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PORTFÓLIO ACADÊMICO - Ana Clara Guerreiro Cavalcante

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PORTFÓLIO ACADÊMICO

Ana Clara Guerreiro Cavalcante


Olá! Como vão? :) Me chamo Ana Clara, tenho 20 anos e, atualmente, curos o quarto período de Arquitetura e Urbanismo na Universidade Federal de Goiás (UFG). Ao longo dos meus estudos acadêmicos, até agora, desde o meu segundo período procurei sempre me convolver com práticas que me encantam, como projetos de extensão e monitorias, como vou dispor para vocês alguns exemplos ao longo do portifólio. Sempre fui muito envolvida com todos os tipos de arte, como música, artes plásticas, gastronomia e artes cênicas, o que me fez uma pessoa muito criativa, bem sóciável e bastante curiosa. Aprendo rápido (por ser paciente e perceptiva) e me adapto facilmente a diferentes funções e grupos de trabalho. Sou organizadae sei me portar em ambientes de trabalho. Além disso, procuro sempre melhorar e desafir minhas habilidades e costumo ser boa repensando novas estratégias e soluções para problemas quando necessário.

Contatos

anacla05gc@gmail.com Número: (62) 9 9913-4618


CURRÍCULO Escolaridade

Centro Educacional Sesc Cidadania - Ensino Médio Completo (2016 - 2018) Universidade Feveral de Goiás - Arquitetura e Urbanismo (2020 - Conclusão em 2025)

Atividades Acadêmicas

Trabalhos produzidos em História da Arte e Estética II (2020/2) Monitoria em História da Arte e Estética I - Prof. Paulo Henrique Duarte (2021/1) Exercício de Projeto 1 (2021/1) Coletivo do Habitar Político - Quintal nos Bairros (2021/1) Monitoria em História da Arte e Estética II - Prof. Paulo Henrique Duarte (2021/2)

Formações Estracurriculares

Sesc Educação Continuada - Curso de Línguas Inglês (2015 - 2017) Sesc Educação Continuada - Curso de Línguas Alemão (2019 - Interrompido em 2022)

Certificados

FCE - First Certificate in English Cambrige (2017)

Softwares

Illustrator photoshop Pacote Office Autocad Revit

Proeficiências

Aprendizado Rápido Boa Comunicação Paciência Organização Dedicação Bom Trabalho em equipe


ATIVIDADES ACADÊMICAS


História da Arte e Estética II Francis , Picasso e a Figuração Humana: Um Paralelo

Ambos os trabalhos foram desenvolvidos para a disciplina de História da Arte e Estética II, cursada no segundo período e ministrada pelo Prof. Paulo Henrique Duarte. A proposta referênte ao primeiro trabalho era, em uma reflexão comparar dois artistas e um tema que fosse o tema central da discussão.


Bacon, Picasso e a Figuração Humana: Um Paralelo INTRODUÇÃO Um paralelo entre a arte da primeira metade do século XX e a da segunda metade é inevitável. A arte é fluida, por mais que alguns se neguem a vê-la como tal, ela é, de fato, uma entidade, uma energia, ela se faz presente sempre. E como energia, pertencente à natureza, “nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. E na transformação há a necessidade de um parâmetro primeiro. Porém, também não podemos negar que há aqueles que bebem de fontes direta e indiretamente. Francis Bacon foi um destes que sempre deixou claras as suas fontes diretas, e uma delas, a mais forte entre elas, foi Picasso. Nas próprias palavras de Bacon “Vamos dizer que, talvez, Picasso me ajudou a ver…”, a ver o que? A ver a arte, a ver as diferentes formas de reproduzi-la. Picasso então, foi o pontapé para Bacon perceber onde sua arte poderia começar. Mas será somente isso sua influência sobre o artista da segunda metade do século? Que outras características a arte e as pessoas de Picasso e Francis compartilham? Resumir a diferenciação entre esses dois pilares da arte moderna pela Segunda Guerra é reduzir suas individualidades drasticamente e injustamente à nada além de suas experiências externas. Entretanto, suas guerras internas são deveras mais relevantes na análise de suas obras. Assim, ao longo do nosso percurso neste trabalho passaremos primeiramente por Picasso, sua vida como um todo e como, atravessado por diversos acontecimentos, imprimiu em suas obras suas interpretações, seguiremos discorrendo sobre Francis Bacon, da mesma forma que com Picasso e concluiremos com respostas aos questionamentos elencados, explicitando justamente o paralelo requerido e visível nas obras de ambos.

