma sub. Mas o marido ou amante sempre busca criando todo tipo de problema. "Eu vejo. E as outras?" "Não disponível." A morena fodida havia desaparecido no ar. "Isso é decepcionante. Deixe-me ver se eu recebo uma atualização." O estalar de um teclado quebrou o silêncio no telefone. "Ah sim. Há um pedaço que se encaixa muito bem as nossas especificações. Vou enviar-lhe o número de peças novas." Maganti sorriu. Perfeito! Quando a boceta morena havia desaparecido no último domingo, ele ficou preocupado que iria perder um quarto de sua maldita taxa. "Bom o suficiente. Vou verificar isso." Ele não sabia onde o idiota conseguia o nome das mulheres. Ele não precisava ou queria saber. "Qualquer dificuldade para garantir o resto do pedido?" "Não. Estou esperando a picape agora, na verdade." Ele pegou essa cadela com bastante facilidade. Ainda melhor, as únicas pessoas que poderiam sentir sua falta estavam em seu trabalho. Na segunda-feira, ele mandaria ao seu chefe um e-mail explicando que ela teve uma morte na família. "Muito bom. Será que a nova peça estara pronta antes do próximo domingo? Depois 197


disso, será tarde demais." "Se o controle da nova peça for bom, vou empacotar o último pedido para o envio nesta sexta-feira ou no sábado." "Bom." Silencio indicou que o Supervisor tinha desligado. Maganti ouviu barulhos de ânsia de vômito que vinham da parte de trás e girou para gritar em Jang. "Tira essa porra de mordaça fora, antes que ela engasgue." Viu um barco puxando até o cais. "Seu passeio está aqui. Vamos nos movimentar."

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Capítulo Quatorze O Shadowlands tinha fechado. Segurando o pulso pequeno da estagiária, Marcus levou-a pelo corredor privado, então fora. Após a atmosfera seca do ar-condicionado do clube, o ar abafado em volta dele foi como um punho suado. Gabi parou. Seus olhos eram grandes e assustados, fazendo-o querer puxá-la para um abraço e tranqüilizá-la. "Preciso ir para casa agora.‛ Disse ela. "Você mora sozinha e não tem um emprego no momento. Existe uma razão pela qual não pode ficar um par de horas mais?" Sua boca abriu, depois fechou. Ela decidiu não mentir para ele. Agora. "Isso é o que eu pensava." Levou-a até a esquina do jardim privado de Z, na parte de trás do Shadowlands. Os outros três Doms já tinham se reunido na varanda. Z não estava à vista. Gabi parou novamente, obviamente vendo que todo mundo presente eram Mestre no Shadowlands. "Mas..." "Ajoelhe aqui, Doçura." Ela fez isso em silêncio, o que lhe disse que ela devia estar apavorada. Olhava para os homens. Muitos Doms, uma sub. É claro que estava preocupada. Ele acariciou sua bochecha. "Gabrielle, eu estou planejando fazer uma cena com você, mas vai ser só eu e você." Seus ombros relaxaram. Melhor. "Fique aqui, por agora, querida." Ele caminhou até os outros Mestres, que estavam do outro lado da varanda do pequeno bar. "Até que em fim você decidiu se juntar a nós para uma noite de pôquer, amigo." Cullen sorriu. "Posso esperar que sua relutância signifique que não sabe como jogar?" "Pôquer? Eu pensei que Raoul disse Bridge." Rindo, Cullen entregou-lhe uma cerveja. 199


Ainda em seu couro preto e camiseta, Nolan fez um gesto para Gabi com sua bebida. "Você quis trazê-la para jogar pôquer, ou há algum problema?" "Problema." Marcus olhou para ele, então para Cullen e Raoul. "Não estou conseguindo descobrir o que está acontecendo na sua cabeça. Ela é submissa e às vezes tão lindamente. E de repente, vira desafiante, mesmo passando do ponto de autopreservação." "Eu já vi isso." Cullen coçou o queixo. "Maldito, se eu compreendesse sua motivação também." "O que podemos fazer meu amigo?" Raoul perguntou. "Gostaria de fazer uma cena com ela, levá-la para o subespaço, e encontrar algumas respostas. Mas geralmente tenho uma idéia de onde estou indo. Desta vez..." Cullen concordou. "Você quer um subsmisso se precisar, e outros olhos para o caso de podermos identificar um indício." "Exatamente. Sei que vai atrasar o jogo." "Venha com o território.‛ Disse Nolan. "Além disso, Z chamou um pouco antes. Disse que tinha de levar Jessica para casa e estaria se atrasando. Você quer esperar?" Marcus hesitou e então balançou a cabeça. "Ele está deliberadamente escondendo alguma coisa sobre ela. Vou fazer isso sem ele." "Você precisa de ajuda para montar?" Raoul perguntou. "Nenhuma instalação. Vou usar os postes daqui." Marcus virou para verificar Gabi. Ajoelhada, olhando para ele, seu nervosismo aparente em seus grandes olhos castanho e as mãos apertadas. Então, calma. Por que tão submissa agora? "Venha aqui, por favor." Levantou-se muito graciosamente, ele notou. Ela, obviamente, praticara um pouco. Nolan grunhiu em aprovação, e Cullen murmurou: "Ela é uma boa sub, Marcus." Quando ela estava na frente dele, ela perguntou: "Sim, senhor?" "Você é bonita fazendo isso.‛ Disse ele, vendo a necessidade de agradar e colocar um brilho em seus olhos. Ela corou. 200


Enfiou uma mecha de cabelo atrás da orelha. "Estou indo açoitar você, Doçura." Gabi inalou agudamente e deu um passo para trás. Estava louco? "Você me manteve aqui para..." ‚Eu não sou um s{dico, Gabi, e ambos sabemos que você gosta de um pouco de dor. Este é apenas um tipo diferente." Sem lhe dar tempo para pensar sobre isso, guiou-a entre dois postes no pátio que tinha parafusos embutidos no alto. "Aqui est{.‛ Nolan — o Dom áspero — Nolan chamou Marcus e atirou duas correntes curtas. Marcus usou para contê-la entre as traves, para que ficasse de frente para varanda com os braços levantados como em um elogio de V de vitória. Sua respiração ficou presa enquanto ela puxava as correntes. Ela poderia deixá-lo fazer isso? ‚Eu... Por que agora? Não antes no clube?" "Você pode fazer melhor com menos pessoas ao redor, querida." Oh, droga, ele notou. Mesmo enquanto tentava descobrir o que fazer, excitação lanceava através dela, rapidamente voltando-se para o calor, enquanto ele tirava a blusinha com os dedos. Abriu o zíper da saia curta de vinil e puxou, fora, deixando-a nua. Oh Deus. Seu coração começou uma corrida, e ela podia sentir os mamilos endurecendo, a pele formigando de antecipação. Seu olhar passou por cima dela, no rosto, as mãos aos peitos, e ele lhe deu um sorriso lento. "Toda excitada antes mesmo de começar." Ela corou, e seus olhos se desviaram para os outros Doms. O que eles pensavam? Por que ela foi à única submissa aqui? Ele notou a direção do seu olhar. "Doçura, vou vendar os seus olhos." Cega? Gabi sacudiu a cabeça, seu medo cresceu, como o mercúrio em um termômetro em um dia quente. "Senhor, não." Ele tocou seu queixo, encontrando seus olhos com os seus. "Gabrielle, você vai se 201


concentrar melhor nas sensações e não em quem está presente. Não vou fazer nada que não conheça, e não vou deixá-la sozinha, nem mesmo por um segundo." Ela viu a pergunta em sua cara: Você confia em mim? E não podia aguentar. Todas as noites ela odiava ter que decepcioná-lo. Mestre Nolan, Raoul, e Cullen eram membros do clube há anos, certamente nenhum deles era o seqüestrador. Com alívio, percebeu que não precisava agir como um moleque. Ela poderia fazer o que Marcus queria neste momento. Excitação começou no oco das costas e arrepiou sua espinha. Açoites. "Certo." "Essa é minha garota.‛ Disse ele, fazendo seu coração dar um pulo de desejo. Ele amarrou a venda acolchoada, confortavelmente. Quando a escuridão envolveu-a, ficou tensa, e ainda assim sua pele vibrava como se alguém estivesse explodindo fogos em um quatro de julho. "Você tem uma palavra segura para usar se for necessário." Ele não se mexeu, mas ficou perto o suficiente para que o calor do seu corpo aquecesse o dela enquanto acariciava seus cabelos delicadamente. Com a respiração aliviada, ela ouviu os outros homens conversando em voz baixa. A risada mais alta de Cullen. O perfume do mar e flores tropicais e o aroma próprio e masculino de Marcus. Ela cutucou os dedos dos pés contra o concreto para lembrar-se de onde estava. Ele abandonou os cabelos e correu a ponta dos dedos para baixo de seu corpo. Ela pulou. "Fácil, Doçura." Sua mão acariciava através de sua pele, ele se mexeu para ficar atrás dela. Apoiou o peito contra suas costas e os dedos levemente curvados em torno de sua garganta, o mais sutil dos lembretes de como ela era vulnerável. Sussurrou no ouvido dela: "Não há nada que possa fazer errado, porque todo o controle pertence a mim. Você não tem uma palavra a dizer no que acontece." O concreto parecia amenizar debaixo dos seus pés. 202


Sua respiração roçou seu ouvido. "Você pode gritar ou ser insolente ou chorar. Isso não importa. Ainda vou fazer o que quero fazer." Virou a cabeça longe o suficiente para levála na boca, aproximadamente, possessivo, reforçando que ela não podia fazer nada para detêlo. Mesmo mudando seu peso e ansiedade, calor povoou abaixo na barriga. Isso era o que ela queria... Sempre necessitou. Ele passou as mãos duras sobre ela, seu toque quase doloroso, depois os punhos fecharam confortavelmente em torno de seus tornozelos. Inquebrável. Correntes chiavam quando ele assegurou suas pernas afastadas. Ar flutuava sobre a pele nua, molhada de sua vagina e a parte interna das coxas, fresco contra o calor. "Agora você está aberta para mim, e vou fazer o que quiser. Tudo o que você pode fazer é tomar isso, se submeter." As palavras soaram como uma ameaça, e ainda cedeu ao seu sotaque macio, que fez estremecer de antecipação. Toque-me, por favor. Ele devia ter se ajoelhado atrás dela, pois as mãos passavam até as costas das coxas e iam entre suas pernas. Ele acariciou suas dobras. Podia sentir que estava muito molhada, apesar de seu medo — ou talvez por causa disso. Açoite. Ele bateria... "Fique comigo aqui, Doçura.‛ Murmurou ele. Seu dedo deslizou diretamente por cima do seu clitóris rápido, endurecendo e sua mente ficou em branco com a sensação zumbindo em seus nervos. Ela gemeu e empurrou seus quadris para frente. "Isso é certo." Circulou seu dedo, derretendo suas entranhas. Mesmo enquanto brincava com seu clitóris, beijou a bochecha direita de sua parte inferior e depois provou a carne macia o bastante para enviar um choque de dor na espinha e disparar sua excitação maior. Ela nunca tinha se sentido assim. Estava brincando com ela como os gatos brincam com suas presas. Os quadris contorceram, ela não podia se mexer para aumentar o seu toque 203


em seu clitóris. Com as cadeias chiando, ela se lembrou dos outros Doms e congelou. Um rubor encobriu seu rosto. Marcus riu baixo e profundo. "Sim, eles estão assistindo, Gabi. Eles vêem como você se entrega a mim, e como você irá me dar tudo o que eu pedir esta noite." O prazer em sua voz subiu sobre ela como uma onda do mar. Abandonando sua boceta latejante, se levantou e pôs o seu peito sólido contra suas costas. Quando cobriu os seios, o calor passou por ela, de cima para baixo, a eletricidade perdida no labirinto de seu corpo. Ele provocou os mamilos, rolando-os delicadamente entre os dedos, aumentando a pressão lentamente para a dor. Presa em sua armadilha, ela se afastava da dor e, em seguida, avançava, necessitando o prazer. Ele chupou sua orelha, sua respiração flutuando em seu cabelo. Rodeado por ele, incapaz de escapar, ela choramingou. "Você é uma boa menina.‛ Ele murmurou e se afastou. Um segundo depois, dedos aveludados corriam pelas costas — não as mãos. Um flogger, ele estava brincando com ela com um flogger. Ele bateu levemente. E mais uma vez. Logo, as minúsculas sensações subiram por suas coxas, bunda, costas, o ritmo nunca vacilava, o impacto aumentava lentamente. A parte interior de suas coxas começou a picar, e, gradualmente, os golpes feriram e como uma dor ardente permaneceu por trás de cada golpe, tapa. Antes de chegar a muito, Marcus retardou e reduziu. Percebendo que ela estava usando as correntes de apoio, se sentindo um pouco tonta, se endireitou, pensando que tinha terminado. Ao contrário, ela sentiu sua respiração no seu montículo. Ela inalou bruscamente enquanto de repente sua vagina acordou. Quando ele deslizou suas mãos entre as pernas, os joelhos tremeram. Seus dedos enroscaram sobre as nádegas mais baixas, e os polegares puxaram os lábios ligeiramente separados, expondo completamente seu clitóris. Ela estremeceu com a sensação de ser tocada como se ele tivesse o direito. 204


Abriu-a mais cruel. "Muito bem, querida, todo inchada e rosa." Sua língua quente e molhada, deslizou diretamente sobre ele, e o relâmpago correu até sua coluna com um chiado quase inaudível. Seus dedos impiedosos a seguravam, enquanto ele fechava os lábios em torno do clitóris. Passou a língua sobre o cerne inchado de nervos, esfregando um lado, depois o outro, enquanto o lábio superior pressionava sobre o capuz. Seu corpo estava duro; suas pernas tremiam. Implacável, continuou no seu interior espiralado, apertado, a sua respiração parou. Golpe quente após golpe quente. A pressão cresceu até que nada poderia detê-la. Seu corpo explodiu um maremoto de prazer que a afogou. Seus quadris bateram contra ele, e ele segurou-a ainda, controlando-a até mesmo através de seu orgasmo. Antes de terminar de tremer, ele começou a açoitar novamente. Carícias suaves e pequenas batidas em múltiplas vertentes do flogger. O ritmo nunca vacilou quando os cursos cresceram mais e mais duros, picadas contra sua pele, mas mesmo assim a queimação aumentou latejando entre suas pernas. Os golpes começaram a doer. Ele aliviou, retardando, parando. E então se ajoelhou na frente dela e passou as mãos até as pernas. Mais uma vez? Oh Deus. Ela tremia quando ele a acariciou com as mãos duras, puxando sua boceta contra a boca. Ele não a provocou — não, seus lábios exigiram que ela respondesse. Enquanto sua língua deslizou sobre ela, o clitóris endureceu, inchou, e dentro dela enrolou sob seu toque. Ela gemeu, perdendo o controle de tudo, quando o ardor na pele dela misturou com o fogo, desenhando círculos pela sua língua quente. A pressão dentro dela apertou, e então ele fechou os lábios em torno dela e chupou, batendo a língua sobre seu clitóris, ao mesmo tempo. "Oh Deus." O gemido escapou-lhe quando tudo dentro rompeu para fora em ondas 205


de prazer. "Isso é a minha menina.‛ Ele murmurou. "Deixa vir." Ele açoitou novamente, mais duro ainda. E a fez gozar novamente. A dor em sua pele cresceu, mas assim como o prazer, até que cada golpe do flogger a excitava e reforçava seu clitóris mais apertado, até que sua respiração no seu montículo puxou o ferrão em seu clitóris, transformando-o em excitação. Até a própria dor espremida por ela tão firmemente com os seus lábios em torno dela. Quando os golpes iniciaram novamente, ela não conseguia dizer. De alguma forma o chão desapareceu sob seus pés. Ela não podia ouvir o chicote mais, apenas a respiração presa e a batida do seu coração. Seus braços e pernas foram embora, nada estava lá, exceto as nuvens ao seu redor. Flocos brancos que subia e batiam em suas costas em suaves e pequenos empurrões. "Gabi." Então o insistente som. "Gabi." A exigente e profunda voz puxava algo dentro dela como se pudesse puxar seu coração para fora. "Uh-huh." Sua língua não se moveu direito, e tentou novamente. As nuvens ao redor iluminaram até o céu se mostrar por elas. Tão azul. Claro azul. Intenso... Olhos. "Diga-me porque você é tão desobediente." Levou um minuto para passar. Deso... O quê? Desobediente. "Por que, Gabi." Seus lábios se sentiam entorpecidos. Seus olhos eram tão azuis. "Eu tenho que ser uma sub-ruidosa. Eles disseram." "Disse o que, Doçura?" "Conseguir atenção. Ser notada." Marcus franziu o cenho para a sua pequena sub. Olhos vidrados, respirando lentamente. A dor e o prazer tinham oprimido até que ela montou uma onda de endorfina e submissão. Ela estava profundamente em subespaço, era a mulher mais bonita que já tinha 206


visto. E ele bateu com sucesso o espaço superior, seus sentidos muito agudos, a respiração a cada movimento e a puxava ainda mais, unindo-os em um só. Mas, ‘eles disseram?’ Ser{ que ela estava ouvindo vozes? "Quem disse Gabi? Quem lhe disse para chamar a atenção?" As sobrancelhas dela se aproximaram, e ela piscou. "Kouros. Agente Kouros." Mas que diabos? Na sua casa, ela evitou a pergunta sobre um trabalho... "Onde você trabalha Gabi?" "FBI." Demorou um segundo, e então a palavra o atingiu como uma bala no peito e resmungou com o impacto. Cadeiras rangeram atrás dele por outro Dom vermelho, provavelmente tão surpreso quanto ele. Ela está brincando comigo? "Você é um agente do FBI?" As sobrancelhas dela se aproximaram. "Sim. Não." "Você está disfarçada." "Sim." A cabeça dela afundou. Ele precisava levá-la para baixo. Olhando para os Dons, ele sacudiu a cabeça para ajudá-lo. Raoul e Cullen soltaram seus pulsos e Nolan os tornozelos. Marcus suportou seu peso e, em seguida, pegou-a nos braços. Ela mentiu para ele. Mas não importava o que aconteceu, um dom não abandonava uma sub depois de uma cena. Fixou-se em um balanço da varanda ampla com Gabi no colo. Quando Nolan ofereceu uma coberta, ele balançou a cabeça. A noite estava muito quente para cobertores, mas ela precisava do conforto de algo sobre a sua nudez. Nolan dobrou em torno de seu corpo e ela estremeceu. "F{cil, Doçura.‛ Disse Marcus. "Você est{ bem. Eu tenho você, querida". Quando as endorfinas desgastaram fora, sua euforia desapareceu e as dores do açoite começaram a registrar. Ele não tinha açoitado com força, mas ela demorou um tempo para chegar a uma profundidade suficiente para o subespaço. Ela se mexeu novamente, provavelmente sentindo a pele ardendo. Piscando para ele, 207


ofereceu um sorriso torto. "Ei." Apesar de sua raiva, seu coração puxou. Ela parecia tão doce, aninhada contra ele como um alimentado cachorro com leite, os olhos abertos e honestos. Nenhuma reserva escondida. Ele não percebeu sua existência até que desapareceu. Segredos. Maldição. Ele puxou a respiração lenta. "Ei.‛ Ele respondeu suavemente. Sua raiva e sua necessidade de exigir explicações teriam de esperar até que conseguisse ficar sobre seus pés. Ela estava muito vulnerável agora. "Descanse Doçura. Eu tenho você.‛ Ele repetiu. Seu aroma exclusivo de rosa e almíscar, sândalo e feminino caiu nele. Seus dedos acariciaram seu peito levemente quando ela se aconchegou. Sua confiança enviava fúria surgindo através dele, porque ele confiava nela e ela por sua vez, ela mentiu. Quando balançou, considerou como Z insistiu que Marcus assumisse uma estagiária que não tivesse discutido e insistido por mantê-la por um mês. Um punho firme apertou-lhe a coragem, e ele levantou a cabeça. Os demais estiveram puxando algumas cadeiras ao redor dele. Cullen, o barman, entregou a Marcus abrindo uma lata de refrigerante. Ele tomou um longo gole, mas a picada fria gaseificada não removeu a amargura da traição. "Z sabia. Aquele desgraçado, bastardo sabia." Os olhos negros de Nolan estudaram a sub enquanto bebia sua cerveja. "Parece provável." Raiva percorria as palavras calmas. Ao som da casa, Marcus olhou para o terceiro andar. Z saiu para o pouso e desceu os degraus para a varanda. "Cavalheiros.‛ Z disse enquanto se aproximava do grupo. "Desculpe, estou atrasado." Como todos os Mestres, no pátio voltaram sua atenção para ele, Z deu um passo para trás, uma mão massageando a testa como se alguém tivesse dado um soco — algo que Marcus realmente queria fazer. "O que está errado?" "Nós descobrimos alguns fatos interessantes sobre a nova estagi{ria.‛ Cullen disse 208


numa voz calma. Ele balançou a cabeça em direção a Gabi. O rosto de Z estava sem expressão. "O que aconteceu?" "Ela est{ bem. Apenas no subespaço.‛ Disse Cullen rapidamente. "Eu vejo." A boca de Z apertou perguntando a Marcus: "Você a questionou?" Um som metálico de golpe de culpabilidade, mas Marcus empurrou-o de lado, lembrando as noites que ele ficou acordado, tentando descobrir sobre a estagiária que Z insistiu que tomasse. Sua voz saiu rígida. "Ela não é uma desobediente submissa, ela é uma agente do FBI. O que mais você mentiu Z?" Só então, Gabi se contorceu em seu colo. Usando o braço como uma ajuda, ela puxou para si uma posição sentada e esfregou o rosto. Ela sorriu para Marcus. "Eu nunca senti nada como isso antes." "Provavelmente não." Ele tentou, mas não podia imudecer a raiva longe o bastante. Seu sorriso vacilou e morreu. Ela olhou para os outros. Em Z e de volta a Marcus. Seu rosto ficou pálido para a cor branca da camisa de Marcus, ela torcia as mãos. "Está tudo engraçado na minha cabeça, mas eu me lembro... Eu disse..." "Sim.‛ Ele interrompeu. "Você disse." Fúria em sua decepção fez suas palavras recortadas. Frias. Sua testa franzida. "Você me questionou, como um criminoso. Você queria que eu confiasse em você apenas para que pudesse fazer isso comigo." Ela empurrou a seus pés, cambaleando com as pernas trêmulas. Marcus subiu às pressas para colocar um braço em torno dela. "Não me toque, seu bastardo." Ela empurrou-o pelo braço. "Afaste-se de mim. Estou fora daqui. Nunca..." "Você não ir{ dirigir nessas condições, Gabrielle.‛ Disse Marcus ao mesmo tempo em que Z. Ele olhou para Z. "Fique fora disso." Sem responder, Z se aproximou para a bochecha de Gabi. "Está tudo bem, pequena?" 209


A raiva de Marcus chamejou mais alto quando lutou com a necessidade de puxar sua sub fora do alcance de Z. Ela fez um esforço para sorrir para Z e o coração de Marcus torceu. "Estou bem." Ambos podiam senti-la tremer. Droga, ele precisava ficar com ela, não podia ser deixada sozinha. Ele apertou seu aperto. "Estou levando-a para sua casa, Z, e então nós temos que falar." "Não.‛ Gabi agarrou e empurrou para longe dele. "Gabrielle.‛ Marcus advertiu. "Você não tem nada — a ver comigo." O olhar de traição no rosto dela combinava com a sua própria, e ele sentiu como se chutasse uma criança indefesa. "Eu não quero você perto de mim. Você é um bastardo." Sua voz quebrou, e ela se virou. Marcus considerou. Poderia ignorar e levá-la para casa, mas sua presença agora seria mais prejudicial do que qualquer coisa. Especialmente desde que ele ainda não entendia o que estava acontecendo. "Raoul?" "Sim.‛ Disse Raoul, com entendimento de imediato. "Eu dirigirei seu carro — e para seu lugar." Ele puxou Gabi em seus braços, ignorando seus protestos. "Isto não está em discussão, Chiquita8. Você não tem uma escolha." Quando ela caiu, cansada demais para provocar uma briga, Raoul disse: "Nolan, você pode acompanhar e me trazer de volta depois? Pode demorar um pouco, pois quero ter certeza que ela está bem." "Posso fazer. Não há problema." Nolan filmou Z com um olhar gelado. "Mas você e eu vamos conversar." "Entendido." Quando os dois Doms escoltaram Gabi pelo portão lateral, Z retirou seu celular e disse a alguém que Gabi estava sendo levada para casa. Fechou o telefone com o som de um homem xingando e amassou a testa. "Que noite."

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Pequena em espanhol. 210


"Não há nada." Cullen entregou a Z uma bebida, recebendo um olhar surpreso. "Sim, eu estou chateado, mas raramente você faz qualquer coisa sem uma razão, então vou esperar até ouvi-lo." Marcus não estava se sentindo tão caridoso. Culpado como o inferno era o seu julgamento. Cullen pegou uma cadeira, esticando suas longas pernas para fora, reduzindo deliberadamente o sentido de um combate iminente. Z e Marcus continuaram de pé. Marcus braceou seus pés. Os outros Mestres conheciam Z por anos. Marcus não conhecia e o bastardo havia condenado a destruir qualquer chance disto. Marcus planejou dizer tudo o que queria rasgar seu cartão de sócio, e nunca olhar para trás. Agora sua única questão era se usar um punho pontuaria sua declaração. Z encontrou o olhar dele. "Marcus." Suspirou. "Vamos conversar. Tenho decisões a tomar, e desde que o segredo está fora, todos podem ajudar." O bastardo puxou duas cadeiras e colocou mais uma para Marcus, antes de sentar em frente a ele e Cullen. Deliberadamente tomando a posição de assento quente. Apesar de sua raiva, Marcus teve que admirar o homem e seu autodomínio. Caindo na cadeira, Marcus colocou os cotovelos sobre os braços. Esperando em silêncio. "O FBI chegou a mim h{ duas semanas.‛ Z começou. "No mês anterior, uma submissa havia sido seqüestrada e depois fugiu. Antes que ela morresse de um ferimento à bala, disse que alguém estava seqüestrando subs rebeldes para um leilão de escravos para os homens que querem o prazer de quebrá-las. Mais escravas estão programadas para serem tomadas a partir de Tampa, e para uma coleta final de vítimas que é no próximo domingo." "Filhos da puta.‛ Murmurou Cullen. "Três submissas de diferentes clubes BDSM estão faltando em Atlanta. O FBI não tem ligações, assim colocou uma submissa como chamariz em Tampa / Clube St. Pete. Gabrielle foi atribuída ao Shadowlands. Eu tive que dar a minha palavra que não contaria a ninguém, nem mesmo a você, Marcus, embora eu protestasse contra o sigilo. Ambos os lados tinham 211


argumentos válidos e, infelizmente, o FBI está no controle da decisão." Z olhou para Marcus, nenhuma expressão no rosto. "Dei ela para você, porque poderia pedir-lhe para mantê-la, quando qualquer outro Dom teria largado após a primeira noite. Ou abusado dela. Sabia que você não deixaria sua raiva decidir por você." Z recostouse e tomou um gole da cerveja que Cullen tinha dado a ele, obviamente, dando-lhes tempo para absorver tudo. Sua palavra. Marcus esfregou o rosto, sentindo a barba áspera. Um homem honesto não quebrava a sua palavra. Cullen bufou. "Dan chamaria isso de uma foda geral." Marcus olhava para as palmeiras. As formas pretas apagavam as estrelas. Cullen tinha razão, isto era uma foda geral sem caminho de volta, envolvendo traição ou dano. Sabendo que Z protegia os submissos, Marcus entendia sua necessidade de ajuda. Com um suspiro, Marcus desistiu. "Deve ter irritado a todos vocês por vê-la punida, por fazer seu trabalho." Os ombros de Z cederam, o único sinal que ele estava preocupado com a opinião de Marcus. "Nada sobre isso foi fácil para ninguém." Seus olhos se encontraram com Marcus. "Marcus, eu sinto muito." "Parece-me que você não tinha uma escolha. E Gabrielle sabia onde estava se metendo." "Duvido disso. Embora insistisse que preenchesse o questionário, honestamente, ouso dizer que ela empurrou sua própria zona de conforto — que ela não quis tomar uma chance que falhasse em atrair atenção. Infelizmente, acredito que sua experiência era limitada e de pouco peso de vários anos atrás." "Foda." Cullen disse o rosto voltado para o granito. "Eu a amordacei com uma bola. Como poderia não ter..." Z assentiu. "Esta sua reação justifica o raciocínio de sigilo. Como se pode punir o 212


mau comportamento adequadamente, se você souber que a sub está atuando? Os dois agentes encarregados da investigação são Doms experientes, que sabiam como nós iríamos reagir." "Valente pequena sub.‛ Disse Cullen. "Eu sei que os agentes do FBI são gente dura, mas..." Z estremeceu. "Não é para adicionar à sua culpa, Marcus, embora duvide que possa ultrapassar a minha, mas ela não é uma agente." "Desculpe-me?" Disse Marcus, mantendo sua voz tão educada como conseguia. "Não descobri até esta semana quando fui ao seu auxilio sobre ter um lugar escondido para sua falta de treinamento." Z esfregou a testa novamente. "Ela é especialista em vítimas — uma assistente social que ajuda as vítimas de crime." "Por que diabos uma assistente social está aqui?" Marcus perguntou. Sua mandíbula se sentiu tão dura que podia quebrar. "Uma das mulheres seqüestradas em Atlanta é sua amiga. Gabrielle voluntariamente — ofereceu — exigiu para ajudar. Eu ouso dizer que BDSM — submissos experientes estão em falta entre os agentes do FBI, assim a tomaram sobre isso." Z se mexeu na cadeira. "Marcus, ela é uma das pessoas mais corajosas que conheço. Ela está completamente aterrorizada e fazendo isso de qualquer maneira." Apavorada. Ele viu seu medo. A cada noite. Colocou seu copo para baixo com cuidado. Ele fez seu medo pior. Ele a espancou. Impiedosamente. Ele feriu uma mulher inocente, vulnerável e a fez chorar.

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Capítulo Quinze O cérebro de Gabi lentamente descongelou de uma bola de gelo em algo funcional. Seus dedos apertaram na malha jogada para os seios, como um cobertor de segurança. Ela abriu os olhos para se concentrar em seu agradável apartamento. Ela tentou se mover. Falhou. Ela franziu a testa para baixo para o braço musculoso em volta da cintura, segurando-a contra o peito duro. Não conheço este braço. Os braços de Marcus eram poderosos, mas mais magros. Olhou para cima, passando pelo pescoço, a mandíbula forte, e os olhos castanhos chocolate. Não eram azuis. "Mestre Raoul." Ele sorriu para ela. "Voltou para mim novamente? Como você se sente?" O que ele fazia no apartamento dela? Quando suas memórias voltaram, a respiração ficou estrangulada em sua garganta. Açoitamento. Marcus. Perguntas. Outros Doms. Sua mandíbula apertou. Este Dom ficara e assistira enquanto Marcus a transformava em geléia e interrogava-a. Empurrou o braço dele e levantou-se, ignorando a fraqueza nas pernas. "Quero que você saia agora." Puxou o cobertor mais firmemente em torno de seus ombros nus, tentando esconder seu tremor. Seu apartamento estava como se alguém tivesse colocado o arcondicionado a trinta graus, e o frio tinha ido profundamente a seus ossos. Ela nunca conseguiria se aquecer novamente. "Chiquita9..." "Vá embora." Em sua cabeça, ela podia ver a expressão de sua mãe com a desaprovação de sua grosseria. Eu não me importo. "Você ainda est{ tremendo, Gabrielle.‛ Disse ele. Raoul tinha sido gentil com ela. Permanecendo em silêncio na volta para sua casa, e não tentou arranjar desculpas para Marcus ou a culpou por ter mentido para eles. Ao 9

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contrário, ele segurou a mão dela na sua grande e quente mão, como se para lembrar-lhe que ela não estava sozinha. Ele a escoltou para o apartamento. Uma vez lá dentro, ignorou os protestos e a segurou quando teve um colapso. Mas a sua agitação era culpa dele. Culpa de Marcus. À parte de trás das coxas e seu bumbum picavam, como se ela tivesse adquirido uma queimadura horrível e teve mais raiva ainda. Ergueu o queixo. "Estou bem. Você fez seu trabalho, e lhe agradeço." Mas, para o que ajudou, ela nunca poderia perdoá-lo. Como se ele ouvisse seu pensamento, estremeceu. "Gabrielle, você percebe que Marcus só quis..." "Se você não sair agora mesmo, eu estou chamando a polícia." Ela conseguiu pegar o telefone sem deixá-lo cair. Ele deixou seu cartão de visitas em uma mesa no final, sendo inteligente o suficiente para não entregá-lo a ela. "Gabrielle, se você precisar de alguém, ou um amigo, por favor, me ligue." Seus olhos castanhos escuros demonstravam preocupação quando ele acrescentou: "Basta falar ou de um ombro para chorar. Você não precisa ser forte o tempo todo." Ah, sim, eu preciso. "Obrigado pela oferta." Ela assentiu com a cabeça em direção à porta. Ele saiu calmamente. Ela trancou a porta atrás dele e encostou-se nela. O que eu fiz? Trazida de volta, escoltada para o apartamento, sem chance para o seqüestrador ir pegá-la. Oh, Kim, me desculpe... Ela contou sobre seu disfarce. Rhodes jamais entenderia por que ela soltou tudo isso. Eu não entendo também. Mas Marcus sabia exatamente o que estava fazendo. Ele deliberadamente trabalhou nela até que estivesse destroçada que não podia controlar seus pensamentos, muito menos a sua palavra. E a questionou. Na frente dos outros. Sua traição se sentia como um corte profundo na sua alma, derramando sangue a cada batida do seu coração. 215


Seus joelhos dobraram, e caiu sobre o tapete fino. Horatio e Hamlet se arrastaram para fora, detrás do sofá para roçar suas pernas. "Eu confiei nele." Ela disse a eles. Horatio quebrou em um ronronar baixo e colocou uma pata no joelho de Gabi. Seus olhos picavam com lágrimas. "Eu fiz. Eu confiava nele. Deus, como eu sou burra." Mesmo que fingisse não se importar, por dentro vinha decaindo cada vez mais profundo sob o seu feitiço. Bem, o feitiço tinha quebrado. Acorde Cinderela. Seus chinelos de vidro quebraram e cortaram seus pés. Ela se levantou cambaleando alguns passos. Como poderia um açoite maldito, transformá-la em músculos de macarrão mole? Suas pernas se sentiram como se pertencessem à outra pessoa. Será que conseguiria ficar em pé o tempo suficiente para tomar banho? Mas tinha que fazer. Tinha que lavar o suor pegajoso de excitação, para erradicar o seu toque e aroma. Mas a água quente e ensaboar e mais ensaboar não podiam remover suas memórias de suas mãos fortes, a barbicha do queixo sombreado, seu hálito quente. Como suas costas, bunda e pernas queimavam, e sentiu novamente o ritmo dos golpes, o aumento lento da dor... E necessidade. Oh Deus. Após se secar com a toalha, limpou uma mancha clara no espelho esfumaçado, depois virou. Linhas rosa demarcada pelo flogger. Linhas ao longo de sua volta, mais escura em sua parte inferior das costas e das coxas. Nada profundo ou levantado. A vermelhidão provavelmente teria desaparecido pela amanhã. No entanto, parecia que Marcus a tinha marcado... De alguma forma marcado-a como sua. Raiva fatiava por ela, uma dor mais acentuada do que a pele ardendo. Ainda em baixo dessa sensação terrível de satisfação — uma voz interna que disse sim para suas marcas de possessão.

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Que fodida merda. Marcus se recostou na cadeira do escritório de casa e olhou para o teto branco. Termo interessante. Que pena que ele não podia usá-lo no tribunal. Os acusados roubaram um M16 e depois... Sim, senhoras e senhores, uma real e fodida merda. A noite tinha sido definitivamente um fodida merda. Antes dele e Cullen deixarem o Shadowlands, Z disse que explicaria para os outros Mestres e pediria a eles para manter o segredo da investigação. Com uma pontada de piedade, Marcus concordou. Z parecia exausto. Aparentemente Marcus não era o único com o sentimento que havia sido chutado como um cachorro indefeso. O relatório do Raoul não ajudou. A pequena sub não chorou ou se recuperou, mas ameaçou chamar a polícia se Raoul não fosse embora. Tudo em Marcus queria era estar com ela, para se certificar que estava tudo bem. Um Dom não colocava um sub nesse tipo de coisa e depois a abandonava. A culpa pesava como uma mão pesada sobre os ombros. Apesar do fato de que tinha feito o seu melhor, com boas intenções, ele só prejudicou onde somente queria ajudar. Condene Z de qualquer maneira. Marcus esfregou os olhos e olhou para o relógio. Quatro horas da manhã, mas não podia dormir. Ao invés disso ligou seu computador. Percebendo que Gabi provavelmente tinha usado um nome falso, ele exigiu seu nome correto a Z. Renard. Ele digitou Gabrielle Renard no arquivo de busca. Os resultados apareceram na tela. Ela trabalhava no escritório de campo do FBI em Miami. Uma especialista em vítimas. Uma assistente social, assim como Z tinha dito. Depois de ler por um tempo, recostou na cadeira e olhou para o teto. Ajudava com as 217


vítimas de violência e parecia trabalhar principalmente com as crianças e adolescentes. Quando ela conversou sobre seus amigos assassinados e seu estupro, ela mencionou um homem que como ela tinha colocado isso? — Conversou com ela fora, num canto que ela se escondia. Teria sido um especialista de vítimas por acaso, a pessoa que a iniciou no caminho disso? "Seja bondoso, transmita isso." Esse era o lema de sua mãe. Aparentemente Gabi vivia por isso. Mamãe gostaria dela. Depois de desligar o computador, serviu-se de um conhaque. No seu quintal, sentou numa cadeira e apoiou os pés em cima de outra. Acima das luzes da cidade, as estrelas brilhavam no céu negro, uma garantia reconfortante que o Universo continuava, apesar das catástrofes no pequeno planeta. Enquanto observava, um meteoro riscou o céu e caiu. Bem, ele sabia algumas coisas do passado de sua pequena sub, agora, e os artigos, explicaram tanta dedicação e compaixão. Uma mulher de coração mole. Culpa pressionou em seu peito. Bom trabalho lá, Atherton. Jesus, poderia ter feito uma besteira maior? Ele viu outra queda de luz brilhante para a destruição na Terra. No clube, ela agiu como uma pirralha para o assassino. Explicava suas rebeliões idiotas, não perdendo uma oportunidade. Todas aquelas vezes que começava a se submeter, para então, erguer os ombros e cuspir algo escandaloso — para todos os presentes. O peito apertou quando se lembrou de quantas vezes a puniu. Deus, como ela poderia perdoá-lo? Ele agiu apropriadamente para que ela permitisse conhece-lo — e perceber que não ajudava de todo. Como inferno iria fazer isso por ela? Durante seu casamento, sua esposa exigia presentes, jóias, flores depois de uma briga. Esfregou o rosto, a barba áspera sobre as palmas das mãos. Nenhuma jóia iria consertar isso. Nada o faria. Ao longe, uma sirene de emergência lamentou. Marcus inclinou a cabeça para trás com um suspiro. Mundo difícil. Ele fez o seu melhor para tentar torná-lo um lugar melhor. Agora, descobria que havia machucado alguém que ele veio... Veio o quê? Cuidar? Talvez. 218


Provavelmente. Ela apelou para ele desde o início, mesmo com seu comportamento escandaloso. Naturalmente, não era toda pirralha que estava agindo. Marcus sorriu e tomou um gole de conhaque. Ela escondeu muito de si mesma, mas tudo o que ele sabia que o atraía. Sua risada. "Senti pena de mim mesma, por meu Dom fracote, não conseguir pegar um caracol atravessando à calçada." Queria aquele riso em sua vida. "Eles atiraram no meu Danny e Rock. Estava tão louca, que queria machucá-los." Tão, verdadeira quando contou a ele, como se sua lealdade e coragem não fossem notáveis.

Inclinou a cabeça para trás, relembrando sua voz melancólica. "Você sabe, ele me comprava romances. Estávamos sem dinheiro, mas de alguma forma ainda conseguia encontrar os livros." Tão pouca coisa dizia muito para ela. Queria ser o único a confortá-la. Para cuidar dela. Ele sorriu. Para comprar romances. Mas ela indubitavelmente correria dele agora. E se ela não retornasse ao Shadowlands? Ela não poderia querer dar a ele uma segunda chance. Sua boca apertou, com determinação surgindo dentro dele como um peso na sua gravidade. Uma vergonha que uma sub nem sempre conseguia o que queria.

