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Catálogo - Cinema em Cartaz(es)

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Audiodescrição: Cartaz colorido. Sobre um fundo translúcido em tons de cinza com folderes de filmes em cartaz nos cinemas. Na parte superior, centralizado, há um bilhete-ingresso em formato retangular, na cor marrom. Nele está escrito em letras brancas: Cinema em CartazesAdolfo Gomes. E há cinco estrelas à direita, posicionadas na vertical. Logo abaixo há uma estrutura cilíndrica com uma base retangular, de cor marrom, que representa a bilheteria dos cinemas do início do século passado Nela há um círculo com a imagem em tons de sépia de uma atriz olhando ao horizonte acima, detalhe do cartaz do filme Que Viva México E abaixo, há um portal com uma cena do filme Beatle Juice - Os Fantasmas se Divertem, também em tons de sépia Fim da audiodescrição

Belém | PA 2024

Dados internacionais de catalogação de publicações (CIP)

G633c Gomes, Adolfo Cinema em Cartaz (es) / Adolfo Gomes --- Belém: Luz, imagens histórias, 2024 28 p.: il.

Publicação digital (ebook) em formato PDF. 17.581kb

ISBN: 978-65-983467-1-3 Projeto selecionado pelo Edital de Artes Visuais. Lei Paulo Gustavo.

1.Cinema- história - Pará 2. Cinema- catálogo de exposição – Para 3. Cinema – cartaz – Pará I. Titulo

CDD: 791.4

Ficha catalográfica elaborada por Socorro Baia - 553/CRB - 2

Naantessaladossonhos

Ocartazéacertidãodenascimentodeumfilme.Podeser impressoouatémesmovirtual,comoémaiscomumhojeem dia.Dequalquermaneira,equivaleaumaprovadeexistênciaetambéméarte.

Opercursopropostoparaestaexposiçãocomeçacomos pôsteresdecinema,massedesdobraemoutrasetapasda recordaçãocinéfila.Emcomplementoaoscartazes, apresentamosoutrosrequisitoseapetrechosfundamentais paraterumaideiadaexperiênciacinematográficapré-exibição.

Estamosfalandodoaparatopublicitárioquepovoavaaentrada dassalasdecinema,sobretudonoséculopassado:panfletos informativoscomaprogramaçãoefotosdecena, principalmente.Noentanto,agregadoaessegestodenatureza mercantil,“venderosfilmes”,épossívelressignificartal “publicidade”comomemóriaeafeto.Oamorpelocinemaeo seuentornoéoquenosmobilizaacompartilharvestígiosde umaépoca,emquequasetudotinhapresença.Nohalldo cinema,eracomoseofilmefossepartedenós.Eera.Asprovas disso,apresentamosagora.

AdolfoGomes

Curador

Audiodescrição: fotografia colorida em formato retrato É dia Corredor da exposição na Galeria Kamara Kó visto de lado Montra com fotografias em preto e branco de cenas de clássicos do cinema Logo acima, uma prateleira com quadros com cartazes de filmes encostados na parede de cor predominantemente branca com retoques para dar uma coloração envelhecida contrastando com o piso em tábua corrida, com madeira escura e madeira amarela À direita e à esquerda há vasos com plantas tropicais ornando o cenário e um refletor na prateleira destacando os quadros Fim da audiodescrição

Audiodescrição. Fotografia colorida em formato paisagem. Sala da Galeria Kâmara Kó. É dia. Visto de cima para baixo. Na parede, um quadro com o cartaz do filme L’une Chante L’autre Pas e ao lado duas plotagens: uma em formato de bilhete-ingresso retangular, em cor marrom, escrito em letras brancas: “Cinema em Cartaz(es) Adolfo Gomes”. E outra em formato de uma bilheteria do início do século XX com um suporte transparente contendo pequenas réplicas de ingressos. Abaixo, um suporte de madeira, como uma pequena mesa, contendo fotografias de cenas dos filmes. Um pequeno vaso com uma planta tropical está à esquerda, interagindo com a mesa-suporte, ao lado da janela. Fim da audiodescrição.