obras que conhecemos hoje, as obras que o fizeram conhecido são de certa forma mais clássicas do que um prelúdio ao que viria a ser o cubismo. Como exemplo, podemos nos lembrar de “Ciência e caridade” de 1897 (Figura 1), que foi exposta e laureada na Exposição Nacional de Belas-Artes de Madri, executada quando o jovem Picasso tinha apenas 16 anos de idade.

Figura 1: Ciência e caridade, 1897. Pablo Picasso. Museu Picasso, Barcelona

O pai de Picasso tinha por objetivo formá-lo como um pintor acadêmico. “Ciência e caridade” nos deixa visíveis tais traços academicistas, o realismo nas figuras, a proporcionalidade entre elas, o uso de luz e sombra, esfumados, cores mais sóbrias, a geometrização e a centralização da cena, são apenas alguns exemplos dos traços louvados pela academia. Partindo para 1900 a vida do artista passa a ser de Paris a Barcelona e vice e versa. Logo em seguida, temos uma de suas fases mais icônicas, a fase azul. Pablo tinha um grande amigo, também pintor, Carles Casagemas. Infelizmente, Casagemas comete suicidio em 1901, e nessa profunda tristeza é onde temos uma grande alteração na arte de Picasso, para a já citada, fase azul. A obra que marca a entrada formal do artista na fase azul é, então, justamente, um Auto-retrato, de 1901 (Figura 2). Que outro meio seria mais claro para demonstrar sua melancolia, se não, um auto-retrato?

PABLO PICASSO, 1881-1973 À começar, temos Pablo Ruiz Picasso nascido em 25 de outubro de 1881 em Málaga, Espanha. Seu pai era professor de desenho, com quem tinha aulas desde pequeno. Após alguns anos sua família se instaFigura 2: Auto-retrato, 1901. Pablo Picasso. Museu la em Barcelona, onde este firma sua carreira artística. Picasso, França. Seu sucesso inicial não foi pautado pelas


O azul então, se torna predominante, e se impõe como símbolo de tristeza, dor e morte. Muitas vezes as obras eram protagonizadas com pessoas, anônimas ou não, mas em maioria anônimas, que se encontravam em estado profundo de reflexão e melancolia, como podemos constatar na imagem acima. Picasso se muda para Montmartre. É o fim da fase azul. Aqui, em Paris, ele vive a vida boêmia e é onde se inicia e transcorre sua fase rosa, onde suas representações são menos melancólicas e mais circenses, tema muito recorrente na literatura francesa da época. A exemplo, temos “A família de saltimbancos”, 1905 (Figura 3).

filho, Pablo. Um dos quadros, a despeito de não finalizado, que mostra sinais do seu novo modelo figurativo é o “Retrato de Olga na cadeira” (Figura 5). Segundo Joan Soriano, em “Grandes Mestres da Pintura” pela folha em 2007 (pg. 64), o retorno de Picasso ao classicismo indica um futuro que apontava para a abstração total, além da influência que sofreu dos balés russos, fator que pode ter mudado sua forma de conceber a figura humana.

Figura 5: Retrato de Olga na cadeira, 1917. Pablo Picasso. Museu Picasso, França. Figura 3: A Família de Saltimbancos, 1905. Pablo Picasso. The National Gallery of Art, (EUA)

Chegamos em 1907, o ano de grande virada nas obras de Picasso, o ano em que ele pinta “Les demoiselles d’Avignon” (Figura 4) e, juntamente de Georges Braque, sob forte influência de Cèzanne funda o cubismo.

Passa sua fase classicista, seu casamento com Olga está deteriorando e é também a época que ele começa a ter contato com o mundo surrealista, mais precisamente, com os poetas surrealistas. E aqui, o artista inicia seus trabalhos surrealistas. O primeiro de seus quadros a ter tais características então, se chama “A Dança” (Figura 6).