Na segunda-feira, Gabi entrou no elevador do hotel Clearwater subiu dois andares, passando por dois agentes do FBI no térreo, então pegou a escada de volta para baixo. Seu medo da entrevista vinha aumentado a cada passo mais perto da sala. Ela abriu a porta da escada, entrou no corredor, e arrastou-se por todo o carpete grosso. Por causa do sono não tinha condições de falar, seu corpo exausto sentia-se como se estivesse vadeando através da água. Na porta, ela hesitou. O que poderia dizer? Ela ainda não tinha entendido o que 219


acontecera com ela no sábado passado, então como poderia explicar isso para os agentes? Talvez Mestre Z tivesse chamado? Mas todo contato devia ser por Rhodes. E ela já conhecia a sua reação. Sua boca torceu. Quando ela finalmente chegou a ele na noite de domingo, completamente perdida "Que inferno está errado com você? Você é uma agente encoberta — ou isso não significa nada para você? Então, ele fodeu você e vocês decidiram derramar tudo. O que é aquela — conversa de travesseiro?" Ele terminou seu discurso com o que ela esperava. "Vou ter o seu traseiro por isso." Mesmo antes de começar, ela sabia que sua carreira no FBI tinha acabado. Acabado. Terminado. Ninguém entenderia. Eles simplesmente veriam que ela expôs uma investigação em curso para um lote inteiro de pessoas. Sim, servir como um chamariz não era um trabalho real, sim, ela se ofereceu para fazê-lo, mas depois de destruir uma operação encoberta, não importava. Então. Poderia muito bem acabar com isso e começar seriamente a caça de trabalho. Ela puxou a camiseta para baixo — por que se vestir bem para ser demitida? —Endireitou os ombros, e bateu na porta. A porta se abriu, e o grande agente, Vance Buchanan, deixou-a entrar Ele usava calça jeans desbotada, uma camiseta azul e barba incipiente. Ele olhou-a mais lentamente, como se avaliasse sua condição. "Semana ruim, eh, Gabrielle?" A simpatia em sua voz áspera queimou as lágrimas em seus olhos. Ela virou a cabeça e absorveu isto. "J{ tive melhor.‛ "Aposto. Z deu-nos uma chamada ontem." Ele apontou para o sofá em forma de L e cadeiras onde Galen esperava. "Vá se sentar." Quando assumiu uma cadeira em frente à Galen, Vance pegou um refrigerante da geladeira pequena, abriu-o e colocou a lata sobre a mesa de café na frente dela. "Obrigado." Certo tempo de confissão. Rhodes já lhes havia dito — meu Deus apostava que já havia lhes dito, mas ela precisava também contar. "Alguns dos Mestres do Shadowlands descobriram que estou trabalhando encoberta. Foi minha culpa." Ela começou 220


a pegar sua bebida e percebeu que não conseguia engolir, por causa do nó na garganta. Ao invés, ela cruzou as mãos no colo e se obrigou a fixar os olhos em Galen. "Eu disse a eles. Por acidente. Mas ainda é minha culpa. Eu...‛ "Pare.‛ Galen disse, segurando a mão. "Não tenho certeza se entendo sua lógica. Você tem um Dom, um experiente o suficiente para que Zachary Grayson confiasse nele com os estagiários do Shadowlands. Ele amarra você, te leva direto para subespaço, e a questiona. Por que diabos você acha que é sua culpa?" "Mas..." "Cale a boca e beba o seu refrigerante." O barítono de Galen foi realmente amável. "Você não me culpa?" "Você já jogou como uma pirralha por muito tempo, Renard. O que eu disse para você fazer?" Oh inferno, isso respondeu uma pergunta. O cara era definitivamente um Dom. Ela pegou a lata e tomou um gole minúsculo. Em pé atrás do sofá, inclinou-se para Vance seus antebraços sobre as almofadas para trás. "Gabrielle, a única razão que a aceitei como um chamariz é porque você é uma submissa. Você não tinha nenhuma defesa contra um mestre, principalmente com Marcus Atherton.‛ Fixou no nível de seu olhar. "Fui claro? Nós não culpamos você, no mínimo." Ela soltou a respiração que estava segurando desde... Ah, desde o dia que Rhodes foi balístico. As sobrancelhas de Galen se ajuntaram. "Você imaginou que nos a demitiríamos." "Parecia lógico." Os olhos azuis de Vance ficaram duros. "Rhodes é um imbecil. Ele tinha os contatos para ser designado para este caso e joga o jogo bem o suficiente, nós podemos justificar que lhe arrancaram a palavra, mas nos faça a gentileza de não pensar que todos nós somos completamente idiotas." 221


Um suspiro de riso escapou dela, e ambos sorriram. "Muito melhor." Galen se inclinou para frente, os cotovelos sobre os joelhos. "Nós não pedimos para vir hoje aqui, para demiti-la. Muito pelo contrário. Gabrielle, você está disposta a retornar para o Shadowlands?" Isso foi tão longe quanto ela esperava, tanto que sua cabeça estava girando. "Eu vou. Você sabe que quero, mas Mestre Marcus — ele sabe. Sabe que estarei mentindo para ele e que será tudo fingimento." Vance inclinou a cabeça. " Pessoalmente eu diria que você só finge mais ou menos cinqüenta por cento. O que você acha Galen?" "Penso sessenta e quarenta, com peso no petulante." Sua boca caiu aberta, e então ela olhou. Vance deu uma risadinha. "Você ganhou. Existe mais de audaciosa do que cinqüenta por cento." "Isso não é engraçado. Você ouviu o que eu disse?" Gabi cruzou os braços sobre o peito, mais para parecer confiante do que para esconder as mãos trêmulas. "Marcus não irá tolerar eu voltar l{, e ainda que fizesse, não quero< Fazer qualquer coisa com ele. Nunca.‛ Ela confiou, e ele aproveitou-se dela. Agitou sua cabeça e tentou manter sua mente sobre o assunto. ‚Além disso, os outros Mestres sabem também." "Est{ tudo bem.‛ Disse Vance. "Z explicou tudo. Os Mestres não são estúpidos, e entenderam por que manteve sua identidade secreta. Não será fácil para eles agora. Vão ter que lutar com a necessidade de protegê-la, e não puni-la." Galen interrompeu: "Mas eles juraram fazer o seu melhor." O canto da boca puxou para cima. "Não é a coisa mais tranquilizante do mundo para você ouvir, eu tenho medo.‛ Volte. Ter horror a um seqüestrador. Ser castigada. Seja com Marcus. As mãos dela enrolaram em umas pequenas bolas de discordância. Ele a viu em seu momento mais vulnerável e aproveitou-se disto. "Eu irei para um Dom diferente?" Poderia aguentar ter outra pessoa responsável por 222


ela? Inclinou a cabeça, olhando seus dedos apertarem. Não tenho escolha. Tinha acordado antes do amanhecer coberta de suor de outro pesadelo sobre Kim sendo chicoteada. Seus gritos tinham cavado na mente de Gabi até que pudesse ouvir ecoando nas paredes de seu apartamento. Um toque soou na porta, e ela levantou a cabeça. Galen olhou para o relógio. "Maldição, advogados são demasiados pontuais." "Esta é uma decisão sua, Gabi.‛ Disse Vance sobre seu ombro enquanto atravessava a sala. "Vamos deixar vocês dois descobrirem juntos, como vão lidar com isso." Ele abriu a porta. Mestre Marcus entrou. Ele olhou ao redor. Então seu olhar fixou nela como uma arma de mira de um videogame. Cada célula de sangue em seu corpo saltou de alegria, até que se lembrou do que ela fez. O que ele fez. A alegria rompeu e morreu, deixando-a com o gosto amargo da traição em sua língua. "Marcus.‛ Galen disse, levantando-se. Ele ergueu a sua mão. "Estou feliz que você pode fazer isso." "Galen." Com a sua graça silenciosa, Marcus se aproximou para apertar as mãos, em seguida, acenou para Vance, antes de voltar seu olhar para trás em Gabi. Ela não podia encontrar seus olhos. A cor azul letal não mudou desde quando ele tinha enchido seu mundo como um céu no deserto. E sua voz — suave e profunda tão diferente do som que fez quando lhe disse que era do FBI. Como se tivesse sido apunhalado. Ela se concentrou em pegar seu refrigerante graciosamente, embora a forma como seu estômago revirou, com certeza não tinha nenhuma necessidade de uma bebida. Vance bufou uma risada. "Leve-a para um passeio, Marcus, antes de ela virar qualquer coisa verde." Galen disse. "Está disposta a retornar — tem mais coragem do que muitos que se dizem agentes — quando você descobrir como lidará com isto, volte aqui assim nós 223


poderemos terminar de planejar." Ir com ele? Quando percebeu que os agentes a tinham lançado aos tubarões, ela endureceu na descrença. Marcus alfinetou com seu olhar. Um tubarão. Com olhos azuis penetrantes. Ele ergueu a sua mão. "Vem, Gabrielle." "Não. Eu não irei a qualquer lugar com você." Virando duramente, ela se levantou, caminhando para a porta. Deu aos outros dois homens um olhar ferido. "Pequena fera." Vance chamou-lhe e puxou seu pulso para pará-la. Seus olhos eram de um azul mais escuro do que o de Marcus, mas surpreendentemente gentil. "Nós conversamos com Z, e com os outros Mestres, e com Marcus. Tudo o que todos querem é deixar você ser um chamariz da maneira mais segura, mais suave, que podemos organizar... e todos nós concordamos que Marcus é a melhor escolha. Fale com ele, Gabi, e se decidir que não pode trabalhar com ele, pensaremos em outra coisa." Conversar com Marcus. Podia fazer isso? Teria uma escolha? Vance sustentou o olhar até que ela acenou com rendição. "Boa menina." Colocou o pulso na mão de Marcus. Fortes dedos fecharam, prendendo-a mais completamente do que qualquer restrição.

Os agentes tinham planejado para Z comparecer a esta reunião, mas Marcus tinha jogado o cartão de culpabilidade sobre eles. Poderia ter empregado algumas técnicas de audiência de tribunal, mas disse a verdade. Sua conversa mole sobre o segredo não só lhe deu uma semana áspera, mas também levou ao fiasco no último sábado. Eles com certeza deviam a ele uma chance de fazer isso direito, com Gabrielle. Concordaram relutantemente, com a estipulação e que Gabi teria a escolha final. 224


Marcus havia refletido muito sobre hoje — o que dizer e para onde ir, para que ela se sentisse confortável. Obviamente em nenhum lugar sozinhos. Então a guiou para fora do lobby para a praia. Nas terras ao redor do hotel, as palmeiras sussurravam balançando no ensurdecedor da brisa. Gaivotas flutuavam nas correntes de ar, mergulhando nas ondas brancas de gelo. As pessoas estavam espalhadas aqui e ali, suas toalhas, cobertores e guardasóis um toque brilhante de cor contra a areia branca. Uma criança de cabelo vermelho flamejante usava um pedaço de pau para escrever seu nome na areia molhada. Marcus guiava Gabi pela calçada paralela à praia, ela estava rosada. Porra gostava de vê-la, mesmo que estivesse sob pressão. O vento do mar arrepiou o cabelo desgrenhado e trouxe-lhe o perfume de sândalo. Com um esforço, tirou da memória de como a fragrância se aprofundava no escurecido caminho entre o quadril e a coxa. Ao invés disso estudou. Ombros ainda rígidos, andar duro, os pequenos músculos ao redor dos olhos e da boca estavam tensos. "Gabrielle." Ela olhou para ele, seus olhos castanhos cautelosos. "Escutarei o que você tem a dizer, só assim você saberá que não quero... Trabalhar... Com você." Sua boca torceu na amargura da palavra. "Você está desperdiçando seu tempo." A punhalada machucou. "Entendo." Era perfeitamente justificado por seus sentimentos, no entanto, se ela ficasse enredada no passado, não iria escutá-lo. Como poderia conseguir que ela relaxasse? Conseguirei isso. Ele parou, bem no meio da calçada. Depois de retirar os sapatos, enfiou os dedos dos pés nas meias e arregaçou a calça jeans. Ela olhou para ele como se nunca o tivesse visto de pernas nuas antes, e um jorro de humor quebrou a sua culpa. Será que ela realmente o viu preso na lama? Amarrou os cadarços juntos, atirou seus sapatos no ombro e acenou em direção à vasta extensão da praia. "Vamos?" Depois de ela olhar desconfiado, disse. "Claro.‛ E seguiu o exemplo, removendo seus sapatos e meias. Embora estivesse vestida com uma camiseta preta, jeans, seus tênis eram azuis e meias de um vermelho flamejante que combinava com as unhas dos pés. Porra, ela o 225


fazia sorrir cada vez que a via. Ela caminhou ao lado dele em direção à água. A areia quente era profunda e suave, deixando o pé um pouco instável. Ele assistiu com satisfação quando ela desistiu de odiá-lo e se concentrou em evitar aglomeradas algas, conchas quebradas, e os cães entusiasmados. Quando chegaram à areia molhada, achatada com firmeza pelas ondas, pegou a mão dela. Assustada, ela franziu o cenho para ele, dando um puxão para ver se ele cooperaria, e depois deu de ombros, obviamente decidindo que não brigaria por isso. Virou a cabeça, olhando para a água. "Então, fale." Ele bufou uma risada. "Pequena sub-briguenta, é você?" Sua boca apertou, mas ela não olhou para cima. Ele parou, tomou seus sapatos, e soltou ambos os pares sobre a areia. Tocando seu rosto com uma mão, usou o seu polegar para inclinar a cabeça para cima. Seus olhos tempestuosos se encontraram. "Gabrielle, eu sinto muito." "Uh-huh", disse cinicamente. "Do que está arrependido, afinal? Eu sou a pessoa que mentiu." Ela não quis admitir que tivessem qualquer coisa entre eles que ele podia ter danificado. Ele não podia lê-la o bastante; muitas emoções guerreavam por seu rosto. Defensiva. Dor. Raiva. Algo mais. "Z mentiu também, Gabi. Vocês não tiveram uma escolha?" "Não, mas..." Ele suspirou. "Não gosto muito deste assunto, mas você não fez nada de errado." Seus olhos castanhos aliviaram um pouco, e então um vinco franziu na testa. ‚Pelo que você está pedindo desculpas?" Ele ergueu a mão, segurando o rosto dela entre as mãos. Seu rosto estava macio e morno. O sol brilhava fora dela longos cílios vermelho-loira. "Não poderia ter sabido sobre o papel que você jogava, mas ainda assim, o pensamento de como fui rude com você, fez-me 226


sentir mal comigo". "Não foi culpa sua, senhor." O deslize inadvertido aqueceu o coração. "Mas, o que realmente lamento..." Gabi esperou por ele para reunir as palavras, e realmente sentiu um pouco de diversão. O advogado estava perplexo para dizer a coisa certa? Seu humor desvaneceu rapidamente, as mãos firmes a impedia de recuar e assumir uma forma mais confortável, de maneira distante. Ele ficou cara a cara e compartilhou suas emoções tão abertamente como exigia dela o mesmo. Seu polegar esfregou sobre o queixo. "Lamento a perda de sua confiança, Gabrielle. Deliberadamente mantive você após o encerramento, no sábado. Poderia ter dito que tinha uma razão para todo o desafio, e queria descobrir o que era assim nós poderíamos lidar com isso." Seus lábios torceram num sorriso irônico. "Questionando você quando não podia pensar era para ajudar e não enfraquecer você. Em vez disso, se transformou em uma traição de sua confiança. Sinto muito, Gabi." Ela o machucou muito. A dor em seus olhos abertos amassava suas duras defesas erguidas como se tivesse as construído de papel. De alguma forma ele foi direto para o coração de sua raiva. Sabia que ela se sentia traída. Fez sentir como se ele tivesse se aproveitado dela, e não estaria se não tivesse confiado tanto nele. Sua respiração ofegou, e os olhos inundaram de lágrimas. Oh inferno. Ela tentou empurrar longe, sufocando. "Deixe-me ir." "Não, querida, não deixarei." Passou os braços em volta dela e puxou-a contra o seu peito sólido. Sua mão apertou a cabeça no oco de seu ombro e a confortou... Maravilha pura em se sentir segura acabou com ela. Gritou, chorando a sua dor, até mesmo sua raiva latente em punições que ela mesma o tinha forçado a fazer. Machucou-me e me bateu, e ele significa muito para mim... Ele a fechou em seus braços rígidos, barulho ininteligível, soava reconfortante, e sacudiu-a lentamente em seu berço de segurança. Enquanto a tempestade de suas emoções 227


morria para baixo, ela conseguiu de alguma forma encontrar uma maneira de se controlar e recompor-se. Seus braços soltaram, e deixou-a ir... E ela queria rastejar de volta em seus braços. "Pequena sub.‛ Ele murmurou e usou seus polegares para enxugar as l{grimas do rosto. "Conseguiu uma camisa molhada." Não parecia com ele mesmo, o cabelo grosso rebelde pelo vento, jeans, camisa de algodão amassada e molhada, mas seus olhos azuis não mudaram, e nem mudou o modo como a estudou. "Ela vai secar. Espero que você se sinta melhor." Sentia-se... Oca, vazia de raiva e dor. Seu medo não partiu, mas... "O quê?" Ele franziu a testa, inclinando a cabeça erguida. "Algo está errado ainda." "Não é você." Ela deu de ombros, tentando agir de maneira indiferente. "Estou apenas assustada. Nada de novo." A palavra que ele disse baixinho nunca poderia ter vindo do Senhor Conservador, ela o olhou em choque. Ele riu sua risada, contagiosa, profunda que era quase tão surpreendente quanto ouvi-lo maldizer. Retirou a mão de sua cicatriz e beijou a ponta dos dedos. Depois de pegar os sapatos, colocou o braço sobre o ombro e começou a andar novamente. Quando a maré veio, as ondas fluíram mais para cima da areia, engolindo e fazendo cócegas em seus pés na água branca espumosa. Ela sorriu. Em seguida, a tensão voltou ao seu peito. Qual seria a sensação de nunca ser parte de novo disso? Ele apertou seu ombro, quebrando seus pensamentos. "Você pensa menos de você porque está com medo?" "Um pouco. Outras pessoas conseguem fazer esse tipo de coisa o tempo todo." ‚E alguns se escondem em suas casas com medo de sair.‛ Disse ele. "Você aprendeu sobre a violência em tenra idade e de uma forma particularmente horrível, Gabrielle. Mas mais do que isso..." 228


Ela olhou para ele, e seus olhos se encontraram. "Você tem uma personalidade atenciosa. Você entende as pessoas e quer ajuda-las. Que é diferente da mente de um soldado. Você é mais vulnerável aos danos que o mal pode criar." Suas sobrancelhas juntaram-se. "Você deve ter estudado isso na faculdade, e teve aconselhamento. Você deve saber disso, Doçura." Ela lhe deu um sorriso irônico. "Eu sei. Fiz. Mas deliberadamente me preparei para..." Ela parou. Ela não planejava mencionar... "Escutei que você se ofereceu por causa de sua amiga." Apesar da expressão preocupada no rosto, seu olhar foi de segura aprovação morna. "Você é uma amiga leal, Gabi.‛ Sua risada veio com facilidade, como se as lágrimas tivessem escavado espaço para emoções mais feliz. "Não, somente queria uma desculpa para ir a um clube BDSM." Ele riu, em seguida, amaldiçoou quando uma onda molhou o fundo da calça enrolada. Ela deu uma risadinha. Um segundo antes da batida da onda seguinte, ele girou em torno dela para inverter suas posições. Ela guinchou quando a água fria espirrou para cima de suas pernas, encharcando o material sobre as coxas, e correndo para baixo de suas pernas, deixando sua pele arrepiada. "Você... Você bastardo desprezível." Seus olhos estreitaram. "Você chamou seu Dom de um nome?" Ela riu, em seguida, então protestou "Você não é meu Dom." "Não sou?" Deliberadamente, jogou seus sapatos sobre a areia seca e avançou sobre ela. "Não, espere." Mãos ao alto, ela vadeou mais para dentro da água até que bateu nos joelhos e cada onda testou seu equilíbrio. Ele parou, e seu sorriso desapareceu. "Sério, Gabi, você quer que arranje um Dom diferente para você?" 229


O pensamento de perdê-lo realmente a feriu, como um golpe cruel em algum lugar dentro bem fundo. Obviamente ela arriscou mais com ele do que era seguro. Uma onda surgiu nela, e cambaleou na areia movediça — definitivamente instável. Ela e Marcus não tinham nenhuma base sólida, qualquer uma, mas... Por agora, apreciara o tempo com ele. Inferno, ela podia acabar escravizada ou morta antes desta semana terminar — muito bem pegaria o que queria da vida. "Eu quero você.‛ Disse ela, em seguida, fez uma careta. "Uh. Ainda tenho que me comportar como uma pirralha." Ele riu e deu um suspiro zombador de queixa. "Você planeja fazer este fim de semana aqui, um pesadelo para mim?" "Pode apostar que sim." E o que é um alívio, ele agora percebia que era um ato — bom, alguns dos quais era um ato. "Nesse caso, estarei em apuros? Eu me sentirei mal toda vez que for puni-la." Seu rosto estava sóbrio. "Realmente vou, Gabi. Entendo porque Galen e Vance exigiram sigilo. Não penso que eu podia ter..." Ele balançou sua cabeça. Ele era o tipo de Dom que se feriria por fazer o que devia ser feito. "Eu sei. Tudo bem." "Bem, então está bom." Curvou as mãos em volta da cintura em um aperto rígido. "Entretanto, pirralha, acho que não vou lamentar tudo isto." Ela franziu o cenho para ele. Isto? Na verdade, ele sorriu. Então a levantou e sacudiu a cabeça sobre os saltos para a água.

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Capítulo Dezesseis Quando Gabi entrou no Shadowlands na sexta-feira, a apreensão rastejou em cima de sua espinha. Como os Mestres iriam tratá-la agora? Avistou o Agente Rhodes sentado na extremidade do bar e rindo silenciosamente. Teve Vance ou Galen o levado abaixo em uma cavilha 10? Ou talvez o fato de que eles o repreenderam torcendo sua mandíbula. Ela desviou para evitá-lo e seguiu para a outra extremidade do bar, onde Mestre Raoul conversava com o grande barman. "Ah, se não é a nossa estagiária rebelde." Raoul sorriu para ela, seus olhos escuros quentes. Ela corou, lembrando como ele a abraçou... E como ela rudemente se comportou depois. "Boa noite, Mestre Raoul... Oh, Mestre do Universo.‛ Ela emendou rapidamente. Malditos Doms por fazer isto tão fácil de esquecer o seu papel. "Mestre do Universo? Isso não soa tão ruim." Cullen debruçou um braço em seu bar e sorriu. "Então como sou saudado, pequena sub?" "Bom..." Ele seria a isca dela. Deliberadamente. Tentou esquecer que ele colocou uma mordaça de bola por ser desbocada e levantou a voz para que as pessoas sentadas em torno do bar pudessem ouvi-la. "Você sabe como realmente grandes caras são sempre apelidados Minúsculos?" Ela não esperou por qualquer resposta, com medo do que ele faria. "Acho que faria você Mestre Pequenininho, hein?" Raoul engasgou com a cerveja, que Gabi estalou tão duramente e impetuosamente lhe deu um golpe no ombro. Embora suas costas se sentissem como uma parede de concreto. Êxito — agora tinha dois Doms olhando para ela, e Andrea permaneceu atrás de

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Cullen, mãos sobre a boca, tentando sufocar seu riso e miseravelmente falhando. As outras reações ao redor do bar variavam. Alguns dos Doms sorriram. Poucos olharam descontentes, suas expressões semelhantes ao de seu pai, então ela recuou um passo quando sua espinha bateu na madeira de salgueiro. "Esta estagiária está agindo fora novamente?" Escutar o som do sotaque macio de Marcus, a emoção substituiu seu medo. Começou a girar, apenas para tê-lo puxando-a de volta contra o seu corpo. Seu peito duro pressionando contra o dela e sua força inabalável de algum modo esvaziou sua mente como se alguém tivesse aberto um dreno. "Submissa impertinente.‛ Raoul estalou, e seus olhos castanhos escuros viraram dizendo. "Nada de novo para o presente. Você está fazendo um péssimo trabalho de trazê-la até o calcanhar, Marcus." "Trazer-me ao calcanhar? Como um cachorro?" Sem pensar, Gabi instintivamente arrancou e saiu fora. "Morda-me." "Diria que ela precisa ser trazida para o calcanhar." Viu os olhos azuis gelados de Marcus. "Cullen, você ainda tem os brinquedos de quando Margery partiu?" Cullen riu alto e forte. Seu estômago afundou. Droga se voltasse alguns minutos atrás. Um pouco de aquecimento teria sido bom. Ele vasculhou as prateleiras debaixo do bar, e ela sentiu um lampejo de esperança. Considerando a quantidade de lixo que havia guardado, talvez ele não fosse... "Bingo." Empurrou um saco de papel marrom no bar para Marcus. "Existe um problema aqui?" Mestre Z passeou até o bar. Oh Deus, eles estão conglomerando. Nããão. "Muito medo, Z.‛ Raoul disse, puxando o saco mais próximo. Ele sorriu para ela.

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Peça de fixação que serve para manter juntas as peças de madeira, as estruturas de alvenaria etc. Tem formato cilíndrico-cônico, com uma cabeça numa das extremidades e uma abertura na outra, onde se encaixa a chaveta – um tipo de trava – que completa a junção. 232


"Tire a roupa, sub." "De jeito nenhum. Somente estive com ele por meia hora.‛ Protestou ela sem se mover. "Eu gosto deste vestido." Marcus ergueu o queixo. "Você tem sido desrespeitosa para os Doms e desobediente. Desde que uma surra não funcionou, vamos ver se a humilhação incitará você para um comportamento mais atraente." O olhar implacável em seus olhos e o poder controlador em sua voz transformou seu corpo em uma fornalha de calor, derretendo os seus ossos. Demorou um minuto para o significado de suas palavras a alcançá-la. Espere, espere, espere. Humilhação? Puxou-a para perto, abriu o zíper do vestido colado de látex preto. Sua pele parecia ansiar por ele, e como se soubesse, deslizou os dedos sob o material e acariciou seus seios. Ele segurou seu olhar enquanto tocava, esfregando os dedos em círculos sobre os mamilos até os picos endurecerem dolorosamente e um tremor sacudiu com a necessidade do corpo. "L{ vamos nós.‛ Disse ele. "Todos aquecidos e prontos para a ação." Que tipo de ação? Grampos de mamilos vieram à mente, e tentou dar um passo atrás. Ele puxou o vestido pela cabeça. "Sempre preferi meus subs nus de qualquer maneira." Suas mãos fortes seguraram sua cintura com firmeza, quente contra sua pele, e ela olhou para cima, banhada pelo azul claro dos seus olhos. Toda vez que olhou para ele, o mundo parecia deslizar lateralmente. Em seguida, ela balançou a cabeça. Supere isso. Ela viu Raoul pegar o vestido e passálo para Cullen. Nua, maldição. Ainda pior, ela tinha um palpite que apenas tinha começado. Marcus tomou uma coleira fora do bar e afivelou em torno de seu pescoço. O calor controlador de seus olhos a prendeu muito mais do que qualquer restrição. Algo abalou profundamente dentro dela, como um terremoto abaixo da superfície, que nada movia acima. "Gosto de vê-la em uma coleira.‛ Disse ele baixinho. Seus dedos verificaram o ajuste, 233


traçando ao longo da extremidade do couro. Excitação floresceu em seu corpo como se ele estivesse tocando sua boceta, ao invés ele sorriu com seus olhos e correu seu dedo na direção oposta. Ele deslizou as luvas de pele sobre as mãos, prendendo as fivelas pequenas, o que a impediria de removê-las a menos que usasse seus dentes. Luvas de peliça. Uma coleira. Seu estômago apertou quando começou a suspeitar do que eles planejavam. "Morda-me." Ela fez uma escolha realmente pobre de palavras. Marcus tomou um pente de cabelo da bolsa, exibindo o marrom, oval peludo pendurado de cada lado, e deslizou em seu cabelo. Ajustando a pelúcia... Ouvidos... Oscilando contra seu rosto. Ela olhou para ele com horror — eles realmente planejavam vesti-la como um cão. Um cão de orelhas caídas. Fúria rolou através dela. A surra era uma coisa, isto era< "Seu filho de uma cadela, bastardo, você não vai fazer isso!" Ela ouviu o riso ao seu redor. Então Mestre Marcus a arrancou fora de seus pés e a deitou no bar. Seu estômago estava nu sobre a madeira, fresca polida, e as pernas balançavam para o lado. Ele debruçou contra as partes de trás de suas coxas, imóvel e pesada, e bateu levemente em seu traseiro. "Você poderia ser menos atrevida, Doçura." Cullen jogou algo para Marcus, e ela ouviu barulho de papel rasgando. "Isto é um tamanho bom.‛ Disse Marcus com aprovação. Oh não. Oh Deus. A última vez que ele a deixou nesta posição... "Raoul, você iria?" Disse Marcus. "O prazer é meu." As mãos duras de Raoul puxaram as bochechas de seu traseiro. Líquido frio escorreu para o buraco. "Oh não, você não.‛ Ela gritou, lutando para se afastar. O peso nas pernas aumentou. Algo tocou seu ânus. Marcus fez um pequeno círculo ao redor da borda com o lubrificante liso, e os nervos sacudiram acordados e disparou em linha reta a sua boceta. "Fácil Doçura. Empurre para trás, assim não te machucara." 234


"Seu bastardo, eu..." Um bofetão em seu traseiro a calou. "Acredito que você está tentando a minha paciência, Doçura." Sem misericórdia, Marcus lentamente empurrou o plug anal centímetros maior do que o anterior, ardendo enquanto estendia, e ela gemia e se contorcia. Ela não poderia se mexer. Não podia escapar. E então, com a sensação do corpo de Marcus a prendendo ao bar, dedos quentes abrindo a sua bunda, a invasão até o seu lugar mais privado, ela se rendeu completamente. Era como se o uso daquela área reforçou os seus direitos sobre ela, de forma tão eficaz como colocar uma coleira nela. Quando sua vontade de lutar desapareceu, ela olhou por cima do ombro dele. Estava a observando atentamente. Quando seu olhar encontrou a sua rendição, seus olhos se alimentaram de posse. Por longos momentos, segurou-a paralisada até que finalmente ele olhou para o lado, quebrando o feitiço. Ela arrastou uma respiração trêmula, recordou ao seu ambiente. Percebeu que estava molhada entre as pernas de mais do que lubrificante, e seu corpo ansiava, gritava para ele tocar nela. Para tomá-la. Na frente de todos? Oh Deus, estava louca? Estou em um bar. Exposta. Como isso poderia possivelmente excita-la? Incapaz de suportar a humilhação, ela começou a lutar novamente. As mãos de Raoul apertaram. Em seguida, a dor parou. Ela sentiu um puxão leve no plug que a fez espernear. Olhando por cima do ombro, viu Raoul segurando uma longa cauda... Felpuda. O maldito tinha um rabo preso. Eu vou matá-los. Matarei a todos eles. "O que você acha Mestre Z?" Marcus perguntou educadamente, balançando o plug, sem dúvida, para vê-la se mexer. Ela o fez. "Ela faz um lindo filhote de cachorro, Mestre Marcus.‛ Disse Z, com diversão clara em sua voz suave e profunda. Maldito seja Z. "Sim, ela faz." Marcus afagou fundo e ordenou: "Abra para mim, Gabrielle." 235


Ela não quis, não aqui, mas oh ela quis suas mãos nela. Abriu as coxas e engasgou enquanto encontrava sua boceta. "Um bom começo molhado.‛ Murmurou ele. "Vamos tornar isso mais divertido para você." Deslizou os dedos entre suas dobras e sobre o clitóris, deliberadamente, despertando-a até seu sexo doer com a necessidade, até que sua mente esvaziou de qualquer coisa, exceto do seu toque. Ele bateu levemente em sua parte inferior. "Agora, ajoelhe para mim." "No bar?" "No bar." Levantou e firmou quando ela se ajoelhou sobre a madeira polida. Bunda descansando sobre os calcanhares e mexendo o plug cada vez que fazia isso, mantendo os seus nervos demasiados acordados. Sua boceta pulsava. Quando olhou para o rosto sorridente em torno do bar, as orelhas falsas batiam contra sua bochecha. "Deite-se filhote de cachorro." Marcus deu tapinha na madeira. Ela considerou a recusa, mas Deus sabia o que ele faria da próxima vez. E ela tinha feito o suficiente contrariando as ordens pelo momento. Ela se inclinou, apoiando os antebraços na frente dos joelhos. Olhou para a madeira do bar. Cullen gostava de polir, lembrou, ao ver seu reflexo no acabamento brilhante. E agora a colocaram em cima dele e nua. Humilhação parecia de alguma forma pior do que ser surrada. E foi só. Realmente só. Marcus puxou de lado para a borda da barra até o ombro descansar contra o seu. O calor do seu corpo dificilmente registrado, caindo no poço de grande infelicidade dentro dela. "Olhe para mim, Gabrielle." Ela não se moveu. Com um som irritado, ele se virou para ela, colocando as mãos em cada lado do rosto. Ela olhou para a sua forte mandíbula, sua boca sem sorrir, olhos atentos. "Pequena sub." Ele acariciou seus cabelos, puxou uma orelha flexível. A voz dele ficou fraca. "Querida, Galen e Vance queriam pelo menos uma noite de punição envolvendo os Doms e outros mantendo você na frente e sendo o centro. Isto é o que apresentei. Esperei 236


que alguns insultos de Raoul conseguissem que você se aborrecesse, mas só precisou de um." Ele fez isso. "Você quer me humilhar?" "Escolhi a cena por diversas razões, Gabi. Por um lado, você vai ter a atenção de praticamente todo no bar. Dois..." Seus lábios apertaram, e seus olhos escureceram, como se nuvens cobrissem um céu de verão. "Nenhum de nós pode agüentar bater em você. É difícil o suficiente para torná-lo realista." O nó no estômago afrouxou ligeiramente. "Oh." "A terceira razão..." Ele correu os dedos suavemente sobre o rosto, e ela sentiu a lesão de suas cicatrizes e calos. "Você queria saber se poderia lidar com mais de um homem tocando em você. Você se lembra?" "Eu..." Em sua casa. Ela perguntou o que poderia ativar um retrospecto. "Eu fiz, não é?" "Dessa forma, eu posso ver e controlar o que acontece e também deixar bem claro que nada esta acontecendo entre nós." Nada entre nós. As palavras fizeram seu coração apertar. Empurrou a sensação de perda esfarrapada de lado. Galen e Vance disseram que Marcus poderia ter uma cena ocasional com ela, mas não todas as cenas. Ele estava apenas cumprindo ordens. E tentando satisfazer seus desejos. "Eu vejo. Certo." Ela tomou uma respiração. "Posso lidar com a vergonha." "Estou começando a pensar que você pode lidar com qualquer coisa.‛ Ele murmurou o respeito em sua voz quase desfez seu direito lá. "A sua palavra segura é...?" "Vermelho." "Você pode usar amarelo, se voltar a ficar um pouco sobrecarregada e precisa de uma pausa, mas ainda querendo continuar." Um músculo em sua mandíbula flexionou. "Você vai usar as suas palavras seguras, Gabrielle, se começar a ser demais. Nenhum heroísmo." "Sim, senhor." Ele se importava. O calor que corria não era somente de excitação todo esse tempo. 237


"Bom." Ele deu um beijo nos lábios. "Ajoelhe-se." Ela ajeitou para trás em uma posição ajoelhada normal. Deu-lhe um aceno de cabeça e uma ordem em voz alta. "Cachorrinha. Fique." Deixou-a sentada em cima do bar, um cão de orelhas caídas, e o calor subindo em seu rosto quando percebeu que se tornara o centro das atenções de todo o bar. Mas, em vez de escárnio, ela ouviu murmúrios de aprovação, elogio sobre os seios, a bunda dela, como olhava sensual. Embora os Doms soassem divertidos, era um divertimento amigável, e a picada de humilhação desapareceu. Enquanto Marcus falava com Mestre Z, Mestre Cullen vagava perto, transportando os ingredientes para uma bebida. O barman enorme colocou tudo no balcão a poucos metros, e deu-lhe uma piscadela, começando a misturar os ingredientes. Se ela fosse um cachorro, então era um cão de guarda. Marcus não deixou nada ao acaso. "Senhores." Marcus levantou sua voz para a área do bar, não alto o suficiente para perturbar as cenas em volta do perímetro da sala. "Este filhote de setter irlandês está na escola de obediência. Ela pode rosnar, lamentar, chorar, ou ganir. Nada mais." Seus olhos encontraram os dela, verificando se ela entendeu. Ela assentiu com a cabeça. "O nome dela é Gabi ou cachorinha, nada mais. Qualquer uso de linguagem depreciativa para o meu filhote vai ser escoltado para fora do bar." Ele não daria qualquer chance para eles dizerem as palavras de seu gatilho. O fato de ele lembrar, disse que se importava... Sentia-se tão bem. Um dos Doms perto dela, disse com sarcasmo: "E o terno elegante dele fará a escolta, se ele não quiser ir?" Um antigo dom bufou. "Atherton usa a palavra escolta livremente. A última vez que alguém mexeu com um estagiário, ele jogou o cara do outro lado do bar. Caminhou mais, esperou o idiota se levantar, socou seu nariz, e arrastou-o para fora do lugar por sua jaqueta. 238


Escoltou-o, minha bunda. Nem sequer fez uma ruga em seu terno elegante." Ele tomou um gole de sua cerveja, e acrescentou: "Atherton é invariavelmente educado, mas ninguém no seu perfeito juízo fode com seus estagiários." Marcus esperou até que o ruído diminuísse. "Ela vai circular no bar, exibindo os comandos que aprendeu. Desde que ela está um pouco lenta, seus comandos são somente: Venha, sente, deite, levante, e fique. Por favor, acaricie se ela for um bom filhote de cachorro; Bata forte na sua extremidade traseira, se desobedecer." Oh. Meu Deus. Certamente ele quis dizer para ela andar ao redor do bar... Não rastejar sobre ele. Não é? Ele riu. "Quero dizer que, neste caso, venha significa rastejar por aqui, não ter um orgasmo para mim." Enquanto o riso corria sobre o bar, ele se acomodou entre dois homens sentados, e deu-lhe um olhar de nível, e estalou os dedos. "Cachorrinha venha aqui." Ele quis dizer para ela rastejar. Olhou para ele e sacudiu a cabeça. Não. Neste exato minuto, suas ordens para agir desafiadora fundiram completamente com a sua inclinação. De jeito nenhum. E desde que ela se sentou em sua parte inferior, ninguém seria... Alguém lhe golpeou a coxa com força suficiente para arder. "Ai!" Ela estremeceu ao redor. Mestre Dan tinha empurrado entre um casal de homens. "Rosne, lamente, chore, ou gana.‛ Ele a lembrou e bateu na coxa de novo, mais leve desta vez. Maldição. Ela ergueu o lábio superior e rosnou para ele. Eu te odeio, e se você me bater mais uma vez, vou morder você. Diversão iluminou em seus olhos castanhos, e ele sorriu. Ela olhou em choque. O rosto de pedra era humano? "Vai querida.‛ Disse baixinho e sacudiu a cabeça. Rastejando. Ela deu um suspiro longo, alto e começou a descer do bar. O plug anal enviava picadas aos nervos dentro dela, e o rabo fofo roçava a parte de trás das coxas a cada movimento. 239


Por que Mestre Z tinha um bar tão grande? Doms estenderam a mão e acariciaram seu bumbum. Uma levantou a sua voz, um som como um caminhão de cascalho em um dia ruim. "Cachorrinha, deite-se." Ela olhou por cima. Mestre Nolan. Ela hesitou. Marcus disse venha. Só que ele desapareceu. Sua hesitação lhe rendeu uma pancada leve na parte traseira e uma ordem mais firme. "Deite-se." Ela se agachou os braços apoiados sobre a madeira. "Isso uma boa garota.‛ Disse ele. Ele passou a mão pelas costas nuas, o braço dela. "Não concordam senhores?‛ Outras mãos estenderam, e ela estremeceu enquanto a tocavam. "Calma, Gabi.‛ A sua voz áspera murmurou, envolvendo em torno de sua mão o braço, menos para contê-la do que para sustentá-la. Tremendo por dentro, ela olhou, viu o jeito que ele a estudou com seus olhos escuros, e ela sabia que Marcus tinha explicado o propósito para o jogo do filhote de cachorro. Quando um Dom de cabelos grisalhos afagou sua parte inferior e outro lhe acariciou as costelas, ela percebeu que sua respiração havia se estabilizado. Ela não estava sozinha aqui. Nolan deu um sorriso de aprovação e se afastou. Abaixo do bar, mestre Raoul inclinou para frente. "Vem, filhote." Ela quase sorriu. Assim, Marcus tinha restringido a aposta, colocando os Mestres nos cantos tanto para ajudar e demonstrar para os Doms o que ele permitiria. Seu coração aliviou, e apesar da forma como as orelhas batiam contra o rosto e a cauda estranha escovava suas coxas, ela fez um pulsante rastejar abaixo do bar para Raoul. Seus dentes brancos brilharam na pele escura. "Lindo filhote de cachorro. Sente-se." Ela plantou sua cabeça em seus calcanhares e pulou quando ele empurrou o plug mais profundo. Isso foi muito estranho. Seu coração ainda martelava de medo, o rosto queimando de constrangimento, e ainda assim ela estava molhada entre as pernas. Excitada? 240


Deus me ajude. Ela se acomodou com mais cuidado para a posição. "Bueno.‛ Disse Raoul e passou a mão pelo braço, olhando para os homens próximos a ele. "Acaricie o filhote de cachorro e mostre que ela é uma boa menina.‛ Disse ele. As mãos pareciam vir de todos os lugares, acariciando seu bumbum, coxas, costas. Então, Raoul, deu um aperto firme em seu braço, em forma de concha no seu peito. Ela estremeceu e gemeu. "Shhh, cachorro.‛ Disse, e seus olhos tinham a mesma inteligência vigilante de Nolan quando acariciou seus seios, os calos nos dedos raspando levemente sobre os mamilos. Os outros homens se mantinham a tocando. Muitas mãos. Ela gemeu, apertando os dedos juntos, o medo cresceu dentro dela como a maré. "Gabi, olhe para cima.‛ Raoul disse em voz baixa. Quando ela se virou para ele, ele inclinou a cabeça para a direita. Vários metros mais abaixo Mestre Marcus estava no bar. Seus olhos tinham o fogo azul, seu olhar quase palpável, silenciosamente, a tranquilizando que nada de terrível ia acontecer. Ele não a deixou. Manteve-a segura. Ela relaxou. Ele sorriu, e então seu olhar passou por cima dela, demorando-se em seus seios, as coxas ligeiramente abertas, antes de regressar ao seu rosto. O calor em seus olhos queimava. Deus, ela queria ele. Ele olhou para Raoul e assentiu. Raoul iniciou acariciando seus seios novamente, Marcus assistiu, a sua atenção aumentando na sua consciência de como os dedos de Raoul beliscavam seus mamilos, de alguém puxando seu rabo, outro massageando seu bumbum. Excitação aumentou dentro dela. Sob seu olhar, tudo parecia mudar, como se cada mão de homem eram as suas... Como se fosse ele a tocando. Raoul riu, puxando-lhe a atenção para ele. "Isso é muito melhor. De pé, filhote de cachorro." Seus seios balançavam, inchados e pesados, quando rastejou. Na extremidade do bar, 241


mestre Sam estalou os dedos. "Vem cá, cachorrinha." Ela partiu para o bar. No meio do caminho, sentiu uma patada dura em sua coxa e gritou de surpresa e dor. Rhodes sorriu maldosamente — e então Cullen agarrou a mão do agente batendo com ela sobre o bar. "Desde que você não pode seguir instruções, sugiro que você ande longe do bar.‛ Rosnou Cullen. "Agora." Rhodes se afastou tão rápido que tropeçou no banco do bar e quase caiu. "Desculpe cachorrinha." Cullen apoiou um braço no bar e sorriu para Gabi. Dando-lhe um olhar agradecido, ela lambeu os dedos e balançou sua bunda com força suficiente para fazer balançar a cauda. Sua risada deveria ter abalado o bar. Ele apontou para o final do bar. "Continue filhote. Você não quer chatear Mestre Sam." Rindo, ela foi até o bar, realmente apreciando a palmadinha dos diversos Doms, que murmuravam: "Bonito filhote." "Ela é adorável." "Marcus já está deixando sua cena?" Talvez este não fosse um castigo tão ruim, afinal. Quando chegou a Mestre Sam, ele apontou para o bar. "Senta, filhote de cachorro, e fique." Ela olhou para ele e teve um pensamento. Ela precisava agir novamente, mas Marcus disse que os Mestres se sentiam mal sobre castigá-la. Mestre Sam era um sádico, então ele estaria certo com isto, certo? Em vez de sentar, ela rosnou e mordeu seu pulso. Muito, muito suavemente, mas uma mordida definitiva. Ele deu um grito assustado e puxou a mão. "Você pequena..." Ele se conteve e agarrou. "Cachorrinha ruim." Um olhar para a sua expressão ameaçadora e ela decidiu só um idiota completo morderia um sádico. Ela arrastou-se longe dele o mais rápido que suas mãos e joelhos conseguiam. 242


Ele agarrou seu tornozelo, puxando-a impiedosamente para trás para baixo do bar. Ela choramingou. "Vamos tentar novamente." Seu grunhido saiu muito menor do que o dela quando a puxou para a borda do bar. Colocou seu braço direito em sua pélvis, segurando sua bunda para cima, e agarrou sua coxa. Ela teve um segundo para perceber como segurou e então sua mão bateu no seu traseiro. Duro. Ela conseguiu mudar seu grito em um ganido. Três golpes brutais, sua parte inferior queimava com dor. Mais uma vez seus olhos se encheram de lágrimas. Ele lançou e bateu: "Agora se sente, maldição." Ela começou a fazer, até que suas bochechas da bunda tenras tocaram seus calcanhares, e ela quase não fez. Muito cuidadosamente abaixou seu bumbum. Esperando que o bandido tivesse visto seu desafio maravilhoso e punição, para que não fosse desperdiçado. Isso tinha sido muito, muito dolorido. "Sem carícias para você. Você não merece qualquer uma." Doms em torno dele faziam sons de decepção. Sam olhou para ela por um minuto, depois se inclinou para frente os punhos em seu cabelo. Ela encolheu-se quando ele se inclinou para frente, mas sussurrou em seu ouvido, sua voz grossa, "Acontece que eu só gosto de machucar as pessoas que querem a dor. Eu não apreciei isso, menina." Quando ele a soltou, viu os músculos tensos em seu rosto. Ele quis dizer isso. Oh inferno. Culpa esfaqueou dentro dela. Os Doms deveriam ser mais resistentes do que isso? Ela lhe deu um gemido apologético e acariciou sua mão com a sua peluda luva. Um canto de sua boca virou para cima, e seus olhos iluminaram um pouco. "Vá, filhote, e se comporte." Holt a chamou até próximo ao bar, e ele simplesmente deu um comando e há manteve o tempo suficiente para que todos acariciassem. Então ela foi até um velho Dom de cabelo cinza. Entre eles, ela assistiu Marcus. Ele mudou de lugar para lugar, ficando na frente 243


dela, ficando à vista. E o seu olhar ardente transformando cada toque de um Dom em algo erótico. Ela cresceu cada vez mais molhada. Desperta. Maldição. Enquanto ela se aproximava do final e virava em torno de alguns copos, ela ouviu: "Cachorrinha." Um barítono com um sotaque do sul, como sol quente... Marcus. Esperando no final do bar, ele estalou os dedos. "Vem c{, cachorrinha.‛ Disse ele. Alívio tomou conta dela, seguido por uma onda de excitação. Arrastou-se até ele e gemeu, arranhando seu braço com a mão enluvada. Acariciando seu rosto, ele a olhou por um longo momento. O dedo polegar traçou o l{bio inferior. "Quase terminado, Doçura.‛ Ele murmurou somente para seus ouvidos. "Então você vai ter uma pausa. Você está pronta para jogar como pirralha em um trio?" Ela se encolheu. Estranhos a levando. Dois estranhos. Seu coração afundou. Ele deve ter visto, pois as linhas ao lado de seus olhos se aprofundaram. "Comigo, querida. E Raoul. Você solicitou isso." Oh meu Deus. Marcus e Raoul? Ela inalou bruscamente, necessidade e incerteza misturada dentro dela. Refugiando-se em seu ato, ela ganiu um par de vezes. Seu berro descontrolado de riso enviou calafrios à distância abaixo de toda a sua espinha e teve os lábios curvando. Maldição. Não sorrir. Eu sou uma pirralha. Quando ele a agarrou, ela agarrou a manga de sua roupa em seus dentes e abanou a cabeça, rosnando. "O que no..." Plantando as mãos nos quadris, ela puxou. Sirva-o bem, e coloque furos em seu terno. "Filhote mal." Ele golpeou seu traseiro machucado, puxando a manga à distância, quando ela gritou. Sua bunda começou a queimar tudo de novo. Começou a rosnar para ele. Ele riu, pegou e a atirou em seus ombros, batendo o ar diretamente fora dela. Ele a ancorou com uma mão... E a outra acariciava seu bumbum dolorido. Quando ela reclamou, ele riu. "Gosto de vê-lo todo rosa, Doçura." Ele a colocou sobre uma mesa de centro de madeira longa ao lado de seu saco de 244


brinquedo já aberto. "Fique, filhote." Oh, homem. Ela deu-lhe um olhar incerto, então esperou mãos e joelhos na mesa. Eu. Com dois homens. Sua freqüência cardíaca aumentou. Quando botas apareceram em sua linha de visão, ela levantou a cabeça para ver Raoul.

