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Gestão e tratamento de água

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Na automatização de uma ETA um dos pontos principais são os equipamentos que terão a função de informar todos os valores, para tal contamos com equipamentos munidos de controladores específicos para a medição de cada um dos parâmetros.

Se considerarmos que estamos numa captação subterrânea conhecida tradicionalmente por Furo, deveremos considerar outros equipamentos tais como a bomba submersível que terá como função a elevação da água com a pressão e o caudal para a qual foi calculada, o acionamento desta bomba deverá ser efetuado através do variador de frequência com vista à redução de consumo energético, redução de golpes de ariete na conduta e otimização dos caudais a extrair.

Para a correção do Ph utiliza-se normalmente um sistema de preparação de leite cal que depois de preparado será doseado por forma a manter um valor uniforme na água que será fornecida, ou ainda com injeção de soda caustica.

Estes equipamentos podem ser os seguintes : Turbinímetros, medidores de Ph, Medidores de Cloro, Medidores de Condutividade, Medidores de Nível, Medidores de Caudal, Medidores de Pressão. Estes equipamentos transformam a sua unidade de medida em sinais analógicos de 4 a 20 mA e em sinais digitais como definição de set poites e de alarmes. Estes sinais serão enviados a um PLC que em função da sua programação efetuará ações sobre outros equipamentos, assim, deste modo, já reunimos os equipamentos que nos permitem controlar níveis, pressões, caudais, turvação, cloro, condutividade e Ph.

No interior do furo deverá estar instalado um sensor de pressão do tipo piesoresistivo com saída de sinal de 4 a 20 mA que informa permanentemente o nível de água no interior do furo.

Já no interior da instalação deverão ser colocados alguns equipamentos como válvula anti-retorno que assegura que na paragem da bomba não teremos o esvaziamento da conduta.

DOSSIER . GESTÃO E TRATAMENTO DE ÁGUA

Quando falamos de ETAs não podemos considerar que todas as instalações sejam iguais, pois os vários tipos de água e as diversas possibilidades de captação levam a que o seu processo de tratamento possa ser bem distinto de instalação para instalação.

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Então poderemos considerar tratamento de água para consumo humano, normalmente estas estações de tratamento designadas por ETA, tratamento de águas residuais provenientes de saneamento doméstico definidas como ETAR, e o tratamento de águas residuais industriais definido como ETARI.

Depois desta válvula deveremos implementar o caudalímetro que nos dará elementos tais como caudal instantâneo, caudal total, indicação de conduta vazia e sentido do fluxo. Estes sinais são do tipo digital com a exceção do caudal instantâneo que será do tipo analógico com sinal de 4 a 20 mA, depois seguem-se as tomadas de água que alimentam as respetivas sondas responsáveis pela parte analítica da água, e nesta fase o controlador envia as grandezas para o PLC, que irá influenciar o funcionamento de bombas doseadoras de produtos utilizados para a correção do Ph bem como do doseamento de cloro.

Quando a água captada apresenta valores mais elevados de calcário, arsénio, fluoretos podem utilizar-se sistemas de filtração através de resinas de permuta iónica com sistema de regeneração através de sal, quando se trata de manganês ou ferro o processo poderá passar por um sistema de oxidação da água através de hipoclorito de sódio seguindo-se um sistema de filtração através de filtro de areia equipado com sistema de limpeza automático através de válvulas de controlo de acionamento direto de pressão diferencial zero. Nesta fase poderíamos dizer que teríamos água em condições de utilizar para consumo humano no entanto não será

robótica

Quando se fala de tratamento de água devemos identificar antes de mais qual o tipo de água a tratar e o fim a que a mesma se destina.

Eng.o Luís Cristovão Vasconcept, Lda. Weidmüller – Sistemas de Interface, S.A. Tel.: +351 214 459 191 · Fax: +351 214 455 871 weidmuller@weidmuller.pt · www.weidmuller.pt

Gestão e Tratamento de Água


Preferencialmente deverão ser utilizados equipamentos que utilizem protocolos abertos para que todas as ligações sejam mais facilitadas, assim poderemos recorrer sempre a uma comunicação do tipo Ethernet IP.

As botoneiras quando munidas de sinalização deverão ser do tipo LED para evitar a implementação de um botão de teste de lâmpadas e por não necessitarem de tanta manutenção. Os quadros elétricos bem como os componentes de campo deverão estar devidamente identificados. O interior dos quadros elétricos devem ser espaçosos assim como as calhas tal como os condutores elétricos devem ser de secção suficientemente larga para que os mesmos fiquem folgados e de fácil manuseamento depois de instalados.

Além das cores dos condutores, os mesmos deverão ser identificados em todas as pontas com métodos de identificação, que não sejam facilmente retirados ou apagados.

Todos os equipamentos instalados deverão estar devidamente identificados de acordo com o esquema elétrico.

Para a ligação de todas as comunicações poderá utilizar-se um router ou switch com portas suficientes para todos os equipamentos e comunicações devendo sempre ficar, pelo menos, duas portas de reserva para qualquer eventualidade.

As cores dos condutores elétricos deverão ser respeitadas de acordo com a norma máquina para que não suscitem qualquer tipo de dúvida aquando da manutenção efetuada por terceiros.

Os variadores de frequência utilizados deverão estar munidos com filtros de entrada e ferrites de saída para evitar as harmónicas. Deverá preferencialmente e, sempre que possível, ter um equipamento que permita a alteração dos valores da portadora para que seja possível corrigir sempre a quinta harmónica em 1 khz e 15 khz.

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