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Máquinas Seguras: uma máquina segura proporciona segurança jurídica tanto ao fabricante como ao oper

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Helder Lemos - Gestor de Negócio – Automação Industrial Artigo baseado no “Manual Máquinas Seguras: Seis passos para obter uma máquina segura” F.Fonseca S.A. Tel.: +351 234 303 900  Fax: +351 234 303 910 ffonseca@ffonseca.com  www.ffonseca.com www.facebook.com/FFonseca.SA.Solucoes.de.Vanguarda

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Máquinas Seguras Uma máquina segura proporciona segurança jurídica tanto ao fabricante como ao operador culo, de modo que, tantas vezes se prescindia completamente deles. Através da utilização de técnicas inovadoras foi possível integrar dispositivos de proteção no processo. Desta forma, já não representam um incómodo para o operador, permitindo ainda melhorar a produtividade. Por este motivo, hoje em dia o processo de trabalho não pode ser compreendido sem dispositivos de proteção integrados e fiáveis.

Os utilizadores das máquinas exigem que apenas se comercializem máquinas ou equipamentos seguros, assim é em todo o mundo. Além disso, existem regulamentos internacionais que zelam pela segurança dos utilizadores das máquinas. Estes regulamentos foram definidos de modo distinto em função de cada região. Contudo, existe um amplo consenso sobre o procedimento de fabrico e modernização de máquinas:  Ao fabricar as suas máquinas, o fabricante deve identificar e avaliar todas as zonas de perigo mediante uma avaliação de riscos (o que era anteriormente conhecida como Análise de perigos);  Com base nesta avaliação, o fabricante da máquina deve eliminar ou reduzir este risco com medidas apropriadas. Se não é possível eliminar o risco com medidas do tipo construtivo ou o risco existente é ainda inaceitável, este deve selecionar e aplicar sistemas de proteção apropriados e, se necessário, informar sobre os riscos que ainda possam existir;

Para garantir que as medidas previstas possam surtir o efeito desejado, é necessária uma validação geral. Esta validação deve avaliar, tanto as medidas construtivas e técnicas como as organizacionais presentes num único contexto.

Os requisitos para a segurança das máquinas têm sofrido alterações cada vez mais importantes com o avanço da automatização. Noutros tempos, os sistemas de proteção dentro do processo de trabalho eram considerados mais um obstá-

A Diretiva de Máquinas 2006/42/CE é dirigida aos fabricantes e comerciantes de máquinas e componentes de segurança. Esta estabelece as ações necessárias para o cumprimento dos requisitos de saúde e segurança em máquinas novas, para eliminar barreiras comerciais dentro da Europa e garantir aos utilizadores e operadores um alto grau de segurança e saúde. Aplica-se ao fabrico de máquinas e componentes de segurança comercializados em separado, mas também a máquinas usadas e equipamentos de países terceiros que se comercializem pela primeira vez no espaço económico europeu (por exemplo, dos EUA ou do Japão).


Uma possível função adicional: distinguir entre pessoas e materiais

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scanners laser (AOPDDR) ou os sistemas de câmaras bidimensionais. Em geral, distinguem-se três tipos de aproximação: – Aproximação/acesso em ângulo recto ao plano do campo de proteção; – Aproximação/acesso paralelo ao plano do campo de proteção; – Aproximação oblíqua.

A SEGURANÇA INDUSTRIAL NECESSITA DE MAIS DO QUE APENAS TECNOLOGIA

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mitem ver completamente uma zona de perigo desde a posição da botoneira de reset. Ao entrar na zona de perigo, é disparado um sinal de paragem e impede-se a colocação em marcha.

Para este caso podem ser usados, por exemplo, os sistemas Sick: S3000, S300, S200, S100 para robots, máquinas de dobrar metal, entre outros. Proteção móvel de zonas de perigo: detetar a aproximação de pessoas à zona de perigo

Este tipo de proteção é apropriada para STSC (sistemas de transporte sem condutor), gruas e empilhadores, e tem como objetivo proteger o operador e/ou terceiros durante a deslocação de veículos ou ao acoplarem-se a uma estação fixa. Neste caso podem ser usados os sistemas Sick: S3000 e S300 para AGVs, MGVs, gruas, entre outros, ou de outra marca com caraterísticas semelhantes.

Uma aplicação especial de um DPSC é a função de segurança para distinguir entre pessoas e materiais. Esta função de segurança é conveniente para as máquinas que automatizam todos os trabalhos com paletes. Para este caso podem ser usados, por exemplo, os sistemas Sick: C4000 Entry/Exit e Palletizer, M4000, M2000, L4000, L2000 para máquinas de embalar, paletizadores, máquinas de montagem, robots, e outros. Existem outros produtos no mercado, de outras marcas, que podem igualmente ser utilizados neste contexto.

DISTÂNCIA DE SEGURANÇA PARA DPSC EM FUNÇÃO DA APROXIMAÇÃO A distância de segurança deve ser considerada em todos os DPSC com campo de proteção bidimensional, como as cortinas de luz, as barreiras de luz (AOPD), os

Qualidade: Existem variadas marcas de referência na tecnologia de sensores de segurança. Com a decisão de ter uma ótima solução de segurança não se está a escolher apenas tecnologia topo de gama sem compromissos, adquire-se muito mais: qualidade que cobre todo o processo, desde a consulta técnica, passando pelo comissionamento até ao serviço após-venda. Fácil Integração: As tecnologias maduras deveriam ser o mais simples possível. Por exemplo, o nome Sick significa estandardização em todos os ambientes da automação: do relé, passando pelo controlador de segurança até ao bus de campo seguro. Sempre sem problemas graças ao software CDS usado para configurar todos os sistemas de segurança. Serviço Completo: As soluções inteligentes devem ser consistentes desde o planeamento até à implementação. Por esta razão os serviços são ajustados a todo o ciclo de vida das máquinas, desde o início, colocando ênfase nos serviços acreditados, no suporte durante o planeamento, comissionamento, manutenção e treino.


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