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Capítulo Dezessete "Terrivelmente triste o olhar da cachorrinha que você tem aqui, Marcus." Uma grande mão acariciava seus cabelos. "Parece muito usada." "Ela vai parecer ainda pior em um minuto.‛ Disse Marcus, sua voz mais alta do que o normal, novamente. "O filhote me mordeu." Sua própria maneira de ajudar, ela percebeu, assegurando que todos soubessem que ela estava sendo punida. Raoul engasgou com uma risada. "Acredito que os filhotes gostam de lamber tudo | vista.‛ Disse Marcus, diversão clara em sua voz. "Mestre Raoul, você daria a ela algo para lamber, por favor?" "Meu prazer.‛ Disse Raul. Lamber? Oh Deus. Um pouco atordoada, o viu abrir seus couros. Seu pênis estava duro, longo, mesmo com a escuridão de sua pele, com a ponta da cabeça tendendo para roxo e uma ligeira curva para a esquerda. Ele fechou a mão nisso. Quando o olhou, ele sorriu seus dentes brancos no rosto moreno. "Vem, filhote vamos ver se você é tão boa quanto ouvi. Não morda.‛ Alertou. Ela ficou tensa e se preparou para obedecer. Fechou os olhos e abriu a boca. Nada. Ela olhou para cima. Ele esperou com uma expressão paciente. Ele não a empurraria em algo que ela não estava pronta. Mas Galen disse que as mulheres raptadas tinham participado de sexo em público. Ela precisava fazer isso. E ela... Marcus pediu por ele. Incerta ou não, a emoção borbulhava dentro dela. Um trio. Deus. Pelo menos Marcus tinha lhe dado a alguém que ela gostava. Lembrava-se de como Raoul foi paciente em seu apartamento, abraçando-a até que parou de tremer. Certo. Aqui vai. Ela lambeu cuidadosamente seu pênis, ingurgitado, as veias inchadas. "Muito bem querida.‛ Ele disse suavemente. Tirou uma camisinha do bolso e 246


revestiu a si mesmo. "Mestre Sam mencionou que você gosta de laranja." Ela bufou uma risada, ele colocou seu pênis entre seus lábios e ela provou o citros. Esses rapazes. Ele aliviou mais longe em sua boca. Ela começou a levantar-se, querendo usar as mãos, e ouviu por detrás dela. "Cachorros bons não pulam nas pessoas. Fique de quatro, Doçura." Oh, inferno. Raoul colocou uma mão atrás da cabeça e começou a empurrar. "Aperte os lábios, Gabrielle." Ele murmurou. "E use a língua." Ela fez o seu melhor, tentando não ficar intimidada, mas... E se ele empurra-se na minha garganta? Então, percebeu que ele ainda tinha a mão ao redor da base de seu pênis. Isso o impediria de pressionar demais, ela percebeu. Alivio. Eu posso fazer isso. Usando a língua e os lábios, fez o seu melhor para retribuir, ainda que sua excitação aumentasse. E todo o tempo, ela sentiu o calor do olhar de Marcus. Suas mãos massageavam seu traseiro, fazendo-a derreter por dentro. Raoul colocou a mão em seu cabelo. "Ah, muito bom, filhote.‛ Ele rosnou em voz baixa. Após um pouco, Marcus colocou alguma coisa nas costas baixas. Ela tentou virar, mas Raoul a pegou em seu cabelo mantendo-a no local. O ritmo de seu pênis empurrando — o conhecimento que Marcus planejava levá-la pelo traseiro — começou uma queimação embaixo na barriga. Marcus passou os dedos entre suas pernas, deslizando facilmente em suas dobras muito molhada, e gemeu em satisfação. "Mmmph." Uma envoltura de preservativo sussurrou então ele cruelmente separou suas coxas, abrindo-a. Ela ficou tensa e gemia em torno do pênis em sua boca. Marcus colocou a cabeça do pênis contra a sua entrada, fazendo-a gemer. Seus dedos se enroscaram dentro das luvas. Por favor. Ele continuamente empurrou para dentro dela. Oh Deus. Seu eixo grosso esticava os tecidos inchados, deslizou passando, o plug anal, puxava as pregas em torno de seu clitóris 247


ingurgitado. Ela tem estado tão excitada por tanto tempo< Com a boca cheia, a boceta cheia, cheia em todo local, em cada extremidade, e era muito, muito. Tudo dentro enrolava apertado, mais apertado, e então estalou totalmente inesperado, o orgasmo, muito longo. "Bueno.‛ Raoul murmurou. "É um bom filhote de cachorro." Marcus empurrava mais para dentro dela. Quando inclinou a bunda ao ar, percebeu que o deixou ir mais fundo. Muito profundo. Ela gemia seu tamanho desconfortável e tão, tão erótico. "Seu filhote parece um pouco chateado.‛ Comentou Raul. Ele acariciou seus cabelos e mergulhou na medida suficiente para tocar o fundo da garganta, como se para lembrar-lhe que ela tinha um pau em cada extremidade. "Vamos fazê-la latir ao invés.‛ Disse Marcus. Ele sentia-se grande dentro dela, enchendo-a completamente. Então ele puxou o rabo, balançando o plug anal e despertando os nervos na sua parte traseira. Ela não podia deixar de gemer. Raoul riu, empurrando ritmicamente em sua boca, e ela aceitou impotente, Marcus querendo fazer o mesmo. "Eu não a ouvi latir." "Ela vai." As mãos de Marcus fecharam na cintura em um aperto firme. Retirou um pouco, então empurrou para ela novamente, aumentando constantemente o seu ritmo. Sentia-se bem — tão bom tê-lo dentro dela. Ela se concentrou em Raoul um pouco, sugando e lambendo, apertando os lábios em torno de seu pênis. Ele murmurou alguma coisa em espanhol e aumentou sua velocidade até parar em sua boca. Com um gemido baixo, ele gozou, os empurrões do pau era uma espécie de recompensa, a mão fechada em seu cabelo de uma maneira sexy como o inferno. Marcus empurrava nela, a levando. Quando Raoul recuou, Marcus começou a empurrar forte e rápido. Ela empurrou para trás de encontro a ele, mantendo o seu ritmo, contente que ela já gozaria e poderia concentrar-se totalmente nele. 248


Marcus levantou a coisa que fixou em seu traseiro, ele tocou. Um vibrador. Oh homem. Rrr-rrrrrrr-rrr, rrr rrr-rrrrrrr soou em ondas de vibrações constantemente e aumentando. Marcus chegou ao seu redor e colocou o vibrador de encontro ao seu clitóris. "Aaah!" Seu uivo o fez rir, o bastardo. "Agora sim é um latido.‛ Disse ele para Raul. Gabi baixou a cabeça quando a necessidade começou a queimar dentro dela novamente. Com a sua concentração fragmentada, percebeu que de outra maneira Marcus tomava o controle dela. Ela não podia pensar, só podia se mover como ele queria tomar o que ele lhe desse. Entre o pau de Marcus e o plug anal, ela se sentiu muito cheia. Muito esticada. As vibrações pulsantes contra seu clitóris, e as ondas crescentes exigiram uma resposta. Seu clitóris ingurgitado, endurecimento da pele ao longo dos tecidos inchados. Quase lá... Mas antes que o clitóris endurecesse o suficiente para mandá-la além, ele mudou o clima, balançando-o para imprensar sobre o capuz de seu clitóris, em seguida, rolando para um lado e outro. Nesse meio tempo, ele empurrava dentro dela, seu pênis uma ferramenta que usou para comandar sua submissão. Ela queria amaldiçoá-lo. Cada vez que se aproximava do pico, e ele colocava o vibrador em outro lugar. Sam não era sádico, maldição, Marcus era. Como manteve os grandes lábios inchados, sua carne queimava. Tudo o que fez tensionou dentro dela até que se sentiu como um elástico sobrecarregado. Cada impulso o enterrava até o cabo, e o vibrador sobre seu clitóris enviava tiros de eletricidade em suas veias, chiando e queimando todo o pensamento na cabeça dela, exceto a maneira como ele se sentia dentro e do início incontrolável de seu clímax. Ela gemeu, com as pernas tremendo. "Esse é o meu filhote de cachorro.‛ Ele demorou. Ela sentiu o movimento do vibrador... Vindo para descansar diretamente em cima do seu clitóris, inchado sensível. 249


"Goze para mim agora, Doçura." "Ooooooh." A faixa de borracha de seu clímax rompeu com um estalo rígido, e então estava gozando, onda após onda de prazer requintado e brutal. Sua vagina espasmou apertando em torno de seu pênis, saltou fora do plug anal, e mandou-a em mais espasmos até que seu corpo inteiro tremeu. Os braços dela desmoronaram, e seu peso desembarcou em seu antebraço. O vibrador caiu para a mesa. Antes que ela pudesse deslizar completamente em uma pilha de ossos, Marcus fechou as mãos nos quadris, puxando o rabo para cima, puxando-a de volta para seu pênis. E então empurrou nela, movimentos curtos duros, terminando com uma tão profunda penetração que se sentiu empalada. Quando seu pau empurrou com seu clímax contra o colo do útero, seu corpo vibrou novamente. Marcus inclinou a cabeça, sugando o ar, ainda enterrado dentro dela enquanto as paredes internas de sua vagina cresciam em todo o seu pênis, numa carícia mais íntima conhecida pelo homem. Ela veio mais bela e mais plenamente que qualquer mulher que já tinha conhecido. Ele nunca se sentiu assim antes, como se quando o levou para dentro dela, aceitando tudo o que ele era. Ele se preocupou que ela nunca mais confiasse nele novamente. Em vez disso, ela lutou com seus temores sobre a parte superior do bar, ela o usou como sua âncora, confiando nele para mantê-la segura. A sensação que despertou nele com a sua fé em sua segurança foi melhor do que qualquer clímax. Com um suspiro de satisfação, se inclinou para beijar até o cume delicado de sua coluna, através de sua nuca vulnerável, a curva doce de seu ombro. Durante o jogo do filhote de cachorro, sabendo que sua presença transformou seu medo em excitação o deixou mais duro que uma barra de ferro. Mas olhando outros homens tocá-la tinha criado uma inegável necessidade de levá-la, para marcá-la como sua própria. Territorial? Maldição. Ele ainda segurou seus quadris, coxas macias com um traseiro muito bem arredondado. Ele balançava quando ela andava, seduzindo um homem, para a vontade de 250


agarrar e mergulhar até as bolas profundamente. Ele desenrolou seus dedos. Ela teria algumas contusões na sua pele, mais marcas para adicionar as marcas de mãos prensadas muito vermelho na bunda. Passou a mão sobre a vermelhidão, gostando do resultado que meneava e guinchava... A forma que sua boceta apertava em torno dele. Infelizmente, ele não poderia ficar aqui para sempre, mas era tentador. Com um sentimento de perda, puxou, retirando o plug anal ao mesmo tempo, sorrindo, com o corpo dela em arco em resposta às sensações súbitas. Ela começou a cair, e ele colocou um braço em sua cintura. "A segurarei para você, meu amigo.‛ Disse Raul. "Obrigado." Quando Marcus deu um passo atrás, Raoul a balançou em seus braços, esperando pacientemente. Marcus deu um fim ao preservativo e puxou as calças, em seguida, pegou um cobertor da pilha perto da parede. Depois de embrulhar o cobertor em volta dela, a levou de volta a Raoul. Sua boca estava inchada e rosada, olhos vidrados. As orelhas felpudas de cão caiam em seu rosto corado. "Você é tão bonita.‛ Disse Marcus sob sua respiração. Raoul sorriu para ele de acordo, lhe deu um tapa no ombro e saiu. Marcus se acomodou na cadeira com a pequena sub contra o peito. Ela olhou para cima, com foco no rosto por um segundo, então, colocou a cabeça para trás e para baixo. "Mestre Marcus." Andrea ficou na frente dele. "Cullen disse que seu filhote de cachorro talvez necessite de água, também depois de todo o trabalho duro." Marcus ergueu as sobrancelhas. "Quem disse?" Ela corou. "Dios11, você é exigente. Mestre Cullen disse." "Melhor. Abra as garrafas para mim, por favor, e coloque na mesa de café." Ela obedeceu e entregou-lhe a outra garrafa.

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Deus em espanhol. 251


"Obrigado, Doçura, por favor, agradeça ao seu Dom por mim." "Vou fazer." Ela sorriu e caminhou rapidamente para longe antes que ele pudesse repreendê-la novamente. Ele balançou a cabeça. Andrea era uma mulher bonita, mas nunca invejou Cullen pela sua boca atrevida. E agora vejam o que ele tinha: uma pequena sub que superava Andrea em ser pirralha, sem sequer tentar. Ele sabia muito bem, que Gabi não montava todo o desafio — um inferno de muito era sua natureza. Ele beijou o topo de seu nariz e riu quando ela franziu o cenho para ele. "Fazer-me rastejar no bar foi um castigo muito médio, senhor." Ele tentou não sorrir, mas não conseguiu segurar. Ela tinha o olhar saciado de uma mulher que gozou e veio duro, e ainda encontrou forças para encará-lo. "Foi não é?" Ele acariciou seu rosto, desfrutando da fragrância lúdica de rosa e sândalo misturado com o aroma de sua excitação. "Quanto te incomodou por ter tantos homens tocando em você?" Ela desviou o olhar, enrijecendo ligeiramente. "Uh-uh. Olhe para mim, Gabi." Grandes olhos castanhos vulneráveis se encontraram. "Diga-me." "Isso me assustou no começo, mas você — quando te vi, me senti segura. E vi que você queria me divertir, e de alguma forma, então eu fiz. Obrigado." A gratidão e carinho no olhar dela o fez sentir como se crescesse outro metro em altura. "E com Raoul? Você gostou do trio?" Ele manteve seu tom de voz tranquilo, sabendo que se ela realmente quisesse vários homens, ele tentaria gerenciá-lo para ela. De alguma forma. Sua mandíbula apertou. Ele quis quebrar o pescoço de Raoul por tocá-la. Minha sub. Uma linha formou entre as sobrancelhas. "Gosto de Raoul e tendo vocês dois me excitando, mas principalmente por causa de você. Sabendo que estava vendo, e quando você me levou, somente conseguia pensar que era você dentro de mim." Ela mordeu o lábio. "Estou feliz que tentei isto, iria fazer de qualquer maneira, mas tão logo não farei isto 252


novamente." Novamente. Ela tinha apenas mais um dia no clube. Será que ainda se lembrava? Ele afastou o pensamento. "E jogando de filhote de cachorro?" Ela deu uma risadinha. "Prefiro o mordendo e rosnando. Especialmente morder." Pirralha. "Uma vez que você começou, parecia se divertir. Fizemos muito, vendo você aquecer por ser acariciada, vendo o balanço dos seus peitos e seu rabo abanando. Acredito que todo o bar aplaudiu quando você gritou um minuto atrás." Vermelhidão apareceu em suas bochechas já rosadas. "Você gozou muito bem, Doçura, e foi um prazer assistir. Tenho certeza que os Doms adoraram saber que ajudaram a chegar lá." Ela abriu a boca e, obviamente, não podia descobrir o que dizer, mas com resolução disse: "E agora?" "Agora você pode colocar suas roupas. Estou sendo generoso querida. Então você vai me agradecer. Tomarei um beijo." Seus lábios curvaram. "Obrigado, senhor." Ele recebeu sua recompensa em um longo, prolongado beijo, que o fez lembrar-se de quão divertido era simplesmente beijar uma mulher. Especialmente essa mulher.

Entre os mais curiosos. O observador da Harvest Association observava o término do jogo do filhote de cachorro e balançou a cabeça. A sub fazia um excelente cão. Ele desviou-se por alguns minutos pensando em como ela reagiria a jogar como pônei. Para usar uma rédea e chicote e uma longa cauda ligada a um plug anal enorme, que iria fazê-la gritar quando entrasse. Talvez puxando uma carroça. Ele gostava de chicotear pôneis a uma velocidade mais rápida, observando como os 253


seus músculos contraíam com o esforço e suor derramando fora de seus corpos nus. Olhando mais em Gabrielle, a mais nova adição à lista da associação, ele sorriu.

Um par de horas mais tarde, Gabi admitiu que estivesse se divertindo. Cada Dom no lugar tratou-a como se fosse seu animal de estimação agora. Ela recebeu um monte de aqui, cachorrinha chamado a partir dos Doms que queriam bebidas. Ela atrevidamente e suavemente economizou insultos bons para os Mestres. Seus pés doiam, porém, quase pior do que seu traseiro. Os estagiários estavam todos trabalhando mais duro. Z disse que Sally tinha ido visitar sua família. Isso tinha sido um período de férias bastante súbitas, Gabi pensou, mas facilitou a sua mente. Sally se encaixava no perfil dos seqüestrados perfeitamente. Um pensamento a atingiu, e seus olhos se estreitaram. Teve alguém cujo nome começava com Z assegurado que um alvo em potencial saísse de férias? Ah, ele faria isso muito bem, ela sabia disso. Sorrindo, Gabi pegou a bandeja de bebidas no bar. Quando Gabi verificou para ver se alguém precisava de uma bebida, o seu coração deu uma batida. Marcus estava junto à cruz de St. Andrews, conversando com aquela loira, aquela que sempre vinha a ele. Sua namorada, Celine, Sally havia dito, apesar de parecer estranho que Marcus teria uma amante e ainda andasse com as outras mulheres. Então, novamente, Gabi não tinha muita experiência com as pessoas no estilo de vida BDSM. Talvez tudo o que Marcus tinha feito com ela era apenas considerado como parte do Mestre no trabalho dos estagiários. Nada de especial. Nada para ameaçar uma namorada. A mulher era bonita, maldição, como uma versão brilhante de Marcus, com cabelos loiros dourados, olhos azuis, e bronzeada. Alta e magra. Ciúme agitou nas veias de Gabi correndo como ácido em vez de sangue. 254


A mulher ajoelhou-se, graciosamente como uma bailarina. Perfeita manicure e pedicure, cabelo perfeitamente estiloso, maquiagem perfeita. Usava o que parecia ser um espartilho de couro personalizado e equipado. Então, ela era rica também. Ela olhou em Marcus... Bem... Juntos. Marcus disse alguma coisa para a mulher. Ela baixou a cabeça e beijou-lhe o sapato, os cabelos dourados derramavam mais bonito à volta. O jeito que olhava para ele, com adoração, fazendo Gabi cerrar os dentes rígidos. Deixe-o em paz, seu pedaço perfeito. Ele é meu. Gabi hesitou e deu um passo para longe da área de cena. Em seguida, outro. Ele não é meu. O que eu estou pensando? E, no entanto... Ela definitivamente caminhou diretamente nesse caminho. Não é inteligente, Gabi. Nada duraria passando este fim de semana. Ele concordou em trabalhar com ela como sua estagiária. Nada mais. Gabi mordeu o lábio. Ao ir para ele sentiu uma correnteza, impossível de escapar. Eu quero mais. A loira pegou um flogger do chão e segurou até ele, balançando sua bunda em convite. Gabi não conseguia suportar mais disso. Depois de passar o sábado — com Marcus — já sabia exatamente como um açoite íntimo poderia ser. Eu não posso ver isso. Virando as costas para eles, ela levou a bandeja para o bar, tristeza, ficando em torno dos seus ombros como um manto negro. E quando falou com Cullen, ela atrevidamente o insultou tão ruim que a jogou em cima do balcão e golpeou algumas vezes com a mão nua. Não fez ela se sentir melhor, mas pelo menos não estava assistindo algo que fez seu peito doer.

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Exasperado Marcus fez uma careta para a mulher ajoelhada aos seus pés. Mesmo que não tivesse se encontrado com ela em um par de meses, ainda se agarrava a ele como um kudzu12. Ele fez algumas cenas com ela, ocasionalmente, quando pediu para ser açoitada levemente, nenhum sexo, nenhuma emoção real. Não que ela reclamou. Realmente preferia as cenas leves, não gostando de empurrar seus limites, não querendo uma relação significativa. Eu faço. Mesmo antes de conhecer Gabi, sabia que precisava de algo mais. E agora, depois de ter feito amor com ela e se conectar com ela em tantos níveis, ele nunca se contentaria com menos. Ele estudou Celine por um segundo. Ela não tomou suas sugestões. Então, novamente, ela não era uma mulher perspicaz. Quando se encontraram pela primeira vez, o deleitou com sua doçura aparente, sua submissão graciosa. Agora, seu comportamento se sentia enjoado, pois sua submissão era tudo na superfície, não na alma profunda. Ela queria que ele fizesse uma cena com ela. Marcus suspirou. Galen e Vance tinham deixado claro que Gabi não deveria parecer confinada. Devia jogar com vários Doms — e eles foram encorajados a fazer o mesmo. Maldição. Depois de configurar o castigo de jogar o filhote de cachorro, ele se conteve para vêla foder outro homem — ou dois homens caso quisesse um trio. Mas quando ela quase entrou em pânico e nunca deixando os olhos dele, soube que ela não faria voluntariamente ter sexo com outra pessoa. Ele sentiu o mesmo. E ainda que realmente não deva se envolver com Gabi e não a procurar quando desaparecesse. Ele não podia fazer. "Por favor, faça uma cena comigo, Mestre.‛ Celine repetiu, fazendo uma careta. 12

Planta medicinal nativa do Japão e posteriormente disseminada pela China e pela Ásia até chegar às terras dos Estados Unidos, o Kudzu (como é chamada em japonês) ou Pueraria Lobata, tem sido fortemente cultivada graças aos múltiplos usos que ela pode ter. Como não podia ser diferente, a medicina tradicional chinesa tem feito um forte uso dela e de suas propriedades. “Um tipo de trepadeira”. 256


Ela sabia, muito bem que chamá-lo de Mestre ao invés de Mestre Marcus implícitava que ele pertencia a ela, e se achava que isso era uma tentação, ele não pensava dessa maneira. Mestre significava compromisso. Para uma submissa. Para uma mulher. E amor, amor... Seria ali também. "Eu não sou seu mestre. Use o meu nome." "Posso lhe dar prazer?" "Não." Ele não queria magoá-la por ser rude, mas aparentemente cometeu um erro. "Celine, você é uma mulher linda, mas não sinto por você do jeito que deveria para uma namorada ou uma submissa." Os músculos de seu rosto esticaram até as maçãs do rosto ficar brancas. "Sou perfeita para você, Marcus. Deixe-me te mostrar." "Não. Eu não farei uma cena com você de novo." Fez uma pausa. "Gostaria que te apresentasse a alguns Doms?" "Não!" Ela ficou de joelhos, como se esperasse que mudasse de idéia. Ela era teimosa, isso era. "Espero que você encontre um bom Mestre. Cuide de si mesmo, Doçura." Afastou-se antes que ela pudesse responder. Depois fez uma rápida verificação de seus estagiários, precisava muito tomar uma bebida. Mais tarde, esta noite, precisava tomar Gabi em uma cena onde poderia mostrar todos os seus talentos malcriados. Ele riu... E seu sorriso desapareceu. Ele não a iria vê-la novamente, pois já tinham passado bastante tempo juntos esta noite. Quando ponderou sobre um Dom de confiança para ela, sua mandíbula apertou. Ele era um idiota, ficando tão territorial, quando não tinham falado sobre ficarem juntos, após este fim de semana. Todavia, este era o modo que ele se sentia. Mas ela tinha necessidade de jogar com alguém hoje à noite. Talvez um leve açoite, com nada erótico em tudo. E para seu próprio sossego da sua mente, encontraria um Dom bem feio. 257


Perto das duas da manhã, Maganti esperou pacientemente por seu último alvo aparecer. Logo agora, tinha chamado Jang da rampa de saída para dizer que ligasse o motor e viesse. Como o Shadowlands ficava longe do centro da cidade, Jang teve que esperar a partir de um local mais público. A Gostosa, número quatro. A última. Linda demais. Ele sorriu. Talvez atrasasse o chamando para o barco para que ele e Jang pudessem se divertir mais. Com um senso de antecipação, ele avistou o carro puxando para o estacionamento. Bem na hora. Luzes brilhantes apareceram atrás dela, e o queixo de Maganti caiu quando um carro da polícia apareceu e foi direto para o prédio onde ele estava. Que porra é essa? Filho de uma cadela, se ele tivesse ido pegá-la? O suor escorria pelo seu rosto e como um fantasma voltou através do corredor aberto para a parte traseira do edifício, e de lá viu os dois policiais saltarem do carro de patrulha e correr até as escadas. Batendo na porta. Um homem gritou: "Vá embora." Através do corredor entre os blocos, Maganti viu luzes piscando nos outros edifícios. As portas se abrindo. O idiota tinha acordado todo mundo em todo o complexo de apartamento de merda. Maganti assistiu, rangendo os dentes juntos, quando ele viu seu alvo andando e subindo os degraus de seu apartamento.

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Gabi se sentia tão nervosa na viagem de volta que quase caiu quando um carro da polícia apareceu por trás dela. Eles a seguiram até o estacionamento, em seguida, eles correram, passando por ela. Não estão aqui por mim. No entanto, quando saiu do carro, a pele arrepiou enquanto cada nervo tremia, parecendo que alguém a vigiava. Sabia que Rhodes estava pendurado em algum lugar, mas de alguma forma isso se sentiu mais... Sinistro. No entanto, ninguém apareceu. Talvez o tempo a deixou nervosa. Uma tempestade se movia fora do Golfo, e nuvens negras apagaram as estrelas. Um tempestuoso vento balançava as árvores e arrastavam sua roupa. Ela atravessou o apartamento a polícia estava batendo na porta bem debaixo de seu próprio apartamento. Antes que ela subisse o andar, outro carro da polícia parou e, em seguida uma ambulância. Maldição. Depois de subir os degraus para o andar dela, avistou sua vizinha que espreitava para fora e perguntou: "Que está acontecendo?" A pequena mulher de cabelos brancos iluminou com a chance de fofocar. "Oooh, o homem do 282 chegou em casa bêbado e bestialmente espancou sua namorada. Nós a ouvimos gritando a distância toda aqui abaixo. Clara, do 280 me chamou, e disse-lhe para chamar a polícia." Nada a ver comigo. O alivio fez seu sorriso. "Nojento repugnante — um homem que bate em uma mulher." As marcas de golpes no seu bumbum queimavam. "Nunca gostei do olhar dele de qualquer maneira. Disse a Clara que ele parecia um animal." Puxou seu roupão de algodão com mais força contra uns respingos de chuva, a Sra. Peters assistiu quando aquele bruto foi arrastado pelos policiais. Gabi olhou por cima do parapeito. Bêbado e agressivo. Ela hesitou, perguntando se deveria verificar a namorada, em seguida, viu um policial entrar no apartamento. Então, bateu no ombro frágil da Sra. Peters. "Tenha uma boa noite de descanso." "Você também, querida." 259


Depois de uma ducha rápida, Gabi espreguiçou em sua cama, ainda muito desperta para a noite chamá-la. Como a chuva batia nas janelas como ondas, ela cortou a perna de um par de meias enrolando-a como um camundongo um brinquedo para os gatos. Deixou uma cauda fictícia no final e jogou sobre o tapete. Dois corpos peludos saltaram em perseguição. Horatio ganhou. Abocanhou a bola castanha na boca de uma maneira convincente, tímido quando rosnou para Hamlet que puxava a cauda. Hamlet hesitou. Lambeu um remendo áspero da pele para mostrar que realmente não queria a bola de rato, em seguida, pulou na cama para agradar Gabi. Deitada de lado, esfregou seu nariz em sua pele macia. Quando caminhava na praia com Marcus, perguntou se ele encontraria bons lares para os filhotes... Se algo acontecesse com ela. Sua expressão foi assustadora, e então ele a puxou em seus braços abraçando. Mas ele prometeu. "Você deixar{ seguro os meus meninos, não importa o quê aconteça.‛ Ela murmurou. "Só mais uma noite." Então o quê? Acariciou Hamlet sob a mandíbula, ganhando um ronronar. Então ela iria para casa em Miami e esqueceria tudo sobre o Shadowlands? Marcus? Será que ia? Voltar para casa, sim. Esquecer? Provavelmente não. Até o Shadowlands e Marcus, ela não tinha percebido o quão profunda foi a sua necessidade, como Marcus chamou isto? — Sexo baunilha. Afinal, nos clubes de BDSM na faculdade, ela nunca realmente se submeteria. Mas Marcus tinha mostrado a sua satisfação de entregar as rédeas e entregar tudo de si mesma. Ela não podia desistir disso agora, mesmo que tivesse de olhar para ele com outra pessoa. Então continuaria explorando a cena, mesmo quando saísse. Mestre Z provavelmente poderia recomendar um clube seguro. Marcus não seria seu Dom embora. Precisando de alguma coisa para preencher o vazio do interior, ela puxou o gato em cima de seu estômago. Ele piscou para ela e se 260


acomodou para tirar sua soneca, orelhas espetadas para frente para ouvir. "Você sabe, Hamlet, eu não o entendo." Quando Marcus a tinha levado para casa com ele, ela teve tanta diversão. Cozinhando, discutindo, nadando. Só conversando. A maneira como ele entrou em cena e fora do modo de Dom a manteve desperta o tempo todo. Na praia, ele foi tão doce e divertido... E ela pensou que significava algo para ele. Mas poderia dizer da forma como agiu com Celine, que eles tinham um relacionamento. "Você é um cara.‛ Disse a Hamlet. "Então me diga, como ele poderia fazer amor comigo, se tem um relacionamento com Celine?" Seus olhos abriram em uma fenda como se lhe recordasse que os homens eram bastardos. Ontem à noite, Marcus a tinha entregado a cena a outro Dom. Não era o comportamento de alguém que dava a mínima, não é? E ela viu como Celine era adequada para ele. Tão maldita perfeita. "Eles ficam bem juntos, Hamlet." Gabi suspirou. "Acho que realmente não o conheço muito bem." Só que ela fazia. Com a sua desobediência, comportamento insolente, ela o deixou furioso, e ele ainda controlou seu temperamento. E a mim. O modo pensativo generoso que fez amor disse-lhe muito. Então, fez como ele discutiu — bastante, reconhecendo quando ela levantou um bom ponto — e como ele a escutou. Ela deu a ele as mesmas coisas de volta. E o fez rir. A doce Celine poderia fazer isso? Merda. Amanhã seria sua última noite. Ela assistiria, talvez perguntasse a ele... De alguma maneira... Se ele achava... Queria... Ela gemeu. Certo. Isso vai mais além; fazer-lhe uma pergunta que você não pode sequer conseguir articular.

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Capítulo Dezoito Sentada calmamente — e nua — em uma área fora de onde acontecia às cenas, Gabi esperou Marcus retornar. A cortina de plástico cobrindo a mesa de escravidão de cintura alta estalava sob sua bunda. Em torno dela, o Shadowlands gorjeou e disparou com a sua própria música original: a música gótica Crüxshadows13 e de açoites batendo, batendo na carne nua, uma enjaulada submissa chorando em uma voz alta, uma sub em uma cena de açoitamento, gemendo. A fragrância de couro misturado com sexo, suor e perfume. Ela estendeu o braço ao rosto e inalou o cheiro persistente, de onde Marcus tinha agarrado seu pulso. Esta era sua última noite aqui, Gabi pensou. Estava quase no fim, e ninguém tinha feito um esforço para atraí-la para fora do prédio. Será que o criminoso tentaria mais tarde, depois que ela saisse? Ou talvez ele não tivesse mordido a isca. E se tivesse já sequestrado alguém? E se nada tivesse acontecido, até agora? Ela sentiu vontade de dançar de alívio... E chorar. E sobre as mulheres que ele sequestrou? E quanto a Kim? Seus punhos cerraram, em seguida, forçou os dedos para abrir. Você só pode fazer o que pode fazer. Hoje à noite, ela atuaria como uma pirralha, esta era a sua parte, a fazer. E apreciaria tanto quanto possível. Porque, como Kim e as outras mulheres acharam, às vezes as coisas vão mal. Se o sequestrador conseguisse obter Gabi, pelo menos ela teria vivido. E amado? Ela balançou a cabeça. Viva por hoje. O amanhã pode esperar. Um grito de libertação voltou sua atenção para a cena onde o submisso era açoitado e se contorcia contra a cruz de St. Andrews. O Dom largou o flogger e bombeou os dedos em sua boceta, e ela gritava mais alto, obviamente gozaria novamente.

13

Crüxshadows é uma popular banda norte-americana de música de New Wave e Punk, embora muitos fãs a

classifiquem como sendo uma banda que segue o estilo electrogótico. 262


Pelo menos alguém estava tendo uma boa noite. Não tenho certeza que sou eu. Enquanto servia bebidas, ela foi desagradável o suficiente para recolher algumas reprimendas desagradáveis dos Mestres. Agora Marcus planejava jogar com ela — com cera quente. E o que ele chamava de jogar? Gosto, o que aconteceu com o xadrez? Ou cartas? Ou pegapega? Quando ele entrou na área fora da cena, carregando uma bandeja de coisas de aparência ameaçadora, excitação lanceou baixo na barriga, junto com um inferno de muita ansiedade. Colocou a bandeja sobre a mesa e caminhou para mais perto. "Lá vamos nós. Tudo pronto." As mãos dela ficaram úmidas. "Eu penso, que não quero fazer isso." Marcus sorriu e puxou as pernas abertas, restringindo os joelhos nas tiras em cada lado da mesa de quadril largo. Beijou-a levemente, em seguida, colocou a mão sobre o rosto e empurrou-a para baixo, fazendo-a rir, pelo menos até que ele colocou uma correia em seus quadris. Oh, homem. "Você prefere os braços acima da cabeça ou ao seu lado?" Perguntou ele, sempre tão educado, o bastardo, como tinha o divertimento em seus olhos por ter ela se contorcendo. Ela meneou — tentada, pelo menos — e o conhecimento que não podia escapar enviou uma onda de calor rolando sobre ela, mesmo quando sua respiração aumentou e o medo corria em sua barriga. Não, cera quente não era uma boa idéia. "Prefiro não fazer isso. Mudei de ideia." Ele esfregou o queixo e olhou para ela intrigado. "Pedi a sua permissão? Não, eu não pedi pequena estagiária." — enfatizou a palavra —‚Se você não marcou algo como um limite duro, então você ir{ tentar isto.‛ Oh Deus. "Mas..." Inclinou o seu peso no braço ao lado de sua cabeça, sua intenção nos olhos dele. "Se 263


depois que nós comerçarmos achar isso muito para você, por qualquer motivo, use a sua palavra segura. Você confia em mim, Gabrielle?" "Maldito, por perguntar isso para mim.‛ Ela resmungou. "Olhe para as coisas que você me meteu." "Olhe o que você aprendeu sobre você mesma." Ele a beijou, esprimindo o que sentia. Até o momento que levantou a cabeça, o desejo borbulhava em suas veias e se virou para um chiar quente, quando a mão em concha estava no seu peito. Como ele fez isso com ela, levando embora toda sua força de vontade para lutar? Como ele poderia transformá-la apenas com um único sorriso? Ainda apoiando em seu braço, acariciou os seios. Seu dedo acariciou e lambeu molhando em círculos sobre a aréola. Como se não tivesse nada melhor para fazer, estudou como seus mamilos agrupavan em picos. Uma puxada leve na ponta de cada bico a teve em um tiro direto rugindo direto para seu clitóris, como se tivesse uma autoestrada que vai de seus seios para sua boceta. Seus olhos ficaram focados em seu rosto enquanto deslizava a mão até a junção entre as pernas. "Para alguém que não quer fazer isto, você est{ um pouco molhada, Doçura.‛ Murmurou ele. Seus dedos tocaram na umidade, puxando suas dobras, deslizando sobre o clitóris, provocando sua entrada. Seu clitóris apertou, e ela realmente sentiu o sangue inchar em seus lábios até que vibrava. " Não é a cera; é você." A voz dela saiu sem fôlego. Seus olhos enrugaram. "Agora isso é puramente bom de ouvir, Doçura." Ele ajeitou e retirou uma faixa sobre a mesa, posicionando abaixo de seus seios para conter os braços em seus lados. Outra faixa foi a poucos centímetros acima de seus mamilos, e os dois seios espremeram entre eles, puxando a pele esticada. "Muito bonito.‛ Disse ele, puxou os picos duros levemente, mostrando-lhe quão sensíveis estavam. Ela reprimiu um gemido e tentou se lembrar de que precisava atuar com desobediência. Ele fez isso tão difícil. Um olhar duro dele e ela acenou a bandeira branca. 264