Figura 6: A Dança, 1925. Pablo Picasso. The Tate Gallery, Grã-Bretanha.

Figura 4: Les demoiselles d’Avignon, 1907. Pablo Picasso. MOMA, EUA

Após o cubismo ainda há outras, entretanto, há que se passa entre 1917 e 1924 que se faz de muita necessidade ser citada. Sua fase classicista. É neste períodoo

Quando Picasso pinta o quadro acima, este está em profundo desespero e tristeza com a deterioração de seu casamento. Assim, os aspectos que podemos analisar da pintura entram em consonância com isso. A tristeza, o terror, a deformidade dos corpos e dos rostos das figuras, principalmente a figura mais à esquerda, marcam o fim de suas produções classicistas. A partir desse momento, em que há a virada de produção de obras classicistas para uma produção


figurativa surrealista intensa, seus métodos de representação da figura humana somente escalam na direção a representação, onde o mais importante é a decomposição da forma. Picasso, ao final de seu relacionamento com Olga, inicia um relacionamento com uma moça de nome Marie-Thérèse Walter, com quem ocultava seu relacionamento em uma pequena casa de praia em Dinard, França. Enamorado e loucamente apaixonado, o artista, pinta um de seus quadros mais famosos, figurativo e de grande intensidade, “Figuras na praia” (Figura 7), ambienta, através da desordenação das formas, um ato de um erotismo forte. A partir desta obra, teremos muitas outras com o curvismo mais acentuado, que seria o abandono das linhas retas como princípio orientador da construção das figuras, fator, com forte sensualismo, intensificado em Picasso, muito provavelmente, por Marie-Thérèse Walter, sua mais pintada musa.

Figura 7: Figuras na Praia, 1931. Pablo Picasso. Museu Picasso, França.

Infelizmente, o pintor não permanece com Marie até o final de sua vida. Eles se separam e sua última companheira, a segunda mais retratada pelo artista, Jacqueline Roque é aquela que permanece até seus últimos dias. O espectro de desenvolvimento de Picasso ao longo de sua vida é extremamente amplo e diversificado, ele demonstra uma vasta aptidão para todos os gêneros da pintura e até mesmo se aventurou na escultura em certo momento. Apesar disso, nota-se, longo de sua trajetória, que tais mudanças de estilo, temática e/ou fase, não é arbitrário, mas sim, a forma que o artista encontrou de se apropriar de se si, de seus sentimentos e como ele os representa através da cor, do teor e, principalmente, da figuração. Picasso foi e ainda é, um dos artistas mais importantes da história da arte moderna, justamente por isso. Uma das coisas que podemos e devemos aprender os artistas de vanguarda do início do séc. XX, foi que eles nos ensinaram a ver, não só a olhar, mas ver de uma maneira profunda, que vá além da re-