Audiodescrição: cartaz em cores Céu azul anil com nuvens de algodão O ator Tim Rescala está ao centro da imagem, de frente para nós, ele tem a pele clara, cabelos crespos, curtos, usa óculos de grau, blusa azul marinho, de botões, sobre uma blusa branca manga comprida A cabeça dele está fora do pescoço flutuando no ar, e com a mão direita ele segura o capacete que está na cabeça Em expressão tranquila ele olha para nós como num gesto de comprimento Da parte superior à inferior, entre a imagem, resumidamente, o texto:”Tim Rescala é a próxima vítima nuclear em “Por Incrível que Pareça”, Thereza Mascarenhas Jofre Soares Carlos Kroeber Gianfrancesco Guarnieri Luiz Armando Queiroz Direção: Umberto Molo Criação: Fernando Pimenta Trilha sonora: Emi Fim da audiodescrição

Por incrível que pareça (BRA, 1985) Direção: Uberto Molo

Audiodescrição: fotografia colorida em formato paisagem. É dia. Visão ampla da sala da Galeria Kamara Kó, em piso em tábua corrida, com madeira escura e madeira amarela e uma parede divisória com espaços cilíndricos onde estariam portas, mas há apenas a estrutura de passagem entre os cômodos. À esquerda e à direita há quadros com espessas molduras pretas, em madeira, com cartazes da exposição Cinema em Cartaz(es). Sobre os quadros, há finas e resistentes armações metálicas com luminárias que destacam as obras. Fim da audiodescrição.

Audiodescrição: Cartaz em cores De uma abertura circular na parede Ao centro da imagem, em plano médio, de perfil direito, uma menina de olhos com traços orientais, cabelos lisos com franja e presos, blusa branca manga comprida Ela tem o rosto e a blusa sujos de lama Com expressão atenta, ela olha para algo à direita No canto superior em letras brancas, em resumo: “Um grande sucesso de bilheteria em todo o mundo” Sobre a imagem, nas partes escuras da parede o texto: “Ele está a sua espreita ”; “Um dos melhores filmes de criaturas monstruosas já feito” – (The New York Magazine) “Nunca houve um filme de mostro como O Hospedeiro” (Variety) O Hospedeiro Distribuição: Pandora Fim da audiodescrição

O Hospedeiro (Gwoemul, Coreia, 2006) Direção: Bong Joon Ho

“A sala de cinema é o meu abrigo, o filme, uma espécie de sonho compartilhado, e os cartazes, os passaportes para tudo isso”.

Audiodescrição: Cartaz em cores Um forte holofote forma um círculo ao centro, ao redor, várias figuras em animação: dois homens com máscara antigás montados em motocicletas, um helicóptero, um homem coberto com máscara antigás e agasalho, uma mulher assustada, Regina Duarte de touca e agasalho, uma mulher grita boquiaberta, um homem com máscara anti gás e agasalho abusa sexualmente de uma mulher seminua deitada sobre um carrinho de mão, um homem careca, com agasalho e peitoral com escudo de ferro fortemente armado Sobre a imagem, da parte superior à inferior, resumidamente, o texto: “Top Filmes Produções Limitada e Nab Serviços Publicitários apresentam: “Regina Duarte em Parada 88 – O Limite de Alerta” – Onde todos pagam pelo ar que respiram’ Um filme escrito e dirigido por José de Anchieta com música de Egberto Gismonti Direção de produção: Carlos Alberto Dalia Coprodutores: Embrafilme, Regina Duarte Roberto Santos Egberto Gismonti Nova Prova Vapor Produções Sonoras e Imagens Distribuição: Embrafilme Fim da audiodescrição

Parada 88 – Limite de Alerta (BRA, 1977) Direção: José de Anchieta

Audiodescrição: Cartaz em tons de cinza Sobre um fundo branco, na parte superior, em letras pretas, o título: “Que viva México Um filme de Sergei Eisenstein Ao centro da imagem, um bravo e robusto touro avança contra um toureiro que se defende com um capote que envolve a cabeça do animal Formando um círculo ao redor deles, uma sequência de formas geométricas semelhante a um retângulo de pontas triangulares, com imagens repetidas de três de mulheres carregando botijas na cabeça. No canto inferior esquerdo, há um pequeno carimbo com uma rubrica escrito: “Superintendência Regional RJ.”. Mais abaixo, ao centro: “Caribe Comunicações.