Ou pelo menos até que ela recuperasse sua inteligência. Após o óleo de massagem em seu estômago, ele massageou, acima dos seios à sua parte interna das coxas. Quando pingava mais sobre o clitóris, o impacto da eletrificação de gotas mínimas, a fez estremecer. Então engoliu em seco. Não? Por que ele estava colocando qualquer coisa em qualquer lugar perto de sua boceta? "Óleo por quê?" "Você tem a pele muito delicada, Gabi.‛ Disse ele gentilmente. "O óleo mantém que a cera não grude tanto. Talvez algum dia nós vamos experimentar sem." Eles não tinham algum dia. O pensamento enviou uma pontada de arrependimento no meio dela. Mas e se houvesse? Será que ele queria vê-la depois? Ele empurrou a mesinha estreita e acendeu uma vela branca. Seus braços tentaram levantar contra as restrições. Afasta isso. Oh Deus, realmente planejava fazer isso. Depois de arregaçar as mangas de sua camisa branca sob medida, expondo todos os antebraços musculosos que realmente não pertencia a um advogado, pegou a vela. Pingava um pouco de cera em sua parte interior do cotovelo, grunhiu, e levantou a vela mais alta. Mais cera esguichou em seu braço. "Isso fará." Ela não podia tirar os olhos das chamas dançando. Não, isso era muito errado. As velas deviam ser usadas para meditação... Para o romance. Ou em um bolo de aniversário, pelo menos. Então, onde estava o bolo? O presente? A canção? Quando ele se aproximou dela, com a chama maldita ficando muito perto — começou a cantar. "Feliz aniversário para mim. Feliz aniversário para mim... " Marcus fez uma pausa, olhando para ela em descrença. Veja. Sabia que ele não tinha um senso de humor. "Feliz anivers{rio, querida Gabi.‛ Ela levantou a cabeça e apagou a vela. "Feliz aniversário para mim." Ele olhou-a, e ela ficou tensa, e então ele deu uma gargalhada, tão alta e forte que ela deu uma risadinha. Deus, ele era tão incrivelmente sexy quando ria. O impassível Mestre Nolan entrou na área da cena e olhou para ela com implacáveis, 265


olhos escuros. "Marcus, você é uma vergonha lamentável para um Dom, muito menos para um treinador.‛ Disse ele em sua voz áspera. E alto demais. "Bata nela. Não ria com ela." Ela fez uma careta para ele. "Nós não precisamos de você aqui." Com um suspiro de desgosto, Nolan levantou uma flogger muito, muito pequeno uma manivela na palma tiras de camurça finos. "Z tem essas hoje e enviou um de presente para sua estagiária." Era totalmente atraente. Marcus poderia chicotear o dia todo sem fazer qualquer dano. Ela sorriu. "Flogger. Xixi. Oooo, eu estou com medo agora." "Acredito que você esteja certo. A estagiária está ficando mal-humorada.‛ Disse Marcus com sua voz suave. Ele tomou o flogger e sorriu para ela. "É pequeno, Doçura, porque é destinado para locais pequenos." Com um movimento do seu pulso, ele trouxe as costas para baixo à direita na sua vagina. "Confirmado!" Suas costas arquearam quando ela lutou contra as correias, tentando trazê-la de pés juntos que ele lhe deu duas chicotadas a mais. "Jesus Cristo! O que é..." Ele levantou uma sobrancelha e o flogger, ao mesmo tempo. Seu clitóris estava inchado de seus dedos. Agora latejava e queimava. Umidade escorria por suas dobras, e ela respirou fundo. Deus, se ele atacasse novamente, ela poderia gozar. Nolan olhou para a sua boceta e bufou uma risada. "Isso não é um castigo bom para ela, Marcus. Ela gosta de açoite na boceta, demais." Sorrindo, Marcus pressionou a palma da mão entre suas pernas, sua intenção nos olhos azuis fixando no rosto dela, enquanto seus dedos escorregavam e caiam em suas dobras. "Bem, querida, talvez pudesse ter algum divertimento esta noite mais tarde." A promessa de ameaça— fez sua boceta apertar, e ele riu. Nolan sacudiu a cabeça, deu um tapa no ombro dele, e voltou para a sub ruiva esperando fora da área das cenas. Os dedos de Marcus em círculos pela sua entrada, deslizando tão facilmente que 266


sabia que sua vagina devia estar encharcada. "Acho que você precisa de algo em sua boceta." Ele se afastou dela, deixando-a latejar, e remexeu em sua bolsa de couro de brinquedo. Seus olhos arregalaram quando ele ergueu o vibrador da noite anterior. "Esqueci-me de te dizer que este é seu agora, Doçura. Antes de te levar para casa, podemos também obter uma maior utilização do mesmo. " "Você não iria." Ele olhou para ela com ar divertido. "Claro que faria. Você não aprendeu nada?" Ele empurrou a forma do pênis contra sua entrada, e apesar de como ela estava molhada, também ainda estava inchada de ontem. Ela gemeu quando os tecidos sensíveis esticaram. Sentiu-se profundamente dentro dela, e sua vagina pulsou em torno da intrusão com cada batida do seu coração. Pelo menos ele não tinha ligado. Marcus aproximou-se da bandeja, pegou a vela, e franziu o cenho para ele. Depois de um segundo pensou, ele puxou uma venda do seu saco de brinquedos e firmemente amarrou a seda suave sobre os olhos. "Eu não quero amordaçar você, Doçura, mas uma vela apagada é o seu limite. Acho que se você não puder ver a chama, não pode xingar ou apagar isto." Ela não podia ver qualquer coisa< Não podia dizer o que ele estava fazendo. Um tremor a agitou. "Sim, a cegueira torna tudo mais intenso." As orelhas puxaram, ela pegou o barulho de uma pá. Não perto. Gemendo. Um homem em algum lugar chorava em soluços arrasadores. Uma mulher deu ordens sonoras e duras. Cullen gargalhava. O isqueiro clicou. Oh, Deus. Ela cheirou, tentando dizer se ele estava movendo a vela perto. "Eu uso velas, sem fragr}ncia, Gabi.‛ Ele disse e riu. "Por razões de segurança. Você não cheirara nada se aproximando." Algo atingiu seu estômago. Ela puxou a momentânea queimação, então, relaxou 267


como se enfraquecesse o calor. Depois de um segundo, Marcus inquiriu a cera de sua pele e correu seu dedo acima do lugar. "Direito.‛ Ele murmurou. Então, ela não tinha nenhuma chance de processar qualquer coisa quando os pingos de cera quente criaram uma linha através de seu estômago, gotejamento lento após gotejamento lento, cada sensação de queimação florescia sobre os nervos antes de desaparecer. Desenhou uma linha para baixo do seu estômago e voltou rodeando o umbigo. O calor tornou-se mais intenso, então frio. Ela não podia prever onde a próxima gota iria cair, e sua pele ficou mais sensível, à espera da dor leve, então o calor. Ele cobriu a barriga, subindo gradualmente por entre os seios. Ela prendeu a respiração quando começou a dirigir a cera para esquerda, circulando a curva de seu peito, ao redor e ao redor, mais e mais próximo ao mamilo. Às vezes, muito quente, às vezes apenas morno, então ela não podia predizer o que qualquer se sentiria como, mas ela se preparou, antecipando... Um esguicho de cera bateu bem no cume direito. Suas costas arquearam incontrolavelmente. Quente, quente, ele puxou quando os lábios sorveram molhados em torno do mamilo dela. Quando a sensação se propagou através de seu peito, ela quase gozou logo em seguida. Ela arfava, despertou para além do rolamento, e o ouviu murmurar: "Você está fazendo bem, doçura. Muito bem." Ele acariciava seus cabelos para trás de seu rosto e beijou sua testa. Cera caiu sobre seu estômago, novamente, o calor de queimação na sua pele e posicionando em uma linha reta ascendente implacável contra o peito direito. Até o momento que a cera impactou no mamilo com outra mordida de dor, ela parecia estar imersa em bolas de algodão, sem sentir nada, exceto as sensações rastreando em seu corpo e a necessidade pura enrolando dentro dela. Ela sentiu a mão entre as pernas, e o vibrador clicou, clicou mais vezes que ele 268


escolheu as opções para um cenário onde a intensidade das vibrações subiam para cima e para baixo como as ondas do oceano. Todos os nervos dentro dela despertou como se tivesse um segundo clitóris no fundo da vagina. Seus quadris tentaram levantar, segurando-a realizada no local pela cinta, e sua boceta apertou mais e mais em torno da intrusão. A cera de repente, caiu mais a frente e para trás através de seu estômago, mais quente neste momento, mas ele não parecia se importar. Cruzando os quadris em linhas pingos após pingos quentes, aventurando-se pelas coxas e para cima. Como as linhas dirigindo em direção ao interior das pernas, ela percebeu qual era a sua meta e só podia gemer incapaz de verbalizar nada. Seu clitóris pulsava e inchava em antecipação. Cruelmente ele gotejou a cera em um arco de sua coxa interna saindo até o alto, acima de seu montículo, abaixo da coxa, e atrás novamente, cada conjunto de gotas quentes gotejava até o final por goteira em seu centro. Quando as vibrações dentro se intensificaram, ele mudou de direção. Uma gota de cera atingiu o topo de seu montículo, uma pausa, outra um pouco mais perto de sua vagina, uma pausa e outra. Sua metade inferior mais apertada entre cada impacto de um calor abrasador. Mais íntimo... E a espera para os próximos pareciam eternas. Bateu — oh Deus — duro, quente atingindo diretamente o clitóris incrivelmente sensível. "Aaaaah!" Tudo dentro dela explodiu para fora em ondas de prazer insuportável, mais e mais. Toda vez que diminuiu o vibrador dentro dela mudou seu ritmo e outro clímax inevitável estremecia através dela. Seus quadris arqueavam contra a correia imóvel; todo o seu corpo puxou em arco para cima. Quando tudo finalmente parou, ela lutava para respirar. Deus, isso tinha sido... Líquido derramou diretamente na sua boceta quente, quente, quente e ela gritava quando uma outra batida de orgasmo, brutalmente duro, sacudindo-a como uma boneca de pano. Com o enfraquecimento dos espasmos, como o rugir em seus ouvidos retrocedeu, ela 269


percebeu que o líquido não tinha sido quente em tudo que — ele despejou água gelada sobre sua vagina. "Você... Você é sadico.‛ Ela ofegou. Ele gentilmente removeu o vibrador, e ela estremeceu com a sensação de frio e solidão de estar perdida dentro das nuvens. Suas mãos acariciaram suavemente sobre a área tenra entre seus quadris e coxas, seu aperto puxando-a de volta à Terra. "Fácil, Doçura, eu estou aqui." Ela encontrou seu olhar, e tudo dentro dela, derreteu como a cera derretida, que ele derramou sobre ela. Eu te amo.

Apesar do óleo, a remoção da cera na pela de Gabi, sobrecarregou seus sentidos e mandou-a de volta para o subespaço. Agora, enrolada num cobertor que ele a envolveu, ela piscou para ele, sua boca esperta silenciosa, enquanto ele limpava. Uma vez terminado, colocou seu espartilho e saia em seus braços e a pegou. Ele acariciou sua testa e inalou seu perfume. A adrenalina ainda chiava em suas veias, a alta cobertura de uma pequena explosão, lendo suas respostas e reagindo, por sua vez, a levou ao máximo do prazer. Às vezes, uma sub o lembrava do trabalho em um júri, até que reagiam como ele queria brilhante no acusado e simpatizando com as vítimas. Uma boa cena com uma sub-responsiva era ainda melhor. E com Gabi? Com os braços apertados em torno dela, ela suspirou e esfregou seu rosto no peito dele. Será que já existiu uma pirralha tão doce? Seu coração se apertou. Antes que a noite terminasse, eles precisavam ter uma longa conversa. Quando procurou um bom lugar para relaxar, viu Dan e Kari, Cullen e Andrea pela sala quase vazia na estação de cadeias, observando Nolan brincar com a sua submissa. Inferno, na reunião dos Mestres antes da abertura, Nolan tinha mencionado que perto do 270


final da noite, planejava cutucar Beth adiante e convidou os outros para assistir. Marcus quase tinha esquecido. Com Gabi ainda em seus braços, pegou uma cadeira em frente de Dan. Dan sorriu. "Ouvi muitos gritos vindo de sua direção." Ele franziu o cenho para Gabi e acenou para os pés de Marcus. Demorou um segundo para Marcus, antes de perceber que ela não devia sentar em seu colo. Abraçando não iria fornecer as oportunidades para ela ser uma pirralha. Com um suspiro em silêncio, ele balançou ela, querendo beijá-la em seu lugar. "Mmmm?" Ela piscou para ele. Meu filhote de cachorro. Ele a colocou em pé e acenou com a cabeça no chão. "Abaixo onde você pertence querida." Ela deu-lhe um olhar tão doce o derretendo, que quase a puxou de volta em seu colo. Então se lembrou de seu papel. "Pertenço? Ao chão?" Ele apontou para os pés em resposta. "Rato bastardo.‛ Ela xingou. Ela ajoelhou, e só quando ele pensou que ela perdeu seu toque, ela o xingou ruidosamente e disse: ‚Não posso acreditar que daqueles cem mil espermatozóides, você foi o mais rápido.‛ Dan engasgou com a bebida, e Cullen riu alto enchendo o ar. Kari enterrou a cabeça contra o peito de Dan, sacudindo os ombros. Andrea estava rindo como uma maluca. Tentando parecer irritado, Marcus a puxou de volta para que pudesse inclinar-se e falar no ouvido dela. Espero que pareça estar dando seu inferno. Ao invés ele disse a ela a verdade. "Eu sou sujeito a dividir um intestino, se você continuar agindo assim, Doçura." Ela inclinou a cabeça, sufocando os risos. Pirralha era muito bonita para seu próprio bem, e quando ela veio com esses insultos? "Como você se sente? Você é capaz de se ajoelhar?" Metade dele esperava que ela falasse que precisava dele para abraçá-la. Ela era a coisa mais forte. "Estou bem." Sua voz não soou segura. 271


Ele se endireitou e disse em voz alta. "E melhor mantê-la perto para que você não me irrite mais." Depois de colocar para frente na cadeira, ele a puxou para trás até as pernas fechadas, e agarrou sua nuca em um aperto duro simulado. "Deixe-me saber se você se sentir desconfort{vel, querida.‛ Ele murmurou apenas para seus ouvidos. Quando relaxou contra ele, traçou um dedo sobre a tatuagem tribal preta ao redor de seu pescoço. Ela tinha correspondentes em seus tornozelos. Uma mulher imprevisível e fascinante. O que pretendia fazer depois de hoje? Será que voltaria para Miami imediatamente? Isso não funcionaria. Eles precisavam de tempo para explorar o que tinham juntos. Ela estava atraída por ele. Um pouco de sub não podia disfarçar aquilo ou a sua resposta para ele na cama. E agora que ele conseguiu distinguir que parte de seu atrevimento estava agindo contra o que era Gabi, achava seu comportamento mais divertido do que irritante. No futuro — se tivessem um — quando ela fosse petulante com ele, levando-a para ser punida seria uma premiação a ambos. Funishment14 — não verdadeiramente disciplina. "Esta é sua última noite aqui.‛ Disse ele, testando para ver se ela dava uma dica de seus planos. "Sim." Ela não soou feliz. Inclinando-se, ele massageava seus ombros. Seu corpo pouco tenso ainda deve ser relaxado, considerando o quanto ela tinha subido na cena. Ele beijou o topo de sua cabeça e disse baixinho: "Alguma coisa está incomodando." Ela afastou seu rosto contra o seu carinho inconsciente que ele cresceu em amá-la. "E se ele não é pego? Que tal minha amiga? E as outras mulheres?" Sua lealdade apertou seu coração, e ofereceu a garantia de que somente ele poderia. "Nossos< Amigos< Não desistirão." 14

Uma forma prazerosa de ser punido, geralmente de uma forma sexual. A punição que acaba sendo mais

divertido do que a coisa que você está sendo punida por fazer, em primeiro lugar. 272


Seus ombros relaxaram ligeiramente. " Não, eles não irão." Seus lábios curvaram. "Eles são quase tão teimosos quanto você." Ele beliscou sua orelha em retaliação e sorriu para ela numa risadinha rouca. Quando ela descansou a bochecha contra sua perna, ele percebeu com surpresa que se sentiu... Bem. Descontraído e feliz de uma maneira que não esteve, talvez, em anos. Ajoelhando-se entre as pernas de Marcus, Gabi sentiu-se fechada em segurança enquanto ele brincava com seus cabelos e traçava os dedos em toda a volta de seu pescoço. Os outros dois casais estavam assistindo a cena onde o Dom severo, Mestre Nolan, sabia... Como Andrea disse que chamava sua sub? Beth. Correntes prendiam a sub-ruiva, braços sobre a cabeça, e uma barra de extensão mantinham as pernas abertas enquanto Mestre Nolan batia nela. Um flogger descartado jogado no chão, e agora ele jogou fora a cana e pegou um açoite de couro. Beth tinha lágrimas em seus olhos, mas seus mamilos duros atingiu um valor máximo e seu rosto estava vermelho. Ela balançou os quadris arqueando nos golpes com mais excitação do que a dor. Gabi estremeceu, lembrando o açoite de Marcus, como queimava de alguma forma alterando para o prazer, até que conseguiu sentir a diferença. Os gemidos da ruiva não soavam infelizes. Seu Dom trabalhou mais e mais alto, depois passou para o pequeno flogger de vagina que Marcus tinha usado. Z tinha dado a todos os Mestres? Nolan deu um tapa no flogger através dos seios de Beth, em seguida, conseguiu um direto entre as pernas. As costas da sub arquearam quando ela gritou e estremeceu em um clímax, muito inspirador. O rosto de Mestre Nolan mudou completamente quando ele sorriu, e Gabi viu porque sua sub o achava atraente. O barulho de sua voz atingiu as pessoas observando, enquanto ele acariciava com uma mão o cabelo de Beth, inclinando seu corpo contra o dela. Seus tremores diminuíram. E então Nolan voltou e golpeou com o flogger três vezes mais certeiro na sua vagina, duro e rápido. Com um visual incrível de choque, Beth chegou ao clímax novamente de forma tão violenta que as correntes oscilaram. 273


Os Doms que assistiam sorriram, murmurando em aprovação sua habilidade. O resto do Mestres tinham chegado quando teve Gabi olhando para a cena. Sam, com um chicote pendurado em sua cintura, ficou com os braços cruzados sobre o peito. Domme Anne se sentou em uma cadeira de couro, e um sub em uma cadeia ajoelhou aos seus pés. Raoul encostou-se na parte de trás do sofá onde Dan e Kari estavam. Dan puxou Kari para o seu colo, liberando mais espaço. Sua grande mão espalmou sobre sua barriga grávida, e sorriu para ela como um homem que tinha todos os seus sonhos ali em seus braços. Gabi suspirou. Será que ninguém nunca olharia para ela assim? Domme Olivia se sentou ao lado de Dan e Kari. Mestre Z ficara de um lado e, agora, escolheu uma das duas cadeiras vazias. Ele tinha sua pequena sub com ele esta noite, embora Gabi não se lembrasse de tê-la visto recentemente. Z apontou para o chão. Jessica afundou-se em uma posição ajoelhada, com o rosto inexpressivo. Quando Nolan passou os braços ao redor de sua sub contida, Gabi olhou para Marcus e outros Mestres. "Por que todos estão tão felizes?" Ela sussurrou para Marcus. Ele se inclinou, cruzando os braços sob os seios, e sussurrou no ouvido dela: "Beth foi casada com um sádico que a espancava para simplesmente ouvi-la gritar. Ela fugiu." Quando Gabi piscou os olhos, viu em Beth as linhas e círculos de cicatrizes branca enrugada, marcas que tinha visto em algumas das vítimas que ela trabalhou. "O bastardo. Espero que esteja apodrecendo atrás das grades." "Subterrâneo, na verdade, eu acredito. De qualquer forma, quando Beth chegou ao Shadowlands, ela estava apavorada demais para abrir mão do controle. Z a fez tomar Nolan como seu Dom." Gabi reprimiu uma risada. O pior Dom, procurando no lugar? Se ela fosse Beth, teria corrido do gosta de inferno. "Ele trabalhou com ela por meses para fazê-la perder seu medo de restrições. Ela 274


confia nele agora. Totalmente. Tanto que quando ele traz floggers e bengalas, ela não têm um ataque de pânico. Ele considera esta noite como sua formatura de um jeito, e ele queria mostrar que ela pode fazer tudo." Gabi viu quando Nolan tirou sua sub das restrições, um grande braço em torno dela para sustentá-la. Os olhos de Beth estavam fixos no Dom como se fosse à soma total de seu mundo. "Eu acho que ela passou no teste."

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Capítulo Dezenove Jessica suspirou quando Nolan pegou Beth, carregando-a para se juntar ao grupo. Z se virou, acenou para um dos estagiários, e acenou para a área da cena. Os membros sabiam que deviam limpar depois de jogar, mas às vezes uma sub precisava de mais atenção, então Z mantinha uma pessoa da limpeza disponível. O estagiário assentiu e afastou-se. Apesar dos olhos um pouco vidrados, Beth parecia incrivelmente feliz, aconchegando-se a Nolan e colocando a cabeça no ombro dele. Ele murmurou, seu rosto suave como Jessica já tinha visto. Deus, eles pareciam bem juntos, e ela se sentia feliz por eles... Um pouco invejosa. A voz de Nolan levantou. "Beth, você me ama?" Ela inclinou a cabeça para trás a sorrir para ele. "Você sabe que sim." "Você gostaria de viver comigo?" Ele emoldurou o rosto, com as mãos quase marcando como o corpo de sua sub. "Claro." "Você confia em mim." "Com tudo em mim.‛ Ela sussurrou. "Eu sou o seu Dom, pequeno coelho?" "Sim." Suas sobrancelhas castanho-avermelhadas reuniram. "O que está errado?" "Não é uma coisa." Ele deu um sorriso fraco, e sua voz grave aprofundou. "Pensava em lhe dizer para começarmos o próximo mês casados. Precisamos ter uma passagem de avião para sua mãe. " Jessica quase podia ver a mente de Beth tentando processar a declaração de Nolan. A ruiva se levantou. "O quê?" "Você me ouviu, querida." "Isto é< Isto não é qualquer tipo de uma proposta. Você não pode<" 276


A boca de Nolan apertou, e ele lhe deu um olhar que qualquer sub no mundo reconheceria, aquele que disse que alguém estava ficando muito perto de chatear um Dom desagradável. Beth parou. Ela franziu a testa com as mãos. "Beth, você me ama?" "Sim.‛ Ela retrucou, levantando a cabeça. "Você gostaria de viver comigo?" Beth deu um bufo exasperado. "Certo, você empurrou. Você não precisa passar por tudo novamente, mas realmente deveria ter terminado com uma pergunta vai se casar comigo." Ele sorriu lentamente. "Eu não queria dar a oportunidade de você dizer não." "Você é um Dom.‛ Ela resmungou e deu um sorriso deslumbrante. "Claro que vou casar com você." Quando todos irromperam em aplausos, Cullen entregou a Nolan um anel, e ele deslizou para o dedo de Beth. Ela soltou um grito de prazer, de olhos arregalados. Mãos acariciando o rosto de seu Dom, ela deu-lhe um muito longo, muito doce beijo. E então ela empurrou-se fora de sua volta às pressas para Kari e mostrar seu anel. Jessica sorriu quando Nolan fez uma careta e ajustou uma ereção visível. Dan bufou e disse a Nolan em voz baixa: "É melhor você levá-la pra casa, antes de você causar danos." "O inferno com isso. Nós estamos indo assim que ela mostrar seu anel." Nolan sorriu quando Beth trotou de Kari para Andrea. "Então, novamente, se ela levar muito mais tempo, eu posso apenas tomá-la sobre esta cadeira." Quando os homens riram, Beth caiu ao lado de Jessica. "Olha Jessica." Jessica sorriu para ela ao invés disso, ver o brilho em seus olhos, a felicidade absoluta, sem reservas qualquer. "Estou tão feliz por você." Beth abraçou. "Sem você segurando minha mão e me incentivando, eu poderia ter 277


fugido. Obrigado." Enquanto enxugava as lágrimas, Jessica abraçou suas costas. "Certo, me mostre." O anel era lindo, um diamante no centro e menores pedras multicoloridas ao lado, dando a impressão de uma flor em floração, perfeito para a paisagista. "Estou com inveja.‛ Jessica disse, tentando fazer soar as palavras mesmo que ela quisesse dizer com todo seu coração. "E sei que vocês dois vão ser maravilhosamente felizes juntos." "Obrigado." Beth beijou a bochecha dela antes de sorrir para Z. "Obrigado, Senhor." Z acariciava seus cabelos. "Seja feliz, Elizabeth." Sentindo-se um pouco excluída e com muita inveja, Gabi viu Beth voltar para Nolan. Seu olhar negro nunca deixou sua submissa por mais de alguns segundos. Beth bateu seu cobertor para ele. "Quer ir lá em cima, meu amo e Senhor... Ou simplesmente dobrar-me sobre o braço da sua cadeira?" Todos estouraram a rir. O rosto de Nolan escureceu, e ele se levantou. Beth cautelosamente deu um passo para trás. Gabi riu quando Nolan tirou o cobertor de Beth e jogou-a sobre seu ombro. Ele bateu na sua bunda, olhou para todos, e sorriu. "Nós estamos indo um pouco para cima, Z." Disse ele. Mestre Z inclinou a cabeça. "Sinta-se livre para passar a noite, Nolan. Use quantos quartos você julgar necessário para torná-la devidamente calma." Nolan riu, acariciando as coxas de Beth. "Boa sugestão, Z. Ele devia levar mais do que um punhado de salas para ter sua noiva um pouco tranquila." Um abafado. "O quê!" Veio da ruiva, assim como o resto dos Doms sorriram. Cullen tinha pegado vários brinquedos na área de cena. Agora, ele pendurou a bolsa de couro sobre o ombro de Nolan. "Você precisara disso, amigo." Gabi sacudiu a cabeça, um pouco chocado. Cada uma das salas privadas no segundo andar tinha uma peça de equipamento — desde bancos de surra a cruz de St. Andrews e 278


mesas de escravidão. Pela manhã, a pobre Beth provavelmente não seria capaz de andar. "Bem, que me esgotou." Dan esfregou sua sub grávida. "Trouxe de volta todos os tipos de lembranças horríveis de ficar noivo." "Oh, não fez.‛ Disse ela. Gabi arfou quando a sub-redonda enfiou o dedo nas costas do Dom duro. Será que ela estava louca? "Você tem a impressão que temos um excesso de subs espertinhas?" Mestre Dan rosnou para Cullen. Ele agarrou Kari pelos pulsos e fincou os punhos juntos sobre sua barriga saliente. A sub de Cullen, Andrea, sorriu. "Não eu. Como uma antiga estagiária, sou o epítome de uma submissa, um exemplo para os outros subs em meu traje de comportamento e obediência." Isso soou como uma citação, mas se tivesse sido nas instruções de trainee, Gabi tinha certeza que perdeu. Cullen olhou para sua sub, incrédulo. "Por aquela absoluta mentira, você pode me buscar uma cerveja — e somente água para você." Quando ela fez uma careta para ele, ele puxou o vestido por cima da cabeça, deixando-a em apenas um fio dental. Seus dedos se enroscaram no âmbito da estreita faixa no quadril. "Olhe para mim naquele tom de voz de novo, e você vai perder isto também amor." Enquanto ela esperneou longe, Cullen sorriu. "Você sabe, nunca me canso de assistir essa bunda, especialmente quando ela estiver andando." Marcus riu. Esfregou o rosto contra o de Gabi, a sombra de sua barba tentadoramente abrasiva, e murmurou: "Se vista, Doçura, em seguida, busca-nos uma bebida. Uma vez que você tenha sido uma boa menina para, oh, pelo menos nos últimos cinco minutos... Você pode ter o que quiser." Deus, ela podia ouvir a sua voz para sempre. Ela virou o rosto para cima e sussurrou: "Obrigado, Senhor." 279


Ele lhe deu um beijo tão lento e doce quanto o seu sotaque sulista. Depois de se contorcer em sua saia de vinil e ligar seu espartilho, Gabi esperava no bar para dar-lhe seu pedido. Um casal de idosos tinham retomado a área mais próxima da cena. Em um bustiê cor de rosa e um colar combinando, a mulher foi cuidadosamente marcada em uma palmada por seu Dom de cabelos brancos. Devem ter cerca de setenta anos e parecia tão doce juntos. Imagine viver com alguém amorosamente durante meio século. Com os dedos atados pela artrite, o Dom acariciou sua sub na bochecha, e eles trocaram um beijo e riram. O coração de Gabi apertou. Eu quero isso. Quero Marcus para ser meu Dom. O meu homem. Ela ordenou para Marcus vodka e um refrigerante para si ao Dom que servia como garçom, círculos, em seguida, feito em uma raia de cerveja derramada. Marcus agiu afetuosamente. Mas tratava todos os seus estagiários como ela? Ele não teria dito algo se ele esperasse a ver depois de hoje à noite? Seu interior vibrou como se tivesse comido um sanduíche de ansiedade para o almoço, em vez de atum. Talvez ele pensasse que ela não estava interessada, que planejava ir para casa e nunca mais pensar nele novamente. Ele é um Dom, Gabi. Ele saberia, uma parte acreditava. O outro lado mais otimista insistia que devia fazer um esforço antes de desistir. "Olá." Gabi olhou e viu a loira submissa que adorava Marcus. Miss bronzeada perfeita. "Oi." "Meu Marcus disse que você é uma das novas estagiárias." A voz da mulher era suave e doce-de-açúcar. "Meu nome é Celine." Meu Marcus. A dor de sua reivindicação deslizou pelo coração de Gabi tão depressa que não tinha defesa contra isso. Ela inalou cuidadosamente e tentou um sorriso de volta. ‚É bom encontrar você.‛ E isto não é verdade. Eu podia ter felizmente vivido meu inteiro vitalício sem encontrar você. ‚Sou Gabrielle. Quanto tempo você dois estão juntos?‛ "Desde a primavera. Ele é tudo que sempre quis." Celine sorriu e deu um tapinha na 280


mão de Gabi. "Eu já vi você, abençoe o seu coração. Você não percebe que os doms não gostam de submissas malcriadas?" "Ah. Sério?" Alguma aldeia em algum lugar está faltando um idiota. "Ora, eu não tinha notado." Celine apertou os lábios em uma careta de desaprovação. "Aquilo é por que a estagiária Sally ainda não encontrou um Dom que possa com ela. Fico surpresa que Marcus a tolere. Ele odeia o comportamento desrespeitoso." Gabi não conseguiu estremecer e manteve seu nível de voz. "Bem, nada. Quem diria?" "Agora não se machuque.‛ Afirmou Celine. "Estou tentando ajudar." Do outro lado de Celine, Mestre Dan e a submissa grávida franziu a testa, talvez ela não aprovasse submissos ou sarcásticos. "Você vê, é por isso que Marcus me ama tanto.‛ Afirmou Celine. "Nunca lhe darei nenhum problema ou falarei malcriado. Tudo o que ele quer é o que eu quero." Eu devia esmurrá-la. Tirar uns fios para fora de seus cabelos perfeitos. Nenhuma submissa no lugar me culparia. O garçom apareceu, finalmente, com o pedido de Gabi. "Um Grey Goose, uma CocaCola." "Obrigado.‛ Disse Gabi. "Ah, é para o meu Mestre?" Celine pegou a bebida de Marcus. "Salvarei sua viagem, e você pode voltar a servir as pessoas."Afastou-se, graciosa e incrivelmente rápida. Gabi teria que ir atrás dela como um cão de caça. Gabi viu quando Celine, a submissa perfeita, entrgou a Marcus a bebida e se ajoelhou a seus pés. Esse é o meu lugar. Marcus disse alguma coisa, e Celine colocou a cara contra os joelhos. Quando Gabi soltou a respiração presa, sentiu como se suas costelas tivessem 281


desmoronado nos ossos irregulares. Que completamente respondeu quaisquer perguntas que ela teve sobre< Qualquer coisa. Ele tinha alguém já, e mesmo que não tivesse Gabi certamente não era o tipo de sub ou mulher que ele procurava. Ele deixou claro, desde o início, não toleraria pirralhos. Por que ela pensou que ele mudou de idéia? Ela olhou para a bebida. Bolhas subiam no líquido escuro para estourar e desaparecer. O tempo acabou sub Cinderela. O conto de fadas tinha terminado, e ela precisava ir para casa. Que pena que no futuro de sua história não tinha nenhum príncipe encantado. Coração dói, ela dirigiu-se para a saída. Antes de alcançar a porta, ela ouviu: ‚Gabrielle.‛ Não Marcus, com a cadência extra que dava ao fim de seu nome, mas Z em voz profunda. Ela girou. Suas sobrancelhas se juntaram. "Vai sair sem dizer adeus?" Ela engoliu o nó na garganta. "Parecia mais fácil." "Mais f{cil, não é sempre o melhor.‛ Disse ele baixinho. "Não. Mas é neste momento." Seu olhar deslizou de volta para Marcus. Sua submissa loira tinha abraçado suas pernas. Uma vinha aderindo, feito sob encomenda. "Por favor, diga a todos que apreciei a ajuda." E dizer que se lembrou do que era realmente importante. Por que ela estava cedendo a estas emoções estúpidas, insignificantes quando Kim poderia estar lutando por sua vida? ‚Desejava que nós peg{ssemos o sujeito." Seus olhos cinzentos voltaram à cor de bronze. " Nós não pararemos de tentarmos achá-los, Gabrielle." "Eu sei." Ela conseguiu dar um meio sorriso. "Pois bem. Obrigado." Em silêncio, ele abriu os braços. Ela entrou em seu abraço sem pensar duas vezes, e segurou-a firmemente quando ela lutou contra as lágrimas. Uma vez que estava sob controle, se afastou, e ele a deixou ir. Levantou o queixo com um dedo, acariciou uma lágrima. "Esteja segura, pequena." 282


Ela fugiu.

Bom, isso respondeu o que, Jessica pensou, quando Z atravessou a sala, após a estagiária maldita. Então, Gabrielle andou para seus braços como... Como se ela já passou muito tempo lá. Toda esperança dentro de Jessica murchou e morreu. Só a Jessica abraçava assim. Ele não me queria aqui esta noite. Podia não ser um psicólogo e leitor da mente, mas podia dizer quando ele estava descontente. Z a tinha deixado vir somente por causa dos planos de Nolan, mas ela com certeza como o inferno não se sentia querida. Agora ela soube por que — ela foi substituída. A certeza deslizou nela tão insidiosamente sem aviso prévio até a dor inundar os sentidos. Até que ela podia respirar. Em torno dela os Mestres falavam, comparando notas sobre suas cenas mais desastrosas. Ninguém prestou atenção quando ela deslizou para trás e levantou-se. Precisava sair daqui, antes que Z voltasse. Jessica desviou para um lado da sala e se dirigiu para a saída. Perto da frente, ela olhou ao redor. Z estava no outro lado do bar, de costas para ela. Mesmo que nada tivesse apagado a sua postura militar, em linha reta, ela viu o cansaço em seu passo. Ela hesitou. Será que ela estava errada? Duvidoso. Quando ela passou a porta do escritório, ela diminuiu. Z armazenava os registros de filiação no computador, e uma vez que ela fazia a contabilidade, podia puxar para cima as informações que queria. Como o endereço de um estagiário. Talvez ela devesse ir conversar um pouco com a submissa. Z pode não estar disposto a conversar, mas ela apostaria que Gabrielle não teria nenhum constrangimento desse tipo. 283


Os dedos de Jessica estavam dormentes quando socou o código e entrou no escritório. Ela descobriria quanto tempo Z a tinha visto, e talvez então ela soubesse o que fazer.

Em sua vaga de estacionamento do apartamento, Gabi saiu do carro, inalando o ar fresco e limpo. A tempestade tinha passado, e agora as folhas e detritos deslizavam através do concreto na brisa leve. Estremeceu quando o ar frio atingiu seus ombros nus e pernas. Não era exatamente o vestido para o clima, não é? Ela deu uma risada amarga. Ela não parou para trocar-se ou até mesmo colocar seus sapatos, somente esvaziou quase tudo de seu armário e foi embora. Se demorasse talvez Marcus pudesse notar a sua ausência. Então, novamente, ele parecia muito ocupado quando sua sub-real trouxe sua bebida. Ela deu uma risada cínica, ele provavelmente não iria pensar sobre ela até o fechamento. Ela parou e fechou os olhos. Não, isso não era justo. Conhecia poucos homens tão responsáveis como Marcus. Ele eventualmente iria procurar por ela... E em seguida encontraria um dom amavelmente para ela brincar como o que teve na noite passada. Então o salvou de todos os tipos de trabalho por sair mais cedo. Quando se agachou para alcançar sua bolsa e roupa no banco do passageiro, ela ouviu. "Bunda boa." Babaca. A noite podia ficar melhor? Ela se virou, presa entre a porta do carro aberta e seu corpo, lamentando sua falta de roupa. Apertou a sua mão em torno das chaves de seu carro, ela disse: " Você está soprando seu disfarce. " "O caso está terminado. Thompson pegou o seqüestrador. " Esperança rodou em espiral no interior de Gabi, acabando com qualquer outra 284


emoção. Kim. Eles podiam salvar Kim. "Onde? Quando? Será que ele foi atrás de um dos chamarizes? Como você ficou sabendo? Por que ninguém me chamou?" A expressão de Rhodes azedou. "Thompson o pegou no clube de St. Pete. Ele estava esperando lá fora para o chamariz e ouviu barulhos do beco e foi checar. O sequestrador atacou uma mulher que saia pela porta dos fundos." Rhodes balançou a cabeça. "Por que ela era idiota o suficiente para deixar o clube através do beco..." "Mas ele foi pego? Alguém se machucou?" "A mulher foi nocauteada quando Thompson chegou neles, mas os paramédicos estão lá." "Uau. Acho que minha parte está acabada." Sentia-se fora de equilíbrio, como se ela ainda estivesse funcionando, mesmo após a corrida terminar. "Maldição. Eu queria que o colasse." Seu olhar se voltou para ela. "Você deveria ter tentado mais." "Eu fiz o meu melhor." Gabi suspirou, compreendendo o tom azedo. Após todo o trabalho, foi isso. Hora de voltar e tentar pegar sua vida de novo. A triste vida agora que ela viu vazia. Nenhum sorriso profundo, nada de sexo quente, nenhum quente aconchego. Ela esfregou os braços, como se isso afastasse o frio. O movimento chamou a atenção de Rhodes para sua falta de roupas, seus ombros nus e pernas, a divisão feita pelo espartilho. Sua expressão mudou. "Você poderia ter feito melhor se não tivesse obtido um chute tão fora de tudo." Seu olhar caiu sobre seu corpo como um spray de sujeira. "Mas desde que nós dois estamos juntos aqui, por que não continuamos a nos divertir." Ele empurrou o queixo em direção a seu apartamento. "Posso mostrar-lhe um momento tão bom quanto o treinador idiota fez." "Em seus sonhos." Substituí-lo por Marcus? Oh Deus, eu quero o meu Marcus. Sua garganta apertou até que ela teve medo que explodisse em lágrimas, então estalou nele ao inves. "Você é um perdedor, Rhodes — andando, falando prova o porquê irmãos não deviam se casar." 285


Levou um segundo, e depois a raiva distorceu no seu rosto em algo feio. Isso foi estúpido, Gabi. Exausta, ela encostou-se ao carro. Basta deixar, caramba. "Vá para casa, Rhodes. Não quero ter que denunciá-lo." Ela totalmente planejava observar seu comportamento de qualquer maneira, embora provavelmente não fosse fazer nada. Sua cor escura. "Você reporta e sabe Renard, se eu documentar o quanto você apreciou sua tarefa, você não terá um trabalho para voltar." A náusea espalhou através dela. Sabia que isto poderia acontecer. Mas, por sua vida toda de esprea e esperanças foi destruída em uma noite... "Você é um bastardo real, não é?" Ela disse lentamente. "Oh, eu tenho certeza que podemos dar um jeito." Inclinou-se do lado do carro, ele colocou a mão sobre ela. Em seu peito. Espremendo. "Não!" Com um grunhido, ela não podia controlar, ela deu um tapa na mão e deu uma porrada nele quebrando o nariz. A trituração da cartilagem quebrando fez apertar o estômago, e seu grito estridente ecoou de volta de seus pesadelos. Ele agarrou o seu rosto, e o sangue jorraram por entre os dedos. Ela ergueu os punhos, apesar da queimação em sua garganta. "Vá, Rhodes. Deixe-me agora. " Olhos de loucura, ele recuou. Antes que tivesse dado dez metros, bateu a porta do carro e fugiu pelo estacionamento, aliviando apenas quando o motor acelerou. Os pneus do carro guincharam na calçada quando ele expulsou do estacionamento. Como seu coração batendo em seu peito com a remanescente adrenalina, tentou rir. Ele partiu. Eu quebrei seu nariz. Tentando não se lembrar do barulho medonho que tinha feito, ela bufou. Bem feito pelo babaca ter provocado uma mulher com o coração quebrado. Seu humor aplainado em escuro novamente. Como ela ia para seu apartamento, um pequeno carro parou na faixa de bombeiros, 286


bloqueando seu caminho. O carro desligou, e uma loira baixa saltou para fora. A sub de Z, Jessica. O rosto da loira era expressivo, com as mãos apertadas quando ela olhou para Gabi. Jesus, o que é isso? À noite de Gabi? Maganti balançou a cabeça. Jesus, o que é isso? Estragando a noite de César? O que iria demorar em agarrar esta puta? Ontem à noite, a porra dos policiais em todo o lugar, agora, uma garota querendo fazer um Smackdown15. Ele precisava chegar esta noite à vadia. Agora. Se perca, loira, então eu posso fazer meu trabalho. Enquanto observava das sombras, a loira disse numa voz dura. "Eu quero falar com você. Há quanto tempo o está vendo?" "O quê? Quem?" "Z" A ruiva revirou os olhos. "Se você e Z estão tendo problemas, não tem nada a ver comigo. Vá falar com ele." Espere, espere, espere. Maganti enrijeceu sem perder de vista a conversa. A loira curvilínea tinha estado em sua lista. Ele fez uma verificação e cruzou-a para fora, porque ela tinha um amante. Mas se ela lutasse com sua fodida amiga, ela poderia ir direto de volta ao menu. Se uma garota ferrou com o cara, ninguém perguntaria por que ela desapareceu. Ele olhou para ela e viu sinais de dólar. Seu alvo franziu o cenho e começou a ir embora, mas o bulldog loiro segurou pelo braço. "Eu preciso de respostas. Por favor." A ruiva deu um suspiro longo de sofrimento. "Deus, você é teimosa. Vamos subir as escadas e conversar. Realmente não é o que você pensa." "Claro que, não é."

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Programa de Luta Livre nos E.U.A. 287


A ruiva se inclinou e cochichou algo no ouvido da loira, fazendo-a olhar como uma idiota. "De jeito nenhum." "Caminhe. Nós discutiremos isso no meu apartamento." Uma noite certa mudada em uma merda grande quando as duas se dirigiram para a escada no centro do edifício. Quando entraram na calçada, Maganti puxou o Taser e esperou até que elas virassem para subir os degraus. Mexeu-se longe o suficiente para obter uma clara linha de fogo e atirou em uma e na outra. Pow, pow. Levou apenas um minuto para puxar seus corpos para fora e levantar as mulheres para dentro da caixa — um pouco emaranhado, mas que inferno — e assegurar a caixa para o carrinho de mão. Ele voltou ao seu furgão, empurrando o carrinho até a rampa, e estava a caminho. Agora, este foi um trabalho muito bom do caralho.

