DOSSIER Weidmßller – Sistemas de Interface, S.A. Tel.: +351 214 459 190 . Fax: +351 214 455 871 weidmuller@weidmuller.pt . www.weidmuller.pt
LANS INDUSTRIAIS: SW, ROUTERS, CONECTIVIDADE‌ E AS SUAS VANTAGENS O uso do Ethernet no âmbito industrial ĂŠ uma necessidade. A uniĂŁo de apenas um buss para toda a pirâmide estrutural da empresa ĂŠ uma vantagem por si mesma. E para alĂŠm dessa uniĂŁo nos permitir uma escalabilidade que permite ampliar futuras redes mais rĂĄpidas, com uma tecnologia mais que testada e jĂĄ presente em todas as empresas. Evidentemente, os equipamentos devem estar adaptados ao ambiente, e ĂŠ por isso que as alimentaçþes, caixa para montagem do carril, a gama de alimentação, temperaturas e EMC devem ser as mesmas que as dos outros equipamentos contĂguos, ou seja, a indĂşstria.
PONTO DE PARTIDA: ETHERNET INDUSTRIAL O Ethernet ĂŠ um protocolo de comunicação cada vez mais presente no âmbito industrial. Algumas das suas variantes industriais mais conhecidas sĂŁo a Profinet, Ethernet/IP, ModBus/TCP... em função do fabricante do equipamento de controlo (PLC). O objectivo final de todos o buss de comunicação ĂŠ o de transmitir dados entre os equipamentos de controlo/monitorização (PLC ou PC) e/ou estes com os seus escravos remotos. Mas os equipamentos de controlo/monitorização, que por sua vez devem entregar/receber dados de nĂveis superiores de controlo de gestĂŁo de processos (Scada, entre outros).
f $ HVFDODELOLGDGH D WUDQVSDUÂťQFLD H D PRGXODULGDGH GD VXD DUTXLWHFWXUD que nos permite implementar de forma gradual um buss facilmente ampliĂĄvel, integrar novos equipamentos com novas e melhores prestaçþes e ĂŠ compatĂvel com os equipamentos anteriores. f $ LQGXVWULDOL]D¸œR GRV HTXLSDPHQWRV EXUĂ‚WLFRV FRUUHVSRQGH DRV UHTXHsitos industriais de tensĂŁo, EMC, robustez a vibraçþes, temperaturas, entre outras.
ETHERNET NA INDĂšSTRIA PRODUTIVA $Wš HVWH SRQWR GHVFUHYHPRV DOJXPDV GRV SRUTXÂťV H YDQWDJHQV GD (WKHUQHW num ambiente industrial. Mas devemos aprofundar um pouco mais as aplicaçþes industriais tĂpicas do âmbito produtivo e de controlo de forma D DSUHFLDU RXWUDV YDQWDJHQV QÂśR WÂśR Ă‚EYLDV Âł SULPHLUD YLVWD Deve ser esclarecido que, para cada uma das soluçþes oferecidas por todos os fabricantes, a infra-estrutura de rede ĂŠ bastante similar, se nĂŁo ĂŠ a mesma. Esta ĂŠ uma vantagem evidente nos bus industriais tradicionais porque, independentemente do fabricante do equipamento de controlo e/ ou a estratĂŠgia seleccionada para implementar o controlo das mĂĄquina/s mediante a Ethernet, todos usam os mesmos tipos de conectores (RJ45 para o cobre ĂŠ o mais conhecido) e cablagem. Mas temos de recordar que tambĂŠm neste caso foram introduzidas algumas modificaçþes no que diz UHVSHLWR DRV FRQHFWRUHV EXUĂ‚WLFRV WDLV FRPR EOLQGDJHP VHF¸œR GH FDER maior, estanquicidade... de acordo com as novas normas para a implePHQWD¸œR GH (WKHUQHW QD LQGÇVWULD FRPR R ,(& SDUD IXQGL¸ÆHV RX oficinas de produção e o IEC para mĂĄquinas ou ilhas robotizadas.
Gama de Switchess e Routers
A Ethernet estå a ser aceite como buss industrial basicamente pelas seguintes razþes: f (VW² SUHVHQWH QD LQGÇVWULD DSHVDU GH DLQGD QœR HVWDU QD HVIHUD SURGXFtiva, mas apenas na gestão. f 2IHUHFH FXVWRV GH H[SORUD¸œR PXLWR PDLV HFRQÂPLFRV $SHQDV XP bus em toda a empresa simplifica o suporte pessoal e os equipamentos SDUD R PHVPR VœR PDLV HFRQÂPLFRV DR DSURYHLWDU XPD WHFQRORJLD GH maior implementação).