Arte: Fernando Pimenta. Fim da audiodescrição.

Audiodescrição: Cartaz em cores. Quatro sequências de animações com design gráfico de quadrinhos. Nos quatro há sempre um casal, um homem e uma mulher, interagindo entre olhares, olhar e indiferença, abraço, toque sensual e diálogo. Sobre as imagens o texto: “Um filme de Alain Resnais. Seleção Oficial Festival de Veneza. Prêmio de Melhor Direção: Medos Privados em Lugares Públicos. André Dussollier. Sabine Azêma. Lambert Wilson. Laura Morante. No canto inferior há os créditos, em destaque para as informações: “Adaptado da peça Private Fears in Public Places de Alan Ayckbourn. Distribuição: Pandora Filmes. Fim da audiodescrição.

Que Viva México! (MEX, 1932). Direção: Serguei Eisenstein Medos privados em lugares públicos (FRA, 2007) Direção: Alain Resnais

Um acervo mais perto do público

Nos anos de 1980/90, as revistas de cinema tinham uma seção de cartas. Os aficionados, então, trocavam pôsteres e fotos. a partir desse ambiente comum - eram as nossas redes sociais. Quando comecei a trabalhar em jornal impresso, em 1995, como repórter de cultura e crítico de cinema, recebia muito material dos filmes. Em Salvador, na Bahia, para onde me mudei em 2007, alguns cineastas amigos me presentearam com raridades. Acho que todo apaixonado por cinema gosta de ver as coisas circularem e sensibilizar outras plateias. Assim, formei este acervo. Não como posse Prefiro me ver como uma espécie de guardião

Diante da velocidade da vida contemporânea, arrisco-me a dizer, e pode parecer exagero, que se trata de um trabalho quase de arqueologia. O avanço tecnológico vai apagando os vestígios das épocas, então, queria celebrar esse momento prévio à projeção do filme, a antessala do cinema e o encantamento que tal iconografia provocava na gente. É ainda pedagógico: mostrar como era esse momento de transição de fim de século. As novas gerações desconhecem isso. Os cinemas funcionavam, majoritariamente, nas ruas; então, eram expostos e vistos por todos. Fazia sentido as fotos, os cartazes e até as pinturas para atrair quem passava por eles. Para quem viveu esse período é uma lembrança marcante.

Antes, o espaço do cinema e o seu entorno, eram muito importantes para a divulgação de um filme. Até para se ver um trailer completo você tinha que estar dentro da sala de exibição. Daí a importância das fotos e dos cartazes. Eram peças publicitárias que você só via ali. Por isso, eram tão afetivas para as gerações pré-internet. Hoje, nem é preciso dizer como funciona. Às vezes, não tem sequer o cartaz do filme em exibição nos chamados multiplexes, ou então, os cartazes ficam em telas rodando como se fossem petiscos em uma lanchonete de fastfood.

Audiodescrição: Fotografia colorida em formato paisagem. É dia. Visão perpendicular de parte da sala da Galeria Kamara Kó. Na parede branca frontal há cinco quadros agrupados de forma irregular. À direita, ao centro da parede rústica de tijolos aparentes, há um televisor num suporte com cena uma de um filme da exposição. No canto diagonal entre a parede branca e a parede de tijolos há dois vasos com plantas Espada de São Jorge e no canto à direita há uma planta tropical de fartas folhas bem verdes harmonizando o ambiente. Fim da audiodescrição. 21

Audiodescrição: Cartaz colorido. É dia. A atriz Zezé Motta na personagem Xica da Silva. Ela é negra, magra, traja vestido com enfeites em plumas e rendas, corpete coberto com espartilho, colo nu, peruca loira e sombras brancas nos olhos. Com um lenço de renda ela acena à frente com um sorriso alegre. Na parte inferior da imagem, os créditos: “Jarbas Barbosa apresenta – Xica da Silva – Um filme de Carlos Diegues. Fim da Audiodescrição.