Gabi despertou, com a cabeça batendo, o estômago com náusea pela violência. Sua boca se sentia como se tivesse lambido areia da praia, e seu cérebro parecia enevoado como se tivesse passado a noite inteira bebendo. Só... Não estava tão certa? Tentou sentar-se, percebeu que estava em um chão de metal — não sua cama. Algo sacudiu quando mexeu seus braços. Contida? Ainda estava no clube? Levantou a cabeça cuidadosamente assim não cairia. Usava algemas. Uma cadeia, nos dois pés amarrada com as algemas foi trancada em um parafuso na parede de metal cinza. O mundo girou vertiginosamente quando balançou para a posição sentada. Engoliu em seco. Estou no Shadowlands? Nenhum som. Marcus não estava no lugar. Ela deixou o clube. Então porque a escravidão? 288


Conduziu de volta ao seu apartamento. Certo. E ela socou o babaca? Flexionou os dedos, rangendo os dentes quando sentiu a dor em seus dedos. Isso não foi parte de um sonho. Então... Jessica chegou, e começaram a subir os degraus. Um homem na sombra. Dor. Gabi ficou tensa, lembrando-se da dor horrível, quando todos os músculos gritaram em agonia. Então... Aqui. Ela virou a cabeça. Jessica estava ao lado dela. Inconsciente. Algemada. Não estavam no clube. Não jogavam em uma cena. Não, não, não. Um grito tentou escapar, mas não conseguiu passar pela constrição na garganta. A náusea, dor de cabeça, a tontura... Drogada. A constatação horrível veio lá do fundo e bateu em seu cérebro. Raptada. Se Thompson não tivesse pegado o maldito. Fui seqüestrada. Com Jessica. Terror subiu nela, tão inevitável quanto às ondas quebrando nas pedras, inundando os seus pensamentos, até tudo ficar vermelho. Frio. Tenho que sair daqui. Empurrou no parafuso, e a segurou implacavelmente. Não. Ah, meu Deus, por favor. Sacudiu e puxou a corrente. Vamos lá, caramba, vamos lá! Puxou mais e mais, até que as algemas de metal rasgaram sua pele. Dor. A dor aumentando e empurrando para além do seu pânico. Ofegante, caiu contra a parede fria. O que estava fazendo? Entrei em pânico. Balançou a cabeça, obrigou que a respiração acalmasse. Não faça isso outra vez, Gabi. Quando olhou para o sangue escorrendo-lhe dos pulsos, o terror subiu até as bordas de sua mente, empurrando seu controle. Usando toda a força de vontade, voltou sua atenção para longe das restrições. Onde estamos? Paredes cinza, chão cinzento. Metal. Não é um quarto. Uma van de carga. Cheirava a suor, medo e doença. E a sexo. Empurrou mais para trás contra a parede, puxando as pernas em uma bola. A única luz vinha de uma janela de malha pequena em uma porta entre a parte de carga e a seção da cabine. A área de carga era um refrigerador, uma porta-banal, e uma 289


grande caixa de papelão ondulava para uma máquina de lavar com um carrinho de mão encostado nele. Nada ao seu alcance. Seu peito começou a apertar, mas Jessica gemeu. Um minuto depois, a loira levantou a cabeça, apertando os olhos contra a luz. "O que aconteceu?" "Nós fomos sequestradas." "Desculpe-me?" Faça melhor, Gabi. "Desculpe. No meu apartamento, acho que alguém nós acertou e nos drogaram. Estamos acorrentadas." Gabi escutou. Nenhum ruído de trânsito, sem pessoas gritando ou rindo ou conversando. As cadeias tilintavam enquanto Gabi esfregava a cabeça doendo. "Ninguém sabe onde nós estamos — ou até que ele nos pegou." O FBI pensa que eles capturaram o criminoso. Quanto tempo antes de alguém ligar para Gabi? Oh meu Deus. Medo brotou para fora. Nenhum salvamento. Nenhuma esperança. Suas mãos fecharam em punhos, quando lutou para se controlar. "Calma, amiga, fácil." Jessica deslizou perto. Não estou sozinha. Ela tinha alguém dependendo dela. Não posso perder isso. "Desculpe.‛ Sussurrou Gabi. Martelando o coração, ela mentalmente voltou do abismo. Depois de um segundo, virou e encostou-se à parede da van, de frente para a outra mulher. "Nós temos um tipo de problema." Mãos cerradas em punhos, à loira olhou ao redor da van, o rosto branco. Em seguida, seu queixo ergueu. ‚Eu reservo o direito de gritar com você sobre Z mais tarde. No momento, diga-me o que está acontecendo." Apesar do gelo que rastejava até sua espinha, Gabi quase esboçou um sorriso. Confiança em Z por não ter uma namorada fracote. "É como isto<" Quando Gabrielle falou, Jessica tentou de várias formas sair das algemas. Nenhum negócio. No momento em que terminou a história de Gabrielle, Jessica queria matar Z, 290


mortinho da silva. Por isso que ele caiu tão duramente sobre ela, idiota. Por que ele continuou a amordaçando. E por que< "Ele tentou me manter fora do clube completamente.‛ Disse ela lentamente. "Eu aposto." Gabrielle abanou a cabeça. "De qualquer forma, a única coisa que ele sente por mim é simpatia. Sinto muito ele não te dizer." Ela fez uma careta. "Marcus ficou furioso quando soube." "Mas se você está com o FBI e é um chamariz, então alguém vai nos salvar." Esperança brotou. Ela quase podia ouvir os bons subindo na van agora. "Não. Deus, isso está tão ferrado. Meu protetor, idiota, me tratou como uma vagabunda e estava ficando cada vez mais desagradável. Na noite passada, alguém lhe disse que eles haviam preendido o sequestrador, então ele pensou que o trabalho tinha terminado, e chegou a mim." Gabrielle estremeceu. "Oh." "Sim. Chamou-me de nomes feios. Tateando-me no escuro." "E?" "E quebrei o nariz dele. Ele partiu." Afronta queimou em Jessica. "Seu protetor a abandonou?" Gabrielle deu de ombros. "Bem, supostamente eles pegaram o cara mau. Não é." "Então ninguém sabe que nós fomos sequestradas." Oh Deus. As unhas de Jessica escavavam buracos nas palmas das mãos. "Suponho que você tenha todas as habilidades maravilhosas do FBI?" Gabrielle deu um riso amargo. "Sou uma assistente social, e não uma agente. Oferecime, porque joguei em clubes de BDSM anos atrás." "Você não é uma agente?" "Desculpe. Não acredito que ele também pegou você.‛ Gabrielle murmurou. "Ele vai nos vender." Seu rosto estava branco o suficiente para igualar com sua cicatriz, tremores sacudiram constantemente, e ela olhou bem na borda. 291


"Você está bem?" "Eu tive tantos pesadelos com isto. E agora aconteceu." Gabrielle olhou para suas mãos, respirando muito rápido. Jessica se lembrou de como alguns membros riram das punições da estagiária atrevida. Só que ela não era uma pirralha em tudo. Durante um mês, essa pobre mulher tinha jogado encoberta, esperando para ser sequestrada. Jessica sacudiu a cabeça, condolência subjugando seu medo. Tempo para eu assumir um pouco da carga. Ela considerou as opções, depois deslizou na medida em que a cadeia deixava. Ela bateu-lhe com o braço em compaixão contra o ombro da mulher. "Ei, se duas pirralhas não podem descobrir como sair dessa, quem pode?" Gabrielle endureceu e olhou para ela em descrença. Jessica deu-lhe um olhar e inclinou a cabeça na forma que fazia a Z quando ele a desafiou a experimentar algo novo. Os ombros de Gabrielle endireitaram. "Ah. Certo." Seus olhos apagados. "Iremos sair daqui? Claro que sim. Nós temos apenas que fazer algo." "Pode apostar que sim." "Obrigada." "O prazer é meu." Jessica esperou um pouco. "Acha que não chegarei a bater em seu traseiro quando isto estiver terminado, huh?" Desta vez, Gabrielle realmente deu uma risadinha. "Não é de admirar que Z te adora." Jessica olhou fixamente. "Oh, por favor. Eu não sou cega. Vi a maneira como ele olha para você, como te trata." Gabrielle deu um sorriso de escárnio. "Pessoalmente pensei que você era uma cadela real, mas se você acreditasse em que eu furtei seu homem — e que ele realmente olharia duas vezes em mim — eu poderia ter vindo toda irritada também. Mas acabe com isto. O homem ama você. " 292


Um nó na boca do estômago de Jessica desapareceu, e os olhos alargaram. "Obrigada." "Não tem problema." "Você sabe, eu me sinto melhor. Ainda apavorada, mas... Melhor. Estou tão feliz que eu poderia até gritar..." Ela balançou as sobrancelhas. "Soa como um plano." Jessica soltou um grito ensurdecedor, e Gabrielle seguiu o exemplo. Quando a porta de trás da van arregaçou, os olhos de Jessica lacrimejaram na súbita explosão de luz. "As cadelas estão acordados, César." "Ótimo." Soou outra voz de homem. "É quase tempo de partir."

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Capítulo Vinte Incapaz de dormir, Marcus tinha subido de madrugada e tentou preparar algumas perguntas para uma testemunha em seu próximo processo judicial no tribunal. Inútil. Ele não conseguia se concentrar. Pegou o telefone em seu escritório da casa de Gabi e socou o seu número. Ainda não havia resposta. Dane-se a pequena sub, saindo do clube sem sequer dizer um adeus ou que tivesse uma vida agradável, ou qualquer coisa. Porra Celine também. Depois de entregar a sua bebida e dizer que Gabi estava no banheiro, ela começou a dizer: "Você é meu mestre." E toda essa baboseira. Ela provavelmente não iria perturbar, novamente, uma vez que ele falou com alguns Doms e lhes disse que ela estava procurando um Mestre. Finalmente livre, ele foi à procura da pequena sub, apenas para descobrir que ela tinha partido. Esfregou o rosto cansado. Quase chamou Z e pediu o endereço de Gabi, mas mostrando-se em sua casa poderia estragar a investigação do FBI. Era melhor tirar aquela bunda bonita da cama para atender ao telefone. Por que ela o deixou assim? Talvez, com a sua missão concluída, achou que eles tinham acabado um com o outro. Ela estava redondamente enganada. Mãos atadas atrás de sua cabeça, ele se recostou na cadeira do escritório. Sorrindo, quando se lembrou de como ela apagou a vela no jogo da cera. Pequena pirralha. Ele precisava convencê-la a permanecer mais uma semana — e ficar aqui com ele. Se pudesse ganhar mais de um júri, talvez o caso pudesse se defender por si mesmo. Ou talvez pudesse solicitar algum tempo de férias a partir do DA e visitar Miami. Não, Doçura, nós não terminamos. Quando seu telefone tocou, ele pegou a antecipação subindo. Ninguém iria chamá-lo tão cedo, exceto, talvez algum estagiário arrependido. "Olá." 294


"Marcus, Gabrielle está com você?" Era a voz de Z. A decepção deu lugar à preocupação. "Não, ela não está. Por quê?" "Ela não está respondendo ao telefone dela, nem ao seu auxílio da noite passada. O agente de plantão que veio disse que ela não está em seu apartamento, mas o carro está no estacionamento." Marcus estava em pé, sem se lembrar disso. Forçou um fôlego. Conheça os fatos, Atherton, antes de sair meio armado. "Talvez ela e o agente foram dar um passeio?" "Aparentemente, o próximo homem teria sido notificado da sua localização." Uma mão fria apertava a espinha de Marcus com a implicação. "Você está no seu lugar?" "A caminho. Galen e Vance estão lá. " "Dá-me o endereço." Vinte minutos depois, Marcus puxou para o estacionamento de Gabi no complexo de apartamentos. Prédio de três andares, marrom maçante, sem paisagismo. Doía-lhe pensar que ela vivia aqui. Olhou de soslaio para os números nas portas até achar a dela. Uma chuva leve salpicava contra ele enquanto corria por todo o lote. Ele desviou em torno de uma pequena Taurus estacionada na vaga dos bombeiros a dois passos de cada vez. O apartamento de Gabi estava aberto, um homem em um terno escuro bloqueando a porta. "Deixe-o entrar." Z falou de dentro. Marcus empurrou o homem. Vance e outro homem estavam na sala de estar. Z estava na cozinha minúscula, com o rosto com expressão de exaustão. "Marcus." "Notícias"? Marcus perguntou. "Nada de bom." Z amassou seu pescoço. "Aquele carro na frente é de Jessica. Destrancado. Sua bolsa está nele. Seu telefone também. Ela não está respondendo em casa." Marcus olhou para ele. "Ambas estão sumidas?" Galen saiu do quarto. Ele usou cuidadosamente seu pé para empurrar um gato de 295


volta e fechou a porta atrás dele. Ele assentiu para Marcus e falou com todos. "Chamei a Central. Os dispositivos de rastreamento estão operando, mas são desprezíveis. Ambos, os sapatos e a bolsa de Gabrielle estão ainda em seu carro." "Não há chance de você ter cometido um erro?" Marcus perguntou. Galen deu um olhar amargo em um conjunto de chaves na mesa da cozinha. "Vance encontrou as chaves do apartamento de Gabi na calçada." A fúria cresceu nas veias de Marcus acompanhado por puro medo. Onde está você, Gabi?

"Você vai gritar novamente, vadia? Nós estamos no meio de um pântano — não fará muito bem a você." Em uma regata e calça jeans, um homem repulsivo com a pele esburacada e cabelos pretos pegajosos estava dentro da van, balançando com seu peso. Gabi viu as tatuagens que cobriam os seus braços e quase entrou em pânico novamente. Sua boca torceu num sorriso feio enquanto ele olhava para Gabi, seu olhar persistente em seus seios. "Cesar sabe que gosto quando as cadelas gritam." Seu coração martelando, Gabi olhou por ele e para fora da porta do furgão. Carvalhos com musgo pendurado, mato grosso, uma estrada de terra. Silêncioso exceto pelo gotejamento de água das árvores e alguns cantos de pássaros. Ela olhou para Jessica e viu sua compreensão infeliz. Ninguém viria investigar os seus gritos. O homem chamou César que entrou na van e puxou a porta para baixo por trás dele. Tingido cabelo loiro, olhos castanhos de lama, pouco menos que um metro e oitenta e dois, e musculoso. Ele vestia um macacão com uma marca de loja de eletrodomésticos. "Não quero limpar o meu furgão quando a vadia fizer xixi em sua roupa, para usar o banheiro portátil 296


agora. Você não ganhará outra oportunidade até estar no barco." "O que está acontecendo? Onde nós estamos?" Jessica perguntou sua voz tremendo ligeiramente. Cesar bufou. "Sempre as mesmas perguntas. Você será vendida para compradores que irão apreciar a sua especial... Qualidade." "Agora?" Medo combinado com a náusea das drogas, empurraram o estômago de Gabi. Quanto tempo nós temos? "Em breve, o suficiente. Um barco vai buscá-las no centro de Clearwater em um par de horas. Nós estaremos em nosso caminho daqui a pouco." "Então o quê?" Ele deu de ombros. "Não saberá. Não importa." Olhou para o outro homem. "Jang, um de cada vez. Eu cobrirei." Bateu o Taser no coldre na cintura. Quando Jang puxou uma chave do bolso do jeans, Gabi viu o esboço de um telefone celular. Suas narinas chiaram como se ela pudesse sentir o cheiro da esperança. Um telefone. "Sua vagabunda, em primeiro lugar." Quando os olhos fixaram sobre ela, a pele de Gabi arrepiou. "Nós vamos nos divertir um pouco no passeio. Eu vou, pelo menos. Você vai gritar." Ele agarrou os pulsos e enfiou a outra mão no seu espartilho. Sem pensar, ela o chutou nas bolas tão duro quanto pode. Ele fez um horrível som estridente quando cambaleou para o lado. Suas pernas amoleceram, caindo de joelhos enquanto segurava sua virilha, engasgando e sugando o ar. Gabi puxou as pernas para trás, momentaneamente a sensação de vitória foi maior que a do medo. Então ela ergueu o queixo. Ela pagaria por chutá-lo... Mas tinha valido a pena. Quando Jang gemeu, o outro cara deu uma risada desagradável. "Você esquece que dividimos para segurar os punhos de cada cadela para prendê-las? Pernas são livres, seu idiota. Agora, movasse." Jang empurrou para seus pés, seu caminhar vacilante, palidez no rosto. Ele desviou 297


em torno de suas pernas. Antes que ela pudesse se mover, ele agarrou seus cabelos e bateu sua cabeça contra a lateral da van. Dor rasgou a cabeça em uma explosão escaldante. Seu estômago virou, e ela vomitou. "Merda." Jang soltou e se afastou rapidamente. "Idiota." Cesar fez um som de nojo. "Ainda fedia, da última vez que vomitou as tripas para fora. Basta deixá-la mijar e a tranque de volta." Rosnando, Jang destrancou, puxando a corrente livre, e a ergueu aos seus pés. Ele a empurrou em direção ao banheiro portátil. Deixou-se cambalear, o que não era difícil considerando que sentiasse zonza como o inferno. Virando-se para se sentar no vaso sanitário, deliberadamente caiu para frente, batendo nele. Quando ele cambaleou para trás, ele agarrou-a nos braços. Com o corpo de Jang bloqueando a visão do outro homem, Gabi bateu a cabeça em seu peito para desviar sua atenção, e deslizou a mão no bolso. Seus dedos fecharam em torno do telefone. Ela caiu para o banheiro, escondendo o telefone na mão e arqueando sobre seu estômago, como se precisasse vomitar. E sua mente conseguiu algo pior, ela poderia. Depois de uma respiração rápida, levantou a cabeça e olhou para Jessica. "Perdedora o que você está olhando? Isto é tudo culpa sua." Os dois homens viraram para olhar para Jessica. A boca da loira caiu aberta. Inferno. Jessica pegando o olhar na boca de Gabi. Grito. Jessica piscou. Mas ela pegou rápido. "Minha culpa? Você sua cadela sacana que tentou roubar o meu homem." Ela puxou as restrições. Enquanto os homens tinham a atenção sobre Jessica, Gabi colocou o telefone no seu espartilho, escondendo-o entre os seios. Então, tomando o seu tempo, tentando acalmar seu estômago, ela fez o seu negócio, humilhada com o som. 298


Ainda caminhando bambaleando, Jang rebocou Gabi fora do banheiro, trancou-a, e Jessica deu uma volta. Inclinado para trás, viu Gabi sob os cílios, rezando para que ninguém chamasse ao telefone de Jang. Ela pensou, não importa o quão idiota ele era, ele poderia perceber se os ruídos do toque viessem de seus seios. Para seu alívio, eles simplesmente acorrentaram Jessica, andou para frente, e fechou a porta da cabine por trás delas. O motor começou com um estrondo e a van saiu. Gabi fez uma careta. A porta entre a seção de carga e da cabine tinha uma pequena janela. Eles podiam ver na parte de trás, mas provavelmente não seria fácil uma vez que a única luz vinha dessa janela. Por que ter uma porta de todo? Seu estômago torceu. Provavelmente para que ninguém na rua pudesse olhar através do pára-brisa e ver as mulheres algemadas. Sua respiração engatou. Não. Não posso entrar em pânico agora. "O que foi toda essa ação?" Jessica murmurou. Ela não deve ter visto Gabi pegar em seu bolso. Se você está assistindo do outro lado, Danny, obrigado pela lição. "Peguei seu celular." Cabeça intensa com dor, Gabi atrapalhou em torno das restrições ao curto comprimento da cadeia e algemas, finalmente conseguiu tirar fora o telefone de seu espartilho. Ela apertou 911. Ocupado. Tentou novamente. Ocupado. Maldição. Teclou o número de Rhodes. Nenhuma resposta. "Não lembro o número de Galen. Fale o número de Z.‛ Jessica vacilou fora um número. Ninguém respondeu, e Gabi utilizou o correio de voz, tentando ser clara. Sequestrada. Doca. Clearwater. Furgão de carga. "Descreva os caras — diga-lhes sobre as tatuagens.‛ Jessica murmurou. Gabi fez e terminou, dizendo-lhe para não ligar para o número do celular. Colocou isto no modo silencioso< Por via das dúvidas. 299


"Merda, merda, merda." Jessica deu o número para Gabi do seu escritório. Outro correio de voz, caramba. Gabi deixou a mesma mensagem, em seguida, excluíu o registro do telefone. "Deixe-me tentar de novo 911." Ela esmurrou em 9, então... "Não posso encontrar o meu fodido telefone!" Jang gritava da cabine. Gabi sentiu o sangue drenar no rosto. Oh, Deus. A van freou e parou. Coração batendo forte, Gabi fechou o celular e deslizou no chão. Ele parou ao lado do banheiro portátil. Caiu, tentando controlar sua respiração. A porta estourou aberta da cabine e bateu na parede fazendo um barulho que a fez encolher as entranhas. Luz do parabrisa destacou o corpo de Jang quando entrou na traseira. "Onde está ele, fodidas cadelas?" Gabi refletiu a expressão confusa de Jessica. "Tudo bem, vou encontrá-lo sozinho." Ele ainda andou com suas bolas feridas. Evitando seus pés, ele arrancou Gabi lateralmente até as restrições puxarem os braços estendidos. As algemas em seus pulsos cavaram seus pulsos nus. Puxou o espartilho, sem sucesso, amaldiçoou, e começou a desprendê-la. Gabi lutava inutilmente, doente de repulsa. Com medo. Quando abriu a metade de seu espartilho, Jang agarrou seu peito. Quando tocou, seu pensamento fragmentou, com terror. Ela não poderia se mexer, não conseguia respirar. "O que está tomando tanto tempo?" Cesar entrou na parte de trás e olhou para Jang. "É idiota, não tenho tempo para esta porcaria." Puxou o seu próprio celular, e socou em um número de telefone... Pelo vaso sanitário zumbiu suavemente. "Você desajeitado fodido, ele está ali." "Tudo bem." Jang espremeu a mama de Gabi violentamente. "Considere isso um exemplo para mais tarde.‛ Ele sussurrou e empurrou contra a parede de metal. Ela resmungou quando bateu e lágrimas encheram seus olhos. Por favor, alguém nos tire daqui. 300


Depois de recuperar o seu celular, Jang bateu alguns botões, obviamente, verificando as chamadas efetuadas. Não movendo, Gabi assistiu, agradecendo a Deus que ela apagou os números que discou. Sua cabeça bateu no ombro e peito e os pulsos latejavam de dor. Se ele voltasse para ela, ela poderia chorar. Sua mandíbula apertou. Não. Não, ela não iria. Com um encolher de ombros, ele disse a César: " Nós estamos bens." "Sim, boa coisa para você, seu idiota." Cesar lhe fez sinal para frente e o seguiu. "Você está bem?" Jessica murmurou. Gabi assentiu grata por ela não estar totalmente sozinha. Não que isso fizesse alguma diferença. Inclinou a cabeça na parede, olhou para os pulsos, a carne mutilada e púrpura circulos negros sob as algemas de metal. Manchando de sangue o chão de metal. Talvez seja por isso que Marcus utilizava algemas de couro. Lembrava-se de como ele ficava perto o suficiente, sua respiração trazendo seu perfume masculino, quando ele segurava seu braço, aperto morno enquanto ele corria um dedo debaixo das algemas para ter certeza que não estava muito apertado. Ela olharia para cima até vê-lo assistindo ela atentamente. Seu lábio em curva — somente naqueles primeiros dias, então mais. As últimas duas noites, ele teve um sorriso diferente: Um que disse que sabia que ela era dele — o sorriso possessivo de um homem que teve uma mulher e com intenção de tê-la novamente. Todo tempo, embora ela não se movesse mesmo, mexeria em direção a ele. Em direção a sua possessão. Não mais me usará, Senhor, mas, Use-me, Senhor. E agora ela nunca o veria novamente. Um escravo. Será que iam quebra-la? Talvez? Ou talvez ela morresse primeiro, seu corpo mutilado nos pulsos, queria gritar. Um tremor tomou conta dela. Ela não estava principalmente com medo de morrer. Todo mundo fazia, mais cedo ou mais tarde. Mas o pensamento do que vinha antes da morte, que alguém deliberadamente infligiria algo horrível, uma dor forte no seu... Com suas mãos tremendo, o sangue escorrendo de seus 301


punhos e respingado no chão. Ok! Estou apavorada. Eles poderiam facilmente transformá-la no pânico, em um animal irracional. Não quero isso de novo. Assim ela condenaria bem em fazer absolutamente tudo que podia para escapar, não importando quão pequena a chance. Nenhum ponto em esperar algo melhor vir. E se ela conseguisse atrair atenção, então talvez — ainda que ela morresse — talvez Kim ou Jessica pudessem ser salvas. Sua coluna endireitou. Plano idiota e fraco, mas ajudou a levá-la mais um passo longe de perder o controle. Eu sou mais que um animal. Quando o caminhão retumbou no caminho, ela mentalmente puxou sua calcinha grande de menina — que realmente desejava estar usando ao invés de uma tanga e se virou para Jessica. "Sabe, eu tive todos estes grandes insultos para usar no Shadowlands, mas eu me esqueci de gritar eles em Jang. Quer ouvi-los?" Jessica olhou para ela, depois chupou em uma respiração entrecortada e sorriu. "Claro. E contarei alguns dos meus favoritos." "Legal. Meu favorito é: sua certidão de nascimento é um pedido de desculpas da fábrica de Doms." "Não. Jang é demasiado estúpido para entender o significado." Jessica pensou. "E Que tal: Por que você não verifica o E-Bay e vê se eles têm uma vida à venda?" Gabi sorriu. "Não é ruim. Hmm-oh, eu sei... É o seu rosto ou não, o pescoço que faz vomitar." O estalar de riso que Jessica deu fez o coração de Gabi iluminar. Era bom não estar sozinha.

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Em frustração crescente, Zachary assistiu quando os agentes do FBI tentavam achar algo, qualquer coisa que apontasse na direção certa. Maldição, onde a entrega aconteceria? Seu medo por Jessica amarrou seus intestinos até que permaneceu e caminhou na cozinha. Novamente. Do quarto veio o som de miados melancólicos. Ele tinha estado lá mais cedo, segurando e acariciando os dois felinos enquanto Vance vasculhava o apartamento. Os gatos que Gabrielle gostava. Talvez tanto quanto ele gostava de Jessica. Correu sua mão pelo cabelo, o desejo por ela tão mal que seus braços doíam. Precisando sacudi-la, boba por assustá-lo, abraçá-la e deixá-la saber o que significava para ele. Tudo o que conseguia pensar era o quão infeliz ela tinha sido ontem à noite. Por causa dele. Ele olhou para suas mãos, inútil, sem objetivo em vista. Não saber... Não ser capaz de agir... No sofá decrépito, Galen teve estendida sua perna ruim. Enquanto falava em seu telefone celular, seu rosto lentamente avermelhando com raiva, e sua voz baixa afiada para uma extremidade tão cortante que a outra pessoa provavelmente teve o acúmulo de sangue em seus pés. Com uma maldição baixa, o agente fechou o telefone e chamou um dos agentes locais. "Campbell, Rhodes atendeu em seu escritório. Interrogue-o para qualquer coisa que ele viu na noite passada." "O que aconteceu com ele?" Campbell perguntou. "Por que não está aqui? Ele está bem? Onde está a Senhora Renard?" Os olhos de Galen tinham escurecido para preto total. "O babaca diz que Gabrielle perdeu a paciência e bateu nele. Quebrou o nariz. Passou a noite em um pronto-socorro, esperando para ser atendido." Campbell olhou. "Ele a deixou e não chamou?" "Que tipo de treinamento seus agentes tem?" Marcus agarrou. Galen tomou o golpe verbal sem estremecer. "Ele pensou que a investigação estava 303


terminada. Ontem à noite, um agente designado para outro chamariz apanhou um homem atacando uma mulher por trás do clube de St. Pete. A mulher ficou inconsciente durante o combate, e Thompson acreditava que era uma sub. Ele chamou Rhodes para se vangloriar." "Ele não era o seqüestrador?" Zachary perguntou, já sabendo a resposta. "Apenas um tipo do clube querendo jogar fora um cenário de estupro. Uma vez que a mulher acordou e explicou, soltamos o homem. Mas Thompson não se incomodou de chamar Rhodes de volta." "Então, Rhodes está livre e limpo?" As mãos de Marcus estavam em punhos. Zachary deu-lhe um olhar de advertência. "Não, Marcus.‛ Disse Vance. "Não importa o que fosse ele não deveria ter deixado ela sozinha. Nós lidaremos com ele mais tarde." Marcus acalmou e visivelmente se obrigou a relaxar. "Exagerei senhores. Por favor, me perdoe." Galen deu um sorriso fino. "Considere-lhe uma carne morta, Marcus. Você tem a minha palavra." Zachary virou e voltou pela sala, a sua necessidade de fazer alguma coisa. Fazer qualquer coisa, pegar o carro e gritar seu nome em cada esquina. Maldição, Jessica. Com o barulho das conversas diferentes, Zachary a princípio não ouviu a música que vinha do quarto. Mangione é Feels So Good. O toque do seu celular. "Não!" Ele rasgou todo o apartamento, empurrou a porta, tropeçando nos gatos e de alguma forma conseguiu chutar a porta fechada atrás dele antes que eles escapassem. Pegou a jaqueta da cama e puxou o celular do bolso. O toque parou. Não, caramba. Ele virou o telefone aberto. Uma das mensagens. Ele quase escutou, em seguida, obrigou-se a voltar de novo esmurrando o inicio. "Z." A voz de Gabrielle. Rouca. Cansada. 304


"Silêncio!" Ele virou-se para os outros. Ele colocou no viva-voz e aumentou o volume. "Ele nos levou, a mim e Jessica. Taser e drogas. Nós estamos em uma grande van de transporte de carga. Um barco está nos esperando nas Docas de Clearwater, no centro da cidade, em aproximadamente duas horas." Zachary ouviu um sussurro. A voz de Jessica dizendo algo sobre tatuagens. Seu coração batia com força suficiente para machucar. Ela estava viva. A mensagem de Gabi continuou. "Dois homens. Eles chamam um ao outro de Cesar e Jang. Jang tem tatuagens que cobrem seus braços. Não chame nesse número de volta. E o seu telefone." Silêncio. Galen já estava no telefone, gritando ordens. Vance tinha seu celular, mas parou para olhar para Marcus e Z. "A maioria das mulheres estariam em histeria. Essas duas estão se mantendo juntas. Pensando. Dê-me um pirralha qualquer dia." Entregou a Zachary um pedaço de papel com um número rabiscado nele. "Encaminhe a mensagem para este número para uma boa análise. Duvido que nós obtenhamos algo útil, mas não custa tentar." Zachary concordou. Marcus bateu os dedos na mesa por um segundo. Então, olhou para Zachary e baixou a voz. "Não estou esperando por eles nos dizerem no que posso ajudar. Estou saindo agora." Zachary verificou os agentes, ocupados com o planejamento. "Eu dirigirei."

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Capítulo Vinte e Um Sons barulhentos, motores, o rangido de freios. A buzina do carro. Gabi sabia que tinham atingido a cidade. A van retardou, acelerou, retardou, rangendo as algemas em seus pulsos, fazendo-as queimar. Mais sangue escorria-lhe do braço. Jang entrou na seção de carga, deixando a porta aberta. Segurando um pano e um rolo de fita adesiva, ele caminhou até ela. Seu coração batia contra as costelas. Eles estavam na cidade, às pessoas ao redor. Provavelmente iam rápido demais para que todos pudessem ouvi-las. Ainda assim... Não perderia a chance. Nós vamos morrer de qualquer jeito. Ela gritava tão alto quanto podia, e Jessica se juntou a ela um segundo depois. Ele bateu desajeitado em Gabi. Sua cabeça respondeu, seu rosto queimou com a dor. Então chutou Jessica no estômago. Seu gemido o fez rir, antes que se virasse para Gabi. "Coloque a mordaça, idiota." Gritou Cesar. Seu rosto em chamas com a dor, Gabi lutou, ombro empurrando contra ele, tentando derrubá-lo afastado. Jang agarrou-a na mandíbula e forçou a boca aberta. Meteu um trapo imundo dentro. Apesar de sua tentativa de gritar, ele colocou várias tiras de fita adesiva em seu rosto, abafando-a completamente. Quando se levantou, ela conseguiu se contorcer muito e rápido o suficiente para chutar o joelho. Ele gritou e cambaleou para trás. Com uma praga imunda, ele fugiu de seus pés e bateu com força no chão. Sua cabeça bateu um golpe de martelo reverberando em seu cérebro. Sua bota acertou nas costelas. Uma bomba incendiária de dor estourou através dela. Ela vomitou e sufocou incapaz de inalar. "Se você vomitar com uma mordaça, você morre cadela." Viu por um segundo, sorrindo, em seguida, algemou suas mãos atrás das costas. Tonta demais para se sentar, Gabi estava deitada de lado, levantando para o ar nos pulmões. Não jogue para cima. Ela só conseguia respirar apesar de seu nariz. Estou 306


sufocando... Estrelas preenchendo sua visão. Respiração lenta. Respiração lenta. Mais estrelas rodando no céu negro. Desamparada. Jang mudou-se para Jessica, Gabi, não conseguiu ajudar. Ouviu um baque e um grito de dor, depois passos. Gabi ficou imóvel, facilitando a freqüência cardíaca quando tirou o ar de dentro cuidadosamente. Não entre em pânico. Poucos minutos depois, o furgão puxou para uma parada, e o motor parou. "O barco está aqui?" Jang perguntou. "Eles ainda não chamaram. A tempestade provavelmente os desacelerou. Pelo menos a chuva irá diminuir o número de pessoas nas docas." Estamos nas docas. Uma vez em um barco, não haveria fuga. Deus. O medo de Gabi aumentou, até que estrangulou com isso, mas empurrou. Se entrasse em pânico, ela morreria. Pense estúpida. Ela poderia chegar aos seus pés? "Caixa da ruiva primeiro.‛ Disse Cesar. "Sem fodidas algemas de tornozelo, lembra?" "Inferno." Cesar estreitou os olhos e olhou um segundo. "Use fita adesiva e a corrente. Amarre-as." "Farei isso." Jang virou para Gabi. Muito enjoada por lutar para trás, ela ficou imóvel, quando a fita adesiva fez várias voltas em torno de seus tornozelos. Ele usou a corrente para proteger os pés perto das algemas. "Concluído." Ela tentou se mexer, tentou mover-se, e teve que forçar o pânico novamente. Jessica conhecia o seu olhar, e ela deu um aceno afiado para Gabi. Não desistiria ainda. Nem Gabi. "Uma pequena viagem, vadias, e então você pode gritar.‛ Disse Cesar. Seu bastardo. "Nós vamos ter algum tempo antes do barco chegar?" Jang perguntou. "Você acha que seu pau vai funcionar até lá?" Cesar deu uma risada desagradável. Jang tocou sua virilha com cautela e resmungou algo. Por favor, deixe seu pau ficar mole. Ela olhou para sua virilha. Enquanto estava 307


desejando, deixa apodrecer e cair também. Por favor. César entrou na área de carga, deslizando uma pistola em um bolso. Puxou as etiquetas de máquina de lavar roupa fora dos lados da caixa, deixando marcas apenas de ESTE LADO PARA CIMA. "Vamos levá-la." Ele agarrou Gabi sob os ombros, Jang agarrou em suas coxas, e ergueu-a. Eles baixaram mais de seu caminho para a caixa, em seguida, deixou cair o último pé, batendo o ar para fora dela. Luzes dançavam em sua visão, até que conseguiu um fôlego. "Lacrar com a fita?" Jang perguntou, espiando para ela, os lábios puxados para trás para mostrar os dentes amarelados. Estou tão feliz que eu chutei as suas bolas em sua garganta. "Coloque um par de fitas para manter lacrado. Não quero foder com a fita adesiva abrindo entre as cargas." As abas fecharam, deixando-a na escuridão. Seu coração martelou, martelou e sangue em suas veias tão alto que mal ouviu Jang aplicar a fita até o topo. "Cabeças de bagre, caralho, se eles estavam atrasados, deveriam ter chamado." A voz de Cesar foi fraca quando veio através da caixa. Não se apresse, barco. Gabi arqueou para trás até que sua coluna se sentiu como se fosse agarrar, e conseguiu tocar a fita adesiva em volta de seus tornozelos. Ela avançou um dedo ao longo da fita, jurando em silêncio. A corrente que prendia seus pulsos aos tornozelos tinha rolado muito da fita ao longo. Maldição. Eu só preciso de um ou dois metros e um pouco de tempo. Um telefone celular tocou. "Sim."A voz de Cesar. "Estarei ai." "Eles estão aqui?" "Subordinação até agora.‛ Disse Cesar, a satisfação na espessura de sua voz. Botas bateram para a área de carga e Gabi ouviu o barulho quando a parte de trás da van deslizou para cima. "Suba a rampa. Vou levá-la e dizer-lhes que tenho uma extra.‛ Disse Cesar. "Deixe a 308


loira pronta para ir quando eu voltar." Maldição. Gabi quis gemer — ela encontrou apenas uma área sem dobras da fita adesiva. Ela rasgou isso. A caixa inclinou, deslocando seu aperto. Eles a colocaram em um carrinho de mão, Gabi percebeu. Ela freneticamente procurou novamente com as coisas raspando na caixa de tiras para garantir isso. O piso da caixa veio, deslizando de seu lado, quando o trole bateu ao descer a rampa. Ela ouviu um barulho metálico, quando alguém puxou a porta da van para baixo. Ruídos suaves tocando confundiu. Chuva? Ela torceu para alcançar a fita. O carro rolou erraticamente, arruinando seu aperto. Eventualmente, a grade de rodas na rua mudou, e ela ouviu a batida da água. Eles atingiram a doca. Deus, ela estava fora de tempo. O carro colidiu com alguma coisa, inclinou ligeiramente, e ela piscou. Talvez... Movimento parado. Voz baixa. Gabi se contorceu até os pés voltarem para frente, em seguida, capotou as mãos algemadas para acertar o lado da caixa com os joelhos e a cabeça. O carro balançava levemente. Ela rolou de volta ao baque duro para o outro lado. A caixa amassou. Cesar amaldiçoou.

As docas de Clearwater era muito grande. Praguejando baixinho, Marcus enxugou a chuva fora de seus olhos. Trovão soou, abafando o ruído do tráfego na Calçada Memorial Bridge, que aparecia na altura sobre o mar. Ele podia sentir o tempo desaparecer e sua barriga mais atada a cada minuto irrecuperável. 309


Como inferno deveria diferenciar um barco fazendo a captação de um inocente? Apesar do tempo, o lugar estava ocupado, na maioria por marinheiros de domingo e aqueles que conheciam uma chuva boa que ajudava a pesca. Um iate trepidou afastado em um rolo de fumo azul-cinza. Ele enrijeceu. E se Gabi estava a bordo? Se eles estavam muito atrasados? Ele viu Vance e outros agentes nas docas adjacentes. Ele e Z já tinham rondado o cais, quando o FBI chegou. Aceitando o inevitável, Vance tinha dado a eles atribuições. Z para o estacionamento sul, um outro agente para o norte para pesquisar o furgão de carga entre o número assustador de veículos. Depois de ver o tamanho do mar, Galen tinha chegado de volta em seu carro para chamar a polícia de Clearwater. Olhando para barco, após barco, Marcus continuou andando. Ao final do deslizamento, dois homens no escuro com jeans terminavam de amarrar seus barcos de pesca. Um pisou na doca e inclinou-se contra um poste de concreto, de braços cruzados. Marcus estudou o barco durante um minuto. Escotilha inferior aberta. Nada aparecia lá dentro. Sem ruídos. E sabia que nada e ninguém podia estar escondido lá dentro. Com um crescente sentimento de desespero, ele voltou. Um homem de macacão empurrava uma caixa em um carrinho de mão, desviou em torno dele. Marcus assentiu com a cabeça para ele e parou depois de alguns passos. Isso é uma caixa muito grande. Ele se virou. O homem do barco de pesca se adiantou para cumprimentar o homem da entrega. Quando eles apertaram as mãos, a caixa no carrinho balançou um pouco, e um lado amassou para fora. O homem amaldiçoou e bateu com a mão na caixa. Fúria se alastrou em Marcus, o sangue queimando em suas veias. Ele hesitou se gritasse, o barco iria fugir. Mas ele não podia arriscar tê-los carregando quem estava na caixa... 310


"Aqui.‛ Ele gritou o som ecoando através da água. "Vance, aqui!" Quando os homens se viraram, ele bateu em ambos, derrubando-os fora da caixa. Eles cambalearam para trás. O carrinho de mão tombou, caindo à beira do cais. Uma roda do carro ficou presa, pendurada por um segundo, e o peso da caixa arrastou para a água abaixo. Deus. Marcus fez uma garra frenética para a roda, agarrou-a, e puxou o carro e prendeu na caixa traseira. O carro surgiu para o cais de concreto. De canto de olho, viu um cano direto balançar sobre sua cabeça. Empurrou para trás. O metal bateu em seu crânio. A dor explodiu em sua cabeça, e sua visão ficou vermelha. Ele balançou para o lado. O instinto, o fez bloquear o golpe seguinte, avistou outra entrada, e chutou o homem de macacão de joelhos.

"Aqui! Vance aqui!" Zachary girou para Marcus. Esperança, outra descarga de adrenalina. Um homem perto do fim do estacionamento saiu de uma van para olhar para as docas. Braços cheios de tatuagens. Zachary saiu correndo. O homem viu. Balançou para trás e para dentro da cabine e fechou a porta. Zachary rasgou todo o lote. "Galen! Por aqui!" Muito longe, caramba, muito longe. A van começou com um rugido e afastou-se da vaga de garagem. Os pneus cantaram quando o caminhão acelerou em direção à pista de saída no final. Zachary amaldiçoou. Ele nunca iria pegá-lo. Sirenes lamentavam na distância — muito longe. Perto do fim, a van desviou bruscamente, derrapou e bateu em um carro estacionado. Parou. Mas que diabos? Zachary correu em direção a van. Ele ouviu o rrrr de uma tentativa 311


de ligar o motor. Através da janela lateral, viu o motorista. O sangue escorria de seu nariz. Um pé surgiu do nada e acertou o homem no rosto. Duas pessoas. Um em cada assento do passageiro. Zachary deslizou para o lado da van com um baque duro. Ele abriu a porta do motorista. O motorista bateu nele sarcástico. Agarrando o braço, Zachary puxou-o para fora na calçada. O homem cambaleou. Girando, ele socou. Zachary bloqueou o golpe incompetente, pegando seu braço, torcendo para cima e para trás. A trituração de ossos e cartilagens soou. Gritando de dor, o cara virou cegamente. Dando um passo lateral rápido, Zachary enterrou seu punho em uma barriga macia. Com um gemido explosivo, o condutor dobrou ao meio. Zachary bateu o joelho no rosto. Outro ruído. Outro grito. Longe o suficiente. Seu joelho tinha esticado o sacana até o suficiente para outro soco. Zachary estava feliz de brigar. Ele canalizou sua raiva em um soco nas costelas. A satisfação estalou nos ossos quebrando, desmoronando e a forma como os olhos do homem reverteram em sua cabeça — dissipou a furia de Zachary. O desgraçado caiu. Fora, frio. A dura rotura de tiros provenientes do cais apertou seu intestino. Marcus não estava armado. Mas Zachary tinha trabalho aqui. Ele deu um passo em direção ao motorista. Cautelosamente. Ele reconheceu os pés, e sua gatinha estava muito chateada. Cabelo loiro em um emaranhado, Jessica estava semi-deitada em todo o banco do passageiro. Mãos atrás das costas. Fita adesiva sobre a boca. Os olhos verdes brilhando. Pernas para cima, pronta para chutar um homem no inferno e mais além. Porra, ele a amava. 312


Ela o viu, e seus olhos arregalaram. O olhar que ela lhe deu — fúria e de socorro e amor... Ah, sim, havia amor ali — fez o seu mundo novamente. Ele inclinou a cabeça e sorriu. "Dia difícil, hein?" Ela engasgou com um riso, som histérico, obviamente reconhecendo a pergunta da noite, que se encontraram pela primeira vez. Balançando no banco, ele a ajudou sentar. A sua cólera inflamou novamente com os hematomas no rosto, a pele rasgada nos pulsos. Mas ela estava viva. Segura. Ele enterrou o rosto em seu cabelo por um momento autoindulgente.