presentação realista, nos ensinou a apreciar o interior do artista derramado na tela e não a tela por si, e isso, é o ponto de partida mais interessante para estudarmos as produções artísticas que seguem. FRANCIS BACON, 1909-1992 Nascido em 28 de outubro de 1909, Bacon era irlandes apesar de seus pais serem ingleses.Quando pequeno sofria de asma, o que o fez receber sua formação em sua própria casa e distante de outras crianças. Não só por isso, mas Francis sempre teve uma vida muito conturbada e sua infância não escapa desse pré-requisito. Contando com a asma, o menino desde jovem já tinha suas tendências homossexuais e para seus pais, principalmente seu pai, isso era inaceitável. Então, aos 17 anos, seu pai o manda para morar com um amigo que considerava ser uma boa influência para o filho, porém, este se apaixona por Bacon e os dois acabam indo à Alemanha, o jovem deixa, então, sua família. Antes de estabelecer sua vida em Paris, Francis ainda não havia tido contato algum com arte e produção artística. Em um período de sua vida, o artista, entretanto, de volta à Irlanda, onde conseguira um trabalho como designer de interiores e de mobiliário, todavia, este só começa suas obras nas telas após uma exposição que visita de Picasso na Chez Paul Rosenberg gallery em Paris,1927, situação que o artista comentou diversas vezes, conhecidos e biógrafos também, como ponto inicial da sua produção artística, ser comparado em pé de igualdade com Picasso para Bacon seria a realização de um sonho. Com o impulso dado pelos métodos de representação de Picasso, Francis Bacon se encontrou e se apropriou de sua forma de figuração, que em muito se parece com o artista primeiro analisado. Francis fora por vezes perguntado o porquê de pintar como pintava, se tal método de representação já havia sido feito por Picasso, entretanto seus motivos vinham de lugares muito mais obscuros. Desde jovem Bacon já era masoquista, e isso foi crescendo e amadurecendo juntamente do artista. Além disso, este sempre teve uma vida muito conturbada. À exemplo, temos seu hábito de apostas e o The Colony Room, em Londres, gerenciado e fundado por sua amiga Muriel Belcher (Figura 8), onde sua visita era frequente e ela, até mesmo, o remunerava por trazer cada vez mais pessoas ao bar, entre outros exemplos de sua vida boêmia. Outros agravantes foram seus relacionamentos, todos foram problemáticos e, todos seus amantes também foram retratados por Bacon. Seu primeiro grande amor foi Peter Lacy (Figura


9), que devido a acidentes na guerra, onde trabalhou como piloto, se tornou extremamente agressivo com Bacon. Anos após a morte de Lacy, Francis conhece George Dyer (Figura 10), que será seu relacionamento mais complexo. Bacon, como antes dito, sempre foi masoquista, entretanto, George não, e ainda por cima, sofria de uma disfunção erétil o que foi o tornando cada vez mais desinteressante para o artista e é Figura 10: Three Studies of George Dyer, 1964. Francis Bacon. constantemente retratado de forma brutal, com partes do corpo faltando. George Dyer morre em Paris enquanto acompanhava Bacon para uma da suas mais importantes exibições e após uma noite intensa de sexo, drogas e bebidas. A morte de George foi deveras traumática para Francis, que após um período chega a retornar ao hotel e fazer mais pinturas relativas ao seu ex-companheiro (Figura 11). Não apenas estes dois, mas o artista, retrata quase todos aqueles que, amorosamente, estiveram na sua vida, sempre de acordo com com sua percepção, claro. Igualmente, Picasso, para Francis, o mais importante era a forma.

Figura 11: In Memory of George Dyer, 1971. Francis Bacon.

Assim como Picasso, Francis não figurava apenas pinturas de seu ciclo social, apesar de ser algo frequente, mais frequente em Francis que em Picasso. Muitas de suas obras, são seres anônimos ou até Figura 8: Three Studies for a Portrait of Muriel Belcher, 1966. mesmo releituras ou reinterpretações de outras obras. Francis Bacon. Uma de suas obras mais famosas, aquela que o fez aparecer no cenário artístico no início de sua carreira, é justamente uma dentre estas. “Três estudos para figuras na base de uma Crucificação” (Figura 12) é, eu diria, a obra mais importante de sua carreira, aquela que, apesar de não ser o seu primeiro quadro, foi a que introduziu Francis a sociedade.

Figura 12: Três estudos para figuras na base de uma Crucificação, 1944. Francis Bacon.

Figura 9: Portrait, 1962. Francis Bacon.

Ao final de sua vida, mais especificamente a partir de 1990, Francis começa, aceleradamente, um processo de deterioração física e mental. Assim, após dois anos, em 1992, Francis Bacon morre e deixa para


a história da arte um grande legado de pintura e representação figurativa.