Audiodescrição. Cartaz colorido. A atriz Bete Farias e o ator Fábio Júnior, juntos, frente a frente, na interpretação das personagens Salomé e Ciço. Ela toca o rosto dele e sorri com sensualidade. Ele a olha nos olhos. Numa nuvem branca na parte inferior da imagem, resumidamente, os créditos: Bye Bye Brasil – Dirigido por Carlos Diegues. Distribuição: Embrafilme. Fim da Audiodescrição.

Xica da Silva (BRA, 1976) Direção: Carlos Diegues

Bye Bye Brasil (BRA, 1980) Direção: Carlos Diegues

Sinhá Moça ( BRA ,1953) Direção: Tom Payne e Osvaldo Sampaio

Audiodescrição: Cartaz em tons de cinza. A atriz Ruth de Souza na interpretação de Sabina. Uma mulher negra, de cabelos ondulados partidos ao meio, amarrados com tranças nas laterais. Em traje simples, com tecido desgastado, ela com olhar reflexivo, ao lado de um homem preso atrás de grades. No canto inferior da imagem, em resumo, os créditos: Sinhá Moça – Distribuição Columbia Pictures. Fim da Audiodescrição

Audiodescrição: fotografia colorida em formato paisagem É dia Detalhe da parede rústica de tijolos aparentes e ao centro o televisor com a cena do personagem Ferris Bueller do filme Curtindo a Vida Adoidado À direita, uma grande planta de folhas bem verdes e um fino galho toca a parte superior da TV com algumas folhas sobre a moldura preta Fim da audiodescrição

Audiodescrição: fotografia colorida em formato paisagem. Visto de cima para baixo, uma pequena prateleira de superfícies transparentes em vidro, em andares, com livros e revistas relacionadas à exposição Cinema em Cartazes. Na parte superior há um pequeno vaso com a planta Espada de São Jorge sobre uma toalhinha de crochê branca ornando o espaço. Fim da audiodescrição.

“Todo cartaz tem uma história inerente que só a nossa imaginação pode acessar e criar É o filme antes da projeção”

Audiodescrição: Cartaz em tons de cinza A atriz Marlene Dietrich sentada sobre um baú exibindo as pernas em traje com chapéu, blusa justa, saia curta rodada e meia calça com cinta liga e scapim bico fino Marlene é branca de cabelos curtos encaracolados Uma outra mulher a observa Sobre a imagem, em resumo, os créditos: “Fama Filmes apresenta: Marlene Dietrich, um grande clássico do cinema mundial – O Anjo Azul – Der Blaue Engel com Emil Jannings um filme de Josef von Sternberg Fim da Audiodescrição

O Anjo Azul (Der Blaue Engel , EUA, 1930) Direção: Josef von Sternberg

Audiodescrição. Cartaz em cores. Ao chão, duas mulheres, uma deitada sobre a outra. Ambas brancas de cabelos lisos e loiros. A mulher que está embaixo, está com o olhar apático e tocando no chão, ao redor dela há uma grande mancha de sangue. A mulher que está sobre ela encosta delicadamente a face nela e a observa com aparente tensão. Sobre a imagem, da parte superior à inferior, em resumo, os créditos: “Excelente” –Aplaudido pelo público e pela crítica na Quarta Mostra Banco Nacional de Cinema – Jornal do Brasil Queridas Amigas – Um filme de Istvan Szbó – Oscar de Melhor Filme Estrageiro por Mephisto Fim da audiodescrição

Queridas amigas (Édes Emma, drága Böbe, Hungria, 1992) Direção: István Szabó

Audiodescrição: fotografia colorida em formato paisagem. É dia. Corredor de entrada da Galeria Kâmara Kó. Um quadro de aviso com um grande cartaz e outro pequeno, uma estrutura de vidro com uma obra de arte e mais atrás uma montra com fotografias de cenas dos filmes e sobre ela há uma prateleira com quadros com cartazes de filmes. Entre as peças mencionadas há vasos com plantas tropicais de largas folhas brancas e verdes. A luminária destaca as obras nos quadros e realça o cenário com parede branca com retoques de envelhecimento e piso em tábua de madeira escura e amarela. Fim da audiodescrição.