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robĂłtica
No fabrico de mĂĄquinas, ou no controlo das linhas de produção, uma das grandes questĂľes sĂŁo os tempos mĂĄximos de comunicação, de forma a assegurar um controlo fiĂĄvel e preciso das mĂĄquinas/linhas de produção. Para todo este controlo devem ser assegurados tempos mĂĄximos de reacção para as E/S, e por isso, os diferentes fabricantes adoptaram GLIHUHQWHV HVWUDWšJLDV SDUD JHULU D VLWXD¸œR 'HVGH D VLQFURQL]D¸œR DWš Âł criação de chipss especĂficos, todos eles oferecem soluçþes fiĂĄveis que o mercado escolherĂĄ segundo as suas caracterĂsticas, a oferta disponĂvel RX DV SUHIHUÂťQFLDV Relativamente aos equipamentos, como os comutadores (switchess) estes GHYHP VHU RX QÂśR JHULGRV HP IXQ¸œR GDV H[LJÂťQFLDV GH IRUPD D KDYHU XP
deve ter uma taxa fixa e uma largura de banda mais do que suficiente. 1HVWH FDVR R FOLHQWH ILQDO GHYH QRV GDU DFHVVR Âł VXD UHGH GLI½FLO GH REWHU por razĂľes de segurança), ou este cliente confia que numa VPN entre a mĂĄquina e o seu router GH DFHVVR Âł ,QWHUQHW $OšP GLVVR HVWD ÇOWLPD opção oferece uma integração bem estruturada de toda a rede, e com um nĂvel de segurança muito elevado se usar algum tipo de subprotocolo de segurança como IPsec e/ou o Firewall. Em ambos os casos, a ligação ao routerr mediante um modem com ligação GLUHFWD Âł OLQKD WHOHIĂ‚QLFD RX VLPLODU RX D OLJD¸œR Âł UHGH GR FOLHQWH SRGHP permitir que as funçþes de Dial-In (o que ĂŠ exterior ao equipamento) ou Dial-Out (o chamado equipamento do exterior), dependendo do tipo de RSHUD¸ÆHV D TXH HVWHMD GHVWLQDGD 2X VH HP DPERV RV FDVRV VH SUHYÂť que a mĂĄquina deverĂĄ reportar dados (por exemplo, na central do cliente ILQDO RX DWš GHYHU² SHUPLWLU R DFHVVR UHPRWR Âł PHVPD SRU H[HPSOR para a sua nova parametrização). No caso do Dial-In ĂŠ possĂvel, em geral, activar uma função Callback (nova chamada), muito conveniente segundo quem deva assumir os custos das chamadas.
os tempos para a sua realização nĂŁo sĂŁo importantes. No entanto, para a rede de produção os pacotes de informação sĂŁo muito mais reduzidos e os tempos de envio podem chegar a ser crĂticos. Para isso usamos o routerr como elemento para separar ambas as redes. 3DUD DOšP GR VHX XVR M² LQGLFDGR FRPR ILOWUR SDUD GDU VHJXUDQ¸D Âł UHGH com as funçþes incorporadas de Firewall.
FIREWALL O Firewalll ĂŠ uma ferramenta que integra os routerss e que permite filtrar SHUPLWLU RX OLPLWDU R DFHVVR Âł /$1 'HQWUR GRV Firewalll podemos limitar R DFHVVR Âł /$1 EHP FRPR D WRGD XPD UHGH H[WHUQD PDVFDUDPHQWR GH UHGH SHUPLWLU R DFHVVR D DSHQDV DV VXE UHGHV RX QĂ‚V KDELOLWDGRV PDXtenção e gestĂŁo), e ainda permite o acesso a alguns portos padrĂŁo usados para algumas funçþes concretos, como o porto 80 para HTTP. TambĂŠm podemos atribuir portas de forma a que seja muito mais difĂcil saber em que porta um protocolo estĂĄ a ser usado (no lugar da porta 80 podemos mudar esta comunicação para a porta 8080 ou outro). AtravĂŠs de funçþes especiais ĂŠ possĂvel limitar o acesso, de forma a que apenas se possa gerar comunicação a partir do exterior, desde o equipamento mas nĂŁo em caso contrĂĄrio. HĂĄ que ter em conta que a parametrização correcta dos Firewalll permitenos dotar a nossa rede de uma segurança adequada. Devemos estar conscientes da possibilidade de ocorrerem ajustes a qualquer momento, pois dependendo dos seus parâmetros ĂŠ possĂvel que para o correcto funcionamento de alguns programas devemos reajustar a sua parametrização.
Switchess Plug & Play de auto gestĂŁo
LAN PRODUĂ‡ĂƒO – LAN EMPRESA TambĂŠm ĂŠ recomendado o uso do routerr para a ligação entre a LAN de SURGX¸œR H D /$1 EXUĂ‚WLFR GD HPSUHVD 'HVWD IRUPD GLVSRPRV GH UHGHV completamente independentes. A razĂŁo para o uso deste routerr parece desnecessĂĄria, mas como jĂĄ comentamos, uma das vantagens de usar Ethernet ĂŠ que usamos o mesmo buss tanto para a oficina como para a SURGX¸œR 1HVWH FDVR D UD]ÂśR GR XVR GHYH VH Âł VHJXUDQ¸D H RSWLPL]D¸œR GD ODUJXUD GH EDQGD GD UHGH $V UHGHV EXUĂ‚WLFDV XVDP 3& V TXH WUDEDOKDP com sistemas operativos Windows ou similares. Estes sistemas tendem a HQYLDU PXLWDV PHQVDJHQV GR WLSR %URDGFDVW RX VHMD SDUD WRGRV RV QĂ‚V GD rede), ou se o servidor principal os gera para controlar a rede, por exemplo, para a atribuição de endereços IP mediante DHCP. 2EYLDPHQWH DV QHFHVVLGDGHV GD UHGH EXUĂ‚WLFD GLIHUHP HP PXLWR HP WHUPRV GH REMHFWLYRV QXPD UHGH SURGXWLYD $ UHGH EXUĂ‚WLFD HVW² IRFDOLzada no envio de grandes pacotes de informação entre equipamentos, e
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Exemplo de aplicação
DOSSIER LANS INDUSTRIAIS: SW, ROUTERS, CONECTIVIDADE‌ E AS SUAS VANTAGENS
DOSSIER COMUNICAÇÕES INDUSTRIAIS