Gabi ouviu os gritos de Marcus antes de sua caixa enlouquecer, derrubando e girando e balançando. Sua cabeça ainda girava. Seu ombro sentia-se arrancado de suas mãos algemadas. A caixa estava ao seu lado, e fendas de luz mostravam através das abas rasgadas. Marcus estava realmente aqui? Devo sair. Ela avançou os dedos para baixo da fita adesiva novamente. Lá, uma borda intacta. Combatendo com as algemas, ela conseguiu que a fita entrasse em seus dedos e rasgou. Rasgou — Oh Deus, sim! A cadeia, virando as algemas e a fita, se soltou. Franetica com a necessidade de se libertar tesourou as pernas para descascar o resto da fita rasgada de seus tornozelos. Seus pulsos estavam algemados atrás dela, mas se mexeu, moveu, moveu. Ela se contorceu para o fim da caixa e chutou os retalhos. A explosão do topo aberta, e Gabi desenrolou. Luz demais. Seu crânio bradou com dor. Chuva batia contra ela. Na doca, os homens estavam gritando e correndo em direção ao cais. Ela virou a cabeça. Cesar esparramado no cais perto dela. Mais longe, os homens lutavam. Rosnados e maldições. As figuras borradas, apagadas. 313


Marcus. Um homem com uma capa impermeável virou um tubo de metal grosso contra ele, e Gabi gritou por trás da mordaça. Não, por favor, não. Ela se esforçou para subir. O golpe falhou em Marcus de alguma forma, e ele atingiu o homem, derrubando-o de volta. Na frente de Gabi, Cesar empurrou a seus pés e puxou a pistola de seu macacão. Não! Gabi puxou as pernas dela e mergulhou sobre Cesar. Seu ombro bateu na traseira de seus joelhos. Suas pernas dobraram, e ele gritou quando caiu para trás. Uma tonelada de peso de pescado desembarcou nas costas, quase arrancando os braços a partir das tomadas. Seus joelhos rasparam no concreto. Boca ainda amordaçada, ela lutava para respirar. "Vadia." Cesar saiu, saltou para a pistola apenas fora de seu alcance. Manobrando no ar, ela virou e chutou sua perna, bem nos joelhos. Um momento de satisfação. O rosto contorceu de raiva, ele deu uma guinada em direção a ela. Oh Deus. Ela rolou freneticamente à distância, com seus braços vinculados. "Gabi!" Marcus puxou-lhe os pés e virou de lado. Um tubo sobrevoou a cabeça dela. Um homem se virou e correu em direção a um barco que puxava lentamente para fora do cais. Atordoada, Gabi cambaleou para o lado. Ela pegou o equilíbrio e virou-se para os homens. Sua respiração parou quando Cesar apontou a pistola diretamente para ela. "Você fodida vadia." Fodendo sua boceta. Mão rasgando suas roupas, gritando nomes horríveis... O corpo de Gabi como o cérebro dela congelou ficando em branco. Marcus gritou: "Gabi, para baixo!" Atingiu a superfície de sua mente e saltou fora. Um brutal empurrão bateu-a para um lado. Ela bateu no chão com força, quebrando a paralisia. Marcus bloqueou sua visão de Cesar. O estalo de uma pistola despedaçando no ar. Marcus fez um som baixo, horrível e subitamente de volta, voltando-se ligeiramente. Sangue, terrivelmente vermelho, a camisa 314


manchada. Crescendo. Nããão. Estalos soaram na multidão como fogos de artifício ensurdecendo-a, e Cesar gritou. Ele caiu. Xingando e gritando. Homens estavam na doca. Marcus. Ela tentou sentar, falhou, tentou novamente. Oh, por favor. Cesar deitado, os olhos abertos. Um policial uniformizado parou ao lado dele, então, chutou a arma mais longe. Outro homem gritou para chamar uma ambulância. Ainda de pé, Marcus tinha uma das mãos apertadas em seu ombro, e uma inundação de sangue escorria entre os dedos. Ele estava machucado. Deus não. Gabi sufocou enrolada em seus joelhos, tentando desesperadamente ficar em pé com as pernas que não tinha forças. Alguém agarrou os ombros dela, segurando-a. Mãos tocando-a. Não não não. A onda de terror tomou, e lutou cegamente, arrancando-lhe os pulsos, incapaz de gritar. As mãos soltaram. Ela era livre... E Marcus estava lá, o rosto enchendo sua visão. Ela piscou. Não era sonho. Chuva corria pelo seu rosto como lágrimas enquanto seus dedos quente enrolaram em torno de seu ombro nu. "Fácil, Doçura terminou, está segura, amada." Sua voz, como nada, convenceu-a. O coração dela ainda acelerava, mas só conseguia olhar para ele. Ele está vivo. Ela tentou falar e engasgou com a mordaça. "Bastardo.‛ Disse ele em voz baixa, quando tirou a fita fora de seus lábios muito lentamente. "Senhor, você está ferido." Um homem segurou em seu cotovelo. "Em um minuto." Marcus tirou o pano da boca. Quando ela chupou o ar, os olhos enrugaram nas bordas. "Há, agora você pode ser pirralha tudo o que quiser." Quando ele tocou o rosto dela com os dedos delicados, ajoelhou-se alguém atrás dela e segurou seus braços. Ela estremeceu, tentando escapar, mas Marcus segurava seus ombros, murmurando: "Calma Gabi." 315


Algemas. O homem estava desbloqueando as algemas. Ela segurou quieta, apenas respirando, ignorando a dor quando ele puxou longe o metal que cavava em sua carne. "Lá vai você, querida." Conhecia aquela voz. Como ela trouxe os braços para frente, o arranco de agonia em seus ombros não importou mesmo. Livre. Vance saiu detrás dela. "Quero um cobertor para esta mulher, e este homem para o hospital.‛ Ele gritou. "Idiota.‛ Disse a Marcus. "Sente-se, antes de cair."

Ele parecia tão branco. Gabi sentou ao lado de Marcus na cama com o braço pressionado pelo lado para que pudesse segurar sua mão. Ele tinha agulhas intravenosas no braço, e os fios corriam para um monitor mostrando o seu ritmo cardíaco. Ela tentou não olhar para o visor, aterrorizada das linhas de repente ir em linha reta, como faziam nos filmes. Mas ele passou por uma cirurgia, certo? Se estivesse em perigo, o médico o teria enviado para a UTI, e não uma unidade cirúrgica. Certo? "Deus, eu odeio hospitais.‛ Ela sussurrou para ele. "Acorde, caramba. Eles disseram que você acordou na recuperação. Faça isso de novo." Tinha sido um dia longo, muito longo. Quando Marcus foi levado para fora da sala de emergência, ela viu seu IV e seguiu. Sentada na sala de espera da cirurgia, olhava para a televisão e viu o horror em seu lugar. A pistola. "Gabi, para baixo!" Marcus pisando na frente dela. Cambaleando para trás. O sangue. A culpa é minha. Quando seus avós chegaram, os enfermeiros tinham oferecido gratuitamente as informações sobre o andamento da cirurgia, Gabi se aproximou para escutar. Ela lamentou 316


quando o casal de idosos começou a discutir sobre a namorada que encontraram em junho, Celine, e discutindo se deviam chamá-la. Graças a Deus, o avô disse que não. A espera foi interminável. Impossível ficar parada, ela abraçou uma adolescente, cuja mãe estava na cirurgia depois de um acidente de carro, então consolou uma velha cujo marido não tinha chances de sobreviver. Após Marcus deixar a sala de recuperação, seus avós tinham sentado com ele por um tempo, depois foram para fazer chamadas e comer alguma coisa... E Gabi tinha deslizado dentro. Será que ele nunca acordaria? Vozes no corredor chamaram sua atenção. Galen com seu sotaque de Nova Inglaterra e Vance um retumbante barítono. Malditos sejam. Eles estavam, sem dúvida, olhando para ela e iria arrastar-la de volta à sala de emergência para acabar de receber o tratamento. Mas ela não podia deixar Marcus. Ainda não. Não, até que ela o visse acordado. Então, talvez ela não disparasse em todos os cilindros agora mesmo, mas ela não se importava. Ele tinha que acordar. Ela tinha que dizer que estava arrependida. Ela mancou até o banheiro minúsculo para se esconder. Tonta demais para ficar muito tempo, ela se sentou no sanitário e esperou. Depois de eles irem embora, ela voltou à vigília. Ficou de pé, com medo de adormecer. Sua cabeça parecia que alguém batia com um martelo. Sua mandíbula não desejava abrir. Tocou-o e estremeceu. Com cada movimento, com os ombros gritando como se fossem dobradiças enferrujadas que havia fechado depois de uma década na chuva. E suas costelas... Bem, apesar dos raios-X falarem que estavam trincadas, não quebradas, ela certamente não poderia dizer a diferença. Maldito Jang de qualquer maneira. Nenhum de seus ferimentos era uma comparação com uma bala no ombro. "Sinto muito, Marcus. Desculpe." Se ela não tivesse congelado, se saltasse longe, ele não teria pisado na frente dela e recebido o tiro. Ela colocou a cabeça nas mãos dela e gemeu. Tudo certo, por favor. Basta dar tudo certo. Uma vez que o visse acordar, ela sairia e faria tudo o que Galen e Vance quisessem. 317


Ela não ficaria — ele não iria querer vê-la. Era apenas outra estagiária. Aquela que ele sentiu que tinha de proteger. Ele poderia ter morrido. Mais minutos passaram. Marcus gemeu. Gabi puxou na vertical e gemeu da dor que agredia seus nervos. Ela se inclinou para frente, sua mão em torno de sua fixação. Suas pálpebras tremeram. Ele olhou para ela, seu olhar desfocado. Mas acordado. Alivio. Obrigado, Deus. Ah, obrigado. Ela conseguiu ficar de pé. Apoiando-se no trilho lateral, tocou seu rosto. Quente. Passou o dedo sobre a palha áspera da barba, um pouco mais escura do que o seu cabelo, e traçou uma contusão escura na testa. Machucado... Mas vivo. Seus olhos limpos, e ele franziu a testa para o quarto, o IV, e os monitores. "Você est{ no hospital.‛ Disse a ele, sua culpa tão pesada que ela tinha dificuldade para falar. "Você foi baleado por minha causa. Mas você está indo bem." Quando ela lançou seus dedos, a mão virou para capturar a dela. Ele tentou falar, em seguida, limpou a garganta. Sua voz ralada, suave. "Você está bem?" Ela engasgou. "Ah, sim. Você foi à pessoa que levou um tiro." Aperto na garganta dela até que a sua voz soou áspera como a dele. "Devia ter sido eu. Desculpe, sinto muito." Ele tentou dizer algo, mas ela não conseguiu aguentar por muito mais. Ela escovou um beijo no rosto. "Adeus, Marcus.‛ Ela sussurrou. Ela mancou para fora da sala tão rápido quanto podia. Com alívio, viu seus avós vindo pelo corredor. Ele não ficaria sozinho. Evitando olhar, foi para os elevadores. Uma onda de tontura caiu sobre ela, e negritude afiou os cantos de sua visão. Não. Desmaiar não é permitido, Gabi. Estava tudo acabado agora. O caso. Sua estadia em Tampa. Seu tempo com Marcus. 318


Ela queria ir para casa.

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Capítulo Vinte e Dois O som dos pássaros no jardim entrava pela janela aberta do quarto de Zachary, e ele sorriu para as melodias de paz. Aconchegada na cama, Jessica respirava lentamente, ainda no fundo do sono. Um meio enrolado de mão abrigado sob um rosto redondo. Seus longos cabelos dourados derramados sobre o travesseiro, a luz incandescente vertente contra o tecido escuro. Assim como ela brilhava como um farol em sua vida escura. Ele puxou a cadeira mais próxima e envolveu a mão em torno de seus dedos delicados. Será que ela tinha alguma idéia do quanto significava para ele? Ele trabalhou com crianças, triste, quebradas, crianças maltratadas que viram mais horror em sua curta vida que a maioria dos adultos. Às vezes, podia curar, precisavam saber que alguém entendia sua tristeza e raiva e confusão. Ele ouvia. Ele tomava a sua dor e liberava parte da carga. Mas a dor acumulada, e até mesmo o amor de amigos e família não tinha sido capaz de levantar a sua tristeza crescente. Então Jessica estourou como um furacão pequeno em sua vida. A sua inteligência aguçada e mente lógica tão equilibrada pelo seu espírito, sua coragem e amor a ela. Ela lembrou que o mundo fazia o bem, tanto quanto fazia o mal. Deus, quase a perdeu hoje. Seus ombros apertados. Inclinando-se, afastou os cabelos do rosto. Sedoso cabelo macio, rosto macio. Quando ela piscou os olhos, ele amaldiçoou por sua falta de disciplina. Ela precisava do sono. Seus punhos cerraram, e ela enrijeceu. Ele sentiu seu medo, viu que a dominou. "Jessica.‛ Disse ele em um nível, de voz clara. Seus olhos focaram em seu rosto, e viu e sentiu a inundação através dela. "Você está segura, gatinha.‛ Disse ele, afirmando verbalmente. Ela puxou uma respiração, olhou para o quarto, a cama, a janela. Quando seus olhos se encontraram novamente, seu sorriso floresceu. "Você me salvou." 320


"Acho que você poderia ter conseguido salvar a si mesma." Ela considerou sua lógica, e sacudiu a cabeça. "Não. Se você não tivesse vindo para ele, ele ganharia eventualmente. Estava algemada. Mesmo que eu saisse da van, não conseguiria correr. Não depois de machucar o tornozelo." Ela fez beicinho. "Gosto de pensar que torci quando chutei o seu rosto, mas acho que o volante fez isso." "Pequena sub sanguin{ria.‛ Zachary murmurou. "Oh certo. Eu vi Jang depois que você lhe bateu. Não fiz tantos danos." As mãos de Zachary fecharam como se ele tivesse o pescoço do homem em suas mãos. Ele deveria ter o sangrado um pouco mais. Ela sorriu para ele, os olhos verdes brilhando de tanto rir. "Tenho medo de que você queira ser um herói. Salvando os submissos de um Dom." Salvando. Ele franziu o cenho. "Você devia estar salva, não estando próximo a esses homens. Jessica, por que você saiu ontem à noite, sem falar comigo?" Ele pegou um flash de oh merda antes que ela protelasse. "Pois bem." Obviamente, necessitava de estar em um nível igual, ela empurrou-se na cama e fez uma careta. Maldição. Ele não podia vê-la em dor. Agarrando sob os braços, gentilmente a puxou para cima na cama e colocou travesseiros atrás das costas. Seu rosto tinha empalidecido. No entanto, ele não poderia adiar essa conversa por mais tempo. Já havia silêncio suficiente entre eles. Sua mandíbula apertou. Se ela quisesse sair, ele precisava saber. "Agora me diga. Por quê?" Ela olhou para baixo e apontou as marcas das algemas de metal que o maldito seqüestrador tinha usado. "As coisas tiveram que< Você não têm sido o mesmo. Durante algum tempo. Você agiu tão< Distante. E louco comigo. Toda vez que eu fazia malcriação para você ou alguém no clube, você brigava comigo, sem querer me ouvir. Sabia que estava infeliz. Pensei que era por minha causa." "Mas..." "Não, Zachary, deixe-me terminar." 321


Zachary. Ele raramente a ouvia usar seu nome real. Normalmente só na cama, ou quando ela era movida, como se tivesse um significado especial para ela. Ele pegou a mão dela. Tudo nele quis objetivar, mas ela não entenderia, persuadi-la a deixá-lo consertar isto e fazer isto direito, ajudar ela entender que sua relação não estava quebrada completamente. Ao contrário, ele inclinou a cabeça e ficou em silêncio. "Eu vi você com Gabi. Poderia dizer que tinha um segredo, os dois. E você a tratou... Diferente... Do que as outras submissas. Quase como você me trata." Ele franziu o cenho. "Não entendo." "A quantidade de carinho que você me mostra... Ela... É exponencialmente maior.‛ Disse. "Mais que proteção." "Mas..." Ela olhou para suas mãos novamente. "E então eu conheci seus filhos." Ela mordeu o lábio. "Eric não me aprova. Ele obviamente pensa que você deve encontrar alguém mais... Mais parecido com você. Sou apenas uma contadora, de uma família de classe média. Não sou rica ou sofisticada ou bonita, e eu vi fotos de sua ex. Ela é linda. Se Eric não pode ter você de volta com sua mãe, ele quer que você tenha alguem com classe... E mais velha." Ele balançou a cabeça. Eric era o primeiro que o via com os olhos, não com seu coração. "Então. Senti como você se afastou não me querendo ao redor, mesmo que me dissesse para não vir para o clube, eu estava com ciúmes. E insegura. Pensei que tinha dúvidas sobre estar comigo." Passado. Ela usou o verbo no passado. "Você pensa de forma diferente agora, não é?" "Algumas. Entendo sobre Gabi sendo um chamariz, e que queria me manter distante do alvo. Mas isso ainda não... Nolan e Beth estão noivos. Dan e Kari casaram e vão ter um bebê. E eles todos se reuniram depois de nós." Ele esfregou o rosto. A melhor das intenções nem sempre funciona da maneira que uma pessoa espera. "Jessica, como o meu menino tão gentilmente apontou, sou mais velho do 322


que você. Tenho filhos crescidos. Você apenas esta começando a sua vida, gatinha, e eu não queria empurrá-la em algo que você possa se arrepender. Especialmente desde que uma pessoa entra pela primeira vez no meu estilo de vida e pode confundir o desejo de ser dominada, pelo desejo de um Dom." Ela olhou para ele por um momento, e então seus olhos estreitaram. "Nós não podemos ter um relacionamento porque acha que eu sou muito jovem? Deus, Z, tenho trinta anos. Quantos anos eu tenho que ter para conhecer a minha própria mente?" As faíscas iluminaram os olhos encantados dele, ela foi rapidamente voltando ao normal, mas tinha bastante experiência com as mulheres para perceber que se ele sorrisse, ela jogaria alguma coisa nele. "Eu poderia ter sido excessivamente cautelosa.‛ Admitiu. "Quero dizer isso. Ainda estou aqui, não estou? Sei onde está a porta, e sei como dizer ‘não, obrigado’. Você est{ sendo estúpido. Supere isso." Ele se recostou na cadeira, um pouco atordoado. Suas bochechas tinham, lavado com ah — que foi definitivamente raiva. E ela não era a única que tinha dúvida em sua mente. Bem, então. Uh, oh. Ele deu uma olhada em seu rosto que prometia nada de bom para ela, mesmo assim, ainda se alegrou porque a expressão não era de um homem que estava entediada com sua namorada, mas o olhar possessivo de um Dom. Ela estremeceu. Ela realmente o chamou de burro? "Deixe-me ver se entendi isto direito.‛ Disse em uma voz assustadoramente mansa. "Você quer um compromisso. E você quer ter filhos com isso?" Ela estalou. "Você faz parecer como se fosse uma ordem. Você quer batatas fritas com isso?" Ele levantou uma sobrancelha. "Sim, eu quero batatas fritas, quero dizer crianças. Com você." Dizer-lhe sobre suas esperanças a fez sentir como se ela ficasse nua, em um precipício em um vento frio. Eles poderiam discutir tudo, mas isso... Isso parecia mais difícil? "Quero, pelo menos, um bebê, 323


talvez dois. E considerando quão rude é um de seus filhos, vou provavelmente fazer um trabalho melhor de maternidade do que a sua ex." Seus lábios tremeram quando ele começou a sorrir. Mas descobrindo a alma era demasiado unilateral, e ela vacilou. "Você iria querer ter mais filhos?" Ele acariciou os dedos e deu-lhe um olhar sobre o nível superior. "Jessica, eu trabalho com crianças. Gosto de crianças. E desfrutaria realmente estar presente neste momento. Sempre lamentei tanto estar fora do país, quando Eric e Richard estavam crescendo." Oh. Respirava com a ansiedade de um balão que começou a esvaziar. "Sério?" "Realmente. E talvez deva acrescentar que Eric me pediu para transmitir as suas desculpas por sua grosseria." Z sorriu. "Ele vai vir aqui, gatinha. Agora vá, me dê o resto." O restante. Ela reuniu seus pensamentos, alinhado a sua contestação. Seus desejos foram tabulados, ela precisava resumir tudo. Assim como suas idades. O idiota. "Ok, você é mais velho. Não muito, realmente. E considerando que ama ficar em forma e eu me recuso a fazer exercício, nós provavelmente estaremos todos velhos e aleijados, ao mesmo tempo. Se não, então eu vou aprender a usar uma bengala, e vou começar a bater em sua bunda para uma mudança." Ele riu, riu, na verdade, e ela sorriu. Talvez suas esperanças não fossem se materializar, mas sentiu a cura entre eles, a sensação do acerto, retorno. "Você é uma submissa horrível.‛ Ele disse suavemente. "Muito insolente. Você vai também abordar o pequeno problema agora?" Ela encurvou os ombros. Ele estava cansado de suas malcriações, não é? Suas esperanças murcharam. Então se lembrou do que Gabi tinha dito: "Não é de admirar que Z te adora." O idiota estava jogando seus truques de psicologia com ela. Ela empurrou o cabelo para trás dos ombros e franziu o nariz para ele. "Não... Você gosta de mim, como sou." Ele balançou a cabeça, sorrindo ligeiramente. "Não, Jessica, eu amo você, como você é." Levantou e tirou os lençois para a direita e fora dela, e ela percebeu que ele tirou a roupa, quando a ajudou subir na cama. Ela rangeu e, instintivamente, agarrou o lençol. 324


Agarrando os antebraços, evitando as mazelas das algemas, ele olhou em seus olhos. "Eu não conterei você< Hoje< Desde que você teve suficiente disto. Ao invés, você virá e ajoelhará. Com a cabeça na cama. Abra suas pernas para mim. Para cada vez que você se mover a partir dessa posição, vou acrescentar outra pancada de Domme Anne e ‘sua p{ favorita’.‛ Ela estremeceu. O Dom tinha uma pá com MINE16 esculpida, de modo a não bater apenas uma parte das nádegas, mas deixava levantadas áreas brancas soletrando a palavra. Ele observou sua mandíbula, quando ela rolou em seus joelhos e agarrou a cabeceira da cama. "Grande Jessica." Oh, Deus. Mas sentiu a umidade reunida entre suas pernas e como sua freqüência cardíaca martelava. Ela olhou por cima do ombro e viu seus olhos cinzentos escurecerem com prazer quando ele olhou para ela. Sua excitação disparou. Suas mãos implacáveis abriram ainda mais amplamente, e depois lhe tocou, correndo os dedos por suas dobras, provocando seu clitóris, até que ela se contorcia. Caramba, um ano atrás, ele assustou-a com o quão bem poderia tocar seu corpo. Agora estava terrível. Ouviu-o desatar o cinto e abrir sua calça. Ele veio por trás dela, os joelhos entre os dela. Os cabelos grossos nas coxas acariciavam suas nádegas. Oh Deus, ela precisava dele tão mal, ela choramingou. Ele a puxou de volta contra o seu peito, movendo-a ligeiramente. Enfiando os dedos em seus cabelos, amarrando ela quando tomou sua boca, seus lábios, seus beijos duros e possessivos, até que ela se sentiu como se estivesse se afogando em sensação. Detidos por seu punho em seu cabelo, sua boca, ela não podia passear com a mão livre, tocou com os seios. Ele brincava com ela até que inchou, e cada beliscão em seus mamilos enviou uma corrente crepitante de eletricidade para a sua vagina.

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Minha 325


Até sua necessidade estendeu criando resistência. Ela queimou. Quando o seu traseiro empurrou para trás contra sua ereção endurecida, libertou os lábios o suficiente para deixá-la gemer. "Porr faaavoor." Seu aperto quase doloroso em seu cabelo mantinha a cabeça inclinada para cima e para trás enquanto a estudava por um longo momento. Seu sexo latejava no tempo com seu pulso, sua urgência cresceu. Então ele esfregou a bochecha contra a dela. "Acredito que eu gosto de ouvir você implorando primeiro." E soltou seu cabelo, deslizando a mão para a sua boceta, ao invés. Ele enjaulou ali, uma mão rolando os mamilos a outra traçanda em torno de seu clitóris e da entrada. Muito leve, caramba. Ele empurrava, golpeava lentamentes. Muito lento, caramba. Sadicamente, ele a levou para cima de um caracol com seu ritmo até que ela chegou à beira, as pernas tremendo, a cabeça dela contra seu ombro, suas mãos brancas tentandor não mudar de posição. "Deus, por favor." Seu dedo parou e recomeçou então a circundar o clitóris. Ela empurrou os quadris para frente. Se ele só passar por cima dela... Ele lançou seu peito e deixou seu braço duro através de sua pélvis, alfinetando firmemente contra ele, não permitindo nenhum movimento sua parte inferior. Seu dedo circulando novamente. Seu corpo inteiro tremeu. "Eu não posso aguentar mais. Por favor." Ela usou sua arma. "Mestre, por favor, eu te amo..." Sua risada baixa, satisfeito quase mandou mais. "Sub pouco inteligente.‛ Ele murmurou no ouvido dela e mordiscou sua orelha. Quando ele tirou a mão de sua boceta, ela gemeu de frustração. "Shhh." Ele rodou seu pênis na sua umidade e roçou a cabeça aveludada contra seu clitóris. Ah, sim. Ela prendeu a respiração. Por favor, por favor, por favor. E então ele foi pra lá com um golpe, longo e pesado, enchendo-a até o ponto de dor. 326


"Aaaah." Então, aspero e duro... Ela estrangulou no próximo grito, arquejando no sentimento incrível dele, no modo que seu corpo derretia debaixo de suas mãos firmes. As estocadas impiedosas a dobravam para frente. Somente o seu domínio sobre a cabeceira da cama e seu braço de ferro duro através de sua pélvis a mantiveram na vertical. Ele empurrou os joelhos afastados e colocou um dedo de cada lado do clitóris, para que cada impulso poderoso apertasse a pele sobre ele e enviasse agulhas de prazer desesperadas através de seu corpo. Seus dedos dobraram, e as unhas espremeram na cabeceira da cama, a necessidade de se construir soou mais alto. Algo estava diferente, mas ela não conseguia pensar, sua atenção reduzida até que sentiu apenas seus dedos acariciando sobre o clitóris e os jorros, quente grosso de seu pênis. Ele a segurou na borda enquanto ela tremia incontrolavelmente. "A tradição diz que um homem deve estar de joelhos quando ele propõe.‛ Ele murmurou no ouvido dela e empurrou mais para dentro até que ela gemeu. Espere. "O quê?" "Eu sou um homem tradicional, depois de tudo." Beijou a direita de sua orelha, enviando arrepios sobre sua pele. "Eu te amo, gatinha. Quer se casar comigo?" Ele dirigia nela mais duro, até que sentiu o tranco de cada estocada profunda em sua barriga. E então ele abrandou, deixando-a a beira do precipício de um orgasmo. "Responda-me agora, Jessica." Sua visão turvada enquanto ela só se apegava a esse mundo por seus dedos. Oh Deus. "Sim. Sim, sim." "Excelente." Seu ritmo mudou. Seu pau grosso esticou a cada mergulho profundo, e quando se retirou o dedo deslizava para cima e sobre o clitóris. Seu clitóris ingurgitava cada vez mais apertado, e sua boceta apertava em torno dele. O orgasmo rolou em direção a ela tão inevitável como a mirage da maré. Ela se equilibrou na crista por um segundo de agonia, e depois seu interior explodiu em prazer tão intenso fazendo o quarto obscurecer e só as mãos parecia difícil segurá-la no 327


universo. Ela convulsionou em torno dele, onda após onda a consumindo até mesmo os dedos formigavam com as sensações. Quando ela engasgou pelo ar, ele murmurou em seu ouvido: "No entanto, quando nós ficarmos velhos, eu ainda manterei a cana." Sua risada sufocada virou-se para um grito quando ele beliscou seu clitóris... E ela gozou de novo. Um segundo depois, ele dirigia dentro o suficiente para colidir contra seu ventre. Suas mãos apertadas na cintura. Pulsava dentro dela e seu calor a encheram, ela percebeu o que tinha mudado. Ela não ouviu nenhum som da abertura de uma embalagem de preservativo. Seu pênis se sentia diferente, aveludado, quente e real. Sua grande mão espalmou sobre o seu abdomem, e com uma voz perigosamente baixa, ele murmurou: "Nós vamos começar a fazer as crianças de imediato."

"Bom dia, Sr. Atherton." Marcus forçou os olhos abertos. Uma figura borrada, em seguida, entrou em foco. Uma enfermeira de cabelos grisalhos, vestindo roupas verdes com ursos dançarinos rosa. Ela puxou o lençol até a cintura. Curativos com gaze branca cobriam o seu ombro, e isso machucava. Alguns dos nevoeiros foram eliminados do seu cérebro. Ele tinha sido baleado. Teve a cirurgia. Sua boca parecia que tinha um dia bebido tequila. "Uh." Ele engoliu em seco e tentou novamente. "Bom dia. Que horas são?" Ela assentiu com a cabeça em um relógio na parede. "Ainda é cedo. Meu nome é Maria, e sou a enfermeira de hoje. Seu médico deve estar aqui em breve para fazer a primeira 328


ronda. Você pode me dar um número para a quantidade de dor que você tem, numa escala de 1-10, onde um é quase nada?" Seu ombro doía como o inferno. "Cerca de três." Ela deu uma risada rouca. "Vocês homens. Tente novamente e seja honesto neste momento. " Com um sorriso, ele admitiu: "Sete." Ela faria uma excelente Domme. "O que eu imaginei." Ela segurava um pequeno dispositivo ligado à IV. "Mostrei-lhe esta noite, mas eu duvido se você se lembra." Ela apertou o botão. "Apenas dei-lhe uma dose, e você deve se sentir melhor em um ou dois minutos. Da próxima vez, quando a dor bater em torno de quatro ou mais, aperte o botão. Ela não deixa você acioná-lo muitas vezes, assim você não tomará uma overdose. Entendeu?" Ele balançou a cabeça e percebeu que sua cabeça doía muito. Maldição, bastardo. "Café da manhã vai chegar em breve. E seus avós disseram que viria em visita, esta manhã, se você não se lembrar." Ele franziu o cenho. Gabi tinha estado com ele? "Havia mais alguém aqui ontem?" "Ah, sim." Ela sorriu. "Uma muito machucada mulher, a exausta jovem se manteve em sua companhia desde o minuto em que seus avós deixaram a sala, até que voltassem." O prazer que ela se importou o suficiente para cuidar dele foi inundada pela sua preocupação. "Ela deveria ter estado num leito de hospital." "Ela não estava prestes a ceder. Ela ainda evitou os Federais procurando por ela." "Teimosa pirralha.‛ Ele murmurou. A enfermeira sorriu e voltou sua atenção para tirar a sua temperatura e verificar seus pulmões. No momento em que ela o deixou a medicação para a dor tinha feito o efeito, e ele suspirou de alívio. Coisas desagradáveis, balas. Eles tiveram sorte, ele e Gabi poderiam facilmente ter morrido. Ao contrário, ela foi espancada, mas estava viva. E esse buraco no ombro iria curar-se rápido o suficiente. Por alguns minutos, ele trabalhou em separar o que seu anestésico-induzido o 329


levasse a sonhos de realidade. Excesso que ontem parecia um pesadelo, seu medo de que eles chegassem demasiado tarde, que a Gabi fosse ferida. A caixa deslizando para fora do cais. Inferno, tudo tinha sido, muito perto. Mais alguns minutos e o barco teria saído com ela sobre ele. O pensamento escureceu a sala por um instante. Tocou ao lado de sua cabeça, tocando o caroço do concurso. Ele devia a sua estagiária a sua vida. Ao invés de desistir, ela não só ficou livre, mas atirou-se ao seu resgate. Ele riu, lembrando como o bastardo havia derrubado ela, quando o abordou. Tão brava. Não se encolhendo no terreno de sua explosão. Ou entrando em histeria posteriormente. Ele ainda não podia acreditar que ela veio aqui para vê-lo. Tinha uma incrível lealdade e coragem, qualidades que ele não considerasse essenciais em uma amante, mas talvez a sua visão fosse estreita. Ele olhou para a porta. Porra, ele queria ver por si mesmo que estava tudo bem. Ele franziu a testa com a memória dela em seu quarto. Sangue em um lábio inchado, o rosto arranhado e cru. Sussurrando para ele, pedindo-lhe para acordar. "Desculpe..." Se ela disse que estava arrependida? Do quê? "Devia ter sido eu." Sua boca apertou quando a sua voz baixa e rouca cantava através de suas memórias. O que diabos isso significa? Seus olhos estreitaram. Ela... Beijou e disse adeus. Não nos vemos mais tarde. Venho visitar amanhã. Apenas adeus. Um sentimento sinistro fixou residência em seu intestino. Pegou um telefone, ele se aproximou, sufocou um gemido quando ele rangeu os ombros, em seguida, discou. Seu número tocou e tocou antes de uma gravação declarar que já não estava em serviço. Ele fez uma careta, tentando pensar, apesar da nebulosidade a partir da dose de analgésicos. Seu telefone... Ah, ela provavelmente o recebeu para o trabalho de isca. Ele se enrijeceu. E sobre o seu apartamento? Ela estava mesmo em Tampa? "Ei você aí, rapaz." Seu avô entrou no quarto e parou para um escrutínio rigoroso. Um sorriso vincado no rosto. "Você está melhor hoje." "Obrigado, senhor." Marcus sorriu e ergueu a sua mão tremula. 330


Sua avó veio em seguida, dobrando-se para lhe dar um abraço carinhoso e um beijo. Seus olhos encheram de l{grimas. "Est{vamos tão preocupados.‛ Disse ela, sorrindo para ele. "Sua mãe ligou." "Espero que você lhes disse para não vir. Marissa precisa mais deles." Em repouso completo no último mês de gravidez e com dois filhos menores de cinco anos, sua irmã necessitava toda a ajuda que pudesse conseguir. "Eles concordaram apenas se chamassemos diariamente." "Desde quando advogados se envolvem em tiroteios, rapaz?" Ex-Juiz Atherton puxou uma cadeira, obviamente, preparando-se para mostrar que ele não tinha perdido um jota de suas habilidades de interrogatório desde a aposentadoria. "História complicada." Como explicar a sua relação com Gabrielle? "Uma mulher que eu... Sabe... Foi sequestrada, e um amigo e eu ajudamos a localizá-la." Nem um resumo ruim, ele decidiu, então estragou tudo, adicionando. "Uma bala é um preço pequeno a pagar por recuperá-la." Os olhos de sua avó aumentaram. "Sério? Ela é a mulher que conheceu em junho passado? Celine?" Marcus abafou um sorriso. Quando Celine tinha se juntado a eles para um jantar, os seus avós tinham sido... Educados. Sua reação a ela teve maior peso para sua decisão de recuar. Ele não queria uma superfície suave, mulher manipuladora, ele queria alguém que gritasse na cara dele, aquela que poderia mantê-lo tão fascinado quanto Vovô estava com Nana. No estilo de vida, sua avó seria conhecida como uma pirralha. "Não, Nana, você não a conhece." "Iremos provavelmente.‛ Ela falou sem rodeios. Ele sorriu ao pensar em uma reunião. Gabi tinha um efeito sobre os outros, como o sol da primavera em flores, e não era porque ela era uma assistente social, mas porque gostava das pessoas. Apesar de sua boca atrevida, se importava, e eles podiam sentir isso. A 331


pirralha provavelmente daria a sua avó dominadora um tempo difícil, e Vovô adoraria. "Espero sinceramente que sim." "Ela era a mulher aqui ontem?" Nana perguntou. "Ninguém estava aqui com ele.‛ Disse Vovô. "Lembra quando nós voltamos do restaurante? A moça saiu do quarto de Marcus." Fez uma pausa. "A mesma que estava sentada na sala de espera durante todo o tempo que estivemos lá." Seu avô franziu a testa, as sobrancelhas espessas formando uma linha de como ele pensava. "A única que manteve a adolescente fora da histeria?" Nana assentiu. "Curvilinea. Cabelo vermelho." Ele bufou. "E um traço azul no mesmo?" "Essa é ela.‛ Disse Marcus, sorrindo. "Ela parecia que alguém bateu o inferno fora dela." O rosto do seu avô endureceu. "Você pegou o cara que fez isso com ela?" "Nós fizemos." "Tudo bem então." Olhos azuis da mesma cor de Marcus zeraram dentro. "Você vai ficar com a garota também?" "Eu vou."

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Capítulo Vinte e Três Em seu carro, Gabi sentou-se no estacionamento de seu escritório no FBI de Tampa. Este negócio emocional ia ter um final muito em breve, caramba. Ela estudou as mãos. Boas e constante. Seu rosto no espelho parecia calmo, apesar dos hematomas amarelados na bochecha e na mandíbula. Suas entranhas sentiam-se como uma pilha de escavar Jell-O17. Se o babaca contasse histórias sobre ela, assim... Ela somente teria de lidar com isso. Pelo menos ela não teria trabalho em Tampa. Para sua surpresa, ninguém lhe deu qualquer problema. Pelo contrário, aqueles que a reconheceram agradeceram e prometeram não desistir. Não olhava de soslaio a todos. "Senhora Renard." Gabi parou no corredor e se virou para ver quatro mulheres em trajes de negócios. A única na liderança sorriu e estendeu a mão. "Eu sou Marjorie, um dos outros chamarizes. Queria felicitá-lo pelo trabalho que você fez. Agente Kouros guardamos como um exemplo brilhante de ficar no papel, e você nem mesmo é agente." "Uh. Obrigado." "E você não desistiu.‛ Disse outra mulher mais jovem. "Mesmo quando o seu auxílio a abandonou." Gabi não conseguiu deixar de perguntar. "Eu nunca ouvi o que aconteceu com o agente Rhodes." Marjorie bufou. "Agente não mais. Outra coisa que temos de lhe agradecer." Ela revirou os olhos. "Ele disse que você veio para ele, blá, blá, blá. Mas, embora ele conseguisse desviar das reclamações por escrito, todo mundo aqui sabe que tipo de idiota ele é. Quando

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Gelatina 333


tentou colocar a culpa em você, todas as mulheres no escritório alinharam-se para definir a verdade dos fatos. Entre as acusações sobre ele, o fato de que você tinha para se defender, e ele te deixou sozinha e sem chamar alguém? Ele já é história." Uma morena alta disse. "E as mulheres nesta divisão agradecem." Bem, há um Deus. Gabi sorriu. "Parece que eu lhe devo agradecimentos, e você com certeza vai alegrar meu dia." Enquanto as mulheres continuavam pelo corredor, Gabi abriu as portas para o escritório que Galen tinha confiscado. A mesma decoração suja. Ele se sentou à mesa pequena novamente, conversando com Jessica. "Você está aqui!" Jessica mancando caminhou pela sala abraçando Gabi. "Queria visitá-la no hospital, mas Z, não me deixou sair no primeiro dia, e esses caras...‛ Ela enrugou seu nariz em Galen. "... monopolizaram na manhã seguinte, e depois você desapareceu. Onde você foi? Senhor Nunca-Conversa Galen não me disse." "Estive com meus pais, em Orlando." Só mais um dia lá e depois para casa. "Eles estão de férias na Disney World?" "Não, eles vivem lá. Meu pai é um advogado da Thompson e Dunn Internacional." Um trabalho importante, digno. Sem escândalos permitidos. Quando Galen tinha chamado de seu quarto de hospital, ela ouviu a sua revolta que ela estava envolvida em algo sordido. Poderia enxugar fora neles, certos? Mas Galen empurrou, e seus pais concordaram em deixála ficar em sua casa. Ela apertou sua mão sobre a protuberância de frio no estômago. A visita tinha sido... Difícil. De alguma forma, talvez por ter quase morrido, ela descobriu que nunca a amaram. E a única maneira de obter o seu respeito seria se transformar em um pálido reflexo deles. Gosto de mim. Certamente, se falasse muitas vezes, a dor diminuiria. E hey, ela tinha amigos que gostavam dela, uma avó que a amava, os clientes que precisavam dela. Uma pessoa pode sobreviver sem o amor de seus pais. Então, acabe com isso já. Quando Gabi sorriu, a expressão preocupada no rosto de Jessica aliviou. 334


"Junte-se a nós.‛ Disse Galen, batendo em uma cadeira | sua direita. Gabi se acomodou na cadeira. Com cuidado. Até mesmo vários dias após o sequestro, a cabeça ainda doía, seu corpo ferido. "Um balanço passado, com tanto de você." Disse ele. "Dê-me algum petisco, interromper o outro, adicione o que mais você poderia ter ouvido." No momento em que eles terminaram, Gabi se sentia esgotada e dolorida em seus deveres, aumentaram uma ordem de grandeza. Então, novamente, ela não devia reclamar. Ela podia estar gritando no âmbito de um chicote. Estuprada. Ter alguém como Jang... Seu estômago torceu, e ela começou em um ataque de pânico. Respire. Ela fechou os olhos, tentando controlar. Pense em outra coisa. A voz de Marcus, dizendo: "Fácil Doçura. Acabou. Você é amada, segura." A maneira como o seu olhar poderia levá-la em outro lugar. Respire. Seu peito soltou, e ela abriu os olhos. Jessica tinha tomado sua mão. Galen franzia a testa. "Deixe-me pegar um pouco de água." "Desculpe." Os ataques de pânico são uma porcaria emocional, iria melhorar, ela sabia. Esteve lá, fez isso. Depois que ela desmaiou no elevador do quarto de Marcus, eles a admitiram para o hospital — o carrossel de dez anos atrás. Mesmo velho hospital e entrevistas com policiais e FBI, despejado por seus pais para terminar a recuperação. Os ataques de pânico. Eventualmente, um retorno à normalidade. Conforme Galen entregou-lhe a água, Vance entrou. "Ei, Jessica." "Vance, oi." "Gabrielle." O grande agente sorriu e aproximou-se agitando suavemente a mão dela. "Você parece como o inferno." Gabi bufou, sentindo-se melhor. "Muito obrigado." Ela tomou um gole de água, o prazer, quando desceu sem dificuldade. 335


"Você viu Marcus hoje?" Vance perguntou. Só isso, e a água ficou na garganta. Engasgou e tossiu e tentou não chorar na dor penetrante em suas costelas. Ela disse com voz rouca: "Não." Vance fez uma careta. "Será que ele...?" Ele balançou a cabeça. "As primeiras coisas em primeiro.‛ Galen, arrancou o seu computador. ‚Tenho um par de problemas que surgiram." Galen pegou sua bengala. "Desculpe senhoras." Enquanto os dois homens se afastavam, Gabi virou-se para Jessica. "Você e Z. Hum..." A loira riu. "Nós definitivamente nos acertamos. Graças a você. Gabi? O que você disse ajudou — não só na explicação das coisas do sequestro, mas como Z se sentia sobre mim. Nós iremos nos casar. Em breve." "Ah. Meu. Deus." Gabi abraçou, ignorando as queixas de suas costelas. "Essa é a melhor notícia que tive a semana toda." "Estou tão feliz." Jessica saltou na cadeira. Em seguida, suas sobrancelhas juntaramse. "Embora ele ainda esteja muito irritado por eu ter deixado o clube naquela noite sem ele. Disse algo sobre colocar em mim algemas de pé." Gabi riu. "Você, pobre bebê." Depois de esperar por sua voz firmar, ela perguntou: "Então, como está Marcus? Você já o viu?" "Sim, nós o visitamos quase todos os dias, tenho lhe levado mantimentos e outras coisas. Ele pareceu um pouco chocado no início quando quase todo mundo apareceu para ajudar, mas ele amadureceu muito. De qualquer forma, está fazendo tudo certo, mas não pode usar muito seu braço. O médico lhe deu uma tipoia." Alívio se sentiu como uma lufada de ar fresco. "Ótimo. Que bom." "Bem, bem." Jessica ergueu as sobrancelhas. "Vocês ficou viciada nele, como todos os estagiários fazem?" Apenas mais um dos estagiários, hein? Gabi assumiu um sorriso triste. "Acho que sim." 336