AÇÕESDOPROJETO

Audiodescrição: Cinco fotografias com registros da vernissage, minicurso e visita monitorada com conversa com o curador da exposição.

Vernissage
Visita Mediada
Minicurso “À margem: transgressores do cinema brasileiro”
Minicurso “História do Cinema: às margens de Hollywood”

Audiodescrição: Sequência de cartazes coloridos de filmes da exposição, além de fotografias em preto e branco com cenas de filmes, agrupados, sobrepostos, formando dois mosaicos retangulares. Entre os cartazes estão filmes como: L’une Chante L’autre Pas, Nasce uma Mulher, Um Lobisomem na Amazônia, O Balão Vermelho, Medos Privados em Lugares Públicos, Sexo, Mentiras e Videotape e Quilombo. Fim da audiodescrição.

“Minha cinefilia nasceu em Belém. Quando eu mais me sentia só e perdido, as marquises dos cinemas dos anos 1980 funcionavam como faróis, uma autêntica 'cartazgrafia'”

AGRADECIMENTOS

Agradeço à minha mãe(zinha), à minha irmã (Paula Sampaio) e à minha companheira de todas as jornadas: Socorro "Bi" Barbosa, além da equipe que fez parte deste projeto. Agradecimento especial à Luz Mágica Produções, Carlos Diegues, e à LC Barreto Produções Cinematográficas pelo inestimável apoio Aos amigos Hernani Heffner, José Umberto Dias, Edgard Navarro, Bertrand Duarte e Marcondes Dourado

Aos idealizadores e realizadores da Lei Paulo Gustavo, que, por meio de incentivos, viabilizam a criação e compartilhamento de ideias e sonhos.

BIOGRAFIA

Adolfo Gomes apaixonou-se pela sétima arte na adolescência, frequentando as sessões do Cine Olympia, Nazaré, Palácio e das antigas salas de Cinema 1, 2 e 3 em Belém, e, ao longo de mais de 30 anos, construiu esse acervo de memórias, fonte de inspiração para este projeto. Jornalista (graduado em Comunicação Social/UFPA), crítico de cinema filiado à Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) e cineclubista (Fundou a Associação Amigos do Cinema, Belém/PA) Foi repórter e colunista do Jornal “Diário do Pará” (1995-1998), editor do caderno de cultura do Jornal “A Província do Pará” (1999- 2001), assessor de imprensa da Associação dos Docentes da Universidade Federal do Pará (2002-2007) e coordenador do Núcleo de Difusão da Diretoria de Audiovisual, da Fundação Cultural da Bahia, de 2007 a 2020. Atua também como palestrante/debatedor, instrutor de oficinas, avaliador e curador de mostras e festivais em todo o Brasil.

Contatos: @cinermaincessante | adolfogomes1973@gmail.com

Ficha técnica

Adolfo Gomes. Concepção e salvaguarda do acervo, no qual este projeto é inspirado, curadoria, textos, depoimentos e edição de imagens

Luz | Imagens e histórias. Coordenação geral, expografia e roteiro editorial

Debb Cabral. Identidade Visual e Assessoria de Comunicação.

Socorro Barbosa. Produção

Suely Nascimento. Revisão

Socorro Baia. Catalogação

Imagem Acústica. Audiodescrição

Aline Corrêa. Roteiro e locução/audiodescrição

Dailton Silva. Revisão/audiodescrição

Fábio Pinheiro. Consultoria/audiodescrição

Swam Studios. Gravação/audiodescrição

Joba Maçal. Edição e finalização/audiodescrição

Galeria Kamara Kó. Exposição no período de 17/08 a 28/09/2024, em Belém(PA)

Célio Duarte. Monitoria/exposição

Sylmara Valles. Montagem / exposição

Rodolfo Cerveira. Plotagens/exposição

Maxcolor. Impressões e molduras / exposição

Marcelo Rodrigues. Videomaker

Luciana Lima. Tradução e interpretação de Libras

Debb Cabral e Paula Sampaio. Fotografias e reproduções.

PROJETO SELECIONADO PELO EDITAL DE ARTES VISUAIS – LEI PAULO GUSTAVO

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