Por fim, é esta a característica em que Francis e Picasso se assemelham: a capacidade de figuração CONCLUSÃO humana, não do homem, mas do sentimento. É isso que, além de igualá-los, explica o porquê de acharmos A linha que conecta Francis e Picasso é escan- belas suas obras, apesar de muitas vezes grotescas. carada, chamar suas figurações humanas de técnica de representação é pouco representativo, se não, nem um pouco representativo. BIBLIOGRAFIA Através dessa análise, então, é capaz de observar que para se produzir uma representação humana, mais Art Gallery NSW. “Picasso and Bacon: two giants humana que realista, que é, exatamente, o trabalho of art”. Disponível em: https://www.artgallery.nsw. produzido por ambos os artistas que investigamos, se gov.au/blog/posts/picasso-and-bacon/. Acesso em: trata, ao meu ver, não de representar pessoas, mas de Maio/2021. representar sentimentos em forma de pessoas. Quando Picasso representa “Figuras na praia” (Figura FRANCIS BACON. “Pablo Picasso”. Disponível 7) e Francis “Duas figuras” (Figura 13), não se trata de em: https://www.francis-bacon.com/art/influencequem está representado, mas da intensidade emocio- -inspiration/influence/pablo-picasso. Acesso em: nal que envolve a cena. Ambas, com suas peculiari- Maio/2021. dades, distorcem a forma humana para alcançarem a manutenção da experiência e da emoção. Francis Bacon: A Brush with Violence. Violence BBC. 2017. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=MgrO5za0lSY. Acesso em: Maio/2021. THE IRISH TIMES. “When Francis met Pablo”. Disponível em: https://www.irishtimes.com/news/when-francis-met-pablo-1.259881. Acesso em: Maio/2021.

Figura 7: Figuras na Praia, 1931. Pablo Picasso. Museu Picasso, França. Figura 13: Duas Figuras, 1953. Francis Bacon.


Projeto 1 Projeto telúrico

O exercício de projeto telúrico - aquilo que se remete a terra - foi pensado no terceiro período e proposto pelos professores Bráulio Romeiro e Lucas Jordano. Se trata de um Centro de Educação Ambiental, e após o estudo do programa, do local e das necessidades dos usuários, este foi o resultado final.


CENTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL ANA CLARA GUERREIRO CAVALCANTE


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A Auditório 98m²

Diretoria 20m²

Café 46m²

Área externa

Corredor externo 22m²

saguão de entrada 115m²

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WC masculino 17m²

WC feminino 17m²

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Sala 01 62,4m²

Sala 02 62,4m²

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PLANTA ESC 1:50

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Sala 03 62,4 m²

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CORTE AA ESC 1:50

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CORTE BB ESC 1:50

CORTE CC ESC 1:50


Coletivo do Habitar Político - Quintal nos Bairros Praça Orlando de Morais e Antônio Carlos Pires Instagram: @quintalnosbairros

O Quintal - Coletivo do Habitar Político - organizado pelos alunos de Arquitetura e Urbanismo da FAV e, à época do projeto, encabeçado pelo professor Lucas Felício, foi o responsável pelo projeto da praça para os bairros Orlando de Morais e Antônio Carlos Pires, bairros que fazem divisa entre si e estavam em carência de um local de lazer. O processo, passou desde a conversa com os moradores, a descoberta dos interesses dos mesmos, que foi feita através de uma revistinha interativa, pensada por nós, do quintal, até o desenvolvimento do processo em si e de uma maquete para a promoção do projeto na principal escola das bairros.


Do Processo O projeto da praça passou por muitas etapas. Houve uma primeira conversa com os moradores, definições de prazos e orçamentos, e, logo após, devifição de tarefas por meio das Práxis. Dentro das Práxis, desenvolvemos ações nos bairros, como plantação de mudas no terreno escolhido e concurso de fotografia para levar os moradores a trazerem para nós mais informações afetivas sobre os bairros. Além disso, desenvolvemos uma revista, que foi distribuída em uma das escolas dos bairros para que fosse preenchida e posteriormente devolvida, com jogos, perguntas e atividades lúdicas que nos ajudassem no desenvolvimento do projeto, visto que, estávamos em um período de pandemia e não conseguiamos contato frequente com os moradores. Assim, recolhemos as revistas e partimos para o desenvolvimento do projeto, que culminou em uma maquete. Tal maquete, foi exposta aos moradores também na escola dos bairros em um evento que contamos com a presensa das asscocieções dos bairros, do Diretor da FAV, prof. Bráulio Vinicius e do então reitor, Edward Madureira. Aí, então, foram finalizadas as práxis e a nossa participação no projeto.

Galeria de Fotos


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