"Você conheceu a sua namorada?" "Ah, sim. Celine fez um lindo ponto de introdução de si mesma." Ele merecia algo muito melhor. "Ela fez. A sua maneira deixou bem claro que ele pertencia a ela." Jessica deu de ombros. "Dane-se se eu sei como ela o pegou, eu ainda não a conheço muito bem — mas os homens são realmente estúpidos às vezes. Ainda assim, ela é o tipo de ‘sub-oh-tão-doce’ que ele gosta. Todo mundo sabe que ele não gosta de sub malcriada." "Sally mencionou isso." E ele disse isso a mim. A boca de Jessica curvou. "Você é muito parecida com Sally, você sabe. Aposto que se os agentes pedissem que você fosse um doce, uma submissa passiva, você teria tido um problema muito maior em brincar." "Oh, obrigado.‛ Gabi agarrou, então tentou se imaginar sendo toda Doçura e suave. Ugh. "Você está certa. Cadela." Jessica deu uma risadinha. "Então, por que não pergunta a Marcus para apresentarlhe um dom que gosta de insolentes?" Ah, claro, e quão lamentável seria isso? Por favor, Marcus, se você não vai me ter, você conhece alguém que me queira? "Obrigado, mas vou voltar para Miami na segunda-feira." "Já?" "Eu preciso trabalhar. Realmente preciso. Ficar sentada ao redor é..." Muito cheio de lembranças e desejos e decepções. Entre a desaprovação de seus pais e amar um homem que não gostou de sua personalidade, ela não só precisava de distração, mas se cercar com seus amigos — antes de lançar uma partida de piedade para terminar com todas as coisas. "Conseguiu isso." Jessica sorriu. "Eu queria voltar ontem, mas Z me disse que tinha que esperar até segunda-feira. Para quem disse que ele só domina no quarto, ele com certeza fica mandão, às vezes." "E você o ama." "Bem, sim. Ainda assim, é provavelmente muito mais do que ele pensa." 337


Gabi levantou as sobrancelhas. " Se você pensa que ele não pode dizer, você é tão elusiva." Jessica riu. "Ponto para você." Olhou para o relógio e fez uma careta. "Tenho que ir." Sua mão enrolou em Gabi. "Gostaria que você pudesse ficar. Quando você voltar para visitar seus pais, por que não liga para nós podermos nos ver?" "Eu... Não vou visitar meus pais. Eu só estive lá porque Galen me queria perto de Tampa e eu estava tonta demais para ficar sozinha." Gabi conseguiu dar um sorriso. "Eles são bastante conservadores, e... Eles não me aprovam. Em tudo." Deus, Gabi. Muito patético? "Ah." Jessica franziu o cenho. "Bem, talvez volte para o Shadowlands para uma visita?" "Jessica, penso que não seria uma boa idéia." Os olhos da loira ficaram infelizes. "Você realmente se apaixonou por Marcus, não é? Oh, Gabrielle... " "Eu sei. Não funcionaria... Eu concordo." Gabi fez um gesto de estar enxotando. "Vá. Não tire isto ou nós duas vamos acabar gritando. Galen ficaria horrorizado." Jessica balançou a cabeça, deu um rápido abraço e saiu correndo da sala. Gabi mexeu sua cadeira para encarar as janelas e fingiu ver as nuvens carregadas sobre a edificação no horizonte. Quando tinha as suas emoções sob controle, se virou ao redor e viu Vance inclinado sobre a mesa olhando para ela. Galen tinha retomado ao seu lugar na mesa e tinha a mesma expressão de avaliação. "Vocês dois estão me observando?" Ela perguntou friamente. "Apenas algumas coisas que restaram.‛ Disse Galen. "Sua amiga, Kimberly. Eu sinto muito, Gabrielle. Não é bom. Se nós pudessemos tomar esta organização para baixo, poderíamos ser capazes de rastreá-la. Mas a nossa melhor aposta, era encontrá-los antes do leilão, o que não aconteceu." Ele parecia tão infeliz que ela queria dar uma batidinha na mão. "Eu sei." Quando ela finalmente aceitou os fatos, que não havia ninguém que pudesse fazer nada, passou um dia chorando. Angústia. "Por favor... Só, por favor, não pare de 338


procurar." "Você sabe que nós iremos.‛ Disse Vance. "Obrigado." Ela desviou o olhar por um segundo. "Então o que mais?" "Z e os outros Mestres estão todos nos chamando, querendo ter a certeza que está bem. Nós asseguramos que você está." Gostou que os outros Doms se preocupassem com ela. "Obrigado. Mais alguma coisa?" "Marcus tem chamado a cada dia querendo saber como você está e onde está. Querendo o seu número." Vance sorriu. "Ele ficou muito irritado quando eu condenadamente não soltei sobre isso. Mas os regulamentos dizem que preciso de sua permissão. Suponho que você estara bem com isso?" Ela não queria vê-lo. Disse adeus. Se tinha alguma esperança que persistia, Jessica desmoronou-os como uma folha morta em uma videira. Empurrou suas emoções em uma caixa e fechou a tampa. "Não, eu não quero vê-lo." O sorriso de Vance desapareceu. "O quê?" "Meu trabalho está terminado. Vou colocar isso atrás de mim, e não ter todos os lembretes. Por favor, não dê a ele ou a qualquer pessoa, as minhas informações." "Marcus não soou como se achasse que estava tudo acabado.‛ Vance disse lentamente. Os olhos dela se eriçaram com lágrimas não derramadas. "Ele é um homem bom. Tenho certeza que se você disser que estou bem, será tudo que ele precisa." Galen se recostou na cadeira, seu olhar com intenção. "Tenho a impressão de que ele se importa mais do que isso." "Ele é muito protetor com seus estagiários." "Eu vejo..." Vance suspirou. "Bem, Gabrielle, o bastardo protetor não vai acreditar que você recusou, e ele nos perseguirá. Você se importaria de chamá-lo e explicar?" O desejo de ouvir a voz de Marcus mais uma vez dissolveu a intenção do que iria 339


fazer. Não iria mais chorar. "Desculpe, você vai ter que enfrentar." Ela empurrou sua cadeira para trás, a necessidade de fugir. A boca de Galen apertou. "Ele merece mais do que ser arrancado, Gabrielle. O homem arriscou a vida por você." Culpa esfaqueou pior do que a dor nas costelas. Mas Marcus realmente não a queria, eles só não entendiam isso. Ela disse em uma voz calma: "Eu sei o que ele fez, e estou muito agradecida." "A gratidão, o inferno." Galen jogou um pedaço de papel e uma caneta sobre a mesa. "Você escreva-lhe uma nota explicando, ou vou dar-lhe todos os números que temos no arquivo de você." Ela deu um passo para trás, sentindo como se ele a esbofeteou. Seus olhos negros estavam frios. Implacável. "Faz agora." Seu bastardo. Ela empurrou para baixo as suas lágrimas. "Você sabe, que qualquer semelhança entre você e um ser humano é pura coincidência." "Eu ouvi isso." Ele bateu na mesa com os nós dos dedos e empurrou a seus pés. "Deixe aqui e vou ver que ele receba." Virou-se para Vance. "Nós devemos ir ao escritório de Benton agora." Vance assentiu. Galen mancou até a porta, olhou para trás uma vez. "Esteja bem, Gabrielle." Ela desviou o olhar. Vance a abraçou. "Nós gostamos de trabalhar com você, Gabrielle. Cuide de si mesma." "Você também." Enquanto caminhava em direção à porta, ela limpou sua garganta. "Ele estava apenas brincando de escrever uma nota, certo?" Vance deu-lhe um olhar. "Galen nunca blefa."

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No sábado, Marcus foi ao Shadowlands. Uma sub disse oi, encontrou os olhos dele, e se afastou. Ele tentou se divertir, mas não conseguiu. Graças a Deus Z tinha atribuído os estagiários a Domme Olivia para o resto do mês de setembro, ou ele provavelmente os iria aterrorizar também. A música da pista de dança reverberava por toda a sala, os graves batendo seus ossos em golpes repetitivos. Ele balançou a cabeça bruscamente enquanto as pessoas o cumprimentavam, tinha agradecido ao médico por deixá-lo abandonar a tipoia, assim não teria que explicar a cada idiota intrometido como ele foi ferido. Ele olhou ao redor. Z disse que os agentes do FBI planejavam passar a noite para dar uma atualização aos Mestres e dar seus agradecimentos. Marcus destinava a pedir uma atualização também. Os bastardos se recusavam a dizer-lhe onde Gabi estava talvez eles pudessem ser mais cooperativos em pessoa. "Ei, Marcus." Atrás do bar, Cullen sacudiu uma garrafa de cerveja. Marcus hesitou então se aproximou e tomou a bebida. Ele parou de tomar os analgésicos ontem, e seu ombro latejava como um dentista sádico perfurando buracos. "Obrigado, Cullen." "Você parece um pouco chateado. Qualquer coisa que eu possa fazer?" O humor de Marcus ficou mais leve. Para sua surpresa, todos os Mestres o haviam visitado no hospital. Uma vez que foi para casa, seus cuidados continuaram. Z e Jessica tinham trazido mantimentos e livros na segunda-feira, seguido por Dan e Kari, que cozinhou e congelou as refeições para esquentar no microondas. Na terça-feira, Nolan e Beth tinham parado em seu serviço e pegado suas incumbencias e encontraram Sensei e um grupo de seus adolescentes lá. Beth tinha sequestrado os rapazes para fazer o seu trabalho no jardim. 341


Impressionados com seu entusiasmo, ela contratou dois para o seu serviço de jardinagem. Quarta-feira, Anne, Olivia, e Sam visitaram na manhã. Então Andrea limpou sua casa — apesar de suas objeções — enquanto Cullen fazia a sua refeição. Z e Jessica na quintafeira, bem como alguns colaboradores do escritório do DA. Na sexta-feira, Raoul trouxe bifes grelhados, e os demais foram para realizar uma festa de noivado informal para Z e Jessica, e Nolan e Beth. Ele viveu em Tampa apenas um ano, mas tinha feito alguns bons amigos, sem perceber. Eles não o permitiam ficar sozinho, mas apesar da sua companhia, ele sentiu a falta de Gabi como se faltasse uma parte do corpo. Seu coração, talvez. Marcus tomou um gole de cerveja e olhou para Cullen. "Nada que você pode fazer obrigado, a não ser que você goste de bater em agentes do FBI." Cullen sorriu. "Dá vontade... Tem um motivo ou você está apenas entediado?" "Gabrielle não está na cidade." Cada dia que passava, ele esperava ouvir dela. Mas ela não tinha chamado. Não deixou uma mensagem. A lembrança de seus olhos quando ela disse: Adeus, Marcus, o assombrava. "Ela ainda não retornou ao seu trabalho, onde posso encontrá-la. Seu telefone e endereço estão errados assim, nem o seu escritório em Miami, nem Vance vão me dar seu número de telefone ou mesmo transmitir uma mensagem." "Eu posso ver como é que iria queimar o seu rabo." Cullen fez uma careta. "Os agentes chegaram aqui há alguns minutos. Eles pararam no bar para dizer obrigado." Cullen olhou para a sua submissa. "Querida, você viu onde Z e os outros foram?" Andrea terminou de entregar uma cerveja e franziu o cenho para Marcus. "Você parece terrível. Você não devia estar aqui." "Irrelevante.‛ Disse Marcus. "Onde est{ Z?" Andrea colocou a bebida na frente de Olivia e murmurou: "Os homens são uns idiotas.‛ Ganhando um ronco de risos da Domme. "Criança mimada.‛ Advertiu Cullen. 342


Ela fungou e colocou as mãos na cintura. Sua atitude parecia igual à de Gabi em tanta coisa que a tristeza caiu como uma faca entre suas costelas. "Tudo bem, apenas morra e veja se eu me importo. Eles estão na parte de trás, perto das jaulas, atrás do plantador de samambaia gigante." "Obrigado, Andrea.‛ Disse Marcus. "Cullen, por favor, bata em sua bunda por mim." "Será o meu prazer de fazer isso, algo mais, amigo." Quando Marcus foi embora, ele ouviu um grito e um baque enquanto uma sub vociferava após ser jogada no bar, e depois a batida de uma mão em carne nua. A voz de Andrea soou. "Chíngate cabrón." Marcus sacudiu a cabeça, sorrindo. Esse insulto iria provavelmente levá-la a ser amordaçada. A retirada área isolada de reunião, os agentes do FBI e alguns dos Mestres do Shadowlands. No coro de saudações, Raul bateu uma cadeira vazia. "Nós esperavamos por você." "Obrigado.‛ Marcus reconheceu. Somente uma sub presente, Jessica, estava enrolada no colo de Z muito parecida com o gatinho que ele a chamava, e Marcus sorriu para ela. A miséria de não ter Gabi nos braços doia pior do que o buraco em seu ombro. Z acenou para os agentes, num gesto silencioso. Vance se inclinou para frente. "Primeiro, essa informação é privilegiada e não para ser compartilhada com ninguém, nem mesmo com seus subs." Ele olhou para Jessica. "Ninguém." Ela assentiu com a cabeça. "Você sabe que o sequestro de Jessica e Gabi foi seguido de outros três, em Tampa." Vance fez uma careta. "O homem morto na estação, Maganti, era um investigador particular aqui em Tampa. Ele recebeu uma lista de mulheres, investigou e escolheu quatro que poderiam facilmente desaparecer. Ele fez a mesma coisa há uns dois anos." 343


"Dois anos de diferença?" Nolan ajeitou. "Isso é uma instalação muito fodida." "Parece que sim." Vance esfregou o pescoço. "Nós não temos informações suficientes, caramba. O barco escapou limpo. Maganti morreu. O mercenário conhecia muito pouco." "Eles estavam envolvidos no sequestro de Atlanta?" Marcus perguntou. Vance balançou a cabeça. "Somente aqui." "Dois anos atrás. Mais de uma cidade. Você está lidando com uma organização de tr{fico humano.‛ Disse Marcus. "E est{ muito bem escondido.‛ Galen concordou. "Nós ainda estariamos no escuro se a vítima de Atlanta não tivesse escapado. Nós já encontramos outras duas cidades com esse padrão de desaparecimentos." "Isso não é bom.‛ Disse Dan murmurando. O policial atirou uma carranca em Z. "Algum submisso do Shadowlands desapareceu dois anos atrás?" "Eu verifiquei." A mandíbula de Z apertou. "Uma estudante universitária, uma mulher jovem. Não era uma mal-humorada. A ruiva." Como se tranquilizasse a sua segurança, ele puxou Jessica mais perto, e ela virou a cabeça em seu ombro. Marcus respirou lentamente. Ele precisava saber se Gabrielle estava segura. "Não entendo.‛ Disse Raoul. "Se a aluna não era uma pirralha..." Vance disse: "Nós examinamos os registros dos outros clubes de Tampa. Tanto quanto podemos dizer, quatro submissas ruivas desapareceram há dois anos." Nolan resmungou. "Itens especiais para o leilão ou talvez para o preenchimento da encomenda." "Será que Maganti ou Jang pertenciam a qualquer clube de BDSM?" Marcus perguntou. "Não.‛ Disse Galen. "Outra pessoa compôs a lista de vítimas potenciais, e colegas, vocês devem assumir que o observador ainda está em vigor. Nós vamos, naturalmente, fazer o nosso melhor para exterminá-lo, mas..." "Nós vamos assistir.‛ Dan disse. Os outros Mestres assentiram. 344


Nolan rachou os nós dos dedos. "Seria mais recompensador se nós o acharmos primeiro." "Eu não ouvi isso.‛ Vance disse em uma voz dura, obviamente, tentando reprimir um sorriso. "Em uma nota mais feliz, o agente que abandonou Gabi — que ela quebrou seu nariz, a propósito, já não trabalha para o FBI." Murmúrios baixos em torno do grupo, que consistia principalmente da designação de ‘imbecil’ e ‘bastardo’, além de Nolan, que simplesmente rosnou. "Aquilo é isso." Vance ficou de pé, Galen esforçou-se para a sua, e eles apertaram as mãos como todos. Marcus esperou pacientemente. Quando Vance falou com Dan, Galen curvou para baixo em Jessica. "Sinto muito, você ser pega de presente, querida." "Não é sua culpa — eu já estava na lista." Seu sorriso virou-se para um riso. "Além disso, eu consegui ver o Mestre Z chutar um grande traseiro." Ele puxou o cabelo dela, sorriu a Z. "Eu gosto da sua pirralha." Z apenas sorriu. "Como eu também faço. Mas você e Vance terão que encontrar a sua própria." Galen, finalmente, aproximou-se de Marcus. "Obrigado pela sua ajuda. Lamento que não fomos rápido o suficiente para mantê-lo de levar um tiro." Ele puxou um envelope do bolso do terno. "Gabrielle escreveu isso para você." Suas esperanças aumentaram, em seguida, cairam. Uma carta significava que ela não queria falar com ele. Maldição. "Eu quero o seu número de telefone." Os olhos de Galen expressavam simpatia. "Eu não posso, Marcus. Não é apenas contra as regras, mas ela pediu que não desse a você." Marcus deu um passo atrás, sem fôlego, como se tivesse tomado um chute de seu intestino. Ela não queria vê-lo. Não se preocupava o quão rude iria parecer, rasgou a carta e leu as poucas frases. Marcus, 345


Obrigado pela sua atenção, enquanto eu estava no Shadowlands. Obrigado por salvar a minha vida. Estou muito, muito arrependida do que causei, e nisso levou um tiro. Galen diz que você quer meu número, mas só quero seguir em frente e não me lembrar deste último mês. Seus intestinos pareciam danificados. O último mês foi o melhor em sua vida, e ela quis esquecer isto? Estou certa que você achará isto um alívio, por não ter uma pirralha em seus estagiários. Obrigado por tudo, Gabrielle. Gabrielle não, Gabi. Isso significa que nós não somos nem mesmo amigos? Ele viu que Galen não se mexeu. "Ela tem certeza que vou encontrar um alívio em não ter uma pirralha como estagiária. Ela quer esquecer tudo, e não falar comigo." "Você sabe, como um policial, recomendo que você honre os desejos da senhora. Como um Dom..." Um canto da boca de Galen virou para cima. "Marcus, ela estava machucada quando escreveu a carta, tanto quanto você está agora. Eu acho que ela está errada." Vance tinha se juntado a eles, e assentiu e apertou Marcus na mão. "Boa sorte. Você precisará, mas vale a pena." Os dois agentes do FBI andaram se afastando, parando por um minuto para observar Sally instruir um Dom sobre a maneira correta de usar uma chibata. Marcus afundou em sua cadeira, lendo suas palavras novamente. Quando olhou para cima, os outros tinham retornado aos seus lugares. "Isto não faz nenhum sentido. Como ela pode jogar tudo fora " "Kari fez menção... Ah, ela viu você com Gabrielle, e pensou que vocês... Enfim, ela me pediu... Inferno." Dan passou as mãos pelos cabelos e fez uma careta. "Certo, é assim: sábado Kari escutou aquela sub que você se encontrava..." "Celine?" 346


"Entre várias coisas. Celine disse a Gabi, que seu Dom não gostava de sub malcriadas, e ela se surpreendeu que você não a tivesse jogado fora dos estagiários." Marcus fechou os olhos. "Oh maravilhoso." "Fica cada vez melhor. Celine, aparentemente, disse que você era seu Mestre, e você a ama, porque ela nunca lhe dava nenhum problema." "Ela é..." Raiva queimou por ele muito rápido e quente era uma maravilha a carta não queimar. Gabi realmente acreditou na crapula da Celine? Que ele faria amor com ela, se estivesse envolvido com outra pessoa? "Isto é besteira. Nunca fui seu Senhor, nunca cheguei perto de estar apaixonado por ela. Eu lhe disse isto." Jessica limpou a garganta. "Todas as subs acreditam... Hum, Celine disse a todos que vocês estão juntos." Marcus suspirou. "Bem, isso explica parte do problema.‛ Percebeu Jessica torcendo as mãos e limpando a garganta. "Melhor você me dizer o que mais eu não sei Doçura." Ela hesitou um segundo. "Será que ela mentiu sobre você odiar subs desobedientes também? Embora sua ex-mulher..." Ela corou, e sua mandíbula firmou. "Todo mundo sabe que você odeia pirralhas, Mestre Marcus. Não é?" Ele poderia ter ficado aborrecido, exceto que a loirinha tinha lágrimas em seus olhos. Por quê? "Não, querida. Não mais." Ele sorriu levemente. "Eu não pensava que gostava de comportamento atrevido, até que conheci Gabi. Mas gosto do desafio. E gosto de sua honestidade. Quando ela se submete, é... A coisa mais doce do mundo. Eu estava errado." "Você realmente quer Gabrielle?" Marcus suspirou. "Sim Jessica, eu quero. Pretendo fazer o meu melhor para convencê-la disso." Ele tinha contatos suficientes na aplicação da lei, que poderia localizá-la eventualmente. Jessica estudou-o, em seguida, virou-se para Z. "Verdade.‛ Z disse suavemente. Tomando uma posição na frente de Marcus, ela cruzou os braços sobre o peito. "Se 347


você quebrar o coração dela, vou te machucar." Surpreendido, Marcus olhou para Z. Z lhe deu um leve sorriso. "Por favor, lembre porque os sequestradores tinham o alvo nas nossas duas submissas." Marcus fechou os olhos e balançou a cabeça antes de olhar para a loira. "Farei o meu melhor para não machucá-la, Jessica." "Certo." Jessica sorriu. "Gostaria de ver seu rosto quando você aparecesse." Quando seus olhos brilharam de malícia, Marcus viu como ela tinha capturado Z. "Gabrielle está hospedada com seus pais em Orlando até segunda-feira. Seu pai é um advogado de Thompson e Dunn Internacional." Ela franziu a testa novamente. "Acho que eles são realmente conservadores e não a aprovam. Quando ela mencionou, ela pareceu estar... Infeliz. Como quando ela falou sobre você." Uma punhalada bem colocada, principalmente porque ela estava sendo honesta. Mas lembrou de que Gabi lhe tinha dito a mesma coisa sobre seus pais. E ela fugiu deles quando era uma adolescente. "Pequena petulante, seus pais tiveram um problema com seu comportamento?" "Não. Eles sempre me quiseram sobre meus próprios pés." Ela sorriu. "Passei uma boa quantidade de tempo como uma criança, mas...‛ Seu sorriso desapareceu. "... mas minha família gosta de quem eu sou." Marcus assentiu. Gabi pensava que Marcus não a aprovava. Que ele era conservador. Sufocante. Ele se lembrou de sua surpresa em vê-lo em calça jeans. Quando ele a lançou no oceano. Para completar, ele era um advogado como seu pai. Bem, tinha o seu trabalho, não é? "Penso que consigo um retrato disso, Jessica. Obrigado." Ele poderia facilmente rastrear o endereço de seu pai, e agora ele tinha uma idéia do que estava contra: Mentiras de Celine. Pensando que ele odiava pirralhos. Sendo muito parecido com seus pais. Ela tinha muito a aprender. Olhou para os outros Mestres e sorriu lentamente. "É uma boa coisa que tive muita prática em instruir pequenos submissos, não é mesmo?" 348


Capítulo Vinte e Quatro Depois da igreja, Gabi trocou para jeans e um top verde e permaneceu em seu quarto, tentando recuperar seu equilíbrio. Além disso, isto lhe deu a chance de brincar com seus gatos entediados. Estar encarcerados no quarto, irritava o inferno fora deles. "Em breve, pessoal. Amanhã vamos sair." E eu estarei de volta com meus amigos. Vai ter muita coisa para fazer. Quando se sentia pronta novamente, ela saiu para a sala grande. Somente dez horas, e pela manhã já teria um começo difícil. Vestida em um vestido recatado adequadamente, saltos altos, apesar do calor, ela frequentou o serviço da igreja com seus pais, na esperança de agradá-los. Maior erro. Quando eles a apresentaram ao seu redor, seus oh-tão-educados amigos olharam feio para as marcas e hematomas amareladas na face dela. Desde que a notícia tinha somente relatado um tiroteio nas docas de Clearwater, não podia explicar a aparência maltratada, e todo mundo simplesmente assumiu que tinha um namorado abusivo. Seus pais haviam crescido cada vez mais distantes. Oh, olhe, Gabi, você é a vergonhou de novo. Mais um dia e depois para casa. Encontrando seus pais na sala, discutindo o sermão, Gabi parou na porta. "Eu vou fazer um café. Alguém quer um?" "Tomo café com leite.‛ Disse sua mãe. "Obrigado, Gabrielle." Gabi tinha acabado de fazer o café, quando a campainha tocou. Grande. Mais amigos dos pais. Bem, ela daria o café e recuaria para o seu quarto. Levou as duas xicaras da cozinha quando a mãe dela entrou na sala grande, seguida de Marcus. Marcus? Aqui? Não no clube? Aqui. Seu cérebro desligou como se alguém tivesse virado um interruptor. Ele andou até ela. "Fácil Doçura." Ele tomou o cuidado de pegar as duas taças antes que derramassem sobre o tapete branco de sua mãe, em seguida, colocou-as na mesa do café. 349


"Você se lembra de Marcus Atherton, Gabrielle?" Perguntou a mãe, dando o seu terno cinza escuro um olhar de aprovação. Quando Gabi não respondeu, ela acrescentou: "Ele diz que a conheceu em uma missão especial, em Tampa." "Hum. Sim, eu me lembro dele." O que ele está fazendo aqui? Seu peito ferido, como se seu coração havia murchado e morrido. Ela olhou para o corredor que levava ao seu quarto e escapar, mas minha mãe ficaria horrorizada. Nenhuma esperança para ela, tinha que agir educadamente. Ela caiu no sofá, ignorando a sua mãe estremecer com sua falta de graça. "O que o traz para Orlando, Marcus?" E como você descobriu minha localização? Você não recebeu minha carta? Caminhando para a direita após uma cadeira vazia, ele se juntou a ela no sofá, sentando-se perto o suficiente, ela podia sentir o calor de sua coxa contra a dela, perto o suficiente para torná-lo óbvio que eles eram mais do que apenas amigos. As sobrancelhas de sua mãe subiram. "Eu vim para te levar para o almoço, Doçura." Ele pegou a mão dela, depois sorriu para os pais. "Desculpe-me a indelicadeza de chamar sem aviso prévio." Gabi tentou puxar a mão sem que os pais percebessem, a diversão acendeu os olhos dele. Ela olhava com raiva para dele. "Você não viu Vance e Galen?" Seu aperto aumentou de forma que a fez lembrar-se de como ele era absurdamente forte. "Eu fiz. Deram-me a sua nota e me disseram o quanto você esperava me ver novamente." Eles não. Eles não fariam isso. Será que fariam? Lembrou-se da expressão de Galen quando ela disse que não queria falar com Marcus. "Ele merece mais do que isso.‛ Ele disse. Isso não é justo. Marcus observou sua pequena sub corar num rosa vívido. Os grandes olhos castanhos tinham iluminado de alegria quando o viu e agora disparavam faíscas para ele. Sufocando uma risada, se voltou para seus pais. Como tinha um casal tão frio criado 350


alguém tão brilhante e quente como Gabi? Ele sabia que outros, como os Renards; seu escritório de advocacia havia sido preenchido com o seu tipo. Ele não percebeu o quanto gostava de estar longe de idiotas pomposos até agora. Ele estudou Gabi por um momento, ter de reprimir sua raiva ao ver o ferimento na testa, bochecha, queixo. Seus punhos relaxaram, não queria machucá-la. No entanto, a simples visão sua encheu-o com prazer. "Sr. Renard." Ele se levantou para apertar a mão de seu pai. "Acredito que alguém disse que você trabalha para Thompson e Dunn? Na lei?" O peito do homem estufou ligeiramente. "Sou especialista em direito societário, sim." "Um campo intrigante." Marcus sorriu e acrescentou. "Sou um promotor público, em Tampa." "Parece bom.‛ Disse sua mãe. O olhar de aprovação que Gabi tinha de seus pais aqueceu Marcus. O coração disparou e, provavelmente, suas chances com ela foram para o inferno. "Posso arranjar-lhe algo para beber, Sr. Atherton?" "Não. Mas obrigado." Ele sorriu. "Não queria perturbar a sua manhã." Enquanto observava Gabi. Os pais, a sua linguagem corporal e expressões, Marcus podia ver claramente sua atitude para com sua filha, de dois gatos siameses arrogantes perante uma saltitante cachorra. Seu coração partiu por ela. Tão quente e perspicaz como foi que Gabi... Eles a tiveram desaprovado quando era uma criança? Nenhuma maravilha que ela foi embora. Ele teria se juntado a ela. Depois de hoje, se ela ainda o considerava como seu pai, Marcus bateria em sua bunda. "Nós ficamos felizes em ter você se juntando a nós para almoçar aqui.‛ Disse a Sra. Renard. ‚Ele não pode ficar.‛ Gabi anunciou, verbalizando de forma deliberadamente rude. Uma carranca nele. ‚Eu tenho medo que eu esteja ocupado hoje, Marcus. É uma vergonha que você não chamou, antes de você desperdiçar seu tempo.‛ 351


Sua mãe ficou espantada, e o rosto de seu pai ficou vermelho. Marcus riu. Lá está ela, a minha pirralha. Agora, para mostrar-lhe que seu comportamento não iria afastá-lo. "Você pode cuspir em mim o que quiser querida.‛ Ele disse, tocando a bochecha dela e forçando-a a encontrar seus olhos. "Não esqueça que eu lido com negociantes de droga, assassinos — e os piores de todos os policiais, todos os dias. Duvido que você possa me chocar com o seu comportamento." "Você não quer..." "Eu quero." Tomou a mão dela, mudou o aperto para o antebraço para lembrá-la que estava no comando, e a puxou de pé. "Aprecio você me deixar interromper o seu dia, madame, senhor." Sem soltar Gabi — ela faria uma corrida para isto, ele a conhecia — ele apertou educadamente as mãos de seu pai atordoado. Então ele simplesmente arrastou a sua sub insubordinada fora de seus pais — da casa. Ela tentou se rebelar novamente quando ele abriu a porta do carro para ela. " Escute, isto não é o que — eu não quero..." "Gabrielle." Ele cobriu o rosto e olhou para baixo em seus aveludados olhos castanhos. "Entre. No. Carro." Gabi esfregou as mãos nos jeans e tentou mostrar um rosto impassível enquanto Marcus dirigia pela cidade. Ele não entendeu que isto não funcionaria? Ele era como algum< Predador que perseguiria a sua presa se corresse dele? "Se você mantém todos os pensamentos dentro, seu cérebro vai explodir.‛ Disse ele preguiçosamente. Dirigia o carro para o acostamento e pegou a mão dela na sua. "Nós podemos discutir isso agora, ou podemos esperar até depois do almoço. Sua única opção é quando." Deus, por que a determinação em sua voz profunda transformou suas entranhas em líquidos? Ela engoliu em seco, desejando que visse um futuro para eles. Mas olhando para ele. Em um terno, como sempre. Então, novamente, a maneira como ele se dirigiu na casa de seus pais... Ele foi rude 352


com eles. Isso não era como ele em tudo. Estou tão confusa. "Mais tarde. Por favor." "Tudo bem, querida." Roçou seus lábios com um beijo suave, deixando-a ansiar por mais. Depois de puxar um telefone celular em seu terno, socou um número e um segundo depois, disse: "Devemos chegar lá em cerca de 30 minutos." O celular voltou para o seu bolso. "Quem era?" "Pensei que desde que conheci sua família hoje, você deve conhecer a minha. Meus avós vão se juntar a nós." O quê? Ela olhou para o jeans e o top camponesa com horror, em seguida, olhou para ele. "Marcus, eu não estou vestida para um bom restaurante." Querido Deus, ele é louco? Seus lábios se curvaram. "Não tenho certeza se isso é um elogio ou insulto. Você não se preocupou com a sua aparência quando pensou que era só eu para o almoço." Sua boca estalou aberta. Não teve não é? "Ah..." "Você acha que eu vou julgar pelo que você veste. Nós fizemos alguns progressos, eu acredito." Ele puxou a manga de sua blusa, o elástico o deixando puxá-lo para expor seu ombro. Ele beijou a pele nua e murmurou: "Por acaso, gosto bastante deste top." Grande, sua roupa não era só não muito casual, mas o tipo que ele queria jogar. Ela puxou a manga para cima. Ele puxou-a para baixo. Ela foi condenada. Ele ainda estava sorrindo dez minutos mais tarde, quando virou o seu carro em uma unidade. Ela franziu o cenho para o sinal. "Nós estamos indo para o Reino Animal?" Mr. Suit e Disney? "Você tem permissão para morar na Flórida, se não gosta da Disney?" Ele riu com o olhar espantado que ela lhe deu. Em um posto de guarda, ele retardou para dar seu nome e foi autorizado a se mover adiante. Pouco tempo depois, Gabi olhava com admiração enquanto caminhavam pelo saguão-Africano temático da Loja Kidani e desciam uma escada em espiral até o restaurante 353


Sanaa. Cestas suspensas misturadas com lâmpadas de vaso de barro. Cortinas de pano coloridas e os mosaicos de contas decoravam as paredes. Galhos de árvores pareciam dissolver-se no teto de palha. Ela parou para olhar. "Isso é incrível." Ele sorriu. "Espere até você ver a vista das janelas." Depois atirando sua bolsa de ginástica por cima do ombro, Marcus colocou a sua mão debaixo em suas costas, orientandoa para uma mesa onde um casal de idosos estava. Seus avós. De calça bege e uma camisa de mangas curtas, o homem de cabelos grisalhos tinha olhos penetrantes com rugas nos cantos, um nariz romano, e uma mandíbula dura. Levantou-se quando eles se aproximaram. "Gabrielle, este é o meu avô, Ben Atherton, e minha avó, Abby." Sua avó tinha cachos desgrenhados brancos, pele macia enrugada, e um sorriso contagiante. Marcus beijou Gabi nas pontas dos dedos e terminou. "E aqui está a minha namorada, muito relutante, Gabi Renard." Relutante. Ela iria matá-lo... De alguma forma... No momento em que estivessem sozinhos. "Prazer em conhecê-los." "Vovô.‛ Disse Marcus. "Seu pai é William Renard, um advogado na Thompson e Dunn Internacional. Você pode o conhecer." As sobrancelhas espessas de Ben se reuniram. "Tenho conhecido a empresa, embora não me lembre de tê-lo na frente da minha bancada." Marcus fechou a mão em torno de Gabi, e murmurou: "Ele sempre não soa como ele, mas Vovô era um juiz antes de se aposentar." Eu reclamo sobre advogados, então chego a almoçar com um juiz? Isto muito não é justo. "Muito em regras e regulamentos. Pequena tacanha, pensei." Ben inclinou a cabeça para Gabi e deu uma olhada considerada. "Se o que meu neto diz sobre você é verdade, aposto que você teve que apertar para ser amarrada, jovem." Sua boca caiu por um segundo antes dela se recuperar. "Sim, estou com medo que eu fiz." "Por favor, senten-se, todos.‛ disse Abby. 354


Marcus sentou Gabi e beijou sua bochecha. "Estarei de volta, Doçura. Quero me trocar." E o sacana a abandonou sem olhar para trás.

Depois de uma rápida mudança de roupa no banheiro, Marcus caminhou para o restaurante. Quando viu vovô sentado sozinho, ele congelou, em seguida, viu Gabi em uma das janelas gigantes com sua avó. As duas pareciam hipnotizadas pela girafa caminhando. Ele soltou um suspiro de alívio, percebendo que estava preocupado que a pequena sub fugiria. Quando Marcus sentou-se, seu avô olhou para as duas mulheres a poucos metros de distância. "Ela é educada, mas não é intimidada facilmente. Acredito que gosto dela." Marcus bufou. "Você faria. Infelizmente, o problema é fazê-la ficar. Ela pensa que sou do mesmo tipo que os pais dela, e você sabe sobre a personalidade do pai. Sua mãe é pior." A boca de vovô achatou em uma linha. "Renard é um bastardo pomposo e acabou mais apertado do que um relógio de oito dias. Você não está em pé de igualdade, meu filho." "Espero que eu possa mantê-la por tempo suficiente para que descubra." "Pedimos para você. Sua jovem tem um espírito aventureiro, pelo menos nos alimentos." A entrada com pães tinha chegado antes, as duas mulheres voltaram à mesa, rindo e conversando com facilidade. Nana podia colocar qualquer um à vontade, e Marcus sorriu. Percebeu como Gabi era muito parecida com ela. Sua sub arregalou os olhos quando o viu. O quê? Ah, as roupas. Depois ela se sentou ao lado dele, ele se inclinou para murmurar no ouvido dela: "Passei a maior parte do meu tempo em jeans, Doçura. Desculpe desapontá-la." 355


Ela sorriu. "Você tentando destruir todas as minhas ilusões, não é?" Ela baixou a voz, "A proposito, você tem uma bunda bonita. Senhor." Ele engasgou. E endureceu instantaneamente. Deu-lhe um: "Você vai pagar." Olhar, e ela realmente deu uma risadinha. Quando olhou para cima, Nana sorriu para ele em aprovação é óbvio. Bom então. Agora, para conquistar seu avô. Se seus avós aprovavam, de modo que o resto do clã Atherton aprovariam. Marcus se recostou na cadeira e sorriu para Gabi. Ele apostou, que seus natais anteriores tinham sido formais, frios. Dignos. Quando ele a levasse para a casa de seus pais na Geórgia, seria um choque. "Estive admirando seu cabelo, Gabi." Disse Nana. "Acontece que estou pensando em colocar alguns riscos-de-rosa ou verde nos meus, só para chocar as senhoras do meu clube de bridge." A boca de Marcus estalou aberta, e Vovô estalou como um motor mal afinado. "Acho que você chocaria mais do que as mulheres." Risinhos para os homens, Gabi enfiou os dedos no fio azul no cabelo. "Você é mais corajosa do que eu, nunca planejei fazer algo tão permanente." Ele pensou que ela tinha feito isso como uma mostra de desafio, embora o azul fosse um pouco estranho, considerando que ela gostava de cores coordenando. "Então por que você fez?" "Meu trabalho tem benefícios inesperados..." Ela deu-lhe um olhar triste. "Eu fui ver um adolescente que teve uma experiência... Ruim, mas ela se recusava a falar comigo. Queria que fosse embora. Mas depois ela disse que planejava tingir seu cabelo." Os olhos de Gabi escureceram. "Isto soa como coisa de menina, tentar mudar a nós mesmos como se nós pudessemos mudar as nossas vidas também." Marcus levou a mão dela. Ele teria que perguntar em algum dia como ela se mudou como um adolescente. "De qualquer forma, me ofereci para ajudar, e no meio, fiquei entusiasmada. Quando 356


me viu com uma mecha azul no meu cabelo, bem, ela começou a rir e..." Quando Gabi apertou os dedos nos seus, ele sabia que a menina havia falado e compartilhado, sem dúvida, memórias horríveis com a sua mulher compassiva. "Tivemos uma conversa agradável, e descobri um pouco com o azul. Voltei no mês passado para tê-la conversando um pouco mais." Sim, definitivamente ele amava essa mulher. Queria puxá-la em seus braços, ele se contentou em acariciar com um dedo o seu rosto. Ela deu-lhe uma careta suspeita. "O quê?" "Você me agrada mais do que posso dizer, Gabi.‛ Ele disse suavemente. Uma bonita cor de rosa fixou em suas bochechas. Naquele primeiro dia que a viu, ele sabia que seria um prazer vê-la nivelada. "Hum. Obrigado." Sorrindo, ele lhe entregou um pedaço de pão naan18 tradicional. Ela pegou alguns hummus19 e deu uma mordida. Quando ela fechou os olhos de prazer, ele lembrou que ela teve a mesma expressão quando chupava seu pau, quando ele a beijou, quando se inclinou sobre ela... Ele se mexeu na cadeira, a necessidade de arrastá-la para o quarto de hotel, alugado. Agora mesmo. Do outro lado da mesa, o avô trocou sorrisos divertidos com Nana. Totalmente óbvio, não foi? Ele descobriu que não tinha cuidado, no mínimo. Mas ele tinha trabalho a fazer aqui, e podia muito bem começar por matar dois coelhos com uma cajadada só. "Vovô, você se lembra da mulher que apresentei no início do verão? Celine?" Ao lado dele, Gabi endureceu seu rosto ficando branco quando tomou um gole de bebida. Nana, ao contrário, parecia chocada com a grosseria dele em falar sobre a namorada

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Pão indiano. Comida árabe – Tipo patê - feito de purê de grão de bico , misturado com tahine , azeite de oliva , suco de

limão, sal e alho. 357


anterior. "Lembro-me ela.‛ Vovô respondeu. "O açúcar não derreteria em sua boca." "Boa descrição." Marcus olhou para a pequena sub. Choque. A primeira rachadura nela não acreditando no que Celine disse. Excelente. Agora para confrontar isto de frente. "Ela tem um problema com a honestidade também. Aparentemente, ela disse às pessoas que nós tinhamos um relacionamento e que eu a amo." Gabi se engasgou com sua bebida. "Ah, uma testemunha? O que ela disse a você, querida?" Seus olhos estreitaram. "Eu não estou no tribunal, para assisti-lo, Sr. Advogado.‛ Um bufo de apreciação de Vovô. Marcus colocou um dedo sob o queixo. "Diga-me, Gabrielle." "Ela me disse que você a ama porque ela nunca dá-lhe toda a conversa de volta. Tudo o que você quer é o que ela quer." "Você gosta de uma mulher dócil?" O avô disse incrédulo. Nana estalou a lingua para ele. " Claro que ele não gosta, querido. Agora silêncio." "Você realmente acha que eu apreciaria alguém que eu possa subjugar?" Marcus perguntou, passando um dedo pelo seu rosto. "Você percebe o quão chato que seria?" "Mas..." A partir de sua expressão confusa, foi exatamente o que ela acreditou. "Eu vejo. Nós discutiremos isso mais tarde, então." Deixou a sua raiva para ela ver. "Você acha tão pouco de mim, que você acredita que eu iria..." A lembrança da presença de seu avô lhe fez rever a sua linguagem. "Ah, ia te levar pra casa se eu estivesse envolvido com alguém?" "Não." O olhar dela caiu. "Não em primeiro lugar. Mas ela disse, em linha reta..." "Ela mentiu Gabi." Marcus apoiou um cotovelo sobre a mesa. "Alguns encontros não fazem uma relação, e para além das cenas ocasionais. Parei de vê-la bem antes de você. Ela não se deu por entendida, então disse a ela, e sem rodeios, um par de semanas atrás, que não tinha intenção de fazer nada... Qualquer coisa... Com ela novamente." 358


