DOSSIER Nuno Guedes PILZ Industrieelektronik, S.L. Tel.: +351 229 407 594 . Fax: +351 229 407 595 n.guedes@pilz.es . www.pilz.com
COMUNICAÇÕES SEGURAS À semelhança do que acontece na Automação Industrial standard, as comunicações seguras, vieram adicionar funcionalidades e aumentar a flexíbilidade dos sistemas de Automação Segura (Fail-Safe Automation). Há também uma tendência generalizada para a transição para comunicações baseadas em Ethernet.
ENQUADRAMENTO No passado, microcontroladores, software, computadores pessoais e redes de comunicação influenciaram drásticamente as tecnologias de Automação Standard d levando à redução de custos, aumento de flexibilidade e maior disponobilidade. Em relação à segurança, as normas e regulamentos existentes proibiam qualquer uso destas tecnologias. A Automação de Segurança tinha que ser cableada fisicamente e baseada na tecnologia de relés. Esta dictomia ou lacuna é bastante natural devido ao facto da Segurança se basear em tecnologia de confiança ou material. Confiança, no entanto, é baseada na experiência e a experiência em tempo. Mas adicionar Segurança “clássica” às soluções de Automação moderna produzia sempre situações de desilusão. Por exemplo, os custos da cablagem adicional e engenharia, menos flexibilidade e disponibilidade do que o esperado e outras desvantagens como posições de paragem indefinidas nas máquinas e esforços entediantes para restringir as paragens. Esta situação nos dias de hoje mudou drásticamente. Microcontroladores e software e foram testandos em milhões de aplicações e as condições prévias para a sua utilização em aplicações de Segurança foram dadas desde a introdução da norma internacional IEC 61508.
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Os mecanismos de detecção de erros de muitos tipos de sistemas de comunicação digital foram estudados e bem compreendidos. Normas como a IEC 62280-1 estiveram a “alcatroar” os caminhos.
INTRODUÇÃO O conceito de descentralização através de redes de campo seguras está progressivamente a ganhar aceitação, oferecendo ao utilizador um novo conjunto de possibilidades. Quando se lida com tecnologia relacionada com a segurança, é necessário ter em conta critérios adicionais de selecção comparativamente com a automação standard d, para que seja difícil evitar as questões de semelhanças e diferenças entre as duas áreas. Precisamente no que diz respeito às novas estruturas de redes e a muita publicitada massificação e abertura das redes de comunicação, mecanismos apropriados devem ser definidos para garantir que as especificações da tecnologia de segurança continuem a ser garantidos. As especificações e propriedades dos sistemas de segurança baseados em redes de campo industriais estão neste momento também a ser transferidos para a Ethernet.
DOSSIER COMUNICAÇÕES INDUSTRIAIS
construidas sobre si. Para cumprir os diversos requisitos, a SafetyNet p suporta dois tipos de comunicação. O formato SafetyNet p RTFL (Real Time Frame Line e) é optimizado para comunicação extremamente rápida em aplicações com elevada dinâmica. O formato RTFN fornece a possibilidade de comunicar através de qualquer outra rede Ethernet. Ambos os tipos são compatíveis entre eles e podem ser usados em combinados ou individualmente. Os equipamentos conectados são ligados numa configuração linear. Se um ramo é necessário, pode ser criado usando um switch h normal. O que quer dizer que não só se pode ter uma topologia industrial standard d linear, mas também uma topologia em estrela muito mais fléxivel. Equipamentos Ethernet standard d podem também ser ligados ao último participante numa linha SafetyNet p ou em qualquer ponto através de um switch. Equipamentos standard d como laptopss ou impressoras, por exemplo, podem usar qualquer tipo de moldura Ethernet. Isto inclui todas as aplicações familiares para PC como E-mail, FTP, Internet, video, assim como outras versões de Ethernet industrial, desde que usem molduras Ethernet.
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