Olhos castanhos encontraram os dele, e ele viu seu temperamento faíscar. "Ela mentiu para mim? Totalmente mentiu?" Marcus sufocou seu sorriso. "Estou com medo disso, Doçura." Seu rugido soava como uma versão superior de Nolan. Vovô bateu com a mão sobre a mesa. "Então o que você vai fazer em relação a esta mulher?" "Você tem alguma sugestão, Gabi?" Ela pensou por um momento, e seus lábios se curvaram. "Tudo o que você quer é o que ela quer... Então o que queria era passar uma noite com Me..." Ela cortou a palavra fora e corou ligeiramente. "Com Sam?" Marcus olhou para ela, então caiu na gargalhada. "Você possui uma mente mal pequena pirralha." "Sam é feio ou algo assim?" Nana perguntou. "Não. Na verdade, Sam é um cara muito legal, mas ele tem um lado bastante conhecido, áspero." Marcus piscou para Vovô. "Ele tem um núcleo duro e sádico, Nana, e ele tem uma predileção por chicotes." Vovô gritou uma risada. Os olhos de Nana aumentaram. "Meu Deus, como você conhece pessoas tão interessantes?" Ela bateu com um dedo contra seus lábios, em seguida, assentiu com a cabeça, chocando ele — e Gabi — completamente. "Isso seria uma situação boa para colocá-la, abençoe o coração dela, e uma consequência disso por ela mentir." Marcus sorriu para Gabi. "Significa que você precisa vir a Tampa para o show, querida." "Eu... Eu..." Ela desviou os olhos. "Você sabe, nós devemos comer a comida enquanto ainda está quente, você não acha?" Bem, ele poderia ter vencido uma batalha, mas, obviamente, a guerra ainda não estava ganha. 359


O tempo com os avós de Marcus tinha sido maravilhoso, Gabi pensou, quando Marcus abriu a porta do seu quarto de hotel. Porra, eles eram divertidos. Sua avó era voluntaria em vários grupos em Tampa de resgate de animais selvagens, tentou puxar Gabi para ajudar, e ficaram decepcionados ao saber que ela morava em Miami. Em contraste, seu avô, teimoso insistente tinha deliberadamente incitado Gabi com declarações idiotas, e como abrir uma vara em um macaco enjaulado. Finalmente, quando ele reclamou do dinheiro que vai para o seguro de saúde para as crianças, ela perdeu a paciência e arrancou sua lógica em pedaços. Ele tinha uma risada que rugia quase tão maravilhosa quanto | de Marcus. Depois que ele recuperou o fôlego, ele disse a Marcus. ‚Ela vai fazer." Eles gostaram de mim. Sim, a maioria das pessoas o faziam, mas ela nunca esperou a aprovação da família de Marcus. E Marcus não agiu sufocante mesmo. Ele segurou seu próprio com seu avô, enquanto conversava com sua avó, e toda vez que ele riu, calor listrava abaixo sua espinha. "Segunda-feira, Doçura.‛ Disse Marcus, segurando a porta aberta para ela. "Não posso acreditar que você teve um quarto em um resort da Disney." A decoração Africana continuou na sala, com tons dourados calorosamente, esculturas em madeira, e os padrões de brilho na cama — cama muito grande. Ela desviou o olhar. "Desde que você gosta tanto das panteras naquele lugar de salvamento de gato, eu pensei que você apreciaria isto." Ele lembrou. Morno carinho afiou de lado um pouco de seus nervos. Após encher dois copos de vinho, ele caminhou para a varanda. "Venha aqui, querida. Vamos falar." Só assim, ela se sentia como se alguém tivesse envolvido uma grande mão em volta 360


do pescoço, cortando a sua voz. Seus pés não moviam até que ele curvou o dedo para cima em um movimento de venha aqui. Merda. Eles realmente precisavam acabar com isso. Ela se juntou a ele na varanda, bebeu o Pinot Noir suave, e começou a observar os animais no campo. Conversa. Como ela podia fazê-lo entender? Ainda que ele pensasse que a queria, ele não fez. Ele não iria. Ela não deve deixá-lo empurrar em algo que lamentaria. "O que estamos falando?" Ela perguntou levemente. O murmúrio da conversa surgiu a partir das outras varandas, um menino gritou de frustração, alguém teve a sua música voltada para uma estação de rock barulhento. Marcus franziu a testa e balançou a cabeça. "Isto não vai funcionar." Suas esperanças que nunca deveriam ter surgido drenaram quando ele a empurrou de volta para o quarto e fechou a porta da varanda. "Certo." Sua voz não abalou. Muito. "Eu não pensei que isso iria." Ela colocou o copo sobre a mesinha da sala de estar. Ele inclinou a cabeça em perplexidade e depois sorriu, segurando sua mão enquanto se dirigia para a porta. "Não, querida, quero dizer, que nós não podemos conversar na varanda. Lá tem muitas pessoas ao redor. E você não parecia ser capaz de uma discussão racional neste momento." "O quê?" "Nós tentaremos irracional primeiro." Ele segurou a parte inferior da blusa e puxou-a sobre sua cabeça. Antes que ela tivesse passado "Marcus!" Sutiã seguiu o top ao chão. "O que você está fazendo?" Ele riu, ignorando as suas tentativas de impedi-lo de puxar para baixo o zíper de seu jeans. "O que você acha?" "Isso... Isso não é falar." "Claro que é. Agora só fique ai, Doçura." Quando ela virou em vez disso, sua carranca e o conjunto duro de sua mandíbula 361


parou seu movimento. Ela aprendeu a obedecer ao treinador extremamente bem. Antes, de ela reunir a sua determinação, ele removeu sua calça jeans e calcinha. "Marcus..." Ela forçou as palavras. Como ela deixou isso ir tão longe? "Isto não é uma boa idéia." Ele se aproximou, tocando seu rosto levemente com as pontas dos dedos. "Senti sua falta, Gabi." A emoção aberta em sua voz baixa a agitou, a puxando para ele mais forte era como lutar como uma correnteza. "Não.‛ Ela sussurrou. "Você é terrivelmente teimosa.‛ Disse ele em voz baixa. Ele puxou o cabelo dela e afastou-se. Ela arrastou em uma respiração. "Então vou dar uma olhada em você." Seu olhar percorreu o corpo dela, deixando um rastro de calor em seu caminho e, depois, seus olhos escuros. Ele passou um dedo sobre a ferida negra em seu peito esquerdo. "Como isso aconteceu?" Sua garganta contraíu, e engoliu contra a náusea que acompanhava a memória. "Jang ficou aspero." Sua boca apertou, mas ele só balançou a cabeça e examinou os hematomas nas costas e quadris e ombros. "Como você conseguiu isso?" "As quedas." Encontrou um sorriso para ele. "Ser jogada em uma caixa grande. Batendo em uma doca." Ela tocou o hematoma em sua testa. "Esta foi na doca também." Ele traçou em torno da contusão em seu lado direito, e ela estremeceu. Ele franziu o cenho. "Estão às costelas rachadas ou quebradas?" "Feridas." Ela suspirou quando ele levantou as sobrancelhas. "Só uma ou duas rachadas quando Jang me chutou. Então, novamente, eu o chutei nas bolas." Uma covinha apareceu ao lado de sua boca quando ele sorria. "Bom para você, querida." Com as mãos firmes, ele sentou na beira da cama. Acariciando sua bochecha, ele examinou o machucado lá e os outros ao longo de sua mandíbula. "A partir da doca?" 362


"Jang." "Eu devo a Z uma bebida por cuidar dele por mim." Suas palavras eram suaves, mas viu a fúria em seus olhos e a tensão em seus músculos. Curiosamente, a ira em seu nome escorreu um pouco da dor de suas próprias memórias. Ela esfregou a bochecha contra a sua palma. "Vance disse que Z fez um bom trabalho completo. As costelas de Jang foram definitivamente quebradas." "Saber que cada respiração que tomar vai doer por muito tempo, ajuda." Ele derrubou o queixo para cima e examinou seu rosto. "Ele colocou as mãos em você... Que mal isto ainda te incomoda? Acho que poderia trazer de volta algumas memórias feias." "Algumas." Fechou os olhos, incapaz de tolerar o olhar penetrante. "Eu estava... Com medo." Presa, machucada, sem saída. Ela estremeceu. Ele sentou ao lado dela e as mãos fecharam nas suas, quente. "Continue." Ela tentou dar de ombros. "Tive um ataque de pânico. Está ficando melhor, talvez porque eu consegui reagir um pouco neste momento. E escolhi para jogar chamariz, então tudo não aconteceu inesperadamente, para nenhuma razão. Estou mais chateada sobre..." Ela engoliu contra o nó na garganta. "Minha amiga. Kim. Não existe muita esperança agora." "Ah, querida, eu sinto muito.‛ Disse ele baixinho. "Vem aqui agora." Braços duros se fecharam em torno dela e puxou-a contra o peito. Seus olhos misturados com lágrimas porque tinha alguém para se apoiar, mesmo que fosse apenas por um período curto. O conforto... Ninguém tinha prendido ela desde o hospital, e Deus, precisava disso. Como se ele pudesse, simplesmente afagou-a durante algum tempo, balançando um pouco. Seu queixo descansado no topo da cabeça dela e sentiu-se fechada no calor e segurança. "Você sabe, você me assustou, pequena sub. Primeiro, quando ouvi que você tinha sido seqüestrada, e então... Pior ainda, vendo a sua caixa embicando para a água." Ela sorriu contra sua camisa. Outras pessoas além dela poderiam ter se assustado. "Obrigado por não me deixar afogar. Vance disse que foi atingido por um cano quando você me levou de volta para o cais." Ela puxou para trás e tocou na ferida, esfolada 363


na borda de sua testa, meio encoberto pelo cabelo. ‚Ele teve uma contusão em seu queixo também. Ele tomou um soco na cara. Obrigado por me resgatar." "O prazer é meu." Ela desabotoou a camisa. A bandagem de gaze branca em seu ombro esquerdo parecia terrivelmente errada em sua pele bronzeada dourada. Um amarelinho, contusão rodava florescendo em suas costelas, à esquerda, e ela deu a ele o mesmo inquisitivo olhar que usou nela. "Levei um soco." Deus olhe para ele. Bandagens, hematomas, cortes. Todos culpa dela. Ela quase tinha conseguido matá-lo. Seus olhos se encheram de lágrimas. "Agora você não vai iniciar a choradeira por algumas marcas, Doçura." Ele a puxou de volta contra o seu lado. "Eu fiquei pior nas aulas de caratê." "Você quase morreu.‛ Disse ela. Ela empurrou a cabeça dela contra o braço, tremendo por dentro com tanta força que poderia quebrar. Ela ficou passando a maior parte dos efeitos posteriores, mas os pesadelos daqueles poucos minutos não diminuíram. Cesar gritando. Fodendo sua boceta. Seu corpo não mais seu próprio. Gelado. Grito de Marcus, Gabi, abaixe! O tiro da pistola. ‚Se eu abaixasse como você ordenou, você<‛ O som que ele fez o sangue, manchando vermelho. ‚Eu sinto muito, Marcus. Você trabalhou tão duro em me conseguir descongelar, e ainda eu não me movi e você — eu sinto tanto.‛ "E você se sentiu culpada desde então." Na verdade, ele riu, e ela olhou para cima para ver a diversão em seu rosto. "Você realmente pensou que uma noite consertaria vocês todos? Um problema como o seu não desaparece muito facilmente, Gabi, e se você estivesse diretamente pensando, você saberia disto, Conselheiro de Miz." Ela olhou para ele. "Você não me culpa?" "Para algo que você não tem o controle? Dificilmente. E se o problema e se lembrar, que um minuto antes de congelar, você me impediu de levar um tiro. Essa bala provavelmente teria me matado. Não mesmo, querida." Ele enxugou as lágrimas de suas 364


bochechas com os polegares e sorriu para ela. "Além disso, tomar uma bala em uma operação de sucesso do FBI fez a minha reputação no escritório do DA." "Ah. Bem." Homens. Criaturas estranhas, estranhas. "Qualquer outra coisa que precisamos discutir sobre a luta?" Ela balançou a cabeça. Assim que é por isso que a queria nua para verificar seus ferimentos. Todas as suas preocupações sobre ter que recusar-lhe o tato eram tolas. Aliviada... E decepcionada, ela se abaixou e pegou a calça jeans e a calcinha. "Não." Ele os tirou do aperto dela e apontou para o centro da cama. "Ponha-se lá." "Mas..." "Nós ainda não terminamos, querida."

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Capítulo Vinte e Cinco Ela abriu a boca para argumentar, pegou o seu ‘eu vou te espancar uma vez e posso fazer isso de novo’ no olhar fixo, e deslizou para tr{s na cama para o local designado. Puxou as pernas para cima, ela abraçou os joelhos, sentindo-se muito exposta. Quando notou seu saco de brinquedos de couro pousado à cabeceira, um tremor sacudiu-a. Furtivo. O que estava planejando o advogado sorrateiro? Suas mãos começaram a suar e seu coração bateu forte o suficiente para causar danos ao seu peito. Ele puxou fora dos ombros a sua camisa e jogou sobre uma cadeira. Juntando-se na cama, encostou-se à cabeceira da cama. "Agora nós vamos discutir você e eu. Venha cá." Porque é que ele mantêm seus jeans? Mas era... Um pouco tranquilizador. Talvez ele não tivesse planos para fazer amor. Então porque não podia ela colocar as roupas novamente? Estou tão confusa. "Acho que prefiro ficar aqui. Marcus, você sabe que isso não funciona? Não há você e eu. Nós somos totalmente incompatíveis." Ele bufou, irritado, agarrou seu braço e puxou-a delicadamente sobre seu colo. A sensação de seus braços duros ao redor dela, sentiu seus olhos borrarem de lágrimas. Mais uma vez. Não faça isso comigo, Marcus. "O que temos aqui é uma falha de comunicação.‛ Disse ele, seu sotaque arrastado, escuro rico mais espesso do que o normal. "É melhor você me dizer por que fugiu de mim e mandou Galen com uma nota." "Não fugi. Eu vim aqui para ficar com meus pais. " "Nem tente me enrolar, Gabrielle." O som menor, do que educado interrompeu seus pensamentos por um segundo. Sua expressão escureceu e o olhar perigoso em seus olhos avisou que sua tolerância chegou a um limite. Ela afastou. Não faça isso. Não escutou a voz e deu-lhe a verdade simples. "Eu não sou 366


uma submissa doce, Marcus." "Acredito que eu tenha compreendido esse fato." "Você não quer uma pirralha. Você não quer os problemas ou as dificuldades. Eu sei que..." Ela olhou para suas mãos. "Pensei em fingir ser uma doce e calma submissa para você, mas... Depois de ficar com meus pais, sei que não faria, não seria capaz de fazê-lo por muito tempo, e quebraria meu coração por colocar aquele olhar em seus olhos de novo." Ele colocou uma mão em cada lado do rosto, e seu polegar acariciou as maçãs do rosto. "Que olhar Doçura?" "Decepção.‛ Ela sussurrou. "Você vai me desapontar às vezes.‛ Disse Marcus. Seu olhar ficou preso no azul dos seus. "Se eu desapontasse você, Gabi, você quereria que eu partisse?" "Não. Mas é diferente. Eu sei quem você é, e eu não quereria que você mudasse." "Lá vamos nós. Gabrielle, eu não quero que você mude. Eu amo quem você é pequena pirralha." Sua respiração ficou presa, e alegria aqueceu dentro dela como um turbilhão de cintilação. Amor? Ele me ama? A mim? Então ela balançou a cabeça. "Não. Não, você não faz." "Ao contrário da pequena sub jamais aceitar qualquer coisa. Por que não estou surpreso?" Ele suavemente inverteu as posições com ela para ela voltar a descansar contra a cabeceira e ele montou suas coxas nuas. "Gabrielle, no último mês, você fez tudo que é doce, obediente em uma submissa parecer chato." O jorro de esperança desvaneceu rapidamente lógica retornando. "Você odeia quando eu o desobedeço. Eu vi isso." "Doçura, quando você estava agindo e eu não soube isto, você me dirigiu mais louco que um percevejo de junho.‛ Ele concordou. Inconscientemente, ele passou as mãos sobre os seios, distraindo-a. Maldito seja ela ansiava pelo seu toque como uma droga, queria estar em seus braços, sobre ele. Ela fechou as 367


mãos nos punhos, precisando dele para ouvi-la. "Eu não estava fingindo o tempo todo. Você não entende?" Disse. "E..." "Eu entendo Gabi." Seus lábios curvaram. "Acho que apenas cerca de metade do seu comportamento malcriado foi um ato." Ela piscou. Sabia? "Então porque você está aqui?" "Descobri que gosto de sua genialidade comparando com você. Gosto da sua honestidade. Gosto de ver você se esforçar para apresentar e, por vezes ganhar e às vezes perder." Ele puxou a mecha azul do cabelo. Tudo no seu corpo começou a girar para a desordem. Mas isso não poderia estar certo. Ele deve ter se confundido. "Não." "Ah, sim." Ele fez uma careta. "Mas quero você, em Tampa. Ou comigo em Miami. E você em minha casa." Ela se lembrava de como Vance tinha mencionado que poderia levá-la transferida para Tampa. Não. Saindo agora. Seus lábios curvaram. "Se eu acordar com a necessidade de bater em minha pequena sub na parte da manhã, quero que esteja disponível." O brilho nos olhos dele disse que estava brincando em sua maioria, mas não em tudo. Ela engoliu em seco, imaginando a sua palmada de mão em seu bumbum. O flash de calor endureceu os mamilos em salientes picos. Ele olhou para seus seios e levantou as sobrancelhas. Deus, aquele sorriso dele. "Eu acho que você gosta da idéia de uma surra de manhã.‛ Ele murmurou. "Não, eu não gosto." Esperança e medo lutavam, afogando-a em emoções revoltas. Eu não posso pensar. Ela agarrou-se ao fato de um, ele precisava entender que não poderia funcionar. "Eu não cooperarei. Não sempre, e então você não gostará de mim." "Você deixou seus dentes naquela noção, não é?" Ele puxou um grande rolo de gaze do fundo de sua bolsa. "Melhor nós testarmos isto, então." 368


Espere. "Não. Nós não vamos fazer isto." Ignorando sua luta, derrotou-a com seu peso, capturando por um lado, e segurou-a firmemente. Ela não podia lutar contra ele e machucar seu ombro, mas tentou puxar o braço para fora do seu domínio, sem sucesso. Depois ele passou gaze sobre as escoriações em seu pulso esquerdo, ele afivelou o punho adiante. "Acontece de Nolan possuir um conjunto extra largo de algemas.‛ Comentou ele. Ele ergueu o braço e agarrou o punho a uma corda presa | cabeceira. Como não poderia ela ter descoberto as restrições? Mas não, ela estava ocupada demais olhando para ele. Ele fez o mesmo em seu outro pulso e afagou-lhe a mão. "Estes não devem esfregar em seus braços, onde ainda está dolorido." Ele prendeu o punho direito a outra corda e sentou-se. Ele conteve seus pulsos contra a cabeceira de cada lado da cabeça dela. Ela puxou para eles e fez uma careta quando o movimento puxou suas costelas. "Eu não posso acreditar em você! " "Ah, eu não estou pronto ainda, querida." O grande poste de canto da cabeceira tinha uma corda enrolada em torno da madeira... E uma algema. "Você montou tudo. Você planejou isso." "Querida, eu não era apenas um escoteiro, eu era um escoteiro." Passou a fixar o punho no tornozelo. Ele fez o mesmo no outro lado. "Gosto de como flexível você fica, mas deixe-me saber se isso machucar suas costelas." Viu-a de perto quando ele apertou as cordas, forçando as pernas para cima em direção aos postes de esquina, na cabeceira da cama. "Depois que você se curar de tudo e nós estivermos na casa nova, vou ter seus pés quase | sua cabeça.‛ Disse ele. No pensamento de ser amarrada em sua cama, o desejo afiou sob sua frustração. Amarrou fora das restrições. "Contento-me com isso hoje." Ela estava corcunda contra a cabeceira, pulsos em cada lado da cabeça dela. Suas pernas eram puxadas para cima 369


e amplamente separadas, e os pés elevados no meio do ar entre seus quadris e ombros. Ela puxou as pernas dela, incapaz até mesmo de fazer um movimento solidamente na cama e percebeu que ele estava olhando para ela com um sorriso no rosto. Seu prazer ao vê-la vinculada mostrava-se claramente. E sabendo que ele foi despertado por seu desamparo aqueceu o sangue dela. Ele correu as mãos para o interior das coxas, parando em cada lado de sua boceta. "Gosto de ver você assim aberta e exposta." Ele tocou seu clitóris, a mínima escova dos dedos, enviou uma queimadura por meio dela, uma necessidade crescente de muito, muito mais. "E seus pés balançando no ar, sua boceta rosa para que eu possa brincar com isso." Seu olhar sobre ela parecia tão quente como os dedos enquanto a tocava, brincando entre suas dobras. "Parece que você está um pouco animada." "Eu não estou..." Um gentil esmague direito em sua aberta vagina enviou fogo abaixo picando as terminações nervosas. Ela engasgou. "Não minta para mim, Gabrielle." Seus olhos eram firmes. "Isso não é o mesmo que me desafiar. Vamos ser honestos um com o outro. Fui claro?" "Tentarei. Eu não minto, a não ser às vezes... Mas eu posso falar..." Suas palavras emaranhadas. Seu sorriso mostrava a sua aprovação, o aquecimento ia profundamente por dentro. "Entendo querida. Você não mentiu a menos que esteja sendo uma pirralha. E você tem dificuldade em compartilhar seus pensamentos. Nós trabalharemos nisso." Ele continuou assumindo que estariam juntos... "No entanto, não vou aceitar mentiras, mesmo quando você estiver sendo malcriada. Chega de mentiras. A qualquer momento. Entendido?" Seus dedos acariciaram o vinco entre seu quadril e a coxa. Então ele atirou-lhe um olhar duro. "Responda-me." "Sim, Senhor." Ela era linda, Marcus pensou. Seus grandes olhos castanhos eram tempestuosos com 370


emoção, os seios balançavam com a respiração e os mamilos duros apertados a partir de sua excitação. Eu amo essa mulher. Muito cedo, Marcus normalmente pensaria ser tão certo, mas ele esteve envolvido com mulheres o suficiente para saber quando se sentia exatamente certo. Ao vê-la conversando com seus avôs e provocando vovô confirmou sua crença. Gabi se encaixava com eles e a ele como uma peça que estava faltando do quebra-cabeça, fechando no lugar de uma forma que outras mulheres, inclusive sua ex-mulher, nunca tiveram. "Marcus?" Ele sorriu para ela. Amarrada e trêmula. Tão atraente. Sua expressão mostrava o desejo e confiança... E preocupação, uma mistura mais estimulante para um Dom que qualquer afrodisíaco. Tê-la no controle de seu animado e, embora ela confiou-lhe para não machucá-la, ela sabia que ele poderia e a empurraria para fora de sua zona de conforto. Especialmente hoje. Ele gostava da expressão de preocupação em Gabi, os olhos arregalados. "Então jogue de pirralha agora, pequena sub.‛ Disse ele. Ela disparou para a direita acima em seu tom paternalista. "Eu serei malcriada quando eu quiser, e não ao seu comando." "Isso trabalharemos.‛ Ele murmurou e empurrou um dedo nela. Quente, úmido envolveu-lhe os tecidos, e, caramba, seu pau queria estar na sua boceta doce. Ela arqueou, dando um grito chocado. A conversa está terminada, pequena sub. Deitado, ombros entre as pernas dela, ele começou a assentar num antebraço, estremeceu com a pontada de dor no ombro, e mudou para o outro braço. Ele inalou. Ah, sim. Seu odor despertou subjugando a fragrância de sabonete. Ainda observando o rosto dela, ele lambia suavemente seu clitóris. O sufocado gemido de choque e de prazer que ela deu o fez sorrir. Será que ela tem alguma idéia de como era bonita? Então ela endureceu, começando a vislumbrar sua intenção e quanto ele planejava 371


tomar dela. "Marcus.‛ Ela sussurrou. "Não." Ela puxou freneticamente sobre as restrições e estremeceu. Suas costelas. "Pare Gabi." Ela não fez — de fato — puxou mais duro, seus dentes friccionados. Mulher teimosa. Ele bateu em seu redondo pequeno traseiro duro suficiente para picadura, e ela congelou. Seus olhos surpreendidos encontraram os seus. "Lutar vai doer às costelas. Você não vai continuar." Ao seu comando duro, suas pupilas dilataram. Os músculos de suas coxas relaxaram então seus braços. Ela suspirou. Essa doce rendição. Como ele suspeitava, piralha era apenas superficial, ela foi a submissão do coração de profundidade. Incapaz de ajudar a si mesmo, ele acariciou a linha entre o quadril e a coxa, frágil e mole. "Eu amo você, Gabi, e estamos indo para remover as suas dúvidas. Hoje." A respiração dela aumentou quando percebeu que não podia detê-lo. Nem até mesmo lutar para trás. Então ele foi direto ao que interessa, movendo-se a cada um dos pontos quentes que ele observou em anteriores encontros, os lados elevados de seu clitóris, a área firme em cima do montículo. Ele sorriu ao sentir o feixe de nervos endurecer. Empurrando diretamente para levá-la a borda não levaria muito tempo, considerando que ela esquentou no minuto em que ele algemou seu pulso. Calafrios percorria seu corpo como ele a manteve no topo com provocações, lambidas vagarosas e medias em seus movimentos dos dedos. Logo ela estava tentando puxar seus quadris para cima em direção a sua boca, apesar das restrições. "Diga: Eu te amo, Mestre." Seus lábios curvaram. Ela não estava cega com a necessidade ainda, e ele sabia o que iria acontecer. "Você não é meu Mestre. Você é um imbecil, isso que você é. Pare de me provocar.‛ Disse ela numa voz rouca. 372


"Imbecil? Você não teve aula de anatomia na faculdade?" Ele enfiou a mão no saco de brinquedos e pegou um plug anal, um maior do que qualquer outro que já usou nela antes. "Deixe-me mostrar o que é um imbecil. Considerando que vou estar usando um dia desses, podemos muito bem começar a deixá-la pronta." "Não. Não, espere." Com uma injeção rápida de lubrificante entre as bochechas e outra sobre o plug, Marcus ignorou contorcendo e apertou-o contra o seu buraco negro. Oh, Deus. "Seu filho de uma cadela." Ardente queimação no ânus de Gabi quando o plug estirou o anel de músculo na abertura. Amplamente... Mais amplo. Ela mexia incontrolavelmente. Com um plop inédito, isso escorregou dentro a dor diminuiu, deixando seus nervos formigando. "Dane-se." "Bem, agora parece bom.‛ Disse ele. Ele lambia seu clitóris, novamente, sua língua quente e molhada porque seguiu os padrões irregulares ao seu redor, cada vez mais sensíveis. Ela ia morrer e sabia disso. Seus quadris inclinavam para cima, enquanto o plug em sua parte traseira enviava nervos ímpar sapateando com o seu fundo todo o caminho para sua coluna. Sob a sua lenta determinação, acariciando seu clitóris inchado até parecia um melão amadurecido apenas esperando para dividir. Ela fechou os olhos. Oh Deus. "Por favor.‛ Ela sussurrou. "Droga, Marcus..." "Não ainda.‛ Ele murmurou, e seu dedo circulou sua entrada. O plug anal pressionava contra a sua vagina enquanto empurrava o dedo para o espaço comprimido. Muito apertado. Seu interior pulsava em torno da intrusão de novo, o sentimento incrivelmente intenso. Seu dedo pressionou, esfregando contra alguma coisa dentro de sua vagina, e ela sentiu a pulsação começar a se expandir. Impiedosamente ele lambia seu clitóris e acariciava dentro dela, empurrando-a mais e mais até que tudo que conseguia pensar era o toque seguinte de sua língua, o próximo toque do seu dedo. 373


Ele parou. Seu dedo escorregou, deixando-a vazia e latejante. "Diga: Eu te amo, Mestre." Repetiu ele, não levantando a cabeça. Seu hálito quente escovando sobre seus tecidos dolorosamente sensíveis. Ela não podia pensar, não conseguia, sentia apenas os lábios escovar seu clitóris. "Maldito seja.‛ Ela gemeu. Bastardo, idiota. "Eu te amo", e ela fez. Mas ainda assim o Mestre ficou quieto? Só que ele se vingou por ela chamá-lo assim, e agora seu ânus pulsava no mesmo tempo que sua boceta. "Mestre. Oh, porr favvoorr..." Ele não se moveu. Ela abriu os olhos. Seu rosto estava ainda, claro com intenção nos olhos azuis. "Acredito que Mestre soa bem... Quando você diz.‛ Ele meditou, quase para si mesmo. Então sorriu para ela. "Muito bom, Gabrielle." Seus lábios sobre seu clitóris até mesmo quando empurrou dois dedos nela... Dois — a estirando. Ela engasgou com a explosão de sensações requintadas. Uma pequena pausa e depois chupava fortemente sobre o clitóris e os dedos pressionando mais. Tudo dentro dela estourou. Fogos de artifício de prazer escaldante explodiram em seu núcleo, atirando para cima, para fora, até que fez do cabelo até as unhas arrepiarem. Ele manteve seu ritmo suave, mas implacável, persuadindo os últimos tremores dela. Seu coração batia em seus ouvidos tão alto que ela podia se ouvir ofegante. Quando ele sentou-se sobre os joelhos, mostrou satisfação em seu sorriso e nos olhos. Droga, ela implorou. Chamou de ‘Mestre’. Quando ela pretendia mostrar o quanto de problema ela era? Não desmorone, por causa do céu. Ele era muito bom neste material. Advogado furtivo. "Deixe-me ir agora. Você conseguiu o que queria.‛ Ela resmungou. "Oh, nem cheguei perto pequena sub. O Mestre não convenceu, nem perto ainda.‛ Disse ele, e a sensação de suas mãos fortes segurando suas coxas a fez espernear. Seus polegares puxaram os lábios separados. Ele olhou e sorriu para ela. "Bonito, rosa e molhado, do jeito que eu gosto. Agora, diga eu te amo, Mestre de novo." 374


O que foi isso? "Sonhe. Não é meu Mestre nas coisas." Por que ela não podia pensar sobre algo sórdido para dizer? Onde foi sua pirralha interna, caramba? "Eu vejo." Ele descompactou sem pressa seu jeans, e seu pênis saltou. ‚Talvez um pouco mais de espessura média, mas longo o suficiente que lhe tinha dado alguns momentos ruins.‛ Com movimentos lentos, cobriu-se de um preservativo, fixando nos olhos dela. "Eu acho que você terá que ver isso do meu jeito... Depois de discutir... Isso ainda mais." Sorridente, ele empurrou dentro dela, infinitamente deslizando maravilhoso carne contra carne, enchendo-a< E a enchendo até que< Ela começou a se contorcer contra o sentimento de estar cheia demais com o plug anal e seu pênis lutando por espaço. Quando ela chorou, ele abrandou, mas continuou a avançar, com o olhar em seus olhos, sua boca, seus ombros. "Fácil, doce. Você pode me levar e você vai." Ele parou quando estava totalmente dentro dela. Tão cheia. Pequenos espasmos enviavam faíscas fechando sobre os nervos. Seus dedos pastavam em seu rosto. "Tão, rosa e vermelho.‛ Ele murmurou, segurando o seu olhar com o poder absoluto do seu. O mundo mudou de lado, e ela balançou na sensação de estar sendo possuída, dentro e fora. Ela olhou para ele impotente. Seu olhar suavizou e ele esfregou a bochecha contra a dela. "Sim, pequena sub, hoje você vai me dar tudo." Ele se inclinou para frente, seu peso em um braço, e começou a empurrar num ritmo duro de dirigir. Ele tomou sua boca, profundamente, docemente, nunca diminuindo. Para sua surpresa, sua própria excitação começou a subir, e ela gemia. Como ele fez isso com ela? Será que nunca se fartaria dele? Como se sentisse a sua resposta, ele se afastou o suficiente para sorrir para ela. "Eu te amo, Gabrielle.‛ Ele murmurou, e antes que pudesse reagir, ele estendeu a mão entre eles e deslizou seus dedos sobre e em torno de seu clitóris. "Oh Deus." Ela não tinha estado preparada, mas explodiu de qualquer maneira, os quadris batendo contra o seu. As ondas desta vez foram menos intensas, mas rolou através 375


dela mais e mais até o próprio ar espesso e ela só conseguia arquear e montar o prazer fora. Eventualmente, sua respiração desacelerou. Uma gota de suor revestiu seu corpo, e ela provou o sal em seus lábios. Cada batida de seu coração pulsante contra o plug, contra o seu pau duro. Ele estava duro? Mantendo pressionado contra sua virilha, ele a empurrou para uma posição ajoelhada. "Diga eu te amo, Mestre de novo." Ela deu um resmungo de nojo, sentindo como se ela corresse uma maratona. Sua mente tinha esvaziado. "Eu pensei que nós já tivemos essa discussão." Ele riu. "Ainda estou com vontade de discutir o assunto." Oh, Deus, ele tinha começado a sair. Seu corpo parecia estar afundando no colchão, e ele ainda estava duro. Ele puxou o saco de brinquedo perto e saiu com... Caramba, prendedores de mamilos. Ela estremeceu, puxando as restrições inutilmente, e só conseguiu empurrar seu pênis contra o plug anal dentro dela. Sua vagina espasmou novamente, a onda de prazer intenso o suficiente para a fazer ofegante. De alguma forma o seu corpo não parecia pertencer a ela mais. Ele acariciou os mamilos dela e suspirou. "Temo que você esteja toda suave agora que você gozou. Terei que consertar isso primeiro." Com um sorriso malicioso, inclinou para frente e lambeu o mamilo esquerdo, e depois o levou na boca e chupava. Delicadamente, e depois mais fortemente, até que ela realmente sentiu o sangue afluindo para ele. Cada chupada puxando algo em sua virilha. Ele soltou. "Você não está bonita agora?" Ele tocou um dedo para o vermelho escuro, firmemente no pico molhado. Esfregou-o seco e fixando-o em um grampo, observando-a atentamente quando apertou, então, apertou mais até que a picada de dor tornou-se uma pressão pulsante. "Dói.‛ Ela se opos, fazendo aumentar o sorriso. Ele acendeu seu mamilo. Ela gritou, e 376


suas entranhas espasmaram ao redor de seu pênis. De sua risada, ele gostou da sensação. "Diria que isto está certo agora." Ele brincava com ela no outro mamilo duro e aplicando a um segundo grampo. Então, para seu espanto, ele colocou um peso do tamanho de uma ervilha para as cadeias pendentes. Os pesos saltaram em seus lados, uma constante dor puxava contra os grampos. Suas mãos tentavam alcançar os seios dela, e ela gemia com a frustração. Seus mamilos feriam e queimavam... Ainda que ela estivesse ficando excitada outra vez, talvez porque a cada movimento da coisa em seu bumbum lembrou-lhe que estava lá, e seu pau... Ele caiu em frente com seu braço ileso e facilitou seu pênis para fora. Ela gemeu no empurre muito liso dele, quando pressionou contra o plug anal com cada impulso. As picadas dançavam em toques de plumas sobre sua pele, e o sangue começou a partilhar debaixo na barriga. Ela olhou para a porta, para fugir e sabia que não queria sair. Nunca. Ela tinha a sensação de estar sobre um penhasco, pendurada apenas nas pontas dos dedos. Calejados dedos em seu rosto viraram o rosto para trás no seu. Ele estudou o rosto lentamente, deixando claro que não havia nada que ela pudesse esconder dele. "Por que você está fazendo isso?" Ela sussurrou. "É este o castigo?" "Doçura, eu não penso que conseguir uma sub gozar seja castigo." Seus olhos nunca diminuíram em sua intensidade. "Mas pode ensinar-lhe alguma coisa." Para sua surpresa, ele mexeu-se mais rápido, e com cada impulso batendo, os pesos pendurados em seus mamilos balançavam, puxando dolorosamente. As pontadas deram um tiro direto para o clitóris até que ela precisava desesperadamente de voltar, e não havia nenhuma maneira que poderia possivelmente. Marcus viu a descrença em seus olhos e seu corpo cravado de excitação em arranhada necessidade. A cada balanço dos grampos de seu mamilo, sua vagina contraia ao seu redor, ameaçando seu controle. Antes que sua própria demanda tornou-se crítica, ele chegou entre eles para o clitóris ritmando pouco, já bem no seu caminho para a dureza de 377


novo. Ele encontrou a firmeza sob o tecido macio, liso, e ele esfregou até o cerne levantar-se e maldição, a sensação de que quase a mandou de novo. Ele acariciou mais duro, mais rápido, sabendo que ela precisava de mais estímulo desta vez, depois que ela gozou duas vezes. Seus músculos foram esticados. Ela ofegou, sua cabeça rolando para frente e para trás como se ela pudesse negar a resposta ao seu próprio corpo. Ela provavelmente fez, ele percebeu. Ela ignorava o que precisava, porque a admissão iria fazê-la sentir que era menos do que perfeita. Bem, ele trabalharia sobre isso também. Por enquanto, ele torceu a mão para o lado o suficiente para pegar o clitóris entre o polegar e os dedos e apertou-o suavemente com cada impulso. Com o ritmo e a pressão, o corpo dela apertou até que ela parou de respirar, segurando firmemente ainda. O auge. Ele apertou um pouco mais duro, e ela veio com tal grito que estava feliz por ele fechar a porta da varanda. Ela estremeceu, e as convulsões da sua boceta em torno de seu pênis quase o levaram com ela. Ele poderia passar a vida inteira transando com ela e ser feliz. Ela piscou para ele com os olhos vidrados. "Você está louco?" Ele empurrou-se para trás em seus joelhos para falar. Agora, ele beliscou seu clitóris em resposta à grosseria. Ela guinchou, e sua vagina espasmou novamente, fazendo-o sorrir. "Você quer grampos em seu clitóris?" Ele perguntou baixinho. Seus olhos arregalaram, e se pudesse fugir através da parede, ela teria. Ele riu e mandou de novo. "Diga: Eu te amo, Mestre." Ela começou a ser automaticamente pirralha, e moveu-se ligeiramente. Ainda duro. Sua boca abriu. "Você..." Ela fechou a boca rapidamente, obviamente percebendo que sua mão repousava sobre seu clitóris. "Por que você está fazendo isso?" Porque você precisa saber que vou te amar, mesmo quando você brigar comigo. Mas dizendolhe não faria nenhum efeito. Ela precisava saber, ao nível do intestino. "Diga eu te amo, Mestre." Sua boca, o queixo um conjunto adorável teimoso. 378


"Não?" Ele suspirou. "Você est{ se tornando bem difícil.‛ Razão pela qual ele salvou este para o último. Ele colocou a mão entre as bochechas de sua bunda e apertou o controle sobre o botão do plug. O que ele estava...? O plug na bunda dela veio à vida. Gabi já sentiasse recheada, e agora que a coisa vibrava dentro dela, o envio de todos os nervos em espasmos. "Oh não, não." "Ah, sim pequana pirralha.‛ Ele disse suavemente. "Eu gosto do desafio, querida, e eu posso ver que nós iremos nos divertir muito." Seus olhos dançavam com o riso e a paixão quando ele se inclinou para frente e tomou sua boca, duro e possessivo. Ele começou a se mover. Tudo já tinha aquecido em seu interior, as vibrações em seu buraco negro brilhavam com a vagina e agora misturava com o empurre incrivelmente erótico de seu pênis. Suas mãos apertaram as cordas quando ele acelerou, muito, martelando dentro dela, e ela percebeu o quanto ele tinha retido antes. Cada impulso enviava os pesos sobre os grampos da mama afiadamente. Era como se alguém estivesse puxando seus mamilos, cada pequena sacudida fundindo-se nas estranhas vibrações desconcertantes. Sensações correram através dela, caindo como se ela fosse capturada em uma ressaca violenta. Sua vagina apertou. Suas coxas apertaram. Todo o seu corpo apertou. Ele não queria fazê-la esperar. Ele simplesmente angulou seu pênis de forma diferente. A cada pancada curta, dura, ele afundava sua pélvis contra o clitóris. Ela subiu mais alto. As bordas de sua visão embaçadas, deixando apenas os olhos azuis olhando para os dela, não a liberando, mantendo-a com ele. Contra a pressão em seus ouvidos, ela o ouviu falar pausadamente: "Eu te amo, Gabrielle." Com um gemido baixo, ele a empurrou na medida em que ela sentiu que ele batia em seu colo. Seu pênis estremeceu quando gozou, e de alguma forma mesclava com as vibrações em sua bunda e prensagem de sua virilha contra seu clitóris. Seu clímax explodiu sobre ela como um furacão, varrendo-a e destruindo todas as defesas que lhe restava. Prazer inundou 379


seu corpo completamente à sua mercê. Na sua misericórdia. Quando ele puxou para fora dela, partiu em mais alguns espasmos, mais, e mais outra vez com a retirada do plug. A dor aguda dos grampos sendo liberados mandou-a em outro orgasmo. Ele havia retirado às algemas dos pulsos e tornozelos antes de sua respiração desacelerar. Sua mente sentiasse cheia de nuvens, e se alguém perguntasse se ela queria sair da cama, ela iria amaldiçoar. Se ela pudesse encontrar a sua língua. Quando Marcus deitou ao lado dela e tomou-a nos braços, foi à sensação mais maravilhosa que ja sentiu. O corpo dela tinha caído fora com uma onda, mas ele a encontrou, e a mantinha | tona. "Você parece um pouco perdida, querida.‛ Disse ele, sua diversão tão óbvia, que queria bater nele. Estava segurando-a. E queria ficar lá para sempre. "Eu te amo.‛ Ela sussurrou, e parecia um pouco embaçada, ele ainda compreendia. Seu braço apertou em torno dela. "Mais." "Eu amo você, Mestre. Seu imbecil." Com a cabeça em seu peito, ela ouvia seu riso retumbando para cima e explodindo, em profundo e rico som, lembrando-lhe da primeira dica que ela tinha que ele era muito, muito mais do que o Sr. Perfeição. Ele apertou um beijo no topo da cabeça dela, e ela deu um suspiro de puro contentamento. Um segundo depois, os dedos inclinaram em seu queixo, forçando-a a olhar nos intensos olhos azuis como ele disse: "Eu te amo, Gabrielle, e você é minha. Nós vamos estar juntos, Doçura." Seus lábios curvaram. "Se me incomoda sua malcriação, eu acho que você sabe agora que posso foder isso simplesmente e diretamente de você." Sua lição. Ele fez tudo isso para empurrá-la para desafiá-la e mostrar-lhe o quanto ele gostou do desafio. O conhecimento balançou algo profundo dentro dela. Olhos fixos nos dela, ele esperou. 380


Ah, ela não podia esconder nada dele, e com o conhecimento, ela se rendeu completamente. Seus olhos encheram de lágrimas. Ele acariciou seu rosto, murmurando: "Lá vamos nós. Minha pirralha." "Eu realmente amo você." Deus, ela realmente fez. E tudo o que ela queria — disse para morar com ele, para jogar com ele. Ele me ama — ele gosta de mim. Coração transbordando, ela o beijou tão docemente como qualquer Mestre poderia querer. Com uma risada baixa, ele rolou por cima dela e deu um beijo que deixou o dela na poeira. Quando ele se afastou, esfregou a bochecha contra a dela. Meu gato grande. "Acho que lá está um copo de vinho chamando. E, talvez, uma varanda com alguns animais para assistir." As linhas de sol no canto dos olhos enrugados. "Se você puder se comportar, é claro. Caso contrário, podemos ficar aqui." Ela olhou, então, respirou fundo e disse. "Eu me comporto.‛ Tão docemente que seus olhos se estreitaram. E ela também, porque se ela tivesse outro orgasmo hoje, ele só poderia matá-la. Mas amanhã... Onde eu coloquei minha lista de insultos?

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Cherise sinclair use me senhor